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Se você ainda não assistiu ao último episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria para não receber spoilers.

Agora que a série acabou, o Capitão América (Anthony Mackie) e o Soldado Invernal (Sebastian Stan) provavelmente ganharão um descanso das telas por algum tempo. Como as próximas produções envolvem um lado mais místico e espacial do MCU, são poucas as chances de voltarmos a ver a dupla tão cedo. No entanto, a produção estabelece diversos personagens que vão habitar o futuro desse universo cinematográfico.



A começar pelo próprio Sam Wilson. O mundo agora tem seu novo Capitão América, o que influencia na estrutura geral desse universo. Afinal, é o herói mais famoso e respeitado, mas agora tendo seu legado expandido por um homem negro. Isso certamente influenciará um nova geração de heróis, legitimando até que os novos super-humanos assumam os títulos de ídolos consagrados que já morreram ou se aposentaram. Fora isso, ele será o novo líder dos Vingadores? Como ficará a situação do supergrupo agora que sua antiga liderança tem um novo nome?

Um desses heróis deve ser o jovem Elijah Bradley (Elijah Robertson), que, sabendo da importância e da história do avô, Isaiah Bradley (Carl Lumbly), tem tudo para se interessar por esse universo do Capitão América, até porque o próprio Capitão é seu amigo agora. Nos quadrinhos, ele é o Patriota, membro fundador dos Jovens Vingadores, uma equipe que já tem vários membros chegando aos poucos no MCU. Temos chances do próprio Sam agir como um tipo de mentor para o garoto.



Da mesma forma que os heróis jovens estão chegando, parece que teremos aí uma versão dos Thunderbolts sendo adaptada para as telas. Eles são um grupo de anti-heróis ou vilões – depende muito da interpretação de quem lê – que se unem para realizar missões perigosas e anormalmente violentas. Alguns dos membros famosos desse time são o Hulk Vermelho, o Deadpool e o Justiceiro. Porém, tudo indica que o Agente Americano (Wyatt Russell) será o líder em campo e a Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus) funcionará como um tipo de Nick Fury (Samuel L. Jackson), agindo nos bastidores. Como nas HQs ela também já foi a Madame Hidra, podemos vê-la se revelar uma grande vilã.

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Outro ponto que vale a pena prestar atenção é que o mundo a partir de agora não ostenta mais fronteiras tão rígidas, o que pode promover a chegada de personagens de nações mais fechadas, como Atlântida, Wakanda e até mesmo a Latvéria… Fato é que esse cenário de ajuda mútua promete criar várias brechas para desvios, corrupções e vilões saindo pelo ladrão. Fora os personagens mais reclusos que podem ser descobertos nesses campos de reassentamento de blipados, talvez até alguns mutantes.

Também nesse mérito de vigaristas, não podemos esquecer que o Mercador do Poder/ Sharon Carter (Emily VanCamp) não apenas está à solta, como também conseguiu o perdão do governo americano e agora trabalha ligada ao setor de defesa e inteligência do país cujo acesso a armamentos militares é praticamente ilimitado. E como ela termina o episódio já negociando essas informações com algum comprador, é de se esperar que ela apronte muita confusão no Universo Cinematográfico Marvel armando os meliantes com o equipamento bélico tradicional e com as armas especiais que a SHIELD continha em seu arsenal. Provavelmente influenciará nos eventos de Invasão Secreta.

E você, o que acha? Como você vê Capitão América e o Soldado Invernal influenciando no MCU? Diga nos comentários!



Capitão América e o Soldado Invernal está disponível no Disney+

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