De acordo com a Variety, a Netflix foi processada pela Fox porque ‘o serviço de streaming está violando contratos e roubando os funcionários da emissora’ desde 2016.

Os desentendimentos começaram quando a Netflix contratou a produtora executiva Tara Flynn e o analista de marketing Marcos Waltenberg, ambos da Fox. Na época, a emissora acusou a gigante do streaming de convencer a dupla a quebrar seus contratos de exclusividade ainda em vigor.

Por conta disso, o juiz do Tribunal Superior da Califórnia, Marc Gross, atendeu ao pedido da Fox e emitiu uma sentença registrada em 48 páginas proibindo a Netflix de continuar contratando funcionários da emissora, que agora é propriedade da Disney.

“A Netflix está proibida de solicitar funcionários que estejam sujeitos a contratos de trabalho de longo prazo com a Fox ou induzi-los a violar seus contratos. Essa prática viola diversos atributos éticos e trabalhistas.”, diz parte do documento.

Em um comunicado, a Netflix se manifestou e irá recorrer da decisão.

“Como o juiz Gross deixou claro, a Fox não conseguiu provar que foi ferida de alguma maneira quando dois executivos decidiram exercer seu direito de migrar para a Netflix. Os contratos ilegais da Fox obrigam os funcionários a permanecerem presos em empregos que não desejam mais, vivendo com salários muito abaixo da taxa de mercado. Continuaremos a lutar para garantir que as pessoas que trabalham na indústria do entretenimento tenham os mesmos direitos que praticamente todos os outros californianos e possam fazer suas próprias escolhas sobre onde querem trabalhar.”

Até o momento, maiores detalhes não foram informados, e ainda não se sabe se o pedido da Netflix foi atendido pelo tribunal.

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