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‘Top Gear’: BBC culpa consultor por acidente GRAVE com Andrew Flintoff

A batalha judicial envolvendo o trágico acidente que tirou o programaTop Gear do ar ganhou um novo e polêmico capítulo. A BBC Studios acusou formalmente o consultor de direção Paul Rees, que estava no banco do passageiro e agora processa a emissora em £ 150 mil (cerca de US$ 200 mil), de ter dado “instruções erradas e perigosas” ao apresentador Andrew “Freddie” Flintoff.

Rees alega ter sofrido danos pessoais no acidente ocorrido em 2022.

O Deadline não teve acesso à petição inicial do consultor, mas obteve o documento de defesa da BBC Studios, que joga a responsabilidade do capotamento inteiramente sobre ele.

Paul Rees era o responsável por orientar Flintoff na condução do Morgan Super 3, um veículo exótico de três rodas. Durante a gravação no aeródromo de Dunsfold Park, o carro capotou e arrastou o apresentador de bruços por cerca de 50 metros, causando graves desfigurações faciais, costelas fraturadas e traumas psicológicos severos.

Segundo a contestação da BBC Studios:

“O autor deu instruções erradas e perigosas ao apresentador sobre como reagir quando a roda se levantou do chão. O autor informou incorretamente ao apresentador que o Morgan não capotaria e, assim, o incentivou a continuar dirigindo e a prosseguir com a manobra que levou ao acidente”, afirmou.

A defesa detalha que o próprio Flintoff demonstrou clara preocupação nos testes quando a roda dianteira do veículo levantou em uma curva. Mesmo assim, Rees o tranquilizou, garantindo que o veículo era seguro contra capotamentos. Por isso, a empresa argumenta que a orientação do profissional foi “inadequada”.

Para piorar, a emissora afirma que o consultor nunca havia dirigido um Morgan antes, ressaltando que ele tinha total liberdade para expressar suas dúvidas ou pedir a ajuda de outro especialista antes de iniciar as filmagens.

O Deadline afirmou que, apesar da disputa judicial, a BBC Studios prestou apoio a Rees logo após o ocorrido.

Lembrando que o impacto tirou a lenda do críquete inglês, Andrew Flintoff, da vida pública por um longo período. Após fechar um acordo de indenização com a BBC Studios estimado em £ 9 milhões, ele quebrou o silêncio em um documentário do Disney+ e, recentemente, retomou sua carreira na TV e como treinador de críquete.

Enquanto isso, o Top Gear permanece na geladeira desde 2022, embora circulem fortes rumores de um possível retorno em breve. Oficialmente, a BBC Studios limitou-se a declarar:

“Contestamos essa ação e estamos nos defendendo dela. Como o caso está agora sob análise da Justiça, seria inadequado fazer mais comentários”, concluiu.

‘Feiticeira Escarlate’ deve ganhar filme solo em aniversário de 60 anos da personagem

Os fãs da Marvel já podem começar a comemorar, pois existe um rumor de que Wanda Maximoff, a Feiticeira Escarlate dos ‘Vingadores‘, vai ganhar um filme só seu, comemorando assim o aniversário de 60 anos da criação da personagem nos quadrinhos.

O debute da Feiticeira Escarlate foi em março de 1964, na revista ‘X-Men #4’, na chamada “Era de Prata” das HQs norte-americanas, quando na história foi retratada como vilã. Porém, foi depois de ser apresentada nos cinemas, pelo trabalho da atriz Elizabeth Olsen, no filme ‘Vingadores: Era de Ultron‘, que a Feiticeira Escarlate se começou a se tornar uma das super-heroínas mais populares da cultura pop.

A personagem ficou tão popular que acabou ganhando uma minissérie, ‘WandaVision‘, produzida para a Disney+, sendo uma das produções mais celebradas de 2021.

A Feiticeira Escarlate retorna às telonas em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, filme que chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de maio. No novo filme da Marvel, ela manifesta sua “versão evil”, sendo uma das principais vilãs da trama.

E justamente por Wanda ter assumido esse papel de antagonista, a possibilidade de que ela acabe morrendo em Doutor Estranho 2 preocupa os fãs. No entanto, pode não ser esse seu desfecho.

E o site Murphy’s Multiverse, que tem altos índices de acerto em suas especulações, revelou que diversas fontes afirmam que um projeto solo da personagem está em desenvolvimento, e que as gravações irão começar já no início de 2023. E como em março de 2024 sua primeira aparição completa 60 anos, as chances de a estreia ser nessa época são grandes. No resta então aguardar.

Lembrando que os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

Warner Bros Discovery deve mudar nomeclatura da HBO Max apenas para “Max”

A partir do momento em que as duas grandes companhias de entretenimento se fundiram para formar a Warner Bros Discovery, com David Zaslav a frente da presidência, havia conversas para combinar o catálogo dos serviços HBO Max com o Discovery+ em um único streaming.

A CNBC confirmou nesta segunda-feira (05) que um novo nome será escolhido para o serviço combinado será simplesmente “Max“, segundos advogados das empresas.

Ainda assim, o nome oficial ainda não foi confirmado pela empresa, mas “Max” é a opção favorita de todos os envolvidos em relação a escolha do nome.

A plataforma tem seu lançamento nos Estados Unidos previsto para a primavera do hemisfério norte de 2023. A companhia espera atingir 130 milhões de assinantes até 2025, e na época do anúncio, Zaslav apontou.

“Em relação ao streaming, nossa principal prioridade agora é lançar um serviço SVOD integrado. Isso faz parte de como a estratégia de streaming evoluiu ao longo do último ano. Então, assim que estiver firmemente estabelecido no mercado, vemos potencial real e estamos explorando a oportunidade de uma oferta rápida e gratuita, que daria aos consumidores que não querem pagar uma taxa de assinatura acesso a um ótimo conteúdo, ao mesmo tempo em que servem como um ponto de entrada para o nosso serviço premium”, disse Zaslav.

Transformers 4 – A Era da Extinção

A franquia ‘Transformers‘ já se demonstrou à prova de críticas, assim como ‘A Saga Crepúsculo’. A cada nova sequência, as críticas negativas aumentam tanto quanto a arrecadação nas bilheterias, provando que o público não procura só “filmes-cabeça” que ganham prêmios em festivais, mas também cinema pipoca em sua forma mais bruta.

Quando a Paramount Pictures percebeu que a franquia começou a demonstrar desgaste com o terceiro e mais fraco capítulo, ‘Transformers – O Lado Oculto da Lua‘, os executivos do estúdio decidiram renovar: o elenco foi trocado e um reboot foi anunciado, aproveitando apenas a história e descartando os personagens principais e até a aparência dos robôs. Com isso, foi injetado sangue novo na franquia.

Depois de uma colaboração bem-sucedida no filmeSem Dor, Sem Ganho‘, o diretor Michael Bay escolheu o ator indicado ao Oscar® Mark Wahlberg para estrelar no lugar do cansativo Shia LaBeouf – que já não tinha mais tanto apelo com o público após uma série de declarações polêmicas e atitudes duvidosas com a mídia.

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Wahlberg faz o seu melhor: corre, pula, explode coisas, faz caretas e piadas. Tudo que se espera de um protagonista da franquia ‘Transformers‘. Como a franquia também precisa de jovens para que seu público tenha uma identificação, entram em cena a filha do protagonista (a magrela bonitinha Nicola Peltz) e seu namorado piloto de Rally (o convincente Jack Reynor).

Ambientado após os eventos de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua’, ‘A Era da Extinção‘ traz a humanidade tentando se reerguer após o desaparecimento dos Autobots e dos Decepticons da face do Planeta Terra. Porém, um grupo de empresários poderosos e cientistas pesquisar a passagem dos Transformers pela Terra, e acabam empurrando a tecnologia a limites para além do que eles podem controlar. Ao mesmo tempo, uma poderosa ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira.

A sinopse serve apenas de pano de fundo para que a explosão comece e os efeitos digitais corram solto. No pensamento megalomaníaco de Michael Bay, mais é mais. E mais. E mais.

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Trata-se de um filme sobre robôs gigantes lutando entre si, o que significa que é quase impossível levá-lo a sério no nível narrativo. Entre um – fraco – diálogo e outro, os robôs entram em ação em batalhas que são um deleite visual com os efeitos 3D extremamente bem utilizados, fazendo do filme uma obra bem sucedida em termos técnicos. Todas as cenas são grandiosas e espetaculares.

Os novos carros são um show à parte: Chevrolet Camaro SS 1967, Sonic RS Rally, Lamborghini Aventador, o belíssimo Pagani Huayra e o Bugatti Veyron, o carro mais veloz do mundo.

Michael Bay se renova neste filme, e volta a fazer o que sabe de melhor, com belas paisagens, cenas acompanhadas de um pôr do sol espetacular, explosões e cenas de ação em slow motion de deixar ‘Matrix‘ no chinelo.

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Quando chega ao terceiro ato, toda a correria chega a cansar o espectador – e você sente que os produtores poderiam ter diminuído as longas 2 hrs. 45 min. de projeção e economizado US$ 100 milhões em pancadaria.

Com menos humor e mais ação, ‘Transformers 4: A Era da Extinção’ é um blockbuster pipoca que cumpre exatamente o prometido e entretém ao longo de quase três horas, com um roteiro que serve apenas para induzir a ação frenética. A crítica especializada vai odiar; O público, amar.

Disney divulga cartaz da animação ‘Zootopia’

A Disney divulgou o primeiro cartaz da animação ‘Zootopia’. A comédia de aventura é dirigida por Byron Howard (Enrolados, Bolt – O Supercão) e Rich Moore (Detona Ralph, Os Simpsons) e codirigida por Jared Bush (Penn Zero: Part-Time Hero) e estreia nos cinemas em 3 de março de 2016.

Confira:

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A moderna metrópole de mamíferos chamada Zootopia é uma cidade diferente de todas as outras. Composta de bairros-habitat como a elegante Sahara Square e a gelada Tundratown, é uma grande mistura onde animais de todos os ambientes vivem juntos — um lugar onde não importa o que você é, do maior elefante ao menor musaranho, você pode ser qualquer coisa.

Mas quando a otimista policial Judy Hopps chega, ela descobre que ser a primeira coelha numa força policial de animais grandes e fortes não é nada fácil. Determinada a provar seu valor, ela agarra a oportunidade de solucionar um caso, mesmo que isso signifique formar uma parceria com o raposo falante e vigarista Nick Wilde, para desvendar o mistério.

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Com Alden Ehrenreich no lugar de Harrison Ford, ‘Han Solo’ ganha data de estreia

Segundo o Deadline, Alden Ehrenreich (‘Dezesseis Luas’, ‘Ave, César’) foi o escolhido para interpretar o jovem Han Solo no filme do personagem, papel que ficou iconizado por Harrison Ford.

E o filme já tem data de estreia:  25 de maio de 2018.

A história mostrará como Han Solo se transformou em um contrabandista, e se passará dez antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘.

Ehrenreich concorria ao papel com Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) e Jack Reynor (‘Transformers: Era da Extinção’).

Harrison Ford aconselha ator que negocia viver o jovem Han Solo: “Não faça isso!” 

Já o primeiro spin-off da série, ‘Rogue OneUma História Star Wars‘, chega aos cinemas em 16 de dezembro de 2016 – Assista ao trailer!

Morre paciente terminal que assistiu ‘Star Wars: O Despertar da Força’ 

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‘Split’: Novo suspense de M. Night Shyamalan ganha trailer assustador

O novo suspense do mega talentoso M. Night Shyamalan ganhou seu trailer assustador e bastante curioso.

Intitulado ‘Split‘, a história acompanha um psicopata com 23 personalidades que sequestra três garotas.

Assista:

As pessoas com transtorno dissociativo de identidade mental há muito fascinaram e iludiram a ciência, que acredita que também pode se manifestar alguns atributos físicos exclusivos para cada personalidade.

Embora Kevin (James McAvoy) evidenciou 23 personalidades para seu psiquiatra, a Dra. Fletcher (Betty Buckley), ainda continua procura maneiras de materializar e dominar todos os outros. Após sequestrar três adolescentes, Kevin atinge uma guerra pela sobrevivência entre todos aqueles outros contidos dentro dele.

James McAvoy (‘X-Men’), Anya Taylor Joy (‘A Bruxa’), Betty Buckley (‘Fim dos Tempos’) e as novatas Jessica Sula e Haley Lu Richardson estrelam.

A estreia está marcada para 20 de janeiro de 2017, nos Estados Unidos.

James McAvoy entra no lugar de Joaquin Phoenix em suspense de M. Night Shyamalan

Vale lembrar que Night voltou ao ápice do cinema de suspense com o mega elogiado ‘A Visita‘, que arrecadou US$ 60 milhões no mundo com um orçamento de 5 milhões de dólares.

 

 

 

 

 

 

 

Robert Englund tem uma ideia genial para o novo ‘A Hora do Pesadelo’

O remake de ‘A Hora do Pesadelo‘ segue cancelado, mas o ator Robert Englund teve uma ideia genial para um novo filme da franquia.

Em entrevista ao Flórida Today, Englund (que interpretou Freddy nos filmes originais) disse que pensou em um conceito para fazer Freddy assustador novamente. Sua idéia? Reimaginar Freddy dentro das mentes das crianças relacionados com as vítimas originais,

“Eu pensei que seria ótimo se os filhos das vítimas anteriores, ou apenasas crianças que cresceram ouvindo histórias sobre Freddy Krueger, fossem assombradas cada uma por sua própria versão de Freddy Krueger. Crianças que cresceram ouvindo histórias sobre esse cara Freddy Krueger e as coisas horríveis que ele fez. Cada criança terá uma visão própria de Freddy em seus pesadelos… E então esses vários Freddy começam a assombrá-las”, afirmou.

Em sua visão, Freddy pode ter vários visuais diferentes no filme, baseado na mente de cada uma das crianças. Imagina que legal?

“Algumas pessoas podem imaginá-lo como um monstros, outros poderiam imaginá-lo lto e magro, o outro com um chapéu diferente, ou uma camisola diferente. Ele poderia ter diferentes luvas, ou até mesmo uma luva com pequenas lâminas de barbear, tal como referido no primeiro filme. Seria legal ver as diferentes interpretações de Freddy Krueger com base na visão da criança, ou o que Freddy significa era para elas. Afinal de contas, o subconsciente de cada pessoa seria imaginá-lo de uma forma totalmente diferente”, concluiu.

Recentemente, um grande astro de Hollywood demonstrou interesse de estrelar a produção caso ela saia do papel.

Em seu Twitter, Kevin Bacon revelou ter interesse em interpretar Freddy Krueger na refilmagem.

“Se A Hora do Pesadelo ganhar um remake novamente, podemos de alguma maneira ter Kevin Bacon como Freddy? Eu acho que ele seria fantástico “, tuitou @BettieToxic.

“Eu gosto da maneira que você pensa Bettie”, respondeu Kevin Bacon.

Confira:

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Em meados de 2009, quando a New Line estava em busca de cineastas para a direção do remake de ‘A Hora do Pesadelo‘, Julien Maury e Alexandre Bustillo chegaram a discutir sobre o assunto, mas não assumiram.

Em conversa com o Bloody Disgusting, a dupla comentou como que seria a versão:

Nossa ideia de um bom remake seria ter uma nova visão sobre as mesmas temáticas. Aqui, usaríamos realmente o fato de que Krueger é um molestador de crianças. Assim, a ideia era ter uma versão distorcida dos Goonies, com um grupo de crianças sendo perseguidas. Nós pensamos que seria ótimo para um remake mudar os adolescentes do original para crianças reais.

Além disso, a infância é o momento da vida em que você está realmente e profundamente amedrontado por pesadelos, quando você não é capaz de ver a diferença entre a realidade e os sonhos.

A Hora do Pesadelo’ ganhou uma refilmagem em 2010, 26 anos depois do lançamento do longa original. Como a nova versão não faturou o esperado, a franquia acabou sendo engavetada.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras‘,  o produtor Brad Fuller revelou que o projeto está estacionado.

“Em A Hora do Pesadelo, nada está acontecendo agora… Não temos trabalhado muito nele”, afirmou.

Assista a entrevista (no minuto 2:30):

Cena deletada de ‘A Hora do Pesadelo’ altera a origem de Freddy Krueger; Assista! 

Em ‘A Hora do Pesadelo’, um grupo de adolescentes compartilha um vínculo: todos estão sendo perseguidos por Freddy Krueger, um assassino horrivelmente desfigurado que os caça durante seus sonhos. Quando acordados, eles protegem uns aos outros mas quando estão dormindo, não há escapatória.

Confira o que vem por aí no próximo episódio de ‘Sleepy Hollow’

A Fox liberou o teaser para o quinto episódio da quarta temporada ‘Sleepy Hollow‘, série que toma como base o icônico conto do Cavaleiro Sem Cabeça.

Assista, com as imagens:

Baseado no conto de 1820, de Washington Irving, que por sua vez inspirou o filme ‘A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça’, a série acompanha Ichabod Crane na Nova York contemporânea. Ele forma parceira com a xerife Abbie Archer (Nicole Beharie) para resolver os mistérios da cidade, que está no meio de uma batalha entre o bem o mal, e deter o Cavaleiro sem Cabeça, determinado a iniciar o apocalipse.

Alex Kurtzman e Roberto Orci, roteiristas de ‘Star Trek’ e ‘Transformers’, atuam como produtores executivos ao lado do cineasta Len Wiseman (franquia ‘Anjos da Noite’).

Sleepy Hollow‘ também é exibida no Brasil pelo canal Fox.

Selina ajuda novo aliado na prévia do episódio 6×03 de ‘Veep’

A HBO liberou a prévia do próximo episódio de ‘Veep‘, que será exibido no próximo domingos.

Confira:

Lembrando que o plot dessa sexta temporada é ao redor da vida de Selina depois dela ter saído da Casa Branca.

Diretor revela detalhes da trama de ‘Os Incríveis 2’

 John Lasseter revelou detalhes sobre a trama de ‘Os Incríveis 2‘ em entrevista ao IGN durante a Disney D23

Segundo ele, a sequência começa no momento em que o primeiro filme termina.

“A história começa no mesmo momento que o primeiro filme termina. Veremos o Escavador e aquela grande sequência de ação. Lembra que no final do primeiro filme a família inteira está vestida como super-heróis? É exatamente aí que o novo filme começa”, afirmou.

Segundo ele, a trama vai aprofundar na relação familiar dos heróis.

“O legal de Os Incríveis é que temos uma história de família em um mundo de super-heróis. A sequência terá esse mesmo tema. É uma ideia simples e incrível”, afirmou.

Confira a primeira arte conceitual:

A animação já tem data de estreia nos cinemas brasileiros: 24 de maio de 2018.

 

‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’ tem seus cartazes divulgados

Cartazes de ‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’

No original, Roberto Pêra (Craig T. Nelson) já foi o maior herói do planeta, salvando vidas e combatendo o mal todos os dias sob o codinome Sr. Incrível. Porém, após salvar um homem de se suicidar, ele é processado e condenado na Justiça. Uma série de processos seguintes faz com que o Governo tenha que desembolsar uma alta quantia para pagar as indenizações, o que faz com que a opinião pública se volte contra os super-heróis. Em reconhecimento aos serviços prestados, o Governo faz a eles uma oferta: que levem suas vidas como pessoas normais, sem demonstrar que possuem superpoderes, recebendo em troca uma pensão anual.

Recentemente, Michael Giacchino foi confirmado como compositor. Vale lembrar que Michael concorreu ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, em 2005, por ‘Os Incríveis‘, mas a estatueta só veio em 2010 com o magnífico ‘Up – Altas Aventuras‘.

Caixão do Jigsaw é aberto em vídeo com cenas inéditas de ‘Jogos Mortais: Jigsaw’

Jogos Mortais: Jigsaw‘ ganhou dois novos comerciais, com cenas inéditas. O primeiro deles traz o caixão do Jigsaw sendo aberto.

A Paris Filmes lançará o filme no Brasil dia 2 de Novembro de 2017, uma semana após a estreia norte-americana (27 de Outubro).

Confira, com o cartaz nacional EXCLUSIVO:

 

Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

Vamos jogar um jogo?

 

‘Charmed’: Reboot ganha data de estreia; Assista ao trailer!

Após ganhar suas primeiras imagens e seu trailer, o reboot da série ‘Charmed‘ ganhou data de estreia.

A CW agendou o lançamento nos EUA para o dia 14 de Outubro de 2018.

As irmãs bruxas são vividas por Madeleine Mantock (‘Into the Badlands’), Melonie Diaz (‘Fruitvale Station’) e Sarah Jeffery (‘Shades of Blue’).

Assista ao trailer:

Na trama, Mantock viverá a brilhante e entusiasmada geneticista Macy, que é pega de surpresa e fica chocada ao descobrir os seus novos poderes sobrenaturais.

Sarah Jeffery, será a caçula das irmas. Sua personagem se chama Madison e terá apenas 18 anos, tentando se encaixar na sociedade e descobrindo seus poderes.

Melonie Diaz viverá Mel, uma ativista que passou por uma tragédia terrível e se afastou de todos, inclusive de sua namorada, a detetive Soo Jin.

Ser’Darius Blain viverá Gavin, o namorado de uma das três protagonistas.

A emissora The CW vai conduzir o projeto, que já teve o episódio piloto encomendado. A mesma equipe de roteiristas da série ‘Jane the Virgin’ vai assumi-lo.

Os diretores Brad Silberling e Ben Silverman serão os criadores da produção, que se passará nos dias de hoje e será “feroz, divertida e feminista”.

Charmed’ contou com oito temporadas, sendo transmitida entre os anos de ‘998 e 2006. Devido a diversas brigas nos bastidores entre Shannen e Alyssa, a ex-protagonista de ‘Barrados no Baile’ acabou deixando a série, sendo substituída por uma nova personagem, vivida por Rose McGowan.

Charmed’ também está na fila para ganhar um reboot pelo canal norte-americano, The CW.

Jack Dalton se despede da série ‘MacGyver’ em promo da 3ª temporada

A 3ª temporada de ‘MacGyver‘ ganhou um promo, que traz a despedida de Jack Dalton – após o ator George Eads pedir para sair da série.

No 14º episódio, um chefe do crime internacional oferece a Matty um acordo que ela não pode recusar – ele vai se entregar à sua custódia se ele puder voltar aos Estados Unidos para ver a filha dele andando se casando. MacGyver e sua equipe invadem o casamento para garantir que o lorde do crime não fuja, apenas para descobrir que eles não são os únicos à espreita no evento.

Confira:

Na trama, “Angus MacGyver é um jovem cheio de recursos, que com vinte e poucos anos cria uma organização clandestina dentro do governo americano, na qual viria a trabalhar pelo resto da vida, onde seus jeitinhos não ortodoxos de prevenção de desastres se tornarão as habilidades refinadas que lhe trarão fama e lhe ajudarão a salvar vidas.”

Lucas Till, Sandrine Holt, Tristin Mays e Justin Hires estrelam.

Filmes da Marvel são cinema? Mike Flanagan dá a MELHOR RESPOSTA!

A polêmica envolvendo o aclamado cineasta Martin Scorsese e os filmes da Marvel ganhou sua MELHOR resposta.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Doutor Sono‘, o diretor Mike Flanagan rebateu as declarações de maneira muito inteligente.

“Martin Scorsese uma vez disse que filmes são como sonhos… Você não pode dizer que um sonho é melhor ou mais autêntico que o outro. Acredito que o cinema incorpora muitas visões diferentes…”, afirmou.

Assista a entrevista:

Doutor Sono‘ chega aos cinemas nacionais dia 7 de Novembro.

Entenda a polêmica

Martin Scorsese fez duras críticas à Marvel durante uma entrevista em que promovia o seu novo filme, ‘O Irlandês‘.

Ao ser questionado pela revista Empire sobre sua opinião a respeito dos filmes da Marvel Studios, ele foi categórico em dizer:

“Eu não vejo esses filmes. Eu até tentei, sabia? Mas isso não é cinema de verdade. Sinceramente, são mais como parques de diversão do que cinema. Por mais bem feitos que sejam, mesmo que os atores façam o seu melhor, não é algo que transmite experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano.”

Sua fala reverberou em Hollywood, com os diretores Joss Whedon (‘Vingadores‘), James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘) e Taika Waititi (‘Jojo Rabbit‘ e ‘Thor: Ragnarok‘) se pronunciando publicamente.

‘The Green Knight’: Versão sombria da lenda do Rei Arthur ganha trailer legendado

A fantasia sombria ‘The Green Knight‘, novo filme arturiano da A24, ganhou seu trailer legendado

Confira:

David Lowery dirige a produção.

A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Dev PatelAlicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson estrelam.

The Green Knight será lançado em 2020.

‘Superman 2’: Fãs criam campanha no Twitter para que Warner faça novo filme com Henry Cavill

Os fãs dos filmes da DC Comics são conhecidos por sua insistência após anos de campanha para que a Warner lançasse o ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder. Agora, os fãs criaram uma nova campanha no Twitter: #HenryCavillSuperman. A hashtag entrou nos Trending Topics.

Os fãs querem ver mais de Henry Cavill no papel de Superman, após o ator ganhar apenas um filme solo em 2013.

Confira:

Segundo o Cultured Nerd, Cavill assinou um novo contrato com a Warner Bros. para voltar a viver o Superman em três novos filmes.

Foi o Cultured Nerd quem disse que o Ben Affleck voltaria como o Batman, e também desvendou que o ator apareceria no novo ‘Flash‘.

O site afirma que o interesse de Henry Cavill em voltar a viver o personagem foi reacendido devido ao “Snyder Cut“, e que Cavill ajudou com a proposta de um novo projeto do Superman que foi “amplamente elogiado” pela Warner Bros, o que levou ao seu novo contrato.

Diz-se que o novo contrato inclui três filmes e opções para futuras participações em outros filmes da DC, mas não se sabe quais são os projetos.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, Cavill já havia revelado que não desistiu do papel, mesmo estando afastado desde 2017.

E você, está ansioso para ver o astro como o herói mais uma vez?

Vale lembrar que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’ estreia na HBO Max em março de 2021.

Confira as imagens promocionais:

‘Midnight Mass’: Teaser da nova série de terror do criador de ‘A Maldição da Mansão Bly’

A Netflix divulgou um teaser de Midnight Mass‘, a vindoura série de terror da Netflix dirigida por Mike Flanagan (‘A Maldição da mansão Bly’).

Para quem não sabe, a série vai girar em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

“Éramos uma comunidade de centenas. Agora somos apenas dezenas.”, diz o curto teaser.

 

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Por enquanto, não há previsão de estreia.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘Morbius’ tem queda HOMÉRICA de 75% em sua 2ª semana e empata com ‘X-Men: Fênix Negra’

Morbius‘ chegou aos cinemas no último fim de semana ultrapassando os US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais, mas o filme teve uma queda drástica nas bilheterias em seu segundo fim de semana.

De acordo com a Forbes, o filme arrecadou apenas US$ 2,95 milhões em sua segunda sexta-feira, uma queda homérica de 83% – empatando com ‘X-Men: Fênix Negra‘ entre as maiores quedas de filmes de HQ.

O filme deve encerrar o seu segundo fim de semana com apenas US$ 9,9 milhões, outra queda recorde para um filme de quadrinhos. Isso representa uma queda de 75% em relação à estreia de US$ 39 milhões no fim de semana passado.

O filme custou US$ 75 milhões para ser feito e a bilheteria mundial deve chegar a US$ 129 milhões até o final do fim de semana, evitando que o filme seja considerado um fracasso completo.

“A única razão pela qual isso não é um desastre é que custou mais perto dos primeiros X-Men do que dos últimos X-Men”, explicou Forbes .

Na trama, Jared Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jaqueta estilosa de Leon do ‘Resident Evil 4 Remake’ está a venda em site

Resident Evil 4 Remake‘ foi finalmente anunciado com um trailer durante a State of Play, e pouco tempo depois os fãs já descobriram que podem ter a jaqueta de Leon S. Kenedy.

O já clássico casaco usado por Leon está a venda, de maneira licenciada, no site Schott NYC, que é mencionado no fim do trailer.

Porém, caso você tenha interesse em compra-lo, a peça não é nem um pouco barata. O produto está custando US$ 1495,00 dólares no momento.

Confira o trailer abaixo:

O game foi completamente remodelado e será lançado em 24 de março de 2023 para PlayStation 5 (sem versão para a antiga geração).

Resident Evil 4‘ era bastante aguardado e esperado pelos fãs, já que informações davam conta que ele realmente seria divulgado.

Mesmo com fracasso de ‘Argylle – O Superespião’, Henry Cavill voltaria para sequência

Intitulado ‘Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’) estrelado por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World’) FRACASSOU nas bilheterias norte-americanas.

Segundo estimativas da bilheteria, ‘Argylle‘ deve faturar míseros US$ 18 milhões nos primeiros três dias, um número que provavelmente não entusiasmará a Apple, que comprou o filme dirigido por Matthew Vaughn, com seu elenco repleto de estrelas, por US$ 200 milhões.

Mesmo com o fracasso, Henry Cavill revelou em entrevista para à Variety que toparia voltar para uma sequência.

“Se o diretor Matthew Vaughn me ligasse para uma sequência, com certeza eu toparia”, ele afirmou.

Cavill também comentou sobre a possibilidade de sequências:

“Eu acho que é um personagem divertido”, disse ele. “Quero dizer, depende de para onde você leva isso, como tudo na vida. Eu tenho um ótimo relacionamento com Matthew, então a parte difícil já está superada. A próxima etapa é construir uma história. Contanto que a história seja boa e o personagem tenha um caminho e se encaixe no que estou tentando construir e realizar, então é ótimo”.

Em uma entrevista à Total Film, o diretor Matthew Vaughn compartilhou suas expectativas para uma continuação do filme.

“O primeiro livro trata de como Argylle se tornou um espião. Essa seria a trama do próximo filme. E então, Argylle 2 é… eu não quero entregar muito, mas envolve este jovem Argylle que se torna o Henry, já que Henry adora a ideia de fazer um filme próprio sobre Argylle também”. 

Além de receber apenas 39% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também não está se saindo muito bem entre o público, recebendo nota C+ no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira a publicação:

“A nota está aqui! #Argylle recebeu C+. Você assistiu esse filme nos cinemas? Deixe-nos saber no comentário abaixo!”

Confira os principais comentários:

“Embora Bryce Dallas Howard esteja charmosa, esta comédia de ação dependente de reviravoltas fica cansativa” – The Messenger.

“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.

“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.

Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.

“Vaughn e [o roteirista Jason] Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.

Além de Cavill, também estão confirmados Sam Rockwell, Bryce Dallas Howard, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson no elenco.

O roteiro é assinado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

 

Lauren LaVera divulga imagens SANGRENTAS dos bastidores de ‘Terrifier 3’

Terrifier 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 60 milhões nas bilheterias mundiais, e a atriz Lauren LaVera divulgou imagens sangrentas dos bastidores da produção.

Confira:

O filme já arrecadou mais de trinta vezes o valor do seu custo de produção – que girou em torno de US$ 2 milhões. Para termos de comparação, o filme anterior havia contado com um orçamento de apenas US$ 250 mil.

Além disso, o filme quebrou um recorde e se tornou o filme sem classificação indicativa mais lucrativo da história do cinema – superando o documentário ‘Renaissance: A Film by Beyoncé‘ (US$43M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 50.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 12.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 63.4 milhões.

Vale lembrar que o terror estreou no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 18.3 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana. O valor representa quase dobrou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia doméstica em torno de US$ 10 milhões.

O terror independente ainda conseguiu desbancar filmes de grandes estúdios, como ‘Robô Selvagem‘ (US$13.5M) e ‘Coringa 2: Delírio a Dois‘ (US$7.1M) – que amargou uma queda de -82% em seu segundo final de semana no país, o que representa um recorde negativo para uma produção de super-heróis.

Aclamado entre os críticos – com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também parece ter agradado os espectadores. O longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore – que é considerada uma boa média para o gênero.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Vídeo compara as cenas do live-action de ‘Moana’ com a animação; Assista!

A aguardada adaptação em live-action de ‘Moana‘ ganhou seu primeiro teaser trailer e trazemos um vídeo comparando as cenas da animação com o novo filme.

Confira:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos. A estreia está oficialmente marcada para 10 de julho de 2026, prometendo trazer uma nova camada de profundidade visual e narrativa a essa história que já é querida por milhões de fãs ao redor do mundo.

Confira o cartaz, as fotos e o trailer:

‘Moana’: Disney cogitou usar IA para manipular o rosto de The Rock em live-action

Disney VENCE processo sobre direitos autorais de ‘Moana’

Johnson também produzi o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

10 Ótimos Filmes Dirigidos por MULHERES – Parte 2

Seguimos em nossa jornada, com uma parte 2 repleta de diversidade nas tramas, para apresentar ótimos filmes dirigidos por mulheres de todo o mundo. Mesmo com uma longa batalha para vencerem dentro de um universo audiovisual ainda muito machista, cada vez mais mulheres estão trabalhando com cinema em diversas áreas da indústria cinematográfica.

Nosso especial contínuo, de muitas partes que serão postadas ao longo dos meses, tem o intuito de mostrar ao público diversos filmes, alguns que passaram desapercebidos pelo público inclusive, que são dirigidos por excelentes profissionais de cinema.

Diretoras dos longas-metragens abaixo:

Catherine Corsini, Kelly Fremon Craig, Lorene Scafaria, Bettina Oberli, Emma Seligman, Maïwenn, Emily Ting, Chloé Zhao, Isabella Eklöf e Silja Hauksdóttir.

 

Um Belo Verão (França, 2015)

Tão bom morrer de amor e continuar vivendo. Dirigido pela cineasta francesa Catherine Corsini, do ótimo Partir (2009)Um Belo Verão, que fez parte da programação do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, é um filme que fala sobre a luta das mulheres na década de 70 e um amor que nasce ingênuo e vira uma página importante na história das envolvidas. Um dos grandes destaques do longa-metragem é o belo roteiro assinado pela dupla Catherine Corsini e Laurette Polmanss que consegue com maestria dominar a atenção do público contando sempre com a ajuda de uma singela dose de empatia das ótimas personagens.

 

Na trama, acompanhamos a trajetória da jovem Delphine (Izïa Higelin), filha única que vive no interior da França com seu pai e sua mãe. Certo dia, resolve abandonar sua família para descobrir o mundo em uma Paris no ano de 1971, lugar onde está passando por uma época de transformações intensas ligada à liberdade sexual e ao feminismo. Assim que chega na capital francesa, logo se aproxima de uma grupo de mulheres que lutam pelos direitos das mesmas, fazendo inúmeros protestos e invadindo conferências sobre temas polêmicos. Uma das líderes do grupo é Carole (Cécile De France), uma bela mulher que vive com seu namorado Manuel. Com o passar do tempo, Delphine e Carole vão se aproximando e acabam de apaixonando intensamente, provocando uma série de conflitos para ambas.

 

Um Belo Verão se sustenta na força do amor. Fala com garra e inteligência sobre a força das mulheres em sua constante luta de igualdade de direitos. Entre esses dois universos, o do amor e o da luta feminina, giram as ótimas personagens interpretadas pela excelente atriz belga Cécile de France e pela jovem francesa Izïa Higelin. Delphine é uma jovem que sempre ajudou seu pai nos trabalhos na fazenda onde mora. Quando descobre Carole, uma mulher independente, pra frente, com muita atitude e delicadamente bela se entrega completamente a uma paixão cercada de preconceito e dúvidas em relação à liberdade desse amor. Carole descobre sua sexualidade com Delphine, se entrega e se apaixona como nunca antes fizera, vive a cada dia tentando mostrar ser merecedora do amor de Delphine. O conflito entre as duas acontece por conta da fragilidade nas atitudes de Delphine que tem muito medo do que os outros vão pensar se descobrirem sobre elas.

Se o final é triste ou não, não vou dizer. Mas acredito muito que esse belo trabalho deixa em nossa memória uma linda mensagem sobre como viver. A liberdade, a igualdade, pontos importantes na ideologia francesa ao longo das décadas, são fundamentais para que tenhamos o livre arbítrio de respirar as experiências de vida que achamos as mais felizes para nossa existência.

 

 

Quase 18 (EUA, 2017)

Na adolescência tudo parece o fim do mundo mas é apenas o começo. Escrito e dirigido pela estreante em direção de longas metragens Kelly Fremon CraigQuase 18 é uma grande aventura na estrada sempre complicada da adolescência. Diferente de outros longas com o tema que não conseguem reunir um grupo de situações/argumentos interessantes, Quase 18 navega com muita sabedoria e honestidade nessas águas conturbadas dessa fase da vida. O elenco é de primeira, encabeçado pela jovem veterana Hailee Steinfeld e com coadjuvantes de peso como os ótimos Woody Harrelson e Kyra Sedgwick.

Na trama, conhecemos a ‘aborrecente’ Nadine (Hailee Steinfeld), uma jovem com diversas dificuldades em se socializar com pessoas de sua idade que acaba perdendo seu pai, um dos seus únicos portos seguros. Sua relação com sua mãe Mona (Kyra Sedgwick) e seu irmão Darian (Blake Jenner) sempre foi complicada e as coisas só pioram quando uma de suas poucas amigas Krista (Haley Lu Richardson) acaba se apaixonando pelo seu irmão. Assim, ao longo dos conflituosos dias, Nadine terá que viver situações para chegar ao verdadeiro entendimento sobre os valores da vida, para isso contará com a ajuda inusitada de seu professor Mr. Brunner (Woody Harrelson).

O roteiro, escrito pela diretora, é excelente. Passamos em cerca 105 minutos por algumas fases da vida da protagonista, uma adolescente rebelde que mantém um relacionamento extremamente difícil com sua família. No primeiro arco, vemos uma fase pré adolescente que, de maneira bem rápida, nos ajudar a compor as principais características e modo de pensar da personagem. O desespero fica maior quando sua melhor amiga, e praticamente única, já na fase de high school, acaba se apaixonando por seu irmão e resolve optar pela distância e embarcando em uma fase de novas descobertas e abrindo os olhos para pessoas que já conhecia mas não conseguia enxergar. O professor Brunner, acaba chegando como um amigo, fazendo um papel parecido com um pai tentando dar bons conselhos e usando, muitas vezes, a mesma linguagem da personagem, é a memória do pai, seu maior porto seguro, que o professor acaba personificando aos olhos da jovem.

Quase 18, tinha tudo para ser mais um enlatado norte-americano esquecível mas logo nos primeiros minutos vamos percebendo que esse filme seria uma grata surpresa. Não percam esse filme!

 

 

A Intrometida (EUA, 2015)

A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso. Escrito e dirigido pela diretora e roteirista Lorene Scafaria, que entre outros trabalhos foi roteirista do ótimo Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música e dirigiu o peculiar Procura-se um Amigo para o Fim do MundoA Intrometida é um drama disfarçado de comédia com um tom melancólico muito profundo que é atenuado pela atuação carismática da veterana Susan Sarandon. Falando com propriedade de assuntos que vão da dor da perda à vontade de se reencontrar, aos poucos, o filme se torna uma grata surpresa que vai deixar muito cinéfilo com sorrisão aberto.

Na trama, conhecemos a carinhosa Marnie Minervini (Susan Sarandon), uma mulher já na metade final de sua vida que recentemente perdeu seu companheiro de toda uma vida. Completamente sem rumo, resolve se mudar para mais próximo de sua filha Lori (Rose Byrne), em Los Angeles, na Califórnia. Expondo sua solidão de diversas e muitas vezes engraçadas maneiras, Marnie acaba invadindo a privacidade de sua filha a todo instante (fruto de uma carência do momento) e após um chega pra lá de Lori, Marnie embarca em uma jornada de descobertas onde irá conhecer pessoas que mudarão para sempre esse momento instável que vive.

Com um orçamento que girou em torno de 10 Milhões de Dólares, A Intrometida se sustenta, além de outras coisas, na força de seus coadjuvantes. Os dramas de Lori, a filha da protagonista, são tão complexos quanto os de Marnie, perdeu o namorado para outra mulher, se encontra sozinha e depressiva. O filme às vezes brinca com essa depressão da dupla, envolvendo o espectador em cenas hilárias, talvez para dar um tom um pouco mais leve para falar sobre assuntos bem densos e complicados. J.K. Simmons, nosso eterno professor Fletcher (Whiplash) e seu ótimo personagem Zipper, preenche uma lacuna muito interessante na história que é o amor. Susan Sarandon, ganhadora do Oscar em 1996 pelo excelente Os Últimos Passos de um Homem, aproveita todos esses elementos e transforma sua personagem em uma curandeira dos seus próprios conflitos internos, uma aula de simpatia e atuação dessa sempre surpreendente atriz.

Exibido no Festival de Toronto 2015, esse longa metragem é um daqueles projetos que vão melhorando a cada cena. Com um começo meio morno onde o foco é explicar, em pouco tempo, toda uma personalidade complexa e abalada pela carência, o filme a partir do segundo arco foca nas reviravoltas das consequências que impactam na vida da protagonista, e aí o filme cresce muito. Com a personagem principal exalando carisma, diversas cenas hilárias, um roteiro pra lá de competente e uma direção firme, a dramédia se coloca como um grande aulão de terapia com o foco na arte de viver.

 

 

Minha Incrível Wanda (Suíça, 2020)

Como uma família pode buscar soluções para uma situação de crise que engloba a todos? Tudo é movido a dinheiro nessa vida? E se não? Qual a solução? Minha Incrível Wanda, que esteve na programação da Mostra de SP de 2020, é um conto atual que reúne uma família rica repleta de personalidades diferentes e uma trabalhadora polonesa que precisam resolver, com todos saindo ganhando, uma situação pra lá de inusitada. Dirigido pela cineasta Bettina Oberli (que também assina o roteiro ao lado de Cooky Ziesche) somos levados as loucuras do fato com muita habilidade e com riqueza nos detalhes que compõem as excentricidades em contraponto à inconsequência. Há simbolismos bastante delicados na construção do eminente, marca registrada de todo bom cineasta.

Na trama, conhecemos a jovem trabalhadora polonesa e mãe de dois filhos Wanda (Agnieszka Grochowska) que a cada nova temporada trabalha durante alguns meses para uma família rica na Suíça. Sua prioridade nos afazeres é cuidar do já debilitado Josef (André Jung) como uma espécie de enfermeira. A família adora Wanda, principalmente Josef. Só que as vezes, principalmente quando chega de madrugada, Wanda e Josef, escondido dos demais, entram em um acordo que causará graves confusões e situações para toda a família.

O imprevisível engenhoso roteiro, muito bem definido em seus arcos expostos em números romanos, produz uma série de situações complicadas que vamos buscando compreensão pela ótica conturbada e emocionalmente abalada dos ótimos personagens. Há vários contrapontos interessantes que vão se solucionando como reflexões da sociedade, até mesmo conflitos mais do que batidos entre classes sociais. No primeiro arco, entendemos os personagens, e somos apresentados ao conflito; no segundo chega o conflito e suas primeiras impressões de todos; no terceiro, as tentativas de soluções para que todos ganhem com a situação. Tudo muito simples, objetivo e bastante verdadeiro. Destaque também para a trilha sonora assinada pelo duo Grandbrothers formado em Düsseldorf pelo suiço Lukas Vogel e o alemão Erol Sarp. Ótimo filme.

 

Shiva Baby (EUA, 2021)

Quando o trágico encontra seu equilíbrio no cômico. Disponível na plataforma MUBI, Shiva Baby nos mostra segredos, famílias, mentiras. Todo tipo de drama se afunila no campo das surpresas, em encontros quase inimagináveis, além de situações mal resolvidas em um passado recente de uma jovem em grandes conflitos quando resolve ir com os pais a uma reunião tradicional após um funeral, parte da tradição judia. O confronto com seu modo de viver, do qual foi criada, essas tradições de sua família judia, vira rebeldia e parece que acompanhamos o clímax, da primeira cena até os acontecimentos dentro de um leque de situações constrangedoras que se juntam aos montes somadas a um eminente insucesso nas suas tentativas já frustradas de liberdade sem limites. Um grande filme, escrito e dirigido pela cineasta Emma Seligman, um dos melhores disponíveis pelos streamings aqui no Brasil.

Na trama, conhecemos Danielle (Rachel Sennott), uma jovem que se prostitui sem que seus pais saibam de nada. Um dia, resolve acompanhar os pais (que a bancam desde sempre), a um pós funeral de uma amiga da família judia que pertence. Nesse dia, que é uma reunião em uma casa, acaba encontrando antigos amores, conflitos com seus pais por conta dos seus objetivos na vida, desconfiados olhares de conhecidos e uma surpresa ligada à sua vida na prostituição. Prestes a chegar a um ataque emocional, vamos descobrindo todas as fraquezas e inconsequências que acompanham a complexa protagonista. Lembra um pouco, mesmo com inúmeras diferenças, a também ótima comédia britânica Morte no Funeral.

Parece que estamos olhando pelo buraco da fechadura no campo das emoções da protagonista, um mérito de um afiado roteiro e uma lente detalhista de Seligman. Há também um equilíbrio entre o trágico e o cômico. A protagonista busca sua liberdade ser alguém à frente do seu tempo. Mas comete o erro, fruto de sua imaturidade, de não buscar desenvolver alternativas para suas inconsequências, como se estivesse em órbita somente com seus impulsos esquecendo dos complementos vitais para um equilíbrio de felicidade e dedicação.

Eminentes conflitos, um peso na consciência, buscando no desespero de se sobressair, almejando uma perfeição por meio de mentiras, elementos que obviamente levarão a personagem a um limite emocional, quase um divisor de águas sobre sua vida. Há uma busca de reconhecimento de seus pais mas envolvida em muitas mentiras e foco descontrolado sobre o que quer da vida, fora a mordaça imaginária que se coloca que fica evidente quando se vê sem saída sobre como resolver todas as situações que estão em descontroles na sua frente. Shiva Baby apresenta um complexo cenário sobre abalos emocionais, reunidos com um certo clima de tensão, um filme que todo psicólogo deveria assistir, além de todos que amam uma boa história, um bom cinema. Bravo!

 

 

Meu Rei (França, 2015)

Não quero que pense em mim sem motivos, mas que faça de mim o motivo dos seus pensamentos. Depois de dirigir o excelente Polissia, quatro anos atrás, a cineasta e atriz francesa Maïwenn volta para trás das câmeras dessa vez para dirigir um intenso drama que em pouco mais de 120 minutos de projeção encara a difícil missão de mostrar a vida de um casal com temperamentos diferentes que quando se juntam uma série de inconsequências acontece levado ambos a um extremo destrutivo. Impressionante a atuação da dupla de protagonistas, Emmanuelle Bercot venceu o prêmio de melhor atriz em Cannes em 2015 por esse papel.

Na trama, acompanhamos a trajetória de Tony (Emmanuelle Bercot) e Giorgio (Vincent Cassel), um casal que briga mais do que faz amor, muito por conta do jeito possessivo de ser do segundo. O filme traça e mostra um paralelo sempre na visão de Tony, onde no primeiro andamento está se recuperando de uma grave lesão ortopédica e paralelamente vamos conhecer sua história e todo o começo da relação conturbada com o futuro marido. O público acompanha de perto todo o trajeto dessa história que emociona e toca profundamente nossos corações.

São duas visões completamente diferentes sobre o relacionamento. Georgio é um saudosista da liberdade, da inconsequência, ano após ano muda muito pouco mesmo que comece a entender melhor o mundo ao seu redor e sua família. Já Tony é a parte que mais sente todo o desenrolar da trajetória do casal. Antes uma confiante mulher, começa aos poucos a perceber que seu marido é um homem desequilibrado que em muitos momentos deixa seu lado egoísta dominar a relação dos dois. Tony sofre demais, explora suas tristezas mais profundas e tenta a todo tempo dar a volta por cima (a construção de desconstrução de Tony é feito com maestria por Bercot que mostra todo seu talento em cena), contando com a ajuda de seu irmão Solal (Louis Garrel), o único que percebe logo de cara que Georgio levaria sua irmã ao limite.

O paralelismo que acontece, mostrando duas fases na vida de Tony é uma das grandes sacadas do roteiro, escrito pela própria diretora e pela roteirista Etienne Comar. Impressionante como as duas fases se encontram no final fazendo tudo um grande sentido para o público entender mais profundamente todas as transformações que passou a protagonista. Meu Rei, que fora exibido no Festival Varilux de Cinema Francês de alguns anos atrás é uma pequena obra-prima que o cinema francês brinda todos nós cinéfilos. Bravo!

 

 

Already Tomorrow in Hong Kong (EUA, 2016)

Selecionado para diversos festivais durante todo o ano de 2015, estreou nos Estados Unidos em fevereiro de 2016, uma curiosa trama, que um pouco se assemelha à clássica trilogia de Richard Linklater, Antes do Amanhecer/Antes do Pôr-do-Sol/Antes da Meia-NoiteAlready Tomorrow in Hong Kong é uma micro mais contagiante história de amor intangível. Ao longo dos curtíssimos 78 minutos de projeção, somos testemunhas de profundos diálogos que vão de uma criativa crítica ao mundo da tecnologia até as razões pelas quais amamos alguém. Jamie Chung e Bryan Greenberg, os protagonistas, dão um espetáculo de harmonia e fazem toda a magia do cinema acontecer a partir do poder que as palavras possuem na hora que você conhece alguém. Ótima direção da cineasta Emily Ting.

Na trama, conhecemos Josh (Bryan Greenberg), um jovem banqueiro norte-americano que mora faz uma década em Hong Kong. Certo dia, quando está do lado de fora de onde acontece a festa de sua atual namorada, acaba conhecendo a bela Ryby (Jamie Chung), com quem acaba passando as horas seguintes passeando pelas ruas de Hong Kong. Em certo momento, quando Ruby descobre que Josh tem namorada, eles se despedem. Um ano mais tarde, por uma brincadeira do destino talvez, eles voltam a se encontrar por acaso e agora precisam se entender, saber realmente se vão ser marcantes na vida de cada um.

Todo bom diretor sabe, assim como os jurados de Master Chef Brasil, que o menos é mais. A diretora e também roteirista deste singelo e profundo trabalho Emily Ting, em sua primeira direção de um longa-metragem, adota essa tática de confiar 100% no roteiro e na interação dos seus personagens principais. Com diálogos inteligentes e objetivos, além de compreendemos melhor as personalidades dos protagonistas, conseguimos ficar com aquele sentimento de surpresa na espera do que realmente pode acontecer quando esss dois mundos bem diferentes se chocam. Há semelhanças com a trilogia de Linklater, mas Already Tomorrow in Hong Kong consegue ter sua própria essência, mexe com nossos corações e foca num princípio sempre sugestivo, o da escolha que precisamos fazer em momentos chaves de nossas vidas.

A única coisa de ruim que possa ter nesse texto sobre esse lindo trabalho é a quase certeza de que esse filme não chegará ao circuito brasileiro. Talvez pela falta de observação cinéfilas das distribuidoras, talvez pela falta de coragem que ainda faltam em alguns de apostar em filmes que mexem com nossos corações e não tem artistas famosos contando a história. De certo, é que se você caro leitor tiver a chance de assistir a essa película, não perca essa chance.

 

 

Nomadland (EUA, 2021)

O que é lembrado, vive. Um dos filmes mais badalados da premiação do Oscar desse ano, Nomadland, escrito (baseado no livro homônimo de Jessica Bruder), dirigido e editado pela cineasta chinesa Chloé Zhao é um road movie cíclico sobre a solidão e os desencontros em relação ao lugar no mundo de uma forte e solitária protagonista (interpretada pela ótima Frances McDormand). Nos faz refletir bastante sobre nossa existência e também sobre as estradas da vida que todos enfrentamos, cada qual a sua forma. Assuntos atuais como a crise econômica e as gangorras de um capitalismo que leva a maioria dos trabalhadores a serem um mero número sem piedade quando as dificuldades ou rendimentos abaixo do esperado chegam também estão presentes nesse belo trabalho vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.

Na trama, conhecemos Fern (Frances McDormand) uma mulher mais velha que vive em uma Van antiga, nômade, pelas estradas da vida. Sem lugar fixo, trabalha em determinadas época do ano na mesma filial de distribuição da Amazon. Combate a solidão, o frio, as desconfortantes situações que precisar enfrentar para buscar respostas que tanto procura. Quando o amor chega inesperadamente, ou algo parecido com isso, acaba gerando uma espécie de conflito dentro dela e decisões precisarão serem tomadas.

Lar é só um nome ou é algo que carregamos conosco? A protagonista não é uma mulher perdida no mundo, na verdade é uma corajosa ser humana, dona de uma atitude para muitos radical mas que para ela se torna uma única saída. A decisão de viver sozinha a leva a um combo de emoções. A perda do marido, conexão com a natureza, à espera de uma palavra amiga nos momentos mais duros e difíceis, há muitos pontos para análise nessa construção profunda de uma personagem forte que aos poucos vai aprendendo a cada dia mais sobre a vida sozinha e sobre os obstáculos que pode enfrentar pelo caminho.

A direção é magistral. Zhao consegue nos mostrar as belezas da solidão, o elo da protagonista com a natureza (em cenas belíssimas) e a dureza de momentos conflituosos onde as lágrimas se tornam as grandes companheiras de viagem. Alguns acharão um ‘filme lento’ mas as conexões com a histórias estão por todo lugar, além disso, por conta de depoimentos de outros na mesma situação de Fern, em praticamente um retrato real sobre nômades, vamos refletindo sobre essa situação de muitas almas solitárias e suas escolhas em estarem sozinhos nas respectivas fases da vida que se encontram.  Belo filme.

 

 

Holiday (Holanda/Suécia, 2021)

O paradoxo entre luxo e a violência sem limites. Após dois curtas-metragens e ter assinado o roteiro do polêmico filme Border, a cineasta sueca de 43 anos Isabella Eklöf chega ao seu primeiro longa-metragem na direção dando um grande bico na porta contando a trajetória de uma ingênua jovem e seu relacionamento abusivo com um gângster durante a passagem deles na cidade portuária de Bodrum, na Riviera turca. História impactante, cenas pesadíssimas, que embrulha o estômago mas faz refletir sobre a questão da redenção dentro de um camuflado deslumbre, se existe ou não. Holiday está disponível no ótimo catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Sascha (Victoria Carmen Sonne), uma jovem que desembarca em um aeroporto na Turquia para passar um tempo na casa de praia do namorado bandido Michael (Lai Yde) e acaba encarando uma normalidade de violência e abusos dentro do universo do namorado. Quando parece que começa a perceber que há algo errado, ou pelo menos que deseja sair daquele universo mesmo que de maneira não convicta, ela conhece um velejador holandês mas Michael não deixará as coisas irem para o rumo que estavam caminhando.

Selecionado para o Festival de Sundance no ano de 2018, Holiday, aborda paralelos que nos fazem entender melhor a protagonista, consumida por uma ingenuidade tamanha. Por exemplo, o medo vira um paralelo para o ar dessa ingenuidade que envolve a personagem, escolhas aparecem na sua frente a todo instante mas o deslumbre para com um vida de luxo e a acomodação de uma falsa liberdade parece que a deixam confusa a todo instante, mesmo seus instintos a levando para uma busca por uma outra realidade pois aquilo que vive não pode ser nem de longe um padrão para uma vida calma e tranquila. Nada ao seu redor a ajuda nesse caminho complicado, a chegada do velejador holandês parece que desperta nela uma reação de esperança, quase uma desconstrução sobre a sua visão daqueles dias naquele lugar.

Violência física, psicológica, o filme é recheado de fortes cenas que deixarão o espectador impactado. Esse poder de atingir chocando é o caminho tomado por Eklöf para mostrar os caminhos quase sem volta da vida, por escolhas que estão na nossa frente mas com todos os obstáculos que as vezes não nos fazem enxergar.

 

 

Agnes Joy (Islândia, 2019)

O choque do espírito pragmático com o espírito sonhador. Escrito e dirigido pela cineasta islandesa Silja HauksdóttirAgnes Joy, indicado pela Islândia ao Oscar no ano de 2019, caminha a curtos passos entre conflitos de mães e filhas de duas gerações, imposições sobre a vida, aquelas dentro da lógica de doutrinas de senso comum andando na linha do ‘normal social’. A rebeldia aliada à inconsequência, como as aparências enganam, como equilibrar a arte do sonhar, são questões que chegam forte nas nossas mais óbvias reflexões sobre o que vemos ao longo de menos de 90 minutos de projeção. Por mais que o nome do filme seja Anges Joy (nome da filha), a trama gira quase sempre em torno da mãe (interpretada pela ótima atriz Katla M. Þorgeirsdóttir). Um interessante trabalho, mais profundo do que aparenta ser.

Na trama, conhecemos Rannveig (Katla M. Þorgeirsdóttir), uma mãe rígida, controladora, comandante da empresa da família, a qual teve que assumir assim que seu pai faleceu interrompendo seus outros sonhos. Infeliz no trabalho, ela se desdobra entre a educação da filha adotada Agnes Joy (Donna Cruz), alguma atenção que busca do marido Einar (Þorsteinn Bachmann) e as aparências para os outros de sua ‘família perfeita’.  Quando a chegada de um novo vizinho, um ator conhecido por alguns, acaba mexendo um pouco nessa história vamos descobrindo os sentimentos escondidos dos personagens. Embaralhados pontos de vistas sobre o casamento mãe e pai completamente distantes ganham argumentos diversos.

Encontramos mais sentido sobre a vida, sentados vendo o mar, do que no meio do caos e estresse que pode virar nossa rotina. Nessa batalha entre o nublado e o céu de brigadeiro quando pensamos sobre nosso futuro, o foco para os paralelos acabam sendo dentro da questão familiar. Mãe, filha e pai, cada um à sua forma, buscam ser uma família perfeita aos olhos dos outros mas o cotidiano só comprova que não existe família perfeita. A primeira a se rebelar contra a mesmice infeliz é Agnes o que acaba preparando o terreno para Rannveig buscar se reinventar, dando sorrisos aos desejos, buscando não controlar tanto tudo e a todos mas as linhas do roteiro não desenvolvem Einar o que acaba deixando lacunas a serem preenchidas para um entendimento mais completo das transformações que acontecem.

O filme possui poucas questões sobre o trabalho de Rannveig mas o pouco que aborda abre uma ótica para a questão de trabalhadores estrangeiros que arriscam tudo e imigram para países europeus em buscam de boas oportunidades mas muitas empresas colocam salários lá embaixo e poucas oportunidades, diferente do que seriam se fossem por um trabalhador local. Quase uma escravidão moderna. Mesmo na superfície, o filme levanta essa ótima questão global.

 

10 filmes que acabam e você pensa: “meu deus, que viagem”

Nem sempre nos deparamos com obras fáceis de serem entendidas; às vezes, somos surpreendidos com tramas que encostam no mirabolante, nos levando a ‘gostar’ ou ‘odiar’. Seja um casal preso num imenso condomínio com todas as casas iguais, ou mesmo um mirabolante e iminente fim do planeta, algumas dessas histórias nos levam para jornadas, no mínimo, curiosas. Para você que gosta de encontrar algo positivo em qualquer filme, segue o desafio de assistir a esses dez:

 

Viveiro (Prime Video)

Na trama, conhecemos Gemma (Imogen Poots) e Tom (Jesse Eisenberg), um jovem casal que vive feliz. Eles estão na fase de morarem juntos e decidem procurar alguma imobiliária que os atraia. Passando após o trabalho em uma específica, entram e logo são envolvidos pelo agente imobiliário para visitarem naquele mesmo dia a residência. Chegando lá, a surpresa! Um imenso condomínio com todas as casas iguais e onde nada é o que parece, principalmente na hora de tentar ir embora.

 

O Elevador

Na trama, acompanhamos um casal, Ana (Marimar Vega) e Sito (Gorka Otxoa), moradores de um prédio de dez andares que após descerem juntos para jogar o lixo fora, percebem, cada um deles em seu momento, estarem presos em um looping (toda vez que o elevador chega ao térreo, eles voltam ao momentos que entram no elevador). Assim, eles precisarão tentar encontrar alguma solução.

 

Frank e o Robô (Sony One)

Na trama, em um futuro próximo, conhecemos Frank (Frank Langella), um ladrão aposentado que mora sozinho em uma casa. Em um mundo recheado de ações tecnológicas, Frank mantém uma relação fria e distante com seus dois únicos filhos. Certo dia, um de seus filhos resolve fazer uma visita e traz consigo um robô de última geração para ajudar o pai nas tarefas de casa. A desconfiança inicial logo vira laço de amizade, tornando o robô um grande companheiro de Frank, até mesmo parceiro de crime.

 

Moonfall – Ameaça Lunar (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Brian Harper (Patrick Wilson), um astronauta da Nasa que, em uma missão ao lado de Jocinda (Halle Berry), percebe algo estranho vindo de algum lugar fora da terra o que ocasiona um terrível acidente. Anos se passam e Brian está desacreditado, taxado como o único culpado da missão, sem emprego e se virando como professor de um observatório. Só que algo na Lua faz com que um curioso e estudante de astronomia chamado KC (John Bradley) perceba que o planeta está em risco. Assim, os destinos de Brian, KC e Jocinda vão se unir para tentarem salvar o planeta.

 

Um Dia Fora do Controle (Prime Video)

Brian (Kevin James) é um homem de meia idade que tenta construir um bom relacionamento com seu enteado, Lucas (Benjamin Pajak). Quando é demitido do emprego, passa mais tempo com o jovem, e um dia encontram por acaso com Jeff (Alan Ritchson) e seu suposto filho, CJ (Banks Pierce). Mal eles sabiam que esse encontro proporcionaria 24 horas de total loucura, quando passam a ser perseguidos junto aos novos conhecidos.

 

A Caverna

Na trama, conhecemos um grupo de jovens que rumam ao desconhecido, indo atrás de pistas sobre o paradeiro do professor e arqueólogo Hopper (Andrew Wilson), que desapareceu misteriosamente. Assim, conseguem encontrar uma misteriosa caverna onde logo percebem que está tudo muito confuso quando, a partir de situações que vivem lá dentro, acabam descobrindo que o espaço tempo está sofrendo um grande avanço na normalidade do tempo.

 

O Predestinado (Prime Video)

Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande para tentar mudar o rumo dessa história, que é cheia de armadilhas e surpresas.

 

Os Altos e Baixos do Amor (Netflix)

Samuel (Charlie Gustafsson) é um jovem chef em ascensão, já dono de restaurante, que encontra o amor em Hannah (Matilda Källström). Mesmo com pouco tempo juntos, resolvem se casar. A cerimônia é na casa dos pais dele e lá vão enfrentar alguns embates com os sogros querendo ajudar o grande dia.

 

O Amante Duplo (Prime Video)

O filme, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes, nos mostra a história de uma mulher chamada Chloé (Marine Vacth), que trabalha em um museu, e após uma consulta acaba sendo orientada a procurar um terapeuta. Assim, ela chega em Paul (Jérémie Renier), com quem logo se envolve. A questão é que após um tempo, ela descobre um segredo de seu novo par romântico: ele tem um irmão gêmeo que também é terapeuta. Assim, acaba se envolvendo com esses dois homens e acaba descobrindo muitas surpresas nesse caminho.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência (Reserva Imovision)

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência conta a história de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan, que estão cansados da sociedade em geral. Aos poucos, vamos vendo essa linha de pensamento dessas duas almas que vão refletindo sobre os casos e situações da vida.

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia ‘Resident Evil’ de Paul W S Anderson

A Sony Pictures lançará o primeiro trailer de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ nos próximos minutos, e os fãs não poderiam estar mais empolgados para o reboot da franquia nos cinemas.

Com estreia agendada para 2 de Dezembro de 2021 nos cinemas nacionais, o filme recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

E o melhor? O elenco traz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) como Claire Redfield e Robbie Amell (‘Upload’) como seu irmão, Chris, o que empolgou muita gente.

Pensando nesse recomeço da franquia, decidimos relembrar e homenagear os filmes estrelados pela bela Milla Jovovich e dirigidos pelo Paul W S Anderson.

Veja abaixo, diga se concorda e liste do pior ao melhor os seus filmes da franquia.

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

6. Resident Evil 5: Retribuição

Quase ninguém esperava pelo quinto episódio da franquia de zumbis, que obteve uma recepção bem fria. O jogo inverteu cinco anos depois e o sexto Resident Evil é esperado quase de forma cult. Este é o episódio que tenta subverter o que havia sido mostrado até então, utilizando de certa criatividade, mas no geral se tornando apenas confuso. Alice é mostrada como mãe e dona de casa, completamente diferente da imagem heroica que tínhamos da personagem. Seu marido é Carlos (Oded Fehr), que só aparece nestas sequências, soando quase como um sonho. Tudo, é claro, não passa de uma realidade falsa criada pela Umbrella (se me disserem que a empresa estava envolvida na morte de Cristo, a esta altura acredito). O filme se passa quase todo dentro dos “cenários” da corporação, recriando o Japão e a Rússia, por exemplo.

Gameplay: como dito, este quinto exemplar, novamente comandado por Anderson (o marido de Jovovich) é o que mais apela para tentar ser diferente. A primeira cena dá rewind em câmera lenta, exibindo uma boa estética. As cenas com Alice dona de casa remetem a verdadeiros filmes de terror. Mas depois disso, Resident Evil 5 força a barra querendo ligar tudo aos filmes iniciais, inclusive trazendo de volta personagens esquecidos, apenas pelo “valor nostálgico”. Como o planeta já está praticamente todo devastado, o longa se passa dentro das instalações da Umbrella, que recria com perfeição cidades do mundo.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) segue firme e forte, com direito a uma nova versão mamãe dona de casa. Luther West (Boris Kodjoe) do filme anterior, também retorna e faz parte da equipe de apoio liderada por Leon S. Kennedy (Johann Urb), um favorito dos games, e que tem Barry Burton (Kevin Durand) em sua formação. A parceirade luta de Alice dessa vez, apelando ao forte público asiático (uma tendência em Hollywood atualmente), é Ada Wong (Li Bingbing, a maior estrela da China na atualidade). Becky (Aryana Engineer) é a filha “fictícia” de Alice e seu motivador no desfecho, acrescentando um momento diretamente tirado de Aliens – O Resgate (1986), já que nada se cria, tudo se copia.

Inimigos: temos muitos inimigos aqui para escolher. Os zumbis são deixados de lado, para que antigas aliadas surjam como antagonistas, em especial, Jill Valentine (Sienna Guillory) e Rain (Michelle Rodriguez). James ‘One’ Shade (Colin Salmon) também reaparece. Temos aqui também um Licker mutante, maior e mais ameaçador, dois big hammer guys, e a mudança brusca de lado do vilão mor Wesker (Shawn Roberts), agora um aliado desesperado. O desfecho na Casa Branca, prometendo criaturas aladas, que veremos no sexto exemplar, é muito bom.

Chefão de Fase: apesar de tudo isso, o confronto final fica entre as quatro mulheres, dando ao público o “cat fight” extremo. De um lado, as heroínas Alice e Ada, e de outro, as transformadas Jill e Rain. É fetiche até dizer chega – mas a coreografia é muito ruinzinha, causando risadas e vergonha alheia.

5. Resident Evil 4: Recomeço

O quarto Resident Evil se divide em dois filmes. O primeiro é muito legal e se concentrasse neste trecho, poderíamos ter uma obra verdadeiramente à altura das primeiras posições. Na primeira parte, Recomeço se passa inteiramente numa prisão abandonada, sendo um filme contido, no qual a horda de zumbis tenta entrar e os protagonistas precisam mantê-los de fora. Ou seja, o princípio de todo bom terror de zumbis, vide Madrugada dos Mortos (2004). A outra parte, que inclui o ataque inicial dos clones de Alice à sede da Umbrella e o desfecho no barco “santuário falso”, é onde o filme dá asas para seu lado videogame, se tornando apenas recomendado para os aficionados e não para o público em geral.

Gameplay: Alice (Milla Jovovich) percebe que possui um exército de clones ao seu dispor e o usa para invadir a base da Umbrella, destruindo-a. Como havia ficado muito over com seus poderes, a trama trata de eximi-la dos mesmos logo no início. Procurando os sobreviventes do filme anterior, ela encontra Claire transformada através de um artefato tecnológico e parte com ela, aterrissando no teto de uma prisão. Lá, irão se deparar com um novo grupo de sobreviventes. O desfecho ocorre num grande navio, a nova sede da Umbrella. É o primeiro filme em 3D da franquia e marca a volta de Paul W. S. Anderson na direção.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna em versão ninja, com direito a espadas e tudo. Sem poderes, mas ainda incrivelmente boa no combate, ela continua uma badass. Claire (Ali Larter) é a desmemoriada da vez e tem a chance de reencontrar seu irmão, Chris Redfield (Wentworth Miller), um dos personagens mais marcantes dos games. Luther (Boris Kodjoe) é um jogador de basquete celebridade, e quem lidera os sobreviventes da prisão, que incluí Crystal (Kacey Clarke), Angel (Sergio Peris-Mencheta) e o secretário Kim (Norman Yeung). No final, reencontramos também a gracinha K-Mart (Spencer Locke).

Inimigos: sempre que vemos o ator Kim Coates num filme, podemos ter certeza que ele será o vilão ou um traidor, e aqui não dá outra com seu personagem pomposo Bennett, um ex-agente de Hollywood. Os zumbis sofreram mutação, talvez influenciados pelo que Guillermo Del Toro criou para Blade 2 (2002), e de suas bocas agora saem uma “flor mortal”. Os dobermans aparecem no confronto final no navio. E a adição desta vez fica por conta do monstro big hammer Guy, uma criatura gigantesca, cheia de estacas de ferro cravadas em seu corpo e que surge arrastando um grande martelo/machado. *Spoiler* Fiquem até o fim dos créditos para verem a mudança de lado de uma querida personagem.

Chefão de Fase: o chefão que vinha sendo prometido desde o início é o grande antagonista da série nos games, Albert Wesker, aqui vivido por sua versão definitiva nos filmes, o ator Shawn Roberts. Extremamente caricato em sua caracterização, o personagem apela diretamente aos fãs, mas não transcende bem para um filme, já que sua personalidade robótica, óculos escuros insistentes e estilo de vilão de matinê (só falta mesmo um grande bigode enrolado) deixa tudo bem farofeiro, se tornando difícil acreditar que esta figura patética está à frente de uma mega corporação. Seja como for, o onipresente Wesker é quem realiza o embate final com Alice aqui.

4. Resident Evil 6: O Capítulo Final

Cinco anos depois do malfadado e tremenda encheção de linguiça quinto episódio, Milla Jovovich e Paul W. S. Anderson prometiam sacudir o mundo dos fãs de Resident Evil, entregando um apoteótico Capítulo Final. E o que se espera de um Capítulo Final? Bem, que feche uma saga com chave de ouro, equilibrando ação, diversão e humor, valor de entretenimento e um encerramento digno. É seguro dizer que o resultado não foi bem esse, embora esteja longe do abismal Retribuição. Dá para perceber também uma tentativa de se aproximar de Extinção ao máximo, já que o terceiro é o mais elogiado da franquia. O problema é que o filme se passa quase todo à noite, o que resulta numa fotografia muito escura, deixando o público sem entender o que está sendo mostrado. Junte a isso uma edição picotada de videoclipe. No lado positivo, O Capítulo Final faz uma boa ligação com toda a série e responde perguntas que sempre quisemos saber. Alguém duvida que teremos em breve novos episódios de Resident Evil?

Gameplay: nossa heroína Alice (Jovovich) começa novamente seu trajeto sozinha, numa terra devastada, que muito lembra os filmes Mad Max. Ao longo de sua jornada de 10 anos (15 na cronologia real), o mundo contaminado deu origem a criaturas mutantes, algumas semelhantes a dragões e outras a grandes cachorros. Sabe-se que os poucos sobreviventes, todos membros do alto escalão da Umbrella, estão protegidos na Colmeia, a base científica subterrânea do primeiro filme. Temos também a volta da inteligência artificial Rainha Vermelha.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) segue firme e forte, detonando dragões agora. De início solitária, passando o pão que o diabo amassou nas mãos dos funcionários da Umbrella, ela logo é acolhida por um grupo de aliados. Dentre os membros do grupo, um rosto conhecido, Claire (Ali Larter). Seu namorado é Doc (Eoin Macken). Temos ainda a presença de Razor (Fraser James) e Abigail (a musa blockbuster atual, Ruby Rose).

Inimigos: temos uma penca de antagonistas neste autointitulado Capítulo Final. Das criaturas, se sobressaem dragões e os cães mutantes (não mais os icônicos dobermans). A Rainha Vermelha vota a dar a caras, papel de Ever Anderson aqui, e compreendemos seu passado e a origem da Umbrella. O verdadeiro antagonista, no entanto, é o Dr. Isaacs (Iain Glen), que havia morrido no terceiro filme (mais um elo com Extinção). O destaque dado ao personagem aqui, aproveitando a fama do ator vinda de Game of Thrones, é tamanha que podemos considera-lo o verdadeiro protagonista do longa. De forma inexplicável, ele assume o comando da Umbrella, deixando Wesker (Shawn Roberts), que era o grande vilão da saga, em segundo plano, como um simples capataz.  Temos também algumas aparições surpresas, que não valem ser mencionadas.

Chefão de Fase: bem, na verdade não temos uma luta final, típica dos filmes da franquia, neste “último” exemplar. O que deixa certo gosto amargo. O confronto final de Wesker é com.. bem, um objeto inanimado; e o Dr. Isaacs se digladia… bem, não é com Alice.

3. Resident Evil: O Hóspede Maldito

O primeiro filme da franquia deixou muita gente sem saber direito o que pensar. Fãs do game saíram decepcionados por, primeiro, perceberem uma protagonista que não existia em seu cânone (a heroína Alice, de Milla Jovovich, criada especialmente para o filme), e segundo, por notarem que o elemento terror trazido em especial pelos mortos-vivos que assombravam os jogos, ficou reduzidos ao segundo plano, dando lugar para uma aventura de ação, onde a tecnologia de uma inteligência artificial era a verdadeira vilã.

Gameplay: após o computador central que controla a enorme instalação subterrânea da misteriosa corporação Umbrella entrar em pane e lacrar todos os seus funcionários, assim matando-os sistematicamente, um grupo de elite da mesma empresa é chamado para investigar e resolver o problema. Ao mesmo tempo, uma trama de espionagem industrial se desenvolve e tem nossa heroína Alice bem no centro.

Personagens para Escolher: a heroína é Alice (Jovovich), uma mulher sem memória, que adora chutar cachorros. Dentre os membros da equipe de resgate, destacam-se o líder One (Colin Salmon), J.D. (Pasquale Aleardi), Kaplan (Martin Crewes) e, obviamente, a durona Rain (papel de Michelle Rodriguez, a segunda nos créditos). Matt (Eric Mabius) é o herói e espécie de “par” para Alice no primeiro filme.

Inimigos: a grande causadora do problema a ser solucionado é a inteligência artificial que controla a base científica conhecida como Rainha Vermelha, e ela vem na forma de uma menininha, papel Michaela Dicker. Podemos argumentar se ela está mais para aliada, no entanto. Temos também os óbvios zumbis, nos quais alguns dos personagens irão se transformar, os famosos dobermans e o fdp Spence (James Purefoy), o “marido” de Alice.

Chefão de Fase: enquanto a Rainha Vermelha soa como antagonista, e saibamos que o verdadeiro vilão é a Umbrella, o último desafio enfrentado por Alice no primeiro filme é o Licker, aquela grande criatura animalesca, com o cérebro exposto e língua alongada, desenvolvida nas pesquisas genéticas da enigmática empresa.

2. Resident Evil 2: Apocalipse

Tudo bem, tudo bem. Sei que receberei reclamações por colocar o segundo episódio, odiado pela maioria, como o número dois na lista. Irei tentar argumentar minha defesa aqui. Já sabíamos que a franquia não era para ser levada a sério, e neste segundo filme eles brincam muito mais com o conceito, elevando tudo a outro patamar e abraçando de vez o exagero. A ação é megalômana e o ridículo é a palavra de ordem. Fora isso, ganhamos finalmente a heroína dos games, Jill Valentine (Sienna Guillory), um grupo mais interessante de personagens e o diretor chileno Alexander Witt capricha nas cenas de terror envolvendo ataques zumbis (que é o que queremos ver aqui) – como na cena da igreja na qual um padre “alimenta” a irmã morta-viva e outra com crianças devorando uma pobre coitada num colégio. Fora isso, a paleta de cor azulada, num longa que se passa todo à noite, traz a memorável cena no cemitério, na qual pela única vez na franquia, os mortos se levantam do túmulo, numa cena em câmera lenta que remete imediatamente ao icônico clipe Thriller, de Michael Jackson.

Gameplay: maior em todos os quesitos, o T-vírus agora espalhou-se por toda a cidade de Racoon City, que prontamente foi evacuada, deixando para trás um grupo de indesejáveis, aonde encontram-se os protagonistas. Alice (Jovovich) agora é uma badass de verdade e não mais uma vítima, a cena com a moto e o vitral da igreja prova isso (e também que não faz sentido algum, como ela saberia aonde aterrissar e o que tinha do outro lado?). A trama ainda envolve o resgate de uma menininha (Sophie Vavasseur), filha de um cientista, papel de Jared Harris.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) passou para o nível dois e agora é dona de superforça e agilidade. Temos aqui personagens tirados dos games, como a citada Jill Valentine (Guillory) e Carlos Oliveira (Oded Fehr). Completando o grupo de sobreviventes: a jornalista Terri Morales (Sandrine Holt), o malandro L.J. (Mike Epps) e o parceiro de Valentine, Sgto. Peyton Wells (Razaaq Adoti).

Inimigos: mais zumbis e mortos-vivos se acumulam a cada cena. Não podíamos ficar sem os famosos dobermans deteriorados também e o Licker (chefão do primeiro filme) também volta em dose dupla na cena da igreja. O maior antagonista do segundo filme, no entanto, é o insofreável Nêmesis (Matthew G. Taylor), um Frankenstein mutante armado até os dentes, saído direto do passado de Alice.

Chefão de Fase: apesar do Nêmesis ser o inimigo mais poderoso, a última batalha de Apocalipse é contra o rosto da Umbrella neste segundo longa, o Major Cain (papel do alemão Thomas Kretschmann, que viveu o Barão Strucker nos filmes da Marvel).

1. Resident Evil 3: A Extinção

Essa é barbada. Todos os fãs e não fãs da franquia Resident Evil no cinema concordam que o terceiro exemplar, dirigido por Russell Mulcahy (Highlander), é o melhor. Esta espécie de Mad Max com zumbis é o oposto do segundo filme e cria uma dualidade interessante. Enquanto seu antecessor tem o azul como cor dominante em sua fotografia e se passa exclusivamente à noite, Extinção traz a maioria de suas cenas para a quentura do deserto, de dia, e tendo o amarelo e marrom como cores predominantes. Fora isso temos a maravilhosa cena de abertura com Alice se deparando com um grupo de humanos odiosos, remetendo a Walking Dead e mostrando que o homem pode ser pior que os zumbis.

Gameplay: a ação é levada para o deserto de Nevada, onde ficava Las Vegas. O clima pós-apocalíptico de Mad Max impera e podemos notar até mesmo as ruínas do que era a cidade. Um comboio de sobreviventes, liderados por Claire Redfield (Ali Larter), procura pela “terra prometida”, enquanto lutam por sobrevivência. Logo, Alice se junta a eles e reencontra velhos rostos como Carlos e L.J., além de novos jogadores. Enquanto isso, a Umbrella também se depara com dificuldades para controlar a pandemia, ao mesmo tempo em que faz testes com os mortos-vivos (em uma cena que traz O Dia dos Mortos, de George Romero, à mente). Aqui notamos que Alice não é única e um momento emblemático revela a quantidade de clones que foram criados da moça e depois mortos.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna mais poderosa do que nunca, além de força e grande agilidade (e toma pirueta no ar), a protagonista agora possui incrível telecinese, deixando-a pra lá de “macetada”. Claire Redfield (Ali Larter) é uma líder nata, e L.J. (Mike Epps) agora arrumou uma pretendente, nas formas de Betty (papel da cantora Ashanti). Carlos (Oded Fehr) está de volta e ao lado dele, o cowboy atirador de elite Chase (Linden Ashby), o gênio hi-tech Mikey (Christopher Egan) e a menina K-Mart (Spencer Locke), encontrada no mercado que a batizou.

Inimigos: claro que os zumbis não poderiam faltar e eles são aos montes, cercando a entrada da base subterrânea da Umbrella. Os cães doberman também voltam na cena de abertura, em que um grupo de infelizes tenta alimentá-los com Alice. Lickers e Nêmesis são deixados de fora para um foco maior nos mortos-vivos, no entanto, temos espaço para corvos zumbis, numa homenagem a Os Pássaros (1963), de Hitchcock.

Chefão de Fase: já temos vislumbres do grande antagonista dos games, Albert Wesker (aqui interpretado primeiramente por Jason O´Mara). No entanto, acompanhamos os passos do inescrupuloso Dr. Isaacs (Iain Glenn, de Game Of Thrones) e seus planos particulares, culminando em sua transformação em uma criatura e no confronto com a heroína.

‘The Walking Dead’: Scott Gimple fala sobre o retorno de Lauren Cohan na 9ª temporada

Novos conflitos foram criados com o final da 8ª temporada de ‘The Walking Dead‘, principalmente envolvendo a personagem Maggie, que deverá ganhar uma importante trama no próximo ano.

No entanto, a atriz que a interpreta, Lauren Cohan, é a única do elenco principal que ainda não assinou contrato para a 9ª temporada. Cohan já está cotada para protagonizar outra série e sua continuidade em ‘The Walking Dead‘ encontra-se duvidosa.

Sobre as negociações, Scott Gimple se limitou a dizer:

“Nós teremos algumas coisas a falar sobre isso em breve. Estou tentado a revelar algumas coisas, mas ainda não posso.”

 

Todo o mistério deve ser esclarecido em breve, mas os fãs já expressaram seu descontentamento com a possível saída da atriz, que vem a ter um papel fundamental nas HQs.

‘Capitã Marvel’ ganha nova imagem com Brie Larson e Jude Law; Confira!

Uma nova imagem de ‘Capitã Marvel‘ foi divulgada, com Brie Larson e Jude Law em destaque. A imagem em questão é de uma cena que foi exibida durante a Comic-Con, em mostra Yon-Rogg treinando a Carol.

Confira:

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Divaldo – O Mensageiro da Paz’ conversa com Chico Xavier em novo clipe; Assista!

A Fox Film divulgou um novo clipe da cinebiografia ‘Divaldo – O Mensageiro da Paz‘.

Confira, com o trailer legendado:

Dirigido por Clovis Mello, o longa conta a história real do famoso médium brasileiro Divaldo Franco.

Nascido na pequena cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia, Divaldo convive com a mediunidade desde os 4 anos de idade. Perturbado com o que vê, rejeitado pelas outras crianças e reprimido pelo pai, o garoto não tem uma infância fácil. Aos 17 anos, se convence de que é inútil tentar negar seu dom. Com o apoio da mãe, entra em contato com o espiritismo e muda-se para Salvador para estudar a doutrina. Sob a orientação de sua guia espiritual, Joanna de Ângelis, o jovem supera a saudade da família e a solidão da cidade grande e abraça sua missão. Poucos anos depois, aquele estranho menino de Feira de Santana torna-se um dos médiuns mais importantes de todos os tempos e abre mão de sua vida pessoal para dedicar-se à caridade.

O elenco inclui Bruno Garcia, Ghilherme Lobo, Laila Garin e Regiane Alves.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de setembro.

‘Project Blue Book’ é CANCELADA após duas temporadas

O canal History cancelou oficialmente a série de ficção científica ‘Project Blue Blook‘ depois de apenas duas temporadas.

Infelizmente, a trama ficou sem um desfecho apropriado.

Com o recente cancelamento de ‘Knightfall‘, que também durou apenas dois ciclos, a emissora tem apenas ‘Vikings‘ como série original em sua grade, cujos 10 episódios finais ainda não têm data de estreia.

Criada por David O’Leary, a série é baseada nas investigações secretas das Forças Aéreas dos EUA que ocorreram nos anos 50 e 60, e trouxeram à tona as conspirações envolvendo alienígenas.

A Trama segue o Dr. J. Allen Hynek, um brilhante professor universitário recrutado pela Força Aérea dos EUA para liderar esta operação clandestina que pesquisou milhares de casos, muitos dos quais nunca foram resolvidos. Cada episódio irá se desenvolver a partir dos arquivos reais, misturando teorias de OVNIs com eventos históricos autênticos de uma das épocas mais misteriosas da história dos Estados Unidos.

O elenco conta com Aidan Gillen, Michael Malarkey, Laura Mennell, Ksenia Solo e Neal McDonough.

‘O Retorno do Duende’: Diretor quer retornar para possível sequência

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Steven Kostanski, que comandou o reboot sangrento ‘O Retorno do Duende‘, revelou que adoraria retornar para uma sequência.

“Eu adoraria retornar para uma sequência caso eles me chamarem de volta. Eu me diverti muito filmando ‘O Retorno do Duende’.”

Ele completa, afirmando ser mais provável que ele seja uma sequência para o seu próximo filme, intitulado ‘Psycho Goreman‘: “Acredito que há maiores chances de eu fazer uma sequência de ‘Psycho Goreman’. Eu tenho um plano para uma espécie de continuação, mas teremos que esperar para ver como o filme se sairá.”

Sam Neill enfrenta ‘Invasão’ alienígena no trailer COMPLETO da nova série da AppleTV; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer completo da série sci-fi ‘Invasion‘, que contará com 10 episódios.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 22 de outubro.

Criada por Simon Kinberg (‘Deadpool’) e David Weil (‘Hunters’), a série conta com a direção de Jakob Verbruggen (‘The Alienist’ e ‘The Fall’).

A trama foca em uma invasão alienígena contada através de diferentes perspectivas ao redor do mundo.

O elenco conta com Shamier Anderson (‘Awake’), Golshifteh Farahani (‘Extraction’), Sam Neill (‘Jurassic Park’), Firas Nassar (‘Fauda’) e Shioli Kutsuna (‘Deadpool 2’).

Audrey Chon (‘The Twilight Zone’), Amy Kaufman (‘Olhos que Condenam’) e Elisa Ellis servem como produtores executivos ao lado de Andrew Baldwin (‘The Outsider’), que também é responsável pelo roteiro.

‘Stranger Things’: Ator promete “conclusão EXPLOSIVA” para a 4ª temporada

Em entrevista ao Entertainment Weekly, o ator Jamie Campbell Bower revelou que revelou que os dois episódios finais da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ serão grandiosos, prometendo uma conclusão EXPLOSIVA para o quarto ciclo.

“[A segunda parte da temporada] será ainda maior. Se você pensou que não tinha como ficar mais intenso que aquilo, você está errado. Será tudo ainda mais grandioso; os visuais, a narrativa e a jornada emocional de todos os personagens. Será um desfecho explosivo.”

Ele continua, “Eu sei que muitas pessoas usam essas palavras, mas eu realmente quero dizer isso. Será ainda maior e nós iremos saber mais sobre a história também. O público irá descobrir muitas coisas nesses dois últimos episódios.”

Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!