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Elenco se reúne na primeira imagem oficial de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas’; Confira!

O site Screen Rant divulgou a primeira imagem oficial de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn).

A foto destaca o elenco principal, formado por Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

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O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘O Diabo Veste Prada 2’ é uma glamourosa sequência que entrega EXATAMENTE o que promete

O Diabo Veste Prada 2

Crítica livre de spoilers.

Em 2006, David Frankel dava vida a um dos filmes mais emblemáticos do século: O Diabo Veste Prada. Inspirado no romance homônimo de Lauren Wiesberger, a trama acompanhou Andy Sachs (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada que consegue uma posição na prestigiada revista de moda Runway, comandada pela temida Miranda Priestly (Meryl Streep). Navegando pelas intrincadas engrenagens dessa indústria multibilionária, Andy é arremessada em uma jornada de autodescoberta que conquistou o público ao redor do mundo e que transformou o projeto em um clássico instantâneo – que ainda trouxe nomes como Emily Blunt e Stanley Tucci ao elenco.

Sagrado como um zeitgeist cinematográfico do século XXI, não há uma pessoa que não seja imediatamente arrebatado pelo magnetismo de cada uma de suas peças. E, vinte anos depois de ter chegado aos cinemas e eternizado algumas das personagens mais populares da cultura pop contemporânea, somos convidados a retornar para os fervorosos corredores da Runway com a antecipada sequência O Diabo Veste Prada 2’. E, contando com o elenco original e mais algumas adições de peso, Frankel, que assume as rédeas da continuação, repete o sucesso do filme anterior ao expandir esse vibrante universo e construir uma carta de amor a um dos títulos mais adorados de todos os tempos.

A trama também se passa duas décadas depois dos eventos originais e traz Andy, agora uma respeitada jornalista, enfrentando uma das intercorrências mais impactantes de sua carreira quando todo o departamento da revista em que trabalhava foi desmantelado. Após um potente discurso sobre a importância dos profissionais de comunicação, ela é contratada em uma posição especial na Runway por Irv Ravitz (Tibor Feldman), e trabalhará novamente com Miranda em meio a um escândalo que pode ter colocado sua reputação e a da revista em perigo iminente. A partir daí, a nossa adorada protagonista se vê em uma posição muito familiar, singrando pelo frenesi que é trabalhar ao lado de uma das figuras mais importantes da indústria da moda – e reconecta-se com seus antigos colegas, Nigel (Tucci) e Emily (Blunt).

O segundo capítulo dessa inesperada mini-franquia não só é uma declaração de amor ao filme original, como mencionado nos parágrafos acima, mas um presente à legião de fãs que o projeto conquistou e vem conquistando desde seu lançamento nos cinemas. A ideia de Frankel não é só expandir esse microcosmos de maneira contundente, mas se apoiar no conceito das sequências-legado para reiterar o consolidado status que o projeto tem no cenário do entretenimento – e, ao não se levar a sério e saber com o tipo de narrativa com a qual está lidando, o cineasta encontra sucesso e atinge as nossas as expectativas dos espectadores, cumprindo com o que vinha sendo prometido.

Passear pela Runway é sempre uma caixinha de surpresas – e vê-la infundida em um choque intergeracional e acompanhando a rompante presença das mídias sociais e das múltiplas causas sociais online torna todo o enredo ainda mais despojado e suculento, além de dar uma sólida base para que os personagens explorem camadas que não tiveram a chance de aparecer no filme anterior. Streep, nesse tocante, oferece uma visão mais constrita da imparável Miranda Priestly, mas sem deixar de lado a personalidade ácida e contundente da editora-chefe da revista, forçando-se a “engolir sapos” para não cair no escrutínio público mais do que já vem fazendo.

A atriz, que inclusive foi indicada ao Oscar pelo mesmo papel em 2007, apresenta Miranda de uma maneira mais humanizada, em que os sutis e gélidos olhares dão lugar a incursões mais despojadas e que, de certa forma, combinam com a atmosfera Frankel arquiteta. A ideia não é transformá-la na mocinha, mas sim esquadrinhar um quadro de evolução que a tira da posição predatória e a coloca como mais uma vítima de um corporativismo que engole a expressão artística pouco a pouco. Não é surpresa, pois, que Streep roube os holofotes mais uma vez com um formidável comprometimento e uma habilidade performática invejável.

É claro que ela não está sozinha nessa empreitada, visto que Hathaway nos engolfa de imediato com o magnetismo nato de Andy, enfrentando uma nova crise profissional à medida que caminha por uma memorabília formada por haute couture e desespero, permanecendo fiel à essência da protagonista, mas infundindo-a com um solene e bem-vindo amadurecimento. Tucci, por sua vez, reitera-se como um dos grandes atores do século ao retornar como o sarcástico e adorável Nigel, enquanto Blunt se joga de cabeça na personalidade irruptiva de Emily. O grupo também é acompanhado de sólidas adições que incluem Lucy Liu, Kenneth Branagh, Simone Ashley e Lady Gaga – esta interpretando a si mesma em duas ótimas cenas e ficando responsável por efervescentes canções da trilha sonora, incluindo “Runway” e “Shape of a Woman”.

O Diabo Veste Prada 2’ é exatamente o que esperaríamos de uma sequência de um dos filmes mais adorados do século, beneficiando-se de seu caráter despreocupado e da dinâmica infalível do “quarteto de ouro”. Trazendo o glamour e a imponência do primeiro filme de volta, mas agora sob uma ótica modernizada e muito mais intrincada, o longa acerta onde deve e nos encanta com uma mistura de nostalgia e mágica.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 30 de abril.

10 Filmes para quando você só precisa de um RESET emocional

Com o caos do cotidiano fazendo parte de muitos períodos de nossa trajetória, sempre que possível, precisamos daquele merecido descanso. Nesses momentos, assistir a um filme leve e com ótimas mensagens pode ser uma boa pedida. Abaixo, segue uma lista de interessantes filmes para você:

 

Hank e Asha (Diamond Plus)

Na trama, conhecemos Asha (Mahira Kakkar), uma jovem indiana, estudante de cinema, que está terminando os estudos na Suíça. Certo dia, após assistir a um filme, consegue entrar em contato com o realizador do mesmo, Hank (Andrew Pastides), um jovem norte-americano que busca se encontrar profissionalmente em Nova York. Os dois começam a se falar diariamente através de vídeos e um dia resolvem marcar de se encontrar numa das cidades mais românticas do mundo, Paris. Mas será que esse encontro vai acontecer?

 

Os Dois Hemisférios de Lucca (Netflix)

Baseado no livro Los dos hemisferios de Lucca escrito por Bárbara Anderson e dirigido pela cineasta Mariana Chenillo – que já havia realizado um belíssimo trabalho no filme Paraíso (2013), exibido no Festival do Rio – Os Dois Hemisférios de Lucca é um olhar para uma jornada que consegue completar todas as lacunas com a emoção, movida também pelo real sentimento do que é uma família unida.

 

Paraíso (Netflix)

Na trama, acompanhamos Alfredo (Andrés Almeida) e Carmen (Daniela Rincón), um casal de classe média mexicano que está dando um passo importante se mudando para uma nova casa, onde vão morar juntos pela primeira vez. Após um bullying sofrido por Carmen na festa da empresa em que trabalha Alfredo, a protagonista resolve embarcar em uma dieta com um grupo especializado e leva junto seu marido.

 

Um Amor Inesperado (Disney Plus)

Na trama, conhecemos o casal Marcos (Ricardo Darín) e Ana (Mercedes Morán), que estão juntos há muito tempo e passaram todos esses anos com mais acertos do que erros, principalmente com o foco voltado para a educação de seu filho, que agora foi para uma universidade na Espanha. Com essa partida, as coisas mudam e pensamentos antes adormecidos voltam à tona e o casal resolve se separar amigavelmente. Os anos passam e vamos acompanhando as aventuras de pós-divorciados dos dois ex-pombinhos.

 

Quando a Luz Arrebenta (Reserva Imovision)

Una (Elín Hall) é uma jovem estudante de artes, integrante de uma banda nas horas vagas, que vive um romance não exposto com Diddi (Baldur Einarsson), esse último ainda num outro relacionamento. Quando uma inesperada tragédia acontece com seu amor, a personagem principal precisará enfrentar o luto e as verdades não ditas nas horas que se seguem.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

Todo o Silêncio (Prime Video)

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Maria (Chiara Mastroianni) e Richard (Benjamin Biolay), um casal de meia idade que tem um casamento de duas décadas. Ela, uma professora de direito, com uma queda por homens mais novos. Ele, um acomodado, com seu passado ligado à música. Quando o segundo confronta a primeira sobre a vida sexual virando uma atividade extraconjugal, Maria vai para um hotel em frente à sua casa para refletir e, de forma inusitada, acaba encontrando a versão mais nova do próprio marido – além de outros surpreendentes personagens do passado dos dois.

 

Vidas Passadas (Telecine, Netflix)

Vidas Passadas é uma poesia em forma de cinema, onde declamações marcantes são vistas, sentimentos borbulham, nos levando de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

Na Ponta dos Dedos (Apple Tv)

Na trama, acompanhamos Anna (Jessie Buckley), uma professora que está em busca de emprego e consegue um trabalho em uma empresa que vive de testar as possibilidades de sucesso de casais – a partir de alguns testes e a retirada de uma das unhas para a real compatibilidade amorosa. Como seu casamento com Ryan (Jeremy Allen White) não anda nada bem, e a chegada de um impulsivo interesse amoroso em colega de trabalho, Amir (Riz Ahmed), Anna embarca em uma jornada pela busca por respostas.

 

Uma nova competição começa no INCRÍVEL trailer da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

Paramount+ e a WOW Presents divulgaram o trailer oficial da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do premiado reality de competição RuPaul’s Drag Race’.

Confira:

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

Confira as imagens promocionais e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

RuPaul retorna como apresentadora, acompanhada de Michelle VisageRoss MatthewsCarson KressleyTs Madison.

Renée RappChristina RicciCooper Koch Kate Hudson farão parte do painel de jurados convidados, ao lado de Juno TempleBronwyn NewportBrian Tyree HenryEvan MulrooneyGina GershonJamal SimsJanelle JamesLaw Roach.

La Toya Jackson será a jurada convidada no episódio de estreia da iteração.

Christina Ricci, Juno Temple e MAIS serão juradas convidadas na 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já está ganhando forma e, agora, foi revelado o painel de jurados convidados dos novos episódios do reality de competição (via Deadline).

Renée RappChristina RicciCooper Koch Kate Hudson farão parte da temporada, ao lado de Juno TempleBronwyn NewportBrian Tyree HenryEvan MulrooneyGina GershonJamal SimsJanelle JamesLaw Roach.

La Toya Jackson será a jurada convidada no episódio de estreia da iteração.

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

‘The Five-Star Weekend’: Série com Jennifer Garner ganha teaser e data de estreia

O Peacock divulgou o primeiro teaser de ‘The Five-Star Weekend‘, série dramática estrelada pela Jennifer Garner (‘Deadpool e Wolverine’).

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 9 de julho.

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https://www.youtube.com/watch?v=yJzp9LNfaxs

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny (‘American Horror Story’), Regina Hall (‘Uma Batalha Após a Outra’), Gemma Chan (‘Eternos’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’) e Timothy Olyphant (‘Justified’).

Na trama, Garner interpreta Hollis Shaw, uma influenciadora digital de culinária famosa por suas receitas sofisticadas e sua imagem pública acolhedora. No entanto, após uma perda devastadora, Hollis vê sua vida perfeita começar a desmoronar. O luto escancara problemas em seu casamento, conflitos com a filha e uma crescente dependência da aprovação de seus seguidores online.

Na tentativa de se reencontrar e curar suas feridas, Hollis organiza um final de semana especial em sua casa luxuosa em Nantucket. Ela convida três amigas marcantes de diferentes fases da sua vida — infância, juventude e vida adulta — além de uma quinta presença surpresa. O “fim de semana cinco estrelas” se torna um catalisador para revelações, amadurecimento e reavaliações profundas, enquanto segredos vêm à tona e limites são testados.

Bekah Brunstetter (‘Maid’, ‘This Is Us’) entra como criadora e showrunner.

Além de Brunstetter, o time criativo conta com Beth Schacter (‘Billions’) como roteirista e produtora executiva.

Também produzem Sue Naegle e Ali Krug pela Dinner Party Productions, em parceria com o Universal Studio Group. A própria Elin Hilderbrand atua como produtora executiva.

‘Capitão América: Guerra Civil’ | 10 anos depois do lançamento, quem estava CERTO: o Capitão América ou o Homem de Ferro?

Há exatos 10 anos, os cinemas brasileiros paravam para receber a estreia de um dos filmes mais aguardados daquele ano: Capitão América: Guerra Civil. Lançado em 28 de abril de 2016, o longa estreou primeiro no Brasil, em uma estratégia adotada pela Marvel focando o público brasileiro, que pôde assistir essa aventura antes mesmo do que os fãs dos Estados Unidos, país cuja estreia ocorreu em 1º de maio daquele ano.

Adaptando uma das sagas mais populares das histórias em quadrinhos da Marvel, o longa tinha a missão de conseguir condensar mais de 120 fascículos que envolveram todos os títulos disponíveis da empresa entre 2006 e 2007. Na trama, um grupo de jovens heróis que buscavam viralizar seus atos de heroísmo em um reality show acabaram ocasionando a explosão de uma escola. Diante da tragédia, a sociedade chegou ao limite com os super-heróis e deu início a uma série de manifestações para que eles fossem responsabilizados por suas ações. Para isso, o governo americano estabeleceu uma lei de registro. Os super-heróis deveriam revelar suas identidades secretas e assinarem como funcionários do governo, recebendo salário e atuando sob ordens das autoridades, como policiais superpoderosos.

A medida é encabeçada pelo Homem de Ferro, que patrocina a ação enquanto o governo caça os heróis que se recusarem a assinar o registro. Do outro lado, o Capitão América lidera uma rebelião contra a medida autoritária. Ele defende que o heroísmo não deve seguir um partido, mas sim o que é certo. Diante dessa cisão, heróis que eram amigos acabaram virando inimigos. Em uma das mais influentes sagas das HQs, personagens morreram, um clone do Thor apareceu e até mesmo a ideia da invasão Skrull na Terra começou a ser plantada. Em meio a esse embate de gigantes, o Homem-Aranha virou personagem central da disputa. Após aceitar revelar sua identidade secreta publicamente – na época, ele era um dos heróis que mais levava a sério essa questão -, ele passou a ser um tipo de garoto propaganda do registro. Porém, ele logo começou a sentir na pele as consequências de seus atos. Mary Jane ameaçada e Tia May baleada por todos saberem onde os entes queridos do herói moravam foram algumas delas. Esse evento, inclusive, daria rumo à infame saga “Um Dia a Mais“. Diante dessa nova realidade, Peter percebe que fez besteira e muda de lado. Ele acaba sendo atacado pela milícia de Stark, que o deixa quase morto nos esgotos. Ele sobrevive graças ao Justiceiro, que o leva para cuidados com o “Team Cap”. O resultado dessa saga são diversos combates históricos e uma guerra que termina com o Capitão América se rendendo ao ver o que essas batalhas estavam fazendo com o cidadão comum.

Fato é que a versão dos quadrinhos deixou marcas históricas. E mesmo com a rendição do Capitão, o tempo provou que ele estava certo, já que o próprio viria a ser assassinado na escadaria de seu julgamento e personagens importantes pró-registro viriam a se revelar Skrulls na saga seguinte. Além disso, vilões como Norman Osborn conseguiram status de herói – ele assumiu a armadura do Patriota de Ferro -, mostrando que os temores do Capitão estavam certos.

Aí veio a grande questão: como adaptar uma saga tão marcante e poderosa, que tomou literalmente todas as publicações da casa por sete meses em um filme de 2h de duração? A ideia da casa era conseguir criar um evento tão marcante e relevante para a linha do tempo do Universo Cinematográfico Marvel quanto o evento foi para os quadrinhos. Para isso, a Marvel adaptou os sete capítulos principais da saga, deixando muita coisa de fora. Além disso, personagens centrais da trama foram substituídos em tela. Por exemplo, em vez do Homem-Aranha mudar de lado, o filme mostrou a Viúva Negra (Scarlett Johansson) traindo o ‘Time Stark’. Outro ponto que trouxe bastante preocupação para a Disney foi tentar replicar essa campanha do quem está certo: Time Capitão ou Time Stark?

Por incrível que pareça, apesar das diferenças gritantes, a campanha funcionou. No entanto, mais do que uma vertente ideológica, a disputa dos “times” acabou sendo muito definida pelos membros de cada equipe. O Time Stark foi formado por Homem de Ferro, Máquina de Combate, Pantera Negra, Visão, Viúva Negra e o estreante Homem-Aranha. Do lado do Capitão América, Falcão, Soldado Invernal, Homem-Formiga, Feiticeira Escarlate e Gavião Arqueiro compuseram o selecionado. Foi uma disputa desleal, falando em níveis de poderes, mas deu resultado. As redes sociais se dividiram sobre quem supostamente estaria certo neste embate, que foi adaptado de forma menos racional e mais passional.

O filme adaptou a tragédia com uma missão dos Vingadores no continente africano, onde um deslize da Feiticeira Escarlate acaba criando mais um conflito internacional. E após os heróis terem explodido a cidade europeia de Sokovia em Era de Ultron, a situação estava realmente crítica para eles. Para piorar, durante a votação do tratado que colocaria os heróis sob controle do governo, um ataque supostamente atribuído ao Soldado Invernal explodiu uma conferência da ONU, vitimando o pai de T’Challa, o rei T’Chaka. Com o acordo aprovado, o governo passa a caçar o Soldado Invernal, o que toca numa questão muito sensível ao Capitão América. Ele alega que seu motivo para não concordar com o acordo é entender os perigos que dar poder total a governos pode ter. Já Stark começa a sentir o peso de suas ações, em mais uma tentativa do MCU em transformá-lo em um herói responsável – somente para que ele viesse a esquecer dessas responsabilidades nos longas seguintes, como era feito até o momento.

Se o filme seguisse esse embate ideológico até o fim, seria sensacional, porque Steve Rogers realmente tinha motivos para não confiar no governo. Ele tinha acabado de sair dos eventos de Capitão América: O Soldado Invernal (2014), em que descobriu que a organização nazista da H.I.D.R.A. havia se infiltrado, ao longo de cinco décadas, na S.H.I.E.L.D. e nas principais autoridades de governança dos Estados Unidos. Como confiar que isso não continuaria acontecendo? Como garantir que os heróis não passariam a atuar pelos interesses dos vilões?

Pelo lado do Stark, a ação de se aliar ao governo poderia ser um sinal de maturidade, de mostrar que estava pronto para atuar pelo bem coletivo em vez de apenas ser um herói porque era “muito legal”. Sentir o peso de suas ações seria um grande desenvolvimento para um personagem que sempre foi muito autocentrado. Uma visão mais coletiva ao herói.

Porém, tudo isso foi jogado fora quando o longa decidiu mostrar que nenhum dos heróis estava realmente ligando para o tal Tratado de Sokovia, tanto que eles seguram seus golpes no grande confronto do aeroporto. A guerra civil acaba virando uma briga de mágoas e egos entre o Capitão, que quer proteger seu amigo de uma injustiça, e o Homem de Ferro, que quer vingança por um segredo mantido pelo Capitão há dois anos. Nessa mudança brusca, eles transformaram Steve em um egoísta e Stark num bebê chorão. Uma temeridade. Tudo isso por conta de uma escolha narrativa extremamente conservadora de construir esse filme com um vilão clássico. Neste caso, o Barão Zemo. Dentre todos os filmes do MCU, esse aqui era o único que realmente poderia ser construído sem esse vilão estereotipado. O grande foco deveria ser o confronto e qual limite os heróis estariam dispostos a ultrapassar por um ideal. Infelizmente, a trama acabou sendo muito simplificada por essa decisão polêmica.

Foi algo tão simples, mas tão lesivo para o filme que fica até difícil de definir qual era o lado certo. Até aquele momento, pelas informações que havia na época, o Time Stark realmente tinha bons argumentos. Porém, com o passar dos anos e das fases do MCU, foi revelado que o governo queria desmontar e replicar o Visão, que o Máquina de Combate era um Skrull disfarçado, assim como Nick Fury, grande líder da S.H.I.E.L.D. também era um alienígena disfarçado. Indo mais adiante, o responsável pelo projeto, o General Ross, viria a ser manipulado pelo Líder, a ponto de transformá-lo em um Hulk, quando o mesmo era presidente dos EUA, quase dando início a uma guerra mundial. Sem contar que o próprio Stark, que pregava responsabilidade, levou um garoto de 16 anos para uma guerra num aeroporto na Alemanha, dando ao Peter Parker uma tecnologia muito avançada para alguém daquela idade.

Contra o Capitão América, o que pesou contra foi a Wanda. Sem apoio ou responsabilidade, a Feiticeira perdeu o controle sobre a própria mente, sequestrando uma cidade inteira e prendendo sua população em uma sitcom doentia, após perder o Visão e não conseguir lidar com o luto, dando início a uma saga interdimensional que ocasionou uma chacina sem precedentes no Multiverso até então. O que pesa ao favor de Steve é que, naquele momento, os poderes de Wanda eram praticamente disparar raios mágicos e voar. Ela ainda não manipulava realidade. Ainda assim, um monitoramento constante dela poderia ter ajudado a controlar os poderes da bruxa ou tê-la encaminhado para acompanhamento psicológico.

No fim das contas, uma década depois, ainda é difícil definir quem estava certo, apesar dos filmes seguintes indicarem que o Time do Capitão tinha motivações melhores do que as do Stark. Fato é que o filme foi muito importante para a construção de Vingadores: Guerra Infinita (2018), já que os heróis terem terminado a aventura divididos foi fundamental no fracasso de tentar impedir a chegada de Thanos. Mais do que isso, o filme introduziu o Pantera Negra e parte de sua mitologia, que viraria parte fundamental das aventuras seguintes dos super-heróis mais poderosos da Terra, e o Homem-Aranha, que virou o grande rosto do MCU pós-Ultimato. Mesmo com muitas falhas e escolhas narrativas questionáveis, Capitão América: Guerra Civil é uma aventura muito divertida, que promove momentos de entretenimento puro e conseguiu passar essa sensação de “filme-evento” nos cinemas da época. Não é uma obra-prima, como muitos esperavam, mas também não é uma desgraça, como outros pintam.

Capitão América: Guerra Civil está disponível no Disney+.

‘O Homem-Sussurro’: SUSPENSE criminal com Adam Scott e Robert De Niro ganha primeiras imagens e data de estreia!

Netflix divulgou hoje (29) as primeiras imagens de ‘O Homem-Sussurro’, novo suspense criminal estrelado por Adam Scott (‘Ruptura’), Robert De Niro (‘The Alto Knights’) e Michelle Monaghan (‘Plano em Família’).

Além disso, foi revelado que o longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

O filme é inspirado no romance best-seller homônimo de Alex North.

Na trama…

Quando seu filho de 8 anos é sequestrado, um escritor viúvo de romances policiais busca ajuda de seu pai distante, um ex-detetive de polícia aposentado, apenas para descobrir uma ligação com o caso de décadas atrás de um assassino em série condenado conhecido como “O Homem-Sussurro”.

James Ashcroft assume a cadeira de direção, enquanto Ben JacobyChase Palmer assinam o roteiro.

O elenco ainda conta com Hamish Linklater (‘Missa da Meia-Noite’), Owen Teague (‘IT’), Acston Luca Porto (‘Dora and the Search for Sol Dorado’) e Will Brill (‘Os Olhos da Minha Mãe’).

Justin Berfield defende saída de Erik Per Sullivan de ‘Malcolm’: “Deixem ele em paz”

Justin Berfield, conhecido por interpretar Reese emMalcolm, manifestou-se em apoio a Erik Per Sullivan (o Dewey), após o ex-ator retornar involuntariamente aos holofotes. Mesmo com o sucesso do recente revival da série, Sullivan optou por não retomar seu papel, mantendo-se afastado da indústria do entretenimento.

Questionado se Sullivan teria se arrependido da decisão de ficar de fora do projeto, Berfield foi enfático: “Não. Eu sei que chamaram ele várias vezes. Chamaram umas quatro ou cinco vezes, e toda vez ele dizia: ‘Não'”.

Apesar da recusa, Berfield reforçou que o carinho entre o elenco permanece intacto e criticou a perseguição da imprensa ao antigo colega, que hoje busca uma vida comum.

“Ele é um cara legal, e eu amo o Eric”, acrescentou. “Na verdade, me sinto mal porque ele quer ficar longe desse meio e tenho visto fotos dele tiradas por paparazzi. E penso: deixem ele em paz. Ele não quis voltar para a série. Sem ressentimentos”.

Sullivan foi o único integrante do elenco original a não participar do reboot, o que levou a produção a escalar Caleb Ellsworth-Clark para assumir o papel de Dewey.

Recentemente, Jane Kaczmarek, que interpretou a matriarca Lois, revelou que a produção não poupou esforços financeiros para garantir a presença de Sullivan, mas o desejo de seguir uma carreira acadêmica falou mais alto. Segundo a atriz, ele está atualmente “estudando Dickens e é um aluno incrível”.

“Ofereceram baldes de dinheiro para ele voltar, e ele simplesmente respondeu: ‘Não, obrigado'”, afirmou Kaczmarek.

A sinopse oficial revela que a história dará um salto temporal significativo. Após passar mais de uma década protegendo a si mesmo e à sua filha da influência errática de seus parentes, Malcolm (Frankie Muniz) é forçado a confrontar o passado. O protagonista é arrastado de volta ao convívio familiar quando Hal (Bryan Cranston) e Lois (Kaczmarek) exigem sua presença na celebração de 40 anos de casamento do casal.

Além de Muniz e Cranston, o revival garante o retorno de:

O especial também apresentará a nova geração da família. Anthony Timpano e Vaughan Murrae interpretam Jamie e Kelly, os irmãos mais novos de Malcolm, agora crescidos. A trama introduz ainda Keeley Karsten como Leah, a filha de Malcolm, e Kiana Madeira no papel de Tristan, namorada do protagonista.

Com um total de quatro episódios, o revival está agendado para estrear globalmente no dia 10 de abril no Disney+.

Melhores Filmes de Cassino de todos os tempos e o que eles realmente acertam sobre os jogos

Poucos ambientes do cinema chamam tanto a atenção como os cassinos devido a todas as cenas carregadas de charme, tensão e glamour. Seja com as mesas de blackjack, as roletas girando ou os dados caindo, o cinema, de forma geral, sempre consegue transformar esses momentos que se passam dentro de cassinos em narrativas inesquecíveis.

Além do espetáculo visual e das reviravoltas usuais dos roteiros, esses filmes também mostram muitas coisas, tanto certas quanto erradas, sobre o universo dos jogos de cassinos. E para quem gosta de cassinos online ou quer entender um pouco melhor como esse mundo funciona, assistir a esses filmes com um olhar mais crítico pode acabar sendo bastante revelador.

A nossa ideia aqui é apresentar alguns dos títulos mais icônicos do gênero e comentar o que eles capturam com precisão e onde eles acabam forçando a barra um pouco por entretenimento. Vamos nessa?

007: Cassino Royale (2006): tensão nas mesas e glamour nas apostas

Não tem como falar de cassinos no cinema sem falar de Cassino Royale. Nesse filme, James Bond, interpretado por Daniel Craig, atuou em uma das cenas mais icônicas e mais comentadas do cinema moderno. O Texas Hold’em acabou substituindo o baccarat, que era parte do livro original, para deixar o filme ainda mais dinâmico, e isso trouxe uma série de partidas repetidas de tensão, blefes calculados e apostas intensas que deixam o jogador grudado na tela.

No ponto de vista do entretenimento, Cassino Royale é impecável. Mas, como em todo filme de espionagem, alguns elementos são exagerados para além do razoável. As mãos distribuídas com frequência dramática e sequências reais, full houses, straight flushes aparecendo um atrás do outro, não representam exatamente a realidade das longas e muitas vezes áridas partidas de pôquer de alto nível.

Na vida real, a jornada de um jogador acaba sendo muito mais sobre disciplina e gestão de banca do que esses momentos de virada. Mesmo assim, o filme faz um excelente trabalho ao capturar a ideia de que o pôquer é um jogo onde a psicologia e a estratégia têm influência direta nos resultados.

Danilo Gentili DEBOCHA de possível papel de Wagner Moura no próximo James Bond e internautas ESCULACHAM o comediante

Onze Homens e um Segredo e 21: o lado estratégico dos jogos

Onze Homens e um Segredo é mais um filme de assalto do que de cassino propriamente dito, mas Las Vegas está no CENTRO de tudo, e o cassino é tanto o pano de fundo quanto o alvo.

O que a franquia captura muito bem nas imagens é o grande peso da segurança e da vigilância nos grandes cassinos. Eles mostram que os cassinos possuem câmeras por todos os lados, cofres avançados e procedimentos extremamente rigorosos, e qualquer pessoa que tenha visitado um cassino sabe que isso é muito próximo da realidade.

O filme conta ainda a história de um grupo de estudantes de uma universidade dos Estados Unidos que desenvolveu um sistema de contagem de cartas no blackjack para vencer os cassinos de Las Vegas. Realmente, essa técnica de contagem de cartas é algo real e não é considerada trapaça, mesmo sendo muito combatida pelos cassinos.

O filme mostra bem como os cassinos respondem a esse tipo de estratégia, e pra quem joga Blackjack online ou mesmo outros jogos, vale entender esse paralelo, onde os cassinos utilizam baralhos embaralhados a cada rodada justamente pra eliminar essa vantagem da contagem de cartas.

‘007’: Henry Cavill dá resposta definitiva sobre viver James Bond

O que os filmes acertam, e onde exageram

Todos esses títulos compartilham algo em comum: a tensão dramática exige exagero. Grandes vitórias acontecem em momentos cinematográficos perfeitos, as perdas são devastadoras e imediatas, e os personagens raramente representam o jogador médio, que não tem nem a elegância de James Bond nem os recursos financeiros de Sam Rothstein.

O que esses filmes costumam acertar é a atmosfera e a psicologia. A sensação de risco real, o peso de cada decisão, a importância de entender o jogo antes de sentar à mesa — tudo isso está presente de formas muito mais precisas do que o grande público costuma perceber.

O que eles exageram, quase sempre, são as probabilidades e a consistência das vitórias. No cinema, os protagonistas raramente perdem de forma ordinária, e cada derrota tem um motivo narrativo. Na vida real, a variância é maior, os resultados são menos dramáticos e a disciplina é mais importante do que qualquer golpe de sorte.

Do cinema para a tela: o cassino online como entretenimento

O universo dos cassinos online tem crescido justamente porque oferece uma experiência acessível, regulamentada e transparente, muito diferente do ambiente de tensão e poder retratado nos filmes, mas carregado de entretenimento real.

Para quem se animou com algum desses filmes e quer explorar os jogos de um jeito responsável, plataformas como o cassino BacanaPlay oferecem uma variedade de opções, de blackjack a roleta, com as regras bem definidas e um ambiente seguro. Nada de sequências impossíveis ou drama de Hollywood, mas toda a estratégia e entretenimento que fazem parte da experiência.

O Brasil é um dos mercados que mais cresce no setor, impulsionado justamente pelo aumento da oferta de plataformas regulamentadas e pela familiaridade crescente do público com os jogos digitais.

Por fim, os filmes de cassino continuam sendo alguns dos melhores retratos que o cinema oferece sobre risco, estratégia e natureza humana. Não porque sejam documentários, muito longe disso, mas porque sabem usar a mesa de jogo como metáfora de algo muito maior: as escolhas que fazemos sob pressão e o que estamos dispostos a apostar.

Assistir a esses filmes com um olhar mais informado torna a experiência ainda mais rica. E, para quem decide ir além da ficção e experimentar o mundo real dos cassinos online, a dica mais cinematográfica possível é a mesma que qualquer bom personagem aprenderia até o fim do terceiro ato: entenda o jogo antes de entrar na mesa.

Shannon Elizabeth fatura fortuna em estreia no OnlyFans; Saiba quanto!

A atriz Shannon Elizabeth, eternizada como a personagem Nadia na franquia American Pie, protagonizou uma das estreias mais rentáveis da história do OnlyFans. Segundo Andy Bachman, CEO da Creators Inc. e empresário da atriz, Elizabeth alcançou a marca de “sete dígitos em sua primeira semana na plataforma”.

De acordo com dados confirmados pela Variety, o faturamento ultrapassou US$ 1,2 milhão nos primeiros sete dias após o lançamento do perfil, ocorrido na quinta-feira, 16 de abril.

Consagrada como um dos maiores símbolos sexuais de Hollywood no início dos anos 2000, Elizabeth revelou à revista People que a decisão reflete um desejo de autonomia. A atriz afirmou estar cansada da dinâmica da indústria tradicional, onde “outras pessoas controlavam a narrativa e o rumo da minha carreira”.

“Este novo capítulo é sobre mudar isso, mostrar um lado mais sexy que ninguém viu e estar mais próxima dos meus fãs”, explicou na ocasião. “Estou escolhendo o OnlyFans porque isso me permite me conectar diretamente com meu público, criar nos meus próprios termos e simplesmente ser livre. Eu realmente acho que esse é o futuro”.

Para Andy Bachman, o sucesso financeiro é um reflexo da eficiência do modelo de negócio direto ao consumidor: “Shannon sempre foi alguém que genuinamente gosta de se conectar e retribuir aos fãs, e isso permite que ela faça isso de uma forma mais direta e significativa do que nunca. É um modelo poderoso e, neste momento, não existe nada mais eficaz para facilitar essa conexão do que o OnlyFans”.

Elizabeth integra uma lista crescente de figuras públicas que migraram para a plataforma, como Carmen Electra, Bhad Bhabie e Drea de Matteo. De Matteo, conhecida por The Sopranos, tornou-se um caso emblemático em agosto de 2025 ao revelar que o lucro de apenas um mês no site salvou sua casa de uma execução hipotecária em um período de escassez de trabalhos na TV.

Em entrevista à Variety, Shannon Elizabeth reforçou que a motivação vai além do aspecto financeiro, focando no resgate da relação com sua base de admiradores:

“Reconectar-me com meus fãs por meio de aparições me lembrou o quanto o apoio deles significou ao longo da minha carreira, e o quanto senti falta dessa energia. O OnlyFans me dá a oportunidade de oferecer algo a mais, um olhar de bastidores, sem filtros, sobre minha vida e uma conexão genuína que nenhuma outra plataforma permite”, acrescentou.

A atriz destacou que a exclusividade é o diferencial da nova empreitada: “Também é aqui que vou compartilhar conteúdo exclusivo que simplesmente não estará em nenhum outro lugar. Isso não é apenas conteúdo para assistir de longe. É para as pessoas que sempre estiveram ao meu lado, e quero que sintam isso”.

Apesar da nova fase, Elizabeth garantiu que sua rotina e prioridades permanecem as mesmas. Ela continua residindo na África do Sul, dedicada ao seu trabalho beneficente, que classificou como algo que “continua extremamente próximo do meu coração”.

“Mas este parece o momento perfeito para abrir meu mundo aos fãs que estiveram comigo durante toda essa jornada. Estou muito animada com isso”, concluiu.

‘Verity’: Fãs estão AMANDO o trailer do suspense com Anne Hathaway e Dakota Johnson, mas criticam uma alteração…

A Sony Pictures divulgou o trailer da aguardada adaptação cinematográfica de ‘Verity‘, baseada no romance homônimo de Colleen Hoover, e os fãs foram à loucura.

Anne Hathaway (‘O Diabo Veste Prada’), Dakota Johnson (‘A Filha Perdida’) e Josh Hartnett (‘Armadilha’) estrelam a produção que promete trazer muitos mistérios e reviravoltas.

Nas Redes Sociais, os fãs aclamaram o trailer mas se incomodaram com uma alteração na adaptação. No livro, a personagem Verity, vivida por Anne Hathaway, é loira e de olhos azuis.

Confira as reações, e o trailer dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de outubro.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) é responsável pela direção.

Lowen Ashleigh (Johnson) é uma escritora esforçada que está à beira da falência quando aceita a oferta de emprego imperdível. Jeremy Crawford (Hartnett), marido da autora de suspense best-seller Verity Crawford (Hathaway), contrata Ashleigh para terminar os livros restantes de uma série de sucesso que sua esposa não consegue terminar após um acidente misterioso.

Ao chegar à luxuosa propriedade de Crawford, Ashleigh lentamente descobre que as coisas não são exatamente o que parecem com a descoberta de um manuscrito secreto e inacabado que pode revelar admissões assustadoras sobre o passado da família. Enquanto Lowen se envolve com a família, ela deve discernir se os rascunhos de Verity são meramente obras de ficção escabrosas ou um aviso sinistro de uma psicopata perturbada…

O elenco conta ainda com Ismael Cruz Córdova (‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder’), Brady Wagner (‘Merrily We Roll Along’), Irina Dvorovenko (‘And Just Like That…’), K.K. Moggie (‘The Good Wife’) e Michael Abbott Jr. (‘The Drama’), completando o time de protagonistas.

Nick Antosca (‘Espíritos Obscuros’) assina o roteiro, cujos rascunhos anteriores passaram pelas mãos de Hillary Seitz, Angela LaManna e Will Honley & April Maguire.

Monica Barbaro e Callum Turner no trailer da rom-com DISTÓPICA ‘Só por Uma Noite’; Confira!

Universal Pictures Brasil divulgou hoje (29) o trailer oficial de Só Por Uma Noite, comédia romântica estrelada por Monica Barbaro (‘Um Completo Desconhecido’) e Callum Turner (‘Eternidade’).

O filme chega aos cinemas nacionais em 27 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é escrito e dirigido por Will Gluck (‘Todos Menos Você’).

A trama acompanha Allie e Owen, dois desconhecidos carentes de amor que se esbarram em uma versão de Nova York com leves toques de ficção científica na única noite do ano em que solteiros têm permissão para fazer sexo. Owen, recém abandonado em um relacionamento, e a romântica e esperançosa Allie podem ser os únicos solteiros na cidade em busca de algo além de um encontro casual.

Allie e Owen sentem uma conexão especial quando se conhecem, mas uma série de desencontros e situações paralelas complicam a noite, mantendo-os separados. Enquanto cada um corre pela cidade, aproximando-se e se afastando um do outro, eles podem acabar descobrindo que aquilo que mais desejam está mais perto do que imaginam.

Molly RingwaldLeVar BurtonMaya HawkeJulia FoxEste HaimZiweKing Princess integram o elenco.

Começam as gravações da 2ª temporada de ‘Tremembé’!

O Prime Video anuncia hoje (29) o início das filmagens da 2ª temporada da série ‘Tremembé’. Gravada em São Paulo, a produção ficcional é inspirada nas histórias reais envolvendo condenados por alguns dos crimes de maior repercussão no país na penitenciária conhecida como “prisão dos famosos”.

“Tremembé se tornou um fenômeno cultural, retratando histórias reais por meio de um trabalho de excelência exercido desde o roteiro até a pós-produção. É a série Original Prime brasileira com a melhor estreia da história do Prime Video no País e a segunda temporada traz ainda mais histórias para o público que demonstrou um forte apetite por esta série “, comenta Julia Priolli, Head of Creative para o Amazon MGM Studios no Brasil.

O próximo contará com Giovanna Antonelli (‘Beleza Fatal’) como a estelionatária Dominique Scharf, figura conhecida como uma das maiores golpistas do Brasil. Dominique tornou-se notória por aplicar golpes milionários que envolviam manipulação emocional, luxo e promessas de investimentos falsos, circulando durante anos entre empresários e pessoas de alto poder aquisitivo enquanto se apresentava como uma mulher de negócios bem-sucedida.

O histórico criminal da personagem é extenso: em 2003, ela foi condenada a 12 anos de prisão por tentativa de homicídio após um assalto a um vendedor de joias. Devido à grande quantidade de processos e crimes acumulados, o Departamento de Execuções Criminais unificou suas sentenças em 2016, estabelecendo uma pena total de mais de 57 anos.

Após passar 32 anos em regime fechado, Dominique deixou o presídio de Tremembé em 2025, e sua trajetória agora será um dos focos centrais da nova fase da produção.

‘Tremembé’: Marina Ruy Barbosa alfineta Netflix após anúncio de documentário sobre Suzane von Richthofen

O segundo ano de ‘Tremembé’ promete ampliar o escopo da narrativa ao abordar a vida dos detentos fora do ambiente prisional. A trama continuará acompanhando figuras como Marina Ruy Barbosa, no papel de Suzane von Richthofen, e Carol Dias, como Elize Matsunaga, agora sob a perspectiva da reintegração social e das consequências de seus crimes.

A nova temporada também dará maior destaque à ala masculina da penitenciária, com a introdução de personagens inspirados em casos de grande repercussão, como o empresário Thiago Brennand e o próprio Robinho.

Segundo os roteiristas, a inclusão dessas figuras busca traçar um paralelo sobre desigualdade de tratamento, manutenção de poder e privilégios de indivíduos de alta classe social dentro do sistema carcerário brasileiro.

Inspirada nos livros de Ullisses Campbell, como “Suzane: Assassina e Manipuladora” eElize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, a série mantém seu caráter investigativo. O roteiro é assinado pelo autor em parceria com Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.

A direção-geral segue sob comando de Vera Egito, enquanto o elenco de apoio inclui nomes como Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo e Anselmo Vasconcelos.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

‘M.I.A.’: Série criminal do criador de ‘Ozark’ ganha cartaz INÉDITO; Confira!

Close-up of a person with blue eyes staring over waterline, blood on the cheek, dark wet hair, under neon blue and pink lighting.

Paramount+ Brasil divulgou o cartaz oficial de ‘M.I.A.‘, novo drama criminal ambientado no submundo do narcotráfico em Miami.

Criada por Bill Dubuque (‘Ozark’), a produção chega à plataforma de streaming no dia 7 de maio.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Cuidar do tráfico é um assunto de família para Etta Tiger Jonze (Shannon Gisela), mas quando o negócio familiar é ameaçado, Etta é empurrada para uma vida que nunca esperou, forçando-a a usar sua inteligência para sobreviver enquanto navega pelo submundo criminoso de Miami.

O elenco ainda conta com Dylan Jackson, Brittany Adebumola, Cary Elwes, Alberto Guerra, Gerardo Celasco, Maurice Compte, Marta Milans e Danay Garcia.

Karen Campbell é a showrunner e também produtora executiva, enquanto Alethea Jones dirige os dois primeiros episódios e assina igualmente como produtora executiva.

A Paramount e a MRC já haviam colaborado na distribuição internacional de títulos como ‘The Great’ e ‘Poker Face’, reforçando agora essa parceria com ‘M.I.A.‘, que se apresenta como um dos destaques mais aguardados entre os novos dramas criminais com potencial global.

‘O Segredo de Widow’s Bay’: SUSPENSE com Matthew Rhys chega ao streaming; Saiba onde assistir!

O Segredo de Widow’s Bay‘, série de mistério e suspense estrelada por Matthew Rhys (‘Perry Mason’), finalmente chegou ao Apple TV.

Os dois primeiros episódios foram lançados hoje, 29 de abril, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.

Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.

Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.

Kate O’FlynnStephen RootKingston Rumi SouthwickKevin CarollDale Dickey também estrelam.

‘Trying’: 5ª temporada do elogiado DRAMA do Apple TV ganha imagens e data de estreia!

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O Apple TV revelou as primeiras imagens da já confirmada 5ª temporada de Trying, uma de suas séries dramáticas mais longevas e elogiadas.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 8 de julho.

Confira:

Os novos episódios contarão com a adição de Celia Imrie (‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras’), Gbemisola Ikumelo (‘The Paper’), Colin Morgan (‘Belfast’), Danielle Vitalis (‘I May Destroy You’) e Leah Brotherhead (‘Bridgerton’).

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Lembrando que as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma.

Andy Wolton é o criador da produção.

Tudo que Nikki e Jason querem é um bebê – mas é uma coisa que não podem ter. E como eles podem preencher os próximos cinquenta anos se não podem começar uma família? Eles já assistiram a Os Sopranos em uma semana. Depois de terminarem as opções, os dois decidem adotar e são confrontados por um mundo repleto de novos desafios.

Rafe SpallEsther SmithImelda StauntonOphelia LovibondOliver Chris estrelam.

‘Procura-se um Namorado’: A24 está desenvolvendo série baseada no romance LGBTQ+

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De acordo com o Deadline, a aclamada produtora A24 está desenvolvendo uma série baseada no romance LQBTQ+ ‘Procura-se um Namorado‘ (Boyfriend Material), escrito por Alexis Hall.

Na trama…

“Luc é um jovem neurótico e desorganizado de vinte e poucos anos que luta para manter sua vida nos trilhos. Quando o mundo de Luc se cruza inesperadamente com o de Oliver, um advogado criminalista rígido e viciado em trabalho, em um momento difícil de sua vida, o que começou como uma improvável parceria se transforma em um romance emocionante e divertido de inimigos a amantes.”

Lançado originalmente em 2020, o livro se tornou um enorme sucesso no TikTok. Desde então, foi publicado em mais de 50 edições e múltiplas linguagens.

O título ainda é o primeiro de uma trilogia, seguida por Husband Material e Father Material.

A divisão britânica do estúdio, comandada por Piers Wenger e Rose Garnett, tem investido na compra de direitos de diversos projetos. Recentemente, os produtores também adquiriram os direitos do livro ‘White Smoke‘, escrito por Nick Brucker, que será estrelado por Benedict Cumberbatch.

O estúdio ainda garantiu os direitos de ‘London Falling‘, de Patrick Radden Keefe; ‘We Are the Dead‘, de Laura Shepherd-Robindson; e ‘Broken Toys‘, de Marie-Clarie Chappet.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

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‘Noite Infeliz 2’: Sequência será para MAIORES por “violência extrema”

A sequência ‘Noite Infeliz 2‘ (Violent Night 2) recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistida por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta e linguagem”.

A classificação não é realmente uma surpresa, uma vez que o longa original fez sucesso justamente por trazer um tom violento para uma história envolvendo uma figura tão benevolente: o Papai Noel.

A continuação será lançada nos cinemas nacionais no dia 3 de dezembro de 2026 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

David Harbour (‘Stranger Things’) reprisará seu papel como Papai Noel.

O elenco ainda contará com Kristen Bell (‘The Good Place’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

Vale lembrar que, apesar de ter sido anunciada há dois anos, a continuação teve o seu desenvolvimento interrompido por causa da greve de atores e roteiristas em Hollywood.

Tommy Wirkola retornará à direção.

Anteriormente, o cineasta havia revelado o que podemos esperar da sequência: “Há mais coisas para serem exploradas neste universo, como a Sra. Noel e os elfos. Em termos de narrativa, acredito que temos uma ideia muito legal que irá expandir este universo enquanto mantém o tom que amamos do primeiro filme.”

Pat CaseyJosh Miller também irão retornar para escrever o roteiro do novo filme.

No primeiro filme, uma equipe de elite de mercenários invade um complexo familiar na véspera de Natal, deixando todos reféns. No entanto, eles não estão preparados para um combatente surpresa: Papai Noel está no local.

Dois novos atores foram escalados ao elenco da sequência: o astro da luta-livre Maxwell Friedman e o influencer Andrew “King Bach” Bachelor.

Além de ter conquistado 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Noite Infeliz‘ conseguiu arrecadar US$ 75.6 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 20 milhões.

Halle Bailey e Regé-Jean Page no trailer DUBLADO da comédia romântica ‘Eu e Você na Toscana’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Eu e Você na Toscana‘, comédia romântica estrelada por Halle Bailey (‘A Pequena Sereia’) e Regé-Jean Page (‘Bridgerton’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Kat Coiro (‘Case Comigo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Ryan Engle.

A trama é ambientada na Costa Amalfitana e acompanha Anna (Bailey), uma jovem cozinheira de espírito livre, cuja decisão impulsiva de se tornar ocupante ilegal em uma vila toscana abandonada, propriedade de um homem que ela mal conhece, a leva a um mundo totalmente novo de aventuras, mentiras e amor.

O elenco ainda conta com Lorenzo de Moor, Isabella Ferrari, Aziza Scott, Marco Calvani e Nia Vardalos.