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Assista ao anúncio NACIONAL do trailer de ‘Superman’ que será lançado na quinta-feira

A Warner Bros. do Brasil divulgou o anúncio nacional do trailer de ‘Superman‘, que será lançado oficialmente na quinta-feira, dia 19, às 11 horas (Horário de Brasília).

Confira:

O site do longa, dirigido por James Gunn, conta com uma contagem regressiva para o teaser trailer.

Você pode acessar o site de ‘Superman’ através deste link. 

Confira a sinopse oficial do filme:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade. 

Lembrando que o primeiro cartaz de ‘Superman’ foi divulgado em formato de vídeo através das redes sociais, com efeitos que simulam o voo do herói.

Chegando no próximo ano, ‘Superman’ também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, ‘Superman’ será o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
david corenswet as superman

‘Justiça Artificial’: Chris Pratt pensou em ter atriz criada por IA no lugar de Rebecca Ferguson

Justiça Artificial‘ podia ter tido um rumo bem diferente… Embora Rebecca Ferguson tenha acabado interpretando a fria e calculista Juíza Maddox, o ator Chris Pratt contou à Entertainment Weekly que, nas primeiras discussões sobre o elenco, ele sugeriu a ideia de criar uma atriz feita em inteligência artificial para o papel.

“Lembro-me de discutirmos as várias pessoas que poderiam interpretar esses personagens e, logo no início, eu pensava: ‘Será que não deveríamos usar uma IA, onde a juiza é na verdade uma IA, e nós criamos uma IA?’ E todos respondiam: ‘Não, acho que não'”, ele recorda.

“Eu pensei: ‘É, acho que não é uma boa ideia'”, acrescenta Pratt, rindo. “Então, na verdade, nunca foi uma possibilidade, assim como nada é possível quando você está focando no resultado final e nas escolhas que terá que fazer. É um esforço colaborativo.”

O astro de ‘Guardiões da Galáxia‘ cai na gargalhada ao relembrar outra ideia maluca que teve no início da carreira.

“É uma ideia idiota, vai ser uma ideia idiota. Não fazia sentido nenhum, e ainda bem que não fizemos isso”, ele explica. “Mas uma das minhas ideias iniciais era: ‘ E se [meu personagem] pudesse escolher o juiz, e eu pudesse escolher a Oprah, ou qualquer pessoa que eu quisesse? Porque, no fim das contas, é só um rosto na [tela].’ E eu achei que seria engraçado se a Oprah fizesse isso.”

Mais uma vez, Pratt afirma estar feliz por essa ideia não ter se concretizado.

“É como quando você assiste às cenas deletadas e pensa: ‘É, tem um bom motivo para terem deletado essa cena'”, brinca ele.

Justiça Artificial‘ abriu com US$ 11.2 milhões nos EUA nesse fim de semana.

O longa conseguiu alcançar o topo das bilheterias norte-americanas, desbancando a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (US$7M), que se manteve na posição pelos últimos cinco finais de semana.

Crítica | ‘Justiça Artificial’ explora o sombrio futuro da inteligência artificial em cinemão pipoca

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 11.6 milhões através de 80 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 22.8 milhões.

Com míseros 20% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também falhou em causar uma boa impressão no público, recebendo uma nota B- do público no CinemaScore.

É um desempenho decepcionante para o filme orçado em US$ 60 milhões.

Justiça Artificial‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A direção é assinada por Timur Bekmambetov (‘O Procurado’). O roteiro é de Marco van Belle, e a produção fica a cargo de Charles Roven (‘Oppenheimer’).

“Ambientada em um futuro próximo, em meio a um aumento alarmante da aplicação da pena de morte, a trama acompanha um detetive (interpretado por Chris Pratt) que é acusado de um crime violento. Ele é forçado a lutar para provar sua inocência”, diz a sinopse.

Além dos protagonistas Rebecca Ferguson e Chris Pratt, o elenco também conta com nomes como: Kali Reis, Rafi GaronChris SullivanKenneth ChoiKylie Rogers.

Crítica | Vagão nº6 – Um dos MELHORES filmes disponíveis na Prime Video!

Os laços que nascem através das mais diversas conexões. Baseado na obra homônima da antropóloga e escritora Rosa Liksom e dirigido pelo cineasta finlandês Juho KuosmanenVagão nº6 aborda o inusitado encontro de dois estranhos e suas formas de entender a vida e, numa pegada Junguiana, como podem reagir ao confronto imposto pelo destino através da conexão com outras pessoas. Exibido no Festival de Cannes em 2021, na Mostra de SP e representante da Finlândia ao Globo de Ouro e ao Oscar 2022, o filme é uma jornada repleta de conflitos rumo às respostas que os personagens muitas vezes nem sabem de quais perguntas. Uma história de amor? Uma história de amizade? Peças que de tão diferentes se encaixam? A interpretação para a relação que vai se estabelecendo entre essas duas almas, que parecem completamente opostas a princípio, fica aos olhos do espectador.

Na trama, conhecemos Laura (Seidi Haarla), uma estudante finlandesa que mora em Moscou e se vê desolada com o não avanço amoroso na relação de uma amizade colorida de longa data. Se sentindo sozinha e deslocada com um alguém que não quer compromisso sério com ela, resolve embarcar sozinha, numa viagem de quase 2.000 Kms, de Moscou até Murmansk, lá perto da fronteira com a Finlândia e a Suécia. Durante a viagem, ela precisa dividir o pequeno vagão do trem com Ljoha (Yuriy Borisov), um atrapalhado mineiro russo que está indo à trabalho para o mesmo destino dela. Assim, essas duas almas entrarão em conflitos mas também observarão conexões que podem fazê-los entender um pouco mais sobre a vida.

O roteiro é muito inteligente em traçar um paralelo com o círculo polar ártico, região onde é o destino da protagonista, um lugar com pelo menos um dia completo na escuridão durante o inverno e um com luz por 24 horas durante o verão. Os paralelos aqui vem das duas personalidades que dividem o mesmo espaço com um foco maior em Laura que se vê presa num relacionamento em Moscou que só existe aos olhos dela. Ljoha é uma enigmática variável nessa história, conhecemos seu jeito meio bronco através do seu cotidiano já no destino final e a maneira como enxerga as possibilidades num mundo muito limitado ao trabalho. Alguns dos pilares do cinema, a imagem e o movimento, aqui encontra-se em sacadas interessantes do diretor que nos leva para o foco naquele interior de cabine que é onde os conflitos mais se estabelecem.

No campo abstrato das conexões humanas, chegamos na camada mais profunda de reflexão desse curioso longa-metragem. Vagão nº6 nos faz pensar sobre os encontros e desencontros além da maneira como podemos lidar dentro dos conflitos que podem se estabelecer. Uma interpretação é a reação e a transformação que acontece de qualquer encontro, para o próprio indivíduo, através da dor do outro, dos sonhos, dos objetivos pessoais, estimulando o rompimento de uma bolha egoísta e o embarque em uma maior compreensão emocional. Veja o filme e reflita você também.

Crítica | 007 Contra SPECTRE

A paródia do parodiado

Com uma cena de abertura promissora, digna de seus melhores momentos nas telonas, o agente secreto mais famoso do cinema chega três anos depois de sua última aventura, o elogiadíssimo 007 – Operação Skyfall (indicado para cinco prêmios no Oscar e vencedor de dois – caminho que este novo exemplar não deverá percorrer). No México, em plena festividade do dia dos mortos, feriado comparável ao carnaval brasileiro, Bond (novamente interpretado por Daniel Craig, desta vez claramente desmotivado) deixa a beldade interpretada por Stephanie Sigman (Miss Bala) de lado para perseguir um criminoso italiano, no caminho derruba um prédio e numa praça lotada de pessoas protagoniza uma cena de ação de tirar o fôlego, envolvendo um helicóptero.

Esse longo momento inicial poderia servir de prévia para o tom do filme. Mas infelizmente, SPECTRE (no título original) segue daí para baixo, numa rota acelerada rumo ao declínio. É clara a perda de energia do novo exemplar de 007 ao longo dos minutos. Essa é uma produção básica, que não vive à altura dos melhores filmes do espião, entregando somente o “feijão com arroz” esperado, sem criar nenhum grande momento verdadeiramente. Sim, todas as peças estão aparentemente no lugar, e SPECTRE faz uso de algumas referências que deverão encantar os aficionados. Mas será que isso é o suficiente?

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SPECTRE não conta com a beleza estética da fotografia de SKYFALL (provida pelo mestre Roger Deakins), o ritmo acelerado que não deu folga em Quantum of Solace, o roteiro intrincado de Cassino Royale (que sobressaiu todos da franquia), ou performances empenhadas e comprometidas de gente como Javier Bardem, Eva Green e Mads Mikkelsen, de fato.

Na trama, Bond consegue pegar um anel do criminoso italiano que perseguia. Tal ordem veio diretamente do túmulo, dada pela antiga M (Judi Dench, numa ponta). No objeto, a imagem de um polvo está gravada, um ser que simboliza os tentáculos de uma organização que possui braços em todos os lados. Depois de uma noite com a viúva do sujeito (papel da estonteante Monica Bellucci, a bondgirl mais velha aos 50 anos – numa participação quase “piscou perdeu”), o espião parte para seguir as pistas, que o levarão direto à porta da organização terrorista.

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Entre uma perseguição de carro pelas ruas de Roma, e uma na neve da gelada Áustria, Bond conhece Madeleine Swann (Léa Seydoux, provavelmente a melhor coisa do filme), uma médica com laços sombrios, e o capanga Mr. Hinx (Dave Bautista), um grandalhão monossilábico que serve como homenagem ao icônico Oddjob (Harold Sakata), segurança de chapéu com abas de lâmina duro na queda em 007 Contra Goldfinger (1964).

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Rostos conhecidos como o novo M (Ralph Fiennes), Moneypenny (Naomie Harris) e Q (Bem Whishaw) – todos parte do cânone – fazem o esperado, ao mesmo tempo em que novos jogadores, como o líder criminoso Franz Oberhauser (Christoph Waltz) e o manipulador Denbigh (Andrew Scott), chefe de segurança da MI5 (um vilão bem melhor e crível para essa nova era de Craig), entram em campo.

O que mais desaponta é a simplicidade do roteiro de SPECTRE, que se banha sem vergonha em clichês esperados, não desviando de nenhum – que podemos ver a quilômetros de distância – ao ponto do filme quase se tornar uma paródia dele mesmo. Ao sair da exibição para a imprensa com um amigo, discutíamos o fator Austin Powers – depois que assistirem ao filme vocês entenderão. Esse é o nível de “surpresa” imposta aqui. Os fãs e aficionados se esbaldarão. Para os demais, digamos que este não é o filme para começar a gostar da franquia.

‘Pânico 2’ faz 25 ANOS; Confira 10 curiosidades sobre a produção!

A saga ‘Pânico’ é uma das mais revolucionárias do gênero do terror e partiu da mente de ninguém menos que Wes Craven, que já havia nos agraciado anos antes com o impactante ‘A Hora do Pesadelo’. A jornada slasher protagonizada por Neve Campbell como a icônica Sydney Prescott deu vida a um dos antagonistas mais memoráveis do cinema, Ghostface, e deu origem a uma série de filmes e de séries de TV que são constantemente revisitadas para inspiração.

‘Pânico’ estreou em 1996 e trouxe metalinguagem para o terror e o suspense com afeição e solidez nunca antes vistas – e seu sucesso sem precedentes resultou em outros seis filmes (o próximo deles com estreia programada para março de 2023). Entretanto, hoje (12) celebramos o 25º aniversário da segunda entrada da franquia, ‘Pânico 2’, uma das melhores sequências de todos os tempos que continuou revivendo o slasher de modo competente – e bastante sanguinolento.

Para tanto, separamos uma breve lista com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira abaixo:

META-META-FILME

‘Pânico’ já é uma homenagem a tantos outros filmes de terror, mas o que acontece quando existe um filme dentro de um filme? Bom, foi a isso que Craven nos apresentou com ‘Pânico 2’. A cena de abertura se passa no lançamento de ‘Stab’, longa inspirado nos assassinatos de Woodsboro – cujas sequências foram dirigidas por ninguém menos que Robert Rodriguez (‘Pequenos Espiões’).

GHOSTFACE VIVE

O roteirista Kevin Williamson teve a ideia para uma continuação enquanto escrevia o roteiro do primeiro filme, percebendo que havia mais para a história do que já havia sido apresentado. ‘Pânico 2’ começou a ser rodado apenas seis meses depois do lançamento do primeiro capítulo e estreou menos de um ano depois de seu predecessor.

QUEM MATOU… TODO MUNDO?

O elenco não havia sido informado da identidade do assassino até o último dia das filmagens. Mais do que isso, os atores não receberam as últimas dez páginas do roteiro até que o momento certo chegasse. Todos os membros assinaram cláusulas de confidencialidade que os impediam de contar aos outros a resolução da história e a identidade do novo Ghostface.

O TERROR NUNCA ACABA

O filme originalmente acabava com uma cena estrelada por outro Ghostface, observando a paisagem do topo da torre de sino do campus da faculdade. Fãs especulam até hoje que essa aparição era, na verdade, o assassino de ‘Pânico 3’ (2000).

O PREÇO DO SUCESSO

‘Pânico’ fez um sucesso sem precedentes quando lançado em 1996 – e o anúncio de sua sequência viria a deixar diversos estúdios assustados com lançamentos de grande calibre. Para não competirem com a estreia de ‘Pânico 2’, as aclamadas produções ‘007 – O Amanhã Nunca Morre’‘Titanic’ mudaram de data com receio de que seriam ofuscadas pelo slasher.

MATILDA EM PÂNICO

Poucas pessoas sabem disso, mas ‘Pânico 2’ reaproveitou um cenário bastante famoso da indústria cinematográfica. Lembram-se da casa das Omega Beta Zeta, de onde CiCi (Sarah Michelle Gellar) é arremessada pela sacada e morre? Pois bem, esse casarão é o mesmo usado como a mansão da Srta. Trunchull (Pam Ferris) no adorado filme infantil ‘Matilda’ (1996).

VOLTANDO DOS MORTOS

Matthew Lillard interpretou um dos assassinos em ‘Pânico’ e, como já era de se esperar, teve uma morte bastante trágica (e sangrenta). Entretanto, Lillard fez uma breve aparição ao fundo de uma festa de faculdade em ‘Pânico 2’ (não como seu personagem predecessor é claro). O ator pode ser visto aos 35 minutos do filme.

MUDANÇAS DE ÚLTIMA HORA

‘Pânico 2’ foi alvo de vazamentos durante as filmagens. O roteiro havia sido disponibilizado pela internet, revelando que os assassinos seriam Derek (Jerry O’Connell) e Hallie (Elise Neal). Por isso, Williamson teve que retrabalhar na história e mudar a identidade dos serial killers.

CARTAS DE AMOR

Como já sabemos, a saga ‘Pânico’ é conhecida por referenciar diversas obras clássicas do cinema – mas a primeira sequência superou todas as expectativas ao fazer alusão a nada menos que 34 longas-metragens, incluindo ‘Showgirls’‘O Guarda-Costas’‘O Mistério de Candyman’‘O Poderoso Chefão’ ‘Aliens – O Resgate’.

UMA IMPRESSÃO E TANTO

David Warner, que interpretou o diretor de teatro Gus em ‘Pânico 2’, foi pessoalmente escolhido por Craven para uma breve aparição. Craven havia ficado bastante impressionado com a atuação de Warner em ‘A Profecia’ e decidiu chamá-lo. Além disso, o ator havia feito audição para viver Freddy Krueger em ‘A Hora do Pesadelo’, mas o papel foi dado a Robert Englund.

‘Quarteto Fantástico’: Laurence Fishburne quer interpretar Galactus em possível novo filme

Laurence Fishburne fará sua introdução no Universo Compartilhado da Marvel com o filme ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, mas já está de olho em outro papel da Marvel. O ator revelou que gostaria de interpretar o vilão Galactus, conhecido como Devorador de Mundos.

“Bem, essa não é a minha primeira vez na Marvel; Eu dublei a voz do Surfista Prateado. E se algum dia eles fizerem outro – se fosse um vilão –, eu adoraria interpretar o Galactus.”

Apesar do recente reboot da franquia ter fracassado, é provável que o ‘Quarteto Fantástico‘ volte para as telonas em uma nova encarnação, após a compra da FOX pela Disney.

Recentemente, ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ se tornou o 20º da Marvel a receber o selo de certificação do Rotten Tomatoes. A condecoração veio logo após a sequência atingir a marcar de 90% de aprovação, mediante as 63 críticas já divulgadas.

E para te preparar para a estreia, separamos as principais críticas internacionais.

Confira:

“A recompensa não são os pontos do roteiro, mas sim as piadas, que – de alguma forma – desarmam a tensão, sem degringolar o filme”. – David Edelstein, New York Magazine/Vulture

“‘Homem-Formiga e a Vespa‘, a primeira sequência de ‘Homem-Formiga‘, mal consegue ser o exoesqueleto quando comparado com seu predecessor, que é muito melhor”. – Johnny Oleksinski, New York Post

“‘Homem-Formiga e a Vespa‘ funciona suficientemente bem”. – Brian Lowry, CNN.com

“‘Homem-Formiga e a Vespa‘ é discutivelmente mais uma comédia descomplicada, ao ponto de nem ter um vilão principal”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club

“Este é um desses produtos da Marvel vendendo o autoconsciente distanciamento como uma estratégia narrativa definidora… Parece menos como um filme, do que um meme que alguém fez sobre um trailer do ‘Homem-Formiga‘”. – Darren Franich, Entertainment Weekly

“Nem tudo precisa ser sério e épico. Às vezes se divertir é tudo o que nós precisamos”. – Scott Menzel, We Live Entertainment

 

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Primeiras impressões sugerem sequência épica 

Revelada a conexão entre ‘Vingadores 4’ e ‘Homem-Formiga e a Vespa’ 

A adaptação dos quadrinhos deve arrecadar cerca de US$ 75 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. A projeção é do Hollywood Reporter.

Vale lembrar que esse valor é ótimo em relação ao filme original, que conseguiu US$ 57 milhões na estreia e totalizou US$ 519 milhões mundialmente para seu orçamento de US$ 130 milhões.

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

O elenco conta com Paul Rudd, Evangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

 

3ª temporada de ‘Claws’ ganha trailer; Assista!

A 3ª temporada de ‘Claws‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Sem data de estreia agendada, a 3ª temporada será lançada em 2019.

A série gira em torno da vida e dos crimes de cinco mulheres que trabalham em um salão de beleza da Florida.

Carrie Preston, Niecy Nash, Kevin Rankin, Judy Reyes, Jason Antoon, Jack Kesy, Harold Perrineau, Karrueche TranJenn Lyon estrelam.

‘Mortel’: Força sobrenatural dá poderes a jovens no trailer da nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série sobrenatural, intitulada ‘Mortel‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 21 de novembro.

Na trama, aparentemente sem nada em comum, Sofiane, Victor e Luisa ganham poderes sobrenaturais de um espírito vodu e se aliam para enfrentar o assassino do irmão de Sofiane.

‘The Baker and the Beauty’: Produtores NÃO conseguem encontrar novo lar para a série

De acordo com o TVLine, apesar dos esforços, os produtores de ‘The Baker and the Beauty‘ não conseguiram encontrar um novo lar para a produção após ter sido cancelada pela ABC.

Vale lembrar que, recentemente, a atriz Nathalie Kelley detonou a emissora por ter cancelado a série, afirmando que a decisão vai na contramão do movimento atual sobre representação.

“Nós estamos vendo mais do que nunca que representação é algo importante para pessoas de diferentes etnias. Como nós somos representados nas séries é como as pessoas nos veem, e o apoio e empatia que essas produções vão dar a nossa comunidade. ‘Baker and the Beauty’ é uma série latina familiar, incrível, engraçada e cheia de humor. Um cancelamento pela ABC significa que não há espaço para um elenco latino na emissora. Em uma época que as pessoas estão marchando pelas ruas exigindo representação e diversidade, esse cancelamento foi um verdadeiro choque.”

A série é baseada no show de sucesso israelita criado por Assi Azar.

Funcionando como uma releitura moderna do conto ‘A Bela e a Fera’, a narrativa gira em torno de Daniel Garcia (Victor Rasuk), um jovem padeiro cuja vida no negócio da família cubana muda drasticamente quando conhece Noa Hamilton (Nathalie Kelley) em uma noite na cidade de Miami.

Carlos Gómez, Dan Bucatinsky, Lisa Vidal, David Del Rio, Belissa Escobedo e Michelle Veintimilla completam o elenco.

‘The Kominsky Method’: Última temporada ganha data de estreia

De acordo com o TVLine, a Netflix finalmente anunciou quando a 3ª (e última) temporada da aclamada comédia dramática ‘The Kominsky Method‘ irá estrear.

O ciclo final será lançado na plataforma no dia 28 de maio.

Além disso, Alan Arkin – que nomeado ao Emmy, ao Globo de Ouro e ao SAG Award pelo seu papel como Norman Newlander – não retornará para a última temporada. Segundo um representante do ator, a decisão foi tomada “há muito tempo”, antes da pandemia de coronavírus.

Criada por Chuck Lore (‘The Big Bang Theory‘, ‘Two and a Half Men‘ e ‘Mom‘), a série ganhou dois Globos de Ouro, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Ator em Comédia para Michael Douglas.

Na trama, Sandy e Norman, dois amigos de longa data, enfrentam os altos e baixos da vida com humor, dignidade e um pouco de ajuda de seus familiares – lembrando-nos que algumas relações nunca envelhecem.

O elenco inclui Michael Douglas, Alan Arkin, Sarah Baker, Nancy Travis, Danny DeVito e Jenna Lyng Adams.

‘FROM’: Série de terror produzida pelos Irmãos Russo ganha trailer ASSUSTADOR; Assista!

Epix divulgou o novo trailer assustador de ‘From‘, nova série que mistura terror e ficção científica produzida pelos Irmãos Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

Confira:

A produção tem estreia agendada para 20 de fevereiro de 2022.

A série foi criada e escrita por John Griffin.

Em uma sombria cidade no centro dos Estados Unidos que prende qualquer um que ouse entrar nela, moradores lutam para sobreviver e encontrar um modo de sair. Mas eles são bombardeados por ameaças da floresta que cerca a cidade – incluindo terríveis criaturas noturnas.

Harold PerrineauEion BaileyCatalina Sandino Moreno, Shaun MajumderAvery KonradHannah Cheramy, Ricky HeSimon Webster e outros estrelam.

‘Spirit Halloween’: Terror cômico estilo ‘Goosebumps’ ganha trailer divertido

O terror cômico ‘Spirit Halloween: The Movie‘, que segue o mesmo estilo que o clássico ‘Goosebumps‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A trama gira em torno de personagens presos em uma loja da Spirit Halloween, com decorações ganhando vida, incluindo figuras icônicas da loja de fantasia como  Buzzsaw, NightcrawlerMr. Dark.

David Poag é responsável pela direção.

“Quando uma nova loja da Spirit Halloween aparece em um shopping deserto, três amigos fazem uma aposta de passar a noite trancados no local. Mas eles logo irão descobrir que a loja é assombrada por um espírito vingativo que possui os sinistros bonecos em exposição. Os jovens, então, embarcam em uma aventura aterrorizante para sobreviver a noite e evitar serem possuídos pela entidade.”

O elenco conta com Christopher Lloyd, Rachael Leigh Cook, Donavan ColanDylan Frankel, Jaiden SmithMarissa Reyes.

O terror será lançado em VOD no dia 11 de outubro.

‘Peter Pan & Wendy’ é BOMBARDEADO por críticas NEGATIVAS do público

Apesar de ter conquistado 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a adaptação ‘Peter Pan & Wendy‘ está sendo detonada pelo público – amargando apenas 13% de aprovação no site.

A média representa uma das maiores rejeições para uma produção da Disney na plataforma.

O longa se tornou a mais nova vítima do “review bomb” – um fenômeno recente em que um grande número de pessoas publicam avaliações negativas na tentativa de prejudicar um produto.

E qual seria o motivo da rejeição? Não é muito difícil especular. Desde o lançamento do primeiro trailer, o filme tem sido alvo de críticas por escalar a atriz negra Yara Shahidi no papel da fada Sininho. A artista, inclusive, sofreu diversos ataques racistas por causa de sua participação na adaptação.

Apesar da recepção dos críticos não ter sido unanime, o consenso geral elogiou a direção e o elenco – apesar do filme não conseguir se libertar das limitações da animação do original.

Confira as reações:

“Uma das viagens à Terra do Nunca mais visualmente impressionantes já registradas em filme, apresentando um elenco de jovens atores talentosos e veteranos confiáveis ​​que parecem nascidos para os papéis.”Chicaco Sun Times.

“Pode acabar sendo o filme infantil mais bonito, comovente e mais adorável do ano.” – Daily Telegraph.

“Infundido com energia ilimitada, mas com pouca invenção significativa, ele sobe apenas a alturas modestas, sobrecarregado por sua incapacidade de acrescentar muito à lenda icônica.”The Daily Beast.

“Esta versão do conto de fadas fundamenta a melancolia fundamental do conto original com histórias de fundo empáticas e cuida de remediar o racismo aberto e o sexismo latente do original.”Hollywood Reporter.

“A reimaginação d diretor David Lowery é artisticamente bem construída e cheia de ideias interessantes. Mas para um filme sobre a energia e a imaginação da juventude, muitas vezes parece preso em sua própria cabeça.”Empire.

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

Novo terror de POSSESSÃO DEMONÍACA conquista 100% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 38 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Late Night With the Devil‘, estrelado por David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), conquistou impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Além da excelente performance de Dastmalchian, o consenso geral também elogia o tom original da produção, que a diferencia dos outros filmes do gênero e abraça completamente sua premissa única.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A mistura inesperada entre o tom bobo de um programa de televisão vintage e uma possessão demoníaca estilo ‘O Exorcista’ diferencia o filme das outras produções do gênero.” (Variety)

“‘Late Night with the Devil’ consegue explorar diversas ideias divertidas através de sua premissa e sua história funciona muito bem como uma metáfora sobre o preço do sucesso.” (Austin Chronicle)

“Uma visão brilhante para um mockumentário, que consegue explorar todo o seu potencial sem pular instantaneamente para o terror.” (Inverse)

“Este filme tem todos os ingredientes para ser um dos melhores filmes de terror do ano, dando aos diretores Colin Cairnes e Cameron Cairnes o destaque que eles há tanto merecem.” (AWJF.com)

“David Dastmalchian está excelente. Ele consegue dominar o filme ao encontrar o equilíbrio certo entre bajulador e carismático que dominou a cultura dos anos 70.” (RogerEbert.com)

“Demoniacamente divertido.” (ScreenHub)

“‘Late Night with the Devil’ não é apenas um excelente filme de terror que traz o caos no desfecho de sua narrativa, mas também consegue capturar de forma bem-sucedida a experiência de acompanhar esse caos acontecendo na televisão em tempo real.” (The Gate)

Ambientada em 1977, a trama gira em torno de uma transmissão televisiva ao vivo que dá terrivelmente errada, libertando o mal nas telas de todo o país.

Confira o trailer:

Colin e Cameron Cairnes são responsáveis pela direção.

O elenco ainda conta com Laura Gordon, Ian Bliss, Fayssal Bazzi, Ingrid Torelli, Rhys Auteri, Georgina Haig e Josh Quong Tar.

O longa será lançado pelo Shudder no dia 19 de abril.

Dwayne Johnson causa POLÊMICA após incentivar que o público cante durante as sessões de ‘Moana 2’

Em entrevista ao BBC, Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) causou polêmica ao incentivar o público a cantar durante as sessões da animação ‘Moana 2‘.

A declaração foi compartilhada justamente em um período conturbado nos cinemas, com muitos espectadores reclamando de cinéfilos cantando durante a exibição de ‘Wicked‘, o que interfere diretamente na experiência alheia.

“Cantem! Você pagaram seu dinheiro suado por um ingresso, estão assistindo um filme musical e estão curtindo. Cantem,” declarou o artista.

O tópico se tornou um problema tão grande que a própria Ariana Grande, que interpreta a Glinda no musical baseado na popular produção da Broadway, teve que quebrar o silêncio: “Nós entendemos que você quiser cantar. Nós respeitamos seus sentimentos… mas se alguém jogar pipoca em você, ou o telefone ou algo assim, talvez você devesse parar.”

Vale lembrar que ‘Moana 2‘ estreará no Brasil no dia 28 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

James Wan comenta sobre o FUTURO do universo de ‘Invocação do Mal’ e indica 2ª FASE

Em entrevista ao Bloody Disgusting, James Wan (‘Jogos Mortais’) comentou sobre o futuro do universo de ‘Invocação do Mal‘ após o lançamento do 4º filme focado nos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

O cineasta confirmou que o próximo capítulo servirá como um desfecho para a saga, mas indicou que este não será o fim deste popular e aterrorizante universo.

“Não queremos fazer 20 desses filmes e perder o interesse dos espectadores. Amamos a ideia de finalizar a narrativa enquanto todos ainda amam este universo, estes filmes e estes personagens. Parece certo. Já estamos neste universo por mais de uma década, então é legal poder fazer uma pausa.”

Sobre o futuro da saga, ele declara: “Sou um pouco supersticioso e não quero me precipitar, mas se houver uma ‘fase 2’ [para o universo de ‘Invocação do Mal’], não será algo desconexo. Na verdade, sinto que é algo muito orgânico.”

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

Jason Voorhees será o assassino da próxima DLC do jogo ‘Dead by Daylight’; Confira o teaser!

A Behaviour Interactive confirmou que a nova DLC do jogo ‘Dead By Daylight‘ será baseada na icônica franquia ‘Sexta-Feira 13‘.

O novo capítulo, que marcará o aniversário de 10 anos do jogo, trará o Jason Voorhees como assassino.

Com a PTB agendada para o dia 26 de maio, a DLC será lançada no dia 16 de junho.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.

3ª temporada de ‘Outlander’ ganha nova imagem; Confira!

O site da revista americana Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem da terceira temporada de ‘Outlander‘.

Confira:

A série retorna em 10 de novembro.

 

 

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

 

 

 

 

‘Cobra Kai’: Sequência de ‘Karatê Kid’ superou audiência de todas as séries da Netflix

A série que marca a sequência de ‘Karatê Kid‘, intitulada ‘Cobra Kai‘, desbancou o sucesso de todos os títulos da gigante do streaming, Netflix, em termos de audiência.

A produção original da plataforma Youtube Red conquistou o coração do público, deixando para trás obras de grande repercussão, como ‘13 Reasons Why‘, ‘Arrested Development‘, ‘Perdidos no Espaço‘, ‘Cara Gente Branca‘ e até mesmo ‘The Handmaid’s Tale‘, da Hulu.

O índice de popularidade foi elencado pela empresa Parrot Analytics, que avaliou o grau de procura das séries, realizando um comparativo em termos de audiência.

A série original já teve sua segunda temporada confirmada.

Ralph Macchio (Daniel LaRusso) e William Zabka (Johnny Lawrence) reprisam seus papéis.

Serão 10 episódios, com 30 minutos cada um.

Sobre a história, a trama vai se passar 30 anos depois das histórias originais e trará Daniel tentando continuar no mundo das artes marciais sem ter mais o Senhor Miyagi como mentor.

‘Jumanji 3’: The Rock e Karen Gillan em novos figurinos ; Confira!

A sequência do sucesso de bilheterias ‘Jumanji: Bem-Vindo À Selva‘ está com suas filmagens rolando e mais uma foto dos bastidores foi divulgada. 

Na imagem em questão, vemos os astros The Rock e Karen Gillan trajando figurinos distintos. O material foi compartilhado pela conta oficial do Instagram da produção, por meio dos stories.

Confira:

Confira a primeira imagem de todo o elenco reunido:

Danny DeVito, Awkwafina, Danny Glover e Dania Ramirez são as novidades no elenco.

O ator Rhys Darby retorna como Nigel, o guia do videogame que auxilia os participantes no cumprimento de sua missão.

O filme, continuação direta de ‘Jumanji‘, estreou no final de 2017 e arrecadou mais de 962 milhões de dólares na bilheteria mundial. Depois do sucesso, a Sony Pictures confirmou que uma terceira história chegaria aos cinemas em 2019 e, com a produção prestes a ter início, os atores adolescentes foram confirmados no elenco.

Jake Kasdan encabeça o projeto, com roteiro assinado por Jeff PinknerScott Rosenberg. O terceiro ‘Jumanji’, ainda sem subtítulo oficial, também traz de volta Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack BlackKaren Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman e Morgan TurnerAwkafinaDanny DeVitoDanny Glover também foram escalados. 

O terceiro filme estreia no dia 13 de dezembro de 2019.

’50 States of Fright’: ‘Foi como fazer nove filmes independentes’, diz Sam Raimi sobre série de terror

O diretor Sam Raimi, responsável pelo aclamado ‘Homem-Aranha‘ (2002), está migrando para as telinhas com sua nova série da plataforma Quibi, intitulada ‘50 States of Fright‘.

E durante um evento de divulgação da produção, o cineasta comentou sobre o processo criativo, revelando que trazer os contos folclóricos de terror à vida foi como produzir uma sucessão de filmes independentes.

De acordo com Raimi, embora o formato menor tenha suas limitações, o desafio também se tornou uma bela oportunidade de trazer boas histórias que fossem bem representadas e caracterizadas por um talentoso elenco.

Disse:

“Os desafios de trabalhar no formato foram o tempo limitado para filmar, como qualquer programa de televisão teria. E ainda que este seja um novo formato, essa limitação foi a mesma, assim como na questão dos recursos. Essa série não é como filmes de grande orçamento. Com ‘50 States of Fright‘, foi como fazer nove filmes independentes. Nós não tínhamos os mesmos sets que uma série de TV normalmente teria ou mesmo o guarda roupa de figurinos para os personagens. Mas cada uma das tomadas feitas, cada um desses atores e figurinos foram únicos para o formato de uma série de 24 minutos de duração. Então, no final das contas, se tratava menos de confiar nos efeitos visuais ou em um espetáculo de grande orçamento e mais em tentar trazer de volta a essência básica de contar uma simples história. Esse foi o desafio dado tanto pelo formato e pelas limitações de orçamento. Mas indo mais além, ainda há a vantagem de que sabemos que as audiências amam boas histórias, então esse foi o nosso foco”.

 

A primeira temporada explora as histórias inspirada por lendas urbanas norte-americanas, “levando os espectadores para os horrores que espreitam a superfície”.

O elenco inclui Rachel Brosnahan, Travis Fimmel, Christina Ricci, Jacob Batalon, Ming-Na Wen, Taissa Farmiga, Asa Butterfield, John Marshall Jones, Ron Livingston, Victoria Justice, Karen Allen, Colin Ford, Alex Fitzalan, James Ransone, Emily Hampshire, Elizabeth Reaser, Rory Culkin, Warren Christie, Danay Garcia e William B. Davis.

Scott BeckIsa MazeiDaniel GoldhaberLee Cronin dirigem os episódios.

’50 States of Fright’ já está disponível no Quibi.

‘O Maior Roubo de Arte de Todos os Tempos’: Minissérie criminal já está disponível na Netflix

A minissérie documental criminal ‘O Maior Roubo de Arte de Todos os Tempos‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (07) na grade de programação.

Confira a sinopse oficial:

Foi o maior roubo de arte da história: no Dia de São Patrício em 1990, obras lendárias de Rembrandt, Vermeer e outros, que hoje valeriam mais de meio bilhão de dólares, foram roubadas do Museu Isabella Stewart Gardner em Boston. Com direção de Colin Barnicle, esta série documental em quatro partes conta como foi a investigação desse mistério, que até hoje não foi resolvido.

A minissérie conta com quatro episódios, de cerca de 50 minutos de duração.

Confira o trailer:

 

5 razões para assistir A Outra Garota Negra, nova série de terror cômico da Star+

Sucesso instantâneo na lista de bestsellers do New York Times, A Outra Garota Negra é uma metalinguística jornada literária onde uma jovem aspirante a editora tenta conquistar o seu lugar em um competitivo ambiente profissional.

Disputando a atenção de seus chefes com uma nova e misteriosa colega de trabalho, ela logo verá sua vida envolta em uma bizarra e perversa conspiração, conforme vai estreitando sua relação com essa carismática e peculiar figura recém-chegada na empresa.

Lançada em 2021, a obra marca a estreia de Zakiya Dalila Harris como escritora. Uma mistura de Corra! com O Diabo Veste Prada, A Outra Garota Negra é uma ótima fusão entre o suspense e um terror psicológico, salpicado por uma comédia sarcástica e ácida. Abordando questões como privilégios, raça e gênero, a história faz um relato instigante sobre as dinâmicas de poder em uma estrutura social corrompida por um histórico de segregação racial.

E em uma entrevista ao CinePOP, Harris falou sobre a oportunidade de adaptar seu primeiro livro para as telinhas, assumindo também a função de co-produtora, ao lado de Rashida Jones. Ao longo do bate-papo, a artista refletiu sobre a riqueza e originalidade do projeto e como o público pode se identificar com a história de Nella.

E se você ainda não conhece A Outra Garota Negra, Zakiya Dalila Harris revela cinco razões para te convencer a assistir a produção agora mesmo na Star+. Confira!

Entretenimento POP, com um toque de comentário social

E ainda que parte do alicerce da trama esteja calcado em uma análise sociorracial, a série consegue fugir dos estereótipos batidos usados em tantas produções recentes, que têm abusado das diferenças entre raças de forma enfadonha, pedante e piegas. Aqui, mesmo que as raízes da protagonista Nella sejam extremamente importantes para o corpo do mistério, as reflexões conseguem cruzar a obviedade, não se tornando um palanque político, tão pouco uma guerra clássica de “branquitude vs negritude”.

Para a escritora, “A série é extremamente envolvente em todos os aspectos, principalmente pelo fato de não ser uma história linear. Há um quebra-cabeça a ser montado e a audiência é convidada a tentar responder a pergunta: ‘Quem está assombrando Nella?'”

Produção da Rashida Jones

LOS ANGELES, CA – FEBRUARY 10: Rashida Jones attends the 61st Annual GRAMMY Awards at Staples Center on February 10, 2019 in Los Angeles, California. (Photo by Matt Winkelmeyer/Getty Images for The Recording Academy)

Um dos grandes trunfos criativos por trás de A Outra Garota Negra é justamente o envolvimento direto da atriz Rashida Jones, que aqui assume a função de co-produtora da projeto. Ajudando Harris a navegar por um cenário até então desconhecido, a aclamada artista consegue equilibrar os gêneros de terror, suspense e comédia, de forma que os roteiros de cada episódio sejam fluídos e ágeis. Para a escritora, a extensa experiência de Jones em Hollywood foi fundamental para garantir que a série tivesse o ritmo certo, sempre mantendo a atenção da audiência.

“Haviam alguns elementos relacionados às mulheres que trabalhavam na editora nos anos 80, mas não sabíamos como incorporá-los na trama contemporânea. Para conseguirmos acertar esse aspecto, tivemos que reescrever os episódios diversas vezes. Fizemos muitas anotações e tivemos uma equipe de roteiristas maravilhosa. E claro, Rashida foi incrível e conseguiu encontrar maneiras de tornar a história compacta e POP. Ela tem uma visão mais fresca e me ajudou a traduzir esse material para um novo formato mais curto e dinâmico”.

Referência a clássicos do cinema

Para construir a atmosfera corporativa ideal, A Outra Garota Negra bebeu de algumas clássicas fontes do cinema oitentista e noventista, trazendo algumas referências tanto estilísticas, bem como de direção. De acordo com Zakiya, uma das grandes inspirações criativas para contruir um ambiente de escritório mais sombrio e misterioso foi o icônico thriller A Firma, de 1993, estrelado por Tom Cruise.

“Nós vemos muitas comédias que se passam em escritório, mas eu queria que essa série tivesse mais aquele elemento obscuro que vemos em A Firma. A Outra Garota Negra também carrega aquela mesma energia do filme, que nos faz questionar: ‘será que há algo podre aqui?'”, comentou.

Episódios curtos & trama fluída

Para os fãs de suspense com pouco tempo de sobra, A Outra Garota Negra oferece o tipo de entretenimento certeiro. Com episódios de menos de 30 minutos de duração, a original da Star+ consegue explorar seus arcos com facilidade, sem precisar se extender desnecessariamente. E conforme pontuou a própria autora do livro, a ideia de abordar a trama de maneira mais condensada e sucinta permitiu que o suspense aflorasse em tela com uma agilidade muito maior.

“Essa foi a parte verdadeiramente mais difícil, porque quando se escreve um livro, você tem um espaço muito maior para trabalhar seus personagens. Eu não podia dispender tanto tempo assim abordando a infância de Nella na série. Nós tínhamos muitas paginas para trabalhar ao longo desses episódios de 30 minutos e é por isso que até tivemos que adiantar alguns elementos horripilantes que só aparecem no livro mais para frente, a fm de que conseguíssemos mostrar que tipo de produção essa é, logo de cara”.

Narrativa Metalinguística

Abordando o universo de editoras de livros, a adaptação da obra de Zakiya traz um olhar apurado e sarcástico de um contexto profissional bem particular. Convidando a audiência para uma experiência dinâmica – que se comunica diretamente com o fantástico mundo da ficção literária -, a também produtora da série não chega a quebrar a quarta parede, mas flerta com a técnica por diversas vezes, trazendo a audiência para dentro da trama a partir do terror e do suspense psicológico, vinculados a suas próprias vivências, conforme ela mesma comentou durante a entrevista.

“Trabalhei no ramo de publicações por alguns anos, então muito do que temos no livro e na série é baseado em minhas próprias experiências de ser a única mulher negra naquele espaço. Fui acostumada a transitar por lugares com mais pessoas brancas, então aprendi a conviver nesses dois mundos distintos, sabe? Então muito disso fez parte da construção de Nella, assim como seu desejo de ter alguém com quem ela se identificasse, uma colega de trabalho que fosse negra, que pudesse ser uma aliada ecom quem ela tivesse muitas coisas em comum. Mas claro, na minha mente de escritora, eu amo pensar em todos os caminhos errados que essa nova amizade poderia tomar. Então pensei: ‘Ok, podemos complicar mais as coisas?’ E aí fomos para esse caminho mais horripilante e assustador”, concluiu.

A trama gira em torno de Nella Rogers, uma assistente que trabalha em uma companhia editorial majoritariamente branca na cidade de Nova York que está cansada de ser manipulada e marginalizada como a única garota negra da empresa. Porém, ela fica animada quando uma colega também negra, Hazel, chega – mas será que ela é uma amiga ou inimiga?

Relembre o trailer:

Contando com dez episódios, a produção traz Jordan ReddoutGus Hickey como showrunners.

Sinclair DanielAshleigh MurrayBrittany AdebumolaHunter ParrishBellamy YoungEric McCormackGarcelle Beauvais estrelam.

Rashida JonesAdam Fishbach, Tara DuncanMarty BowenWyck Godfrey, Harris, Reddout e Hickey entram como produtores executivos.

Crítica | A Natureza do Amor – Comédia Romântica entrega Corajosa Reflexão sobre Adultério e Desejo aos 40

Apresentado no Festival de Cannes 2023, na mostra Um Certo Olhar, A Natureza do Amor (Simple Comme Sylvain) é uma comédia romântica sobre — ainda pouca abordada no cinema moderno — a experiência da mulher adúltera em busca de prazer e paixão ao invés de segurança e conforto. O terceiro longa da canadense Monia Chokri é um intenso passeio de emoções sobre a vida amorosa da mulher independente do século XXI. 

Já na primeira cena, a diretora quebecoise nos coloca na mesa de jantar com dois casais de amigos, no qual conhecemos alguns aspectos de suas personalidades e, principalmente, classe econômica. Sophie (Magalie Lépine Blondeau), uma professora de filosofia universitária casada com Xavier (Francis-William Rhéaume) e do outro lado os amigos Françoise (vivida pela própria diretora Monia Chokri) e Philippe (Steve Laplante) no patamar de progenitores em torno das necessidades dos filhos. 

Todos parecem cômodos em seus discursos de classe média bem sucedida entre belas taças de vinhos e uma vida confortável. Afinal, o status social será a tônica tanto para o desencadeamento de uma paixão quanto a comédia dos desencontros entre o desejo e a materialidade dessa fantasia no mundo real. Para acompanhar esta jornada, a trilha sonora também tem  sua mágica, com destaque para Still Love You (1984), de Scorpions, que adentra o roteiro e o romance iminente.  

Em sala de aula, Sophie ensina sobre a teoria do amor baseada na obra Retórica de Aristóteles e outros filósofos. Os sentimentos transmitidos a seus alunos, entretanto, estão adormecidos dentro dela, que aos 40 anos tem uma vida estável e sem grandes emoções. Para sair da rotina, o casal Sophie e Xavier estão prestes a comprar uma casa de férias no campo, distante da cidade e perto de um lago. O sonho da classe média moradora de apartamentos na capital, seja em qualquer lugar do mundo. 

A partir desse projeto, Sophie conhece o encarregado de obras Sylvain (Pierre-Yves Cardinal), o qual cuida dos últimos reparos da sua nova moradia sazonal. Como nos melhores clichês românticos, a moça da cidade encanta-se pelo jeito simples e rústico do moço do campo. Independente do esperado acontecimento, a química entre os atores funciona de forma a soltar faíscas em cena e o sorriso meio cínico meio ingênuo de Sylvain é um convite inevitável para o público e Sophia deixar-se levar se pelas expectativas de mais do que uma bela curvatura dos lábios. 

Narrativas de mulheres afortunadas e casadas que se envolvem com os trabalhadores braçais em busca de uma verdadeira paixão baseada na ideia do homem pobre, mas másculo, não é uma novidade. Os romances históricos, por exemplo, Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk (1865), de Nikolai Leskov, e O Amante de Lady Chatterley (1928), de D. H. Lawrence, já apresentavam a mulher adúltera em busca de seus próprios interesses, mas o cinema arrisca ainda muito pouco nessa dinâmica sem criar uma vilã.

Se recomeços após traições alheias são enredos cativantes, como Sob o Sol da Toscana (2003), de Audrey Wells, a adúltera, tal como em Infidelidade (2002), de Adrian Lyne, recebe uma carga punitivista. Com bravura, Monia Chokri deixa essas características por terra e navega em uma madura trajetória a fim de permitir-se viver além dos rótulos. Quando Sophie entrega-se a Sylvain, ela adentra ao seu mundo simples e sua família, sem diplomas universitários e muitos erros linguísticos. 

Por diversas vezes, ela corrige o seu modo de falar de maneira a notar-se que este detalhe a incomoda. A direção de arte tem um trabalho notável em criar tudo sem tons beges e vermelhos como uma outono interminável na vida dos seus personagens, até mesmo uma pouco usual luva de plástico bege compõe o cenário perfeitamente modulado. Trabalho semelhante pode ser admirado no surrealista Babysitter (2022), segundo longa-metragem da diretora, disponível na plataforma MUBI

Antes de passar ao próximo capítulo de uma aventura, no entanto, Sophie precisa terminar o seguro, aprazível e duradouro relacionamento com Xavier. Cenas de términos de relacionamento costumam ser muitas boas, se feitas na medida certa, senão torna-se uma quebra de ritmo e de elo com o espectador. Como em filmes premiados pelos seus roteiros, Closer – Perto Demais (2004) e A Pior Pessoa do Mundo (2021) — ótimos exemplos de rompimentos dolorosos —, Chokri (que também assina o roteiro) deixa todos os dilemas da sua protagonistas navegarem de forma realista e pungente. 

Ao atravessar a barreira de convencer-se sobre suas escolhas, Sophie é uma mulher real, sem heroísmo, carregada de alguns preconceitos de sua classe e com dúvidas sobre como lidar com a realidade da carga sentimental adquirida nos livros de filosofia. Para uma comédia romântica, A Natureza do Amor entrega muito mais do que um bom momento de catarse cômica e emotiva, mas uma viagem de introspecção sobre vontade, coragem e aceitação.

 

Ganhador do César de Melhor Filme Estrangeiro 2024, A Natureza do Amor (Simple Comme Sylvain) estreou nos cinemas brasileiros no dia 25 de abril de 2024 com distribuição da Imovision

‘Black Mirror’: 5ª temporada terá episódio gravado no Brasil, afirma site

A Netflix confirmou oficialmente a renovação de ‘Black Mirror’ para a sua quinta temporada, e acaba de divulgar um intrigante cartaz.

Além disso, de acordo com Buzzfeed Brasil, a nova temporada contará com um episódio gravado no Brasil. Uma equipe da Netflix virá ao país em abril para gravar cenas em São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda segundo o site, a produtora Conspiração Filmes também está envolvida no projeto.

A informação não foi confirmada até o momento. Novidades devem sair em breve.

Confira, com o teaser de anúncio:

Ranqueamos todos os seis episódios da quarta temporada, como de costume do pior ao melhor. Como sempre comentaremos com alguns detalhes cada item, portanto, se você é o louco que ainda não maratonou Black Mirror, corra para fazê-lo e depois volte aqui. Queremos também saber a sua opinião, que é muito importante para nós, mas sempre com educação e respeito. Lembrando que esta lista reflete nossa opinião, e que a sua tem todo o direito de ser diferente. Vamos lá.

06 | Episódio 2: Arkangel

Uma pequena confusão inicial ocorreu quanto a ordem dos episódios. Inicialmente, Arkangel era tido como o primeiro episódio da nova temporada. Seja erro do Imdb, no qual constava a ordem trocada, ou uma estratégia da própria Netflix devido às críticas, os episódios chegam em nova ordem. De qualquer forma, Arkangel segue como o último em nossa preferência. O episódio dirigido pela prestigiada Jodie Foster fala sobre o relacionamento abusivo de uma mãe ultra zelosa (Rosemarie DeWitt) com sua filha – famílias problemáticas sempre foram alvo de interesse da diretora Foster. A tecnologia apresentada é uma espécie de babá eletrônica do futuro, que funciona através de um chip implantado na cabeça da cria, permitindo à progenitora ver tudo pelos olhos da criança, a rastrear e inclusive bloquear o que julgar impróprio. O esforço poderia render um desfecho mais interessante, resultando apenas numa picuinha novelesca de mães sufocadoras e suas filhas subjugadas.

05 | Episódio 3: Crocodile

Dirigido por outro dos mais talentosos diretores deste lote, o episódio de John Hillcoat (A Estrada) também não possui um desenvolvimento satisfatório, resultando num exagero que espera chocar por certa crueza. Aqui temos a mulher de negócios bem sucedida interpretada por Andrea Riseborough (Oblivion), que esconde um crime acidental em seu passado, quando era jovem. Como forma de encobrir esse rastro ela começa a eliminar toda ponta solta que encontra pelo caminho, descendo em uma espiral de loucura e psicopatia. O episódio não tem tempo de trabalhar bem sua personalidade e ao mesmo tempo apresentar uma investigação de outro acidente, que irá levar uma agente de seguros até os crimes da mulher. A tecnologia apresentada aqui é uma espécie de leitor de mentes, que consegue resgatar suas memórias e salvá-las numa máquina.

04| Episódio 6: Black Museum

O último episódio e mais misterioso é na verdade uma grande homenagem para a mitologia da série. É como se o criador Charlie Brooker decidisse criar seu primeiro crossover dentro do universo de Black Mirror, trazendo num único episódio, em um museu, todos os artefatos tecnológicos apresentados até aqui, em episódios de todas as temporadas. Acredite, aqui irão encontrar muitas referências. Além disso, o episódio funciona como três dentro de um. Aqui, além da trama principal do Museu, temos dentro dela, duas outras que apresentam verdadeiramente os itens encontrados no local. A primeira conta sobre um médico cuja tecnologia o faz sentir os sintomas das vítimas, conseguindo evitar muitas mortes. O sujeito, no entanto, termina viciado em dor, como efeito colateral, e sendo Black Mirror a coisa não acaba nada bem. O segundo mostra uma mulher em coma tendo a consciência transferida para dentro da mente de seu companheiro. Uma ideia nada convidativa também. Mas o desfecho deixa a desejar com uma história de vingança.

03| Episódio 5: Metalhead

Este é o episódio com a trama mais simples e direta. O que tem se mostrado uma tendência nesta temporada – o abandono de ideias complexas e interpretações intrincadas. O que satisfaz em Metalhead é seu teor cult, que soa saído diretamente da década de 1980, misturando cinema de entretenimento com obras de arte. É o filme de terror desta temporada, e soa como a simplicidade e eficiência de O Exterminador do Futuro (1984), por exemplo. Tudo o que se precisa saber aqui é que estamos num futuro pós-apocalíptico, e existem máquinas assassinas dispostas a nos exterminar. Isso é o suficiente para este episódio todo criado em preto e branco, e dirigido por David Slade (30 Dias de Noite) te arrepiar dos cabelos aos pés. É tenso, muito nervoso e promete te deixar na beira da poltrona esperando a próxima cena. Metalhead mostra também que se bem trabalhado, episódios com premissas simples podem funcionar bem dentro de tal universo.

02| Episódio 4: Hang the DJ

O San Junipero desta temporada, Hang the DJ, ao contrário da maioria aqui, fala sobre relacionamentos amorosos no mundo moderno. Uma premissa que sempre precisa fazer parte de Black Mirror porque é muito de seu cerne também. Este é o único com tal temática na nova temporada. Na trama, o mundo é ditado por um aplicativo de relacionamentos que indica seu parceiro e te diz exatamente quanto tempo a relação terá– uma espécie de pastores evangélicos do futuro. Imagine O Lagosta, filme com Colin Farrell, porém, mais tecnológico. Hang the DJ encanta por ser o episódio mais bonitinho e romântico do novo lote. É claro que os protagonistas não irão aceitar as imposições deste novo mundo e se rebelar. O episódio entretém e consegue manter o interesse, revelando exatamente o teor ao qual estamos acostumados em Black Mirror.

01| Episódio 1: USS Callister

Nosso episódio preferido, e o da maioria, é esta homenagem de Black Mirror à cultuadíssima série de ficção científica Star Trek. Nada mais justo do que um grande seriado de ficção homenagear outro que é a base para quase tudo que foi feito no gênero. Mas USS Callister não é, como se imaginava, apenas uma sátira/homenagem da obra criada por Gene Roddenberry, e funciona por si próprio, criando a reviravolta mais dark da temporada. O episódio é o melhor porque funciona com harmonia em relação a tudo criado por Black Mirror ao longo destes anos. É o episódio mais respeitoso da mitologia, e o que segue de perto sua cartilha, criando uma trama interessante, urgente e muito criativa.

Oi? Disney está desenvolvendo robôs que podem substituir os dublês e até ‘voar’

É isso mesmo que você leu! Segundo o site The Telegraph, a Disney desenvolveu uma espécie de “robô dublê” que pode substituir as pessoas no set de filmagem.

Ainda de acordo com o site, a máquina da empresa pode fazer grandes saltos de até 18 metros de altura, usando uma combinação de tecnologias para imitar os movimentos de um dublê humano.

O cientista que trabalhou no robô denominado ‘Stuntronics’, Morgan Pope, contou mais detalhes sobre os objetivos da empresa:

“Desde o início, queríamos fazer algo que não fosse apenas humano, mas além do humano. A esperança é que vamos conseguir entregar algo físico e tangível, em oposição ao digital e virtual”

À partir de 2019, a Disney deve utilizar a tecnologia em seus parques temáticos, para representar personagens famosos do cinema.

Crítica | ‘Ruim Pra Cachorro’ DEFINITIVAMENTE faz jus ao título

Antes de começar a crítica, vale dar um aviso para evitar maiores constrangimentos. Apesar de ser um filme sobre cachorros falantes, Ruim Pra Cachorro NÃO É UM FILME INFANTIL. Sua classificação indicativa oficial no Brasil é para maiores de 16 anos, apesar de alguns cinemas terem erroneamente colocado sua classificação como para maiores de 12. O longa é um grande besteirol, recheado de palavrões e cenas escatológicas.

Digo isso porque assisti o filme em uma sessão com umas quatro famílias com crianças pequenas, que provavelmente foram ao cinema achando que veriam um tipo de Beethoven do século XXI ou coisa do tipo. E sinceramente, ver até que piada politicamente incorreta ou situação completamente constrangedora eles aguentavam antes de deixar a sessão foi mais divertido que o filme em si. Na última década, tivemos alguns longas que vieram nessa leva de subverter temas geralmente associados à infância em comédias escrachadas recheadas de sacanagem, como Ted e Festa da Salsicha. No entanto, ambos os exemplos citados agora tiveram uma estrutura narrativa bem mais sólida e divertida.

O filme acompanha um cachorrinho cujo único contato com a vida se resume ao que ele acredita ser o amor de seu dono. No entanto, o cara é um completo babaca que passou esse tempo inteiro maltratando o coitado. Então, após atribuir ao bichinho os piores nomes possíveis, tentar abandoná-lo trocentas vezes e ficar se masturbando na frente do coitado, o rapaz recebe uma carta de despejo e atravessa a cidade com o mascote para se livrar do bicho antes de se mudar. Só que o doguinho acha que é apenas mais uma das brincadeiras do dono e decide voltar até lá.

No entanto, ele conhece outros cachorros de rua no caminho, que abrem seus olhos para os abusos sofridos e como a vida de vira-lata pode ser boa se ele se basear em algumas regras: mije em tudo que quiser possuir, transe com tudo aquilo que te despertar desejo e aproveite a vida nas ruas. O problema é que o cachorrinho abusado fica revoltado e decide voltar para casa para se vingar do dono destruindo aquilo que ele mais ama: o próprio pênis.

 

Pois é, essa premissa meio absurda vem como uma paródia dos clássicos filmes de cachorro, geralmente dramáticos, que são lançados anualmente nos cinemas. Em meio a isso, eles constroem algumas piadas até boas, mas a grande maioria é bem fraca. Eles miram no humor ácido de South Park, repleto de palavrões e escatologia, só que carece das sacadas inteligentes da animação, que ficou famosa por ironizar sem escrúpulos a sociedade em geral. É um filme que segue o nível de tosqueira do infame A Farsa dos Pinguins (2007) e mais constrange do que faz rir.

Você pode até argumentar que existe o humor por constrangimento, amplamente difundido na atualidade por The Office, mas aqui não acerta o timing cômico, então é só constrangedor mesmo. Claro que há momentos realmente engraçados, como na sequência em que os cachorros se drogam acidentalmente com cogumelos. É algo tão bizarro que beira o grotesco, mas definitivamente funciona. O problema é que o filme não escolhe uma vertente do humor para abraçar e acaba ficando cansativo. Eles tentam vários tipos de piadas no longa, o que não deixa a graça coesa.

Há também uma piada sensacional com os filmes ao estilo Marley & Eu, mas é apenas um gracejo muito criativo em meio a um humor duvidoso baseado exclusivamente em: “Olha só o cachorro fofo falando palavrão”. É pouco, sabe? E ter momentos realmente criativos no longa só aumenta a decepção porque passa a impressão de que poderiam ter feito uma comédia daquelas de marcar geração, tipo American Pie, Se Beber Não Case ou até mesmo o igualmente controverso Ted.

Lá fora, o grande chamariz para o projeto foi o elenco de alto nível cômico, encabeçado por Will Ferrell e Jamie Foxx, contando também com Isla Fisher e Randall Park. No Brasil, o filme chegou aos cinemas praticamente só contando com sessões dubladas, porque o estúdio contratou metade do Comedy Central para dar voz aos cachorros. E aí o trabalho foi trágico, porque o protagonista é vivido pelo dublador Wendel Bezerra, que contracena com um monte de humoristas. É complicado, porque a presença de um profissional da área no meio da galera novata mostra a diferença de nível dos trabalhos. E assim, não é culpa dos comediantes que aceitaram. Eles estão tentando fazer o que foram pagos para fazer, e quem não aceitaria ser pago para dar sua voz a um filme de comédia sendo um profissional do humor? A culpa é do estúdio que escalou um elenco de não-dubladores para dublar.

E o mais curioso disso tudo é que foi justamente a decisão do estúdio de ter pelo menos o protagonista sendo dublado profissionalmente que causou um estranhamento ainda maior. Talvez, se todos fossem Star Talents ou todos fossem dubladores profissionais, a diferença do nível das atuações não seria tão grande.

De qualquer forma, o filme tenta ser subversivo, mas acaba sendo apenas bobo. É tanta bobajada sem coesão em sequência que torna a sessão mais cansativa do que divertida, mesmo tendo uma ou outra ideia boa perdida pelo caminho. E de novo, caso o cinema mais próximo a você também esteja dizendo que a classificação indicativa é para maiores de 12 anos, não caia nessa. Sério, uma criança aprende menos palavrão e sacanagem ouvindo um disco do Costinha do que vendo Ruim Pra Cachorro.

Ruim Pra Cachorro está em cartaz nos cinemas.

Crítica | A Mãe do Ano – AÇÃO Genérica da Netflix Vale por Boas Sequências de Luta

Não é de hoje que a Polônia tem feito grandes lançamentos na plataforma da Netflix, especialmente com relação ao gênero da ação – e quase sempre tem entregado filmes satisfatórios, que de alguma forma remetem às estruturas técnicas produzidas em Hollywood, mas com cenários distintos. Assim, não foi com grande surpresa que neste mês de maio – mês em que é celebrado o Dia das Mães na maior parte do mundo – a Netflix tenha trazido como um de seus carros chefes o lançamento do filme de ação polonês ‘A Mãe do Ano’.

Nina (Agnieszka Grochowska) tem um passado obscuro e sua verdadeira identidade tem que ser escondida para que ela consiga viver em paz. Essa aparente tranquilidade tem seu preço: Nina é obrigada a viver sempre se escondendo e, pior ainda, teve que abrir mão de uma vida ao lado de seu filho, Max (Adrian Delikta), a quem observa o crescimento à distância, estacionando em frente à sua casa e fuxicando sua vida nas redes sociais. Para se anestesiar no dia a dia Nina se entrega à bebida barata e brigas de rua ocasionais defendendo jovens prestes a se meterem em encrenca. Porém o passado não parece estar tão enterrado assim, e as pessoas que costumavam persegui-la parecem ter redescoberto seu paradeiro e, para atingi-la, sequestram Max, tocando no ponto mais sensível de Nina. Agora ela terá que revelar sua identidade e vir à tona para salvar a vida de seu filho, o que também lhe dará a oportunidade de finalmente ter um contato mais direto com ele.

A sinopse de ‘A Mãe do Ano’ é bem genérica, com ares de filme dois de franquia com cujas informações cruciais (por exemplo, o tal passado sombrio da protagonista) não é apresentado ao espectador, apenas mencionado. Não que essa informação seja absolutamente crucial, mas ajudaria a criar conexão com o espectador para que a gente se solidarizasse com as feridas dessa personagem; sem tê-la visto ou sentido, ficou só como uma informação a mais para sustentar um enredo fraco.

Também as atuações não são lá grande coisa. O elenco de apoio fica marcado com atuações bem caricatas, enquanto a protagonista veste uma carapuça impassível estilo anos 80, sem expressar emoções. É uma pena que o roteiro de Lukasz M. Maciejewski e Mateusz Rakowicz não tenha se dedicado a construir personagens minimamente interessantes para prender nossa atenção por uma hora e meia de filme, cuja premissa não é das uma das melhores, mas prometia mais do que entrega.

Num filme de ação um dos quesitos que mais pontua é, bom, as cenas de ação – que, no filme de Mateusz Rakowicz traz sequências de luta alinhadas a uma edição que imprime ritmo e agilidade a uma câmera frenética que vira para todos os lados, acompanhando os movimentos dos golpes entre os personagens. Se por um lado a história não é tão boa ,ao menos os planos-sequências de combate são bem realizadas.

Irregular e com um mote previsível, ‘A Mãe do Ano’ só vale pelas sequências de ação. Mas tudo leva a crer que com o sucesso que está fazendo na Netflix (e a cena final do projeto), é bem capaz que tenhamos uma continuação em breve.

‘Counterpart’: Série é cancelada após duas temporadas

Starz cancelou ontem, 11, a série de drama ‘Counterpart’, estrelada por J.K. Simmons, após duas temporadas. O último episódio será transmitido no domingo.

O showrunner e criador do show Justin Marks revelou o cancelamento via Twitter no domingo, mas o anúncio foi oficializado apenas um dia depois.

‘Counterpart’ recebeu críticas bastante positivas, mas falhou em gerar um barulho considerável e não conquistou muitos telespectadores. No show, Simmons encarna um burocrata em uma agência afiliada às Nações Unidas que sem querer cruza para uma dimensão paralela e encontra seu exato oposto. 

O elenco também trouxe Nazanin BoniadiJames CromwellBetty GabrielHarry LloydOlivia Williams e Eme Ikwuakor.

‘Os Cavalheiros’: Matthew McConaughey e Charlie Hunnam no primeiro trailer oficial do longa; Assista!

‘Os Cavalheiros’ (‘The Gentlemen’), novo filme do diretor Guy Ritchie, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A história gira em torno de um traficante inglês muito poderoso que tenta vender seu império extremamente lucrativo para um grupo de bilionários do Oklahoma.

Hugh GrantMatthew McConaughey, Charlie HunnamColin FarrellHenry Golding estrelam.

Além da direção, Ritchie fica responsável pelo roteiro ao lado de Ivan AtkinsonMarn Davies, e também pela produção executiva

‘The Gentlemen’ marca o retorno de Ritchie ao gênero criminal. Recentemente, ele comandou a adaptação em live-action de ‘Aladdin’, que se tornou um sucesso de bilheteria ao ultrapassar a marca de um bilhão de dólares. Seus outros trabalhos incluem ‘Sherlock Holmes’‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’.

O filme chegará aos cinemas no dia 24 de janeiro de 2020.

‘Star Trek: Picard’: Showrunner divulga duas novas imagens de bastidores; Confira!

O showrunner Alex Kurtzman divulgou hoje (26) em seu Twitter oficial duas novas imagens de bastidores em comemoração ao término da 1ª temporada de ‘Star Trek: Picard’

Confira:

O último episódio, intitulado “Et in Arcadia Ego”, vai ao ar hoje, 26 de março.

Confira as promos:

Vale lembrar que a série já foi renovada para sua 2ª temporada!

Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (‘The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful’) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘O Grande Ivan’ ganha cartazes animados INCRÍVEIS apresentando o elenco; Confira!

Walt Disney divulgou em seu Twitter oficial cartazes individuais animados de ‘O Grande Ivan’ (The One and Only Ivan), adaptação do livro best-seller infantil assinado por Katherine Applegate.

Confira:

O filme será lançado diretamente na plataforma no dia 14 de agosto, nos EUA.

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

‘Skyline 3’ amarga 50% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A sequência ‘Skyline 3‘ (Skylin3s) estreou há alguns dias no circuito internacional e teve recepção mista por parte da crítica.

No Rotten Tomatoes, o capítulo final da franquia amargou 50% de aprovação, com nota 5.40/10 baseada em 24 reviews até o momento.

Confira os principais comentários abaixo:

“A dedicação sincera [do diretor Liam] O’Donnell só consegue levar esse formulaico material a um certo nível” – Battle Royale with Cheese.

“Um filme de ficção científica perfeitamente ‘passável'” – Polygon.

“A primeira sequência pode não ter criado muitas expectativas, mas definitivamente fez mais do que essa nova iteração” – Mark Reviews Movies.

‘Skyline 3’ sabe quais são as suas prioridades – alienígenas e bastante ação -, se valendo delas até não conseguir mais” – Third Coast Review.

“Uma mistura confusa e derivativa, feita de fragmentos de outros filmes sci-fi melhores” – One Guy’s Opinion.

O longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Escrito e dirigido por Liam O’Donnell, o longa é continuação direta de ‘Skyline: A Invasão‘ (2010) e ‘Skyline: Além do Horizonte‘ (2017).

Quando um vírus ameaça acabar com a vida na Terra, uma poderosa híbrida (Morgan) deve ser unir a uma equipe de soldados de elite em uma missão para o mundo dos alienígenas para salvar o que restou da humanidade.

Lindsey Morgan (‘The 100‘) estrela. O elenco ainda conta com Jonathan HowardAlexander SiddigRhona MitraDaniel BernhardtJames Cosmo.