A trama acompanha três heróis improváveis no reino medieval da Nortúmbria, que precisam se unir para impedir uma conspiração real. Quando uma doença misteriosa acomete o rei, o príncipe Tristan se vê envolvido em uma perigosa missão, enquanto seu irmão mais novo, William — neurodivergente e não verbal — descobre o plano em casa. Unindo-se a uma garota mágica dos estábulos, Alora, e sua destemida aliada Constance, William ajuda a expor um golpe e, por fim, prova que a compaixão, e não a força, é a maior força do reino.
O longa é produzido por Juan Pablo Reinoso através da Lookbook Entertainment e ao lado de Derek, Kirsten Guenther e Sharon Kenny.
Kenny e Guenther também ficam responsáveis pelas músicas originais e pela trilha sonora da animação.
“Nosso objetivo era contar uma história que fosse ao mesmo tempo clássica e profundamente contemporânea”, disse Derek. “‘Brave Knight’ fala sobre empatia, sobre se sentir compreendido e sobre a ideia de que a força pode vir de uma visão diferente do mundo. Esta é uma história para mostrar a todas as crianças — neurodivergentes e neurotípicas — que elas têm magia dentro de si”.
Uma adaptação teatral está sendo desenvolvida em paralelo ao filme.
Nia DaCosta (‘Hedda’, ‘A Lenda de Candyman’) foi escalada como diretora do primeiro e do segundo episódios de ‘Sex Criminals’, nova série do Prime Video baseada nos quadrinhos homônimos da Image Comics (via Deadline).
Na trama, Poots interpreta Suze, uma garota normal com uma habilidade extraordinária: quando faz sexo, ela para o tempo. Uma noite, ela conhece Jon (Reynolds), que tem o mesmo dom. Então, eles fazem o que qualquer outro casal que faz sexo e consegue parar o tempo faria: assaltam bancos.
A série foi cocriada por Gordon, Nanjiani e Chun, que assumem as funções de showrunners e produtores executivos também.
‘Sex Criminals’ é baseada nos quadrinhos homônimos assinados por Matt Fraction e ilustrados por Chip Zdarsky, que foram publicados originalmente em 2013.
‘Na Mira do Júri’, a série de comédia que ganhou destaque ao colocar uma pessoa comum no centro de um julgamento falso, retornará em breve com novos episódios.
Segundo o Deadline, o Prime Video deu sinal verde para a 3ª temporada da atração, menos de dois meses depois do segundo ciclo ter chegado à plataforma de streaming.
Infelizmente, detalhes sobre a equipe e sobre a ambientação da próxima iteração não foram revelados.
Inspirada em clássicos dos anos 80, como ‘Clube dos Cafajestes’ e ‘Clube dos Pilantras’, a trama acompanha uma pequena empresa em um retiro corporativo, onde a verdadeira pessoa desprevenida será desafiada quando um “Golias” surgir inesperadamente, conforme fontes revelaram.
Para manter a integridade da premissa, a seleção do elenco e a produção da nova temporada aconteceu de forma sigilosa.
A NEON revelou o elenco de voz completo de ‘Ally’, primeiro longa-metragem animado do cineasta sul-coreanoBong Joon-ho, mundialmente aclamado por ‘Parasita’ (via Deadline).
O projeto marca o reencontro estratégico entre o diretor e a empresa que impulsionou a trajetória histórica do longa até o Oscar.
O projeto está em desenvolvimento desde 2019 e tem lançamento global previsto para 2027. Além de assumir a direção, Joon-ho coescreveu o roteiro ao lado deJason Yu.
Descrito como uma “aventura familiar que mistura humor e emoção”, o filme transporta o espectador para as regiões inexploradas do Oceano Pacífico Sul.
A trama acompanha uma curiosa e encantadora filhote de peixe-lula que nutre o sonho improvável de ver o sol e se tornar a estrela de um documentário sobre a vida selvagem. No entanto, o equilíbrio de seu habitat é ameaçado quando uma aeronave misteriosa afunda nas profundezas.
Segundo a sinopse oficial da produção, o longa é: “Inspirado em criaturas marinhas reais extraordinárias [e] explora temas de amizade e coragem, à medida que encontros entre humanos e criaturas das profundezas transformam ambos os mundos”.
A distribuição de ‘Ally’ representa a sexta colaboração entreBong Joon-ho e o CEO da Neon, Tom Quinn. Este é o primeiro projeto conjunto da dupla em sete anos, desde que o cineasta fez história ao conquistar o Oscar de Melhor Filme com uma produção de língua não-inglesa.
A BBC anunciou o elenco completo de ‘Wahala’, novo drama inspirada no romance homônimo de Nikki May (via Deadline).
Segundo as informações, Cush Jumbo (‘Histórico Criminal’), Adelayo Adedayo (‘Supacell’) e e Susan Wokoma (‘Enola Holmes’) darão vida a Simi, Book e Ronke, respectivamente, que compartilharam entre si cada aspecto de suas vidas. Porém, o mundo cuidadosamente equilibrado do trio é colocado em xeque quando Isobel, interpretada por Deborah Ayorinde (‘Them’), uma mulher carismática e muito rica, entra na órbita das amigas.
Ambientada em Londres dos dias atuais, a produção é dirigida por Theresa Ikoko, indicada ao BAFTA por seu trabalho no coming-of-age‘Rocks’ e na série ‘Get Millie Black’.
Genevieve Nnaji também faz parte do elenco.
Lindsay Salt, diretora de dramaturgia da BBC, disse em uma declaração oficial: “os roteiros de Theresa para Wahala são uma delícia absoluta – envolventes, repletos de personagens ricos e complexos, e tudo o que se espera do primoroso livro de Nikki May ganha vida na tela de forma vívida. Não é surpresa que tenha atraído um elenco deste calibre magnífico”.
Desde a pandemia, o mundo se viu de frente com a oportunidade cada vez mais presente no seu cotidiano de assistir a filmes de todos os lugares do mundo ao alcance de um clique, no sofá de casa, por conta dos streamings que desembarcaram no Brasil com toda a força de um conteúdo diverso. Essas plataformas já existiam, mas, durante o período de reclusão social, esse mercado explodiu. Esse fato mudou completamente a relação do público com a experiência de assistir a um filme.
As salas de cinema em todo Brasil ainda sofrem com semanas de baixo público e aguardam ansiosamente o próximo grande blockbuster para vender pipocas – onde realmente está a maior parte do lucro – e conseguir uma semana rentável. Quando chegam filmes como Michael ou ODiabo Veste Prada 2, que por acaso entraram ao mesmo tempo no circuito, tudo parece estar bem. A questão é: quando não tem um filme com força de marketing, logo surge a pergunta: o que fazer para poder continuar mantendo cheias as salas de cinema?
Antes de reacender uma ideia que gostaria de explorar neste artigo, é importante mencionar uma questão: não sei se falta algum tipo de coragem para criar inovações nas programações – o circuito exibidor parece engessado –, mas um fato é certo: a probabilidade de você chegar a uma sala de cinema durante a semana, por exemplo, e se deparar com poucos lugares ocupados é bastante grande.
Somente exibir um filme parece uma ideia obsoleta. Por incrível que pareça, hoje é preciso oferecer complementos como debates, pré-estreias envolventes ou algum tipo de frescor capaz de convencer o público a sair de sua casa, gastar dinheiro com ingresso – que anda caríssimos -, estacionamento, alimentação e viver a experiência dentro de uma sala de cinema.
Imagem do curta-metragem ‘Cabeça de Boi’, de Lucas Zacarias.
Em meados da década de 1970, existia a Lei do Curta, uma iniciativa que aproximava os curtas-metragens do circuito exibidor brasileiro. Com o tempo, essa Lei caiu em desuso e virou uma política cultural completamente abandonada, que até hoje é pauta para argumentações e opiniões bem diferentes. Há quem é a favor e há quem é contra.
Independente disso, pensem no seguinte: não seria legal exibir curtas-metragens brasileiros antes dos longas-metragens em sessões regulares do circuito exibidor nacional? O universo dos curta-metragistas, a cada ano que passa, revela obras cada vez mais relevantes que conseguem, em pouco tempo, reunir um leque importante de reflexões e retratar as muitas realidades de nosso país.
Atualmente, os curtas acabam sobrevivendo por meio dos ótimos festivais brasileiros que temos em nosso país ou de alguma sessão especial. Geralmente, são o primeiro projeto de todo novo cineasta, algo fundamental para a renovação da nossa cadeia audiovisual. Tenho certeza de que muitas dessas obras teriam espaço – e fariam sucesso – em uma espécie de ‘sessão dobradinha’, uma ação na programação reunindo o combo: um curta e um longa.
Eu sei que isso está bem distante. O mercado exibidor, com seu engessamento criativo, muito provavelmente jamais caminhará por essa ideia novamente. Falta curadoria, principalmente. Grande parte das programações desse mercado parece tomar ações no modo robótico, confirmando com meses de antecedência os mais badalados blockbusters e deixando grandes obras independentes fora de qualquer possibilidade de exibição, torcendo para algum ‘encaixe’. Basta reparar que vários filmes trocam de data porque acabam ficando reféns do desempenho de um blockbuster nas bilheterias.
Mas o sonho de quem ama curtas-metragens continua vivo. Quem sabe, algum dia, alguém pense fora da caixa e consiga trazer essa – e outras inovações – para um mercado exibidor ainda carente de ideias brilhantes.
O mundo da música é lar de nomes que marcaram e continuam a marcar época com hits que se tornam atemporais e que servem de inspiração para outros artistas – e, quando pensamos no cenário pop, é inegável o impacto que as mulheres possuem.
Todavia, mesmo nomes como Lady Gaga, Ariana Grande, Beyoncé e Rihanna contam com deep cuts que, apesar de serem conhecidas pelos fãs, não tiveram tanto sucesso comercial geral quanto imaginávamos.
Pensando nisso, resolvemos voltar um pouco no tempo e revisitar a discografia de várias artistas populares para encontrar essas gemas perdidas e por que deveríamos colocá-las nas nossas playlists.
Uma das eras mais memoráveis da discografia de Ariana é, sem sombra de dúvida, ‘Dangerous Woman’. O álbum, lançado em 2016, contou com uma variedade de singles – e o mais interessante é que o teor mercadológico da produção poderia ter transformado todas as faixas em canções promocionais. Esse é o caso de “Greedy”, uma das melhores entradas do compilado de originais que traz uma produção exímia de Max Martin e Ilya Salmanzadeh, vibrando em uma mistura impecável de disco-pop e synth-funk e acompanhada de vocais de tirar o fôlego.
DADDY LESSONS, Beyoncé
Álbum: Lemonade
“Daddy Lessons” é um dos vários ápices de ‘Lemonade’ e uma das canções que merecia mais reconhecimento que tem. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como premedita o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.
Há uma quantidade sólida de faixas muito boas dentro do espectro comedido de ‘Glory’, o nono álbum de estúdio da princesa do popBritney Spears (e o último de sua carreira, ao menos até o momento). E, dentro das várias músicas que nos chamam a atenção no compilado, o single “Slumber Party” rouba os holofotes: produzida pela dupla sueca Mattman & Robin, a track se afasta dos elementos explorados no decorrer do disco e permite que uma espécie diferente de reggae-pop venha à superfície, pincelado com a química estonteante entre Britney e Tinashe e com a presença inesperada de marimbas e trompetes.
Se há uma música que define o estilo de Charli XCX, esta é a clássica “Vroom Vroom”. Lançada em 2016, a faixa é uma das principais representantes do movimento do PC music e do hyperpop, empregando novas camadas de sonoridade às fórmulas utilizadas ad nauseam pelos artistas mais conhecidos. Contando com a produção da saudosa SOPHIE, que também utilizou a canção para imprimir sua marca na indústria musical, a track mergulha em um pop industrial movido a batidas ressoantes e a sintetizadores propositalmente dissonantes para nos convidar a uma jornada sinestésica e bastante vanguardista.
Assim como as outras canções promocionais do álbum de estreia homônimo de Dua Lipa, “Hotten Than Hell” mostrou-se como uma mixórdia instrumental que variou desde o dance-pop e o disco até o tropical house e o R&B (estética que voltaria a se mostrar com força em ‘Future Nostalgia’). Com aclamação generalizada por parte da crítica, a track rendeu a primeira entrada da cantora nos charts do Reino Unido, debutando em #15.
O country-pop“A-YO”, uma das faixas que compõe o subestimado álbum ‘Joanne’, é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Lady Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.
“Same Ol’ Mistakes” é uma canção que, de fato, merecia ter sido lançada como single promocional do álbum ‘ANTI’, de Rihanna, principalmente por seu caráter saudosista e bastante sensual. A presença de sintetizadores logo no começo da faixa nos lembra das incursões noventistas de Madonna (principalmente da era ‘Erotica’) e volta a falar de temas românticos em que Rihanna não consegue conciliar-se a si própria por estar apaixonada e envolvida em um relacionamento que tem tudo para dar errado, mas que ainda assim é apelativo.
Um ano depois de ter feito sua estreia com o adorado ‘Eyes Wide Open’, Sabrina resolveu se afastar das incursões mais folk-pop para mergulhar de cabeça no electropop que dominava o cenário mainstream da época. E um dos singles de ‘EVOLution’, seu segundo álbum de estúdio, é o impecável “Thumbs”: a construção da faixa se inicia com um conjunto de cordas de tirar o fôlego, dando as bases para uma narrativa que critica o capitalismo predatório e o ciclo sem fim de apatia numa sociedade movida pela ganância e pelo dinheiro – facilmente um dos pontos mais altos da carreira da cantora.
O vencedor do Oscar Michael B. Jordan (‘Pecadores’), que assume o cargo de produtor executivo da atração, fez o anúncio hoje (11) durante a apresentação da Amazon. Ele, então, introduziu a co-produtora executiva Lisa Joy – que dirigirá o primeiro episódio —, a produtora executiva/showrunnerMeredith Averill e Yarros.
Baseada na série de livros The Empyrean, escrita por Yarros, ‘Quarta Asa‘ se passa na brutal Academia Militar de Basgiath, onde a regra é clara: “gradue-se ou morra”. A protagonista, Violet Sorrengail, de 20 anos, esperava uma vida tranquila entre livros e estudos, mas tem seu destino drasticamente alterado quando sua mãe — uma respeitada general — a obriga a competir por uma vaga entre os lendários cavaleiros de dragões de Navarre.
A série literária se tornou um fenômeno desde o lançamento do primeiro volume em maio de 2023, chegando ao topo da lista de best-sellers do New York Times. O segundo livro, Iron Flame, chegou em novembro de 2023, e Onyx Storm, terceiro volume da saga, foi lançado em janeiro deste ano. A saga está planejada para ter cinco livros no total.
Além de Jordan, são produtores executivos Elizabeth Raposo (presidente da Outlier Society), a própria autora Yarros e Liz Pelletier, da Entangled Publishing. Stefano Agosto, VP de TV da Outlier Society, atua como coprodutor executivo.
Com o sucesso contínuo da franquia literária e a troca de showrunner, a expectativa é que a adaptação ganhe fôlego e entre em fase de produção ainda em 2025. Enquanto isso, fãs aguardam ansiosamente por mais informações sobre elenco, cronograma e possível data de estreia.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de outubro.
Baseada na popular saga literária de Jack Carr, a nova temporada irá adaptar o segundo livro, True Believer.
A segunda temporada trará James Reece em uma jornada de redenção violenta, encontrando um novo propósito após concluir sua lista. A trama se expande para um thriller de espionagem que percorre o mundo, levando Reece através do Oceano Índico, do sul e do norte da África, do Oriente Médio e da Europa.
Costa Ronin (‘The Americans’), Martin Sensmeier (‘1883’), Gabriel Luna (‘The Last of Us’), Edwin Hodge (‘FBI: Most Wanted’) e Caitlin Bassett (‘Quantum Leap’) serão introduzidos no próximo ano.
A narrativa acompanha James Reece (Pratt) que, depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco, volta para casa com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.
No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.
Curry Barker foi contratado para dirigir o novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, que está sendo desenvolvido pela A24, e falou em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP sobre o tom do filme.
Perguntado se o filme será uma grande produção ou algo mais intimista como seu filme ‘Obsessão‘, ele respondeu:
“‘Massacre da Serra Elétrica’ não precisa ser enorme. ‘Massacre da Serra Elétrica’ precisa parecer perturbador, precisa parecer realmente pé no chão. E acho que, quando você sai de um filme ‘Massacre da Serra Elétrica’, você deve sentir algo como: “É melhor tomar cuidado, porque se você pegar a estrada errada no Texas, isso provavelmente poderia acontecer com você”, certo?”, ele afirmou.
Novato no comando de longas-metragens, o cineasta foi responsável pela direção do vindouro ‘Obsessão‘ – aclamado terror que alcançou 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Mais detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo descrito como uma “reimaginação” do clássico de 1974.
Vale lembrar que o estúdio também está desenvolvendo uma série baseada na saga, que será produzida pelo astro Glen Powell (‘Twisters’).
JT Mollner, diretor do aclamado suspense ‘Desconhecidos‘, será responsável pelo seriado.
A série será produzida por Roy Lee, Steven Schneider, o ator Glen Powell e Kim Henkel, cocriador do longa original de 1974.
O filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.
Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.
‘Obsessão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 11 de novembro.
O terceiro ano contará com um salto temporal e mostrará o auge da guerra entre os Elfos e o poderoso Sauron.
“Avançando vários anos a partir dos eventos da segunda temporada, a terceira iteração se desenrola no auge da Guerra dos Elfos e Sauron, enquanto o Lorde das Trevas busca criar o Um Anel que lhe dará a vantagem necessária para vencer a batalha e conquistar toda a Terra-média de uma vez por todas”.
Jumping forward several years from the events of Season 2, Season 3 takes place at the height of the War of the Elves and Sauron, as the Dark Lord seeks to craft the One Ring that will give him the edge he needs to win the war and conquer all Middle-earth at last. pic.twitter.com/jEkntXQOPc
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
O Prime Video divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Ride Or Die’, nova série de aventura e ação estrelada pela vencedora do Emmy Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e pela vencedora do Oscar Octavia Spencer (‘Estrelas Além do Tempo’).
Além disso, foi revelado que a atração chega à plataforma de streaming no dia 15 de julho.
‘Ride Or Die’ acompanha as melhores amigas Debbie Claybourne (Spencer) e Judith Burton (Waddingham), que pensavam saber tudo uma sobre a outra, exceto pelo fato de Judith ser uma assassina internacional. Quando uma figura misteriosa surge do passado de Judith e um plano para matá-la dá terrivelmente errado, o mundo de ambas vira de cabeça para baixo e elas são forçadas a fugir juntas. É uma corrida contra o tempo e uma viagem pela Europa, com policiais, assassinas altamente treinadas e criminosos muito perigosos em seu encalço.
‘Is God Is’, estreia diretorial da finalista do Prêmio Pulitzer Aleshea Harris, está fazendo um grande sucesso entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem, que também foi escrito por Harris a partir de sua peça homônima de 2018, abriu com sólidos 94% de aprovação com base em 17 reviews publicadas até o momento. No geral, os especialistas elogiaram o impactante début da diretora, principalmente pelos complexos temas abordados, além de aclamarem o trabalho do elenco.
Confira os principais comentários:
“Tão complexo emocional, dramática e filosoficamente que dá vontade de assumir um tom professoral e focar apenas na sua profundidade. Mas, assim como é importante, é eletrizante de assistir” – The Wrap.
“[O filme] possui a aura da tragédia grega e o âmago mais sombrio do neo-noir. Sua essência é um grito impenitente de fúria feminina negra, representado pelas magníficas atuações de Kara Young e Mallori Johnson” – Boston Globe.
“Ao mesmo tempo extremamente divertido e profundamente perturbador, este notável filme de estreia colhe com ousadia o que outros semearam” – Variety.
“‘Is God Is’ parece um delírio febril distorcido, moderno, vintage, caótico e impactante, com um final que ficará na sua mente por dias depois de sair do cinema” – Nerdist.
“O que Harris realizou aqui vai além do exercício de gênero, pois mergulha profundamente nas complexidades da fúria feminina negra e suas implicações teológicas. ‘Is God Is’ é um filme sobre a fúria feminina negra não como espetáculo, mas como teologia” – The Philadelphia Tribune.
“‘Is God Is’ dificilmente parece obra de um diretor estreante, até porque Harris aborda cada momento com uma confiança e frieza impressionantes” – Inverse.
“Um thriller de vingança visceral, perversamente engraçado e extremamente divertido” – NYC Movie Guru.
O filme estreia nos EUA no próximo dia 15 de maio, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Na trama…
Duas irmãs gêmeas com cicatrizes de queimaduras que as desfiguraram são obrigadas pela própria mãe acamada a matar o pai abusivo que lhes causou as marcas. Elas precisam decidir se buscam vingança ou misericórdia.
O reboot da clássica série de salva-vidas ‘Baywatch’, supervisionado pela Fox, ganhou uma grande atualização neste último domingo (10).
Durante uma ligação de conferência, o presidente de cronograma da emissora, Dan Harrison, revelou que a nova versão será lançada no final de janeiro de 2027, contrariando um possível lançamento no terceiro trimestre de 2026 (via THR).
“Há apenas um ‘Baywatch’“, Thorn disse, exaltando a série original. “É uma das franquias seriadas mais icônicas e populares da história da televisão”.
Quanto à estreia do reboot, o executivo afirmou: “temos um histórico extenso de lançamentos de séries no meio da temporada. Fizemos isso recentemente com ‘Best Medicine’ e ‘Memória de um Assassino’, e com ‘DOC’ antes disso. Isso remonta a ‘24′, ‘Empire’, ‘9-1-1-‘ e ‘The Resident’. Obviamente, ‘Baywatch’ é uma prioridade enorme para nós, e acreditamos que temos uma ótima oportunidade de preparar a série para o sucesso [no meio da temporada]”.
Thorn reconheceu que sua versão de Baywatch tem “uma grande responsabilidade”. “Há muita pressão sobre nós para tentarmos fazer algo ótimo”, disse ele, “mas não tem como não tentar”.
O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.
Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.
O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.
Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.
O fenômeno global ‘Masha e o Urso’ está prestes a dar seu maior passo no mundo da animação. Segundo informações da Variety, Oleg Kuzovkov, criador da franquia, será o responsável por produzir o primeiro longa-metragem original da série, marcando uma nova fase para os personagens.
Recentemente, Kuzovkov recuperou o controle criativo total sobre a marca após o encerramento do licenciamento com a Animaccord. Para viabilizar os novos projetos, o autor fundou o Studio MiM, um estúdio independente sediado em Los Angeles e Moscou, que assumirá a produção do filme e de futuras sequências planejadas para a franquia.
O longa-metragem representará uma ruptura com o estilo das produções anteriores, prometendo uma renovação estética e narrativa. Em comunicado oficial, o Studio MiM detalhou a proposta:
“A equipe criativa apresentará ao público global uma visão renovada dos personagens enquanto eles embarcam em novas aventuras com seu humor único, gentil e divertido”, diz o comunicado.
Kuzovkov também expressou seu entusiasmo com a expansão da propriedade intelectual para as telonas:
“Estou realmente emocionado com a oportunidade de expandir o universo de ‘Masha e o Urso’ para seu primeiro longa-metragem. É um desafio criativo empolgante, que abraço de coração aberto, e minha equipe está igualmente animada e pronta para dar vida a isso com o mesmo espírito, humor e coração que tornaram a série tão amada”, acrescentou.
A expectativa é que a produção do primeiro filme seja concluída até o final de 2028.
O projeto carrega o peso de um sucesso sem precedentes no mundo digital; a série é um titã do YouTube, detendo o recorde de vídeo não musical mais assistido da história da plataforma com o episódio “Receita Para o Desastre”, que soma mais de 4,6 bilhões de visualizações.
O mundo das artes se despede de Michael Pennington, renomado ator shakespeariano e figura marcante da franquia ‘Star Wars’. Segundo informações da Variety, o artista faleceu aos 82 anos, embora a causa da morte não tenha sido divulgada.
Pennington imortalizou-se na cultura pop em ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi’, onde interpretou Moff Tiaan Jerjerrod, o oficial imperial encarregado de supervisionar a construção da segunda Estrela da Morte. Além da saga galáctica, sua filmografia inclui títulos como ‘Hamlet’ (1969) e o premiado ‘A Dama de Ferro’ (2011).
Embora tenha deixado sua marca no cinema, grande parte de sua trajetória nas telas foi dedicada à televisão. Com um currículo extenso, participou de produções recentes como “Raised By Wolves”, “Endeavour” e “Father Brown”.Pennington também deu vida ao icônico detetive Sherlock Holmes no telefilme ‘The Return of Sherlock Holmes’ (1987).
Apesar do sucesso audiovisual, o coração de Pennington pertencia ao teatro. Considerado um dos maiores intérpretes de Shakespeare de sua geração, ele chegou a recusar um papel de destaque ao lado de Meryl Streep em ‘A Mulher do Tenente Francês’ para focar em sua atuação como Hamlet na Royal Shakespeare Company, em 1980.
Nascido em Cambridge, em 1943, Pennington estudou no Trinity College, mas decidiu se tornar ator ainda na infância, após assistir ao ator Paul Rogers interpretando Hamlet nos palcos.
O aguardado terceiro capítulo da franquia ‘O Diário da Princesa’ está avançando a passos largos. Durante o tapete vermelho do Gold Gala no último sábado, a diretora Adele Lim revelou à Variety que o desenvolvimento da sequência, estrelada por Anne Hathaway, segue em ritmo positivo.
“Nós realmente queremos acertar a história, porque essa é uma franquia muito amada por muitas pessoas”, afirmou Lim.
A cineasta ressaltou que o tempo transcorrido desde o filme original de 2001 mudou o perfil do público, incluindo ela própria, que hoje encara a obra sob a perspectiva da maternidade.
De acordo com Lim, essa evolução será refletida na trama, que deixará de lado a descoberta adolescente para focar em uma protagonista mais madura e estabelecida.
“Existem muitos filmes de realização de fantasia sobre princesas, mas não temos tantos sobre rainhas. É isso que queremos fazer aqui: mostrar uma mulher em todo o seu poder”, explicou a diretora.
Vale lembrar que, ao final de ‘O Diário da Princesa 2’, Mia assume oficialmente o trono e se torna a nova rainha de Genovia.
Embora o cronograma oficial de filmagens ainda não tenha sido divulgado, Adele Lim confirmou que a produção retornará às raízes europeias da franquia.
“Vamos poder filmar na Europa e mostrar Genovia em toda a sua glória”, celebrou. Para os fãs mais nostálgicos, a diretora garantiu que o longa trará participações especiais: “Se você era fã dos dois primeiros filmes, pode esperar muitos retornos divertidos”.
Lançado originalmente em agosto de 2001, ‘O Diário da Princesa’ marcou a estreia triunfal deAnne Hathaway nos cinemas. A trama, que acompanha a jovem Mia descobrindo ser herdeira do trono governado por sua avó, a Rainha Clarisse Renaldi (Julie Andrews), tornou-se um fenômeno cultural imediato.
O sucesso refletiu-se nas bilheterias: o primeiro filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente, enquanto a sequência, lançada em 2004, somou US$ 134 milhões globais.
Intitulado The Frenchman, the Female, and the Man Called Mother’s Milk (O Francês, A Mulher, e o Homem Chamado Leitinho, em tradução livre), o capítulo marca o aguardado retorno dos personagens do cancelado spin-off ‘Gen V‘.
O episódio irá ao ar na próxima quarta-feira, no dia 13 de maio.
Na trama, a tensão entre a dupla atingiu um ponto sem retorno após Noir cometer um “genocídio de peixes” em retaliação ao Profundo, que havia assassinado brutalmente o diretor de teatro Adam Bourke.
A gota d’água para o “Senhor dos Mares” ocorreu quando Noir o provocou sobre um vazamento de óleo responsável pela morte de milhões de criaturas marinhas. Em um acesso de fúria, o Profundo estrangulou o companheiro com um cabo e finalizou o ato cravando uma faca no pescoço do herói mascarado.
Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.
O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.
Com 10 episódios encomendados, o novo derivado será estrelado por Jay Ellis (‘A Dona da Bola’).
Na trama…
“Alex Holland (Ellis) acredita que sua meia-idade não merecia uma crise. Mas, após uma invasão violenta à sua casa reacender um propósito adormecido, Alex enfrenta uma vida inteira de compromissos não cumpridos ao ingressar no Departamento de Polícia do Condado de Pierce como um policial novato. Atuando desde a costa urbana até a floresta rural, onde o reforço não está a apenas cinco minutos de distância, Alex precisa provar ao seu cético oficial de treinamento, aos seus colegas novatos e a si mesmo que finalmente encontrou algo que vale a pena lutar.”
Nathan Fillion (‘Castle’), protagonista de ‘The Rookie‘, também servirá como produtor executivo da nova série.
Alexi Hawley, criador da série original, servirá como roteirista e produtor executivo.
Lionsgate Television e 20th Television irão coproduzir o derivado.
Vale lembrar que este será o segundo spin-off de ‘The Rookie‘. Em 2022, a ABC havia lançado ‘The Rookie: Feds‘, série estrelada por Niecy Nash-Betts (‘Scream Queens’), que foi cancelada depois de apenas uma temporada.
A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).
Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.