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‘Other Mommy’: TERROR com Jessica Chastain é confirmado para 2026; Confira a data!

O terror sobrenatural ‘Other Mommy‘, estrelado por Jessica Chastain (‘Mama’ e ‘It: Capítulo 2’), finalmente ganhou data de estreia.

O longa está programado para chegar aos cinemas no dia 9 de outubro de 2026.

Rob Savage (‘Cuidado Com Quem Chama’) será responsável pela direção.

Na trama…

Bela é uma menina de oito anos que vive em um lar abalado pelo casamento conturbado dos pais. Sua vida toma um rumo ainda mais sombrio quando ela passa a ser assombrada por uma entidade sinistra que ela chama de “Outra Mamãe”. Vinda de dentro do armário, a criatura insiste em perguntar: “Posso entrar no seu coração?”. Quando Bela recusa, as manifestações da entidade se tornam cada vez mais agressivas, colocando sua família em risco.

O elenco ainda contará com Arabella Olivia Clark (‘A Empregada’), Jay Duplass (‘The Creep Tapes’), Dichen Lachman (‘Ruptura’), Sean Kaufman (‘O Verão que Mudou Minha Vida’) e Adam Silver (‘A Diplomata’).

A produção é baseada no livro Incidents Around the House, de Josh Malerman – autor de ‘Bird Box‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela Universal Pictures, Blumhouse e Atomic Monster.

O roteiro foi adaptado por Nathan Elston (Succession), com produção de James Wan, Michael Clear, Judson Scott, Macdara Kelleher, Rob Savage, Josh Malerman e Ryan Lewis. Alayna Glasthal supervisiona o projeto pela Atomic Monster.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Kate Beckinsale substituirá Milla Jovovich em ‘Twilight of the Dead’, roteiro final de George A. Romero

De acordo com o Deadline, Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’) será a protagonista do terror ‘Twilight of the Dead‘, último roteiro de zumbis escrito pelo mestre George A. Romero – criador da franquia ‘A Noite dos Mortos Vivos‘.

Ela substituirá a atriz Milla Jovovich (‘Resident Evil’), que havia sido previamente anunciada no elenco.

“Estamos muito felizes em ter Kate Beckinsale como protagonista de ‘Twilight of the Dead’. Seu talento extraordinário, sua amplitude emocional e sua presença marcante em cena a tornam a atriz perfeita para liderar um capítulo final digno do legado de George,” declarou o produtor John Baldecchi.

Ambientada em uma ilha tropical, a trama “se aprofundará no lado sombrio da natureza humana através da perspectiva dos últimos sobreviventes no planeta, que estão cercados por hordas de mortos-vivos”.

O roteiro foi atualizado por Joe Knetter, Robert Lucas Paolo Zelati.

O roteiro original foi escrito por Romero ao lado de Paolo Zelati, que trabalhou ao lado de Joe KnetterRobert L. Lucas para atualizar o texto.

“Eu dei a ele minha benção desde que eu acompanhe todo o processo para ter certeza que o projeto permaneça fiel à visão do George,” declarou Suzanne Romero. “Nós temos uma versão sólida do conceito e estamos começando com o roteiro. Podemos dizer que o George ficaria feliz de ver esse projeto continuar. Ele queria que esse foi o seu último filme de zumbis.”

A franquia original de Romero conta com os clássicos ‘A Noite dos Mortos-Vivos‘ (1968), ‘Despertar dos Mortos‘ (1978), ‘Dia dos Mortos‘ (1985), ‘Terra dos Mortos‘ (2005), ‘Diário dos Mortos‘ (2007) e ‘A Ilha dos Mortos‘ (2009).

O novo filme está sendo descrito como uma sequência direta de ‘Terra dos Mortos‘.

“Não é segredo que ‘Diário dos Mortos’ e ‘A Ilha dos Mortos’ não era a forma que ele imaginou a série sendo concluída,” explicou Zelati. “‘Twilight of the Dead’ devia ser sua despedida do gênero que ele criou e ele queria terminar com um filme poderoso.”

Após saída de Jennifer Lawrence, adaptação do livro ‘O Projeto Rosie’ tem novo diretor

A adaptação do livro ‘O Projeto Rosie’, de Graham Simison, tem um novo diretor. Após o abandono da atriz Jennifer Lawrence e do cineasta indicado ao Oscar, Richard Linklater, quem assume é Ben Taylor, o diretor da série ‘Catastrophe’.

Ainda sem elenco, o projeto foi roteirizado pela dupla Scott Neustadter e Michael Weber (‘(500) Dias Com Ela‘, ‘O Maravilhoso Agora‘, ‘A Culpa é das Estrelas‘).

Perto de completar 40 anos, o peculiar professor de genética Don Tillman havia desistido do amor. Para acompanhar sua rotina severamente cronometrada, com esquema de refeições padronizadas, um cronograma para a execução de cada compromisso e lidar com sua falta de habilidade social, só mesmo a mulher perfeita. E ele já sabe como encontrá-la. Ou pelo menos acha que sabe. Ele desenvolve o projeto Esposa Perfeita, um questionário meticuloso que irá ajudá-lo a selecionar candidatas adequadas a seu estilo de vida, mas quando Don conhece a jovem Rosie (Lawrence) ele descobre que nem tudo na vida pode ser programado… e que o amor pode, de repente, vir a seu encontro.

Não há cronograma definido.

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‘Em Ritmo de Fuga’ ganha hilário trailer honesto; Assista!

O popular filme ‘Em Ritmo de Fuga‘ é a mais nova produção a ganhar um hilário trailer honesto, feito pelo canal do Youtube, Screen Junkies.

Confira:

O CinePOP esteve na CinemaCon e conversou com o diretor e com dois grandes astros do filme para deixar você ainda mais empolgado para assistir ‘Em Ritmo de Fuga‘ (Baby Driver), um prato cheio para quem gosta de carros, velocidade e muita música boa!

Assista:

Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily JamesJon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.

A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.

O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.

O filme estreou no Brasil dia 27 de Julho e se tornou a melhor bilheteria de estreia do diretor.

Primeiras Impressões | Patrulha do Destino: Festa estranha com gente esquisita

Nos quadrinhos, o estranho sempre se sentiu à vontade. Casa do inimaginável, as histórias são libertas do convencional e ganham formas das mais diversas maneiras. Nada é tão esquisito que não valha ser criado. E em tempos de blockbusters de heróis, nada é tão bizarro, que não mereça ser adaptado. Seguindo essa premissa, a DC Universe vem com tudo, desenvolvendo sua plataforma de streaming com conteúdos originais, vindos de uma bagagem criativa infindável. Abraçando o peculiar como quem não tem nada a perder e já foi surrado pelo público e crítica o suficiente para aguentar o tranco, a empresa cruza os seus próprios limites com Patrulha do Destino. Aqui a festa é estranha, com gente muito (mas muito!) esquisita.

Os heróis, que iniciaram sua jornada em 1963 nos quadrinhos, são aquilo que você vê. Underdogs às tampas, fogem de todos os pensáveis estereótipos de normalidade. Não são como os X-Men, xarás de origem – também nascidos no mesmo ano -, que comumente escondem suas habilidades em corpos e feições bem alinhados. Aqui, os belos intérpretes como April Bowlby e Matt Bomer perdem sua beleza cativante em metamorfoses bizarras. Brendan Fraser é heroicamente resgatado do ostracismo, lançado em direção ao estrelato novamente. Diane Guerrero e Alan Tudyk seguem o mesmo ritmo, com personificações artísticas que mesclam o Dadaísmo com o Surrealismo, com referências incríveis de duas manifestações culturais que desde o passado já eram usadas como inspiração para o material original.

Com a peculiaridade como mote de seu discurso, Patrulha do Destino é uma surpresa inesperada da DC, que faz quase um “roast” de si mesma, se colocando à prova para ser escorraçada com piadas críticas, naquele jeitinho que o canal Comedy Central já fez tantas vezes com comediantes. Construindo uma narrativa totalmente metalinguística, ela quebra mais uma vez o molde padrão e traz o vilão como o narrador, fazendo de Tudyk um primor de se ouvir e – porque não – ver em tela. Sua voz debochada o torna irreconhecível e a acidez de seu sarcasmo faz da série um deleite. Colocando os críticos em sua fala, marcada pela ciência de que estamos diante de “super-zeros” (e não super-heros), a série já chega irreverente, sabe o território onde pisa e aproveita para sapatear nele, surpreendendo a audiência com um conteúdo estranhamente divertido, que quebra a quarta parede sem genuinamente quebrá-la.

Por abraçar com força a bizarrice de cada herói não convencional, Patrulha do Destino acerta em cheio com uma história bem construída, uma paleta de cores que migra entre os tons quentes do saudoso passado, e os frios, de um presente nebuloso e sem esperanças. Desconstruindo o que esperávamos dos nossos protagonistas, a produção não poupa os palavrões, paga peitinho no episódio piloto e não mostra arrependimento de resgatar Fraser como um quase sex  symbol. Fora de forma, ele ainda tem o seu mojo – como Austin Powers haveria de concordar.

Inteligente nas escolhas das referências, elementos do Dadaísmo e Surrealismo vão além da caracterização de dois de seus personagens, anunciando uma série madura para o público adulto que não é pensada aleatoriamente – como muitas vezes a Warner/DC foram julgadas em algumas de suas escolhas em seus longas metragens. Fazendo da Mulher-Elástica uma versão maravilhosa de A Bolha Assassina (remake de 1988), o episódio piloto da série é inusitado do começo ao fim, traz um burro falante às avessas e nos deixa boquiabertos com a loucura apresentada em telas. Inesperada, a produção se anuncia como uma das melhores coisas que a DC fez para a TV, nos deixando ansiosos por mais sexta-feiras como a de sua estreia.

Bem dirigida e produzida, Patrulha do Destino peca apenas em alguns efeitos especiais, um tanto artificiais. Mas ainda com tempo para fazer as devidas correções, a série criada por Jeremy Carver e produzida por Geoff Johns, vale um sessão divertida com muita pipoca e tem tudo pra te hipnotizar. Quebrando padrões dentro da própria quebra de padrões que as adaptações dos quadrinhos já fazem por natureza, a série é um fôlego de vida do quase enfadonho viés heroico que muitas vezes vemos em excesso nos cinemas e na TV. então, sem muita pretensão, abrace o estranho e dê uma chance à Patrulha do Destino.

 

‘The Lovebirds’: Comédia com Issa Rae e Kumail Nanjiani ganha nova imagem

A comédia ‘The Lovebirds’, estrelada por Issa RaeKumail Nanjiani, ganhou uma nova imagem.

Confira:

Originalmente prevista para ser exibida no Festival South by Southwest, o longa foi adquirido pela Netflix devido à pandemia do coronavírus e será lançado no serviço de streaming.

Ainda não se sabe quando a obra chegará à plataforma.

Na trama, a dupla forma um casal prestes a se se parar, que acaba se enrolando em um bizarro, hilário e mistério assassinato, fazendo com que os dois tenham que desvendar o crime, a fim de limpar seus nomes. Essa confusão também os fará colocar seu relacionamento em perspectiva, para saber se ele será capaz de sobreviver à circunstâncias tão adversas.

O longa é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor‘), a partir de um roteiro assinado por Aaron Abrams, Brendan Gall e Martin Gero.

A Paramount Pictures, em parceria com a MRC, fica responsável pela produção.

Issa Rae é mais conhecida  por ser a criadora e protagonista da série cômica da HBO,Insecure‘. Já Kumail Nanjiani estrelou a série da mesma emissora, ‘Silicon Valley‘, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Roteiro original por ‘Doentes de Amor‘, escrito com sua esposa.

‘The Lovebirds’ estreia em 03 de abril.

‘Tom e Jerry’: Versão live-action amarga 49% de aprovação no RT

A versão live-action deTom e Jerry já está em exibição nos cinemas e a produção não fora tão bem recebida pela crítica especializada.

O longa amargou 49% de aprovação no Rotten Tomatoes, recebendo duras críticas por seu roteiro, considerado pouco dinâmico e engraçado. Já para alguns jornalistas, o teor leve da comédia faz com que ela se torne um bom entretenimento familiar.

Confira as principais avaliações disponíveis no momento:

“Um filme que parece ter sido feito por pessoas que não entendem a história, a verdadeira natureza ou o apelo de seus personagens icônicos”. – G. Allen Johnson, San Francisco Chronicle

“Pode-se apontar as mudanças nas regras do filme em relação às leis da física e comunicações entre espécies, mas Tom e Jerry certamente não se importam com esses detalhes, então por que deveríamos?” – Alonso Duralde, TheWrap

“‘Tom e Jerry’ possui cinco a dez minutos de ação que poderiam ter funcionado em um dos curtas da dupla feito em desenhos animados, e é cercado por uma quantidade excessiva de conflitos humanos sem imaginação e sem graça”. – John DeFore, Hollywood Reporter

“Não, ‘Tom e Jerry’ não ganhará nenhum Oscar…Mas é bom o suficiente para rir fácil”. – Peter Debruge, Variety

“O pouco inspirado ‘Tom & Jerry’, de Tim Story, não será interrompido por falta de entusiasmo, mas o componente humano delineado em todo o roteiro vazio de Kevin Costello enfraquece a maioria das travessuras em que Tom e Jerry se envolvem”. – Nate Adams, The Only Critic

“‘Tom & Jerry’ é uma oferta familiar suficiente com um elenco legal, uma trilha sonora brilhante e diversão ocasional”. – Matt Fowler, IGN Movie

Confira a nossa entrevista com o gato Tom:

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

Crítica | The Wilds: Com novos personagens, série renova sua trama em sua 2ª temporada

A perspicácia narrativa de Sarah Streicher fez da aclamada série The Wilds muito mais do que um drama teen. Ainda que sua premissa seja calcada nos dilemas de um grupo de oito adolescentes, a original da Prime Video mostrou sua complexidade ao digladiar suas personagens com seus próprios traumas e pressões, sob um caótico cenário. Expandindo essa mesma dialética, a 2ª temporada se abre com novos protagonistas, renovando sua trama de forma hábil – sem fugir muito da fórmula de sucesso que lhe garantiu uma enorme popularidade ao redor do mundo.

Intercalando sua trama entre as protagonistas originais e um novo grupo de garotos introduzidos nos segundos finais do ciclo inaugural, The Wilds ganha um frescor diferenciado ao apresentar os conflitos de uma peculiar seleção de garotos – também vítimas do mesmo bizarro e misterioso experimento humano. Explorando alguns estereótipos masculinos bem típicos, Streicher aborda questões profundas como o instinto de sobrevivência, a necessidade de aceitação e a masculinidade tóxica, sempre fazendo contrastes interessantes entre homens e mulheres presos em uma “selva” sem lei.

E com episódios dinâmicos e um elenco jovem cheio de novatos que impressionam a audiência, a série se mostra atual, discute questões bem delicadas como o abuso no seio masculino e o seu instinto de autoproteção e autopreservação em situações de risco bem inusitadas. Nos levando a uma conexão natural com as novas histórias introduzidas, The Wilds consegue nos manter presos nos loops infindáveis vividos por seus personagens, à medida em que prepara sua narrativa para um outro patamar, que fuja do contexto experimento humano/vida selvagem.

Mas ainda sem um norte bem definido para a sua 3ª temporada, a série de thriller dramático corre o risco de patinar no futuro. Com um final de temporada intrigante, mas um tanto evasivo, toda a construção de seus mais recentes (e ótimos!) episódios pode acabar perdendo os seus alicerces – principalmente se o possível vindouro ciclo não for extremamente esclarecedor. Com muitas pontas soltas que seguem vagando em meio ao principal mistério, The Wilds hoje é uma excelente produção, mas que precisa correr contra o tempo para entregar um clímax genuíno que verdadeiramente compense toda essa curiosa e intrigante jornada.

Crítica | Escolhida – Terror com Janelle Monáe é uma mistura pouco inspirada de Jordan Peele e Shyamalan

Com estreia prevista via streaming a partir de 18 de setembro nos EUA, Escolhida (Antebellum) chegou aos cinemas franceses no dia 9 de setembro, enquanto o lançamento no Brasil é incerto.

No meio de indefinições, contudo, o interesse do público brasileiro é evidente e o trailer da produção atiçou a nossa curiosidade, já que possui os mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019). Os diretores e roteiristas Gerard Bush e Christopher Renz, no entanto,  miram na crítica social de Jordan Peele, mas acertam nas escavações mentais de M. Night Shyamalan.

Com o enredo montado em três partes, os debutantes cineastas apresentam como ponto de partida a citação de William Faulkner: “The past is never dead. It’s not even past” (em português, “O passado nunca está morto. Nem sequer passou”). Frase esta que levou Woody Allen a um processo judicial por usá-la em Meia-Noite em Paris (2011) sem mencionar a fonte. Da obra de Allen, neste suspense de horror, sobrou apenas a questão nostálgica e o desejo de preservar aspectos do passado, precisamente a Guerra de Secessão (1861-1865), nos Estados Unidos. 

Assim como o movimento antirracista tornou-se a pauta política em 2020 (antes tarde do que nunca), os filmes sobre a questão racial têm buscado fazer esta mudança na percepção imagética, isto é, deixar apenas de falar da escravidão para colocar os negros no protagonismo do mundo, ainda que eles tenham que enfrentar essa opressão histórica. Filmes como Histórias Cruzadas (2011), 12 Anos de Escravidão (2013) e Estrelas Além do Tempo (2016), além do vergonhoso Green Book – O Guia (2018), ainda apresentam a perspectiva da raça negra à mercê do homem/mulher branco(a) e suas qualidades de benfeitores, generosidade e/ou piedade.  

Não é preciso ressaltar que essas são representações históricas, porém sempre chegam aos olhos do público da mesma forma. Portanto, quando Jordan Peele consegue trazer com humor uma discussão social atual, as pessoas aplaudem de pé, tal como Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, para citar obras recentes. Nesta conjuntura, Escolhida chega para incrementar esta vertente, entretanto, não tão aguçado quanto os supracitados.

Após brilhar em Estrelas Além do Tempo e Moonlight (2016), a talentosa cantora Janelle Monáe encara a protagonista em duas narrativas, como a escrava Eden e a palestrante Veronica Henley. Com um pôr-do-sol escarlate, a dupla de cineastas introduz o filme a partir de uma selvagem cena de caça, tortura e extermínio de escravos em fuga de uma plantação de algodão. Espancada pelo seu capataz, Eden é obrigada a dizer como se chama e sofre pesadas torturas nas mãos do Senador Denton (Eric Lang), um líder dos Estados Confederados. 

A partir deste doloroso começo, o filme intensifica a exploração sexual das mulheres negras, o estupro, a violência e o escárnio. Apesar do cenário e indumentária, algo logo destoa da ambientação campesina e da dúbia submissão servil dos catadores de algodão. A chegada de novos escravos, principalmente a grávida Julia (Kiersey Clemons), à plantação é o ponto de virada do jogo em que o roteiro começa a colocar o público dentro da encenação pretendida pelos diretores.

Se o espectador já esteve em contato com o trailer de Antebellum, a linha narrativa do enredo se projeta em decrescente expectativa. Depois de 40 minutos, Veronica Henley acorda ao lado do formoso marido Nick (Marque Richardson) e sua adorável filha Kennedi (London Boyce). Seu dia começa como um comercial de margarina, ela assiste à sua participação em um debate televisivo, toma café com a família e realiza uma entrevista por Skype, a qual mostra a primeira conexão entre as narrativas. Na pele da entrevistadora Elizabeth, Jena Malone (Jogos Vorazes: Em Chamas, 2015) incorpora uma vilã debochada com comentários racistas.

Este segundo ato é tomado pela presença da relações públicas Dawn, amiga de Veronica, vivida por Gabourey Sidibe (Preciosa: Uma História de Esperança, 2009). Com puro charme e graça, a personagem funciona como alívio cômico da tensão em torno das pistas sobre o destino de Veronica. Se a sensação era de uma fantasia, um escapismo da realidade ou mesmo uma falha temporal, Antebellum não é nada disso. A obra poderia discutir como seria o roubo de uma vida bem sucedida para a condição de escravizada, considerando apenas a questão do tom de pele no espaço-tempo.

Essas elucubrações, entretanto, ficam por conta do espectador, uma vez que Antebellum não as provoca diretamente e, indiretamente, traça um paralelo pacóvio. No terceiro ato, Veronica/ Eden vai engendrar sua vingança e libertação, no entanto, as descobertas e resoluções parecem com as epopeias de M. Night Shyamalan a brincar com a percepção do espectador, mas não de forma impactante como em O Sexto Sentido (1999) e A Vila (2004), na verdade, mais próximo de Fim dos Tempos (2008) e Vidro (2019). 

Com uma premissa envolvente, Antebellum promete uma discussão sobre o papel social das pessoas negras, contudo se envereda pela apresentação do mal interior dos seres humanos, no qual o sucesso alheio é um expurgo aos seus privilégios. Com um jogo de narrativas entre grupos, como o sangrento A Caçada (2020), de Craig Zobel, Bush e Renz traz uma estética de câmera lenta e profundidade de batalha, ambas vistas nos filmes de Zack Snyder (Batman vs Superman: A Origem da Justiça), mas a qualidade cênica não apaga um certo desencanto.

Antebellum mostra um sadismo que ainda dificulta as lutas antirracistas, ou seja, os seres humanos que ainda necessitam pegar em armas de extermínio para provar serem mais forte que outros. Por outro lado, este quadro de vingança alude ao final de Django Livre (2012), de Quentin Tarantino, mas sem o seu traço de violência exacerbada. Com um valoroso começo em longas-metragens, a dupla Bush e Renz, infelizmente, deixa a desejar no terror e na discussão social.

‘Perdidos no Espaço’: Remake da Netflix ganha data de estreia; Veja trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do remake de ‘Perdidos no Espaço‘, junto com sua data de estreia, prevista para 13 de abril. Assista:

Confira a galeria:

A mais nova contratação é Ignacio Serricchio, de ‘Bones‘, como Don West, um dos personagens principais.

A primeira temporada terá dez episódios, que chegam a Netflix em 13 de abril de 2018.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TV.

Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Situada no ano de 1997, a série original mostra a Terra em crise, como um planeta superpopulado. Diante do cenário crítico, a família Robinson é a primeira escolhida para colonizar outro planeta, o Alpha Centaury.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

Porco-Aranha estará em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’

A animaçãoHomem-Aranha no Aranhaversocontará com as participações do Porco-Aranha, o Homem-Aranha Noir e Penny Parker. A confirmação veio através dos produtores na San Diego Comic-Con.

O Porco-Aranha terá a voz do comediante John Mulaney. Enquanto a Penny Parker é interpretada por Kimiko Glenn, de ‘Orange is the New Black’, e o grande Nicolas Cage dá vida ao Homem-Aranha Noir.

Nos quadrinhos, o hilário Porco-Aranha é ninguém menos que Peter Porker, uma aranha que morava no laboratório de uma porca cientista meio desastrada. Em um experimento com radiação ela acidentalmente mordeu a aranha e os dois se juntaram em um suíno.

Além disso, o filme ganhou uma nova imagem, que traz o herói lutando contra o vilão Duende Verde.

Confira:

O ator John Krasinski dublará Peter Parker e Tom Hardy será Venom, reprisando o papel que ele estrela na versão live action do vilão. De acordo com as fontes, ambos os atores já estiveram no estúdio para gravar suas vozes para a animação.

Na trama de ‘Aranhaverso’, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales (Shameik Moore).

Phil Lord e Chris Miller, diretores de ‘Uma Aventura Lego’ e dos dois ‘Anjos da Lei’ – e que foram demitidos de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ – são os produtores.

Homem-Aranha no Aranhaverso estreia 14 de dezembro de 2018.

 

‘Mulher-Hulk’ | Último episódio chuta o balde com easter eggs e a melhor quebra de quarta parede do MCU

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

O último episódio da série da Mulher-Hulk é uma das melhores coisas que a Marvel fez nesses últimos anos. Brincando com a metalinguagem e o artifício da quebra da quarta parede, a equipe criativa conseguiu encerrar o arco da protagonista de uma forma muito criativa e satisfatória, deixando Jennifer Walters (Tatiana Maslany) prontinha para brotar aleatoriamente em uma das próximas produções do MCU. Mas se teve algo tão grande quanto esse episódio foi a quantidade absurda de easter eggs e referências que ele trouxe.

A cena inicial já faz uma referência ao seriado do Hulk dos anos 70. Além de tirar sarro dos bordões e do jeitão característico da produção estrelada por Lou Ferrigno, como Jen olhando para a tela e dizendo o clássico: “você não vai gostar quando eu ficar zangada”, essa paródia acaba explorando a metalinguagem da situação, já que a Mulher-Hulk surge nos quadrinhos por pura e espontânea pressão dos executivos, que temiam que, dado o sucesso da série do Hulk, a concorrência criasse uma “Mulher-Hulk” para explorar a popularidade. Então, para garantir os direitos sobre o nome, Stan Lee pegou a missão de criar a “Selvagem Mulher-Hulk”.

O episódio continua e traz algumas referências aos mutantes. Enquanto tenta lidar com uma forma de processar os lerdões por trás da Inteligência, Jen acaba sendo presa e condenada a usar o inibidor de poderes para poder deixar a cela. O interessante é que essa história de inibidor é praticamente um protótipo para as ferramentas de controle de mutantes que a Marvel deve introduzir no futuro junto aos X-Men. De volta ao lar de seus pais, Jen monta um quadro para investigar as pistas que reuniu sobre a organização dos excluídos. E um dos símbolos que aparecem nesse quadro é o do Mandril, um mutante cuja habilidade especial é controlar feromônios, e como vocês devem imaginar, ele não usa seus poderes para o bem. Agindo supostamente como um “macho alfa”, ele não respeita mulheres e adolescentes, sempre tentando controlar suas mentes para que façam suas vontades. Há de se convir que combina bastante com os desejos dos membros dessa comunidade.

Se sentindo sozinha, Jen vai para o retiro do Abominável (Tim Roth), onde a Inteligência está fazendo uma convenção para falar mal da Mulher-Hulk e de outras mulheres do MCU, como a Lady Thor (Natalie Portman), o que provavelmente situa essa série antes do final de Thor: Amor & Trovão (2022). Os amigos de Jen descobrem isso e Pug, por ser homem, acaba se infiltrando no evento, onde ele acaba agindo como um babaca e termina sendo acolhido pelos membros. É nessa sequência que a série revela que o responsável pela organização era aquele playboy metido que tentou sair com a Jen duas vezes na série e não conseguiu por ter um papo mais chato que o filme dO Incrível Hulk. Então, a Mulher-Hulk chega ao galpão e o líder da Inteligência revela que pegou seu sangue para conseguir “merecidos poderes”. Funcionando como um tipo de “Soro do Supersoldado”, o sangue de Jen o transforma num Hulk meio batata das ideias. Para piorar, a Titânia (Jameela Jamil) e o Hulk (Mark Ruffalo) aparecem do nada, tirando completamente o foco da protagonista, que protesta e usa seu melhor superpoder: a quebra da quarta parede.

E isso é uma das coisas mais fantásticas de todo o MCU. Ela assume novamente que está em uma série e simplesmente “quebra” a home do Disney+, procurando uma forma de resolver o problema direto na fonte. Jen buscou o Assembled, que é uma série de bastidores das produções da Marvel, e foi tirar satisfação desse final genérico com a equipe de direção e roteiristas. Esse momento lembra muito o final de Deadpool Massacra o Universo Marvel, em que, após matar os principais heróis daquela linha do tempo, o mercenário tagarela atravessa as páginas da HQ e vai atrás dos quadrinistas que estavam escrevendo suas histórias.

A equipe criativa diz que concorda com as reivindicações de Jen sobre os rumos do final, mas que não pode fazer nada, porque quem decide essas coisas é o Kevin, dando a entender que é o CEO do Marvel Studios, Kevin Feige.

E aí, subvertendo as expectativas, Jen quebra meia dúzia de seguranças no soco e chega até o Kevin (interpretado pelo Kevin Feige), que é um robô ao melhor estilo HAL 9000. Mas o que mais me pegou aqui foi a piada máxima com o chefão da Marvel. Apelidado pelos fãs de “Zé Boné”, Kevin Feige tem a coleção de bonés mais incrível do mundo, já que ele nunca sai de casa sem um deles. Então, a série foi lá e deu um jeito se tacar um bonezão na “cabeça” do robô. Bom demais.

Ele explica que entende como ninguém o algoritmo do entretenimento, fazendo produtos moldados perfeitamente para agradar aos fãs, uma referência nada sutil à Fórmula Marvel. Jen aproveita e diz que algumas pessoas criticam isso, porque deixa todos os filmes iguais – o que quase dá tela azul no robozão.

E antes de começar a fazer suas exigências, Jen recebe um recado maravilhoso: “vá para sua forma humana, é muito caro ter você como Mulher-Hulk”. Essa piada com o CGI da série, que foi constante alvo de críticas, foi ridiculamente bem-feita. Enfim, como Jennifer Walters, a protagonista começa a descer a lenha no roteiro genérico do episódio final e como ele era apressado e ruim, já que socava um monte de personagens, criava um novo Soro do Supersoldado DE NOVO e tirava o foco do desenvolvimento de sua vida. E cansada de tanto ser humilhada, ela faz suas exigências de como resolver esse episódio e conseguir uns refrescos na vida. Com suas demandas praticamente todas atendidas, ela questiona o Kevin do motivo dos personagens do MCU terem tantos problemas paternos e praticamente não fazerem sexo. E o mais importante: ela perguntou quando veríamos os X-Men. Depois de tantas referências aos mutantes nesta série, terminar com a protagonista fazendo essa pergunta para o chefão foi sensacional. Claro que o Kevin desvia do assunto e manda ela de volta para casa.

Com seus problemas resolvidos na base da canetada, Jen retorna, manda o líder da Inteligência para a cadeia e, na frente das câmeras, não agride o zé mané, mas o notifica de que ele será processado. Isso passa uma mensagem de autocontrole para a imprensa. E então, caído literalmente do céu, o Demolidor (Charlie Cox) aparece para participar da porrada. Só que ele chega atrasado, fazendo com que Jen tenha um tempo livre com seu deficiente visual favorito. Assim, ela o apresenta para sua família durante um almoço, quando…

Bruce Banner aparece do espaço com uma surpresa: o Hulk fez um boneco durante seu período em Sakaar. E provando que a calvície é um problema universal, o jovem Skaar aparece, provavelmente garantindo mais um membro para um futuro filme ou série dos Jovens Vingadores. O episódio termina e a cena pós-créditos mostra o Abominável novamente na prisão, até que o Mago Supremo, Wong (Benedict Wong), aparece para buscá-lo para outra missão, com grandes chances de estar garantindo a maior reunião de coadjuvantes da história: Os Thunderbolts.

Foi uma grata surpresa, encerrando perfeitamente a série e garantindo mais um caminhão de produções para o futuro do MCU. Esse último episódio conseguiu o que muitas produções não conseguiram, que foi zoar o público-alvo e ainda assim sair muito por cima. Fica agora a expectativa pela próxima aparição de Jen Walters e seus amigos.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.

 

Crítica | Um Lugar Bem Longe Daqui – Com Música de Taylor Swift, Drama da ‘Juma Marruá’ dos EUA Emociona

É unânime: a novela ‘Pantanal’ se tornou um dos maiores sucessos da Rede Globo, mesmo sendo uma adaptação de uma versão anterior. São muitos os personagens que fazem a cabeça do povo: o peão Trindade e seu pacto com o cramulhão, a Maria Bruaca e força feminina para dar um basta à violência doméstica, e, claro, Juma Marruá, a mulher que vira onça e não leva desaforo pra casa. A bem da verdade é que se sairmos dos centros urbanos e adentrarmos no interior dos países, encontramos muitas Jumas espalhadas por aí, vivendo e sobrevivendo, apesar do mundo. E a história de uma dessas ‘Jumas’ chega na próxima semana aos cinemas no filme ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’.

Na década de 1950, na pacata Barkley Cove, rodeada por pântanos por todos os lados, vive a família Clark. Eles moram numa casa isolada às margens do brejo e longe da cidade. O pai, (Garret Dillahunt) é um cara violento e começa a agredir a família. Então, a mãe (Ahna O’Reilly) decide ir embora, e, aos poucos, todos os outros três filhos também vão embora, exceto Kya Clark (Jojo Regina). Com o passar do tempo, também o pai parte, e a pequena fica completamente só, vendo-se obrigada a ter que aprender a se virar. É nessa época que conhece o pequeno Tate (Luke David Blumm) e o casal Mabel (Michael Hyatt) e Pulinho (Sterling Macer Jr.), donos da mercearia. Assim se passam mais de dez anos na vida de Kya (Daisy Edgar-Jones), isolada do convívio social, tornando-se uma espécie de lenda local na cidade, chamada de “A Garota do Brejo”. Tudo ia bem na vida da jovem, até um homicídio ocorrer na cidade e a polícia local culpá-la do ocorrido.

Um Lugar Bem Longe Daqui’ é desses filmes deliciosos que você nem vê o tempo passar, tamanha a desenvoltura do roteiro de Lucy Alibar, construindo cenas envolventes que costuram o enredo de maneira muito competente, desenvolvendo os personagens e a história no tempo certo. Ajuda muito, claro, o fato de a história ser baseada no livro de Delia Owens (lançado no Brasil pela editora Intrínseca), e do livro ter participado do clube do livro da Reese Witherspoon, que é a produtora executiva do longa. Ainda bem, pois o empenho da atriz em tornar esse projeto realidade fez toda a diferença para que a história ganhasse o apoio necessário.

E é mesmo uma história muito emocionante, que merecia ganhar as telonas. A direção de Olivia Newman emprega sentimento em cada sequência, tirando o melhor do seu elenco que imprime os sentimentos certos para que o espectador tenha muito claro de quem deve gostar. As tomadas aéreas na natureza, explorando as sombras e as luzes, o movimento dos animais, tudo isso é transposto no longa de maneira imersiva e envolvente, transportando-nos para aquele mundo de Jumas Marruás vivendo sozinhas no meio do mato lutando pelo simples direito de serem deixadas em paz por Joves, Leôncios e companhia.

Com música inédita de Taylor Swift, ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’ tem cheirinho de Oscar, misturando drama e suspense em uma história bem construída e humana. Leve seu lencinho para o cinema.

Crítica | Os Miseráveis – Inquietude social de Paris é retratada com força em filme pré-indicado ao Oscar

Representante da França na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional e indicado ao Globo de Ouro, Os Miseráveis não é uma adaptação direta do clássico literário escrito por Victor Hugo. Também não é uma refilmagem ou nova versão do musical inspirado no livro, que fez sucesso nos palcos da Broadway e chegou aos cinemas em 2012, com as presenças de Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russell Crowe e companhia no elenco principal. Mas isso não significa que a escolha do nome foi por acaso. O novo filme se passa no bairro de Montfermeil, o mesmo em que acontece parte importante da trama de Hugo.

Stéphane (Damien Bonnard) é um policial que acaba de se juntar ao esquadrão anti-crimes do bairro. Ele passa a trabalhar lado a lado com Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga), e logo em seu primeiro dia se vê envolvido com um conflito envolvendo gangues locais e crianças da região.

A narrativa acontece em meados de 2018, durante a Copa do Mundo da Rússia, em que o sucesso da equipe francesa acaba apaziguando as tensões no país. Mas os problemas sociais seguem vivos, a intolerância contra imigrantes ou pessoas de outras religiões são inerentes inclusive da força policial. Neste contexto, um momento que parece ser de celebração pode logo desencadear em protestos sociais.

É interessante notar como Os Miseráveis é um filme vivo e quente. As ações do trio de policiais desencadeiam em situações emergenciais e urgentes, mas é mais que isso. Há a permanente sensação de inquietude social, de que algo pode sair do controle a qualquer momento.

A escolha de colocar um policial iniciando o serviço no local é importante para colocá-lo como representante do espectador, que sofre com as situações ao seu lado. Ao mesmo tempo, as atitudes mais radicais e destemperadas dos outros dois são contextualizadas (não justificadas) diante de um cenário de tensão que já dura anos. Em determinado momento, inclusive, somos lembrados dos protestos de 2005, que chocou a Europa, deixou muitos carros e espaços queimados, mas que pouco colaborou para a melhoria da vida daquelas pessoas.

Dirigido por Ladj Ly, Les Misérables (no original) é uma obra que comunica muito bem com o cinema e com a sociedade dos tempos atuais. Curiosamente, o longa dividiu o Prêmio do Júri do Festival de Cannes com o brasileiro Bacurau. Por sinal, as duas produções conversam muito entre si no sentido de fomentar uma resistência e se preocupar com ameaças estrangeiras.

Com a ajuda do diretor de fotografia Julien Poupard, Ly cria um sentimento de tensão fascinante. É simbólico notar como a câmera muitas vezes está parada diante dos cartões postais de Paris, como o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel – cenários das comemorações da Copa -, mas está sempre em movimento em Montfermeil. 

Vale destacar ainda o elenco jovem da produção, especialmente o jovem Issa Perica, que interpreta Issa, um garoto que se vê envolvido em um problema com a política que despertará os conflitos na área. Filho do diretor, Al-Hassan Ly também se sai bem na pele de Buzz, um jovem fascinado por drones que passa boa parte do tempo gravando o que acontece na região.

Com um terceiro ato de tirar o fôlego, Os Miseráveis opta por um final em aberto, o que faz sentido. Afinal, a vida daquelas pessoas segue sem um destino muito claro.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

‘Little Monsters’: Comédia com Lupita Nyong’o ganha trailer HILÁRIO; Assista!

A comédia com zumbis ‘Little Monsters‘, estrelada por Lupita Nyong’o (‘Pantera Negra‘), ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

Escrito e dirigido por Abe Forsythe, a premissa do longa é muito semelhante ao filme ‘Cooties: A Epidemia‘.

David (England), um músico rebelde, se oferece para acompanhar a viagem escolar de seu sobrinho, depois de se apaixonar pela professora, Caroline (Nyong’o). As intenções de Dave se complicam quando descobre que Caroline tem interesse em Teddy McGiggle (Gad). O que nenhum deles imaginava, no entanto, é um surto repentino de zumbis. Será que David conseguirá superar a situação e ter uma chance de ganhar o coração de Caroline, ou os zumbis chegarão lá primeiro?

O elenco também inclui  Josh Gad (‘A Bela e a Fera‘) e Alexander England (‘Alien: Covenant‘).

O longa será lançado nos cinemas do UK no dia 15 de novembro. No Brasil, segue sem previsão.

‘Riverdale’: [SPOILER] está de volta na promo do episódio 04×16; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “The Locked Room”, 16º episódio da quarta temporada de Riverdale, que vai ao ar no dia 11 de março e que marca o retorno de Jughead (Cole Sprouse) à produção depois de sua aparente morte.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Euphoria’: Episódio especial focado em Jules ganha novo pôster BELÍSSIMO; Confira!

HBO Max divulgou um novo pôster belíssimo do segundo episódio especial de Euphoria, que será focado em Jules.

Confira:

O novo capítulo será exibido no dia 24 de janeiro de 2021.

Intitulado “F*ck Anyone Who’s Not a Sea Blob”, a narrativa será centrada em Jules (Hunter Schafer) “durante o feriado de Natal, conforme ela reflete sobre seu ano”. Schafer co-escreveu e co-produziu o episódio, fazendo sua estreia nas telinhas em ambos os papéis.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Willow’: Astro de ‘Doom: Aniquilação’ entra para a nova série do Disney+

O clássico cult Willow vai ganhar uma série no Disney+ e, dia após dia, detalhes sobre a vindoura produção vão dominando as redes sociais e os consórcios de imprensa.

Agora, de acordo com o ComicBook.com, o ator Amer Chadha-Patel foi recentemente escalado para o elenco em um papel principal. Conhecido por seus trabalhos em Doom: AniquilaçãoArmy of One, Chadha-Patel será Boorman, um ladrão e mentiroso que se junta à missão de resgatar um príncipe em cativeiro em troca de liberdade.

Ele se junta às previamente anunciadas Ruby Cruz (‘Castle Rock’), Ellie Bamber (‘Animais Noturnos’) e Erin Kellyman (‘Solo’). Warwick Davis retorna como o personagem titular.

Jonathan KasdanWendy Mericle entram como produtores executivos e co-showrunners.

O trio de mulheres protagonistas irá aparecer como membros de um grupo em uma missão para salvar um príncipe em cativeiro. Bamber dá vida a Dove, uma ajudante e cozinha que descobre ser “a escolhida”; Cruz é Kit, a irmã gêmea do príncipe capturado; e Kellyman interpreta Jade, dama de companhia e melhor amiga de Kit.

As filmagens estão programadas para começar na primavera nórdica, no País de Gales.

Jonathan Entwistle, conhecido pelo seu trabalho nas séries ‘The End of the F***ing World‘ e ‘I Am Not Okay With This‘, foi contratado para dirigir os episódios.

Lançado em 1988, o longa original girava em torno de Willow Ufgood, um anão e aprendiz de mágico que conta com a ajuda de Madmartigan, um exímio espadachim, numa guerra contra feiticeiros e monstros. Juntos eles terão de vencer todos esses seres para salvar um bebê (que mais tarde será princesa) das mãos de uma terrível rainha, Bavmorda. Bavmorda usa de magia negra para controlar o reino e teme a criança, pois uma profecia diz que será o motivo de sua derrota.

‘The Crown’ leva para casa o prêmio de Melhor Série de Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown fechou com chave de ouro a premiação do Emmy 2021 e levou para casa um dos principais prêmios da noite – o de Melhor Série de Drama.

Outros prêmios notáveis foram dados a Gillian Anderson na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama; Tobias Menzies em Melhor Ator Coadjuvante em Drama; Olivia Colman em Melhor Atriz em Drama; e Josh O’Connor em Melhor Ator em Drama.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Lightyear’: Nova animação da Pixar sobre o patrulheiro espacial ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Walt Disney Studios e a Pixar divulgaram hoje (08) o trailer legendado oficial de Lightyear, animação focada no icônico patrulheiro espacial Buzz Lightyear, de ‘Toy Story‘.

O filme chega aos cinemas brasileiros em 16 de junho de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira:

Em seu Instagram oficial, Chris Evans, que dubla o personagem titular, agradeceu a oportunidade de poder interpretar o herói espacial, dizendo que “é um sonho se tornando realidade”:

“Trabalhar com a Pixar é um sonho se tornando realidade. Tenho sido um grande fã dos filmes desde o início. Meu time mal conseguia esconder a animação quando me contaram que a Pixar tinha uma proposta para mim. Tudo que eles disseram foi ‘Buzz Lightyear’. Não sabia o que significa, já que Tim Allen é Buzz Lightyear, e ninguém poderia tocar em sua performance. Precisava saber como esse personagem era diferente e por que essa história valia a pena ser contada. Posso dizer duas coisas com a mais absoluta confiança:

1. Não parei de sorrir durante a reunião INTEIRA. De orelha a orelha.

2. Todos podem descansar em paz. E ficar bem animados”.

‘Kung Fu Panda: O Dragão Guerreiro’: Série animada da Netflix ganha trailer OFICIAL e data de estreia!

A Netflix divulgou o trailer oficial de Kung Fu Panda: The Dragon Knight, série animada baseada na aclamada trilogia da DreamWorks.

Jack Black retorna para o papel do urso Po, enquanto a cantora e atriz Rita Ora será a Lâmina Andarilha.

Além disso, foi revelado que os episódios chegam à plataforma de streaming no dia 14 de julho.

Confira:

A nova produção acompanhará a tour culinária de Po na China, quando ele é erroneamente acusado de mau uso de armas mágicas. Para limpar seu nome, Po terá que se unir com o cavaleiro britânico para embarcar em uma jornada épica.

A DreamWorks Animation desenvolveu a série animada, que conta com Peter Hastings, Shaunt Nigoghossian, Chris Amick e Ben Mekler como produtores executivos.

‘Pinóquio’: Versão de Guillermo del Toro chega ESTE MÊS à Netflix!

Pinóquio, versão em stop-motion comandada pelo aclamado realizador Guillermo del Toro, chega este mês à Netflix.

A produção tem estreia agendada para o dia 09 de dezembro na plataforma de streaming e já foi muito elogiada pelos especialistas nacionais e internacionais, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Enquanto o longa não chega ao serviço virtual, é possível assistir à animação em cinemas selecionados.

Relembre o trailer:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com raros 100% de aprovação, com altíssima nota 8.90/10, baseada em 22 reviews até o momento.

Confira os comentários:

“É o que é, e isso é perfeitamente imperfeito” – THR.

“Uma obra-prima em stop-motion” – TheWrap.

Pinóquio de Guillermo del Toro traz o bizarro, o obscuro e a alegria ao conto de Carlo Collodi” – Slashfilm.

“Das primeiras cenas, fica evidente que Pinóquio é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.

“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety.

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

ACLAMADA animação da Disney faz 7 anos em 2023; Veja curiosidades!

Em 2016, a Walt Disney Studios lançava uma das animações mais aclamadas de seu império cinematográfico – a adorada e irretocável Zootopia – Essa Cidade é o Bicho’.

A narrativa nos transportava para uma realidade alternativa em que os animais haviam evoluído para seres totalmente racionais, vivendo pacificamente em sociedade e deixando para trás a barbárie da organização presa-predador dos “tempos medievais”. Trazendo para o centro dos holofotes Judy Hopps (Ginnifer Goodwin), uma coelha policial que decide proteger os mais fracos e lutar contra a maldade que se esconde no mundo, a narrativa é centrada na cidade titular e nos mistérios e conspirações que se escondem em sua magnífica imponência.

Desiludida com o trabalho, Judy cruza caminho com o golpista Nick Wilde (Jason Bateman), uma raposa vermelha que se torna seu parceiro e, futuramente, um amigo próximo, para descobrirem o motivo dos predadores estarem voltando ao seu estado primitivo.

A animação, tenha sido por sua técnica, por suas mensagens e até mesmo pela química entre os personagens, foi aplaudida pela crítica especializada e pelo público, levando para casa inúmeros prêmios – incluindo um Oscar, um Globo de Ouro, um Annie Award e um Critics’ Choice Award.

Em celebração ao seu aniversário de sete anos, o CinePOP separou uma breve lista com dez curiosidades sobre o filme.

Confira:

UNIVERSO ALTERNATIVO

Originalmente, o longa-metragem seria focado no charmoso e pilantra Nick Wilde. Entretanto, após os testes de audiência demonstrarem que o público não conseguia se conectar com ele emocionalmente, a história foi alterada e recanalizada para Judy Hopps, que havia caído no gosto popular.

REFERÊNCIAS POP

Em sua viagem de trem à Zootopia, antes de Judy apertar o play para ouvir à popstar Gazelle (dublada por Shakira), os outros artistas incluídos em sua lista de música incluem: The Beagles, Hyena Gomez, Kanine West, Catty Perry, Ewe 2 e outros. Todos eles fazem referências a icônicos cantores e bandas mundialmente famosos (respectivamente, a Os BeatlesSelena GomezKanye WestKaty PerryU2).

A QUÍMICA DO MAL

Os vilões assistentes Woolter e Jesse foram modelados como homenagem a Walter e Jesse, os dois personagens principais da aclamada série de drama ‘Breaking Bad’. Além dos figurinos e do modo de agir, até mesmo o esconderijo das ovelhas é parecido com o dos traficantes.

MUDANÇAS RADICAIS

Nas primeiras versões do roteiro, Nick seria o filho de um alfaiate e, dessa forma, se vestiria sempre com terno e gravata – enquanto o amigo, Finnick, usava a camisa havaiana. Com a mudança do foco narrativo, não apenas o papel de Finnick foi drasticamente remodelado, como Nick ganhou a vestimenta para deixá-lo mais relaxado e preguiçoso.

ANJOS DE ZOOTOPIA

Vários fãs especularam que Judy Hopps seria uma referência a Judy Hoffs (Holly Robinson Peete), uma das personagens principais da série ‘Anjos da Lei’ (1987). Além dos nomes bastante similares, ambas também são oficiais da justiça que enfrentam discriminação no próprio local de trabalho. Segundo o diretor do filme, Byron Howard, essa é uma “hilária e incrível coincidência”.

OS ANIMAIS COMANDAM

Zootopia é o sexto longa-metragem da Walt Disney a não trazer nenhum personagem humano. A animação é precedida pelos títulos: ‘Bambi’ (1942), ‘Robin Hood’ (1973), ‘O Rei Leão’ (1994), ‘Dinossauro’ (2000) e ‘O Galinho Chicken Little’ (2005).

DOUTOR BOGO

Quando Judy Hopps consegue um emprego em Zootopia, ela logo passa a fazer parte da delegacia de polícia comandada pelo Chefe Bogo, um búfalo africano que foi dublado por ninguém menos que Idris Elba. Entretanto, antes de Elba viver o personagem, o papel havia sido oferecido a Benedict Cumberbatch (que estrelou ‘Doutor Estranho’ no mesmo ano).

DITADOS POPULARES

No final do filme, quando Chefe Bogo está entregando as missões para seus agentes, um conhecido ditado popular é trazido à vida: quando requisitados para se disfarçarem, um dos oficiais, que é um lobo, se disfarça de ovelha – aludindo à frase “um lobo em pele de cordeiro”, um conselho de cuidado em quem confiar.

JUDY, A CONFIANTE

A equipe de animação decidiu pintar os olhos de Judy de roxo em virtude do restante de seu pelo, que era cinza e que a deixava muito monótona para uma personagem principal. O roxo foi escolhido para representar sua personalidade energética e otimista.

SENSAÇÃO VIRAL

Os dois vizinhos insuportáveis de Judy, que constantemente mandam a si mesmos calar a boca, fazem referência às infames gravações “cale a boca, homenzinho”. As fitas foram uma sensação viral pré-internet, nas quais dois companheiros de quarto capturavam áudios de seus vizinhos e, eventualmente, sempre terminavam as gravações mandando um ao outro ficar quieto.

‘Frasier’: Revival com Kelsey Grammer estreia na Paramount+!

O revival da aclamada sitcom Frasier, que traz Kelsey Grammer de volta como o personagem titular, já está disponível na Paramount+.

A produção estreou no último dia 13 de outubro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Bebe Neuwirth também retorna como Lilith Sternin. Esta notícia vem porque já foi confirmado que o filho de Lilith e Frasier aparecerá na nova série, interpretado por Jack Cutmore-Scott.

Os novos membros do elenco da série incluem Nicholas Lyndhurst como Alan, Toks Olagundoye como Olivia, Jess Salgueiro como Eve e Anders Keith como David. Por meio de um comunicado oficial, Grammer comemorou o retorno da produção, que contou com 11 temporadas e chegou a conquistar 39 estatuetas do Emmy Awards:

“Tendo passado mais de 20 anos de minha vida criativa no lote da Paramount, produzindo séries e atuando em várias delas, e eu gostaria de parabenizar a Paramount+  por sua entrada no mundo dos streamings. Estou ansioso para compartilhar o próximo capítulo da contínua jornada do Dr. Frasier Crane.”

Um revival de Frasier tem sido alvo de conversas e negociações há anos. Em 2019, Grammer chegou a comentar em uma entrevista que o projeto estava ganhando forma, com previsão de lançamento para 2020. No entanto, o retorno da série não fora formalizado na época, com a novidade apenas se confirmando genuinamente agora.

Frasier‘ acompanha um psiquiatra que apresenta um programa de rádio e transmite sagacidade e sabedoria aos ouvintes. No entanto, ele tem muitas dificuldades de lidar com seus próprios problemas: um irmão pretensioso, seus amigos e colegas de trabalho.

No Brasil, a série foi exibida pelo canal Sony.

POLÊMICO filme estrelado por Gillian Anderson já está disponível na Netflix!

A Grande Entrevista‘ (Scoop), polêmico filme estrelado por Gillian Anderson (‘Hannibal’, ‘Sex Education’), já está disponível na Netflix.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming neste último dia 05 de abril.

Dirigido por Philip Martin (‘The Crown’), a produção narra o dramático processo de obtenção da entrevista do Príncipe Andrew (interpretado por Rufus Sewell) para a televisão da BBC, em 2019. Na polêmica entrevista, ele comenta sobre as acusações de abuso sexual a uma menor às quais foi submetido.

Ambientada em 2019, a trama pretende cobrir os eventos que aconteceram antes e depois da entrevista conduzida pela jornalista Emily Maitlis. Na ocasião, ela questionou sobre a ligação de Andrew com Jeffrey Epstein, magnata envolvido em uma rede de abuso e exploração sexual de menores de idade.

Na época, a entrevista se tornou um dos assuntos mais comentados na Europa depois de ir ao ar na BBC com o título ‘Prince Andrew & the Epstein Scandal‘.

A repercussão foi tão grande que gerou o cancelamento de Andrew devido às suas respostas contraditórias durante a entrevista e acabou se tornando tema do livro ‘Scoops: Behind The Scenes of the BBC’s Most Shocking Interview‘, da autora e produtora Sam McAlister.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A obra serviu de inspiração para o roteiro do filme, escrito por Peter Moffat (‘Justiça Criminal’), roteiro esse que chamou a atenção de Martin e deu início à produção do longa.

Além de Anderson e Sewell, o elenco conta com Billie Piper como Sam McAlister, Keeley Hawes como Amanda Thirsk, Connor Swindells como Jae Donnelly, Romola Garai como Esme Wren, Charity Wakefield como Princesa Beatrice e Lia Williams como Fran Unsworth.

Inspirado em eventos reais, ‘Scoop é o relato interno do jornalismo corajoso que rendeu uma entrevista devastadora – a infame aparição do príncipe Andrew na BBC Newsnight. Da tensão das negociações de alto risco da produtora Sam McAlister com o Palácio de Buckingham, até o confronto forense de cair o queixo de Emily Maitlis com o Príncipe, ‘Scoop nos leva para dentro da história, com as mulheres que não parariam por nada para consegui-la. Para conseguir uma entrevista tão grande, você tem que ser ousado.

VMAs 2024 | Taylor Swift conquista mais DOIS prêmios, incluindo Melhor Direção

A titânica Taylor Swift conquistou mais dois prêmios na nova edição do Video Music Awards.

Swift levou para casa a estatueta de Melhor Pop e de Melhor Direção por “Fortnight”, lead single do álbum The Tortured Poets Department performado ao lado de Post Malone. O clipe também conquistou o prêmio de Melhor Edição, enquanto Swift levou para casa as condecorações de Artista do AnoMelhor ColaboraçãoMúsica do Verão.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por Fearless, 1989FolkloreMidnights.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

BAFTA 2025 | Kieran Culkin leva o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por ‘A Verdadeira Dor’

A Verdadeira Dor (A Real Pain), comédia estrelada por Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) e Kieran Culkin (‘Succession’), continua fazendo bonito na temporada de premiações.

Culkin conquistou o BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante por seu aclamado trabalho.

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Crítica | A Real Pain: Jesse Eisenberg e Kieran Culkin nos embalam em catártica jornada sobre as perdas que vivemos pelo caminho

Na trama, dois primos incompatíveis, David e Benji, se reúnem para uma viagem pela Polônia para homenagear sua amada avó. A aventura sofre uma reviravolta quando as antigas tensões do estranho casal ressurgem no contexto da história de sua família.

O longa é protagonizado, roteirizado e dirigido por Jesse Eisenberg.

Kieran Culkin (‘Succession’) e Will Sharpe (‘The White Lotus’) também estrelam a produção.

‘A Namorada Ideal’: SUSPENSE do Prime Video com Robin Wright e Olivia Cooke ganha imagens inéditas; Confira!

Depois do teaser trailer, o Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘A Namorada Ideal’ (‘The Girlfriend’), minissérie de suspense psicológico estrelada por Robin WrightOlivia Cooke.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de setembro.

Confira:

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Laurie Davidson, Waleed ZuaiterTanya MoodieShalom Brune-FranklinKaren HenthornAnna ChancellorLeo SuterFrancesca Corney integram o elenco.

Wright entra como diretora da série.

A trama acompanha Laura (Wright), uma mulher que tem uma ótima carreira, um marido amável (Zuaiter) e um filho adorável (Davidson). Entretanto, sua vida começa a ruir quando o filho traz para casa uma namorada (Cooke), que Laura acredita estar mentindo sobre quem realmente é. Querendo protegê-lo, ela fará o que for preciso para provar que ele está sendo enganado.

A série é baseada no romance homônimo de Michelle Frances.

‘The Fifth Wheel’: Nikki Glaser, Brenda Song e Fortune Feimster entram para a nova COMÉDIA da Netflix

A comédia ‘The Fifth Wheel‘, da Netflix, acaba de ganhar mais força com a escalação de três novos membros ao elenco protagonista.

Segundo o DeadlineNikki GlaserBrenda SongFortune Feimster farão parte do longa-metragem ao lado da previamente confirmada Kim Kardashian.

Eva Longoria assume a cadeira de direção a partir de um roteiro assinado por Paula PellJanine Brito.

Além de Kardashian e Pell, também produzem Jessica Elbaum e Will Ferrell pela Gloria Sanchez, e Cris Abrego e Longoria pela Hyphenate Media Group.

O filme acompanha um grupo de melhores amigos do ensino médio que tentam se reconectar durante uma viagem de fim de semana a Las Vegas. Quando uma forasteira atraente (Kardashian) aparece de surpresa, eles são forçados a confrontar suas vidas conturbadas, más decisões e amizades em crise.

O projeto se tornou prioridade para a Netflix desde que venceu um leilão competitivo em novembro de 2023, durante o feriado de Ação de Graças. Segundo o Deadline, vários estúdios manifestaram interesse pelo roteiro, que foi descrito como “um dos mais engraçados em muito tempo”.

HERE | Os dez anos do MELHOR álbum de Alicia Keys

Quando achávamos que Alicia Keys não poderia mais nos surpreender com composições originais e rearranjos de sua própria carreira, ela nos prova errado – e é basicamente essa sensação estupenda que fica com HERE, seu sexto e penúltimo álbum de estúdio (até o momento). Demorando nada menos que quatro anos para lançá-lo, a artista comentou em entrevistas promocionais que nunca havia criado músicas de uma forma tão rápida. Talvez o motivo de tamanho fluxo criativo tenha insurgido com os crescentes movimentos em defesa das vidas negras nos Estados Unidos e da luta para celebrar a importância da cultura africana. E, enquanto ela nunca experimentou algo assim, o público também não – o que explica nosso imediato envolvimento com uma jornada majestosa traduzida em dezoito faixas.

HERE inicia de uma forma familiar: Keys abre essa sinestésica aventura com um interlúdio intitulado “The Beginning”, que coloca o piano em segundo plano pela primeira vez em prol de uma declamação evocativa sobre a história, durante a qual une presente, passado e futuro, fazendo homenagens a uma “Nina Simone no parque, no Harlem, no escuro” e celebrando sua própria persona. A profunda atmosfera é uma reminiscência de seus primeiros anos na indústria, mas é pincelada com uma profundidade desencantada com o mundo e que guiaria todas as outras faixas – como a consecutiva e explosiva “The Gospel”. Aqui, a influência do R&B dá espaço para uma mistura entre rap e soul, arquitetados com a verborragia analítica de uma das muitas personagens que saíram de bairros afro-americanos (como o Bronx e o Brooklyn, por exemplo) e que compartilham de narrativas bastante similares.

A expressão da contracultura poética é arquitetada em contraponto aos clássicos orquestrais, o que explica a necessidade de uma track como essa em um período tão complexo quanto o que Alicia vivia. Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial são claras e bem-vindas. Tais incursões se mantém em “Pawn It All”, um dos ápices do álbum, em que a temática de reconquistar uma vida perdida é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço para as populares transgressões do gospel. Os resgates cinquentistas também aparecem com força, como na poderosa “Kill Your Mama”, mas não restringem o construtivo anacronismo que toma forma no synth-soul de “She Don’t Really Care_1Luv” ou na contemporaneidade de “Work On It”.

Por mais único que o estilo da cantora e compositora seja, considerando principalmente as power ballads em R&B com que nos presenteara anos atrás, ela não tem medo de ousar em consagrar todos os ídolos que já passaram por sua vida – da mesma forma que sempre fizera. A comercial parceria com A$AP Rocky, “Blended Family (What You Do For Love)”, é nada menos que uma breve e mais comedida mesura às vibrantes inflexões dos grupos En Vogue e Salt-N-Pepa – algo que já era de se esperar, considerando o respaldo militante e feminista da lead singer -, com todas as glórias dos anos 1990. As aparições póstumas de James Brown comandam os potentes vocais de “Illusion of Bliss”, cujo título fala acerca de uma pseudo-felicidade que mascara os reais problemas da sociedade. Em “Where Do We Begin Now”, as apaixonantes dissonâncias retomam a artística produção dos anos 1920 do jazz, fazendo alusão ao lendário George Gershwin e a suas rapsódias.

Diferente das breves obviedades de suas obras anteriores, Keys também desconstrói uma engessada estética para trabalhar na diegese e na extradiegese de seu trabalho. A metalinguagem fonográfica é um dos principais artifícios utilizados pela artista, transpondo-a para além dos microcosmos de cada faixa e calcando uma espécie de musical dramático – exemplificado pela fusão entre trilha sonora e diálogos cotidianos sobre os mais variados assuntos que discorre ao lado de seus colegas. De qualquer forma, ela não abandona o que outrora lhe colocou no topo do mundo, como os roucos e crus vocais de “Hallelujah”, que, apesar de perder pontos pela formulaica progressão, vale a pena pela teatral rendição.

O compilado não rendeu muitos singles promocionais – e a explicação é extremamente plausível. Alicia não desejava engendrar uma mera diligência mercadológica, e sim investir em uma tese sociológica sobre os problemas e as dificuldades enfrentadas pelos negros desde a época da escravidão até a atualidade, incluindo preconceito, falta de oportunidades e apagamento de cultura. Mais do que isso, ela fala sobre as múltiplas ramificações dos afrodescendentes de forma conspícua e celebratória, numa urgência que marcaria produções futuras de nomes como Beyoncé, Megan Thee Stallion e Cardi B.

De Elaine Brown a Shirley Chisholm, HERE é um grande aparato histórico e a magnum opus de Alicia Keys. Ela reconhece sua presença na sociedade contemporânea e, como cita categoricamente logo na primeira canção, se enxerga como a “dramática estética antes da música começar”.

‘The Walking Dead’: Robert Kirkman revela destino de [SPOILER!]

O texto abaixo contém SPOILERS da última edição de ‘The Walking Dead’.

Agora que Robert kirkman decidiu encerrar as publicações dos quadrinhos de ‘The Walking Dead após o lançamento da edição #193, muitos fãs estão especulando o desfecho para certos personagens, com o vilão Negan.

Negan esteve longe dos holofotes desde que a história se focou no Império durante o arco final e ele nunca mais apareceu, nem foi mencionado.

No entanto, após agradecer aos fãs, Kirkman escreveu uma última linha em sua despedida da série, dizendo:

“P.S. Negan vive”.

Não há como dizer o que isso pode significar para o futuro do personagem, ou para onde ele foi depois de deixar Rick. Mas, para os fãs, é bom saber que ele não foi morto.

Em outro ponto da carta, ele diz que também é muito difícil para se despedir do trabalho de sua vida.

“Estou chateado também. Vou sentir saudades tanto quanto vocês, se não mais. Isso parte meu coração, e nós temos que seguir em frente … mas eu amo demais esse mundo para prolongar as coisas até que não correspondam ao que eu quero que seja.”

lembrando que ‘The Walking Dead‘ continua com a série de TV, que retorna para sua 10ª temporada em outubro.

Lembrando que Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes, vai reprisar seu papel numa trilogia de filmes da franquia, com previsão de lançamento a partir de 2020.

‘Arrowverse’ quase teve a presença do Arqueiro Verde de ‘Smallville’

Um dos maiores desejos dos fãs de ‘Arrow‘ era ter visto outras versões do Arqueiro Verde através das realidades alternativas apresentadas na série.

E isso quase aconteceu, segundo o produtor Marc Guggenheim.

Durante uma entrevista para o Fake Nerd Podcast, Guggenheim revelou que passou anos tentando convencer Justin Hartley, o Arqueiro Verde de ‘Smallville‘, para participar de ‘Arrow‘.

“A verdade é que tentamos trazer Justin Hartley para o ‘Arrowverse‘ várias vezes. Passei anos tentando entrar em contato com ele, e quando conseguimos ele estava ocupado gravando ‘This is Us’. Ele é um cara incrível e parecia empolgado com a ideia, mas nossas agendas impediram a realização desse sonho.”

No entanto, Guggenheim ainda encontrou uma maneira de homenagear essa versão do herói quando seu uniforme foi visto no início do crossover ‘Elseworlds’ na Terra-90.

“Eu falei com a equipe de figurinos da emissora e pedi o uniforme emprestado. Me disseram que só poderiam emprestar com uma condição: ninguém pode vesti-lo’. Então, nós o colocamos em um manequim e mostramos em uma rápida cena de ‘Elseworlds‘.”

E aí, você gostaria de rever Justin Hartley vestindo o uniforme do Arqueiro Verde?

A 8ª temporada de ‘Arrow‘ terminou com a trágica morte de Oliver Queen (Stephen Amell), mas a própria série mostrou que os personagens podem retornar através de viagens no tempo e realidade paralelas.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Amell foi questionado se voltaria a interpretar o Arqueiro Verde em um novo crossover, mas sua reposta pode decepcionar os fãs.

“Não, Oliver Queen está morto, eu me aposentei [do personagem] e isso foi bom. Foram oito anos incríveis, mas estava na hora de encerrar a história. Eu acho estranho acompanhar as novidades de ‘Supergirl’, ‘The Flash’, eBatwoman‘ agora que me despedi. Parece que foi em outra vida, acho que não vou interpretar Oliver Queen de novo.”

Ainda que a resposta seja negativa, Amell pode mudar de ideia ao longo dos anos, então tudo é possível.

Anteriormente, o  Guggenheim conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre um possível retorno de Amell, ao que ele respondeu:

“Quem sabe o que pode acontecer no futuro? A única coisa que eu sempre digo quando um personagem do ‘Arrowverse‘ morre é que não podemos esquecer que há realidades alternativas, viagens no tempo, flashbacks, o que você quiser. Temos todos esses recursos à nossa disposição. Ninguém realmente se vai.”

Mesmo assim, Guggenheim deixou claro que só aprovaria essa ideia se houvesse um bom motivo.

“Não estou dizendo que vamos trazer Oliver Queen de volta. Não tão cedo. Se o trouxéssemos durante a estreia da sétima temporada de ‘The Flash‘, sua morte perderia todo o impacto. Seria preciso um bom motivo para trazê-lo de volta.”

Confira o trailer e as imagens do último episódio:

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.