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‘Demon Slayer’: 2ª temporada ganha previsão de lançamento

Após ter quebrado recordes nas bilheterias com o filme ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme‘, a 2ª temporada do anime ‘Demon Slayer‘ finalmente ganhou previsão de lançamento.

De acordo com o Yahoo! Japan, próximo ciclo, que seguirá a partir dos eventos do filme, irá estrear em outubro de 2021.

Novidades sobre a 2ª temporada devem ser divulgadas em breve. Fiquem ligados!

Vale lembrar que ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme‘ já arrecadou impressionantes US$ 454 milhões mundialmente, ultrapassando ‘A Viagem de Chihiro‘ (US$ 383.4m), e tornando-se a maior bilheteria para um anime da história do cinema.

O filme é uma continuação direta da primeira temporada do anime Demon Slayer.

A trama acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por seres maldosos. Além de perder todos os seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar em um deles. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outras pessoas passem pelo mesmo, o menino se transforma em um matador de demônios.

Baseada no mangá de Koyoharu Gotouge, publicado entre 2016 e 2020 na revista semanal Shonen Jump, com 23 volumes encadernados no total, a trama se passa no Japão há cerca de 100 anos.

O filme é dirigido por Haruo Sotozaki.

‘Snowdrop’: Série de romance com Jisoo, do Blackpink, estreia no Star+; Confira o trailer!

Os quatro primeiros episódios da série coreana ‘Snowdrop‘, estrelada por Jisoo Kim (integrante do popular grupo Blackpink), já estão disponíveis no catálogo do Star+.

Na trama, uma jovem cuida de um ferido inimigo político após sua fuga de uma prisão – o que acaba criando uma profunda conexão entre os dois.

Confira o trailer legendado:

A trama se passa em 1987 e acompanha o misterioso Im Soo-ho (Jung Hae-in). Um dia, ele aparece todo ensanguentado em um vestiário feminino e é encontrado por Eun Young-ho (Kim Ji-soo). Mesmo apavorada com a situação, Eun decide ajudar o rapaz e escondê-lo. Ela, então, busca descobrir sobre seu passado e o que aconteceu para que chegasse até ali. Aos poucos, os dois criam uma forte conexão e desenvolvem um relacionamento romântico.

‘M3GAN’: Terror da Blumhouse terá BAIXA classificação etária por “cenas violentas”

O aguardado terror ‘M3GAN‘, novo filme da produtora Blumhouse, ganhou baixa classificação etária (PG-13) – o que significa que o filme deve ter pouca violência, evitando cenas de mortes gráficas.

O longa da boneca assassina foi classificado pelo MPA por “cenas violentas, terror, linguagem e referências sugestivas”.

Vale lembrar que, após o grande sucesso do trailer, o lançamento do terror foi antecipado para o dia 6 de janeiro de 2023 – tornando-se um dos primeiros longas-metragens a estrear nos cinemas no próximo ano.

Confira o trailer e as melhores reações sobre o filme:

M3GAN segue Gemma, uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando a sobrinha órfã vai morar com ela, Emma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone, com produção de James Wan.

Jenna DavisAllison WilliamsRonny Chieng estrelam.

‘Magnum P.I.’: Trailer da ÚLTIMA temporada promete novas aventuras e ameaças; Confira!

A NBC divulgou o novo trailer da quinta (e última) temporada de ‘Magnum P.I.‘.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 4 de outubro.

Criada por Eric Guggenheim e Peter M. Lenkov, a produção é um remake da série clássica ‘Magnum‘, de 1980.

Um antigo Navy SEAL volta para casa do Afeganistão e usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular no Havaí.

O elenco conta com Jay Hernandez, Perdita Weeks, Zachary Knighton, Stephen Hill, Tim Kang e Amy Hill.

Atriz de ‘Pânico na Floresta 5’ estrelará terror INTERATIVO estilo ‘Black Mirror: Bandersnatch’

De acordo com o Deadline, Roxanne McKee (‘Pânico na Floresta’) será a protagonista de ‘The Run‘, terror interativo estilo ‘Black Mirror: Bandersnatch‘.

Na produção, os espectadores terão que tomar decisões para definir o destino dos personagens e o desenvolvimento da narrativa.

George Blagden (‘Vikings’) também estrelará o filme.

Ambientada em uma trilha remota, a trama segue uma famosa influenciadora fitness que precisa lutar pela sobrevivência quando ela é caçada por assassinos sádicos. Em sua jornada, ela encontra o fazendeiro local Matteo e as escolhas do espectador irão determinar se eles vivem ou morrem.

O elemento interativo envolverá os espectadores tomando decisões de risco em diversos momentos significativos da história, que afetarão diretamente o desenvolvimento do filme e, em certos casos, poderão resultar em morte prematura.

Paul Raschid (‘A Câmara do Medo’) será responsável pela direção.

Seth Michaels, Sara Sometti Michaels e Reece Foster irão servir como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sarah Michelle Gellar compartilha homenagem EMOCIONANTE a Michelle Trachtenberg: “Viverei por você”

Através do seu Instagram, Sarah Michelle Gellar (‘O Grito’) compartilhou uma homenagem emocionante à atriz Michelle Trachtenberg (‘Gossip Girl’), que faleceu esta semana, aos 39 anos.

As duas trabalharam juntas na série clássica ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘.

“Michelle, escute-me. Escute. Eu te amo. Sempre irei te amar. A coisa mais difícil neste mundo é viver nele. Eu serei corajosa. Viverei… por você.”

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

De acordo com o New York Post, Trachtenberg foi encontrada pela mãe por volta das 8h da quarta-feira, no One Columbus Place, no bairro Central Park South, em Manhattan. A atriz havia recentemente passado por um transplante de fígado. Sua morte não está sendo investigada como suspeita.

Nas redes sociais, fãs haviam expressado preocupação com a saúde da atriz devido à sua aparência visivelmente mais magra, levantando especulações sobre um possível envolvimento com drogas.

Em janeiro do ano passado, Trachtenberg respondeu aos comentários dos fãs, afirmando que estava “feliz e saudável”.

Nascida em Nova York no dia 11 de outubro de 1985, Michelle iniciou sua carreira aos nove anos, na série clássica dos anos 90 do Nickelodeon, ‘The Adventures of Pete & Pete’, onde interpretou a excêntrica amiga Nona F. Mecklenberg.

Desde então, trabalhou em diversos projetos, incluindoHarriet, a Espiã’, ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ eGossip Girl.

‘The Creep Tapes’ ganhará especial natalino; Confira as imagens!

O Shudder confirmou que a 2ª temporada de ‘The Creep Tapes‘, série baseada na franquia de terror found footage ‘Creep‘, terá um Especial de Natal.

Intitulado ‘Nick‘, o capítulo temático irá ao ar no dia 12 de dezembro. Na trama, Nick é confrontado pelo comportamento estranho de seu terapeuta durante uma sessão de emergência na véspera de Natal.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

Dos escritores e produtores executivos Mark Duplass e Patrick Brice, a nova temporada continuará a desvendar a mente de um assassino em série isolado que atrai cinegrafistas para seu mundo com a promessa de um trabalho remunerado documentando sua vida.

Os novos episódios contarão com a participação de David DastmalchianRobert LongstreetKatie AseltonDiego JosefDesean TerryAlec BewkesLinas PhillipsTaylor GarronTimm SharpJody Lambert e Jeff Man.

A série foca na coleção de vídeos do cofre secreto do assassino mais mortal e socialmente inconfortável do mundo, que contrata suas vítimas para filmá-lo por um dia sob falsos pretextos.

Cada episódio foca em uma nova vítima em sua vasta coletânea.

Mark Duplass, protagonista e roteirista dos dois primeiros filmes, retorna. Ele criou a série ao lado de Patrick Brice, que é responsável pela direção de todos os episódios.

Vale lembrar que os dois primeiros filmes da franquia estão disponíveis da Netflix!

‘Deify’: Ashley Greene, da franquia ‘Crepúsculo’, estrelará novo TERROR psicológico

De acordo com o Deadline, Ashley Greene (‘Crepúsculo’) será a protagonista do terror psicológico ‘Deify‘ (Divinizar, em tradução livre).

Neal McDonough (‘O Refúgio’) e Skeet Ulrich (‘Pânico’) também irão estrelar a produção.

Na trama, um líder de seita vai a julgamento após levar seus seguidores devotos a serem queimados vivos.

O filme é parcialmente inspirado nos acontecimentos do cerco de 1993 em Waco, Texas, envolvendo membros da igreja Ramo Davidiano e o Bureau de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos — um dos maiores confrontos armados envolvendo civis já registrados em solo americano.

O elenco ainda contará com Cliff Chamberlain (‘Homeland’), Brian Glanney (‘Companhia de Heróis’), Jessie Nerud (‘Better Call Saul’), Garrett Andrew Ahrens (‘Find Her’), Jason Potter (‘Yellowstone’), Danny Bohnen (‘Murder at Yellowstone City’), Scotty Bohnen (‘Trilha de Sangue’), Drea Berg (‘Things Like This’), Ricardo Gamboa (‘The Chi’) e Ritchie Ramone da banda de rock The Ramones.

Os irmãos Carmelo e Nicholas Chimera são responsáveis pela direção.

As filmagens estão acontecendo atualmente, em Chicago.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Star Wars’: Spin-off de ‘Obi-Wan’ ganha o título provisório ‘Joshua Tree’

Novos rumores vinculados à produção do spin-off do personagem Obi-Wan Kenobi estão circulando na internet. Segundo o portal Omega Underground, a princípio o título do filme será ‘Joshua Tree’. A suposição foi feita a partir da aquisição da lista de produção da obra, por parte do site.

De acordo com a publicação, ‘Joshua Tree’ seria uma referência ao Joshua Tree National Park, localizado na Califórnia. Com o visual desértico semelhante ao Death Valley National Park, onde algumas cenas de Tatooine foram filmadas para ‘Star Wars – Uma Nova Esperança’, o local seria uma indicação sutil de que o novo spin-off seria filmado lá.

O site ainda pontua que a escolha do nome provisoriamente é ainda mais sugestivo, simbolizando uma possível caracterização periódica do filme, colocando Obi-Wan em uma época que se encaixaria entre a prequel ‘Rogue One – Uma História Star Wars’ e a trilogia original.

Nos primeiros três filmes, o mentor de Luke Skywalker foi interpretado por Alec Guinness.

Novidades devem surgir em breve!

 

Marvel Studios lança colecionáveis em alusão aos seus 10 anos; Confira!

A Marvel Studios completou 10 anos em 2018 e as comemorações seguem firme.

Dessa vez, a empresa lançou uma nova leva de colecionáveis, que compõem o jogo Os 10 Primeiros Anos.

Entre os brinquedos articulados, temos os heróis Doutor Estranho, Thor, Vespa, Homem de Ferro, além do vilão Thanos.

Confira:

 

Vale lembrar que, em 2009, a Disney comprou a empresa por “apenas” US$ 4 bilhões. O sucesso absoluto de público e a boa aceitação da crítica, transformaram os filmes de super-heróis em um gênero cinematográfico e a Marvel Studios líder no mercado.

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‘The Expanding Universe of Ashley Garcia’: Netflix vai desenvolver série latina com Mario Lopez

Após o fim de ‘One Day At a Time‘, a Netflix vai investir em uma nova série de comédia, explorando a história de uma família latina.

Intitulada ‘The Expanding Universe of Ashley Garcia‘, a produção acompanha uma garota de 15 anos que trabalha com engenharia robótica e que acaba mudando para a casa do seu tio, quando recebe a oportunidade de trabalhar para a Nasa.

Com 16 episódios, a série trará a novata Paulina Chavez como a protagonista homônima, com Jencarlos Canela  no papel de seu divertido tio Victor.

Mario Lopez e Seth Kurland são os criadores da produção, além de assumirem a função de produtores executivos. Kurland também será o showrunner da comédia.

A série ainda não tem data de estreia.

 

‘Resident Evil: O Capítulo Final’ será retirado da Netflix em junho

Os fãs de ‘Resident Evil’ precisam ficar atentos, pois ‘O Capítulo Final‘ será retirado da plataforma de streaming da Netflix.

A produção será retirada da grade de programação no dia 15 de junho.

Sobrevivente do massacre zumbi, Alice vai retornar para onde o pesadelo começou, Raccoon City, onde a Umbrella Corporation reúne suas forças para um ataque final contra os remanescentes do apocalipse. Para travar sua guerra final a fim de salvar o restante da raça humana, a heroína de ação terá que recrutar amigos antigos e novos para sua última missão.

Confira o trailer:

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‘Spidey and His Amazing Friends’: Nova série animada da Marvel ganha várias imagens; Confira!

O universo do Homem-Aranha está crescendo, com a nova série em animação ‘Marvel’s Spidey and His Amazing Friends‘, voltada para o público infantil.

E a produção, desenvolvida pela Casa do Mickey para os canais Disney Channel e Disney Junior, ganhou suas primeiras imagens, divulgadas com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Patrick Stump, vocalista da banda Fall Out Boy, é o compositor responsável por toda a trilha sonora da série, além de assinar a música tema.

Na trama, Peter Parker, Miles Morales e seus amigos se envolvem em grandes aventuras, à medida em que ajudam a proteger o mundo.

Marvel’s Spidey and His Amazing Friends‘ estreia ainda em 2021, em data a ser confirmada.

‘007’: Produtores de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ e ‘Harry Potter’ estão em negociações para assumir franquia junto à Amazon

Os produtores Amy Pascal e David Heyman estão sendo cotados para se juntar à Amazon MGM para desenvolver a franquia de James Bond. A informação foi revelada pela Variety.

Amy Pascal é conhecida por ter sido uma das principais produtoras da mais recente trilogia do ‘Homem-Aranha‘ (estrelada por Tom Holland), bem como dos sucessos ‘Rivais‘, ‘Adoráveis Mulheres‘ e ‘A Grande Jogada‘.

David Heyman possui em seu currículo a franquia de ‘Harry Potter‘, ‘Paddington‘ e os indicados ao Oscar ‘Era uma Vez em…Hollywood‘ e ‘História de um Casamento‘ – todos como produtor.

Segundo a publicação, a dupla ainda está “em negociações”. No entanto, nenhum acordo pode ser assinado por hora, até que o serviço de streaming finalize seu acordo para comprar o controle criativo das mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, os produtores cuja família supervisiona todas as coisas relacionadas à 007 há décadas.

Vale lembrar que Andy Jassy, CEO da Amazon, falou recentemente sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”  

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Mark Frost responde se haverá uma nova temporada de ‘Twin Peaks’

Apesar da terceira temporada de ‘Twin Peaks’ ter sido aclamada pela crítica, ainda é um grande mistério se a série irá retornar. Em conversa com a IndieWire, o co-criador Mark Frost dá uma resposta não tão animadora, ao dizer que ainda está pensando se novos episódios serão produzidos:

“Eu ainda não me decidi. Acho que é uma pergunta aberta no momento, e uma pergunta que a Showtime está se fazendo também.”, afirmou;

Vamos aguardar por novidades, fiquem de olho no CinePOP!

A 3ª temporada, dirigida por David Lynch, contou com 18 episódios. 

O grandioso elenco contou com Monica Bellucci (‘Matrix’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje!), Richard Chamberlain (‘Inferno na Torre’), David Duchovny (‘Arquivo X’), Sky Ferreira, Ernie Hudson (‘Os Caça‑Fantasmas’), David Patrick Kelly (‘Os Selvagens da Noite’), Jane Levy (‘A Morte do Demônio’), Matthew Lillard (‘Scooby-Doo’), Sara Paxton (‘Terror na Água’), Tim Roth (‘Os Oito Odiados’), John Savage (‘O Franco Atirador’), Eddie Vedder, Alicia Witt (‘The Walking Dead’), Kyle MacLachlan, Laura Dern, Jennifer Jason Leigh, Ashley Judd (‘Divergente’), Naomi Watts e Amanda Seyfried (‘A Garota da Capa Vermelha’).

Situada nos dias atuais, a terceira temporada seguirá a linha da nova versão de ‘Dallas‘, dando continuidade aos eventos da atração original. Os episódios foram coescritos por Lynch e Mark Frost.

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‘Vingadores: Guerra Infinita’: Fã recria trailer hilário com Deadpool no lugar dos heróis

Como a internet não perde tempo, um fã decidiu adicionar o Deadpool no trailer de Vingadores: Guerra Infinita, substituindo todos os heróis do filme pelo Mercenário. Assista:

Enquanto isso, a Marvel Brasil também confirmou que o ator Chris Pratt, o Senhor das Estrelas de ‘Guardiões da Galáxia’, virá ao Brasil para promover o aguardado ‘Vingadores: Guerra Infinita por aqui.

O ator estará no país na primeira semana de abril para participar de um evento exclusivo para fãs e convidados. Novas informações sobre devem sair em breve. O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘Coringa’: Filmagens começam em 2 semanas; Alec Baldwin deve viver o pai do Batman!

Parece que a Warner Bros. está realmente mantendo sigilo total sobre a produção ‘Coringa‘, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, já que, de acordo com o jornalista Umberto Gonzalez, do The Wrap, as filmagens começam daqui a 2 semanas, em Nova York.

O site Geeks WorldWide revelou que a trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Além disso, o Deadline revelou que Alec Baldwin se juntou a Joaquim Phoenix e Robert DeNiro no elenco. Especula-se que ele viverá Thomas Wayne, o pai do Batman.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

O filme de origem do vilão, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

Dica ‘Festival do Rio’ | Não perca a chance de ver ‘Super/Man’ nos últimos dias do festival

O Festival do Rio está chegando a suas últimas sessões. E um filme que não vem recebendo a devida atenção é Super/Man: A História de Christopher Reeve. Já lançado lá fora, o filme é considerado o primeiro projeto do Universo DC de James Gunn. Vale destacar, porém, que o filme não foi produzido pela DC, mas adquirido pelo estúdio a pedido pessoal de Gunn, que vai recontar a história dos heróis desse universo, partindo justamente de um filme do Super-Homem.

O longa é um documentário que acompanha a vida e carreira de Christopher Reeve, eternizado nos cinemas do mundo como o Superman definitivo dos cinemas. Seu legado segue vivo até hoje, seja nos filmes com super-heróis, nas melhorias do tratamento de paraplegia ou simplesmente na imaginação de milhões de crianças que, nos últimos 46 anos, assistiram o filme e acreditaram que era possível ver um homem voar.

Dirigido por Ian Bonhôte e Peter Ettedgui, o documentário é mais que uma homenagem, é uma celebração e reflexão sobre quem foi Christopher Reeve e o que ele significou para o mundo. O filme mostra seu lar na infância, os sonhos de um jovem que encontrou seu objetivo de vida no teatro ao lado de ícones que viriam a conquistar os palcos e cinemas nos anos seguintes, as glórias e complicações que vieram ao viver o Superman, as dificuldades de se encontrar na carreira após ser eternizado como o ícone dos quadrinhos e, claro, a luta diária contra seu próprio corpo, após sofrer o acidente e se ver paralisado dos ombros para baixo pelo resto da vida.

O documentário aborda com extrema sensibilidade a vida de Reeve, mas sem poupar os detalhes polêmicos, como o fim de seu primeiro relacionamento público, a polêmica do comercial que mostrava ele levantando da cadeira e andando, e a visão dos filhos de um pai que, no auge físico, parecia cada vez mais distante da família. Na verdade, a temática familiar é muito presente no longa, revelando que ‘Chris’ nasceu e cresceu em um lar completamente quebrado, se tornando um adulto extremamente competitivo e carente pela atenção e aprovação do pai, que era um grande babaca. Chega a ser irônico que um homem tomado como modelo de masculinidade e inspiração para milhões de crianças e adultos, no fim das contas, era apenas um menino que queria obsessivamente orgulhar um pai que nunca pareceu ligar muito para ele. Esse comportamento, inclusive, refletiu muito na forma como Reeve passou a enxergar sua própria família, criando um ciclo muito complexo que só viria a se romper após o trágico acidente.

Homem sentado em cadeira especial motorizada.

Sobre o acidente, a parte mais chocante é justamente o momento após a tragédia. Talvez não tenha chegado ao Brasil o quanto Christopher Reeve foi importante nesta causa, servindo como exemplo para os pacientes e como símbolo de uma luta da ciência pela busca por soluções e inovações. Há uma passagem muito marcante em que eles contam que uma criança no hospital não queria passar por um procedimento na cadeira porque seria muito doloroso. Vendo a cena, Reeve chegou e conversou com o menino por cerca de um minuto, explicando que aquilo faria bem para ele. Não deu outra, a criança viu o Superman em uma situação como a dele e não pensou duas vezes em escutar e seguir seu herói.

É justamente essa a palavra usada para retratar Reeve: herói. Não por ter ficado tetraplégico, sendo motivo de pena ou coisa do tipo. Ele foi um herói porque se entendeu como ídolo, antes e depois do acidente, e não teve um dia sequer de sua vida em que não tivesse lutado por suas crenças, sempre buscando fazer o que era certo. Mesmo paralisado, Reeve buscou inspiração e conseguiu retornar a Hollywood, um mercado tão contrário aos deficientes físicos, e se consolidou como diretor. Ele lutou e ajudou a quebrar a imagem preconceituosa de que os PCD’s não mereciam ser vistos, não mereciam ser cuidados. Ele ajudou a mudar um estigma de anos.

Homem fantasiado de super-herói, fundo azul.

Mais do que isso, o filme conta a história de Christopher Reeve pela ótica de quem conviveu com ele e presenciou de pertinho os principais momentos de sua carreira, como os relatos de Robin Williams e entrevistas atuais de Jeff Daniels, dois personagens marcantes de sua trajetória na vida, nos palcos e nas telas. É um filme trágico, mas esperançoso. Ele mostra que Christopher Reeve, o primeiro super-herói da vida de gerações, foi realmente um super-homem dentro e fora das telas, mas ainda assim um ser humano falho, o que só o engrandece como pessoa 20 anos depois de sua morte.

Quem quiser assistir, pode encontrar Super/Man: A História de Christopher Reeve no Estação Net Gávea às 17h deste sábado e a última sessão acontece no domingo (13), às 16h15, no Kinoplex São Luiz.

Crítica | Bandida: A Número Um – Amor Bandido Shakespeariano na Rocinha faz Sucesso na Netflix

Uma das características mais conhecidas do Rio de Janeiro é a violência. Os mais velhos costumam dizer que “antigamente não era assim”. E não era mesmo. Inúmeros fatores influem na forma como o Rio de Janeiro foi se configurando no que é hoje, especialmente as zonas periféricas (comunidades, favelas, baixada fluminense), que vão sendo empurradas cada vez mais para longe dos olhos (e dos investimentos dados ao) do asfalto carioca. Isso não é de hoje, de ontem: isso vem lá do Brasil império.

Mas fato é que as favelas cariocas existem, fazem parte da cidade e da paisagem, têm suas próprias histórias e suas vozes precisam ser ouvidas. Uma dessas vozes pode ser ouvida em ‘Bandida: A Número Um’, filme que estreou em 2º lugar entre os títulos mais vistos da Netflix.

Rebeca (Maria Bomani, ex-BBB 22) foi criada pela Rocinha. Abandonada pelos pais e vendida pela avó a Amoroso (Milhem Cortaz, de ‘Os Outros’), chefe do tráfico no morro, Rebeca desde cedo aprendeu a lutar para sobreviver. Mas quando chegou na juventude, conheceu Pará (Jean Amorim, de ‘Malhação’), sobrinho do chefe, e rapidamente o amor entre eles cresceu, embora Amoroso desaprovasse. Nesse mesmo período a cocaína começou entrar no morro, vendida pela turma de Del Rey (o cantor Otto, irreconhecível) e Gil (Mc Marechal), desbancando a gerência mais tranquila de Amoroso e implementando os bailes funks regados a música alta e tiros pro alto. No meio da disputa para ver quem manda na Rocinha, Rebeca vai gravando sua história em fitas K-7, enquanto se torna a Número Um da favela.

Inspirado no livro homônimo de Raquel de Oliveira, ‘Bandida: A Número Um’ é narrado pela protagonista e dividido em cinco partes, sendo a última aquela que supostamente contaria a vida da protagonista como a número um, a chefe da Rocinha. Entretanto, com apenas uma hora e vinte de duração, é justamente esta última parte que fica faltando no filme, dando a entender que tudo neste bloco teria ocorrido rápido demais.

Apesar dessa escolha curiosa, o filme de João Wainer (do documentário inédito ‘Doleira: A História de Nelma Kodama) é bastante imersivo, quase como num videogame. As cenas de perseguição e de corre-corre pelas ruas da favela são intensas o suficiente para fazer o espectador mergulhar nelas. Para o público de filmes de ação, é exatamente isso que buscam num filme, e neste quesito ‘Bandida: A Número Um’ acerta em cheio. O diretor ainda aumenta a atmosfera nostálgica construindo um reinado de Amoroso muito mais solar e colorido, enquanto o de Del Rey é mais escuro e sombrio. Para as cenas de narração da personagem, o diretor opta por planos em close-up em Maria e filmagem em preto e branco, enquanto nas cenas de reconstrução da memória o diretor opta por lentes mais quadradas, que desfocam propositalmente, e uso de gelatina laranja para reforçar o ar de um tempo passado.

Crédito: Karyme França

Bandida: A Número Um’ é uma superprodução que conta com um elenco enorme e dedicado, com nomes como JP Rufino, Natália Lage e João Vitor Nascimento destilando diálogos reais do povo. O roteiro também foca em contar a transição do controle do tráfico da Rocinha com o que era antes, controlado por bicheiros, para o que se transformou depois, muito mais violento. Um panorama interessante, para lembrar que já houve outros tempos.

Embebido em Shakespeare, ‘Bandida: A Número Um’ traz a história de um amor bandido, com a gangue de Romeu enfrentando a família de Julieta em plena Rocinha, contada pelas vozes das crias do morro trazendo seus pontos de vista para além das manchetes de jornal.

Crédito: Karyme França

Richard Erdman, da série ‘Community’, morre aos 93 anos

O ator Richard Erdman, conhecido pelo público contemporâneo como o eterno estudante Leonard, de Community, morreu aos 93 anos.

Seu amigo, o historiador Alan K. Rode, reportou sua morte no Twitter. Joel McHale, seu colega de cena na série supracitada, escreveu que Erdman era “um homem bom e muito engraçado. Iremos sentir sua falta, ‘Leonard'”.

Yvette Nicole Brown, que também participou da comédia, escreveu que “eu sabia que um dia iríamos dizer adeus a esse amável homem. Mas mesmo assim, não fica mais fácil. #RichardErdman era a própria alegria ambulante”.

Erdman também é conhecido por seus significativos papéis no cinema durante mais de sete décadas de trabalho, mas ganhou bastante notoriedade após estrelar nas séries Além da Imaginação‘Stalag 17’. Recentemente, ele apareceu em um episódio de ‘Dr. Ken’.

‘Zumbilândia’: Ruben Fleischer tem interesse em dirigir derivado focado em Madison

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Ruben Fleischer expressou grande interesse em produzir um derivado da franquia Zumbilândia focando na já icônica personagem Madison.

Madison foi interpretada por Zoey Deutch em Zumbilândia: Atire Duas Vezes’ e automaticamente ganhou o coração do público por sua personalidade irreverente e muito engraçada.

“Eu adoraria fazer um filme-solo de Madison”, o diretor comentou. “Então, acho que a história deve ser escrita. Seria uma coisa engraçada de fazer. Isso, na verdade, teria envolvido uma ótima cena pós-créditos onde os dois [Madison e Berkeley (Avan Jogia)] estão em Babylon apenas existindo e sendo bobos juntos”.

Apesar de ter demorado 10 anos para a sequência ter sido lançada, parece que a espera valeu a pena. Nos EUA, o filme arrecadou ótimos US$ 26.7 milhões em seu primeiro final de semana – superando a estreia do primeiro filme (US$ 24.7m).

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 5.3 milhões, elevando sua estreia global a US$ 32 milhões.

Considerando o seu orçamento relativamente baixo de US$ 42 milhões, a produção não deve ter dificuldades em garantir retorno em um curto período de tempo.

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Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original formado por Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Liga da Justiça’: Warner está com raiva e nunca mais vai trabalhar com Zack Snyder, afirma site

Segundo fontes internas à Warner Bros., o Snyder Cut de Liga da Justiça, que vem fazendo bastante barulho nas redes sociais há dois anos, não irá acontecer. Mais do que isso, o estúdio permanece ressentido com o diretor Zack Snyder e afirma que nunca mais vai trabalhar com ele (via Cosmic Book News).

As informações indicam que a produtora não têm planos para lançar a versão do diretor do longa-metragem, nem mesmo na plataforma da HBO Max. Snyder teria requisitado US$20 milhões para terminar a produção – pedido este que foi negado.

A Warner também não estaria feliz com o modo como Snyder vem promovendo o lançamento do Snyder Cut nas redes sociais e em sites de cinema, deixando claro que não gosta de ser intimada para gastar mais dinheiro ou lançar o filme.

Segundo funcionários próximos ao projeto, o corte do diretor tem mais de 3h30 de duração, e um funcionário da equipe de efeitos visuais revelou que apenas 10% das filmagens do cineasta entraram na versão final.

Além disso, Jason Momoa, o Aquaman, disse à MTV News que teve a oportunidade de assistir a versão antes do lançamento digital.

“Eu já assisti a versão de Snyder. Acho que só estão decidindo onde lançar, talvez em streaming. Os fãs precisam assistir, porque eu amei. Obviamente, sou grato à Warner e à DC e não sei como eles se sentem sobre essa polêmica, mas como fã, estou muito, muito feliz por ter assistido.”

Ainda não há como comprovar a veracidade da informação, mas esta seria uma excelente estratégia para atrair assinantes para a HBO Max, então faz todo sentido que a companhia queira investir na ideia.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Gal Gadot falou pela primeira vez sobre o “Snyder Cut”:

Você quer assistir ao Snyder Cut?

‘Duna’: Primeiro trailer será lançado em setembro, confirma Warner Bros.

A complexa obra literária Duna vai ganhar um reboot, sob o comando do aclamado indicado ao Oscar, Denis Villeneuve – e já faz um tempo que os fãs do diretor e do incrível universo sci-fi de Frank Herbert querem ver como a nova adaptação está.

Agora, a Warner Bros. finalmente revelou que o primeiro trailer do longa-metragem será disponibilizado na quarta-feira, 09 de setembro.

Lembrando que a companhia permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

‘Walker’: Reboot com Jared Padalecki ganha novas imagens promocionais; Confira!

A The CW divulgou novas imagens promocionais do episódio de estreia de ‘Walker’reboot estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).

Confira, junto ao trailer:

A produção irá estrear no dia 21 de janeiro.

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey MorganKale CulleyJeff Pierre, Cobu BellMitch PileggiRebekah GrafGabriela FloresAlex LandiViolet BrinsonKeegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

Crítica | Netflix acerta em cheio com a envolvente e chocante fantasia distópica ‘Sweet Tooth’

Em mais uma de suas incursões originais, a Netflix resolveu dar um passo um pouco mais ousado e trazer à vida os aclamados quadrinhos de Jeff Lemire, Sweet Tooth. Com produção executiva de ninguém menos que Robert Downey Jr. e sua esposa, Susan Downey, a série, composta por oito episódios, nos leva para um mundo distópico devastado por um vírus mortal e palco do embate racial entre humanos e híbridos (crianças que têm características tanto humanas quanto animais e que se tornam alvo de perseguições).

É um fato dizer que a gigante do streaming, nos últimos meses, arquitetou produções imaturas, por assim dizer, e que falharam em capturar a essência das obras originais – como foi o caso do pífio suspense ‘A Mulher na Janela’, estrelada por Amy Adams, e a esquecível (e já cancelada) ‘O Legado de Júpiter’, baseada nas HQs de Mark Millar e Frank Quitely. Não é surpresa que tenhamos ficado com um pé atrás quando foi anunciada a releitura de um dos artistas mais respeitados e conhecidos do cenário contemporâneo; entretanto, todas as dúvidas existentes logo foram varridas para debaixo do tapete com uma narrativa extremamente competente, envolvente, chocante e profunda, calcando uma metáfora belíssima para as diversas situações que as minorias sociais enfrentam na atualidade – e talvez uma lição bastante didática das mazelas dos preconceitos injustificáveis.

Assim como inúmeras investidas do gênero, Sweet Tooth abre de um modo familiar o suficiente para capturar a atenção do público, ainda que não ousado como pensaríamos. Guiado pela narração pontual de James Brolin, o piloto funciona como apresentação de um universo à beira de drásticas mudanças: de um lado, temos uma doença letal que dizima boa parte da humanidade e arremessa os sobreviventes para um obscurantismo total e uma falta de prospecto. Conhecido como Flagelo, o vírus não apenas serviu para “limpar” o planeta da tuberculosa praga que o assolava (o próprio homem), mas serviu de pontapé inicial para um estágio evolutivo que assimilava humanos a animais. E é claro que os ambos os eventos se correlacionariam de forma destrutiva, levando um grupo conhecido como Os Últimos Homens a caçá-los ou para exterminá-los ou para extrair deles uma cura em potencial.

O elo que une essas múltiplas subtramas é Gus (Christian Convery), um jovem garoto-cervo de dez anos que cresceu e passou a vida inteira escondido no centro de uma reserva em Nebraska, nos Estados Unidos, morando com ninguém além do pai (encarnado por Will Forte). Sem qualquer conhecimento do que se desenrolava para além das cercas que o protegiam, Gus enfrenta experiências traumáticas que o levam a deixar o passado para trás e buscar a mãe (que pode ou não ter morrido). Quando cruza caminho com o ex-atleta profissional Tommy Jepperd (Nonso Anozie), que trabalhava como um caçador de híbridos antes de se voltar contra o grupo, ele percebe que as coisas não são tão fáceis assim.

A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue.

Além deles, temos a trama que não se isola, mas se ramifica para o relacionamento de Dr. Aditya “Adi” Singh (Adeel Akhtar) e da esposa, Rani (Aliza Vellani). Adi abandonou sua profissão depois do Flagelo para cuidar de Rani, que contraiu o vírus, mas foi tratada com rapidez com um medicamento que a livrava dos sintomas. As coisas mudam quando Adi percebe que os esforços de mantê-la a salvo de uma horda de vizinhos psicóticos e neuróticos não são o suficiente em meio a uma possível nova onda de infecções que vem crescendo dia após dia; em outro espectro, temos Aimee (Dania Ramirez), uma ex-psicóloga que, vivendo confinada meses a fio depois do estouro da pandemia, descobriu um novo propósito em sua vida ao encontrar a híbrida Wendy (Naledi Murray) e fundou um centro de acolhimento para salvar as crianças mutantes.

Talvez um dos únicos equívocos da primeira temporada seja o esquecimento do antagonista General Steven Abbot (Neil Sandilands). Apesar de fazer aparições densas ao longo dos episódios, a iminência do poder que exerce numa comunidade regida pelo medo é um tanto quanto óbvia e fica em segundo plano. De qualquer forma, todos os outros aspectos são tratados com cautela minuciosa, desde um dinâmico ritmo a um roteiro bem trabalhado que leva o tempo necessário para entregar as reviravoltas e os principais pontos de catarse – e falar sobre os incríveis efeitos visuais é quase desnecessário e redundante, considerando que não esperávamos menos que uma exuberância cativante.

Sweet Tooth é uma ótima adição ao extenso catálogo da Netflix e, diferente de outros títulos que a integram, não tenta entregar mais do que consegue. Pelo contrário, é admirável o esplendor ambíguo com o qual o time criativo da série lida, fazendo questão de que as peças dessa intrincada engrenagem funcionem do início ao fim.

‘The Witcher’: Henry Cavill está pronto para a batalha na nova imagem oficial da 2ª temporada; Confira!

Empire divulgou com exclusividade uma nova imagem oficial da 2ª temporada de The Witcher, que chega à Netflix em 17 de dezembro de 2022.

A foto traz Henry Cavill como Geralt de Rivia, empunhando uma espada e pronto para a batalha,

Confira:

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘DMZ’: Minissérie distópica de Ava DuVernay já está disponível na HBO Max!

A série distópica DMZ, da aclamada produtora, diretora e roteirista Ava DuVernay, finalmente chegou à HBO Max.

Os quatro episódios foram lançados hoje, 17 de março, no catálogo da plataforma de streaming.

A história, baseada nos quadrinhos homônimos de Brian Wood, é ambientada num futuro não tão distante no qual uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está desesperadamente procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Rosario Dawson estrela como Alma Ortego. Benjamin Bratt também faz parte do elenco.

Robert Patino entra como produtor executivo e showrunner. Ele é conhecido por seu trabalho nas séries WestworldSons of Anarchy.

DuVernay comanda o projeto. Ela recentemente dirigiu a aclamada minissérie ‘Olhos que Condenam’ para a Netflix. Seus outros créditos incluem o drama indicado ao Oscar Selma, a adaptação cinematográfica de Uma Dobra no Tempo e o documentário 13th.

‘Westworld’: ÚLTIMO episódio da 4ª temporada ganha trailer oficial; Confira!

A 4ª temporada da série Westworld continua a todo vapor na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou a promo oficial do último episódio.

O oitavo capítulo, intitulado “Que Será, Será”, será exibido no dia 14 de agosto.

Confira:

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

Critics Choice Awards 2023 | Zendaya leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘Euphoria’

Euphoria é um dos maiores fenômenos da televisão contemporânea e, depois de uma segunda temporada explosiva, vem colhendo frutos de seu sucesso na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do Critics Choice Awards 2023Zendaya foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz em Série de Drama por seu aclamado papel como Rue. Ela já havia sido indicada em 2020 pela mesma performance.

Lembrando que as duas temporadas da série já estão disponíveis na HBO Max.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco também conta com Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

Liberation | Os 5 anos do comeback de Christina Aguilera

Em 2012, Christina Aguilera parecia ter chegado a um fundo do poço injusto após lançar Lotus, seu sétimo álbum de estúdio. O novo disco vinha como uma tentativa de recuperar sua imagem em vista das duras críticas recebidas por Bionic’, lançado dois anos antes e que caiu em um esquecimento ridiculamente pré-programado que não conseguiu compreender a estética transgressora de suas investidas synthpop que viriam até mesmo a inspirar nomes com Lady Gaga e Miley Cyrus a seguir em uma linha semelhante. Logo depois, a cantora e compositora mergulhou na sua carreira como jurada e permaneceu seis anos em um doloroso hiato, tempo durante o qual reclusou-se em seu antro de criação para entregar-se ao projeto intitulado Liberation – aguardado por fãs sedentos e esperançosos.

Além do longo período de pré-produção e gravação, Aguilera havia declarado que se afastaria do pop para mergulhar em uma mistura de R&Bhip-hop e soul. Basicamente, exploraria nessa nova fase de sua carreira todas as teceduras vocais que trazia e que já mostrara em singles como Candyman”, Beautiful”, Fighter e até mesmo Your Body” – ainda que este tenha sido rechaçado de modo considerável. Abraçar uma cultura apagada por anos de domínio branco também seria uma forma interessante de recuperar seu sangue latino, também já visto em álbuns anteriores, e incitar os ouvintes a uma vertente interessantíssima e passível de ser ovacionada pela audácia.

Entretanto, as coisas não correram bem como o planejado. A começar pelo prólogo nada esperado intitulado Liberation, que inclusive empresta o nome para o título do álbum. Aqui, a artista recita um breve monólogo sobre autoaceitação, encontrar a sua missão dentro de um mundo essencialmente opressor e que serve de respaldo para as duas próximas faixas, Searching for Maria” e Maria”. Não podemos tirar crédito da cantora e dos produtores – dentre os quais está o conhecido Kanye West e sua fluidez fundida entre reggae e rap – em tentar fazer dois capítulos para uma mesma história. Mas tudo começa a se tornar repetitivo, com canções que na verdade são textos de cinquenta ou sessenta segundos com poucas investidas musicais e que não acrescentam necessariamente algo de positivo para compreendermos a obra. Maria” ainda se mostra com mais identidade, tangenciando uma construção latinizada que retorna bruscamente para o pop e quebra o mundo no qual mergulhávamos.

De modo geral, o álbum em si parece cru e não aproveita o incrível potencial que conserva. Ainda que grande parte consiga ser salva pela poderosa voz da lead singer e as letras sejam delineadas com inúmeras metáforas e simbolismos de empoderamento social e feminista – até mesmo no interlúdio Dreamers” -, o ritmo, a melodia e os crescendos são monótonos e repetitivos demais para nos manter presos por tempo o suficiente. Em outras palavras, conectar-se com as faixas é um trabalho árduo e complexo, renegando a fluidez pela qual Aguilera preza tanto.

Enquanto os ápices podem existir, devemos falar também da escolha comercial do álbum. Optar por uma canção como Accelerate” para insurgir como single foi uma escolha muito estranha e que não agradou muito aos ouvidos dos fãs e da crítica – a melodia inicia-se com um brusco mergulho no reggae que sucede o incrível e desperdiçado interlúdio intitulado I Don’t Need It Anymore” (que poderia ter sido transformado em uma música completa sem perder a essência a capella pela qual preza). Em uma perda de ritmo inexplicável, os rappers são movidos por algo que mistura eletropop com synthpop e logo depois retorna para o soul da voz de Christina sem aviso prévio ou preparação. Ou seja, uma mistura bagunçada de inúmeros gêneros é como podemos classificar esse primeiro single – que se vale mais pela estética que apresenta que pela representação auditiva.

O álbum é anacrônico – em outras palavras, ele não cria um escopo que poderia ser ouvido em épocas diferentes e ainda manter seu brilho, mas sim não sabe em qual direção apontar; grande parte das músicas parece ultrapassada, resgatando a linearidade superficial que precede a era digital e que nos transporta aos primeiros anos da década de 2000 (como Pipe”, que mais se parece com uma “fofa” balada de Mariah Carey que uma verdadeira incorporação de Aguilera) e criando uma lacuna desconfortável. Entretanto, esses deslizes, colocados lado a lado com pequenos ápices, parecem insignificantes e poderiam ser facilmente cortados da entrega final: a artista retorna para suas baladas com Unless It’s With You” e o aplaudível Twice”, tão bem construídos quanto o pitch perfect de Hurt”, permitindo explorar sua extensão vocal, desde os vibrattos até os slides.

“Fall in Line” é o hino de empoderamento feminino que vem para salvar o álbum de ser uma completa desgraça. Em parceria com Demi Lovato e seu inenarrável amadurecimento no cenário musical, o segundo single traz duas vozes únicas e de gerações diferentes para uma mesma atmosfera, criando uma tensão narrativa que apenas cresce e atinge seu ápice com a última parte. O crescendo aqui é tão visível e perfeitamente arquitetado, sem cair nos cansaços dos arranjos de outras faixas e investindo em transições de tirar o fôlego. É uma pena que tanta expectativa tenha caído nas ruínas do convencionalismo e do desequilíbrio identitário e tenha decepcionado mais que agradado.

Nem mesmo as referências a outros mestres do pop funcionou em sua completude. Sick of Sittin’” traz tentativas de homenagem a Michael Jackson e toda sua única estrutura de canto. Perceber semelhanças entre as tracks mais famosas do cantor e essa nova perspectiva não é um trabalho difícil; entretanto, as coisas não funcionam com tanta fluidez quanto o esperado e acabam caindo mais uma vez na monotonia excessiva, nos levando a pensar que talvez essa transgressão poderia ter sido substituída por algo mais dentro de um comfort zone certeiro e irrefutável.

comeback de Christina Aguilera até teve seus pontos altos, mas em geral foi uma grande decepção. Como fã, garanto que esperava um pouco mais pelo tempo de seu hiato e pelo período extenso de produção do álbum – e atirar para os lados provou ser uma escolha nada menos que infeliz.

‘007’: Jacob Elordi responde aos RUMORES de que interpretará o próximo James Bond nos cinemas

Nos últimos dias, mais rumores sobre o próximo filme da franquia 007, apelidado carinhosamente de ‘Bond 26’, começaram a despontar nas redes sociais – incluindo um que apontava que Jacob Elordi, astro de ‘Euphoria’, estaria sendo cotado para interpretar o icônico James Bond.

Agora, em entrevista à Extra, Elordi comentou sobre os boatos, mas não deu nenhum indicativo de que sabia que estava sendo considerado para o papel.

“Isso é lindo”, ele respondeu. “Eu gosto que as pessoas talvez me queiram colocar em seus filmes. Me deixa muito contente”.

Anteriormente, o aclamado diretor Christopher Nolan também falou sobre rumores de que dirigiria o próximo capítulo da saga de espionagem, mas os desmentiu de forma categórica.

Porém, o diretor desmentiu à Associated Press que vai fazer o próximo filme do espião.

“Infelizmente não é verdade. Mas estou bastante empolgado que a greve acabou e vamos voltar a trabalhar”, ele afirmou, à Associated Press.

O World of Reel havia divulgado que a produtora da franquia Barbara Broccoli tinha Nolan em vista para roteirizar e dirigir os próximos DOIS filmes do espião.

Danny Boyle, Denis Villeneuve e Paul Greengrass são outros cotados para assumir o projeto.

Dublê de Chris Pratt em ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Jurassic World’ morre aos 47 anos

Segundo o TMZ (via Variety), Tony McFarr, que trabalhou como dublê de Chris Pratt em Guardiões da Galáxia Vol. 2’ e na franquia Jurassic World, morreu nesta última segunda-feira aos 47 ano.

A trágica notícia foi confirmada pela mãe do ator. McFarr morreu em sua casa, localizada perto de Orlando, mas nenhuma causa do óbito foi revelada.

O astro participou de diversos filmes e séries, desde o início dos anos 2010. Ele serviu como dublê de Pratt pela primeira vez de Jurassic World, em 2015, migrando para Guardiões da Galáxia Vol. 2’ em 2017 e Jurassic World: Reino Ameaçado’ em 2018. Ele também fez as acrobacias de Pratt no drama sci-fi ‘Passageiros’, de 2016.

Seus outros créditos incluem ‘Capitão América: Guerra Civil’‘Homem-Formiga e a Vespa’‘Jogos Vorazes: A Esperança’ (partes 1 e 2), ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’.

McFarr nasceu em 1976 e teve seu primeiro papel na televisão em dois episódios da série ‘Burn Notice’, em 2007 e em 2010. Ele também apareceu em ‘One Tree Hill’‘Army Wives’‘Graceland’‘MacGyver’ e outros títulos – mas dedicou a maior parte da carreira ao trabalho como dublê.

Ele também serviu como dublê para atores como Jon Hamm (‘Te Peguei!’) e Brendan Fraser (‘The Poison Rose’).

‘Pão, Rosas e Liberdade’: Documentário produzido por Jennifer Lawrence e Malala ganha trailer PODEROSO; Confira!

Apple TV+ divulgou recentemente o trailer de ‘Pão, Rosas e Liberdade’, documentário produzido pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 22 de novembro.

Confira:

O longa-metragem é dirigido por Sahra Mani e teve sua estreia mundial no Festival de Cannes, conquistando 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Pão, Rosas e Liberdade’ é uma visão poderosa do tremendo impacto que a queda de Cabul nas mãos do Taleban em 2021 teve nos direitos e na vida das mulheres. O filme acompanha em tempo real três dessas mulheres que lutam para recuperar sua autonomia. Sahra Mani capta o espírito e a resiliência das mulheres afegãs por meio de um retrato nítido da sua situação angustiante.

Malala Yousafzai também entra como produtora.