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‘A Morte do Demônio’: Jogo baseado na franquia ganha data de lançamento

O aguardado ‘Evil Dead: The Game‘, jogo baseado na franquia ‘A Morte do Demônio‘, finalmente teve sua data de lançamento anunciada.

O jogo será lançado oficialmente no dia 13 de maio.

“Quando nos desafiamos a criar um jogo baseado na franquia ‘A Morte do Demônio’, nós sabíamos que teria que ser incrível. Para entregar a melhor experiência possível, ‘Evil Dead: The Game’ será lançado no dia 13 de maio. Esse adiamento nos dará o tempo que precisamos para fazer as coisas certas.”

A pré-venda começará em breve, e o novo trailer está programado para fevereiro.

Contendo os modos co-op e PvP, o jogo será lançado para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

“Pela primeira vez, o universo de ‘A Morte do Demônio’ se conecta em uma experiência eletrizante com o herói Ashley J. Williams. Trabalhe em equipe com um time de quatro sobreviventes, explorando, criando, controlando o seu medo e encontrando artefatos essenciais para fechar a fenda entre os mundos. Ou possua o controle dos poderosos demônios Kandarianos para caçar Ash e seus amigos através dos Deadites, o clima e até mesmo os próprios sobreviventes enquanto você devora suas almas.”

“Muitas surpresas aguardam nessa batalha sangrenta contra o mal que captura o humor, terror e espírito da franquia. Enfrente a ação em locais memoráveis, incluindo a infame cabana na floresta, e descubra mais de 25 tipos de armas.”

Bruce Campbell retornará como o icônico Ash.

O jogo também contará com o retorno da Dana DeLorenzo (Kelly Maxwell, da série ‘Ash vs. Evil Dead‘), Ray Santiago (Pablo), Marcus Gilbert (Arthur, de ‘Uma Noite Alucinante 3‘) e Richard DeManincor (Scotty, do original ‘A Morte do Demônio‘).

‘Dahmer: Um Canibal Americano’ se torna a 2ª série de língua inglesa mais ASSISTIDA da história da Netflix

Sucesso! De acordo com o TVLine, ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ se tornou a segunda série de língua inglesa mais assistida da história da Netflix.

A produção criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’) ultrapassou os números alcançados pela 2ª temporada de ‘Bridgerton‘.

Pela terceira semana seguida, a série se manteve no topo das produções mais vistas da televisão norte-americana, acumulando novas 205.33 milhões de horas conferidas pelos espectadores.

Ao total, a minissérie já soma 701.37 milhões de horas assistidas, superando as 656.26 horas registradas pela segunda temporada de ‘Bridgerton‘ em seus primeiros 28 dias. Com mais uma semana restante para fechar o mesmo período, ‘Dahmer‘ está atrás apenas de ‘Stranger Things 4‘ – a série de lingua inglesa mais popular da Netflix (com 1.35 bilhão de horas assistidas durante as quatro primeiras semanas).

Vale lembrar, no entanto, que ‘Round 6‘ segue como a série MAIS POPULAR do serviço de streaming, tendo registrado um total de 1.65 bilhão de horas durante o mesmo período. No geral, ‘Dahmer‘ ainda fica atrás da 5ª temporada de ‘La Casa de Papel‘ (792 milhões de horas) – sendo a quarta série mais popular da história da Netflix.

Estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’, a produção é centrada no perigoso serial killer Jeffrey Dahmer.

GIGANTE! Pessoas são DEVORADAS em novo clipe de ‘Megatubarão 2’; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo clipe da sequência ‘Megatubarão 2‘.

Confira:

Vale lembrar que as primeiras avaliações do filme já estão sendo divulgadas na internet, mas as reações são desastrosas. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa estrelado por Jason Statham teve a façanha de conquistar 0% de aprovação, com uma nota 4.6/10 da imprensa.

Confira avaliações:

“Uma continuação que mais uma vez falha em tirar proveito de sua premissa bizarra.” – The Jam Report.

“O filme vai de um lado para o outro até chegar a um clímax, ou algo parecido, onde o nível de excentricidades (se formos gentis) ou travessuras (se formos honestos), se torna uma ameaça incrédula.” – Clarín.

“Acho que é praticamente uma lição perfeita sobre o que não fazer, se você está planejando uma continuação de um filme simples e simpático sobre um ‘peixe grande’.” – Stuff.co.nz

“O que falta na sequência desdentada de [Ben] Wheatley é uma carnificina sangrenta e um senso de diversão. Não é violento o suficiente para as multidões de terror, mas talvez muito abrasivo para toda a família desfrutar.” – South China Morning Post.

“Carece de mordida” – Fiction Horizon.

“Há diversão em potencial com um recurso de criatura de grau C muito óbvio; você apenas tem que passar por uma “trama” desnecessária demais para chegar a ela.” – The AU Review

Crítica | Inferior ao 1º, ‘Megatubarão 2’ é um carnaval de diálogos cafonas e ação incessante

Confira o trailer:

A viagem de uma equipe de pesquisa exploratória do oceano se transforma em um verdadeiro caos quando uma operação de mineração maquiavélica ameaça sua missão e os força a entrar em uma batalha de alto risco pela sobrevivência. Enfrentando Mega Tubarões colossais e saqueadores ambientais implacáveis, nossos heróis devem ser mais rápidos, mais inteligentes e superar os predadores impiedosos em uma corrida pulsante contra o tempo.

A sequência ainda conta com o retorno de Jason Statham, Cliff CurtisSophia CaiPage Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.

Ella Purnell, de ‘Fallout’ e ‘Yellowjackets’, estrelará novo TERROR de esquilos assassinos

De acordo com o Screen Daily, Ella Purnell (‘Yellowjackets’) será a protagonista do terror cômico ‘The Scurry‘, onde terá que enfrentar uma “avalanche de esquilos assassinos”.

A atriz irá substituir a Olivia Cooke (‘A Casa do Dragão’), que teve que deixar a produção por causa de conflitos na agenda.

Purnell também estrelou ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas‘ e a recente adaptação de ‘Falllout‘, do Prime Video.

Na trama…

“Dois controladores de pragas que são chamados a um parque rural para investigar o que começa como um problema rotineiro de vermes, mas à medida que a noite se aproxima, uma avalanche de esquilos enlouquecidos aparece, trazendo vingança e caos aos funcionários e visitantes do parque.”

“Com muitas mortes, os sobreviventes se abrigam em um café enquanto uma tempestade violenta corta a energia e as comunicações, deixando-os isolados e sob ataque. O grupo eclético de sobreviventes ainda inclui um adolescente mal-humorado, veganos hipócritas e um traficante de drogas – as chances de sobrevivência deles são extremamente remotas.”

O elenco ainda contará com Rhys Ifans (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’),Paapa Essiedu (‘Men: A Face do Medo’) e Antonia Thomas (‘The Good Doctor’).

Craig Roberts é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Tim Telling.

As filmagens estão programadas para iniciarem no próximo mês.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Sintonia’: Última temporada da série brasileira estreia na Netflix

A 5ª (e última) temporada da série brasileira ‘Sintonia‘ já está disponível no serviço de streaming da Netflix.

No ciclo final, Nando enfrenta novos desafios na prisão, que pode ameaçar a segurança das pessoas ao seu redor; Rita realiza seu sonho de se tornar uma advogada, mas precisa enfrentar um dilema profissional; e Doni toma uma decisão importante para o futuro de sua carreira.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada e dirigida por KondZilla.

A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.

Jottapê CarvalhoChristian MalheirosBruna Mascarenhas estrelam.

Pôster da série Sintonia da Netflix, três jovens abraçados.

Pôster da série 'Sintonia', Netflix, estreia 5 de fevereiro

Larissa Manoela lida com amizade conturbada no trailer de ‘Traição Entre Amigas’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Traição Entre Amigas‘, drama estrelado pela Larissa Manoela e Giovanna Rispoli.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Dirigido por Bruno Barreto (‘Férias Trocadas’), o longa é baseado no livro homônimo da Thalita Rebouças.

Penélope e Luiza sempre foram inseparáveis, até que uma escolha errada coloca a amizade à prova e muda o rumo de suas vidas. Entre mágoas, romances e reflexões, elas descobrem que amadurecer é bem mais complicado do que parece. Enquanto Penélope tenta a sorte como atriz em Nova York, Luiza mergulha no universo da música. E no meio de tantas mudanças, elas vão descobrir que toda amizade tem amor, promessas e segredos, mas que também tem os seus limites.

O elenco ainda conta com André Luiz Frambach, Nathalia Garcia, Gabrielle Joie, Emanuelle Araújo, Guenia Lemos, Otavio Linhares, Dan Ferreira e Pedro Colombelli.

Conheça o TERROR slasher que está fazendo SUCESSO no Prime Video

O terror holandês ‘Férias de Terror‘ está fazendo sucesso no Prime Video.

O longa alcançou o TOP 9 das produções mais assistidas do catálogo brasileiro, dez anos após seu lançamento original.

Na trama, seis amigos vão passar o recesso de verão em uma villa à beira-mar, mas um segredo do passado vem à tona e transforma as férias deles em um pesadelo.

Confira o trailer:

Martijn Heijne é responsável pela direção.

O elenco conta com Carolien Spoor, Kimberley Klaver, Jord Knotter, Jelle de Jong, Marly van der Velden e Yootha Wong-Loi-Sing.

Ariana Grande, Will Smith, John Legend e Alicia Keys em promo da série ‘Carpool Karaoke’

A nova série desenvolvida pela plataforma Apple Music, ‘Carpool Karaoke’, ganhou mais um novo trailer.

Nele, várias celebridades aparecem ao som do clássico hit the James Brown, Get Up Offa That Thing.

Vale ressaltar que a produção estreia no próximo dia 08 de agosto.

Confira:

Dentre as celebridades que aparecem estão Will Smith, John Legend, Alicia Keys, Taraji P. Henson, Chelsea Handler, Blake Shelton, Ariana Grande, Seth Meyers, Michael Strahan, Jeff Gordon e Metallica.

O programa, baseado no quadro homônimo do talk show de James Corden, contará com 16 celebridades percorrendo Los Angeles de carro, conforme cantam canções populares de diversos artistas. O diferencial da produção vai ser colocar os convidados para interagir com fãs nas ruas.

Essa é apenas uma das séries que a empresa de tecnologia planeja para o Apple Music. Ela também já encomendou uma sobre o desenvolvimento de aplicativos e ‘Vital Signs’, criada por Dr. Dre já tem uma nova temporada com seis capítulos encomendados.

Carpool Karaoke‘ ainda não tem data de estreia, mas a previsão é que seja ainda neste ano.

‘Oito Mulheres e um Segredo’ conquista 77% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A versão feminina de ‘11 Homens e Um Segredo’, intitulada ‘Oito Mulheres e Um Segredo’, estreia nos cinemas nesta quinta-feira (08) e as primeiras avaliações já estão entre nós.

Conquistando 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção – liderada por Sandra Bullock e Cate Blanchett – obteve críticas mistas, que elogiaram alguns de seus aspectos autênticos, à medida que também ponderou a falta de profundidade e brilho na nova versão.

E para você se preparar para o que vem por aí, separamos as principais avaliações da crítica internacional disponíveis no momento. É importante ressaltar que existe a expectativa de que a porcentagem da produção altere ao longo dos próximos dias.

Confira:

“Entre o brilho e as atrizes talentosas, ‘Oito Mulheres e Um Segredo’ acaba se desenvolvendo em frivolidades e boa vontade”. – Alonso Duralde, TheWrap

“É inteligente o suficiente para reconhecer que a política e a polidez formam excelentes companheiros”. – Justin Chang, Los Angeles Times

“Como uma imitação de zircônia cúbica de um colar de diamantes de valor inestimável, essa atualização feminina de ‘Oito Mulheres e Um Segredo’ parece com a joia, mas não tem esse brilho”. – Sara Stewart, New York Post

“‘Oito Mulheres e Um Segredo’ é, em muitos aspectos, uma imagem espelhada de seu antecessor, mas é mais agradável quando segue seu próprio caminho em direção à transcendência feminina”. – Inkoo Kang, Slate

“Resistir ao seu espírito travesso é simplesmente impossível. Com que frequência um grupo de mulheres qualificadas é autorizado a ser mal? – Tomris Laffly, Time Out

“Deveria ter sido mais perspicaz, mais inteligente e mais interessado em suas principais protagonistas, muito além de um ou dois traços atribuídos a elas”. – Dustin Putman, TheFilmFile.com

 

Na trama, Danny Ocean, personagem de George Clooney na franquia original, morreu e deixou uma mapa para sua irmã (Sandra Bullock) vingar sua morte.

O elenco conta com Rihanna, Sarah Paulson, Mindy Kaling, Cate Blanchett, Helena Bonham Carter, Matt Damon e Richard Armitage. Alguns famosos devem devem fazer participações, como Kim Kardashian, Kendall Jenner, Anna Wintour, Adriana Lima e Katie Holmes.

Oito Mulheres e Um Segredotem estreia marcada para 8 de junho de 2018.

Confira o trailer e fotos:

 

Após ‘Vingadores: Ultimato’, Irmãos Russo vão realizar documentário sobre Stan Lee

Vingadores: Ultimato‘ não será o último trabalho dos Irmãos Russo para a Marvel. Segundo o diretor Anthony Russo, eles ainda trabalharão em um novo projeto a respeito do grande criador dos quadrinhos da empresa, Stan Lee.

Durante uma entrevista recente, em que ambos divulgavam o último capítulo da atual fase do MCU, o cineasta comentou rapidamente sobre o projeto, evitando entregar muitos detalhes, mas afirmando que a proposta está mais voltada para um documentário sobre o artista.

Disse:

“Nós amamos Stan Lee e eu acho que é tão incrivelmente especial que ‘Ultimato‘ seja sua última participação especial. Somos fascinados pela vida que ele teve e, de fato, estamos desenvolvendo algo que tem muito a ver com seu trabalho na história da Marvel. Mas ainda não estamos prontos para apresentar esse projeto ou sequer conversar sobre ele. Mas podemos dizer que ele está mais para um documentário”.

Stan Lee foi uma das figuras mais carimbadas e respeitadas do universo dos quadrinhos, e divertia os fãs com suas clássicas e divertidas aparições nos filmes do universo da Marvel.

Aparecendo pela primeira vez em ‘X-Men’ (2000), o quadrinista ganhou cada vez mais destaque nos filmes. Recentemente, participou de ‘Venom‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

No vídeo abaixo, relembramos todas suas participações especiais nos cinemas.

Durante uma entrevista no começo do ano, ele revelou porque adorava tanto participar do filmes:

“É divertido e por alguns segundo eu realmente me sinto como um ator de verdade. Toda criança tem esse sonho e comigo não era diferente. Eu dizia quando pequeno que gostaria de ser como Errol Flynn. Então, eu faço essas pontas e por um breve momento eu sou um ator”.

Stan Lee morre aos 95 anos

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

‘Gavião Arqueiro’: Hailee Steinfeld fala sobre rumores de sua participação na série

A série de ‘Gavião Arqueiro‘ para o streaming Disney+ é uma das mais aguardadas pelos fãs da Marvel e desde seu anúncio, muito tem se especulado a respeito de quem viveria o papel de Kate Bishop, a aprendiz de Clint Barton.

E rumores apontavam que a jovem Hailee Steinfeld assumiria o papel da personagem na série. Embora a informação jamais tenha sido confirmada, a Disney também não negou a possibilidade, preferindo permanecer em silêncio diante dos boatos.

E a atriz decidiu falar sobre o assunto pela primeira vez, durante sua participação no programa de rádio SiriusXM’s Morning Mash Up. Ao ser questionada sobre o seu envolvimento com a série, ela tentou desconversar, mas acabou respondendo de forma mais evasiva e nem um pouco objetiva, apenas dizendo que seu foco é outro no momento.

Disse:

“Sabe, nesse momento, eu vou te contar que a minha cabeça está na música. É nisso em que estou focada. É isso que tem ocupado meu cérebro atualmente”.

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser do show, que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.

Confira:

O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem na épica conclusão Vingadores: Ultimato’.

 

‘Operação Overlord’: Aclamado terror sci-fi já está disponível na Netflix

O aclamado terror de ficção científica ‘Operação Overlord‘ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programa neste domingo (02).

O longa é estrelado por Wyatt Russell (‘Falcão e o Soldado Invernal‘).

Faltando poucas horas para o Dia D, uma equipe de paraquedistas americanos invade a França ocupada pelos nazistas para realizar uma missão que é crucial para o sucesso da invasão. Com a tarefa de destruir um transmissor de rádio sobre uma igreja fortificada, os soldados desesperados juntam forças com uma jovem francesa para penetrar nas muralhas e derrubar a torre. Mas, em um misterioso laboratório nazista sob a igreja, os menos privilegiados encontram-se frente a frente com inimigos diferentes de qualquer outro que o mundo já tenha visto.

O terror conta com a direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams.

Confira um clipe sobre a construção dos efeitos visuais do longa:

Sucesso entre os críticos – com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa infelizmente sofreu para encontrar seu público nos cinemas. Com um orçamento de US$ 38 milhões, o terror arrecadou apenas US$ 41.6 milhões.

 

Teto de cinema DESABA durante sessão de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’; Confira as imagens!

O teto de um cinema centenário desabou durante uma sessão de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, em Washington. A informação e as imagens do acidente foram divulgadas pelo Corpo de Bombeiros de Wenatchee Valley, por meio do Instagram.

Confira:

De acordo com a publicação em questão, os bombeiros foram acionados por volta das 20h para responder a ocorrência, que aconteceu no Liberty Cinema, um prédio que possui mais de 100 anos. O local, originalmente chamado Liberty Theatre, abriu suas portas pela primeira vez em 1920, como parte da franquia de salas de cinema Fox Theatres.

A causa da queda do teto segue sob investigação e, felizmente, ninguém saiu gravemente ferido.

Em uma entrevista ao The New York Times, o chef do Corpo de Bombeiros, Brian Brett, revelou detalhes do acidente, afirmando que os problemas estruturais do local foram percebidos por dois membros da audiência:

“Eles começaram a se afastar do que estava caindo do teto… Uma grande parte da área emoldurada sob o telhado se soltou e caiu nas três primeiras fileiras de assentos do antigo teatro histórico”.

Em virtude do acidente, o cinema permanece fechado temporariamente para a realização dos devidos reparos.

Crítica – Jovens Mães: Irmãos Dardenne arrebatam mais uma vez com personagens realistas, tocantes e necessários [Cannes 2025]

Jean-Pierre e Luc Dardenne, ganhadores da Palma de Ouro com Rosetta (1999) e A Criança (2005), retornaram pela 11ª vez à Croisette com Jovens Mães (Jeunes Mères), um drama duro e preciso sobre adolescentes em conflito com a precoce maternidade, em um cenário marcado por abandono, violência, dependência química e instabilidade familiar. Ambientado em um lar de acolhimento em Liège, na Bélgica, o filme acompanha cinco meninas — embora o foco se concentre em quatro delas — em um percurso emocional e prático  sobre como cuidar de um bebê e, principalmente, como estabelecer um vínculo com esse novo ser em meio ao caos.

Jessica (Babette Verbeek), Julie (Elsa Houben), Ariane (Janaina Halloy) e Perla (Lucie Laruelle) têm entre 14 e 16 anos e engravidaram por “acidente”. Com roteiro premiado em Cannes, os Dardenne exploram gradualmente as cicatrizes de cada uma dessas jovens, revelando que os nove meses de gestação não bastam para que estejam prontas para o que está por vir — o verdadeiro obstáculo é a negação. Jovens Mães se debruça sobre essa barreira emocional, oferecendo elementos que, sob um olhar psicanalítico, associam a gravidez a uma tentativa inconsciente de constituir uma família e preencher lacunas afetivas.  O “gozo”, como elaborado na teoria lacaniana, não encontra sustentação na realidade — especialmente quando o apoio paterno é ausente ou apenas simbólico..

Na cena de abertura, Jessica tenta reencontrar a mãe biológica, que a deixou em um lar adotivo. O desejo não se concretiza, intensificando feridas antigas. Ela então precisa aceitar sua própria humanidade e reconhecer que pode repetir o mesmo “erro” que tanto condenava. Perla, por sua vez, rejeita a realidade: a maternidade só faz sentido para ela se estiver acompanhada de Robin (Günter Duret), o namorado ausente que sequer reconhece a paternidade. O abandono paterno, portanto, pode acontecer a qualquer momento — basta o silêncio. Algo impensável para a mãe, mas permissível ao pai.

Ariane convive com uma mãe (Christelle Cornil) presente, mas emocionalmente destrutiva. Em vez da ausência, ela enfrenta uma presença sufocante, marcada por vícios e chantagens emocionais. Ao longo do filme, percebemos que Ariane foi, talvez, um projeto frustrado da mãe alcoólatra, e sua tentativa de adotar a racionalidade na tomada de decisões é uma tentativa de romper esse ciclo. Já Julie parece a mais estável entre as quatro, com um namorado (Jef Jacobs) presente e afetuoso, e um esforço concreto para reconstruir a vida, inclusive por meio de um estágio como cabeleireira. Sua fragilidade, no entanto, se revela na autossabotagem através do uso de entorpecentes, tornando sua trajetória simultaneamente esperançosa e inquietante.

Embora o foco esteja no cotidiano da maternidade precoce, o tema da interrupção da gravidez é abordado com sensibilidade. Cada menina tem seus próprios motivos para não ter optado pelo aborto — seja por falta de tempo, ignorância, desejo ou negação. A força do filme está justamente nesse ponto de vista: não há moralismo, apenas a exposição crua de dilemas sem resoluções fáceis. Com maestria, Jovens Mães nos imerge na complexidade dessas jovens — que por vezes irritam, como é natural para sua idade, afinal ainda são crianças com a responsabilidade de cuidar de outras — e nos faz questionar como agiríamos em seus lugares.

Assim como em Dois Dias, Uma Noite (2014) e O Garoto da Bicicleta (2011), os Dardenne mergulham na vida de pessoas à margem, abordando com desconforto o entrelaçamento entre classe trabalhadora, exclusão social e escolhas impossíveis. O lar de acolhimento funciona como microcosmo de uma sociedade que oferece apoio prático, mas que não consegue curar feridas emocionais. Mesmo quando há uma tentativa de estabelecer novas formas de cuidado — como a entrega voluntária do bebê para adoção — a dúvida sobre o que é amor, sacrifício ou desistência persiste.

Os irmãos belgas não levaram a terceira Palma de Ouro por Jovens Mães, mas o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes parece reconhecer justamente isso: a criação de personagens que, mesmo difíceis de entender ou aceitar, são absolutamente reais. O desconforto que provocam é reflexo de um cinema que se recusa a oferecer respostas prontas — preferindo nos colocar frente a frente com a complexidade humana, como um espelho que não nos poupa.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Cena deletada com Tom Hardy é divulgada; Assista!

O ator Tom Hardy teve sua participação cortada de Star Wars: Os Últimos Jedi, porém a cena foi gravada e a Lucasfilm divulgou na internet. Na cena em questão, Hardy interpreta um Stormtrooper. Assista:

O lançamento em Blu-ray acontece em 27 de março.

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

Novos teasers de ‘American Horror Story: Apocalypse’ anunciam o fim do mundo

American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), ganhou três novos teasers liberado pelo FX.

Assista, junto com os demais:

#AHSApocalypse #AHSFX

Uma publicação compartilhada por American Horror Story (@ahsfx) em

#AHSApocalypse #AHSFX

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#AHSApocalypse #AHSFX

Uma publicação compartilhada por American Horror Story (@ahsfx) em

 

O próprio Ryan Murphy confirmou, através do Twitter, que Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe, Frances Conroy e Stevie Nicks irão retornar na próxima temporada.

De acordo com o Bloody Disgusting, Jessica Lange irá retornar para a 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Segundo o site, ela irá reprisar o seu papel de Constance Langdon, da primeira temporada da série.

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.

Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts também devem retornar.

O FX já renovou ‘American Horror Story para suas 9ª e 10ª temporadas.

Dica do fim de semana | Filmes de diferentes gêneros nos streamings

O primeiro fim de semana de fevereiro chegou e infelizmente trouxe uma notícia triste para os fãs de cinema: o falecimento de Carl Weathers. Por isso, a lista de dicas deste fim de semana traz uma sugestão para quem quiser honrar sua memória assistindo um de seus sucessos.

Além disso, separamos mais quatro filmes de diferentes gêneros que podem ser assistidos nos principais streamings disponíveis no país. Confira!

Rocky III – O Desafio Supremo

Com o falecimento de Carl Weathers, o CinePOP vai abrir as indicações deste fim de semana com o trabalho mais icônico do ator: Apollo Creed. Neste longa, o campeão Rocky Balboa (Sylvester Stallone) vive as glórias de ser o pugilista mais popular de seu tempo, até ser derrotado pelo falastrão Clubber Lang (Mr. T). Com a sensação de estar ficando ultrapassado no cenário esportivo, Rocky marca uma revanche. Então, para ter alguma chance contra o brucutu marrento, Balboa pede a ajuda de seu antigo rival, Apollo Creed, para treiná-lo rumo à glória.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Amor à Primeira Vista

Em meio a uma chuva de comédias românticas genéricas, Amor à Primeira Vista se destaca pelo carisma de seus protagonistas e pela química sobrenatural que os atores têm entre si. Na trama, uma jovem norte-americana viaja para Londres para participar do casamento do pai. No aeroporto, ela conhece um jovem encantador que é apaixonado por matemática. Após uma conversa sobre as probabilidades desse encontro deles, a dupla descobre que está indo pro mesmo destino. Porém, ao chegar a Londres, eles se separam, mas isso não quer dizer que essa distância durará muito.

Onde assistir: Netflix.

 

Resistência

Em um futuro distópico, parte da humanidade entrou em guerra com a inteligência artificial após ela supostamente bombardear a cidade de Los Angeles. Então, o governo do ocidente tenta infiltrar soldados na sociedade robótica, que se instalou no oriente, onde máquinas e humanos convivem em paz. À procura do criador supremo por trás dessas IA’s, um soldado é descoberto e acaba perdendo sua esposa. Anos mais tarde, ele descobre que a nova arma das máquinas, que tem forma de criança, pode ajudá-lo a encontrar sua amada. Então, ele se volta contra seus superiores para defender a criaturinha.

Onde assistir: Star+.

 

A Noite Que Mudou o Pop

Recém-chegado ao catálogo da Netflix, esse documentário fantástico explora os bastidores da gravação do clipe mais estrelado da história da música: a reunião dos maiores nomes do cenário musical norte-americano da década de 1980 em We Are The World. A produção traz depoimentos da época e de agora dos músicos envolvidos no projeto e de profissionais que trabalharam nos bastidores. A narrativa é conduzida pela ótica de Lionel Ritchie, que encabeçou essa ideia e teve uma missão quase impossível de compor essa canção do zero junto a Michael Jackson, com quem não tinha muito contato, apesar de considerar amigo.

Onde assistir: Netflix.

 

Dois Filhos de Francisco – A História de Zezé di Camargo & Luciano

Clássico imortal do cinema brasileiro, Dois Filhos de Francisco, como indica o nome, conta a história da dupla sertaneja que foi fenômeno no Brasil entre as décadas de 1990 e 2000, Zezé di Camargo e Luciano. O filme conta desde a infância sofrida da família no interior de Goiás, onde um lavrador sonha em ter filhos trabalhando com a música. Então, ele arruma instrumentos para que o pequeno Mirosmar e seu irmão mais novo aprendam a cantar a realidade do sertão. Assim, eles começam a fazer sucesso tocando na rodoviária, o que desperta a atenção de um empresário.

Onde assistir: Globoplay.

Crítica | Mavka: Aventura na Floresta – Bonita Animação Ucraniana Dá Voz à Natureza em Filme Lúdico e Educativo

A floresta pede socorro. A história da civilização humana é também uma história de destruição dos biomas e do habitat natural de diversas espécies vivas do mundo inteiro. Ainda que muitas regiões consigam preservar grandes áreas, muito já se perdeu por conta da ganância humana e do capitalismo desenfreado, que enxerga na natureza uma fonte de recurso infindável existente tão somente para o benefício humano, sem se importar com as consequências de seus atos. Porém, hoje estão evidentes essas consequências – aquecimento global, escassez de alimentos, secas extremas, desgelo dos árticos –, e é preciso que as atuais e futuras gerações aprendam desde cedo a respeitar e conviver com a natureza. Nessa pegada, estreia essa semana nos cinemas nacionais o filme de animaçãoMavka: Aventura na Floresta’.

Há muito tempo, os homens e as criaturas da floresta de uma determinada região do planeta fizeram um acordo para que os seres humanos não entrassem mais na floresta encantada, protegendo, assim, os seres mágicos. Porém, lá no passado, um homem em busca de tratamento para a sua filha recém-nascida e adoecida, quebrou o protocolo e conseguiu um tratamento com o guardião da floresta. Isso fez com que parte da floresta fosse destruída e uma guerra fosse iniciada, distanciando, assim, ambas as comunidades. Décadas se passaram em relativa paz entre ambos os lados, mas a chegada de uma misteriosa mulher prometendo dinheiro fácil aos moradores da região leva o jovem Lucas (na voz de Charles Emmanuel) a topar o desafio de ir até a floresta encantada encontrar uma determinada folha a pedido dessa mulher, pois com o pagamento poderá pagar o tratamento de seu tio adoecido. O que Lucas não imaginava era que no caminho fosse conhecer Mavka (com dublagem de Lhays Macedo), jovem espírito da floresta responsável por guardá-la e proteger as criaturas, e que não medirá esforços em ajudá-lo, sem saber suas reais intenções.

Sabemos que um projeto de longa de animação é custoso e demora muito tempo a ser executado. Com esta informação, impressiona que ‘Mavka: Aventura na Floresta’ seja um projeto ucraniano, país que atualmente sofre com as investidas bélicas da Rússia, e que mesmo nesse contexto social, os diretores Oleh Malamuzh, Oleksandra Ruban e Yevheniy Yermak conseguiram produzir, executar e lançar um filme que pensa o futuro, mesmo nesse contexto.

Mavka: Aventura na Floresta’ é um filme bem colorido, esteticamente agradável aos olhos, com personagens carismáticos e vibrantes e que para além de levantar o alerta para destruição predatória das florestas e suas consequências, também apresenta um pouco da cultura do seu país – através dos personagens da comunidade humana, várias cenas de apresentação musical e de danças são trazidas no longa, e feitas de maneira orgânica, sem quebrar o ritmo do roteiro e que caem muito bem no estilo de animação.

Com uma bela mensagem e uma história envolvente, ‘Mavka: Aventura na Floresta’ é o tipo de filme que pode ser visto por pessoas de qualquer idade, mas que, acima de tudo, seria muito importante de ser visto pelas crianças e jovens, pensando no conceito educacional que o cinema pode proporcionar. Um bom programa em família que entretém, educa e diverte.

‘Katy Keene’: Ator de ‘Penny Dreadful’ entra para spin-off de ‘Riverdale’

Jonny Beauchamp (Penny Dreadful) e Julia Cham (Saving Hope) entraram para a série derivada de RiverdaleKaty Keene.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

Beauchamp será Jorge Lopez, que durante o dia trabalha no negócio da família e, à noite, se transforma em seu alter-ego drag conhecida como Ginger, performance no clube local. Jorge sempre aspirou a ser um ator da Broadway, mas agora quer elevar o nível de sua drag queen.

Chan será Pepper Smith, uma “it girl” de Nova York que está no epicentro de todas as novas tendências. Ela é engraçada, magnética e apaixonada por festas, e sonha em ter sua própria versão da fábrica de Andy Warhol.

O elenco  da série original inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Malévola: Dona do Mal’ ganha mais um teaser oficial com cenas inéditas; Assista!

Malévola: Dona do Mal ganhou mais um teaser oficial com cenas inéditas!

Confira:

Leia as primeiras críticas à sequência:

Malévola 2 é um conto de fadas feroz, que abraça a alegria de ser unicamente individual, pelos talentos de Angelina Jolie, Elle Fanning e Michelle Pfeiffer. Essas mulheres duronas estão com tudo, provando que o amor vem em diversas formas, tamanhos e espécies”.

 

Malévola: Dona do Mal é uma sequência visualmente espetacular, que prova mais uma vez que a Angelina Jolie nasceu para interpretar o papel homônimo. Um conto de fadas moderno, onde mulheres duronas tomam o centro do palco. As sequências de batalha são épicas e os figurinos são fascinantes”.

 

Malévola: Dona do Mal é tipo Piratas do Caribe: Tem muita enrolação e invenção, mas tem estrelas poderosas. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer e Elle Fanning são uma santíssima trindade com turbulentos arcos. Um figurino intrinsecamente detalhado e designer capilar que hipnotiza e surpreende”.

 

Malévola: Dona do Mal eleva os aspectos mais interessantes da nova mitologia do primeiro filme, em uma fantasia de aventura visualmente hipnotizante, que poderia abrir o universo dos contos de fadas de maneiras fantásticas. Cada quadro de Jolie e Pfeiffer tretando entrega tudo. Instantaneamente icônico”.

 

“Não estava esperando que Malévola 2 iria com loucura total na fantasia de ação, com cenas de ação cheias de pancadaria, que se assemelha a um cruzamento entre Avatar e Os Gárgulas. Quando está no ritmo, ele detona. É facilmente o melhor conto de fadas live-action da Disney desde de Meu Amigo o Dragão”.

 

“Bem, bem.. quem diria que Malévola: Dona do Mal seria uma viagem tão maluca? Eu, inicialmente, tinha minhas dúvidas, mas agora eu argumentaria que está na lista das melhores sequências em live-action da Disney”.

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A sequência traz o retorno de Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning reprisam seus papéis. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

‘Liga da Justiça’: Fãs estão surtando com tweet fake do Snyder Cut; Confira!

Em comemoração ao Dia da Mentira, a HBO Max fez uma postagem hilária revelando que exibira o Snyder Cut de Liga da Justiça em maio deste ano – e, apesar da imagem ter sido uma brincadeira de 1º de abril, os fãs não deixaram de surtar.

Confira as reações:

“Vejo que eles são piadistas”.

“Muito bem feito”.

“Seu lugar no inferno está reservado”.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Gal Gadot falou pela primeira vez sobre o Snyder Cut:

Lembrando que Snyder continua fazendo uma intensa campanha para lançar seu ‘Snyder Cut‘ e aproveitou para divulgar uma foto com algumas caixas do filme junto com uma legenda sugerindo que “o corte do diretor realmente existe”.

Confira:

Recentemente, o site Variety publicou que a Warner Bros não está nem um pouco preocupada com o pedido e não pretende lançar o corte nos cinemas e nem em plataformas de streaming, já que finalizar o material editado por Snyder custaria milhões.

Após a repercussão da campanha nas últimas semanas, uma fonte ligada ao departamento de efeitos visuais do estúdio disse que:

“Isso é apenas um sonho e não há chances de acontecer. Investir nesse lançamento custaria milhões à Warner porque o filme não está finalizado. A versão lançada foi um fracasso, e cenas adicionais não mudariam isso, por mais que os fãs estejam otimistas.”

Anteriormente, Danny Elfman, compositor da adaptação, revelou ao JOE que também está descrente sobre o lançamento e afirmou que Snyder não havia concluído as filmagens da adaptação.

“Ele não foi demitido, sabe? Ele deixou a produção no meio do caminho. Então não acredito que há uma versão do diretor, no caso de Snyder, já que Joss [Whedon] veio e completou o que faltava.”

Elfman continuou:

“O problema é que ele não conseguiu finalizar o filme. Então, eu não tenho ideia de como eles fariam esse lançamento. Uma tragédia familiar o forçou a se afastar da produção… Desde então, tudo se tornou uma grande confusão. Tem tanta gente querendo ver o que Snyder pretendia contar, e isso está fugindo de controle.”

De qualquer forma, parece que tanto os fãs quanto o diretor não vão desistir de ver a versão original do longa.

Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.

E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?

Artigo | As raízes históricas de ‘Lovecraft Country’, a nova sensação da HBO

Lovecraft Country estreou ontem (16) na HBO e, sem sombra de dúvidas, foi um dos maiores lançamentos do ano ao capturar a essência não apenas de seu romance original, mas também do icônico escritor que o inspirou: H.P. Lovecraft. Criando uma atmosfera competente e envolvente do começo ao fim, a série mal chegou ao canal pago e já se tornou uma das favoritas dos fãs de gênero – ainda mais pela investida equilibrada entre a nostalgia e a contemporaneidade, recheando seu escopo sobrenatural com pungentes críticas sociais.

Entretanto, diferente de outras produções que mascaram suas verdadeiras análises sociológicas com metáforas e alegorias bem produzidas, a produção televisiva e o livro, no caso, valem-se de um escopo bastante verdadeiro que instaurou-se em meados do século passado nos Estados Unidos: a Era Jim Crow.

Para aqueles que não estão familiarizados com essa época da história, pense como uma construção análoga ao período da escravidão – travestida com um assertivo discurso que era aceito pelos supremacistas brancos norte-americanos e por grande parte do mundo que insistia em reproduzir discursos segregacionistas e neoimperialistas. Esse período foi marcado por leis racistas instauradas entre o final do século XIX e o início do século XX pelas legislaturas estaduais dominadas pelos Democratas e trazendo reminiscências dos Estados Confederados da América (uma união política do sul estadunidense que promovia a oligarquia agrária e a escravidão, como resposta às incursões abolicionistas de Abraham Lincoln e sua consequente vitória presidencial).

O princípio legal dessas práticas supracitadas pode ser resumido na premissa “separados, mas iguais”. A explicação era simples e condenatória: instalações e transportes públicos eram divididas entre as destinadas para os brancos e as destinadas para os negros – às vezes, nem mesmo existindo para as pessoas de cor. A ideia era ter um maior controle daqueles que não seguiam o padrão eurocêntrico imposto pelas doutrinas de expansão e invasão séculos atrás, institucionalizando desvantagens econômicas, sociais, educacionais e políticas principalmente para os afrodescendentes – que não tinham o direito de dividir o mesmo banheiro ou as mesmas salas de aula com as pessoas brancas.

Essas leis foram declaradas inconstitucionais apenas em 1954, pela Suprema Corte e pelo juiz Earl Warren. Porém, a promulgação de uma nova lei “igualitária” não foi adotada por vários estados durante muito tempo – como é mostrado na série. Logo no primeiro capítulo, o protagonista Atticus (Jonathan Majors) expressa sua satisfação de deixar para trás uma sociedade ainda compenetrada na validação das emendas de Jim Crow e retornar para sua casa, uma espécie de “antro paradisíaco” e seguro para os negros. Conforme o episódio se desenrola, percebe que o racismo e a condenação da comunidade afrodescendente permaneceu viva, colocando os nossos heróis como alvos de atitudes rechaçáveis e ameaças concretas de morte apenas pela cor de sua pele.

A verdade é que as leis supracitadas “saíram de circulação” com a instauração da Lei dos Direitos Civis em 1964 e a Lei dos Direitos de Voto, em 1965 – não que isso tenha implicado uma mudança considerável para o tratamento dos negros pelos brancos. Na verdade, as raízes históricas que solidificam a estrutura de Lovecraft Country apresentam um cenário que continua, na segunda década do século XXI, discriminatório por razões supremacistas – como o genocídio da população negra em território nacional, mais especificamente, pelo assassinato de George Floyd, Breonna Taylor e Ahmaud Arbery nos Estados Unidos em 2020. A sutil comparação entre a produção e a realidade contemporânea tem a intenção de nos fazer refletir sobre questões como abismo sociocultural e privilégios raciais – transportando-nos para uma época marcada por mazelas e marginalizações.

Mas o respaldo realista não se limita apenas às inflexões sociais, alastrando-se para as artísticas com força descomunal. Misha Green, responsável pela adaptação televisiva, prova seu conhecimento acerca dos conceitos de contracultura e de apropriação cultural inúmeras vezes, inclusive quando traz clássicos nomes do cenário musical para pincelar a backstory e a personalidade dos personagens: temos, por exemplo, a adoração de Letitia (Jurnee Smollett) pelo lendário guitarrista B.B. King, um dos principais nomes do R&B e do rock’n’roll; temos a presença ilustre de Big Maybelle na homenagem de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, um dos clássicos do blues cinquentista. E, em um aspecto mais categórico, o poderoso recorte do discurso do escritor, ensaísta e ativista James Baldwin (“o sonho [americano] existe às curtas do negro americano”).

Lovecraft Country usa as incursões sobrenaturais como impulso para as revelações e as explorações da monstruosidade das práticas racistas e, sem cair nas ruínas do panfletarismo político (algo que deveria fazer, de qualquer forma), nos apresenta a práticas que não julgávamos possíveis de existir. Há, por exemplo, uma sequência em que o trio principal se vê no centro de uma sundown town (cidade do pôr do sol), condados ou cidades que praticavam deliberadamente a segregação racial até mesmo depois do fim da Era Jim Crow, exigindo a saída da população negra quando o sol se posse no horizonte – caso contrário, eles cometeriam atrocidades inimagináveis (incluindo tortura e assassinato) para manter seu território branco por completo. Em outra sequência, temos a estereotipada e submissa imagem da mulher negra estampando um painel da marca Aunt Jemima – que a coloca na situação de serviçal e de responsável pelas refeições dos brancos.

Emblemática é a cena em que uma fila de negros espera sob o sol escaldante do meio-oeste estadunidense um “ônibus de cor”, abaixo de uma propaganda do supracitado sonho americano – e essa é apenas a cereja do bolo de uma releitura necessária dos problemáticos textos de Lovecraft, denunciando o que precisa ser denunciado e fazendo algo que, hoje, é mais necessário que nunca.

‘Kid Cosmic’: Nova animação infantil da Netflix ganha trailer DIVERTIDÍSSIMO; Confira!

Netflix divulgou hoje (05) o trailer oficial de Kid Cosmic, série animada que gira em torno de um jovem que encontra anéis extraterrestres e passa a enfrentar diversos perigos que querem destruir a Terra.

Confira:

A série foi criada por Craig McCracken.

Kid, um garoto de 9 anos com jeito peculiar e grande imaginação, vive com seu avô em uma cidade pouco povoada. Ao encontrar e acidentalmente ativar cinco anéis cósmicos nos destroços de uma nave espacial, ele emite um sinal com a localização dos artefatos mais poderosos e cobiçados do universo, transformando a Terra no palco de uma batalha épica por poder! Kid entrega os outros anéis aos habitantes da cidade, que formam uma equipe do bem – apesar de não serem muito bons nisso…

Kid Cosmic estreia no dia 02 de fevereiro na plataforma de streaming.

‘The Ice Road’: Liam Neeson parte em uma missão de resgate no trailer instigante da ação; Confira!

VVS Films divulgou recentemente o trailer oficial de The Ice Road, ação estrelada por ninguém menos que Liam Neeson.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Jonathan Hensleigh.

Depois do colapso de uma remota mina de diamantes no norte do Canadá, um motorista de estradas de gelo (Neeson) deve liderar uma missão de resgate impossível através de um oceano congelado para salvar os trabalhadores presos. Lidando com águas traiçoeiras e uma tempestade massiva, eles descobrem o que ninguém estava vendo: a verdadeira ameaça.

Laurence FishburneBenjamin WalkerAmber MidthunderHolt McCallany e Marcus Thomas completam o elenco.

The Ice Road estreia na Netflix em 25 de junho.

‘O Fio Invisível’: Thriller sobrenatural já está disponível na Netflix!

O Fio Invisível‘ (‘Fever Dream’), novo suspense sobrenatural da Netflix que faz parte da programação especial de Halloween, finalmente estreou na plataforma.

O título foi lançado hoje, 13 de outubro.

Relembre o trailer:

Dirigido por Claudia Llosa, o longa é baseado no livro homônimo de Samanta Schweblin.

Uma jovem mulher está morrendo longe de casa. Um garoto está ao seu lado. Ela não é sua mãe. Ele não é seu filho. Juntos, eles contam uma história assombrada de almas quebradas, ameaças invisíveis e o poder da família.

María ValverdeDolores Fonzi estrelam a produção.

O thriller será lançado na plataforma no dia 13 de outubro.

Artigo | A poética do bizarro em ‘Edward Mãos de Tesoura’, um dos melhores filmes de Tim Burton

Se existe alguém com grande afeição e afinidade com o macabro e o distorcido, esse alguém definitivamente é Tim Burton. O diretor é responsável por trazer à vida alguns dos personagens mais icônicos do cinema contemporâneo – e, dentro de sua filmografia, podemos dizer sem sombra de dúvida que os personagens em foco fogem do padrão considerado normal dentro de uma sociedade blasé e que preza pela padronização. E apesar de suas obras mais recentes serem memoráveis, como A Noiva Cadáver’ e Frankenweenie’, foi Edward Mãos de Tesoura que o colocou na visão da indústria do entretenimento até mesmo mais que seus projetos anteriores.

Mais uma vez, Burton retoma seu trabalho com o compositor Danny Elfman como forma de criar uma atmosfera inebriante, encantadora e misteriosa, através da harmonização de diversos instrumentos como o piano e o violoncelo aliados aos efeitos sonoros mecanizados e enferrujados que volta e meia aparecem em diversas sequências, incluindo durante os créditos iniciais. Ainda que tome um tempo mais que o necessário, essa introdução já consegue fornecer uma identidade para a narrativa que se seguirá, principalmente por ser pautada nas mesmas configurações do cinema clássicos dos anos 1910 e 1920, com lentas transições em fusão que conferem uma estética mais vintage e saborosa para os espectadores.

A trilha sonora acompanha a história inteira, e começa de forma mais branda com o aparecimento de nossa narradora-personagem, uma versão mais velha da protagonista Kim (Winona Ryder), a qual conta uma mágica história romântica e quase impossível de acontecer para sua pequena neta durante uma noite perscrutada por fortes nevascas. Ela então retorna para sua adolescência em uma pequena e pacata comunidade interiorana que também era conhecida por ser lar de uma criatura não exatamente humana, mas que carregava traços de uma invenção inesperada. Esse ser sobrenatural e aparentemente inofensivo é o personagem-título, que mora sozinho num imenso casarão até ser resgatado pela mãe de Kim, Peg (Dianne Wiest), uma revendedora de cosméticos completamente desprovida de preconceitos e que age de forma empática perante o estranho e assustado jovem.

Johnny Depp marca sua primeira parceria com Burton ao encarnar Edward, um personagem que carrega feições humanas exceto pelas mãos, as quais na verdade foram substituídas por um maquinário que simula as mesmas funções, porém com afiadas tesouras que o transformam, dentro de uma perspectiva conservadora e moldada por um “padrão estético”, em um forasteiro que é introduzido dentro daquele grupo de pessoas. Entretanto, diferente de outras narrativas do gênero, seu retorno para a vida em conjunto é marcada por uma fascinação exacerbada em detrimento de repulsa e medo. Cada um dos vizinhos se encanta com sua caracterização especial e como ele também parece não se importar muito com isso, visto que permaneceu quase toda a vida sob os cuidados de seu criador e não teve contato com ninguém de fora.

Em última instância, o filme funciona como forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.

Entretanto, as forças antagônicas existem sim. Anthony Michael Hall encarna o egocêntrico e valentão Jim, ex-namorado de Kim que enxerga Edward como uma aberração, porém utiliza sua condição para benefício próprio, principalmente durante uma das sequência que envolve uma má planejada tentativa de assalto. Tais acontecimentos também servem como base para uma superficial análise sobre as questões do bem e do mal e sobre como o fato do protagonista ter vivido longe de outras pessoas por tanto tempo impedem que ele tenha um julgamento racional sobre o que é certo e errado. Mais uma vez, essas perspectivas intimistas não encontram muito espaço dentro do escopo arquitetado por Burton, visto que o cineasta prefere uma história redonda e fechada a investidas mais ousadas em temas significativamente pesados – e isso de forma alguma retira a complexidade do produto final.

O diretor também faz bom uso de suas habilidades artísticas aqui, até mais que em sua bizarra obra Os Fantasmas se Divertem’. Ao invés de optar por saídas premeditáveis, ele busca inspiração no expressionismo alemão, marcado pelos cenários tortuosos e imensos, e até mesmo inclina-se um pouco mais para a arquitetura gótica quando pensamos no lar de Edward: a mansão segue um padrão românico-medieval, com torres pontiagudas, janelas ogivais e pouca entrada de luz, além de paredes suntuosas que mais se assemelham a corredores de calabouços. Tudo isso, aliado a uma fotografia escura e que preza pelo jogo com a fluidez das sombras, contrasta com a saturação do vilarejo, marcado pela existência profusa de várias cores e por uma iluminação mais difusa. Tais características dissonantes encontram um jeito de se unir à medida em que o personagem é adotado pela comunidade, dando seu toque a uma linearidade extenuante com designs de cerca-viva e lindos cortes de cabelo.

Com a chegada do terceiro ato, a jovem criatura percebe que não pertence e nunca pertencerá ao mundo ao qual foi arrastado sem precedentes. Nem mesmo sua nova família se parece com ele, o que reafirma sua condição como forasteiro e o faz voltar para sua casa, sendo perseguido tanto pelos policiais quanto por aqueles que desejam o seu mal – como Jim. Logo, ele e Kim consegue forjar sua morte para que tudo volte ao normal, ao menos externamente, e um final feliz consiga o seu lugar em meio a um constante confronto de ideologias. E devo dizer que esses momentos são os mais bem estruturados quando pensamos em técnicas, e talvez Burton pudesse ter apenas seguido em uma linha mais equilibrada entre o drama e a comédia, visto que não possui um tato tão apurado para dirigir cenas de ação.

Edward Mãos de Tesoura é uma ode ao estranho. De forma bem simbólica e metafórica, este tornou-se um dos trabalhos mais memoráveis do excêntrico cineasta, principalmente por trazer com tanto carinho e sutileza uma visão mais humanizada das “aberrações da natureza” em uma aventura satisfatória e interessante.

Alimente seus pesadelos com o novo teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories’; Confira!

O canal FX divulgou mais um teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo ciclo estreou no último dia 21 de julho. O segundo episódio será exibido em 28 de julho.

Confira, junto ao trailer completo:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

‘Star Wars: The Bad Batch’: 2ª temporada da animação estreia no Disney+!

A 2ª temporada da animação ‘Star Wars: The Bad Batch‘ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

Os novos episódios estrearam hoje, 04 de janeiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer, dublado e legendado:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

Jharrel Jerome vive um GIGANTE no trailer da comédia ‘I’m a Virgo’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial de ‘I’m a Virgo’, comédia non-sense estrelada pelo vencedor do Emmy Jharrel Jerome (‘Olhos que Condenam’).

A temporada completa será lançada na plataforma de streaming no dia 23 de junho.

Confira:

A série foi criada por Boots Riley (‘Sorry To Bother You’).

Cootie é um rapaz de 19 anos de quatro metros de altura, criado por sua tia Lafrancine e seu tio Martisse em Oakland, Califórnia. Ele é protegido do mundo exterior até ser acidentalmente descoberto por um grupo de ativistas políticos adolescentes.

Mike EppsCarmen EjogoWalton GogginsBrett GrayKara YoungAllius BarnesOlivia Washington completam o elenco.

Grammy Awards 2024 | Quem será indicado à próxima edição da premiação?

Os Grammy Awards se configuram, até hoje, como a maior premiação da música – e, apesar das várias controvérsias ao longo dos anos, o gramofone dourado ainda é cobiçado por qualquer artista que se lance no cenário fonográfico.

No dia de hoje, 10 de novembro, serão revelados os indicados à 66ª edição do evento – e inúmeros artistas mainstream e que começaram a dominar o mundo nos últimos meses têm grandes chances de aparecer na lista de indicados, incluindo a titânica Taylor Swift com seu aclamado álbum Midnights, e a impecável SZA, que fez um barulho gigantesco com o lançamento de SOS.

Pensando nisso, o CinePOP separou uma lista prevendo quem será nomeado nas principais categorias do Grammy: Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do AnoArtista Revelação.

Confira:

ÁLBUM DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Midnights, Taylor Swift
SOS, SZA
GUTS, Olivia Rodrigo
World Music Radio, Jon Batiste
Only the Strong Survive, Bruce Springsteen
One Thing at a Time, Morgan Wallen
But Here We Are, Foo Fighters
-, Ed Sheeran

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Endless Summer Vacation, Miley Cyrus
Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd., Lana Del Rey
Barbie: The Album, Vários Artistas

Que Taylor Swift é uma das maiores artistas de todos os tempos, isso não é nenhuma dúvida – e, dentro da cerimônia do Grammy Awards, ela já levou doze estatuetas, incluindo três de Álbum do Ano por ‘Fearless’‘1989’‘Folklore’. Agora, ela tem grandes chances não apenas de ser indicada mais uma vez pelo aclamado e bem-sucedido Midnights, como levar o quarto gramofone dourado para casa pelo compilado de originais.

Todavia, é notável que Swift encontrará uma forte competição que comportam outros titãs da música atual, como Olivia Rodrigo, que lançou o impecável GUTS como seu segundo álbum de estúdio, e SZA, que se tornou a favorita da crítica e do público com SOS e pode fazer bonito ao conquistar várias indicações. Outros prováveis nomes a aparecerem na categoria incluem Jon BatisteFoo Fighters, ambos conquistando os ouvintes com produções de tirar o fôlego.

Resta saber se Miley Cyrus, que parou o mundo com o lançamento de Endless Summer Vacation, será esnobada novamente pela Academia ou se será relembrada nas principais categorias; bem como Lana Del Rey, que foi indicada a Álbum do Ano pela última vez com ‘Norman Fucking Rockwell!’ e que voltou com tudo esse ano com o profundo e antêmico ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’.

MÚSICA DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Flowers, Miley Cyrus
Vampire, Olivia Rodrigo
Anti-Hero, Taylor Swift
What Was I Made For?, Billie Eilish
Dance the Night, Dua Lipa
Dear Insecurity, Brandy Clark feat. Brandi Carlile
I Remember Everything, Zach Bryan feat. Kacey Musgraves
A&W, Lana Del Rey

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Boy’s a Liar Pt. 2, PinkPantheress & Ice Spice
Worship, Jon Batiste
Lift Me Up, Rihanna

Novamente, é provável que os artistas indicados a Álbum do Ano faturem indicações nas outras categorias principais – e, dentre os mencionados no item acima, Taylor Swift com “Anti-Hero”Miley Cyrus com “Flowers”Olivia Rodrigo com “Vampire”SZA com “Kill Bill” são apostas certeiras de que conquistarão nomeações à Música do Ano e que transformarão essa seção em uma das mais disputadas da próxima edição.

Todavia, não podemos tirar o mérito de outras queridinhas da categoria que, volta e meia, dão as caras e nos surpreendem com merecidas honrarias. É o caso, por exemplo, da icônica Brandi Carlile, que fez bonito no evento anterior e, agora, tem mais uma chance de ser indicada à Música do Ano com Brandy Clark por “Dear Insecurity”; ou de Billie Eilish, que lançou a arrepiante balada “What Was I Made For?” para o live-action de ‘Barbie’.

GRAVAÇÃO DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Paint the Town Red, Doja Cat
What Was I Made For?, Billie Eilish
Rescued, Foo Fighters
Vampire, Olivia Rodrigo
Anti-Hero, Taylor Swift
Flowers, Miley Cyrus
A&W, Lana Del Rey
Rush, Troye Sivan

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Dance the Night, Dua Lipa
Lift Me Up, Rihanna
Last Night, Morgan Wallen

Enquanto Música do Ano condecora as melhores composições, Gravação do Ano engloba o artista em si e a produção de determinada faixa. Dentre as belíssimas canções que dominaram as playlists e as paradas ao redor do mundo, algumas parecem ter sido feitas para englobar essa próxima categoria – como é o caso do pop-punk-rock de “Vampire”, de Olivia Rodrigo, ou da sinestésica e melancólica atmosfera de “Anti-Hero”, de Taylor Swift.

É notável como outras canções também têm grandes chances de aparecer nessa categoria, como Doja Cat com “Paint the Town Red”, que recebeu inúmeros elogios da crítica e do público; “A&W”, considerada por este que vos escreve como a melhor música do ano até agora – e que provavelmente não perderá o posto até o fim de dezembro; e a ótima “Rush”, de Troye Sivan, que viria como uma boa surpresa caso fosse relembrada.

ARTISTA REVELAÇÃO

FORTES CONCORRENTES
Peso Pluma
Ice Spice
Renée Rapp
Sabrina Carpenter
Noah Kahan
PinkPantheress
Gracie Abrams
RAYE

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Rema
Jelly Roll
Laufey

A categoria de Artista Revelação sempre é uma das mais complicadas de se prever – afinal, novos talentos surgem a todo momento no cenário da música e podem fazer um sucesso crítico e comercial inesperado. Uma das mais cotadas para aparecer na categoria da próxima edição é a rapper Ice Spice, cuja ascensão meteórica lhe rendeu participações no live-action de ‘Barbie’ e no álbum Midnights, de Taylor Swift.

Todavia, é notável como a veterana Sabrina Carpenter, que já lançou inúmeros álbuns de estúdios, pode aparecer após dominar o planeta com o aclamado ‘e-mails i don’t send’RAYE, que fez sua aguardada estreia com ‘My 21st Century Blues’, é uma das cogitadas para despontar na categoria – com grandes chances de levar a estatueta para casa; e Gracie AbramsRenée Rapp, que ganharam sólida popularidade nos últimos meses, também serão adições bem-vindas à seção após terem encabeçado discos que viralizaram nas redes sociais e ofereceram uma originalidade apaixonante ao cenário mainstream.

Quem você acha que será indicado ao Grammy 2024?

Crítica | Isabela Merced DOMINA as telas na sólida adaptação de ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’

John Green é um dos autores mais conhecidos da atualidade e deu origem a histórias que se tornaram best-sellers ao redor do planeta e, em pouco tempo, foram levadas em adoradas adaptações para os cinemas – ainda que não tenham totalmente conquistado a crítica internacional. Podemos pensar, por exemplo, na interessante e bem-vinda releitura cinematográfica de ‘A Culpa é das Estrelas’, na decepcionante ‘Cidades de Papel’, ou até mesmo na divertida e tocante ‘Deixe a Neve Cair’ (que em pouco tempo consagrou-se como um dos melhores longas natalinos dos últimos anos). Agora, Green nos convida a conhecer mais uma adaptação na forma de Tartarugas Até Lá Embaixo.

Baseado no romance homônimo lançado em 2017, a história acompanha Aza Holmes (Isabela Merced), uma jovem de dezesseis anos que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo através de uma preocupação hipocondríaca de que irá se infectar a qualquer momento com bactérias que podem matá-la. As coisas sofrem uma drástica mudança quando ela se reconecta com uma paixonite de infância, Davis Pickett (Felix Mallard), e percebe que precisará enfrentar a si mesma para o prospecto de um relacionamento com o garoto de quem gosta – e isso não é tudo: ela está prestes a dar um passo enorme após se formar no colégio, colocando na balança como ela irá contar os medos de sua mente para fazer o que sempre quis.

Ao longo do caminho, Aza é acompanhada da melhor amiga, Daisy (Cree Cicchino), uma extrovertida e criativa aspirante à escritora que passa seus dias como braço-direito da protagonista para salvá-la das constantes espirais em que cai. De outro lado, sua mãe, Gina (Judy Reyes), age como um escudo superprotetor que inclusive deseja que a filha participe da faculdade local para que ela possa estar ao lado dela nos momentos de crise, enquanto a Dra. Singh (Poorna Jagannathan) tenta auxiliar Aza a entender que seus pensamentos intrusivos não a definem e que ela não apenas tem a capacidade de explorar coisas fora de sua estrita zona de conforto, como também é muito maior do que alguém que vive presa dentro dos próprios temores.

Em se tratando de um drama romântico adolescente, o projeto é carregado de alguns convencionalismos que são naturais do gênero e que já imaginávamos aparecer por aqui. Por exemplo, há um certo anacronismo pincelando os diálogos entre os personagens principais e coadjuvantes, com alguns sendo muito maduros para idade que possuem – o que é justificável dentro do amadurecimento compulsório pelo qual Aza passa, mas parece fora de lugar em relação às outras personas. Além disso, há a questão da delineação narrativa que aposta em altos e baixos colocados dentro de uma estrutura familiar e que apenas consegue se desvencilhar do purismo de clichês pelas temáticas importantes que traz à tona e pelo fato de Green, vivendo com TOC, saber transparecer as problemáticas de tal distúrbio sem cair em estereótipos sem sentido e pejorativos.

Hannah Marks, que faz uma breve aparição no longa-metragem, é responsável pela direção. Anteriormente, ela trabalhou em produções dramáticas ao apostar fichas em construções almejando à originalidade narrativa e, nessa nova empreitada, faz o máximo que pode para se desvencilhar das fórmulas até perceber que essa é uma tarefa quase impossível. Conforme abraça os paradigmas, Marks nota que há outras esferas a serem destrinchadas, como a frenética montagem de Andrea Bottigliero, a sólida fotografia de Brian Burgoyne e a certeira, apesar de “quadradinha”, trilha sonora assinada por Ian Hultquist. No final das contas, essa combinação de elementos funciona numa praticidade bem-vinda e que se esquiva do pedantismo criativo, mesmo não oferecendo nenhuma concretude de ineditismo.

O ponto alto da obra é, de fato, o elenco. Reyes e Jagannathan insurgem como um contraste interessante e intergeracional em relação à Gen-Z, esta tentando compreender as angústias de uma jovem que parece ter desistido de encontrar a “normalidade” – sendo que o distúrbio que apresenta não a faz menos normal que ninguém -, e aquela navegando em uma tentativa de entender a filha, mas sem muitos resultados sólidos por constantemente lembrá-la de seu “problema”. Cicchino e Mallard têm uma performance sólida que ajudam nos contrapontos feitos à Aza, mas é Merced quem rouba nossa atenção, não só por ser a protagonista, mas por apresentar um lado novo de suas incursões performáticas que ainda não tínhamos visto – afastando-se por completo de obras como ‘Madame Teia’ e ‘Dora e a Cidade Perdida’ e rendendo-se a um tour-de-force apaixonante e dilacerante.

Tartarugas Até Lá Embaixo é uma grata e surpreendente adaptação do romance homônimo de John Green e nos envolve por atuações aplaudíveis e um comprometimento temático que, mais recorrente do que deveria, é audaz e singelo. Mesmo com os claros obstáculos, o resultado é aprazível o suficiente e é um presente tanto para os fãs do gênero em questão quanto para os assíduos fãs do romancista que esperavam ansiosamente por um projeto cujo desenvolvimento soava como uma lenda urbana.

‘Canário Negro’, novo thriller de espionagem com Kate Beckinsale, chega ESTE MÊS ao streaming!

Canário Negro‘ (Canary Black), novo thriller de espionagem estrelado por Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), chega este mês ao catálogo do Prime Video.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 24 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.

Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.

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Astro de ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’ esclarece comentários POLÊMICOS sobre a série; Confira!

Hudson Thames, que dá voz a Peter Parker na animação ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha, falou sobre a reação negativa que recebeu por comentários que fez durante uma entrevista à época da estreia da série no Disney+.

Durante uma entrevista com o Collider em janeiro, quando questionado como Thames se sentiu com a representatividade da produção, ele afirmou:

“Achei incrível. Quer dizer, meu maior medo era que fosse irritante e ‘lacrador’, e não foi, e eu fiquei tipo: ‘sim, isso é ótimo, é tão bem escrito’, como se parecesse real. Sou o mais velho de cinco meninos, então sinto que meio que sei o que está acontecendo na vida deles e no ensino médio, e parecia que estava fazendo justiça a isso.”

Como poderíamos imaginar, os comentários culminaram em uma recepção negativa para Thames – e, agora, o astro está tentando esclarecer seus comentários.

“Então, obviamente, algo que eu disse foi escolhido a dedo e usado essencialmente sem contexto apenas para meio que agitar um pouco de drama”, ele conta ao Straw Hat Goofy. “Estávamos falando sobre aquele pequeno período de tempo antes do show estrear, e eu notava muitos comentários online que recebia, que eram pessoas nervosas ou expressando preocupação de que o show estava usando tópicos de diversidade e igualdade de uma forma inautêntica ou hipócrita.”

Thames continua: “isso me deixou na defensiva, como se eu quisesse defender um pouco o nosso show. Foi uma escolha de palavras tão ruim. Meu ponto era que nosso show não precisa fazer isso, não precisa fazer truques. [O showrunner] Jeff [Trammell] fez um trabalho tão brilhante, na minha opinião, de escrever o que ele sabia. Igualdade e diversidade já estavam embutidas na história que ele escreveu, e nada parecia forçado, eu suponho, então eu estava realmente apenas tentando elogiar a graça com que tudo isso se desenrola no show, e ironicamente, foi o que me atraiu tanto para o show em primeiro lugar.”

Lembrando que a primeira temporada completa já está disponível no Disney+.