‘Senna‘, minissérie de ficção sobre a história de um dos maiores ídolos do automobilismo mundial, chega este mês à Netflix – e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.
O material revela que nada menos que 22 carros de corrida foram projetados para integrarem a narrativa da série.
Lembrando que a série chega à plataforma de streaming no próximo dia 29 de novembro.
Ao longo de seis episódios, ‘Senna‘ irá mostrar, pela primeira vez na ficção, a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas de Ayrton, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais.
A história começa com o início da carreira automobilística do tricampeão de Fórmula 1, do kart à sua mudança para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, e segue até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.
Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.
Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.
O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.
Você provavelmente já viu o clipe da música ‘Vogue’, da Madonna, em que diversas pessoas dançam com o corpo todo, jogando os braços para frente e para trás em movimentos quase de alongamento. E muitos de nós já até dançou imitando esses movimentos porque o impacto do clipe da rainha do pop foi e é imenso na indústria do pop e do entretenimento. Porém, ao contrário do que muita gente pensa, Madonna não inventou o estilo vogue, e nem toda aquela performance do clipe; na verdade, ela bebeu na fonte de um movimento chamado Ballroom, que ocupa espaços em muitas cidades no mundo todo, inclusive no Brasil. E a partir do próximo dia 5 de dezembro os espectadores poderão conhecer um pouquinho de como é esse cenário no Rio de Janeiro, através do ótimo documentário ‘Salão de Baile’, que teve exibições prévias no Festival do Rio e na Mostra de Cinema de São Paulo.
Às margens da icônica Baía de Guanabara, grupos e coletivos LGBTQIAPN+ se reúnem para exercitar seus potenciais artísticos, competindo entre si em diversas modalidades ao longo dessa celebração. E, enquanto performam, cada competidor(a/e) vai se relacionando com o próprio movimento do Ballroom, identificando-se em uma ou mais formas de expressão, ao mesmo tempo em que são avaliados (as/es) por um júri especializado composto por convidados (as/es). Em paralelo, cada um dos personagens divide com a câmera elementos de suas origens, de suas batalhas pessoais, de suas lutas diárias e, claro, também das rivalidades que ocorrem no cenário.
Ao contrário do que qualquer sinopse possa tentar antecipar, verdadeiramente o maior trunfo de ‘Salão de Baile’ é a vitalidade que os/es diretores conseguem capturar em suas câmeras. Tudo é muito vívido, cheio de energia, pulsante, energizante. E esse turbilhão de sensações é totalmente envolvente, como se pegasse na mão do espectador sentado e o puxasse para o meio da pista.
Outro grande mérito do documentário é ter entendido que para atingir o grande público é preciso ter paciência e ser didático. Assim, ao longo de todos os depoimentos de ‘Salão de Baile’ os/es diretores Juru e Vitã, que também são roteiristas, fazem a gentileza de montar um glossário para o público leigo, de modo que todos os termos referentes à cena, às performances, à cultura sempre aparecem na tela com uma explicação, um significado. Nesse sentido, o longa presta um grandíssimo serviço à sociedade, que precisa, quer e urge em ser educada sobre a cultura de pessoas LGBTQIAPN+.
A seleção das personagens é feita com delicadeza, de modo a contemplar pessoas que se identificam com diferentes modalidades de expressão corporal. Personagens estas que fazem parte de Casas e Houses, como são chamados os coletivos. Dentre as quais estão a House of Alafia, House of Blyndex, House of Bushidö, House of Cabal, The Royal Pioneer Kiki House of Cazul, Casa de Cosmos, Casa de Dandara, Casa dy Fokatruá, House of Império, Casa de Laffond, House of Mamba Negra, House of Raabe, e pessoas 007 (como são chamadas as pessoas que não fazem parte de nenhuma casa).
Temos vitalidade. Temos depoimentos emocionantes e hilários. Temos glossário para leigos. E ‘Salão de Baile’ ainda faz um belíssimo trabalho trazendo contexto histórico, ilustrando todo um panorama desde o primeiro baile (organizado pela queen insurgente Crystal LaBeija, que começa a criar os bailes para queens não brancas) e trazendo todo esse background para a cena carioca – representada pelos bailes de São Gonçalo, Niterói e Rio de Janeiro.
‘Salão de Baile’ é uma verdadeira aula, e das boas! Ensina, diverte, entretém, emociona e mostra todas as cores e histórias da monarquia das queens fluminenses. Dá vontade de ver mais!
Depois de duas décadas como um dos musicais mais amados e aplaudidos nos palcos, WICKED faz sua tão esperada jornada para as telonas como um evento cinematográfico espetacular e um marco de gerações neste fim de ano.
Wicked, a história não contada das bruxas de Oz, é estrelado por Cynthia Erivo (Harriet – O Caminho para a Liberdade, “A Cor Púrpura”, da Broadway) como Elphaba, uma jovem incompreendida por causa de sua pele verde incomum, que ainda não descobriu seu verdadeiro poder; e a vencedora do Grammy, artista recordista de álbuns de platina e superestrela global Ariana Grande como Glinda, uma jovem popular, ambiciosa que só quer saber de privilégios e ainda não conhece a sua verdadeira alma.
As duas se encontram como estudantes na Universidade de Shiz, na fantástica Terra de Oz, e se tornam grandes amigas, uma afinidade improvável, mas profunda. Após um encontro com O Maravilhoso Mágico de Oz, a amizade entre elas chega a uma encruzilhada, e suas vidas tomam caminhos muito diferentes. O desejo inabalável de popularidade de Glinda faz com que ela seja seduzida pelo poder, enquanto a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, e àqueles ao seu redor, terá consequências inesperadas e chocantes em seu futuro. As extraordinárias aventuras de Glinda e Wicked em Oz acabarão por vê-las cumprir seus destinos como a Bruxa Boa e a Bruxa Má do Oeste.
» O longa é baseado no clássica peça da Broadway, que, por sua vez, é inspirada no romance escrito por Gregory Macguire;
» Jeff Goldblum (‘Jurassic World: Domínio’) será o Mágico de Oz na adaptação cinematográfica;
» Amanda Seyfried fez teste para o papel da Glinda, antes da Ariana Grande ter sido escalada. A atriz revelou ter feito aulas de canto para se preparar para sua audição. Enquanto filmava a minissérie ‘The Dropout‘, Seyfried participou de diversos testes para a personagem nos finais de semana;
Em A HERANÇA, ao saber da morte de sua mãe, Thomas retorna ao Brasil com seu namorado Beni, e é informado de que agora é dono de uma casa de campo que pertencia a uma avó que ele nunca conheceu. Curioso para se conectar com a história de sua família, eles visitam a casa e Thomas é recebido por duas tias que o tratam como uma criança há muito perdida. À medida que Thomas fica cada vez mais encantado com o lugar, Beni começa a suspeitar que algo se esconde por trás da fachada de uma vida tranquila no campo.
Curiosidades:
» O longa é uma produção da Bubbles Project em coprodução com a Kromaki e a Sony Pictures International Productions;
‘Pathernope’, o novo filme da A24, ganhou um novo trailer. Dirigido por Paolo Sorrentino, o longa-metragem acompanha a vida de uma mulher desde seu nascimento na década de 1950 até os dias atuais.
A Sony Pictures está fazendo uma campanha milionária para o sucesso brasileiro ‘Ainda Estou Aqui’ e inscreveu o filme em OITO categorias para o Oscar 2025.
São elas:
Melhor Filme Filme Internacional Direção Roteiro Adaptado Atriz (Fernanda Torres) Ator Coadjuvante (Selton Mello) Fotografia Montagem
A Sony está fazendo campanha de Ainda Estou Aqui para as categorias:
A atriz brasileiraFernanda Torres está conquistando o mundo e, principalmente, o coração dos brasileiros. Após seu trabalho em ‘Ainda Estou Aqui’, a atriz se tornou a grande aposta do país para a próxima edição da premiação.
E após o perfil oficial do Oscar compartilhar uma imagem da artista durante o jantar de gala do Governors Awards, os brasileiros não demoraram a demonstrar seu apoio à atriz.
A imagem de Fernanda Torres, vestindo um elegante vestido preto, rapidamente viralizou nas redes sociais. Em menos de 24 horas, a publicação alcançou mais de 245 mil curtidas e 55 mil comentários, números que superam em muito o engajamento de outras celebridades presentes no evento, como Tilda Swinton, Andrew Garfield e Lupita Nyong’o.
A reação dos brasileiros foi imediata e intensa. Nos comentários, os fãs exaltaram a beleza e o talento da atriz, expressaram seu orgulho e exigiram uma indicação ao Oscar para Fernanda Torres.
A produção da terceira temporada de ‘Monstro’, sucesso antológico de Ryan Murphy, está a todo vapor. Agora, novas imagens dos sets de gravação revelam Charlie Hunnam no papel do temido Ed Gein.
Nesta temporada, a série da Netflix irá explorar os terríveis crimes de Gein, abordando como ele influenciou a cultura pop, especialmente o filme ‘Psicose’ e o icônico personagem Norman Bates.
Tom Hollander viverá Alfred Hitchcock, enquanto Laurie Metcalf foi escalada para interpretar Augusta, mãe de Ed Gein. Olivia Williams assumirá o papel de Alma Reville, esposa e colaboradora de Hitchcock.
O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata
Em HEREGE, duas jovens missionárias devotas acabam presas na casa de um homem misterioso. Elas são forçadas a participar de um jogo perturbador que desafia sua fé e põe em xeque tudo o que acreditam.
Falar de religião nunca é fácil, mas geralmente o assunto combina muito bem com filmes de terror. E é exatamente isso que o novo filme da aclamada produtora A24: discutir de maneira brilhante a fé e até aonde as pessoas estão dispostas a ir por suas crenças.
‘Herege‘ é roteirizado e dirigido pela badalada dupla Scott Beck eBryan Woods, que também roteirizaram ‘Um Lugar Silencioso‘. E o grande acerto do filme está no talento da dupla em criar um universo envolvente e rico em detalhes, além de diálogos extremamente inteligentes e reflexivos.
A trama acompanha as irmãs Barnes e Paxton, duas missionárias que são convictas de suas fés e rodam as casas da cidade para levar a palavra do senhor para o maior número de pessoas que elas conseguirem.
Em uma tarde chuvosa, elas decidem fazer uma última pregação e chegam na casa do Mr. Reed (Hugh Grant), um senhor aparentemente bondoso e simpático que as convence a entrar com a promessa de que sua esposa está fazendo uma torta de blueberry.
Não demora muito para as garotas perceberem que Reed é um lunático e que não existe esposa nenhuma. Em pouco tempo, elas se encontram presas em um jogo mortal de gato e vão precisar sobreviver a uma noite infernal.
Eu fiquei encantado em como os roteiristas conseguem discutir de maneira assertiva a maneira como as religiões são forçadas na maioria das pessoas, e também como a fé se tornou um comércio ao longo das décadas.
Com monólogos empolgantes declamados por Hugh Grant, no melhor papel de sua carreira com uma atuação deliciosamente pervertida, o filme consegue te envolver e te aterrorizar ao longo de seus dois primeiros atos.
Além de Grant, o filme tem a sempre ótima Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) e a pouco conhecida Chloe East (‘Os Fabelmans’), que foi quem roubou a cena para mim.
Porém, o terceiro ato se empolga com as reviravoltas do filme e traz uma resolução risível para um diálogo tão bem argumentado e acaba se perdendo com um desfecho inflado e pouco convincente.
Mas é como dizem: Às vezes vale mais a jornada do que o destino final, e foi exatamente o que senti aqui. A A24 entrega um filme genial em sua concepção, mas que não se banca até os minutos finais.
Vale a pena conferir, mas sabendo que você pode sair do cinema decepcionado.
Em A LINHA DA EXTINÇÃO, um pai solteiro e duas mulheres saem da segurança de suas casas para enfrentar criaturas monstruosas e salvar a vida de um menino.
Sob a sombra de uma série de crimes hediondos que tomam conta de sua pequena comunidade, a detetive Lois Tryon é uma mulher em busca de soluções, tanto dentro, bem como fora de casa. Com manifestações sobrenaturais a cercando e a constante sensação de tormento que não a deixa descansar, ela contará com a ajuda de uma jovem freira chamada Megan para tentar desvendar tais misteriosos casos. Juntas, elas embarcam em uma epifania assombrosa onde nada é o que parece e quanto mais perto se chega das respostas, mais complexas são as perguntas.
Nesse obscuro emaranhado narrativo, onde o terror sobrenatural permeia o universo processual, Grotesquerie é a mais recente série original de Ryan Murphy, lançada pelo Hulu e pela Disney+ no Brasil (através do selo Star+). Reunindo algumas figuras carimbadas que já trabalharam com o prolífico showrunner no passado, a produção chama a atenção não apenas por sua proposta de integrar dois gêneros tão distintos, mas sim por trazer Travis Kelce em sua primeira performance.
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E ao que tudo indica, essa não deve ser a única vez em que o atleta trabalhará com o produtor. Em uma recente coletiva de imprensa, Murphy revelou detalhes de como funcionou o envolvimento de Kelce na série e ainda ponderou que adoraria continuar a parceria em futuros projetos:
“Eu dirigi o primeiro episódio que ele fez com Niecy [Nash-Betts], e ela e eu o amamos instantaneamente! O pegamos pela mão e o orientamos, dizendo que ele não podia falhar e ele realmente foi incrível. Ele trabalhou com um treinador de atuação por vários meses, apareceu fora do horário de suas gravações, conhecia as falas de todo mundo, era muito profissional e muito comprometido. E ele ficava me dizendo: ‘sou realmente treinável – treine-me, treine-me’. E assim o fiz e ele foi maravilhoso e eu adoraria continuar trabalhando com ele nisso e em outras coisas. Não é o bastante dizer o quão líder ele é, simplesmente o mais gentil e doce. Tudo o que você pensa sobre ele é verdade”.
A primeira aparição de Kelce em Grotesquerie acontece em um momento muito particular da trajetória da detetive Lois, no terceiro episódio. Exalando sua frustração sentada em um banco de madeira, ela vasculha sua bolsa em busca de um isqueiro. Inesperadamente, uma forte mão aparece acendendo uma rápida chama, encerrando abruptamente sua busca pelo objeto. À sua esquerda, em outro banco de madeira, Ed Laclan (Kelce) surge com um sorriso despretensioso e acolhedor, dando origem a um precioso encontro entre duas figuras bem distintas.
Confira a cena:
O personagem Ed Laclan não caiu no colo de Kelce como apenas fruto de uma boa relação entre dois pares da indústria. Embora o caminho para sua carreira de atuação tenha contado com alguns atalhos que o afegão médio residente de Los Angeles jamais teria, a verdade é que o atleta foi até Murphy em busca de uma oportunidade. E segundo o showrunner, o que era para ser apenas uma pequena conversa e troca de conselhos se tornou o início de uma inesperada parceria, com o artista decidindo desenvolver um de seus personagens especificamente para o perfil do jogador.
“Eu amo o Travis. Tivemos uma reunião geral. Ele conversou comigo – gosta do meu trabalho e disse que estava interessado em atuar. Estávamos papeando sobre isso, seu futuro, seu interesse e o que ele gostaria de fazer durante a temporada de futebol e pós-temporada, e eu estava apenas dando a ele alguns conselhos paternais, eu acho. E eu sempre tenho um lema no meu mundo e no meu trabalho que é ‘uma estrela é uma estrela’. Não importa em que área você seja uma estrela – se você tiver esse carisma, você o levará para tudo o que fizer. Então, sabe, foi uma reunião muito adorável e acabei dizendo: ‘Ok, vou mantê-lo em mente e talvez possamos encontrar alguma coisa’ e ele disse: ‘Não , eu quero fazer isso agora. Eu tenho três meses agora e eu realmente adoraria…você tem alguma coisa?’ E nós estávamos começando a pré-produção de Grotesquerie e disse: ‘Bem, eu tenho esse papel e se você estiver interessado, escreverei especificamente e vou adaptá-lo para você’ e ele concordou”.
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E a performance de Kelce é muito elevada pelo trabalho da veterana Niecy Nash, que além de protagonizar a série, também assume a função de produtora executiva, ao lado de Courtney B. Vance e o próprio Murphy. Ao longo da coletiva de imprensa, ela refletiu sobre essa personagem mais dramática e ainda fez um paralelo com sua longa filmografia no gênero de comédia, ponderando a respeito de como suas habilidades com o humor ratificam ainda mais sua competência para o drama.
“Bem, dizem que as pessoas que podem fazer você rir podem fazer você chorar, mas o inverso nem sempre é verdade. Portanto, sou grata por ter uma dualidade em minha arte. Eu não sabia disso, porque não fui bem-vinda no lado do drama por muito tempo. Eu não sabia o quão catártico era, eu não sabia como poderia ser curativo às vezes ser capaz de revisitar emoções e poder compartilhá-las na tela. EsEu sou muito, muito grata ao Ryan porque esta oportunidade, especialmente neste gênero, não é normalmente liderada por mulheres negras. Estou muito grata por poder desvendar alguns dos meus próprios caos e tolices através desta série, então obrigado, Ryan”.
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E a experiência catártica de trabalhar em Grotesquerie também se estendeu para o próprio showrunner, que revelou que a produção é um projeto bem intimista e particular, que trabalha alguns de seus questionamentos internos diante da vida. Além disso, a produção o traz de volta ao gênero processual – com o qual ele já trabalhou diversas vezes no passado:
“Essa é, para mim, uma obra muito pessoal. Foi uma meditação sobre o que eu acho que está acontecendo no mundo, o que todos nós estamos passando e como estamos nos sentindo com essa questão existencial. Será o fim dos tempos? E se sim, o que podemos fazer para lutar e manter a nossa humanidade? E era sobre essas coisas que eu estava escrevendo. E eu também queria escrever algo muito específico, que tivesse um elemento processual, o que eu não fazia há algum tempo. Eu estava realmente interessado em criar esse processo criminal. E por último, acho que se você olhar para o cânone do meu trabalho, sempre tive esse tipo de interesse em bichos-papões e estava empolgado em criar uma espécie de odisséia de cinco anos para Niecy, Courtney e todos no elenco, onde estamos seguindo um dos maiores e mais durões vilões de todos os tempos, todos são suspeitos e estamos tentando descobrir quem é e o que ele quer. Fiquei muito interessado nisso e acho que a série também – diferentemente do que tenho feito – brinca com a realidade e o tempo. Foi divertido trabalhar com isso”.
Na trama, uma série de crimes hediondos abala uma pequena comunidade. A detetive Lois Tryon sente que esses crimes são assustadoramente pessoais, como se alguém — ou algo — a estivesse provocando. Sem pistas e sem saber a quem recorrer, ela aceita a ajuda da Irmã Megan. No entanto, elas se encontram presas em uma teia sinistra que só parece levantar mais perguntas do que respostas.
Os fãs do personagem podem comemorar! De acordo com James Gunn, o Exterminador aparecerá no DCU em algum momento.
Por meio de suas redes sociais, onde costuma ser bastante ativo, Gunn confirmou que tem planos de incluir o personagem no novo universo da DC nos cinemas.
Vale lembrar que a DC Studios está supostamente desenvolvendo um novo filme com foco nos vilões Bane e Exterminador. O projeto estaria sendo escrito por Matthew Orton, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.
No entanto, segundo o Deadline, embora Bane e Exterminador estejam confirmados no filme, ainda não há certeza se eles serão os protagonistas da trama.
Esse mistério alimentou especulações de que o projeto possa ser, na verdade, uma adaptação do Sexteto Secreto, uma equipe de supervilões que passou por diversas formações ao longo dos anos nos quadrinhos da DC.
Por enquanto, nada foi confirmado oficialmente pela DC Studios.
A trama de TODAS AS ESTRADAS DE TERRA TÊM GOSTO DE SAL segue uma exploração lírica que abrange décadas na vida de uma mulher no Mississippi, o longa-metragem de estreia da premiada poeta, fotógrafa e cineasta Raven Jackson é um retrato envolvente e ricamente detalhado, e uma bela ode às gerações de pessoas e lugares que nos moldam.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Raven Jackson também assina o roteiro do longa;
Após criticar duramente ‘Emily in Paris’, o ator francês Lucas Bravo, que interpreta o chef Gabriel, foi confirmado para retornar na próxima temporada do sucesso da Netflix, conforme reportado pela Variety.
Vale lembrar que Bravo recentemente fez críticas à série, afirmando que seu personagem foi “devagar transformado em guacamole”.
“O ‘chef sexy’ foi muito parte de mim na 1ª temporada, mas nos afastamos temporada após temporada devido às escolhas que ele faz e à direção que o fazem seguir. Nunca estive tão distante dele”, revelou Bravo.
O ator também condenou a produção, afirmando que gostaria que seu personagem fosse mais intenso.
Embora Bravo tenha tentado expressar suas preocupações, ele afirmou não ter “muita liberdade no set”. Contudo, uma fonte da produção revelou que o ator não abordou o assunto com o criador de ‘Emily in Paris’, Darren Star, que estaria aberto a discutir a questão.
‘Emily em Paris’ está disponível na Netflix.
Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.
Na trama, Lily Collinsvive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.
Em um comunicado de imprensa recente, publicado pela Sony Pictures Japão, a empresa compartilhou detalhes sobre o novo capítulo da franquia.
Embora o anúncio tenha destacado informações já conhecidas, como o retorno de Tom Holland no papel de Peter Parker e a direção de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), uma menção específica chamou a atenção do público.
“Tom Holland, que interpreta Peter Parker, já deu sua aprovação para a história! ‘Este será um filme de respeito para os fãs!’ Será queTom Hardy, que interpreta Eddie na série ‘Venom’, está pronto para participar?”, diz parte do comunicado publicado pela empresa.
Embora não seja uma confirmação oficial, a sugestão já é suficiente para gerar ainda mais especulações sobre um possível conflito entre ambos os personagens, algo que vem sendo debatido há algum tempo.
Enquanto os fãs esperam por mais novidades, ‘Homem-Aranha 4‘ continua com lançamento agendado para o dia 24 de julho de 2026
A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
O terror ‘Presença‘, que estreou no festival Sundance 2024 e fez diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.
A produção, que acompanha uma história sobrenatural através da perspectiva da entidade maligna, será lançada nos cinemas nacionais no dia 6 de março de 2025, pela Diamond Films.
Na trama, após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.
O filme brinca com as convenções do terror de uma casa mal-assombrada a partir da perspectiva do fantasma situado em uma casa recentemente reformada, com novos habitantes se mudando para lá – uma família, liderada por Lucy Liu eChris Sullivan.
Como as famílias costumam fazer neste gênero, elas chegam com excesso de bagagem, tensões que esperam que se dissipem em um novo lar, um novo começo após um período de mal-estar.
Stephen Rodrick, repórter da Variety que acompanhou a sessão, afirmou que “eu não posso aguentar esse nível de estresse tão tarde na noite” após deixar precocemente a sessão, enquanto outros cinéfilos também se mostraram extremamente abalados com a experiência.
O próprio elenco do filme ficou afetado com a exibição. A atriz Lucy Liu afirmou: “Estou devastada. Meu corpo está reagindo como se eu não estivesse no filme.”
Apesar de parecer um típico filme de casa mal-assombrada, o grande diferencial da produção foi ter sido filmada sob a perspectiva da entidade que assombra o local, colocando o público à espreita da família ao lado do fantasma.
A jornalista Rafa Gomes estava na exibição e traz a crítica direto do Festival de Sundance:
De acordo com o Deadline, ‘Enola Holmes 3′ já tem um diretor escolhido: Philip Barantini (O Chef) comandará o novo filme da Netflix, estrelado por Millie Bobby Brown.
Embora a atriz ainda não tenha assinado contrato para o terceiro longa da franquia, especula-se que um acordo será fechado em breve.
Inspirados nos livros escritos por Nancy Springer, os filmes de Enola Holmes mostram a irmã mais nova de Sherlock trilhando sua própria carreira como detetive.
Ainda não há previsão de lançamento para ‘Enola Holmes 3’.
A continuação traz Enola (Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que a arrasta para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.
Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carterreprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.
O restante do elenco inclui Susan Wokoma, David Thewlis, Adeel Akhtar, Sharon Duncan-Brewster, Abbie Hern, Hannah Dodd, Gabriel Tierney e Serrana Su-Ling Bliss.
Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.
O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.
Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.
Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.
J.C. Chandor, diretor de ‘Kraven, o Caçador’, comentou recentemente sobre como os fracassos recentes do universo cinematográfico do Homem-Aranha têm impactado seu novo filme.
Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta abordou a má reputação do Universo do Homem-Aranha da Sony e pediu aos fãs que dessem uma chance à sua produção.
“Não quero me aprofundar muito nos detalhes, mas aqui está o que eu diria: como cineasta, meu principal objetivo — especialmente nos últimos anos, em que vocês têm acompanhado de perto este universo — é entender que alguns fãs, muitos fãs, ficaram decepcionados com certas decisões e resultados [do Universo do Homem-Aranha da Sony]”, disse Chandor.
Ele também ressaltou: “Mas, com outros filmes, houve grandes sucessos. Então, temos uma taxa de sucesso mista. As pessoas precisam nos dar uma chance, apoiar este filme e, literalmente, tentar deixar para trás algumas das coisas que aconteceram. Dêem uma chance ao nosso filme”.
O diretor concluiu com otimismo: “Acho que o público perceberá que fizemos tudo o que podíamos para entregar uma história divertida. Quando o filme terminar, vocês verão que há potencial para muitas coisas acontecerem. Meu objetivo era isolar nosso filme, protegê-lo e apenas contar uma boa história. Depois disso, teremos oportunidades de fazer muitas coisas legais”.
‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.
A união de ‘Deadpool e Wolverine’ nas telonas foi um dos eventos mais aguardados pelos fãs de quadrinhos. No entanto, a produção do longa foi marcada por diversas mudanças e reescritas, resultando em um filme que divergiu significativamente dos primeiros rascunhos do roteiro.
Segundo o ComicBookMovie, inicialmente, a história se concentrava em uma trama envolvendo a Autoridade de Variância Temporal (TVA) e a busca por um Logan Supremo.
O filme deveria começar com a TVA prendendo Wade por interferir na máquina do tempo do Cable. Enquanto está na prisão, ele descobre que a TVA está recrutando Seres Âncoras de todo o multiverso para formar um exército contra os Kangs, e estão à procura de uma versão do Logan.
Decidido a encontrar esse Logan Supremo antes da TVA, Wade planeja trazê-lo para seu próprio mundo para que possam ser melhores amigos para sempre. Isso porque ele tentou ser BFFs com o Logan de seu mundo por anos, mas o Logan que ele conhecia agora está morto.
A partir desse ponto, a trama se assemelha ao filme oficial, com os personagens viajando pelo multiverso, o que também teria explicado melhor a cena na Torre dos Vingadores com Happy Hogan.
No final, eles acabam no Vazio e seguem um caminho similar ao que foi exibido nas telonas.
O final original do filme incluía Johnny Storm fazendo críticas a Cassandra Nova, enquanto a cena pós-créditos mostrava Deadpool retornando à Torre dos Vingadores e finalmente encontrando Tony Stark, que o rejeita.
Quanto à aparição de Robert Downey Jr., a informação divulgada é que o ator só queria retornar se fosse para algo significativo.
No entanto, após o fracasso de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ e a condenação de Jonathan Majors, a Marvel teve tempo para reconsiderar e optou por tornar o filme mais independente. Já que a trama original estava muito conectada com o cancelado ‘Vingadores: A Dinastia de Kang’.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
‘A Bruxa – Parte 2: A Colisão‘ (The Witch: Part 2 – The Other One), sequência do aclamado ‘A Bruxa: Parte 1. A Subversão‘, ganhou um violento trailer legendado.
Vale lembrar que o projeto não tem conexão com o terror ‘A Bruxa‘, de Robert Eggers.
“Em algum lugar, uma garota acorda em um enorme laboratório secreto. A menina acidentalmente encontra com Kyung-hee, que está tentando proteger sua casa da gangue que a tem atormentado. Quando a gangue se depara com ela, os cruéis homens ficam surpresos com o poder inexplicável dela. Quem é a garota desaparecida e por qual motivo ela está sendo caçada?”
Cynthia (a.k.a. Shin Sia) estrela a produção. O elenco ainda conta com Park Eun-bin, Seo Eun-soo, Jin Goo, Sung Yu-been, Jo Min-soo e Lee Jong-suk.
A atriz Kim Da-mi reprisa o seu papel do primeiro filme.
O filme ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.