A série animada ‘Stranger Things: Histórias de 85‘ já chegou ao catálogo da Netflix – e parece ter dividido a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 69% de aprovação, com base em 13 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“Em ‘Histórias de 85’, todas as oportunidades de criar algo inovador e interessante são ignoradas em prol de fanfics preguiçosas, tramas fracas e personagens inconsistentes” – RogerEbert.com.
“Uma franquia precisa de mais do que nostalgia para sobreviver, e fica claro em ‘Histórias de 85’ que ‘Stranger Things’ ainda precisa aprender essa lição” – Mashable.
“A animação consegue honrar a série live-action ao mesmo tempo que apresenta algo novo. Nikki Baxter é uma ótima adição ao grupo — só não pense muito sobre o porquê de nunca falarem dela na série original” – Mama’s Geeky.
“O showrunner Eric Robles e os produtores executivos Matt e Ross Duffer conferem à série a vivacidade e a seriedade de um desenho animado de sábado de manhã, mesmo que parte dessa novidade se dissipe antes do final da temporada” – CBR.
“Após o final altamente criticado de ‘Stranger Things’, esta nova história surge como um alívio” – Collider.
“Uma explosão de diversão nostálgica que é acessível tanto para quem nunca assistiu a ‘Stranger Things’ quanto para crianças que ainda não experimentaram a alegria da série – ao mesmo tempo que encanta os fãs de longa data que sofrem de abstinência” – Dexerto.
“Apesar de ter dificuldades em definir para quem o spin-off realmente se destina, ‘Stranger Things: Histórias de 85’ apresenta alguns momentos divertidos” – Screen Rant.
Ambientado entre a 2ª e a 3ª temporada de ‘Stranger Things‘, o derivado leva os espectadores de volta a Hawkins no rigoroso inverno de 1985, onde os personagens originais precisam enfrentar novos monstros e desvendar um mistério paranormal que está aterrorizando a cidade.
O elenco de voz de ‘Histórias de 85’ conta com Brooklyn Davey Norstedt (Eleven), Jolie Hoang-Rappaport (Max), Luca Diaz (Mike), Ej Williams (Lucas), Braxton Quinney (Dustin), Ben Plessala (Will) e Brett Gipson (Hopper).
Odessa A’zion, Janeane Garofalo e Lou Diamond Phillips também participam do projeto.
Em entrevista ao Happy Sad Confused, Daniel Radcliffe (‘Amaldiçoado’) refletiu sobre sua carreira e comentou sobre sua jornada no decorrer da franquia ‘Harry Potter‘.
O ator revelou que, atualmente, prefere assistir sua performance nos primeiros filmes, e que seu capítulo favorito da icônica saga é ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.
Ele ainda fez um ranking da franquia, escolhendo ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘ ao invés de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘. E, em uma escolha que o próprio ator considerou polêmica, colocou ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ sobre ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban‘ – um dos capítulos mais amados pelos fãs.
A justificativa do ator se deu por conta das coisas incríveis que ele teve a oportunidade de fazer ao gravar o quarto filme.
O México nunca ganhou uma Copa do Mundo… Mas alguém decidiu que isso não era problema. México 86 conta a história de Martín de la Torre, que encontrou um jeito de chegar ao topo e trazer a Copa do Mundo de 1986 para o México a qualquer custo, usando apenas engenhosidade, audácia e zero escrúpulos. Porque se você não consegue vencer em campo… Sempre há outras maneiras de jogar.
O elenco ainda conta com Daniel Giménez Cacho (Emilio Azcárraga), Guillermo Villegas (Hugo Sánchez), Frank Crudele (Henry Kissinger) e Karla Torres em papéis protagonistas.
“Meu personagem é fictício, mas muitas das coisas que aconteceram no filme são coisas que lemos e sabemos, ou que ouvimos dizer que aconteceram”, explica Luna sobre o projeto (via Deadline). “Nós ficcionalizamos tudo, mas muitos dos personagens são baseados em pessoas que estavam presentes na época. Temos alguns dos jogadores, [o presidente da FIFA] Havelange e Emilio Azcárraga, dono da maior rede de TV do México, que se tornou uma figura-chave”.
Cuidar do tráfico é um assunto de família para Etta Tiger Jonze (Shannon Gisela), mas quando o negócio familiar é ameaçado, Etta é empurrada para uma vida que nunca esperou, forçando-a a usar sua inteligência para sobreviver enquanto navega pelo submundo criminoso de Miami.
Karen Campbell é a showrunner e também produtora executiva, enquanto Alethea Jones dirige os dois primeiros episódios e assina igualmente como produtora executiva.
A Paramount e a MRC já haviam colaborado na distribuição internacional de títulos como ‘The Great’ e ‘Poker Face’, reforçando agora essa parceria com ‘M.I.A.‘, que se apresenta como um dos destaques mais aguardados entre os novos dramas criminais com potencial global.
‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3‘ ganhou seu primeiro teaser e a primeira imagem oficial.
Roger Jackson, conhecido por ser a voz icônica do Ghostface na franquia ‘Pânico‘, surge na primeira foto oficial como a versão assassina do Coelho Abel.
O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro, pela Imagem Filmes.
O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.
Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assina o roteiro.
“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.
Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assume o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retorna apenas como produtor.
O filme focado no vilão Cara-de-Barro (Clayface), que integrará oficialmente o novo Universo DC (DCU), ganhou seu trailer ontem e hoje teve mais novidades divulgadas.
O co-CEO da DC Studios, James Gunn, acaba de revelar no Threads que o filme se passa ANTES de ‘Superman‘ e é “o primeiro filme do Universo Estendido da DC fora da ordem cronológica”.
Isso pode significar que a transformação de Hagen ocorre antes da chegada do Batman a Gotham City e, crucialmente, abre caminho para que o filme explique o que vimos em Creature Commandos.
Questionado sobre como o Cara-de-Barro se encaixa no universo expandido da DC, Gunn disse a um fã: “Está tudo interligado, mas, como sempre, a história independente é o mais importante.”
Mais tarde, ele explicou: “Desde o início, deixamos claro que o Universo DC seria interconectado, mas cada projeto seria uma expressão plena de seus roteiristas e diretores (semelhante à forma como a DC Comics funciona – Saga do Monstro do Pântano, Liga da Justiça Internacional, A Piada Mortal e Esquadrão Estelar não têm o mesmo tom, assim como Superman, Lanternas Verdes, Pacificador e Cara-de-Barro).”
Confira:
O filme de super-herói estava originalmente programado para estrear nos cinemas em 11 de setembro, mas agora será lançado em 23 de outubro.
Para quem não está familiarizado com o universo de Gotham, Cara-de-Barro é um vilão do Batman capaz de mudar de forma. O gênero foi descrito como terror corporal, então imagine algo no estilo de David Cronenberg.
O terror foi confirmado como uma produção classificada para maiores de idade (+18), explorando o gênero de terror.
O outro co-CEO,James Gunn, já havia explicado que o objetivo do DCU é permitir diferentes estilos cinematográficos, o que justifica a abordagem de terror para o filme do Cara-de-Barro:
“Embora esteja no mesmo universo, é um filme de terror completo”, disse Gunn. “Não há um estilo de estúdio. Não é como se todo filme fosse ser como Superman. Os artistas, diretores e roteiristas envolvidos vão trazer sua própria visão para cada projeto”.
Safran já havia aumentado a expectativa ao afirmar que o filme é “um incrível terror corporal que revela uma origem envolvente de um clássico vilão do Batman”.
‘Harry Potter’ tornou-se não apenas um fenômeno literário, mas cinematográfico, ganhando nada menos que oito longas-metragens bastante elogiados pela crítica e pelo público – e que trouxe Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint eternizando o icônico “trio de ouro” formado pelo bruxinho titular, Hermione Granger e Rony Weasley.
Agora, em uma recente participação no podcast Happy Sad Confused, Radcliffe participou de uma divertida dinâmica em que precisava escolher sua entrada favorita da saga fílmica.
A brincadeira em questão teve início com o astro escolhendo entre os dois primeiros longas da franquia, selecionando ‘A Câmara Secreta’ em cima de ‘A Pedra Filosofal’. Já nas fases seguintes, Radcliffe optou por ‘O Cálice de Fogo’ contra ‘O Prisioneiro de Azkaban’; ‘A Ordem da Fênix’ contra ‘O Enigma do Príncipe’; e ‘As Relíquias da Morte: Parte 2’ contra ‘As Relíquias da Morte: Parte 1’.
Eventualmente, os dois títulos que competiram pelo pódio foram ‘O Cálice de Fogo’ e ‘As Relíquias da Morte: Parte 2’. Radclife, então, selecionou o encerramento da saga mágica como seu título favorito – o que não vem com grande surpresa, considerando que o longa conquistou impressionantes 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e, por muito tempo, foi o título mais rentável da Warner Bros. com US$1,343 bilhão arrecadados ao redor do mundo (além de três indicações ao Oscar).
Vale lembrar que ‘Harry Potter’ ganhará uma adaptação seriada pela HBO, com lançamento agendado para 25 de dezembro e que adapta o romance ‘A Pedra Filosofal’.
A série funcionará como uma releitura fiel dos sete romances originais, com cada temporada cobrindo um livro completo. O projeto conta com nomes de peso nos bastidores:Francesca Gardiner(‘Succession’) atua como showrunner, enquanto Mark Mylod(‘Game of Thrones’) assume a direção de diversos episódios.
JB Perrette, CEO de streaming global e jogos da Warner Bros. Discovery, demonstrou otimismo absoluto com o projeto, descrevendo-o como “o maior evento da história do streaming”. A estratégia visa capitalizar sobre a franquia que já vendeu mais de 600 milhões de livros e arrecadou US$ 7 bilhões nos cinemas.
Com a conclusão oficial da quarta temporada de ‘Invencível’, o co-showrunner Robert Kirkman e o ator Lee Pace, responsável pela voz do vilão Thragg, comentaram os rumos da animação de sucesso do Prime Video. O novo ano da série consolidou mudanças estruturais na narrativa, afastando-se dos clichês de encerramentos épicos.
“Sempre fico receoso com fórmulas. Mudamos as coisas na 3ª temporada fazendo dois episódios gigantes no final, com duas grandes lutas, dois finais. Então mudamos novamente na 4ª temporada ao não ter um final tradicional”, disse Robert Kirkman em entrevista ao The Wrap. “É um episódio epílogo bem silencioso, mas acho que é um dos nossos melhores até hoje”.
Diferente das temporadas anteriores, que utilizavam montagens para sugerir ameaças futuras, o quarto ano encerrou-se de forma contida: com Mark Grayson aceitando termos contrariados em um acordo tenso.
“Acho esse acordo fascinante, porque por que ele contaria isso ao Mark? Por que não faria tudo em segredo e deixaria Mark descobrir aos poucos pessoas com poderes surgindo por toda parte? É uma escolha interessante ele dizer: ‘É isso que estou fazendo. Você pode gostar ou não, mas vai ter que lidar com isso. Vai ter que lidar comigo. Eu estou aqui agora”, pontuou Lee Pace.
Kirkman revelou que ele e o co-showrunner Simon Racioppa planejaram um tom sombrio para o encerramento, visando destacar a evolução da maturidade da série.
“Sinto que esse é um dos maiores cliffhangers e um dos maiores finais da série. Encerrar a Guerra Viltrumita em um completo impasse… é uma ótima nota melancólica para terminar”, afirmou Kirkman.
A 4ª temporada marcou a introdução definitiva do Grande Regente Thragg, figura central na mitologia dos quadrinhos. Kirkman admitiu que a escolha de Lee Pace para o papel era um desejo de longa data, anterior mesmo à concepção da série animada.
“Eu pensava em Lee Pace como Thragg muito antes da série existir. Sempre pensei: ‘Aquele cara. Ele seria um ótimo Thragg'”, revelou o criador.
A conexão entre os dois remonta aos anos 2010, quando ambos trabalhavam em produções da AMC (‘The Walking Dead’). Para Pace, a complexidade da produção foi o fator decisivo para aceitar o convite.
“Vi esse personagem enorme, muito divertido de interpretar, e também o tom incrível que eles criaram para a série. Não é só a história. Não é só o elenco impressionante. Não são apenas as músicas ou a forma insana como animam as lutas. É o pacote completo”, destacou Pace.
A interpretação de Pace foca na dualidade de Thragg: uma figura de controle absoluto que esconde uma natureza brutal.
“Ele é forte e está no controle. Quando o gatilho é acionado, ele vira um monstro, uma verdadeira fera. Mas quanto mais trabalhei no personagem e entendi para onde ele vai… sua ambição é dominar o universo inteiro, e ele acredita que consegue. Ele tem um plano”, explicou o ator.
Kirkman reforçou que essa serenidade era essencial para estabelecer a escala de poder do vilão.
“Esse personagem é tão poderoso que eu queria transmitir uma sensação de calma na maior parte do tempo. Quando se tem esse poder, é preciso muito para te abalar. Você age sempre a partir de um lugar de conforto e tranquilidade, porque sabe que consegue lidar com qualquer coisa. A atuação do Lee é magistral”, concluiu.
Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor David Frankel explicou por que o ator Adrian Grenier, que interpretou o namorado da Andy (Anne Hathaway) no longa original, ficou de fora da sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘.
O cineasta revelou que até havia planejado uma participação especial do personagem, mas atrasos na produção inviabilizaram seu retorno. Segundo o diretor, a continuação foi finalizada em menos de um mês antes de sua estreia oficial.
“Eu tive uma ideia para que [o ator Adrian Grenier] fizesse uma participação especial na sequência, mas, no final das contas, nosso cronograma de filmagens já estava muito avançado para tornar este retorno possível. Eu provavelmente não deveria revelar [o que tinha em mente para ele], mas fiquei encantado por ele ter feito aquele comercial do Starbucks. Achei engraçado e modesto.”
Anteriormente, o ator havia expressado sua decepção em não ter sido chamado para a continuação: “Eu fiquei desapontado, mas, aparentemente, meu personagem era controverso, então talvez ele precise de seu próprio spin-off. Eu consigo entender o sentimento [dos espectadores], mas preciso defender meu personagem.”
Apesar de ter ficado de fora do novo filme, ele participou de um comercial do Starbucks brincando sobre sua ausência na continuação: “Vocês devem ter visto a notícia que eu não fui convidado para fazer parte de uma certa sequência, mas estou bem. É sério. Só energia positiva. Um brinde ao Nate! Ele fazia um sanduíche incrível e amava sua namorada… até certo ponto.”
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.
Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.
A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.
‘Mestres do Universo’ teve seu novo trailer divulgado, repleto de cenas inéditas do He-Man na nossa Terra.
Assista:
Eternia is calling you home. Watch the Official Trailer for Masters of the Universe now, and experience the movie only in cinemas on June 3! #MastersOfTheUniversepic.twitter.com/hRAosGJ7H4
O filme foi um dos destaques da Amazon MGM Studios para a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP participou in loco.
Durante o painel, foram exibidas cenas inéditas do aguardado live-action, que traz Nicholas Galitzine como Adam/He-Man, Camila Mendes como Teela, Idris Elba como Mentor/Man-At-Arms e Jared Leto como Esqueleto. Agora, nosso editor-chefe Renato Marafon traz a descrição delas a você.
Confira:
MEU DEUS!! Começa com o Adam no nosso mundo dentro do carro de polícia. Tá todando Whats Up do Four Non Blonds. Um monde de gente está correndo. Um monstro pula em cima do carro. O He-man pega sua espada e sai correndo desengonçado. O monstro leva um tiro e voa longe.
Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho.
Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).
O site afirma que o longa contará com um orçamento acima de US$ 100 milhões, e suas filmagens devem se estender por um período de 100 dias.
O projeto marca uma mudança na logística de lançamentos do estúdio, que ganhou notoriedade com produções independentes de baixo custo – focando em filmes de drama, comédia e terror de pequena escala.
Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.
‘Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.
Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.
Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.
Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.
John Carney (‘Amor Moderno’) é responsável pela direção.
Na trama, quando Rick (Rudd), um cantor de casamentos, conhece Danny (Jonas), uma estrela em decadência de uma boy band, durante um show, os dois criam um laço através da música e de uma colaboração noturna. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no sucesso que reacende sua carreira, Rick decide reconquistar o reconhecimento que acredita merecer – mesmo que isso signifique arriscar tudo o que lhe importa.
Inspirado em uma sátira clássica publicada na revista New Yorker em 1990, o filme acompanha Wile E. Coyote em uma jornada inédita: os tribunais. Cansado de sofrer acidentes com os equipamentos defeituosos da Acme Corporation em sua eterna caça ao Papa-Léguas, o personagem decide processar a gigante industrial.
A trama ganha contornos de comédia jurídica quando um advogado de causas perdidas, interpretado por Will Forte (‘O Último Cara na Terra’), aceita defender o Coiote. Do outro lado da disputa, o astro John Cena (‘Pacificador’) assume o papel de Buddy Crane, o implacável representante legal da Acme e antigo mentor do advogado de defesa.
‘Vingadores: Dr. Destino’ chega ainda este ano prometendo apresentar a épica guerra multiversal da Marvel. Entre os grandes retornos já confirmados para o longa está Chris Evans, reprisando seu icônico papel como Capitão América.
Agora, segundo o ScreenRant, o ator explicou que existe um motivo coerente e importante para a volta de Steve Rogers à trama: “Eu disse que só voltaria se houvesse um motivo real, e em Dr. Destino existe um motivo muito real para que esses heróis precisem de Steve Rogers”.
Vale lembrar que, no final de ‘Vingadores: Ultimato’, Rogers decide permanecer no passado, onde finalmente vive seu final feliz ao lado de Peggy Carter.
Chris Evans também brincou sobre a presença deRobert Downey Jr. como Doutor Destino, comentando: “Eu não gosto dele”.
Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.
Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.
Na última década, as cinebiografias de ícones da música tomaram conta do cinema dos Estados Unidos. Apesar de algumas se destacarem, como o espetacular Rocketman (2019), a maioria se mostrou vazia e sem coragem, não justificando sua existência. Foram filmes “chapa branca”, que acabaram contando com ampla intervenção dos detentores da “marca” para preservar as imagens de membros dos grupos já falecidos. Por isso, quando filmes como Springsteen: Salve-me do Desconhecido (2025), que abordam seus protagonistas com sinceridade, aparecem, o público parece estranhar tanto. Normalizou-se tratar esses ícones com superficialidade, enquanto o texto tenta te convencer sobre a profundidade desses personagens.
São filmes que te mostram um prato de sopa cheio de água e ficam te falando o tempo inteiro que aquilo ali é uma piscina, como se isso fosse o bastante para permitir que você mergulhasse. O exemplo mais famoso disso é o infame “filme do Queen“. Apesar de ter um trabalho de figurino e maquiagem excepcional de forma geral – recriando com perfeição praticamente todos os membros da banda, com exceção daquela prótese bizarra que enfiaram no rosto do Rami Malek -, a escolha narrativa de Bohemian Rhapsody (2018) constrói uma trama que tira todo o peso profissional das escolhas da banda e trata o sucesso do grupo como um mero acaso, dando a impressão de que qualquer banda que tivesse o Freddie Mercury como vocalista daria certo. O que a própria realidade provou ao contrário. Pior do que isso, o filme ainda deu a entender que as tragédias da vida do vocalista não teriam acontecido caso ele fosse heterossexual, o que, por si só, foi uma grande ofensa à memória do artista. Sem contar as inúmeras informações erradas trazidas no longa, datas e contextos que transcenderam a liberdade poética ao comprometerem o peso de shows históricos.
Bohemian Rhapsody acabou virando ‘pioneiro’ desse movimento de biografias musicais, com a repercussão do longa servindo como exemplo para outros cineastas do que fazer ou não na hora de adaptar histórias de ícones da música. Ainda assim, o longa fez uma bilheteria impressionante e conquistou prêmios – muitos inexplicáveis, como o Oscar de Melhor Montagem, um dos pontos que foi massacrado até mesmo por parte do público. Infelizmente, acabou ditando um padrão do qual poucos cineastas ousaram se distanciar: prezar pela estética e nostalgia, deixando a história e a construção de personagem de lado.
E assim que o longa se consolidou como sucesso comercial, os estúdios começaram a trabalhar em outros ícones. Ou seja, era apenas questão de tempo para que o maior de todos, Michael Jackson, entrasse em cena. E após anos de uma produção marcada por controvérsias, Michael, enfim, chegou aos cinemas nesta semana. Dirigido por Antoine Fuqua, o filme traz os mesmíssimos problemas de Bohemian Rhapsody e acaba sendo construído com grande preocupação estética e pouquíssima vontade de realmente contar a história de Michael Jackson. Como disse no título do texto, é como um presente com embalagem belíssima, que é desembrulhada para revelar uma caixa vazia. A falta de conteúdo é preenchida com a playlist espetacular do cantor. Mas, em alguns momentos, fica a sensação de que o time criativo pegou um gibi da biografia do artista, só leu as figuras e achou que seria o bastante para contar essa história.
Foto: Glen Wilson/Lionsgate
Por se tratar de Michael Jackson, as repercussões desse filme serão extremas. Poucas vezes na história um ser humano foi capaz de despertar tamanha paixão, movendo multidões pelo mundo, como esse homem fez. Existe um antes e depois de Michael na indústria musical global, tamanho seu primor artístico e impacto nesse meio. Ao mesmo tempo, do momento de sua origem ao seu pós-morte, a passagem dele pelo mundo foi marcada por controvérsias e polêmicas. E tudo isso ajudou a construir o mito moderno de Michael Jackson. Ninguém teve um auge tão meteórico quanto ele. Porém, para chegar a esse ápice, ele passou por muitos abusos e teve muita ralação nos bastidores.
E aí que entra a grande problemática do longa. Ele é estruturalmente idêntico a Bohemian Rhapsody, do início ao fim, a estrutura é a mesma. Inclusive, fica a dica: para quem não viu o filme do Queen, não o assista antes de Michael, tamanha a redundância narrativa dos dois. É algo que pode verdadeiramente influenciar na sua experiência do filme de 2026. Enfim, o problema maior de Michael é que o longa usa a desculpa de querer retratar o auge do artista para tratar dos abusos sofridos na infância como algo simples. O pequeno Mike e seus irmãos cortaram um dobrado nas mãos do pai, Joe Jackson, que batia neles e obrigava as crianças a trabalharem exaustivamente para fazer do The Jackson 5 uma realidade.
Foto: Divulgação/ Glen Wilson
O filme retrata esse momento de forma banal. Os irmãos são recorrentemente reduzidos a alívios cômicos ao longo da trama, enquanto o pequeno Michael (interpretado brilhantemente pelo pequeno Juliano Krue Valdi) apanha uma vez e aparece sendo contrariado vez ou outra. Passa uma sensação de que tudo que ele sofreu foi “aceitável”, adotando uma perspectiva comercial muito complexa de se vender. Os abusos da infância de Michael, que impediram o garoto de ser criança efetivamente, não podem ser normalizados. Faltou essa sensibilidade de mostrar Joe como um monstro, não apenas como um empresário folgado que via os filhos como uma mina de dinheiro. E isso provavelmente esbarrou nas interferências da família nos bastidores, que, segundo indicam os rumores, solicitou a exclusão de conteúdos e fez com que o final do filme passasse por uma refilmagem.
Questões mais pessoais ao artista, como sua obsessão estética e o caso de vitiligo, que ele escondia com a própria vida, também são mencionados, mas nunca trabalhados. É uma cinebiografia que dedica pouquíssimo tempo a realmente mostrar a vida do protagonista. Ao final da sessão, fica a sensação de que você termina o filme sabendo menos da vida do Michael do que sabia antes. E isso é mais do que complicado, é frustrante, principalmente por se tratar deMichael Jackson. A virada de chave da relação do músico com a MTV, por exemplo, que é um dos capítulos mais interessantes da história da música mundial, porque revoluciona de uma vez por todas a importância dos videoclipes – e do próprio canal em si – é resumida a uma piadoca.
Mas talvez nada seja tão frustrante para os fãs do músico quanto o não desenvolvimento da relação dele com o produtor Quincy Jones, o responsável por libertar a fera criativa que Michael Jackson foi. É como retratar a dupla Bebeto e Romário na Copa do Mundo de 1994, reduzindo o Bebeto à comemoração “Embala Neném”, deixando de lado suas contribuições em campo para o Tetra. Quincy aparece “do nada” na trama, tem uma cena com Michael no estúdio e fica nisso. Os longos processos criativos da dupla, a forma como eles se entendiam de maneira quase sobrenatural, não é retratada, dando a impressão de que Michael seria o mesmo ícone que é hoje mesmo se não tivesse a influência do lendário produtor. E não é assim. Houve todo um trabalho coletivo para Michael se tornasse Michael Jackson. Não foi só talento, não foi por acaso.
Outro ponto complicado do filme é a direção e a montagem, que repete os mesmos problemas de Bohemian Rhapsodypara contar essa história. Há momentos em que há tantos cortes para cenas simples de diálogo, que a sensação é de estar assistindo uma sequência de ação em que nada acontece. É muito picotado. Outro ponto é que a direção busca muita influência nos videoclipes, mas não consegue se decidir se quer retratar esse filme como uma obra para cinema ou para TV. Nas sequências dos shows, por exemplo, há traços de direção para TV, de equipes de transmissão de shows mesmo, que se misturam a traços de direção cinematográfica. O resultado até funciona em alguns momentos, só que causa um estranhamento em outros.
Foto: Glen Wilson/Lionsgate
Ainda assim, apesar de repetir os problemas de Bohemian Rhapsody, e trazer esse jeitão de longa para TV, Michael consegue ser um filme bem melhor que o doQueen ao fazer dessa jornada uma experiência divertida. Mesmo com tantos problemas, há méritos muito intensos aqui. A começar pelas atuações.Colman Domingo está irreconhecível como Joe Jackson, mas quem brilha mesmo é Jaafar Jackson. Filho deJermaine Jackson, o garoto é sobrinho de Michael na vida real. Talvez seja por isso que ele consegue dar tanto brilho ao papel, é algo pessoal para ele. E mesmo que haja um estranhamento no início, o rapaz incorpora muito bem o tio, principalmente nas cenas em que o personagem usa os famosos óculos escuros. Há cenas em que a semelhança realmente chega a assustar.
O elenco de apoio está ali apenas para criar situações para o Michael assumir o centro das atenções, sem muito a acrescentar. Porém, em meio às excentricidades suavizadas da vida do artista, uma se destaca: o chimpanzéBubbles. O macaquinho de CGI tinha tudo para ser uma bizarrice em cena, mas a forma como retratam sua chegada e como os coadjuvantes reagem a ele cria um tom cômico que te faz comprar aquela situação imediatamente. É simplesmente hilário.
Divulgação: Lionsgate
Ah sim, não tem como falar desse filme sem mencionar a playlist absurda. Por ter produção da família, Michael teve acesso a todo o acervo de Michael Jackson e dos Jackson 5, que provavelmente serão redescobertos por muitos ouvintes antigos, além de chegarem a novas gerações. O resultado será visto nas próximas semanas, com possíveis novos recordes sendo quebrados nas plataformas de áudio, já que a exposição será colossal. No fim das contas, o grande propósito musical desse filme é esse mesmo, reaquecer números da família Jackson. De qualquer forma, é uma trilha musical absurda. Ver essas canções surgindo no cinema é uma experiência por si só, vê-las em momentos de recriações de videoclipes ou apresentações, como Bad ou Thriller são de arrepiar. O poder da nostalgia é muito intenso – e Hollywood sabe disso. E são esses momentos que vão conquistar o público.
Ao conversar com um amigo que não gosta muito de cinema, ele disse que o filme tem músicas boas e é divertido, e isso basta para conquistá-lo. Então, talvez seja esse o grande mérito do filme. Ele sabe que será massacrado pela crítica, mas também sabe que vai fazer uma bilheteria homérica. Então, lidar com críticas negativas talvez já seja até mesmo parte da estratégia de divulgação internacional do longa, em um tipo de “EuricoMirandismo Cultural”, desse “nós contra eles”, de que “se a crítica não gostou, então o filme é bom”. É muito curioso ver como isso virou um tema tão presente no cinema atual.
No fim das contas, Michael é um filme frustrante pela grandiosidade do protagonista que foi reduzida a uma aventura comum. Michael Jackson merecia um retrato biográfico mais à altura do que ele representou para a música. Apesar disso, é um filme ridiculamente divertido, embalado por uma playlist à prova de erros e com um elenco que faz o possível para se destacar.
É um filme esteticamente bonito, que tenta compensar a falta de conteúdo com nostalgia, referências e um trabalho grandioso de figurino e maquiagem. É um filme com toda a cara das sessões vespertinas do fim de semana na TV aberta, que certamente vai fazer uma bilheteria impressionante mundo afora.
A produção será lançada no serviço de streaming no dia 13 de maio.
A franquia de livros conta com cinco volumes que retratam um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto elas lidam com o amor, a mágoa e a autodescoberta, construindo amizades profundas e laços duradouros enquanto enfrentam as complexidades que acompanham a transição para a vida adulta.
Cada um dos quatro primeiros romances conta a história de amor de um jogador de hóquei, sendo o quinto uma coletânea de novelas dos quatro casais.
A primeira temporada da adaptação seriada, baseada no primeiro livro, ‘O Acordo’, acompanha o romance improvável entre Hannah Wells (Ella Bright), uma estudante de música irônica e odiadora de hóquei, e o pivô estrela da Briar University, Garrett Graham (Belmont Cameli).
Em sua estreia no cinema, o cantor e compositor Zé Ibarra será o narrador de ‘Refestança: Diário, Fotos e Música’, documentário com título provisório que reconstitui a icônica turnê musical que Rita Lee e Gilberto Gil fizeram em 1977.
Dirigido por Vinícius Reis (‘Homem Onça’), o projeto traz Ibarra encarnando o repórter e fotógrafo de 23 anos, personagem misto de real e ficcional que, por um mês, viajou por oito capitais brasileiras com Rita, Gil e seus grupos, Tutti Frutti e Refavela.
O longa-metragem é um documentário feito a partir de cenas e entrevistas da época, reunindo super-8, 16mm, reportagens e as cerca de 600 fotos que o fotógrafo Antônio Carlos Miguel fez para o Jornal de Música nos anos 1970. Para Reis, o material resgatado revela muito mais do que um show: “‘Refestança’ foi um sopro de liberdade em plena ditadura, movido a amizades e com uma alta voltagem de boas músicas”.
Produzido pelo Ventre Studio, Trema, Tacacá e Uno Filmes, em coprodução comGlobo Filmes, GloboNews e a portuguesa BRO Filmes, ‘Refestança’ será distribuído no Brasil pela O2Play e chegará aos cinemas em 2027, no aniversário de 50 anos do encontro e do álbum ao vivo lançado por Rita e Gil.
Reis também fica responsável pelo roteiro ao lado de Jo Serfaty.
O Apple TV divulgou o trailer oficial de ‘Incondicional’ (‘Unconditional’), nova série de suspense dos mesmos produtores de ‘Homeland’.
A produção tem estreia marcada para o dia 8 de maio na plataforma de streaming.
Confira:
A série foi escrita por Adam Bizanski, com Johnathan Gurfinkel responsável pela direção dos episódios.
Bizanski também entra como produtor executivo ao lado de Eitan Mansuri, Jonathan Doweck, Idisis e Avi Nir, Keren Shahar, Karni Ziv, Yuval Horowitz e Eze Sakson.
A trama acompanha uma mãe e uma filha em uma viagem que se transforma em um pesadelo quando Gali (Talia Linne Ronn), de 23 anos, é presa por tráfico de drogas em Moscou. Sua mãe, Orna (Liraz Chamami), se recusa a aceitar as acusações, mas sua luta pela liberdade da filha a arrasta para uma teia mortal de crime e corrupção.
O elenco também inclui o cantor e compositor franco-israelense Amir Haddad (‘La Belle et Le Boulanger’), Yossi Marshek (‘Manpower’), Evgenia Dodina (‘Invisible’) e Vladimir Friedman (‘Bad Boy’).