O mais recente episódio de ‘Demolidor: Renascido’ já está disponível no Disney+, trazendo o aguardado retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Além do reencontro com Matt Murdock, o capítulo introduz uma nova personagem fundamental para a mitologia da investigadora nas HQs.
De acordo com o ComicBookMovie, a trama mostra Jessica vivendo de forma reservada nos subúrbios até que sua casa é invadida por um grupo de homens armados. Durante o confronto, o público descobre que ela agora tem uma filha chamada Danielle.
Nos quadrinhos, Danielle é filha de Jessica com Luke Cage. Embora a série ainda não tenha confirmado explicitamente a identidade do pai, todos os indícios apontam para o herói do Harlem.
Em um encontro estratégico com o Demolidor, Jessica revela que a ameaça contra ela não partiu de Wilson Fisk, mas sim de um novo antagonista: o Sr. Charles (interpretado por Matthew Lillard). Embora as intenções de Charles permaneçam obscuras, a investigadora concorda em ajudar Matt Murdock a desmantelar um novo esconderijo de armas da AVTF.
No entanto, o episódio revela uma complicação: desde o nascimento da filha, os poderes de Jessica têm se manifestado de forma instável. Priorizando a segurança de Danielle, ela recua momentaneamente, deixando o caminho livre para que o Homem Sem Medo assuma a linha de frente contra a administração do prefeito.
Para os fãs do material original, a introdução de Danielle abre portas para arcos interessantes. A personagem estreou em The Pulse #13 (2006) e, embora seja tradicionalmente retratada como uma criança pequena no universo principal, uma versão alternativa de seu futuro nos quadrinhos a mostra assumindo o manto do Capitão América.
A estrela e produtora executiva Mariska Hargitay, que há décadas imortaliza a detetive Olivia Benson em ‘Law & Order: Special Victims Unit’ (SVU), comentou recentemente sobre a longevidade histórica do drama. Com a série já renovada para sua 28ª temporada, a atriz revelou acreditar que a produção tem fôlego para alcançar, no mínimo, a marca simbólica de 30 anos no ar.
Em entrevista ao Deadline, Hargitay demonstrou entusiasmo inabalável com o futuro da franquia.
“Acredito. Que tal isso? Acredito”, respondeu a atriz ao ser questionada sobre a longevidade do show. “Eu amo minha série. Amo meu elenco. Amo minha showrunner, meus roteiristas, meus produtores. Me sinto a atriz mais sortuda e feliz do mundo. Amo Dick Wolf, e ainda me sinto desafiada.”
Mesmo após 27 temporadas, Hargitay afirma que a busca pela qualidade técnica e interpretativa continua sendo uma prioridade. O final da atual temporada, o primeiro sob o comando da showrunnerMichele Fazekas, está previsto para ir ao ar em 14 de maio.
“Uma das coisas mais empolgantes é que acabamos de finalizar a temporada 27. Acabei de assistir ao último episódio e achei que foi o melhor da temporada, e meu melhor trabalho. Que maneira de encerrar uma temporada depois de 27 anos”, disse Hargitay.
A atriz destacou que a estrutura de produção atual permite que ela concilie o papel de Benson com outros projetos pessoais, como o documentário ‘My Mom Jayne’ (2025) e sua estreia na Broadway com o monólogo “Every Brilliant Thing”.
“Não quero ir a lugar nenhum agora. Tem sido incrível. Somos uma máquina muito bem ajustada”, afirmou.
Para Mariska, o impacto social de SVU é o que a mantém motivada a continuar no papel. Através de sua fundação, a Joyful Heart, a atriz utiliza a plataforma da série para defender vítimas de abuso sexual e violência doméstica.
“É por isso que não quero sair, porque a série realmente faz diferença. E eu ouço isso todos os dias”, afirmou a atriz.
Ao ser questionada se a série poderia chegar à 35ª temporada, Hargitay manteve os pés no chão, mas com bom humor: “Não sei, vamos chegar primeiro à 30ª”.
“Os detetives que fazem parte da Unidade de Vítimas Especias (SVU) do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) investigam crimes de natureza sexual. Enquanto o foco das outras séries do “Law & Order” lidam principalmente com casos de assassinato, os detetives da SVU cuidam mais de crimes como estupros, em que as vítimas sobrevivem e ajudam as autoridades na investigação. A série apresenta um elenco de atores veteranos, como Mariska Hargitay, Richard Belzer, Dann Florek e, depois da primeira temporada, o rapper Ice-T”, diz a sinopse.
Embora a cinebiografia ‘Michael’ já esteja em exibição nos cinemas, os espectadores não verão a interpretação de Kat Graham como a icônica Diana Ross. A atriz revelou recentemente que, apesar de ter sido escalada e filmado suas participações, suas cenas foram cortadas da montagem final do longa.
Conforme a Variety, Graham usou as redes sociais para explicar que a equipe de produção se esforçou para manter a integridade da história de Michael Jackson, mas que decisões editoriais difíceis precisaram ser tomadas, o que culminou no corte de suas cenas.
“Antes do lançamento do filme de Michael Jackson em 24 de abril, quero compartilhar que certas questões legais afetaram algumas cenas, incluindo aquelas que filmei com um elenco incrível. Infelizmente, esses momentos não fazem mais parte da versão final, embora a equipe tenha trabalhado duro para preservar o máximo possível da história”, publicou Graham.
Lembrando que originalmente, o roteiro planejava avançar na cronologia para abordar as acusações de abuso infantil de 1993 e as investigações que se seguiram. Contudo, advogados do espólio descobriram que um acordo jurídico firmado no passado com um dos acusadores impedia qualquer menção ou representação direta dessa pessoa em produções cinematográficas.
Essa barreira legal forçou a equipe a desenvolver um novo terceiro ato para o longa. A mudança exigiu 22 dias de refilmagens e gerou um custo adicional estimado entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões, impactando o cronograma e o orçamento final da obra.
Dirigido por Antoine Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
Uma boa série precisa convencer logo nos primeiros episódios e nos apresentar uma trama com personagens que realmente ajudem a desenvolver os conflitos. Se você está procurando algumas boas séries para conferir nesse feriadão que está chegando, não perde a lista abaixo:
Na trama, acompanhamos a chegada de Mia (Kerry Washington) e Pearl (Lexi Underwood), mãe e filha, a cidade de Shaker Heights – com a vida toda delas na mala. Após buscarem um lugar para morar na cidade, acabam conhecendo a jornalista, e mãe de quatro filhos, Elena (Reese Witherspoon), uma mulher de uma família prestigiada na região que acaba alugando para Mia e Pearl uma casa. Aos poucos, a relação entre Mia e Elena passa de uma quase amizade para um jogo misterioso.
Criado por Greg Daniel, Upload, que está disponível na Amazon Prime Video, é uma sátira sobre aonde vamos quando morremos. Repleto de conceitos e paradigmas para lá de interessantes, a comédia de ficção científica preenche suas lacunas complicadas com pitadas generosas de humor.
Numa das mais brilhantes adaptações do clássico personagem de Sir Arthur Conan Doyle, voltamos a encontrar Sherlock agora num mundo moderno, mais precisamente numa Londres contemporânea.
Uma das mais badaladas séries de 2024, Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais nos mostra um true crime cheio de dúvidas até hoje. Na trama, vemos dois irmãos que matam violentamente os pais. Através de depoimentos, essa série vai nos apresentando outros olhares para a situação, como o rígido pai e toda a atenção da mídia ao caso.
Dawson’s Creek (Sony One e Mercado Play)
Com criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico), Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas. Tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.
Six Feet Under, no original, conta as histórias de uma família que administra uma funerária. É o primeiro trabalho de destaque do ator Michael C. Hall que, anos mais tarde, seria o protagonista do aclamado seriado Dexter.
Um dos seriados de enorme sucesso nos tempos que a internet ainda engatinhava, Smallvillenos mostra parte da origem de Clark Kent e suas descobertas do enorme poder que possui.
Na trama, conhecemos um casal que vai até o tradicional Desfile dos Reis Magos nas ruas de Málaga. Durante o evento, a filha desaparece, levando a uma busca durante anos. A jornalista Miren (Milena Smit) fica obcecada pela investigação e resolve ajudar a solucionar o mistério.
Criada a partir de uma paródia animada em curta-metragem do clássico filme De Volta Para o Futuro, Rick and Morty nos mostra as aventuras de um cientista, Rick, avô do tímido e curioso Marty. A dupla viaja por interdimensões, vão para outros planetas, sempre em uma nova aventura provocada por algum problema existencial do cotidiano deles.
Sair da zona de conforto ao assistir a um filme é um exercício interessante – mas só funciona quando a obra realmente nos coloca de frente para dilemas impactantes. Pelos streamings ou mesmo em algumas estreias no cinema, encontramos algumas produções que rompem camadas, nos chamando a atenção. Para você que gosta de sair da zona de conforto, segue abaixo alguns filmes que você precisa conferir:
Orn (Nittha Jirayungyurn) é uma mulher de ótima condição financeira que, certo dia, leva um terrível golpe financeiro. Completamente abalada com a situação e escondendo a real quantia perdida, ela busca apoio nas forças policiais – em vão. Sem saber o que fazer, um dia acaba encontrando a fisioterapeuta Fei (Esther Supreeleela) e a vendedora de cremes Wow (Ning Chutima Maholakul), que também foram vítimas dos mesmos golpistas. Sem apoio da polícia, elas resolvem bolar um plano para desmascarar a quadrilha – uma decisão que trará enormes consequências para suas vidas.
Na trama, conhecemos o desesperado e emocionalmente abalado Artan (Alexej Manvelov), um homem divorciado que está num momento de total desequilíbrio, após o rompimento com a esposa, Louise (Alma Pöysti). Um dia, invade o centro médico onde ela trabalha e a faz de refém. Para tentar contornar a situação, um inspetor da polícia chamado Lukas (Fares Fares) vai acompanhar os dois nessa jornada pelo interior da Suécia, sempre com a polícia próxima deles.
Na trama, conhecemos Aurélio (Paulo Miklos), vocalista e rosto mais conhecido de uma banda de rock que recentemente voltou aos palcos. Durante um show, um vídeo viraliza, transformando Aurélio em um condenado por parte da opinião pública. O protagonista sente a forte repercussão do caso e também a covardia do julgamento público. Assim, ele embarca em uma noite de descobertas, tensão, busca por respostas, onde vai entender mais de perto o caos social que passam imperceptíveis aos seus olhos.
Sharper – Uma Vida de Trapaças (Apple Tv)
Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.
Henry (Tim Blake Nelson) é um agricultor viúvo, perto dos 50 anos, que mora com seu único filho, o adolescente Wyatt (Gavin Lewis), em uma casa isolada. Eles levam uma vida simples e de muito trabalho. Um dia, a rotina deles sofre um enorme abalo quando resolvem ajudar um estranho homem que foi alvejado perto dali e levava com ele uma bolsa repleta de dinheiro. Quando um grupo de homens aparece para procurar o homem que eles ajudaram, Henry precisará entender o quebra-cabeça e saber em quem confiar, ao mesmo tempo que segredos do seu passado começam a serem revelados.
Rodado em três municípios do Estado de Mato Grosso – incluindo a capital, Cuiabá – Cinco Tipos de Medo apresenta personagens com histórias amarguradas que se encontram ao acaso. Assim, conhecemos uma capitã da polícia militar (Bárbara Colen) tomada pelo desejo de vingança após a perda do filho; um advogado (Rui Ricardo Dias) em luto pela perda da esposa – vítima de bala perdida –, e na esperança da recuperação do seu filho recém-nascido; um violinista (João Vitor Silva) que, após perder a mãe para a Covid, se apaixona pela enfermeira que cuidou deles (Bella Campos) – a mesma mulher que vive um relacionamento abusivo com o chefe de uma facção criminosa (Xamã). Um tiroteio, e suas consequências, conectam todas essas histórias.
Na trama, ambientada no final da década de 1960, conhecemos quatro irmãos: Jack (George MacKay), Billy (Charlie Heaton), Jane (Mia Goth) e Sam (Matthew Stagg), que após o falecimento da mãe, vivem isolados em uma enorme casa longe dos grandes centros. Há algum segredo entre eles e aos poucos vamos entendendo melhor essa história após uma série de situações.
Na trama, conhecemos uma família de cinco mulheres que estão prestes a passar alguns dias juntas no hotel da família, localizado em uma vila portuguesa do Município de Esposende. Entre idas e vindas dos hóspedes, conflitos entre elas se estabelecem tendo o passado como algo desafiador a ser relembrado.
Na trama, conhecemos o recém-chegado à faculdade de Oxford, Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo dele – de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.
Na trama, acompanhamos Connie (Diane Lane), uma mulher que vive com seu filho e seu marido, Ed (Richard Gere), em uma confortável casa situada no subúrbio de Nova Iorque. Certo dia, o destino coloca em sua frente o sedutor francês Paul (Olivier Martinez), com quem vive intensos dias. O marido de Connie, logo começa a desconfiar e contrata um detetive para investigá-la e situações complexas se tornam iminentes.
Tem tantos filmes maravilhosos por aí! Na correria do dia a dia, muitas vezes ficamos reféns dos algoritmos das plataformas, que trazem boas indicações, mas não conseguem mostrar tudo de bom dos vastos catálogos do streamings disponíveis no Brasil. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com alguns filmes que o radar dos algoritmos pode não ter te sugerido:
Hoje é o Primeiro Dia do resto da sua vida (Doc Canal Brasil)
Um filme sobre pais e filhos sempre traz reflexões e emoções para todos nós que acreditamos em dias melhores para toda uma nova geração. Selecionado para o Festival ‘É Tudo Verdade’ 2024, o documentário paulista Hoje é o Primeiro Dia do resto da sua vida nos leva ao encontro com uma família que está crescendo, com uma adoção aguardada e as iminentes mudanças em torno de suas vidas.
Jesús (Héctor Medina) é um jovem cabeleireiro que sonha em se tornar uma grande estrela do show de transformistas de um clube em Havana, comandado por Mama (interpretado pelo brilhante Luis Alberto García). Após conquistar sua chance em uma audição, seu primeiro show se transforma em um momento inesperado e doloroso: ele é agredido por um homem mais velho, que se revela seu pai, de quem não tem notícias desde os três anos de idade. A partir desse encontro inesperado, pai e filho precisarão confrontar suas diferenças e aprender a construir uma relação verdadeira.
Verissimo (Doc Canal Brasil)
O documentário busca um recorte de um dos maiores cronistas do cotidiano. Com um acertado tom intimista, a narrativa simplifica a personificação de um homem pacato, que adora criar laços com as palavras, através de seu próprio universo.
Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos nos apresenta um grande contador de histórias, um artista que aprendeu a gostar de si, pelos outros. Escrito, dirigido e produzido por Daniela Broitman, com um rico material – muito bem aproveitado -, ao longo de 90 minutos passeamos por meio de memórias do seu passado e as inspirações que moldaram sua vida e suas canções.
O detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun) vive uma vida simples ao lado de sua família. No dia do enterro de sua mãe, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, esconde o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido com uma ligação anônima de alguém que sabe tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.
Othelo, o Grande (Doc Canal Brasil)
Buscando por meio de imagens de arquivos e depoimentos sobre diversos temas, contar de forma breve a trajetória de um intérprete de vários sentimentos, que logo se tornou um dos mais destacados artistas da história dos palcos e telas de nosso país. Othelo, o Grande nos declama a genialidade do improviso e o dom de fazer rir, se tornando um projeto fundamental para quem ama a sétima arte. O documentário, dirigido por Lucas H. Rossi traz em seu paralelo importantes momentos do cinema brasileiro.
Se você não cura as feridas do passado, você vive sangrando. Como contar a história de uma das maiores cantoras da história? Ao longo de cerca de duas horas, dirigido pela dupla Daniel Lindsay e T.J. Martin, o documentário Tina nos mostra com detalhes a trajetória profissional e momentos chaves pessoais da inesquecível Tina Turner.
Vencedor do Oscar de melhor documentário em 2023,Navalny nos mostra parte da trajetória de um advogado e blogueiro na casa dos 40 anos que acaba sendo o grande opositor ao governo Russo e seu comandante, Vladimir Putin.
Disponível no catálogo da Netflix, o documentário A Verdadeira História do Roubo do Século nos leva de volta à Argentina no ano de 2006, onde um grupo de pessoas conseguiu roubar uma enorme quantia de dinheiro (até hoje não se sabe ao certo quanto) do Banco Río, em Acassuso.
A vida do lendário chef francês Bernard Loiseau (1951-2003), cuja trajetória serviu de inspiração para o personagem Auguste Gusteau na animação ‘Ratatouille’, ganhará uma cinebiografia. O longa promete explorar sua ascensão meteórica até se tornar um dos nomes mais influentes da gastronomia francesa.
De acordo com o Deadline, Thomas Lilti assumirá a direção e o roteiro do projeto. A produção ficará a cargo da Chi-Fou-Mi Productions (parte do grupo Mediawan) e da 31 Juin Films.
Entre os anos 1990 e o início dos anos 2000, Loiseau foi o rosto da culinária francesa, comandando o icônico hotel e restaurante La Côte d’Or, em Saulieu, na região da Borgonha. Em 1991, ele alcançou o ápice da carreira ao conquistar a terceira estrela Michelin, a distinção máxima do setor, consolidando seu status de lenda.
Infelizmente, a trajetória de sucesso terminou de forma trágica em 2003, quando o chef tirou a própria vida aos 52 anos. Sua morte gerou comoção internacional e levantou debates sobre a pressão extrema no universo da alta gastronomia, em meio a rumores de que Loiseau temia perder sua terceira estrela no guia.
Thomas Lilti, cineasta conhecido por dramas profissionais como ‘Hipócrates’ (2014) e ‘Insubstituível’, destacou a conexão pessoal com o tema da vocação.
“Desde o início da minha carreira, procuro retratar o trabalho e contar histórias de homens e mulheres diante de sua vocação. Com Bernard Loiseau, essa questão se torna ainda mais íntima, e é isso que me emociona profundamente em sua história”, afirmou Lilti.
O diretor pretende mergulhar nas nuances psicológicas do chef: “Explorar sua vida é falar sobre excelência, trabalho, dúvida, legitimidade e solidão. É tentar compreender o gênio, em toda sua força visionária, mas também em seu lado profundamente destrutivo. Ao mergulhar, quase freneticamente, em sua vida e obra, descubro um homem profundamente amado e amoroso, cujo fim trágico revela fraturas que talvez apenas a ficção consiga abordar”.
O legado de Loiseau no La Côte d’Or é preservado até hoje por sua família através do Groupe Bernard Loiseau, que declarou apoio integral à produção cinematográfica.
“Estamos profundamente emocionados que Thomas Lilti tenha demonstrado tanta sensibilidade pela história de Bernard Loiseau. Assim como a medicina, a gastronomia é uma paixão que exige dedicação total a serviço dos outros e de sua felicidade. Thomas Lilti compreende tudo isso com respeito sincero e profunda humanidade”, declarou Bérangère Loiseau, presidente do grupo.
Nosso cinema está nos brindando frequentemente com produções maravilhosas que nos levam a uma série de reflexões sobre o nosso país. Em 2026, um leque de aguardadas produções vão chegar aos cinemas e streamings, e você terá a oportunidade de conferir. Abaixo, segue uma lista para você colocar na agenda e prestigiar o nosso audiovisual:
O projeto nos apresenta Regi (Reginaldo Faria), um gestor de obras que sonha em também ser escritor – um homem cheio de histórias para contar, mas que atravessa um presente repleto de dúvidas e se sentindo cada dia mais sozinho. Contornando passado e presente, por meio de memórias e acontecimentos contemporâneos, ele começa a enxerga as questões ao seu redor de várias formas.
Trazendo o sonhar acoplado ao infinito de possibilidades que a linguagem cinematográfica oferece, o documentário A Fabulosa Máquina do Tempo é um projeto inventivo em que o lúdico e o concreto do real se chocam, revelando histórias através do olhar de jovens de uma cidade do interior do Brasil.
Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade. Se você ouvir esse nome por aí, talvez não sabia de quem se trata. No entanto, se falarmos Baby do Brasil – ou mesmo Baby Consuelo, como foi conhecida boa parte de sua carreira – as lembranças logo chegam. 18 anos depois do início do projeto, o documentário Apocalipse Segundo Baby, chegou às telonas brasileiras antes da sua estreia em circuito, através do Festival É Tudo Verdade.
Zico, o Samurai de Quintino (Entra em cartaz nos cinemas dia 30 de abril)
Hoje, aos 73 anos, o galinho de quintino tem recortes de sua vida apresentados ao público no documentário Zico, o Samurai de Quintino, com estreia marcada para o próximo dia 30 de abril nos cinemas. Dirigido por João Wainer, o projeto busca um olhar amplo, construído desde seus primeiros passos na carreira até sua passagem pelo Japão, mostrando sua importância para a profissionalização do futebol naquela região – um legado visto até hoje -, com um recheio saboroso revisitando sua história profissional no Brasil.
Sempre que pensamos sobre a violência, automaticamente já nos chega à cabeça palavras como medo, desespero e ansiedade, além de automaticamente lembrarmos de situações vividas em nosso país – que presenciamos ou que nos foram contadas. Pegando esse gancho como representação desse estado de desconforto, o longa-metragem Cinco Tipos de Medo investe suas fichas em um roteiro criativo, cheio de possibilidades – e também provocador – para revelar, de forma direta, a barbárie implacável, sem possibilidade de fuga.
Um artista beira ao genial quando é único – e, quando passa o tempo, sempre está em movimento. Do interior de Pernambuco até alcançar muitos corações que pulsam quando o assunto é cultura popular, Alceu Valença, hoje com 79 anos, tem mais uma obra cinematográfica que revisita parte de sua história e chega em breve aos cinemas.
Ato Noturno (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Matias (Gabriel Faryas) é um jovem ator que consegue uma oportunidade num grupo famoso da cena teatral. Prestes a estrear a peça, acaba conhecendo um outro homem, Rafael (Cirillo Luna), por meio de um aplicativo de encontros. Com a intensidade amorosa ficando cada vez mais constante, Matias descobre que Rafael é um político em ascensão que vai concorrer ao cargo de prefeito. Dessa relação, que acompanhamos sob a perspectativa de Matias, a ambição e os desejos vão chegando a superfície das ações.
Ary (Estreia em breve)
Trazendo um pouquinho do Brasil por meio das peculiaridades que circulam entre as ironias e o bom humor de um dos mais conhecidos compositores das história da música brasileira, o longa-metragem Ary, dirigido por André Weller, acerta em cheio ao construir uma narrativa com camadas simbólicas, emocionais e também sociais. Misturando documentário com pitadas de ficção, somos convidados a participar como observadores de um deslumbrante tour pela capacidade inventiva de um artista idolatrado, que abraçou em suas criações a cultura brasileira.
Ambientada numa Brasília de quase quarenta anos atrás, conhecemos Helena (Carolina Dieckmann) e seus dois filhos – uma criança e um adolescente – que chegam à capital do Brasil e se mudam para um prédio numa região central. Frustrada pela partida do marido, que logo viaja a negócios, ela se vê perdida e aflita, enquanto marcas do passado e inesperadas aventuras do presente se chocam, nos levando a um recorte cheio de conflitos, não só pra ela, mas para seus dois filhos.
Tudo começa pela educação. Um dos vencedores do Festival É Tudo Verdade 2026, o longa-metragem Sagrado abre seu importante leque de reflexões sobre a educação em nosso país. Aqui, ela é representada por uma escola fruto da luta popular, preenchendo a tela com temas sociais relevantes, a partir de um olhar de dentro pra fora – de dedicados profissionais da educação pública brasileira.
Jaafar Jackson as Michael Jackson and KeiLyn Durrel Jones as Bill Bray in Michael. Photo Credit: Glen Wilson/Lionsgate
‘Michael’, a cinebiografia do Rei do Pop, já está em cartaz nos cinemas, mas os fãs do icônico artista notarão que o longa não mergulha nas polêmicas mais densas envolvendo o astro, como as acusações de abuso sexual infantil que surgiram a partir de 1993.
Conforme o Deadline, os atores Colman Domingo e Nia Long, que interpretam Joe e Katherine Jackson, pais do cantor, explicaram a decisão narrativa de manter o foco na ascensão artística de Michael, em vez de nos escândalos judiciais posteriores.
“O filme se passa dos anos 60 até 1988, então ele não entra nas primeiras acusações”, explicou Domingo. “Basicamente, focamos na construção de Michael. É um retrato íntimo de quem Michael é… pelos olhos dele. Então é isso que este filme é”.
O ator ressaltou que a obra prioriza a jornada criativa e pessoal do protagonista até o final da década de 80: “Este filme é sobre a formação de Michael, como ele foi criado e como tentou encontrar sua voz como artista e seguir carreira solo. Isso é o que posso dizer sobre isso”.
Ao ser questionado sobre a exploração dos anos finais de Jackson em uma futura produção, Domingo não descartou a ideia de uma continuação que pudesse abordar os períodos mais conturbados: “Existe a possibilidade de haver uma parte dois que talvez lide com outras coisas que aconteceram depois. Pode haver uma sequência. Ainda não sabemos”.
Diante da perspectiva, Nia Long brincou: “Se o preço estiver certo”.
Dirigido por Antoine Fuqua e produzido em colaboração com o espólio de Michael Jackson, o filme retrata a trajetória do astro desde os 10 anos, como membro do Jackson 5, até o auge de sua carreira solo, por volta de 1988, durante a turnê do álbum “Bad”.
A produção, no entanto, enfrentou desafios significativos na reta final. Originalmente, o roteiro pretendia avançar na linha do tempo para abordar as acusações de abuso infantil de 1993 e as investigações subsequentes. Contudo, advogados do espólio identificaram que um acordo jurídico firmado com um dos acusadores proibia qualquer representação ou menção direta dessa pessoa em obras cinematográficas.
Essa barreira legal forçou a equipe a desenvolver um novo terceiro ato para o longa. A mudança exigiu 22 dias de refilmagens e gerou um custo adicional estimado entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões, impactando o cronograma e o orçamento final da obra.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
O comediante e ator Russell Brand manifestou-se recentemente sobre as alegações de conduta predatória e o iminente julgamento por estupro que enfrentará no Reino Unido. De acordo com o Deadline, Brand reforçou que todas as suas relações sexuais foram consensuais, embora tenha admitido que sua “conduta sexual no passado foi egoísta” e descreveu seu comportamento na época como “terrível, mas legal”.
“Eu era uma pessoa muito diferente”, disse Brand sobre seu histórico. “Eu era bem mais jovem e um homem de 30 anos imaturo. Sexo consensual com várias pessoas, quando existe uma grande diferença de poder, como acontece quando você é um homem famoso com a capacidade de atrair mulheres como eu tinha naquela época, envolve exploração. Eu acredito que é explorador”.
O ator argumentou que, embora o consentimento estivesse no centro de suas interações, a dinâmica era problemática.
“O que a fama me deu, e o que meu vício alimentou, foi oportunidade para consentimento sem fim, o que me levou a ser hedonista, tolo e explorador de mulheres. Isso está errado e é algo que precisa ser redimido, tratado e reparado”, acrescentou.
Brand admitiu ter mantido relações com uma jovem de 16 anos quando ele tinha 30, reconhecendo que a situação ultrapassou limites aceitáveis. O caso foi revelado em 2023 por uma investigação conjunta do The Sunday Times, The Times e Channel 4, que trouxe à tona acusações de estupro, agressão sexual e comportamento abusivo. O ator nega veementemente todas as acusações criminais.
Sobre o julgamento, Brand reiterou sua teoria de que a investigação jornalística teria motivações políticas, alegando que se tornou alvo por ser “abertamente crítico da indústria farmacêutica, do governo britânico e de agências burocráticas com poder não eleito”.
Sobre o impacto do processo judicial em sua vida, ele declarou: “Tem sido algo muito, muito, muito humilhante e confrontador, porque eu já reconhecia que o vício sexual era errado. Já reconhecia que, como homem casado ou qualquer pessoa em um relacionamento sério, você precisa ser honesto e fiel”.
O ator, que recentemente se converteu ao cristianismo, acrescentou: “Mas eu acredito em Deus. Então todas as coisas vêm de Deus. Isso vem de Deus. Não gosto muito disso, e é extremamente estressante”.
O julgamento do comediante e ator britânico Russell Brand sofreu uma alteração em seu cronograma oficial. Inicialmente previsto para começar em 16 de junho no Southwark Crown Court, em Londres, o processo foi adiado e agora deve ter início no dia 12 de outubro.
De acordo com informações da Variety, a estimativa é que o julgamento, que consolidará todas as sete acusações formais apresentadas contra o artista no último ano, tenha uma duração de até dois meses devido à complexidade e ao número de depoimentos previstos.
As denúncias contra Brand foram formalizadas em etapas distintas ao longo de 2025:
Abril de 2025: O ator foi acusado inicialmente de estupro, atentado ao pudor e agressão sexual envolvendo quatro mulheres. Os supostos incidentes teriam ocorrido entre 1999 e 2005.
Dezembro de 2025: Duas novas acusações — uma de estupro e outra de agressão sexual — foram adicionadas ao processo, referentes a casos que teriam ocorrido em 2009, envolvendo mais duas mulheres.
Ao todo, o Ministério Público britânico avalia sete acusações formais que incluem estupro, agressão indecente e agressão sexual contra diferentes vítimas.
O comediante se declarou inocente de todas as queixas e nega veementemente qualquer irregularidade ou atividade não consensual. Atualmente, Brand aguarda o início do julgamento em liberdade sob fiança.
Em pronunciamentos realizados em suas redes sociais e durante audiências preliminares, o ator adotou uma postura de defesa enfática:
“Quando eu era jovem e solteiro, antes de ter minha esposa e família, eu era um tolo… um dependente químico, viciado em sexo e um imbecil. Mas nunca fui um estuprador. Nunca me envolvi em atividades sem consentimento”, afirmou Brand em abril de 2025.
Recentemente, ao chegar ao tribunal em Londres, o ator declarou aos presentes que se sentia “abençoado”e “incrivelmente grato”pela oportunidade de apresentar sua defesa perante a Justiça.
A Justiça britânica está em fase de finalização dos procedimentos para anexar as novas queixas ao corpo principal do julgamento. Com o adiamento para outubro, a Corte busca garantir que todos os elementos probatórios e depoimentos das sete acusações sejam apresentados de forma conjunta, assegurando o devido processo legal para todas as partes envolvidas.
Uma das coisas mais legais quando assistimos a uma obra cinematográfica é encontrar uma trama onde nossas reflexões pulsam a todo instante, nos levando até jornadas surpreendentes e cheias de interpretações. Se você curte um bom filme inteligente, não perde as dicas abaixo:
Na trama, somos jogados a um futuro em que a Terra vem consumindo boa parte de suas reservas naturais, deixando o planeta em uma situação extrema. Assim, um grupo de astronautas, liderados pelo ex-engenheiro e piloto espacial Cooper (Matthew McConaughey), que precisou abandonar sua família para seguir nessa viagem, recebe a missão de verificar possíveis planetas capazes de abrigar a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Paralelo a isso, ainda na Terra, sua filha Murph, embarca em sua própria jornada na tentativa de ajudar a humanidade.
Evan (Ashton Kutcher) é um jovem, já perto da fase adulta, que ao longo de sua vida manifesta falhas de memórias sempre em momentos de alto estresse. Certo dia, por meio de diários que escrevia, consegue voltar no tempo para momentos em que nunca pensou mais encontrar. Buscando consertar determinadas situações traumáticas no passado, acaba criando novas variáveis, muitas dessas, que envolvem a vida de seu grande amor, Kayleigh (Amy Smart).
Nove Dias (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Will (Winston Duke) é um homem que vive em uma casa longe de tudo e todos, que passa seus dias acompanhando a vida de algumas pessoas. Até que uma delas morre em um acidente, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Assim, ao longo dos nove dias seguintes, almas não nascidas começam a bater em sua porta para uma espécie de processo de seleção. Por essa seleção, é onde chega Emma (Zazie Beetz), alguém que o fará refletir sobre a própria vida.
Paul (Nicolas Cage) é um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viraliza, após um artigo ser publicado. A peculiar situação, mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.
Adeus, Lenin!
Um recorte profundo, inteligente, divertido e emocionante do final da década de 1980, quando, após a queda do famoso Muro de Berlim, uma família se blinda de mentiras por conta de uma situação peculiar, transformando um quarto numa espécie de museu de recordações de um tempo que nunca mais iria voltar.
Dirigido por Joachim Trier, esse filmaço nos leva até a história de uma jovem perto dos 30 anos que se encontra em diversas dúvidas na sua vida, passando por momentos importantes e amadurecendo conforme reflete sobre o que passou.
Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que, por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards), resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que, Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares: ela para a força aérea, ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico. aos poucos. vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola. Dizzy Flores (Dina Meyer).
Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande para tentar mudar o rumo dessa história, que é cheia de armadilhas e surpresas.
Com um roteiro eletrizante e cheio de surpresas, Christopher Nolan deixou muitos amantes da sétima arte chocados. Com o foco nas lembranças e inconsciente, com DiCaprio e um elenco competente, o filme nos leva a um final que gera polêmica e interpretações até hoje.
Na trama, conhecemos um homem (Edward Norton), especialista em recall de uma montadora, completamente infeliz no seu trabalho, que sofre com insônia. Buscando encontrar alguma solução para seu cotidiano, ele começa a frequentar grupos de ajuda variados, fingindo estar em condições que não está. Logo, conhece Marla (Helena Bonham Carter), uma mulher que também usa esses grupos para seu próprio benefício. Em paralelo, o protagonista conhece Tyler Durden (Brad Pitt), um misterioso homem com quem passa a morar e um dia resolve criar um clube de luta clandestino, que rapidamente toma proporções que saem do controle.
Se você não gosta de ser confrontado com sugestivas reflexões, é melhor nem seguir aqui adiante. Nessa lista abaixo, cheia de filmes que conversam sobre o universo complexo do nosso psicológico, encontramos narrativas que usam da tensão – ou mesmo a melancolia – para nos levar até jornadas profundas pela psique humana. Interessou? Então anota essas dicas:
Rede Tóxica (HBO MAX)
Daisy (Lili Reinhart) é uma jovem que sonha em se tornar enfermeira. No entanto, por conta de algumas questões, segue a vida trabalhando em uma empresa de monitoramento de redes sociais, onde tem o papel de assistir a vídeos que são denunciados e deletá-los quando necessário. Um desses conteúdos a deixando perplexa e indignada, fato que a faz ir atrás dos envolvidos.
Na trama conhecemos Ollie (Tye Sheridan), um esforçado novato na função de paramédico que se dedica também aos estudos para uma vida melhor. No seu ofício, no complexo turno da noite, logo de cara enfrenta o caos das emoções que chegam forte por um cotidiano repleto de dor e emoções conflitantes. Aos poucos busca na sua única referência, Rut (Sean Penn), um experiente na função, algum sentido para seu presente. Mas nada será tão simples.
Na trama, conhecemos Marty (Dan Hedaya), o dono de um bar no Texas que descobre a traição da esposam Abby (Frances McDormand), com Ray (John Getz), um funcionário do estabelecimento. Tomado pelo ódio, contrata um detetive inescrupuloso (M. Emmet Walsh) para matar a mulher e o amante. Só que uma série de situações começam a acontecer, com errôneas verdades impostas por achismos.
Na trama, conhecemos o paramédico Angel (Mario Casas), um homem por volta dos 30 anos, que desde sempre não bate bem da cabeça, inclusive tem uma estranha obsessão em levar souvenires das vítimas que atende. Ele mora com a namorada, a ingênua Vane (Déborah François). Quando Angel sofre um grave acidente que o deixa paraplégico, a relação dos dois piora mais ainda e Vane resolve deixá-lo. Só que Angel não deixará essa situação ficar assim por muito tempo e começa a bolar planos mirabolantes para se vingar de todos ao seu redor.
Julia (Marie Leuenberger) é uma maestrina bem-sucedida, que vive em uma linda cobertura e está em um relacionamento saudável ao lado do companheiro, Georg (Hans Löw). Eles resolvem tentar ter um filho e começam um tratamento em uma clínica de fertilidade e, algum tempo depois, ela engravida. Após o nascimento – que passou por um parto com algumas questões -, Julia se vê perdida entregue às incertezas que a cercam.
Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão, precisando executar algumas tarefas ingratas.
Merit (Sonequa Martin-Green) trabalhou durante muitos anos como mecânica em unidades militares. Durante o tempo que serviu ao exército, desenvolveu uma amizade profunda com Zoe (Natalie Morales). No presente, Merit enfrenta inúmeros conflitos provocados por situações que lhe causaram forte estresse. Buscando encontrar soluções para sua saúde mental e se reaproximando do avô – em fase inicial de Alzheimer – ela embarca em uma jornada de descobertas e enfrentamento dos medos.
Pensando em realizar um objetivo náutico, que remete lembranças ao pai e apoiada pelo avô, a jovem Emily (Julia Goldani Telles) parte com seu veleiro rumo às infinidades dos oceanos. Chegando no sul do pacífico, a embarcação é atingida por uma tempestade e acaba indo parar numa ilha onde é resgatada pelo faroleiro Ismael (Demián Bichir). Logo essa relação de gratidão passará por enormes desconfianças.
Na trama, ambientada numa cidadezinha fria no interior dos Estados Unidos, conhecemos Wade (Nick Noite) um policial local, com traumas familiares no passado, que vive um alvoroço no seu presente. Tentando se entender com a filha que vive com a ex-esposa e com os pensamentos sempre tumultuados sobre tudo que aparece em seu cotidiano, acaba ficando obcecado por um acidente de caça fatal, com um líder sindical, que acontece na região.
A vida não é fácil para Karoline (Vic Carmen Sonne), uma jovem que após o desaparecimento do marido se vê em um mar de desilusões quando se envolve com o seu chefe, fica grávida mas logo é rejeitada. Sem saber o que fazer quando a criança nascer, acaba conhecendo Dogmar (Trine Dyrholm), uma mulher que comanda uma agência de adoção clandestina. Esse encontro trará desenrolares impactante quando verdades começam a aparecer.
A Toho confirmou oficialmente a expansão do universo cinematográfico de seu monstro mais icônico com a criação do “Godzilla World”, nova franquia que irá ampliar o universo apresentado em ‘Godzilla Minus One’. Vale lembrar que a sequência do longa já foi anunciada e se chamará ‘Godzilla Minus Zero’.
De acordo com o ComicBook, o Diretor de Estratégia de Godzilla (Chief Godzilla Officer), Keiji Ota, detalhou que o “Godzilla World” surge como uma resposta da Toho ao MonsterVerse produzido pela Legendary Pictures nos Estados Unidos.
“Além dos filmes de Godzilla dirigidos por nomes como Hideaki Anno e Takashi Yamazaki, se a Toho criar conceitos originais próprios, poderemos lançar spin-offs de forma estratégica também. Assim como a Legendary tem seu ‘MonsterVerse’, estamos avançando com planos para criar o que chamamos de ‘Godzilla World’”, afirmou o executivo.
Até o momento, ‘Godzilla Minus Zero’ é o único projeto cinematográfico formalmente anunciado dentro deste novo selo. No entanto, a criação dessa estrutura permite que diversos outros kaijus e tramas paralelas sejam explorados, aproveitando o momento de aclamação crítica e comercial estabelecido pela visão de Takashi Yamazaki.
Além dos planos para o mercado japonês, Ota aproveitou para elogiar os cineastas do MonsterVerse norte-americano, destacando o respeito deles pelo legado da criatura no Ocidente.
“As crianças que estavam diante da tela naquela época agora dirigem em Hollywood. Gareth Edwards e Michael Dougherty entendem Godzilla de forma visceral. Por isso podemos confiar neles para conduzir esses projetos”, pontuou Ota.
A expectativa em torno da nova produção é alta, dado o sucesso sem precedentes de seu antecessor. ‘Godzilla Minus One’ fez história ao se tornar o primeiro filme da icônica franquia kaiju a conquistar um Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais. O longa foi amplamente aclamado por equilibrar o espetáculo dos efeitos especiais com uma narrativa humana profunda e séria.
Embora detalhes específicos da trama ainda estejam sob sigilo, a Toho confirmou o cronograma inicial de estreias:
Japão: 3 de novembro de 2026.
Estados Unidos: 6 de novembro de 2026.
Brasil: A data oficial de lançamento em território nacional ainda não foi confirmada.
Para aqueles que desejam revisitar o início desta saga, ‘Godzilla Minus One’ segue disponível no catálogo da Netflix.
Yahya Abdul-Mateen II, protagonista da série ‘Magnum’ (Wonder Man), comentou recentemente sobre o retorno da produção da Marvel Television para um segundo ano. O ator destacou a conexão emocional única que desenvolveu com o projeto, algo que foge à sua rotina habitual de trabalho.
“Essa foi especial. Normalmente eu me afasto do trabalho depois que ele é lançado, e também me afasto das conversas sobre ele. Acho que essa é uma forma saudável de lidar com esse ciclo de feedback”, afirmou o ator em entrevista ao ComicBookMovie. “Mas Magnum foi diferente, porque era algo muito especial para criativos, artistas e pessoas com sonhos”.
Abdul-Mateen ressaltou o impacto da obra no público e expressou gratidão pela continuidade da história: “Eu realmente gostei de participar, mesmo que de forma periférica, das conversas sobre a série. Ela tocou muitas pessoas, e disso eu realmente me orgulho por fazer parte. Estou feliz que conseguimos uma 2ª temporada, e obrigado. Estou animado para mostrar o que estamos preparando”.
Embora a segunda temporada de ‘Magnum’ esteja oficialmente em desenvolvimento, detalhes sobre a trama permanecem sob sigilo e ainda não há uma data confirmada para o início das filmagens. No entanto, com a nova estratégia da Marvel Television de lançar séries de forma anual no Disney+, uma estreia em meados de 2027 é considerada uma possibilidade real pelo mercado.
A notícia da renovação surpreendeu parte da indústria e dos fãs, visto que a Marvel Studios tem sido cautelosa ao produzir sequências diretas para suas séries em live-action. Até o momento, apenas ‘Loki’ e ‘Demolidor: Renascido’ haviam garantido o status de produções com múltiplas temporadas.
‘Michael’, a cinebiografia do Rei do Pop, já está em cartaz nos cinemas, mas o lançamento foi acompanhado por uma reação de Taj Jackson. O sobrinho do cantor e filho de Tito Jackson (integrante do Jackson 5) utilizou suas redes sociais para detonar as primeiras análises críticas, que chamaram o longa de “fraco” e que não faz jus ao legado do artista.
De acordo com a Variety, Taj Jackson debochou da imprensa especializada, afirmando que os veículos de comunicação perderam o poder de “controlar a narrativa sobre quem Michael Jackson realmente era”.
“Desculpe, mídia, vocês não controlam mais a narrativa de quem Michael Jackson realmente foi. O público vai assistir a esse filme… Eles decidirão por si mesmos. E você não aguenta isso”, escreveu Taj.
Ele concluiu sua declaração com um tom direto: “Mal posso esperar até que alguns críticos tenham que engolir suas palavras. E sim, vou ser mesquinho assim”.
Sorry media, u don’t get to control the narrative anymore of who Michael Jackson truly was. The public gets to watch this movie…they will decide for themselves.
Dirigido por Antoine Fuqua e produzido em colaboração com o espólio de Michael Jackson, o filme retrata a trajetória do astro desde os 10 anos, como membro do Jackson 5, até o auge de sua carreira solo, por volta de 1988, durante a turnê do álbum “Bad”.
A produção, no entanto, enfrentou desafios significativos na reta final. Originalmente, o roteiro pretendia avançar na linha do tempo para abordar as acusações de abuso infantil de 1993 e as investigações subsequentes. Contudo, advogados do espólio identificaram que um acordo jurídico firmado com um dos acusadores proibia qualquer representação ou menção direta dessa pessoa em obras cinematográficas.
Essa barreira legal forçou a equipe a desenvolver um novo terceiro ato para o longa. A mudança exigiu 22 dias de refilmagens e gerou um custo adicional estimado entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões, impactando o cronograma e o orçamento final da obra.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
O cineasta Cyrus Nowrasteh, diretor da cinebiografia sobreJair Bolsonaro intitulada ‘Dark Horse’, comentou recentemente sobre o projeto, descrevendo-o como “um tenso thriller político sobre poder, mídia e fé sob ataque”.
“Desde o início, quando Mario me procurou com a história de Dark Horse, o projeto foi concebido não apenas como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com relevância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou Nowrasteh, conforme o Deadline.
O diretor acrescentou que a trama foca na resiliência do sistema político: “A história da improvável ascensão de Jair Bolsonaro e da tentativa contra sua vida em 2018 ofereceu uma estrutura para explorar até onde sistemas enraizados irão para se preservar, e como um político pode se tornar o recipiente das esperanças e medos de uma nação. Dark Horse convida o público a entrar nessa tensão, em vez de resolvê-la por eles”.
Jair Bolsonaro, que presidiu o Brasil entre 2019 e 2023, cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão sob a acusação de liderar uma conspiração para impedir a posse de seu rival, Luiz Inácio Lula da Silva — acusações que são contestadas por seus aliados.
“Inspirado em fatos reais, Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro, um controverso outsider que ascende de obscuro capitão do Exército a favorito populista à presidência em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar uma tentativa mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e pela alma de uma nação”, diz a sinopse.
O lançamento global de ‘Dark Horse’ nos cinemas está previsto para o dia 11 de setembro de 2026.
A atrizRebel Wilson está no centro de uma batalha judicial na Austrália, enfrentando acusações de ter transformado a vida da colega de elenco Charlotte MacInnes em um “pesadelo”. O embate ocorre após Wilson acusar a protagonista de seu filme, ‘The Deb’, de encobrir supostas más condutas nos bastidores para favorecer a própria carreira.
Conforme o Deadline, MacInnes processa Wilson por difamação em um tribunal federal de Sydney. Durante o julgamento nesta semana, detalhes sobre a turbulenta estreia de Wilson na direção vieram à tona. O depoimento de MacInnes, iniciado na quarta-feira, deve ser retomado nos próximos dias; a previsão é que o julgamento se estenda por nove dias.
A disputa teve origem em publicações feitas por Rebel Wilson no Instagram. A diretora sustenta que MacInnes teria se sentido desconfortável com a produtora Amanda Ghost após ambas compartilharem um banho em 2023. Wilson alega ainda que a jovem atriz retirou uma reclamação formal após receber promessas de ascensão na carreira oferecidas por Ghost, acusações que MacInnes nega veementemente.
Hannah Reilly, co-roteirista do longa e criadora do musical original, apresentou uma declaração à corte afirmando que MacInnes descreveu a disputa como “uma força pesadelesca e consumidora em sua vida”. Reilly acrescentou que a atriz ficou “endurecida” pela experiência.
Carlo Boumouglbay, namorado de MacInnes, corroborou o impacto emocional em seu depoimento, afirmando que a conduta de Wilson“feriu profundamente” sua companheira.
“Ela também estava com medo porque achava que Rebel a monitorava o tempo todo. Temia por sua segurança e se sentia vulnerável. As postagens de Rebel realmente a afetaram e a abalaram”, escreveu Boumouglbay.
Ele destacou ainda que MacInnes suspeitava que Wilson estivesse espalhando desinformação para criar uma narrativa negativa a seu respeito.
O tribunal também analisou a trajetória profissional da jovem artista. No fim de 2025, MacInnes assinou um contrato musical de US$ 110 mil com a Atlantic Records (Warner Music Group), empresa ligada ao grupo Access Industries, de Len Blavatnik. Vale notar que Amanda Ghost, pivô da polêmica, é presidente da AI Film, também vinculada ao grupo Access.
Shoshanna Stone, empresária de MacInnes, afirmou que assinou com a cantora após indicação de Ghost, mas rejeitou a ideia de que o lançamento do novo single da artista, previsto para esta quinta-feira, tenha sido planejado para coincidir estrategicamente com o julgamento.
Por outro lado, o advogado de defesa de Wilson, Dauid Sibtain, argumentou que a carreira de MacInnes não sofreu prejuízos reais após as postagens feitas pela diretora em setembro de 2024.
A disputa jurídica em torno de ‘The Deb’ ocorre simultaneamente em Los Angeles e na Austrália, lançando uma sombra sobre o filme, que aborda temas leves sobre adolescentes em um baile de debutantes no interior australiano.
Embora o longa tenha sido lançado na Austrália no início deste mês, a produção ainda não garantiu uma distribuidora para o mercado dos Estados Unidos. O caso segue sob a supervisão da juíza Elizabeth Raper.
O longa será comandado por Curry Barker – diretor do aclamado ‘Obsessão‘, que conquistou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Ele também assina o roteiro ao lado de seu parceiro criativo Cooper Tomlinson.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
O site afirma que as filmagens do longa já foram encerradas, em Vancouver.
Vale lembrar que, recentemente, Curry Barker foi confirmado na direção do novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, da A24.
O cineasta fará sua estreia nas telonas com ‘Obsessão‘, que estreará no dia 14 de maio.
Na trama, após quebrar o misterioso “One Wish Willow” para conquistar o coração de sua crush, um romântico incurável se vê recebendo exatamente o que pediu, mas logo descobre que alguns desejos vêm acompanhados de um preço sombrio e sinistro.
‘Michael’, a aguardada cinebiografia sobre a trajetória do lendário Rei do Pop, Michael Jackson, já está em cartaz nos cinemas nacionais. Embora o longa percorra as décadas de história do cantor e de sua família, os fãs mais atentos notarão uma ausência de peso no elenco: a ícone da música e irmã do artista, Janet Jackson.
De acordo com a Variety, a superestrela simplesmente não aparece como personagem na produção dirigida por Antoine Fuqua. O motivo da ausência, no entanto, não parece envolver conflitos familiares, mas sim uma escolha pessoal da cantora.
“Eu queria que todos estivessem no filme. Ela foi convidada e gentilmente recusou, então é preciso respeitar sua decisão”, revelou La Toya Jackson durante a estreia do longa no Dolby Theatre, em Hollywood.
No filme, Michael é interpretado por seu sobrinho, Jaafar Jackson, cuja semelhança física e vocal impressionou a crítica. O elenco conta ainda com Colman Domingo no papel do patriarca Joe Jackson e Nia Long como Katherine Jackson. Enquanto La Toya é vivida na tela por Jessica Sula, Janet é a única integrante do núcleo principal da família a não ter uma contraparte ficcional.
O diretor Antoine Fuqua reforçou que o envolvimento dos Jackson foi fundamental para a concepção do projeto. “Quando você está contando a vida de alguém, quer garantir que a família esteja satisfeita”, afirmou o cineasta.
Sobre a recusa de Janet, Fuqua demonstrou compreensão: “Tenho muito respeito e carinho por Janet, mas tudo bem. Ela apoia Jaafar, e isso é o que importa”.
Apesar da lacuna deixada pela ausência de Janet, a performance do protagonista tem sido o ponto alto das discussões. La Toya Jackson não poupou elogios ao desempenho do sobrinho, destacando o realismo da atuação.
“Meu Deus, preciso dizer que Jaafar foi absolutamente fabuloso. Tenho certeza de que você viu o filme e sabe como ele está maravilhoso, a ponto de todos nós esquecermos e pensarmos que estamos vendo o Mike. É como: ‘Ah, esqueci que esse é o Jaafar'”, concluiu.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
As filmagens de ‘Superman: Homem do Amanhã’, sequência do longa dirigido por James Gunn, já começaram, mas a produção na Geórgia tem enfrentado um obstáculo inusitado. Desta vez, o descontentamento não vem dos fãs, mas de um grupo inesperado: os detentos da FCI Atlanta.
De acordo com o TMZ, prisioneiros da unidade federal estariam irritados com a presença da equipe de filmagem. O motivo seria a interrupção de suas rotinas diárias e, principalmente, a restrição de circulação e acesso a determinadas áreas dentro da penitenciária devido à estrutura da produção.
Em resposta ao portal, um porta-voz do Federal Bureau of Prisons (BOP) declarou que a instituição não comenta procedimentos internos de segurança. No entanto, esclareceu que qualquer adoção de “status de operações modificadas” por parte da direção da unidade é uma medida padrão para garantir a integridade de funcionários e detentos, ação geralmente tomada após incidentes isolados que exijam investigação.
Por outro lado, fontes ligadas diretamente à produção afirmam que as filmagens ocupam apenas uma pequena área da instalação e devem ser encerradas no local em breve, minimizando o impacto a longo prazo.
Apesar dos rumores sobre restrições internas, foi informado que, mesmo sob operações modificadas, todos os detentos mantêm acesso garantido a: Três refeições diárias, Água potável e Serviços de atendimento médico e psicológico.
O início das gravações foi confirmado pelo próprio James Gunn. Na última segunda-feira, o diretor compartilhou uma fotografia de dentro da prisão, indicando que o local servirá de cenário para o arco de Lex Luthor, interpretado por Nicholas Hoult. A imagem confirma o paradeiro do vilão após os eventos do filme anterior.
O elenco ainda com David Corenswet no papel titular; Rachel Brosnahan como Lois Lane; Nicholas Hoult; Lars Eidinger como Brainiac; Skyler Gisondo como Jimmy Olsen; Sara Sampaio como Eve Teschmacher; Isabela Merced como Mulher-Gavião; Nathon Fillion como Guy Gardner; Edi Gathegi como Senhor Incrível; Aaron Pierre como John Stewart/Lanterna Verde; Adria Arjona como Maxima; e Andre Royo em um papel não revelado.
James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.
A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.
As filmagens oficiais estão agendadas para começar no próximo dia 17 de abril de 2026, dividindo-se entre os estúdios de Atlanta e locações em Londres. O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.