O roteirista David S. Goyer, coautor de ‘Batman Begins’, relembrou recentemente os bastidores do primeiro filme da aclamada trilogia de Christopher Nolan. Ao comentar sobre a abordagem realista adotada para o Homem-Morcego, Goyer revelou que o diretor quase barrou o visual clássico de um dos principais vilões.
Conforme o Collider, Goyer ressaltou que Nolan insistia para que todos os elementos da história fossem plausíveis no mundo real:
“Chris insistia que tudo e todos tivessem um senso de verossimilhança”, relembrou Goyer.
Por conta dessa busca extrema por realismo, o diretor chegou a questionar a necessidade do adereço do Espantalho: “Ele disse: ‘Mas eu não gosto da máscara.’ E eu respondi: ‘O Espantalho precisa usar uma máscara. Ele precisa'”.
Nolan acabou cedendo, mas estabeleceu uma condição rígida para a equipe: “Precisávamos encontrar um bom motivo para que o Espantalho usasse a máscara. Tinha que existir um ‘porquê’, e esse motivo precisava ser real. Esse era o mantra do Chris durante todo o desenvolvimento do roteiro: ‘tem que ser real, tem que ser real'”.
A explicação lógica acabou inserida na cena em que o Dr. Jonathan Crane (Cillian Murphy) visita o mafioso Carmine Falcone no Asilo Arkham. Ao perguntar “Gostaria de ver minha máscara?”, Crane coloca um saco de estopa com buracos para os olhos, costuras simulando uma boca e um respirador acoplado.
Na prática, o acessório funciona como uma máscara de gás, protegendo o próprio vilão enquanto ele espalha sua famosa toxina do medo, um poderoso alucinógeno liberado pelas mangas de seu terno.
O restante do visual do vilão também foi milimetricamente planejado. Como as HQs retratam Jonathan Crane como um homem alto e desengonçado, a figurinista Lindy Hemming (vencedora do Oscar) vestiu Cillian Murphy com ternos propositalmente curtos e apertados, usando gravata fina e gola menor. Isso criou a ilusão de que sua cabeça era grande demais para o corpo, emulando perfeitamente a silhueta de um espantalho.
Segundo Hemming, a equipe produziu mais de 100 ilustrações e cerca de 20 protótipos físicos antes de bater o martelo sobre o design final:
“No fim, voltamos para algo mais próximo da máscara dos quadrinhos, apenas deixando-a menos cartunesca. Ficou extremamente assustadora, mas muito simples”, concluiu.
A trilogia ‘Batman’ de Christopher Nolan está disponível para streaming no HBO Max.
O ator brasileiro Edward Boggiss faleceu aos 49 anos. A informação foi divulgada na noite da última quarta-feira (8) pelo também atorPedro Garcia Netto, em suas redes sociais, e confirmada pela CNN Brasil. A causa da morte ainda não foi oficialmente revelada.
Nas redes sociais, Netto lamentou a perda do colega, compartilhou um texto escrito pelo próprio Boggiss e informou detalhes sobre o sepultamento.
“Edward foi um grande amigo, um ser humano diferenciado. Guardo muitas lembranças e inúmeros aprendizados da nossa convivência. Com você, entendi a importância de ser gentil, educado, prestativo e generoso com todos ao redor. Você era um menino de ouro, de uma educação rara. Lutou bravamente até o fim, com coragem, dignidade e força!
Curtimos muito na nossa fase jovens, viajamos e tem uma passagem que nos marcou, em um teste que fizemos para televisão com a produtora Vanessa Veiga, um segurou a luz (refletor) para o outro. Você sempre na minha torcida e eu na sua. Você é um vencedor Dudu. Sua partida deixa uma saudade imensa, mas também a certeza de que sua luz é muito forte.
Edward Boggiss estreou na televisão em 1998, no programa ‘Caça Talentos’, da TV Globo. Logo no ano seguinte, em 1999, ganhou destaque ao interpretar o coprotagonista Caio na quinta temporada de ‘Malhação’.
Nos últimos anos, o ator enfrentou sérios desafios de saúde. Em 2021, foi diagnosticado com depressão profunda e precisou ser internado em uma clínica psiquiátrica para tratamento. Mais recentemente, em 2024, ele vinha travando uma batalha contra um câncer de orofaringe com comprometimento pulmonar.
Edward era casado com a fisioterapeuta Érika e deixa uma filha, Julia, fruto de um relacionamento anterior.
A nova versão da conhecida história foi lançada no catálogo da Netflix neste último dia 9 de julho.
O projeto funciona como parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, oferecendo uma “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira” dos Estados Unidos.
Relembre o trailer:
O elenco conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald(‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.
Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.
“A série ‘Os Pioneiros’ capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming.“A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”
A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.
Segundo o Deadline, Julianne Nicholson irá reprisar seu aclamado papel em ‘Mare of Easttown’ na segunda temporada do aclamado drama policial ‘Task’ – marcando um inesperado crossover entre as duas séries criadas por Brad Ingelsby.
Nicholson retornará como Lori Ross, mãe de três crianças que vive em Easttown, em caráter ainda não revelado. O papel lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada, Filme para TV ou Antologia em 2021.
No próximo ciclo, Mark Ruffalo retornará como o Agente Tom Brandis, que assume o comando de uma nova força-tarefa, mas quanto mais aprofundada a operação, mais difícil fica identificar o alvo.
Vale lembrar que todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na plataforma da HBOMax.
Segundo o Deadline, a indicada ao Oscar Andrea Riseborough (‘To Leslie’, ‘O Regime’) foi escalada para o elenco de ‘9/12’, nova minissérie da Paramount+.
A atriz se junta aos previamente confirmados Jeremy Strong (‘O Outro Lado das Redes’) e Barry Pepper (‘O Resgate do Soldado Ryan’).
‘9/12’ dramatiza um caso emblemático que transformou a luta por responsabilização: uma batalha jurídica incansável, que durou quase uma década, para garantir uma indenização de quase 1 bilhão de dólares aos socorristas que adoeceram gravemente após os atentados de 11 de setembro.
Strong interpreta o renomado advogado Jason Smith, especialista em ações coletivas, que arriscou tudo para enfrentar instituições poderosas e arraigadas. Ele expõe a política, a ganância, a corrupção e a traição que agravaram a tragédia, contrastando com a notável união e bravura dos socorristas no momento em que o World Trade Center desabava.
Pepper interpreta “Coach”, um ex-policial de Nova York e socorrista do 11 de setembro que sofre de leucemia, consequência de seu trabalho no “Marco Zero”. Embora relutante em processar a cidade, ele acaba convencido a se tornar o rosto da ação judicial para ajudar outras vítimas.
Riseborough interpretará Molly, a esposa resiliente de Coach, profundamente preocupada com a saúde do marido e com o futuro da família. Ela busca ajuda e encontra esperança na competência jurídica de Jason.
A A24 revelou a data de estreia oficial de ‘The Debut’, segundo filme dirigido pelo indicado ao Oscar Jesse Eisenberg (‘A Verdadeira Dor’).
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 11 de dezembro, trazendo a vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre Alice’) no papel principal.
No Brasil, o projeto ainda não tem previsão de estreia.
Relembre o trailer:
O longa também é escrito, produzido e coestrelado por Eisenberg.
Na trama…
Uma mulher tímida é inesperadamente escalada para uma produção local de um musical original. Sob o feitiço do diretor obstinado e enigmático, ela se perde no papel e no mundo de alto risco desta produção de teatro comunitário.
A narrativa acompanha a trajetória de Jack Kelly, um jovem policial cuja vida vira de cabeça para baixo ao ser lançado no epicentro de uma sofisticada trama terrorista. À medida que as ameaças escalam e a situação foge ao controle das autoridades, Jack se vê em uma corrida contra o tempo para proteger sua integridade, resgatar sua esposa e salvar sua reputação profissional.
O grande diferencial do roteiro, no entanto, reside na presença da família Kelly. O protagonista precisa gerenciar a interferência constante de seus parentes, um grupo caótico de policiais veteranos descritos como figuras instintivas, imprevisíveis e implacáveis. Essa mistura de ação frenética com elementos de comédia de costumes promete ser o ponto alto da produção.
‘The Kellys’ marca um reencontro aguardado pelos fãs: Schwarzenegger e Hemsworth já dividiram a tela anteriormente em ‘Os Mercenários 2’.
Brad Peyton (‘Rampage: Destruição Total’) comanda o projeto.
Quatro anos após ‘Batgirl’ ter sido retirado do cronograma de lançamentos da Warner Bros., J.K. Simmons ainda quer ver o filme do agora extinto DCEU ser lançado nos cinemas.
O vencedor do Oscar, que interpretou o Comissário James Gordon no longa dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah, comentou recentemente a inexplicável decisão da Warner e da DC Films de engavetar o título em meio à fusão da WBD.
“É bizarro”, disse ele em uma aparição ao podcast Happy Sad Confused. “Aparentemente, as pessoas de uma sessão-teste assistiram ao filme e, sabe, não é como se a avaliação do público tivesse sido ruim. Obviamente foi uma decisão de negócios qualquer; e depois houve ‘Liga da Justiça’ — em que uma participação bem pequena —, que também teve seu próprio drama. Mas aí veio a versão do Zack [Snyder]… A versão do diretor, que os fãs da DC realmente adoram”.
Simmons acrescentou: “quando surgiu o projeto de ‘Batgirl’ com Adil e Bilall, foi uma perspectiva empolgante fazer parte da história de origem da Batgirl — a filha do Comissário Gordon, para quem não sabe. Talvez nunca saibamos… Nós realmente nos divertimos muito fazendo o filme e achávamos que seria um longa de super-herói divertido. Fazer o quê…”.
Além de LeslieGrace e MichaelKeaton, o elenco ainda contaria com Brendan Fraser(Vagalume) J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.
Patrick Stewart é um dos atores mais celebrados de todos os tempos e não apenas emprestou suas incríveis habilidades performáticas a potentes e aclamados dramas, mas a produções blockbusters que incluíram a elogiada franquia ‘X-Men’ e a saga ‘Picard’.
Stewart reprisará seu papel como o Professor X/Charles Xavier no aguardado ‘Vingadores: Doutor Destino’, como visto em um dos teasers promocionais divulgados pela Marvel Studios – em que aparece ao lado de Ian McKellen como Magneto.
Em uma recente entrevista ao TV Insider, o ator foi questionado se iria se aposentar após o novo capítulo do Universo Cinemático Marvel, ainda mais considerando uma expressiva carreira que caminha para sete décadas de atividade. Porém, Stewart não tem planos de se afastar da indústria.
“Como qualquer ator da minha idade lhe dirá, há cada vez menos papéis disponíveis à medida que envelhecemos”, ele disse. “Dito isso, continuo recebendo ofertas interessantes e adoro ser desafiado por novos trabalhos, como dublar uma cabeça de porco na brilhante nova série de Riz Ahmed, ‘Isca’. Não consigo imaginar me ‘aposentar’ oficialmente um dia. Serei ator para sempre”.
Stewart deve retornar como Professor X também em ‘Vingadores: Guerras Secretas’, mas acredita-se que o papel será reescalado para o já confirmado reboot de ‘X-Men’.
Em uma recente entrevista ao Deadline, Dakota Fanning trouxe uma atualização promissora sobre ‘The Nightingale’, adaptação do romance best-seller homônimo que coestrela ao lado da irmã, Elle Fanning.
Durante a conversa, Dakota rasgou elogios a Elle e comentou sobre o denso caráter do projeto, que funciona como um drama de guerra.
“Trabalhar com a Elle foi tão maravilhoso quanto eu esperava. E qualquer nervosismo que sentíamos desapareceu poucos minutos depois de estarmos juntas no set, logo na nossa primeira cena. Parecia que éramos garotinhas brincando no nosso quarto de brinquedos novamente, como fizemos durante toda a nossa infância. E é algo que vamos compartilhar para sempre”, ela disse.
Ao ser convidada a recordar um momento marcante das filmagens, Dakota disse:
“há muitos temas pesados, inevitáveis dada a temática da obra, então houve muitos dias difíceis; mas também existem momentos lindos entre irmãs, que são bem leves. Há uma cena e um plano específico envolvendo a mim e minha irmã que, de certa forma, resumiram todo o processo. Chong-hoon Chong era o diretor de fotografia e estava filmando. Foi realmente lindo. Vou me lembrar desse momento para sempre”.
O projeto marca a primeira vez que as irmãs irão contracenar nas telonas, com estreia agendada para o dia 12 de fevereiro de 2027.
Michael Morris (‘Bridget Jones: Louca pelo Garoto’) é responsável pela direção.
Com roteiro assinado por Dana Stevens, o filme é baseado no romance homônimo best-seller de Kristin Hannah.
Na trama…
“Duas irmãs, separadas por anos e experiências, por ideais, paixões e circunstâncias, embarcam em suas próprias jornadas para sobreviveram em uma França ocupada pelos alemães e dividida pela guerra”.
A história foi inspirada pelas “corajosas mulheres da resistência francesa que ajudaram os aliados a escaparem dos nazistas e a esconder crianças judias”.
Aclamada como uma das produções mais audaciosas do universo sci-fi atual, ‘Alien: Earth’ confirmou três novos nomes no elenco da 2ª temporada (via Deadline).
Situada três décadas antes dos eventos do filme original de Ridley Scott, a trama de ‘Alien: Earth’ explora uma era onde humanos, ciborgues e sintéticos coexistem sob a égide da Era Corporativa. O avanço tecnológico da Prodigy, os híbridos com consciência humana, tornou-se o catalisador de uma crise sem precedentes quando a nave USCSS Maginot colidiu com a Terra, trazendo consigo os letais Xenomorfos.
“É uma história sobre a humanidade presa entre a natureza que tenta nos matar e a tecnologia que criamos, que também parece tentar nos matar. Acho que manter esse controle [do planeta] será muito difícil”, afirma o criador e showrunner Noah Hawley.
O Prime Video divulgou o primeiro trailer oficial da nova série dramática ‘Sterling Point’, de Megan Park.
Os oito episódios chegam exclusivamente no streaming em 5 de agosto.
Confira:
‘Sterling Point’ é um drama emocionante sobre amadurecimento protagonizado por Annie Jacobson (Ella Rubin), de 17 anos. Criada em Nova York com seu irmão gêmeo (Keen Ruffalo) e seu amoroso pai adotivo (Jay Duplass), a vida de Annie toma um novo rumo quando ela herda a ilha misteriosa de seu avô no Canadá. Lá, ela encontra novos amigos, um romance florescente e segredos familiares nunca revelados.
Segundo o Deadline, Blair Redford (‘The Gifted’, ‘Three Women’) foi escalado para o elenco do vindouro reboot de ‘Baywatch’, da Fox.
Redford interpretará Hunter, um cinegrafista de visual rústico e muito experiente, que já trabalhou em diversos cenários, desde sets de filmagem em Hollywood até zonas de guerra. Ele é charmoso, tranquilo e sabe muito bem como lidar com as situações. Hunter é apresentado à equipe de ‘Baywatch’ enquanto grava um especial jornalístico sobre mulheres que atuam no socorro de emergência; no entanto, quando o clima esquenta entre ele e uma das salva-vidas, ele encontra um motivo para permanecer no local muito depois de as câmeras pararem de rodar.
O astro se junta a um grandioso elenco que inclui Stephen Amell, David Chokachi, Jessica Belkin, Thaddeus LaGrone, Hassie Harrison, Brooks Nader, Noah Beck, Shay Mitchell, Livvy Dunne, Erika Eleniak, Mary McDonnell, Michael Bergin e Kelly Packard.
A nova produção tem estreia marcada para janeiro de 2027.
“O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai”.
O projeto será comandado por Matt Nix, que atua como showrunner e produtor executivo. “Desde nosso primeiro encontro, Stephen Amell demonstrou exatamente o que este novo capítulo de Baywatch exige: coração, intensidade e a inegável energia de herói. Ele é o tipo de protagonista que corre em direção ao perigo, carrega o peso emocional e ainda traz leveza e diversão. Estamos ansiosos para começar”, declarou Nix.
O reboot promete resgatar a essência da série original, com resgates cheios de adrenalina, relacionamentos intensos, química entre os personagens e heroísmo à beira-mar, agora com uma abordagem contemporânea, novos conflitos e a missão renovada de proteger o litoral do sul da California.
Além de May e Power, Alyssa Altman integra o time de produtores executivos.
A trama acompanha uma promessa do tênis em dificuldades que se apaixona por um carismático gandula local durante o US Open. O romance improvável entre os dois pode ser justamente a faísca de que ela precisa para chegar à final.
O roteiro é assinado por Power e por Daniel Sweren-Becker, com as gravações agendadas para começar entre setembro e novembro deste ano.
May ganhou destaque significativo por seu papel de destaque como Elsa Dutton na série ‘1883’, de Taylor Sheridan, e como narradora da série derivada, ‘1923’. Ela também estrelou o sétimo filme da franquia ‘Pânico’, que estabeleceu um recorde para a franquia já no primeiro fim de semana, tornando-se posteriormente o título de maior bilheteria da saga slasher.
A eterna rainha do popMadonna continua a investir pesado em sua mais nova e aclamada era musical, ‘Confessions II’, e acaba de lançar uma edição expandida do álbum no catálogo da Apple Music.
Intitulado ‘Confessions II: Afterhours Edition’, a versão conta com todos os remixes já lançados nas plataformas de streaming – assinados por Peggy Gou, Stuart Price e Honey Dijon -, além de dois novos remixes de “Love Sensation”.
Um deles é supervisionado por Floorplan, dupla de produtores formada por Robert Hood e por sua filha, Lyrics Hood. O outro, “Love Sensation: Infinite Passion”, é assinado pelo produtor e DJ Salute.
O compilado de originais conta com 16 faixas originais, incluindo as já divulgadas “I Feel So Free”, “Bring Me Love” (com Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”. O disco ainda conta com parcerias com Stromae, Martin Garrix, Feid e Lola Leon (filha mais velha de Madonna).
1. I Feel So Free 2. Good for the Soul 3. One Step Away 4. Bring Your Love, feat. Sabrina Carpenter 5. Danceteria 6. Read My Lips, feat. Feid 7. Everything 8. Love Sensation 9. Love Without Words 10. Bizarre, feat. Martin Garrix 11. School 12. Fragile 13. My Sins Are My Savior 14. Betrayal 15. L.E.S. Girl
‘Confessions on a Dance Floor’ foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”, “Sorry” e “Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como Beyoncé, Lady Gaga e Britney Spears.
Foi divulgada uma prévia inédita da 9ª temporada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’, do Adult Swim.
O material apresenta a cena de abertura do oitavo episódio do ciclo atual, intitulado “Rickuiem Mort a Dream” e que vai ao ar no próximo domingo, 12 de julho.
Confira:
Confira os títulos dos novos episódios:
“There’s Something About Morty”
“Ricks Days, Seven Nights”
“Rick Fu Hustle”
“A Ricker Runs Through It”
“Jer Bud”
“Erickerhead”
“MortGully: The Last Rickforest”
“Rickuiem Mort a Dream”
“Salute Your Morts”
“Field of Dreams”
Lembrando que as oito primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
Na trama, um grupo de amigos embarca na viagem dos sonhos, repleta de festas e mergulhos, mas o passeio toma um rumo aterrorizante quando eles são atacados por criminosos em alto-mar.
Uma professora desiludida no trabalho, um aluno sem muitos amigos e uma situação que reativa memórias dolorosas, só que trazendo novos significados. Diretamente de Taguatinga, o curta-metragem Ludmillaconstrói sua narrativa de forma solar, lançando um olhar esperançoso que encontra beleza nos contrastes das emoções em meio ao caos do desânimo cotidiano.
Já tendo percorrido outros festivais aqui no Brasil e lá fora, o filme dirigido por Vini Moreira encontra, de forma sutil e envolvente, algumas camadas bem interessantes que se ligam a um retrato social bem amarrado ao longo de seus 15 minutos de projeção.
A importância do ensino e das pontes que são construídas no elo entre professores e alunos, o ganhar ou perder e o significado além dessas duas palavras, a volta ao passado sob um olhar mais maduro para compreender novos sentidos para determinadas situações que a vida coloca como obstáculos, são alguns dos pontos que se sobressaem na trama.
Tia Lud (Isabella Furtado) é uma professora de educação física completamente desanimada com o seu trabalho. Sempre com a cara fechada e rabugenta sempre que pode, mantém uma enorme distância de seus pequenos alunos. Um dia, é procurada para que eles sejam inscritos em uma olimpíada entre colégios, para participar do torneio de queimado. Durante esse tempo e já no calor do jogo, ela passa a relembrar uma época distante de sua vida, fazendo com essa situação se torne um trampolim para fugir do marasmo de tristezas guardadas e nunca esquecidas.
Esse é um filme cheio de reflexões, muitas delas que chegam pelas entrelinhas. O voltar a ser criança, os sorrisos que surgem quando menos esperamos e o despertar do afeto entram em confronto com a tristeza e a solidão em um jogo da vida no qual o caos emocional é o grande vilão. Mas há também heróis improváveis, que nos guiam para um entendimento dos ressignificados.
A HBO estava desenvolvendo uma série baseada no clássico ‘V de Vingança‘ (V for Vendetta), mas pausou o projeto.
O canal supostamente rejeitou o roteiro de Pete Jackson para a série.
Jackson escreveu uma história de época para o material, enquanto o streamer queria uma abordagem mais moderna sobre o anarquista político. O projeto pode ser refeito com um novo roteirista envolvido.
Pete Jackson será responsável pelo roteiro da nova adaptação.
James Gunn e Peter Safran, da DC Comics, servirão como produtores executivos ao lado de Ben Stephenson e Leanne Klein.
Assim como o longa de 2005, o seriado será baseado nos quadrinhos homônimos criados por Alan Moore e ilustrados por David Lloyd.
Na trama…
Após uma guerra mundial, a Inglaterra é ocupada por um governo fascista e vive sob um regime totalitário. Na luta pela liberdade, um vigilante, conhecido apenas como V, utiliza-se de táticas terroristas para enfrentar os opressores da sociedade. V salva uma jovem chamada Evey da polícia secreta e encontra nela uma nova aliada em busca de liberdade e justiça para o seu país.
Estrelado por Hugo Weaving e Natalie Portman, o longa original contou com a direção de James McTeigue.
Com 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção arrecadou US$ 134.6 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 54 milhões.
Antes de tudo, eu preciso dizer uma coisa: se você acha que já viu de tudo em ‘A Morte do Demônio‘, você vai mudar de ideia. A franquia criada por Sam Raimi sempre caminhou na linha tênue entre o horror absoluto e o entretenimento mais insano possível. Desde o clássico de 1981, que revolucionou o cinema de terror independente com criatividade e pouquíssimos recursos, passando pelo brutal remake de 2013 e pelo excelente ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, a série construiu sua reputação justamente por nunca ter medo de ir longe demais.
E, quando você pensa que finalmente encontrou o limite… ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’ aparece para provar que esse limite simplesmente não existe. Que filme NOJENTO!
No remake de 2013, lembro perfeitamente da sensação de me contorcer na poltrona do cinema a cada cena grotesca, pagando o maior micão. Pessoas sendo mutiladas, pele sendo arrancada, membros decepados, línguas divididas ao meio… era um espetáculo grotesco que provocava uma mistura quase inexplicável de desconforto e diversão. Você quer desviar o olhar, mas ao mesmo tempo não consegue. É justamente esse paradoxo que sempre definiu a franquia.
Agora, ‘Em Chamas‘ eleva essa proposta a um novo patamar. E faz isso sem pedir desculpas.
Após perder o marido, Alice decide passar alguns dias na isolada casa de campo dos sogros tentando reconstruir a própria vida. O que deveria ser um período de luto e reconciliação familiar rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo quando o infame Livro dos Mortos desperta uma força demoníaca ancestral. Um a um, os moradores são possuídos, dando origem aos temíveis Deadites e iniciando uma espiral de violência que parece não conhecer qualquer tipo de freio.
Diferentemente de muitos filmes de terror atuais, que passam boa parte da projeção preparando o terreno para entregar o horror apenas no último ato, ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ não tem qualquer interesse em fazer o público esperar. O diretor Sébastien Vaniček praticamente pisa no acelerador desde os primeiros minutos. Assim que Alice chega à propriedade, o inferno começa. Não existe tempo para respirar.
O ritmo é frenético. A montagem trabalha com cortes rápidos, movimentos de câmera nervosos e uma sensação constante de que algo terrível está prestes a acontecer — e geralmente acontece poucos segundos depois. É um filme que não apenas assusta; ele agride o espectador com uma sucessão quase ininterrupta de imagens grotescas.
Dedos arrancados, gargantas dilaceradas, dentaduras lambidas… corpos retorcidos e litros de sangue espalhados pela tela transformam o longa em um verdadeiro festival de gore. É um espetáculo de horror corporal realizado com efeitos práticos excelentes e uma direção que sabe exatamente quando mostrar tudo… e quando deixar a imaginação completar o resto.
O mais curioso é que o filme consegue manter esse nível de intensidade durante praticamente toda a duração. Sempre que você pensa que a sequência anterior representava o ápice da violência, a próxima consegue ser ainda mais extrema. É uma escalada constante, como se o diretor estivesse o tempo inteiro desafiando o próprio público: “vocês conseguem aguentar mais um pouco?”
O roteiro sacrifica parte do desenvolvimento emocional dos personagens em nome da velocidade. A dinâmica familiar, os conflitos internos e até mesmo o trauma vivido por Alice poderiam ter recebido mais espaço antes do caos começar. Isso faria com que algumas mortes tivessem um impacto dramático ainda maior.
Mesmo assim, o longa consegue surpreender ao não transformar imediatamente sua protagonista na clássica “final girl”. Alice permanece relativamente passiva durante boa parte da narrativa, permitindo que outros personagens ocupem o centro da ação. Quando finalmente assume o protagonismo nos momentos finais, sua transformação acontece de forma bastante satisfatória, quebrando algumas expectativas do gênero.
Grande parte desse mérito pertence a Souheila Yacoub.
A atriz entrega uma interpretação intensa, vulnerável e física. Alice carrega marcas profundas de um relacionamento abusivo, e o filme utiliza esse trauma como um contraponto interessante ao horror sobrenatural. Em diversos momentos, os monstros parecem quase uma extensão das cicatrizes emocionais que ela já carregava antes mesmo dos Deadites aparecerem. É uma atuação que cresce progressivamente até explodir no terceiro ato.
Já Erroll Shand oferece um dos Deadites mais assustadores dos últimos anos. Sua presença em cena é perturbadora, misturando violência, sarcasmo e uma fisicalidade extremamente desconfortável. Há momentos em que a velocidade dos ataques e a forma animalesca como seu personagem se movimenta lembram até os infectados de ‘Extermínio‘, criando uma energia diferente daquela vista nos filmes anteriores da franquia.
Na direção, Sébastien Vaniček demonstra enorme respeito pelo legado de Sam Raimi sem cair na armadilha da simples imitação. As tradicionais tomadas subjetivas atravessando a floresta estão presentes, assim como o uso criativo da câmera para transmitir a sensação de perseguição demoníaca. Mas o cineasta também imprime sua própria identidade, explorando enquadramentos claustrofóbicos, movimentos agressivos e um trabalho visual que torna a violência ainda mais impactante.
Se existe alguma crítica mais contundente, talvez seja justamente a falta de pausas. Em alguns momentos, o excesso de intensidade acaba anestesiando parte do impacto emocional. O filme parece tão preocupado em superar a cena anterior que quase não permite ao espectador processar tudo o que acabou de ver. Ainda assim, essa parece ser uma decisão consciente de direção, e muitos fãs certamente enxergarão isso como uma qualidade.
‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ entrega exatamente aquilo que promete: é o filme mais violento e nojento da franquia. É um espetáculo de gore realizado com enorme competência técnica, atuações comprometidas e uma direção que entende perfeitamente por que Evil Dead continua sendo uma das séries mais amadas do terror.
E vale um aviso importante: não levante da cadeira quando os créditos começarem. O longa traz duas cenas pós-créditos, ambas impactantes, que deixam portas escancaradas para o futuro da franquia e certamente vão fazer os fãs saírem do cinema ainda mais empolgados.
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