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10 filmes que mais parecem jogos de Video Game!

Death Sentence
Death Sentence

Você já tiveram a sensação de estarem jogando um video game assistindo algumas obras cinematográficas? Muitas vezes personagens parecem que passam de fases conforme o roteiro avança e a narrativa se impulsiona por um ritmo acelerado, faltava só os controles caírem e conseguirmos controlá-los. Pensando em alguns desses projetos, segue abaixo uma lista bem legal! Vejam se concordam comigo!

 

Beekeeper – Rede de Vingança

Na trama, conhecemos Adam Clay (Jason Statham), um introspectivo homem, apicultor, que aluga um espaço para sua criação de abelhas no terreno de uma simpática senhora. Quando essa mulher cai em um golpe pela internet, onde perde todas suas economias, Adam vai em busca dos criminosos e assim revelando seu passado como ex-membro de uma organização secreta e muito temida pelo alto escalão do governo (os Beekeepers). Com seus atos moralmente questionáveis sendo expostos a cada cena, nesse projeto acompanhamos a saga desse anti-herói rumo a sua vingança implacável.

 

Sem Remorso

Na trama, conhecemos John Kelly (Michael B. Jordan) um dos melhores soldados do exército norte-americano que durante uma missão turbulenta que envolveu confronto com mercenários russos volta para casa e tem seu mundo virado do avesso quando assassinam sua esposa que estava grávida e também outros soldados que participaram da tal missão. Buscando vingança a todo instante, parte rumo a entender os motivos dos ataques através do contato da CIA Robert Ritter (Jamie Bell), do Secretário de Governo Clay (Guy Pearce), contando também com a ajuda da amiga e chefe de sua ex-equipe a capitã Greer (Jodie Turner-Smith).

 

Death Sentence

Na trama, conhecemos Nick (Kevin Bacon) um homem bem sucedido, com uma família feliz. Tudo muda quando, após parar em uma loja de conveniência, seu filho é assassinado de forma brutal. Completamente desnorteado com o ocorrido, logo seu luto vira vingança e assim, sem medir as consequências de seus atos dá início a uma jornada sem volta.

 

O Salário do Medo

Na trama, conhecemos Fred (Franck Gastambide), um faz tudo em relação à segurança, que no passado, após sua ganância o dominar, acabar vendo o irmão Alex (Alban Lenoir) ser preso. O tempo passa e Fred agora está em um campo de refugiados no meio de um deserto ao lado da esposa e filha do irmão. Quando um poço de petróleo, próximo ao lugar, apresenta graves problemas, a única solução é explodi-lo com uma quantidade enorme de material perigoso. Assim, colocado contra a parede pela empresa responsável pelo poço, Fred tem a chance de reencontrar seu irmão, e, junto a uma equipe duvidosa, precisarão encarar um caminho perigoso à bordo de dois caminhões por centenas de quilômetros transportando a carga.

 

Pandorum

Na trama, ambientada perto do ano 3.000, conhecemos o Cabo Bower (Ben Foster), um homem que acorda numa nave chamada Elysium, com grandes avarias, sem lembrar direito como foi parar ali. Ao seu lado, o sargento Payton (Dennis Quaid) também é acordado. A dupla então começa a busca entender o atual cenário da nave espacial em que estão, e entre alguns lapsos de memórias, precisam descobrir uma nova maneira de reestabelecer o controle da nave que está ocupada por seres nada amistosos. Assim, o cabo Bower parte para as partes mais distantes da nave, já que uma solução pode ser a de chegar ao reator principal da nave, e assim descobre muitas surpresas pelo caminho.

 

Projeto Extração

Na trama, conhecemos Luo feng (Jackie Chan), o líder de um grupo de segurança que é chamado para uma missão complexa que compreende retirar trabalhadores de uma refinaria chinesa no Iraque que está sendo alvo de mercenários. Entre os trabalhadores está a filha engenheira do protagonista que tem um relacionamento frio e distante com o pai. Quando precisam atravessar a temida zona chamada ‘rodovia da morte’, são atacados (com direito até a motores à jato que criam tempestades de areia) e logo se descobre um plano do roubo de todo aquele petróleo da região. Para ajudar Luo Feng a combater os inimigos, ele contará com a ajuda do ex-militar norte-americano Chris (John Cena), que virou casaca quando seu irmão sofre as consequências de suas escolhas.

 

Tango & Cash – Os Vingadores

Na trama, conhecemos Tango (Sylvester Stallone) e Cash (Kurt Russell) dois brilhantes policiais porém completamente diferentes em seus métodos profissionais e bem longe de serem amigos. Ambos se tornam estrelas do departamento policial da cidade onde moram, ocupando quase sempre as capas dos jornais com grandes prisões e apreensões. Quando um grupo de poderosos do crime resolvem criar uma cilada para eles, a dupla de protagonistas precisará salvar a própria pele e provar inocência.

 

Atlas

Na trama, ambientada em um planeta Terra 28 anos depois do primeiro terrorista ligado à Inteligência Artificial fugir do planeta, conhecemos a analista em contraterrorismo Atlas (Jennifer Lopez) uma mulher de poucos amigos, adoradora de café e xadrez, que recebe a missão de ajudar na busca e captura de Harlan (Simu Liu), o tal robô que virou vilão ao mudar seus códigos e logo se tornou um genocida.

 

Free Guy: Assumindo o Controle

Na trama, conhecemos Guy (Ryan Reynolds), um jovem que tem uma vida monótona entre o acordar, ir trabalhar em um banco, interagir da mesma forma com os outros e ir dormir. Certo dia, ele se apaixona por uma mulher que passa pela rua e a partir daí sua vida muda, descobrindo inclusive que faz parte de um jogo de videogame onde é apenas um mero coadjuvante, um robô, algo parecido como um ‘bot’. Ao mesmo tempo, a mulher por quem se apaixona, na verdade é o avatar de Millie (Jodie Comer) uma desenvolvedora de jogos que teve os seus códigos roubados por Antwan (Taika Waititi) o criador do jogo que Guy faz parte. Assim, esses dois destinos, o de Guy e o de Millie se juntam, também ao de Keys (Joe Keery) e essa nova equipe, juntos, tentarão decifrar os mistérios dentro desse jogo e mostrar a verdade.

 

Pixels

Na trama, conhecemos logo no início e ainda crianças, os nerds Brenner (Adam Sandler) e Cooper (Kevin James), o primeiro é um grande campeão dos jogos estilo arcade e o segundo seu fiel escudeiro. Os anos passam e Brenner se tornou um homem desiludido que trabalha em uma empresa de montagem de equipamento, já Cooper se tornou o todo poderoso presidente dos Estados Unidos. Durante uma invasão inusitada à Terra, Cooper precisará de todo o conhecimento de Brenner para combater um mal nunca antes visto.

 

 

Keanu Reeves queria o FIM para John Wick no quarto filme

Em uma entrevista recente ao Collider, Basil Iwanyk, o produtor da bem-sucedida franquia ‘John Wick‘, revelou um desejo surpreendente do astro Keanu Reeves para o próximo filme da série.

Segundo Iwanyk, Reeves está ansioso por uma morte definitiva para o icônico personagem John Wick no final do quarto filme.

Iwanyk compartilhou: “Depois do segundo, terceiro e quarto filmes, fazer esses filmes é tão exaustivo e destrói Keanu, física e emocionalmente. No final, ele sempre diz, ‘Não posso fazer isso de novo’, e nós concordamos com ele.”

O produtor destacou o comprometimento extremo de Reeves com as intensas cenas de ação que tornaram a série John Wick famosa. Ele acrescentou: “O cara é apenas uma sombra de si mesmo, porque ele simplesmente se joga e vai em frente. Então ele pediu: ‘Eu quero ser morto definitivamente no final deste filme.’ E nós pensamos: ‘Sabe, vamos deixar uma pequena abertura de 10%.'”

Confira nossa entrevista com o astro Keanu Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

John Wick 4: Baba Yaga‘ arrecadou US$ 432 milhões mundialmente, a maior bilheteria da franquia.

Vale lembrar que o novo filme conquistou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, tornando-se o capítulo mais bem avaliado da franquia no site. Os filmes anteriores conquistaram 86%89% e 89% de aprovação, respectivamente.

Sempre despojado e carinhoso, Keanu refletiu sobre a carreira que construiu:

“Eu tentei construir uma carreira, mas isso só possível se as pessoas gostassem do meu trabalho, seja o público ou os artistas com quem trabalhei, como os diretores. Você só pode fazer o seu melhor, o que você espera de uma história, e trabalhar duro. Você espera que as pessoas gostem do que você está fazendo. Ser relevante é complicado. Não sei. Você precisa de diretores e roteiristas visionários. Eu sou apenas uma ferramenta para dar voz à visão de outra pessoa.”, ele afirmou. 

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

10 curiosidades de ‘Watchmen’, o controverso filme da DC que virou Cult

Cultuado no mundo dos quadrinhos, Watchmen é um clássico inquestionável. Considerado um dos maiores responsáveis pela revolução na forma e temática de contar histórias nas páginas das HQ’s, a trama política dos super-heróis corruptos e problemáticos foi um fenômeno sem comparações. Por isso, a saga passou décadas com o estigma de ser “impossível de adaptar”.

Ainda assim, após uma série de fatores, o filme acabou ganhando sinal verde e virou um dos longas mais polêmicos desse subgênero de super-heróis. Em meio a uma legião de fãs que amam o filme e outros que o odeiam, Watchmen é um daqueles projetos que marcaram época e deram o que falar. Com 15 anos completados no último mês, o filme ousado de Zack Snyder traz uma série de curiosidades de bastidores que você talvez não conheça. Por isso, o CinePOP separou dez delas. Confira!

Completamente diferente

Antes de parar nas mãos de Zack Snyder, Watchmen era considerado um projeto extremamente problemático por seu conteúdo pesado e distância do público infantil, que era o grande alvo dos heróis de quadrinhos na época. Porém, com o sucesso de filmes como Homem-Aranha (2002) e Batman Begins (2005), que traziam temáticas mais adultas em suas tramas, o estúdio decidiu que valeria a pena tentar adaptar a Graphic Novel. Para esse projeto ambicioso, eles chamaram um diretor com estilo próprio, sucesso no meio dos super-heróis e que estivesse em boa fase: Tim Burton. Ele chegou a conversar com o estúdio e disse que queria o Johnny Depp no papel do Comediante. Entretanto, ele acabou embarcando em dois projetos seguidos, Sweeney Todd e Alice, e abriu mão de Watchmen. Então, eles apelaram para um jovem diretor que estava abraçando o título de ‘visionário’, após encantar o mundo com outra adaptação de Graphic Novel: Zack Snyder, que surfava no sucesso de 300. E foi assim que ele parou nesse filme.

Fiel até demais

Uma das inovações que Zack Snyder trouxe para o projeto foi conversar com o time de artistas para basear todos os storyboards do filme nas artes originais da Graphic Novel. Para ele, ao fazer uma adaptação de quadrinhos, a arte é tão importante quanto o texto e a essência, sendo algo fundamental a ser respeitado. Por isso, ele deu para todos os atores uma cópia do roteiro e um encadernado da HQ para que eles compreendessem melhor os gestos e posicionamentos de cada cena inspirados na arte de Dave Gibbons. Mais do que isso, Zack pediu que os atores lessem Watchmen e levassem a cópia para as filmagens. Dessa forma, se eles quisessem mudar o roteiro para deixar mais fiel à trama dos quadrinhos, eles estavam liberados.

Mais novos

Durante as reuniões com o time de casting, Zack definiu que a prioridade era encontrar atores mais jovens que seus personagens porque o filme traria uma série de flashbacks. Dessa forma, seria mais crível para o público – e mais barato para a produção – maquiá-los para parecerem mais velhos do que contratar atores mais jovens para interpretá-los nesses momentos do passado. É por isso que Carla Gugino interpreta a mãe de Malin Akerman mesmo sendo apenas 7 anos mais velha que a atriz na vida real. A grande exceção foi o Comediante. Nesse caso, Snyder preferiu alterar a data de nascimento do personagem, permitindo que ele existisse nas duas épocas com uma aparência similar.

Sem ler

Um dos destaques do filme é o ator Matthew Goode, que interpreta o Adrian Veidt. Na época dos testes, Zack Snyder ofereceu o papel a ele, que ficou em dúvida porque jamais tinha lido as histórias em quadrinhos. Então, ele conversou com um amigo fissurado em HQ’s e perguntou se deveria embarcar no projeto ou não. O amigo em questão arregalou os olhos, obrigou ele a ler Watchmen e falou que ele não deveria perder nem mais um segundo e ligar ali mesmo para aceitar o papel. E assim o fez. Mais tarde, Matthew foi para casa, leu o quadrinho, leu o roteiro e entendeu o motivo do colega ter dito para ele não perder tempo e aceitar logo o emprego.

Para ser justo com Matthew Goode, ele não estava sozinho no grupo de atores que nunca haviam lido Watchmen. Na verdade, do elenco principal, o único que era declaradamente fã da Graphic Novel e já havia lido várias vezes a história era Jackie Earle Haley. Inclusive, ele chamou atenção de Snyder após fazer uma campanha pesada para interpretar o Rorschach. Ele não apenas foi escolhido, como também caiu nas graças do diretor e virou parte fundamental do filme. Curiosamente, com o passar dos anos, seu personagem se tornou uma das maiores polêmicas do longa, visto que alguns fãs consideram que o anti-herói teve uma adaptação que o glorificava em vez de problematizá-lo.

Estilo próprio

Por ser fã declarado da história que estava sendo adaptada, Jackie trabalhou com muito carinho na composição do Rorschach. Um dos pontos mais incríveis é que ele chamou atenção de Zack Snyder por ser faixa preta em Kendo, uma arte marcial moderna que se inspira no treinamento e na luta de espadas dos samurais do Japão feudal. No entanto, ele optou por não trazer seus golpes aprendidos para o Rorschach. Ele acreditava que o estilo disciplinado e a organização da luta não combinavam com o personagem. Por isso, ele trabalhou golpes mais desleixados e propensos ao erro, assim como o própria personalidade problemática do anti-herói.

Complicado

Dentre todos os papéis do filme, nenhum foi tão difícil de escalar um ator quanto o Comediante. Parte fundamental do longa, o personagem precisava ser essencialmente um velho carrancudo e desiludido, abraçando a grosseria e a violência como modo de vida. O problema é que todos os atores que fizeram o teste tinham um jeitão de bom moço e estavam excessivamente arrumados. A exceção foi Jeffrey Dean Morgan, que estava num mau-humor dos diabos no dia. Quando viu aquele marmanjo reclamão e com a aura de quem estava exausto, Snyder não teve dúvidas e escolheu ali mesmo o seu Comediante.

Promessa é dívida

Snyder amou o empenho e dedicação de Gerard Butler em 300 e prometeu a ele um papel em Watchmen. O problema é que ele não se encaixou nos testes e acabou não sendo escolhido. Para cumprir com a promessa, Zack o escalou para narrar os Contos do Cargueiro Negro, um conto dos quadrinhos que é mostrado paralelamente à trama principal sobre um marinheiro que sobrevive a um ataque de piratas e começa a enfrentar a própria mente para não perder a sanidade. O problema é que essa parte, feita em animação, acabou não entrando no corte final do filme, já que tinha aproximadamente meia hora de duração e o estúdio estava maluco com um longa tão extenso quanto o que Zack Snyder estava fazendo. Com isso, os Contos do Cargueiro Negro foram cortados da versão final e lançados posteriormente como um curta.

Nada de Batman

Um dos momentos icônicos do filme são os espetaculares créditos de abertura. Ao som de The Times They Are A-Changin’, de Bob Dylan, Zack Snyder conta brevemente como a história norte-americana se desenrolou naquele universo com a presença dos super-heróis. Em uma das cenas, o Coruja original é visto socando um assaltante na saída de um teatro. É possível ver um casal bem arrumado, com direito a um pomposo colar de pérolas no pescoço da moça. Além disso, é possível ver nas paredes o nome de Gotham e a capa da primeira edição dos quadrinhos do Batman. Por anos, os fãs especularam que o casal era Thomas e Martha Wayne, os pais de Bruce. Então, neste universo, não haveria um Batman porque o Coruja impediu o evento traumático que transformaria o menino no Cruzado Encapuzado. O que passou mais de uma década como teoria acabou sendo confirmada como verdade pelo próprio diretor. Durante as entrevistas de promoção de A Liga da Justiça de Zack Snyder (2021), Zack confirmou as suspeitas dos fãs.

Mundo alternativo

O filme é ambientado em uma realidade alternativa em que os Estados Unidos tiveram o apoio dos super-heróis, em especial do Dr. Manhattan, e ganharam a Guerra do Vietnã. Por isso, há um detalhe que costuma passar quase despercebido no longa, que é a bandeira dos EUA. Nesse universo, a bandeira tem 51 estrelas, porque o Vietnã foi anexado como território norte-americano.

Watchmen está disponível no Max.

‘Van Helsing’, ‘Mulher-Gato’ e os blockbusters de 20 Anos que DEVERIAM ter tido continuação, mas FRACASSARAM

Desde os anos 80 os maiores estúdios de Hollywood entenderam que poderiam lucrar infinitamente em cima de certas marcas, uma vez que estas se tornassem extremamente populares. Isso porque cinema também é um mercado de alto giro de capital e nos EUA funciona como uma verdadeira indústria. O segredo na verdade é: como criar uma marca de sucesso? Uma estratégia de marketing incisiva ajuda bastante, mas não é o suficiente. Isso porque no fim das contas, quem irá decidir o que dá certo e o que dá errado somos eu e você, ou seja, o grande público.

Não é por falta de investimento em marketing e divulgação que certos blockbusters milionários se tornam fiascos. E por outro lado, temos também filmes menores sem muitos recursos que se tornam fenômenos. Essa imprevisibilidade de aceitação e volatilidade do público é o que torna “o jogo” interessante de ser analisado. Entrando nessa proposta voltaremos 20 anos no passado para identificarmos os maiores blockbusters da época, planejados para serem a nova sensação, mas que deram errado se tornando obras esquecidas. Confira.

Van Helsing

Começamos a lista com um filme que tinha tudo para dar certo e se tornar uma franquia de enorme sucesso, mas o resultado não foi bem assim. Hugh Jackman estava no topo do mundo após o sucesso de ‘X-Men’ e ‘X-Men 2’. Kate Beckinsale vinha do cult ‘Anjos da Noite’. E o diretor Stephen Sommers vinha do golaço ‘A Múmia’ e sua continuação. O desejo do diretor era expandir o universo dos monstros da Universal, abordando de uma vez só Drácula, Frankenstein e o Lobisomem. Imagine como seria se o filme tivesse sido sucesso, se tornado uma franquia e criado um crossover com ‘A Múmia’ e seus personagens. O investimento foi grande e até uma animação ligada ao filme chegou a ser produzida. Mas as críticas não foram favoráveis e o resultado financeiro não estimulou o estúdio a continuar, se tornando o primeiro baque sentido na carreira de Jackman.

Mulher-Gato

Na época de seu lançamento, até mesmo a estrela Halle Berry falou mal deste longa (que soa como um videogame em suas tentativas de cenas de ação e uma comédia ruim no resto) quando resolveu aceitar o prêmio como a pior atriz no Framboesa de Ouro. Hoje, no entanto, Berry mudou o tom e vem tentando empurrar ‘Mulher-Gato’ como cult incompreendido. Berry também estava no topo do mundo, com sucessos como a franquia ‘X-Men’ e ‘007 – Um Novo Dia para Morrer’. Se o filme da felina tivesse dado certo, teríamos uma franquia em mãos. E pensar que esse foi o resultado do spin-off nunca realizado com a Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer após ‘Batman – O Retorno’, que seria dirigido por Tim Burton.

O Justiceiro

Outro filme de quadrinhos de uma grande editora que morreu totalmente na praia. Quatro anos antes do início do MCU nas telonas, a Marvel já era uma potência, soprando nova vida nos filmes baseados em super-heróis – graças ao sucesso de ‘X-Men’, ‘Homem-Aranha’, ‘Demolidor’ e ‘X-Men 2’. O investimento nessa fonte era alto e os personagens recebiam um tratamento de rei. Mas quando foi a vez do vigilante urbano ‘O Justiceiro’ as coisas rapidamente saíram dos trilhos. Talvez pela falta de um grande estúdio por trás, como a Fox, a Columbia ou a Universal nos casos anteriores. Nem mesmo a presença de John Travolta como o vilão, um dos maiores astros da época, foi capaz de tornar ‘O Justiceiro’ um filme popular com o público. No Brasil, o longa sequer foi lançado nos cinemas.

Blade Trinity

Por mais que a intenção de ‘Blade Trinity’ fosse tentar arredondar os filmes do caçador de vampiros em uma trilogia, você realmente acredita que se o longa tivesse sido um sucesso estrondoso os produtores não iriam tirar rapidamente da cartola um ‘Blade 4’? A estratégia de fingir um encerramento pode atrair o público com a intenção da última aventura de seu personagem querido, mas igualmente pode deixar um gosto amargo na boca, como foi o caso deste filme. Um pesadelo de bastidores, onde o astro Wesley Snipes atingiu o auge de seu estrelismo, brigando com o diretor e seus colegas de elenco, tornou inviável qualquer pensamento de um quarto filme – não que as críticas e a bilheteria tenham ajudado também. As aventuras do personagem foram levadas para uma série de TV dois anos depois, que também não deu certo. Snipes teria sua redenção no recente ‘Deadpool e Wolverine’, onde pôde interpretar Blade uma vez mais.

A Batalha de Riddick

Existem casos de atores que são mais apaixonados por um personagem ou um projeto do que o próprio público – o que resulta nos chamados projetos de vaidade. Esses atores perdem a noção de que sem o público não existe um filme ou sequer o cinema. Este é o caso com Vin Diesel e o universo de ficção científica do anti-herói Riddick, cujo principal fã parece ser mesmo o careca musculoso. Diesel era sucesso em ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Triplo X’ quando resolveu dar continuidade ao cult ‘Eclipse Mortal’ na forma de um blockbuster centrado em seu personagem. Uma das apostas mais ambiciosas de 20 anos atrás, que não funcionou. Dez anos depois ele tentaria de novo em um filme de orçamento mais modesto. E o ator não desistiu, pois anuncia um novo longa com o personagem.

Scooby-Doo 2

O primeiro live-action de ‘Scooby-Doo’ foi um sucesso moderado em 2002, apostando em algumas tiradas espertinhas que brincavam com a mitologia do que o público achava deste universo – mesmo que na animação original nada disso ficasse declarado. Como por exemplo, Fred ser um idiota pomposo, Salsicha ser maconheiro, Daphne uma feminista independente e Velma lésbica. A cereja do bolo foi transformar o insuportável (mas bonitinho) Scooy-Loo no vilão do filme e ter monstros de verdade ao invés de humanos disfarçados em um whodunit. A continuação, lançada dois anos depois, prometia ser maior e melhor em todos os sentidos – apelando para a nostalgia dos fãs ao trazer vilões clássicos do desenho, além da participação de Alicia Silverstone. Se tivesse sido ao menos um sucesso moderado como o anterior, poderíamos ter tido um Scooby-Doo 3 ainda na segunda metade dos anos 2000, mas a opção foi por dois filmes lançados direto em vídeo, com orçamento menor e elenco de nomes desconhecidos.

Fúria em Duas Rodas

Em Hollywood tudo o que dá certo vira tendência. Assim, o filme de racha de carros ‘Velozes e Furiosos’ já havia lançado sua primeira continuação a esta altura. Os produtores da Warner tiveram a brilhante ideia de dar sinal verde para um “Velozes e Furiosos com motos”. Poderia ter dado certo e iniciado sua própria franquia. Mas o público deu de ombros para esta proposta. Um sinal de alerta deveria ter sido a investida similar no ano anterior da Dreamworks com ‘Corridas Clandestinas’, o outro filme de moto nos anos 2000. Nenhum dos dois ficou famoso. Aliás, você já tinha ouvido falar?

Táxi

Por falar em corridas de moto ou de carro, para cada ‘Velozes e Furiosos’, temos outros tantos longas que abordam o tema e não dão certo. ‘Táxi’, no entanto, não é apenas uma cópia descarada do filme de Vin Diesel e possui um contexto por trás. Acontece que se trata da refilmagem americano do filme sensação francês de 1998, que fala sobre um motorista de táxi se unindo a um detetive na caçada por ladrões de banco. O filme ficou tão popular em seu país de origem que por lá gerou uma franquia de nada menos que cinco filmes.

O motivo do sucesso se deve pelo roteiro e produção de Luc Besson em todos eles. Sucesso esse que infelizmente não foi repetido na versão americana, onde a taxista ganha as formas de Queen Latifah e o detetive se torna um trapalhão nas mãos do sem-graça Jimmy Fallon. Aqui, a novidade era a gangue de modelos assaltantes de banco, encabeçada pela nossa Gisele Bündchen, demonstrando que como atriz é uma ótima modelo. É claro que a intenção era se tornar uma franquia como o francês, caso não fosse o fracasso.

Os Thunderbirds

Por falar em fracasso, na penúltima posição da lista temos um verdadeiramente retumbante. Você já tinha ouvido falar em ‘Thunderbirds’? Os mais velhos podem ter uma vaga lembrança. Acontece que esse título era de um programa de marionetes da década de 1960 bem revolucionário. Ao invés de atores reais ou desenho animado, tínhamos bonecos com feições realistas para a época, movidos através de cordas, como protagonistas das aventuras de equipe formada por uma família, especializada em resgates audaciosos, fazendo uso de uma tecnologia bastante evoluída – o que tornava o programa também uma ficção científica. Ao invés de replicar o artifício dos bonecos no filme, os produtores da Universal Pictures acharam por bem escalar atores reais, assim tirando a graça do que era a essência do programa – mesmo contando com artistas como o lendário Sir Ben Kingsley e o saudoso Bill Paxton. O que os realizadores devem ter pensado foi: “já estão usando marionetes em ‘Team America’ (lançado no mesmo ano)”.

Desventuras em Série

Finalizando a lista dos blockbusters que deviam ter se tornado uma franquia caso tivessem dado certo, temos o que é provavelmente o melhor do lote e o mais subestimado. Protagonizado por um Jim Carrey “virado no Jiraya” dando tudo de si no desempenho como o vilanesco Conde Olaf, que faz de tudo para conseguir a herança deixada para três crianças órfãs das quais é o parente mais próximo. O longa tem participação de Meryl Streep. Acontece que a saga dos órfãos é baseada no livro de Lemony Snicket, pseudônimo de Daniel Handler. A intenção era seguir os passos de ‘Harry Potter’, também baseado em um livro de fantasia, que chegava ao seu terceiro filme no mesmo ano. Mas ‘Desventuras’ não foi ‘Harry Potter’ e terminou sem a adaptação de suas sequências literárias. Bem, ao menos no cinema, pois a Netflix adquiriu os direitos e transformou numa série de TV, sem Carrey ou Streep.

10 filmes brasileiros que estão conquistando o público mundo afora!

O nosso cinema encontra-se em um momento maravilhoso com dezenas de produções sendo reconhecidas pelo mundo e selecionadas para os maiores festivais de cinema do planeta. Pra você ficar sabendo mais um pouco de algumas dessas obras, algumas circulando pelo mundo ano passado outras nesse, segue abaixo uma lista pra você já deixar na sua agenda e conferir:

 

Ainda Estou Aqui

Talvez o filme brasileiro mais aguardo do ano, o novo projeto de Walter Salles, Ainda Estou Aqui é uma adaptação a partir da obra homônima de Marcelo Rubens Paiva. O projeto vem conquistando elogios após sua exibição no Festival de Veneza.

Na trama, ambientada no Rio de Janeiro, início dos anos 70, quando o país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: um pai, Rubens, uma mãe, Eunice, e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. O afeto e o humor que compartilham entre si são suas formas sutis de resistência à opressão que paira sobre o país. Um dia, eles sofrem um ato violento e arbitrário que irá mudar para sempre sua história. Eunice é obrigada a se reinventar e traçar um novo destino para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país.

 

Motel Destino

Badalado filme do genial cineasta brasileiro Karim Aïnouz, que participou da competição oficial do Festival de Cannes esse ano, apresenta numa beira de estrada do litoral cearense, o Motel Destino, onde se torna palco de jogos perigosos de desejo, poder e violência. Uma noite, a chegada do jovem Heraldo transforma em definitivo o cotidiano do local.

 

Baby

Um dos filmes brasileiros que mais chamaram a atenção no Festival de Cannes esse ano, foi Baby, do cineasta Marcelo Caetano. O projeto promete fortes emoções através de uma amizade e também paixão conturbadas.

Na trama, logo após ser liberado de um Centro de Detenção para jovens, Wellington se vê à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, ele conhece Ronaldo, um garoto de programa, que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.

 

Estranho Caminho

Um dos grandes filmes brasileiros dos últimos anos, Estranho Caminho de Guto Parente ganhou todos os prêmios que disputou no Festival de Tribeca: Melhor Filme, Melhor Roteiro para Guto Parente, Melhor Fotografia para Linga Acácio e Melhor Performance para Carlos Francisco.

Na trama, conhecemos um jovem cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.

 

Manas

Filme que emocionou o público em sua primeira exibição mundial, no Festival de Veneza esse ano, Manas é o primeiro longa-metragem de ficção da cineasta Marianna Brennand.

Na trama, conhecemos Marcielle, uma jovem de 13 anos que vive na Ilha do Marajó (PA), que começa a entender que o futuro não lhe reserva muitas opções. Encurralada pela resignação da mãe e movida pela idealização da figura da irmã que partiu, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege a sua família e as mulheres da sua comunidade.

 

O Estranho

Exibido no Festival de Berlim, o projeto dirigido por Flora Dias e Juruna Mallon é bastante interpretativo.

Na trama, somos envolvidos por curiosos recortes que de alguma forma estão relacionados a uma área onde funciona um aeroporto de alta frequência, um enorme espaço ligado por meio do tempo com os indígenas. Nesse lugar de constantes transformações ao longo dos anos, percorremos retratos tocantes de pessoas que buscam responder a uma mesma pergunta: Como enxergar o mesmo lugar de formas diferentes?

 

A Queda do Céu

Exibido no Festival de Cannes esse ano, o novo projeto de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha apresenta ao público a festa Reahu, ritual funerário e a mais importante cerimônia dos Yanomami.

 

Levante

Exibido no Festival de Cannes em 2023, inclusive vencendo um prêmio, Levante é um filme forte, profundo, que estaciona no seu principal conflito explorando os muitos olhares sobre uma questão muito sensível que no Brasil ainda é um enorme tabu.

Na trama, conhecemos Sofia (Domênica Dias), uma adolescente super alegre, entrosada com as amigas de longa data, craque do time de vôlei de seu bairro que após se destacar nas quadras recebe uma possível proposta irrecusável, sendo forte concorrente à uma bolsa de estudos para jogar seu esporte favorito em outro país sul-americano. Acontece que no mesmo período dessa grande notícia, uma outra abala suas estruturas emocionais, ela está grávida. Desesperada e querendo interromper a gravidez, ela busca forças nas amigas e no seu pai (Rômulo Braga) mas sem deixar de sentir a fúria de um grupo de pessoas que fica sabendo da tentativa de aborto e que começa a discriminá-la.

 

Continente

Exibido no Festival de Munique, o novo projeto do cineasta gaúcho Davi Pretto apresenta uma narrativa distópica que mescla drama e terror.

Na trama, depois de 15 anos morando no exterior, Amanda volta para casa com seu namorado francês Martin. Eles chegam à grande fazenda de sua família, localizada em uma vila isolada nas planícies infinitas do sul do Brasil. Lá, Amanda encontra seu pai em coma e uma tensão crescente entre os trabalhadores. A única médica do vilarejo local é Helô, uma jovem que se resigna a cuidar da população local. A morte iminente do dono da fazenda colocará Amanda, Martin e Helô no centro de um perturbador acordo entre o povoado e a fazenda.

 

Cidade; Campo

Vencedor do urso de ouro de melhor direção da Berlinale Encounter, para a cineasta Juliana Rojas, Cidade; Campo aborda, a partir de alguns olhares, a migração entre o meio urbano e o rural.

 

‘Não Fale o Mal’: Diretor do filme original DETONA do final do remake

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Em entrevista ao Kulturen, o diretor Christian Tafdrup, que comandou o longa original de 2022, detonou a mudança no desfecho do remake de ‘Não Fale o Mal‘ (Speak no Evil).

O cineasta culpou a cultura americana e sua necessidade por finais felizes, o que descaracterizou completamente a história que ele se propôs a contar na produção original.

“Eu não sei por que os americanos são assim, mas eles gostam de histórias heroicas, onde o bem precisa vencer o mal. E, este remake de ‘Não Fale o Mal’, termina exatamente desta maneira. Quando eu vi o filme, percebi que eles nunca poderiam fazer um filme onde os personagens são apedrejados até a morte, como acontece no original. Os personagens na versão americana precisam lutar para salvar sua família e derrotar os vilões. É um final feliz, porque é algo enraizado na cultura americana que eles podem lidar com qualquer coisa.”

Ele completa, “Os espectadores [do remake] estavam completamente animados no cinema, aplaudindo, rindo e torcendo. Parecia um show de rock. No meu filme, as pessoas saíram do cinema traumatizadas.”

Vale lembrar que o remake de ‘Não Fale o Mal‘ arrecadou US$ 20.8 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, o longa superou as projeções iniciais – que indicavam um lançamento de US$ 10 milhões –, fechando o seu primeiro final de semana com US$ 11.5 milhões.

Para termos de comparação, esta é a segunda maior abertura doméstica da produtora em 2024, atrás apenas de ‘Mergulho Noturno‘ (US$11.7M).

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 9.3 milhões através de 73 mercados.

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore – que é uma avaliação considerada forte para o gênero.

A nova versão de ‘Não Fale o Mal‘ contou com um orçamento de US$ 15 milhões.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.

Confira nossa crítica em vídeo:

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

‘Wolf Creek 3’ retomará o tom SOMBRIO do longa original, afirma ator

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Em entrevista com o David Clair-Bennett, John Jarratt revelou que o terceiro filme da franquia ‘Wolf Creek‘, intitulado Wolf Creek: Legacy, resgatará o tom sombrio do longa original.

“[O terceiro filme] será sombrio e sinistro novamente. O tom será parecido com o do primeiro filme. O segundo filme foi mais divertido. Foi um pouco cômico. Neste terceiro, Mick voltará a ficar sombrio. Realmente assustador.”

Ele completa, “Mick Taylor nunca corre, nunca grita e nunca morre.”

Na trama do próximo filme…

“Uma família de turistas americanos que vaga inocentemente pelos campos de caça de Taylor. Quando os pais se sacrificam para salvar seus filhos, as crianças se encontram sozinhas, perdidas e caçadas na vasta natureza selvagem australiana. Será que essas presas frescas — dois adolescentes astutos e engenhosos — apresentarão um desafio maior para um predador envelhecido abater?”

Greg McLean, criador da franquia, retornará como produtor.

Sean Lahiff será responsável pela direção. Ele já havia trabalhado na saga como editor do segundo filme.

Jay Ryan (‘It: Capítulo 2’) também foi confirmado no elenco.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

wolf creek

‘Apartamento 7A’: Pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary’ abre com 44% de aprovação no RT; Confira as reações!

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Com 18 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Apartamento 7A‘, que serve como pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary‘, abriu com 44% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o longa falha em trazer algo novo e significativo ao universo do clássico de 1968, e o seu potencial é prejudicado pelo conceito limitado de uma pré-sequência.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“O potencial do filme nunca é alcançado além de um trecho de 10 minutos que, infelizmente, é imediatamente seguido pelos créditos finais.” (Slant Magazine)

“No geral, ‘Apartamento 7A’ é uma ótima expansão para a história do ‘O Bebê de Rosemary’, e conta com algumas performances brilhantemente dedicadas.” (THN)

“É um filme que traz algo diferente, embora, às vezes, a sacralidade do longa original seja talvez mantida um pouco a sério demais.” (ComicBook)

“Em 2024, um ano cheio de filmes sobre gestações aterrorizantes, ‘Apartamento 7A’ consegue trazer sua própria visão sobre esse tópico. Infelizmente, essa é a única novidade do filme.” (Deep Focus Review)

“O ‘Apartamento 7A’ enfrenta o desafio de ser uma pré-sequência, ou seja, não há nenhum senso de mistério porque já sabemos o desfecho da protagonista e só nos resta assistir ao desenrolar de sua história.” (Black Girl Nerds)

“‘Apartamento 7A’ segue exatamente o mesmo caminho que o longa original, sem se desviar do caminho nem um pouco do percurso.” (Collider)

O longa será lançado na Paramount+ no dia 27 de dezembro, e vai explorar o que aconteceu no icônico apartamento antes de Rosemary se mudar.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Dirigido por Natalie Erika James (‘Relíquia Macabra’), que também assina o roteiro ao lado de Christian White, o longa recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas e uso de drogas”.

Ambientada em 1965, em Nova York, a trama é ambientada antes dos eventos do longa original, explorando o que aconteceu no apartamento antes da Rosemary Woodhouse se mudar.

Enquanto passa por dificuldades após uma lesão devastadora, uma jovem dançarina (Julia Garner) se encontra atraída por forças malignas quando um casal mais velho e afortunado a promete uma chance de ganhar fama.

John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’), Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller servem como produtores.

10 curiosidades de ‘Megatubarão’, a mistura de ação e aventura que virou franquia

Lançado em 2018, Megatubarão chegou sem muito alarde, como se fosse só mais um daqueles filmes genéricos que são lançados anualmente com tubarões de computação gráfica questionável. No entanto, ele acabou cativando o público por trazer um elenco carismático e efeitos realmente bons na construção da ameaça.

Não que seja um primor, mas é realmente uma aventura divertida sobre Jason Statham enfrentando um tubarão gigante, enquanto interage com um Rainn Wilson (o Dwight de The Office) trabalhado na ironia em pleno oceano. E como o filme fez um sucesso considerável, garantindo até a péssima sequência que chegou aos cinemas neste ano, separamos 10 curiosidades sobre Megatubarão que você talvez não conheça. Confira!

Adaptação

Por mais incrível que pareça, Megatubarão é uma adaptação do livro Meg: A Novel of Deep Terror, do autor norte-americano Steve Alten. O livro foi lançado em 1997 e marcou o início de uma saga de 7 livros, com o oitavo previsto para sair entre 2024 e 2025.

Visual

No livro, a “Meg” é descrita como um tubarão gigante com pele branca bioluminescente. A justificativa é que serviria como uma forma dela se guiar numa profundidade de escuridão total. No filme, porém, não funcionou a ideia de adaptar esse visual, já que a equipe de CGI queria deixar o monstro mais realista e essa “aura” de bioluminescência estava destoando. Então, eles construíram o monstro com base em um grande Tubarão-Branco.

Diferença

Houve várias grandes mudanças do livro para o filme, mas talvez a maior dela tenha sido o estilo de ataque da Meg. Nos livros, por ser uma criatura que vive em escuridão total, ela só atacava à noite por conta da sensibilidade dos olhos. Porém, no filme, o tubarãozão ataca a maior parte do tempo durante o dia mesmo.

Monstruoso

Paleontólogos estimam que o tamanho do Megalodonte na vida real girava em torno de 15 a 18 metros de comprimento. Já no filme, eles dizem que a espécie podia atingir até 27 metros de comprimento. Por isso, a “Meg” é considerada um Megalodonte mediano, por ter “apenas” 23 metros.

Fidelidade

Um dos pontos mais legais é que o filme adaptou um comportamento real dos tubarões. Nos momentos pré-assassinatos em massa, a Meg se aproxima dos banhistas com um comportamento de curiosidade. Ela não quer devorá-los, mas ver o que está acontecendo com todas aquelas formas boiando sobre ela. Só que, ao verem a barbatana, os banhistas se desesperam e começam a se debater na água, fazendo com que o tubarão os interprete como presas, aí sim atacando.

Divergências

Originalmente, o diretor contratado para o filme era Eli Roth, mas ele deixou o projeto após “divergências criativas” com o estúdio. Algum tempo depois, fontes internas revelaram que ele havia feito exigências complicadas. Além de um orçamento gigante de 150 milhões de dólares, ele queria que a classificação indicativa fosse para maiores de 18 anos. Sem contar que ele queria escrever o roteiro, dirigir o filme e interpretar o protagonista. Só que os executivos não acharam que ele seria capaz de trazer público para a produção só com sua presença.

O brabo

Sim, esse é o Jason Statham nos jogos de 1990. E, sim, ele já teve cabelo.

A escolha de Jason Statham para o papel principal foi um grande acerto. Isso porque ele é atleta vida real, chegando até mesmo a ter representado a Inglaterra na modalidade de saltos ornamentais nos Jogos da Commonwealth (tipo uma Olimpíada, mas só com países que foram colônias britânicas) dos anos 90 nas provas de natação. Por conta disso, ele fez a maior parte de suas cenas embaixo d’água, usando dublê apenas para sequências mais longas.

Por pouco

A atriz Ruby Rose passou um perrengue daqueles durante as filmagens. Para gravar uma cena submersa, ela entrou em um tanque muito fundo na Nova Zelândia, só que suas botas encheram d’água, o que aumentou seu peso, e a roupa que estava usando limitava seu movimentos. Resultado: ela começou a afundar e não conseguia nadar de volta para a borda. Ela quase se afogou, mas foi salva pelos mergulhadores profissionais da equipe de segurança.

Desconfortável

A ideia do diretor Jon Turteltaub era deixar o público extremamente desconfortável em todas as cenas debaixo d’água. Para ele, o ideal era que todos se sentissem explorando um planeta alienígena desconhecido. Para isso, ele fez uma trabalho pesado com as equipes de som e iluminação para criar a sensação de que algo ruim poderia acontecer a qualquer momento. Inclusive, ele chegou a debater se a Meg deveria ter ou não algum tipo de rugido. Eles concluíram que não seria adequado, mas que poderiam explorar esses sons mais altos para criar terror por meio dos barulhos de alta velocidade e da ruptura da tensão superficial da água.

Origens

No filme, a Meg é descrita como um Megalodonte, um tubarão pré-histórico que sobreviveu vivendo em águas profundas. No entanto, o livro trata o animal como uma nova espécie. Seria um descendente do Megalodonte que evoluiu e se adaptou ao ambiente profundo. Como o filme virou franquia, é possível que explorem isso em um novo capítulo.

Megatubarão está disponível no Max.

Criador de ‘The Chosen – Os Escolhidos’ quer expandir o universo bíblico com novos spin-offs

Em entrevista ao Variety, Dallas Jenkins, criador da popular série ‘The Chosen: Os Escolhidos‘, revelou planos para a expansão do universo bíblico com novos spin-offs.

Ele confirmou que sua produtora 5&2 Studios está desenvolvendo uma série animada, intitulada ‘The Chosen Adventures‘, que trará a história de Jesus para um público mais jovem. A produção contará com as vozes de Paul Walter Hauser (‘Black Bird’) e Yvonne Orji (‘Insecure’).

“Há espaço para contar a história de Jesus através dos olhos das crianças em formato de animação. Sentimos que há algo especial nisso, sobre ver Jesus através da perspectiva infantil. Não iremos abordar isso na série original, mas realmente nos dedicamos a esta série animada – trazendo algo que os adultos também possam apreciar.”

Também foi confirmado que uma série baseada na vida de Moisés está em desenvolvimento: “Não há uma história na bíblia que esteja tão marcada na cultua popular do que a história de Moisés. Há uma história épica para ser contada. Ele foi o escolhido por Deus para liderar o maior movimento religioso da história do mundo.”

Vale lembrar que a sexta temporada de ‘The Chosen‘ focará na crucificação de Jesus, enquanto a sétima temporada mostrará a sua ressurreição. Ambas temporadas contarão com oito episódios, e irão incluir um lançamento mundial nos cinemas.

Distribuída globalmente pela Lionsgate, a história é vista através dos olhos daqueles que conheceram Jesus, tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel do primeiro século. A produção retrata uma visão íntima da vida e dos ensinamentos de Jesus.

CONHEÇA O ELENCO

Jonathan Roumie (Jesus Cristo):
Ator, diretor, produtor e dublador, Jonathan Roumie nasceu e foi criado na cidade de Nova Iorque, onde se formou na School of Visual Arts com diploma em cinema antes de se mudar para Los Angeles para seguir atuação em tempo integral. Roumie é mais conhecido por seu premiado papel como Jesus, em The ChosenOs Escolhidos. Possui ainda créditos adicionais na TV, como “Chicago Med”, “The Mindy Project”, “The Good Wife”, “Law & Order” e a franquia “NCIS”. Seus últimos trabalhos como dublador incluem a sequência animada “Night at the Museum: Kahmunrah Rises Again”, da Disney+.

Jonathan atua ainda como conselheiro estratégico do Hallow App, maior e mais popular aplicativo de orações e meditação do mundo. Mais recentemente, Roumie estrelou nas telonas o drama épico “Jesus Revolution”, da Lionsgate, em que interpreta um enigmático pregador Lonnie Frisbee. A produção arrecadou mais de US$50 milhões nas bilheterias e continua superando as expectativas da indústria. Roumie atualmente reside no sul da Califórnia.

Lara Silva (Eden):
Lara é brasileira, nascida em Minas Gerais, e se mudou para os Estados Unidos com seis anos de idade. Foi criada em Fort Lauderdale, na Flórida, e frequentou escola de formação de atores – onde descobriu seu amor por entretenimento. Depois da faculdade, decidiu que era o momento de finalmente seguir seu sonho, e se mudou para Atlanta (Georgia), em 2016. Além de “The ChosenOs Escolhidos”, ela esteve no elenco de grandes séries da TV como “Dynasty”, “Queen of the South”, “Good Girls” e “Raising Dion and Bloodline”, da Netflix. Recentemente estrelou o filme “Blue Ridge” ao lado do ator Johnathon Schaech. É fluente em português e espanhol.

Paras Patel (Matthew):
Nascido na cidade da Flórida, em Orlando (EUA), Paras Patel fez sua estreia como ator no filme televisivo “Teen Spirit”, no papel principal de Raj Kukuri. Com uma carreira de mais de uma década, Patel fez diversas participações em seriados, incluindo “Nashville” e “For The People”, da ABC, e “Fresh Off The Boat” e “Ray Donovan”, da Showtime. No campo cinematográfico, atuou como ator coadjuvante em “The Duff”, da Lionsgate, ao lado da atriz Mae Whitman. Recentemente, gravou a quarta temporada da série de sucesso global “The ChosenOs Escolhidos”. O ator também está muito em contato com suas raízes no sul da Ásia e é ex-dançarino profissional de Bollywood. Com uma grande facilidade para aprender novos idiomas, Paras fala fluentemente os idiomas Hindi e Gujarati, e está aprendendo Espanhol e Português. Paras também adora criar histórias e colaborar com outros talentos do sul da Ásia para aumentar a visibilidade no setor.

The Chosen – Quarta Temporada
Reinos em conflito. Governantes rivais. Os inimigos de Jesus se aproximam enquanto seus seguidores lutam para acompanhá-lo, deixando-o sozinho para carregar o fardo. A quarta temporada promete partir de onde terminou, com o final emocionante da caminhada sobre as águas na última temporada.

Os episódios de estreia também serão liberados nos cinemas da América Latina, Reino Unido, Polônia, Austrália e Nova Zelândia por meio de uma parceria entre os distribuidores. Após o término da temporada completa nos cinemas, The Chosen anunciará a estreia em plataformas de streaming, incluindo o aplicativo “The Chosen” e outros apps móveis.

A nossa jornalista e crítica Rafa Gomes comentou sobre a 3ª temporada, que logo em sua abertura apresenta Judas Iscariotes se alistando para o ministério de Cristo. Em seu vídeo de primeiras impressões, ela ainda comenta sobre o que esperar dos próximos episódios e sobre como ‘The Chosen‘ tem redefinido o gênero de produções bíblicas em Hollywood.

Assista:

Dallas Jenkins, diretor da série, esteve no Brasil na semana passada e falou de seu entusiasmo em visitar o país e estrear a temporada nos cinemas.

“Desde quando começamos a divulgação da série, sempre encontrávamos comentários como ‘obrigado, obrigado’ em nossas redes e nós pensamos: há algo diferente acontecendo naquele país. Entendemos que o Brasil era realmente apaixonado pela série e para nós é uma alegria poder estar aqui e estrear nos cinemas a terceira temporada e poder presentear o público brasileiro em gratidão por todo o apoio”, ressalta Dallas.

Ele contou que o Brasil é o segundo país em número de downloads do aplicativo e sua equipe não teve dúvidas sobre que país visitar para divulgar a série: nós vamos para o Brasil.

“Muitos brasileiros nos acompanham em nossos canais digitais, permanecem baixando o app e não param de falar da série. Os brasileiros são intensos. Sentimos isso com os atores brasileiros que temos no elenco. É uma alegria para nós sentir este apoio e viver isso ao vivo aqui no Brasil foi uma experiência incrível”, comentou o diretor.

Quem quiser assistir aos capítulos dublados basta acessar o site da Cinemark ou ir à bilheteria para adquirir diretamente. Acima de 20 ingressos comprados, há o benefício da meia entrada para todos. É uma excelente alternativa para todos levar grupos de igreja, empresas e familiares.

Amanda Jenkins, esposa de Dallas, também falou sobre o momento no Brasil e reforçou que todo o esforço feito na produção da série tem um único objetivo: fazer Jesus conhecido.

“Queremos mesmo contar histórias que levam as pessoas a Jesus, a uma conexão com o Jesus mais humano e que nos ama”, destaca.

 

Uma vez RAINHA… Relembre as DONAS de Hollywood na Década de 1990!

Conforme vamos ficando mais velhos, vamos ficando mais nostálgicos. Começamos a nos sentir fora de sintonia com o mundo dos jovens e damos mais valor ao que vivemos, à nossa história. Para os fãs de cinema isso significa voltar a uma época especial, que guardamos com muito carinho no coração e mente. Uma época em que éramos mais inocentes e tínhamos o mundo pela frente. Nessa época, tínhamos nossos filmes preferidos – muitos dos quais ainda amamos até hoje.

O mundo mudou bastante, isso é inegável. E a indústria de cinema também mudou. A era dos astros deixou de existir. Hoje, não importa muito quem seja o protagonista de uma superprodução, o público assiste do mesmo jeito pelo personagem. O que acontece é que temos simplesmente muita oferta hoje. Antes, o público ia ao cinema conferir o novo trabalho de um certo ator ou atriz. E aí era o oposto, qualquer filme que seu ator ou atriz preferido estrelasse, era o programa da vez. Nessa nova matéria voltaremos aos anos 90 para relembrar quais eram as maiores estrelas daquele período tão inesquecível. Confira.

Julia Roberts

Os anos 90 tiveram algumas musas. A maior delas sem dúvida foi Julia Roberts. Ela era conhecida como a namoradinha da América nesse período, e foi consolidada pelo sucesso de ‘Uma Linda Mulher’, o filme que a transformou numa estrela de renome mundial. Logo no ano seguinte, ela participava do blockbuster ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’ e emendava com o sucesso do thriller ‘Dormindo com o Inimigo’ e o romance ‘Tudo por Amor’. Roberts andou cambaleando em meados da década com fracassos como ‘Adoro Problemas’ e ‘O Segredo de Mary Reilly’, mas recuperou a boa forma com ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’, ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’ e ‘Noiva em Fuga’.

Sharon Stone

E se Julia Roberts era a namoradinha da América, rainha das comédias românticas, dois outros nomes ficaram conhecidos como as rainhas da sensualidade nos anos 90. A primeira delas é a loiraça Sharon Stone, que ficou famosa por seus filmes picantes no período. ‘Instinto Selvagem’ foi o divisor de águas em sua carreira, ainda hoje enaltecido como o maior exemplar de um thriller erótico do cinema. Stone seguiu para filmes de teor similar, como ‘Invasão de Privacidade’ e ‘O Especialista’, mas encontraria sucesso em ‘Rápida e Mortal’ e principalmente ‘Cassino’, de Martin Scorsese, sua única indicação ao Oscar.

Demi Moore

Ao lado de Sharon Stone, Demi Moore era a maior musa sensual dos anos 90. Moore começou como atriz jovenzinha nos anos 80, mas apareceu na década seguinte apaixonando plateias em ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’. Ela seguiria com o sucesso ‘Questão de Honra’ e no ano seguinte, era desejada por todos os homens graças ao sucesso muito falado na época ‘Proposta Indecente’. Da inocência, Moore se tornava predadora em filmes como ‘Assédio Sexual’ e ‘Striptease’ – que representou o auge de sua forma física e sensualidade. No ano seguinte, estrelou o cult e seguiu pelo caminho inverso com ‘Até o Limite da Honra’.

Jodie Foster

Meryl Streep é a recordista de indicações ao Oscar de todos os tempos. Mas nos anos 90, poucas atrizes possuíam mais prestígio do que Jodie Foster. Ela representou o sucesso de crítica no período, uma atriz que vivia se desafiando e conseguia fazer de tudo um pouco. Para começar, ela havia acabado de sair de uma vitória como atriz principal por ‘Acusados’ (1989). Pouco tempo depois faria de novo como vitoriosa da categoria de melhor atriz no Oscar por ‘O Silêncio dos Inocentes’ (1991), um dos filmes mais queridos e influentes do gênero suspense. Aliás, Foster só topou o papel porque queria ser diretora, e o estúdio lhe deu ‘Mentes que Brilham’ para comandar. Ou seja, além de tudo era diretora. Foster pode esticar sua capacidade dramática com ‘Sommersby’ e ‘Nell’, ao mesmo tempo em que estrelava sucessos como ‘Maverick’ e ‘Contato’.

Winona Ryder

Toda época precisa ter uma menina prodígio, e a dos anos 90 atende pelo nome Winona Ryder. A atriz voltou aos holofotes graças à sequência de ‘Os Fantasmas se Divertem’ – tendo estrelado o original com 17 aninhos. Dois anos depois, voltaria à parceria com o diretor Tim Burton em ‘Edward Mãos de Tesoura’, abrindo a década de 90 com um sucesso. Nessa época, Ryder já era considerada a melhor atriz de sua geração e todos os maiores diretores queriam trabalhar com ela. Foi o caso com Francis Ford Coppola, que a queria em ‘O Poderoso Chefão 3’. Ryder viria a trabalhar com o diretor dois anos depois, em ‘Drácula de Bram Stoker’. No ano seguinte, Ryder estrelaria ‘A Época da Inocência’, de Martin Scorsese, ao lado de Daniel Day-Lewis e Michelle Pfeiffer.

Meg Ryan

Julia Roberts ficou conhecida como a namoradinha da América nos anos 90, graças ao sucesso de ‘Uma Linda Mulher’. Mas algumas atrizes disputavam com ela o posto. Talvez sua principal “rival” como rainha das comédias românticas tenha sido Meg Ryan. Isso porque Ryan fechava os anos 80 com um dos maiores representantes do gênero ‘Harry e Sally – Feitos um para o Outro’, além de começar os anos 90 com o sucesso de ‘Sintonia de Amor’, um dos longas românticos mais adorados de todos os tempos. Ryan fecharia a década com os sucessos de ‘A Lente do Amor’, ‘Cidade dos Anjos’ e ‘Mens@gem para Você’.

Michelle Pfeiffer

Michelle Pfeiffer já era uma atriz famosa nos anos 80 e inclusive foi indicada ao Oscar duas vezes no período (‘Ligações Perigosas’ e ‘Susie e os Baker Boys’). Mas é inegável que no papel da Mulher-Gato em ‘Batman – O Retorno’, Pfeiffer atingiu um novo nível em seu estrelato. Ela se tornava um sucesso absoluto, um nome que adentrava a cultura pop como nunca anteriormente. Pfeiffer também esteve em ‘A Época da Inocência’ e atuou ao lado de Jack Nicholson no terror ‘Lobo’. A atriz voltaria aos holofotes no sucesso ‘Mentes Perigosas’, que foi muito comentado na época, e também teve sucesso em filmes românticos na década, como ‘Íntimo e Pessoal’ e ‘Um Dia Especial’.

Geena Davis

Se tinha uma atriz que “mandava” em Hollywood nos anos 90 com os maiores filmes, essa atriz era Geena Davis. Outra que já era figurinha carimbada nos anos 80, Davis já fazia sucesso em filmes como ‘A Mosca’, ‘Os Fantasmas se Divertem’ e levou um Oscar por ‘O Turista Acidental’. Assim, Davis adentrava os anos 90 com mais uma indicação, pelo quintessencial feminista ‘Thelma e Louise’ – um dos maiores sucessos da época. Davis emendava com ‘Uma Equipe Muito Especial’, outro libelo feminista da época e muito à frente de seu tempo. Da metade para o fim da década, no entanto, Davis havia ficado tão grande em Hollywood, que seu tombo foi igualmente épico. Em 1995, ela estrelou o filme mais caro do período, a aventura pirata ‘A Ilha da Garganta Cortada’ e terminou responsável pela falência do estúdio Carolco. No ano seguinte repetia a dobradinha com o então marido Renny Harlin, no thriller de ação ‘Despertar de um Pesadelo’.

Sandra Bullock

Fechando a matéria, temos duas atrizes que foram revelação nos anos 90 e chegaram a trabalhar juntas em um projeto na época. Sandra Bullock foi a terceira namoradinha da América nos anos 90, após Julia Roberts e Meg Ryan. A atriz foi revelada ao mundo graças ao sucesso do blockbuster ‘Velocidade Máxima’, mesmo no ano anterior já tendo aparecido em outro blockbuster, ‘O Demolidor’, com Sylvester Stallone. Logo, Bullock seguiu para o sucesso ‘Enquanto Você Dormia’, atraindo atenção e muitos elogios. Bullock mostrava talento dramático no suspense ‘Tempo de Matar’, ainda um de seus filmes mais elogiados, e seguia para se tornar a nova rainha dos filmes românticos, com sucessos como ‘Quando o Amor Acontece’, ‘Forças do Destino’ e ‘Da Magia à Sedução’.

Nicole Kidman

Nicole Kidman, assim como Sandra Bullock, também foi revelada nos anos 90. As duas chegaram a estrelar juntas ‘Da Magia à Sedução’, no fim da década, filme que vai ganhar continuação muito em breve. Kidman ganhou destaque ainda em 1989, no thriller ‘Terror a Bordo’ e seguiu para a ação de ‘Dias de Trovão’, onde conheceu Tom Cruise e um tempo depois se casou com ele. Depois vieram ‘Um Sonho Distante’ e ‘Malícia’ – mas a guinada em sua carreira ocorreria em 1995, quando virou protagonista em ‘Um Sonho Sem Limites’. No mesmo ano, foi a protagonista feminina do blockbuster ‘Batman Eternamente’. Kidman fecharia a década novamente ao lado do marido Tom Cruise em seu melhor filme juntos, ‘De Olhos Bem Fechados’, último trabalho do cineasta Stanley Kubrick.

Depois de ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Avatar’ e ‘Titanic’, James Cameron REBATE críticas de que seus roteiros são ruins

Ciborgue com olhos vermelhos em ambiente futurista.
o exterminador do futuro

James Cameron, o aclamado cineasta por trás de ‘Avatar’ eTitanic, rebateu a crítica de que seus roteiros são ruins.

40 anos de ‘O Exterminador do Futuro‘, o diretor se defendeu sobre seus roteiros, e deu um tapa na cara para os espectadores que às vezes reclamam dos diálogos constrangedores em seus filmes.

“Não penso nisso como um Santo Graal, isso é certo”, disse o cineasta sobre ‘O Exterminador do Futuro‘. “Olho para ele agora e há partes que são bem constrangedoras, e partes que são como, ‘Sim, nós nos saímos muito bem com os recursos que tínhamos disponíveis.’

“Eu não me diminuo em nenhum dos diálogos, mas tenho um fator de encolho menor do que, aparentemente, muitas pessoas têm em torno dos diálogos que escrevo. Quer saber? Eu tenho três dos quatro maiores filmes de maior bilheteria — então falaremos sobre a eficácia do diálogo.”, ele afirmou. 

“Não vejo ninguém reclamando da duração quando se senta e assiste a uma maratona [de televisão] por oito horas”, Cameron disse à Empire. “Quase consigo escrever esta parte da crítica. ‘O filme agonizantemente longo de três horas…’ E tipo, me dá um tempo, porra. Já vi meus filhos se sentarem e assistirem a cinco episódios de uma hora seguidos. Aqui está a grande mudança de paradigma social que precisa acontecer: não tem problema levantar e ir fazer xixi.”

Segundo o Deadline, Cameron atualmente adquiriu os direitos do próximo livro de Charles Pellegrino, “Ghosts of Hiroshima”. O diretor pretende adaptar este livro junto com “Last Train From Hiroshima” como base para um “filme teatral implacável”, que se chamará ‘Last Train From Hiroshima’.

O filme irá focar, em parte, na história real de um homem japonês da Segunda Guerra Mundial que sobreviveu à explosão atômica em Hiroshima, embarcou em um trem para Nagasaki e, surpreendentemente, também sobreviveu à explosão nuclear naquela cidade.

“É um tema que sempre quis abordar em um filme e que venho tentando descobrir como realizar ao longo dos anos. Encontrei Tsutomu Yamaguchi, um sobrevivente de Hiroshima e Nagasaki, poucos dias antes de sua morte. Ele estava no hospital e passando o bastão de sua história pessoal para nós, então eu tenho que fazê-lo. Não posso me afastar disso”, disse Cameron.

Durante a visita a Yamaguchi, Cameron e Pellegrino se comprometeram a “transmitir sua experiência única e angustiante para as gerações futuras”.

Lembrando que o terceiro filme da saga ‘Avatar‘, que será nomeado ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (Avatar: Fire and Ash, em tradução literal), ganhou data de estreia no Brasil.

A Disney lança o filme por aqui no dia 18 de Dezembro de 2025.

Assista ao painel:

Lembrando que ‘Avatar: O Caminho da Água’ está disponível no Disney Plus.

O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.

‘Agatha Desde Sempre’ é a série da Marvel mais PROMISSORA desde ‘Wandavision’ | Primeiras Impressões em Vídeo

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O editor-chefe Renato Marafon traz as primeiras impressões em vídeo de Agatha: Desde Sempre’, a série derivada de WandaVision estrelada por Kathryn Hahn.

Assista:

 

Relembre o trailer:

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

Jac Schaeffer entra como showrunner.

Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo RuppPatti LuPoneAubrey Plaza.

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Vingadores: Guerras Secretas

vingadores
vingadores

(Avengers: Secret Wars)

 

Elenco:

Robert Downey Jr.
Benedict Cumberbatch

 

Direção: Anthony Russo e Joe Russo

Gênero: Ação

Duração: —min.

Distribuidora: Marvel

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 6 de Maio de 2027

Sinopse: 

Em Vingadores: Guerras Secretas, os maiores heróis e vilões do Universo Marvel são transportados até um mundo alternativo criado por uma entidade de poder inconcebível conhecida como Beyonder para se digladiarem em combates letais. Ao vencedor, será concedido tudo aquilo que desejar. Acompanhe o Capitão América, X-Men, Vingadores, Quarteto Fantástico, Homem-Aranha e Hulk lutando contra  supervilões em confrontos memoráveis!

Curiosidades: 

» Idolatrado pelos fãs como Homem de Ferro, Robert Downey Jr. teve seu retorno confirmado ao Universo Cinematográfico Marvel, mas agora como o icônico vilão Doutor Destino. Ele estará em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, quinto e sexto filme da equipe de heróis. E vai receber o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel. O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.

» Em uma recente entrevista ao Screen Rant, o produtor Brad Winderbaum comentou sobre o futuro da saga, afirmando: “Acho que ‘Guerras Secretas’ será uma culminação incrível para a saga. Acho que vai fazer com que a jornada pareça que valeu a pena”.

» De fato, ‘Guerras Secretas’ promete ser um dos maiores crossovers do MCU, reunindo mais de 60 personagens em um confronto épico.

» Após ‘Guerras Secretas’, a Fase 7 marcará a entrada dos mutantes no Universo Cinematográfico Marvel. Embora o conceito de mutantes já tenha sido introduzido nas Fases 4 e 5, a nova fase promete explorar ainda mais esse universo, com a introdução de novos personagens e a exploração de novas histórias.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

robert downey jr dr destino marvel vingadores
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Crítica | Fantasma – Baseado em uma História REAL, Filme de Ação da Netflix Traz Ideia Genial de Assalto

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Desde a famosa aventura de Robin Hood, o ladrão do povo, que histórias que visam tirar dos ricos para dar aos pobres ganham a simpatia dos leitores e espectadores. No mundo capitalista em que vivemos, não sobra muito espaço para sonhar, por isso, quando uma história similar a esse mote acontece em alguma cidade ou país, o público fica alvoroçado. Aconteceu com a série ‘La Casa de Papel’, que tratava de um grupo de assaltantes que visava, em vez de roubar um banco, fabricar dinheiro para si mesmo – para, desse modo, não afetar a economia do país. Genial, porém, era ficção. Agora, chegou aos cinemas brasileiros um filme baseado numa história real, ‘Fantasma’, que é um prato cheio para quem gostou da série espanhola da Netflix.

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O ano era 2006. O Chile, assim como boa parte dos países sul-americanos, vivia um cenário de incertezas no início do novo milênio. Nesse cenário de desolação, José (Willy Semler) acaba de cair num golpe de investimento imobiliário e sua esposa, Jimena (Bárbara Ruiz-Tagle), o deixou. Sem perspectivas na vida, José acompanha sua vizinha ao banco e, enquanto ela vende seu terreno, ele tem uma ideia genial: quer roubar um banco. Mas, sem prejudicar ninguém: é que no Chile, após a venda de um imóvel ou terreno ao banco, a pessoa recebe o pagamento em espécie, em malotes, e, imediatamente deve depositá-lo; para o conforto do cliente, um funcionário do banco se oferece para fazer o depósito, para que o cliente não tenha que enfrentar filas. Esse é o plano de José: fazer-se passar por funcionário do banco e levar o malote, e, para isso, contará com a ajuda de seus colegas Chang (Daniel Muñoz) e Picasso (Darío Lopilato).

Com pouco mais de duas horas de duração, ‘Fantasma’ é desses filmões que oferecem muito mais do que seu poster/sinopse apresenta, e, definitivamente, é desses filmes nos quais o bom cinéfilo deve apostar. Vale cada minuto.

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Por ser inspirado em eventos reais, o que mais surpreende em ‘Fantasma’ é a genialidade da ideia do personagem José: a ideia não é roubar o dinheiro da venda do cidadão comum, e nem tampouco roubar o banco propriamente dito; ao roubar o dinheiro da transação, o banco é obrigado a acionar a seguradora e restituir o valor ao indivíduo, de forma que, na prática, não há uso de violência e nem ninguém sai exatamente prejudicado. À sua maneira, mostrou também a grotesca falha na segurança dos bancos chilenos, afinal, forma mais de 20 nos quais ele aplicou seu golpe.

O roteiro de Juan Pablo Domenech, Paloma Salas e Elisa Zulueta constrói uma narrativa intrincada com direito a plot twists sequenciados e que de fato surpreendem. Talvez, com tanta história e tantos elementos, o enredo pudesse ter sido uma série, em vez de filme, pois ‘Fantasma’ envolve tanto o espectador, que, ao final, deixa a sensação de desejarmos saber um pouco mais sobre os personagens, sobre o que aconteceu tanto antes quanto depois dos eventos do filme.

Bem dirigido por Martín Duplaquet e salpicado de pitadas de comédia e de ação com thriller policial, ‘Fantasma’ é diversão pura inspira e que dá ainda mais gosto de deleite por ser inspirado em eventos reais.

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‘Batman’ (1989) REESTREIA nos cinemas nacionais | Conheça Anton Furst, o VERDADEIRO criador da Gotham de Tim Burton

Designer foi responsável por dar vida à icônica estética no filme de 1989

Batman de 1989, dirigido por Tim Burton, reestreou nos cinemas nacionais nessa quinta-feira.

É interessante voltar um pouco para o lançamento da primeira aventura protagonizada por Michael Keaton. Em 1989 trabalhar com a propriedade do Batman era um pouco estranho; de fato, àquela altura o herói há muito tinha sido resgatado do estilo camp que marcou o seriado dos anos 60 e a censura do Comic Code Authority não mais era uma ameaça aos quadrinhos, visto que há muito a gerência de Dennis O’Neil recuperara um pouco da visão pulp proposta por Bill Finger nos anos 40.

Ainda assim, a estética (ou arquitetura) de Gotham permaneceu bastante padronizada dos anos 70 até 80; os detalhes para pichações ou lixos em becos (um possível legado de Watchmen) estavam presentes para desconstruir a ideia de um cenário seguro natural à histórias em quadrinho, porém a cidade permanecia indistinguível da Nova York daquele mesmo período.

Apesar de seus ilustres cidadãos, Gotham ainda era representada como uma cidade comum até os anos 80

E então, em 1985, Tim Burton realizou sua estreia no mundo dos longa metragens com As Aventuras de Pee-wee após vir de uma série de curtas realizados desde 1971 (com alguns deles como The Island of Doctor Agor e King and Octopus Animation já exibindo sua inclinação para o mesmo traço estilizado que ele iria popularizar anos depois no Stop Motion).

O diretor já havia conquistado atenção no até então mais recente Os Fantasmas se Divertem (onde ele demonstra as possibilidades de execução do stop motion) e ao ingressar no primeiro projeto para adaptar Batman para as telonas desde 1966 ele precisava encontrar um designer de produção que estivesse alinhado a sua identidade visual. Anton Furst também não era um estranho na indústria; antes de ingressar no projeto Batman ele havia trabalhado com Stanley Kubrick no design de Nascido para Matar.

Sua carreira antecedia a bem antes desse trabalho junto ao lendário realizador, tendo em 1979 integrado a equipe que desenvolveu os efeitos especiais vistos em Alien – O Oitavo Passageiro, ainda que sua participação não tenha sido creditada. Nesse mesmo ano, Furst teve uma outra participação não creditada no desenvolvimento de efeitos especiais em 007 – Contra o Foguete da Morte.

Os efeitos especiais em “Alien – O Oitavo Passageiro” são alguns dos mais marcantes já feitos

As interpretações de Furst e Burton andaram em concordância desde o início, com ambos decidindo que uma cidade como Gotham precisava evocar o gênero a que seu nome era dedicado. Cada construção deveria lembrar, para Burton, a ideia de monstros escondidos nas sombras e mistérios que acontecem apenas à noite. Já Furst identificava que, arquitetonicamente falando, cada construção da cidade deveria lembrar a estética medieval dos enormes castelos e catedrais; com suas colunas longas e finas, bem como as gárgulas observando a todos do alto.

Já no quesito iluminação a atenção de ambos se voltou para o legado técnico do Expressionismo Alemão, principalmente no tocante ao uso de luz e sombra para desenvolvimento dos personagens. Furst entendia que a variação de sombras e iluminação poderiam servir para externar sentimentos dos indivíduos em tela, de forma similar ao que um cenário geralmente realizava.

Sombra e luz foram essenciais para criar o ar teatral que Burton desejava.

A dualidade de Bruce Wayne, representada pela mansão no topo e pela caverna excessivamente sombria no subterrâneo é um exemplo. Por este segundo ser uma locação diretamente identificada com a persona de Batman, sua iluminação é majoritariamente escassa. O ideal de Expressionismo pode ser visto também em diferentes cenários ao longo do filme, com a presença constante de decorações inspiradas no movimento Art Déco.

Outro elemento icônico, o Batmóvel de capô estendido, nasceu da apreciação de Furst pelo passado, mais especificamente pelos carros utilizados nas corridas em campos de sal em Wendover, estado de Utah, que passaram a ter grande notoriedade nos anos 30. O design é bastante semelhante, sendo eles veículos rebaixados e alongados que não dificilmente alcançam altas velocidades nesse tipo de terreno plano.

O trabalho de Anton Furst em Batman lhe rendeu um Oscar de Melhor Direção de Arte em 1990, bem como um BAFTA de Melhor Design de Produção também pela aventura do Homem-Morcego. Infelizmente, em 24 de novembro de 1991 sua vida chegou a um trágico fim quando o mesmo cometeu suicídio, que veio após um divórcio e tentativas de se recuperar do vício em Halcion; ele deixou dois filhos.

5 adaptações baseadas nos escritos de Jane Austen que você PRECISA conferir

A romancista britânica Jane Austen, conhecida por inúmeros títulos que entraram para a lista das obras mais ovacionadas da literatura, tinha como principais estilos a crítica à sensibilidade da segunda metade do século XVIII, além de calcar o caminho transitório para o realismo literário do século XIX, utilizando ironia, humor e comentários sociais para analisar o funcionamento da sociedade inglesa da época.

Para celebrar seu contínuo legado tanto na literatura quanto no cinema e na televisão, separamos uma breve lista com cinco adaptações de seus romances que merecem ser conferidas pelos fãs de drama de época.

Confira abaixo:

RAZÃO E SENSIBILIDADE (1995)

Direção: Ang Lee

Considerada uma das releituras mais ovacionadas dos escritos de Austen, Razão e Sensibilidade tornou-se um sucesso crítico e comercial. Dirigido por Ang Lee, o longa-metragem trouxe no elenco nomes como Emma Thompson (que também ficou responsável pelo roteiro e inclusive ganhou um Oscar por seu impecável trabalho) e Kate Winslet.

Na trama, uma viúva e as três filhas passam a enfrentar dificuldades financeiras após a morte do patriarca da família, pois praticamente toda a herança foi para um filho do primeiro casamento, que ignora a promessa feita no leito de morte de seu pai que ampararia as meias-irmãs. Neste contexto, enquanto uma irmã prática (Thompson), usando a razão como principal forma de conduzir as situações, a outra (Winslet) se mostra emotiva, sem se reprimir nunca com uma sensibilidade flor da pele.

MANSFIELD PARK (1999)

Direção: Patricia Rozema

O drama cômico-romântico ‘Mansfield Park’ (ganhando o título de ‘Palácio das Ilusões’ no Brasil) não é tão conhecido, mas merece maior atenção por parte do público pela ousadia em incorporar elementos fora da obra homônima de Austen à narrativa – fazendo referências à vida da própria autora e também a temáticas como escravidão e plantações. Encabeçado por Patricia Rozema, o longa trouxe ao elenco nomes como Frances O’ConnorJonny Lee MillerJames Purefoy.

Na trama, Fanny (O’Connor), com apenas dez anos de idade, é enviada por seus pais empobrecidos para morar em Mansfield Park, a propriedade de sir Thomas, o marido rico e nobre de sua tia. A garota cresce bonita, estudiosa e inteligente, torna-se escritora e, a certa altura, apaixona-se.

ORGULHO E PRECONCEITO (2005)

Direção: Joe Wright

Orgulho e Preconceito é um dos títulos mais famosos da extensa carreira de Austen e é considerado por muitos especialistas como sua magnum opus. A versão mais recente da adaptação foi lançada em 2005 pelas habilidosas mãos de Joe Wright, fazendo jus ao romance original e consagrando uma das maiores estreias cinematográficas da contemporaneidade.

A trama acompanha Elizabeth Bennett (Keira Knightley), que vive com a mãe, o pai e as quatro irmãs na zona rural da Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy (Matthew Macfadyen), faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

AMOR & AMIZADE (2016)

Direção: Whit Stillman

‘Amor & Amizade’ se tornou uma das grandes surpresas de 2016 e foi comandado por Whit Stilman, conhecido por seu trabalho nos filmes ‘Barcelona’‘Metropolitan’. Aclamado pela crítica arrecadando nada menos que sete vezes seu orçamento, a adaptação entrou para a lista das melhores das obras de Austen e contou um elenco estelar formado por nomes como Kate BeckinsaleChloë SevignyXavier SamuelStephen Fry e outros.

Baseado no romance epistolar ‘Lady Susan’, lançado em 1794, o drama cômico acompanha a bela Susan Vernon (Beckinsale), que foge das fofocas sobre seus casos amorosos buscando refúgio na fazenda dos antigos cunhados. Lá reflete sobre a vida e decide arranjar um novo marido para si e um bom pretendente para a filha, Frederica (Morfydd Clark).

EMMA. (2020)

Direção: Autumn de Wilde

EMMA.’ gira em torno da heroína titular, uma verborrágica e rica jovem pertencente à família Woodhouse que não filtra o que lhe passa à mente e não pensa duas vezes antes de exprimir o que acha sobre determinado assunto – substancialmente quando esses assuntos envolvem seu pai, suas irmãs, sua amiga mais próxima e um charmoso e cínico galã que a tira do sério. Emma é revestida pela presença instantânea de Anya Taylor-Joy, que volta a provar sua versatilidade com um papel bem distinto dos outros filmes que estrelou; na verdade, a atriz emerge no longa-metragem em uma rendição inesquecível, encarnando o cantado sotaque britânico da era regencial e afastando-se por completo dos estigmas de A Bruxa e Fragmentado.

A adaptação recebeu diversos elogios por parte da crítica especializada, que comentou acerca da química do elenco e da capacidade da roteirista Eleanor Catton em administrar com proeza os principais elementos do romance original. Apesar de não ter feito um gigantesco sucesso financeiro, a produção conquistou duas indicações ao Oscar e uma indicação ao BAFTA.

Billie Eilish | Ranqueamos todos os álbuns da ICÔNICA artista!

Billie Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy. Dois anos mais tarde, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

Nos últimos dias, Eilish fez seu glorioso retorno ao cenário fonográfico com o lançamento do antecipado e já aclamado Hit Me Hard and Soft, terceiro compilado de originais que representou um importante capítulo em sua carreira e já se sagrou como um dos melhores do ano.

Para celebrar a recente estreia do disco, preparamos uma brevíssima lista elencando seus álbuns de estúdio do “pior” para o melhor.

Veja abaixo as nossas escolhas:

3. HAPPIER THAN EVER (2021)

“[…] aspecto mais interessante de ‘Happier Than Ever’ seja a sutileza indesculpável no qual ele se alicerça: enquanto a estreia de Eilish foi marcada pelo choque, aqui ela alcança o mesmo objetivo mudando completamente a perspectiva e as mensagens a que se promove a entregar aos fãs. Desde as irretocáveis inflexões minimalistas às densas metáforas que exalam dos versos, há um senso de credibilidade que emana da posição em que a artista se encontra que nos faz aceitar o diabólico convite para essa jornada de autodescobrimento. “NDA” arranca uma das melhores letras dos últimos anos (“levei um garoto bonito para casa, mas ele não pôde ficar; quando saiu, o fiz assinar um acordo de sigilo”) e explode em um electro-pop ecoante; já “Your Power” exila-se num oposto complementar, delineado pelos acordes do violão e por uma mensagem angustiante de cautela” – Thiago Nolla

2. WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO? (2019)

“A obra ganha notoriedade já com a primeira canção completa, bad guy”. A batida bem demarcada é acompanhada pela entrega pausada e propositalmente cansada da lead singer que nos arremessa de volta para o uma atmosfera neo-noir e misteriosa. É claro que a imensa catarse causada pela música não abre margens para clichês sonoros – e é por isso que o grave baixo nos guia de modo retumbante até o refrão, onde criações imaginativas dos primórdios do synth-pop nos aguardam com paciência. A prosódia epopeica funciona como um hino trap sensual e fluido, aumentando nossas expectativas para as próximas iterações” – T.N.

1. HIT ME HARD AND SOFT (2024)

“É notável como a performer, ano após ano, demonstra mais conforto em abrir sua vulnerabilidade e imprimir declamações mais pessoais e intimistas em suas peças musicais. Dessa forma, Hit Me Hard and Soft não foca apenas em um mercadológico produto para alimentar sua crescente legião de fãs, como posa em um conceitualismo marcante que amalgama diversos gêneros em um microcosmos vibrante e recheado de inflexões rítmicas arrepiantes e que nos mantêm dinamizados e energizados dentro de uma jornada sinestésica. À medida que Billie e Finneas continuam a se aventurar nos altos e baixos da indústria e firmam seus nomes para as futuras gerações de artistas, percebe-se uma renegação do que está em voga e um contraposto movimento de vaivém que nos impede de imaginar o que eles estão nos preparando” – T.N.

Gosta de ROMANCE? 10 Dicas de ÓTIMOS Filmes sobre as descobertas do amor

O amor é uma variável universal que quando chega em nossa frente é difícil nos desviar. Pensando em obras que abordam as descobertas do amor, não só no sentido romântico mas também nos laços paternos ou maternos, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Uma Lição de Amor

Pai, você foi meu herói, meu bandido. Nas histórias mais simples encontramos reflexões para toda uma vida. Longa-metragem belga escondido no catálogo da Prime Video, Uma Lição de Amor (sim, homônimo daquele lindo filme com Sean Penn), dribla o tom melancólico para uma direção mais objetiva na construção de um relacionamento antes distante, agora com uma segunda chance. O filme, produzido pelos irmãos Dardenne, e dirigido pela cineasta Amélie van Elmbt, em seu segundo longa-metragem da carreira, pode ser definido como um retrato delicado sobre um enorme conflito de um homem e suas escolhas.

 

O Amante de Lady Chatterley

O fogo da paixão e as descobertas sobre o desejo. Baseado no livro homônimo do escritor britânico D.H. Lawrence, publicado no final da década de 20, O Amante de Lady Chatterley nos mostra uma saga de escolhas de uma mulher que joga para escanteio as frustrações de um relacionamento infeliz para viver de forma muito intensa os prazeres do amor com um funcionário da propriedade rural de seu marido. A descoberta do desejo, dos prazeres, de forma bem detalhista, contornam as linhas do roteiro que é assinado por David Magee. Como protagonista, a atriz Emma Corrin, intérprete de uma das fases da vida de Princesa Diana em The Crown.

 

Wildhood: Busca Pelas Raízes

Na trama, conhecemos Link (Phillip Lewitski), um jovem adolescente com raízes indígenas, que mora no Canadá e tem um cotidiano de conflitos com muitas discussões e violência no relacionamento com o pai. Certo dia, ele descobre que sua mãe (que ele pensara estar morta) está viva e morando em um lugar longe dali. Ele resolve ir atrás dela, e leva seu irmão caçula junto. Ao longo dessa viagem cheia de surpresas acaba encontrando outro jovem, Pasmay (Joshua Odjick), que embarca com eles nessa jornada.

 

Loucura de Amor

Na trama, conhecemos Adri (Álvaro Cervantes), um jornalista que trabalha em uma revista badalada escreve sobre os mais diversos e muitas vezes polêmicos temas. Certa noite, saindo com dois inseparáveis amigos e acaba conhecendo Carla (Susana Abaitua) da maneira mais inusitada possível e ambos resolvem curtir aquela noite sem compromisso e depois não se verem mais. A questão é que a tal noite é intensa e inesquecível, deixando Adri desesperado nos dias seguintes atrás daquela mulher que acabara de mudar sua maneira de enxergar o mundo. Ele acaba a achando, e descobre que Carla é paciente em uma clínica psiquiátrica. Assim, o protagonista precisará bolar um plano bem fora do comum para tentar passar mais alguns dias perto do amor de sua vida.

 

A Escolha

O protagonista é um jovem de cerca de 30 anos, de origem e família na Estônia, que não sabe direito o que fazer da vida profissional e trabalha em obras na Finlândia. Completamente confuso e sem saber o que fazer após a notícia de que é pai, embarca em uma jornada de assumir a paternidade e os cuidados da recém nascida sozinho já que a mãe não a quis assumir naquele momento. Completamente sem jeito, talvez pela rebeldia que o persegue faz anos e que fica claro desde o primeiro arco do roteiro, Erik (Reimo Sagor) aos poucos vai se descobrindo como pai, navegando pelas responsabilidades e derrapando nas irresponsabilidades.

 

Uma Vida Comum

Na trama, conhecemos o sereno John May (Eddie Marsan). Um homem que trabalha a mais de 20 anos na mesma empresa, onde exerce a função inusitada de ser o encarregado de encontrar o parente mais próximo de pessoas que morreram sozinhas. Meticuloso e detalhista em suas pesquisas, não é visto com bons olhos pelo restante do departamento. Assim, quando há uma mudança na estrutura onde trabalha, é demitido mas pede para resolver o último caso que vai levá-lo a uma viagem de descobertas e amores buscando encontrar um sentido para sua própria vida.

 

Moneyboys

Na trama, conhecemos Fei (Kai Ko), um pouco no seu início na sua trajetória como garoto de programa que busca um pé de meia para ajudar a família até tempos mais tarde onde se vê preso em dilemas e conflitos. Os novos olhares sobre sua relação com a família, a aproximação com um jovem que reflete muito do que ele era, e a redescoberta de um grande amor do passado transformam a trajetória do protagonista que cada vez mais se afasta de qualquer deslumbre sobre o que é realmente ser feliz.

 

Diga-me Quando

Quando a ingenuidade encontra as indomáveis lições do amar. Filme de estreia na direção e roteiro do cineasta mexicano Gerardo Gatica, Diga-me Quando apresenta pequenos exageros costurados com clichês mas nada que gere bocejos ou desinteresse, pelo contrário, o projeto se apresenta muito mais profundo do que aparenta, uma belíssima construção com diálogos criativos, emoções variadas, se tornando uma crônica latina sobre as descobertas do amar. Sem pretensão de ser perfeito, se arrisca com sucesso nas linhas tumultuadas da melancolia. Grata surpresa.

 

Me Chame pelo seu Nome

Na trama, ambientada no início da década de 80 em algum lugar belíssimo do norte da Itália, conhecemos o jovem e inteligente Elio, que está passando férias na enorme casa que a família possui na Riviera italiana. Elio está na fase das descobertas, tem amigos mas prefere os livros, a música e uma calma solidão. Certo dia durante as férias, um estudante chamado Oliver, amigo de seu pai, o Sr. Perlmann, que é professor, chega para passar algumas semanas. Logo, Elio e Oliver começam a ver que possuem muitas coisas em comum, rapidamente se aproximam e sentimentos afloram de maneira intensa marcando para sempre as vidas dos dois.

 

Minha Família quer que eu Case

Na trama, conhecemos a documentarista Zoe (Lily James), uma mulher já na casa dos 30 anos, independente, que se dedicou nos últimos anos de sua vida à carreira profissional com poucas aberturas para amores e paixões. Certo dia, tem uma ideia para um próximo documentário que consiste em filmar a vida do seu vizinho de infância, o oncologista Kaz (Shazad Latif) que está prestes a se casar em um casamento arranjado, de acordo com as tradições de sua família descendentes de paquistaneses. Com o passar do tempo, Zoe começa a refletir mais sobre sua própria vida, o olhar para o outro se torna mais corriqueiro, de forma simples começa a perceber os contextos que o destino transmite.

‘Terrifier 3’: Primeiras impressões chamam o filme de “DOENTIO, depravado e blasfemo”

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A aguardada sequênciaTerrifier 3’ chega aos cinemas em outubro, e o longa, que foi visto recentemente por alguns jornalistas, foi descrito como “doentio, depravado e blasfemo”.

As primeiras reações indicam, em geral, um aumento significativo na violência, superando a brutalidade dos filmes anteriores, embora a trama apresente alguns problemas narrativos.

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Terrifier 3 é facilmente o meu favorito da série até agora, mas não seria o que é sem os dois primeiros filmes. A história continua a partir do segundo filme, adicionando uma profundidade que só vem da construção do que veio antes – é muito mais do que apenas mais um festival de sangue. A arte é mais boba”, disse Jones Vibes.

Terrifier 3 vai lá e depois vai 54 passos adiante. Um festival de respingos absoluto de proporções invisíveis. Cena do chuveiro que ficará na história. Lauren LaVera é uma ótima protagonista. Muitos mergulhos torcidos e arrumados na tradição, ficando muito Hellraiser aqui. Droga”, disse Noah Levine.

Terrifier 3 é tudo o que você deseja se for fã da franquia. Ele combina bem o tom dos 2 anteriores, ao mesmo tempo em que impulsiona a tradição e os personagens de maneiras interessantes. Ah… e é brutal AS [frick]!! Ele olha para todos os limites e os cruza com um sorriso torcido!”, disse Cody Leach.

“O TERRIFIER 3 é realmente mau. E quero dizer isso da melhor maneira possível. Grindhouse além de Grindhouse. Efeitos práticos verdadeiramente doentios misturados com uma tradição que está ficando cada vez mais complexa.Não sei como Damien Leone supera isso. Lauren LaVera THEE garota final”, disse James Preston Poole.

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Vale lembrar que, sucesso nos cinemas, o segundo longa arrecadou impressionantes US$ 15 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 250 mil. E, além de ter despertado a curiosidade dos espectadores, a produção também agradou os críticos, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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