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Crítica | ‘Black Rio! Black Power!’ é mais que maravilhoso, é necessário!

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A vida de filme nacional não é das mais fáceis, de documentário nacional então… Mais difícil ainda. Caso não atraia multidões no primeiro fim de semana, raramente terá vida longa nos cinemas do país. E nessa ânsia do lucro, muitas pérolas acabam se perdendo. E esse parece ser o caso de Black Rio! Black Power!, de Emilio Domingos.

Lançado na última quinta-feira (5), o documentário está com pouquíssimas sessões nos cinemas do Rio de Janeiro. O que beira o absurdo, visto que é um filme que dialoga diretamente com a história e formação cultural e social da própria cidade. O longa revisita a quadra do Grêmio de Rocha Miranda, lar do movimento Soul, ou movimento Black, que tomou os salões das periferias cariocas entre as décadas de 1970 e 1980.

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Sob influência das canções norte-americanas, os negros e pobres da cidade passaram a se reunir nesses bailes para ‘tomar sua Coca-Cola, curtir sua dança e dar seus beijos’, como é dito em certo momento do filme. Mais do que isso, porém, esses salões viraram involuntariamente fagulhas políticas, já que eram espalhadas mensagens motivacionais, como ‘estude!’ e ‘você é preto e você é bonito, você tem valor’, para parcelas da sociedade que eram propositalmente escanteadas, alimentando a baixo custo o sistema da época.

Nesse contexto, nights como o Soul Grand Prix e as raízes da (equipe poderosa) Furacão 2000 ferveram a juventude do Rio com passos de dança, liberdade de expressão, mensagens de valorização e muita música boa. Ao som de James Brown, a galera excluída podia enfim se sentir importante, se sentir ser humano.

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Dito isso, o trabalho de Emilio Domingos nesse filme é um espetáculo. Se você prestou bem atenção na década que o documentário retrata, deve saber o que estava acontecendo no país naquela época. Em meio à Ditadura Militar, sair nas ruas com um sapato alto, com um cabelo afro já era o bastante para ser enquadrado por vadiagem. Imagine então se reunir em núcleos supostamente político-raciais. Sob o fantasma de um comunismo que jamais chegou perto de acontecer, os bailes Soul foram rapidamente recriminados pelos militares. E como as principais empresas de TV e jornais acabaram apoiando o regime, não demorou para que a valorização dessa cultura black brasileira fosse marginalizada, transformada em coisa de vagabundo.

Então pense na dificuldade de fazer um documentário em vídeo sobre um tema que era extremamente periférico, em uma época em que não havia telefones celulares e nem acesso fácil a câmeras de vídeo. Mais do que isso, abordar um tema que foi propositalmente apagado e recriminado pelo governo e imprensa da época. O trabalho de pesquisa de Emilio e sua equipe foram hercúleos em encontrar vídeos, fotos e reportagens que mostrassem os bailes da época. Inclusive, ele conseguiu recuperar imagens feitas em matérias jornalísticas daqueles tempos que criticavam os bailes. Com esse material, ele subverte o propósito das imagens e as usa como forma de valorizar aquela galera. É muito representativo.

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A condução do documentário é feita da forma mais brasileira possível: de forma oral. Emilio entrevista nomes lendários da cena Soul carioca, como Dom Filó – o grande pai do Soul Grand Prix – e Carlos Dafé, o Príncipe do Soul. Mais do que essas lendas vivas, ele vai atrás de agitadores culturais e frequentadores desses bailes. Por meio das histórias contadas por ele, o documentário se desenrola e se expande de forma deliciosa, como conversar com seu avô em um fim de semana ao som de sua música favorita tocando na vitrolinha.

São depoimentos sinceros, riquíssimos em detalhes e muito descontraídos. E há momentos em que o público consegue ver essa galera nas fotos da época para vê-los bem velhinhos logo em seguida. É impactante, porque os espectadores veem todo o seu desenvolvimento, se encantam com o que eles têm a dizer e entendem que mesmo com o tempo tendo passado, eles continuam gigantes. Mais ou menos como ouvir uma canção contagiante.

E há momentos incríveis, como o debate que a mídia da época tentou forçar para descredibilizar o movimento Soul. Eles diziam que era uma tentativa de ‘americanizar’ os brasileiros, já que o povo dançava músicas dos EUA em vez de samba. E esse discurso absurdo, que desconsiderava o contexto de embranquecimento do samba da época, foi prontamente abraçado pelos militantes de esquerda. Ou seja, o Soul apanhava do regime e da esquerda. Era porrada de todo lado em uma galera que só queria dançar, curtir e ser feliz.

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Em tempos em que o discurso de igualdade vem crescendo cada vez mais, ter um filme como esse é fundamental. Não existe futuro para quem não conhece seu passado. E para entender a cultura atual, é preciso compreender de onde ela veio. O Soul andou para que o Funk pudesse correr, por exemplo. Black Rio! Black Power! é uma poesia de menos de duas horas, que ensina mais do molejo e espírito do carioca que qualquer aula de antropologia. É uma poesia musical de encher olhos, ouvidos e a alma. É um filme mais que maravilhoso, é necessário.

E a cena final… A chave de ouro de uma obra-prima. Resta torcer para que os cinemas deem uma segunda chance para ele ficar em cartaz pelo menos até a Semana do Cinema, porque ele merece demais ser assistido.

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Black Rio! Black Power! está em cartaz nos cinemas.

Exclusivo | Entrevista Cidade; Campo – Juliana Rojas: “O Corpo Também é um Território; uma Espaço de Afeto e Identidade”

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“Processar luto, processar trauma e lidar com o recomeço são as temáticas do filme”, explica Juliana Rojas sobre Cidade; Campo. Lançado nos cinemas brasileiros no último dia 29 de agosto, o quarto longa da diretora brasileira teve sua estreia mundial, e foi premiado, na 74° Berlinale – Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Durante o evento na capital alemã, o CinePOP teve a oportunidade de uma entrevista exclusiva com a cineasta antes da sua premiação como Melhor Direção da mostra paralela Encounters. Ao longo do bate-papo, Juliana falou das suas inspirações para o projeto, as causas sociais debatidas, como exploração do trabalho e representatividade lésbica, além de não deixar de lado sua marca registrada: a atmosfera fantasmagórica. 

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Cidade; Campo conta duas histórias de migração, memória e fantasmas entre a cidade e o campo. Após enchentes devastadoras em sua cidade natal, a trabalhadora rural Joana (Fernanda Vianna) se muda para São Paulo para encontrar sua irmã Tânia (Andrea Marquee), que mora com o neto Jaime (Kalleb Oliveira). 

Em um segundo momento, Flávia (Mirella Façanha) e Mara (Bruna Linzmeyer) lutam para recomeçar a vida em uma casa abandonada, mas a primeira desconfia haver algo na mata ao redor da residência e essa suspeita abala o relacionamento entre as duas. Confira abaixo a entrevista com a nossa maior cineasta do horror fantástico brasileiro atualemente. 

Um Ponto e o Recomeço

CinePOP: Como você escolheu este título Cidade; Campo, a poética do ponto e vírgula, como uma pausa e recomeço? Você já tinha a intenção de fazer o filme em duas narrativas? 

Juliana Rojas: É uma linguagem poética, um ponto e vírgula tem uma pausa, mas também tem uma ideia de continuidade na mesma sentença. É isso que eu queria pro filme, dividido em duas partes, duas histórias com personagens e locais diferentes, mas que tivesse também uma relação entre esses dois espaços e entre os elementos dessas histórias. A motivação do filme é refletir sobre as nossas origens e como isso nos afeta. Além disso, conhecer a existência e a identidade desses dois lugares [cidade e campo]. 

Relações de Exploração do Trabalho 

CinePOP: Você trata nos seus outros filmes Trabalhar Cansa (2011) e As Boas Maneiras (2017) dessa relação do patrão empregado, e agora com a precarização do trabalho com aplicativo, e o que não tínhamos visto antes que é o trabalho rural. Como você teve a ideia de integrar o trabalho do campo nessa sua perspectiva do horror da relação entre as pessoas e o trabalho?  

Juliana Rojas:  O trabalho rural entra num aspecto diferente do que na cidade; embora tenha a ver com elementos que eu venho falando nos outros filmes, nesse a precarização é o que chamamos de “uberização” da força de trabalho. Acredito que é um elemento interessante da história da Joana [que vem do campo para cidade]. 

Já o campo acho que tinha a ver com como essas relações de trabalho dentro do campo, mesmo numa lógica de uma fazenda que você está cultivando para você e para vender. Com a chegada opressora dos cultivos de soja, de cana, de milho pelas grandes empresas,  que compram espaços gigantescos de terra, isso tem mudado. Existe não somente a questão da agressividade para expulsar o pequeno produtor, mas também a questão ambiental, de como isso afeta e destroi os recursos naturais desses lugares. Os mais vulneráveis sempre são as pequenas comunidades.

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Letícia Alassë e Juliana Rojas no Festival de Berlim 2024

Baseada nos Casos de Mariana e Brumadinho?

CinePOP: Um assunto também que acredito que é bastante ousado em Cidade; Campo é falar sobre a tragédia que aconteceu com a ruptura da barragem nas cidades de Minas Gerais. A personagem Joana representa esse sobrevivente que perdeu tudo e tenta recomeçar, é isso muito impactante pra gente relembrar. Quando você decidiu trazer essa essa tragédia para narrativa?

Juliana Rojas: Para mim, a inspiração foram relatos de pessoas que foram vítimas do desastre tanto de Mariana quanto Brumadinho, porque foi algo que me impactou pessoalmente até por eu ter vários familiares, não na região específica, mas em Minas Gerais, então uma região que eu conheço. Essa região foi totalmente destruída, a natureza, o rio, as pessoas, as comunidades, tudo desapareceu. 

Acompanhei muito de perto, para mim, além do simbólico, é [uma reflexão de] um desastre causado por uma empresa estrangeira que vem explorar recursos no Brasil e causar um impacto natural extremamente agressivo. Eles destroem os locais e depois seguem em frente, seguem lucrando.

Representa, portanto, muito bem como funciona o capitalismo. Não cito no filme [as cidades] porque não é um filme sobre esses eventos em particular. Apesar de remeter, não achei adequado, porque se eu fosse falar desse episódio particular teria que ser um filme inteiro sobre isso. [Este assunto] é muito complexo e tem muitas camadas e muitos personagens. 

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Sexualidade Homoafetiva Feminina na Tela

CinePOP: Outro assunto que eu queria trazer é também a ousadia da segunda parte do filme, com o casal Flávia e Mara e a cena de relação sexual entre elas. Atualmente, o público tá muito pudico. Por exemplo, Pobres Criaturas [filme de Yorgo Lanthimos, indicado a 11 Oscars, 4 vitórias], as pessoas reclamam por ter cenas de sexos. Como você decidiu introduzir uma cena que a gente não tá habituado no cinema brasileiro de forma natural, não sendo esta a temática principal. Qual a importância dela no filme ?

Juliana Rojas: A presença dessa cena tem vários aspectos. A história sobre esse casal busca compreender essa mudança de construir a vida nesse outro local, nessa fazenda, após a morte do pai da Flávia. Essa parte é sobre a relação delas e como elas lidam com essa mudança. Era importante tê-las como um casal sapatão e que eu representasse o amor delas, até porque depois dessa sequência começa uma fase da história que elas começam a se afastar. Ou seja, tinha a ver com a construção dramatúrgica dessa segunda parte, além disso acho que tem a ideia também de representação do corpo.

Como a Mirella [Façanha], que faz a Flávia, falou no debate da premiere tem a questão de serem corpos que não são geralmente representados nos filmes e ainda mais em cenas assim, pois são copos sapatões, gordo e negro, portanto existe a importância de criar essas imagens e também a ideia de que o corpo também é um território da gente, um espaço de afeto e identidade.

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Cinema de Gênero Brasileiro

CinePOP: Para finalizar, queria falar do aspecto fantasmagórico do filme. Como você encontrou essa atmosfera, teve alguma inspiração? Para mim, remete ao filme Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2010, do Apichatpong Weerasethakul. Você o tinha visto e o teve como referência? 

Juliana Rojas: Com certeza, assisti muitos filmes que lidam com fantasmas e com relação à natureza. Buscando inspiração, eu lembro do filme japonês A Floresta dos Lamentos [2007], da Naomi Kawase, e tem a ver com uma personagem num processo de luto e ela recorre a floresta como um significado de espiritualidade, é um filme que me marcou bastante. Tio Boonmee [quer dizer, o cineasta Apichatpong] também gosto muito da cinematografia dele, acho que temos elementos em comum, como a relação entre o passado e o presente, isto é, a memória e o presente, a relação entre a natureza e o urbano, várias coisas, então, com certeza, teve uma inspiração.  

CinePOP: Falei que era a última ,mas por curiosidade, depois de Sinfonia da Necrópole [Juliana Rojas, 2014] e agora que tem uma canção original “Alecrim” neste filme, você planeja fazer um filme totalmente musical? 

Juliana Rojas: Não, por enquanto não, mas eu adoraria. Tenho vontade sim, tenho vontade de ver um filme totalmente musical. “Alecrim”, do filme, foi minha mãe que compôs a letra e a música 

Veja a entrevista completa no YouTube: 

Confira mais um teaser INÉDITO de ‘O Professor’, nova série de comédia do Disney+!

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Foi divulgado mais um teaser inédito de ‘O Professor‘ (English Teacher), série de comédia criada e estrelada por Brian Jordan Alvarez (‘Jane the Virgin’).

Confira, junto ao trailer dublado, e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreou no último dia 02 de setembro no canal FX, mas ainda segue sem previsão no Brasil.

A trama traz Alvarez como Evan Marquez, um professor do ensino médio em Austin, Texas, que muitas vezes se encontra na interseção dos aspectos pessoais, profissionais e políticos do trabalho em uma escola secundária. Evan quer ser uma pessoa de princípios, mas muitas vezes enfrenta problemas por causa disso.

Stephanie KoenigEnrico ColantoniSean PattonCarmen ChristopherJordan FirstmanLangston Kerman e outros completam o elenco.

Alvarez também entra como produtor executivo ao lado de Paul SimmsJonathan KriselDave King.

Confira o novo cartaz INCRÍVEL da 2ª e ÚLTIMA temporada de ‘Arcane’!

Personagens da série animada Arkane brigando.
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A Netflix divulgou um cartaz inédito da 2ª (e última) temporada da aclamada animação ‘Arcane‘.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O ciclo final está programado para estrear em novembro.

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Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

Barry Keoghan irá REPRISAR seu papel com Coringa em ‘Batman: Parte II’? Astro responde!

Em uma recente conversa com a Variety, o indicado ao Oscar Barry Keoghan comentou sobre a já confirmada e antecipadíssima sequência ‘Batman: Parte II’ – e foi questionado se iria reprisar seu papel como Coringa no longa-metragem.

Keoghan recebeu diversos elogios ao encarnar o Palhaço do Crime no filme de Matt Reeves, dividindo as telonas com Robert Pattinson como o personagem titular, mas não pôde revelar muitos detalhes sobre seu suposto retorno.

“Não posso dizer muito”, ele afirmou. “A câmera está olhando diretamente para mim. Vamos ver o que acontece. Novamente, foi uma experiência incrível… E, sim, não posso falar nada…”.

Reeves e Mattson Tomlin são os roteiristas de ‘Batman: Parte II‘, com Reeves também retornando à cadeira de diretor. As filmagens têm previsão para iniciar em março de 2024.

Lembrando que o filme será lançado no dia 03 de outubro de 2025, conforme revelado por James GunnPeter Safran.

Pattinson retorna como o protagonista.

No original, a trama mostra um Bruce Wayne recluso, que evolui de uma misteriosa e temida criatura da noite para um símbolo de esperança numa Gotham City aterrorizada pela cruzada do Charada (Paul Dano) contra a elite.

Sendo assim, é mais do que natural explorar como Wayne vai encarar e lidar com o novo status que o Batman adquiriu no desfecho do longa.

Por enquanto, os detalhes do próximo filme estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, o clássico inimigo de Batman provocado nos momentos finais do filme de Reeves e interpretado por Barry Keoghan.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ está disponível na HBO Max.

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

‘Deadpool e Wolverine’ se torna a 15ª MAIOR arrecadação de bilheteria dos EUA

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Deadpool e Wolverine, a iteração mais recente da Marvel Studios, chegou aos cinemas em julho deste ano – e, em pouco tempo, quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor do mundo.

Agora, o longa-metragem estrelado por Ryan Reynolds como o Mercenário Tagarela e Hugh Jackman como o icônico mutante, sagrou-se a 15ª maior bilheteria da história dos Estados Unidos, firmando US$608,5 milhões na arrecadação doméstica.

Internacionalmente, o projeto já abarcou US$660,8 milhões, conquistando US$1,269 no total.

Isso não é tudo: após o sucesso financeiro do longa, rumores de que um quarto capítulo da franquia Deadpool começaram a despontar – mas não há qualquer confirmação de que mais um filme esteja em desenvolvimento ativo pelo estúdio.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Alec Baldwin e Geena Davis iriam RETORNAR nas primeiras versões de ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’

Três décadas e meia depois de chegar aos cinemas, Os Fantasmas se Divertem ganhou uma divertida sequência que estreou recentemente nas telonas ao redor do mundo.

E, apesar de trazer inúmeros nomes de volta para o elenco, incluindo Winona Ryder como Lydia Deetz, Michael Keaton como Beetlejuice e Catherine O’Hara como Delia Deetz, dois nomes ficaram de fora da história – Alec BaldwinGeena Davis como Adam e Barbara Maitland.

Agora, em uma recente entrevista à EW, o co-roteirista Alfred Gough confirmou que as primeiras versões do enredo traziam ambos os personagens através de participações especiais – mas as logísticas de colocá-los idênticos aos seus semblantes de 1988 e a presença de outros personagens inviabilizaram os planos.

“É engraçado com os Maitlands, porque perguntamos [ao diretor] Tim Burton e ficávamos indo e vindo”, ele explicou. “Houve uma versão em que eles apareciam apenas no final, mas o problema é que eles são fantasmas. Então, eles precisavam parecer com 35 anos, o que nunca aconteceria. Acho que Tim sentiu isso, e [o co-roteirista] Miles [Millar] e eu concordei, a história deles já havia sido contada. Então, como seguimos em frente?”.

Com o filme original focando nos Maitlands transicionando do mundo dos vivos para o mundo dos mortos, os realizadores queriam que a sequência focasse na família Deetz.

“O primeiro filme é sobre os Maitlands”, Gough afirmou. “Era um filme do Alec Baldwin e da Geena Davis por uma boa parte. Eles eram os protagonistas que chamavam Beetlejuice contra a família Deetz. Então, [Burton] disse que queria focar neles”.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência.

‘Imaculada’: TERROR protagonizado por Sydney Sweeney chega ESTA SEMANA ao streaming!

O recente filme de terror Imaculada, estrelado por Sydney Sweeney, chega esta semana ao Prime Video.

O longa-metragem chega ao catálogo da plataforma de streaming no próximo dia 13 de setembro.

Na trama, Cecilia (interpretada por Sweeney) é uma mulher de fé dedicada que recebe uma oferta para um papel especial em um conceituado convento italiano. Contudo, sua calorosa recepção logo se transforma quando segredos sombrios e arrepiantes começam a revisitar na nova moradia.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Sweeney também assume a produção ao lado da Black Bear e da Middle Child Pictures.

O elenco também conta com Simona Tabasco (‘The White Lotus’), Álvaro Morte (‘La casa de papel’), Benedetta Porcaroli (‘Baby’) e Dora Romano (‘Bang Bang Baby’).

10 Personagens do cinema extremamente caloteiros!

Levar um calote não é algo bom ainda mais quando confiamos nas pessoas que achávamos serem nossos fiéis amigos. No mundo do cinema, entre ficções e projetos baseados em fatos reais, personagens desse tipo ganharam histórias e contextos que muitas vezes nos lembram alguém da nossa própria realidade. Pensando nisso, criamos uma lista que não existe em quase lugar nenhum, 10 personagens do cinema extremamente caloteiros!

 

Simon Leviev, de O Golpista do Tinder

No filme, conhecemos algumas mulheres que foram enganadas pelo mesmo homem, o israelense Simon Leviev. Ele oferecia passeio de avião, luxuosos jantares, eventos muito chiques, Joias, sumia por algum tempo e voltava pedindo dinheiro que nunca pagaria de volta. Um esquema repetido inúmeras vezes, em vários lugares do mundo. O projeto mostra todo o abalo emocional sofrido por algumas das vítimas que de alguma forma reuniram forças para denunciar e acabaram descobrindo outras mulheres na mesma situação. Há um curioso olhar sobre as autoridades que nunca conseguiam capturar ou provar os crimes mais graves contra esse criminoso que inclusive continua solto até hoje.

 

Sérgio, de Descanse em Paz

Na trama, conhecemos Sérgio (Joaquín Furriel) um empresário de classe média, pai de dois filhos e casado com a dentista Estela (Griselda Siciliani). Em meados da década de 90, sua situação é alarmante, dívidas e mais dívidas se acumulam na sua frente, a mais complicada delas é a que fez com um agiota chamado Brenner (Gabriel Goity), esse último, um homem inescrupuloso que começa a ameaçar o protagonista. Buscando alguma luz no fim do túnel, certo dia acaba passando na hora e lugar de um atentando à associação Israelita (AMIA). Aproveitando a oportunidade em meio ao caos instaurado, resolve fugir e acaba durante anos se afastando de tudo e todos. Mas quando a vontade de reencontrar seus parentes bate à sua porta, uma série de consequências acontecem.

 

Rahim, de Um Herói

Na trama, conhecemos Rahim (Amir Jadidi), um homem de fala mansa, preso por não honrar uma dívida. Quando tem a oportunidade de sair da prisão por dois dias, faz de tudo para conseguir resolver sua situação com seu credor e enfim chegar à liberdade. Com o tempo passando e tentativas frustradas se amontando, ele recebe uma bolsa com algumas moedas de ouro, achada por uma namorada, e como isso não resolveria sua situação resolve devolver o dinheiro. Quando ficam sabendo do fato, um homem preso devolvendo um dinheiro que supostamente achou, ele logo recebe a atenção da mídia e vira um herói nacional até que boatos começam a acontecer.

 

Eddie, de Apostando Tudo

Na trama, conhecemos Eddie (Jake Johnson), um homem perto dos 40 anos, sem emprego fixo, que vive de trocos trabalhando em um estacionamento de um estádio de baseball e gastando tudo que possui em apostas nas mesas de carteado clandestinas na cidade. Certo dia, um amigo pede para ele guardar uma bolsa com dinheiro pois irá passar um tempo na prisão. Eddie, em mais um daqueles dias alucinantes, trocando o dia pela noite, de maneira impulsiva gasta parte do dinheiro do amigo ficando com uma dívida que não sabe como pagar. Buscando alguma segunda chance na vida, o protagonista consegue um emprego fixo, conhece uma enfermeira mexicana super legal chamada Eva (Aislinn Derbez) e tenta dar a volta por cima na vida mesmo que seu vício o coloque sempre próximo de conflitos e confusões.

 

Bernie, de Má Sorte

Na trama, conhecemos Bernie (William H. Macy) um homem já rumando para fase final de sua vida que após anos lutando contra um vício em apostas acaba indo para em um famoso Cassino tendo que pagar durante seis anos uma dívida de jogo com o proprietário do lugar o indecifrável Shelly (Alec Baldwin). O curioso é que Bernie tem uma função como poucas outras, ele é o chamado ‘Má Sorte’, uma pessoa que acaba repassando essa estranha condição em mesas onde clientes estão ganhando muito dinheiro. Perto de enfim conseguir sua liberdade, faltando poucos dia para sua liberdade acaba se envolvendo em um intenso romance com Natalie (Maria Bello) uma funcionária do lugar além de um reencontro que lhe trará diversos problemas.

 

Peralta, de O Roubo da Taça

Na trama, ambientada no começo da década de 80 no Rio de Janeiro, conhecemos Peralta (Paulo Tiefenthaler, em grande atuação) um trambiqueiro, flamenguista e corretor de seguros que passa os dias se atolando em dívidas de jogo e dando pouco atenção a sua charmosa esposa Dolores (Taís Araújo). Certo dia, após receber um singelo ultimato do dono da casa de jogos onde passa a maioria de suas noites perdendo dinheiro, tem a inusitada ideia de invadir a sede da CBF com a ajuda do enrolado amigo Borracha (Danilo Grangheia) e roubar a Taça Jules Rimet, que está em posso dos brasileiros após o tricampeonato mundial, após vencer a Copa do Mundo de Futebol do México, em 1970. Obviamente muitas coisas dão erradas após o roubo e a polícia começa a desconfiar da dupla de malandros.

 

Gerry, de Mississippi Grind

Na trama, conhecemos Gerry (Ben Mendelsohn) um homem à beira do fracasso que vaga pelas noites da cidade onde vive apostando tudo, e praticamente o que não tem, em diversas mesas de jogos de apostas diferentes. Certo dia, em uma mesa de pôquer, conhece Curtis (Ryan Reynolds) um simpático falastrão que logo de cara fica amigo de Gerry. Ambos resolvem realizar uma espécie de Road Trip em busca de dinheiro. Entre uns drinks e outros, entre as mais diversas mesas de poker e jogos de azar dos Estados Unidos, a dupla de amigos faz uma viagem rumo à liberdade da solidão.

 

Roy, de Os Vigaristas

Na trama, dirigida pelo aclamado cineasta Ridley Scott, conhecemos Roy e Frank, dois parceiros de trambiques. Quando o primeiro descobre que tem uma filha que nunca conheceu, ele se prepara para um último golpe.

 

Connie e Jojo, de As Trambiqueiras

Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.

 

Bernie Madoff, de O Mago das Mentiras

Na trama, conhecemos a vida de fortuna e status de Bernie Madoff (Robert de Niro), ex-guarda vidas que fundou aos poucos uma empresa mundialmente conhecida, principalmente em Wall Street, se tornando presidente de uma sociedade de investimento que tem o seu nome e que fundou no início da década de 60. Bernie mantinha sua empresa ao lado de seus únicos dois filhos Andrew (Nathan Darrow) e Mark (Alessandro Nivola) que trabalhavam para ele mesmo eles não tendo um controle sobre realmente tudo que acontecia por ali. No ano de 2008, resolveu se entregar a polícia norte americana assumindo a culpa de um esquema fraudulento que deixou o mercado financeiro mundial em total colapso com perdas na casa dos 60 bilhões de dólares. Após assumir a culpa e praticar se entregar (seus filhos quando souberem tomaram a frente nesse sentido) Bernie, isolado em uma prisão de segurança máxima, vai enfrentar não só a ira de todos que foram roubados, da imprensa e do governo norte americano mas também verá a decadência de sua família que nunca mais encontrou uma gota de esperança em ser feliz.

Você é da época do VHS, DVD ou Blu-ray? Não perca esses 10 filmes!

As novas gerações nunca mais vão saber como é chegar em uma locadora de filmes, ficar minutos deliciosos escolhendo alguns, levar pra casa e ter que voltar lá dias depois pra devolver. E na época do VHS ainda tinha que rebobinar! Esses tempos não voltam mas é sempre bom relembrar alguns ótimos filmes que alugamos nessa época. Pensando nisso, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Momento Crítico

Dirigido pelo cineasta Stuart Baird, esse ótimo filme de ação apresenta boas surpresas ao longo das suas intensas duas horas de projeção. Na trama, quando um grupo de criminosos sequestra um avião, um agente especial e um coronel precisam entrar em sintonia para resolver a situação.

 

Inimigo Íntimo

Reunindo dois super astros, Harrison Ford e Brad Pitt, o longa-metragem lançado em 1997 nos leva até o clima de tensão que se estabelece entre um policial nova iorquino e um terrorista ligado ao IRA.

 

Os Últimos Passos de um homem

Dirigido pelo ator e diretor Tim Robbins, baseado em fatos reais, esse forte drama reflete sobre a pena de morte. Na trama, acompanhamos um preso e condenado à morte que pede ajuda a uma freira em uma estrada de sentimentos conflitantes.

 

K-Pax

Lançado cerca de 20 anos atrás, baseado em uma obra homônima escrita por Gene Brewer, em K-Pax conhecemos um homem em uma instituição psiquiátrica afirmando ser de outro planeta fato que deixa seu psiquiatra em enormes conflitos.

 

Sleepers – A Vingança Adormecida

Na trama, após serem condenados ao reformatório por uma ação que deu errado, quatro jovens sofrem bastante nesse período nas mãos dos funcionários do lugar. Anos se passam, eles se reencontram e tem a chance de se vingar.

 

Círculo de Fogo

Na trama, ambientados em tempos da mais terrível das guerras, conhecemos a saga do atirador de elite russo Vassili Zaitsev (Jude Law) que é transformado em herói, fato esse que o faz ser perseguido por um major dos alemães durante a Batalha de Stalingrado.

 

O Filho da Noiva

Um dos maiores sucessos do cinema argentino, O Filho da Noiva, dirigido por Juan José Campanella é uma deliciosa comédia que nos mostra a história de um homem com muitos conflitos que após um acontecimento passa pelo processo de enxergar a vida por outras óticas.

 

Disque M para Matar

Esse é mais um filme onde há uma ampla reflexão sobre a mente humana e vingança. Na trama, conhecemos um homem que após descobrir a traição da esposa resolve matá-la e para isso chantageia um antigo amigo.

 

Vidas em Jogo

Dirigido pelo grande David Fincher no final da década de 1990, Vidas em Jogo é um suspense enigmático que nos mostra um banqueiro em imerso em um jogo cheio de complicações.

 

Os Indomáveis

Com Russel Crowe e Christian Bale no elenco, esse poderoso filme indicado para dois Oscars, nos leva até o velho oeste norte-americano, onde conhecemos um fazendeiro que precisa escoltar um prisioneiro até um tribunal. Pelo caminho, diversos conflitos acontecem.

 

 

‘Relatos Selvagens’: 10 anos de um dos filmes mais lembrados dos últimos tempos!

Explorando a natureza selvagem do ser humano, com relações frágeis, destrutivas, em um planeta cada vez mais impaciente, 10 anos atrás chegava ao cinemas um filme que chocaria a todos por conseguir adaptar para a ficção o caos das emoções de uma sociedade doente. Escrito e dirigido pelo cineasta Damián Szifron, Relatos Selvagens derrama na tela de forma brilhante seis histórias que refletem sobre o comportamento humano em situações caóticas.

Na trama, acompanhamos pessoas em situações de desequilíbrios emocionais. Um homem perturbado reúne desafetos em um avião com desenrolares inimagináveis; uma garçonete enxerga uma oportunidade quando seu destino se cruza novamente com um agiota inescrupuloso e arrogante que destruiu sua família; uma briga de trânsito toma enormes proporções em uma estrada isolada; um engenheiro, perito em demolição e dominado pelo estresse do cotidiano, vai até as últimas consequências com o Detran argentino; um empresário ricaço precisa lidar com as consequências de um ato trágico feito pelo filho; uma mulher descobre que foi traída em meio a comemoração de sua união.

Quando o ser humano se sente acuado em algum contexto uma interrogação surge entre ações e possíveis inconsequências. Partindo desse ponto, esse maravilhoso roteiro consegue costurar histórias de pessoas comuns, talvez até imperceptíveis no dia a dia, e transformar isso em observações sobre a incapacidade de lidar com determinadas situações extremas. A narrativa une os pontos entre as histórias, deixando os rastros dessas interseções de forma bem objetiva, transformando os seis episódios em elementos complementares.

São várias as leituras que podem existir a partir de tudo que acompanhamos ao longo das duas horas de projeção. O campo de reflexões é amplo! Preconceitos, desequilíbrios emocionais, traições, o sistema e suas burocracias, é um projeto com rápidas associações com o cotidiano que usa muitas vezes do tragicômico – mas completamente possível – para fisgar a atenção do público. E parece que deu certo, não é?  Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – perdeu a estatueta para o também ótimo IDA – até hoje é um dos filmes mais lembrados do cinema argentino, inclusive com uma nota altíssima no IMDB.

 

E claro que toda boa história precisa de bons artistas para ajudar na imersão. Relatos Selvagens não deixou isso de lado e reuniu logo uma constelação de astros argentinos! Oscar Martínez, Erica Rivas, Nancy Dupláa, Rita Cortese, Darío Grandinetti, Leonardo Sbaraglia, além do mais famoso ator do cinema dos nossos hermanos, o excepcional Ricardo Darín. Esse último inclusive está numa das histórias mais lembradas desse filme, seu personagem, ‘bombita’ é um enorme sucesso até hoje.

 

Vale mencionar que esse longa-metragem de antologia com histórias bem simples, rodado em apenas oito semanas, é uma reunião de ideias de filmes isolados do próprio diretor. Ele não poderia ter sido mais certeiro, botou tudo num pacote só e realizou uma obra-prima! Se você ainda não, faz o seguinte: liga agora na MAX e corre pra ver! Você não vai se arrepender!

Dave Bautista aparece quase IRRECONHECÍVEL na première de ‘The Last Showgirl’; Confira!

Durante a primeira exibição mundial de The Last Showgirl, novo filme de Gia Coppola, o astro Dave Bautista apareceu no tapete vermelho da première e chocou os fãs ao redor do mundo com um visual totalmente repaginado.

Bautista, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Guardiões da Galáxia’‘Duna’, deu às caras em um terno sob medida e com uma aparência muito mais “enxuta” do que estávamos acostumados.

Confira:

 

Publicado por @screenthrill
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Além de Bautista, o elenco de The Last Showgirl conta com Pamela AndersonJamie Lee CurtisBrenda SongKiernan ShipkaBillie Lourd.

Por mais de trinta anos, Shelley (Anderson) tem sido uma dançarina de Las Vegas, a peça central adornada com penas e cristais do último show tradicional remanescente de Sin City. O palco e as mulheres com quem ela o compartilha são sua família amorosa, briguenta e vestida de lantejoulas. Quando o diretor de palco Eddie (Bautista) anuncia que o show será encerrado permanentemente em duas semanas, Shelley e seus colegas de trabalho devem tomar decisões para seu futuro. Mas o futuro parece diferente quando você tem 50 anos, e não 20, e sua única habilidade profissional é dançar.

Emocionalmente em dificuldades, Shelley tenta reaproximar-se de uma filha que mal conhece, o que se revela tão difícil como perder o único emprego que alguma vez teve. Amparada por sua melhor amiga Annette (Curtis), uma garçonete ousada que ri um pouco alto demais e com muita frequência, Shelley deve encontrar seu lugar em um mundo para o qual ela fechou a porta (do palco) anos antes.

Kate Gersten assina o roteiro.

O filme fez sua estreia oficial no último dia 06 de setembro, no Fesitval de Toronto, abrindo com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

10 curiosidades de ‘Homem-Formiga’, um dos mais divertidos filmes do MCU

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Lançado em 2015, Homem-Formiga foi uma grata surpresa do Universo Cinematográfico Marvel. Trazendo muito bom humor, carisma e personagens que passariam a ser amados por muitos, o longa cativou o público e garantiu uma trilogia.

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Além disso, a aventura de Scott Lang criou uma legião de fãs apaixonados pelo personagem, que o transformaram em uma dos pilares do MCU. Neste fim de semana, o CinePOP separou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Apoio

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Assim que foi escalado para interpretar o Homem-Formiga, Paul Rudd correu para contar ao filho, que tinha nove anos na época, que seria o mais novo herói da Marvel. Quando ouviu o nome do personagem, o garoto respondeu: “Eu mal posso esperar pra ver o quanto esse filme será idiota”.

Mudança

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Originalmente, o roteiro do filme seria focado em Hank Pym e sua jornada como Homem-Formiga. No entanto, ele passaria pelo processo de enlouquecimento e desenvolveria múltiplas personalidades, incluindo aquela que agrediu a Vespa. Só que os produtores acharam que não seria uma boa história para ser contada em um filme ‘família’ e decidiram focar na trama de pai e filha de Scott Lang.

Visões

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Por anos, o filme do Homem-Formiga ficou em desenvolvimento pelas mãos do diretor Edgar Wright. Porém, ele acabou deixando o projeto faltando pouco mais de um ano para seu lançamento. Ele alegou divergências criativas e depois disse que “a Marvel não queria fazer um filme meu”. Em seu lugar, Peyton Reed assumiu e fez algumas alterações, mas sem perder o jeitão dinâmico de Wright, que sobreviveu em algumas cenas.

Vetou

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Inclusive, a participação de Wright era tanta no Universo Cinematográfico Marvel que ele impediu que o Homem-Formiga e a Vespa dessem as caras três anos antes. A ideia de Joss Whedon para Os Vingadores (2012) era que esses dois heróis estivessem no time. Porém, Edgar Wright se juntou ao time de diretores com a condição de que não utilizassem o Homem-Formiga em outros projetos antes que ele lançasse seu filme. A ideia era que ele tivesse liberdade total para construir o herói em seu longa.

Nunca viu

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Anos depois, Wright revelou que não se arrepende de ter deixado o projeto, mas também comentou que nunca assistiu o filme de Peyton Reed. “Eu nunca assisti e nunca assistirei. Não vi nem o trailer. Seria como ver minha ex-namorada fazendo sexo com outra pessoa. Eu quero ver isso? Não, obrigado”.  Ele também disse que o mais perto que chegou disso foi quando estava em um avião e a pessoa ao lado decidiu assistir. “Achei que seria uma boa hora para pegar meu notebook e começar a escrever”, disse.

Falcão

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Um dos momentos mais legais do filme é a luta entre o Homem-Formiga e o Falcão (Anthony Mackie) na base dos Vingadores. A ideia surgiu de uma visita aos sets de Capitão América: O Soldado Invernal (2014), em que Adam McKay e Paul Rudd viram Mackie em ação e se apaixonaram pelo personagem. Eles perguntaram ao Kevin Feige se poderiam usá-lo no filme, e o CEO liberou, já que faria sentido ele estar vivendo na base dos heróis após o segundo filme do Cap.

Forte demais

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O ator Michael Douglas revelou que o departamento de figurino teve de fazer alterações pesadas no traje do Homem-Formiga, porque eles haviam feito a roupa com base no Paul Rudd antes dos treinos. Porém, após os treinamentos exaustivos, Rudd voltou trincado e não conseguia mais entrar no traje do herói, porque estava musculoso demais.

Impressionante

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A cena de abertura de Homem-Formiga traz um dos trabalhos mais impressionantes de rejuvenescimento digital já vistos nos cinemas. Misturando maquiagem com CGI, Michael Douglas voltou aos anos de glória com perfeição. E ninguém ficou tão impressionado com isso quanto o próprio ator. Na época, ele disse que estava pensando em usar essa tecnologia novamente para fazer continuações de clássicos antigos. “Me ver rejuvenescido 30 anos com CGI no início do filme foi incrível! Eu só tive de grudar três pontinhos no rosto e lá estava eu, trinta anos atrás. Ficou tão bom que estou pensando em fazer uma prequel de Tudo por uma Esmeralda (1984)”, brincou.

Pelas crianças

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Um dos maiores atores de todos os tempos, Michael Douglas disse que topou fazer parte da franquia Homem-Formiga por conta dos filhos. Na época, a molecada estava com seus 12/14 anos de idade e não podiam ver os filmes que o pai fazia, já que a maioria de seus longas eram para maiores de 18 anos. Ele disse que foi sensacional poder ver a molecada ansiosa para ver o pai nos cinemas.

Sucesso

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Lançado sem muitas expectativas do público, que estava mais empolgado com as notícias sobre os filmes dos Vingadores e do Doutor Estranho, o longa acabou sendo um sucesso. A crítica adorou o carisma de Rudd no personagem, exaltou a pegada família e o público respondeu bem, rendendo uma bilheteria de quase 520 milhões de dólares.

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Homem-Formiga está disponível no Disney+.

Sequência de ‘Os Goonies’ ganha SINAL VERDE e irá trazer elenco original de volta, aponta site

Lançado em 1985, ‘Os Goonies‘ marcou uma legião de fãs ao acompanhar a aventura de um grupo de crianças e adolescentes em busca do tesouro do pirata Willy Caolho para salvar suas famílias da crise financeira.

Ao longo dos anos, já surgiram diversos rumores sobre uma possível sequência.

Agora, segundo o The Sun, o segundo capítulo dessa aventura já ganhou sinal verde para ser produzida – e o elenco original, que incluiu Sean AstinJosh BrolinCorey FeldmanKe Huy Quan e outros, deve retornar para reprisar seus respectivos papéis.

As informações ainda indicam que as filmagens devem começar em meados do ano que vem, com lançamento nos cinemas previsto para 2026.

“Um reboot de Os Goonies tem sido alvo de comentários há bastante tempo, mas finalmente recebemos sinal verde para começá-lo”, afirma a fonte. “A ideia é começar as gravações no próximo verão [norte-americano], com possível estreia para 2026 ou 2027. O filme original tem uma importância cultural tão grande, que a Warner Bros. sabe que precisa fazer tudo certo”.

Sucesso de crítica e público, o filme original conquistou 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou US$ 125 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 20 milhões.

Na trama, jovens encontram um misterioso mapa do tesouro e começam a seguir as pistas, entrando em um fabuloso mundo subterrâneo de passagens secretas, perigosas armadilhas e um antigo galeão pirata que esconde moedas de ouro.

O filme foi dirigido por Richard Donner, com Steven Spielberg responsável pela história.

‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ arrecada US$ 110 milhões em estreia nos EUA

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Sucesso! A aguardada sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ conseguiu arrecadar sólidos US$ 110 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Além de se tornar o maior lançamento da carreira da Jenna Ortega (sem considerar sua participação especial em ‘Homem de Ferro 3‘), esta é a segunda maior abertura doméstica do Tim Burton, atrás apenas de ‘Alice no País das Maravilhas‘ (US$116.1M).

O valor também representa a segunda maior estreia da história para o mês de setembro no território norte-americano, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123.4M).

Para termos de comparação, o novo filme já ultrapassou a bilheteria total do longa original, que arrecadou US$ 74.7 milhões mundialmente (sem reajuste de inflação), em 1988.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência.

Kendrick Lamar será o próximo headliner do show do intervalo do Super Bowl

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O aclamado musicista Kendrick Lamar acaba de ser confirmado como o headliner do próximo show do intervalo do Super Bowl (via THR).

rapper, cantor, compositor e produtor irá se apresentar no icônico evento, que já contou com nomes como BeyoncéLady GagaMadonnaPrinceShakiraMichael JacksonJennifer Lopez e outros, irá se apresentar no dia 09 de fevereiro de 2025.

A performance será exibida pela FOX nos Estados Unidos.

Lamar já participou do show do intervalo em 2022, apresentando-se ao lado de Dr. DreSnoop DoggEminemMary J. Blige50 Cent. Todos os performers levaram para casa o Emmy de Melhor Especial de Variedades pelo espetáculo.

Lamar é considerado um dos maiores rappers de todos os tempos e já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Pulitzer e 17 estatuetas do Grammy.

Seu álbum ‘To Pimp a Butterfly’ é considerado um dos melhores da história, enquanto sua incursão mais recente foi o aclamado ‘Mr. Morale & The Big Steppers’, de 2022. Em 2024, lançou a faixa “Not Like Us” como capítulo final da rixa contra o rapper Drake.

‘The Handmaid’s Tale’: Começam as gravações da 6ª e ÚLTIMA temporada!

Nesta última sexta-feira, 06 de setembro, o Hulu revelou que as gravações da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale’ finalmente começaram.

As boas novas foram anunciadas junto a uma foto de bastidores em que a atriz e diretora Elisabeth Moss aparece segurando uma claquete de um dos quatro episódios pelo qual ficará responsável.

Confira:

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O ciclo de encerramento deve estrear apenas em 2025.

Em entrevista para o Business Insider (via Yahoo!), Moss afirmou que a última temporada está sendo feita “para as pessoas que ficaram conosco” e é uma espécie de agradecimento aos fãs.

“Acho que toda esta temporada é absolutamente um agradecimento aos fãs. É definitivamente um presente para o nosso público. É definitivamente para as pessoas que ficaram conosco por cinco temporadas, e estamos fazendo isso para eles.”

Moss também revelou que já sabe como ‘The Handmaid’s Tale’ vai terminar.

“Eu já sabia há algum tempo como tudo isso iria acabar, então acho que não posso dizer nada para não me complicar. Estou com muito medo de dizer a coisa errada acidentalmente. Estou muito nervosa, mas também muito esperançosa.”

Vale lembrar que todas as cinco iterações continuam disponíveis no catálogo do Disney+.

Lembrando que, na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito.

A viúva Serena (Yvonne Strahovski) está em Toronto, onde a influência de Gilead se aumenta. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) trabalha com Lydia (Ann Dowd) para subir ao poder.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger também estão no elenco. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

‘Um Filme Minecraft’: Trailer do live-action ultrapassa 1 MILHÃO de dislikes no YouTube

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Recentemente, a Warner Bros. divulgou o trailer oficial de Minecraft, adaptação em live-action do icônico game que é estrelada por Jason Momoa (‘Aquaman’) e Jack Black (‘Jumanji: Próxima Fase’).

Todavia, parece que o público não ficou impressionado com o material.

Poucas horas depois da divulgação, o vídeo já ultrapassou 1 milhão de dislikes na plataforma do YouTube, contando com apenas 550 mil likes e revelando que os espectadores não estão muito animados com o aparente resultado da atração.

Confira:

trailer de um filme minecraft supera a marca de 1 milhao de dislikes no youtube

Lembrando que o filme chega aos cinemas no dia 04 de abril de 2025.

Bem-vindo ao mundo do Minecraft, onde a criatividade não apenas ajuda você a criar, é essencial para a sobrevivência! Quatro desajustados – Garrett “The Garbage Man” Garrison (Momoa), Henry (Sebastian Eugene Hansen), Natalie (Emma Myers) e Dawn (Danielle Brooks) – se encontram lidando com problemas comuns quando são subitamente puxados através de um misterioso portal para o Overworld: um bizarro país das maravilhas cúbico que prospera na imaginação. Para voltar para casa, eles terão que dominar este mundo (e protegê-lo de coisas malignas como Piglins e Zumbis também) enquanto embarcam em uma missão mágica com um artesão especialista e inesperado, Steve (Black). Juntos, a aventura deles desafiará todos os cinco a serem ousados ​​e a se reconectarem com as qualidades que tornam cada um deles único e criativo… As mesmas habilidades que eles precisam para prosperar no mundo real.

O elenco ainda contará com Jennifer Coolidge (‘The White Lotus’), Emma Myers (‘Wandinha’), Danielle Brooks (‘Pacificador’) e Sebastian Eugene Hansen (‘Sinfonia Insana’).

Jared Hess‎‎ (‎‎’Napoleon Dynamite’) será responsável pela direção.

O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.

Conheça o novo SCI-FI estrelado por Joey King que chega ESTA SEMANA ao streaming!

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Feios, adaptação da famosa saga sci-fi jovem-adulta que é estrelada por Joey King, chega este mês ao catálogo da Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 13 de setembro.

Na trama, um um mundo futurista que impõe cirurgias plásticas aos 16 anos, Tally está ansiosa para passar pelo processo e juntar-se ao resto da sociedade. Até que uma amiga foge, e Tally embarca em uma jornada para salvá-la, subvertendo tudo o que ela pensava que queria.

Chase Stokes, Keith Powers, Brianne Tju e Laverne Cox também estrelam a produção.

O filme é baseado na saga homônima assinada por Scott Westerfeld e é dirigido por McG.

Relembre o trailer:

Aprovação de ‘Coringa: Delírio a Dois’ sobe para 61% no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A aprovação deCoringa: Delírio a Dois’ subiu para 61% no Rotten Tomatoes.

A maioria dos críticos achou o filme mediano e bem inferior ao primeiro.

Confira as principais críticas:

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

Em ‘Coringa: Delírio a Dois‘, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

O filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

O filme estreia oficialmente em 04 de outubro de 2024.

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.