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‘Legion’: Série derivada de ‘X-Men’ ganha teaser com cenas inéditas

O canal FX liberou mais um novo teaser apresentado cenas inéditas de ‘Legion‘, a primeira série derivada do Universo X-Men.

Lembrando que a estreia está marcada para fevereiro de 2017, o dia exato ainda não foi revelado?!

Assista:

 

 

Bryan Singer, que dirigiu quatro filmes da franquia ‘X-Men‘ e produz a série ‘Legion‘, revelou durante o Festival de Edinburgh que a série terá ligação com os filmes da franquia:

“O que estamos fazendo agora com Legion e com a outra série dos X-Men vai se relacionar com os futuros filmes da franquia, e também pode ter ligação com ‘Deadpool’ e os dois últimos filmes ‘X-Men’ que eu dirigi”, afirmou.

Legion é realizada em parceria da Marvel com a FX.

Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.

legion

 

Remake de ‘Sexta-Feira 13’ é cancelado

Que tristeza. Após vários adiamentos, o novo ‘Sexta-Feira 13’ teve sua produção cancelada.

Segundo o Bloody-Disgusting, a Paramount Pictures removeu o terror de seu calendário de futuros lançamentos, e a estreia não acontecerá mais dia 13 de outubro.

Como a Warner Bros. e a New Line vão recuperar os direitos da franquia em 2018, o filme provavelmente não será mais produzido pela Paramount.

Na última semana, o filme havia começado a procurar elenco – mas aparentemente os produtores Brad Fuller e Andrew Form não estavam felizes com o projeto.

O título de produção seria ‘Friday the 13th – Part 13‘ (Sexta-Feira 13 – Parte 13), e o projeto seria dirigido por  Breck Eisner – do ótimo ‘A Epidemia‘ (The Crazies) e ‘O Último Caçador de Bruxas‘ (The Last Witch Hunter).

 

‘Agents of SHIELD’ saem do modo Hydra na prévia do episódio 4×21

Agents of SHIELD voltou a sua linha temporal atual. E com a Hydra para trás, é hora de mover esse final de temporada para uma possível quinta temporada.

A Entertainment Weekly, inclusive, dá como certa a renovação da série, que ficou um tanto melhor quando passou a se distanciar mais do Universo Marvel de Cinema. Não que o MCU seja ruim, não é isso, mas Agents passou a caminhar com as próprias pernas, tornando a história mais pessoal e menos universal, do que ponto de vista Marvel.

Assista:

Arte indica que Lanterna Verde pode aparecer em ‘Liga da Justiça’

Liga da Justiça’ terá painel na Comic-Con, e várias novidades serão divulgadas.

O ator Jason Momoa adiantou uma possível novidade ao postar uma arte que coloca o Lanterna Verde na ‘Liga da Justiça.

Confira:

Além disso, o diretor Zack Snyder mandou uma mensagem em seu twitter para a equipe de produção:

“Empolgado pela equipe de Liga da Justiça, que descerá no Hall H lotado de fãs amanhã. Mandando minhas congratulações!”, diz.

 

Como todos devem saber a esta altura, o diretor Zack Snyder se afastou da produção de Liga da Justiça devido a uma tragédia familiar (o suicídio de sua filha). Dono de uma filmografia adorada e odiada em proporções iguais, Snyder estava em fase de pós-produção do longa quando foi substituído por Joss Whedon, o homem por trás de Vingadores (2012) e Vingadores: Era de Ultron (2015).

Inicialmente, Whedon cuidaria da finalização da obra e de algumas cenas adicionais, como informaram fontes. Agora, a principal delas diz diferente. Segundo o Hollywood Reporter, as palavras usadas para a participação de Whedon no filme são “refilmagens extensivas”.

O fato nos deixa pensando o quão diferente será o resultado final da superprodução, daquela imaginada por Snyder. Quem será creditado como diretor? A especulação começa e Liga da Justiça já é comparado a Quarteto Fantástico (2015) e Rogue One: Uma História Star Wars (2016), ambos blockbusters que sofreram grandes reformulações – isso sem falar em Esquadrão Suicida (2016), da mesma Warner. Dentre os citados, esperamos que se pareça mais com Rogue One.

E você, o que acha da polêmica? Quem deve ser creditado? O quanto do filme será mudado em sua opinião? Comente.

Trailer LEGENDADO de ‘Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas’

A Sony Pictures do Brasil divulgou o trailer de ‘Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas‘ (Professor Marston & the Wonder Woman), a cinebiografia do criador da ‘Mulher-Maravilha.

Assista:

A produção vai contar a história de William Moulton Marston, que escreveu ‘Mulher-Maravilha’ sob o pseudônimo de Charles Moulton e seu relacionamento polígamo com sua esposa, Holloway Marston e a amante Olive Byrne. Ambas as mulheres foram peças chaves para a construção da heroína.

Escrito e dirigido por Angela Robinson (‘True Blood’ e ‘The L Word’), a produção conta com Luke Evans no papel de Marston, Rebecca Hall como Holloway e Bella Heathcote como Olive. A biografia traz também Connie Britton e Oliver Pratt no elenco.

‘ estreia nos EUA sexta-feira, 13 de Outubro. No Brasil, não há previsão.

 

 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

‘Hostile’: Novo terror de Xavier Gens ganha trailer cheio de violência

O terror ‘Hostile‘ teve seu primeiro – extremamente violento – trailer divulgado.

Xavier Gens, do elogiadíssimo ‘(A) Fronteira‘, produz.

Assista:

Após uma epidemia mundial que matou a maioria das populações do planeta, apenas alguns milhares sobreviveram e estão lutando para encontrar comida e abrigo. Porém, eles não estão sozinhos e devem se esconder de criaturas misteriosas mortais que caçam à noite.

Dirigido por Mathieu Turi, o filme será lançado em DVD e VOD no dia 4 de setembro.

Brittany Ashworth, Grégory Fitoussi e Javier Botet estrelam.

‘Os Vingadores’: Fãs reparam que os três filmes terminaram da mesma maneira

Thanos foi mostrado aos poucos no Universo Cinematográfico Marvel ao longo de seis anos antes que todos nós pudéssemos ver o estrago que ele fez em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. A maioria desses teasers do personagem veio durante as cenas pós-créditos dos filmes anteriores dos Vingadores.

Agora, um usuário do Reddit, eyeamjosh, reparou algo que ninguém tinha percebido antes: os três filmes dos Vingadores se encerram da mesma maneira: com Thanos sorrindo ao final. Ele havia dado aquele sorriso maligno no fim do primeiro ‘Os Vingadores‘ (2012) depois que seu capanga preferiu a morte do que brincar com os heróis mais poderosos da Terra. No final de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, vimos Thanos agarrando a Manopla do Infinito e declarando que faria o serviço com suas próprias mãos. Então houve o infame sorriso de satisfação que ele deu em ‘Guerra Infinita‘ após aniquilar metade da vida no Universo.

Confira:

The three Avengers movies all end with Thanos smiling from r/marvelstudios

Será que ‘Ultimato’ também será encerrado com o vilão sorrindo?

Vingadores: Ultimato’ estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: James Bond em ação no primeiro teaser

007 – Sem Tempo para Morrer’ teve seu primeiro teaser divulgado, que adianta o trailer o trailer que será lançado nessa quarta-feira, dia 4.

Assista:

Vale lembrar que esse será o último filme de Daniel Craig.

Em uma recente aparição ao programa The Late Show with Stephen Colberto ator foi questionado se já tinha explorado Bond ao máximo. Craig, então, respondeu que “sim” e, logo depois, que “acabou”.

Craig interpreta o personagem desde 2006, tendo feito sua estreia na telonas com ‘Casino Royale’.

As filmagens do projeto terminaram no último dia 25 de outubro e estão no processo de pós-produção. O longa estreia em 08 de abril de 2020.

https://www.facebook.com/266350353379883/posts/2823584880989738?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Lembrando que ‘No Time to Die’ será o último filme de Daniel Craig como James Bond. O ator vive o personagem desde 2006, com a estreia de ‘Casino Royale’.

Na trama, Bond deixou o serviço secreto e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz dura pouco quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para o rastro de um misterioso vilão armado com uma tecnologia mortal.

Dirigido por Cary Fukunaga e com roteiro de Neal Purvis e Robert Wade, o 25º quinto da franquia estrela Craig, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Jeffrey Wright, Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

2ª temporada de ‘A Maldição da Residência Hill’ será baseado na mesma história de ‘Os Órfãos’

‘A Maldição da Mansão Bly’, continuação da aclamada A Maldição da Residência Hill‘, terá uma nova trama. Porém, quem foi aos cinemas assistir ao terror ‘Os Órfãos‘, já é familiarizado com a história.

A nova temporada será baseada no livro de Henry James, chamado ‘A Outra Volta do Parafuso‘.

Confira a sinopse:

Na véspera de Natal, um narrador não identificado ouve um amigo ler um manuscrito escrito por uma antiga governanta que agora está morta. O manuscrito conta a história de como a jovem que foi contratada por um homem que se tornara responsável por duas crianças, um sobrinho e uma sobrinha, depois da morte de seus pais, mas que não tivera interesse em criá-los. Ele prefere deixá-los a cargo de uma governanta.

Porém, quando a governanta chega à mansão Bly para cuidar das crianças, ela descobre um passado obscuro cheio de segredos, e não sabe se está enlouquecendo ou enfrentando o sobrenatural.

A história foi recentemente adaptada aos cinemas no terror ‘Os Órfãos‘, que recebeu apenas 12% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) retorna no comando do novo ciclo.

Em entrevista ao site Entertainment Weekly, Flanagan prometeu ainda mais sustos na nova temporada.

“[A nova temporada] é ainda mais assustadora”, ele comentou. “É bem mais arrepiante, em um nível visceral”.

Flanagan, Yolanda RamkeBen Howling (Cargo), Liam Gavin (A Dark Song) e Axelle Carolyn (Tales of Halloween) e Ciarán Foy (‘Eli’) irão dirigir os capítulos do próximo ciclo.

O elenco contará com o retorno de Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria PedrettiHenry Thomas, interpretando personagens diferentes. O novo ciclo irá introduzir Catherine ParkerT’Nia MillerRahul KohliAmelia EveBenjamin AinsworthAmelie Smith.

A nova temporada será lançada ainda em 2020.

 

‘A Máscara de Ferro’: Filme com Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger é DETONADO pelos críticos

A Máscara de Ferro‘, comédia de fantasia estrelada por Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger, parece ter entrado para a lista de piores do ano para a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 21% de aprovação, com nota 3.40/10 baseada em 28 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme “une Chan e Schwarzenegger para uma aventura bizarra que almeja a fantasia época com resultados inesperadamente hilários”.

Confira as principais críticas abaixo:

“Não fez muito sentodo, apesar de momentos de ocasional diversão” – Kermode & Mayo’s Film Review.

“Espera-se que Chan e Schwarzenegger tenham sido bem recompensados por emprestarem seus nomes a esse desastre” – CBR.

“Uma bagunça enorme e extravagante” – THN.

“É o tipo de filme que transforma ‘Piratas do Caribe’ em uma franquia elegante e coesa” – The Spectator.

“Uma sequência complicada que tem muita violência” – Common Sense Media.

Na sequência de ‘Império Proibido‘ (2014), Chan vive um mestre de artes marciais que tenta escapar de uma fortaleza britânica controlada por James Hook (Schwarzenegger), um rancoroso e impaciente militar.

No entanto, a trama é protagonizada por Jason Flemyng, que retorna como o viajante Jonathan Green em uma jornada da Rússia para a China enfrentando dragões, piratas, magia negra e criaturas fantásticas.

Mais uma vez o herói se prepara para uma longa jornada cheia de aventuras incríveis que eventualmente o levarão à China. O cartógrafo enfrentará muitas descobertas de tirar o fôlego, encontrará criaturas bizarras, encontrará princesas chinesas e confrontará mestres mortais das artes marciais e o Rei Dragão.

Dirigido por Oleg Stepchenko, o filme também conta com Charles Dance, Rutger Hauer, Anna Yao e Luu Brothers.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil.

‘O Culpado’: Suspense de ação com Jake Gyllenhaal ganha data de estreia na Netflix

O Culpado (‘The Guilty’), remake do clássico thriller de ação dinamarquês dirigido por Gustav Möller, ganhou data de estreia na Netflix.

O filme, estrelado por Jake Gyllenhaal, estreia dia 1º de Outubro.

A história é focada em um operador da polícia em um call center que recebe uma ligação de uma mulher sequestrada e logo é arrastado para um mundo de puro caos.

Antoine Fuqua dirige, e o elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) adaptou o roteiro.

A gigante do streaming fechou o acordo com uma gigantesca quantia de US$30 milhões para distribuir o filme.

Arthur Aguiar vive marinheiro no trailer de ‘Pluft – O Fantasminha’, primeiro live-action brasileiro em 3D

Pluft, o Fantasminha‘, adaptação para o cinema da famosa peça de teatro de Maria Clara Machado, teve seu trailer legendado e cartaz divulgados.

Confira:

Com estreia nos cinemas confirmada para as férias de julho, o primeiro filme infantil brasileiro de live-action em 3D tem produção da Raccord Filmes, coprodução da Globo Filmes e do Gloob, distribuição da Downtown Filmes.

Na história, a menina Maribel (Lolla Belli) é sequestrada pelo pirata Perna-de-Pau (Juliano Cazarré), que quer usá-la para achar o tesouro deixado pelo seu avô, o falecido Capitão Bonança Arco-íris. Na casa abandonada onde o velho morou, Maribel espera pela ajuda dos marinheiros Sebastião (Arthur Aguiar), João (Lucas Salles) e Juliano (Hugo Germano), muito amigos do velho capitão, que saem em uma atrapalhada busca pela garota. Eles não chegam nunca e ela acaba conhecendo o fantasminha Pluft (Nicolas Cruz), que morre de medo de gente, Mãe Fantasma (Fabíula Nascimento) e sua família.

Diretor da franquia ‘Injustice’ divulga suas primeiras impressões de ‘The Flash’

Ed Boon, diretor da franquia ‘Injustice‘, já assistiu ‘The Flash‘ e deu suas primeiras impressões elogiando o filme.

“Fã do FLASH desde a infância, tive o prazer de ver uma exibição antecipada do filme The Flash ontem à noite. Que viagem! Facilmente um dos meus filmes favoritos da DC. Tenho que ver de novo! #TheFlash”, ele postou.

 

Confira outras reações:

“Caramba, The Flash é bom! É muito inventivo, tanto visual quando conceitualmente. A dinâmica entre os dois Barry Allens é muito bem feita. As emoções vieram com força, sólidas surpresas, e me deixou com vontade de assistir de novo”.

The Flash é o filme que os fãs da DC estavam esperando. Faz coisas inimagináveis que você precisa ver para acreditar. Mas, também, na maior tela possível”.

“Acreditem no hype! Com exceção dos filmes de Christopher Nolan, The Flash é o melhor filme da DC dos últimos trinta anos – que pertence às mesmas conversas sobre ‘Superman’ de 1978 e ‘Batman’ de 1989. O filme quebra barreiras incríveis para os filmes de super-heróis e honra a mitologia passada da DC”.

The Flash é tremendo! Esqueça a DC, é, facilmente, um dos melhores filmes de super-herói já feitos. Atemporal. Narrativa inventiva, sequências de ação fantásticas, ótimo elenco. Muitos detalhes. Fiquei em lágrimas no final. Tudo o que você espera de um filme [do gênero] e mais”.

Confira:

O filme recebeu classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos).

O motivo da classificação é devido a “sequências de ação violentas, linguagem inapropriada e cenas contendo nudez parcial.”

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

Próximas produções do DC Elseworlds tem ‘Coringa 2’, ‘Pinguim’, ‘Batman – Parte 2’ e ‘Constantine 2’

Enquanto o universo principal do DCU é liderado por James Gunn, outros projetos com os heróis da editora seguirão um caminho à parte, conhecido como Elseworlds.

Cada um terá sua própria narrativa independente, porém, esses lançamentos serão menos frequentes.

James Gunn enfatizou a importância do título Elseworlds para permitir que outras produções de heróis sejam contadas sem a necessidade de se encaixar no DCU. Ele ressaltou que esses filmes precisam ser realmente especiais para serem produzidos.

“O padrão para uma história do Elseworlds será mais alto do que para um filme dentro do DCU. Não que não busquemos sempre a excelência, mas deve ser algo verdadeiramente especial para ser contado fora da nossa continuidade regular e para investirmos recursos para sua realização.”

Aqui estão os próximos filmes do DC Elseworld:

De acordo com a Variety, a Warner Bros gastou US$ 200 milhões no desenvolvimento de ‘Coringa: Folie à Deux‘, sequência do sucesso estrelado por Joaquin Phoenix em 2019.

Além do valor gasto com o marketing, o orçamento teve um aumento significativo em relação ao custo de US$ 60 milhões do original, que rendeu um Oscar de Melhor Ator a Phoenix e faturou US$ 1,074 bilhão.

A Variety revelou que a Warner Bros. está empolgada com a sequência e triplicou o orçamento, refletindo a promessa de “grandiosas sequências musicais” no melhor estilo de ‘Nasce Uma Estrela‘ (2018).

Outro motivo do aumento do orçamento são os cachês milionários dos astros e diretor.

Joaquin Phoenix ganhará US$ 20 milhões mais participações nos lucros das bilheterias.  Para o primeiro filme, ele ganhou “apenas” US$ 4,5 milhões.

O diretor Todd Phillips retorna e também ganhará US$ 20 milhões, mesmo valor do protagonista.

Além de Phoenix, a sequência terá a atriz e cantora vencedora do Oscar Lady Gaga, que ganhará US$ 12 milhões para viver a Arlequina.

Está programada para ser lançada em 4 de outubro de 2024.

A série spin-off de Batman, Pinguim contará com o retorno do astro Colin Farrell no papel titular, o drama está programado para estrear no segundo semestre de 2024. Pinguim terá 8 episódios em sua primeira temporada e será produzida por Lauren LeFranc.

Batman – Parte II’ será a sequência do filme estrelado por Robert Pattinson, Batman de 2022. Com direção de Matt Reeves, o filme foi confirmado por Gunn e foi adiado para 3 de outubro de 2026, continuando a trama do Homem-Morcego.

Outras duas produções estão no Elseworld, mas ainda não têm data de estreia confirmada.

Constantine 2 será a continuação de ‘Constantine’ de 2005, trazendo de volta Keanu Reeves no papel do herói feiticeiro. O filme será dirigido por Francis Lawrence, ainda sem data de estreia confirmada.

Os fãs podem aguardar com expectativa a possível inclusão de outros filmes ou séries no selo DC Elseworlds no futuro, como por exemplo, umBatman 3’.

Já no Universo principal da DC, o diretor James Gunn esteve no arquipélago de Svalbard, território ártico norueguês, para gravar as primeiras cenas de ‘Superman‘.

Em entrevista ao jornal local, Gunn disse que foi uma experiência especial começar a filmar em Adventdalen para compor os cenários que representam a Fortaleza da Solidão, o local onde o herói repousa.

E, através de seu perfil do do Instagram, o cineasta compartilhou imagens inéditas da locação, ilustrando a imensidão do deserto gelado que servirá de recanto para o Homem de Aço (David Corenswet).

Confira:

Relembre a declaração de Gunn:

“Filmamos as primeiras cenas, que são quando Superman viaja para a sua fortaleza de gelo. Queríamos um lugar que fosse lindo e que desse a sensação de estar no meio do Ártico, então pesquisamos vários lugares do mundo.”

Ele continuou, explicando porque o arquipélago foi escolhido como locação:

“Houve muitas coisas que chamaram nossa atenção em Svalbard. Primeiro, há a beleza natural. Mas também o fato de aqui encontrar uma paisagem variada que não encontraríamos em mais nenhum lugar do planeta. A natureza dá uma sensação especial, e o terreno inóspito e praticamente inabitado deixa tudo mais real.”

Segundo Gunn, as filmagens foram realizadas das 8h até às 16h, todos os dias, o que deixou os habitantes do arquipélago bem curiosos.

Ainda assim, isso não o incomodou porque não eram paparazzi tentando ganhar dinheiro em cima da produção.

“Tivemos alguns cidadãos muito curiosos, sim, eles ficaram parados observando. Mas está perfeitamente bem. E isso é uma grande diferença. Porque ter interesse apenas em assistir é algo completamente diferente de quando você tem pessoas tentando entrar furtivamente no set para tirar fotos e ganhar dinheiro vendendo online.”

Confira algumas imagens disponibilizadas pelo portal:

Marcado para julho de 2025, ‘Superman‘ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.

Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor.

Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

Terror que traz Megan Fox como androide assassina estreia no Prime Video com apenas 46% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O terror de ficção científicaSubmissão (Subservience), com Megan Fox no papel de uma androide assassina, estreou no Prime Video fazendo sucesso entre os assinantes.

Na trama, um pai em dificuldades e com sua esposa adoecida, decide comprar Alice, uma androide com inteligência artificial extremamente realista para ajudar com as tarefas domésticas. No entanto, Alice se torna repentinamente autoconsciente e deseja tudo o que sua nova família tem a oferecer, começando pelo afeto de seu dono.

Apesar da trama interessante, o filme não foi bem recebido pelo público e pela crítica.

Alice recebeu apenas 46% de aprovação dos críticos e 57% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Os críticos, em geral, elogiaram o desempenho de Megan Fox e acharam o filme divertido, embora tenham destacado alguns problemas no roteiro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Megan Fox impressiona como uma fembot de IA sexy e sinistra, oferecendo uma performance de tirar o fôlego que é impossível desviar os olhos em Subservience, uma nova e empolgante história de ficção científica que faz você refletir”, disse Josh Wilding do ComicBookMovie.

“Um filme que pode fazer o público ponderar sobre o que faria em uma situação tão estranha”, disse Jason Delgado do Film Threat.

Megan Fox arrasa no papel de robô de IA neste thriller de ficção científica, que de resto é bastante familiar”, disse Casey Chong do Casey’s Movie Mania.

“No fundo, a produção econômica, porém bem-executada, de Subservience (com algumas sequências de efeitos visuais espetaculares) e sua ousada abordagem eclética… evocam agradavelmente a diversão e a adrenalina dos filmes B de DTV dos anos 80 e 90”, disse Ayeen Forootan do In Review Online.

Subservience começa com promessas, e embora o final seja decepcionante, a produção ainda acerta em alguns momentos sedutores e ameaçadores que sustentam a experiência de assistir”, disse Brian Orndorf do Blu-ray.

“Apesar das limitações orçamentárias, Megan Fox oferece uma performance hipnotizante neste thriller de IA, semelhante a A Mão que Balança o Berço”, disse Lee McCoy do DrumDums.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

S.K. Dale (‘Até a Morte’) é responsável pela direção.

A trama segue um pai que compra uma androide para ajudar a cuidar da casa e sua família… até ela ganhar consciência e se tornar mortal.

Michele Morrone, da franquia ‘365 Dias‘, também estrela a produção.

‘Stranger Things’: Menos dermogorgons e mais lágrimas; Irmãos Duffers falam sobre o final da série [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

A quinta e última temporada de ‘Stranger Things‘ chegou ao fim de uma maneira surpreendentemente íntima e emocional. Em vez de apostar em monstros gigantes, explosões ou o caos característico do Mundo Invertido, a série escolheu encerrar sua história com algo muito mais poderoso: emoção pura. Lágrimas, silêncios e despedidas deram o tom do episódio final — exatamente como os criadores sempre imaginaram.

Para Ross e Matt Duffer, criadores e produtores executivos da série, o encerramento precisava refletir a verdadeira essência de Stranger Things: a jornada emocional de um grupo de personagens que cresceu diante dos olhos do público ao longo de quase uma década. O foco não estava no espetáculo, mas no vínculo criado entre aqueles jovens — e entre eles e os espectadores.

Em entrevista ao TheWrap, concedida por Zoom no Dia de Ano Novo, poucas horas após a liberação do episódio final na Netflix, Ross Duffer revelou que o destino da série sempre esteve claro. “A cena no porão com o nosso grupo principal de jovens, que conhecemos há oito anos, era onde a série precisava terminar”, explicou. Para ele, aquele espaço simbólico representava o coração da história desde o início.

Matt Duffer complementou destacando o significado emocional do momento. Segundo ele, toda a sequência foi pensada como uma metáfora de transição. “Aquela cena é sobre eles se despedindo da infância. As memórias continuam com eles, mas agora é hora de seguir em frente. Existe uma clara passagem de bastão para a próxima geração”, afirmou.

O impacto da despedida foi tão intenso que ultrapassou o roteiro. A cena final foi gravada ao longo de apenas dois dias, mas as emoções vistas em tela não foram atuação calculada. De acordo com os criadores, as lágrimas de Finn Wolfhard, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin e Sadie Sink eram completamente reais, resultado do peso emocional de encerrar um projeto que marcou suas vidas pessoais e profissionais.

Uma das escolhas mais comentadas do episódio final foi a ausência de Eleven, personagem de Millie Bobby Brown, na cena derradeira. Ao que tudo indica, a jovem heroína teria se sacrificado no Mundo Invertido, deixando um vazio não apenas na narrativa, mas também no grupo. Ainda assim, os Duffer optaram por não oferecer uma resposta definitiva. O destino de Eleven permanece em aberto, alimentado por uma fala de Mike, que sugere uma possibilidade mais esperançosa: talvez ela tenha fingido a própria morte, conseguido escapar e esteja vivendo em paz, longe do horror que marcou sua infância.

Esse final ambíguo reforça o tom melancólico e ao mesmo tempo esperançoso da conclusão. Stranger Things se despede não como uma série sobre monstros, mas como uma história sobre crescimento, amizade e a inevitável dor de deixar o passado para trás. Ao optar por um encerramento silencioso, emocional e profundamente humano, os irmãos Duffer entregaram um adeus à altura do laço que a série construiu com milhões de fãs ao redor do mundo.

O desfecho épico deStranger Things já está disponível na Netflix e, como esperado, o último episódio trouxe respostas definitivas e um clima de despedida agridoce que paralisou a internet na virada do ano. Mas, com o desfecho sendo uma batalha épica contra Vecna e a Mente Coletiva, uma grande dúvida fica entre os fãs: afinal, quem morreu?

De acordo com o Deadline, a resposta é: praticamente ninguém, pelo menos ninguém com quem os fãs realmente se importassem profundamente.

Kali (Eight)

A irmã de Eleven, Kali (também conhecida como Eight), retornou à série nesta temporada após sua primeira aparição na segunda temporada. Apesar de o Volume 1 terminar com seu retorno, a personagem teve pouco destaque na temporada final.

No último episódio, durante o confronto com os militares, Kali é baleada. Ela morre nos braços de Eleven, afirmando que seu destino era perecer no mundo invertido.

Tenente Robert Akers

O militar, que serviu como principal aliado da Dra. Key e ficou marcado entre os fãs por seu rosto queimado, também encontra seu fim no Mundo Invertido. Em seus momentos finais, após atirar em Kali, ele acaba sendo morto por Eleven, que usa seus poderes para forçá-lo a atirar em si mesmo.

Vecna / Henry Creel (001)

O vilão oficial da série finalmente encontra seu fim no encerramento da história. Sem arco de redenção, apesar de alguns momentos que exploram seu passado, Vecna enfrenta o grupo principal em sua batalha final, ao lado do Devorador de Mentes.

No confronto decisivo, Vecna é derrotado por Eleven com a ajuda de Will, enquanto os outros personagens conseguem destruir o Devorador de Mentes. Nos momentos finais, gravemente ferido, Vecna é decapitado por Joyce com um machado, enquanto a cena intercala flashes das pessoas que ele matou ou feriu ao longo da série.

O Devorador de Mentes

Considerado o verdadeiro líder do Mundo Invertido, o vilão surpreende ao surgir para a batalha final. Ao lado de Vecna, ele enfrenta o grupo principal, mas acaba sendo derrotado e tem seu corpo destruído. No fim, após a destruição do Mundo Invertido, toda a mente colmeia encontra oficialmente o seu fim.

Eleven morreu? (O Final Ambíguo)
O momento mais emocionante do episódio mostra Eleven se sacrificando. Para garantir que o governo nunca mais use seu sangue para criar novos experimentos, ela decide permanecer no Mundo Invertido enquanto as bombas de C-4 detonam, aparentemente desaparecendo na explosão.

Entretanto, o final oferece uma luz de esperança: meses depois, durante uma formatura e uma última campanha de D&D, Mike revela uma teoria aos amigos. Ele acredita que Eleven não morreu, mas que Kali usou seus últimos suspiros para criar uma ilusão, fazendo os militares (e os amigos) acreditarem que El estava no portal, enquanto a verdadeira Eleven escapava pelos túneis.

A série termina com uma cena emocionante de Eleven fazendo uma trilha em uma cadeia de montanhas com três cachoeiras, sugerindo que ela finalmente encontrou a paz e a liberdade em um lugar onde ninguém a conhece. Como diz Mike: “Nós nunca teremos certeza, mas eu escolho acreditar”.

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Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

10 Ótimos Filmes Dirigidos por Mulheres – Parte 1

Durante muito tempo dentro de um universo machista na indústria cinematográfica, brilhantes profissionais mulheres, tiveram que lutar bravamente para mostrar seu talento não só para o público mas para quem manda no negócio cinema.

Depois de diversos escândalos expostos, lutando contra a estereotipagem de personagens femininos, muitas vezes usadas como âncoras para uma interpretação masculina, também pelos direitos iguais de pagamento por um trabalho, a mulher tratada como objeto em cena, essas profissionais conseguiram inúmeras conquistas nos últimos anos, inclusive duas cineastas indicadas ao Oscar (poderiam até ser três né? Não esquecemos do trabalho brilhante de Regina King no filme Uma Noite em Miami) em 2021.

Ainda longe do ideal de igualdade que merecem, a luta continua e esse que vos escreve sempre estará buscando conhecer e mostrar a todos lindos trabalhos dessas guerreiras da sétima arte. Assim, surgiu a ideia de termos uma lista constante, de dez em dez trabalhos, para você leitor conhecer alguns fantásticos trabalhos de diretoras de cinema.

Nessa primeira parte, temos filmes da França, dos Estados Unidos, da Geórgia, da Grécia, da Alemanha… cineastas holandesas, francesas, norte-americanas, gregas…

Espero que gostem. Abaixo a primeira lista:

 

The Mustang (França, 2019)

Exibido no prestigiado Festival de Sundance, The Mustang, primeiro trabalho como diretora de Laure de Clermont-Tonnerre e com o já experiente ator belga Matthias Schoenaerts no papel principal, é um filme bastante sensível que aborda fortes temas familiares através da mudança de perspectiva de seu protagonista que começa a se envolver em um trabalho diferente, mesmo dentro de uma prisão. O roteiro consegue boas profundidades para abordar vários temas que envolvem o protagonista conseguindo criar um elo importante para entendermos as ações e consequências ao longo dos 96 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos Roman Coleman (Matthias Schoenaerts), um homem condenado a muitos anos de prisão (a causa conhecemos ao longo do filme). Pai e prestes a ser avô, ele é bastante quieto e fala pouco mas acaba ganhando a oportunidade de ser selecionado a um programa de reabilitação ligado a treinamento de cavalos que serão apresentados em leilões. Assim, Coleman acaba conhecendo um cavalo Mustang brabo que aos poucos acaba lhe ensinando e completando peças para se desenvolver em seu quebra cabeça de emoções que sempre guiaram sua vida.

The Mustang não é um filme para qualquer um, você precisa sentir o filme para gostar. Seu ritmo lento e a costura para o desenvolvimento profundo das emoções acabam sendo trunfos aos olhos atentos. A relação dele com a filha que não o perdoa é ótima, emocionante em vários pontos. Coleman é um protagonista de poucas palavras mas que diz muito nas suas atitudes de rebeldia e emoção que acaba transbordando com a entrada do animal em sua vida. O fazer sentido para quem está preso deve ser algo importante a analisar. Poucos filmes conseguem trazer esse sentido tão bem como explicado como esse interessante trabalho que infelizmente não conseguiu chegar ao circuito exibidor brasileiro.

 

Beginning (Geórgia, 2020)

Visual aos montes, verbal quando necessário. Selecionado para o Festival de Cannes (2020), Festival de Toronto (2020) e vencedor de prêmio no Festival de San Sebastian (2020), Beginning, dirigido e escrito pela cineasta georgiana Dea Kulumbegashvili, fala sobre intolerância religiosa e a luta constante contra traumas difíceis de superar e dúvidas recentes de uma protagonista que busca achar soluções para o que acredita. Há cenas fortes e angustiantes, também longos planos, além de uma inquietante câmera estática onde os personagens compõem a trajetória de ações ou até mesmo a força dos sentidos da natureza. Um impactante e duro filme de Kulumbegashvili. Disponível no MUBI.

Na trama, conhecemos um casal, Yana (Ia Sukhitashvili) e David (Rati Oneli), que moram numa cidade provinciana, no interior da Georgia, onde ministram uma comunidade de Testemunhas de Jeová. Um dia, um incêndio criminoso na igreja deles é causado por extremistas, a partir desse momento, a vida de Yana se transforma radicalmente.

Uma terra sem lei, um radicalismo que embaça o óbvio. Totalmente sozinha no forte trauma que sofre, Yana é uma guerreira solitária que precisa enfrentar até mesmo as desconfianças do marido que não consegue se desprender de desconexas razões religiosas para enxergar tudo que aconteceu. Sendo coagidos por um misterioso detetive e uma polícia sem força em uma região onde a justiça não é para todos, somos testemunhas de uma derrocada na família de Yana.

Beginning é um profundo drama, que busca nos seus figurativos das leis que criam sobre o universo (que nem de longe são interpretadas da mesma maneira) os paradoxos ou até mesmo contrapontos para nos fazer refletir sobre o óbvio, a religião, a dor, a dúvida e o sofrimento.

 

 

Berthe Morisot (França, 2012)

A beleza das artes e os confortos dos retratos da vida. Depois de muitos trabalhos como diretora de fotografia, a cineasta parisiense Caroline Champetier apresenta um dos seus primeiros trabalhos como diretora principal, nesse interessante tele filme Berthe Morisot. O projeto, que rodou muitos poucos cinemas, sendo exibido em outras janelas, possui uma direção de arte impecável que passa a sensação ao espectador de estar entrando em uma coleção de museus de todo o mundo. Para dar vida a essa importante artista francesa, a escolhida foi a bela Marine Delterme (Vatel – Um Banquete para o Rei, Paris-Manhattan), que explora sua personagem de maneira convincente.

Na trama, baseada na obra Manet, un rebelle en redingote de Beth Archer Brombert, conhecemos a vida adulta da pintora impressionista francesa Berthe Morisot (Marine Delterme) que passa por diversas transformações nos rumos de sua vida, principalmente quando conhece uma das maiores figuras das artes no século XIX, Édouard Manet (Malik Zidi). Berthe foi sempre uma mulher a frente de seu tempo e conseguiu o respeito de todos através de sua forte personalidade e suas obras inesquecíveis.

Uma das grandes damas do impressionismo, tem parte de sua vida detalhada nesse ótimo projeto. Com foco no primeiro ato em sua vida familiar e todo o inicial interessante pela pintura. Berthe nasceu em Bourges, era prática comum das famílias bourgeois em educar as filhas nas artes. Assim, ela e sua irmã tiveram aulas particulares com grandes professores da época. No segundo ato, o longa metragem, explora as transformações que Berthe passa após ter alguns de seus quadros bem comentados e seu encontro com uma das referências nas artes da época ,Manet. Os contextos políticos e sociais do século XIX também influenciam sua maneira de pensar e ver o mundo.

Há uma ênfase no relacionamento intenso da protagonista com Manet, onde crescem os atores em cena. Os dois são atraídos pelo contexto das artes mas o filme deixa claro que poderia ter sido uma grande história de amor também, talvez, atrapalhado porque Manet já era casado e ter sido diagnosticado com sífilis (causa inclusive de seu falecimento precoce aos 51 anos. Berthe foi musa inspiradora de quadros famosos do artista francês.

Nesse belo passeio pela história da arte europeia, somos testemunhas de uma incrível trajetória de uma mulher à frente de seu tempo.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (EUA, 2020)

Nunca, raramente, às vezes, sempre. Seu coração pode estar partido hoje mas amanhã à luz da manhã. Ganhador de prêmios esse ano nos Festivais de Berlim e Sundance, um dos filmes mais comentados nas rodinhas cinéfilas dos últimos anos, Never Rarely Sometimes Always, escrito e dirigido pelo cineasta nova iorquina Eliza Hittman, traz ao público um recorte de um tema polêmico, o aborto, de maneira dura e necessária para gerar a reflexão de todos nós do lado de cá da tela. A protagonista, interpretada por Sidney Flanigan (em seu primeiro filme como atriz) é o retrato de muitas mulheres espalhadas pelo mundo, as escolhas que ela tem e as decisões que toma em um mundo de informações instantâneas mas tão distante para pessoas que ainda estão aprendendo sobre a vida. É um filme com cenas fortes, onde se expressa toda a dor e conflitos da protagonista. Impressiona a captação das emoções pelas lentes sensíveis de Hittman.

Na trama, conhecemos Autumn (Sidney Flanigan), uma jovem introspectiva de 17 anos que trabalha como caixa de supermercado enquanto termina a escola e que está passando por uma situação complicada e difícil, se sentindo sozinha, muito por medo de contar à família, medo das reações dos que giram ao seu redor. Buscando entender melhor a situação que vive, vai em busca de soluções que acha as que tem que tomar, ouvindo especialistas em clínicas femininas. Como mora no interior dos EUA, resolve embarcar em uma viagem para Nova Iorque, junto com sua prima e única confidente Skylar (Talia Ryder) para tomar decisões complicadas e tentar seguir em frente com sua vida.

As causas da reclusão emocional e suspiros de alegria pela música, um cruzamento de sentimentos. Uma série de problemas ligados às emoções estão contidas na vida da personagem principal, não só provocado pela situação da gravidez que se encontra. O filme abre espaço para outros temas que machucam as mulheres, principalmente sobre o assédio, exemplificado no da própria protagonista e o no da prima, os exemplos são muitos que assim como no filme nessa nossa sociedade ainda muito machista. Deixando claro argumentos profundos e contextualizados sobre dores e escolhas Never Rarely Sometimes Always possui 100 minutos de muitas histórias, não só desse recorte. Um filme importante para debates cada vez mais intensos e necessários sobre os temas abordados. Um belo trabalho da diretora e roteirista Eliza Hittman.

 

Olla (Grécia, 2019)

A independência do feminismo contra o machismo descarado. Escrito e dirigido pela cineasta grega Ariane Labed, Olla é um curta-metragem que deixa sua marca com paralelos importantes ligados à luta das mulheres e sua liberdade contra o conservadorismo, o pensamento machista, quase um desabafo do que se pode encontrar na realidade dos quatro cantos do planeta. Exibido no Festival de Cannes em 2019, em Clermont-Ferrand e Sundance em 2020.

Na trama, conhecemos Olla (Romanna Lobach), uma jovem que vem de uma parte menor da Europa, no leste e acaba conhecendo virtualmente através de um anúncio o francês Pierre (Grégoire Tachnakian), logo sem seguida a protagonista vai morar com Pierre e a mãe dele em uma casa pequena no subúrbio mas nada sai conforme o planejado, nem na visão de um, nem na visão da outra.

Limitada ao conservadorismo, Olla sente a liberdade quando está sozinha, seu ponto de reflexão, quase um desabafo de uma indomável mulher à frente do seu tempo que após entender toda a situação que vive resolve tomar atitudes que a fazem mais feliz. Seu contra golpe contra a violência e o machismo desenfreado é emblemático. O roteiro é objetivo, afinal são menos de 30 minutos, mas é preciso uma lida rápida na sinopse para se situar em pequenas referências que aparecem em quase escondidas entrelinhas.

 

A Cor do Oceano (Alemanha, 2011)

A imigração é uma grande queda de braços dentro de um labirinto social. Escrito e dirigido pela cineasta, roteirista e atriz alemã Maggie Peren, A Cor do OceanoDie Farbe des Ozeans no original, é uma co-produção alemã/espanhola que traz uma forte luz sobre a situações dos imigrantes no mundo. A produção do ano de 2011, e inédito no circuito exibidor brasileiro, é um filme forte que provoca um abalo sísmico emocional principalmente se nossos olhos e corações associarem aos dias de hoje, principalmente na Europa.

Na trama, conhecemos a jovem Nathalie (Sabine Timoteo), uma turista alemã aproveitando dias de férias nas ilhas canárias (arquipélago espanhol no Oceano Atlântico). Durante uma ida à praia, é surpreendida com a chegada de um barco vindo de algum lugar do mundo trazendo imigrantes clandestinos. Logo que chegam a praia, são resgatados por policiais de fronteira, liderados pelo impiedoso Jose (Álex González). Não conseguindo se desfazer das imagens do ocorrido, Nathalie acaba se aproximando de um dos ocupantes do barco que se encontra em uma nova terra com seu filho pequeno, sem conhecer ninguém.

Longe de ser uma inverdade da vida real, o roteiro do filme nos leva a uma viagem rumo as mais tristes posições políticas, claramente representado pelo cético Jose, que entra em confronto com uma visão bem mais humanitária da turista alemã Nathalie. Os dois pontos de vistas são destrinchados ao longo dos 90 minutos de pura objetividade no roteiro assinado pela própria diretora.

Do primeiro para o segundo arco, já no preenchimento de lacunas dos personagens, vemos as consequências e mais porquês das tristes e nada humanitárias ações do guarda José, muitos impulsos provocados por uma ira sem tamanho que tem contra si mesmo por conta de não conseguir ajudar sua irmã drogada a se recuperar. Em alguns momentos o filme parece que corre um pouco com a transparência desse personagem de tão complexo que se torna. O outro lado da história, Nathalie é confrontada por seu noivo que tem uma visão totalmente protetora e nada amistosa sobre as ações que ela toma em suas decisões de ajudar ou não uma pessoa que nunca viu mas que está passando por sérias dificuldades.

A Cor do Oceano é um daqueles filmes reflexivos, importantes para debates que contam uma história que se ligarmos a televisão veremos a vida imitando a arte.

 

A Odisseia de Alice (França, 2014)

Acreditar em si mesmo leva a um destino infinito. Acreditar que falhou pode ser o fim da sua jornada. Assim, é preciso recomeçar. Escrito e dirigido pela atriz e diretora francesa Lucie Borleteau, A Odisseia de Alice é uma jornada em busca do saber amar, do conquistar ser reconhecida em sua profissão e também do saber esquecer e seguir em frente. A poderosa protagonista, interpretada pela excelente e bela atriz grega Ariane Labed (vencedora do prêmio de melhor atriz no Festival de Locarno), é o centro de todos esses conflitos e emoções que vão ganhando um certo charme libertário, com uma pegada feminista, ao longo dos intensos 97 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos a jovem engenheira Alice (Ariane Labed), uma mulher de menos de 30 anos que trabalha na marinha mercantil. Entre uma viagem e outra, algumas que duram meses em alto mar, ela acaba reencontrando um dos grandes amores de sua vida, o capitão Gael (Melvil Poupaud). O problema é que Alice deixou em terra seu noivo, Felix (Anders Danielsen Lie – do excelente Oslo, 31 de Agosto) por quem tem grandes sentimentos. Ao longo dos dias, Alice precisará descobrir realmente para quem deseja entregar seu coração, ou se simplesmente prefere viver um dia de cada vez sem compromissos.

Alice, mesmo analisando de maneira trivial, é uma personagem bastante complexa que chega até certo ponto esconder os sentimentos de si mesmo. Há um conflito dentro dela, praticamente um triangulo isósceles onde duas posições mudam de posição constantemente. Lutando pelo reconhecimento em um lugar de trabalho onde vive cercada de homens e poucas mulheres, a protagonista coloca sua profissão em primeiro lugar.

Fica bem claro logo nos primeiros minutos de filmes que estamos prestes a sermos testemunhas de uma trajetória inconsequente de quem não sabe como amar. Há um sentimento bem forte de egoísmo da personagem principal. Alice é adepta da liberdade e, por causa de sua imaturidade nos relacionamentos, nunca pensa como o coração dos outros pode ficar por conta de suas atitudes. Ela sofre, chega próximo do amar mas prefere ser inconsequente. É uma escolha.

Com uma fotografia belíssima e ótimas atuações do simpático elenco, A Odisseia de Alice estreou no circuito brasileiro algumas semanas atrás de vem ganhando diversos elogios da crítica e dos cinéfilos. Merecido, é um belo trabalho.

 

The Rider (EUA, 2017)

Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser. A difícil decisão de desistir dos próprios sonhos por motivo de força maior. Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Chloé Zhao (atual vencedora do Oscar por Nomadland), The Rider é uma fábula moderna, muito real, sobre a arte do se reinventar mesmo que isso vá contra tudo o que sempre conquistou. Falando sobre amizade, família e sonhos, o projeto foi organizado a partir do encontro entre e diretora Chloé Zhao e Brady Jandreau durante a pesquisa da primeira para seu filme anterior, Songs My Brothers Taught Me (2015).

Com um personagem baseado na vida do artista que o interpreta, The Rider conta a história de Brady Blackburn (Brady Jandreau) um jovem com um futuro brilhante no mundo dos rodeios até que após um grave acidente em um evento precisa se limitar a determinadas atividades e nunca mais poder realizar seu grande sonho. Tendo que se reinventar como pessoa, descobre na força dos amigos e da família novos motivos para se tornar uma pessoa de bem.

Colorindo nosso olhar com uma bela fotografia, The Rider é uma trama envolvente, que busca na profundidade de seu protagonista razões para entendermos melhor o louco mundo em que vivemos. Mesmo a cultura country sendo um pouco distante da maior parte das realidades brasileiras, o projeto projeta o tema como plano de fundo dando exata dimensão do quão fascinante é esse mundo. Abordando sonhos e as conseqüências das dificuldades que enfrenta o protagonista, nos identificamos a todo instante. Mesmo sendo lapidado com uma melancolia permanente, The Rider é capaz de encantar pela sutileza e as nítidas verdades do olhar do personagem, elo com o público.

Indicado para mais de 16 premiações em todo o mundo, incluindo o prêmio do C.I.C.A.E. Award no Festival de Cannes em 2017, além de indicações ao prestigiado Spirit Awards desse ano, The Rider não deixa de ser a realização de um sonho, uma singela e bonita homenagem de Zhao a seu protagonista. Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade.

 

Uma Noite em Miami (EUA, 2020)

Quantas estradas um homem precisará andar antes que possam chamá-lo de homem? A mudança está chegando, sim ela vai. Dirigido pela atriz e cineasta, ganhadora do Oscar, Regina KingUma Noite em Miami… produzido e já no catálogo da Amazon, é um filme que fala sobre amizade, direitos humanos, causas sociais e que gera uma grande reflexão sobre como era os Estados Unidos e o mundo no meio da década de 60 em relação a desigualdades sociais, religião e preconceitos que ainda existem até hoje. Em um inusitado e ficcional encontro entre quatro amigos, negros, famosos entendemos escolhas marcantes na história norte-americana. Baseado na peça de teatro de Kemp Powers, que também assina o roteiro da produção. O longa-metragem, foi selecionado para o Festival de Cinema de Veneza do ano passado, sendo o primeiro filme dirigido por uma mulher afro-americana a ser selecionado na história desse festival.

A trama é ambientada em meados da década de 60, mais precisamente na noite onde o grande pugilista norte-americano Cassius Clay (Eli Goree), depois Muhammad Ali, venceu Sonny Liston e conquistou o título mundial de campeão dos pesos pesados. Naquele mesmo dia, para comemorar, Cassius fora se encontrar com os amigos de longa data: o cantor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), o ativista Malcom X (Kingsley Ben-Adir) e a estrela do futebol americano na época Jim Brown (Aldis Hodge) em um quarto de hotel em Miami. Nesse encontro, longos debates sobre causas sociais, ativismo político e a importância deles para mudanças futuras nos direitos iguais para os negros.

Diálogos acalorados, questões religiosas, sucessão de argumentos conforme sentimento vivido até ali, linha tênue entre amizade e imposição de convencimento, tudo isso acontece entre os quatro personagens em um quarto de hotel. Os rumos e conclusões dessas trocas de ideias seriam fundamentais para a consolidação do pensar no movimento negro nos Estados Unidos, já que os quatro eram negros de grande sucesso e exposição nas suas respectivas carreiras. Regina King, que antes desse já dirigiu um documentário e alguns episódios de séries como: This is UsThe Good Doctor e Scandal, consegue muito sucesso em transmitir as ideias dessas brilhantes mentes que foram fundamentais na luta constante pelos direitos iguais. As argumentações se tornam uma grande aula de história para todos que não conheciam ou por algum motivo nunca pararam para pensar o quão caótico era (ainda é!) a questão do preconceito na maior super potência do planeta.

O desfecho ao som de A Change is Gonna Come, na voz do ator Leslie Odom Jr. (ganhador do Tony por sua atuação magistral no musical Hamilton) é a cereja do bolo. Uma música que diz muito sobre o que conversam os quatro amigos. Tem sido um longo, um longo tempo para chegar, mas quem sabe algum dia…a mudança está chegando.

 

Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa (Alemanha, 2019)

O amor é o melhor remédio do mundo. Em mais uma obra sobre os terríveis momentos que o mundo viveu na chegada de um dos maiores vilões da história da humanidade no poder na Alemanha, acompanhamos sob a ótica de uma menina, uma família judia que morava na Alemanha e sua fuga pela Europa em uma época vazia, deficiente de paz, repleta de ódio, medo e intolerância. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa, baseado no livro de sucesso (publicado em 20 idiomas) da escritora Judith Kerr, é um longa-metragem repleto de arcos interessantes mesmo que não haja uma profundidade maior no tema principal que impactou toda uma legião de famílias pelo planeta. O filme é dirigido pela cineasta alemã Caroline Link (também diretora do elogiado filme Lugar Nenhum da África, filme do início dos anos 2000) e conta com ótima atuação de sua protagonista, a jovem Riva Krymalowski e do ator alemão Oliver Masucci (conhecido por aqui por seu papel no seriado Dark).

Na trama, ambientada no começo dos anos 30, em Berlim, conhecemos a família do jornalista Arthur (Oliver Masucci) e da escritora de óperas e exímia pianista Dorothea (Carla Juri) que vivem junto com seus filhos Anna (Riva Krymalowski) e Max (Marinus Hohmann). Faltando 10 dias para eleições na Alemanha, o jornalista, que é crítico de Hitler, é avisado por amigos que fora colocado em uma lista onde que nessa estiver será perseguido por Hitler caso o mesmo ganhe as eleições. Se guardando do pior, resolve embarcar para um país vizinho junto com toda sua família. Assim, durante meses, lutando contra a falta de oportunidades de trabalho e da perda de toda uma vida material, a família decide ir se mudando de países e para isso precisará estar unida para juntos vencerem.

Os diálogos são bastantes esclarecedores de como os pequenos irmãos enxergavam toda aquela situação vivida pela família. Ao longo das viagens, que acabam se tornando constante pelo continente europeu, há a necessidade de rápida adaptação a novas rotinas, novos costumes, nova cultura. Os horrores do que acontecia na Alemanha com conhecidos chegavam por interlocutores que os visitavam, como o carismático Tio Julius (Justus von Dohnányi).

As indagações constantes de Anna ao pai mostra como o amadurecimento sobre a situação vivida por sua família, em meio ao barril de pólvora que se tornou a Europa, está sempre em desenvolvimento. Nesses emocionantes diálogos, a protagonista e Arthur, a quem tem uma admiração louvável, falam sobre tudo que há no mundo e na sua existência. Fé, o momento atual, cultura, livros. Sonhos simples e ainda distantes. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa é mais um recorte sobre esses tempos difíceis que a humanidade viveu.

 

Mostra de Cinema de Tiradentes: um ponto de encontro movido pela força do Cinema Brasileiro!

A charmosa cidade de Tiradentes, no interior de Minas Gerais, vem sendo, há mais de duas décadas, o pontapé inicial do audiovisual brasileiro. Muito mais do que um evento dedicado à exibição de curtas, médias e longas-metragens, a Mostra de Cinema de Tiradentes se renova a cada nova jornada, consolidando-se como um lugar prazeroso de encontros. Com suas ótimas oficinas, atrações artísticas e rodas de debates, é evidente o protagonismo constante do cinema brasileiro.

28ª MOSTRA TIRADENTES - Abertura Oficial - Foto Leo Lara/Universo Produção
28ª MOSTRA TIRADENTES – Abertura Oficial – Foto Leo Lara/Universo Produção

Em 2026, na sua 29ª Edição, o evento apresentará, ao longo de nove dias – de 23 a 31 de janeiro – mais de 130 produções audiovisuais, algumas dessas inéditas, espalhando cultura por essa cidade histórica. Seja na praça mais charmosa do município ou em uma estrutura gigante montada em um dos seus pontos centrais, programação é o que não faltará para todas as pessoas amantes da sétima arte.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Como acontece todos os anos, a Mostra de Cinema de Tiradentes escolhe uma personalidade artística para ser homenageada. Em 2026, a escolhida é a talentosa atriz e diretora Karine Teles. Com um currículo admirável, transitando entre cinema, o teatro e a televisão, a atriz petropolitana já brindou o público com personagens marcantes ao longo de sua vitoriosa carreira. Sete filmes dos quais participa estarão na programação, com destaque para o inesquecível Que Horas ela Volta?, o impactante Riscado e seu trabalho mais recente, #SalveRosa.

Com a interessante temática ‘Soberania Imaginativa’ marcando esta nova edição do festival – que vai ao encontro das formas de imaginarmos o mundo em que estamos e da liberdade de contar nossas próprias histórias, fortalecendo identidade, a memória e pertencimento -, temos certeza que seremos testemunhas de novos olhares e histórias enriquecedoras, com o cinema brasileiro seguindo pulsante.

Cortejo da Arte - Foto Leo Lara/Universo Produção
Cortejo da Arte – Foto Leo Lara/Universo Produção

A Mostra de Cinema de Tiradentes sempre esteve ao lado do cinema feito em nosso país, apresentando ao público novos e consagrados realizadores que o brindam com suas novas obras. Nossa história com o festival começou há alguns anos e, desde então, percebemos a força que chega através dessa potente ação cultural. Do carinho da recepção sempre amável às importantes reflexões sobre os filmes exibidos, passando pelos encontros que ficam em nossas memórias, esse é um lugar onde nos sentimos em casa.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Para você que quer descobrir alguns dos filmes desta Mostra que já estamos de olho, preparamos essa lista aqui. Nesse abraço coletivo ao cinema brasileiro, do qual faremos parte, você, leitor e leitora, poderá acompanhar muito do que acontecer por lá através da nossa super cobertura. Teremos entrevistas, críticas dos filmes publicadas aqui no site e uma série de vídeos em nossas redes sociais, em um acompanhamento completo, como você já conhece.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Viva o Cinema Brasileiro! Viva a Mostra de Cinema de Tiradentes!

 

Crítica | A Morte de Stalin – Drama Histórico ganha contornos cômicos dignos de Kubrick

Dr Fantástico Moderno

Especialista em comédias políticas, o britânico Armando Iannucci tem no currículo produções cinematográficas como In the Loop (2009), e séries como a premiadíssima Veep (2012 – ). Aqui, o cineasta dá seu passo mais ambicioso ao voltar no tempo para satirizar um período histórico extremamente dolorido para a sociedade mundial. Mas, ei, sem bom humor não podemos seguir.

Assim, não apenas a era ditatorial de Josef Stalin na Rússia, mas em especial sua morte, são escancaradas pelo humor inglês, seco, mas muito ácido, neste filme. Achar um tom satisfatório entre a comédia, mesmo uma tão sutil que é quase imperceptível (em especial aos olhos e ouvidos não treinados neste tipo), e o drama estarrecedor de um tema que aborda execuções em praças públicas e todo tipo de crueldade humana, é algo que caminha numa linha tão tênue – chegando a ser invisível.

Na cena de abertura, durante o concerto de uma pianista e uma orquestra numa gravação de rádio, já sentimos o clima tragicômico que o diretor preparou para nos impregnar durante toda a projeção. Nas únicas cenas com participação do ator e cineasta Paddy Considine, que interpreta o diretor da rádio, percebemos o desconforto, que beira a paranoia e o ataque de nervos, do sujeito ao receber uma ligação do czar.

Seguindo de perto verdadeiros ícones do cinema satírico, longe do escracho, e se mostrando um digno herdeiro de obras como Dr. Fantástico (1964), de Stanley Kubrick, ou as produções do grupo Monty Python, A Morte de Stalin consegue ser histérico e hilário, ao mesmo tempo em que choca com seu realismo visceral, não se afastando do período negro retratado.

O medo de um comentário equivocado te levar à morte, até mesmo para membros do alto escalão do governo, é motivo de risadas aqui – o ensaio do personagem de Steve Buscemi, no papel de Nikita Khruschchev, repassando com a esposa toda noite as piadas que deram certo com o ditador – mas igualmente retrata o pavor causado na época.

Após a morte acidental do lendário líder Comunista, seus ministros começam a ficar inquietos, cada um orquestrando sua própria tomada de poder. A dinâmica é criativa, e o texto teatral, escrito pelo próprio diretor, em parceria com Fabien Nury – criador da HQ na qual o longa é baseado, é rápido e cheio de nuances. Tratado como drama histórico sério em sua forma, com direito a direção de arte e figurinos típicos desta categoria de cinema, A Morte de Stalin é uma produção bem cuidada e dirigida.

As performances não chegam atrás, e mesmo que por vezes se aproximem do nonsense – minuciosamente planejado pelos criadores – são levadas num estado de magnitude e responsabilidade por seus intérpretes. Gente do calibre de Jeffrey Tambor, Simon Russell Beale, Adrian McLoughlin, Andrea Riseborough, Rupert Friend, Jason Isaacs e Olga Kurylenko, além dos citados Buscemi e Considine tratam o material de forma como se buscassem prêmios. E por falar no elo com Python, aqui temos um veterano do time, Michael Palin vive Vyacheslav Molotov, político cujas declarações deram origem à famosa bomba de fabricação caseira, o coquetel Molotov.

A Morte de Stalin dispara em todos os cilindros e acerta em todas as notas. É acurado em seu retrato de uma parte muito específica do passado da Rússia, e todo o horror implantado por um governo totalitário, que acreditava sem sombra de dúvida estar fazendo o bem para seu povo. E ao mesmo tempo, se mostra afiadíssimo com a ridicularização deste grandioso absurdo de nossa existência humana. O que Iannucci faz aqui, claramente, não é debochar do sofrimento de uma nação, mas sim, como ícones do peso de Kubrick e Tarantino antes dele, retribuir a tragédia com um pagamento à altura, a crítica bem humorada.

10 Filmes Brasileiros MUITO ADORADOS que Completam 10 Anos em 2023!

Parece que foi ontem que o querido Paulo Gustavo nos encantou e nos fez chorar de tanto rir com sua maior criação, a Dona Hermínia, chegando aos cinemas pela primeira vez. Mas já passaram 10 anos desde o primeiro filme. Dá para acreditar? De lá para cá aconteceu muita coisa, como a triste morte do comediante, que era uma paixão nacional, graças ao vírus da COVID na pandemia. É simplesmente inacreditável. Mas aqui iremos falar de coisas boas e o legado de Paulo Gustavo será eterno.

Este ano, a ótima Sophie Charlotte estrelou como Gal Costa em ‘Meu Nome é Gal’ e participou até mesmo de ‘O Assassino’, filme internacional dirigido por David Fincher. Mas há 10 anos, ela estreava no cinema em sua primeira produção nacional. Bem, com essas introduções você já deve ter sentido que: A) esta nova matéria irá falar sobre filmes brasileiros; e B) terá foco nas produções nacionais mais queridas que estão completando 10 anos de estreia em 2023. Pois é isso mesmo. Confira abaixo e diga quais já assistiu.

Minha Mãe é uma Peça

O saudoso e inesquecível Paulo Gustavo sequestrava nossos corações com ‘Minha Mãe é uma Peça’, uma das comédias nacionais mais queridas e engraçadas de todos os tempos. O filme, é claro, adapta para as telonas a peça de mesmo nome criado por Paulo e baseada em sua vivência com a mãe, Dona Déa Lúcia. O filme que conta as desventuras de uma mulher divorciada de meia idade, com três filhos adultos, fez tanto sucesso que gerou duas continuações, uma em 2016 e outra em 2019. E temos certeza que se não fosse a morte de Paulo Gustavo ainda iríamos ganhar um ‘Minha Mãe é uma Peça 4’. É uma pena. Os filmes foram alguns dos maiores sucessos nacionais de todos os tempos.

O Lobo Atrás da Porta

Aqui pulamos de uma comédia hilária (que é uma preferência nacional) para um thriller dramático que é um verdadeiro soco no estômago. Que a talentosíssima Leandra Leal é um dos maiores nomes de nosso cinema, isso todos já sabem. Leandra começou bem jovenzinha, e há 10 anos já era um talento enorme, entregando uma atuação poderosa como “a fera da Penha” – uma mulher renegada pelo homem que achava ser o amor de sua vida, que perde completamente a cabeça e comete uma das maiores atrocidades que se tem notícia.

Escrito e dirigido por Fernando Coimbra (cineasta que se solidificou nos EUA com carreira por lá e trabalhos como ‘Narcos’, ‘Outcast’, ‘Dilema’ e ‘Perry Mason’), o filme é baseado em uma aterradora história real. Uma ‘Atração Fatal’ levada às últimas consequências, sem final feliz, por se tratar do mundo real. Assim como o personagem de Michael Douglas, o hipnótico Milhem Cortaz vive um homem casado, que tem um caso e traz a tragédia para dentro de casa.

Flores Raras

Com ares de produção internacional, mas sendo uma obra cem por cento brasileiras, ‘Flores Raras’ também é baseado em uma história real, e conta sobre o relacionamento entre a poetiza americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares durante as décadas de 1950 e 1960. O filme é dirigido pelo lendário Bruno Barreto, responsável por grandes sucessos atemporais do cinema brasileiro, vide ‘Dona Flor e seus Dois Maridos’ (1976), ‘Gabriela’ (1983) e ‘O Que é Isso Companheiro?’ (1997). Nos papeis principais, a nossa musa Glória Pires e a australiana Miranda Otto.

Faroeste Caboclo

No Brasil e no mundo, um dos subgêneros que ganhou muita força nos últimos anos – apesar de sempre ter existido – foi o das cinebiografias musicais. Esses tipos de filme contagiam os espectadores que podem ouvir em grande estilo as canções de seu músico ou banda preferidos, e ainda por cima conhecer um pouco mais de sua trajetória. Foi o caso recente com a banda Queen em ‘Bohemian Rhapsody’ e Elton John em ‘Rocketman’.

No Brasil, o cineasta René Sampaio descobriu ainda um novo filão: adaptar músicas de bandas queridas para o cinema. Bem, na verdade ele por enquanto só fez com uma banda, uma das maiores do país: a Legião Urbana. Foi o que inspirou o diretor a criar ‘Faroeste Caboclo’, com Fabrício Boliveira e Isis Valverde. Anos depois ele repetiria a dose com ‘Eduardo e Mônica’. E já queremos a próxima, assim como a adaptação de músicas de outros artistas também.

Meu Passado me Condena

Agora finalmente retornamos para as comédias, com Fábio Porchat e Miá Melo adaptando para as telonas a sua peça de teatro, que por sua vez havia virado série de TV depois dos palcos. A história apresenta as desventuras de um casal, com muito bom-humor, e a ironia implícita do humorista. No comando da obra para o cinema a talentosa cineasta Julia Rezende, dos ótimos ‘Ponte Aérea’ (2015), ‘De Pernas Pro Ar 3’ (2019) e ‘Depois a Louca Sou Eu’ (2019).

Na trama, Fábio é um sujeito imaturo, e Miá é uma pseudointelectual. Eles não poderiam ser mais diferentes, mas se apaixonam e se casam. A lua de mel é um cruzeiro para a Europa, onde tudo e mais um pouco irá acontecer. O sucesso gerou uma sequência dois anos depois. Sabemos que Fábio Porchat é provavelmente um dos homens mais ocupados do Brasil, mas que seria legal um terceiro filme, seria.

Somos Tão Jovens

Por falar em ‘Faroeste Caboclo’, a banda Legião Urbana nunca esteve tão viva na cultura pop quanto há 10 anos – quando recebeu duas belíssimas homenagens nas telonas. Ao contrário de ‘Faroeste Caboclo’ e ‘Eduardo e Mônica’, ‘Somos Tão Jovens’ é a própria biografia da banda e de seu frontman Renato Russo, vivido por Thiago Mendonça. Os filmes foram lançados quase 20 anos após a morte do saudoso e inesquecível músico.

Serra Pelada

Outro filme nacional que chamou bastante atenção há 10 anos foi ‘Serra Pelada’, longa de Heitor Dhalia, que retrata o maior garimpo a céu aberto do mundo. Em uma época em que se combate muito o garimpo ilegal em nosso país, pelos malefícios extremos que causam ao meio ambiente, ‘Serra Pelada’ é obrigatório para aprendermos com a história. Passado na década de 1970, quando ocorreu uma verdadeira corrida pelo ouro em nosso país.

O diretor é conhecido pelos ótimos ‘O Cheio do Ralo’ e ‘À Deriva’, e já fez filme na gringa com o thriller ’12 Horas’. O elenco conta com a nata do cinema nacional: Juliano Cazarré, Júlio Andrade, Matheus Nachtergaele, Wagner Moura (quase irreconhecível) e a estreia da talentosa Sophie Charlotte no cinema.

Até que a Sorte nos Separe 2

Entre grandes produções nacionais, dramas e as adoradas cinebiogragfias, não podemos esquecer as comédias – uma grande paixão nacional. E por enquanto só tivemos duas na lista. Agora chega a terceira. ‘Até que a Sorte nos Separe’ foi o primeiro grande sucesso da carreira de Leandro Hassum nos cinemas e se tornou uma de nossas maiores franquias. A prova disso é que um quarto filme já está sendo planejado.

Na trama baseada no livro ‘Casais Inteligentes Enriquecem Juntos’, Leandro Hassum é Tino, um professor de academia que ganha na loteria e do dia para a noite fica milionário. Porém, ele, ao lado da esposa, e da família, torra todo o dinheiro e agora precisa disfarçar a perda. Essa primeira sequência os leva para Las Vegas, traz participação especial do lendário Jerry Lewis reprisando um de seus papeis mais icônicos, e ainda brinca com a mudança de Danielle Winits para Camila Morgado no papel da esposa. O terceiro filme foi lançado em 2015.

Uma História de Amor e Fúria

Finalizando a lista temos duas animações, para os que acham que o Brasil não aposta em outros gêneros. Só aqui nesta lista tivemos exemplos de gêneros dos mais variados. Em uma mistura de aventura e ficção científica, acompanhamos um amor que dura 600 anos, e segue a história de nosso país, desde a colonização, a época da escravidão, o domínio militar na ditadura até chegar ao futuro do país, no ano de 2096, com uma nova guerra, a da água. O filme teve prestígio internacional, e traz as vozes de um trio de peso, com Selton Mello, Camila Pitanga e Rodrigo Santoro encabeçando o elenco de dubladores.

O Menino e o Mundo

Agora chegamos ao último filme presente na lista e que também é uma animação. Indo na contramão do item acima, ‘O Menino e o Mundo’ é uma animação “muda”, ou seja, não possui diálogos, apesar de ter som e trilha sonora. É uma experiência imersiva e muito mais visual. Ao contrário da badalação do item acima, é um longa muito mais intimista, criado através de uma técnica simples, mas muito eficiente. Tanto que se tornou um dos filmes mais prestigiados da história recente do cinema brasileiro, concorrendo ao Oscar de melhor animação em 2016. Definitivamente um feito histórico para nosso país.

Rihanna e Donald Glover estão gravando novo filme?

Recentemente, fotos dos bastidores da Rihanna e Donald Glover em um set de filmagens em Cuba começaram a aparecer pela internet. O misterioso projeto se chama ‘Guava Island‘, e será dirigido por Hiro Murai.

Ainda não está claro que o projeto se trata de um filme ou um videoclipe, mas especula-se que seja o primeiro caso. Letitia Wright (‘Pantera Negra‘) e Nonso Anozie também estão no elenco.

Novas informações devem sair em breve.

‘Os Mandalorianos’: Série derivada de ‘Star Wars’ ganha logo oficial e data de estreia; Confira!

A série ‘Os Mandalorianos‘ (The Mandalorian) teve o seu logo oficial divulgado. Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 12 de novembro, junto com o lançamento do serviço de streaming da Disney+.

Confira o logo:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Good Trouble’: Trailer da segunda metade da 2ª temporada traz novos conflitos

O canal Freeform divulgou o trailer da segunda metade da 2ª temporada de ‘Good Trouble‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 15 de janeiro.

Criada por Joanna JohnsonBradley BredewegPeter Paige, a série é um spin-off de ‘The Fosters‘.

A trama acompanha a história das irmãs Callie e Mariana, que embarcam para Los Angeles, na Califórnia, para começarem a vida após a faculdade.

Maia Mitchell e Cierra Ramirez estrelam. Zuri Ade, Sherry Cola, Tommy Martinez, Roger Bart, Emma Hunton e Josh Pence completam o elenco.

‘Cobra Kai’: Elenco da série joga Stop em vídeo divertido; Confira!

Para promover o lançamento das duas primeiras temporadas de ‘Cobra Kai‘, a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com o elenco jogando Stop.

Confira:

Vale lembrar que o terceiro ciclo será lançado apenas em 2021.

A série é uma continuação direta do clássico ‘Karatê Kid‘.

Situada 30 anos depois dos eventos do primeiro filme, a trama segue Johnny Lawrence em busca de redenção e reabrindo o infame dojo Cobra Kai. Com isso, ele trará de volta sua rivalidade com o bem sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A série explora as desavenças entre os dois, à medida que resgate o Karate Kid para uma nova geração de adolescentes, que nada se parece com os jovens dos anos 80.

Ralph Macchio (Daniel LaRusso) e William Zabka (Johnny Lawrence) reprisam seus papéis.

Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand completam o elenco.

‘Hotel Transilvânia 4’: Monstros são transformados em humanos no trailer da sequência

A Sony Pictures divulgou o trailer completo da sequência Hotel Transilvânia: Transformonstrão‘.

Confira dublado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de julho.

Dirigido por Derek DrymonJennifer Kluska, este será o último capítulo da franquia.

A misteriosa invenção de Van Helsing, o “Raio de Transformonstrão”, fica fora de controle, transformando Drac e seus amigos monstros em humanos, e Johnny em um monstro! Em seus novos corpos incompatíveis, Drac, destituído de seus poderes, e um Johnny exuberante, amando a vida como um monstro, devem se unir e correr para encontrar uma cura antes que suas transformações se tornem permanentes.

A produção contará com o retorno das vozes de Adam Sandler, Selena Gomez, Keegan-Michael Key, Molly Shannon, David Spade e Andy Samberg.

Vale lembrar que o longa anterior, ‘Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas‘, se tornou a animação de maior bilheteria da Sony Pictures, com arrecadação de US$ 526.5 milhões.

Juntos, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 1.3 bilhão.

‘The Walking Dead’: Maggie retorna BRUTAL no trailer da 2ª parte da última temporada; Confira!

A AMC divulgou o trailer completo da segunda parte da última temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O ciclo final retornará com episódios inéditos no dia 20 de fevereiro – vale lembrar que os episódios são lançados uma semana antes no streaming da AMC+.

Ao total, a última temporada contará com 24 episódios, divididos em três partes.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

‘O Clube da Meia-Noite’: Série de terror do Mike Flanagan ganha novo trailer com cenas INÉDITAS

Netflix divulgou o trailer final da série de terror ‘O Clube da Meia-Noite‘, que foi criada pelo aclamado realizador Mike Flanagan.

Confira:

A produção será lançada na plataforma de streaming no dia 7 de outubro.

A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.

A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.

Os protagonistas, que formarão o Clube da Meia-Noite, são: Adia, Igby Rigney, Ruth Codd, William Chris Sumpter, Aya Furukawa, Annarah Shephard e Sauriyan Sapkota.

O elenco ainda contará com Heather Langenkamp (‘A Hora do Pesadelo’), Zach Gilford, Samantha Sloyan, William B. Davis, Iman Benson, Larsen ThompsonCrystal Balint, Patricia Drake e Matt Biedel.

Flanagan entra como produtor e roteirista ao lado de Leah Fong (‘Once Upon a Time’).

A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).

Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.

Uma Família Extraordinária

(Wildflower)

 

Elenco:

Kiernan Shipka
Brad Garrett
Jean Smart
Alexandra Daddario

 

Direção: Matt Smukler

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 5 de Outubro de 2023

Sinopse: 

Baseada em uma história real, a trama explora o amadurecimento de Bea Johnson, desde o nascimento até a formatura, enquanto ela navega na vida com dois pais neurodivergentes e uma família extensa que não consegue chegar a um acordo sobre a melhor maneira de ajudar.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Matt Smukler também assina o roteiro ao lado de Jana Savage;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Reboot de ‘Maze Runner’ está em desenvolvimento

De acordo com o The Hollywood Reporter, a 20th Century Studios está desenvolvendo um reboot da franquia ‘Maze Runner‘, baseada na saga homônima de James Dashner.

Jack Paglen, roteirista de ‘Transcendence: A Revolução‘, assina o roteiro da nova versão.

Wes Ball, diretor da trilogia original, servirá como produtor ao lado de Ellen Goldsmith-Vein, Lee Stollman e Marty Bowen.

Novas informações sobre o reboot devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que a franquia original, estrelada por Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Will Poulter, e Thomas Brodie-Sangster, arrecadou quase US$ 950 milhões mundialmente.

Na trama…

Em um futuro apocalíptico, o jovem Thomas é escolhido para enfrentar o sistema. Ele acorda dentro de um escuro elevador em movimento e não consegue se lembrar nem de seu nome. Na comunidade isolada em que foi abandonado, Thomas conhece outros garotos que passaram pela mesma situação. Para conseguir escapar, ele precisa descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr muito.

‘Agatha Desde Sempre’ NÃO terá 2ª temporada, afirma Patti LuPone

Em entrevista ao podcast Sirius XM, Patti LuPone (‘American Horror Story’) confirmou que a série ‘Agatha Desde Sempre‘ não retornará para uma segunda temporada.

Apesar disso, a atriz, que interpretou a bruxa Lilia Calderu, revelou que adoraria retornar para um novo ciclo.

“Não haverá uma segunda temporada. Jac Schaeffer, a criadora, veio ao meu trailer e me disse: ‘Patti, estou aqui para te dizer que a Lilia vai morrer’, e eu respondi: ‘Mas eu quero uma segunda temporada’.”

Ela completa, “[Schaffer] disse que não tem interesse em segundas temporadas. Ela disse: ‘Eles queriam que eu fizesse uma segunda temporada de ‘WandaVision’, mas eu recusei’. Ela disse que há muitas coisas que quer escrever, então ela cria histórias únicas. Espero que eu possa voltar a trabalhar ao lado dela porque ela é mágica.”

Vale lembrar que todos os episódios de ‘Agatha Desde Sempre’ já estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Jac Schaeffer.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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Caminhos do Crime

(Crime 101)

 

Elenco:

Chris Hemsworth
Halle Berry
Mark Ruffalo

 

Direção: Bart Layton

Gênero: Ação

Duração: 140 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 90 milhões

Estreia: 12 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em CAMINHOS DO CRIME, um ladrão enigmático realiza assaltos de alto risco ao longo da icônica rodovia 101. Quando ele mira o golpe de sua vida — na esperança de que este seja seu último trabalho —, seu caminho cruza com o de uma corretora de seguros desiludida, forçando os dois a colaborar. Determinado a desvendar o caso, um detetive implacável se aproxima da operação.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Don Winslow;

» Além de dirigir, Bart Layton também assina o roteiro da adaptação ao lado de Peter Straughan;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Cena DELETADA de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ tira sarro de ‘Sorria’ e ‘Round 6’; Confira!

Para promover o lançamento de ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ em video on demand (VOD), a Paramount Pictures divulgou uma cena inédita da sequência – que foi cortada da edição final para os cinemas.

O vídeo traz a sobrevivente Cindy Campbell (Anna Faris) enfrentando um grupo de Ghostfaces, em uma cena que faz paródia de ‘Sorria 2‘ e da série ‘Round 6‘.

Confira:

Sucesso nos cinemas, o sexto filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 230 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se a segunda maior arrecadação da história da franquia – atrás apenas de ‘Todo Mundo em Pânico‘ (US$278M).

Crítica | Sexto capítulo da franquia ‘Todo Mundo em Pânico 6’ é uma TRESLOUCADA aventura que não deixa ninguém a salvo

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

‘Liga da Justiça’ continua sendo o filme planejado por Zack Snyder

Ao contrário do que muitos rumores apontaram nas últimas semanas, ‘Liga da Justiça‘ continua sendo aquele filme idealizado pelo cineasta Zack Snyder, mesmo após algumas filmagens extras.

A informação foi compartilhada pelo jornalista Mark Hughes, da revista Forbes, durante o podcast Superhero News.

Segundo o repórter, que possui informações internas da produção, Joss Whedon não estaria fazendo um final completamente diferente do de Snyder e boatos de que ‘Liga da Justiça‘ seria “impossível de assistir” seriam falsos.

Disse Hughes:

“Eles não disseram que precisavam de fotografia adicional ou que seria necessário filmar mais um bocado. Então, a maioria das filmagens que a audiência verá nas telas ainda é material que foi filmado durante a fotografia principal”.

O jornalista também pontuou o uso da terminologia equivocada, dizendo que refilmagem é diferente de material adicional:

“A maioria do que está sendo gravado corresponde a filmagens novas. Sobre as refilmagens, as pessoas ainda insistem em usar a terminologia errada, dizendo que é a mesma coisa, que não faz diferença. Bem, não é e isso faz diferença para os cineastas e demais pessoas que fazem um filme acontecer e importa se você chama algo de refilmagem, quando na verdade não é o caso em questão. Mas considerando que isso é apenas um termo técnico, as gravações e regravações combinadas que estão sendo feitas, aliadas ao aperfeiçoamento para completar algumas coisas, não serão a maior parte, nem uma parcela vasta da produção”.

Liga da Justiça’ tem estreia prevista para Novembro.