Lena Dunham não vai mais dirigir o filme live-action da ‘Polly Pocket’. A diretora e roteirista, conhecida por seu trabalho em ‘Girls’ e ‘Sharp Objects’, anunciou sua saída do projeto.
Segundo o Deadline, Dunham havia escrito o roteiro do filme e estava trabalhando nele há três anos. Ela explicou que sua decisão de sair foi baseada no desejo de fazer um filme que ela sentisse ser verdadeiramente seu.
“Eu não vou fazer o filme da Polly Pocket. Eu escrevi um roteiro e estava trabalhando nele por três anos. Mas lembro de alguém uma vez me dizer sobre Nancy Meyers: o mais incrível sobre ela é que o filme que ela faz ou o filme que ela faria, com ou sem um estúdio, com ou sem notas – de alguma forma, seu gosto consegue se intersectar perfeitamente com o que o mundo quer”, disse Dunham.
Ela continuou: “Que presente maravilhoso isso é. E Nora Ephron também, que foi uma mentora para mim, sempre disse, ‘Vá ser estranha. Não se curve para ninguém.’ E eu acho que Greta [Gerwig] conseguiu esse feito incrível [com Barbie], que foi fazer algo que foi literalmente um doce para tantos tipos diferentes de pessoas e foi perfeitamente e divinamente Greta”.
“Eu senti que, a menos que eu possa fazer assim, não vou fazer. Eu não acho que tenho isso em mim”, explicou ela. “Eu sinto que o próximo filme que eu fizer precisa ser um filme que eu absolutamente tenho que fazer. Ninguém além de mim poderia fazê-lo. E eu pensei que outras pessoas poderiam fazer a Polly Pocket”.
Até agora não foi divulgado quem assumirá o projeto, mas a informação mais recente é que Lily Collins estrelará o filme.
Estrelado por David Corenswet, o próximo filme do ‘Superman’ vai inaugurar o novo Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn, e as gravações continuam a todo vapor.
E novas imagens dos bastidores mostram o Homem de Aço sendo enterrado vivo enquanto Metrópoles está um verdadeiro caos, com pessoas fugindo e destroços por toda a parte, o que indica um confronto com um inimigo ainda não revelado.
Em algumas das imagens, o Superman surge apenas com a cabeça de fora, com o corpo submerso no solo.
‘Os Rejeitados’ (‘The Holdovers’), comédia dramática estrelada por Paul Giamatti (‘Billions’), se tornou um dos filmes mais aclamados da última temporada de premiações – e, agora, já chegou ao Prime Video.
O longa-metragem, dirigido por Alexander Payne, foi lançado na plataforma de streaminghoje,11 de julho.
Na trama, um odiado professor da Academia Deerfield, Paul Hunham, é encarregado de supervisionar os alunos que não podem voltar para casa no Natal por não terem família. No entanto, ele é forçado a lidar com um aluno particularmente rebelde, Angus.
O longa-metragem foi lançado hoje,11 de julho, na plataforma de streaming.
A trama acompanha Ava, uma jovem bancária devastada quando seu marido Dallas abandona um casamento pelo qual ela está determinada a lutar. No entanto, o destino intervém, revelando os atos prejudiciais de Dallas que destroem seu casamento e sabotam as chances de Ava encontrar seu verdadeiro amor.
“Produzir ‘Divórcio em Família’ surgiu da vontade de contar a história de Ava. Ela está cercada por todo esse poder através de sua base – sua família e amigos. Ava possui todo o poder dentro dela, mas esse poder de alguma forma se perdeu em seu casamento. Portanto, foi importante para sua personagem encontrar seu caminho de volta a sua autonomia”, disse Perry ao Deadline.
Mais conhecido por interpretar Brian Tanner na amada sitcom ‘Alf, o ETeimoso‘, ex-ator Benji Gregory faleceu aos 46 anos no dia 13 de junho, mas só agora a informação se tornou pública.
Sua morte foi confirmado pela irmã, Rebecca, por meio de uma reportagem recente do TMZ.
Gregory teria sido encontrado morto junto com seu cachorro de serviço, Hans, dentro de um carro no estacionamento de um Chase Bank em Peoria, no Arizona, nos EUA.
Rebecca contou que Gregory tinha depressão, transtorno bipolar e um distúrbio do sono que muitas vezes o mantinha acordado por dias.
Até o momento, a causa da morte não foi confirmada, embora sua família acredite que possa ter sido causada por uma insolação veicular enquanto Gregory e Hans dormiam.
Sua grande chance chegou com a estreia de ‘Alf, o ETeimoso‘, em 1986, quando ele finalmente desempenhou o papel do filho do meio, Brian Tanner, por mais de 100 episódios antes de a série terminar, em 1990.
Gregory abandonou a dramaturgia no início dos anos 2000, alistando-se na Marinha dos Estados Unidos em 2003 e servindo como companheiro de aerógrafos.
Em 2005, ele recebeu dispensa médica honrosa e se casou um ano depois, passando a viver uma vida comum e tranquila.
Para quem não se lembra, a série acompanhava a história de um alien que cai na garagem da família Tanner depois de seguir um sinal de rádio para a Terra após a destruição do seu próprio planeta. Apelidado de Alf, o alien torna-se rapidamente parte da família.
O diretor Shawn Levy, conhecido por seu trabalho em sucessos como ‘Stranger Things’, ‘Free Guy‘ e no vindouro ‘Deadpool e Wolverine‘, será responsável por dirigir um novo filme da amada franquia ‘Star Wars‘.
Para quem não sabe, Tropper e Levy já colaboraram na dramédia familiar ‘Sete Dias sem Fim’ e em ‘O Projeto Adam‘, filme de viagem no tempo estrelado por Ryan Reynolds para a Netflix.
Além disso, ele é responsável pela franquia de série ‘Banshee‘ e a recente ‘Warrior‘.
Em uma entrevista ao site da Variety, Levy compartilhou detalhes sobre sua participação no projeto e os desafios que enfrentou até agora.
Quando questionado sobre como recebeu a notícia de que dirigiria um filme de ‘Star Wars’, Levy revelou:
“Quando [a presidente da Lucasfilm] Kathleen Kennedy me trouxe para fazer um filme de Star Wars, seu mandato central foi: ‘Eu quero um filme de Shawn Levy. Quero uma história e um tom que reflita você e seu gosto e o que você traz para seus filmes, mas dentro de Star Wars.’ Me senti extremamente empolgado.”
Apesar do entusiasmo, Levy compartilhou que o processo de desenvolvimento foi interrompido devido à greve do Sindicato dos Roteiristas.
No entanto, ele permanece otimista e confiante em sua visão criativa para o filme. Ele acrescentou: “Estamos no início, infelizmente, porque o processo de desenvolvimento foi abruptamente pausado, mas me sinto muito empolgado para confiar em meus instintos no desenvolvimento desta história.”
Agora que Tropper foi anexado ao projeto, mais novidades devem surgir em breve.
A lendária Kylie Minogue lançou hoje (11) a aguardada faixa “My Oh My”, colaboração com as indicadas ao Grammy Bebe Rexha e Tove Lo.
Vale lembrar que Minogue já possui uma canção performada ao lado de Tove Lo, “Really Don’t Like U”, do álbum ‘Sunshine Kitty’.
Ouça:
O último compilado de originais de Kylie foi o aclamado ‘Tension’, que lhe rendeu a estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam”.
A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.
Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”, “In Your Arms” e “Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado ‘Fever’ (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.
Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.
A 3ª e última temporada de ‘Vikings: Valhalla‘, série spin-off de ‘Vikings’, já está disponível no catálogo da Netflix.
A iteração de encerramento estreou hoje,11 de julho, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
Sobre o desfecho da produção, o criador Jeb Stuart declarou:
“Sou muito grato por ter tido a oportunidade de contar as histórias de Leif, Harald e Freydis através de três temporadas. Eu sabia desde o começo que eu queria mostrar a evolução de três dos Vikings mais famosos da história, sobre como eles se tornaram os ícones que conhecemos atualmente. E nós fizemos exatamente isso.”
Ele completa, “Espero que, quando os espectadores conferirem a nova temporada, eles ficarão animados com a jornada dos nossos heróis. Quando começamos este projeto, há cinco anos, trabalhei pesado com esse elenco e equipe talentosos para construir uma narrativa satisfatória.”
A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.
A 9ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já teve sua estreia oficial e, agora, a World of Wonder divulgou a primeira parte do décimo episódio, que vai ao ar amanhã, 12 de julho.
As queens irão disputar pela coroa e irão representar uma instituição de caridade que receberá o prêmio em dinheiro.
Lembrando que a temporada anterior coroou a icônica Jimbo como vencedora. KandyMuse ficou em segundo lugar, enquanto LaLa Ri foi a vencedora dos Fame Games.
RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.
A ABC finalmente anunciou quando a 21ª temporada do popular drama médico ‘Grey’s Anatomy‘ será lançada.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 26 de setembro.
Anteriormente, havia sido confirmado que a Ellen Pompeo terá uma participação maior na nova temporada. De acordo com o Deadline, a atriz marcará presença em pelo menos 7 dos 18 episódios do próximo ciclo.
Fontes próximas à produção indicam que a artista pode participar de até 14 capítulos.
A ABC finalmente confirmou quando a 8ª temporada de ‘9-1-1‘ será lançada.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 26 de setembro.
Anteriormente, o showrunner Tim Minear havia comentado sobre a possibilidade de matar um dos protagonistas: “Eu não acho que os personagens são imortais. Houve algumas vezes em que eles estiveram perto de realmente morrer. Só não quero matar nenhum deles. Um dia, quando isso acontecer, será um dia triste para mim”.
Lembrando que o episódio final da 7ª temporada deixou Bobby Nash (Peter Krause) entre a vida e a morte após explorar seu passado e traumas.
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.
Quem são os povos indígenas brasileiros? Quais são suas histórias, suas origens, seus costumes? Quais são as mais de 300 línguas diferentes dos mais de 270 povos originários que neste território habitam em resistência? Embora estejamos em 2024, fato é que este Brasil ainda é muito desconhecido pela maioria dos brasileiros. Felizmente, o cinema tem sido um grande aliado na projeção das vozes desses povos e ferramenta fundamental para levar as histórias originárias para dentro da casa das pessoas. Um bom exemplo é o longa ‘A Flor do Buriti’, que após ser exibido em mais de 100 festivais ao redor do mundo e de ganhar o prêmio de elenco coletivo na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes ano passado, chega a partir dessa semana ao circuito exibidor nacional.
Em 1940, duas crianças do povo indígenaKrahô encontram na escuridão da floresta um boi perigosamente perto da sua aldeia. Era o prenúncio de um violento massacre, perpetrado pelos fazendeiros da região. Em 1969, durante a Ditadura Militar, o Estado Brasileiro incita muitos dos sobreviventes a integrarem uma unidade militar. Hoje, diante de velhas e novas ameaças, os Krahô seguem caminhando sobre sua terra sangrada, reinventando diariamente as infinitas formas de resistência e buscando aliar-se com outros povos em prol da luta coletiva indígena a nível nacional.
O principal elemento que o espectador deve prestar a atenção é que a narrativa em um filme indígena (ou mesmo indigenista) não acompanha os padrões lineares comumente vistos em produções ocidentais de grande abrangência. Isto dito, em ‘A Flor do Buriti’ o espectador pode observar três movimentos narrativos. O primeiro deles, construído de maneira quase lúdica, parte de uma história conhecida pelo povo Krahô, sobre quando um boi enfurecido começou a rondar uma aldeia e como crianças desse povo tentaram proteger a aldeia da constante tentativa e invasão por parte de fazendeiros e grileiros da região; a segunda parte faz certa transição entre o lúdico, a ficção e o real, trazendo um olhar sobre as múltiplas campanhas feitas na região Norte do país para recrutar pessoas indígenas (em sua maioria, homens) para compor unidades militares que visavam controlar e abrir estradas por entre o Amazonas; por fim, a narrativa se aproxima do hoje, dentro de um contexto ainda de pandemia, em que as lutas a nível nacional (como o Acampamento Terra Livre, em abril, e a Marcha das Mulheres Indígenas, em setembro) ganharam maior espaço na mídia.
Para contar essa trajetória do povo Krahô os diretores Renée Nader Messora e João Salaviza (que realizaram ‘Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos’) ouviram Patpro, Hyjnõ e Ihjãc, que escreveram o roteiro, e juntos encontraram a forma de contar um panorama de múltiplas lutas de quatro aldeias Krahô, mesclando a narrativa tradicional ocidental com a não-linearidade das narrativas indígenas num projeto autoral híbrido, coletivo e pujante.
Os próprios Patpro, Hyjnõ e Ihjãc participam do filme, mas não como atores, e sim como participantes da própria narrativa, conjuntamente com outros adultos e crianças das quatro aldeias. Patpro, aliás, com sua naturalidade e intensidade, demonstra toda a força da mulher indígena em superar as dificuldades para somar à luta, mesmo a contragosto de muitos de sua aldeia.
Belamente fotografado e com cores muito vibrantes, ‘A Flor do Buriti’ é convite à imersão na realidade indígena, com recorte particular no povo Krahô e sua conexão com a natureza.
Calamidades de proporções dantescas, que afloram o espírito ufanista de uma América que adora se unir pela dor, fizeram dos anos 90 o apogeu do cinema catástrofe. Estampando um leque vasto de desastres das mais diversas naturezas, a indústria hollywoodiana nos presenteou com um rico catálogo de longas que marcaram a cultura POP, principalmente no Brasil, em infindáveis reprises em quadros como Sessão da Tarde, Tela Quente e Temperatura Máxima.
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Nessa toada catastrófica, Independence Day (1996), Daylight (1996), Volcano – A Fúria (1997), Armageddon (1998),Impacto Profundo (1998) e o original Twister (1996) invadiram nossas rotinas, nos transportaram para um universo de caos e destruição em massa e despertaram nossa curiosidade por cenários que jamais vivemos em nossa geografia local. Pouco mais de duas décadas depois, o som estrondoso desse subgênero se silencia. Deixado para trás, restam-se apenas frangalhos e fragmentos de um cinema imagético, tempestuoso e eletrizante. Mas pelas mãos do cineastaLee Isaac Chung e do roteirista Mark L. Smith, esse estilo de blockbuster ressurge das cinzas, revigorado e pronto para retomar uma franquia tão desgastada pelo tempo – e por sequências ruins.
Twisters se apropria de um cauteloso e cuidadoso conceito científico para desenvolver suas expectativas fictícias dentro da trama. Aqui, Kate (Daisy Edgar-Jones) e seus amigos tentam desenvolver uma tecnologia que os permita “domar” tornados, evitando consequências caóticas nas regiões comumente mais afetadas por furacões. Marcada por traumas e perdas, essa trajetória se cruza com a clássica jornada do herói, onde passado e presente se digladiam diante de um elemento em comum. É nesse dilema psicoemocional com toques ambientais que reside a essência do longa. Com alicerces arraigados em uma tragédia tão palpável – tamanho o realismo da direção -, IsaacChung se vê pronto para nos arrebatar em direção a uma inesperada e deliciosa aventura por entre medos, tempestades e adrenalina.
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Twisters é impecável em sua construção técnica. Estampando uma fotografia estonteante, conduzida por Dan Mindel, o longa de ação evidencia a beleza idílica do estado de Oklahoma, nos conecta às origens do diretor e traz o equilíbrio perfeito entre ciência e entretenimento. Um blockbuster perfeito para a temporada de férias, a nova iteração é um esplendor de efeitos práticos, cenas muito bem elaboradas e espirais de tornados emocionantes, que nos tragam para dentro da narrativa e para os conflitos e embates entre os personagens. Abusando ao máximo do carisma de Glen Powell, um dos atores mais desejados pelos principais estúdios, o filme é uma experiência cinematográfica a la mode, à moda antiga.
Com ares noventistas e protagonistas que flertam com os tropos hollywoodianos propositalmente, Twisters ainda tem tudo aquilo que tanto sentimos falta no cinema e que se perdeu em meio à agendas políticas, pressões bregas de contas falsas do Twitter e roteiros ruins. Um entretenimento enérgico que nos rouba da realidade rumo ao inimaginável, o filme se despe da necessidade de palestrar para sua audiência, aborda questões climáticas com sutileza e sem pedantismo e não faz de seu roteiro uma oportunidade perdida. Com pitadas bem-humoradas e personagens absolutamente carismáticos e identificáveis (Anthony Ramos acerta com sua duplicidade em tela), a produção foge da terrível sombra da Mary Sue e faz de sua heroína uma mulher quebrada em busca de redenção, que não possui todas as respostas, erra até acertar e encontra em seu suposto algoz um genuíno e fascinante homem.
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Mostrando todo o star quality que Daisy Edgar-Jones possui para sustentar um blockbuster, mesmo ainda sendo um nome pouco conhecido entre o público de massa, Twisters é uma aventura familiar que surpreende a audiência, ainda que sua proposta carregue ares previsíveis. Com uma trilha sonora adaptada marcada pela música country de gente como Luke Combs, a produção firma seus alicerces nas tradições interioranas dos Estados Unidos, apresenta personagens diversos e ao invés de reduzi-los à bandeiras ideológicas, os carrega de profundidade canônica. Divertido e angustiante, o filme de IsaacChung conta com acordes vorazes, que tornam a trilha original de Benjamin Wallfisch o toque perfeito para nos levar a cada extremo emocional. Sinestésico, intenso e catártico, Twisters é o filme que você precisa vivenciar diante da maior tela possível.
O terror psicológico ‘Apartment 7A‘, que servirá de pré-sequência ao clássico ‘O Bebê de Rosemary‘, recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas e uso de drogas”.
Ambientada em 1965, em Nova York, a trama se passará antes dos eventos do longa original, explorando o que aconteceu no apartamento antes da Rosemary Woodhouse se mudar.
“Enquanto passa por dificuldades após uma lesão devastadora, uma jovem dançarina (Julia Garner) se encontra atraída por forças malignas quando um casal mais velho e afortunado a promete uma chance de ganhar fama.”
Através das redes sociais, Dwayne Johnson revelou quando começam as gravações do aguardado remake em live-action de ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.
Em sua conta oficial no X (antigo Twitter), o astro, que irá reprisar seu papel como o semi-deus Maui na produção, disse que as filmagens têm início agendado para agosto de 2024.
As boas novas vieram acompanhadas do anúncio de escalação dos atores que darão vida à família de Moana (Catherine Laga’aia): John Tui será o Chefe Tui, pai da protagonista; Frankie Adams será Sina, mãe de Moana; e Rena Owen será a Vovó Tala.
Exciting and inspiring casting news as we begin to bring together our Live Action MOANA Family.
Lembrando que o live-actionfoi adiado para 10 de Julho de 2026.
Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas em breve.
Johnson também irá produzir o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.
Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, assumirá a tarefa de escrever o roteiro para o remake, juntamente com Dana Ledoux Miller.
“Depois de receber um chamado inesperado de seus ancestrais navegadores, Moana vai viajar para mares distantes da Oceania em águas perdidas e realizar mais uma aventura perigosa”.
O CEO da Disney, Bob Iger, anunciou a chegada de ‘Moana 2‘, a sequência direta de Moana, indicado ao Oscar de 2016.
“Moana continua sendo uma franquia incrivelmente popular”, disse Iger. “E mal podemos esperar para dar a vocês mais de Moana e Maui. Moana 2 chega aos cinemas em novembro.”
O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.
De acordo com Bob Iger, este novo filme de Moana foi originalmente planejado para ser uma série de TV de Moana para Disney+. Em vez de manter um de seus personagens mais populares no streaming, porém, a Disney optou por trazer Moana de volta aos cinemas.
Considerando o sucesso do filme, indicado ao Oscar em duas categorias, não é surpresa que o estúdio desenvolveu a sequência.
O filme original acompanha uma adolescente polinésia de 16 anos (dublada por Cravalho), que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (Johnson) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.
Um dos streamings mais acessados no Brasil, a Prime Video, a cada semana desse ano chega com novas e algumas boas novidades no seu catálogo. Para ajudar você que é assinante desse streaming, segue abaixo uma lista com 10 ótimos filmes já lançados na Prime Video em 2024:
Na trama, ambientada em 1957, um período de enormes crises para o todo poderoso do automobilismo Enzo Ferrari (Adam Driver) que vê seus dias se chocarem com conturbadas questões pessoais, envolvendo a amante Lina (Shailene Woodley) e a esposa Laura (Penélope Cruz), e uma necessidade de glória em uma famosa e perigosa competição de carros, com longa distância, chamada Mille Miglia, que parece ser a grande saída para uma estabilidade financeira e pro seu futuro nos negócios. O longo de pouco mais de duas horas de projeção vamos vendo um recorte profundo, intercalando momentos, de uma figura lendária do esporte mundial.
Na trama, conhecemos Marcelo (Marcelo Subiotto), um conceituado professor de filosofia de uma Universidade pública de Buenos Aires que vê uma oportunidade de assumir a chefia do departamento ao qual pertence após o precoce falecimento de seu mentor. Só que a chegada de um outro professor, o super carismático Rafael (Leonardo Sbaraglia), acaba frustrando seus planos ao mesmo tempo que sua vida pessoal e as escolhas que eram certas para toda uma vida começam a ir ladeira abaixo.
Na trama, conhecemos Sandra (Sandra Hüller), uma famosa escritora alemã que mora com o marido francês, o também escritor Samuel (Samuel Theis), e o filho Daniel (Milo Machado Graner), de 11 anos, na região dos alpes franceses. Certo dia, Samuel é encontrado morto em uma parte na frente da casa. A polícia logo começa uma investigação e começa a suspeitar que Sandra cometeu o crime, iniciando assim uma jornada de incertezas rumo as verdades em um detalhado julgamento onde o filho do casal, que ficou com deficiência visual após um acidente num passado recente, pode ser uma testemunha chave.
Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.
Na trama, conhecemos Luis Nunez (Santiago Sandoval), um jovem que acabou de entrar em uma escola militar no México em busca de uma estabilidade e também do seguro médico militar para ajudar a mãe que luta contra uma avançada diabetes. Logo nos primeiros dias, se depara com abusos e situações constrangedoras de seu oficial direto Eugenio Sierra (Fernando Cuautle) e embarca em uma jornada sem volta com conflitos que se seguem.
Na trama, conhecemos a introspectiva Nahir (Valentina Zenere), uma jovem iniciando a fase adulta que está em um relacionamento repleto de idas e voltas com o jovem Fernando (Simon Hemp). Numa madrugada, após uma discussão, ao pegar sua moto voltando pra casa é assassinado. No dia seguinte Nahir assume o crime. Mas será essa toda a verdade do caso?
Na trama, conhecemos Pam (Naomi Watts) uma enfermeira na casa dos 50 anos com um enorme trauma no passado que vive seus dias sozinha em uma região fria e montanhosa. Ela faz parte da Equipe de Busca e Resgate do Vale de Pemigewasset, que cobre também o Monte Washington, em New Hampshire. Certo dia, mesmo sabendo das condições do tempo, com uma tempestade chegando, resolve ir até as montanhas. Durante o percurso, encontra um jovem perdido, e que parece desnorteado, fora de si. Lutando contra o tempo, Pam precisará usar todas suas habilidades para descer rapidamente a montanha e ajudar o jovem que encontrou.
Na trama, conhecemos Monk (Jeffrey Wright), um escritor e professor num presente repleto de conflitos não deixando barato os absurdos culturais que percebe ao seu redor. Após ser afastado pela universidade que leciona, vai passar um tempo na casa de praia da família se aproximando dos irmãos e da mãe em fase inicial de Alzheimer. Um dia, resolve escrever um livro de forma aleatória, longe das complexidades de suas outras obras e acaba vendo o sucesso chegar de forma curiosa e mostrando muitas verdades da sociedade.
Na trama, conhecemos Mike (Jay Baruchel) e Doug (Matt Johnson), dois amigos, nerds, que ditam o ritmo em uma micro empresa de tecnologia buscando algum dia alçar voos mais altos no setor de comunicação. Em certo momento, o destino da dupla se cruza com Jim (Glenn Howerton), um experiente homem de negócios que enxerga em um projeto dos amigos um grande potencial. Assim, entre decisões movidas pela emoção, amizades estremecidas e lidando de forma atabalhoada com a iminência da concorrência, no fim dos anos 90, nasceu o primeiro famoso smartphone da história, o Blackberry.
Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.
‘Cobra Kai’, sucesso da Netflix, está prestes a lançar sua última temporada. Para divulgar o novo ano, a plataforma lançou um vídeo com os astros de ‘Karate Kid’, Ralph Macchio e William Zabka.
No vídeo, vemos a icônica dupla discutindo sobre o lendário embate do filme de 1984.
From crane kicks to building bridges, witness the showdown that merged their destinies. @ralphmacchio and @WilliamZabka revisit the epic scene that cemented their place in pop culture. Season 6 debuts July 18! pic.twitter.com/atDyc6koXE
Lembrando que os novos episódios de ‘Cobra Kai’ serão divididos em três partes: a primeira estreia em 18 de julho, a segunda, em 28 de novembro, e a terceira, apenas em 2025.
Confira o vídeo:
Mike Barnes is here to push Miyagi-Do to their limits. And it’s his way or the highway. The final fight begins July 18. pic.twitter.com/eQubjEXlN1
Em relação ao desfecho da série, os produtores compartilharam suas reflexões:
“Reintroduzir o mundo ao universo de Karatê Kid tem sido uma honra para nós. Produzir Cobra Kai nos proporcionou a oportunidade de adentrar o mesmo dojo sagrado que antes abrigava nomes como Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros do elenco original. Além disso, nos permitiu assumir o papel de sensei, expandindo as histórias originais e gerando novas gerações de lutadores. Jamais subestimamos essa oportunidade. Desde o primeiro dia com Cobra Kai, nosso objetivo foi encerrar a série em nossos próprios termos, deixando o Vale no tempo e lugar que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que anunciados esta conquista.”
No cinema, todos os gêneros possuem seu propósito e seu público, depende do que o espectador está buscando. Se levarmos em conta que muitos buscam uma fuga, um escape da realidade por vezes dura que vivemos, então podemos dizer que os gêneros mais populares são os gêneros “divertidos” e aceitáveis para todo tipo de público – o que de cara já descartaria o terror e o suspense entre os mais abrangentes. No fim das contas restariam a ação e a comédia entre os mais populares – porém, a ação e aventura são mais recomendados para o público masculino.
Ou seja, em termos de popularidade e abrangência de todos os públicos, a comédia é mesmo o grande campeão. Afinal, quem não gosta de esquecer seus problemas e dar boas risadas. É claro que o humor é relativo, pois o que pode ser engraçado para mim, pode não ser para você – e vice-versa. Pensando nisso, resolvemos listar nessa nova matéria, na opinião dos fãs e dos críticos, quais são as melhores comédias que estão completando 10 anos de lançamento em 2024. Você certamente já assistiu a todas elas nesse tempo, mas se tiver perdido alguma, essa é a hora de conferir. Veja abaixo.
10 | As Vozes
voices
Se você acha que ‘Deadpool’ é o filme mais insano do astro Ryan Reynolds, está enganado. Acontece que dois anos antes de estrelar o filme-sensação do anti-herói mascarado da Marvel, Reynolds protagonizava essa comédia independente para lá de fora da caixinha. O ator interpreta um sujeito altamente perturbado que ouve vozes, fala com seus animais, um gato e um cachorro (ambos com as vozes do ator também), e passa a cometer crimes. Apesar do clima macabro, essa é uma comédia, mesmo sendo uma completamente incorreta.
Sabe aquele meme do “já está se sentindo velho?” que rodava há certo tempo? Pois bem, esse poderia ser o filme daquele meme. Falando sério, essa é uma produção de Noah Baumbach, estrelada por Ben Stiller e Naomi Watts. A dupla vive um casal de meia idade, que está sentindo o peso do passar do tempo. Revigorando suas vidas, eles conhecem e começam uma amizade com um casal bem mais jovem, interpretados por Adam Driver e Amanda Seyfried, o que lhes traz frescor e uma nova energia para encarar as coisas com outros olhos. Recomendado para todos aqueles que já começaram a sentir o peso da idade.
Por falar em sentir o peso da idade, aqui temos mais um filme que aborda o mesmo tema – embora tenham pegadas totalmente diferentes, resultando em obras bem distintas. Enquanto o item acima possui um humor mais contido, ‘Vizinhos’ é puro escracho. Seth Rogen é quem protagoniza, e só por aí já podemos sentir o clima. Ele e Rose Byrne vivem um casal que está chegando na meia idade, e com um bebê recém-nascido precisam mudar suas prioridades e amadurecer, entrando em nova fase da vida. Mas eis que para a casa ao lado se muda uma república, com jovens farristas que só pensam em festa.
Programas de culinária e documentários sobre comida estão com tudo na atualidade. Com o advento das redes sociais, os restaurantes podem exibir toda a beleza de seus pratos, deixando os usuários aguando e programando sua visita a tais locais. Mas o cinema vira e mexe também flerta com a alta gastronomia, e produções como ‘O Urso’ não são novidade. Há 10 anos, por exemplo, tivemos algumas, e duas delas entraram na lista. A primeira é essa, que possui produção de Steven Spielberg e Oprah Winfrey, é baseada em um livro e traz Helen Mirren como a dona de um tradicional restaurante francês precisando encarar a concorrência de um novo estabelecimento de uma família indiana.
Mais um filme com tema de vizinhos – aqui temos algumas produções que parece que se conectam. Essa, no entanto, é uma história de amadurecimento entre um homem de idade rabugento e um menino – ambos irão ensinar muito um ao outro. Bill Murray estrela, fazendo um papel que sabe muito bem: o sujeito cínico e incorreto. Sua nova vizinha é Melissa McCarthy, que dá duro no trabalho para criar seu filho sozinha. A solução é deixar o beberrão que mora ao lado tomando conta do garoto. Daí nascerá uma amizade e lições de vida para ambos.
Agora adentramos o top 5 das melhores comédias que estão completando dez anos, com um filme que é puro entretenimento. ‘Anjos da Lei’ foi uma série que fez bastante sucesso nos anos 80, principalmente com o público jovem. Mas olhando com os olhos de hoje, podemos perceber que o argumento era uma piada que não faz muito sentido. Assim, de maneira bem esperta, os realizadores se aproveitaram disso na hora de criar o filme e apostaram logo de cara em uma comédia. Resultado: é a melhor adaptação de uma série de TV da época. Essa sequência, lançada dois anos depois, é ainda melhor. Tanto que muitos tentaram seguir sua fórmula (vide ‘Baywatch’ e ‘Chips’), sem sucesso.
Não disse que teríamos outro filme de temática culinária na lista. ‘Chef’ é um dos filmes mais queridos de dez anos atrás, cuja popularidade cresce cada dia mais, criando uma aura cult para o longa. Na época de seu lançamento nos cinemas muitos deixaram passar, mas com o advento dos streamings e dos programas gastronômicos, o longa vem sendo redescoberto. Escrito, produzido, dirigido e estrelado por Jon Favreau, não dá para negar que esse é um projeto de estimação do sujeito. Na trama, ele vive um renomado chef de cozinha, que abre mão de seu respeitado cargo para cair na estrada com um food truck. De quebra, o diretor trouxe os colegas da Marvel, Robert Downey Jr. e Scarlett Johansson para participações.
Agora sim, a parada ficou séria! Chegamos ao top 3 das melhores comédias de dez anos atrás. Em terceira posição subindo ao pódio com a medalha de bronze temos mais um filme com o clima de terror de mentirinha. ‘O Que Fazemos nas Sombras’ é uma paródia de filmes de vampiros misturada com mockumentary confeccionada pelos amigos Taika Waititi e Jemanine Clement – que escrevem, dirigem, produzem e também estrelam. É como se fosse um documentário real sobre essas figuras das sombras, na qual descortinamos as noites, como “não vivem” e do que se alimentam (bem, sangue). Simplesmente hilário, e fez tanto sucesso que virou série de TV.
Agora temos a medalha de prata. Subindo ao segundo lugar mais alto do pódio, temos um dos melhores e mais prestigiados filmes de Wes Anderson. O estilo único, teatral e estático do diretor costuma dividir opiniões, e nem todos os seus filmes conseguem o brilhantismo – mas ‘O Grande Hotel Budapeste’ talvez seja o que chegue mais perto disso. Se pudéssemos indicar apenas um filme de Anderson, que resuma bem seu humor seco, mas ácido, esse filme seria ‘O Grande Hotel Budapeste’. Ralph Fiennes dá um show de atuação, como o educado e encrencado gerente de um renomado hotel europeu. Como de costume, um verdadeiro elenco de peso desfila em tela. O longa foi indicado para 9 Oscar, incluindo melhor filme, e levou as estatuetas de melhor figurino, maquiagem, trilha sonora e direção de arte.
A melhor comédia de dez anos atrás no cinema é um filme argentino! ‘Relatos Selvagens’ leva a medalha de ouro em primeiríssimo lugar no pódio. O mais fascinante em relação ao longa é que ele conseguiu transcender o que geralmente é chamado “cinema de arte”, ganhando uma legião de fãs que cada vez cresce mais. De filme cult, ele se tornou popular, fazendo o espectador que geralmente não gosta de filmes não americanos descobrir o prazer de um filme maravilhoso independente da nacionalidade. É claro que temos Ricardo Darin no elenco, como o inesquecível “bombita”. O filme segue mais atual do que nunca, e explora diversos dias (ou noites) de fúrias, quando o cidadão chega a seu limite, devido às mais variadas situações. ‘Relatos Selvagens’ foi indicado ao Oscar de produção estrangeira, mas inexplicavelmente terminou perdendo para o arrastado ‘Ida’, produção da Polônia.
‘Watchmen: Capítulo Um’, a adaptação da icônica HQ criada por Alan Moore e Dave Gibbons, ganhou um cartaz de divulgação épico; um novo trailer será lançado hoje.
De acordo com o Comic Book, a animação inspirada nos quadrinhos ‘Watchmen‘ ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido ao “conteúdo de extrema violência, cenas explícitas de nudez e linguagem inapropriada”.
Uma boa notícia para os fãs do material original, escrito por Alan Moore e desenhado por Dave Gibbons, que não economiza em momentos de violência, críticas sociais e muito sangue.
A primeira parte está programada para ser lançada ainda este ano, enquanto a segunda parte está prevista para chegar em algum momento de 2025.
Assista ao trailer:
Lembrando que ‘Watchmen’ foi adaptado para o cinema em 2009 por Zack Snyder. Apesar do reconhecimento crítico, o filme não alcançou grande sucesso de bilheteria, arrecadando US$185,4 milhões, e nunca recebeu uma sequência.
A boneca Annabelle, usada nas filmagens da franquia ‘Invocação do Mal‘, estava entre os itens que foram destruídos no incêndio da exposição interativa Casa Warner na madrugada desta terça-feira (9). A exposição ‘Casa Warner‘ estava sendo exibida no Shopping Nova América, em Del Castilho, no Rio de Janeiro.
O que poucas pessoas sabem, é que a Annabelle da vida real não é nada parecida com a do filme.
O CinePOP conseguiu fotos que mostram o assustador ‘Museu dos Warren‘, com todos os objetos sinistros que eles adquiram em seus “exorcismos” e investigações paranormais. Dentre eles, está a boneca Annabelle.
Na vida real, a boneca é TOTALMENTE diferente daquela vista nos cinemas, e ela tem uma aparência pra lá de engraçada. Tudo bem que Hollywood aumenta as histórias e aumenta fatos para deixar seus filmes mais sombrios, mas desta vez eles foram longe demais.
Confira fotos da verdadeira ‘Annabelle‘, e tente NÃO RIR:
Apesar de não ter sido aclamado pela crítica, ‘Annabelle‘ conquistou o público e arrecadou incríveis US$ 246 milhões mundialmente.