Site Página 162

Chris Evans defende retorno de Steve Rogers em ‘Vingadores: Dr. Destino’: “Existe um motivo real”

Vingadores: Dr. Destino chega ainda este ano prometendo apresentar a épica guerra multiversal da Marvel. Entre os grandes retornos já confirmados para o longa está Chris Evans, reprisando seu icônico papel como Capitão América.

Agora, segundo o ScreenRant, o ator explicou que existe um motivo coerente e importante para a volta de Steve Rogers à trama: “Eu disse que só voltaria se houvesse um motivo real, e em Dr. Destino existe um motivo muito real para que esses heróis precisem de Steve Rogers”.

Vale lembrar que, no final de ‘Vingadores: Ultimato’, Rogers decide permanecer no passado, onde finalmente vive seu final feliz ao lado de Peggy Carter.

Chris Evans também brincou sobre a presença de Robert Downey Jr. como Doutor Destino, comentando: “Eu não gosto dele”.

Trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ VAZA… em LEGO!

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Samara Weaving vs. Jason Segel no trailer para MAIORES do terror cômico ‘Over Your Dead Body’

O terror cômico ‘Over Your Dead Body‘ (Por Cima do Seu Cadáver, em tradução livre) ganhou um novo trailer para maiores.

Remake do thriller irlandês ‘The Trip‘, a nova versão é estrelada por Jason Segel (‘Falando a Real’) e Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.

Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.

O elenco ainda conta com Timothy Olyphant, Juliette Lewis, Paul Guilfoyle e o lutador do UFC Keith Jardine.

O roteiro é assinado por Nick Kocher e Brian McElhaney.

Tommy Wirkola, diretor do longa original, serve como produtor executivo ao lado de Karen Gillan.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de abril.

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Na última década, as cinebiografias de ícones da música tomaram conta do cinema dos Estados Unidos. Apesar de algumas se destacarem, como o espetacular Rocketman (2019), a maioria se mostrou vazia e sem coragem, não justificando sua existência. Foram filmes “chapa branca”, que acabaram contando com ampla intervenção dos detentores da “marca” para preservar as imagens de membros dos grupos já falecidos. Por isso, quando filmes como Springsteen: Salve-me do Desconhecido (2025), que abordam seus protagonistas com sinceridade, aparecem, o público parece estranhar tanto. Normalizou-se tratar esses ícones com superficialidade, enquanto o texto tenta te convencer sobre a profundidade desses personagens.

São filmes que te mostram um prato de sopa cheio de água e ficam te falando o tempo inteiro que aquilo ali é uma piscina, como se isso fosse o bastante para permitir que você mergulhasse. O exemplo mais famoso disso é o infame “filme do Queen“. Apesar de ter um trabalho de figurino e maquiagem excepcional de forma geral – recriando com perfeição praticamente todos os membros da banda, com exceção daquela prótese bizarra que enfiaram no rosto do Rami Malek -, a escolha narrativa de Bohemian Rhapsody (2018) constrói uma trama que tira todo o peso profissional das escolhas da banda e trata o sucesso do grupo como um mero acaso, dando a impressão de que qualquer banda que tivesse o Freddie Mercury como vocalista daria certo. O que a própria realidade provou ao contrário. Pior do que isso, o filme ainda deu a entender que as tragédias da vida do vocalista não teriam acontecido caso ele fosse heterossexual, o que, por si só, foi uma grande ofensa à memória do artista. Sem contar as inúmeras informações erradas trazidas no longa, datas e contextos que transcenderam a liberdade poética ao comprometerem o peso de shows históricos.

Bohemian Rhapsody acabou virando ‘pioneiro’ desse movimento de biografias musicais, com a repercussão do longa servindo como exemplo para outros cineastas do que fazer ou não na hora de adaptar histórias de ícones da música. Ainda assim, o longa fez uma bilheteria impressionante e conquistou prêmios – muitos inexplicáveis, como o Oscar de Melhor Montagem, um dos pontos que foi massacrado até mesmo por parte do público. Infelizmente, acabou ditando um padrão do qual poucos cineastas ousaram se distanciar: prezar pela estética e nostalgia, deixando a história e a construção de personagem de lado.

E assim que o longa se consolidou como sucesso comercial, os estúdios começaram a trabalhar em outros ícones. Ou seja, era apenas questão de tempo para que o maior de todos, Michael Jackson, entrasse em cena. E após anos de uma produção marcada por controvérsias, Michael, enfim, chegou aos cinemas nesta semana. Dirigido por Antoine Fuqua, o filme traz os mesmíssimos problemas de Bohemian Rhapsody e acaba sendo construído com grande preocupação estética e pouquíssima vontade de realmente contar a história de Michael Jackson. Como disse no título do texto, é como um presente com embalagem belíssima, que é desembrulhada para revelar uma caixa vazia. A falta de conteúdo é preenchida com a playlist espetacular do cantor. Mas, em alguns momentos, fica a sensação de que o time criativo pegou um gibi da biografia do artista, só leu as figuras e achou que seria o bastante para contar essa história.

Foto: Glen Wilson/Lionsgate

Por se tratar de Michael Jackson, as repercussões desse filme serão extremas. Poucas vezes na história um ser humano foi capaz de despertar tamanha paixão, movendo multidões pelo mundo, como esse homem fez. Existe um antes e depois de Michael na indústria musical global, tamanho seu primor artístico e impacto nesse meio. Ao mesmo tempo, do momento de sua origem ao seu pós-morte, a passagem dele pelo mundo foi marcada por controvérsias e polêmicas. E tudo isso ajudou a construir o mito moderno de Michael Jackson. Ninguém teve um auge tão meteórico quanto ele. Porém, para chegar a esse ápice, ele passou por muitos abusos e teve muita ralação nos bastidores.

E aí que entra a grande problemática do longa. Ele é estruturalmente idêntico a Bohemian Rhapsody, do início ao fim, a estrutura é a mesma. Inclusive, fica a dica: para quem não viu o filme do Queen, não o assista antes de Michael, tamanha a redundância narrativa dos dois. É algo que pode verdadeiramente influenciar na sua experiência do filme de 2026. Enfim, o problema maior de Michael é que o longa usa a desculpa de querer retratar o auge do artista para tratar dos abusos sofridos na infância como algo simples. O pequeno Mike e seus irmãos cortaram um dobrado nas mãos do pai, Joe Jackson, que batia neles e obrigava as crianças a trabalharem exaustivamente para fazer do The Jackson 5 uma realidade.

Foto: Divulgação/ Glen Wilson
O filme retrata esse momento de forma banal. Os irmãos são recorrentemente reduzidos a alívios cômicos ao longo da trama, enquanto o pequeno Michael (interpretado brilhantemente pelo pequeno Juliano Krue Valdi) apanha uma vez e aparece sendo contrariado vez ou outra. Passa uma sensação de que tudo que ele sofreu foi “aceitável”, adotando uma perspectiva comercial muito complexa de se vender. Os abusos da infância de Michael, que impediram o garoto de ser criança efetivamente, não podem ser normalizados. Faltou essa sensibilidade de mostrar Joe como um monstro, não apenas como um empresário folgado que via os filhos como uma mina de dinheiro. E isso provavelmente esbarrou nas interferências da família nos bastidores, que, segundo indicam os rumores, solicitou a exclusão de conteúdos e fez com que o final do filme passasse por uma refilmagem.
Questões mais pessoais ao artista, como sua obsessão estética e o caso de vitiligo, que ele escondia com a própria vida, também são mencionados, mas nunca trabalhados. É uma cinebiografia que dedica pouquíssimo tempo a realmente mostrar a vida do protagonista. Ao final da sessão, fica a sensação de que você termina o filme sabendo menos da vida do Michael do que sabia antes. E isso é mais do que complicado, é frustrante, principalmente por se tratar de Michael Jackson. A virada de chave da relação do músico com a MTV, por exemplo, que é um dos capítulos mais interessantes da história da música mundial, porque revoluciona de uma vez por todas a importância dos videoclipes – e do próprio canal em si – é resumida a uma piadoca.
Colman Domingo está irreconhecível como Joe Jackson. Foto: Divulgação/ Lionsgate

Mas talvez nada seja tão frustrante para os fãs do músico quanto o não desenvolvimento da relação dele com o produtor Quincy Jones, o responsável por libertar a fera criativa que Michael Jackson foi. É como retratar a dupla Bebeto e Romário na Copa do Mundo de 1994, reduzindo o Bebeto à comemoração “Embala Neném”, deixando de lado suas contribuições em campo para o Tetra. Quincy aparece “do nada” na trama, tem uma cena com Michael no estúdio e fica nisso. Os longos processos criativos da dupla, a forma como eles se entendiam de maneira quase sobrenatural, não é retratada, dando a impressão de que Michael seria o mesmo ícone que é hoje mesmo se não tivesse a influência do lendário produtor. E não é assim. Houve todo um trabalho coletivo para Michael se tornasse Michael Jackson. Não foi só talento, não foi por acaso.

Outro ponto complicado do filme é a direção e a montagem, que repete os mesmos problemas de Bohemian Rhapsody para contar essa história. Há momentos em que há tantos cortes para cenas simples de diálogo, que a sensação é de estar assistindo uma sequência de ação em que nada acontece. É muito picotado. Outro ponto é que a direção busca muita influência nos videoclipes, mas não consegue se decidir se quer retratar esse filme como uma obra para cinema ou para TV. Nas sequências dos shows, por exemplo, há traços de direção para TV, de equipes de transmissão de shows mesmo, que se misturam a traços de direção cinematográfica. O resultado até funciona em alguns momentos, só que causa um estranhamento em outros.

Foto: Glen Wilson/Lionsgate

Ainda assim, apesar de repetir os problemas de Bohemian Rhapsody, e trazer esse jeitão de longa para TV, Michael consegue ser um filme bem melhor que o do Queen ao fazer dessa jornada uma experiência divertida. Mesmo com tantos problemas, há méritos muito intensos aqui. A começar pelas atuações. Colman Domingo está irreconhecível como Joe Jackson, mas quem brilha mesmo é Jaafar Jackson. Filho de Jermaine Jackson, o garoto é sobrinho de Michael na vida real. Talvez seja por isso que ele consegue dar tanto brilho ao papel, é algo pessoal para ele. E mesmo que haja um estranhamento no início, o rapaz incorpora muito bem o tio, principalmente nas cenas em que o personagem usa os famosos óculos escuros. Há cenas em que a semelhança realmente chega a assustar.

O elenco de apoio está ali apenas para criar situações para o Michael assumir o centro das atenções, sem muito a acrescentar. Porém, em meio às excentricidades suavizadas da vida do artista, uma se destaca: o chimpanzé Bubbles. O macaquinho de CGI tinha tudo para ser uma bizarrice em cena, mas a forma como retratam sua chegada e como os coadjuvantes reagem a ele cria um tom cômico que te faz comprar aquela situação imediatamente. É simplesmente hilário.

Divulgação: Lionsgate

Ah sim, não tem como falar desse filme sem mencionar a playlist absurda. Por ter produção da família, Michael teve acesso a todo o acervo de Michael Jackson e dos Jackson 5, que provavelmente serão redescobertos por muitos ouvintes antigos, além de chegarem a novas gerações. O resultado será visto nas próximas semanas, com possíveis novos recordes sendo quebrados nas plataformas de áudio, já que a exposição será colossal. No fim das contas, o grande propósito musical desse filme é esse mesmo, reaquecer números da família Jackson. De qualquer forma, é uma trilha musical absurda. Ver essas canções surgindo no cinema é uma experiência por si só, vê-las em momentos de recriações de videoclipes ou apresentações, como Bad ou Thriller são de arrepiar. O poder da nostalgia é muito intenso – e Hollywood sabe disso. E são esses momentos que vão conquistar o público.

Ao conversar com um amigo que não gosta muito de cinema, ele disse que o filme tem músicas boas e é divertido, e isso basta para conquistá-lo. Então, talvez seja esse o grande mérito do filme. Ele sabe que será massacrado pela crítica, mas também sabe que vai fazer uma bilheteria homérica. Então, lidar com críticas negativas talvez já seja até mesmo parte da estratégia de divulgação internacional do longa, em um tipo de “EuricoMirandismo Cultural”, desse “nós contra eles”, de que “se a crítica não gostou, então o filme é bom”. É muito curioso ver como isso virou um tema tão presente no cinema atual.

No fim das contas, Michael é um filme frustrante pela grandiosidade do protagonista que foi reduzida a uma aventura comum. Michael Jackson merecia um retrato biográfico mais à altura do que ele representou para a música. Apesar disso, é um filme ridiculamente divertido, embalado por uma playlist à prova de erros e com um elenco que faz o possível para se destacar.

É um filme esteticamente bonito, que tenta compensar a falta de conteúdo com nostalgia, referências e um trabalho grandioso de figurino e maquiagem. É um filme com toda a cara das sessões vespertinas do fim de semana na TV aberta, que certamente vai fazer uma bilheteria impressionante mundo afora.

Michael está em cartaz nos cinemas.

Namoro falso desperta sentimentos reais no trailer de ‘Amores Improváveis’, nova série do Prime Video

Prime Video divulgou o trailer completo de ‘Amores Improváveis‘ (Off Campus), série baseada na saga literária best-seller de Elle Kennedy.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 13 de maio.

A franquia de livros conta com cinco volumes que retratam um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto elas lidam com o amor, a mágoa e a autodescoberta, construindo amizades profundas e laços duradouros enquanto enfrentam as complexidades que acompanham a transição para a vida adulta.

Cada um dos quatro primeiros romances conta a história de amor de um jogador de hóquei, sendo o quinto uma coletânea de novelas dos quatro casais.

A primeira temporada da adaptação seriada, baseada no primeiro livro, ‘O Acordo’, acompanha o romance improvável entre Hannah Wells (Ella Bright), uma estudante de música irônica e odiadora de hóquei, e o pivô estrela da Briar University, Garrett Graham (Belmont Cameli).

O elenco ainda conta com Antonio CiprianoJalen Thomas BrooksMika AbdallaJosh HeustonKhobe ClarkeStephen Kalyn.

A série foi criada por Louisa Levy, que também assume a cadeira de produtora executiva e showrunner ao lado de Gina Fattore.

Lembrando que ‘Amores Improváveis’ já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Refestança’: Começam as gravações do documentário sobre ICÔNICA turnê de Rita Lee e Gilberto Gil

Em sua estreia no cinema, o cantor e compositor Zé Ibarra será o narrador de Refestança: Diário, Fotos e Música’, documentário com título provisório que reconstitui a icônica turnê musical que Rita LeeGilberto Gil fizeram em 1977.

Dirigido por Vinícius Reis (‘Homem Onça’), o projeto traz Ibarra encarnando o repórter e fotógrafo de 23 anos, personagem misto de real e ficcional que, por um mês, viajou por oito capitais brasileiras com Rita, Gil e seus grupos, Tutti Frutti e Refavela.

O longa-metragem é um documentário feito a partir de cenas e entrevistas da época, reunindo super-8, 16mm, reportagens e as cerca de 600 fotos que o fotógrafo Antônio Carlos Miguel fez para o Jornal de Música nos anos 1970. Para Reis, o material resgatado revela muito mais do que um show: Refestançafoi um sopro de liberdade em plena ditadura, movido a amizades e com uma alta voltagem de boas músicas”.

Produzido pelo Ventre Studio, Trema, Tacacá e Uno Filmes, em coprodução com Globo Filmes, GloboNews e a portuguesa BRO Filmes, Refestançaserá distribuído no Brasil pela O2Play e chegará aos cinemas em 2027, no aniversário de 50 anos do encontro e do álbum ao vivo lançado por Rita e Gil.

Reis também fica responsável pelo roteiro ao lado de Jo Serfaty.

Mãe luta pela LIBERDADE da filha no trailer da série de suspense ‘Incondicional’; Confira!

Apple TV divulgou o trailer oficial de ‘Incondicional’ (‘Unconditional’), nova série de suspense dos mesmos produtores de ‘Homeland’.

A produção tem estreia marcada para o dia 8 de maio na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi escrita por Adam Bizanski, com Johnathan Gurfinkel responsável pela direção dos episódios.

Bizanski também entra como produtor executivo ao lado de Eitan MansuriJonathan DoweckIdisis e Avi NirKeren ShaharKarni ZivYuval HorowitzEze Sakson.

A trama acompanha uma mãe e uma filha em uma viagem que se transforma em um pesadelo quando Gali (Talia Linne Ronn), de 23 anos, é presa por tráfico de drogas em Moscou. Sua mãe, Orna (Liraz Chamami), se recusa a aceitar as acusações, mas sua luta pela liberdade da filha a arrasta para uma teia mortal de crime e corrupção.

O elenco também inclui o cantor e compositor franco-israelense Amir Haddad (‘La Belle et Le Boulanger’), Yossi Marshek (‘Manpower’), Evgenia Dodina (‘Invisible’) e Vladimir Friedman (‘Bad Boy’).

Adaptação teatral ‘O Talentoso Ripley’ entra em sua última semana de exibição no Rio

Em sua última semana em cartaz, o Teatro Gláucio Gill, em Copacabana, no Rio de Janeiro, recebe a temporada da versão brasileira de O Talentoso Ripley, primeira adaptação teatral em português do romance de Patricia Highsmith, publicado em 1955.

Com base no texto de Phyllis Nagy, a montagem leva aos palcos uma leitura que desloca o foco da ação para a dimensão psicológica da narrativa e organiza a cena a partir da perspectiva do próprio protagonista, estruturando a experiência do público a partir desse ponto de vista. A temporada segue até 27 de abril, com sessões aos sábados, domingos e segundas, sempre às 20h. Os ingressos estão à venda pelo site da Funarj e na bilheteria do teatro.

No papel de Tom Ripley está Hugo Bonemer, que também assina a direção ao lado de Kamilla Rufino e conduz o projeto como produtor em um processo independente. Essa convergência de funções se reflete diretamente na encenação, construída a partir de um eixo que conecta atuação, linguagem e concepção, com foco na investigação das zonas mais instáveis do personagem e das relações que o cercam.

O elenco reúne Cassio Pandolfh como Herbert e o Tenente Roverini, Francisco Paz, como Rickie, Guilhermina Libanio como Marge e Sophia, João Fernandes como Marc e Freddie, Laura Gabriela como Emily e Tia Dottie, e Tom Nader como Red, Fausto e Silvio, em um jogo de revezamento de personagens ao longo da trama. O recurso, presente na adaptação de Nagy, ganha protagonismo na montagem ao reforçar o deslocamento constante de identidades que atravessa a obra.

A narrativa se constrói como um depoimento em primeira pessoa, no qual o protagonista conduz o público por sua lógica e reorganiza os acontecimentos a partir de sua própria versão. O suspense estrutura a encenação, mas o espetáculo amplia esse território ao incorporar elementos de terror e uma atmosfera que flerta com o surreal, criando um ambiente de tensão que atravessa dramaturgia, iluminação e interpretação. “O tempo todo ele tenta convencer o espectador a acreditar no seu ponto de vista, tentando validar cada escolha, por mais terrível que seja”, afirma Bonèmer.

Escrita antes da adaptação cinematográfica dos anos 1990, a versão de Phyllis Nagy reposiciona a narrativa ao expandir a presença dos personagens femininos e aprofundar suas camadas dramáticas. Na montagem brasileira, esse deslocamento se traduz em relações mais tensionadas e em uma reorganização do olhar do público sobre a história. “A adaptação cria uma ótica muito feminina e desenvolve personagens que, em outras versões, eram menos explorados, trazendo novas camadas para a narrativa”, completa.

A encenação se constrói a partir do encontro entre diferentes referências, que vão do suspense clássico ao imaginário contemporâneo do true crime, mantendo como base a investigação psicológica proposta pelo material original. Nesse percurso, o espetáculo se afasta de uma leitura linear para construir um campo de percepções em constante deslocamento, no qual o público é conduzido por uma lógica que se sustenta, ainda que moralmente instável. Essa atmosfera se desdobra também na construção visual e sonora da montagem, com cenário assinado por Bonemer, iluminação de Renato Machado, figurinos de Sergio Medina Paranhos e Joe Nicolay, e direção musical e trilha original de Tauã de Lorena e Laura Gabriela, elementos que acompanham e tensionam a trajetória do protagonista em cena.

Mais do que recontar uma história já conhecida, a montagem propõe uma reflexão sobre desejo, mobilidade social e construção de imagem, aproximando a trajetória do protagonista de questões contemporâneas ligadas à performance e à necessidade de reconhecimento. Em cena, essa investigação se traduz em uma experiência direta, em que o público é conduzido pela lógica do personagem até perceber que já não observa de fora, mas está implicado. É nesse deslocamento, entre identificação e desconforto, que o espetáculo se afirma não apenas como suspense, mas como um estudo sobre até onde alguém pode ir para ocupar um lugar no mundo.

‘A Lenda de Vox Machina’: 4ª temporada da animação ganha cartaz BELÍSSIMO; Confira!

legend of vox machina season 3 trailer

O Prime Video divulgou o cartaz inédito da 4ª temporada da elogiada animação A Lenda de Vox Machina‘.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 3 de junho. O trailer oficial dos próximos episódios será lançado hoje, 23 de abril.

Confira:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª e última temporada.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

Estrelada por Kate Hudson, 2ª temporada de ‘A Dona da Bola’ chega ao streaming!

A 2ª temporada de ‘A Dona da Bola’, série de comédia esportiva estrelada pela indicada ao Oscar Kate Hudson, já está disponível na Netflix.

Os novos episódios chegaram à plataforma de streaming hoje, 23 de abril.

Na trama…

Isla (Hudson) agora é uma líder consolidada que enfrenta uma pressão crescente, enquanto seu irmão Cam (Justin Theroux), o ex-presidente da equipe, retorna ao trabalho como consultor, mas pode estar sabotando seu trabalho.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Elaine KoMindy KalingIke BarinholtzDavid Stassen.

Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.

Drew TarverScott MacArthurBrenda SongFabrizio GuidoToby SandemanChet Hanks e outros completam o elenco.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Vídeo de bastidores explora os incríveis FIGURINOS da sequência; Confira!

Foi divulgado um vídeo promocional inédito de O Diabo Veste Prada 2’, que chega aos cinemas vinte anos depois do filme original.

O material nos leva aos bastidores do longa-metragem e explora os incríveis aspectos da moda e da alta-costura, elementos de grande destaque da narrativa.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

Confira:

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Astro de ‘FBI: International’ entra para o elenco de ‘The Interrogator’, novo SUSPENSE da Fox

Segundo o DeadlineLuke Kleintank (‘FBI: International’) foi escalado em caráter regular para o novo drama da FoxThe Interrogator.

O projeto, que parte da parceria entre a Lionsgate Television e a Fox Entertainment Studios, tem estreia prevista para a temporada 2026-2027 da televisão estadunidense e conta com 12 episódios em sua temporada de estreia.

Kleintank se junta ao previamente confirmado Stephen Fry (‘Sandman’).

The Interrogatoracompanha o ex-agente do MI6 Conrad Henry (Fry) e sua equipe de elite. Quando os métodos convencionais falham, o charme peculiar de Henry, seu intelecto superior e suas manobras comportamentais surpreendentes fazem dele o único homem capaz de decifrar os segredos da mente dos criminosos mais perigosos do mundo.

Kleintank interpretará Voss, um membro do pequeno círculo de analistas/conselheiros de Conrad Henry. Ele é um ex-membro das Forças Especiais, um denunciante do Exército com um forte código moral. Um ex-garoto de fazenda do Colorado, ele é quieto, gosta de atividades ao ar livre e prefere cachorros a pessoas – exceto por um improvável romance clandestino com a colega de equipe Florence, que só pode permanecer em segredo por um tempo limitado.

O episódio piloto foi escrito por Fry, com revisões de Matt PykenWilliam Harper.

Dan DworkinJay Beattie entram como produtores executivos. Paul McGuigan entra como diretor.

Mais detalhes não foram divulgados.

Entrevista | Kerry Washington e Elisabeth Moss explicam por que nova série de suspense da Apple é tão VICIANTE!

Screenshot

‘Mulheres Imperfeitas’ (‘Imperfect Women’), thriller psicológico estrelado por Elisabeth Moss (‘O Conto da Aia’), Kerry Washington (‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’) e Kate Mara (‘House of Cards’), já está disponível na Apple TV, com novos episódios sendo lançados semanalmente.

Contado a partir das perspectivas distintas das três melhores amigas Eleanor (Washington), Mary (Moss) e Nancy (Mara), o thriller criminal surpreende o público não apenas por sua dinâmica estrutura narrativa, mas também por explorar os dilemas e graves segredos que cercam essalongeva amizade.

E durante uma entrevista ao CinePOP, o trio de protagonistas femininas comentou sobre o novo sucesso do streaming, refletindo sobre a profundidade das temáticas abordadas na trama – como traição e relacionamentos abusivos -, bem como sobre o que torna a série tão viciante e maratonável.

Ao longo do bate-papo, Washington, Moss e Mara revelaram detalhes sobre ‘Mulheres Imperfeitas‘ e por que a trama ainda vai chocar muito o público até seus instantes finais.

Assista à entrevista:

Relembre o trailer:

A obra foi criada por Annie Weisman (‘Physical’).

Baseada no romance homônimo de Araminta Hall, a produção examina um crime que abala uma amizade de décadas entre três mulheres. O suspense psicológico não convencional explora a culpa e a retribuição, o amor, a traição e as concessões que fazemos e que alteram nossas vidas para sempre. À medida que a investigação acontece, também revela a verdade sobre como até mesmo os relacionamentos mais íntimos podem não ser o que parecem.

Além de Moss e Washington, o elenco conta com Kate Mara (‘House of Cards’), Joel Kinnaman, (‘O Esquadrão Suicida’), Corey Stoll (‘Amor, Sublime Amor’), Rome Flynn (‘Godfather of Harlem’), Ana Ortiz (‘Ugly Betty’), Sherri Saum (‘Good Trouble’), Wilson Bethel (‘Demolidor: Renascido’), Keith Carradine (‘Dexter’), Jackson Kelly (‘The Pitt’), Audry Zahn (‘Wildcat’), Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’).

Lesli Linka Glatter (‘Homeland‘, ‘Dia Zero‘) dirige o episódio piloto e entra como produtora executiva ao lado de Hall, Moss, Washington e Weisman.

‘Mulheres Imperfeitas’ é produzida pela 20th Television e pela Apple Studios.

‘Maldição da Múmia’: Lee Cronin DESMENTE rumores de que James Wan abandonou sessão-teste do filme

O cineasta irlandês Lee Cronin, diretor do novo longa Maldição da Múmia, veio a público esclarecer relatos recentes sobre uma suposta sessão-teste conturbada. Rumores indicavam que a violência gráfica da produção teria levado diversos espectadores, incluindo o produtor James Wan, a abandonar a exibição precocemente.

De acordo com o portal FearHQ, Cronin confirmou que Wan de fato se ausentou da sala em determinado momento, mas desmentiu que o motivo tenha sido choque ou desconforto com o conteúdo do filme.

“Houve um período com este filme em que estavam realmente pegando pesado. Surgiu a alegação de que [o produtor] James Wan saiu de uma sessão-teste [enojado]. Não, ele precisava ir ao banheiro”, esclareceu o diretor. “Também era a terceira vez que ele via o filme naquele momento. Então é muito mais fácil para as pessoas fazer barulho com coisas que não são verdade. A verdade não é tão interessante. James Wan querendo mais balas de caramelo não chama tanta atenção”.

Cronin também aproveitou para dissipar especulações de que o longa teria sido rebatizado como ‘O Ressuscitado’ (The Resurrected) para evitar comparações com a franquia de aventura estrelada por Brendan Fraser. Segundo ele, a identidade visual e o título do projeto foram decisões estratégicas tomadas em conjunto com produtores experientes.

“Eu escrevi um roteiro chamado ‘A Múmia’, de Lee Cronin. Depois, algumas pessoas muito inteligentes em quem confio [especialmente Jason Blum] leram o roteiro e sugeriram: ‘E se chamássemos de ‘Maldição da Múmia’? É algo tão distinto que deveríamos assumir ainda mais essa identidade.’ Na verdade, anunciamos esse título há dois anos e, se me lembro corretamente, nada mudou desde então”, afirmou.

O diretor explicou ainda a origem da confusão sobre o nome da obra: “Filmes costumam ter nomes-código, e houve vários nomes-código para este projeto. ‘O Ressuscitado’ (The Resurrected) foi um deles, e alguém se apegou a isso, concluindo que seria o novo título por causa da existência de outros filmes de A Múmia. Mas internamente, o título nunca mudou desde que foi definido pela primeira vez”.

Crítica | Lee Cronin joga no seguro com o mediano terror ‘Maldição da Múmia’

Com 46% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota C+ do público no CinemaScore. A média de aprovação supera a de ‘Lobisomem‘ (C-), mas fica abaixo de ‘O Homem Invisível‘ (B+).

Vale lembrar que ‘Maldição da Múmia‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na história, a jovem filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a família, ainda devastada, é surpreendida com seu retorno. O que deveria ser um reencontro emocionante, no entanto, rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo.

‘Homem-Aranha: Novo Dia’: Mark Ruffalo sugere confronto entre Homem-Aranha e alienígena

O ator Mark Ruffalo, intérprete do Hulk no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), comentou recentemente sobre o futuro da franquia e os novos rumos do herói vivido por Tom Holland. Durante uma aparição no Cinema Adriano, em Roma, Ruffalo revelou detalhes que podem indicar o que esperar da próxima saga do “Amigão da Vizinhança”, que começa emHomem-Aranha: Um Novo Dia’.

De acordo com o ComicBookMovie, o ator, conhecido por seu histórico de deixar escapar informações confidenciais, foi direto ao projetar o destino do Cabeça de Teia: “Eu prometo a vocês, mil por cento, que ele vai lutar contra um alienígena no futuro”.

A declaração reacendeu teorias entre os fãs, que acreditam que o alienígena em questão seja o simbionte Venom. Rumores indicam que o personagem terá um papel crucial emHomem-Aranha: Um Novo Dia’ e em projetos subsequentes. Uma das teorias mais populares sugere uma mudança de hospedeiro: em vez de Eddie Brock, o simbionte poderia se unir a Mac Gargan (o Escorpião), após uma reviravolta em sua trajetória como vilão.

Embora exista a possibilidade de Ruffalo estar apenas brincando com o público, utilizando sua fama de “entregador de spoilers” para gerar engajamento, o termo “alienígena” abre um leque de opções no vasto catálogo da Marvel, ainda que o simbionte permaneça como a aposta mais provável.

hulk mark ruffalo

Sob a direção de Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

‘Heart Eyes 2’: Sequência é CONFIRMADA para 2028; Confira a data de estreia!

A sequência do terror slasher ‘Heart Eyes‘ finalmente ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 11 de fevereiro de 2028 – três anos após a estreia do primeiro filme.

Olivia Holt (‘Feliz Assalto!’) e Mason Gooding (‘Pânico’) estão em negociações para retornarem à continuação.

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) retornará como roteirista, tendo finalizado recentemente o enredo da sequência.

Anteriormente, ele havia comentado sobre o que podemos esperar de um novo filme: “Podemos replicar a estrutura de qualquer comédia romântica com o assassino Heart Eyes no centro da história.”

Com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa original arrecadou US$ 33 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, quando o assassino dos Olhos de Coração ataca em Seattle, dois colegas trabalhando durante o Dia dos Namorados são confundidos como um casal por um serial killer que foca em matar namorados. Agora, eles terão que passar a noite mais romântica do ano correndo por suas vidas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Mason Gooding (‘Pânico’) e Olivia Holt (‘Cruel Summer’), o elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

Jon Favreau revela que tentou impedir a morte de Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato’

O cineasta Jon Favreau, diretor dos dois primeiros filmes do ‘Homem de Ferro’ e peça fundamental na criação do Universo Cinematográfico Marvel (UCM), revelou recentemente que contestou nos bastidores uma das decisões mais drásticas da franquia: a morte de Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato’.

Conforme o The Hollywood Reporter, em participação no programa Jimmy Kimmel Live!, Favreau contou que chegou a ligar para os diretores Anthony e Joe Russo na tentativa de reverter o desfecho do personagem interpretado por Robert Downey Jr.

“Conversei com os Russos e disse: ‘Não sei se as pessoas vão gostar… não sei, isso vai impactar muito o público, porque eram crianças que cresceram com esse personagem’”, afirmou Favreau.

O diretor, no entanto, admitiu que o resultado final o convenceu: “Tenho que dizer: eles lidaram com isso de forma brilhante. E a Gwyneth [Paltrow] e o Robert fizeram um trabalho maravilhoso atuando, e acho que isso trouxe uma grande carga emocional. Eles fizeram um trabalho excelente. Eu estava errado.”

Trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ VAZA… em LEGO!

Favreau confessou que, apesar de suas ressalvas iniciais, não conteve a emoção ao assistir à obra finalizada: “Fiquei com um nó na garganta. Mesmo sendo um filme, aquelas pessoas, aqueles personagens, fazem parte da minha vida há tanto tempo”.

Sobre o futuro da Marvel, o diretor afirmou estar “animado para ver” o retorno de Robert Downey Jr., desta vez como o vilão Doutor Destino no aguardadoVingadores: Dr. Destino’.

Ao refletir sobre sua própria trajetória na saga, Favreau brincou que a “coisa mais inteligente que já fiz” foi escalar a si mesmo para o papel de Happy Hogan no primeiro ‘Homem de Ferro’. Segundo ele, a permanência do personagem ao longo dos anos trouxe estabilidade pessoal e profissional, afirmando, com bom humor, que o papel acabou “pagando a faculdade dos meus filhos”.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Marvel RETORNA à Comic-Con San Diego em 2026 no Hall H

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Eu Vou Te Encontrar’: Astro de ‘The Handmaid’s Tale’ entra para o novo SUSPENSE da Netflix

Segundo o DeadlineVas Saranga (‘The Handmaid’s Tale’) foi escalado em um grande papel recorrente na minissérie de suspense Eu Vou Te Encontrar, da Netflix.

A produção é baseada no romance best-seller de Harlan Coben, um dos autores mais prolíficos da atualidade.

Saranga dará vida ao Agente Dev Chopra, membro da Força-Tarefa de Fugitivos, e se junta a Sam Worthington (‘Avatar’), que será o protagonista.

O elenco ainda conta com Chi McBrideLogan BrowningBritt LowerErin RichardsJonathan Tucker.

Eu Vou Te Encontrar gira em torno de David Burroughs (Worthington), um pai inocente que cumpre pena perpétua pelo assassinato do próprio filho e que recebe evidências de que seu filho pode ainda estar vivo — e precisa fugir da prisão para descobrir a verdade.

Coben co-criou a adaptação seriada com Robert Hull, este assumindo o cargo de showrunner. A dupla também fica responsável pela produção executiva ao lado de Bryan WynbrandtSteven LilienJohn Weber.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Sequência sofre cortes no elenco, mas garante participações de peso no mundo da moda

O Diabo Veste Prada 2’ chega em breve aos cinemas trazendo a aguardada sequência do longa estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway. No entanto, nem todas as participações especiais chegaram à versão final do filme, segundo a Variety, que aponta cortes importantes no elenco de apoio.

Entre os nomes removidos está Sydney Sweeney, cuja participação foi totalmente retirada da montagem final. Também foi cortado o ator Conrad Ricamora, conhecido por ‘Como Defender um Assassino’, que interpretaria o colega de quarto de Andy. De acordo com fontes, o personagem não resistiu às sessões-teste, já que o público questionava a necessidade de Andy ter um colega de quarto na trama.

Outra participação que sequer chegou a se concretizar foi a de Jessica Chastain. Rumores sobre a vencedora do Oscar no elenco circularam em julho de 2025, quando a atriz foi vista em Nova York durante as filmagens principais, mas posteriormente foi confirmado que ela não chegou a gravar nenhuma cena.

Sydney Sweeney teve participação CORTADA de ‘O Diabo Veste Prada 2’; Saiba mais!

Vale lembrar que o longa também conta com uma série de participações especiais de peso. Lady Gaga faz uma aparição e ainda contribui com a faixa “Runway”, em parceria com Doechii, para a trilha sonora. Donatella Versace, que deixou o cargo de diretora criativa da marca da família, gravou uma cena em Milão. Já a supermodelo Naomi Campbell também aparece, sentada ao lado de Miranda Priestly (Meryl Streep) durante o desfile de primavera 2026 da Dolce & Gabbana, filmado na Semana de Moda de Milão.

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril.

 

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Reese Witherspoon rebate críticas sobre apoio à IA: “Sou apenas um ser humano curioso”

LEGALLY BLONDE, Reese Witherspoon, Bruiser, 2001, photo: (c) MGM/courtesy Everett Collection

A atriz Reese Witherspoon manifestou-se recentemente após a repercussão negativa de suas declarações sobre a inteligência artificial. Na última semana, a estrela de The Morning Show viralizou ao afirmar que “a revolução da IA começou” e sugerir que as mulheres deveriam dominar a tecnologia para evitar a automação de seus postos de trabalho.

De acordo com a Variety, Witherspoon enfrentou uma onda de críticas que abordavam desde o impacto ambiental dos centros de dados até questões de propriedade intelectual. Houve, inclusive, acusações de que a atriz estaria sendo paga por empresas do setor para promover ferramentas de geração de conteúdo.

Em resposta, a atriz utilizou suas redes sociais para esclarecer sua posição: “Bem, acho que meu post sobre IA fez as pessoas falarem. Para deixar claro, ninguém está me pagando para falar sobre isso. Sou apenas um ser humano curioso. Meus filhos estão aprendendo sobre ferramentas de IA, conheço muitos fundadores que estão programando com ‘vibe coding’, e ouço sobre pessoas usando IA em TODOS os setores dos negócios”.

Apesar do entusiasmo com a inovação, Witherspoon buscou validar as apreensões do público: “Quero reconhecer as preocupações das pessoas, elas são válidas. Estou ciente do impacto que isso pode ter em empregos em tantas indústrias. Entendo as preocupações ambientais. Me importo profundamente com comunidades locais. E tenho preocupações com a iminente AGI (Inteligência Artificial Geral)”. 

A atriz reiterou que seu objetivo é o letramento digital, e não a substituição de talentos humanos: “Não acredito que computadores devam substituir a humanidade. Estou planejando aprender o máximo possível para estar informada sobre essa revolução tecnológica. Se você quiser aprender comigo, ótimo, vamos lá! Se não quiser, tudo bem também”.

Sandra Bullock defende uso de IA em Hollywood: “Precisamos abraçar a tecnologia”

A polêmica teve início quando Witherspoon apresentou dados sobre a disparidade de gênero no uso das novas ferramentas: “Os empregos ocupados por mulheres têm três vezes mais chances de serem automatizados pela IA, mas, em média, mulheres usam IA em uma taxa 25% menor que os homens”, alertou a atriz em seu perfil no Instagram, concluindo com um apelo à sua audiência: “Não queremos ficar para trás.”

Kim Petras está de volta com a inédita “Need For Speed”, lead single de seu próximo álbum; Ouça!

kim petras

A vencedora do Grammy Kim Petras está prestes a embarcar em sua nova era musical – e acaba de lançar a primeira canção do aguardado álbum de estúdio ‘Detour’.

Intitulada “Need For Speed”, a faixa funciona como lead single do compilado de originais, que tem lançamento agendado para 3 de julho.

Nightfeelings e Margo XS ficam responsáveis pela produção da música.

Ouça:

Petras é conhecida por seu estilo único que une sexualidade, empoderamento, pop e eletrônica, tendo ganhado bastante destaque com os dois compilados conhecidos como ‘TURN OFF THE LIGHTS’, lançados no Halloween. Em 2023, ela fez história ao se tornar a primeira artista trans a conquistar uma estatueta do Grammy – realizando o feito ao lado de Sam Smith pela canção “Unholy”.