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‘Lua Nova’: Após anúncio do retorno de ‘Crepúsculo’, sequência também voltará aos cinemas

Para a alegria dos fãs, a SagaCrepúsculo está prestes a retornar às telonas. Após o anúncio do relançamento do primeiro filme, foi confirmado que a sequência, Lua Nova, também voltará aos cinemas brasileiros a partir de 16 de abril de 2026, conforme a Rolling Stone Brasil.

A reestreia de Lua Nova ocorrerá quase um mês após o relançamento do filme original, que está programado para o dia 19 de março.

Adaptação do segundo livro da aclamada série de Stephenie Meyer, o longa é protagonizado pelo trio Kristen Stewart (‘Spencer’), Robert Pattinson (‘The Batman’) e Taylor Lautner (‘Sem Saída’).

Na trama, a vida de Bella Swan vira de cabeça para baixo quando, após um incidente que quase lhe custa a vida, Edward e a família Cullen decidem deixar a cidade de Forks para protegê-la. Mergulhada em uma profunda depressão, Bella encontra conforto em sua amizade com Jacob Black. No entanto, conforme se aproximam, ela descobre que Jacob também guarda um segredo perigoso que mudará sua percepção sobre o mundo sobrenatural.

Lançada originalmente em 2009, a saga tornou-se um fenômeno cultural, levando mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil ao longo de seus cinco filmes. Dirigido por Chris Weitz e com roteiro de Melissa Rosenberg (‘Jessica Jones’), Lua Nova foi um estrondo comercial, arrecadando mais de US$ 700 milhões mundialmente.

Timothée Chalamet causa polêmica ao dizer que ninguém mais se importa com ópera e balé

Às vésperas do Oscar 2026, o ator Timothée Chalamet tornou-se o centro de uma controvérsia após comentários sobre a indústria da ópera e do balé. Durante um evento no formato town hall ao lado de Matthew McConaughey, o artista sugeriu que essas formas de arte estariam perdendo o apelo popular e lutando para permanecerem relevantes.

Segundo o TMZ, Chalamet comparou a preservação das salas de cinema com a do setor erudito, gerando mal-estar ao declarar: “Eu não quero trabalhar em balé ou ópera, ou em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”.

Ao perceber o peso da fala, o ator tentou minimizar o impacto imediatamente: “Todo respeito às pessoas do balé e da ópera”. Ele ainda brincou com a possível perda de público após a declaração: “Acabei de perder 14 centavos de audiência. Dei um tiro no próprio pé sem motivo”.

As principais companhias de arte do mundo não deixaram o comentário passar em branco, utilizando as redes sociais para responder ao ator de Duna com doses de ironia e fatos:

Metropolitan Opera (NY) publicou um vídeo exaltando seus profissionais de bastidores com a legenda direta: “Esse é para você, Timothée Chalamet… 👀”.

O LA Opera Aproveitou o hype para destacar o sucesso de público: “Gostaríamos de lhe oferecer ingressos de cortesia para Akhnaten, mas eles estão se esgotando. Ainda há alguns lugares disponíveis para compra, se você se apressar”.

 

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Um post compartilhado por LA Opera (@laopera)

O Royal Opera House, em Londres, também aproveitou o hype para destacar o sucesso de público: “Todas as noites na Royal Opera House, milhares de pessoas se reúnem para balé e ópera. Pela música. Para contar histórias. Pela pura magia da performance ao vivo. Se quiser reconsiderar, nossas portas estão abertas”.

Em nota ao The Hollywood Reporter, o Royal Ballet and Opera (Londres) defendeu que o balé e a ópera são pilares que influenciam o cinema, a moda e a música contemporânea, nunca existindo de forma isolada.

A bailarina Megan Fairchild, integrante do New York City Ballet, também criticou a fala do ator Timothée Chalamet, destacando um ponto específico que a incomodou.

“Nem é tanto a ideia de que ele tenha menosprezado o balé e a ópera que me incomoda; é a sugestão de que ele teria talento e aptidão para seguir essas áreas artísticas de nível olímpico”, disse a bailarina. “Timmy, eu não sabia que você era um dançarino ou cantor de ópera de nível internacional que simplesmente decidiu não seguir essa carreira porque atuar é mais popular!”.

Na legenda do vídeo publicado nas redes sociais, Fairchild adotou um tom mais conciliador: “Te perdoamos. Sabemos que você ama, já vimos o chapéu. E sua adorável irmã assiste aos nossos ensaios. Boa sorte na corrida ao Oscar. Artistas apoiando artistas importa. Nenhum desses caminhos é fácil, e não há necessidade de diminuir o balé ou a ópera no processo”.

Já a cantora e bailarina Adéla, atualmente em turnê com Demi Lovato, declarou ao TMZ que a repercussão está sendo exagerada e que não se sentiu ofendida.

Jake Gyllenhaal vai estrelar ‘Play by Play’, novo filme esportivo da Amazon MGM

O novo projeto cinematográfico estrelado por Jake Gyllenhaal e escrito por Chris McCoy, intitulado ‘Play by Play’, já tem uma casa oficial. O drama esportivo foi adquirido pelo Amazon MGM Studios, consolidando ainda mais a parceria entre o ator e o estúdio após o sucesso de Matador de Aluguel.

Conforme apurado pelo Deadline, McCoy assume o roteiro da produção, cuja trama ainda é mantida sob sigilo. Além de protagonizar, Gyllenhaal atuará como produtor por meio de sua empresa, a Nine Stories, ao lado de Josh McLaughlin e da Religion of Sports, produtora de elite fundada pela lenda do futebol americano Tom Brady e por Gotham Chopra.

O anúncio reforça o excelente momento na carreira de Jake Gyllenhaal, que coleciona sucessos de crítica e público como O Abutre, Os Suspeitos, Nocaute e o recente fenômeno de streamingMatador de Aluguel.

Já o roteirista Chris McCoy traz um currículo robusto, tendo desenvolvido projetos para gigantes como Marvel, Disney e DreamWorks. Recentemente, McCoy vendeu o roteiro original ‘Hit the Gas’ para a Paramount e é um nome recorrente na The Black List (lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood), onde já apareceu três vezes.

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‘Robô Selvagem 2’: DreamWorks anuncia sequência com diretor de ‘Nimona’

Após o fenômeno crítico e comercial de 2024, a DreamWorks Animation anunciou oficialmente a produção de Robô Selvagem 2’. O longa dará continuidade à história que conquistou milhões de espectadores e recebeu três indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Animação.

De acordo com o The Wrap, a sequência adaptará o livro “The Wild Robot Escapes” (Robô Selvagem Foge), segundo volume da popular série literária de Peter BrownA sequência trará novidades no comando criativo. Troy Quane, codiretor do também indicado ao Oscar Nimona, assume a direção no lugar de Chris Sanders. Ele trabalhará ao lado de Heidi Jo Gilbert, que foi chefe de história no primeiro filme e agora atua como codiretora.

Além disso, Chris Sanders (diretor do original) ficará responsável pelo roteiro do novo capítulo e Jeff Hermann retorna como produtor.

No livro que serve de base para a sequência, Roz e seu filho adotivo, o ganso Bico-Vivo (Brightbill), enfrentam novos desafios. A trama acompanha a tentativa de Roz de escapar de uma fazenda de laticínios para conseguir retornar à sua ilha e reencontrar seus amigos animais.

‘Robô Selvagem’ é o filme mais bem avaliado pelos críticos da HISTÓRIA da DreamWorkds

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Lançado em 2024, Robô Selvagem tornou-se um marco para a DreamWorks, arrecadando US$ 320 milhões mundialmente. Além do sucesso financeiro, o filme foi amplamente aclamado, garantindo indicações ao Oscar e ao BAFTA.

“A incrível jornada do robô ROZZUM 7134, apelidada de “Roz”, que, após naufragar em uma ilha deserta, precisa aprender a se adaptar a um ambiente hostil, estabelecendo laços inesperados com a vida selvagem local”, diz a sinopse.

Robô Selvagem’ está disponível no Prime Video.

Zack Snyder revela resistência do estúdio à escalação de Jesse Eisenberg como Lex Luthor em ‘Batman v Superman: A Origem da Justiça’

O cineasta Zack Snyder relembrou recentemente seu trabalho no antigo DCU, revelando que Jesse Eisenberg quase não interpretou o vilão Lex Luthor devido a hesitações do estúdio. Em entrevista ao ComicBookMovie, Snyder detalhou o processo de escolha que trouxe uma nova roupagem ao nêmesis do Superman.

“Queríamos alguém que pudesse trazer uma energia diferente. Lex sempre foi tradicionalmente aquele cara mais velho, corporativo e careca. E nós queríamos fazer algo mais contemporâneo, mais ‘tech-bro’, mais imprevisível”, explicou o diretor.

Snyder destacou que a performance de Eisenberg foi o que selou o destino do personagem em Batman v Superman: A Origem da Justiça.

“Jesse tinha essa energia meio maníaca que parecia perfeita para a versão que estávamos fazendo. Ele veio, fez o teste, e foi elétrico. Ele simplesmente entendeu. Entendeu a estranheza, o perigo, a inteligência. Não se tratava necessariamente de torná-lo simpático, mas de torná-lo assustador de uma forma diferente”, afirmou.

Na época, o público sugeria nomes como Bryan Cranston e Daniel Day-Lewis para o papel, o que tornou a confirmação de Eisenberg uma surpresa controversa. Segundo o diretor, a própria Warner Bros. demonstrou ceticismo inicial:

“Sim, houve alguma resistência. Mas acho que, quando viram o teste de tela, ficou bem claro. Ele tinha uma intensidade enorme. E veja, Lex é um gênio, certo? Mas também é desequilibrado. Jesse conseguia interpretar os dois lados”, revelou.

Zack Snyder revela por que o Batman de Christian Bale nunca enfrentou o Superman de Henry Cavill

O diretor também comentou sobre as reações mistas ao tom e à paleta de cores do filme, comparando o impacto à rejeição inicial de Ben Affleck como Batman.

“Nós estávamos arriscando alto. Não estávamos tentando fazer algo seguro. Queríamos fazer algo que parecesse mítico, quase operístico. Mas, sim, a internet tinha muita coisa a dizer. [Risos] Parte era justa, parte… nem tanto”, brincou.

‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ está disponível no catálogo do HBO Max.

‘Uma Batalha Após a Outra 2’: Teyana Taylor revela que “implorou” por sequência ao diretor

Uma Batalha Após a Outra se tornou um verdadeiro sucesso nos cinemas e entre a crítica, conquistando 13 indicações ao Oscar. Em meio à repercussão positiva, a atriz Teyana Taylor, indicada ao prêmio por sua atuação como Perfidia no filme de Paul Thomas Anderson, revelou recentemente seu desejo de ver uma sequência ou até mesmo um spin-off da produção.

Conforme o World of Reel, Taylor contou que chegou a implorar ao diretor para desenvolver um projeto focado em sua personagem.

“Eu disse ao Paul: ‘precisamos ver o que a Perfidia fez nesses 16 anos.’ Mas Perfidia e Willa precisam ter algumas cenas juntas. Quando Willa saiu pela porta naquela última cena, eu pensei: ‘Para onde ela realmente está indo? Ela vai libertar Deandra? Vai encontrar a mãe dela?’ Eu adoro que ainda exista esperança, e há espaço para uma pequena parte dois em algum lugar”, afirmou.

Embora nada tenha sido confirmado até o momento, a atriz garantiu que as conversas sobre a possibilidade realmente aconteceram.

“As conversas são muito, muito reais. Quero confirmar para todo mundo que atualmente estou implorando para o Paul Thomas Anderson nos dar isso. Estou implorando para ele fazer isso”, acrescentou.

O longa concorre em 13 categorias no Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Paul Thomas Anderson e Melhor Ator para Leonardo DiCaprio.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Uma Batalha Após a Outra’ está disponível na HBO Max.

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson, o filme é baseado no livro Vineland, de Thomas Pynchon.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

‘Robin Hood’: Disney cancela adaptação live-action, revela diretor

O cineasta Carlos López Estrada falou recentemente sobre o remake em live-action de Robin Hood, da Disney, e surpreendeu ao revelar que o projeto foi cancelado e não seguirá mais adiante. Segundo o Deadline, López comentou sobre o filme híbrido, que misturaria live-action e animação, que estava em desenvolvimento.

“Está morto, infelizmente”, afirmou o diretor. Ele acrescentou: “Digo infelizmente porque eu realmente achava que havia algo muito especial (e original!) ali. Também tínhamos desenvolvido uma música realmente extraordinária para o projeto”.

O cineasta também comentou que já chegou a imaginar a possibilidade de desenvolver a história e trazê-la à vida de forma independente: “Eu continuo sonhando acordado em fazer isso de forma independente, com personagens diferentes”.

Vale lembrar que, em 2020, foi noticiado que a Disney estava trabalhando em um remake do clássico animado Robin Hood para o Disney+.

O estúdio havia escolhido Kari Granlund, responsável pelo roteiro do remake de A Dama e o Vagabundo, para escrever o novo longa. Já Justin Springer, produtor da versão live-action deDumbo, também estava ligado à produção.

Robin Hood’ está disponível no Disney+.

“Há muito tempo, em uma terra distante, nasce uma extraordinária história de coragem e amizade. Robin Hood, uma raposa heroica, ao lado de seu fiel companheiro urso, Little John, e de sua banda de alegres companheiros, realiza uma série de atos ousados e divertidos para roubar o ganancioso Prince John e devolver a felicidade aos moradores da floresta”, diz a sinopse.

‘Matador de Aluguel 2’: Sequência ganha novidades promissoras e entra em pós-produção

A aguardada sequência de Matador de Aluguel (Road House), estrelada por Jake Gyllenhaal, recebeu novidades animadoras sobre o estágio de sua produção. Conforme o Collider, o produtor Charles Roven revelou que o projeto já avançou significativamente, apesar das polêmicas de bastidores envolvendo o primeiro filme.

“Tenho dois filmes em pós-produção neste momento, então eles são minhas grandes prioridades agora: Thomas Crown – A Arte do Crime e Matador de Aluguel 2. Estou animado com ambos”, afirmou Roven. A declaração sugere que o longa pode chegar ao catálogo do Prime Video ainda este ano ou no início de 2027, dado o estágio avançado de finalização.

A sequência segue em desenvolvimento após a saída de Guy Ritchie, que precisou deixar o projeto devido à sua agenda lotada.

‘Matador de Aluguel 2’: Guy Ritchie DEIXA a direção de sequência da Amazon MGM

Matador de Aluguel’ segue disponível no catálogo do Prime Video.

O primeiro filme, que serve como uma releitura do clássico dos anos 80, acompanha a história de Elwood Dalton (Gyllenhaal), um ex-lutador de UFC que aceita um emprego como segurança em um bar em Florida Keys. O que parecia um trabalho simples em um local paradisíaco revela-se uma luta brutal contra uma rede de violência e corrupção local.

Além de Gyllenhaal, o elenco do primeiro longa contou com nomes como Conor McGregor, Daniela Melchior, Post Malone e Billy Magnussen.

Crítica | ‘Um Amigo, Um Assassino’ – True Crime da Netflix de deixar o cabelo em pé!

Um desaparecimento em uma cidadezinha europeia que permaneceu sem solução por anos. Um ciclo de amizade quebrado por revelações chocantes. As diferentes formas da polícia ser eficiente ao longo do tempo. Reunindo esses três tópicos em uma trama que se desenvolve a partir de acontecimentos inéditos em uma região da Dinamarca, a minissérie documental Um Amigo, Um Assassino chega para jogar luz sobre um true crime surpreendente.

Korsør, cidade agradável no interior da Dinamarca, com pouco mais de 20.000 habitantes, é um daqueles lugares onde quase todos se conhecem e onde os sonhos de um futuro para a juventude muitas vezes se projetando fora dali. Nessa pacata cidade, anos atrás, aconteceu um fato que mudaria para sempre a história de muitos desses habitantes e a própria história desse lugar.

Crítica | ‘Investigando Lucy Letby’ – Serial Killer ou vítima? Documentário da NETFLIX coloca em debate um perturbador TRUE CRIME

Ao longo de três intensos episódios, muito bem definidos com por três pontos – mencionados no parágrafo inicial – que se entrelaçam em um desfecho repleto de revelações, Um Amigo, Um Assassino através de depoimentos de pessoas chaves e uma pesquisa profunda sobre os acontecimentos que marcaram a região nos leva para uma jornada perturbadora onde ações de um jovem nada suspeito viram traumas para diversas famílias – e de muitas formas diferentes.

10 obras TRUE CRIMES para mergulhar no lado sombrio da realidade 

Não era muito fácil contar essa história por conta dos inúmeros detalhes e do alcance das ações envolvidas. Em um primeiro momento conhecemos a cidade – praticamente um personagem à parte dentro da narrativa – e reações marcantes a partir do desaparecimento de uma jovem de 17 anos, que ficou sem notícias por longos anos. Em um segundo momento, chegamos à história de três pessoas que receberam o impacto da notícia de que alguém muito próximo era o criminoso que amedrontava a região. No terceiro momento, chegam as marcas inapagáveis que ações cruéis deixaram em toda uma comunidade.

Além desses pontos principais, em cada um dos episódios há também menções à forma como a polícia dinamarquesa da região lidou com os sequentes acontecimentos – desde o primeiro desaparecimento até as ações futuras que mais tarde se descobriram fazer parte das ações do mesmo executor. Essa forte crítica, construída de forma organizada pelas entrelinhas, é baseada nas formas de condução diferenciadas em cada um dos casos mostrados. Esse ponto se torna, aos poucos, um aspecto importante que circula toda a narrativa.

Um Amigo, Um Assassino é mais um daqueles true crimes de deixar o cabelo em pé. Colocando um pouco de lado a psiquê do criminoso – algo sempre explorado em narrativas desse tipo –, aqui o foco chega nas marcas deixadas pelos crimes: nos ex-amigos que eram bastante próximos e para toda uma cidade que viveu anos sombrios, com medos nunca sentidos e com os quais precisaram aprender a lidar.

10 minisséries impactantes com histórias chocantes

Para quem gosta de maratonar histórias com começo, meio e fim bem objetivos, resolvidas em poucos capítulos, as minisséries vem se tornando um enorme atrativo. Algumas dessas, trazendo histórias chocantes – baseadas ou não em fatos reais – vem cada vez mais sendo procuradas nas plataformas de streaming. Para você que está procurando uma minissérie boa para assistir, veio ao lugar certo! Abaixo, segue uma lista com algumas sugestões:

 

Um Amigo, Um Assassino (Netflix)

Um desaparecimento em uma cidadezinha europeia que permaneceu sem solução por anos. Um ciclo de amizade quebrado por revelações chocantes. As diferentes formas da polícia ser eficiente ao longo do tempo. Reunindo esses três tópicos em uma trama que se desenvolve a partir de acontecimentos inéditos em uma região da Dinamarca, a minissérie documental Um Amigo, Um Assassino chega para jogar luz sobre um true crime surpreendente.

 

Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade (Prime Video)

Reunindo detalhes e desdobramentos de uma tragédia ocorrida em uma pequena cidade universitária norte-americana, ao longo de quatro episódios, Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade joga luz sobre os fatos ocorridos em 13 de novembro de 2022.

 

Anatomia de um Escândalo (Netflix)

Baseado em um livro homônimo da escritora britânica, e ex-jornalista do The Guardian, Sarah Vaughan, Anatomia de um Escândalo chegou à Netflix em formato de minissérie, nos mostrando detalhes de um escândalo que envolve assédio sexual e o universo da política.

 

Pequeno Nicolás: A Surreal História de um Cara-de-pau (Netflix)

A informação é poder. Trazendo para o público uma inacreditável história da vida real que tem como epicentro um jovem que se tornou uma peça numa corrente de favores que acabou trazendo à tona a corrupção em território espanhol, Pequeno Nicolás: A Surreal História de um Cara-de-pau, minissérie documental da Netflix, ao longo de três intrigantes episódios, deixa muitas perguntas no ar. Espião? Um contador de histórias? Apenas um garoto esperto? Um vigarista? Vamos acompanhando uma trajetória de fascínio pelo mundo político que logo vira uma obsessão.

 

Os Quatro da Candelária (Netflix)

Ao longo de quatro episódios, todos disponíveis na Netflix, tendo como foco cada um dos personagens principais, quatro jovens moradores de rua de diversas idades, acompanhamos pontos de vistas sobre uma das mais violentas tragédias que aconteceram no RJ nos anos 1990.

 

O Testamento: O Segredo de Anita Harley (Globoplay)

Uma herança bilionária, uma disputa pelo poder, narrativas antagônicas e possíveis relacionamentos amorosos são alguns dos elementos que moldam um dos casos jurídicos mais complexos em andamento em nosso país. Muitas vezes, a vida real consegue ser mais impactante do que qualquer obra de ficção: O Testamento: O Segredo de Anita Harley é a prova disso.

Crítica | ‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’ – O Game of Thrones da vida real!

Fabrizio Corona: A Notícia Sou Eu (Netflix)

Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.

 

Adolescência (Netflix)

Minissérie visceral de quatro episódios – todo em plano sequência – que chegou na Netflix nesse início de 2025 nos apresenta um caso chocante de um menino de 13 anos acusado de matar uma outra jovem.

 

A Mulher da Casa Abandonada (Prime Video)

Um fato jornalístico relevante, trazido através de um podcast, logo se transforma em matéria de diversos jornais, ganhando ampla repercussão. No centro do debate está um caso macabro que envolve um casarão – que parecia abandonado -, uma foragida da justiça norte-americana e uma subtrama que se desenrola entre o Brasil e o Estados Unidos, ao longo de anos. Esses são alguns dos principais elementos da minissérie do Prime Video, A Mulher da Casa Abandonada.

Crítica | ‘A Mulher da Casa Abandonada’ – Ainda que pela superfície, novo TRUE CRIME do PRIME VIDEO conduz para um recorte sociológico relevante

 

O Assassino do TikTok (Netflix)

Uma jovem muito amada por seus amigos e pela família acaba tendo seu destino cruzado com o de um nômade percorrendo vários lugares da Espanha, postando vídeos no TikTok – mas que, na verdade, é um assassino impiedoso.

Primeiras impressões | 2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros’ volta com tudo!

Lançada no finalzinho de 2023, a série Monarch: Legado de Monstros chegou ao Apple TV+ com a difícil missão de contar uma história no MonsterVerse voltada para os humanos, após o sucesso de Godzilla vs. Kong (2021) mostrar aos acionistas que o público estava mais interessado nas cenas de pancadaria dos monstros do que nas pessoas afetadas pela ação.

Ainda assim, com uma proposta ousada de abordar duas linhas do tempo simultaneamente, a primeira temporada conseguiu contextualizar as franquias desse universo compartilhado usando de uma trama que mesclou com maestria ficção científica com aventura e suspense, fazendo da série um sucesso de crítica.

A primeira temporada girou em torno da criação e expansão da Monarch, a agência governamental responsável por monitorar e estudar os monstros desse universo, que acabou ficando por trás das maiores tragédias envolvendo essas criaturas no Século XXI. Porém, ela nem sempre foi assim. A entidade começou com um grupo de dois cientistas, a Dra. Keiko Miura (Mari Yamamoto) e o Dr. Bill Randa (Anders Holm) – que viria a liderar a expedição à Ilha da Caveira nos anos 70 -, e o soldado Lee Shaw (Wyatt Russell). Nos anos 50, o trio acaba se unindo devido aos monstros e dá início a um trabalho de pesquisa único, que acaba dando origem à Monarch.

Em 2015, após o ataque do Godzilla a São Francisco, Cate Randa (Anna Sawai), neta de Bill e Keiko, tenta lidar com os traumas de ter sido uma das sobreviventes desse evento, mas logo descobre que além de ter um meio irmão perdido no Japão, Kentaro (Ren Watanabe), Hiroshi (Takehiro Hira), pai dos dois e um dos cientistas da Monarch, desapareceu nos ataques do monstrão. Agora, os irmãos se unem para investigar o sumiço do pai e acabam chegando ao coronel Lee Shaw (Kurt Russell), que esconde uma série de segredos sobre a organização. Um dos grandes méritos dessa temporada inicial foi conseguir usar essas mudanças temporais para criar o suspense sobre o que aconteceria a seguir. Monstros que surgiam no presente já haviam aparecido no passado, criando um diálogo entre as épocas por meio do mistério.

E o interessante desta segunda temporada, que lançou seus dois primeiros episódios, é que os dois núcleos continuam existindo, mas agora os personagens do passado estão cada vez mais próximos do presente. Por meio dos conceitos existentes neste universo, como a teoria da Terra Oca, a segunda temporada vem abordando a origem dos monstros e impacto deles nos quatro cantos do mundo.

Além disso, se o foco da primeira temporada foi o Godzilla, o titã da segunda temporada é o Kong. Ao que esses primeiros episódios indicam, por sinal, a presença dos monstros será ainda maior até o fim da temporada. Não somente os mais conhecidos, mas também as criaturas inéditas que estão sendo adicionadas aos poucos, acrescentando elementos incríveis para a sensação de aventura que a linha do tempo do passado soma à série.

Essa divisão, diga-se de passagem, foi um dos pontos altos da temporada passada. O núcleo do passado era voltado para a aventura e ficção, enquanto o presente vinha carregado de suspense e urgência. Era como se houvesse um encantamento, uma beleza na exploração dos titãs nos anos 1950, contrapondo o medo e o desespero que a presença dessas criaturas causou em 2015, quando os monstros ressurgiram.

Agora, porém, com o resgate de personagens que foram dados como mortos no passado, mas acabaram presos em uma realidade na qual o tempo flui de forma diferente, a segunda temporada vem abordando de forma orgânica a transição do otimismo dos anos 50 com a urgência e desilusão dos anos 2010. E essa palavra “desilusão” parece definir bem o tom da segunda temporada.

Desilusão com quem eles achavam ser confiáveis, desilusão com a forma como os Titãs vêm sendo abordados e desilusão com aquilo que a Monarch se tornou. É um tema sensível de ser abordado, mas parece haver um potencial grande de desenvolvimento aqui. Não apenas pela qualidade técnica do show, que tem visuais e direções impecáveis, mas principalmente por contar com um elenco entrosado e cheio de química entre si. O desenvolvimento das relações interpessoais, enquanto os monstros seguem fazendo estrago por aí é interessantíssimo.

De qualquer forma, a segunda temporada de Monarch: Legado de Monstros está sendo lançada semanalmente no Apple TV+, com novos episódios estreando toda sexta-feira na plataforma. Foram lançados apenas dois capítulos até o momento, então dá tempo de conferir para acompanhar a produção.

‘O Livro de Boba Fett’: Temuera Morrison revela que personagem foi “colocado na prateleira”

Temuera Morrison, o rosto por trás de Boba Fett na franquiaStar Wars, comentou recentemente sobre o futuro incerto de seu icônico personagem após o lançamento deO Livro de Boba Fett’.

Em entrevista ao portal Inverse, o ator revelou, com bom humor, que chegou a receber uma leve “bronca” da Lucasfilm após incentivar fãs em uma convenção a enviarem faxes e e-mails ao estúdio pedindo por novas histórias do caçador de recompensas em 2025.

“Eu estava apenas brincando; às vezes digo coisas bobas em convenções”, explicou Morrison. Ele relatou que a resposta do estúdio foi direta: “A Lucasfilm me ligou e disse: ‘Olha, você foi colocado na prateleira, Boba Fett. Talvez a gente abra o pote mais tarde'”.

Apesar do balde de água fria sobre uma continuação imediata, o ator guarda memórias positivas da produção e da parceria com a atriz Ming-Na Wen. Morrison admitiu que chegou a projetar várias temporadas para a série, mas ressaltou a honra de ter sido convidado de volta à saga após tantos anos.

“Foi algo muito importante para mim. Quando você faz uma série como O Livro de Boba Fett e trabalha com Ming-Na Wen, eu comecei a pensar: ‘Cara, é isso. Vou ficar aqui por muito tempo. Segunda temporada, terceira, quarta’. Mas no final nós nos divertimos muito. Fiquei honrado por ter sido chamado de volta depois de tanto tempo”, acrescentou.

A trajetória de Morrison no universo criado por George Lucas é longa e começou emStar Wars: Episódio II – Ataque dos Clones’, onde interpretou Jango Fett, a matriz genética de todo o exército de clones da República.

“Eu sou o Jango, sou o Boba, sou o Comandante Cody, o Capitão Rex… a lista continua, então realmente não posso reclamar”, afirmou o ator, celebrando seu legado na franquia.

O Livro de Boba Fett’ está disponível no Disney+.

‘Dolly – A Boneca Maldita’ alcança 66% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 56 reviews publicadas até o momento, o terror ‘Dolly – A Boneca Maldita‘ conquistou 66% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Apesar das críticas sobre o roteiro superficial do longa, o consenso geral elogia as cenas sangrentas, a violência e a intensa luta pela sobrevivência – destacando a estética sinistra e crua típica dos clássicos do gênero dos anos 70.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Um slasher com um toque nostálgico, repleto de clichês familiares e cenas sangrentas. É difícil não se divertir com essa bizarrice à moda antiga.” (ComicBook)

“Apesar de sua força sobre-humana questionável, Dolly ainda causa uma baita impressão. E que impressão. Ela foi criada especificamente para provocar pesadelos perturbadores. E acredito que ela conseguiu.” (Upcoming Horror Movies)

“Apesar de todo o barulho e das cenas sangrentas, o filme não carrega nenhum peso emocional. Eu nunca me importei de verdade com quem sobrevivesse aos horrores do longa.” (Geek Vibes Nation)

“Transformar um curta-metragem em um filme certamente não é uma tarefa fácil, mas até que [os roteiristas] Rod Blackhurst e Brandon Weavil conseguem alguns resultados interessantes com o material mais extenso.” (Screen Rant)

“Com uma duração concisa, atuações sólidas e cenas de violência gráfica grotescas, este filme de terror de baixo orçamento pode pecar na história, mas compensa com carnificina desenfreada e muito entretenimento.” (Movie Marker)

“Este filme é tão sem vida quanto uma boneca de verdade (mesmo com uma abundância de sangue e tripas).” (Flickering Myth)

“O diretor de fotografia Justin Derry consegue um visual típico dos anos 70 com a filmagem em 16mm, e o trailer de ‘Dolly’ explora bastante a influência de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, mas [o diretor Rob] Blackhurst oferece somente violência em vez de sustos, em um filme que é apenas desagradável. Nem mesmo as bonecas são assustadoras.” (Reeling Reviews)

Na trama, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio, pela Paris Filmes.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Rod Blackhurst (‘Caminhos de Sangue’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Brandon Weavil.

O elenco conta com Fabianne Therese (‘John Morre no Final’), Seann William Scott (‘American Pie’), Ethan Suplee (‘Duelo de Titãs’) e o lutador profissional Max the Impaler.

Dicas de Filmes e Séries para o fim de semana | ‘O Agente Secreto’ e outras novidades sensacionais para ver na Netflix e no Amazon Prime Video

O primeiro fim de semana de março chegou com uma porção de novidades nos catálogos da Netflix e do Amazon Prime Video. Dentre filmes, séries e documentários, o que não falta são opções para agradar diferentes públicos.

Como de costume, o CinePOP selecionou cinco produções que acabaram de chegar para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana. Confira!

O Agente Secreto

Grande fenômeno brasileiro nesta temporada de premiações, O Agente Secreto traz Wagner Moura como um professor universitário que teve seu trabalho roubado por um empresário influente na Ditadura Militar brasileira. Perseguido por matadores, ele decide se refugir no Recife, sua terra natal, enquanto aguarda que aliados viabilizem sua saída do país. O filme é contado pela perspectiva de duas universitárias que estão pesquisando sobre a história deste homem, então é um trabalho de reconstrução de memória, com todas as suas emoções e frustrações. Indicado a quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, o longa estreou no streaming neste sábado (70).

Onde assistir: Netflix

Os Dinossauros

Essa dica é para quem gosta de documentários sobre a pré-história. Ao longo de quatro episódios, essa minissérie documental tenta abordar as diferentes eras dos dinossauros no planeta Terra, desde seu nascimento até a extinção. Com narração de Morgan Freeman, a produção reúne a equipe do documentário A Vida No Nosso Planeta (2023) com a expertise da produtora Amblin, de Steven Spielberg (Jurassic Park) para recriar o planeta e os dinossauros por meio do mais moderno trabalho de CGI em documentários.

Onde assistir: Netflix

O Assassino do TikTok

Nesta minissérie documental de apenas dois episódios, a produção acompanha a investigação de um dos casos recentes de desaparecimento mais estranhos que se tem registro. Em 2023, na Espanha, Esther, uma mulher de 42 anos, começou a enviar mensagens suspeitas para a família depois de desaparecer misteriosamente. Estranhando o comportamento, a mãe da moça foi à polícia procurar ajuda, mas não foi muito bem recebida. Com o passar do tempo e o não retorno de Esther, a investigação foi tentando reconstruir os passos da mulher, que teve o corpo encontrado um ano depois. A minissérie reconstrói a investigação por meio de depoimentos, vídeos e mensagens de um influenciador digital que esteve por trás de tudo.

Onde assistir: Netflix

Quando o Céu Se Engana

Lançada no ano passado, essa comédia passou batida pelo Brasil. Uma pena, porque é divertidíssima. Na trama, o anjo Gabriel (Keanu Reeves) decide ajudar Arj (Aziz Ansari), um rapaz que fracassou na vida. Sem emprego e morando no carro, ele está no ponto mais baixo da existência, sendo um ímã de azar. Vendo as reclamações do rapaz, Gabriel decide dar uma lição nele, trocando a vida miserável do rapaz com a vida mansa de Jeff (Seth Rogen), um bilionário da tecnologia. A ideia era mostrar para Arj que o dinheiro não resolveria seus problemas, só que… Resolveu. Agora, Gabriel vai enfrentar problemas no céu, enquanto Jeff tenta encontrar meios de falar com Deus para recuperar sua antiga vida de mordomias.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Jovem Sherlock

Criada por Guy Ritchie (Sherlock Holmes), Jovem Sherlock acompanha a juventude e formação do maior detetive do mundo. A série acompanha o jovem Sherlock Holmes em sua entrada na Universidade, após anos de furtos e confusões pelas ruas. Com a nova vida, o rapaz conhece amigos e desenvolve personagens que viriam a se tornar peças fundamentais na mitologia do herói, como James Moriarty e seu irmão, Mycroft. O grande mistério da vez é um ataque a bomba na universidade. Tudo isso com o jeitão dinâmico e frenético de Guy Ritchie.

Onde assistir: Amazon Prime Video

‘Scooby-Doo’: Matthew Lillard revela que está disposto a ajudar em qualquer área da nova série live-action

Matthew Lillard, o eterno Salsicha dos filmes live-action de Scooby-Doo, comentou recentemente sobre a nova adaptação da franquia que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Em entrevista ao ScreenRant, o ator confirmou que não está envolvido no elenco da série.

“Não. Aqueles dias de interpretar um adolescente esperto já ficaram para trás. Mas eu entrei em contato com eles e disse: ‘Qualquer coisa que eu possa fazer para ajudar'”, afirmou.

Questionado sobre uma possível participação especial, o ator demonstrou entusiasmo em passar o bastão para a próxima geração.

“Ou eu poderia simplesmente ajudar o próximo Salsicha a ser incrível. Para mim, esse foi um dos grandes momentos da minha vida, e essa franquia é muito importante para as crianças. O Salsicha representa a beleza da narrativa: um garoto que sente medo e consegue superar esse medo. A série inteira é sobre amizade”, acrescentou.

Matthew Lillard celebra reboot de ‘Scooby-Doo’ na Netflix: “É sobre amizade, união e trabalho em equipe”

A nova série da Netflix, que já encomendou oito episódios, é descrita como uma releitura moderna e sombria do clássico cult. Recentemente, foi anunciado que Mckenna Grace assumirá o papel de Daphne, personagem que ela já havia dublado na animação Scooby! O Filme’.

O roteiro e a produção executiva ficam a cargo de Josh Appelbaum e Scott Rosenberg, ao lado de André Nemec e Jeff Pinkner.

Última temporada de ‘Outlander’ chega ao Brasil; Saiba onde assistir!

A 8ª (e última) temporada de ‘Outlander‘, aclamado drama de época estrelado por Caitriona BalfeSam Heughan, finalmente chegou ao Brasil!

O ciclo de encerramento teve sua estreia hoje, 7 de março, no catálogo do Disney+ – sendo disponibilizado aos assinantes um dia depois do lançamento no território norte-americano.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também conta com Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Ben Stiller exige que Casa Branca remova ‘Trovão Tropical’ de vídeo de propaganda pró-guerra: “Guerra não é um filme”

O astro de Hollywood Ben Stiller condenou publicamente o governo dos Estados Unidos pelo uso de imagens de seu filme, Trovão Tropical (2008), em um vídeo de propaganda militar. A montagem em questão intercala cenas de blockbusters, séries e videogames com imagens reais de drones operando nos recentes ataques conjuntos de EUA e Israel contra o Irã.

Conforme o Deadline, através de sua conta no X (antigo Twitter), Stiller demonstrou indignação com a associação de sua obra à narrativa bélica da Casa Branca:

“Ei, Casa Branca, por favor, removam o clipe de Trovão Tropical. Não demos permissão e não temos interesse em fazer parte da sua máquina de propaganda. Guerra não é um filme”, disparou o ator.

O vídeo oficial, publicado na última quinta-feira com a legenda “JUSTIÇA DO JEITO AMERICANO”, celebra a ofensiva aérea contra o regime iraniano. A edição utiliza diversas franquias de ação, com destaque para Tom Cruise em Minority Report e Top Gun: Maverick, além da icônica cena de Cruise dançando como o executivo Les Grossman em Trovão Tropical’.

A montagem também se apropria de imagens de produções como ‘Star Wars’, ‘Breaking Bad’, ‘Gladiador’, ‘Coração Valente’, ‘John Wick’, ‘Superman’, ‘Transformers’, ‘Deadpool e do jogo Halo. Até o momento, a Motion Picture Association (MPA) não se manifestou sobre o uso de propriedade intelectual para fins governamentais.

‘História de Amor’: Daryl Hannah DETONA série e critica sua representação; “Explora uma tragédia”

A atriz Daryl Hannah manifestou-se publicamente contra a nova série de Ryan Murphy, História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, condenando a forma como foi retratada na produção. Na trama, Hannah surge como a “vilã” do romance central, uma personagem que, na ficção, é mostrada consumindo cocaína, profanando heranças familiares e invadindo funerais privados.

Em um ensaio publicado via Deadline, Hannah classificou o projeto como uma “série que explora uma tragédia” e afirmou que a decisão de pintá-la como “irritante, egocêntrica e inadequada” foi deliberada.

Para Hannah, o uso de sua identidade como recurso narrativo é uma forma de misoginia moderna:

“Contar histórias exige tensão. Muitas vezes exige um obstáculo. Mas uma pessoa real, viva, não é um recurso narrativo. Há também uma dimensão de gênero nesse tipo de pensamento. A cultura popular há muito tempo eleva certas mulheres retratando outras como rivais, obstáculos ou vilãs. Não é misoginia clássica destruir uma mulher para construir outra?”, escreveu.

A atriz revelou que, desde a estreia, tem recebido “muitas mensagens hostis e até ameaçadoras de espectadores que parecem acreditar que a representação é factual”.

“Quando o entretenimento usa o nome de uma pessoa real. isso pode afetar permanentemente sua reputação”, acrescentou

A atriz ainda destacou algumas tramas da série que considera particularmente ofensivas.

“A personagem ‘Daryl Hannah’ retratada na série não é nem remotamente uma representação precisa da minha vida, do meu comportamento ou da minha relação com John. As ações e comportamentos atribuídos a mim são falsos. Nunca usei cocaína na minha vida nem organizei festas movidas a drogas. Nunca pressionei ninguém a se casar. Nunca profanei uma herança de família nem invadi um memorial privado. Nunca plantei histórias na imprensa. Nunca comparei a morte de Jacqueline Onassis à de um cachorro. É chocante que eu tenha que me defender por causa de um programa de televisão. Isso não são exageros criativos de personalidade. São alegações sobre comportamentos, e são falsas”, destacou.

Para quem ainda não assistiu, na série a personagem inspirada na atriz convida amigos usuários de drogas para o loft cheio de relíquias familiares em Tribeca que divide com John F. Kennedy Jr. e posteriormente aparece sem ser convidada no memorial de Jacqueline Kennedy Onassis.

Ela ainda acrescentou: “Sei que, como atriz, estarei sob os holofotes. Já enfrentei mentiras absurdas, histórias ruins e caracterizações desfavoráveis antes. Escolhi não combatê-las, mas focar no meu trabalho e respeitar meus entes queridos mantendo minha vida privada em sigilo. Mas meu silêncio não deve ser confundido com concordância com mentiras. Pelo visto, minha discrição me torna um alvo”.

A atriz ainda destacou que a família Kennedy é “notoriamente reservada” e que sempre respeitou essa privacidade: “Saibam que a maioria, se não todos, que afirmam ter conhecimento íntimo de nossas vidas pessoais são sensacionalistas interessados em si mesmos, negociando fofocas, insinuações e especulações”.

Hannah destacou o perigo de usar nomes reais em dramatizações na era digital, onde a linha entre fato e entretenimento se torna tênue para o público: “Em uma era digital, o entretenimento frequentemente se torna memória coletiva. Nomes reais não são ferramentas ficcionais. Eles pertencem a vidas reais”.

Ela relembrou um conselho que recebeu da própria Jacqueline Kennedy Onassis sobre a imprensa: “Ela me disse que tabloides, revistas e jornais muitas vezes vendiam mentiras ridículas, mas que no dia seguinte não passavam de papel para forrar gaiola de pássaro. Na época, essas palavras me trouxeram grande conforto. Mas hoje isso já não é verdade”.

Vale lembrar que Hannah teve um relacionamento intermitente com John F. Kennedy Jr. por cerca de cinco anos no início da década de 1990, relação que, segundo relatos, preocupava bastante sua mãe, Jacqueline Kennedy Onassis. Na série, a atriz é interpretada por Dree Hemingway e funciona como uma figura que ameaça o romance entre os protagonistas.

‘História de Amor’: Série sobre John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette conquista 81% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira!

A história retrata o relacionamento de Kennedy Jr. com Carolyn Bessette-Kennedy, frequentemente visto como um “casal da realeza americana”. O relacionamento, porém, foi marcado pela intensa perseguição da imprensa e pela pressão constante dos tabloides.

A tragédia veio em 16 de julho de 1999, quando a pequena aeronave pilotada por Kennedy caiu no Oceano Atlântico, próximo à ilha de Martha’s Vineyard, em Massachusetts. O acidente matou Kennedy, sua esposa Carolyn e sua cunhada, Lauren Bessette. Conhecido entre amigos como “John-John”, ele era considerado uma figura carismática e magnética da vida pública americana.

O elenco da série inclui Paul Anthony Kelly como JFK Jr., Sarah Pidgeon como Carolyn Bessette, além de Naomi Watts no papel de Jackie Kennedy e Alessandro Nivola como Calvin Klein.

A produção conta com Ryan Murphy, Brad Falchuk, Nina Jacobson e Brad Simpson como produtores executivos, enquanto o episódio piloto foi dirigido por Max Winkler.

Entidade demoníaca assombra necrotério no trailer LEGENDADO de ‘The Mortuary Assistant’

A A2 Filmes divulgou o trailer legendado do terror ‘The Mortuary Assistant‘, baseado no popular jogo homônimo.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Dividindo a opinião dos críticos, o terror conquistou 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral critica a falta de sustos em um filme que não consegue se desprender dos clichês do gênero. Apesar disso, a atriz Willa Holland foi apontada como um dos grandes acertos da adaptação, com sua performance sólida.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A mitologia ganha uma importância tediosa em uma adaptação incapaz de gerar medo.” (Bloody Disgusting)

“Qualquer sensação de tensão ou suspense se dissipa assim que fica óbvio que os riscos da trama continuarão se reiniciando e se repetindo.” (Mark Reviews Movies)

“Os fãs do jogo ‘The Mortuary Assistant’ certamente irão reconhecer as referências desta adaptação, mas outros espectadores ficarão se perguntando por que tanto alarde em torno deste título.” (ComicBook)

“Embora existam adaptações de videogames muito piores do que ‘The Mortuary Assistant’, não pude deixar de me sentir decepcionado. O filme tem seus momentos, mas não é o suficiente para elevá-lo acima da mediocridade.” (What I Watched Tonight)

“[Willa] Holland é a força pulsante que mantém o terror ‘The Mortuary Assistant’ vivo, investindo a história com nuances suficientes para diferenciá-la das produções comuns do gênero.” (High on Films)

“A adaptação dirigida por Jeremiah Kipp se beneficia da atuação sutil de Willa Holland.” (Casey’s Movie Mania)

“[Willa] Holland está absolutamente fantástica como a protagonista Rebecca, por vezes firme e confiante, mas também vulnerável na medida certa e um tanto excêntrica.” (Mark Reviews Movies)

Willa Holland (‘Arrow’) e Paul Sparks (‘Castle Rock’) serão os protagonistas.

Rebecca Owens (Holland), recém-formada em ciências mortuárias, aceita um emprego noturno na Funerária River Fields. Inicialmente, o trabalho parece simples — embalsamamento de corpos, preenchimento de papelada e manutenção do local. Mas, quando Rebecca começa a trabalhar no turno da noite, as coisas tomam um rumo sombrio.

A adaptação está sendo descrita como “um novo capítulo da história que irá expandir o universo do jogo foi criado por Brian Clarke, se aprofundando na mitologia das entidades demoníacas”.

Entidade demoníaca toca o TERROR em necrotério no trailer de ‘The Mortuary Assistant’; Confira!

Jeremiah Kipp é responsável pela direção, com Clarke assinando o roteiro ao lado de Tracee Beebe.

Marvel compartilha o primeiro episódio COMPLETO da série ‘Magnum’; Confira DUBLADO!

A Marvel disponibilizou o primeiro episódio completo da série ‘Magnum‘ em seu canal no YouTube.

Com dublagem em português, o primeiro capítulo – intitulado Matinê – está disponível no YouTube de graça.

Na trama, o aspirante a ator Simon Williams está lutando para engrenar em sua carreira. Durante um encontro casual com Trevor Slattery, um ator cujos maiores papéis podem já ter ficado para trás, Simon descobre que o lendário diretor Von Kovak está refazendo o filme de super-heróis “Wonder Man”. Em extremos opostos de suas carreiras, esses dois atores perseguem obstinadamente papéis transformadores neste filme, enquanto o público dá uma espiadinha nos bastidores da indústria do entretenimento.

Confira na íntegra e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=AOqd3YAxG3A

Crítica | ‘Magnum’ cativa com a jornada pessoal dos heróis ocultos da Marvel

 

O diretor Destin Daniel Cretton, responsável por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, está à frente do projeto como produtor e dirige alguns episódios da série.

O elenco conta com ainda conta com Lauren Glazier (‘Mindhunter’), Demetrius Goose (‘Fear the Walking Dead’), Torrey Vogel (‘Logan’).

Kingsley reprisa seu papel como Trevor Slattery, de ‘Homem de Ferro 3‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

O roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

Peter Jackson receberá Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes 2026

Anunciado nesta quinta-feira (6), o diretor neozelandês Peter Jackson receberá a Palma de Ouro honorária durante a cerimônia de abertura da 79ª edição do Festival de Cannes, marcada para o dia 12 de maio, em reconhecimento a uma carreira que mudou para sempre o cinema blockbuster e o cinema de autor.

Ao longo de décadas, Jackson construiu uma filmografia que combina ambição artística, inovação tecnológica e um talento singular para contar histórias épicas. O reconhecimento em Cannes o coloca ao lado de nomes que já receberam a mesma honraria, como Agnès Varda, Marco Bellocchio, Jodie Foster e Meryl Streep, além de Robert De Niro, homenageado no último ano.

Uma carreira que transformou Hollywood

Responsável por algumas das maiores produções da história do cinema, Jackson revolucionou o gênero da fantasia com a trilogia O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001), As Duas Torres (2002) e O Retorno do Rei (2003), inspirada na obra do escritor J. R. R. Tolkien.

Filmados simultaneamente na Nova Zelândia, os três longas foram um desafio logístico gigantesco: mais de 20 mil figurantes, cerca de 2.400 técnicos e quase três anos de pós-produção. O resultado histórico: a saga conquistou 17 Oscars, sendo 11 apenas para o capítulo final, igualando recordes de clássicos como Ben-Hur (1959) e Titanic (1997). Além do sucesso crítico, a trilogia também se tornou um fenômeno comercial, arrecadando bilhões de dólares.

Cannes na trajetória do cineasta

O Festival de Cannes teve um papel importante na trajetória do diretor. Em 2001, meses antes do lançamento mundial de A Sociedade do Anel, Jackson apresentou 26 minutos inéditos do filme para a imprensa no evento. A reação inicial de desconfiança rapidamente se transformou em entusiasmo e, ali, começava a jornada rumo ao enorme sucesso.

Em comunicado à imprensa, o próprio diretor relembrou a importância do festival em sua carreira: “Ser homenageado com uma Palma de Ouro honorária em Cannes é um dos maiores privilégios da minha carreira. Cannes sempre celebrou um cinema ousado e visionário, e sou extremamente grato ao festival por esse reconhecimento.

Muito além da Terra-média

Antes de se tornar um dos maiores nomes do cinema blockbuster, Jackson chamou atenção com produções cult como Trash – Náusea Total (1987), Fome Animal (1993) e Almas Gêmeas (1994), este último é o primeiro filme de Kate Winslet aos 19 anos.

Kate Winslet em seu primeiro filme: Almas Gêmes (1994).

Após o sucesso global de O Senhor dos Anéis, ele dirigiu o remake de King Kong (2005) e retornou ao universo de Tolkien com a trilogia O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012), O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013) e O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014).

Nos últimos anos, o cineasta também explorou projetos documentais ambiciosos. Entre eles estão Eles Não Envelhecerão (2018), que restaurou imagens da Primeira Guerra Mundial, e a minissérie The Beatles: Get Back (2021), que reuniu horas de imagens inéditas da gravação do álbum Let It Be da banda The Beatles.

“Existe um antes e um depois de Peter Jackson

Para o diretor do festival, Thierry Frémaux, a influência do cineasta é impossível de ignorar: “Existe claramente um antes e um depois de Peter Jackson. O cinema grandioso é sua marca registrada, e sua arte abrangente do entretenimento é particularmente ambiciosa. Ele transformou permanentemente o cinema de Hollywood e a própria concepção de espetáculo”, declarou em seu depoimento à imprensa. 

A 79ª edição do Festival de Cannes acontece entre 12 e 23 de maio de 2026, e a Palma de Ouro honorária para Peter Jackson será entregue na cerimônia de abertura do evento. A Seleção Oficial será anunciada na quinta-feira, 9 de abril de 2026, às 16h de Brasília.

Crítica | ‘Em Um Piscar de Olhos’ – Um fascinante passeio pela antropologia filosófica, cheio de lições

Com um ping-pong constante entre três linhas temporais, o longa-metragem Em Um Piscar de Olhos percorre uma trama que vai da descoberta do fogo à inteligência artificial, criando conexões ao longo do tempo. A partir de três perspectivas que vão se entrelaçando – em um enorme desafio para a montagem -, somos convidados a refletir sobre a existência e o nosso papel em um mundo em constante mudança.

Dirigido pelo ótimo cineasta norte-americano Andrew Stanton – diretor de Procurando Nemo, Wall-E e do futuro Toy Story 5 –, essa obra valida a premissa de que quase tudo está conectado, até mesmo o que não damos valor, nos empurrando das certezas até ao improvável da vida.

Woody e Buzz se reúnem no trailer da sequência ‘Toy Story 5’; Confira!

A trama apresenta trajetórias de algumas fases de nosso planeta. No final da era neandertal, uma família liderada por Thorn (Jorge Vargas) busca sobreviver em um mundo ainda cheio de limitações, mas onde o amor já começa a prevalecer. Em 2025, Claire (Rashida Jones), uma pesquisadora e antropóloga com dificuldades no relacionamento com Greg (Daveed Diggs) e problemas em sua vida pessoal, tenta construir sua vida. No futuro, mais especificamente em 2417, a inteligência artificial Coakley (Kate McKinnon) descobre as emoções humanas durante uma viagem com o objetivo de uma colonização espacial.

O título é certeiro. Dentro do discurso afiado de um roteiro que navega na antropologia filosófica – do comportamento à evolução -, mostrando comportamentos sociais e seus obstáculos quando a vida muda em um piscar de olhos, essa obra sci-fi se debruça sobre os dilemas das experiências humanas, sobre o espírito coletivo e a certeza de que só vamos evoluir se todo mundo fizer a sua parte.

Ao longo das três passagens temporais, que ganham coesão por meio de uma montagem certeira – algo que deve ter sido bem desafiante de construir sem perder o foco da narrativa -,  percebemos uma construção através da emoção, na qual os personagens caminham por dilemas ambientados, cada qual, em um momento diferente da vida na terra.

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A partir disso, voltamos no tempo até a descoberta do fogo e logo damos um salto para nos perguntarmos: a vida eterna será algum dia possível? Em uma hora e meia de projeção, muito é sugerido pelas entrelinhas do ótimo roteiro, potencializado com uma narrativa envolvente.

As percepções que se formam, os sacrifícios, a impotência diante do que não tem cura, as chegadas e as despedidas: esse filme, que tá lá no Disney Plus, aos poucos se torna um belo recorte imersivo sobre o ciclo da vida, trazendo lições para todos nós.

‘Alien: Earth’: 2ª temporada começa a ser rodada em MAIO, revela Sydney Chandler

Boas notícias para os fãs de Alien: Earth’!

Em um breve comentário ao Deadline durante uma coletiva de imprensa do Texas Film AwardsSydney Chandler, que interpreta a protagonista Wendy na produção, revelou que a já confirmada 2ª temporada deve começar a ser rodada em breve.

Chandler contou ao consórcio de imprensa que as gravações do novo ciclo começaram em maio deste ano. Como revelado anteriormente, as filmagens acontecerão no Pinewood Studios, em Londres, onde capítulos predecessores da franquia foram rodados.
Anteriormente, Hawley falou que já tinha ideias do que explorar na próxima temporada.

O episódio final do ciclo de estreia, “The Real Monsters”, concluiu com Wendy, Hermit e os outros híbridos – juntamente com um par de xenomorfos – assumindo o controle do centro de pesquisa Prodigy e aprisionando Boy Kavalier, Kirsh, Dame Sylvia, Atom Eins e Morrow. Uma vitória, é claro, mas possivelmente de curta duração.

“Aquele momento de ‘agora nós mandamos’ é muito emocionante para o público. E aí a pergunta é… Bem, foi um momento emocionante quando Dustin Hoffman saiu correndo da igreja e eles entraram no ônibus [em A Primeira Noite de um Homem’]. Mas o que vem depois?”, Hawley disse em entrevista à Empire. “As naves [Weyland-Yutani] estão chegando e tudo o que eles têm são problemas”.

Além de se concentrar nas consequências imediatas do golpe dos híbridos, Hawley espera poder explorar mais do planeta governado por corporações.

“Estou interessado em explorar a política corporativa disso”, ele acrescenta. “Como vimos, há uma atração gravitacional irresistível em direção ao monopólio que as corporações e os bilionários exercem. Há um pouco de Game of Thrones’ no mundo corporativo que me parece interessante. Acho que essa história da autonomia dessas crianças continua sendo o cerne da série, mas ‘Alien’ é sempre sobre níveis de contenção”.

Hawley conclui:

“A ilha é um nível de contenção, e o que acontece quando você expande além desse nível? No fim das contas, a série se chama Alien: Earth’. Sei que, dado o cânone, não posso explodir a Terra, mas acho que essa contenção será muito difícil de manter.

Por ser uma história sobre a humanidade presa entre a natureza que está tentando nos matar e a tecnologia que criamos, que também parece estar tentando nos matar, isso se parece muito com o mundo em que vivo – e então sinto que há muito com o que realmente lidar”.

Lembrando que a 1ª temporada completa já está disponível no Disney+.

A produção é ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Crítica | Hora do Recreio – Lúcia Murat Retrata a Arte como Alternativa a Jovens da Rede Pública

Não é preciso ter estudado em alguma instituição pública no Brasil para saber como são as condições nestas instituições – basta, minimamente, assistir aos noticiários. Falta estrutura, faltam condições, falta investimento, falta tanta coisa! Mas também nestes locais é possível encontrar jovens estudantes sedentos em conhecer o mundo, em se fazer ouvidos, em promover a melhoria social a partir das suas ideias e sentimentos. Porém, seja pela terna idade, seja pelas suas origens, a maior parte desses jovens não ganha espaço na sociedade para se desenvolverem em outras vertentes diferente de uma ideia fixa do local onde eles podem ocupar. Atenta a isso, a diretora Lúcia Murat teceu seu mais novo filme, ‘Hora do Recreio’, que chega ao circuito brasileiro a partir do próximo dia 12.

De uma maneira informal, a diretora visita quatro escolas de pontos diferentes do Rio de Janeiro com um intuito em comum: construir um ambiente de fala e de escuta que fosse leve como a hora do recreio – ou seja, aquele intervalo entre os assuntos sérios das aulas, durante o qual os alunos podem se divertir, se descontrair, brincar, serem mais eles sem receio de julgamentos. É nesse intervalo, de poucos minutos diários, que a diretora consegue o registro de depoimentos valiosíssimos sobre como pensam, como sentem, como desejam uma juventude contemporânea frequentadora dos espaços públicos.

Para isso, uma professora, no papel de mediadora, inicia a conversa sobre temas bastante espinhosos – começando pela violência de gênero e perpassando por tantos outros puxados pelos próprios alunos, a partir de seus depoimentos, como as violências contra pessoas LGBT+, a falta de perspectiva, o racismo, etc. Com os alunos na faixa entre 14 e 17 anos e sendo a maioria deles autodeclarados como pessoas pretas, é possível ver e ouvir como as histórias desses alunos e de suas famílias possuem diversos pontos em comum, mesmo sendo de escolas diferentes e de regiões distintas do Rio.

Em pouco mais de uma hora de duração, a diretora e roteirista Lúcia Murat (que trabalha muito bem ambos os formatos, do documentário e da ficção) não se furta em deixar registrado em sua obra os desafios (para não dizer “tragédias” cotidianas) que seu projeto acaba enfrentando para tentar acontecer: em uma das escolas, por exemplo, apesar de conseguir a autorização e agendar a visita, a filmagem é impedida por motivos de tiroteio nas redondezas, que acaba perdurando. Para quem mora no Rio de Janeiro, em qualquer área, esta é uma realidade comum e possível; mas, ver registrado assim, num filme, para que pessoas do mundo inteiro vejam e (talvez) percebam o quanto a violência incide no futuro desses jovens, meio que dói.

Exibido no Festival de Berlim de 2025 e no Festival É Tudo Verdade, o documentário mistura os depoimentos reais dos estudantes com uma encenação artística de trechos da literatura brasileira, apresentados por jovens caracterizados cujas falas vão interligando ficção, realidade, literatura, documentário, teatro, cinema. Dessas encenações, o espectador é convidado a pensar caminhos alternativos às múltiplas violências narradas no início do longa: através da arte, é possível encontrar a cura, a saída, a alternativa do mundo cruel ao qual boa parte da realidade na qual estes jovens estão inseridos cisma em deixá-los. A arte, felizmente, é um caminho.

 

‘O Agente Noturno’ é RENOVADA para a 4ª temporada pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente a série ‘O Agente Noturno‘ (The Night Agent) para a 4ª temporada.

As gravações do próximo ciclo serão ambientadas em Los Angeles. Vale lembrar que as temporadas anteriores foram filmadas majoritariamente no Canadá (Temporada 1) e em Nova York (Temporada 2 e 3).

“Tem sido uma jornada incrível filmar ‘O Agente Noturno’, até agora, em cinco países e em três continentes, e estamos muito animados que as aventuras de Peter Sutherland continuarão na 4ª temporada,” declarou o criador e showrunner Shawn Ryan. “Nossos roteiristas, nosso elenco e nossa equipe estão prontos para atender ao chamado e trazer ainda mais reviravoltas, surpresas e emoções aos nossos fãs incríveis.”

As três primeiras temporadas já estão disponíveis no serviço de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.

Na trama, ao atender uma ligação de emergência, um agente do FBI se vê no centro de uma conspiração letal, envolvendo espionagem na Casa Branca.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

Chris Pine estrelará novo suspense de sobrevivência do diretor de ‘Invocação do Mal 4’

De acordo com o Deadline, Chris Pine (‘Star Trek’) será o protagonista de ‘Yeti‘, novo suspense de sobrevivência que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O elenco ainda contará com Iona Bell (‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’), Ray Winstone (‘Donzela’) e Sofia Boutella (‘Rebel Moon’).

Na trama…

“No coração dos Alpes, uma avalanche liberta algo primitivo do gelo glacial. Sem esperança de resgate, um pai (Pine) e sua filha (Bell) precisam lutar para sobreviver contra um predador implacável que se camufla na neve.”

Michael Chaves, diretor de ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘, comandará o longa.

O roteiro é assinado por Peter Gaffney e Sean Tretta.

O filme está sendo produzido pela Sony Pictures, e integra o acordo de exclusividade entre o estúdio e o serviço de streaming para produções que não são destinadas aos cinemas.

Além de estrelar, Pines também serve como produtor ao lado de Erik Feig, Jessica Switch, Dan Kagan e Hans Ritter.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Melania’: Documentário sobre a esposa de Donald Trump ganha data de estreia no Prime Video

O Prime Video finalmente anunciou quando o documentário ‘Melania‘, que conta da história da esposa do Donald Trump – o presidente dos EUA –, será lançado.

A produção chegará ao serviço de streaming na próxima segunda-feira, no dia 9 de março.

Massacrado pelos críticos – com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o documentário arrecadou US$ 16.6 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Brett Ratner, conhecido por blockbusters como ‘A Hora do Rush‘, o filme acompanha a rotina de Melania Trump nos dias que antecederam a posse de Donald Trump em seu segundo mandato, em 2025. O objetivo é mostrar o lado pessoal e profissional da primeira-dama — mas, se você acha que vai ver apenas tapetes vermelhos e festas, se prepara: o documentário já começou a gerar debates quentes.

O documentário gerou burburinho antes mesmo da estreia por causa do investimento milionário da Amazon MGM Studios: cerca de US$ 75 milhões entre compra dos direitos e marketing. Para muita gente, o longa parece mais um projeto de relações públicas do que um documentário investigativo.

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

Jason Clarke se junta ao elenco de ‘Ally Clark’, suspense estrelado pela Viola Davis

De acordo com o Deadline, Jason Clarke (‘Casa de Dinamite’) foi confirmado no elenco de ‘Ally Clark‘, novo suspense que está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.

A vencedora do Oscar Viola Davis (‘A Mulher Rei’) será a prtoagonista.

O longa promete uma trama densa e eletrizante, ambientada entre os corredores do poder em Washington, D.C., os pântanos sufocantes da Louisiana e as paisagens congelantes do Alasca. Davis interpreta Ally Clark, uma investigadora implacável que mergulha em uma perigosa investigação sobre um conglomerado internacional, após a morte suspeita de uma amiga próxima.

Phillip Noyce, de ‘Jogos Patrióticos‘, ‘Salt‘ e ‘O Americano Tranquilo‘, é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Jose Ruisanchez e pelo lendário produtor Irwin Winkler, vencedor do Oscar por ‘Rocky‘ e responsável por clássicos como ‘Touro Indomável‘, ‘Os Bons Companheiros‘ e ‘Creed‘.

Winkler também produz o filme ao lado de Charles Winkler, David Winkler e o próprio Ruisanchez pela Winkler Films. Davis assina a produção por meio de sua empresa JuVee Productions, junto a Julius Tennon, com Melanie Clark como produtora executiva.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Filmagens da sequência ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’ já foram finalizadas; Confira o anúncio!

Através de seu Tiktok, o ator Taylor Zakhar Perez (‘A Barraca do Beijo 2’) confirmou que as filmagens da aguardada sequência ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2‘ já foram finalizadas.

Para promover o encerramento, o artista compartilhou um vídeo inédito dos bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

@taylorzakharperezAaaaand we’re wrapped

♬ So Easy (To Fall In Love) – Olivia Dean

Nicholas Galitzine e Taylor Zakhar Perez retornam como Príncipe Henry e Alex Claremont-Diaz, respectivamente.

O elenco ainda contará com Uma Thurman, Sarah Shahi, Rachel Hilson, Lena Headey, Ellie Bamber, Clifton Collins Jr., Stephen Fry, Thomas Flynn, Aneesh Sheth, Malcolm Atobrah, Henry Ashton, Chloe Fineman e Alex Høgh Andersen.

Jamie Babbit (‘Nunca Fui Santa’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Gemma Burgess, Matthew López e Casey McQuiston – a autora do livro original.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’: Nicholas Galitzine espera ver o amadurecimento de seu personagem na sequência

Dublador do Ghostface dará vida ao Coelho Abel na sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3’

De acordo com o Dread Central, Roger Jackson foi confirmado no elenco da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3‘.

Conhecido por ser a voz icônica do Ghostface na franquia ‘Pânico‘, o ator dará vida à versão assassina do Coelho Abel.

O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro, pela Imagem Filmes.

O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.

Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assina o roteiro.

“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.

Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assume o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retorna apenas como produtor.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Dica de Filme | ‘Para Sempre Alice’: um poderoso drama que rendeu a Julianne Moore o Oscar de Melhor Atriz

Depois de longos anos de bloqueio artístico, o diretor Wash Westmoreland, em parceria com Richard Glatzer, “ressurgia das cinzas” há mais de uma década com o que se tornou um dos melhores filmes recepcionados pela crítica dos últimos anos:Para Sempre Alice.

O longa-metragem conta a história de Alice Howland (Julianne Moore), uma professora e linguista muito renomada no mundo acadêmico, diagnosticada com uma vertente muito rara do Mal de Alzheimer. A partir daí, Alice vê sua vida mudar completamente: com os sintomas aumentando, seu marido, John (Alec Baldwin), tenta ajudá-la, mas acaba de afastando com a premissa de não saber o que fazer; desaponta seus filhos – ainda que eles o neguem – ao descobrir que essa vertente é hereditária; perde seu emprego e sua reputação, ainda que tente esquecer todos os seus problemas e dedicar-se ao máximo para não observar quieta e impotentemente sua carreira ser destruída.  

Ao mesmo tempo – uma das técnicas muito utilizadas por Westmoreland -, a vida da doutora brinca entre a luz e a sombra: ao passo que se afasta das personagens em questão, aproxima-se de sua filha mais nova, Lydia (Kristen Stewart), cuja figura havia sido mencionada durante ao desenrolar da trama, mas esquecida ao longo do tempo. Alice a visita depois de se encontrar num beco sem saída, e descobre que ela está muito necessitada – ainda que negue. Havia tentado a carreira de atriz na cidade de Los Angeles – abandonando o conforto de sua casa -, mas não obtivera muito sucesso. Desse modo, ambas se reencontram e um laço há muito esquecido volta a se tornar forte – tanto que, ao longo do filme, as cenas mais impactantes ocorrerão dos obstáculos enfrentados pela relação mãe-filha e conservadorismo-inovação. 

O que mais surpreende na construção dessa obra é a dualidade de sua trama. Uma história simples, relatando todos os obstáculos enfrentados pelos portadores de Alzheimer, mas complexa por envolver uma mente brilhante que observa, incapacitada de se rebelar frente a forças indestrutíveis, sua vida perfeita tornar-se a pior possível (trama positiva tornando-se negativa); e então, há a magnífica brecha encontrada por Westmoreland: a filha mais nova. Colocando-a de volta na filha de Alice, conseguiu praticamente virar o jogo (trama negativa voltando à positiva) e dar o maior sinal de esperança tanto para ela quanto para o público. Resultado: 85% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e uma espécie de exploração da melancolia como motor para um profundo estudo de personagens 

Outro fator que chama a atenção é a belíssima atuação de Moore, conhecida por incontáveis papéis tanto no cinema quanto na televisão. Recém-saída de sua participação na franquia ‘Jogos Vorazes’, a performer, que inclusive conquistou o merecido Oscar de Melhor Atriz por seu irretocável trabalho, entrega-se a uma rendição memorável e dilacerante, chocando os espectadores com uma versatilidade única e invejável. Moore arquiteta com calma o árduo percurso que a protagonista titular irá enfrentar, mergulhando-a em uma angústia desesperadora (como visto na cena em que ela tenta memorizar todas as palavras escritas em um quadro branco) e em um estado de contemplação letárgico frente à condição em que foi posta (e que encontra clímax na sequência em que precisa fazer um importante discurso para seus colegas). A dureza do roteiro é refletida no background de Alice: uma professora de linguística que se vê impotente frente à perda inestimável de tudo o que faz dela  

Stewart, colhendo a inenarrável fama mundial que conquistou como protagonista de ‘A Saga Crepúculo’, volta a ser alvo de congratulações pela atuação no filme como a filha mais nova Lydia. Em entrevista ao site PureBreak, inclusive, ela afirmou que se sentiu muito orgulhosa de si mesmo por ter sido chamada para atuar nesse filme, devido à “honra de ter contracenado com [Julianne] Moore”. 

Ainda que tenha perdido a popularidade desde seu lançamento,Para Sempre Alice permanece como um dos melhores dramas da década passada e se beneficia tanto da imaculada e poderosa presença de Moore em um papel definidor para sua carreira, quanto da maneira singela em que Westmoreland e Glatzer tratam um tema difícil e complicado, nos convidando a uma tocante jornada que se afasta das construções fabulescas e aposta em um derradeiro realismo para alcançar seu objetivo. 

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Prime Video. 

Olivier Awards 2026 | Rachel Zegler, ‘Paddington: The Musical’ e mais na lista de indicados à premiação

Foram revelados os indicados ao 50ª edição do Olivier Awards, considerado o BAFTA do teatro.

Rachel Zegler é um dos destaques da lista, concorrendo na categoria de Melhor Atriz em Musical por sua aclamada performance em ‘Evita’. Danielle FiamanyaGeorgina Onuorah (‘Brigadoon’), Jane Krakowski (‘Here We Are’) e Jenna Russell (‘The Unlikely Pilgrimage of Harold Fly’) integram a categoria.

Já em Melhor Atriz em Peça, a vencedora do Oscar Cate Blanchett compete pela vitória por seu trabalho em ‘A Gaivota’, baseado na clássica obra de Anton Tchekov. Ela disputa o prêmio ao lado de Marianne Jean-Baptiste (‘All My Sons’), Julia McDermott (‘Weather Girl’), Rosamund Pike (‘Inter Alia’) e Rosie Sheehy (‘Guess How Much I Love You?’).

Os outros destaques incluem ‘Paddington: The Musical’‘Caminhos da Floresta’, ambos liderando a lista com 11 indicações cada.

Os vencedores serão revelados no dia 12 de abril, no Royal Albert Hall.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR MUSICAL DE ESTREIA
Here We Are
Paddington: The Musical
Shucked
The Unlikely Pilgrimage of Harold Fry

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
Psicopata Americano
Evita
Caminhos da Floresta
Os Produtores

MELHOR PEÇA DE ESTREIA
1536
Inter Alia
Kenrex
Punch

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
All My Sons
Arcadia
Muito Barulho por Nada
A Gaivota

PRÊMIO NOËL COWARD DE MELHOR ESTREIA OU PEÇA DE COMÉDIA
The Comedy About Spies
Every Brilliant Thing
Oh, Mary!
Paranormal Activity

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Cate Blanchett, A Gaivota
Marianne Jean-Baptiste, All My Sons
Julia McDermott, Weather Girl
Rosamund Pike, Inter Alia
Rosie Sheehy, Guess How Much I Love You?

MELHOR ATOR EM PEÇA
Bryan Cranston, All My Sons
Sean Hayes, Good Night, Oscar
Tom Hiddleston, Muito Barulho por Nada
Jack Holden, Kenrex
David Shields, Punch

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Katie Brayben, Caminhos da Floresta
Danielle Fiamanya & Georgina Onuorah, Brigadoon
Jane Krakowski, Here We Are
Jenna Russell, The Unlikely Pilgrimage Of Harold Fry
Rachel Zegler, Evita

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Marc Antolin, Os Produtores
James Hameed & Arti Shah, Paddington: The Musical
Andy Nyman, Os Produtores
Jamie Parker, Caminhos da Floresta
Diego Andres Rodriguez, Evita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Isis Hainsworth, Arcadia
Julie Hesmondhalgh, Punch
Lucy Karczewski, Stereophonic
Hayley Squires, All My Sons
Sophie Thompson, When We Are Married

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Hammed Animashaun, Dealer’s Choice
Paapa Essiedu, All My Sons
Zachary Hart, A Gaivota
Zachary Hart, Stereophonic
Giles Terera, Oh, Mary!

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Tracie Bennett, Here We Are
Amy Booth-Steel, Paddington: The Musical
Kate Fleetwood, Caminhos da Floresta
Victoria Hamilton-Barritt, Paddington: The Musical
Georgina Onuorah, Shucked

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Trevor Ashley, Os Produtores
Corbin Bleu, O Grande Gatsby
Tom Edden, Paddington: The Musical
Jo Foster, Caminhos da Floresta
Oliver Savile, Caminhos da Floresta

PRÊMIO PETER HALL DE MELHOR DIREÇÃO
Jordan Fein, Caminhos da Floresta
Luke Sheppard, Paddington: The Musical
Ed Stambollouian, Kenrex
Lyndsey Turner, 1536
Ivo van Hove, All My Sons

PRÊMIO GILLIAN LYNNE DE MELHOR COREOGRAFIA TEATRAL
Fabian Aloise, Evita
Ellen Kane, Paddington: The Musical
Drew McOnie, Brigadoon
Lynne Page, Psicopata Americano

MELHOR FIGURINO
Enver Chakartash, Stereophonic
Linda Cho, O Grande Gatsby
Tom Scutt, Caminhos da Floresta
Gabriella Slade & Tahra Zafar, Paddington: The Musical

MELHOR DESIGN DE CENÁRIO
Paul Tate dePoo III, O Grande Gatsby
Tom Pye & Ash J Woodward, Paddington: The Musical
Tom Scutt, Caminhos da Floresta
David Zinn, Stereophonic

MELHOR DESIGN DE LUZ
Robbie Butler, Punch
Jon Clark, Evita
Aideen Malone & Roland Horvath, Caminhos da Floresta
Joshua Pharo, Kenrex

MELHOR DESIGN DE SOM
Adam Fisher, Caminhos da Floresta
Gareth Owen, Paddington: The Musical
Ryan Rumery, Stereophonic
Giles Thomas, Kenrex

MELHOR CONTRIBUIÇÃO MUSICAL
Matt Brind, Paddington: The Musical
Will Butler & Justin Craig, Stereophonic
John Patrick Elliott, Kenrex
Chris Fenwick & Sean Hayes, Good Night, Oscar

MELHOR ESPETÁCULO PARA A FAMÍLIA
The Boy at the Back of the Class
The Boy with Wings
The Firework-Maker’s Daughter
The Three Little Pigs

MELHOR PRODUÇÃO DE ESTREIA EM TEATRO AFILIADO
Ben and Imo
O Zoológico de Vidro
The Ministry Of Lesbian Affairs
Miss Myrtle’s Garden
The Shitheads

MELHOR PRODUÇÃO ESTREANTE DE DANÇA
Into the Hairy
Mimi’s Shebeen
Random Taranto
She’s Auspicious

MELHOR PRODUÇÃO DE ÓPERA
Dead Man Walking
The Makropulos
Tosca
Die Walküre

Crítica | Tina Romero constrói um apocalipse zumbi regado a glitter e sangue com ‘Queens of the Dead’

Após comandar alguns curtas-metragens, Tina Romero, filha do lendário realizador George A. Romero, embarcou em sua primeira construção em longa forma com o antecipado Queens of the Dead, que finalmente chegou aos cinemas de todo o Brasil. O projeto independente, que mistura terror e comédia, já vinha sido elogiado desde seu lançamento no circuito internacional, alcançando expressivos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e dando continuidade a um legado familiar que reitera a importância cultural de celebrar o exagero e o camp na sétima arte.

A trama é centrada em Dre (Katy O’Brian), uma jovem empreendedora dona de um clube noturno que, voltando à cena após alguns percalços pessoais e profissionais, precisa de uma vitória e necessita que a noite seja um sucesso. Acompanhada das performers Ginsey (Nina West), Nico (Tomas Matos) e Jax (Samora la Perdida), além de amigos próximos que incluem Kelsey (Jack Haven), Jimmy (Cheyenne Jackson), Sam (Jaquel Spivey) e seu cunhado heterossexual chamado Barry (Quincy Dunn-Baker), Dre faz o possível e o impossível para trazer o nome de sua balada às glórias de um sonho ainda não alcançado. Todavia, o que ela não esperava é que uma epidemia zumbi tomaria conta das ruas de Nova York, transformando a cidade em um palco regado a cadáveres ambulantes e a muito, muito glamour e glitter.

Confinados em meio a uma pista de dança e a um bar recheado de coquetéis, o nosso grupo protagonista é forçado a encontrar uma maneira de escapar dali antes que seja tarde demais – e antes que eles também se transformem em mortos-vivos. À medida que aminimizades e conflitos passados vêm à tona e laços são estreitados, a corrida pela sobrevivência começa, forçando-os a subir no salto e a se preparem sem perder a “fabulosidade” para um conflito sangrento e faminto. Contando ainda com nomes como Riki Lindhome como Lizzy, esposa de Dre, e de Margaret Cho como a impetuosa e habilidosa Pops, noiva de Kelsey, a estreia de Romero no circuito de longas-metragens é uma propositalmente exagerada carta de amor não apenas aos filmes de terror, como à comunidade queer em toda sua completude.

A realizadora tem uma ideia muito clara em mente e faz isso a partir de um ínfimo orçamento que traz uma atmosfera mais burlesca e teatral à narrativa. Mergulhando no cenário da arte drag e brincando com coloridos contrastes de fotografia e de direção de arte, a cineasta reacende o efervescente escopo club que começou a dominar as ruas de Manhattan nos anos 1970 e que se transformou em poderoso movimento sociocultural de reafirmação e empoderamento. Não é à toa que, aliando-se ao departamento de figurino e maquiagem, ela tenha idealizado uma despojada jornada pela maximização, desde a aparência metálica e cintilante dos zumbis até as icônicas vestimentas à Leigh Bowery que Ginsey exibe.

Romero faz questão de pegar páginas emprestadas de clássicos do gênero, criando uma memorabília que inclui produções do próprio pai, como A Noite dos Mortos-Vivos e ‘Creepshow’, apoiando-se no uso de efeitos práticos e saudosistas, e em títulos voltados para a comédia, como ‘Todo Mundo Quase Morto’. Mais do que isso, ela constrói um elo de reafirmação entre o terror e a comunidade LGBTQIA+, construindo um arauto de defesa dos “esquisitos” e da estética freak que, em desenvolvimento há mais de uma década, encontra sucesso por não se levar a sério em momento algum.

Estendendo-se por breves cem minutos, o longa conta com um elenco formidável que se joga de cabeça em personalidades urgentes e que em momento algum deixam de nos entreter com um comprometimento genuíno. Para além do conhecido talento de West, Cho, Haven e O’Brian, o destaque vai para Spivey, recém-saído de uma indicação ao Tony pelo ovacionado ‘A Strange Loop’, faz um trabalho impecável e traz uma certa carga dramática que entra em contraste com a irruptiva atmosfera apocalíptica do longa; e para Dominique Jackson, uma lenda do cenário club, empresta sua memorável presença como a contraditória Yasmine. Cada um tem seu momento de brilhar, encontrando-se em uma bem-vinda química que explode em cena.

Queens of the Dead é uma inesperada celebração de um legado imortal, comandado por Tina Romero em um fabuloso e envolvente debute. Fazendo questão de entrega exatamente o que promete, a cineasta promove um encontro entre passado e presente ao construir um enredo que em momento algum nos deixa entediados – e que se beneficia do talento nato do elenco protagonista e coadjuvante.