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RAYE lança o single inédito “Nightingale Lane”; Ouça!

RAYE vem se tornando um dos grandes nomes do cenário musical contemporâneo e, depois de sua aclamada estreia com o álbum ’21st Century Blues’, está pronta para embarcar em sua nova era.

No dia de hoje (27), a cantora e compositora lançou o segundo single promocional do vindouro álbum THIS MUSIC MAY CONTAIN HOPE, com estreia marcada para o dia 27 de março.

Intitulada “Nightingale Lane”, faixa é precedida por “Where Is My Husband!”, lançada ano passado.

Ouça:

RAYE fez sua estreia oficial no mundo da música no ano passado com o aclamado My 21st Century Blues, que contou com nada menos que sete singles promocionais – incluindo “Escapism”“Black Mascara”“The Thrill Is Gone” – e que lhe rendeu um número recorde de vitórias no BRIT Awards 2024, com seis estatuetas.

Apesar de ter feito seu début apenas em 2023, ela já estava envolvida com a indústria musical através de seu trabalho como compositora e produção, trabalhando para nomes como BeyoncéLittle MixRihannaJohn LegendDavid Guetta e outros.

Alok, Foo Fighters e MAIS são confirmados no line-up do Rock in Rio 2026

A Cidade do Rock se prepara para viver uma noite que traduz o espírito e a essência do Rock in Rio: grandiosidade, diversidade artística e experiências que vão além da música.

Em um dos momentos mais celebrados do evento, a organização celebrou a confirmação do segundo Dia do Rock da edição de 2026 e confirmou a presença do Foo Fighters, uma das maiores e mais queridas bandas de rock ‘n’ roll do mundo, como headliner do Palco Mundo, no dia 4 de setembro, em uma apresentação exclusiva no Brasil. A ação também marcou a divulgação do mapa oficial da Cidade do Rock 2026, que antecipou novidades em diferentes frentes do festival, como o New Dance Order, que além de ganhar uma cenografia inédita e proposta artística, terá Fatboy Slim como headliner do espaço no dia 7 de setembro. Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Nas arenas do Parque Olímpico, o mapa revelou ainda a presença inédita de mais uma área de espetáculos, além da confirmação de mais um novo espaço, que serão anunciados em breve.

No dia 11 de setembro, que já conta Stray Kids como headliner do Palco Mundo, o festival também recebe Alok e HWASA em shows que serão verdadeiros espetáculos para o público presente.

Um dos produtores musicais mais icônicos do mundo na atualidade, Alok é reconhecido por redefinir os limites do ao vivo e chega ao festival com uma apresentação inédita e envolvente, marcada por batidas potentes, visuais impactantes e uma construção artística criada exclusivamente para esta edição. Depois de surpreender o público no maior Réveillon do mundo, na praia de Copacabana, com um espetáculo que transformou o céu em extensão da música por meio de imagens aéreas e coreografias com drones em homenagem ao Rio de Janeiro, o artista vai elevar ainda mais essa experiência na Cidade do Rock levando 1.500 drones, batendo o recorde na América Latina.

Antes, HWASA, a Solo Queen, será a segunda atração a subir no Palco Mundo no dia 11, fazendo sua estreia no Rock in Rio. Reconhecida por dominar o palco com uma presença marcante, a artista constrói performances em que a confiança, a naturalidade e o carisma se impõem de forma orgânica, ancoradas em um repertório que transita principalmente pelo K-pop, com forte influência de R&B e soul, além de incorporar elementos de hip-hop e pop latino. Com coreografias impactantes e vocais poderosos, HWASA transforma cada apresentação em uma experiência dominante e envolvente, consolidando uma identidade artística absolutamente singular. No setlist, estarão seus maiores sucessos, como “twit”, “Maria” e “I Love My Body”, além do recente mega-hit “Good Goodbye”, em uma apresentação repleta da cor e do talento artístico característicos de HWASA.

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou nomes do line-up, como Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons, João Gomes e Orquestra BrasileiraAvenged SevenfoldBring Me The Horizon.

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual.

Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.

Ouça “Criminal”, nova CANÇÃO original de Jessie Murph para ‘Pânico 7’

A cantora e compositora Jessie Murph lançou hoje (27) uma música inédita para a trilha sonora da sequência ‘Pânico 7′.

Intitulada “Criminal”, a canção já está disponível nas principais plataformas de streaming e é precedida pelos singles “Rearranging Scars”, de Sueco, e “Twisting The Knife”, colaboração entre Ice Nine KillsMckenna Grace.

Ouça e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Julia Louis-Dreyfus e Cecily Strong irão estrelar a nova dramédia ‘The Nanny Squatter’

Apple TV está preparando seu próximo projeto com a interessante série de comédia dramédia ‘The Nanny Squatter’ (via Deadline).

A minissérie irá reunir duas ex-estrelas do popular programa de esquetes ‘Saturday Night Live’Julia Louis-DreyfusCecily Strong.

Baseada no artigo homônimo da New York Magazine, a produção é uma parceria da Apple Studios com a diretora Mary Bronstein (‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’).

A série gira em torno de um casal cujas vidas são viradas de cabeça para baixo após acolherem em sua casa uma cuidadora aparentemente ideal, apenas para descobrirem que os limites se confundem e o controle começa a escapar de suas mãos à medida que o relacionamento se transforma em uma tensa e perturbadora luta de poder.

Bronstein entra como roteirista e showrunner. Ela também assume a função de produtora executiva ao lado de Louis-Dreyfus, Strong e Scoop Wasserstein.

Mais detalhes não foram divulgados.

Jovens navegam pelas atribulações da paixão no trailer do k-drama ‘Um Amor que Ilumina’; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Um Amor que Ilumina’, seu mais novo k-drama original.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 6 de março.

Confira:

Contando com dez episódios exibidos em caráter semanal, o melodrama romântico é dirigido por Kim Yoon Jin e escrito por Lee Sook Yun.

Na trama…

Yeon Tae Seo é um motorista de metrô com uma visão aguçada do mundo. Tae Seo é uma pessoa independente que vive fielmente o presente, focando no “hoje” em vez do futuro ou de sonhos. Enquanto conquista sua tão desejada independência e se estabelece, ele reencontra Mo Eun A, seu primeiro amor dos dezenove anos, o que provoca pequenas mudanças em sua vida.

Mo Eun A é uma ex-hoteleira que se tornou gerente de uma hospedaria em Seul, transbordando paixão, profundidade e um charme adorável. Definindo metas para si mesma — onde, com quem, o quê e como — ela experimenta pequenos triunfos e grandes contratempos até se reencontrar com seu primeiro amor, Yeon Tae Seo.

Park Jin Young, Kim Min Ju, Shin Jae Ha e Park Se Hyun estrelam.

Bruno Mars se casa no clipe de “Risk It All”, novo single do álbum ‘The Romantic’

O vencedor do Grammy Bruno Mars lançou hoje (27) o clipe oficial de “Risk It All”, canção que integra o álbum The Romantic.

O compilado de originais, que conta com nove faixas inéditas, já está disponível nas plataformas de streaming e ainda conta com o lead single “I Just Might”.

Confira:

Relembre a tracklist:

1. Risk It All
2. Cha Cha Cha
3. I Just Might
4. God Was Showing Off
5. Why You Wanna Fight?
6. On My Soul
7. Something Serious
8. Nothing Left
9. Dance With Me

Bruno Mars fez sua estreia no cenário musical com o popular álbum ‘Doo-Wops & Hooligans’, ascendendo a um estrelato inenarrável que lhe garantiu diversos prêmios – como 16 estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do Ano por ’24K Magic’.

Em 2021, ele se uniu com Anderson .Paak para o projeto Silk Sonic, lançando o compilado ‘An Evening with Silk Sonic’ e conquistando os prêmios de Música e Gravação do Ano por “Leave the Door Open”. Em 2024, ele se uniu à titânica Lady Gaga para o dueto “Die With a Smile”, que quebrou recordes de streams e lhe garantiu mais um gramofone dourado.

2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A 2ª temporada de Monarch: Legado de Monstros’ (‘Monarch: Legacy of Monsters’), elogiada série do Monsterverse, acaba de chegar ao catálogo do Apple TV.

Estrelada por Kurt RussellWyatt RussellAnna SawaiKiersey ClemonsRen WatabeMari Yamamoto, Joe Tippett Anders Holm, a nova temporada conta com dez episódios – com o primeiro capítulo, “Cause and Effect”, já disponível na plataforma de streaming.

A segunda temporada continuará com o destino da Monarch, e do mundo, em jogo. A saga dramática revela segredos enterrados que reunirão nossos heróis (e vilões) na Ilha da Caveira de Kong e em uma nova e misteriosa vila onde um titã mítico surge do mar. Os efeitos do passado refletem no presente, confundindo os laços entre família, amigos e inimigos. Tudo isso com a ameaça de um evento titânico se aproximando.

Relembre o trailer:

Vale lembrar que Amber Midthunder (‘O Predador: A Caçada’) foi escalada para os novos episódios como Isabel, uma empresária inteligente e poderosa.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

Bruno Mars está de volta com o álbum de inéditas ‘The Romantic’

O vencedor do Grammy Bruno Mars está de volta ao mundo da música e acaba de lançar o antecipado compilado de originais The Romantic.

O álbum estreou hoje, 27 de fevereiro, e conta com nove faixas inéditas, incluindo o lead single “I Just Might”.

Relembre a tracklist:

1. Risk It All
2. Cha Cha Cha
3. I Just Might
4. God Was Showing Off
5. Why You Wanna Fight?
6. On My Soul
7. Something Serious
8. Nothing Left
9. Dance With Me

Bruno Mars fez sua estreia no cenário musical com o popular álbum ‘Doo-Wops & Hooligans’, ascendendo a um estrelato inenarrável que lhe garantiu diversos prêmios – como 16 estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do Ano por ’24K Magic’.

Em 2021, ele se uniu com Anderson .Paak para o projeto Silk Sonic, lançando o compilado ‘An Evening with Silk Sonic’ e conquistando os prêmios de Música e Gravação do Ano por “Leave the Door Open”. Em 2024, ele se uniu à titânica Lady Gaga para o dueto “Die With a Smile”, que quebrou recordes de streams e lhe garantiu mais um gramofone dourado.

‘Captain EO’ – Os 40 Anos do curta-metragem blockbuster de Michael Jackson para os parques da Disney

2026 será o ano em que todos poderão celebrar a vida e a carreira de Michael Jackson novamente! Considerado o maior astro da música pop a ter passado por este planeta, Michael Jackson será o assunto da biografia musical intitulada apenas ‘Michael’, dirigida por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) e com roteiro de John Logan (‘Gladiador’ e ‘007 Operação Skyfall’). O blockbuster já é tratado por muitos especialistas como o potencial maior filme do subgênero (biografias musicais) de todos os tempos, e pode vir a atingir a absurda marca de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. O filme estreia nos EUA e em grande parte do mundo no dia 24 de abril, e chega ao Brasil no dia anterior.

Sim, ‘Michael’ nos fará dançar e celebrar novamente esse verdadeiro ícone da música. Mas existe outra celebração envolvendo o astro pop em 2026. Acontece que ‘Captain EO’ está completando 40 anos de sua estreia este ano. E se você está se perguntando: “que diabos é Captain EO?”; temos a resposta para você nessa matéria. Confira.

Antes, teremos uma breve recapitulação sobre a carreira de Michael Jackson para entender o contexto de ‘Captain EO’ e a ligação do astro pop com o audiovisual. Muitos podem não saber, mas Michael lançou quatro álbuns solo enquanto ainda estava no grupo Jackson Five com seus irmãos. Já era uma forma do cantor se destacar dos demais. No entanto, seria apenas em 1979 que Michael seguiria em carreira totalmente solo, longe dos irmãos, aos 21 anos de idade, com o disco ‘Off the Wall’ – lançado em agosto daquele ano. De certa forma, existe uma grande analogia aí – no conceito de completar 21 anos e atingir a maioridade nos EUA, e aí sim seguir seu próprio rumo.

Off the Wall’ foi um sucesso impactante, por isso muitos erroneamente acreditam que foi o primeiro disco solo de Michael Jackson. A verdade é que foi o primeiro disco solo após sair dos Jackson Five. Três anos depois, o astro iria ainda mais longe com o disco ‘Thriller’, lançado em novembro de 1982. E aqui podemos dizer que começou verdadeiramente o romance entre Michael Jackson e o cinema (mesmo que o ator já tivesse participado de um filme anteriormente – ‘O Mágico Inesquecível’, de 1978, versão da Motown para ‘O Mágico de Oz’).

Off the Wall’ até trouxe videoclipes de suas canções, mas ‘Thriller’ trouxe uma verdadeira superprodução em forma de clipe musical. É claro que falamos da música tema do álbum, que se transformou num curta ainda muito aplaudido por seus efeitos visuais práticos e clima perfeito para o Halloween. Este que vos fala, teve a honra de poder assistir a uma versão restaurada do clipe ‘Thriller’ na tela grande e em 3D durante a 42ª edição do Festival de Toronto, no Canadá.

Thriller’ não foi um clipe qualquer, foi “o” clipe. Michael, que era um fã ávido de terror, havia adorado o agora cult clássico ‘Um Lobisomem Americano em Londres’, que havia causado alvoroço em 1981, em especial devido à cena de transformação e a maquiagem vencedora do Oscar de Rick Baker. Assim, Michael trouxe não apenas Rick Baker, como também o diretor John Landis, para trabalharem com ele na criação do que é provavelmente o clipe mais icônico da história.

De 1982 com o sucesso do disco ‘Thriller’, passando pelo clipe lançado em 1983, até 1987 com o lançamento do álbum ‘Bad’, Michael Jackson curtiu, descansou e colheu os louros de todas as quebras de recorde que havia conquistado. Foi nessa época que o cantor resolveu criar outra parceria para lá de memorável. Capitalizando em cima da marca que já era seu nome, Michael assinou contrato exclusivo com a Disney para lançar sua própria atração dentro dos parques temáticos de maior nome nos EUA e no mundo. E assim surgia ‘Captain EO’.

Vindo de Michael Jackson, que sempre foi um perfeccionista, essa não seria uma atração qualquer. A atração era um simulador em 3D que prestava homenagem ao subgênero conhecido como “ópera espacial”, no qual se encaixam produções como Flash Gordon, Buck Rogers e, é claro, o mais atual ‘Star Wars’. Agora preste atenção nos nomes responsáveis pelo projeto. Por falar em Star Wars, na produção estava ninguém menos que um certo George Lucas, justamente o pai da franquia espacial mais famosa do cinema. Lucas, que no mesmo ano produziu ‘Howard – O Super-herói’, aventura B que se tornou cult, resolveu impulsionar o curta de Michael na Disney.

Para a direção do curta-metragem de 17 minutos, a ideia era ter Steven Spielberg, o que traria uma reunião entre diretor e produtor após os dois primeiros ‘Indiana Jones’ (o terceiro ainda não havia sido lançado). Acontece que Spielberg era um dos nomes mais ocupados dos anos 80, entre direção e produção de filmes badalados, e na época assinava filmes como ‘Um Dia a Casa Cai’, a animação ‘Fievel – Um Conto Americano’ e preparava a superprodução dramática ‘Império do Sol’.

Spielberg não pôde participar como diretor justamente por motivo de sua agenda, e então foi substituído por um nome à altura. Que tal o diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Drácula de Bram Stoker’? Sim, Francis Ford Coppola foi quem assumiu a cadeira de comando e deu o título ‘Captain EO’ ao curta – que anteriormente iria se chamar ‘Space Knights’ – algo como ‘Cavaleiros do Espaço’. A inspiração de Coppola para o nome foi Eos, deusa grega que personifica o amanhecer. Coppola também assinou o roteiro ao lado de George Lucas.

A trama é o básico do gênero, afinal temos que lembrar que se tratava de um passeio em um parque de diversões, um simulador. Sendo assim, temos Michael Jackson como o capitão de uma nave espacial, cuja tripulação é inteiramente formada por criaturas alienígenas (bonecos animatrônicos e fantoches) e robôs. Os primeiros minutos nos inserem em uma “guerra nas estrelas”, quando a tripulação dos heróis engaja em uma batalha contra os inimigos, que lembra muito Star Wars.

No segundo trecho do curta, Michael se depara com a grande vilã da história, a Rainha conhecida como Líder Suprema, interpretada pela vencedora do Oscar Anjelica Huston, debaixo de uma maquiagem pesada – criada novamente por Rick Baker. O visual da vilã foi inspirado por aranhas, e serviu de molde para a rainha Borg, da franquia Star Trek, na TV e no cinema. E depois disso, é claro, este sendo um veículo para o rei do pop, temos um momento musical de canto e dança com Michael Jackson derrotando os inimigos com seus passos elaborados.

A canção criada para ‘Captain EO’, cantada por Michael no ápice do curta, se chama “We Are Here to Change the World” e nunca havia sido lançada oficialmente até 2004 – ou seja, 18 anos depois da estreia da atração na Disney. A música finalmente seria incluída como parte do disco “Michael Jackson: The Ultimate Collection”. A versão deste álbum, porém, é menor e editada, em comparação com a presente no curta da atração.

Filmado em um formato de 30 quadros por segundo, ao contrário do costumeiro 24 quadros por segundo, ‘Captain EO’ jamais foi lançado em qualquer mídia física, seja VHS, Laserdisc, DVD ou Bluray. Você até encontra cópias remasterizadas atualmente online, como no Youtube, mas não são produtos oficiais da Sony ou da Disney. Por outro lado, em 1996, ‘Captain EO’ se tornou o único filme criado para uma atração da Disney a ser exibido fora do parque. Isso porque em meados da década de 90, a MTV foi liberada para uma única exibição do curta – 10 anos depois de sua estreia. E pode ter vindo daí as cópias que circulam online.

Captain EO’ foi uma atração parte dos parques da Disney, na EPCOT, exibida de 1986 até 1997 de forma ininterrupta, até ser substituída por outra atração em 3D – ‘Querida, Encolhi a Audiência’, baseada nos filmes ‘Querida, Encolhi as Crianças’ e ‘Querida, Estiquei o Bebê’. Após a morte de Michael Jackson em 2009, a Disney resolveu homenagear o astro pop e trouxe de volta a atração ‘Captain EO’. Assim, a exibição original foi reaberta em 2010, com o novo título ‘Captain EO Tributo’. Essa foi a única vez em que a Disney fez algo do tipo, e foi merecido.

Uma Curiosidade: como ‘Captain EO’ teve o dedo de George Lucas, como forma de homenagem, o curta acabou sendo incluído como parte de uma produção de Star Wars – mas não no cinema, e sim na TV, na Disney+. O mais recente programa de Star Wars, intitulado ‘Skeleton Crew’, de 2024, uma aventura juvenil dentro de tal universo, incluiu vários “easter eggs” de ‘Captain EO’ em seus oito capítulos, como por exemplo a criatura conhecida como Fuzzball, uma mistura de gato e borboleta, que é o mascote de Michael Jackson no curta, e aparece em uma cena da série citada.

‘Pânico 7’: Protestos pró-Palestina marcam estreia do filme em Los Angeles

A estreia de Pânico 7’ nos Estados Unidos foi marcada por um cenário de forte tensão política em frente à sede da Paramount Pictures, em Los Angeles. De acordo com informações do Deadline, diversos manifestantes foram às ruas para protestar contra o estúdio e demonstrar apoio à causa palestina.

“Paramount tem uma LISTA NEGRA de atores que criticam Israel”, dizia um dos lados de um cartaz. Além de convocar o público a cancelar assinaturas do serviço de streaming Paramount+.

O movimento foi liderado por uma coalizão de grupos como Entertainment Labor for Palestine, CODEPINK LA, Musicians for Palestine e Jewish Voice for Peace-Los Angeles.  Durante o ato, os manifestantes expressaram solidariedade direta a Melissa Barrera, a ex-protagonista da franquia que interpretava Sam Carpenter.

A crise nos bastidores da saga começou em novembro de 2023, quando a produtora Spyglass Media Group demitiu a atriz após ela manifestar apoio aos palestinos no conflito Israel-Hamas. Na ocasião, a empresa justificou a decisão afirmando ter “tolerância zero ao antissemitismo e à incitação ao ódio”.

A demissão de Barrera gerou um efeito dominó que abalou a produção: pouco tempo depois, a coprotagonista Jenna Ortega também deixou o projeto, e o então diretor Christopher Landon abandonou o cargo, descrevendo a situação como um “sonho que se tornou pesadelo”.

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes Criativas com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Pânico 7’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Sirāt’: Longa indicado ao Oscar conquista 92% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

‘Sirāt’, longa espanhol indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional e um dos favoritos na categoria, já está em cartaz nos cinemas nacionais. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou 92% de aprovação da crítica especializada, com base em 155 avaliações, além de 65% de aprovação por parte do público.

No geral, os críticos elogiaram o longa, destacando a profundidade da trama e a força de sua narrativa. No entanto, alguns consideraram que o desfecho não alcança o mesmo nível de impacto do restante da obra.

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“É quase insuportável, e tão poderoso quanto é narrativamente útil”, disse Manohla Dargis do New York Times.

“Laxe não acerta completamente o final… Ainda assim, ao longo do caminho, é certamente uma viagem, uma nova forma de enquadrar família e perda, com uma trilha sonora matadora para os mais hardcore”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Laxe] nos golpeia emocional e psicologicamente de maneiras que não conseguimos prever, e para as quais pouco fizemos para merecer. Para deixar claro: isso é ao mesmo tempo um forte alerta e um grande elogio. Poucos filmes conseguem ativar seu instinto de fuga enquanto o mantêm grudado na cadeira”, disse Jessica Kiang da Variety.

“Apesar dessas falhas, Sirat é um filme energizante, um projeto determinado a nos despertar”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.

“Sirāt não é para todos. Mas é o tipo de experiência cinematográfica avassaladora e uma obra inegável de som e imagem que pode mudar a vida daqueles que estiverem prontos para recebê-la”, disse David Fear do Rolling Stone.

“É o tipo de filme pelo qual os participantes de Festival de Cannes vêm de todos os cantos do mundo: sui generis e impossível de classificar, nascido de uma visão totalmente pessoal de cinema, mas sem deixar de oferecer momentos eletrizantes e, às vezes, capazes de agradar ao grande público”, disse David Katz do IndieWire.

Crítica | ‘Sirât’ explora a melancolia e a complacência de uma realidade brutal [Mostra SP]

‘Sirāt’ está em cartaz no cinemas. 

“Luis está viajando pelo sul do Marrocos com seu filho, Esteban. Eles estão à procura de sua filha, que está desaparecida há cinco meses, vista pela última vez em um festival de dança no deserto”, diz a sinopse.

Crítica 3 | ‘Pânico 7’ volta às origens da franquia e entrega um terror divertido, despretensioso e sangrento

Pânico 7‘ vai polarizar opiniões. Quem embarcou na franquia na era das irmãs Carpenter vai estranhar o novo filme trazendo de volta o humor pra saga, e, claro, voltar a focar na Sidney Prescott (Neve Campbell). É um filme que aposta na metalinguagem para apresentar um novo cenário para a franquia. Agora, Sidney é mãe. E que mãe.

Com uma cena inicial que investe na metalinguagem, o filme relembra as clássicas franquias de terror, como ‘A Hora do Pesadelo‘, ‘Sexta-Feira 13‘ e até mesmo a fictícia franquia ‘A Punhalada‘ (Stab), fazendo um bem bolado para celebrar tudo que a saga nos entregou até o momento. Uma abertura bastante instigante que celebra o legado da franquia e já descontrói algo que parecia sagrado: a casa do Stu Macher (Matthew Lillard), aonde tudo começou (ou terminou). Achei brilhante a escrita do Guy Busick, James Vanderbilt e Kevin Williamson em fazer esse aceno aos fãs que acompanham a saga desde 1996. Sagaz, irônico, satírico. Vamos queimar tudo. E queimou mesmo.

Com o novo filme se ambientando em Pine Groove, a história recomeça mostrando a vida de Sidney Prescott – com uma paleta de cores que lembra muito o ‘Halloween‘, de David Gordon Green. À partir daí o filme engata um ritmo frenético que te leva para essa jornada sem se importar em dar muitas explicações ou desenvolver bem os novos personagens, afinal, eles provavelmente vão morrer. Para abordar essa dinâmica familiar, o filme sacrifica delongas para trabalhar melhor os personagens extras e isso pode parecer meio corrido para o público em geral, enquanto o roteiro insere a cada momento acenos ao passado da saga, seja pela trilha sonora espetacular e nostálgica do Marco Beltrami ou pela fotografia, que também capta a energia do finado mestre Wes Craven.

Neve Campbell está em uma das suas melhores atuações, no nível do terceiro filme, e Courteney Cox é um acontecimento como Gale Weathers. É incrível como a atriz criou a personagem “escrota” mais querida do cinema, com o público aplaudindo quando ela aparece pela primeira vez. E merecidamente. Courteney é um ícone e entrou para o Guinness Book por viver a mesma personagem em sete filmes consecutivos de terror. Ah, como eu queria um filme protagonizado por ela.

Isabel May está bem como Tatum, a filha da Sidney, mas não acredito que ela consiga carregar a franquia nas costas no futuro. Mas se você lembrar o salto na qualidade de atuação da Melissa Barrera entre ‘Pânico 5 e 6‘, você lembra que a vida é cheia de surpresas.

É um filme para os fãs da franquia, que se abraçarem a história vão se divertir e se deliciar. Eu gosto muito como o humor e o terror voltaram para a franquia após o sexto filme, que tinha muita ação e poucos sustos. Aqui, Kevin prepara uns sustos geniais e algumas cenas de mortes bem sangrentas. O conceito é diferente dos anteriores, e isso é perceptível, mas é um filme que sabe construir o suspense e a tensão. Ele segue aquela velha fórmula e faz isso muito bem, com algumas surpresas, mas sem muitos riscos.

O terceiro ato não segue a grandiosidade dos dois atos anteriores e parece apressado e curto, assim como a revelação do Ghostface, mas é a velha máxima: “Às vezes, vale mais a jornada do que o destino final”. Subvertendo expectativas novamente, a franquia se autoparodia, mas mantém os pés no chão.

Pânico 7‘ consegue capturar a essência dos primeiros filmes, acenando para o passado o tempo todo e mandando um beijo para o futuro. A nostalgia nunca esteve tão em alta, mas pode parecer cafona para quem não viveu. Por fim, é um filme que entretém, diverte, assusta e faz rir. E era tudo que eu esperava sentir nos cinemas.

Ações da Netflix DISPARAM após plataforma desistir de comprar a WBD

As ações da Netflix dispararam mais de 9% após a empresa desistir da disputa pela Warner Bros. Discovery neste último dia 26 de fevereiro (via The Wrap).

Enquanto isso, as ações da Paramount subiram 5,2% no pregão estendido de quinta-feira, e as da WBD caíram 1,9% após o anúncio.

A decisão veio depois que o conselho da WBD considerou que a oferta de US$31 por ação da Paramount Skydance pela empresa inteira era “superior” à proposta de US$83 bilhões da Netflix pelo estúdio e seus ativos de streaming.

“A transação que negociamos teria criado valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória”, disseram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em um comunicado conjunto. “No entanto, sempre fomos disciplinados e, pelo preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o negócio não é mais financeiramente atraente, então estamos recusando a oferta da Paramount Skydance. A Warner Bros. é uma organização de classe mundial e queremos agradecer a David Zaslav, Gunnar Wiedenfels, Bruce Campbell, Brad Singer e ao Conselho da WBD por conduzirem um processo justo e rigoroso. Acreditamos que teríamos sido bons administradores das marcas icônicas da Warner Bros. e que nosso acordo teria fortalecido a indústria do entretenimento, preservando e criando mais empregos de produção nos EUA. Mas essa transação sempre foi um ‘desejável’ pelo preço certo, não uma ‘obrigatória’ a qualquer preço.”

O comunicado prosseguiu:

“Os negócios da Netflix são saudáveis, fortes e estão crescendo organicamente, impulsionados por nosso catálogo e pelo serviço de streaming de primeira linha. Este ano, investiremos aproximadamente US$ 20 bilhões em filmes e séries de qualidade e expandiremos nossa oferta de entretenimento. Em consonância com nossa política de alocação de capital, também retomaremos nosso programa de recompra de ações. Continuaremos fazendo o que fazemos há mais de 20 anos como empresa de capital aberto: encantar nossos assinantes, expandir nossos negócios de forma lucrativa e gerar valor para os acionistas a longo prazo.”

O acordo com a Netflix, agora cancelado e que incluía a compra da Warner Bros. e da HBO Max, foi avaliado em quase US$ 83 bilhões. A última oferta da Paramount, apresentada em 24 de fevereiro, foi de aproximadamente US$ 111 bilhões pela totalidade da Warner Bros., incluindo seus canais de TV a cabo.

‘O Mandaloriano e Grogu’: Disney teme que novo filme da saga seja um fracasso

O universo Star Warsfinalmente se prepara para retornar às telonas com o lançamento de ‘O Mandaloriano e Grogu’. Entretanto, apesar do fenômeno global da série no streaming, a Disney demonstra incerteza sobre como o público reagirá à transição da dupla para o cinema.

De acordo com o World of Reel, existem “preocupações internas” de que o longa possa não atingir as expectativas. O sinal de alerta teria acendido após a exibição de um comercial durante o Super Bowl que, segundo fontes, foi considerado “estranho e pouco empolgante”, falhando em gerar o engajamento esperado pela equipe de marketing.

A reportagem descreve o filme como um “ponto de interrogação” para o estúdio. O principal receio é que, por ser baseado em uma série do Disney+, o longa não seja percebido pelo público geral como uma “proposta cinematográfica” imperdível.

Apesar das dúvidas, há um ponto positivo: o orçamento. Com um custo de produção de US$ 166 milhões, este é um dos filmes mais baratos da história recente deStar Wars, o que aumenta consideravelmente as chances de gerar lucro, mesmo com uma bilheteria mais modesta.

Enquanto monitora o futuro de ‘O Mandaloriano e Grogu’, a Disney demonstra um entusiasmo muito maior com o projeto seguinte da saga, programado para o próximo ano.

Star Wars: Starfighter’, dirigido por Shawn Levy (‘Deadpool & Wolverine’), tem sido apontado internamente como o filme que realmente deve reconquistar os fãs. Fontes que tiveram acesso a trechos da produção elogiaram o material, destacando a atuação de Ryan Gosling no papel principal.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.

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Jon Favreau, criador da série de sucesso ‘The Mandalorian‘, é responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Dave Filoni (‘Ahsoka’).

Além de Pedro Pascal (‘The Last of Us’), o elenco ainda conta com Sigourney Weaver (‘Aliens, o Resgate’) como Ward, líder dos Adelphi Rangers da Nova República; Jeremy Allen White (‘O Urso’) como Rotta the Hutt, filho do Jabba the Hutt; e Jonny Coyne (‘O Vingador Tóxico’) como o Senhor da Guerra Imperial.

‘Na Mira do Júri’: 2ª temporada ganha trailer e data de estreia no Prime Video!

Na Mira do Júri, a série de comédia que ganhou destaque ao colocar uma pessoa comum no centro de um julgamento falso, retorna em breve com novos episódios.

Prime Video divulgou hoje (26) o trailer oficial da 2ª temporada, aproveitando para anunciar a estreia do próximo ciclo: 20 de março.

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Inspirada em clássicos dos anos 80, comoClube dos Cafajestes e Clube dos Pilantras, a trama acompanha uma pequena empresa em um retiro corporativo, onde a verdadeira pessoa desprevenida será desafiada quando um “Golias” surgir inesperadamente, conforme fontes revelaram.

Para manter a integridade da premissa, a seleção do elenco e a produção da nova temporada aconteceu de forma sigilosa.

A maioria da equipe criativa da série deve retornar. A primeira temporada foi produzida por David Bernad, Lee Eisenberg, Ruben Fleischer, Nicholas Hatton, Cody Heller, Todd Schulman, Gene Stupnitsky, Jake Szymanski e Andrew Weinberg.

Eisenberg e Stupnitsky foram os co-criadores da série, Heller atuou como showrunner, e Szymanski foi o diretor.

Adam Rose é escalado para o elenco do drama ‘Behemoth!’, da Searchlight Pictures

Segundo o Deadline, o ator e influencer Adam Rose (‘Feliz Natal e Tal!’) foi escalado para o elenco do drama Behemoth!’, da Searchlight Pictures.

Rose se junta aos previamente confirmados Pedro PascalOlivia WildeEva VictorMatthew LillardMargarita LevievaAlexa SwintonErik Griffin.

Will Arnett também faz parte do elenco, tendo substituído David Harbour (que deixou o projeto por motivos pessoais).

O filme é escrito e dirigido por Tony Gilroy (‘Andor’).

Os detalhes do enredo ainda são mantidos sob sigilo, mas Gilroy já adiantou em entrevistas que o filme gira em torno de um violoncelista — sugerindo uma narrativa possivelmente intimista com nuances psicológicas e dramáticas, marca registrada do cineasta.

A produção começou em outubro do ano passado, em Los Angeles, com mais detalhes sobre a estreia a serem divulgados em breve.

Gilroy também assina a produção ao lado de Sanne Wohlenberg (‘Chernobyl’, ‘Andor’).

Sidney Prescott em Pânico 7: Quando o terror encontra o trauma que nunca morre

Enfim, chegou o aguardado sétimo capítulo da franquia criada por Kevin Williamson que mudou completamente o universo dos filmes de terror. Em cartaz nos cinemas de todo o brasileiro, Pânico 7 apresenta aquela fórmula que já conhecemos, na qual psicopatas mal intencionados vestem a icônica máscara Ghostface – inspirado na pintura O Grito, de Edvard Munch – perfilando assassinatos brutais em busca de seus objetivos.

Após uma ausência sentida pelo fãs no último filme da franquia, Pânico 7 abre alas para o retorno, como protagonista, de uma das mais lendárias ‘final girls’ da história do cinema: Sidney Prescott (Neve Campbell) – um símbolo de resistência psicológica e força feminina, cuja complexidade se amplia a cada vez que surge na tela.

Essa é uma das personagens mais intrigantes e resilientes do terror moderno. Em meio ao caos que acompanha sua vida – marcada por acontecimentos trágicos e perdas irreparáveis –, a cada nova página de sua história ela precisa lidar com o recomeçar: uma estrada repleta de obstáculos, consumida por dúvidas que surgem a todo instante, sobre tudo e todos.

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Em Pânico 7, a personagem – interpretada pela canadense Neve Campbell desde sua primeira aparição, há 30 anos – está em mais um início de ciclo. Agora estabelecida como dona de uma cafeteria, mãe de duas meninas, sendo uma delas a aborrecente Tatum (Isabel May), e casada com o confiável Mark (Joel McHale), o xerife da cidade. Mesmo na aparente calmaria, ela nunca deixou de ter um plano B para qualquer situação caótica que possa aparecer em sua frente.

Ao longo do filme – vamos tentar fugir dos spoilers ao máximo – percebemos mais características sendo adicionadas a essa heroína que, ao longo do tempo, conseguiu se jogar a uma maturidade adquirida após intensas tempestades sangrentas. Sem baixar a guarda e sempre avançando em direção ao confronto, ela abraça com todas as forças a missão de ressignificar a própria identidade, utilizando o trauma como um trampolim doloroso, porém necessário, para se reconstruir.

Todas essas características mencionadas transformam a personagem em uma das mais complexas da história de filmes que se tornaram franquias no cinema. Um alguém que vai ao encontro do arquétipo do medo coletivo – usando, muitas vezes, a inteligência –, reduzindo a distância entre personagem e espectador e chegando em algo que humaniza diante das realidades difíceis que se apresentam.

Sidney Prescott pode ser considerada uma personagem que se entrelaça no reflexo de muitas histórias na realidade – guardadas as devidas proporções. Uma mulher corajosa que se reconstrói em meio ao caos, lapidada por adversidades, e que não desiste de buscar novos caminhos para dias felizes, mesmo quando o terror encontra seus traumas.

Veja abaixo parte da entrevista de Renato Marafon, editor-chefe do Cinepop, com a atriz Neve Campbell:

Pânico 7 está em cartaz nos cinemas! Corre pra ver!

Kevin Williamson celebra lançamento de ‘Pânico 7’: “Significa mais para mim do que posso expressar”

O roteirista e agora diretor Kevin Williamson, mente por trás da criação da franquia Pânico, usou suas redes sociais para celebrar a estreia do mais novo capítulo da saga.

Nas redes sociais, Williamson relembrou sua trajetória desde o primeiro filme, dirigido pelo lendário Wes Craven há quase 30 anos.

Confira o emocionante depoimento do cineasta e siga o CinePOP no Youtube:

“Meu amor por filmes de terror está comigo desde que me lembro. Crescendo, eles não eram apenas entretenimento, eram minha fuga, minha paixão, minha vida. Eles me colocaram no caminho de contador de histórias, o que me levou a escrever o primeiro Pânico tão lindamente dirigido pelo grande Wes Craven há quase 30 anos.

Ficar atrás das câmeras neste filme foi uma experiência profundamente pessoal. Ter Neve Campbell de volta como sua icônica Sidney Prescott foi especialmente significativo para mim. Sidney sempre foi o coração dessa história, resiliente, corajosa e ferozmente humana. Ver Neve personificá-la novamente com tanta força e graça foi um lembrete poderoso do porquê essa personagem perdurou por três décadas.

Todo o elenco e equipe se dedicaram a este filme. Queríamos criar algo que fosse fiel ao que Pânico sempre foi: suspense, emocional e assustador. Sou infinitamente grato por três décadas de paixão, lealdade, debates, revisões e teorias. Você manteve essa franquia viva de maneiras que eu nunca poderia imaginar.

Ao entrar nos cinemas, tenho um pedido sincero: sem spoilers! Por favor, proteja a experiência para todos. Obrigado por 30 anos de amor. Significa mais para mim do que posso expressar”.

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes Criativas com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Pânico 7’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Última temporada de ‘Outlander’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer legendado da 8ª (e última) temporada de ‘Outlander‘, aclamado drama de época estrelado por Caitriona BalfeSam Heughan.

O ciclo final chegará ao catálogo brasileiro do serviço de streaming no dia 7 de março – um dia após a estreia no território norte-americano.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também conta com Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Jogos Olímpicos de Inverno: 10 filmes ou séries sobre esportes gelados!

Neste mês de fevereiro de 2026, tivemos a disputa do XXV Jogos Olímpicos de Inverno realizado nas cidades italianas de Milão e de Cortina d’Ampezzo. Nosso país foi muito bem representado e inclusive já garantimos nossa primeira medalha na história – e logo a de ouro – com o atleta de esqui Lucas Pinheiro Braathen. Para você que curtiu o evento, mas sempre tá pensando em filmes ou séries, segue abaixo uma lista de histórias ambientadas nesses esportes gelados:

 

Boa sorte, Argelia

Na trama, conhecemos os sócios de uma empresa que fabrica esquis artesanais, Sam (Sami Bouajila) e Stéphane (Franck Gastambide). Eles conseguem segurar a empresa como podem e dependem de uma grande exposição da marca em uma grande competição para atrair mídia e mais clientes. Só que isso acaba não acontecendo. Assim, Stéphane, um grande esquiador francês do passado, tem uma ideia inusitada: que Sam se inscreva em competições de alto nível na modalidade esqui cross-country, representando a Argélia – já que Sam é descendente de argelinos. Não acreditando no sucesso da ideia, Sam fica receoso, mas acaba topando, mexendo com as emoções de toda sua família.

 

Untold: Crime e Infrações (Netflix)

No catálogo da Netflix, Untold: Crime e Infrações, mistura ação no gelo e máfia, mostrando um jovem cria um time de hóquei na cidade onde mora, causando um verdadeiro alvoroço em todos os jogos dessa equipe.

 

Voando Alto

Dirigido pelo cineasta Dexter Fletcher, lançado no ano de 2016, em Voando Alto conhecemos a curiosa história de um homem que busca uma vaga na equipe de saltos no jogos de inverno de 1988 e conta com a ajuda de um ex-atleta, que estava longe dos esportes.

 

Sol de Inverno (Looke)

Numa das 14.125 ilhas geladas do Japão, encontramos três personagens que, através de um objetivo, passam por reflexões sobre a própria vida. Um garoto chamado Takuya (Keitatsu Koshiyama) pratica Hockey mas se fascina pela patinação artística e, com a ajuda de seu professor e ex-atleta Arakawa (Sousuke Ikematsu), começa a treinar junto de Sakura (Kiara Takanashi), uma garota prodígio desse esporte, para uma competição em duplas. Mas algo entre as alegrias, imaturidade e olhares curiosos viram obstáculos no forte vínculo criado.

 

Eu, Tonya (Adrenalina Pura)

Dirigido pelo talentoso australiano Craig Gillespie (do inesquecível A Garota Ideal), Eu, Tonya é, acima de tudo, um filme sobre oportunidades desperdiçadas, moldadas por uma formação familiar disfuncional, na qual personalidade e inocência imatura se entrelaçam nas consequências da vida. Baseado em fatos reais, o longa retrata um escândalo que chamou enorme atenção da mídia.

 

Nós Somos os Campeões (Disney Plus)

Lançado 31 anos atrás, e buscando popularizar um esporte que não vemos muito por aqui no Brasil, o Hockey, chegou aos cinemas o emocionante e divertido filme Nós Somos os Campeões. A base da história, que veríamos mais desenrolares em outros dois filmes em sequência, gira em torno de um amargurado ex-atleta, agora advogado, que precisa cumprir serviço comunitário após um incidente, fato que o leva a seu o treinador de uma talentosa equipe juvenil de Hockey.

 

Fenômeno no Gelo: Hóquei na Guerra Fria (Netflix)

Por meio de depoimentos de nomes que marcaram a história dos esportes norte-americanos, chegou este ano ao catálogo da Netflix um filme que volta no tempo para mostrar um feito histórico feito por um time de hóquei.

 

Jamaica Abaixo de Zero (Disney Plus)

Como se esquecer desse filme tão querido por todos nós que assistíamos a sessão da tarde? Em Jamaica Abaixo de Zero, acompanhamos a história de quatro jamaicanos que tem um sonho: competir nos Jogos Olímpicos de Inverno em um modalidade bastante perigosa.

 

Rivalidade Ardente (HBO MAX)

Uma das séries que provavelmente será uma das sensações deste ano, em Rivalidade Ardente acompanhamos duas estrelas do hóquei que mantém um relacionamento escondido.

 

Desafio no Gelo (Disney Plus)

Dirigido pelo cineasta norte-americano Gavin O’Connor, em Desafio no Gelo acompanhamos a história de um treinador e seu time prestes a realizar um feito inédito, em plena guerra fria.

‘Iron Lung’: Terror independente que virou FENÔMENO nos EUA ganha data de estreia no Brasil

A Paris Filmes finalmente anunciou quando o terror ‘Iron Lung‘, adaptação do popular jogo homônimo, será lançado no Brasil.

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 12 de março.

Escrito, dirigido, produzido e estrelado pelo YouTuber Mark ‘Markiplier’ Fischbach, o filme se tornou um fenômeno de bilheteria nos EUA – arrecadando um total de US$ 34.9 milhões.

Para termos de comparação, a produção independente superou lançamentos de grandes estúdios no país, como ‘Primata‘ (US$25.6M), ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ (US$25.1M) e ‘Justiça Artificial‘ (US$24.3M).

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama segue Simon, um condenado enviado para explorar o oceano de sangue a bordo do submarino SM-8, confrontando o evento que dizimou todas as estrelas do universo e mergulhou a humanidade na escuridão.

O elenco ainda inclui Caroline Rose Kaplan, Troy Baker (a voz de Joel em ‘The Last of Us‘ e Booker DeWitt em ‘BioShock Infinite‘) e Elsie Lovelock, tornando o filme um verdadeiro crossover entre o mundo dos videogames e o cinema de terror.

Desenvolvido por David Szymanski, o jogo foi lançado em 2022 e recebeu críticas bem positivas por conta da narrativa original e da jogabilidade capaz de levar os jogadores aos limites da adrenalina.

Eles são o Momento! 11 Astros de Hollywood com Mais Blockbusters em 2026!

Diversos analistas da indústria do cinema apontam que 2026 será o melhor ano em termos de arrecadação da retomada do pós-pandemia. A verdade é que podemos dividir diversos segmentos das mais variadas indústrias entre antes e depois da pandemia. E o cinema foi um dos mercados mais afetados.

É sabido que a frequência das salas exibidoras caiu bastante, ainda mais se levarmos em conta o advento dos streamings – a maior parte da população simplesmente não vai mais ao cinema como antes. Mas isso irá mudar este ano, é o que prometem estudos de mercado, já que 2026 possui grande potencial com grandes títulos atrativos. São pelo menos 10 filmes que flertam com a bilheteria astronômica de US$1 bilhão mundial. O recorde nesse sentido foi o ano de 2019, em que nove filmes atingiram a marca.

À frente destes variados projetos, temos os nomes de grandes astros e estrelas de Hollywood. Mas não apenas isso, porque alguns destes nomes famosos têm engatilhados não apenas um, mas alguns títulos que prometem dar o que falar nos próximos doze meses. Abaixo iremos conhecer quais são os atores de Hollywood com mais blockbusters badalados para o ano de 2026. Confira.

11 | Jason Momoa

O grandalhão Jason Momoa não é estranho a bilheterias gordas, pois tem em seu currículo o primeiro ‘Aquaman’ (2018), que atingiu US$1 bilhão mundial. Esse ano, ele já lançou o filme da Amazon ‘Dupla Perigosa’, que fez muito sucesso na plataforma. Seu próximo lançamento será como anti-herói Lobo no filme da ‘Supergirl’, o próximo passo de sucesso da DC. Mas não apenas isso, Momoa também será o animalesco Blanka na nova versão de ‘Street Fighter’. Finalizando, ele retornará como Duncan Idaho em ‘Duna: Parte 3’ em dezembro – o filme com o maior potencial de arrecadação dos três. Ah sim, ainda existe mais um adendo, a comédia de censura alta ‘Animal Friends’, no qual dará voz a um urso.

10 | Emily Blunt

Depois de ter chamado atenção com seu desempenho no drama ‘The Smashing Machine: Coração de Lutador’, a inglesa Emily Blunt volta em 2026 com duas grandes produções, que certamente darão o que falar. A primeira, é claro, é a sequência ‘O Diabo Veste Prada 2’, que continua a história do querido filme de comédia e drama de 2006. Muitos podem não prestar atenção no longa, mas ele promete fazer enorme sucesso nas telonas. Depois, Blunt será a protagonista de ‘Dia D, nova superprodução de Steven Spielberg sobre uma invasão alienígena. E quando você ouve Spielberg e alienígenas, sabe que a coisa vai ser grande.

09 | Colman Domingo

Ainda desconhecido para o grande público, Colman Domingo é um ator duas vezes indicado ao Oscar. Quem sabe este será o ano em que todos irão aprender de vez quem ele é. Domingo é aquele tipo de ator que vemos em filmes, mas não sabemos o nome. Em 2026 ele também faz parte do elenco de ‘Dia D’, de Steven Spielberg, em papel de destaque. No entanto, antes disso, ele viverá um dos maiores vilões do ano, ninguém menos que Joe Jackson, o pai do ícone pop Michael Jackson, na biografia musical ‘Michael, que promete sacudir as coisas na primeira parte do ano, e o qual muitos especialistas acreditam que será a primeira do gênero a bater US$1 bilhão.

08 | Anne Hathaway

Por falar em Emily Blunt e ‘O Diabo Veste Prada 2’, não poderíamos deixar Anne Hathaway de fora desta, afinal ela é a verdadeira protagonista destes filmes. É claro que a atriz e sua Andy Sachs serão mais uma vez a alma do novo longa. Mas a estrela ainda tem “um filminho” guardado na manga, um tal de ‘A Odisseia’, a nova superprodução de Christopher Nolan – o diretor mais badalado da atualidade. No filme, que promete ser um dos maiores do meio do ano, Hathaway vive Penelope, a esposa à espera do guerreiro Odisseu. Mas não são apenas estes dois que Hathway irá apresentar, ela também está presente em ‘Flowervale Street’, produzido por J. J. Abrams, sobre dinossauros em uma vizinhança nos anos 80.

07 | Robert Pattinson

Enquanto Robert Pattinson não lança ‘Batman 2’, de Matt Reeves (o qual os fãs aguardam ansiosamente), o jovem ator aparece em dois dos blockbusters mais hypados de 2026. Assim como Anne Hathaway, ele também estará em ‘A Odisseia’, de Nolan, no papel de Antinous, principal pretendente da mãe de Penelope quando seu marido some. No fim do ano, ele será o vilão Scytale, que enfrentará Timothée Chalamet em ‘Duna: Parte 3’, de Denis Villeneuve. Ambos os filmes têm o potencial de serem os maiores do ano. Mas Pattinson ainda aparecerá em ‘O Drama’, filme de relacionamento com Zendaya, e em ‘Here Comes the Flood’, ao lado de Denzel Washington e Daisy Edgar-Jones, dirigido pelo nosso conterrâneo Fernando Meirelles, de ‘Cidade de Deus’.

06 | Dwayne Johnson

Dwayne Johnson não conquistou sua tão almejada estatueta do Oscar por ‘Smashing Machine’, aliás não conseguiu nem a indicação sequer. Mas a vida é assim mesmo, e ela precisa seguir. Assim, o grandalhão levantou, sacudiu a poeira e irá voltar aos blockbusters em 2026. Primeiro, viverá Maui pela terceira vez, agora em versão live-action, no remake com atores reais de ‘Moana’, que promete ser um dos maiores sucessos da Disney neste ano. Já mais para o fim de 2026, Johnson voltará ao papel do Dr. Smolder Bravestone, na muito aguardada terceira parte da franquia ‘Jumanji’, e quem sabe a última aventura nas telonas, pelo menos com este grupo. A marca é forte, e duas vezes quase atingiu US$1 bilhão. Com o descanso, quem sabe não é desta vez.

05 | Jack Black

Por falar em ‘Jumanji’, quem também faz parte do elenco é Jack Black, o humorista que vem se tornando o pé de coelho para franquias de sucesso. Tá certo que não funciona sempre, como foi o caso com o recente remake de ‘Anaconda’, estrelado também pelo nosso Selton Mello. No entanto, com ‘Um Filme Minecraft’ deu muito certo, e o longa chegou muito perto de US$1 bilhão – com uma continuação já programada para 2027. Antes disso e antes de ‘Jumanji 3’ também, Black dará voz novamente para o vilão Bowser na animação ‘Super Mario Galaxy’. Levando em conta que o primeiro filme bateu US$1 bilhão, espera-se que o segundo faça o mesmo, ou vá ainda mais longe.

04 | Anya Taylor-Joy

Agora chegamos a uma das meninas de ouro de Hollywood na atualidade. Anya Taylor-Joy foi revelada ao mundo com o terror ‘A Bruxa’, e este ano se prepara para estrelar uma nova série, o drama criminal ‘Lucky’, para a Apple TV+. Antes disso, ela voltará a ser alvo do vilão Bowser de Jack Black em ‘Super Mario Galaxy’, dublando novamente a protagonista feminina, a Princesa Peach. A animação deverá ser o blockbuster do início do ano. Mas no fim de 2026, a atriz retorna com ‘Duna: Parte 3’, no qual viverá a irmã mais nova do protagonista, Alia Atreides, vislumbrada no fim do segundo filme.

03 | Tom Holland

Todos os atores da lista possuem pelo menos dois grandes filmes em 2026 – que prometem fazer parte das maiores bilheterias do ano. O que acontece é que a maioria deles se encontram bastante separados um do outro, com meses de distância entre seus lançamentos. Mas não os de Tom Holland. Esse será o ano em que o jovem ator irá duelar contra si próprio em dois dos blockbusters mais hypados de julho. Ou seja, o sétimo mês do ano, promete ser o mês de Holland. Começamos com ‘A Odisseia’, de Nolan, no qual o ator vive Telemachus, o filho de Odisseu e Penelope, que tenta proteger a mãe de seus pretendentes. No fim do mesmo mês, ele viverá Peter Parker em seu quarto filme solo no MCU em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, primeiro blockbuster da Marvel em 2026.

02 | Florence Pugh

Bom, e se Tom Holland será o sr. Julho em 2026, enfrentando a si mesmo nas bilheterias do meio do ano, a loirinha Florence Pugh não sai por menos e poderá ser chamada de Srta. Dezembro, já que pode se tornar a cara do fenômeno que já vem sendo chamado de “Dunesday” – idealizado como o novo “Barbenheimer”. Dessa vez as superproduções que entrarão na dança, sendo lançadas no mesmo dia em dezembro são ‘Duna: Parte 3’ e ‘Vingadores: Doutor Destino’. E adivinhe, Pugh estrelará os dois. No primeiro, ela voltará como a Princesa Irulan, interesse romântico forçado do protagonista Timothée Chalamet. E no segundo, ela vive a herdeira da heroína Viúva Negra, Yelena Belova, a líder dos anti-heróis Thunderbolts, ou os Novos Vingadores.

01 | Zendaya

Em primeiríssimo lugar se encontra a jovem atriz que mais soube administrar sua carreira e dizer sim para os projetos que prometem se tornar alguns dos maiores filmes de 2026. Ela tem simplesmente três deles, diferentes de todos os demais artistas da lista. O ano começa para Zendaya com ‘O Drama’, um filme menor, mas no qual ela terá mais oportunidade de demonstrar seu talento – na veia de ‘Rivais’, por exemplo. Ah sim, ela também estrela a terceira e tão aguardada temporada de ‘Euphoria’, que contará com as voltas de Jacob Elordi e Sydney Sweeney – as duas novas sensações de Hollywood.

Assim como o companheiro da vida real Tom Holland, Zendaya também estará nos dois maiores blockbusters de julho – ‘A Odisseia’ e ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’. No primeiro, ela será a Deusa Athena e no segundo, retorna como MJ. Em dezembro, ela enfrentará os ‘Vingadores’ com ‘Duna: Parte 3, no qual viverá novamente a menosprezada Chani. Ah sim, e ano que vem ela será a filha de Shrek e Fiona, Felicia, no aguardado ‘Shrek 5’.

‘O Refúgio’: Filme de piratas estrelado por Karl Urban conquista 69% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

‘O Refúgio’, novo longa de piratas estrelado por Karl Urban e Priyanka Chopra Jonas, conquistou 69% de aprovação da crítica especializada, com base em 26 avaliações, e 74% de aprovação do público.

No geral, os críticos consideraram o filme eficiente e divertido, apesar de apontarem o roteiro como fraco e bem abaixo do épico ‘Piratas do Caribe’.

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Priyanka Chopra Jonas se entrega com entusiasmo ao tom novelesco de O refugio, mesmo que o filme não exija muito dela além de suas impressionantes cenas de ação e algumas tiradas afiadas. Ainda assim, há um certo fôlego cinematográfico na produção que talvez você não espere”, disse Owen Myers do Guardian.

“O produto final é tão reciclado que a experiência acaba se tornando inofensiva”, disse
M.N. Miller do FandomWire.

“O roteiro, assinado por Flowers e Joe Ballarini, é em grande parte enxuto, com uma eficiência notável, transformando-se rapidamente em um espetáculo de noventa minutos focado em cenas de luta extremamente tensas e sangrentas”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

“Este filme pega os conceitos e a trama que já vimos antes em outras produções e lhes dá um toque especial que mantém você grudado na tela até o fim”, disse Alex Maidy do
JoBlo’s.

“‘O refugio’ não é um filme de pirata ruim. Se for para comparar, como há tão pouca concorrência atualmente, ele provavelmente é ‘o melhor filme de pirata dos últimos anos’ por falta de opção. Mas isso acaba sendo um elogio fraco, ou talvez uma crítica disfarçada de elogio”, afirmou William Bibbiani do TheWrap.

“A abordagem de Flowers sobre o universo da pirataria tira o romantismo dos saqueadores dos mares e utiliza as duras condições sociais para construir piratas pelos quais um espectador atento pode torcer, sem culpa ou ressalvas”, disse Joshua Polanski do In Review Online.

‘O Refúgio’ está disponível no Prime Vídeo. 

Ambientado no século XIX, o longa acompanha uma mulher caribenha que tem seu passado secreto revelado quando sua ilha é invadida por bucaneiros cruéis. Sua paz é ameaçada quando a antiga tripulação da qual fez parte, agora liderada pelo personagem de Urban, finalmente a encontra.

Forçada a confrontar os fantasmas de sua vida anterior, ela precisará lutar para defender sua ilha e proteger as pessoas que ama.

The Bluff’ estreia no Prime Video em 25 de fevereiro.

SÓ DUBLADO? ‘Pânico 7’ estreia no interior de São Paulo sem ou com poucas sessões legendadas

Dublado ou legendado? Deveria ser uma opção, certo? No interior de São Paulo, algumas redes de cinemas só estão disponibilizando ‘Pânico 7‘ em sessões dubladas.

Eu, como crítico, prefiro assistir a versão legendada com o áudio original, mas muitas vezes, os filmes chegam nos cinemas somente com cópias dubladas.

Em um levantamento feito pela reportagem, nas cidades de Limeira e Araras, o filme só estava sendo exibido em versões dubladas.

Em Piracicaba e Rio Claro, ao menos uma sessão legendada foi inserida na programação.

Confira as sessões para essa sexta-feira, dia 27:

Grupo Cine Rio Claro – 3 sessões dubladas, 1 legendada

Cine Araras – Somente sessões dubladas

Centerplex Limeira – Somente sessões dubladas

Arcoplex Limeira – Somente Sessões Dubladas

CineAraúju Piracicaba – 5 Sessões dubladas e 1 legendada

A falta de opções no áudio original por vezes afasta o espectador que gostaria de ter uma escolha, não é?

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Após anunciar que ia comprar a Warner Bros., Netflix desiste e Paramount deve fechar acordo

A Netflix enviou um comunicado aos assinantes confirmando que estava comprando a Warner Bros. Discovery em dezembro, incluindo seus estúdios de cinema e televisão, HBO Max e HBO.

Porém, as negociações não vingaram. A Paramount Skydance está prestes a adquirir a Warner Bros. Discovery por completo, após uma tarde agitada em que a Netflix desistiu da disputa, apesar de ter chegado a um acordo em dezembro para adquirir a maior parte da WBD.

Na tarde de quinta-feira, a Netflix recusou formalmente aumentar sua oferta pela Warner Bros. Discovery depois que a WBD declarou que a última proposta da Paramount Skydance era “superior ” ao acordo que já tinha em mãos com a Netflix.

Segundo a Variety, os executivos da Warner Bros. Discovery falaram sobre a revitalização “impressionante” do estúdio de cinema, um “ano de reinício” para jogos e planos de cisão da Discovery Global Cable.

A decisão repentina da Netflix de desistir certamente chocará a indústria, pois a plataforma de streaming tinha quatro dias úteis, ou seja, até quarta-feira, 4 de março, às 23h59 (horário do leste dos EUA), para apresentar uma nova proposta e salvar o acordo com a WBD.

Para aumentar a surpresa, o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, esteve em Washington, D.C., na quinta-feira, tentando influenciar autoridades do governo Trump sobre o acordo, para o qual a Netflix já tinha um contrato de fusão em vigor, em meio à nova oferta da Paramount de US$ 31 por ação.

“A transação que negociamos teria criado valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória”, disseram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em um comunicado conjunto divulgado na quinta-feira, menos de duas horas após a Warner Bros. Discovery revelar a nova decisão de seu conselho. “No entanto, sempre fomos disciplinados e, pelo preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o negócio não é mais financeiramente atraente, então estamos recusando a oferta da Paramount Skydance. A Warner Bros. é uma organização de classe mundial e queremos agradecer a David Zaslav, Gunnar Wiedenfels, Bruce Campbell, Brad Singer e ao Conselho da WBD por conduzirem um processo justo e rigoroso. Acreditamos que teríamos sido bons administradores das marcas icônicas da Warner Bros. e que nosso acordo teria fortalecido a indústria do entretenimento, preservando e criando mais empregos de produção nos EUA. Mas essa transação sempre foi um ‘desejável’ pelo preço certo, não uma ‘obrigatória’ a qualquer preço.”

O comunicado prosseguiu:

“Os negócios da Netflix são saudáveis, fortes e estão crescendo organicamente, impulsionados por nosso catálogo e pelo serviço de streaming de primeira linha. Este ano, investiremos aproximadamente US$ 20 bilhões em filmes e séries de qualidade e expandiremos nossa oferta de entretenimento. Em consonância com nossa política de alocação de capital, também retomaremos nosso programa de recompra de ações. Continuaremos fazendo o que fazemos há mais de 20 anos como empresa de capital aberto: encantar nossos assinantes, expandir nossos negócios de forma lucrativa e gerar valor para os acionistas a longo prazo.”

O acordo com a Netflix, agora cancelado, que incluía a compra da Warner Bros. e da HBO Max, foi avaliado em quase US$ 83 bilhões. A última oferta da Paramount, apresentada em 24 de fevereiro, foi de aproximadamente US$ 111 bilhões pela totalidade da Warner Bros., incluindo seus canais de TV a cabo.

Em dezembro, a Netflix emitiu o comunicado:

Recentemente anunciamos que a Netflix está prestes a adquirir a Warner Bros., incluindo seus estúdios de filme e televisão, a HBO Max e a HBO. Isso representa a união do nosso serviço de entretenimento líder de mercado com as histórias icônicas da Warner Bros. Algumas das franquias mais amadas do mundo, como Harry Potter, Friends, The Big Bang Theory, Casablanca, Game of Thrones e o Universo DC, vão se juntar a Stranger Things, Wandinha, Round 6, Bridgerton e Guerreiras do K-Pop.

Crítica | All We Are Strangers: melodrama social à moda telenovela em meio à prosperidade de Singapura (Berlinale 2026)

Apresentado na mostra competitiva do Festival de Berlim, All We Are Strangers (Wo Men Bu Shi Mo Sheng Ren), de Anthony Chen, é um filme que abraça sem pudor o melodrama e constrói sua identidade nesse excesso, que é ao mesmo tempo sua maior força e sua principal limitação. Sua narrativa se organiza como uma novela, acompanhando personagens comuns presos a um ciclo de adversidades, onde cada pequeno avanço é rapidamente absorvido por um novo revés.

O filme se abre dentro de uma cozinha dessas que servem noodles em pequenos restaurantes populares. A câmera acompanha o corte dos alimentos, os vapores, os gestos repetidos de preparar comida para alimentar desconhecidos. Há algo de íntimo e ritualístico nesse início: nutrir o outro como ato de sobrevivência. Em paralelo, do outro lado da cidade, conhecemos um jovem casal. Ela, aplicada, sonha com o conservatório de música e a universidade; ele abandonou os estudos após o serviço militar e parece existir em suspenso, sem horizonte definido. Apesar das diferenças, estão unidos por uma paixão intensa, ainda imune à realidade material que os cerca.

No mesmo restaurante, há também uma mulher já madura que atende os clientes com exuberância: salto alto, minishort, energia expansiva. Mas, ao chegar em casa, a performance se dissolve. Morando de favor com o irmão mais novo e a cunhada, ela escuta, através das paredes, a impaciência de quem a tolera mais do que a acolhe. Sua presença é provisória, sua estabilidade, ilusória.

Assim somos apresentados aos quatro pilares da narrativa: o cozinheiro e pai solitário Boon Kiat (Andi Lim), homem de poucas palavras e rotina exaustiva; a mulher deslocada Bee Hwa (Yann Yann Yeo), cuja vitalidade pública contrasta com a precariedade íntima; o filho imaturo Junyang (Jia Ler Koh), ainda preso a uma adolescência prolongada; e a namorada Lydia (Regene Lim), cuja promessa de futuro será abruptamente interrompida. Após noites de intimidade, a gravidez surge não como escolha, mas como imposição. A mãe da jovem, profundamente religiosa, exige o casamento. A cerimônia, no entanto, cobra um preço alto de um pai que já vive no limite de sua subsistência.

O apartamento de dois quartos, antes ocupado por pai e filho, torna-se progressivamente superlotado. Anthony Chen concentra seu olhar nesses interiores comprimidos, onde a intimidade deixa de ser escolha e passa a ser consequência das circunstâncias. É nesses espaços que se revelam as fragilidades dos personagens, seus afetos hesitantes e a dificuldade de construir qualquer forma duradoura de estabilidade.

Entre Boon Kiat e Bee Hwa, constrói-se um vínculo silencioso, feito de gestos mínimos e reconhecimento mútuo. Não há romance explícito, mas uma forma de companhia que emerge da experiência compartilhada da solidão. Já Junyang, agora pai aos 19 anos, transita entre empregos precários até conseguir trabalho no mercado imobiliário, vendendo uma ideia de prosperidade que ele próprio jamais poderá acessar. Há uma ironia cruel nessa trajetória: tornar-se intermediário de um sonho que permanece fora de alcance.

O pano de fundo é uma Singapura próspera, verticalizada, organizada em torno de sua própria imagem de sucesso. Arranha-céus, transporte eficiente, bairros planejados — tudo parece projetar estabilidade. Mas o filme revela o custo humano invisível dessa prosperidade. Ao concentrar seu olhar em personagens periféricos, Anthony Chen expõe a fratura entre o mito do país-modelo e a realidade daqueles que vivem em constante estado de vulnerabilidade econômica. Ainda que o filme não transforme essa tensão em confronto direto, ela permanece como uma presença constante, moldando silenciosamente o destino de seus personagens.

Junyang encarna essa contradição de forma particular. Criado por um pai emocionalmente ausente pela necessidade de trabalhar, ele age por impulso, incapaz de antecipar as consequências de suas próprias escolhas. O filme demonstra certa indulgência em relação à sua imaturidade, enquanto são as mulheres ao seu redor que absorvem o impacto de suas falhas. Lydia aceita uma vida que não planejou, encontrando na maternidade uma forma ambígua de permanência. Bee Hwa, por sua vez, aceita vínculos incompletos em troca de alguma estabilidade emocional. 

A passagem do tempo é marcada menos por transformação do que por desgaste. O nascimento da criança, as mudanças de trabalho, o envelhecimento físico e emocional, tudo contribui para a sensação de que esses personagens estão presos a uma lógica de sobrevivência, não de progresso. Ainda assim, o filme preserva uma profunda empatia por suas limitações, recusando-se a julgá-los.

Em seu desfecho, ao som de Father and Son, de Cat Stevens, o filme encontra sua síntese emocional mais precisa. Sentado ao lado do próprio filho em um ônibus, Junyang ocupa agora o lugar que antes pertenceu ao progenitor. A música ecoa a herança invisível entre gerações, não apenas o afeto, mas também as limitações, os medos e as ausências. 

All We Are Strangers aspira a uma reflexão sobre legado, masculinidade e mobilidade social, mas sua verdadeira força reside na escala íntima. Ao abraçar o melodrama sem ironia, Anthony Chen se aproxima do excesso; e é justamente nele que o filme encontra sua verdade emocional. A vida, aqui, não é definida por grandes viradas, mas por uma sucessão contínua de pequenas resistências.

É cinema para quem é noveleiro, não no sentido pejorativo, mas na compreensão profunda de que a existência é feita de ciclos, de recaídas, de esperanças adiadas. No fim, permanece as perguntas que o filme busca responder: o que exatamente se transmite de pai para filho? E até que ponto o amor é suficiente quando o mundo ao redor exige muito mais do que afeto pode oferecer?

Assassino mascarado retorna no TEASER da sequência ‘Natureza Violenta 2’; Confira!

A sequência ‘Natureza Violenta 2‘ (In a Violent Nature 2), terror slasher focado na perspectiva do assassino mascarado, ganhou o primeiro teaser.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ry Barrett reprisa seu papel como Johnny, o vingativo morto-vivo que desperta após ter seu medalhão de ouro roubado.

Desta vez, o cenário de horror se desloca para um acampamento de verão. A trama acompanha um jovem campista excluído que é forçado a passar a noite com sua irmã, uma das conselheiras do local, e os amigos dela durante a festa de encerramento da temporada.

O elenco conta com nomes como Lucas Nguyen, Olivia Scriven, Laurie Babin, Fionn Laird, Donald MacLean Jr. e Evan Marsh.

A equipe criativa permanece liderada pelo roteirista Chris Nash, com produção de Peter Kuplowsky e Shannon Hanmer. Os fundadores da Charades prometem uma experiência ainda mais visceral que a original:

“É um filme movido por uma nova visão, com mais mortes, mais sangue e, esperamos, ainda mais icônico”, afirmaram Carole Baraton, Pierre Mazars e Yohann Comte.

O produtor Peter Kuplowsky destacou a parceria de longa data com a Charades e antecipou o tom da sequência:

“Estamos entusiasmados que eles continuem apreciando nossas delícias sangrentas do gênero. Além disso, com esta sequência, os fãs podem esperar um aumento exponencial da velha ultraviolência, com um gancho distinto, mas ainda em colisão com as tradições clássicas dos slashers”, concluiu.

Chris Nash retornará à direção.

Em ‘Natureza Violenta‘, quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Park Chan-wook presidirá o júri de Cannes 2026 e faz história como primeiro sul-coreano na função

O aclamado cineasta sul-coreano Park Chan-wook foi anunciado nesta quinta-feira (26) como presidente do júri da competição oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado entre os dias 12 e 23 de maio de 2026, na França. Ele se torna o primeiro diretor sul-coreano a liderar o júri principal do evento, um marco histórico para o cinema do país.

Park mantém uma relação histórica com o festival, onde venceu o Grand Prix com Oldboy – Dias de Vingança (2003) e o prêmio de Melhor Diretor por Decisão de Partir (2022), consolidando-se como um dos autores mais prestigiados da Croisette. O diretor sul-coreano e os jurados escolherão o sucessor de Foi Um Simples Acidente, vencedor de 2025 da Palma de Ouro entregue pela atriz Juliette Binoche ao cineasta iraniano Jafar Panahi

É importante destacar que o também consagrado diretor Bong Joon-ho já havia atuado como presidente do júri da Caméra d’Or em 2011 — prêmio dedicado ao melhor primeiro filme do festival —, mas nunca comandou o júri da competição principal, embora seja, até hoje, o único sul-coreano vencedor da Palma de Ouro, por Parasita (2019).

Diretor vive grande fase com ‘A Única Saída

Em paralelo à nomeação histórica, Park Chan-wook lançou em janeiro nos cinemas brasileiros A Única Saída, seu mais novo thriller satírico. O longa explora a obsessão pelo sucesso, o ego masculino e os efeitos corrosivos da sociedade capitalista e ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza 2025

Lee Byung-hun em A Única Saída

Sua filmografia é marcada por clássicos modernos como Lady Vingança (2005), além de obras como Eu Sou um Cyborg, e Daí? (2006) e A Criada (2016). Sua obra é frequentemente comparada à de mestres como Alfred Hitchcock, cuja influência é visível em sua abordagem visual e temática, marcada por obsessões psicológicas, tensão erótica e dilemas morais complexos.

Brasil pode marcar presença no júri

Com a escolha de Park Chan-wook, cresce também a expectativa sobre a composição do júri, e existe a possibilidade de uma presença brasileira entre os jurados, com o ator e diretor Wagner Moura surgindo como um nome forte nos bastidores.

Nos últimos anos, o Brasil tem ampliado sua presença em grandes júris internacionais. O cineasta Kleber Mendonça Filho integrou o júri da competição oficial de Cannes em 2021, após conquistar o Prêmio do Júri em Cannes com Bacurau (2019).

Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026
Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026

Já a atriz Fernanda Torres participou do júri do Festival de Veneza no ano passado, após o reconhecimento internacional de sua atuação em Ainda Estou Aqui (2024), premiado na edição anterior do evento. Ainda no final do ano passado, Karim Aïnouz foi integrante do júri da 22ª edição do Festival de Marrakech, presidido exatamente por Bong Joon-ho.

Um dos grandes autores do cinema contemporâneo

A inventividade de Park Chan-wook, seu domínio visual e sua capacidade de capturar as múltiplas pulsões de mulheres e homens com destinos singulares proporcionaram ao cinema contemporâneo momentos verdadeiramente antológicos”, declararam Iris Knobloch, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, delegado-geral do evento em release enviado à imprensa. 

 “Estamos entusiasmados em celebrar seu imenso talento e, de forma mais ampla, esse cinema poderoso de um país profundamente conectado aos questionamentos do nosso tempo.”, encerram os elogios ao cineasta de 62 anos. 

Este é o primeiro grande anúncio da 79ª edição do Festival de Cannes, que deve revelar alguns dos principais filmes do próximo circuito de premiações, a exemplo de O Agente Secreto, Valor Sentimental e Anora. A seleção oficial, composta normalmente por cerca de 22 filmes, será anunciada em meados de abril.

 

‘Pânico 7’: Atriz lamenta ausência de Melissa Barrera e Jenna Ortega no novo longa

Jasmin Savoy Brown, estrela de Pânico 7’, comentou recentemente sobre o novo capítulo da franquia e não escondeu a saudade de suas ex-colegas de elenco, Melissa Barrera e Jenna Ortega.

As atrizes, que interpretaram as irmãs Sam e Tara Carpenter, deixaram a produção após polêmicas de bastidores.

Conforme o GamesRadar, Jasmin reforçou o vínculo que une o elenco principal, carinhosamente apelidado pelos fãs de “Core Four”:

“Melissa, Jenna, Mason Gooding e eu continuamos próximos; somos realmente bons amigos. Nós nos amamos, apoiamos o trabalho uns dos outros”, revelou a atriz.

Apesar das ausências, Jasmin celebrou o seu retorno como Mindy Meeks-Martin, destacando a importância social da personagem:

“Claro que sentimos falta delas, porque crescemos juntas dentro dessa franquia, e sou muito grata por estar de volta, porque Mindy significa muito para mim.  Interpretar uma personagem negra e queer em uma franquia como essa… representatividade importa, e tenho orgulho de poder interpretar Mindy”, concluiu.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’, segundo o Rotten Tomatoes

A saída das protagonistas abalou a produção de Pânico 7’ em 2023. Melissa Barrera foi demitida pela produtora Spyglass Media Group após publicações em apoio à Palestina (as quais a empresa classificou como antissemitismo).

Pouco depois, Jenna Ortega também deixou o projeto, citando conflitos de agenda.

Sobre a possibilidade de um reencontro, Jasmin mantém a esperança:
“Espero que um dia, mesmo que seja daqui a 20 anos, o Core Four se reúna novamente nas telas”, afirmou, referindo-se ao grupo formado por Mindy, seu irmão gêmeo Chad, Sam e Tara.

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes Criativas com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Pânico 7’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

John Lithgow admite temor ao assumir o papel de Dumbledore em nova série de ‘Harry Potter’

John Lithgow, o veterano ator escolhido para dar vida ao icônico Albus Dumbledore na nova adaptação de Harry Potter para a HBO, revelou que encara o desafio com uma mistura de entusiasmo e apreensão.

Em entrevista à VogueLithgow detalhou as exigências técnicas que tornam o trabalho exaustivo, brincando sobre a complexidade da produção:

“Tem a maquiagem, o cabelo, figurinos de 10 quilos, sapatos de salto alto e jornadas de trabalho muito, muito longas”, explicou. Entre risos, ele completou: “Espero conseguir chegar à festa de encerramento”.

Apesar do cansaço, o ator elogiou o ambiente criado pela showrunner Francesca Gardiner. Segundo ele, os bastidores contam com cerca de 200 jovens talentos que estão vivenciando “o melhor colégio preparatório possível” enquanto filmam a saga.

Lithgow também comentou o clima de tensão que cerca a série, devido às declarações de J.K. Rowling acusadas de transfobia. O ator confessou ter sido pego de surpresa pela intensidade das reações negativas:

“Passo grande parte da minha vida alheio às coisas”, disse ele, sugerindo que sua neutralidade inicial pode ter decepcionado quem o via como um aliado direto em questões de gênero. No entanto, ele reforçou seu compromisso com a obra: “No fim das contas, estou trabalhando em um projeto baseado em um cânone literário notável, que significou muito para milhões de pessoas.”

‘Harry Potter’: Ator não binário DETONA John Lithgow por aceitar interpretar Dumbledore

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

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‘Melania’: Produtor se manifesta sobre pedido de Paul Thomas Anderson e Jonny Greenwood para remoção de música

Marc Beckman, produtor do documentárioMelania, manifestou-se recentemente após o cineasta Paul Thomas Anderson e o músico Jonny Greenwood (guitarrista do Radiohead) solicitarem formalmente a remoção de uma faixa da trilha sonora do longa.

A música em questão faz parte da trilha do filme ‘Trama Fantasma’ (2017), composta por Greenwood e dirigida por Anderson.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Beckman lamentou o distanciamento da dupla e reforçou que a decisão parece ter motivações ideológicas.

Fã confesso do trabalho dos artistas, Beckman expressou sua decepção com o veto, especialmente por considerar que a música se encaixava perfeitamente na narrativa:

“É engraçado, o Radiohead é uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Eles terem se manifestado publicamente para se distanciar de nós é apenas um reflexo deste momento infeliz em que vivemos”, afirmou o produtor.

“Fizemos um filme bonito que não entra em questões políticas. A música naquele momento era tão perfeita que, sinceramente, fiquei emocionado por poder usá-la”, acrescentou.

Beckman ainda reiterou que, apesar da frustração, não guardará rancores profissionais: “Se eles estão tentando se distanciar por razões políticas, é lamentável. Mas, honestamente, continuarei sendo fã e ouvindo suas músicas todos os dias”.

O pedido de remoção foi feito diretamente à Amazon MGM Studios, responsável pela produção do documentário sobre a esposa de Donald Trump.

‘Melania’: Paul Thomas Anderson e Jonny Greenwood pedem remoção de música do documentário sobre a esposa de Donald Trump

‘Melania’: Rotten Tomatoes nega manipulação em aprovação de 99% do documentário sobre esposa de Donald Trump

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

‘Madame Teia 2’ não vai acontecer; Sony anuncia reboot do universo ‘Homem-Aranha’ com outros atores

Madame Teia 2‘ não vai acontecer. O primeiro filme foi um fracasso, e arrecadou US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais. Resultado? O Aranhaverso da Sony vai ganhar um reboot, e novos atores vão viver os conhecidos personagens.

O presidente e CEO da Sony Pictures, Tom Rothman, confirmou que o estúdio está planejando uma “reinicialização completa” do universo expandido do Homem-Aranha.

Rothman foi questionado por Matt Belloni no podcast The Town e afirmou que o Aranhaverso vai ser reiniciado com novos atores.

Outros filmes do universo expandido do Homem-Aranha tiveram desempenhos variados: Morbius’ (US$ 167,4 milhões), ‘Venom’ (US$ 856 milhões), ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (US$ 506 milhões) e ‘Venom 3: A Última Rodada’ (US$ 456,9 milhões).  

Em entrevista ao Los Angeles Times, atriz Dakota Johnson foi direta ao abordar o fracasso do filme: “Não foi minha culpa”.

“Hoje em dia, muitas decisões criativas são tomadas por comitê, ou por pessoas que não têm uma gota de criatividade no corpo. É muito difícil fazer arte assim, ou até mesmo algo divertido. Infelizmente, Madame Teia começou sendo uma coisa e acabou virando outra. Eu só fui levada pela maré. Mas isso acontece. Filmes de grande orçamento fracassam o tempo todo”, acrescentou.

Ela ainda reforçou que não guarda ressentimentos: “Não estou traumatizada com isso. Não existe nenhuma parte de mim que diga: ‘Nunca mais vou fazer esse tipo de filme’. Já fiz até produções pequenas que não deram certo. E daí?”.

Madame Teia’ está disponível para streaming no Prime Video.

Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Lisa Kudrow está de VOLTA no trailer da 3ª e última temporada de ‘The Comeback’

HBO Max divulgou o trailer oficial da 3ª e última temporada da aclamada comédia The Comeback, estrelada por Lisa Kudrow (‘Friends’).

O ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 22 de março na plataforma de streaming.

Confira:

Os novos episódios contam com Dan Bucatinsky, Laura Silverman, Damian Young, Tim Bagley, Matt Cook, Jack O’Brien, Ella Stiller, John Early, Barry Shabaka Henley, Abbi Jacobson, Tony Macht, Brittany O’Grady, Zane PhillipsJulian Stern e Andrew Scott para março de 2026.

A série foi criada por KudrowMichael Patrick King.

A trama acompanha Valerie Cherish, uma atriz de sitcom em declínio dos anos 90 que tenta reviver sua carreira concordando em estrelar um reality show sobre sua vida, que está sendo filmado enquanto ela também assume um papel coadjuvante em uma nova sitcom.