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Lucy Liu, de ‘As Panteras’, será a vilã Kalypso em ‘Shazam! 2’

A aguardada sequência ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ ganhou uma nova adição em seu elenco.

Lucy Liu, de ‘As Panteras‘ e ‘Kill Bill‘, viverá a poderosa vilã Kalypso. A informação foi revelada pela Variety.

A personagem é irmã de Hespera – que será vivida por Helen Mirren – e filha do Deus Atlas.

Atlas é de fato um personagem da história da DC Comics (assim como do mito grego), carregando o peso dos céus em suas costas.

Shazam: Fúria dos Deuses‘ estreia em junho de 2023.

Recentemente, Zachary Levy compartilhou em seu perfil do Instagram o primeiro pôster da sequência.

Confira:

Em entrevista à Backstory Magazine, Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Invasão Secreta’: Samuel L. Jackson retorna com novo visual do Nick Fury em foto da série do Disney+

Samuel L. Jackson surge como o Nick Fury na primeira imagem oficial de ‘Invasão Secreta’.

Confira:

O produtor Jonathan Schwartz conversou com o The Direct e revelou que a série estrelada por Emilia Clarke (‘Game of Thrones’) não será uma cópia exata do material original.

Assim como nos quadrinhos, a adaptação vai girar em torno de uma investigação sobre alienígenas Skrulls que se infiltraram na Terra e estão assumindo posições de prestígio no governo e até mesmo dentro do universo dos heróis.

No entanto, o cineasta disse que:

“Acho que, como todas as nossas adaptações, definitivamente não é uma cópia exata dos quadrinhos. Embora tenhamos pesquisado muito antes de começar o projeto, ele caminha com as próprias pernas, de acordo com o que faz mais sentido para o MCU. Acho que é literalmente tudo o que posso dizer, no momento. Vamos deixar o segredo da Invasão Secreta bem guardado, por enquanto.”

Ainda é incerto qual será o papel Clarke na produção, mas vale lembrar que Christopher McDonald, conhecido por seu trabalho em ‘Happy Gilmore‘ e ‘O Gigante de Ferro‘, também fora confirmado na produção.

Com previsão de estreia para 2022, ‘Invasão Secreta’ também conta com Ben MendelsohnOlivia ColmanKingsley Ben-Adir também fazem parte do elenco.

 

Boneco revela o NOVO VISUAL do ‘Pantera Negra’ em ‘Wakanda para Sempre’

Um Funko POP acaba de revelar como será o visual do novo ou da nova Pantera Negra em ‘Wakanda Para Sempre‘. Até então, os trailers só mostraram um vislumbre de costas e da mão.

Confira:

Wakanda para Sempre‘ será o filme mais longo da Fase 4 do MCU.

De acordo com o Comic Book, uma listagem disponível no site dos cinemas Cineplex diz que a sequência dirigida por Ryan Coogler tem 2h 41 minutos.

Além disso, caso a duração seja essa mesmo, ‘Pantera Negra 2′ será o filme mais longo do Universo Cinematográfico da Marvel fora da franquia ‘Vingadores’.

Atualmente, o título mais longo entre os filmes ‘solo’ é ‘Eternos‘ (Chloé Zhao), com 2h 36 minutos, cinco minutos a menos do que o tempo de execução de ‘Wakanda para Sempre’.

Embora esse tempo de duração ainda não tenha sido confirmado pelos representantes da Marvel ou da Disney (pois os ingressos ainda não foram colocados à venda), é algo que faz sentido, considerando a abordagem que a continuação terá em torno da ausência de Chadwick Boseman.

Recentemente, Letitia Wright afirmou que o filme é dedicado à memória e ao legado de do astro, que morreu em agosto de 2020 após uma batalha contra o câncer.

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, ela garantiu que cada cena foi feita a fim de deixar Boseman orgulhoso, caso estivesse vivo.

“Sinto que, para mim, é uma bela contribuição para o legado de Chadwick. Sinto que é uma carta de amor para ele. Eu sei que todos os dias que fui ao set, concentrei minha energia em cada cena para dedicar a ele. Eu queria dedicar excelência a este filme para que ele possa se orgulhar”, ela disse.

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Lupita Nyong’o, Angela Bassett, Tenoch Huerta, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Com R$ 206 milhões, ‘Barbie’ é a 6ª maior bilheteria da HISTÓRIA no Brasil

Barbie‘ continua trilhando sua jornada se sucesso nos cinemas, e já levou mais de 11 milhões de pessoas às salas de cinema nacionais e arrecadou mais de 206 milhões de reais em bilheteria.

Barbie‘ continua encantando o público e quebrando recordes de bilheteria ao redor do mundo.

No Brasil, o filme ultrapassou ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e se tornou a 6ª maior bilheteria da história no Brasil.

Confira o Top 10 de maiores bilheterias no Brasil:

  1. Vingadores: Ultimato – R$ 353 milhões
  2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – R$ 322 milhões
  3. O Rei Leão (2019) – R$ 287 milhões
  4. Vingadores: Guerra Infinita – R$ 259 milhões
  5. Avatar 2: O Caminho da Água – R$ 239 milhões
  6. Barbie – R$ 206 milhões
  7. Vingadores: Era de Ultron – R$ 187 milhões
  8. Minha Mãe É uma Peça 3 – R$ 175 milhões
  9. Coringa – R$ 156 milhões
  10. Capitã Marvel – R$ 153 milhões

Nos EUA, longa ultrapassou a animação ‘Super Mario Bros. – O Filme‘ e se tornou a maior bilheteria do ano.

O filme estrelado por Margot Robbie alcançou uma marca impressionante de arrecadação de US$ 575,4 milhões nas telonas norte-americanas, superando os US$ 574,3 milhões do filme do Mario.

Enquanto ‘Barbie’ reivindicou o título de maior bilheteria nos Estados Unidos, as atenções agora se voltam para as bilheterias globais, onde a expectativa é de que a adaptação da boneca da Mattel também ultrapasse ‘Super Mario Bros.‘ muito em breve.

De acordo com dados do Box Office Mojo, ‘Barbie‘ já arrecadou impressionantes US$ 1,286 bilhão mundialmente até o momento, enquanto o filme do famoso personagem da Nintendo acumulou US$ 1,359 bilhão.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

George R.R. Martin revela como nova série derivada é DIFERENTE de ‘Game of Thrones’

George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, usou seu blog para compartilhar novidades sobre a próxima série derivada de ‘Game of Thrones’, ‘A Knight of the Seven Kingdoms’ (O Cavaleiro dos Sete Reinos – tradução livre).

Martin destaca que a nova série terá um tom e ritmo distintos das produções anteriores: “Será bem mais curta que ‘Game of Thrones’ ou ‘A Casa do Dragão’, com um tom bem diferente… mas ainda é Westeros, então ninguém está realmente seguro”.

O autor revela que a maioria do elenco já foi escolhida e que a primeira leitura do roteiro foi bastante positiva: “Me contaram que eles acabaram de fazer a primeira leitura de roteiro e foi ótimo”.

Martin também explicou que a primeira temporada estreia no próximo ano, adaptando o conto “O Cavaleiro Andante”. “O espetáculo fará sua estreia no ano que vem… e se der certo, ‘A Espada Jurada’ e ‘O Cavaleiro Misterioso’ seguirão”.

Ele ainda reitera seu compromisso em concluir “Os Ventos do Inverno” antes de se dedicar a outros projetos: “Até lá, espero ter terminado mais algumas histórias de Dunk & Egg (sim, depois que eu terminar OS VENTOS DO INVERNO)”.

Para finalizar, o autor compartilhou um vídeo do ator Dexter Sol Ansell raspando a cabeça para interpretar Egg, o escudeiro de Sor Duncan.

Dexter Sol Ansell (Egg) getting his head shaved ahead of Dunk and Egg filming!
byu/shad0wqueenxx inHouseOfTheDragon

Há algumas semanas, a HBO confirmou Peter Claffey (‘Wreck’) e Dexter Sol Ansell (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) como protagonistas de ‘Knight of the Seven Kingdoms: The Hedge Knight’, série derivada de ‘Game of Thrones’.

Infelizmente, não foram revelados maiores detalhes sobre o desenvolvimento.

Confira a sinopse:

“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.”

George R.R. Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.

A produção está programada para estrear no segundo semestre de 2025.

Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será lançada oficialmente no dia 16 de junho.

Confira os trailers:

 

  

 

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’ tem a MELHOR estreia do ano no Brasil

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ teve a melhor estreia do ano no Brasil.

O filme abriu em primeiro nas bilheterias no Brasil com público de 860 mil pessoas – é mais que ‘As Marvels‘ (420 mil) e menos que ‘Deadpool e Wolverine‘ (2 milhões).

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Capitão América – Admirável mundo novo19.893.000
2Ainda estou aqui2.815.000
3Mufasa – O rei leão1.947.000
4Conclave1.293.000
5Bridget Jones – Louca pelo garoto1.085.000
6Acompanhante perfeita903.000
7Sonic 3 – O filme627.000
8O Auto da Compadecida 2552.000
9O homem do saco480.000
10Chico Bento e a goiabeira maraviosa415.000

 

A aventura da Marvel da Disney voou para o primeiro lugar nos EUA com US$ 88,5 milhões no fim de semana tradicional e US$ 100 milhões no feriado do Dia dos Presidentes na segunda-feira. Para comparação, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ abriu com US$ 104 milhões em seus três primeiros dias.

Para termos de comparação, os números representam a quarta maior estreia da história para o feriado do Dia do Presidente, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), ‘Deadpool‘ (US$152M) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$120M).

No mercado internacional, o filme fez US$ 92,4 milhões em 52 países – levando a abertura mundial para US$ 192,4 milhões.

O valor também é US$ 40 milhões mais baixo que a abertura global do terceiro filme do Homem-Formiga, que fez US$ 238,3 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana.

Apesar do desempenho, o novo filme do Capitão América recebeu uma nota B- do público no CinemaScore – o que representa a avaliação mais baixa de todo o MCU. Os três primeiros filmes da franquia obtiveram uma média A-.

Para termos de comparação, fracassos do estúdio, como ‘Eternos‘, ‘As Marvels‘ e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, receberam uma nota B dos espectadores.

Com 51% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Com 52% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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CineMATO em Cuiabá – Programação dessa sexta-feira, 3 de julho, tem ‘Perto do Sol é Mais Claro’ – com Reginaldo Faria

Confira a programação dessa sexta-feira, dia 3 de Julho, para o 23º Festival de Cinema de Cuiabá – CINEMATO:

19h MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA

MEMÓRIAS COM VISTA PRO MAR
RJ . 2025 . Ficção . 20’ . 10anos

RESSONÂNCIA
RN . 2025 . Ficção . 20’ . Livre

CANÇÃO IMIGRANTE
RS . 2025 . Não-Ficção . 17’. Livre

20h MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA

PERTO DO SOL É MAIS CLARO
RJ . 2025 . Ficção . 108’ . Livre

Na trama, Reginaldo Faria interpreta Rêgi, um engenheiro carioca de 85 anos que enfrenta o luto após a perda da esposa. Em uma rotina solitária, ele encontra apoio nos filhos enquanto tenta ressignificar a vida por meio da escrita de um livro, abrindo-se também à possibilidade de um novo amor.

O longa-metragem vem sendo destaque em prestigiadas mostras da indústria: além de integrar a programação do Festival de Cinema Brasileiro de Paris – onde concorre ao prêmio máximo –, conquistou os troféus de Melhor Ator e Melhor Trilha Sonora no Los Angeles Brazilian Film Festival. Em 2025, o intérprete do protagonista ainda foi homenageado durante o Festival do Rio por sua consagrada trajetória artística.

Perto do Sol é Mais Claro

Com o tema “Migração – Mobilidade Humana e Mudanças Climáticas”, o CINEMATO apresenta uma programação composta por 67 filmes brasileiros, distribuídas entre as mostras Competitiva, Documenta Brasil, Cinema Paradiso, Cinema Escola e as sessões especiais Olhar de Estreia, Queimada Cuiabana, Melhor Idade e Homenagem. As produções selecionadas dialogam com questões ligadas ao pertencimento, aos deslocamentos humanos, às transformações ambientais e à diversidade cultural e territorial, evidenciando a riqueza estética do cinema brasileiro contemporâneo.

Luis Borges e Dira Paes

Serviço

Festival de Cinema de Cuiabá – CINEMATO

De 29 de junho a 5 de julho de 2026

Entrada gratuita

Mais informações e programação completa: festivalcinemato.com.br

Instagram: @festivalcinemato

Crítica 2 | Homens, Mulheres e Filhos

Somos feitos de milhões de moléculas que nos guiam em nossa formação física mas também racional, essa última, em relação a toda uma sociedade deveras enlatada numa caixinha de atum. O novo projeto do ótimo diretor Jason Reitman (Amor sem Escalas), mostra diversos conflitos familiares provocados pela era da comunicação virtual, além de vestir a camisa como crítica escancarada aos valores conservadores de uma América doente, perdida em um medieval comodismo exagerado.

02

Na trama, acompanhamos alguns personagens, homens, mulheres e jovens, que possuem características distantes mas que passam por grandes conflitos existenciais. A mãe que controla a vida da filha, a outra mãe que deseja que sua única filha seja famosa, um casal com problemas de sexo no casamento, um estudante e destaque no futebol americano que se isola do mundo quando a mãe abandona a família. Toda a angústia e aflições desses personagens são escancarados pela câmera de Reitman.

Somos ou não somos importantes aos olhos da velha hipocrisia de uma sociedade falida em seu modo de pensar? Homens, Mulheres e Filhos funciona quando buscamos a complexidade/profundidade em cada uma das histórias apresentadas. Os personagens procuram fazer com que o público enxergue problemas de uma comunidade sem créditos de novos modos de pensar. As relações familiares, o clímax de tudo que acontece na fita, são a interseção de todos os acontecimentos que somos testemunhas. O roteiro possui inflexões que deixam maçante alguns desdobramentos mas no geral é um trabalho interessante que assistimos.

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Ao melhor estilo Beleza Americana, Homens, Mulheres e Filhos deve agradar parte do público, principalmente aquele espectador que goste de grandes debates sobre o modo de pensar da sociedade. Esse é um filme indicado para professores de diversas cadeiras passarem em suas aulas. Há muitos debates interessantes e temas que devem ser explorados.

10 séries de HUMOR PENSANTE

Buscando captar conexões com reflexões através de um mar criativo guiados pela comédia, algumas produções seriadas vem ganhando cada vez mais destaque no universo dos streamings. Seja por uma crise existencial, por ganchos oriundos de problemas no trabalho ou mesmo explorando uma quase nova guerra mundial, algumas dessas obras buscam um olhar com um enorme contexto para gerar debates sobre a sociedade. Pensando em alguns desses seriados, segue abaixo uma lista:

 

O Estúdio (Apple Tv+)

Com tudo para ser considerada uma das melhores séries de comédia do ano, O Estúdio nos leva até a história um homem que vira o novo diretor de um poderoso estúdio de cinema. De forma satírica e até mesmo metendo o dedo em várias polêmicas que circulam pelo mundo da sétima arte esse projeto é um golaço que deve ganhar alguns prêmios na próxima temporada de premiações.

 

Whiskey on the Rocks (Disney Plus)

Pincelando as ironias da geopolítica com um episódio absurdo que aconteceu durante o período de guerra fria, a brilhante minissérie sueca Whiskey on the Rocks – pouquíssimo divulgada aqui no Brasil – usa sem abusar da sátira nos levando para um registro histórico que ficou perto de colocar em linhas de combate os Estados Unidos e a ex-União Soviética (URSS).

 

O Faz Nada (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Manuel (Luis Brandoni), um renomado e experiente crítico gastronômico que vive seus dias em um confortável apartamento na cidade que ama, Buenos Aires. Sua vida sempre foi uma série de dependências dos outros, seja em casa com a empregada Celsa (María Rosa Fugazot), seja na necessidade de pedir empréstimos aos amigos e comer de graça nos melhores restaurantes da cidade. Sua rotina muda drasticamente quando Celsa morre e Manuel precisa encontrar uma outra pessoa para ajudá-lo no dia a dia, assim ele chega até a imigrante paraguaia Antonia (Majo Cabrera), uma jovem que o ajudará a mudar a maneira como vive sua vida. Em paralelo a chegada de Antonia, Manuel precisa entregar seu novo livro à editora e irá pedir uma ajuda ao grande amigo Vincent Parisi (Robert De Niro).

 

Amor Platônico (Apple Tv+)

A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade. Mostrando que é possível fazer rir e refletir de forma madura, trazendo paralelos interessantíssimos com a realidade, Amor Platônico é mais um achado da Apple tv Plus que vem se consolidando como uma mina de ouro para quem gosta de séries com alta qualidade e altamente envolventes.

 

Meu Querido Zelador (Disney Plus)

O egocentrismo do desequilíbrio. Explorando conflitos de um enigmático protagonista que mora faz mais de 30 anos em um prédio onde é o zelador durante todo esse tempo, o seriado argentino Meu Querido Zelador nos leva para uma jornada com paradas na psicologia, na sociologia, onde assistimos um metódico modo de pensar egoísta entrar em descontrole.

 

Reboot (Disney Plus)

As redescobertas da vida com toques de humor. Chegou (e já foi cancelado) um seriado que por meio de sua proposta de metalinguagem nos leva a reflexões sobre o antes e depois de algumas pessoas que trabalham no universo de um seriado que ganhou uma nova chance após 20 anos. Camuflado de comédia, o projeto é um poderoso drama que aborda conflitos diversos que caminham na imaturidade das relações humanas. Criado por Steven Levitan, um dos criadores do sucesso Modern Family, Reboot é uma aula de abordagem à temas tabus de forma leve e inteligente.

 

Maravilhosa Sra. Maisel (Prime Video)

As descobertas empolgantes de uma vida maravilhosa. Em 2017, a Prime Video lançou em seu catálogo um seriado maravilhoso com altas doses de humor abordando as mudanças abruptas da vida de uma dona de casa que se descobre uma tremenda humorista.

 

Hacks (MAX)

Na trama conhecemos a enrolada roteirista Ava (Hannah Einbinder) que após um relativo sucesso no underground da comédia de Los Angeles, fica marcada como carta fora do baralho depois que um tweet seu viraliza negativamente. Precisando recomeçar, ela busca ajuda de seu agente, Jimmy (Paul W. Downs), em busca de um trabalho que a possa sustentar. Ele acaba conseguindo uma vaga de redatora para os shows da comediante de sucesso Deborah Vance (Jean Smart). Assim, Ava embarca rumo à Las Vegas, junto com sua mala cheia de problemas emocionais, um coração partido de um recente término com a namorada, para tentar conquistar a atenção da super estrela do stand up comedy que também passa por momentos difíceis na vida.

 

Ted Lasso (Apple Tv+)

Na trama conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.

 

Rick and Morty (Max)

Criada a partir de uma paródia animada em curta-metragem do clássico filme De Volta Para o Futuro produzida para o festival de cinema Channel 101, Rick and Morty nos mostra as aventuras de um cientista/físico louco, Rick, avô do tímido e curioso Marty. Ambos vivem com o restante da família: Jerry (o pai de Morty), Summer (a irmã) e Beth (a mãe de Morty e filha de Rick). A dupla viaja por interdimensões, vão para outros planetas, sempre em uma nova aventura provocada por algum problema existencial do cotidiano deles.

 

 

10 Grandes FLOPS do Cinema que Completam 30 Anos em 2020

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 30 Anos em 2020.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 30 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 30 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 30 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

Crítica | Linda de Morrer

Linda de Morrer‘ não se trata de um desastre absoluto, mas com frequência se aproxima bastante desta condição. Os realizadores parecem estar satisfeitos em realizar uma obra que apresente nenhuma sensibilidade, em todos os sentidos da palavra. Caracterizações pífias, humor risível e uma narrativa que anda cambaleando são os aspectos que mais se sobressaem no filme, para o imenso desgosto do espectador. Este é o tipo de filme que te faz, como brasileiro, não rir ou aproveitar um filme, mas sim se questionar: o que estamos fazendo com o nosso cinema?

Nada contra comédias, longe de mim. Eu mesmo sou um grande fã de Chaplin, mas se for fazer uma comédia, faça-a com competência, pensando-a e realizando-a de uma maneira extensiva e articulada. Não recorra abordagens e tratamentos que são rasteiros e desonestos de forma conveniente e preguiçosa.

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Por conta dessa pobreza de pensamento no filme, no final da projeção me encontrava um pouco triste e preocupado com o nosso cinema. Já sei que, enquanto filmes bastante ambiciosos e comprometidos com a arte como ‘O Som ao Redor‘ (Kleber Mendonça filho, 2013) e ‘Sangue Azul‘ (Líriro Ferreira, 2015) não ficaram em cartaz por mais de duas semanas e com salas nunca lotadas, ‘Linda de Morrer‘ ficará por pelo menos um mês (pela média Globo Filmes). Mudanças precisam ser feitas. Está se privilegiando a mediocridade, em todos os sentidos, em vez da inovação e do cinema bem feito (importante ressaltar que este filme foi beneficiado com o fundo setorial do audiovisual, ao mesmo tempo que é coproduzido pela Globo Filmes e distribuído pela 20th Century Fox).

A narrativa é a de Paula (Glória Pires), que criou uma espécie de comprimido que elimina celulites. Ela resolve se automedicar, e acaba falecendo em razão de um efeito colateral do produto, a clássica história de redenção post mortem. Obviamente, não há nenhuma análise ou discussão sobre a indústria da saúde ou sobre a vaidade e a repulsa ao envelhecimento no século XXI, o filme se limita a um ou dois diálogos bestinhas em relação a isso. Nos primeiros minutos, uma grande falha no roteiro ajuda a aumentar ainda mais o afastamento e descrença do espectador.

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A grande questão do roteiro, a de que o remédio tem efeitos colaterais que causam a morte é incrivelmente implausível. Como alguém, em sã consciência, pode ter deixado isto passar? E, por acaso, neste universo ficcional que se assemelha muito ao Brasil, não há ninguém que regule medicamentos? Alguém pode simplesmente lançar um medicamento que tenha como efeito colateral a morte com tanta facilidade assim? Essas são questões que surgiram no decorrer do filme e que enfraquecem e muito a credibilidade do filme para com o espectador. É difícil acreditar nesta história.

As caracterizações são as mais pedestres possíveis: a mãe que é viciada em trabalho, a adolescente excêntrica que não é entendida e a empregada alívio cômico sempre atrapalhada são exemplos. Junto com os diálogos pavorosos que quase nunca contém contrações e são mal articulados, onde se predomina o “onde você está?” ao invés do “onde cê tá?” (mas sério, quem é que fala assim? Ainda mais numa conversa informal…), este filme consegue trazer níveis de vergonha alheia altíssimos, de forma que esta sensação é a que predomina.

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Uma das coisas que mais me chamaram atenção no longa foi um comprometimento insano com o “ritmo”, chegando-se até a atropelar o tempo que uma cena exige para que se troque os planos de uma maneira que soa aleatória. O comprometimento com esse ideário de ritmo é preocupante, a ideia de que não se pode manter um plano por um determinado tempo senão o espectador irá “enjoar”, ainda mais vindo de um país que não tem tanta pressão para se realizar um filme comercial. Em um momento, chega-se a comprimir o fechar de uma porta, que duraria três ou quatro segundos, no máximo, para que se torne mais rápido, numa concepção irracional de montagem. Os planos não são mantidos por mais de dois segundos e isso compromete ainda mais os já despedaçados ritmo cômico e tensão das cenas, além de chamar atenção para a montagem de uma forma ruim, para o que os realizadores almejaram, soando como um videoclipe de duas horas.

‘UglyDolls’: Animação estrelada por Kelly Clarkson ganha trailer divertido; Assista!

A Diamond Films Brasil divulgou o trailer legendado da animação ‘UglyDolls‘, estrelada pela Kelly Clarkson.

Confira:

Dirigido por Kelly Asbury (‘Shrek 2‘), os personagens do filme são baseados em uma linha de brinquedos de pelúcia.

A trama se passa em Uglyville, e gira em torno de Moxy (Clarkson), enquanto ela e os seus amigos descobrem o que significa ser diferente.

O Hulu fechou um acordo exclusivo com os produtores, e está desenvolvendo uma série baseada no filme. O serviço de streaming encomendou 26 episódios, e também comprou os direitos exclusivos do longa, que passará para o seu catálogo após a exibição nos cinemas.

Janelle Monáe, Nick Jonas, Emma Roberts, Gabriel Iglesias, Wanda Sykes, Blake Shelton, Pitbull e Leehom Wang completam o elenco.

UglyDolls‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio de 2019.

‘O Rei Leão’: IZA e Ícaro Silva cantam ‘Nesta Noite o Amor Chegou’ em novo vídeo

O live-action ‘O Rei Leão‘ ganhou um novo comercial, trazendo a canção clássica Nesta Noite o Amor Chegou, interpretada por IZA e Ícaro Silva.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

‘Run’: Série de comédia romântica de Phoebe Waller-Bridge ganha trailer COMPLETO

A HBO divulgou o trailer completo da série ‘Run‘, criada pela aclamada comediante Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag‘).

Confira:

‘Run’ acompanha Ruby Richardson (Merritt Wever) e Billy Johnson (Domhnall Gleeson), que são dois amigos de faculdade que acabam se reunindo para finalmente cumprir um antigo pacto. Entediada com sua vida no subúrbio, Ruby responde a mensagem de Billy, a palavra “RUN”, com a mesma resposta, dando início a uma promessa feita há 17 anos.

Nessa promessa, caso os dois respondessem a palavra “RUN”, ambos teriam que largar tudo para trás, para se encontrarem na Grand Central Station e fazer uma viagem juntos pela América.

Run‘ é uma co-criação de Waller-Bridge e Vicky Jones e estreia no dia 12 de abril na HBO.

‘WandaVision’: Artista divulga artes conceituais INCRÍVEIS da Feiticeira Escarlate; Confira!

Para celebrar a série ‘WandaVision‘, o artista Andy Park compartilhou suas melhores artes conceituais da Feiticeira Escarlate nas produções do MCU.

Confira:

 
 
 
 
 
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A série ‘WandaVision‘ estará disponível no catálogo da Disney+ a partir de 15 de janeiro de 2021.

O anúncio foi revelado em um vídeo de apenas 28 segundos, em que são mostradas as diferentes realidades em que Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão presentes.

Ao fundo também é possível ouvir risadas da plateia, evidenciando que a série também terá um lado humorístico… e um tanto sombrio.

Confira:

WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Confira o trailer nas versões legendada e dublada:

‘Mudança Mortal’: Terror com atriz de ‘Crepúsculo’ estreia na Netflix

A Netflix lançou oficialmente em seu catálogo o terror ‘Mudança Mortal‘ (Aftermath), estrelado pela Ashley Greene (‘Crepúsculo’).

Na trama, um casal em crise se muda para uma casa onde estranhos acontecimentos escondem a história sombria do lugar.

Confira o trailer:

Peter Winther é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Sharif Atkins, Britt Baron e Diana Hopper.

‘Ghost of Tsushima’: Adaptação do diretor de ‘John Wick’ contrata roteirista

De acordo com o Deadline, Takashi Doscher foi contratado para escrever o roteiro da adaptação ‘Ghost of Tsushima‘, baseada no homônimo jogo de ação e aventura.

Além de diversos curtas, Doscher foi responsável pelo roteiro de ‘Procurada‘ e ‘Still‘.

Confira a sinopse oficial:

“A trama vai girar torno do guerreiro samurai Jin Sakai, o último membro sobrevivente de seu clã, que deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro para travar uma guerra não convencional pela liberdade de Tsushima.”

A direção ficará por conta de Chad Stahelski, de ‘John Wick‘ e ‘Atômica‘.

O jogo recentemente cruzou um marco enorme de venda de mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho de 2020.

Peter Kang está supervisionando o projeto em nome do estúdio.

“Estamos entusiasmados com a parceria com Chad e 87Eleven Entertainment, para trazer sua visão da história de Jin para a tela grande. Adoramos trabalhar com parceiros criativos como Chad, que tem paixão por nossos jogos, garantindo que possamos criar adaptações ricas que irão entusiasmar nossos fãs e novos públicos.”, disse Asad Qizilbash, chefe da PlayStation Productions.

Ghost of Tsushima‘ vendeu mais de 2,4 milhões de unidades em todo o mundo nos primeiros 3 dias. O jogo foi um dos principais indicados para o Game Awards 2020 com várias indicações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Direção de Jogo, Melhor Narrativa e Melhor Performer para Daisuke Tsuji.

Elenco se reúne no cartaz da sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show’; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘.

Confira, com o trailer:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de janeiro.

Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis e Wilmer Valderrama farão participações especiais na produção, reprisando seus papéis na série original.

O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.

A nova série começará em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, serão responsáveis pelo roteiro e também servirão como produtores executivos.

Gregg Mettler será o showrunner da nova versão.

‘Stranger Things’: Produtor confirma que a 5ª temporada NÃO usará IA para rejuvenescer os atores

Em entrevista ao Deadline, o produtor executivo Shawn Levy confirmou que a produção de ‘Stranger Things‘ não fará uso de Inteligência Artificial para rejuvenescer os atores na 5ª temporada.

O produtor havia declarado que faria que eles podiam fazer a idade dos atores ser menos aparente no ciclo final, mas isso não se dará através de nenhuma assistência computadorizada.

“Não [usaremos Inteligência Artificial]. É impressionante como uma declaração minha pode ter ganhado uma repercussão tão fora da curva. A verdade é que nós sabemos o que estamos fazendo nesta série. Nosso elenco é brilhante. E os personagens que os Irmãos Duffers criaram são muito vívidos. Não estou preocupado com a capacidade deles de voltarem a dar vida aos seus personagens.”

Anteriormente, Levy revelou que adoraria assistir aos episódios finais da série nos cinemas: “Eu adoraria ver ‘Stranger Things’ nos cinemas. A série é magnificamente cinemática e o trabalho que os criadores estão fazendo é obviamente ambicioso e tão bem construído quanto qualquer filme. Eu adoraria finalizar a série da melhor forma possível. Se um lançamento nos cinemas puder fazer parte deste processo, isso me deixaria extremamente feliz.”

Ele completa, “No final do dia, como um espectador, eu só quero sentar no cinema e ter uma experiência incrível. Até quando eu estou dirigindo um projeto, fico imaginando como o público se sentirá assistindo as cenas.”

Lembrando que notícias recentes compartilhadas nas redes sociais do cinegrafista Jared revelam que a Netflix já está montando o cenário da última temporada da série em Atlanta, EUA.

Confira:

Embora a série esteja de volta aos trilhos, até o momento, ainda não há uma previsão exata de lançamento para a quinta temporada na Netflix. No entanto, vale ressaltar que o Sindicato dos Atores de Hollywood (SAG) ainda está em greve, ou seja, as gravações não poderão ser iniciadas.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Ator de ‘Andor’ se junta ao elenco de ‘Homem-Aranha Noir’, série estrelada por Nicolas Cage

De acordo com o Deadline, Abraham Popoola (‘Andor’) entrou para o elenco da série live-action ‘Homem-Aranha Noir‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

Em caráter regular, o ator interpretará um veterano da Primeira Guerra Mundial que está procurando por uma oportunidade de seguir em frente.

Lamorne Morris (‘New Girl’) e Li Jun Li (‘Babilônia’) também foram confirmados no elenco.

Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) estrelará como o herói titular, reprisando o seu papel do filme animado ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “A 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será responsável pela direção.

Como o projeto ainda está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Confira o teaser SINISTRO de ‘A Hora do Mal’, novo TERROR do diretor de ‘Noites Brutais’

A Warner Bros. divulgou o teaser legendado do terror ‘A Hora do Mal‘ (Weapons), próximo filme do aclamado cineasta Zach Cregger (‘Noites Brutais’).

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto.

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda contará com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

2ª temporada de ‘IT: Bem-Vindos A Derry’ já está em desenvolvimento!

De acordo com o The Hollywood Reporter, a segunda temporada de ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘ já está oficialmente em desenvolvimento.

Apesar da renovação ainda não ter sido anunciada pela HBO Max, o site afirma que o cocriador Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) já está trabalhando no próximo ciclo.

A continuidade do projeto não é uma surpresa, considerando o enorme sucesso da primeira temporada, que se tornou a terceira maior estreia da história do serviço de streaming.

Anteriormente, Muschietti (‘It: A Coisa’) havia explicado seu plano de três temporadas para série. Enquanto a primeira temporada foi ambientada em 1962 – vinte e sete anos antes dos eventos do primeiro filme –, os ciclos seguintes voltarão ainda mais no tempo (para 1935 e 1908, respectivamente), explorando diferentes eras de terror do Pennywise.

A experiência de time [do Pennywise] não é linear. Nós planejamos explicar melhor esta questão nas próximas duas temporadas, mas é basicamente esta a ideia que tivemos desde o começo [do desenvolvimento da série]. Falamos para o Stephen King que iríamos contar a história de traz pra frente, e tem a ver com isso. A Coisa está voltando no tempo de uma forma linear ou ela é onipresente? Como isso pode afetar a história que já conhecemos?”

Ele completa, “Vamos descobrir muitas coisas novas sobre isso. Vamos aprender mais sobre o Bob Gray e sobre sua filha Ingrid. A segunda temporada será ambientada em 1935, então a Ingrid teria em torno de 30 anos. Acredito que ela é uma personagem muito trágica. Ela é muito peculiar, pois é uma vítima, mas também uma antagonista. Ela foi levada a acreditar que seu pai ainda está nas sombras daquele monstro, e ela quer libertá-lo. Mas a única forma de vê-lo novamente é com essas armadilhas criadas através da dor, porque ela sabe que ele irá aparecer.”

‘IT – A Coisa’: Cena em que Pennywise DEVORA um bebê pode ser lançada em SUPERCUT que junta os dois filmes [EXCLUSIVO]

A primeira temporada completa está disponível na HBO Max.

 

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

IT: Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Escritor George R.R. Martin cria estúdio de cinema nos Estados Unidos

O escritor George R.R. Martin está ampliando sua atuação no meio cinematográfico. Segundo o jornal Albuquerque, o mestre por trás das ‘Crônicas de Gelo e Fogo’ e todo o universo de ‘Game of Thrones‘, lançou um projeto intitulado Stagecoach Foundation.

De acordo com a publicação, a iniciativa é um estúdio alocado em Santa Fé, Novo México, onde o escritor reside. Um prédio de 30 mil metros quadrados foi doado ao autor, para o escritório sem fins lucrativos e para a realização de produções. O espaço estará aberto para trabalhar tanto com grandes filmes hollywoodianos como com novos cineastas.

Segundo o prefeito da cidade de Santa Fé, Javier Gonzales, a presença do estúdio aumentará as chances de trazer mais novas produções para a cidade. Além disso, circula rumores de que os irmãos Joel e Ethan Coen, os cineastas por trás de ‘Fargo’ e ‘Onde Os Fracos Não Tem Vez’, estariam planejando usar o Stagecoach Foundation para um de seus próximos projetos.

Ainda não se sabe qual será o grau de envolvimento de Martin no estúdio, mas especula-se que com o novo espaço, o escritor venha a atrasar ainda mais a finalização do livro ‘The Winds of Winter’, a sexta continuação da saga de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’.

 

‘Lost’: Revival da série é “possível”

Lost’ foi uma das séries mais amadas dos anos 2000 e ainda que seu final tenha deixado a desejar para os fãs, o fascínio pela produção permanece latente.

E embora exista o desejo e até mesmo boatos de um revival da série de J.J. Abrams, nenhuma conversa oficial aconteceu.

Segundo a presidente da ABC, Channing Dungey, não existem planos concretos, mas a ideia não está fora da mesa, tão pouco seria impossível de se tornar real.

Durante a coletiva de imprensa do Television Critics Association, ela disse ao TVLine:

“Não tivemos nenhuma conversa oficial sobre isso. Esse assunto é algo que está naquela lista de ‘não seria incrível se nós…’, mas neste momento o revival se encontra apenas ali mesmo”.

‘Lost’ teve 118 episódios e foi originalmente transmitida entre 2004 e 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.

‘Guardiões da Galáxia 3’ ganha título de produção

Embora a produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ esteja sofrendo alguns entraves, mediante a saída de James Gunn da direção, a sequência já ganhou um título de produção provisório.

Segundo o Production Weekly, o longa recebeu o nome de ‘Hot Christmas’. Vale ressaltar que a escolha em questão é meramente estratégica para a execução dos trabalhos e não sugere nenhum detalhe ou revelação crucial em relação à trama.

E com o anúncio, os fãs mais curiosos e ansiosos poderão procurar detalhes e atualizações referentes ao andamento da produção.

A continuação segue sem diretor e sem a confirmação oficial de que o roteiro escrito por Gunn será genuinamente usado.

Crítica em Vídeo | ‘História de um Casamento’: Scarlett Johansson a caminho de uma indicação ao Oscar

Filme assistido durante o Festival Internacional de Toronto

A nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de conferir, com EXCLUSIVIDADE, o emocionante drama familiar História de um Casamento, estrelado por Scarlett Johansson e Adam Driver.

Mas será que a produção original da Netflix tem chances no Oscar? Seria essa a primeira indicação de ScarJo à estatueta? Confira sua análise, SEM SPOILERS, e descubra quais são as possibilidades do filme se dar bem na temporada de premiações!

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por  Noah Baumbach, que foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo drama ‘A Lula e a Baleia‘.

Crítica TIFF | História de um Casamento – A chance de Scarlett Johansson no Oscar 2020

A produção conta a história de um diretor de palco (Driver) e de sua esposa e atriz (Johansson), que lutam contra um penoso divórcio, que vai levá-los aos seus pontos mais extremos, tanto em termos pessoais como criativos.

O elenco ainda conta com Laura Dern, Ray Liotta, Merritt Wever e Alan Alda.

‘História de um Casamento’ estreia na Netflix no dia 6 de dezembro.

‘Red Notice’: Filme da Netflix com Gal Gadot ganha nova imagem dos bastidores; Confira!

A produção de ‘Red Notice‘, novo filme de ação da Netflix estrelado por Gal Gadot, Ryan Reynolds e Dwayne Johnson, ganhou uma nova imagem dos bastidores, que traz o trio de protagonistas em destaque.

A imagem, compartilhada por Gadot por meio de sua conta oficial do Instagram, traz o elenco recebendo alguns direcionamentos do diretor.

Na publicação, a atriz ainda aproveitou o registro para desejar um feliz aniversário a Reynolds, que completou 44 anos no último sábado (24).

Confira:

“Essa foto foi tirada enquanto Rawson Marshall Thurber fazia um grande discurso para o aniversário do Ryan Reynolds e antes disso, todos nós começamos a cantar canções de aniversário em hebreu, enquanto bebíamos gin e tequila…Bem, não exatamente…Infelizmente, eu não estou gravando hoje, mas pensei em mandar um grande abraço de forma bem elaborada para o aniversário de Ryan! Parabéns amigo”.

Recentemente,  Reynolds recorreu às redes sociais para mostrar como é o cenário do filme de grande orçamento, além de revelar os lugares incomuns para os quais sua mente vagueia quando deveria estar trabalhando.

Confira:

Na trama de ‘Red Notice‘ (Rawson Marshall Thurber), Dwayne Johnson interpreta um agente da Interpol que busca um ladrão internacional de obras de arte (Ryan Reynolds), conhecido por ser o mais procurado no mundo.  

A estreia acontece em 2021.

‘Noite Passada em Soho’: Suspense com Anya Taylor-Joy conquista 73% de aprovação no RT

O aguardado suspense ‘Noite Passada em Soho‘, estrelado por Anya Taylor-Joy, estreia nos cinemas nesta quinta-feira (28) e as primeiras avaliações da crítica especializada internacional já estão entre nós.

E abrindo com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu elogios pelas performances das atrizes Thomasin McKenzie e Taylor-Joy, bem como pela construção do terror.

De acordo com o consenso geral, “embora lute para manter seu impulso inicial emocionante, ‘Noite Passada em Soho’ mostra flashes de Edgar Wright em sua forma mais elegante e ambiciosa”. 

Confira as principais avaliações:

“Embora Wright não consiga sustentar a tensão durante a meia hora final, Noite Passada em Soho é cheia de prazeres sombrios”. – Moira MacDonald, Seattle Times

“Há muito o que gostar nas partes constituintes do Soho’, mas não há tempo suficiente para saborear genuinamente qualquer uma delas”. – Michael O’Sullivan, Washington Post

“Noite Passada em Soho é cheia de cor e escuridão, e sua mistura de passado e presente evoca uma das maiores cidades do mundo. Isso nunca para”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle

“Wright precisava tornar esse projeto realmente horrível ou exagerado. Fazer a coisa pela metade não é uma opção viável”. – Dwight Brown, National Newspaper Publishers Association

“Tirando algumas ideias que são simples, este é um filme de terror belamente feito que utiliza habilmente o talento assustador de suas jovens estrelas e atrai Wright para um capítulo novo e emocionante”. – Beth Webb, Empire Magazine

“McKenzie e Taylor-Joy são os dois lados da mesma moeda. Suas atuações são a melhor coisa sobre o filme, que é bom – mas não tão bom quanto poderia ter sido”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic

Confira o trailer:

Além de dirigir, Edgar Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Matt Smith. Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

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Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features

‘Ginny & Georgia’ lidera ranking de audiência da Nielsen com estreia da 3ª temporada

A nova temporada de ‘Ginny & Georgia‘ chegou com tudo. Com o lançamento da 3ª temporada em 5 de junho, a série da Netflix acumulou impressionantes 2,88 bilhões de minutos assistidos entre os dias 2 e 8 de junho, segundo dados da Nielsen. O desempenho garantiu à produção o primeiro lugar absoluto nas plataformas de streaming durante o período.

Embora a Nielsen não separe os dados por temporada, o relatório destaca que foi a quarta melhor semana de um título em 2025, atrás apenas da estreia da 2ª temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game), do retorno de ‘O Agente Noturno‘ e de outro fenômeno pontual.

Em segundo lugar, a surpresa da semana: ‘O Contador 2‘, que após sua breve passagem pelos cinemas, chegou ao Prime Video e acumulou 1,38 bilhão de minutos assistidos. É raro um filme figurar entre os cinco mais assistidos, já que séries naturalmente têm mais conteúdo e tempo total de exibição — o que torna esse feito ainda mais notável.

O sucesso da sequência também impulsionou o original ‘O Contador‘ (2016), que ficou em quinto lugar entre os filmes mais vistos da semana com 308 milhões de minutos somados entre Max e Prime Video.

Outros destaques da semana
Animal Kingdom‘, drama policial da TNT, ficou em terceiro lugar no ranking geral, com 1,1 bilhão de minutos assistidos.

Também da Netflix, as produções ‘Dept. Q‘ e ‘Até a Última Gota‘ ocuparam a quarta e quinta posições, respectivamente.

Love Island USA‘ retornou com tudo na estreia da 7ª temporada, garantindo 772 milhões de minutos assistidos e o oitavo lugar geral. A temporada vem quebrando recordes de audiência da versão americana do reality.

Já ‘Stranger Things‘ provou que ainda tem força: após o anúncio oficial das datas da temporada final, a série retornou ao ranking de originais com 441 milhões de minutos, mostrando o poder duradouro da franquia mesmo com longos hiatos.

Com sua mistura de drama familiar, humor ácido e mistério, Ginny & Georgia parece ter encontrado uma fórmula certeira para manter seu lugar entre os maiores sucessos da Netflix — e os números desta nova temporada só confirmam isso.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

RJ Cyler ainda tem ideias para uma sequência de ‘Power Rangers’

Power Rangers 2‘ ainda não foi confirmado oficialmente, mas isso não quer dizer que RJ Cyler, que viveu o Ranger Azul, não tenha ideias para a sequência.

Apesar da recepção morna, Cyler foi um dos pontos positivos do filme, de acordo com os críticos, e também teve boa aceitação pelo fãs. E enquanto muitos estão esperando a introdução do Ranger Verde, o ator quer mais é ver como seu personagem cresceria. Em entrevista a Inverse, ele contou:

“Billy definitivamente será o mesmo, mas ele ficará mais confortável porque agora tem amigos. Ele tem outras coisa a fazer além explodir coisas. Ele não tem apenas a ciência, agora tem Jason e Zack e Kimberly. No segundo filme, você definitivamente verá uma pessoa mais confiante e mais forte”

Esperamos ver mais do Ranger Azul no futuro próximo.

Para aqueles que tinham esperança, ‘Power Rangers 2‘ ainda pode acontecer, esclarece representante da Saban em declaração oficial, negando que estejam descartando uma possível sequência para o filme.

“A franquia continua tão forte e entusiasmada quanto ao seu futuro como sempre esteve. Power Rangers continua a ser proprietária e renovar centenas de registros de marcas em todo o mundo, inclusive para o filme de 2017. O processo de registro de marca é muito matizado; e o status não tem influência sobre a nossa propriedade ou os planos futuros para Power Rangers “.

‘Power Rangers’ deixou vários ganchos para uma continuação, incluindo um possível retorno para a Rita Repulsa de Elizabeth Banks e a introdução de Tommy como o Ranger Verde. Será que ainda vai acontecer?

Leia mais informações sobre o cancelamento da continuação:

 

Recentemente, o diretor Dean Israelite afirmou que ainda haviam – poucas – esperanças para o filme acontecer.

“Isso não depende de mim, mas eu sei que a Lionsgate e Saban estavam conversando sobre isso seriamente, buscando uma forma de levar o projeto adiante”.

Lord Zedd seria o vilão de ‘Power Rangers 2’ – saiba mais!

‘Power Rangers 2’ pode ser CANCELADO após fracasso nas bilheterias 

Crítica | Power Rangers

 

 

‘Os Incríveis 2’: Otaviano Costa e Evaristo Costa jogam o jogo do banquinho do Raul Gil

A animação da Disney/Pixar‘Os Incríveis 2’, teve quatro nomes anunciados na dublagem nacional: Otaviano Costa, Evaristo Costa, Flávia Alessandra e o apresentador Raul Gil.

Ambos dublarão o outro time de super-heróis que irá ajudar a família Pêra. Para comemorar, eles participaram do famosos “jogo do banquinho”, do programado do Raul Gil. Assista:

De acordo com novas previsões, a sequência da Pixar, ‘Os Incríveis 2‘, pode se tornar a maior abertura da história da empresa de animação. As informações são do THR.

A animação deve arrecadar em torno de US$ 140 milhões no seu primeiro fim de semana, batendo assim o número de ‘Procurando Dory’, atual recordista, com US$ 135 milhões. Além disso, o número também é o dobro da estreia do filme original, de 2004, que fez “apenas” US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

‘Os Incríveis 2’ tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

Titanic 108 anos | Curiosidades sobre o naufrágio mais famoso da história

O acidente naval mais famoso da história completa 108 anos na madrugada desta terça para quarta. Uma história de amor impossível em meio ao naufrágio encantou o mundo e conquistou nada menos que 11 Oscars. Além de lançar a carreira de Leonardo DiCaprio rumo ao estrelato, o filme atiçou a curiosidade de muita gente acerca do que havia realmente acontecido com o gigante de aço da White Star Line, e até hoje o barco segue navegando pela imaginação das pessoas. Neste aniversário, o CinePOP separou algumas curiosidades sobre o caso.

O Navio está se desintegrando

Habitando o fundo do Oceano Atlântico, próximo ao Canadá, há exatos 108 anos, o Titanic começou a se deteriorar. Enquanto parte do navio está em boas condições, o setor que comportava os alojamentos dos oficiais da tripulação, incluindo a cabine do capitão, está sofrendo o efeito da corrosão causada pela salinidade da água e pelas bactérias que se alimentam de metais. Os pesquisadores já avisaram que a desintegração natural do navio não vai parar, e o próximo setor a ser corroído é o dos grandes salões.

Encontro fatalO iceberg que causou o rompimento do casco do Titanic estava na região há mais de 2 mil anos. E, segundo estudos, o encontro dos dois poderia ter sido evitado caso o Capitão Edward J. Smith tivesse recebido o alerta de iceberg 30 segundos antes do tardio aviso. O choque com o gelo danificou de seis a sete estanques dianteiros. Quando o navio foi projeto, as medidas de segurança previam que ele aguentaria navegar com até quatro estanques danificados. Até hoje, o incidente com o Titanic é o único caso de um navio afundado após colisão com um iceberg.

 

Tinha animais no navio

O Lulu da Pomerânia sobreviveu por mais 7 anos depois do acidente

Sempre que se fala no naufrágio do Titanic, são citados os cerca de 2.200 passageiros que embarcaram e que aproximadamente 1.500 pessoas morreram após a colisão contra o iceberg. Porém, um número curioso do acidente é que havia cachorros no barco, mas apenas 3 deles sobreviveram. No filme de James Cameron, a Rose velhinha (Gloria Stuart) tem um Lulu da Pomerânia. Foi uma homenagem do diretor a um dos três cachorrinhos que sobreviveram. A passageira Margaret Bechstein Hays levou seu cãozinho clandestinamente para o barco. No momento do naufrágio, Hays foi uma das que conseguiram subir à bordo de um dos botes. Ela retribuiu a lealdade de seu Lulu da Pomerânia, levando o mascote junto para o bote salva-vidas número 7. O doguinho ficou vivo até 1919.
Os outros dois cachorrinhos sobreviventes foram o mascote de Elizabeth Rothschild – um cachorro de data não identificada -, que se recusou a embarcar no bota número 6 se não pudesse levar seu cachorro junto. O bote número 3 contou também com o pequinês de Henry e Myra Harper.

No fim, a história mais triste envolvendo os mascotes foi o Frou-Frou de Helen Bishop, que foi abandonado por ele dentro da cabine. Segundo a própria, o cachorrinho ficou os dentes no vestido dela e fez tanta força para ir junto que chegou a rasgar a costura: “A perda do meu cãozinho me machuca muito. Eu nunca vou esquecer como ele segurou minhas roupas. Ele queria tanto me acompanhar”, disse Bishop. Ainda assim, ela o deixou lá para morrer.

Além dos cachorros, outros animais presentes no navio eram gatos, canários e galinhas. Todos morreram.

O problema dos BotesUma das cenas mais marcantes do filme é quando os personagens da primeira classe perguntam se eles vão embarcar nos botes junto com os pobres. O Titanic foi projetado para comportar até 64 botes salva-vidas, porém, por uma questão estética – e até mesmo de arrogância, o projetista Thomas Andrews colocou apenas 20 botes, que não foram desenhados para cobrir longas distâncias, apenas para o transporte de passageiros para embarcações que estivessem por perto.

 

O tempo de naufrágio

Passagem para a primeira classe foi leiloada em 2019

Conforme mostrado no filme, o Titanic não afundou de uma vez. Ele foi naufragando aos poucos. A submersão começou às 23h20 e foi concluída às 2h20 da madrugada de 15 de abril de 1912. Uma curiosidade é que se forem removidas as cenas ambientadas no “presente”, o filme Titanic dura exatamente 2h40, o tempo total do naufrágio.

Mais caro que o original

Foto do Titanic em sua primeira – e última – viagem

O custo de produção do filme foi altíssimo para a época. O valor gasto para rodar as filmagens de Titanic giraram em torno de US$ 200 milhões, enquanto a embarcação de verdade custou US$ 7,5 milhões, o que dá aproximadamente US$ 150 milhões em valores atualizados. O alto valor foi justificado por James Cameron, que buscou utilizar o máximo de efeitos práticos, criando uma versão quase idêntica dos ambientes do navio. Além disso, o diretor forneceu diversas informações sobre os passageiros para os figurantes do filme. Ou seja, eles estavam mesmo interpretando pessoas reais.

Teoria da Conspiração

O Olympic era considerado o “irmão” mais velho do Titanic

Como toda grande tragédia da humanidade, o naufrágio do Titanic também tem algumas teorias da conspiração girando ao seu redor. A mais famosa diz que não foi o Titanic que afundou, mas sim o Olympic, um navio “irmão” mais velho que o Titanic. Essa teoria foi levantada por Robin Gardiner, autor do livro Titanic: O Navio Que Nunca Afundou. Segundo Robin, a White Star Line, companhia dona das duas embarcações, estava à beira da falência e não poderia arcar com os custos de reforma – não cobertos pelo seguro – que o Olympic precisava depois de ter sofrido uma colisão na Ilha de Wight, que danificou sua quilha. Então, visando conseguir o dinheiro do seguro de um navio novinho em folha, a companhia teria feito um reparo desleixado no Olympic para que ele afundasse e a White Star Line recebesse uma enorme quantia do seguro. Gardiner afirma ainda que o Titanic teria sido usado pela empresa por anos e anos sob o nome do Olympic, chegando até a ser usado na Primeira Guerra Mundial, antes de ser aposentado em 1935 e desmontado em 1936.

Crítica | The Little Drummer Girl – Florence Pugh vive Espiã Infiltrada em série da Starzplay

Uma história envolvente, que parece baseada em fatos reais mas que é, na verdade, adaptação de um dos livros do escritor John Le Carré. É assim que chega à plataforma Starzplay a minissérie ‘The Little Drummer Girl’, segunda adaptação deste livro que em 1983 virou filme pelas mãos do diretor George Roy Hill, agora dirigido por Jo Yeong-wook.

Toda a trama é centrada na jovem Charlie (Florence Pugh), uma atriz inglesa desconhecida cujo potencial acaba chamando a atenção de Gadi (Alexander Skarsgard), um espião israelense. Em uma turnê misteriosa com seu grupo de teatro pela Grécia, Charlie conhece Gadi, que, de uma forma inexplicável, a convence, junto com seu grupo de espiões, a usar todo o seu conhecimento dramatúrgico para interpretar o papel da sua vida: fingir ser uma mulher que se envolveu com Michel (Amir Khoury), um homem considerado um perigoso terrorista pelo núcleo israelense. Assim, de atriz desconhecida Charlie se torna infiltrada no núcleo rebelde na Palestina em pleno 1983.

Embora a trama pareça um pouco deslocada no tempo (por que abordar um tema tão delicado e até hoje não resolvido, como o conflito entre Israel e Palestina?), a ficção criada por John Le Carré e roteirizada por Michael Lesslie e Claire Wilson utiliza essa alegoria para jogar luz em um dos pontos principais e originários desse conflito histórico – explicado simbolicamente ao final do penúltimo dos seis episódios da minissérie: “a Inglaterra sempre teve a solução para o problema dos outros”.

O roteiro é inicialmente confuso (se você sequer leu a sinopse antes, fica difícil entender o que está rolando), a relação entre os protagonistas tem etapas puladas e construída de maneira esquisita, como se eles já se conhecessem antes. Passada essa fase inicial, a trama ganha um ritmo bem demorado para se desenvolver, com muitas locações e núcleos concomitantes através dos quais o enredo vai se desenvolvendo em paralelo, e o espectador tem que ligar os pontos de interseção entre eles. O maior desafio desse roteiro – e também dos atores – é a elaboração de um cenário dramatúrgico que é também de espionagem, em que os personagens falam de si em 3ª pessoa e como se fossem outras pessoas, porém em diálogo um com o outro. Imaginem a dificuldade para elaborar esse texto!

Aí entra o bom trabalho do elenco, com destaque para Florence Pugh, ao dar consistência a uma jovem branca de classe média pseudo-radical que alienadamente entra para um grupo radical árabe, literalmente pegando em armas por uma causa que não é dela. Quantas dessas histórias acontecem ainda hoje no mundo? Destaque ainda para Charif Ghattas, que deu um tom humanizado e afetivo ao líder Khalil; o veterano Charles Dance, em participação especial como o Comandante Picton; e a aparição do próprio escritor John Le Carré, como o garçom no restaurante da praça na Alemanha.

The Little Drummer Girl’ surpreende como série de espionagem, com uma trama intrincada que se mantém atual e requer concentração para assistir. É uma boa opção para os assinantes da Starzplay.