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‘The Last of Us’: Kyriana Kratter aparece como Lev nas imagens de BASTIDORES da 3ª temporada

Através das redes sociais, foram divulgadas as primeiras imagens de bastidores da 3ª temporada de The Last of Us, aclamada adaptação da HBO baseada na icônica saga de games.

As fotos dão destaque a Kaitlyn Dever como Abby e Kyriana Kratter como Lev.

Nos jogos, Lev e sua irmã, Yara (Michelle Mao) se tornam partes importantes da história de Abby, quando ela salva Yara de uma punição brutal infligida por seus companheiros Serafitas. Lev, uma adolescente transsexual ostracizada por seu próprio povo, torna-se aliada e bússola moral de Abby.

Confira:

O próximo ciclo ainda irá introduzir Jason Ritter (‘Freddy vs. Jason’), Clea DuVall (‘Prova Final’) e Jorge Lendeborg Jr. (‘As Passageiras’). Este último dará vida ao Manny Alvarez, substituindo o ator Danny Ramirez (‘Falcão e o Soldado Invernal’), que teve que deixar o elenco por causa de conflitos na agenda.

Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’) dará vida ao pai da Abby, Jerry.

Vale lembrar que a nova temporada também não contará com o retorno do cocriador Neil Druckmann. Em entrevista ao Variety, ele quebrou o silêncio sobre seu afastamento: “Nossos objetivos para a série — eu tinha vários objetivos, alguns deles egoístas. Eu queria elevar The Last of Us para além das pessoas que já jogaram o jogo”, ele explicou. “Senti que essa história poderia encontrar um público maior para pessoas que nunca jogarão videogames. Eu queria elevar a Naughty Dog, e a PlayStation tem sido meu lar há 21 anos, tendo me dado todo o apoio para contar essas histórias maravilhosas. Era um objetivo muito louco, mas eu queria que alguém assistisse a essa série sem ter ideia de que era baseada no videogame, e depois pensasse: ‘Espera aí, isso é baseado em um videogame?'”.

Druckmann acrescenta:

“Foi bastante desafiador estar tão envolvido como co-showrunner na 1ª e na 2ª temporadas, enquanto comandava um estúdio, trabalhava, dirigia e escrevia um jogo. Eu realmente gostei, na Naughty Dog, do número pessoas que se destacaram enquanto eu estava trabalhando na 2ª temporada. Especificamente, me esforcei bastante no Episódio 206 — preparando-o, escrevendo-o, dirigindo-o. Eu não tinha certeza se conseguiria fazer isso de novo. Então, senti que, naquele período em que estávamos encerrando toda a divulgação para a imprensa e prestes a começar a sério a 3ª temporada, era um bom momento para reavaliar tudo”.

Ele também revelou o momento em que decidiu se afastar do projeto. “Foi bem quando estávamos prestes a começar a sala dos roteiristas para a 3ª temporada. Eu olhei para o que estava na minha frente, como seria a próxima temporada, e com todas as coisas de The Last of Usem que estou trabalhando — não apenas a série —, com todos os jogos em que estou trabalhando […]. Senti que poderia cumprir melhor todas as minhas responsabilidades se permanecesse em um nível mais alto”.

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2027.

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Bishop’: Astro de ‘A Saga Crepúsculo: Eclipse’ é escalado para a nova série de SUSPENSE do Prime Video

Segundo o DeadlineXavier Samuel (‘Socorro!’, ‘A Saga Crepúsculo: Eclipse’) foi escalado em caráter regular para o elenco de Bishop, nova série de suspense dramático do Prime Video estrelada por Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’).

Na trama, o detetive de homicídios Bishop Graves (Kinnaman) – brilhante e experiente – colocará todas as suas habilidades à prova na caçada a um assassino esquivo que tem como alvo a classe rica de São Francisco. À medida que esse assassino cada vez mais audacioso conquista seguidores entre os mais desfavorecidos da cidade, Bishop se convence de que esses assassinatos estão ligados ao homem mais poderoso de São Francisco, seu próprio pai, Lincoln Graves (John Malkovich).

Samuel será Anthony “Ant” Graves, irmão mais novo de Bishop.

Jennifer Jason Leigh (‘Fargo’, ‘Os Oito Odiados’) e Harry Treadaway (‘Penny Dreadful’) integram o elenco.

O projeto foi criado e produzido por Little Marvin (‘Them’) e Tony Salzman (‘Dexter: Ressurreição’), em parceria com a Vertigo e a Amazon MGM Studios.

Marvin também assume a cadeira de showrunner, além de entrar como produtor executivo ao lado de Saltzman, Roy LeeMiri Yoon.

Mais informações não foram divulgadas.

Autor de ‘Devoradores de Estrelas’ pede desculpas a Alex Kurtzman após críticas a ‘Star Trek’: “Minhas falas foram tiradas de contexto”

O escritor Andy Weir, autor do best-sellerDevoradores de Estrelas (Project Hail Mary), veio a público recentemente para se desculpar com os responsáveis pela franquia Star Trek. A polêmica teve início após comentários de Weir sugerindo que a marca estaria sendo “mal administrada” e revelando que a Paramount havia rejeitado uma ideia sua para o universo da Federação.

Conforme o ComicBook, em suas redes sociais, o autor direcionou uma mensagem direta ao produtor executivo Alex Kurtzman:

“Ei, Alex. Aqui é o Andy Weir. Estou postando para pedir desculpas pelo que disse no podcast do Critical Drinker. Sinto que minhas falas foram tiradas de contexto e transformadas em manchetes sensacionalistas. Espero que você tenha visto as outras partes em que digo o quanto gosto de você como pessoa e o quanto você é um cara legal”, escreveu Weir.

“Eu estava tentando ser engraçado, mas, olhando agora, parece desrespeitoso e maldoso. Então, peço desculpas por isso. Também estava tentando ser autodepreciativo quando disse ‘Mas eles não gostaram da minha ideia, então dane-se!’, mas fora de contexto parece que eu realmente quis dizer isso. Sou uma pessoa direta, sempre fui”, acrescentou.

Weir justificou o deslize afirmando que ainda está se readaptando à exposição mediática.

“E já faz 10 anos que a mídia não se importa muito com o que eu digo, então meio que esqueci de medir minhas palavras agora que tenho um filme em cartaz. Daqui a alguns meses estarei de volta na minha caverna escrevendo livros e ninguém vai ligar de novo. Enfim, se quiser conversar em tempo real, até mesmo para me dar uma bronca, fico feliz em entrar em uma ligação ou Zoom”, afirmou.

‘Devoradores de Estrelas’ se torna o longa mais BEM AVALIADO da carreira de Ryan Gosling no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Enquanto Weir lida com as repercussões de suas declarações, a adaptação cinematográfica de sua obra celebra um sucesso estrondoso. Estrelando Ryan Gosling no papel de Ryland Grace, o longa já ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

No filme, Gosling interpreta um professor de ciências recrutado para uma missão desesperada no espaço profundo para salvar a Terra de uma ameaça de extinção global. A jornada solitária ganha novas camadas emocionais e científicas quando ele encontra o enigmático alienígena Rocky.

A produção conta com nomes de peso dos bastidores de Hollywood, incluindo Amy Pascal (conhecida pela franquia Homem-Aranha no Aranhaverso) e Aditya Sood.

Devoradores de Estrelas’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Zendaya faz apelo aos fãs após agenda intensa de 2026: “Não se cansem de mim”

A estrela Zendaya, uma das maiores atrizes da atualidade, comentou recentemente sobre sua agenda lotada em 2026 e fez um pedido aos fãs: que não se cansem dela, apesar da grande quantidade de lançamentos.

Neste ano, a atriz estreiaO Drama, a 3ª temporada de Euphoria, A Odisseia, dirigido por Christopher Nolan,Homem-Aranha: Um Novo Dia e ‘Duna: Parte 3’.

Conforme a Variety, após tantos projetos, Zendaya revelou que pretende fazer uma pausa: “Acho que, sabe, só espero que as pessoas não se cansem de mim. E eu realmente aprecio todos que apoiam qualquer um dos filmes ou apoiam minha carreira de alguma forma. Sou muito grato, e como eu disse, só espero que vocês não se cansem de mim este ano”.

Ela acrescentou, rindo: “Porque vou te contar uma coisa: depois disso eu vou desaparecer por um tempinho. Vou ter que me esconder por um pouco”.

Seu primeiro lançamento é o longa O Drama, estrelado por Zendaya e Robert Pattinson.

Na trama, apaixonados e em meio aos preparativos finais para o casamento, o casal entra em conflito ao descobrir segredos inesperados. A situação coloca em risco a confiança e o amor entre os dois, trazendo uma nova perspectiva sobre o romantismo. Diante disso, eles passam a questionar se realmente se conhecem e refletem sobre o futuro da relação.

O Drama conta com direção de Kristoffer Borgli (‘Cenários dos Sonhos’) e produção de Ari Aster (‘Midsommar’). O elenco também inclui Alana Haim, Mamoudou Athie e Hailey Gates.

O Drama’ estreia em 9 de abril de 2026.

‘Supergirl’ ganha seu novo trailer com Superman, Krypto e muita ação!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer do live-action de ‘Supergirl‘, estrelado pela Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’).

O vídeo destaca o retorno do Superman (David Corenswet) e super-heroína tentando salvar Krypto.

Enquanto comemora seu aniversário de 21 anos, Kara Zor-El viaja pela galáxia com seu fiel cão Krypto, até que cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll e embarca em uma missão mortal de vingança.

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Anteriormente, James Gunn, cofundador do DCU, falou recentemente sobre Supergirle explicou que a heroína será um pouco “bagunçada” devido ao fato de ter crescido em um ambiente muito menos estável que Clark Kent.

“Quando assumi esse cargo, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ [a graphic novel que inspirou o filme de 2026] foi, tipo, a prioridade número um para mim entre as coisas que eu sabia que queria fazer. Ana Nogueira mandou muito bem no roteiro desde o começo, e enxergou o mesmo que eu vi sobre como a HQ poderia ser adaptada para o cinema, onde a Supergirl é ainda mais dura no filme do que na própria HQ, eu diria”, afirmou.

Gunn diferenciou o tom de Supergirl do de ‘Superman’: “Lembre-se: esse é um filme diferente de ‘Superman’. ‘Supergirl’ é um filme muito mais rock & roll. É um pouco mais cru, de certa forma. Ela é uma personagem mais durona. Ela não é o Superman, nem de longe. Então, não é a mesma coisa. Este filme (‘Superman’) realmente é para todo mundo. E Supergirl também é, mas tem um pouco mais de atitude, digamos assim”.

O cineasta também expressou sua empolgação com o progresso do filme: “Só para constar, eu vi todos os diários de filmagem, mas ainda não vi o corte final. Acho que vou ver na semana que vem. Estou bem empolgado com isso”.
DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Meghan Trainor se diverte e se liberta no clipe de “Get In Girl”, do álbum ‘Toy with Me’

A vencedora do Grammy Meghan Trainor lançou hoje (31) o clipe oficial de “Get In Girl”, segundo single de seu próximo álbum de estúdio, Toy with Me.

O compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 24 de abril e ainda conta com o lead single “Still Don’t Care”, que estreou no ano passado.

Confira:

Após o lançamento do álbum ‘Timeless’ em 2024, Trainor começou a trabalhar em material inédito que descreveu como o seu “mais honesto e destemido” até o momento. Em um comunicado oficial, ela explicou que Toy with Me gira em torno de temas como autoconfiança, liberdade pessoal e conexão, afirmando que o disco representa “aprender a acolher as pessoas onde elas estão”.

A artista também anunciou a Get In Girl Tour, que tem início marcado para junho de 2026, com o apoio do grupo Icona Pop. A turnê incluirá paradas em grandes cidades como Nova York, Chicago e Boston, antes de terminar em 15 de agosto de 2026 com uma apresentação em Los Angeles.

Dakota Johnson relembra ter perdido papel em Hollywood por ser educada demais

Amores à parte 4

A atriz Dakota Johnson, mundialmente conhecida por suas atuações em franquias como Cinquenta Tons de Cinza e Madame Teia, trouxe a público uma experiência frustrante e, no mínimo, curiosa sobre os bastidores de Hollywood. Em entrevista à Variety, a artista revelou ter perdido um papel importante após a segunda etapa de um teste de elenco por um motivo inesperado: sua educação.

De acordo com Johnson, ao entrar na sala de audição, ela seguiu o protocolo básico de cordialidade.

“Uma vez tive uma audição, foi uma chamada, entrei na sala, apertei a mão de todos e me apresentei. Então fiz a cena e fui embora. O feedback que recebi foi que, por eu ter me apresentado e apertado a mão de todo mundo, eu estava pomposo. Que eu estava conversando, cheia de mim mesma, e pensava: ‘O quê?’ Não consegui o emprego porque disseram que eu estava sendo convencido, mas eu só tinha boas maneiras… Foi bem louco”, afirmou.

Esse tipo de desencontro em Hollywood foi um dos combustíveis para que a atriz fundasse sua própria produtora, a TeaTime Pictures. Em sua estreia oficial como produtora no longaAmores à Parte (Splitsville), Johnson busca redefinir sua experiência no set.

“Grande parte do motivo pelo qual quis começar uma produtora e fazer meus próprios filmes é porque quero mais dessa indústria. Quero mais da minha experiência como artista. Eu estava com muita sede de mais conversa, mais criatividade e mais colaboração. Me peguei, como ator, algumas vezes, indo à estreia de um filme para vê-lo pela primeira vez e dizendo: ‘Uau. Não era isso que eu achava que estávamos fazendo.’ Isso é uma coisa muito estranha de se fazer”, acrescentou.

Amores à parte 2

Sob a direção de Michael Angelo Covino (conhecido por ‘The Climb’), que também assina o roteiro ao lado de Kyle Marvin, o filme explora as complexidades dos relacionamentos modernos.

Na trama, acompanhamos Carey (Marvin), que vê sua vida desmoronar quando sua esposa Ashley (Adria Arjona) pede o divórcio. Em busca de consolo, ele recorre aos amigos de longa data Julie (Johnson) e Paul (Covino). A surpresa surge quando ele descobre que o segredo da felicidade do casal é um casamento aberto. Ao tentar se aventurar nesse novo estilo de vida, Carey acaba ultrapassando limites éticos e emocionais, levando as relações de todos ao caos.

O elenco conta ainda com nomes como Nicholas Braun, David Castañeda, O-T Fagbenle e Charlie Gillespie.

Além da narrativa, Dakota Johnson enfatizou a importância da ética de trabalho em suas produções. Ela implementou uma política de “zero pessoas tóxicas” nos sets da TeaTime Pictures.

“A forma como construímos nossos cenários é muito baseada em vibe. ‘É bem uma política de não babacas. Outra coisa é que realmente garantimos que cada pessoa da equipe saiba o que estamos fazendo, para que todos se sintam parte disso. Trabalhando em filmes… As horas são longas e exaustivo. Não é confortável. Não é legal. Quando você sente que está realmente investido em algo, as pessoas ficam mais felizes e trabalham melhor”, concluiu.

Amores à parte 5

O pesadelo começa no trailer ARREPIANTE do terror sci-fi ‘Backrooms’

A A24 divulgou o trailer oficial do terror sci-fi ‘Backrooms‘.

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 28 de maio.

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A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

O curta é o primeiro de uma série que já acumulou mais de 190 milhões de visualizações online até o momento.

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.

‘Diana – A Princesa do Povo’: Sara Sarres constrói sua própria Diana entre a memória coletiva e a presença do palco

Nos últimos anos, a figura da princesa Diana voltou a ocupar o imaginário da cultura pop a partir de diferentes releituras no cinema, na televisão e nos documentários. Produções recentes reacenderam o interesse por sua trajetória e ampliaram as formas de olhar para uma personagem que permanece em constante reconstrução.

É nesse contexto que Sara Sarres se aproxima da figura de Diana para vivê-la nos palcos no musical ‘Diana – A Princesa do Povo’, em cartaz no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro, até 26 de abril, antes de seguir para o Teatro Liberdade, em São Paulo, onde estreia em 14 de maio, em um processo que parte menos da reprodução de versões já conhecidas e mais de uma investigação direta sobre quem foi essa mulher.

Ao revisitar esse material contemporâneo, a atriz reconhece sua importância como ponto de partida, mas estabelece um limite claro na forma como conduz sua criação. “Essas produções ajudaram a reabrir o debate sobre quem foi Diana e como a história dela continua sendo reinterpretada. Mas procurei não me prender a uma única leitura”. Em vez disso, o caminho escolhido foi outro, mais próximo de uma observação direta. “O meu processo partiu muito mais de entrevistas, registros históricos e imagens da própria Diana. Quis observar diretamente a presença dela, o ritmo da fala, os silêncios, o modo como escutava as pessoas”.

Esse movimento desloca o foco da representação para a presença. Ao invés de construir a personagem a partir de interpretações anteriores, Sara busca entender o que existe de mais essencial na figura de Diana — algo que, segundo ela, aparece com mais clareza nos registros documentais do que nas dramatizações. O processo também se desenvolve sob a direção de Tadeu Aguiar, que orienta a construção da personagem a partir de uma abordagem centrada na presença e na escuta em cena. “Quando você vê entrevistas e momentos espontâneos, percebe uma presença muito singular: o olhar direto, a escuta atenta, o gesto de se aproximar das pessoas sem distância”.

Ao levar essa investigação para o teatro musical, a atriz encontra uma linguagem que amplia ainda mais essa dimensão. Diferente do cinema ou da televisão, onde a mediação da câmera organiza a percepção do espectador, o palco impõe outra lógica de relação. “O teatro musical tem algo muito particular: ele transforma emoção em presença imediata. No palco, tudo acontece ao vivo, diante do público”. Nesse espaço, a música se torna um elemento central na construção da personagem. “Ela permite acessar dimensões internas que, muitas vezes, seriam difíceis de expressar apenas em diálogo”.

Essa abordagem não ignora as representações já consolidadas da personagem, mas também não se orienta por elas. Ao comentar interpretações como a de Kristen Stewart no cinema, em Spencer, Sara reconhece a força dessas leituras, mas reforça a necessidade de construir uma trajetória própria. “Eu admiro muito a forma como diferentes atrizes trouxeram leituras da Diana. Mas, no meu processo, procurei não reproduzir nenhuma referência específica”.

Essa lógica também se estende à própria encenação: embora exista uma versão original do musical disponível na Netflix, a montagem brasileira segue uma abordagem não-réplica, com linguagem e construção próprias, que se afirmam em cena. A criação, nesse caso, se ancora nas condições do espetáculo, nas diretrizes da equipe criativa e na relação direta estabelecida em cena. “A personagem precisa dialogar com a música, com o ritmo da cena e com o público presente naquele momento”.

Esse equilíbrio entre memória coletiva e construção individual se torna ainda mais evidente quando se trata de uma figura tão conhecida. Diana não é apenas uma personagem histórica — ela é uma imagem já sedimentada no imaginário do público, atravessada por diferentes narrativas. “Quando uma personagem faz parte da memória coletiva, cada pessoa chega ao teatro com uma expectativa”, observa. O desafio, portanto, não é negar essa memória, mas expandi-la. “O meu trabalho é respeitar essa memória, mas também convidar o público a enxergar novas camadas dessa história”.

Nesse processo, os documentários recentes desempenham um papel importante ao revelar aspectos menos visíveis da personagem. Para a atriz, esse material ajuda a compreender uma Diana que vai além da imagem institucional. “Eles mostram uma mulher muito mais complexa, com uma inteligência emocional muito forte e uma consciência crescente do impacto que sua presença tinha no mundo”. Essa percepção desloca a personagem de um lugar puramente simbólico para um campo mais humano, onde sensibilidade e estratégia convivem.

Ao final, é justamente essa dimensão humana que orienta a construção de Sara Sarres. Mais do que reproduzir um ícone, sua interpretação busca recuperar a experiência de presença que marcou a trajetória de Diana. “No palco, ela deixa de ser apenas uma figura histórica e se torna uma presença viva”. É nessa troca direta com o público que a personagem se reconstrói — não como uma imagem fixa, mas como um encontro que acontece, de forma única, a cada apresentação.

‘Algo Horrível Vai Acontecer’: Nova série da Netflix conquista 86% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Algo Horrível Vai Acontecer, nova série de terror da Netflix e produzida pelos Irmãos Duffer (Stranger Things), conquistou 86% de aprovação da crítica especializada, com base em 43 avaliações, além de 65% de aprovação do público.

No geral, os críticos elogiaram a produção, destacando seu clima perturbador e apontando-a como uma das séries de terror mais marcantes recentes da plataforma.

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“A série se destaca ao criar uma atmosfera envolvente por meio de detalhes estranhos, pistas falsas perturbadoras e indícios inquietantes. E, por trás de tudo isso, há uma exploração surpreendentemente sincera do que o amor verdadeiro pode ou deve ser”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“Isso funcionaria melhor como um filme, comprimindo todos os eventos em um único fim de semana?… Eu não tenho as respostas. Só sei que gostei o suficiente de partes de Algo Horrível Vai Acontecer para desejar uma estrutura que fosse mais adequada para destacá-las”, disse Alison Herman da Variety.

Algo Horrível Vai Acontecer alcança uma qualidade caótica e claustrofóbica que atinge seu ápice nos episódios finais. É uma história tocante e aterrorizante que explora as virtudes das almas gêmeas e questiona se o amor é suficiente para superar a morte”, disse Daniel Kurland do Bloody Disgusting.

“Mesmo com os pequenos problemas narrativos mencionados anteriormente, Algo Horrível Vai Acontecer, dos The Irmãos Duffer entrará para a história como uma das melhores séries de terror da Netflix de todos os tempos”, disse Dani Kessel Odom do Screen Rant.

Algo Horrível Vai Acontecer é facilmente a série de terror mais assustadora da Netflix desde A Maldição da Residência Hill, com o mesmo terror atmosférico, realidade distorcida e cenas tão grotescamente perturbadoras que é impossível desviar o olhar”, disse Jasneet Singh do Collider.

“Para aqueles que conseguem encarar (e, veja bem, os fãs de terror vão se deleitar), Algo Horrível Vai Acontecer se mostra uma experiência recompensadora e sobrenatural”, disse Ben Travers do IndieWire.

Crítica | Estrelada por Camila Morrone, ‘Algo Horrível Vai Acontecer’ aposta na inquietude e na ANGÚSTIA narrativas

A série já está disponível na Netflix.

A atração tem Haley Z. Boston como criadora e showrunner.

Na trama, Rachel e Nicky estão noivos e prestes a se casar em uma semana. No entanto, antes de oficializarem a união, algo terrível acontece e ameaça destruir completamente seus planos.

O elenco conta com Camila Morrone, Adam DiMarco, Jennifer Jason Leigh, Ted Levine, Jeff Wilbusch, Karla Crome, Gus Birney e Zlatko Burić.

A direção fica por conta de Weronika Tofilska (‘Bebê Rena’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly’) e Lisa Brühlmann (‘Killing Eve’).

Primeiras reações a ‘Super Mario Galaxy: O Filme’ são MISTAS; Confira os comentários!

A aguardada sequência Super Mario Galaxy: O Filme chega em breve aos cinemas nacionais e promete expandir o universo iniciado em 2023 com a bilionária animação.

O longa já foi exibido em sessões antecipadas e, ao que tudo indica, vem dividindo o público e a crítica. Os comentários indicam que o filme recria com fidelidade a estética dos icônicos jogos originais, mas traz tantas coisas na narrativa que a torna maçante e cansativa.

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“OK, vou dizer isso: para um filme feito puramente para fazer o público vibrar… Ele é bem ruim nisso também. Por que estamos mudando desnecessariamente a história do Mario? Por que há muito mais referências a Odyssey do que a Galaxy? Fox está presente, mas não há desenvolvimento para nada”.

Super Mario Galaxy: O Filme recria fielmente os visuais dos icônicos jogos da Nintendo e, felizmente, não força uma tonelada de músicas pop como o filme anterior. Infelizmente, é prejudicado por um enredo confuso, ritmo irregular e falta de emoção. Mas há algumas surpresas divertidas para os fãs”.

Super Mario Galaxy: O Filmeé uma experiência mista. Há aspectos que achei melhores do que no primeiro (que eu adorei!), mas a promessa de adaptar Galaxy parece ter sido feita às pressas e o filme é surpreendentemente fraco. O jogo tem uma história melhor?”.

‘Super Mario Galaxy’ é uma sequência gloriosamente divertida, repleta de nostalgia! É um filme colorido e vibrante que me encantou. Há momentos neste filme que me lembraram como era jogar no meu SNES, e só isso já tornou essa experiência inestimável”.

Super Mario Galaxy: O Filme: tanta coisa acontece nesse filme, mas é tudo tipo ‘tanto faz'”.

Lembrando que a sequência será lançada nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 1º de abril.

Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Matthew Rhys no novo teaser INTRIGANTE da série de mistério ‘Widow’s Bay’; Confira!

O Apple TV divulgou um novo teaser trailer de ‘Widow’s Bay’, nova série de mistério estrelada por Matthew Rhys (‘Perry Mason’).

A atração, que conta com dez episódios, chega à plataforma de streaming no dia 29 de abril de 2026.

Confira:

A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.

Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.

Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.

Kate O’FlynnStephen RootKingston Rumi SouthwickKevin CarollDale Dickey também estrelam.

Taylor Swift lança clipe de “Elizabeth Taylor”, single do álbum ‘The Life of a Showgirl’; Confira!

A cantora e compositora Taylor Swift lançou hoje (31) o clipe oficial de “Elizabeth Taylor”, novo single do álbum The Life of a Showgirl.

A faixa é a terceira canção promocional do compilado, antecedida por “The Fate of Ophelia” e “Opalite”. O clipe, por sua vez, foi disponibilizado para os assinantes do Spotify e da Apple Music, e funciona como um grande compilado de fragmentos dos filmes da icônica vencedora do Oscar.

Confira clicando aqui:

Crítica em Vídeo | Taylor Swift transforma o mundo em seu próprio palco com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Relembre a tracklist:

1. “The Fate of Ophelia”
2. “Elizabeth Taylor”
3. “Opalite”
4. “Father Figure”
5. Eldest Daughter”
6. “Ruin the Friendship”
7. “Actually Romantic”
8. “Wi$h Li$t”
9. “Wood
10. “CANCELLED!”
11. “Honey”
12. “The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)”

O último álbum de Swift foi The Tortured Poets Department, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’‘Folklore’‘Midnights’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

‘I Love Boosters’: COMÉDIA criminal com Keke Palmer e Demi Moore ganha novo trailer INSANO; Confira!

NEON divulgou o novo trailer oficial de I Love Boosters, comédia criminal estrelada por Keke Palmer (‘Um Dia Daqueles’, ‘Não! Não Olhe!’).

O longa chega aos cinemas norte-americanos no dia 22 de maio, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Boots Riley (‘Sorry To Bother You’, ‘I’m a Virgo’).

I Love Boosters acompanha Corvette (Palmer), a líder de um grupo de mulheres que tem como alvo uma magnata da moda (Demi Moore), com o objetivo de furtar roupas das lojas da estilista e vendê-las com desconto.

Naomi AckieTaylour PaigePoppy LiuEiza GonzálezLaKeith StanfieldWill PoulterDon CheadleJason RitterKerris DorseyKara Young também fazem parte do elenco.

Eternia está chamando no novo trailer INCRÍVEL de ‘Mestres do Universo’; Confira!

Sony Pictures o novo trailer oficial do vindouro live-action Mestres do Universo, estrelado por Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho.

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto (Jared Leto). Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com seus aliados mais próximos, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba), e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

No elenco principal, temos:

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Amy Adams, Javier Bardem e Patrick Wilson no teaser do SUSPENSE ‘Cabo do Medo’; Confira!

O Apple TV divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear), série de suspense baseada no clássico de 1991.

Programada para o dia 5 de junho, a nova versão é estrelada por Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Têm Vez’), Amy Adams (‘A Chegada’) e Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’).

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O elenco ainda contará com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily ColliasJoe AndersPatrick FischlerRon PerlmanTed LevineMargarita Levieva.

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Inspirado pelo remake de 1991 dirigido por Martin Scorsese e produzido por Steven Spielberg, a trama é centrada em um feliz casal de advogados, Anna (Adams) e Tom Bowden (Wilson), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Max Cady (Bardem), um notório serial killer do passado deles, sai da prisão e quer vingança.

Morten Tyldum (‘Silo’) comandará o episódio piloto de ‘Cabo do Medo‘, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também irão servir como produtores executivos ao lado de ScorseseSpielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato’, ‘Candy’, ‘A Friend of the Family’), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: 2ª temporada ganha novo teaser e data de estreia na Netflix!

A Netflix divulgou um teaser promocional inédito da 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar, live-action baseado na icônica animação.

O vídeo nos leva aos bastidores do novo ciclo e anuncia a estreia dos próximos episódios: 25 de junho.

Confira:

A nova fase adapta o Livro Dois – Terra, apresentando oficialmente Toph como a mais nova integrante do grupo: uma menina cega, prodígio na dobra de terra e futura mentora de Aang.

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

Crítica | O Drama – Zendaya e Robert Pattinson Estrelam Filme Pesadíssimo Que Vai Fazer Você Refletir…

“Que seja eterno enquanto dure”, já dizia o poeta, atualizando a frase clássica dos casamentos que antes dizia “que sejam felizes para sempre”. Afinal, sejamos sinceros: para sempre é muito tempo, e, justamente por isso, é praticamente impossível ser feliz o tempo todo e para sempre. Até porque, o que aconteceria se, às vésperas do grande dia, uma das partes descobrisse um segredo sobre o outro, algo capaz de mudar absolutamente tudo? Até quando duraria esse para sempre e essa felicidade? Esse é o fio condutor das inquietações propostas em ‘O Drama’, novo filme da queridinha A24 que vai pirar a cabeça do espectador e que estreia no próximo dia 9 de abril.

Charlie (nosso eterno Edward Cullen, Robert Pattinson) entra numa cafeteria e imediatamente seus olhos recaem sobre uma moça lendo um livro. Sem saber como puxar assunto, ele pesquisa sobre o livro e finge tê-lo lido para se aproximar de Emma (Zendaya, de ‘Euphoria’), mas, no momento em que vai falar com ela, descobre que ela é surda de um ouvido. Apesar do início meio atrapalhado, os dois acabam se relacionando e, eventualmente, se apaixonando. Dois anos se passam e agora Charlie e Emma estão prestes a se casar. Porém, numa reunião de prova do buffet do casamento, em uma conversa descontraída com o casal de padrinhos Rachel (Alana Haim, de ‘Licorice Pizza’) e Mike (Mamoudou Athie, de ‘Jurassic World: Domínio’), uma terrível verdade de Emma vem à tona. E agora – agora que Charlie sabe de tudo – será que o relacionamento deles sobreviverá a este fato, às vésperas do dia do sim?

Embora ‘O Drama’ não seja um filme de terror (assinatura da produtora A24), ele constrói uma atmosfera de intenso crescente de um suspense que vai gerando angústia, desconforto e, por fim, debate.

Escrito por Kristoffer Borgli (que escreveu ‘O Homem dos Sonhos’), o roteiro parte de um leve romance (que nem é muito aprofundado pois não é o foco) para rapidamente engrenar no drama efetivo (e aqui vale não só o trocadilho com o gênero, mas também com o título, que, em inglês, tem mais um significado como “fazer tempestade em copo d’água” ou “ficar causando”). Esse é o sentimento a partir da grande revelação do segredo de Emma. A partir da reação dos personagens da história (que reagem de formas distintas), o roteiro coloca os sentimentos do espectador em cheque e é o nosso julgamento que passa a conduzir a experiência desse filme: como nós reagimos ao segredo é que vai julgar a reação dos personagens e, consequentemente, dizer quem está certo e quem está errado nessa história.

Para um roteiro tão bem escrito, Kristoffer Borgli se esmera na direção para extrair o melhor do seu elenco, até mesmo o de apoio. Em uma cena específica, envolvendo o casal protagonista e Misha (Hailey Gates, de ‘Joias Brutas’) é impossível não morrer de constrangimento e até mesmo rir de nervoso, tamanho o absurdo dessa situação. Borgli fez uma ótima escolha de elenco, totalmente entrosado, que consegue entregar os sentimentos certos para cada situação conjuntamente com uma ótima edição, que insere flashes de eventos (nem sempre ocorridos, às vezes imaginados) que ajudam o espectador a se colocar no lugar dos personagens e sentir e pensar aquilo que eles estão pensando e sentindo.

O Drama’ é um filmaço, que causa desconforto e inquietude por muito tempo após o seu fim. De uma maneira irritantemente inteligente, ainda consegue gerar debate sobre um dos eventos mais problemáticos e constantes da vida moderna (em especial nos Estados Unidos). Ainda bem que escolheram Pattinson e Zendaya para estrelar um filme de mensagem tão relevante para dialogar, acima de tudo, com o público jovem. ‘O Drama’ acerta em todos os aspectos e precisa ser assistido por todos o quanto antes.

Crítica com Spoilers | ‘O Drama’ traz Robert Pattinson e Zendaya navegando pelas complexidades da moral

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Uma pessoa é realmente capaz de mudar? Somos capazes de amar alguém incondicionalmente?

São essas as duas perguntas principais que O Drama, nova dramédia romântica estrelada pelos premiados atores Zendaya e Robert Pattinson. Dirigido e escrito por Kristoffer Borgli, o longa-metragem, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 9 de abril, é uma insana e hilária aventura pela complexidade do ser humano e pela “área cinzenta” que se estende entre o moral e o imoral. Acompanhando uma tendência crescente do cenário cinematográfico em trazer temas intrincados como objeto de análise em uma atmosfera mais despojada e descompensada (como o ótimo ‘Amores à Parte’), a ambiciosa e controversa produção é indesculpavelmente deliciosa do começo ao fim.

A trama é centrada em Charlie Thompson (Pattinson) e Emma Harwood (Zendaya), um casal apaixonado que está prestes a firmar matrimônio. Ambos se conheceram da maneira mais inesperada possível, quando Charlie resolveu dar em cima de Emma numa cafeteria – tentando chamar a atenção dela sem saber que ela é surda de um lado. Imediatamente conectando-se pela ocasionalidade inexplicável do encontro, eles se apaixonaram e agora estão prontos para dar o próximo passo. Porém, uma revelação ainda mais surpreendente os coloca à prova, levando-os em uma jornada que tenta responder a seguinte pergunta: o quão forte é, de verdade, o suposto amor verdadeiro?

Durante a degustação para decidir o buffet da cerimônia, Charlie e Emma, reunidos com seus amigos Mike (Mamoudou Athie) e Rachel (Alana Haim), decidem participar de um jogo em que tem que revelar a pior coisa que já fizeram. Entre cyberbullying e prender um garoto num armário, ninguém de fato esperava que Emma já tivesse planejado um ataque terrorista à escola que frequentava quando adolescente. Causando uma grande comoção entre os presentes, principalmente em Rachel, cuja prima ficou paraplégica como resultado de um tiroteio em massa, a história de Emma começa a levantar questões e mais questões na mente de Charlie, que passa a enxergá-la como uma psicopata em potencial e que, a qualquer momento, pode explodir.

Como podemos ver, Borgli não poupa esforços em colocar temas densos e problemáticos no centro de uma narrativa ousada e que com certeza dividirá o público – com direito a textos e mais textos em redes sociais que alimentem essa aparente “imoralidade” do projeto. Porém, o realizador está preocupado em mostrar até onde esses abstratos conceitos podem ser esticados, recusando-se a tratar qualquer situação que exista no enredo dentro de um espectro maniqueísta. Não existe a “bondade” e a “maldade” inerentes, e sim um enredamento de situações particulares que, aqui, são elevadas à enésima potência.

É impossível tratar Emma como uma “mocinha” ou uma “vilã”, mas é nesse impasse que Borgli arremessa Charlie. Por vezes, o personagem encarnado por Pattinson pode ser visto como o verdadeiro protagonista desse tour-de-force nada convencional, mas suas dúvidas só existem pela projeção que faz de suas preocupações e seus traumas sobre a noiva. As atitudes dele, inclusive, começam a ressoar em Emma, que arrepende-se amargamente de ter contado algo que nunca havia revelado a ninguém e que, a partir de então, a leva a uma paranoia de que Charlie pode deixá-la e que a história pode se espalhar. Nesse irruptivo contexto, surgem as duas perguntas que iniciam o texto – e a forma como o diretor escolhe dois elementos totalmente opostos para procurar uma resposta inexistente é arriscada, mas audaciosa.

Zendaya e Pattinson fazem um trabalho primoroso com seus respectivos personagens, exalando uma química fabulosa enquanto caminham com as próprias pernas em seus arcos de arrependimento e desconfiança. Aqui, eles tomam as rédeas de uma análise descontraída que singra pelo existencialismo da maneira mais exagerada possível: Emma é livre e responsável por criar seu próprio significado e, dessa maneira, agiu autenticamente em um mundo absurdo; porém, esse significado não é imutável e, à medida que um novo valor foi criado, ela passou por essa transformação moral. Em contraposição, a mesma moral universalizante é colocada em xeque pelas dúvidas que Charlie passa a ter sobre alguém que acreditava conhecer.

A ideia do filme não é fornecer uma resposta sólida e engessada – e isso fica claro com a tétrica trilha sonora assinada por Daniel Pemberton e pela frenética montagem de Joshua Raymond Lee (que nos ajuda a entrar nas crescentes paranoias dos protagonistas ao deixá-los bastante questionáveis). E, eventualmente, a história entrega um final que, apesar de um tanto quanto previsível, é a culminação perfeita da profunda jornada que Emma e Charlie enfrentam em breves 105 minutos de tela.

O Drama marca mais um acerto dentro da ainda breve carreira de Kristoffer Borgli, ampliando seu universo de sátiras tragicômicas humanas que teve início com os ótimos ‘Doente de Mim Mesma’ e ‘O Homem dos Sonhos’. Apoiando-se no talento nato de Zendaya e Robert Pattinson, o longa com certeza causará comoção ao chegar aos cinemas de todo o mundo e dividirá os espectadores em meio a uma singular e atrevida beleza.

Crítica | ‘40 Acres’ – Canibais e a luta pela sobrevivência em uma narrativa eficiente

É difícil tentar apresentar algum tipo de novidade quando o assunto é pós-apocalipse no audiovisual. Com tantos filmes e séries explorando esse tema, a repetição pode se tornar algo recorrente. Mas esse não é o caso de 40 Acres. Ao buscar a tensão a todo instante, dentro de um recorte familiar inserido em um mundo onde a luta pela sobrevivência se torna uma constante, o projeto consegue reunir a ação, o drama e suspense em uma fórmula que funciona, prendendo a atenção do público.

Com uma competente construção narrativa, que explora com eficiência muitos pontos do roteiro – dividido em alguns atos bem definidos – e apresenta um bom desenvolvimento dos personagens dentro de um contexto bem amarrado, com explicações razoáveis, o projeto dirigido pelo cineasta canadense R.T. Thorne, em sua estreia em longas-metragens, nos leva por dilemas envolvendo recursos escassos, ao mesmo tempo em que foca nas relações pessoais ligadas à moral em contexto apocalíptico.

 

 

Hailey (Danielle Deadwyler) é uma ex-militar do exército que volta para casa e, pouco tempo depois, uma pandemia fúngica dizima a biosfera animal, instaurando no planeta uma guerra civil por sobrevivência. Ela forma uma família ao lado de Galen (Michael Greyeyes), seu filho Manny (Kataem O’Connor) e outras três adolescentes, criando uma pequena comunidade que vive em uma enorme fazenda e se organiza em tarefas com alta disciplina. Quando a paz do lugar é quebrada por um grupo de canibais impiedosos, tem início um confronto sangrento.

O filme não se aprofunda nas causas do desastre terrestre – algo comum na maioria das obras que avançam nesse tema – e pula essa camada ao situar a família em cenário onde a fome se espalhou e as terras agrícolas se tornaram um bem precioso. Isso é o suficiente para desenvolver, de forma fluida, em uma narrativa imersiva no campo emocional, em que o certo e o errado ganham outras possibilidades.

A família é o grande foco. Vivendo em alerta 24 horas por dia, a estrutura do discurso se modela a partir da dinâmica dos personagens, que tentam sobreviver em um mundo com novas variáveis, ameaças rondando e com a palavra confiar completamente fora do baralho. Um leve flashback ajeita algumas pontas soltas e convida o espectador a refletir sobre o que faria em muitas situações, aproximando e envolvendo o público.

40 Acres, que logo na sua semana de estreia na Netflix alcançou o top 10 da plataforma, não chega para reinventar a roda quando o assunto é o cenário de uma civilização em ruínas. Há momentos de tensão, mas os dilemas existenciais se sobrepõem, buscando um caminho seguro dentro de uma narrativa que preenche a maioria de suas lacunas.