‘Jogos Mortais X’ teve um sólido percurso nos cinemas mundiais e, agora, o longa já está disponível no catálogo do Prime Video.
A produção foi =lançada na plataforma de streaminghoje, 28 de março.
Com direção de Kevin Greutert, ‘Jogos Mortais X’ se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.
Confira nossa crítica:
Surpreendendo a todos, o filme conseguiu uma aprovação de 80% no site agregador de críticas Rotten Tomatoes. Trata-se da maior porcentagem de toda a franquia, maior até que o primeiro filme, que possui apenas 50% de aprovação.
Confira algumas avaliações:
“O filme de Kevin Greutert traz de volta os elementos centrais que fizeram esses filmes funcionarem. É um thriller de terror descomplicado e eficaz, embora esteja preso no passado, sem ter para onde ir.” – TheWrap
“A melhor coisa que a franquia ‘Jogos Mortais’ poderia fazer é se afastar de sua emaranhada continuidade atual. Felizmente, é isso que ‘X’ faz.” – Inverse
“Seria difícil chamar qualquer elemento de ‘Jogos Mortais X’ de original, mas o diretor Kevin Greutert sabe o que irá satisfazer seu público: alguns baldes de sangue e o som de ossos sendo esmagados.” – Independent
“Nada disso funcionaria tão bem sem Bell, cuja voz rouca e seriedade ameaçadora são tão fascinantes que ele torna a declaração frequentemente repetida de Jigsaw ‘Eu quero jogar um jogo’ assustadora.” – The Hollywood Reporter
“Se atrapalha um pouco no terceiro ato, mas é um muito divertido.” – Little White Lies
“Há mais conversa e menos tortura; Eu pessoalmente aprovo essa proporção, embora não tenha certeza se valerá a pena nas bilheterias.” – Variety
“Duas décadas depois do curta que deu início a tudo, ‘X’ certamente deve marcar o local em que Jigsaw descansará em paz.” – TotalFilm
O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 4 deabril.
Vale lembrar que três novos personagens serão introduzidos na próxima temporada: Capitão Rayner, interpretado por Callum Keith Rennie, e a dupla Moll e L’ak, interpretada por Eve Harlow e Elias Toufexis, respectivamente.
‘A Primeira Profecia’, prequel do clássico terror lançado em 1976, ‘A Profecia’, realizou uma exibição especial em Los Angeles, EUA. Após a sessão, os espectadores recorreram às redes sociais para compartilhar suas impressões, descrevendo o filme como “literalmente de tirar o fôlego!”.
“Na trama, quando uma jovem americana é enviada para Roma para começar uma nova vida em serviço à igreja, ela encontra uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e descobre uma aterrorizante conspiração que envolve o nascimento do mal incarnado”.
De maneira geral, as primeiras reações ao filme foram positivas, com os internautas elogiando as performances e a premissa “totalmente arrepiante”. Alguns espectadores também apreciaram os elementos clássicos de horror do filme, afirmando que ele é um “retorno aos filmes de terror dos anos 70”.
Confira algumas das reações:
“Não estou exagerando ao dizer que A Primeira Profecia é surpreendente. Não deixe de assistir a este filme. O que ele faz para honrar seus predecessores e adicionar ao mito é fascinante. A Primeira Profecia abre caminho para o futuro e todas as suas possibilidades.”
I am not being hyperbolic when I say THE FIRST OMEN is surprising. Do not dismiss seeing this film. What it does to honor its predecessors and add onto the mythos is fascinating. #TheFirstOmen lays down the path for the future and all of its possibilities.
“Todo o elenco está completamente comprometido aqui, mas Nell Tiger Free domina a tela. A intensidade física que ela transmite em A Primeira Profecia é visceral. O que é mais marcante – para o bem ou para o mal – é o quão oportuna e atemporal é a motivação predominante para o horror aqui”.
The entire cast is wholly committed here, but Nell Tiger Free commands the screen. The physicality she taps into in THE FIRST OMEN is visceral. What is most damning – for better or worse – is how timely and timeless the overarching motivation is here for the horror. #TheFirstOmenpic.twitter.com/3YrXVQzdx0
“A versão de 1976 de A Primeira Profecia teve algumas cenas arrepiantes e controversas, e A Primeira Profecia eleva o nível. O filme é um prelúdio digno do original. A Primeira Profecia é assustador, sombrio e perturbador. Há uma cena em particular que certamente dará o que falar”.
The 1976 version of The Omen had some chilling & controversial scenes, and #TheFirstOmen raises the bar. The film is a worthy prequel to the original. The First Omen is creepy, eerie, and unsettling. There’s one scene in particular that is bound to have people talking. pic.twitter.com/d2dwNZ0oSn
“Eu esperaria um horror tão implacavelmente macabro de um pequeno estúdio, não da 20th Century. Gráfico, sinistro e com uma homenagem prolongada a Possessão.”
The First Omen: Holy Hell. I’d expect a horror this unrepentantly ghoulish from a small studio, not 20th Century. Graphic, grisly, and with a protracted homage to Possession. pic.twitter.com/BYnZBiYR5F
“A Primeira Profecia me deixou atônito. Uma análise incrivelmente reflexiva e impactante do abuso sexual na Igreja Católica, ao mesmo tempo, em que mantém a tensão do filme original. Este é o horror religioso que eu estava esperando. Esquisitamente repulsivo.”
THE FIRST OMEN stunned me. An incredibly thoughtful and shattering look at sexual assault in the Catholic Church while also providing the tension of the original film. This is the religious horror I’ve been waiting for. Exquisitely repulsive.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril.
Arkasha Stevenson (‘Vingança Sabor Cereja’) é responsável pela direção. A cineasta reescreveu o roteiro ao lado do seu parceiro Tim Smith, que também serve como produtor executivo através da Phantom Four.
O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).
O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequências e um remake, além de uma série baseada no filme original.
Quem não gosta de um bom listão de filmes para conferir? Como tem diversas produções que chegam sem muito marketing nos catálogos dos streamings, resolvemos criar uma poderosa lista com excelentes indicações que estão ‘escondidas’:
Na trama, conhecemos Sutter (Miles Teller) um jovem norte-americano que simplesmente não quer crescer. Desafios, dificuldades, futuro são algumas das palavras que não existem para ele. Certo dia, após uma bebedeira danada, acorda no quintal de Aimee (Shailene Woodley), uma garota que passa despercebida por todos nos corredores do colégio. Mesmo com o encontro inusitado, nasce uma história de amizade e amor que modifica a vida de Sutter. O conflito existencial de não ter a mínima ideia de como vai ser seu futuro vai transformando a cabeça do jovem e ele precisa cada vez mais entender que a maior dificuldade da vida dele sempre foi ele mesmo.
Agnus Dei (Looke)
Na trama, voltamos à Polônia no ano de 1945. A fria enfermeira Mathilde Beaulieu (Lou de Lâage) trabalha como assistente de medicina em um posto da Cruz Vermelha. Certo dia, uma misteriosa freira procura por ajuda de algum médico no posto, a única que se mexe para ajudar é Mathilde que acaba descobrindo que soldados soviéticos violentaram algumas mulheres no covento e que muitas dessas estão grávidas. Tentando ajudar a qualquer custo, a corajosa enfermeira enfrentará a todos para ajudar as freiras.
Na trama conhecemos Junior e Marta, filho e mãe que nunca se entenderam. Junior tem nove anos e acha que tem cabelo ruim, e por isso quer alisá-lo para sua foto no álbum de formatura principalmente para ficar parecido com um cantor famoso. O problema é que isso gera mais conflitos com sua mãe, uma mulher sofrida que sofre por angústias e atos do passado. Quanto mais Junior tenta melhorar o visual pelo amor da mãe mais ela o rejeita. Até que a criança é forçada a tomar uma decisão extremamente dolorosa.
Na trama, ambientada no ano de 2010, conhecemos o chefe de manutenção da plataforma Deepwater Horizon Mike Williams (Mark Wahlberg), um mecânico que mora com sua esposa Felicia (Kate Hudson) e sua única filha. Em abril de 2010, Mike irá enfrentar o maior desafio de sua experiente carreira quando a plataforma em que está começa a pegar fogo por conta de descaso nas políticas de prevenções. Lutando contra a vida e tentando ajudar a todos se salvarem, Mike e Jimmy Harrell (Kurt Russell), um dos chefes da Deepwater Horizon, precisarão reunir forças para enfrentar o caos em alto mar.
Fuga de Pretória (MAX)
Na trama, acompanhamos a África do Sul no epicentro do Apartheid no final da década de 70, onde muitos lutavam pelo término desse regime de separação racial. Dentro desse contexto, conhecemos Tim (Daniel Radcliffe) e Stephen (Daniel Webber), dois amigos que se associam na luta contra o governo mas acabam sendo presos e enviados a uma prisão de segurança máxima em Pretória. Dentro da prisão, tentando não enlouquecer, Tim cria um mirabolante plano que consiste em criar com pedaços de madeiras os moldes de todas as portas da prisão e assim possibilitar uma grande fuga.
Desde seu nascimento e dentro de uma narrativa/cronologia corrida, com um ar de filme épico, em The Personal History Of David Copperfield, conhecemos David Copperfield (Dev Patel), um jovem que após sua amorosa mãe Clara (Morfydd Clark) se casar novamente é expulso de casa pelo novo padrasto Murdstone (Darren Boyd) e enviado aos cuidados do malandro Mr Micawber (Peter Capaldi). A partir daí, sua vida muda radicalmente e ele cresce em busca de seu quase evidente sonho de contar suas inimagináveis histórias para os que querem ouvir, assim entende melhor o mundo em que vive, faz amizades, encontra a inveja mas também descobre o amor.
Na trama, conhecemos Mauro, já adulto, que recebe uma notícia que o faz refletir sobre uma das pessoas mais importantes de sua vida, sua mãe, Pérola (Drica Moraes). Essa, uma mãe de família, esposa carinhosa, com dois filhos, moradora de Bauru, que tem uma personalidade forte mas nunca deixa de ser amável. Ao longo de alguns anos, onde, entre outras questões, vemos uma curiosa e demorada construção de uma piscina, vamos entendendo os grandes embates dessa família como tantas outras pelo Brasil, que brigam, fazem as pazes, buscam se entenderem nos conflitos mas nunca deixam de se amar.
Na trama, conhecemos o solitário Fúsi (Gunnar Jónsson), um ser humano que leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Fúsi trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e quase diariamente sofre Bulliyng de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e seu padrasto, e certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança onde ele acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir) e essa pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.
Escrito pelo próprio diretor e o ator Joel Edgerton (que atua no filme também), baseado em obras de Shakespeare sobre o tema, O Rei conta a saga de Hal (Timothée Chalamet), um boa vida que passa seus dias se divertindo em Gales e praticamente sem nenhum contato com seu pai, o rei da Inglaterra. Quando seu pai adoece, pessoas próximas o aconselham a visitá-lo. Após a morte do rei e de seu irmão, Hal passa a ter que assumir o reinado e é nomeado Henrique V. Assim, ainda jovem mas mostrando seus dons para comando e batalha, precisará liderar a Inglaterra contra uma forçada guerra contra a França no fim dos anos 1300.
Lola Pater (Reserva Imovision)
Na trama, conhecemos Zinedine (Tewfik Jallab), também chamado de Zino, um afinador de instrumentos, motoqueiro que trabalha em uma Paris nos dias atuais. Zino acaba de perder precocemente sua mãe e resolver embarcar em uma jornada rumo ao paradeiro desconhecido de seu pai Farid. Nessa busca, chega até a professora de dança Lola (Fanny Ardant) que para sua surpresa é o seu verdadeiro pai que após anos fez uma cirurgia e virou mulher. Assim, pai e filho precisarão combater as mágoas do passado e tentar recriar os laços perdidos pelo tempo.
‘Um Pequeno Favor 2’ foi oficialmente confirmado pela Amazon MGM Studios, segundo o Deadline. A sequência terá o retorno de Paul Feig à direção, com Blake Lively (Emily Nelson) e Anna Kendrick (Stephanie Smothers) reprisando seus papéis.
Além disso, o filme contará novamente com Henry Golding(Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).
Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.
O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.
A sequência está sendo produzida pela Feigco Entertainment de Feig e Laura Fischer e a Lionsgate como co-produtora.
A data de lançamento do novo filme ainda não foi anunciada.
Para quem não lembra, no primeiro filme, Stephanie (Kendrick) é uma mãe solitária que se torna amiga de Emily (Lively), uma mulher poderosa e destemida. Um dia, Emily desaparece e Stephanie parte em busca de respostas por conta própria, mas no caminho descobre que a nova amiga não era nada do que ela pensava.
Blake Lively fará sua estreia na direção da adaptação de ‘Repeteco‘, quadrinho de Brian Lee O’Malley (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’). Feig trabalhou na adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘.
O ator é conhecido entre os fãs do gênero, tendo protagonizado filmes como ‘Evocando Espíritos‘, ‘Garota Infernal‘, o remake de ‘A Hora do Pesadelo‘, ‘Seita Mortal‘, ‘A Hora do Descarrego‘, ‘Pânico‘ (2022), ‘Carona Aterrorizante‘ e a vindoura sequência ‘Sorria 2‘.
Willa Fitzgerald também estrelará a produção. Ela é conhecida pela sua participação nas séries ‘Pânico‘ e ‘A Queda da Casa de Usher‘.
Na trama…
Durante os últimos assassinatos de um massacre causado por um sinistro serial killer, somos introduzidos à “Garota” (Fitzgerald), que está sendo perseguida pelo “Demônio” (Gallner) – o que é apenas o começo de um longo jogo mortal de gato e rato.
O suspense pós-apocalíptico ‘Arcadian‘, estrelado pelo astro Nicolas Cage (‘Renfield’, ‘O Peso do Talento’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “imagens sangrentas”.
Na trama…
“Após um evento catastrófico que dizimou a população mundial, um pai e seus dois filhos precisam sobreviver um ambiente distópico enquanto são ameaçados por criaturas sinistras que só aparecem à noite.”
A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 12 de abril.
A direção é de Ben Brewer, enquanto o roteiro é assinado por Michael Nilon.
‘Arcadian’ se passa em um mundo pós-apocalíptico e escassamente povoado, onde Paul (Cage) e seus filhos gêmeos adolescentes, Joseph (Jaeden Martell) e Thomas (Maxwell Jenkins), conseguiram uma existência, mas vivem em constante medo. Uma vez confrontados com o perigo iminente, eles devem executar um plano desesperado para sobreviver.
O longa ‘Quem Fizer Ganha‘, dirigido por Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’ e ‘Thor: Amor e Trovão’), finalmente estreou no catálogo brasileiro do Star+.
Estrelado por Michael Fassbender (‘O Assassino’) e Elizabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’), a produção conta a história do time de futebol da Samoa Americana que sofreu a pior derrota da história da Copa do Mundo, perdendo para a Austrália por 31 a 0 em 2001. Com a Copa do Mundo de 2014 se aproximando, um treinador rebelde e sem sorte é recrutado para ajudar a mudar o destino do time.
Vale lembrar que o longa arrecadou apenas US$ 18.6 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 14 milhões. Além da recepção morna nas telonas, a produção também não agradou muito os críticos, registrando apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.
‘Missão Impossível 8’ acaba de garantir sua mais recente adição ao elenco: a estrela de ‘The Mandalorian’ e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, Katy O’Brian.
Segundo o Deadline, a atriz se juntará a Tom Cruise no novo filme, embora detalhes da trama ainda não tenham sido divulgados, assim como seu papel.
Além de interpretar Elia Kane em ‘The Mandalorian’ do Disney+ e Jentorra em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, Katy O’Brian acumula créditos televisivos em séries como ‘The Rookie’, ‘Magnum P.I.’, ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’, ‘Westworld’ e ‘The Walking Dead’.
Lembrando que ‘Missão: Impossível 8’ está programada para chegar aos cinemas nacionais em 22 de maio de 2025.
Vale ressaltar que, após alguns atrasos devido às greves em Hollywood, ‘Missão: Impossível 8’ retomou recentemente as gravações no Reino Unido.
Em ‘Missão Impossível 8’, Ethan Hunt (interpretado por Tom Cruise) e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
Lembrando que ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas’ encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.
Embora seja uma quantia considerável, ainda não é suficiente para cobrir os custos significativos associados à produção do filme, que custou em torno de US$ 390 milhões, incluindo despesas de marketing.
De acordo com fontes da Variety, considerando todas as receitas geradas, é estimado que o filme sofreu um prejuízo superior a US$ 100 milhões – o equivalente a R$ 500 milhões.
Ambientado nos anos 1960 e 1970, uma enfermeira, um cientista visionário e um cirurgião inovador trabalham para desenvolver o primeiro “bebê de proveta” do mundo.
Vivendo uma fase dourada em Hollywood atualmente, o diretor, produtor e roteirista James Gunn despontou nos grandes estúdios como a mente criativa por trás da subversiva adaptação em live action da franquia Scooby-Doo. Roteirista do primeiro e do segundo filme, Gunn apostou em uma versão mais adolescente da Mistério S/A, deixando de lado aquela inocência típica das animações para focar em piadas de duplo sentido, para explorar um pouco mais da sexualidade e personalidade dos ícones dos desenhos animados que fizeram sucesso no mundo inteiro. Apesar do primeiro filme ter sofrido com críticas que apontavam justamente essa “adultização” como algo problemático, o retorno financeiro foi o bastante para garantir uma continuação. E foi assim que o mundo conheceu, há exatos 20 anos,Scooby-Doo 2: Monstros à Solta, uma sequência menos adulta, mas ainda mais divertida que seu antecessor.
A franquia Scooby-Doo nos cinemas foi algo único no início dos anos 2000. No auge dos filmes de ‘besteirol’, a Warner decidiu aprovar uma adaptação da animação mais popular da história trazendo uma abordagem mais próxima dessas aventuras adolescentes, só que estreladas por Salsicha, Velma, Daphne e Fred. Entretanto, a versão original do roteiro do primeiro filme ousava “até demais”, já que traria menções ao Fred ter disfunção erétil – e tendo sua sexualidade questionada, Daphne e Velma sendo bissexuais e o Salsicha sendo claramente usuário de drogas. Para chegar aos cinemas, o estúdio solicitou alterações em cima da hora que cortaram praticamente tudo isso. Porém, o diretorRaja Gosnell conseguiu manter algumas piadocas dessas de maneira sutil, como Scooby e Salsicha na Máquina de Mistério soltando fumando fumaça enquanto ouviam reggae.
Pois bem, quando a sequência foi aprovada, a equipe criativa já tinha uma noção melhor do que o estúdio queria. Assim, Gunn e Gosnell decidiram resgatar os clássicos para trabalhar em cima dos vilões icônicos das animações, enquanto seus protagonistas viam sua fase de glória ruir diante da opinião pública.
É interessante ver os planos da franquia, que foi pensada para ser uma trilogia. O primeiro filme mostraria a ascensão da Mistério S/A, que enfrentaria um caso de monstros reais. Já o segundo teria os monstros clássicos virando ameaças reais, enquanto a credibilidade do grupo seria posta à prova. E a terceira aventura, que nunca saiu do papel, levaria o grupo a repensar completamente suas crenças em uma trama internacional, na qual os monstros seriam as verdadeiras vítimas.
Partindo desse ponto, Monstros à Solta é um tipo de resgaste do Scooby-Doo clássico, com direito àquele espírito gostoso de mistério e aventura que as animações dos anos 1960 tinham. Para criar essa sensação nostálgica, Gasnell fez um filme que explorava de forma lúdica as investigações. Tudo parece uma grande brincadeira de detetive com os amigos, com direito a duelo de cowboys, ‘snowboard’ em uma montanha, arremesso de ‘frisbee’ e ser perseguido por um dinossauro fantasma no meio do trânsito. O diretor conseguiu sintetizar algumas das mais populares brincadeiras infantis em uma trama divertidíssima.
Ao mesmo tempo em que trouxe uma visão mais infantil para o projeto, a sequência manteve parte daquele espírito sacana adolescente do original, mas de forma suavizada. O exemplo clássico é todo o arco do encontro da Velma (Linda Cardellini) com Patrick, que tem seu ápice num momento hilário, em que a detetive tenta ser mais sexy e aparece com uma roupa de couro selada á vácuo. Na verdade, a própria presença de Patrick, o curador do museu, nesse filme é uma grande presença desse humor jovem, politicamente incorreto, visto que ele foi interpretado por Seth Green, que vinha de uma série de comédias adolescentes e viria a se eternizar como o gênio perturbado por trás de Frango Robô (Robot Chicken), série de maior sucesso do Adult Swim, segmento voltado ao público adulto do Cartoon Network.
É ao redor do misterioso curador do museu que ocorrem as maiores e mais hilárias bizarrices do filme, como essa sequência do encontro e a ida de Salsicha e Scooby-Doo a um bar de criminosos com temática setentista, com direito ao cachorro vestido de humano, usando um black power e um macacão colorido. É tudo muito absurdo, mas já faz rir só de lembrar do coitado do Scooby dançando com os bandidos que ajudou a prender, passando tranquilamente por um ser humano, até o momento em que a peruca cai e eles percebem que era um cachorro disfarçado de gente. Quer situação mais lúdica que essa?
É um filme propositalmente caricato com a missão de divertir e encantar todos aqueles que já viram ao menos um episódio de qualquer versão das animações. E parte desse sucesso gira em torno de explorar os vilões icônicos da Mistério S/A, que ganham vida após uma nova ameaça utilizar uma máquina sobrenatural que “possui” os trajes clássicos dos inimigos da turma de detetives. A trama é conduzida essencialmente pelo Fantasma do Pterodáctilo, pelo Cavaleiro Negro e pelo Monstro de Piche, mas é impossível não abrir um sorriso quando ícones da série original, como o Capitão Cutler, os Homens-Esqueleto, o Zumbi e o Fantasma de 10.000 volts aparecem em versões “reais”.
Outro ponto fundamental é a ambientação. O filme recria com perfeição a estética dos cenários da década de 60, com mansões medievais cheias de detalhes, galpões abandonados, fábricas e museus. As artes dos cenários da animação original são muito marcantes, com páginas na internet dedicadas exclusivamente a mostrá-los, e terem conseguido replicar essa estética em um filme de 2004 foi algo digno de aplausos. Sem contar uma trilha musical espetacular, que trouxe nomes como Simple Plan, Fatboy Slim e New Radicals para compor as cenas. Puro suco de anos 2000.
O resultado foi um filme geracional que fez a alegria da molecada que cresceu nos anos 2000, sendo praticamente um desenho animado vivo. Infelizmente, o longa não cumpriu as expectativas do estúdio, apesar de ter se pagado, enterrando qualquer chance de realização do terceiro filme. Foram mais de 181 milhões de dólares arrecadados contra um orçamento de US$ 80 milhões.
De qualquer forma, o filme estreou com críticas mistas e foi virando ‘cult’ com o passar dos anos. Hoje em dia, Scooby-Doo 2: Monstros à Solta acabou virando um retrato nostálgico de infância para muitos jovens-adultos, que lembram com muito carinho dessa aventura divertidíssima.
Scooby-Doo 2: Monstros à Solta está disponível no Max.
Desde ‘Vingadores: Ultimato’, os fãs têm especulado sobre o retorno do Homem de Ferro, interpretado por Robert Downey Jr., no novo filme dos Vingadores. Agora, o cineasta Kevin Feige falou sobre o assunto.
“Vamos manter aquele momento e não revisitar aquele momento novamente”, afirmou Feige para a Vanityfair sobre os momentos finais emocionantes de Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato’.
“Todos trabalhamos muito durante muitos anos para chegar a isso, e nunca gostaríamos de desfazer isso de forma mágica de qualquer maneira.”
Embora Downey tenha se tornado a face do UCM, Feige revelou que inicialmente não estavam inclinados a escalá-lo.
“Foi puramente porque a diretoria da Marvel estava nervosa em apostar todos os seus recursos em alguém que famosamente teve problemas legais no passado”, disse Feige sobre as prisões de Downey.
“Eu não era muito bom — e ainda não sou ótimo — em aceitar um não como resposta. Mas também não bato no peito para conseguir o que quero. Eu tento encontrar maneiras de deixar claro para outras pessoas por que deveríamos seguir uma direção. E foi quando surgiu a ideia de um teste de tela.”
Feige também enfatizou o respeito e admiração que o elenco tem por Robert Downey Jr.
“Costumávamos brincar e dizer que Robert era o chefe do departamento de atuação porque todos ali o admiravam”, acrescentou Feige.
“Ele os acolheu a todos, mas não de maneira subserviente. Ele apenas se tornou o líder de torcida deles.”
Em entrevista ao ComicBook, Nia DaCosta, diretora do vindouro ‘As Marvels‘, compartilhou uma opinião bombástica sobre o passado do Universo Cinematográfica da Marvel.
A cineasta revelou que culpa o Capitão América pelos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Apesar de ter declarado que entende as motivações do personagem, ela afirmou que não concorda com suas decisões.
“A razão pelos eventos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ter sido culpa do Capitão América é a mesma que o torna um herói incrível. Ele não quer sacrificar ninguém; sempre acha que há um outro jeito. Ele não estava certo, mas, no final das contas, tudo acabou bem.”
Ela completa,
“Ele perdeu algumas pessoas que amava, mas é a culpa dele porque ele devia ter arrancado a joia da testa do seu colega desde o início. No entanto, tudo isso faz sentido em relação ao personagem, e acredito que este é um dos grandes motivos pelo enorme sucesso da primeira parte do MCU. Todas as decisões dele fizeram sentido, apesar de eu não concordar com elas. Essas decisões fizeram sentido com o caráter do personagem. E, apesar de eu culpá-lo, eu o entendo.”
Concorda com ela?
Vale lembrar que ‘As Marvels‘ já está disponível no Disney+.
Confira nossa crítica em vídeo:
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
Frutos de um POP embebido na fonte da juventude, essas mulheres hoje são consideradas apenas sombras de todo o vigor jovial que um dia estamparam em sua beleza. Na casa dos 40 e sem as mesmas ambições de outrora, elas são exatamente o que a cultura não quer e o que ninguém pediu. Mas ainda assim, persistem, sonham e confrontam os próprios instintos de sua idade madura, para garantir que não sejam apenas a memória Y2K de apenas um hit de sucesso.
Girls5eva poderia ser apenas uma sketch cômica que satiriza a forma como a indústria musical trata mulheres mais velhas, mas consegue cruzar suas próprias críticas sociais para nos entregar um humor deliciosamente pitoresco. E no melhor padrão Tina Fey de fazer comédia, a 3ª temporada estreia na Netflix para o deleite dos saudosos de Unbreakable Kimmy Schmidt, reunindo músicas ridículas que grudam como chiclete e uma narrativa que vai além de suas obviedades.
No novo ciclo, Sara Bareilles, Renée Elise Goldsberry, Paula Pell e Busy Philipps retornam dispostas a enfrentar todos os contratempos da vida comum para uma vez mais tentar deslanchar a carreira musical, cujo sucesso ainda segue estagnado nos anos 2000. Com lembranças agridoces de uma adolescência famosa regada por excessos que são claramente ácidas críticas à indústria fonográfica, elas caminham em direção a uma pequena turnê americana em cidades do interior, onde seus hinos antigos ainda ecoam e algumas de suas novas canções começam a conquistar uma peculiar e inesperada fanbase.
E enquanto o sucesso genuíno ainda não vem, o quarteto +40 tenta navegar os dilemas corriqueiros dessa faixa etária, como uma gestação tardia, conflitos geracionais com a turma da Gen Z e a descoberta do amor verdadeiro diante de crises de meia idade. E com muito bom humor e pouquíssima pretensão, a criadora Meredith Scardino e a produtora-executiva Tina Fey se unem para nos presentear com uma série de comédia absolutamente viciante.
Com episódios curtos e canções tolas que satirizam a meia idade e falam sobre coisas aleatórias que servem como uma perfeita e realista representação de algumas das canções mais populares do momento, a série acerta em tudo aquilo que se propõe. Sua nostalgia refletida em hilárias cenas de flashback ativam a memória afetiva de muita gente, enquanto suas sacadas cômicas e acidez narrativa ainda revelam retratos claros de como a mulher mais velha é percebida pela cultura POP.
E se divertindo com suas caracterizações como quem não tem medo de fazer escárnio de si mesmo, o elenco de protagonistas brilha em tela, canta bem (impossível esperar menos de Sara e Renée) e ainda se diverte com as caricaturas propositalmente estereotipadas de suas personagens. E com um toque de doçura e ternura, Girls5eva é ainda delicada e sensível ao abordar amizades de longa data e o amadurecimento e aceitação de mulheres que, ao invés de fugirem de sua idade, as abraçam e as celebram lindamente em tela.
Fazendo piada também desses inúmeros reencontros de boybands e girlbands dos anos 90 e 00, a comédia que fora adquirida pela Netflix é também uma ode ao POP Y2K, à medida em que se consolida nesse formato nonsense que ri de coisas sérias, sem se privar da oportunidade de cutucar algumas feridas abertas existentes em Hollywood. Essencialmente divertida em todos os sentidos, Girls5eva é muito mais do que um hit só e merece uma coletânea inteira de novas temporadas.
O lendário músico Bruce Springsteen está prestes a ganhar sua própria cinebiografia intitulada ‘Deliver Me from Nowhere’ (tradução livre: “Entrega-me de Lugar Nenhum”). Segundo o Deadline, o longa-metragem será escrito e dirigido por Scott Cooper, conhecido por filmes como ‘Tudo por Justiça’ e ‘Hostiles’.
Embora ainda não haja confirmação oficial, o ator Jeremy Allen White, famoso por seu papel na série ‘Shameless’ e ‘O Urso’, tem se mostrado o favorito para interpretar o astro do rock.
A trama será uma adaptação do livro de Warren Zanes, publicado em 2023, e se concentrará no árduo trabalho de Springsteen para criar seu álbum seminal de 1982, “Nebraska”. O filme irá explorar o período em que Springsteen e a E Street Band estavam gravando faixas para o grande sucesso “Born in the USA”, enquanto ele dava início ao desenvolvimento de “Nebraska”.
Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.
Além de Chalamet, o elenco conta com Edward Norton (‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger, Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’) como Sylvie Russo, e Boyd Holbrook (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.
Com roteiro de Jay Cocks (‘Silêncio’) e direção de James Mangold (‘Logan’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.
Em seu perfil do Twitter, o diretor James Mangold compartilhou uma imagem oficial de Timothée Chalamet (‘Wonka’) caracterizado como o renomado cantor Bob Dylanpara a cinebiografia ‘A Complete Unknown’ (Um Completo Desconhecido – tradução livre).
Na imagem, vemos o astro caminhando à noite na noite boêmia da década de 1970.
Além de Chalamet, o elenco conta com Edward Norton (‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger, Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’) como Sylvie Russo, e Boyd Holbrook (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.
Com roteiro de Jay Cocks (‘Silêncio’) e direção de James Mangold (‘Logan’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.
Considerado um dos melhores filmes do gênero, o filme original foi dirigido por Charles Laughton em 1955, baseado no romance homônimo escrito dois anos antes por Davis Grubb.
Na trama, um homem esconde uma grande quantia de dinheiro roubado na boneca de sua filha, Pearl. Logo em seguida é preso, mas antes faz com que os filhos prometam nunca revelar onde o dinheiro está.
Já na prisão e condenado à morte, ele sonha com a quantia, o que atrai a atenção de seu companheiro de cela, o falso reverendo Harry Powell, secretamente um psicopata assassino que foi preso por um crime menor.
Assim que ganha liberdade, o reverendo viaja até a cidade natal de seu antigo companheiro de cela na tentativa de descobrir o esconderijo do dinheiro, aproximando-se propositadamente da família.
Ninguém desconfia de nada, a não ser o filho mais velho, John. Enquanto isso, o perigo aumenta a cada vez que John e Pearl mantêm a promessa de silêncio dada ao pai.
A produção do remake deve começar somente após Derrickson e Cargill encerrarem o trabalho em ‘O Telefone Preto 2‘, atual projeto da dupla.
Lembrando que Ethan Hawke (‘A Entidade’) também confirmou seu retorno como o serial killer The Grabber e disse que o filme deve explorar novos aspectos do sinistro antagonista.
“Eu não tenho ideia [de como será a sequência]. Como ator, eu realmente aprecio a narrativa em si; há um pequeno espaço para arte, histórias de amor e até mesmo apenas assistir um filme durante a meia-noite e se assustar, sabe?”
Ele completa, “Eu amo todos os gêneros, de todas as suas formas de contar uma história. Eu sempre tentei fazer coisas diferentes na minha carreira. O diretor Scott Derrickson é realmente brilhante. Se ele pedir para eu fazer algo, eu farei.”
Mason Thames e Madeleine McGraw também foram confirmados na sequência, como os irmãos Finney e Gwen Shaw, respectivamente.
Jeremy Davies, que deu vida ao pai das crianças, Terrence Shaw, e Miguel Mora no papel de Robin, também irão retornar.
O longa está programado para estrear no dia 27 de junho de 2025.
Lançado em 2022, o terror ‘O Telefone Preto’ arrecadou US$ 161 milhões nas bilheterias globais, consolidando-se como um dos filmes de maior sucesso da produtora Blumhouse.
A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.
A trama gira em torno do romance sobrenatural proibido entre a adolescente desajustada Bella Swan e Edward Cullen, um charmoso vampiro com mais de 100 anos, mas com aparência de um jovem de 17 anos.
No entanto, nem tudo é romântico na visão de Stewart, que fortes críticas ao relacionamento deles durante uma entrevista para o podcast Not Skinny But Not Fat.
Tanto nos livros quanto nos filmes, Bella parece estar enfeitiçada pela aparência de Edward, então a apresentadora sugeriu que a jovem estava ‘desesperada’ para ficar com ele… Mesmo ele sendo manipulador.
Concordando com a afirmação, Stewart acrescentou que é bem diferente de sua personagem e teria terminado o relacionamento imediatamente ao perceber os defeitos de Edward, o que Bella não tinha coragem de fazer.
“É visível que ele estava tentando controlar as escolhas que ela fazia por si mesma”, argumentou Stewart. “Eu teria terminado com ele imediatamente… Quero dizer, se eu dissesse: ‘Ei, quero tentar isso [ser uma vampira]’, e se ele dissesse: ‘Não, isso é só para mim’, eu diria: ‘Bem, minhas escolhas também são só para para mim. E toda a minha vida. Sem você’.”
Lembrando que a Lionsgate está desenvolvendo uma animação inspirada na saga literária.
Por enquanto, ainda não há roteiristas definidos para nem plataforma de streaming para exibir a animação… Então não há informações sobre o enredo.
Tudo o que se sabe até o momento é que Meyer pode estar envolvida como consultora criativa, enquanto Wyck Godfrey e Erik Feig, ex-co-presidentes do Lionsgate Motion Picture Group e responsáveis pela compra dos direitos dos livros para a Summit Entertainment, estão confirmados como produtores executivos da série.
Apesar do projeto estar nos estágios iniciais, os fãs estão bastante empolgados e compartilhando mensagens de comemoração e expectativas para retornarem ao universo dos vampiros e lobisomens.
Por outro lado, alguns não gostaram da ideia, enquanto outros estão em cima do muro, ainda descrentes de que uma animação possa atingir tanto sucesso quanto os filmes ou uma série live-action.
Confira as reações:
Uma animação de Crepúsculo com a estética da Graphic novel.
Eu simplesmente aceitei como verdade que a série de crepúsculo vai ser uma animação. Imagina se tem a estética dos graphic!!! simplesmente a melhor notícia que esse fandom poderia receber pic.twitter.com/kfHUENqPN6
— Bruna Cullen (Taylor’s Version) (@twilight_stann) March 6, 2024
Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.
O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de abril.
Após os acontecimentos do primeiro filme, uma raiva destrutiva cresce à medida que o Ursinho Pooh, Leitão, Tigrão, Coelho e o Corujão encontram sua casa e suas vidas em perigo depois que Christopher Robin revela suas existências. Não querendo mais viver nas sombras, eles decidem embarcar em uma onda de assassinatos pela cidade de Ashdown e se vingar de Christopher de uma vez por todas.
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou incríveis 100% de aprovação.
Das seis críticas publicadas até o momento, todas são positivas!
“Esta sequência melhora muito em relação à primeira, não apenas se inclinando para o absurdo, mas também expandindo a mitologia de maneiras divertidas. Na verdade, estou curioso agora para ver para onde vai esse universo cinematográfico maluco.” – 3CFilms
“Grotesco, admirável e bobo… Uma melhoria considerável em relação ao filme original, fazendo alusão à infância perdida e prejudicada sempre batendo à porta, causando um trauma que é difícil esquecer.” – SciFiNow
“Este é o cinema em sua forma mais punk rock – um tapa na cara sem mão, mas grosseiro, selvagem e destruidor de previsibilidade no mainstream, com um talento bruto o suficiente para evitar que passe despercebido.” – AV Club
“‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘ é uma grande melhoria em relação ao seu antecessor, exagerado e estranho, mas um pouco sério demais para seu próprio bem.” – Dread Central
“‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2′ é uma peça sombria de meta horror que certamente surpreenderá o público.” – The Blogging Banshee