Para promover o vindouro lançamento de ‘O Problema dos Três Corpos‘ – que acontecerá no dia 21 de março –, a Netflix divulgou um clipe inédito da produção.
A produção é baseada na trilogia homônima escrita por Liu Cixin.
Ambientada numa China futurista, a trama vai mostrar alienígenas do sistema solar vizinho se preparando para invadir a Terra. Esse sistema consiste em três estrelas orbitando umas às outras em um sistema de três corpos. Um único planeta habitável existe lá, frequentemente sofrendo mudanças extremas de temperatura e clima, causando um ciclo de mortalidade fora do normal.
Entre os críticos, a atração foi recebida de forma mediana, recebendo 67% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das nove análises publicadas até o momento, seis são positivas e três são negativas.
“‘O Problema dos Três Corpos‘ certamente tem seus pontos altos, mas a oscilação da trama consegue diminuir qualquer boa vontade que os episódios evocam com o público.” – AwardsWatch
“É uma virada de página absoluta que muda de modo e gênero com confiança, atuando como um forte retorno para os showrunners de ‘Game of Thrones’, David Benioff e DB Weiss.” – Paste Magazine
“O que realmente faz a série funcionar são os personagens e, embora eles possam demorar para conquistarem o público, você estará torcendo por eles no final.” – The Mary Sue
“Mesmo com vários desvios inteligentes em relação ao material original, a primeira temporada do programa é, na melhor das hipóteses, um drama mediano. E embora o espetáculo interplanetário criado por David Benioffe DB Weiss seja grandioso, pouco dele chega perto de replicar o sucesso de ‘Game of Thrones’.” – Rolling Stone
“Benioff e Weiss continuam sendo mestres em adaptação e, junto com o roteirista Alexander Woo, abriram um ponto de entrada acessível para uma história profundamente esotérica, ao mesmo tempo em que reproduzem a ação em um escopo adequadamente épico.” – Variety
O projeto prevê, pelo menos, três temporadas.
“A decisão fatídica de uma jovem na China dos anos 1960 reverbera no espaço e no tempo até os dias atuais. Quando as leis da natureza se desfazem inexplicavelmente diante de seus olhos, um grupo unido de cientistas brilhantes une forças com um detetive inabalável para enfrentar a maior ameaça na história da humanidade.”
A direção fica a cargo do indicado ao Oscar Derek Tsang (‘Dias Melhores’)
Além de Weiss e Benioff, Alexander Woo, roteirista de ‘True Blood‘, também está escrevendo a adaptação.
A produção será lançada oficialmente no dia 4 de junho.
Na trama, uma investigação sobre uma chocante onda de crimes coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece…
De acordo com atualizações compartilhadas no GoldDerby, ‘Coringa: Folie à Deux‘ já teve uma exibição-teste realizada e quem assistiu a prévia está descrevendo o longa como “uma trama sangrenta e caótica, mas fiel à essência do original”.
Os textos publicados não estão em ordem cronológica sobre a trama, e funcionam apenas como comentários sobre a atuação do elenco e curiosidades sobre a sequência, como a escolha das músicas
Diferente do que muitos imaginavam, o teor musical do longa não é conduzido apenas por Gaga, mas Phoenix também arrisca na cantoria em sequências que mesclam músicas clássicas com materiais mais atuais.
Entre as canções, ‘That’s Entertainment!‘, de Judy Garland, é uma das que tem maior destaque. Ainda assim, apesar de alguns descreverem a sequência como um musical, definitivamente não é.
Também é mencionado que algumas cenas estão em preto e branco, e a trama aborda críticas políticas muito fortes.
No entanto, apesar de ficar “poderosamente impressionada” com o filme, a fonte também indica que há claros problemas de edição e roteiro, algo que acaba deixando o filme cansativo, mas são problemas que podem ser ajustados até o lançamento, já que as exibições-testes são feitas justamente para corrigirem erros.
Outro destaque no texto é que a fonte afirma que o filme estaria repleto de personagens famosos da DC, que ainda não foram revelados publicamente. Neste ponto, ela não se aprofunda propositalmente para evitar spoilers.
A descrição chega ao fim dizendo que o diretor Todd Phillips planejou um filme equilibrado para agradar tanto a crítica quanto a audiência em geral.
Como não há como comprovar a veracidades das informações, trate-as como rumores.
Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.
Confira as fotos, com a nova logo:
New look at the ‘JOKER: FOLIE À DEUX’ logo has been revealed.
Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.
Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.
Após mais de 40 anos do live-action de 1980 estrelado por Robin Williams, ‘Popeye’ está pronto para conquistar as telonas novamente. Segundo a Variety, a Chernin Entertainment e a King Features se uniram para produzir um novo longa em live-action do personagem icônico, com roteiro de Michael Caleo (‘Família Soprano’).
Criado em 1929 por Elzie Crisler Segar, Popeye completou 95 anos este ano. O personagem transcendeu gerações, conquistando fãs com suas aventuras marítimas, força sobre-humana e amor por espinafre.
Embora a trama e o elenco ainda não tenham sido divulgados, a expectativa para o novo filme é alta. A Chernin Entertainment é conhecida por suas produções de sucesso, como ‘Planeta dos Macacos: A Origem’ e ‘Ford vs. Ferrari’. Já Michael Caleo é um roteirista premiado com experiência em dramas e histórias de ação.
O filme de 1980, dirigido por Robert Altman e estrelado por Robin Williams, foi recebido com críticas mistas na época, mas se tornou um clássico cult com o passar dos anos. O filme arrecadou cerca de US$ 60 milhões em bilheteria, com um orçamento de US$ 20 milhões.
A Disney+ divulgou o primeiro trailer de ‘O Acólito’, aguardada série derivada de ‘Star Wars‘, que estreia em 04 de junho.
Na prévia, vemos pequenos Younglings treinando em um antigo templo Jedi, até que os guardiões da paz são atacados por uma misteriosa guerreira Sith, vivida por Amandla Stenberg.
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef
Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.
“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”
Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.
“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef
Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.
“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”
Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.
“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”
Um épico curta-metragem feito por fãs do Rei dos Monstros acabou de ser lançado, intitulado ‘Godzilla 8mm’. O filme conta a história pela perspectiva de um homem que testemunhou o poder avassalador do terrível monstro.
O curta foi criado por Danny Donahue, diretor de ’65 – Ameaça Pré-Histórica’, e conta com efeitos visuais feitos na plataforma Blender 3D.
A trama gira em torno de um homem que, durante uma entrevista, relata sua terrível experiência com Godzilla seis anos antes. À medida que a fita VHS é reproduzida, o público acompanha em tempo real o desenrolar da história, presenciando a fúria do monstro e o desespero do protagonista.
‘Godzilla 8mm’ está disponível gratuitamente no YouTube.
A Sony Pictures anunciou o relançamento de todos os 8 filmes em live-action do ‘Homem-Aranha’ nos cinemas dos Estados Unidos. A iniciativa começa com a estreia de ‘Homem-Aranha’ (2002) em 15 de abril.
No Brasil, ainda não há confirmação de que os filmes serão relançados.
Confira o trailer divulgado hoje e as datas de lançamento!
‘O Espetacular Homem-Aranha’ (2012) em 06 de maio.
‘O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro’ (2014) em 13 de maio.
‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017) em 20 de maio.
‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ (2019) em 27 de maio.
‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (2021) em 03 de junho.
Os filmes da franquia Homem-Aranha têm sido consistentemente sucesso de bilheteria ao longo dos anos. Em 2002, ‘Homem-Aranha’ arrecadou impressionantes US$ 825 milhões, seguido por ‘Homem-Aranha 2’ em 2004, que conquistou US$ 789 milhões. O encerramento da trilogia, ‘Homem-Aranha 3’ (2007), foi o mais lucrativo da saga arrecadando US$ 895 milhões.
Em seguida, ‘O Espetacular Homem-Aranha’ (2012) manteve a tradição de sucesso com uma arrecadação de US$ 758 milhões, enquanto sua sequência, ‘O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro’ (2014), alcançou um respeitável total de US$ 709 milhões.
A saga do Homem-Aranha teve um rejuvenescimento com ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017), que conquistou US$ 880,2 milhões em bilheteria. Seu sucessor, ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ (2019), superou as expectativas, alcançando um feito ainda maior com uma arrecadação de US$ 1,132 bilhão.
Por fim, o mais recente capítulo, ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (2021), elevou a franquia a novas alturas, reunindo as três versões do herói e arrebatando impressionantes US$ 1,916 bilhão em bilheteria.
All 8 live-action ‘SPIDER-MAN’ movies will officially return to theaters this year.
O remake do clássico filme de ação estrelado por Patrick Swayzeem 1989 caiu de 90% para 67% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.
Jake Gyllenhaal estrela como Dalton, um ex-lutador do UFC que consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.
A estreia no Prime Video acontece dia 21 de Março.
Confira as principais reações:
“Talvez o maior crime do filme seja a falta de luta”, Little White Lies
“Não é um filme tão ruim quanto, mas um exemplo inexplicável de uma franquia que não merece ser revisitada. Por que você iria querer refazer e modernizar um filme tão incorporado em seu tempo e estética específicos?”, Jason Bailey
“Carece de personalidade e apelo sexual, exatamente o que um remake de um clássico de Patrick Swayze não deveria fazer.”, Matthew Pejkovic
“Muito bem conduzido pelo diretorDoug Liman, com um roteiro inteligente e ostentando uma visão maravilhosamente original do arquétipo do herói de ação, este novo ‘Matador de Aluguel’ é um tumulto total… No bom sentido do termo.” – Empire
“Jake Gyllenhaal oferece uma atuação divertida que vai do charmoso ao ameaçador, mas mesmo isso se perde no caos de um filme que precisava ser suado, fundamentado e urgente para funcionar, mas que se torna cada vez mais parecido com algo que você assistiria no sábado de manhã.” – RogerEbert.com
“Embora ‘Matador de Aluguel‘ provavelmente seja medido pela intensidade de suas lutas, a trama consegue moldar um retrato surpreendentemente fundamentado do cotidiano da Florida.” – The Hollywood Reporter
“O novo ‘Matador de Aluguel‘ é uma atualização adequada ao legado de seu antecessor. Não porque seja melhor, ou mesmo porque seja tão parecido, mas porque se move com a mesma estupidez inconsciente que alimentou tantos sucessos de bilheteria dos anos 80 dos quais nos lembramos com tanto carinho.” – IndieWire
“Esta versão provavelmente não terá a reputação duradoura que a versão dos anos 80 teve. É divertido o suficiente para passar o tempo, mas falta aquele brilho que tem no clássico. – Next Best Picture
Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.
A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.
O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.
Nos últimos anos, Zack Snyder andou se queimando em Hollywood muito por conta das controvérsias envolvendo a bagunça do extintoUniverso Estendido DC, do qual ele foi contratado para ser o grande mentor. Porém, quando surgiu para o cinema, Zack era considerado um nome promissor para o futuro, não à toa recebeu o ‘título’ de “Visionário”. Sempre prezando por trabalhar os filmes com sua estética própria, Snyder teve seu primeiro “deslize” justamente em uma adaptação de quadrinhos.
Ame ou odeie, o Zack Snyder pode ser chamado de muitas coisas, menos de covarde. Isso porque ele brigou e assumiu Watchmen, uma adaptação que era considerada impossível de ser feita em Hollywood, não só pela complexidade da trama, mas principalmente porque seu autor, Alan Moore, é reconhecidamente uma das figuras mais fortes do meio das graphic novels. E agora, essa obra cinematográfica que dividiu opiniões completa 15 anos de existência. E você? Gostou ou não de Watchmen?
Antes de falar sobre o filme, vale a pena contextualizar o material original. A década de 1980 representa uma grande virada nas histórias em quadrinhos norte-americanas. Após duas décadas de maravilhas coloridas pulando das páginas dos gibis, os anos 80 decidiram mudar a abordagem, trazendo tons mais sombrios, investindo mais em dramas adultos, violência e questões políticas que trouxessem diferentes públicos para as revistas. Nesse contexto, nomes como Frank Miller, Art Spiegelman, Peter David, Neil Gaiman e Alan Moore fizeram carreira, revolucionando o que era fazer HQs.
Em 1983, a DC Comics havia acabado de comprar a Charlton Comics, trazendo alguns heróis do passado para dentro de seu panteão. Sabendo disso, cerca de dois anos depois, Alan Moore escreveu uma história que focaria na realidade podre desses personagens recém-chegados, permitindo que o autor desse uma nova visão deles nessa entrada no Universo DC. A trama acompanharia a investigação do assassinato do Pacificador (esse mesmo que se popularizou ao ser vivido por John Cena) por seu grupo de heróis, composto por nomes como Besouro Azul, Questão e o Capitão Átomo. Entretanto, apesar do projeto ter sido bem recebido, a ideia de usar os heróis da Charlton em uma empreitada tão controversa não caiu bem ante a direção. Afinal, esses personagens haviam acabado de chegar e essa visão mais crua e brutal poderia mudar para sempre a forma como o público veria eles dali para frente.
Reprodução
O editor da DC, Dick Giordano, enviou suas considerações para que Alan Moore reescrevesse “Quem Matou o Pacificador?” como uma graphic novel composta por personagens inéditos. O quadrinista detestou a ideia, porque acreditou que não funcionaria sem o apego dos fãs aos personagens que seriam distorcidos nas páginas. Só que ele mudou de ideia ao perceber que criar essas paródias poderia potencializar ainda mais as críticas que pretendia fazer, então aceitou as alterações do editor e começou a escrever. Sabendo que Moore estava fazendo um novo projeto, o desenhista Dave Gibbons embarcou no trabalho sem pensar duas vezes e o resto é história.
Trazendo fortes críticas à sociedade norte-americana e à sujeira social da época da Guerra Fria, além de desmistificar o ícone do super-herói e satirizar a cultura de massa, Watchmen se tornou um fenômeno. O universo criado por Moore e Gibbons foi tão rico e denso que causou uma mudança total no storytelling das HQs da época. Diante desse sucesso todo, começou um burburinho que se estenderia por décadas sobre uma adaptação para os cinemas. Só que a densidade da história fazia com que os produtores dessem a trama como “inadaptável para os cinemas”, principalmente porque os filmes de super-heróis ainda eram voltado para o público infantojuvenil.
Nos anos 2000, após o sucesso estrondoso de 300, a Warner viu em Zack Snyder a imagem certa do diretor para adaptar essa graphic novel icônica. Então, o cineasta decidiu se ater o máximo possível à obra original. Para isso, ele comprou uma edição própria de Watchmen e carregava para todos os lados. Por mais incomum que isso seja, o storyboard do filme foi a própria história em quadrinhos.
Dessa forma, Zack tentou ser o mais fiel possível ao material original, rendendo uma dos filmes mais visualmente idênticos a um quadrinho já feito em Hollywood. Mas aí entraram alguns problemas. O corte inicial do diretor tinha mais de três horas de duração, o que era considerado um suicídio comercial na época. Filmes grandes demais tinham menos sessões. Se a quantidade de sessões era menor, a bilheteria também seria mais baixa. Ou seja, não havia a menor condição dos produtores aprovarem. Para reduzir o corte, Snyder arrancou completamente o segmento conhecido como Contos do Cargueiro Negro, que foi inserido no longa no formato de animação e contava uma história paralela sobre um pirata que dialogava diretamente com os dilemas dos heróis.
Mais do que os contos, o filme perdeu sequências importantes, como a morte do Coruja original. Porém, o problema da adaptação passou longe de ser apenas os cortes. A maior crítica que o longa recebeu, do próprio Alan Moore, inclusive, foi a perda da essência da trama em prol da valorização estética. Como costumam brincar nas redes sociais, parece que o Zack Snyder “leu as figuras” e esqueceu de “interpretar a história”.
E o resultado disso se deu justamente no corte final do filme, que é odiado por Alan Moore. Além da alteração do final da graphic novel, que era o ponto de conexão a literalmente todas as ações de Ozymandias, mudando a lula espacial gigante para o próprio Dr. Manhattan, o filme acabou dando uma glamourização exacerbada ao Rorschach, que foi criado pelo quadrinista como um execrável e hipócrita psicopata, mas que acabou virando um símbolo de certos grupos não muito bem-quistos pela sociedade justamente por essa abordagem de exaltação promovida pelo filme de Snyder. Mal comparando, é similar ao Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, que foi criado para mostrar os horrores de poder praticamente fascista dado a policiais cariocas que se transformaram naquilo que deveriam combater. Mas, diante de uma interpretação incorreta, acabou virando símbolo da galera que defende o massacre feito pela polícia contra populações carentes que em vez de serem salvas do tráfico pelo BOPE terminam reféns dessas duas ‘entidades’ da corrupção estatal.
Vendo por esse ponto, fica muito nítido do motivo de Alan Moore odiar tanto o filme. O quadrinista é autodeclarado anarquista e teve de ver sua obra – que foi concebida para criticar a Guerra Fria e a febre da cultura de massa pelos heróis que saíam por aí chacinando a torto e a direito – sendo deturpada para um longa-metragem que mesmo sendo esteticamente marcante e fiel, ocasionou uma glamourização exacerbada de personagens que foram criados para representarem o que há de pior na sociedade.
Algo parecido aconteceu na época com Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010). Nos quadrinhos, só falta o Mark Millar sair das páginas, apontar para o leitor e dizer: “Meu irmão, tu é um otário!”. Já o filme… Bem, ele ainda parodia os fãs de quadrinhos, mas sua roupagem de luxo e o carisma dos atores acaba o transformando em uma aventura divertida que perde a essência da crítica a uma sociedade problemática e viciada a ponto de adultos levarem super-heróis a sério.
E o ponto do Rorschach em específico é realmente sensível ao criador, porque ele declarou diversas vezes ter feito esse personagem reunindo tudo que havia de pior em um ser humano que ele poderia pensar. Por isso, o “detetive” é preconceituoso, sujo e hipócrita. Não por acaso ele caça e tortura bandidos, mas ignora o estupro cometido pelo Comediante, que é seu amigo e mentor.
Para piorar, o Rorschach virou símbolo de grupos de extrema-direita nos EUA. Essa situação, inclusive, foi retratada na série Watchmen, lançada em 2019. Mas antes que venham chamar o Alan Moore de clubista ou ‘Mimizento’, já que a série foi elogiada por ser considerada progressista, vale ressaltar que o autor também não gostou da produção de 2019. Por ele, Watchmen jamais seria adaptada para cinema ou TV, porque acaba alimentando um sistema que legitima tudo que ele mais abomina. É bastante comum ver o artista tocando nesse tema quase com um arrependimento de ter feito parte tão importante da trajetória dos quadrinhos na Cultura Pop.
Fato é que o filme tem seus prós e contras e cabe ao público decidir e interpretar. No fim das contas, Watchmen teve um orçamento altíssimo para a época (US$ 130 milhões) e o valor arrecadado (US$ 185 milhões) foi muito abaixo do esperado. Ainda assim, Snyder conseguiu lançar seu Snydercut que foi mais elogiado pelos fãs. Desde então, o universo Watchmen seguiu intocado nas telas, porque os produtores entenderam que mexer ali era tocar num vespeiro de polêmicas desnecessárias para seus interesses. O universo só voltaria a ser visitado uma década depois, com o elogiadíssimo seriado da HBO, que passou a brincar mais com as controvérsias da vida real, enquanto trabalhava uma trama que indicava dar continuação aos eventos da HQ, não do filme.
‘Palm Royale’ é uma verdadeira história de Maxine Simmons (Wiig), uma mulher que se esforça para entrar na alta sociedade de Palm Beach. Enquanto Maxine tenta cruzar a linha impermeável entre os que têm e os que não têm, a série faz a mesma pergunta que ainda nos confunde hoje: “quanto de você está disposto a sacrificar para conseguir o que outra pessoa tem?”. Ambientado durante o explosivo ano de 1969, ‘Palm Royale’ é uma prova de que todos os forasteiros lutam por sua chance de realmente pertencer a algum lugar.
Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirige os episódios.
“É um papel clássico, e seria uma honra. Com certeza eu consideraria a possibilidade, e seria incrível ser considerado para o papel. Ser considerado para viver o Batman é muito importante para mim”, comentou.
Recentemente, o roteirista de ‘Batman Begins‘, David S. Goyer, compartilhou que Jake Gyllenhaal foi sua primeira escolha para estrelar a trilogia de Batman dirigida por Christopher Nolan.
De acordo com Goyer, Gyllenhaal fez um teste de tela para o papel icônico, embora essa informação nunca tenha sido divulgada ao público.
Gyllenhaal impressionou a equipe com seu teste, levando Goyer a tentar convencer Christopher Nolan a escolhê-lo em vez de Christian Bale. No entanto, Nolan estava firmemente decidido de que Bale era a escolha certa para o papel principal.
“Christian Bale acabou sendo incrível”, admitiu David S. Goyer durante a entrevista.
O novo filme do Batman apresentará Bruce Wayne/Batman e seu filho Robin/Damian Wayne, fazendo parte do universo cinematográfico da DC de James Gunn.
É importante mencionar que o novo Universo Cinematográfico da DC terá início em 2025 com ‘Superman: O Legado’.
O filme terá David Corenswet como protagonista, interpretando Clark Kent/Superman, com Rachel Brosnahan no papel da jornalista Lois Lane, e Nicholas Hoult como o supervilão Lex Luthor. Além disso, incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.
O filme estreia em 10 de julho de 2025.
Enquanto isso, David Corenswet está se preparando para interpretar o Superman. Confira!
Fontes disseram que Taylor-Johnson já vai assinar o contrato esta semana, depois de ter recebido uma oferta formal da Eon Productions, responsáveis pelas adaptações do personagem criado por Ian Fleming.
“Bond agora é responsabilidade de Aaron, caso ele queira aceitar o papel. A oferta formal está sobre a mesa e eles estão aguardando uma resposta”, disse uma fonte ligada à produtora. “Aaron vai assinar seu contrato nos próximos dias e eles devem começar a se preparar para o grande anúncio oficial.”
Rumores de que Taylor-Johnson seria o próximo James Bond começaram a surgir logo após a despedida de Craig em ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘.
No ano passado, Johnson evitou as afirmações durante uma entrevista à Esquire, afirmando o seguinte:
“Preciso seguir o meu próprio caminho, o que parece intuitivo para mim e para minha carreira. Nunca tomei uma decisão com base nas perspectivas de outras pessoas, ou nos seus julgamentos, ou nas suas expectativas sobre mim.”
Anteriormente, a produtora Barbara Broccoli conversou com a Empire e deu alguns detalhes sobre a direção em que a franquia ‘007‘ irá seguir junto com o futuro protagonista.
“Quando você muda o ator, você precisa reimaginar a direção que o filme tomará. Quando você contrata um ator, espera passar pelo menos uma década com ele e fazer quatro, cinco ou seis filmes com ele. Então você tem que pensar: ‘Qual será a trajetória? O que esse ator vai trazer de novo? Como você vai levar a série uma direção diferente das anteriores?'”, argumentou Broccoli.
Ela continuou:
“Não se trata apenas de passar passar o bastão e dar foco a um novo rosto. Não se trata de escalar um cara alto e elegante. Vamos demorar o tempo que for preciso para termos uma noção de onde queremos ir com a franquia. E queremos fazer isso antes de escolher o novo James Bond. Começaremos o processo provavelmente com os roteiristas Rob Wade e Neil Purvis, e só então saberemos aonde estamos indo.”
Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.
Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O ator Timothée Chalamet, de 28 anos, fez história nos cinemas dos Estados Unidos! Ele se tornou o primeiro ator em 50 anos a ter estrelado os dois filmes de maior bilheteria no país em um período de 8 meses.
Em dezembro de 2023, Chalamet protagonizou o musical ‘Wonka’, prequela do clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’. O longa foi um sucesso estrondoso, arrecadando US$ 628,1 milhões nas bilheterias.
Já em fevereiro de 2024, estreou ‘Duna: Parte 2’, outro filme protagonizado por Chalamet que acaba de ultrapassar US$ 500 milhões de bilheteria.
‘DUNE: PART TWO’ crossed $500M at the worldwide box office.
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) March 18, 2024
Segundo a Film Updates, a última vez que um ator havia conseguido tal feito foi John Travolta, com os filmes ‘Os Embalos de Sábado à Noite’ e ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’, no final dos anos 70.
‘Wonka’ está disponível na plataforma de streaming Max, enquanto ‘Duna: Parte 2’ continua em cartaz nos cinemas nacionais.
A arte é subjetiva, como todos nós estamos cansados de saber. A máxima de “o que é bom para você pode ser ruim para mim e vice-versa” é a mais pura realidade quando tratamos de arte. E com os filmes isso acontece mais ainda por serem uma forma de arte muito popular e que desperta a paixão dos fãs como nenhuma outra. A verdade é que cada um de nós absorve a arte baseados em nossas próprias vivências e experiências, a bagagem que trazemos conosco. Dessa forma, a arte ou um filme é o espelho do que levamos para ele, ou seja, só irá refletir o que já temos dentro de nós.
Uma vez dito isso, é preciso levar em conta também o fator consenso. Vivemos em uma sociedade democrática, ou pelo menos desejamos que seja cada vez mais. Assim como o voto em políticos para saber quem ganhou uma eleição através da maioria das opções, a forma de avaliação de um filme pode ser simples: foi bom ou não em nossa opinião. Sendo assim, os mais variados agregadores reúnem avaliações da crítica especializada (profissionais com um conhecimento maior da arte cinematográfica, especializados em assistir e comentar todo tipo de filme com mais propriedade) e também do grande público, que em sua maioria procura cinema apenas para se entreter.
É sobre esta segunda categoria de espectador que iremos falar nessa matéria, o grande público. Por mais que você tenha gostado de alguns dos filmes que iremos apresentar abaixo como os piores de 2023, saiba que na opinião da maioria dos espectadores que os assistiu e votou no maior banco de dados de cinema da rede, o IMDB, eles deixaram muito a desejar. Aqui, reunimos os filmes de prestígio, de grandes estúdios, com astros e estrelas protagonizando, e que não conseguiram sequer uma nota 5 de 10 nestas avaliações. Confira abaixo quais são esses longas “azarados” ou “odiados” mesmo.
Reunir em um único filme os talentos de Richard Gere, Susan Sarandon, Diane Keaton e William H. Macy seria o suficiente para atrair atenção de qualquer cinéfilo. E apesar de sua premissa “farsesca” até interessante, na opinião geral dos espectadores o filme recai na fórmula do mais baixo denominador comum em sua comédia romântica. Na trama, Emma Roberts e Luke Bracey ficam noivos e decidem se casar, como forma de último esforço para seu relacionamento que já não estava indo muito bem. Porém, ao apresentarem suas famílias uma para a outra – Richard Gere e Diane Keaton (os pais dela) e William H. Macy e Susan Sarandon (os pais dele) – os casais de meia idade logo descobrem que estão secretamente traindo uns aos outros.
Aqui podemos dizer que o consenso é praticamente uma unanimidade, pois difícil mesmo é encontrar alguém para falar bem do novo ‘O Exorcista’. Se fosse qualquer outro filme sobre possessão demoníaca, ‘O Devoto’ seria considerado medíocre e esquecido na semana seguinte, como a maioria dos exemplares deste que já se tornou um subgênero. O problema é que a Blumhouse e o diretor David Gordon Green (que cada vez se queima mais com a comunidade de fãs do terror) ousaram colocar o título de um dos filmes mais influentes e celebrados da sétima arte. Planejado como uma trilogia, duvidamos muito que uma continuação receba sinal verde.
Até então, a franquia dos heróis de ação da terceira idade havia ficado entre erros e acertos, mas sempre conseguia conquistar o coração do amante nostálgico do gênero. A proposta já nasceu como “galhofa” – Sylvester Stallone escreveu e dirigiu sua homenagem aos colegas e a ele mesmo, mostrando que os velhos cães de guerra ainda tinham muito sangue para dar em tela.
Com as continuações, o envolvimento de outras lendas foi aumentando, com: Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Wesley Snipes, Harrison Ford, Mel Gibson e Antonio Banderas. Esse era o caminho que os filmes deveriam ter seguido, escalando quem sabe a seguir Jackie Chan, Steven Seagal, Kurt Russell e afins. Mas sabemos que a coisa começa errada quando os atrativos de seu novo filme são Megan Fox e 50 Cent…
Os cinéfilos um pouco mais velhos ainda guardam com muito carinho a primeira adaptação de ‘Cemitério Maldito’ para o cinema, baseado no livro de Stephen King, e lançado em 1989. A história fala sobre uma família, dessas de comercial de margarina, se mudando para sua nova grande casa numa área rural dos EUA. Nas proximidades existe um antigo cemitério de animais, tido como místico, parte do folclore local, e que segundo reza a lenda, quem for enterrado ali retorna dos mortos; mas não está “puro”.
Aproveitando o sucesso que o filme fez, o estúdio resolveu lançar uma continuação três anos depois, e trinta anos depois um remake. Nenhum dos dois teve a mesma relevância cultural do primeiro. Agora eles tentam de novo com a primeira prequel deste universo e o resultado foi ainda mais genérico, agradando poucas pessoas.
Muitos fatores jogaram contra esta primeira adaptação em live-action do famoso e muito cultuado anime dos anos 80. Talvez o mais determinante seja a ausência de grandes nomes envolvidos com o projeto, na frente e atrás das câmeras. Na hora de levar para as telonas uma produção deste porte com atores de carne e osso, é preciso ter o compromisso de fazer da maneira certa. E há muito tempo Hollywood percebeu que grandes atores dão credibilidade a este tipo de produto.
As presenças de Marlon Brando e Jack Nicholson foram o que fizeram os filmes do ‘Superman’ e ‘Batman’ darem certo, por exemplo. Isso e o fato de serem bons, é claro. E é isso que faz hoje a Marvel e a DC investirem pesado em nomes badalados para suas obras. Talvez ‘Cavaleiros do Zodíaco’, que não é bom, ganhasse mais credibilidade com esse investimento.
‘Peter Pan e Wendy’ parece ter seguido a fama das produções da Disney em live-action que adaptam suas animações clássicas despejadas na plataforma de streaming da Disney+; em especial o pouco apreciado ‘Pinóquio’, de Robert Zemeckis. De forma geral, mesmo os que rendem bilheterias astronômicas, como ‘A Bela e a Fera’, ‘O Rei Leão’ e ‘A Pequena Sereia’ não conseguem encantar da mesma forma que suas contrapartes em desenho. Não que o estúdio se importe muito com isso, afinal, como dito, tais produções ainda correspondem enchendo seus cofres. Porém, algumas delas parecem não terem a fé de seus produtores e terminam desovadas no streaming, somente para depois todos constatarem que realmente não eram muito boas – e caso fossem ao cinema certamente dariam prejuízo.
A produção renomada menos apreciada pelo grande público é o quinto filme da franquia infantil ‘Pequenos Espiões’, idealizada por Robert Rodriguez. O diretor teve a ideia quando foi pai, e assim começou a pensar em projetos infantis para a criançada. O problema é que nenhum deles se salva. E não apenas dentro da franquia ‘Pequenos Espiões’, com fracassos como ‘Sharkboy e Lavagirl’, ‘A Pedra Mágica’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’.
De alguma forma tais filmes devem dar algum resultado para o cineasta, caso contrário não continuaria fazendo-os. Depois da fracassada tentativa de reboot em 2011, com Jessica Alba, Rodriguez tenta de novo com esse exemplar, dessa vez contando com Zachary Levi e Gina Rodriguez como os nomes chamativos do elenco.
Alex Proyas, diretor do clássico thriller sobrenatural de 1994 ‘O Corvo’, expressou sua opinião sobre o remake do filme. Segundo à Variety, Proyas revelou que não acha que seja uma boa ideia fazer o filme, após observar as críticas que o longa vem recebendo.
“Realmente não sinto nenhuma alegria em ver negatividade sobre o trabalho de colegas cineastas. E tenho certeza de que o elenco e a equipe realmente tiveram todas as boas intenções, como todos nós temos em qualquer filme. Então, me dói dizer mais sobre este assunto, mas acho que a resposta dos fãs fala por si só”, declarou o cineasta.
Para Proyas, ‘O Corvo’ transcende o mero entretenimento. Ele menciona a morte de Brandon Lee, intérprete do protagonista Eric Draven, durante as filmagens do original.
“‘O Corvo’ não é apenas um filme. Brandon Lee morreu fazendo isso, e foi terminado como um testemunho de sua brilhante e trágica perda. É seu legado. É assim que deve permanecer”, finaliza Proyas.
Lembrando que Brandon Lee, filho do mestre de artes marciais e lenda de Hollywood Bruce Lee, morreu aos 28 anos no set de ‘O Corvo’ quando foi fatalmente baleado por uma arma de cena. O filme foi concluído usando um dublê e efeitos digitais.
Vale ressaltar que o remake tem sido criticado, fazendo com que seu trailer tenha nada menos que 53 mildislikes em apenas um dia desde seu lançamento. Para efeito de comparação, o trailer recebeu 42 mil likes.
Lembrando que o filme é protagonizado por Bill Skarsgård e FKA twigs e chega aos cinemas nacionais no dia 6 de junho.
Conhecido por seu papel como Pennywise em ‘It: A Coisa‘, Bill Skarsgård estrela o filme ao lado da cantora FKA twigs, que faz sua estreia nos cinemas. Um dos projetos mais comentados da indústria cinematográfica dos últimos anos, o longa é uma nova versão do clássico estrelado porBrandon Lee em 1994.
Dirigido por Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador), o longa acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster, (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
“Acho que o encanto do protagonista é que ele tem uma beleza perturbadora e, à medida que se transforma através de sua perda, ele se torna algo que nem ele consegue controlar. É aquela frase famosa: ‘Quem luta contra monstros deve ter cuidado para que não se transforme em um.’”, disse o diretor em entrevista.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
‘Feriado Sangrento’, elogiado terror slasher dirigido por Eli Roth (‘O Albergue’), já está disponível no catálogo da Max.
A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 15 de março.
Na trama, depois que um incidente durante a Black Friday termina em tragédia, um misterioso assassino inspirado no Dia de Ação de Graças aterroriza uma cidade em Massachusetts – que é considerada o berço do infame feriado.
Lembrando que Roth confirmou que uma sequência está oficialmente em desenvolvimento.
O primeiro filme, apesar do recente boicote à Spyglass (após todas as polêmicas envolvendo os bastidores de ‘Pânico 7‘), conseguiu arrecadar US$ 46,5 milhões mundialmente.
Além de retornar à direção, Roth assinará o roteiro da continuação ao lado de Jeff Rendell.
“John Carver irá matar novamente! A sequência de ‘Feriado Sangrento’ ganhou sinal verde! Agradeço a todos que apoiam filmes de terror originais nos cinemas. A continuação está programada para estrear em 2025! Vamos levar um ano para acertar o roteiro, que começamos a desenvolver hoje,” declarou o cineasta.
A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Kaos’, nova série ácida de mitologia grega, dando destaque ao icônico Jeff Goldblum como Zeus, o Rei dos Deuses do Olimpo.
A produção estreia ainda em 2024 na plataforma de streaming, sem dia confirmado.
O projeto foi criado por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, na mesma escala que ‘Games of Thrones‘.
“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”
Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orpheus e Eurydice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.
A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina Lederman, John Woodward e Tanya Seghatchian.
Já faz dois anos que a 2ª temporada de ‘Euphoria‘ chegou ao catálogo da HBO Max, e os fãs estão ansiosos aguardando novidades sobre os próximos episódios.
Como a 3ª temporada da premiada série dramática vai começar a ser gravada em breve, Sydney Sweeney (‘Todos Menos Você’) conversou com a GQ e comentou sobre os desafios do próximo ciclo.
Isso porque haverá um salto temporal significativo, o que representa um grande desafio para o elenco.
Questionada sobre o assunto, a intérprete de Cassie Howard foi evasiva, mas garantiu que a espera vai valer à pena.
“As pessoas ficarão realmente surpresas com o que estamos fazendo na terceira temporada. Acho que isso é bom porque as temporadas 1 e 2 foram muito diferentes uma da outra e também é o caso da terceira, mas os fãs ficarão maravilhados.”
Anteriormente, Colman Domingo (‘A Cor Púrpura’) também conversou com a revista e quebrou o silêncio sobre os recentes atrasos no lançamento da 3ª temporada.
O ator afirmou que o criador da série, Sam Levinson, é muito meticuloso ao escrever os roteiros da produção, pois sempre tenta ajustar o texto para que a narrativa reflita problemas do mundo real.
“[Sam Levinson] é uma pessoa que escreve, reescreve, escreve e reescreve novamente, porque eu acredito que ele está tentando encontrar o que é realmente importante [na narrativa]. Ele está respondendo imediatamente aos males do nosso mundo.”
Sobre o próximo ciclo, Domingo revelou o que podemos esperar: “Só posso dizer que ele está muito interessado na questão existencial sobre quem somos atualmente. Essa é a direção que ele quer levar a terceira temporada [de ‘Euphoria’].”
Anteriormente, Jacob Elordi, que interpreta o problemático Nate Jacobs na produção, disse que espera que as gravações do próximo ciclo comecem em breve – e explicou por que quer voltar o mais rápido possível ao papel.
“Espero que seja em breve, ou eles vão ter que fazer uma coisa tipo ‘Benjamin Button’ comigo, ou algo assim”, ele disse. “Vou ter problemas nas costas andando pelos corredores, sabe?”.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
Zendaya estrela a produção. O elenco também conta comSydney Sweeney, Maude Apatow,Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.
Agendado para julho de 2025, o novo filme do ‘Superman‘ está ganhando várias novidades à medida que as gravações avançam.
No momento, a maior curiosidade dos fãs é ver o novo traje completo do herói vivido por David Corenswet(‘Pearl’).
No entanto, o traje não será revelado tão cedo, como revelou o roteirista e diretor James Gunn.
Através do Threads, um fã perguntou:
“James Gunn, por que essa tortura? Por que você ainda não revelou o traje completo do Superman?”
Em resposta, o cineasta foi direto ao dizer:
“Porque o filme não será lançado por pelo menos um ano.”
Confira:
Lembrando que a atualização mais recente sobre o longa foi a adição de Wendell Pierce como intérprete de Perry White.
White é um dos jornalistas do Planeta Diário, onde trabalha ao lado de Lois Lane (Rachel Brosnahan) e desempenhou um papel fundamental para que Clark Kent conseguisse emprego no jornal.
Para quem não sabe, Pierce é conhecido por seus trabalhos em ‘Jack Ryan’, ‘A Escuta’, ‘Elsbeth’ e ‘Suits’.
A notícia foi divulgada pelo Hollywood Reporter e posteriormente confirmada por Gunn através das redes sociais.
“Caso esteja se perguntando, isto é preciso. Feliz por receber Wendell Pierce na família DC Studios”, escreveu Gunn.
Lembrando que ‘Superman’ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.
Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:
“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.