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Pixar | Disney+ tem curtas essenciais do estúdio no catálogo. Conheça suas histórias!

Criada no final da década de 1970 como uma divisão de computadores da Lucasfilm, a Pixar passou a investir no ramo das animações para desenvolver novos softwares e hardwares e acabou se destacando tanto nesse setor que chamou a atenção da Disney, com quem desenvolveu uma longa parceria até ser oficialmente adquirida pela mesma em 2006.

Com o passar dos anos, a Pixar se consagrou como um polo de criatividade e enfileirou premiações do cinema com seus filmes, virando a grande referência das animações 3D no mundo. Porém, como toda grande empresa, eles tiveram de começar por baixo. E parte do acervo do Disney+ traz justamente alguns dos curtas responsáveis por revolucionar não apenas a história da empresa, mas todo o setor das animações cinematográficas.

Foto: Coolcaesar via Wikimedia Commons

Por isso, o CinePOP listou os ‘curtas essenciais’ que estão disponíveis no streaming e são indispensáveis para todos os fãs do estúdio e que querem entender um pouco mais dos primeiros passos da empresa, antes dela se tornar a potencial mundial de animações. Confira!

As Aventuras de André & Wally B.

Divulgação/ Pixar Animation Studios

O primeiro curta da história da Pixar contou com a genialidade de John Lasseter para mostrar que a animação 3D era possível. Mais do que isso, ele foi responsável por mostrar à diretoria que era necessário ter alguém voltado para trabalhar a parte técnica da animação, mas também seria fundamental ter um cuidado especial para trabalhar a história dos personagens.

“Todas as imagens na animação eram criadas pelas mesmas pessoas que faziam o software. Era como ir a um museu onde os quadros eram feitos pelas pessoas que fabricavam as telas e os pincéis”, disse Lasseter nos bastidores do DVD Pixar Short Films.

Diante dessa proposta, John começou a trabalhar no projeto e teve de seguir as ordens de simplicidade solicitadas pela diretoria. Mas, para isso, ele decidiu se espelhar na criação de outro ícone: o Mickey Mouse.

Ed Catmull e Alvy Ray Smith [fundadores da Pixar] me pediram para pensar em como seria o visual de um personagem feito com formas geométricas simples. Esferas, cones, cilindros, caixas… Esse tipo de coisa. Mas comecei a ver a simplicidade com que Ub Iwerks fazia os primeiros desenhos do Mickey Mouse. E comecei a desenhar o que acabou sendo o André, um personagem feito com formas simples”, contou John.

Reprodução/ Walt Disney Animation Studios

O curioso é que essa história de manter a simplicidade uma técnica animada apelidada de ‘técnica da gota’, que permitia uma movimentação mais fluida do corpo de André – e garantiu a criação do Wally B. – e surpreendeu o mundo ao trazer para o 3D o efeito de passagem borrada do personagem correndo.

A trama do curta é muito simples. André está andando pelo bosque até se surpreender com uma abelha e sair correndo. Ponto. Simples assim. No auge dessa simplicidade, o curta foi levado a convenções de tecnologia e encantou a todos.

“‘André & Wally B.’ provou que se podia contar histórias por meio desta mídia. Mesmo que não fosse bem uma história, ela estava lá no curta. E funcionou”, assumiu Craig Good, um dos animadores originais da casa.

Luxo Jr.

Divulgação/ Pixar Animation Studios

Esse curta é tão importante que acabou virando o mascote oficial do estúdio. Com a comprovação de que era possível contar história por imagens computadorizadas, Lasseter fez questão de ousar novamente, buscando um curta que pudesse fazer as pessoas sentirem emoções ao assisti-lo. Isso era uma estratégia do principal acionista majoritário da empresa, um tal de Steve Jobs, que queria mostrar ao mundo o poder dos computadores Pixar e como era interessante para pessoas comuns adquirirem um.

Com isso, Lasseter vem com a ideia do curta da lâmpada, o que exige um trabalho especial para os animadores desenvolverem um objeto que projetasse luz e sombra próprios. Com essa nova tecnologia, eles prepararam o projeto e guardaram o melhor para o fim. Além de ter uma “lâmpada bebê”, ela ainda pularia e murcharia uma bola de brinquedo.

A SIGGRAPH acontece até hoje. Essa imagem é da edição 2024. Divulgação/ ACM SIGGRAPH

Estamos falando da década de 1980, então isso era algo impensável até então. Com o curta finalizado, a equipe que trabalhou se divertiu horrores assistindo e levou Luxo Jr. para ser exibido na SIGGRAPH, a principal convenção de anual sobre computação gráfica do mundo. Ela reunia muitos animadores, nerds, publicitários e cientistas. A reação do povo na primeira exibição do curta foi descrita como “animalesca”.

Nos primeiros segundos, quando viram a lâmpada projetando luz e o efeito das sombras, o público foi à loucura. Quando a lâmpada bebê aparece, houve mais gritos e aplausos. Quando o pequeno Luxo Jr. saltou sobre a bolinha, se equilibrou e murchou o brinquedo, o auditório se tornou um zoológico. E segundo o próprio John Lasseter conta, o que mais chamou atenção foi que as pessoas vinham até ele para falar não sobre a tecnologia, mas sobre a história. As pessoas queriam saber se a lâmpada adulta era a mãe ou o pai, eles perguntavam de quem era a bola. Era tudo que Lasseter queria. As pessoas sentiram alguma coisa ao ver a história.

Sonho do Red

Divulgação/ Pixar Animation Studios

Com o sucesso na SIGGRAPH, a Pixar passou a ser muito requisitada para fazer comerciais de TV.  Mas não era o bastante. Eles ainda acreditavam no potencial de filmes animados em 3D. Então, surgiu a ideia de fazer um curta mais elaborado e que fosse mais dramático, podendo explorar cenários e sentimentos mais pesados.

Dessa premissa nasce Red’s Dream. O curta acompanha um melancólico monociclo que vive abandonado em uma loja de bicicletas, mas sonha em virar astro de circo, sendo utilizado por um palhaço.

Se tem uma palavra que é perfeita para descrever esse aqui é ‘melancolia’. A história é ambientada em uma noite chuvosa da cidade grande, então é possível ver um grande estudo de cenários. O trabalho de iluminação também é espetacular, porque trabalha no escuro de forma excepcional para a época.

Ele foi importante por trazer essa visão mais artística para os gênios por trás das telas. “A arte desafia a tecnologia, e a tecnologia inspira a arte. E, resumidamente, esse passou a ser o nosso método de trabalho na Pixar, disse Lasseter. No entanto, Sonho do Red acabou não se destacando tanto quanto o curta anterior. Curiosamente, brinca John Lasseter, o “curta fez muito sucesso na Europa”.

Tin Toy

Divulgação/ Pixar Animation Studios

Então, chega o curta que mudaria o nível da Pixar de uma vez por todas. A essa altura do campeonato, a Pixar já era mais reconhecida no mercado por seus curtas do que pelas tentativas frustradas de fortalecer a marca de computadores. Então, John Lasseter observou seu sobrinho, um simpático bebê, interagindo com seus brinquedinhos. Ele pegava todos e chacoalhava, até colocá-los na boca. Diante daquela cena, Lasseter pensou que um bebê poderia ser algo monstruoso partindo da perspectiva de um brinquedo.

O curta é estrelado por um homenzinho de lata que é perseguido por Billy, um bebê muito pequeno. E ele realmente sofre com o moleque, que não entende muito bem o que está acontecendo. O grande desafio desse curta foi modelar o bebê, que é considerado o primeiro personagem 100% humano da Pixar (o palhaço do Sonho do Red usava maquiagem e não tinha ‘pele humana’ para animar).

O resultado desse curta foi fora de série, já que conquistou o Oscar de Melhor Curta Animado de 1988. Mas a real importância dessa animação foi outra.

“Foi a primeira animação computadorizada em 3D a ganhar um Oscar. Mas a coisa mais importante que Tin Toy fez foi plantar em nossas cabeças a ideia de que brinquedos poderiam tomar vida e agir pelas costas dos adultos. Daí surgiu a ideia para Toy Story, confirmou John Lasseter.

Nesse meio tempo, a Disney fez uma série de propostas para tirar John Lasseter do estúdio. Só que ele tinha plena fé na equipe e acreditava que aquele trabalho poderia render algo grande, então recusou todos os convites. Com o sucesso de Tin Toy, a equipe Pixar tinha definido sua meta: fazer um curta de aproximadamente meia hora de duração e, caso desse retorno, investiriam em um longa-metragem animado.

No entanto, a Disney percebeu que Lasseter não ia ceder, então decidiu parar de lutar contra a Pixar e propôs uma parceria. Eles fecharam um acordo milionário para desenvolverem três filmes de longa-metragem completamente em 3D. A Pixar tentou argumentar que gostaria de tentar fazer um filme de 30 minutos antes, mas perdeu no argumento para os executivos da Disney, que falaram: “Uma equipe que consegue fazer uma animação computadorizada de 30 minutos é plenamente capaz de fazer uma de 90 minutos”.

Divulgação/ Pixar Animation Studios

Eles toparam, e o primeiro projeto conjunto foi um tal de Toy Story, que é considerada a primeira animação longa-metragem feita completamente em computação gráfica na história.

A parceria com a Disney rendeu muitos louros, até que a empresa do Mickey tirou o escorpião do bolso e fechou um acordo de mais de sete bilhões de dólares para comprar a Pixar em 2006. O estúdio se isolou como o maior vencedor da história da categoria de Melhor Animação do Oscar, com 11 estatuetas. Além disso, chegou ao auge em 2011, quando Toy Story 3 (2010) conseguiu uma indicação também na categoria de Melhor Filme.

Divulgação/ Pixar Animation Studios

O importante é que mesmo com o sucesso dos longas-metragens nos cinemas, a Pixar entendeu a importância dos curtas e nunca parou de produzi-los. Com o passar dos anos, os curtas viraram laboratórios para revelar novos animadores e diretores, servindo como verdadeiras escolas para jovens cineastas que eventualmente ganham chance de demonstrar seus trabalhos no próprio estúdio.

Todos os curtas citados estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Como Treinar Seu Dragão – Novo Filme Entrega Exatamente O que se Espera de um Live-Action

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Vinte e dois anos se passaram desde o primeiro lançamento do primeiro livro da série ‘Como Treinar Seu Dragão’ (no Brasil, saiu pela editora Intrínseca). São duas gerações de leitores que cresceram se encantando com a história da comunidade de vikings e seu jeito meio torto de conviver com dragões. Então, em 2010, veio a primeira adaptação da história de Cressida Cowell: um longa de animação que além de tirar o fôlego dos espectadores, trouxe tecnologias de animação que tornaram as texturas da produção (as partes da água, principalmente) algo nunca antes visto nos cinemas, o que elevou a produtora Dreamworks a outro patamar. E agora, em 2025, essa jornada fantástica, em muitos sentidos, ganha mais um caminho: a versão em live-action da mesma jornada de ‘Como Treinar Seu Dragão’, que chega a partir de hoje nos cinemas brasileiros.

Soluço (o fofíssimo Mason Thames, de ‘O Telefone Preto’), dentre todos os vikings de Berk, é o único que não tem aptidão nenhuma para matar dragões – e essa situação fica ainda pior pelo fato de Soluço ser filho de Stoico (Gerard Butler, de ‘300’), o chefe do grupo. Numa tentativa de melhorar essa situação, Soluço é inscrito no grupo de treinamento juvenil para aprender como matar dragões, e o menino vê aí sua grande chance de deixar seu pai orgulhoso e de chamar a atenção de Astrid (Nico Parker, de ‘The Last of Us’), sua crush. Mas, numa tentativa de provar seu valor, Soluço acaba atingindo um Fúria da Noite, o dragão mais raro e mais temido de todos. Ao encontrá-lo, Soluço percebe que a criatura não é tão terrível quanto todos dizem, e, aos poucos, começa a crescer uma amizade entre o menino e Banguela, o Fúria da Noite.

Recheada de valores fundamentais para a educação e naturalmente inclusivo (num tempo em que ninguém se atentava para este ponto), a história de ‘Como Treinar Seu Dragão’ é, e continua sendo, o principal forte de toda adaptação que ela ganhe. E na live-action, não poderia ser diferente. Quer dizer, poderia, mas, felizmente, o novo ‘Como Treinar Seu Dragão’ é tal qual a história do livro, da animação e prova que uma nova leitura de uma mesma história não precisa necessariamente ter que alterá-la, principalmente quando se tem fãs.

Viking com capacete e barba longa e ornada

E aí dá até para comparar: se no livro a jornada de Soluço e Banguela pende mais para o humor, na animação a aventura fica mais fabulesca e fantasiosa; agora, com seres humanos e dragões “reais” (aliás, difícil dizer que eles não existem, tamanho o realismo da produção), a trama do menino viking que constrói amizade com o maior inimigo de seu povo ganha profundidade dramática, amadurecendo as emoções e entregando exatamente o que o público queria ver: a mesma história, respeitada tal qual e muito mais maravilhosa, uma vez que agora que sabemos o que vai acontecer em seguida, sofremos, torcemos e amamos antecipadamente cada cena do roteiro de Dean DeBlois e William Davies.

É nesse ponto que entra a magia e a fofura do diretor Dean DeBlois, responsável pelas franquias mais adoráveis do milênio (‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Lilo e Stitch’). Ter uma comandante que ama o que faz e que ama a história que está sendo contada faz toda a diferença num projeto como esse porque ele envolve amor em cada detalhe, e isso imprime na tela. Como consequência, tudo entra em sintonia: a produção de arte belíssima com um figurino feito com esmero, os efeitos de pós-produção e, claro, um elenco em sintonia que transpõe os mesmos sentimentos dos amados personagens da literatura e da animação. Mason e Nico têm uma química adorável, assim como os jovens vikings cumprindo seus papéis de alívio cômico que depois se tornam a base do casal. Gerard Butler visivelmente se diverte como um viking com voz de trovão e até mesmo Banguela, mesmo não sendo real, convence a todos de que existe, roubando a cena em todas as suas interações com Mason.

Como Treinar Seu Dragão’ é uma jornada por sentimentos que já conhecemos e nos transporta ao nosso lugar-conforto da infância/adolescência e a memórias deliciosas de como é sonhar e acreditar numa história envolvente. Um filme que comprova que quando a história é boa e tem uma equipe que acredita nela, o tempo pode passar, mas ela sempre irá se conectar com os corações de quem assiste. Recheado de aventura e com cenas de voo do dragão e de perseguição impressionantes, ‘Como Treinar Seu Dragão’ é o filme para se ver muitas vezes no cinema.

‘The Eddy’: Andre Holland será protagonista da nova série de Damien Chazelle

Andre Holland foi elencado no novo drama musical televisivo de Damien ChazelleThe Eddy. As informações são da Variety.

O show, produzido pela Netflix, gira em torno de um clube parisiense, seu dono, a banda da casa e a caótica cidade que os cerca. As gravações devem começar ainda neste ano.

Holland dará vida a Elliot Udo, um outrora celebrado pianista de jazz em Nova York que se mudou para Paris e agora é um dos donos de um clube noturno prestes a falir. Ele tem uma relação conturbada com a cantora da casa, mas prefere esconder suas emoções. Quando sua filha de quinze anos aparece repentinamente, Elliot deve enfrentar suas fraquezas e amadurecer.

Holland é lembrado por seus papéis no filme vencedor do Oscar Moonlight: Sob a Luz do Luar e também e pela sexta temporada da antologia de terror American Horror Story. Recentemente, o ator participou de Castle Rock, adaptação das obras de Stephen King para a Hulu.

Chazelle, por sua vez, tornou-se o diretor mais jovem da história a levar para casa a estatueta de Melhor Diretor por seu trabalho em ‘La La Land: Cantando Estações’. Seus outros créditos incluem O Primeiro Homem‘Whiplash: Em Busca da Perfeição’.

The Eddy será composta por oito episódios e emerge como o primeiro trabalho do diretor para a televisião.

‘AHS: 1984’: A batalha final vai começar no trailer do último episódio; Confira!

O último episódio de American Horror Story: 1984’, intitulado “Final Girl”, ganhou sua promo oficial.

Confira:

O nono capítulo de ‘1984’ será exibido no dia 13 de novembro.

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

‘Run’: Merritt Wever e Domnhall Gleeson falam sobre seus personagens em novo vídeo; Confira!

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores da comédia romântica Run, em que os protagonistas Merritt WeverDomnhall Gleeson falam sobre seus personagens.

Confira:

Assista à promo do próximo episódio:

Run acompanha Ruby Richardson (Merritt Wever) e Billy Johnson (Domhnall Gleeson), que são dois amigos de faculdade que acabam se reunindo para finalmente cumprir um antigo pacto. Entediada com sua vida no subúrbio, Ruby responde a mensagem de Billy, a palavra “RUN”, com a mesma resposta, dando início a uma promessa feita há 17 anos.

Nessa promessa, caso os dois respondessem a palavra “RUN”, ambos teriam que largar tudo para trás, para se encontrarem na Grand Central Station e fazer uma viagem juntos pela América.

Run‘ é uma co-criação de Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) e Vicky Jones.

‘Enola Holmes’: Adaptação da Netflix com Millie Bobby Brown conquista 82% de aprovação no RT!

‘Enola Holmes’, adaptação da Netflix estrelada por Millie Bobby Brown, conquistou o coração da crítica e abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as reviews:

“[O filme] se mostra bastante envolvente para uma audiência grande” – IndieWire.

‘Enola Holmes’ é um encanto total que fará você querer ver outras aventuras dessa jovem detetive” – Collider.

“Com a inteligência e o charme de Milly Bobby Brown no front‘Enola Holmes’ é um ótimo começo para uma nova franquia detetivesca” – Solzy at the Movies.

“Milly Bobby Brown está incrível como Enola Holmes” – Digital Spy.

‘Enola Holmes’ é uma aventura para toda a família que confirma o estrelado futuro de Millie Bobby Brown” – Daily Mirror (UK).

O longa será lançado na plataforma no dia 23 de setembro.

Assista ao trailer:

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

Além de Brown, o longa terá  Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (Jogos VorazesSimplesmente Acontece) completa o elenco.

Harry Bradbeer (Fleabag) comanda o projeto.

Lembrando que a produção foi supervisionada pela Lionsgate.

‘Solar Opposites’ ganha belíssimos colecionáveis em Funko Pop; Confira!

Durante a Funko Fair 2021, uma nova coleção de Funko Pops foi revelada, trazendo os personagens da aclamada e irreverente série Solar Opposites.

A linha inclui os personagens Yumyulack, Jesse, Terry e Korvo. É possível adquiri-la através do site da Entertainment Earth.

Lembrando que o próximo ciclo da série animada estreia em 26 de março.

A produção foi criada por Justin Roiland (‘Rick e Morty’) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.

‘iCarly’: Elenco revela detalhes do revival em novo vídeo divertido; Confira!

O revival da série ‘iCarly‘ está a poucos dias de sua estreia na plataforma Paramount+ e, agora, foi divulgado um novo vídeo em que o elenco protagonista revela detalhes sobre a trama e sobre o arco de cada personagem.

Confira:

Apesar da ausência de Sam (Jennette McCurdy), os fãs da série teen ficaram bastante animados em rever o elenco original no primeiro trailer oficial da produção.

Nas redes sociais surgiram diversas mensagens em comemoração ao vídeo promocional e também de expectativas e ansiedade pela estreia, que acontece em 17 de junho na Paramount+.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

A produção se passará 10 anos após o término da série original e mostrará Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.

O elenco contará com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

Infelizmente, Jennette McCurdy não retorna como Sam no revival.

iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.

A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.

Todas as temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.

MARINA lança remix de “Highly Emotional People”, faixa de seu aclamado 5º álbum de estúdio

A cantora e compositora MARINA lançou hoje (05) uma nova versão de “Highly Emotional People”, faixa oficial do aclamado álbum Ancient Dreams in a Modern Land.

remix foi produzido pelo DJ Le Sac.

Confira:

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com os singles “Man’s World”“Purge the Poison”“Venus Fly Trap” e a faixa titular.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

Oscar 2022 | ‘Summer of Soul’ ganha o prêmio de Melhor Documentário

A still from Summer Of Soul (Or, When The Revolution Could Not Be Televised) by Ahmir "Questlove" Thompson, an official selection of the U.S. Documentary Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Mass Distraction Media. All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

O aclamado documentário musical Summer of Soul, que marca a estreia diretorial do musicista Ahmir “Questlove” Thompson, se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e é claro que não sairia de mãos abanando do Oscar.

No anúncio dos vencedores, o longa-metragem conquistou o prêmio de Melhor Documentário.

Crítica | Summer of Soul: Documentário resgata festival de black music ignorado pela história americana

Relembre o trailer:

O documentário é parte filme musical, parte construção histórica criada através de um épico evento que celebrou a cultura, a moda e a importância da comunidade negra. Ao longo de seis semanas no verão de 1969, apenas a 160 quilômetros de Woodstock, acontecia o Festival Cultural do Harlem, filmado no Monte Morris Park. As gravações nunca tinham sido vistas até o momento. Summer of Soul mostra a importância da história e o testamento do poder curativo da música em tempos de crise, tanto passada quanto presente.

A obra conta com performances de lendas do cenário fonográfico, incluindo Stevie WonderNina SimoneGladys Knight & the PipsB.B. King e muitos outros.

Summer of Soul levou para casa o Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance.

Primeiras Impressões | ‘A Casa do Dragão’ é um BANQUETE para os fãs de ‘Game of Thrones’

A década passada foi marcada por um dos maiores eventos de todos os tempos da televisão – a estreia de Game of Thrones, adaptação seriada da aclamada saga de fantasia assinada por George R.R. Martin. Ao longo de oito temporadas, o público foi convidado a conhecer o conturbado mundo de Westeros, navegando entre as intrigas, as disputas de poder e as chocantes reviravoltas envolvendo famílias poderosas e personagens extremamente complexos que caíram no gosto dos espectadores e da crítica – não é surpresa, pois, que a produção quebrou recordes de audiência e de prêmios. Entretanto, é necessário falar do “elefante na sala” e comentar que o grand finale dessa épica narrativa deixou muito a desejar, culminando em um agridoce sentimento de frustração.

Agora, está na hora de voltarmos a Westeros com a vindoura adaptação de A Casa do Dragão (ou House of the Dragon, no original em inglês). Anunciada pouco depois do término da série principal, o spin-off nos leva de volta ao passado, duzentos anos antes do nascimento de Daenerys (Emilia Clarke), e desenrola um enredo focado na infame Casa Targaryen no auge de seu poder e no começo de sua decadência derradeira. E o episódio piloto, intitulado “The Heirs of the Dragon”, consegue capturar toda a essência pela qual nos apaixonamos há mais de uma década, apostando fichas em um drama familiar de época que nos arranca suspiros e nos prepara para uma temporada recheada de acontecimentos enervantes. O resultado é bastante positivo, ainda mais considerando que lidamos com o pontapé inicial.

O universo de Game of Thrones (ou, se quisermos expandir para os romances de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’) tornou-se um estandarte para obras de fantasia audiovisuais e vem inspirando diversas construções da televisão e do streaming contemporâneos. Logo, A Casa do Dragão teria um duro e significativo trabalho não apenas para se manter à par da investida predecessora, como para recuperar uma fanbase que ainda lidava com o luto dos episódios finais, cujos problemas variavam desde um desequilibrado ritmo até um roteiro sem muita inspiração. Felizmente, os mesmos obstáculos não são vistos aqui, ao menos por enquanto – e acredito que o motivo seja a entrada de Martin como co-criador da série derivada, ao lado de Ryan J. Condal. É notável como a visão do romancista impregna cada uma das engrenagens do primeiro capítulo, desde as pungentes escolhas na direção de arte até a caracterização dos personagens.

Mas nada disso seria possível sem a presença de Miguel Sapochnik na cadeira de direção e na supervisão do projeto como showrunner. O vencedor do Emmy ficou encarregado de trazer à vida a iteração da Batalha dos Bastardos, por exemplo, que é relembrado até hoje como um dos melhores episódios de todos os tempos – e, no spin-off, Sapochnik parece condicionado a recuar alguns passos para não entregar as cartas que preparou ao público. Dessa maneira, é bem provável que alguns reclamem do ritmo da história, mas não se enganem: é imprescindível que haja uma apresentação dos personagens, uma revisitação ao mundo de Westeros e a delineação das tramas essenciais para convencer os fãs de comprar o ingresso e mergulhar de cabeça na história – e essa estrutura convencional funciona durante a uma hora de duração.

O livro original é pautado na culminação da guerra de sucessão da Casa Targaryen e os eventos anteriores são adaptados com maestria para as telinhas. Aqui, seguimos a ascensão da Princesa Rhaenyra (com Milly Alcock interpretando a versão mais jovem da protagonista) ao trono, depois de ser ignorada pelo pai, o Rei Viserys I (Paddy Considine), como a próxima na linhagem a governar o reino. Porém, depois de constantes tragédias se abatendo na família, Viserys é obrigado a lutar contra as leis centenárias que regem a realidade como a conhece e elevar a filha à posição de futura Rainha, dando margem para um possível embate civil que envolve os lordes, o povo e um presunçoso príncipe chamado Daemon (Matt Smith) que se sente no ímpeto de reclamar pelo que lhe pertence por direito.

Dizer que a série é grandiosa é quase cair na redundância, mas, para além do magnífico e cinemático escopo (cortesia de uma equipe criativa muito competente), é o elenco que rouba nossa atenção. Considine, conhecido por sua aclamada carreira em filmes independentes, encarna as múltiplas camadas de Viserys em um turbilhão de emoções que revela sua dupla jornada como regente e pai/marido, infundido em um mandatório arco de duras decisões; Smith, veterano da televisão, rende-se a uma performance de tirar o fôlego e que já pode ser colocada na lista de suas melhores atuações; e Alcock, dividindo boa parte das cenas com a ótima Emily Carey como Alicent Hightower, prepara o terreno para a transformação de Rhaenyra de uma jovem rebelde a uma poderosa Rainha pronta para destruir qualquer um que se coloque no caminho.

No momento em que a música-tema de Game of Thrones emerge em um explosivo retorno para A Casa do Dragão, é quase impossível não se emocionar. Mais uma vez, a parceria entre Martin e a HBO gera frutos deliciosos, recheados de um sentimento de nostalgia e originalidade que há muito não tínhamos – e, ao final do primeiro episódio, é quase excruciante ter que esperar mais uma semana para saber o que vai acontecer.

‘Walker: Independence’: Abby enfrenta novos perigos na prévia do episódio 01×11; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 11º episódio de ‘Walker: Independence‘, série derivada de ‘Walker’.

Com poucas informações divulgadas, sabe-se que o capítulo vai ao ar no dia 16 de fevereiro.

Confira:

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.

‘The Flash’ já tem data para chegar nas plataformas DIGITAIS dos EUA

The Flash continua decepcionando nas bilheterias e, agora, já pode ter ganhado data de lançamento nas plataformas digitais.

Segundo o The Hollywood Handle, a Warner Bros. programou a disponibilização do filme para compra e aluguel em serviços de streaming para o dia 18 de julho, nos Estados Unidos.

No Brasil, ainda não se sabe quando o longa chegará aos serviços digitais.

Vale lembra que The Flash pode resultar em um prejuízo de US$ 200 milhões para a WB ao final de sua exibição nos cinemas, de acordo com relatos recentes.

Segundo o analista Luiz Fernando, estima-se que ‘The Flash‘ arrecade entre US$ 280 e 310 milhões em bilheterias globais durante sua exibição nos cinemas.

No entanto, levando em consideração o orçamento de produção de US$ 200-220 milhões, além de outros US$ 150 milhões gastos em marketing e considerando que os estúdios não ficam com toda a arrecadação das bilheterias, o filme pode resultar em uma perda de US$ 200 milhões para a Warner Bros.

Fernando sugere que o estúdio poderia ter tido menos prejuízo se tivesse optado por lançar o filme em sua plataforma de streaming, HBO Max, ou se simplesmente não tivesse lançado.

Assista à nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

‘American Horror Stories’: 3ª temporada já está disponível no Star+!

A 3ª temporada de ‘American Horror Stories‘, spin-off da famosa série ‘American Horror Story, finalmente chegou ao catálogo do Star+.

Os 4 episódios da série antológica chegaram ao streaming no último dia 07 de dezembro.

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Mariah Carey confirma show solo em São Paulo para SETEMBRO; Saiba mais!

Mariah Carey é um dos nomes mais importantes e conhecidos da história da música e, além de ter sido confirmada na próxima edição do Rock in Rio, fará um show extra em solo brasileiro – mas, desta vez, em São Paulo.

Carey irá se apresentar no Allianz Parque no dia 20 de setembro, com realização da 30e em parceria com o Banco Santander.

Segundo comunicado oficial, clientes com cartões Santander terão um período de pré-venda exclusiva a partir do dia 04 de junho, às 10h, até o dia 06 de junho, às 9h59; e a venda geral dos ingressos inicia no dia 06 de junho, ao meio-dia, no site da Eventim, ou a partir das 13h na bilheteria oficial.

Confira os preços por setor:
Cadeira Superior – R$170,00 (meia-entrada legal) | R$306,00 (cliente Santander) | R$ 340,00 (inteira)
Pista – R$195,00 (meia-entrada legal) | R$351,00 (cliente Santander) | R$ 390,00 (inteira)
Cadeira Inferior – R$245,00 (meia-entrada legal) | R$441,00 (cliente Santander) | R$ 490,00 (inteira)
Pista Premium – R$395,00 (meia-entrada legal) | R$711,00 (cliente Santander) | R$ 790,00 (inteira)

performer retorna ao país catorze anos depois de sua última vinda, na Festa do Peão de Barretos, que reuniu nada menos que 30 mil pessoas. Ela também se apresentaria no Brasil em 2016 com a turnê ‘Sweet, Sweet Fantasy’, mas os shows foram cancelados.

Vale lembrar que Carey irá se apresentar no dia 22 de setembro no Rock in Rio, no Palco Sunset.

Com nada menos que 20 #1s no chart da Billboard 100 e mais de 220 milhões discos vendidos ao redor do planeta, Mariah Carey é um dos nomes de maior respeito e aclame do cenário fonográfico. A artista começou a ganhar popularidade nos anos 1990 com o lançamento de seu álbum homônimo e, desde então, calcou um legado infindável através de suas irretocáveis rendições vocais e de hits atemporais que incluem “Obsessed”“Always Be My Baby”“We Belong Together”“All I Want for Christmas Is You” (esta lhe rendendo a alcunha de Rainha do Natal).

Apostando em gêneros como R&Bpophip hopsoul, Carey tem 15 álbuns de estúdio em seu catálogo e seis estatuetas do Grammy (incluindo o Global Impact Award).

Atriz de ‘O Problema dos 3 Corpos’ é escalada para o elenco de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’

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‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, o novo longa da heroína que fará parte do DCU sob a direção de James Gunn, ganhou mais uma adição ao seu elenco.

Segundo o DeadlineEve Ridley (‘O Problema dos 3 Corpos’ foi escalada no papel de Ruthye Mary Knolle na adaptação. Para aqueles que não conhecem, a personagem tem enorme importância nos quadrinhos, aparecendo pela primeira vez após descobrir que seu pai morreu pelas mãos de um assecla de um vilanesco rei conhecido como Krem (Matthias Schoenaerts).

Ela, então, jura encontrar Krem e procura alguém que possa ajudá-la a fazer isso acontecer, o que a leva a entrar em contato direto com uma Supergirl muito bêbada depois que a pessoa que ela tenta contratar lhe passa a perna. Supergirl intervém e devolve o pagamento roubado, mas não aceita auxiliá-la na busca.

Isso muda quando Krem ataca Supergirl, Ruthye e Krypto, ferindo o filhote no processo. Krem chega até mesmo a roubar a nave de Supergirl – e isso leva à eventual formação de equipe que alimenta a maior parte das HQs.

Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular.

Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de Cruella eEu, Tonya, ficará responsável pela direção.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido filmes comoDinheiro Fácil, Eu, Tonya, Cruella, A Garota Ideal e Arremesso de Ouro.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

O mistério COMEÇA no trailer de ‘Sherlock & Daughter’, nova série da The CW

The CW divulgou o trailer oficial de ‘Sherlock & Daughter’, nova série livremente inspirada no clássico panteão detetivesco de Sir Arthur Conan Doyle.

A produção tem estreia agendada para o dia 16 de abril na emissora e na Discovery+.

Confira:

A série foi criada por Brendan FoleyJames Duff entra como showrunner.

Sherlock Holmes se envolve em uma conspiração malévola envolvendo seu arqui-inimigo Professor Moriarty, e acaba unindo forças com Amelia Rojas, uma jovem mulher nativa americana cuja mãe foi recentemente assassinada. Enquanto trabalham juntas para desvendar o caso, Amelia também se propõe a provar que o grande detetive é seu pai há muito perdido.

David Thewlis (‘Harry Potter’) e Blu Hunt (‘Os Novos Mutantes’) estrelam.

Dougray ScottAntonio AakeelOrén KinlanGia HunterIvana MiličevićPaul Reid e outros completam o elenco.

‘Os Incríveis 3’ é CONFIRMADO para 2028!

Durante a Destination D23, a Walt Disney Studios revelou seu calendário de próximos lançamentos no cinema, incluindo os já confirmados Toy Story 5 e Frozen III’, bem como as animações originais ‘Gatto’ e ‘Hexed’.

No evento, a Casa Mouse também aproveitou para confirmar que o terceiro capítulo da franquia Os Incríveis, supervisionado pela Pixar, chegará às telonas em 2028.

Confira:

A nova produção promete trazer não apenas a continuação da história da icônica família de super-heróis, mas também mudanças significativas na equipe criativa por trás das câmeras.

Segundo informações divulgadas com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, a direção do longa será conduzida por Peter Sohn, cineasta conhecido por seu trabalho em ‘Elementos‘ (2023) e ‘O Bom Dinossauro‘ (2015).

Sohn assumirá o lugar de Brad Bird, o diretor responsável pelos dois primeiros filmes da saga, que foram amplamente aclamados tanto pela crítica quanto pelo público.

Bird não apenas dirigiu os dois primeiros filmes, mas também foi o criador original da franquia Os Incríveis, desempenhando papel central na construção do universo e dos personagens. Sob sua liderança, os dois primeiros filmes arrecadaram juntos cerca de US$ 1,8 bilhão nas bilheteiras globais, consolidando-se como um dos maiores sucessos da Pixar.

Apesar de não estar mais à frente da direção, Bird continua fortemente ligado ao projeto. Ele será o responsável pela versão final do roteiro, garantindo que a história mantenha a essência e o estilo que conquistaram milhões de fãs ao redor do mundo. Além disso, Bird também atuará como produtor do filme, ao lado de Dana Murray, produtora de renome dentro da Pixar.

Mais detalhes não foram divulgados.

Hero Fiennes Tiffin é Sherlock Holmes no trailer INÉDITO da série ‘Young Sherlock’; Confira!

Young Sherlock, nova série do maior detetive do mundo no Prime Video, ganhou seu novo trailer oficial.

A atração, que traz Hero Fiennes Tiffin como Sherlock Holmes e Max Irons como Mycroft Holmes, chega à plataforma de streaming no dia 4 de março de 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Hero Fiennes Tiffin (‘After’) interpretará uma versão mais jovem do Sherlock Holmes. Joseph Fiennes e Natasha McElhone darão vida aos seus pais, Silas e Cordelia Holmes, respectivamente.

Colin Firth (‘O Diário de Bridget Jones’) interpretará o Sir Bucephalus Hodge.

“Esta história de origem irreverente e cheia de ação reimagina um Sherlock Holmes aos 19 anos, que se encontra desonrado, amador, sem filtro e sem forma. Logo, ele se vê envolvido em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford que ameaça sua liberdade. Mergulhando em seu primeiro caso com uma total falta de disciplina, Sherlock consegue desvendar uma conspiração mundial que mudará sua vida para sempre.”

Matthew Parkhill servirá como roteirista, produtor executivo e showrunner.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Bloodshot – Vin Diesel estrela estiloso filme recheado com ação e reviravoltas

Que Vin Diesel consegue segurar uma franquia, não é segredo para ninguém. Mas será que o ator tem cacife para adaptar as histórias em quadrinhos da editora americana Valiant Comics para os cinemas pela primeira vez? A resposta é sim.

Bloodshot se sobressaí ao entregar mais do que ser uma história genérica sobre um soldado que recebe poderes especiais, como vimos já tantas vezes em filmes como Capitão América (2011) e Deadpool (2016). Porém, o roteiro de Bloodshot se diferencia por suas reviravoltas inteligentes e inovadoras, criando um filme de ação brutal e realmente intenso em sua proposta.

Foto: Sony Pictures

Diesel interpreta Ray Garrison, um soldado recentemente morto em combate e ressuscitado como o super-humano Bloodshot da empresa RST. Com um exército de nanotecnologia nas suas veias, Ray é uma força praticamente imortal – mais forte do que nunca e capaz de se curar instantaneamente. Mas, ao controlar o seu corpo, a empresa controla também a sua mente e as suas memórias. Agora, Ray não sabe o que é real e o que não é, mas está decidido a descobrir a verdade.

Lançado como uma tentativa de criar um universo cinematográfico da Valiant nos cinemas, Bloodshot pega carona nessa onda em que os filmes de herói precisam ser mais realistas e menos grandiosos em sua concepção, e é isso que temos aqui em alguns níveis. Trata-se uma aventura que se baseia nos instintos humanos e de sobrevivência, uma trama bastante pessoal, que brinca com as noções de realidade e percepção do espectador.

O filme entrega algumas boas passagens que são completamente retiradas dos quadrinhos, brincando com as nossas noções de privacidade através de uma história bastante real e verossímil, sem perder um lado moderno no melhor estilo Black Mirror.

O roteiro escrito pelas mãos de Eric Heisserer, dos filmes A Chegada (2016) e Bird Box (2018), e Jeff Wadlow, de Kick Ass 2, deixa o espectador curioso para saber o que irá acontecer com algumas reviravoltas e surpresas que a trama reserva para Ray Garrison (Diesel) e seus colegas de experimento.

Numa primeira olhada Bloodshot pode parecer um filme extremamente genérico, mas como uma história de origem consegue se destacar por conta de Diesel, e a dupla de coadjuvantes Eiza González e Sam Heughan. Seus personagens não deixam a peteca cair e entregam cenas de ação bem interessantes para se acompanhar em tela. Já o personagem interpretado por Guy Pearce acaba por cair no lugar comum de empresários/cientistas que querem desenvolver seus projetos à todo custo num mix de Lex Luthor-B com algum executivo da série de Tv Westworld.

Por conta o diretor Dave Wilson, ter vindo da área de cinematografia e efeitos visuais, o visual das cenas de Bloodshot são incrivelmente bem feitas e com um ótimo trabalho de escolha de cores. Em uma das cenas um dos personagens entra em uma sala com uma fumaça vermelha que é realmente um espectáculo visual que lembra um pouco o que foi feito em Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fabulosa (2020) na cena da invasão na delegacia. 

Foto: Sony Pictures

Outro destaque para Bloodshot fica com os efeitos especiais que ajudam a contar a história, em vez de apenas estarem lá para suprirem alguma deficiência de roteiro. Como vemos ao longo do filme Ray Garrison ganha a habilidade de se regenerar, como se fosse o Wolverine da franquia X-Men, em tempo real, e em uma das cenas vemos seu rosto ser atingido por uma bala e se reconstruir digitalmente, onde a vontade que temos é de ver pausadamente os efeitos especiais acontecerem em tela.  

No final, Bloodshot é uma grata surpresa, um filme que poderia ser um completo desastre, mas que entrega uma interessante e frenética história, marcada por excelentes efeitos visuais. Em um mundo de grandes filmes e sequências multimilionárias, Bloodshot parece dar um tiro certeiro rumo ao começo de mais uma franquia que deve movimentar o mercado de Hollywood.

Crítica em Vídeo: