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Animação ‘O Exterminador do Futuro Zero’ já está disponível no streaming; Saiba qual!

O Exterminador do Futuro Zero‘, série animada baseada na icônica saga sci-fi ‘O Exterminador do Futuro‘, já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção foi lançada hoje, 29 de agosto, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A história é ambientada logo depois dos eventos de ‘O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final‘, lançado em 1991, ignorando os outros longas-metragens e a série live-action.

Timothy Olyphant (‘Justified’) dubla o protagonista. A produção ainda conta com as vozes de Ann Dowd (‘Hereditário’), André Holland (‘Castle Rock’), Sonoya Mizuno (‘Guerra Civil’) e Rosario Dawson (‘Ahsoka’).

A série é ambientada em duas linhas do tempo. Em 2022, uma guerra do futuro já está acontecendo há décadas entre os poucos humanos sobreviventes e o interminável exército das máquinas. Em 1997, uma Inteligência Artificial conhecida como Skynet ganha ciência e começa a planejar sua guerra contra a humanidade.

Presa entre o seu futuro e o passado no qual ela foi enviada para alterar o destino da humanidade, uma soldado deve proteger um cientista chamado Malcolm Lee, que trabalha para lançar um novo sistema de IA projetado para competir com o ataque iminente da Skynet à humanidade. Enquanto Malcolm navega pelas complexidades morais de sua criação, ele é caçado por um implacável assassino do futuro que altera para sempre o destino de seus três filhos.

Apesar de se passar no mesmo universo da franquia, o seriado foca em novos personagens.

O projeto é supervisionado pela Production I.G, cujos créditos incluem ‘Ghost in the Shell‘ e ‘Star Wars: Visions‘.

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Opinião | Grammy Awards 2025 entrega prêmios MERECIDOS e dá início a uma necessária reparação histórica

Mais um ano se inicia – e, com ele, nossa antecipação para as principais premiações aumenta. E, neste último dia 02 de fevereiro, retornamos para os palcos do Grammy Awards com uma edição que prometia agradar ou frustrar bastante os fãs dos principais artistas do cenário fonográfico mainstream.

É notável como a premiação ganhou ainda mais notoriedade nos últimos anos com escolhas controversas e que revelavam um favoritismo condenável por jornalistas, críticos e especialistas musicais ao redor do mundo – algo que, inclusive, foi notado pelo próprio CEO de Academia Fonográfica, Harvey Mason Jr., apareceu no evento para dar as boas-vindas ao retorno de The Weeknd. Afinal, para aqueles que não e lembram, o cantor e compositor havia detonado o júri por trás do Grammy após seu álbum, ‘After Hours’ (um dos mais bem avaliados e bem sucedidos de 2020, ter sido deixado de fora de todas as categorias na 63ª edição), e ele ter promovido um boicote generalizado.

Não é de hoje que tais injustiças acontecem, principalmente quando falamos de artistas negros: tivemos, por exemplo, o momento em que Taylor Swift venceu a categoria de Álbum do Ano em 2016 com ‘1989’, causando uma comoção generalizada quando todas as previsões apontavam para a vitória de Kendrick Lamar com o lendário ‘To Pimp a Butterfly’. No ano seguinte, Adele fez questão de reconhecer o impacto causado por ‘Lemonade’, de Beyoncé, depois de vencer a mesma categoria com ‘25’ e utilizar seu privilégio e sua plataforma para celebrar a comunidade afro-americana e a necessidade de maior reconhecimento por tais artistas. Ora, recentemente, SZA e Beyoncé foram deixadas de lado por produções impecáveis e que caíram no gosto popular e da crítica, reacendendo diversas discussões sobre não apenas a falta de diversidade entre os membros da Academia, mas uma espécie de contínuo desprezo para musicistas negros.

Porém, parece que a 67ª edição do Grammy Awards começou a dar ares de mudança. Conforme declarado por Mason Jr., os membros participantes do júri aumentaram exponencialmente – computando nada menos que 13 mil votantes -, abrindo espaço para uma diversidade necessária e que veio de encontro ao conhecido e exaurível tradicionalismo do grupo. Dessa forma, essa expandida gama permitiu que uma provável repetição da história fosse retraída, mesmo que não da maneira necessária, honrando o legado de inúmeros performers e funcionando como o primeiro passo de uma “reparação histórica” iminente.

A maior surpresa – e o maior merecimento, que fique bem claro -, veio na última categoria da noite. Beyoncé conquistou o merecido gramofone dourado de Álbum do Ano pelo aplaudido ‘Cowboy Carter’, segunda parte de uma impiedosa e ostensiva trilogia que teve início com ‘Renaissance’ e que tem como principal objetivo resgatar a memória afro-americana dentro do cenário fonográfico. Apostando fichas no country e no americana, nossa Queen B trouxe uma amálgama grandiosa de colaboradores e samples para honrar uma memória esquecida e que teve início ainda em 2016, quando foi rechaçada por artistas country brancos por performar no palco do Country Music Awards.

A primeira resposta de Bey foi a construção do álbum, que levou cinco anos para ser completada, como ela mesma afirmou: caindo no gosto da crítica, rendendo-lhe um #1 na Billboard Hot 100 com “Texas Hold ‘Em” e já tendo ultrapassado 1,6 bilhão de streams no Spotify, o compilado de originais continuou a demonstrar o impacto significativo da titânica artista mais de duas décadas e meia no cenário mainstream. E isso não é tudo: durante a cerimônia, ela se tornou a primeira artista negra a conquistar um prêmio nas categorias country – levando para casa as estatuetas de Melhor Colaboração Country por “II Most Wanted” e Melhor Álbum Country -, dando indícios de uma essencial desestabilização da dominância caucasiana no gênero.

Por fim, a cereja do bolo veio com o anúncio de Álbum do Ano, em que os bombeiros do departamento de Los Angeles ficaram em choque com a vitória de Bey – e a consagração arrancou aplausos e ovações de todos os membros da plateia (ora, é possível até mesmo ver Swift sendo a primeira a levantar a taça de champagne e Lady Gaga e Cynthia Erivo dando pulos de felicidade e com as mãos dadas conforme Bey subia para coletar seu prêmio). É claro que, num contexto mais geral, não podemos fazer vista grossa frente ao fato de que a performer precisou navegar entre cinco gêneros diferentes e uma reinvenção constante de sua própria identidade artística para ser homenageada com uma condecoração muito atrasada.

Bey não foi a única a ser vingada no Grammy: Lamar varreu a premiação ao ser anunciado como vitorioso em todas as categorias a que estava indicado, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano pela implacável “Not Like Us” – e tendo alcançado o feito com uma diss track assinada diretamente para o rapper Drake; em outro âmbito, Doechii, que ganhou o mundo com a mixtape ‘Alligator Bites Never Heal’, tornou-se a terceira rapper a levar para casa o prêmio de Melhor Álbum Rap, juntando-se a Lauryn Hill e a Cardi B em um momento histórico.

Em muito tempo, a Academia do Grammy finalmente acertou em boa parte de seus prêmios e começou a denotar uma preocupação em reparar erros de um passado não muito distante. Ainda há muito a ser revisto, é óbvio, mas ao menos os primeiros passos começaram a ser dados – e coroaram uma das maiores artistas de todos os tempos em uma celebratória honraria que arrancou lágrimas até mesmo dos mais céticos.

‘Pecadores’: Terror de VAMPIROS estrelado por Michael B. Jordan chega esta semana ao streaming!

O aclamado thriller sobrenatural ‘Pecadores‘, dirigido por Ryan Coogler, chega esta semana ao streaming.

O filme, que se tornou um dos mais elogiados do ano, chega ao catálogo da Max neste próximo dia 4 de julho.

Estrelado por Michael B. Jordan, que interpreta os irmãos gêmeos Smoke e Stack, o filme conta ainda com Hailee Steinfeld no papel de Mary, além de um elenco de peso formado por Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton, Christian Robinson, entre outros.

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘The Lonely Woman’: Chloë Sevigny irá estrelar novo thriller ERÓTICO ao lado de FKA Twigs

Segundo o DeadlineChloë Sevigny (‘American Horror Story’) foi escalada para o elenco do thriller erótico ‘The Lonely Woman’, que marca a estreia diretorial da dupla de música eletrônica Boy Harsher.

As filmagens do longa já foram finalizadas na cidade de Nova York, com planos para uma estreia em 2026.

Escrito e dirigido pela dupla Boy Harsher (formada por Augustus MullerJae Matthews), o suspense imersivo é descrito como um “thriller de horror sombrio, sensual e atmosférico”.

FKA TwigsSturgill Simpson, Will OldhamJake Weary também fazem parte do elenco.

Ambientado na zona rural da Nova Inglaterra, ‘The Lonely Woman’ acompanha a história de uma mulher marcada pela morte de seu primeiro amor em um túnel nas montanhas. Envolvida no mistério de um novo desaparecimento, ela se vê confrontando uma presença sedutora e aterradora enterrada sob a cidade.

Crítica | Madonna e Sabrina Carpenter unem forças no envolvente club house de “Bring Your Love”

Madonna nunca falha em nos impressionar e, ao longo de uma carreira recheada de sucessos, sempre teve uma capacidade ímpar e inegável de se reinventar. Fosse acompanhando a dominância do EDM no cenário mainstream, apostando alto em críticas sociais com o folktronic, ou incorporando elementos da kabbala em músicas atemporais, a rainha do pop possui um arsenal de diversos gêneros que integram uma discografia quase imaculada. E, após explorar o synth-trap e até mesmo o fado no subestimado ‘Madame X’, Madonna nos convida para acompanhá-la em sua próxima era.

Intitulado ‘Confessions II’, o décimo quinto álbum da cantora, compositora e produtora funciona como sequência do lendário e aclamado ‘Confessions on a Dance Floor’, de 2005, que colocou Madonna de frente com suas raízes musicais em um expressivo setlist que contou com singles como “Hung Up” e “Sorry”. Aliando-se novamente a Stuart Price após um contrato histórico com a Warner Records, o compilado de originais funciona como uma nostálgica, vibrante e escapista viagem pelo tempo em que as barreiras entre o dance, o disco, o synth e o house são desmanteladas e reconstruídas como uma efervescente pista de dança.

Depois de ter nos dado um gostinho do que esperar, a performer lançou, nos últimos dias, mais uma faixa promocional que a reúne com ninguém menos que Sabrina Carpenter, um dos principais nomes da nova geração da música. Com “Bring Your Love”, as vencedoras do Grammy são arremessadas no 4-on-the-floor das conhecidas batidas do house, singrando por declamações de empoderamento e de libertação que emergem com versos como “você não vai me quebrar” e “eu sempre pago o preço e, agora, eu não quero”. É claro que a temática já foi encarnada em uma faixa que parte do mesmo princípio, “Break My Soul” (presente no álbum ‘Renaissance’, de Beyoncé), mas é interessante ver como isso recebe uma roupagem distinta com o dueto em questão.

Apoiando-se em um samples de “Good Life”, Madonna e Carpenter promovem uma experiência sinestésica que, apesar de não se arriscar muito, encontra terreno o suficiente para brincar com que já conhecemos de uma forma despojada e despretensiosa. Price, assumindo a produção de mais uma track, dança pelo chicago house e pelo club house com os avassaladores sintetizadores que permeiam a rendição de ambas as artistas, enquanto, ao fundo, o nu-disco toma forma para nos levar de volta aos anos 80 e 90 de maneira contundente e inescapável.

Vale lembrar que ‘Confessions II’ tem lançamento marcado para o dia 3 de julho.

Com apenas três semanas em exibição, ‘X-Men: Fênix Negra’ está saindo de cartaz nos cinemas

Há apenas três semanas em exibição, ‘X-Men: Fênix Negra‘ já está sendo removido de cartaz nos EUA por conta do baixo lucro que rendeu ao longo dos dias.

De acordo com uma publicação no Twitter da Exhibitor Relations Co., o último filme dos ‘X-Men‘ pela Fox está prestes a sair das salas de 1.667 cinemas esta semana, o que equivale a cerca de 44% dos cinemas nos Estados Unidos.

Orçado em US$ 200 milhões, o filme arrecadou pouco menos de US$ 233 milhões pelo mundo, até o momento.

‘X-Men: Fênix Negra’ continua em exibição nos cinemas nacionais. Confira o trailer:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

 

Festival de Cannes 2020 pode ser cancelado devido ao Coronavírus

De acordo com o site francês Le Point, é provável que a 73 ª edição do Festival de Cinema de Cannes seja cancelada por causa do surto de Coronavírus.

Fontes ligadas ao evento disseram que os organizadores ainda não se decidiram sobre a realização das cerimônias, que estão programada para maio deste ano.

“A maior preocupação dos responsáveis é a segurança dos convidados e funcionários. Além disso, será difícil, se não impossível, selecionar filmes da China, Irã ou Itália sabendo que atores e cineastas não poderão vir ao evento.”, disse a fonte.

No entanto, a resposta definitiva será revelada até 15 de abril, período no qual a organização Mundial de Saúde deve divulgar novas atualizações sobre o avanço ou queda do contágio.

Em entrevista ao portal, Thierry Fremaux, diretor do Festival de Cannes, disse que não está preocupado com a situação.

“Digamos que aqueles que estão preocupados estejam preocupados porque olham para o mês de maio como se estivessem em março. O festival é daqui a dois meses e, a essa altura, esperamos que a situação seja diferente e que a epidemia seja controlada. Precisamos manter a calma.”

Para quem não sabe, muitos dos filmes que são lançados no Festival de Cannes tendem a consolidar uma grandiosa trajetória de prestígio nas principais premiações, como o Oscar, Globo de Ouro, e SAG Awards.

2ª temporada de ‘Big Mouth’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Big Mouth‘.

Confira:

Com 10 episódios encomendados, a 2ª temporada estreará no dia 05 de outubro.

Criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Mark Levin e Jennifer Flackett, a animação conta a história de dois adolescentes enfrentando a puberdade.

‘Krypton’: 2ª temporada ganha trailer completo; Assista!

O canal Syfy divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Krypton‘. Além disso, foi confirmado que o segundo ciclo irá estrear no dia 12 de junho.

Confira o vídeo:

Criada por David Goyer (‘O Homem de Aço‘), a série é uma prequel para a conhecida história de origem do ‘Superman‘.

A trama, que se passa duas gerações antes da destruição do planeta natal de Superman, segue Seg-El (Cameron Cuffe), o lendário avô do Homem de Aço e cuja casa de foi condenada ao ostracismo e envergonhada. Com a liderança de Krypton em desordem, Seg-El encontra o viajante terrestre Adam Strange (Shaun Sipos), que adverte que está prestes a salvar seu mundo amado do caos. Lutando para redimir a honra de sua família e proteger os que ama, Seg também enfrenta um conflito de vida e morte: Salvar seu planeta natal ou deixá-lo ser destruído para restaurar o destino de seu futuro neto.

Blake Ritson, Paula Malcomson, Ian McElhinney, Elliot Cowan, Ann Ogbomo, Wallis Day e Aaron Pierre completam o elenco.

Sucesso! ‘O Homem Invisível’ surpreende e conquista o topo das bilheterias

Sucesso entre os críticos (90% de aprovação no Rotten Tomatoes), o reboot de ‘O Homem Invisível‘ surpreendeu nas bilheterias dos EUA, estreando com ótimos US$ 29 milhões.

Para termos de comparação, o reboot de ‘A Múmia‘ estreou com US$ 31.6 milhões em 2017. No entanto, o longa estrelado pelo Tom Cruise tinha um orçamento gigantesco de US$ 125 milhões. Já ‘O Homem Invisível‘ custou apenas US$ 7 milhões, o que já coloca a produção em uma posição de sucesso desde sua estreia.

Internacionalmente, o terror arrecadou US$ 20.2 milhões através de 47 mercados, totalizando uma estreia global sólida de US$ 49.2 milhões.

Além disso, o público parece ter gostando da produção, dando-lhe uma nova B+, o que deve ajudar em sua estabilidade nas próximas semanas.

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Jovens Bruxas’ fazem um ritual no novo clipe LEGENDADO da sequência; Assista!

A Sony Pictures divulgou um novo clipe legendado da sequência ‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade‘.

Confira:

Vale lembrar que o longa será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de novembro.

Na trama, um eclético quarteto de adolescentes aspirantes à bruxas recebem mais do que jamais esperavam ao se aprofundar no uso de seus recém descobertos poderes.

O longa foi escrito e dirigido por Zoe Lister-Jones.

Michelle Monaghan e David Duchovny vivem os pais. Cailee Spaeny, Gideon Adlon, Lovie Simone e Zoey Luna estrelam a nova versão.

‘War Machine’: Confira o novo trailer da produção da Netflix estrelada por Brad Pitt

A Netflix liberou mais um trailer de ‘War Machine‘, adaptação do livro do jornalista Michael Hastings (‘The Operators: The Wild and Terrifying Inside Story of America’s War in Afghanistan’, 2012).

O livro revela os bastidores da guerra pelos olhos do obstinado General Stanley McChrystal. 

Assista:

A direção fica por conta de David Michôd (‘The Rover – A Caçada’). Além de Pitt, ‘War Machine‘ é estrelado por Ben Kingsley, Topher Grace, Tilda Swinton e Anthony Michael Hall.

A estreia na Netflix está agendada para 26 de maio.

 

Ryan Reynolds e roteiristas de ‘Deadpool’ na adaptação do jogo ‘Detetive’

O ator Ryan Reynolds vai estrelar e produzir o filme baseado no clássico jogo de tabuleiro, ‘Detetive‘. A informação foi revelada pelo site Deadline.

Segundo a publicação, os roteiristas de ‘Deadpool’, Rhett Reese e Paul Wernick, estão negociando assumir o roteiro da produção.

Detetive’ não será um remake do clássico de 1985 e faz parte de uma parceria de três anos entre a produtora de Reynolds, Maximun Effort, e a 20th Century Fox. Este acordo também assegura o ator no estúdio, com sua assinatura na franquia de ‘Deadpool’.

‘Febre do Rato’: Drama brasileiro já está disponível na Netflix

O drama brasileiro ‘Febre do Rato‘, estrelado Nanda Costa e por Matheus Nachtergaele, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação na última segunda-feira (22).

Na trama, Zizo é um poeta inconformado e anarquista, que preenche seus dias com seus poemas subversivos até conhecer a bela Eneida, que injeta uma história de amor em sua vida mundana.

Confira o trailer:

Febre do Rato‘ é dirigido por Cláudio Assis, a partir de um roteiro assinado por Hilton Lacerda.

Irandhir Santos e Juliano Cazarré completam o elenco.

Crítica | Freeridge: Série da Netflix derivada de On My Block apela para estereótipos e hipersexualização de adolescentes

Teoricamente bebendo da mesma fonte, Freeridge caminha sob a sombra da cativante comédia dramática On My Block, reprisando a mesma estética, diante de um mesmo esqueleto narrativo que pouco se distingue da produção original. Entre semelhanças e pequenas mudanças, a nova série do trio Lauren Iungerich, Jamie Dooner e Eddie Gonzalez tem em seu horizonte a expectativa de suprir o vazio deixado pela original – que contou com quatro temporadas. Mas sem o mesmo tempero cômico e profundidade que se tornaram a marca registrada da antecessora, a nova tentativa da Netflix de reavivar OMB é apenas um compilado de vergonhas alheias, atuações ruins e falta de carisma em todos os aspectos.

A beleza por trás de On My Block vai além de sua abordagem juvenil de uma pequena comunidade latina dentro dos Estados Unidos. Com personagens mais complexos, dilemas familiares e a pressão do gueto que tenta tragar a juventude diariamente para a criminalidade, essa é uma dramédia que sabe unir a imaginativa mente dos adolescentes com a dura realidade de um contexto social esquecido pelos governantes. Já Freeridge peca por não beber dessa mesma fonte, que fez de sua série materna a ótima jornada que foi. Com personagens extremamente caricatos e sem qualquer tipo de profundidade, a produção é incapaz de construir protagonistas que exalem carisma. Ao invés disso, ela nos ofende com seus tropos repetitivos de Hollywood, que reforçam estereótipos preconceituosos e vulgares.

Com censura +12, a produção teoricamente se encaixa dentro do escopo PG-13, mas não poderia estar mais longe. Hipersexualizando seus protagonistas adolescentes com excessivas conversas e piadas sobre sexo, Freeridge faz o que muitas vezes temos visto em Hollywood: adultização e vulgarização da infância e adolescência, vendendo uma cultura e comportamentos perigosos para uma audiência incapaz de lidar com as consequências de uma sexualidade hiper aflorada no auge de seus 12-13 anos. Sem qualquer responsabilidade com seu público, Freeridge reduz seus protagonistas a objetos vulgares e esquece de contar uma boa história. Com uma premissa fraca – “uma caixa misteriosa que pode trazer uma maldição” -, a original Netflix é incapaz de tirar proveito dos melhores aspectos de On My Block e ainda nos exige uma paciência monstruosa para suportar um grupo juvenil tão intragável.

Com o papel de maior destaque e carisma sendo exatamente do coadjuvante Rusty (Michael Solomon), Freeridge é infelizmente uma oportunidade perdida. Ainda que tente pincelar algumas questões mais dramáticas e delicadas, o roteiro não consegue sustentar a densidade dos problemas apresentados, reduzindo-os a pseudo esquetes cafonas, que não convidam a audiência para a dor de seus personagens. E sem qualquer identificação, eles passam despercebidos diante dos nossos olhos, como rascunhos assombrosos de protagonistas que poderiam ser reais. Apelando ainda para estereótipos latinos e até mesmo LGBTQIA+, a série reforça caricaturas preconceituosas como “a latina de sangue quente” e o “gay espalhafatoso”, à medida em que flerta com um sincretismo religioso, usando-no como uma muleta para justificar os diversos furos em sua trama.

Rasa em sua proposta, sem clímax e com uma construção de personagem irregular e até mesmo desconexa, a derivada de On My Block se apropria de seu nome para vender um produto sem rótulo, sem identidade e sem propósito. Com oito episódios mal desenvolvidos em sua temporada de estreia, Freeridge abre mão dos detalhes mais cativantes de sua série original, tornando seu resultado uma cópia mal feita. Com a mesma montagem dinâmica que se tornou a marca registrada da franquia, a mais nova original Netflix ainda assim consegue ser lenta, mal elaborada e pouco desenvolvida. Em capítulos que começam de qualquer lugar para chegar a lugar nenhum, Freeridge é a prova de quem nem toda boa história merece um spin-off.

‘Castlevania’: 2ª temporada da série da Netflix ganha cartaz e data de estreia

A produtora Powerhouse Animation anunciou que a 2ª temporada de ‘Castlevania’, com oito episódios, estreia em 26 de outubro na Netflix. Além disso, o primeiro pôster foi liberado, junto com o trailer. Confira:

… And here’s the Season 2 poster.

Uma publicação compartilhada por Adi Shankar’s Bootleg Universe (@bootleguniverse) em

 

A Netflix já deu a aprovação para uma terceira temporada da série ‘Castlevania‘.

Recentemente, Richard Armitage confirmou que ele e todo o elenco de vozes já estão trabalhando na terceira temporada.

“A segunda temporada ainda não foi ao ar, mas estamos prestes a gravar a terceira”, disse Armitage.

A próxima temporada se concentrará na relação entre o caçador de demônios Trevor Belmont e Adrian Tepes, um homem mais conhecido como Alucard.

Você sabe: o filho de Drácula.

Primeiras Impressões | ‘Skeleton Crew’ resgata o ‘Star Wars raiz’ para a molecada

Lançada na última semana, Skeleton Crew é a nova série original Disney+ do universo Star Wars. Ao longo dos últimos anos, parece ter havido um excesso de lançamentos de produções relacionadas a saga, seja nos cinemas ou no streaming. O problema é que a falta de consenso sobre a qualidade dessas empreitadas acabou desgastando a franquia para alguns fãs. Porém, os que ‘largaram o barco’ estão perdendo algumas produções realmente interessantes desse universo. Séries como The Mandalorian e Andor elevaram o status da saga ao apostarem no lado mais western e político dessa galáxia.

Com tramas curiosas e bem trabalhadas, essas produções vieram para trazer sorrisos aos fãs do lado mais adulto da Guerra nas Estrelas. No entanto, Skeleton Crew aposta em outra faceta que fez de Star Wars o fenômeno que é até os dias de hoje: o deslumbramento infantil.

Com episódios lançados semanalmente (toda terça-feira a partir das 23h), a série conta a história de um grupo de crianças que encontra uma espaçonave carregada de ouro e acaba viajando sem rumo pela galáxia. Tentando voltar para casa, a molecada acaba parando em um porto de piratas, que vão tentar de tudo para levarem o dinheiro dos pequenos. O que os bandidos não esperavam era que Jod Na Nawood (Jude Law), um contrabandista sensível à Força, apareceria para ajudar os pimpolhos por aí.

Os dois primeiros episódios foram extremamente divertidos, embora tenham durações bastante diferentes. O primeiro tem quase 1h de duração, enquanto o segundo gira em torno de 30 minutos. Mas em momento algum os capítulos ficam cansativos. Na verdade, todos eles terminam com aquele gostinho de “quero mais”.

E por ser protagonizado por um elenco infantil bastante carismático, incluindo o sensacional Neel (Robert Timothy Smith), que é uma fofura, a série consegue divertir todos os públicos. Trabalhado na imagem do ‘tadinho’, o Neel é uma criança alienígena medrosa que só quer voltar para o conforto do lar, com seus pais e irmãozinhos. Toda aparição dele é incrível. E faz um contraste realmente divertido com o pequeno Wim (Ravi Cabot-Conyers), um ousado e sonhador jovem, cuja meta de vida é ser um Jedi. Ele é impulsivo, inconsequente e otimista. É uma duplinha que funciona muito em tela, porque Wim arruma as furadas e o pobre do Neel vai junto, naquele bom estilo Drake & Josh.

É muito nítida a influência dos clássicos dos anos 80 na série, principalmente de Os Goonies (1985). Por conta disso, é uma produção com ritmo e temáticas perfeitos para toda a família. É o Star Wars ‘raiz’, que conquistou a molecada dos anos 70, voltando para cativar uma nova geração que mal podia esperar para se encantar com esse universo.

Diferentemente das últimas produções da saga, Skeleton Crew tem uma trama mais isolada do resto do universo compartilhado. Ou seja, mesmo que sofra influência dos filmes clássicos, não parece haver pressão nenhuma em conectar sua história com a família Skywalker ou coisa do tipo. E cá entre nós, é bom curtir uma produção desse universo tão rico que enfim entendeu que não precisa apelar para os personagens já conhecidos. Ao que parece, essa série tem vontade e conteúdo para se sustentar sozinha. É muito promissora!

Os novos episódios de Skeleton Crew estreiam às 23h de toda terça-feira no Disney+.

‘Boa Noite, Mamãe’: Naomi Watts está ASSUSTADORA nas novas imagens do remake

O remake ‘Boa Noite, Mamãe‘, estrelado pela Naomi Watts (‘O Chamado’), ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 16 de setembro.

Os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) também estrelam a produção.

Em ‘Goodnight Mommy‘, dois irmãos gêmeos chegam à casa de campo de sua mãe (Watts) e descobrem seu rosto coberto de bandagens — segundo ela, decorrente de uma cirurgia plástica recente. Mas eles imediatamente sentem que algo não está certo: ela estabelece novas regras estranhas para a casa, fuma em seu banheiro e secretamente rasga um desenho que eles lhe deram — coisas que sua mãe amorosa nunca faria. À medida que seu comportamento se torna cada vez mais bizarro e errático, um pensamento horrível se enraíza na mente dos meninos: a suspeita de que a mulher sob as camadas de gaze não é a mãe de verdade deles.

Jeremy Bobb (‘The Outsider’), Crystal Lucas-Perry (‘Law & Order’) e Peter Hermann (‘Younger’) completam o elenco.

Watts também será a produtora executiva do projeto ao lado dos diretores do longa original, Severin Fiala e Veronika Franz.

Matt Sobel irá dirigir, e Kyle Warren será responsável roteiro.

Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.

Após ‘Five Nights at Freddy’s’, Blumhouse que adaptar outros jogos de TERROR

Em entrevista ao Discussing Film, o produtor Jason Blum, chefão da popular Blumhouse, expressou o seu desejo em adaptar mais jogos de terror para os cinemas.

“Acredito que o jogo certo pode render um ótimo material para os cinemas. Nós vimos isso acontecer com ‘Super Mario Bros’. É um gênero diferente, mas o filme foi extremamente bem-sucedido. E eu certamente espero este seja o caso para ‘Five Nights at Freddy’s’.”

Ele completa, “James [Wan] adora jogos e nós temos uma divisão nesta área em nossa companhia, que nós estamos desenvolvendo. Eu definitivamente estou ansioso para encontrar outros jogos que são populares e que possamos transformá-los em filmes de terror.”

Vale lembrar que a adaptação ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ será lançada nos cinemas nacionais no dia 26 de outubro.

Confira o trailer:

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) será responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

Rue busca recomeço no trailer da 3ª temporada de ‘Euphoria’; Confira!

A HBO divulgou o trailer completo da aguardada 3ª temporada de ‘Euphoria‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 12 de abril.

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O novo ciclo terá o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry e Colman Domingo.

Sobre o futuro da série, o criador Sam Levinson expressou confiança: “Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”.

‘Euphoria’: Eric Dane revela que temia que elenco se tornasse insuportável

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Kevin Smith é convidado para dirigir episódios de ‘Gotham’

Kevin Smith tem deixado sua marca nas séries da DC para o canal CW, fazendo dos episódios que ele dirige os favoritos entre os fãs – vide ‘The Flash‘ e ‘Supergirl‘.

O sucesso tem sido tão grande que até o próprio ator Robin Lord Taylor, que interpreta o Pinguim na série ‘Gotham‘, foi ao Twitter para convidar Smith, após ouvir alguns comentários do cineasta a respeito da produção do canal Fox.

Taylor recebeu Kevin Smith de braços abertos, afirmando que todos adorariam tê-lo em ‘Gotham‘.

E pra deixar os fãs ainda mais animados, o diretor respondeu o ator com muito bom humor, afirmando que ele toparia. Agora é só esperar o convite oficial.

Confira:

 

Gotham volta para a exibição de “The Gentle Art of Making Enemies“, final da primeira parte da terceira temporada, que promete trazer a transformação de Jerome (Cameron Monaghan) no futuro Príncipe do Crime, Coringa. O episódio vai ao ar na próxima segunda-feira (30) nos Estados Unidos. Seu retorno genuíno do hiato será em 24 de Abril, logo após o fim da primeira temporada do spin-off ‘24:Legacy’.

10 Filmes para assistir e REFLETIR durante semanas!

Tem produções que parecem conseguir romper a barreira do imediatismo, dominando nosso pensar durante e após os créditos finais subirem. Geralmente são filmes reflexivos, profundos, onde as peças só se encaixam depois de um bom tempo. Pensando nesse recorte, separamos uma excelente lista abaixo com 10 filmes para assistir e refletir durante semanas!

 

Um Toque de Pecado

Quatro histórias, quatro dramas com desfechos violentos. Um mineiro indignado (Wu Jiang) que luta contra a corrupção massiva dos líderes do vilarejo onde reside. Um homem frio e calculista que regressa para seu lar com sua mobilete de poucas cilindradas na véspera de ano novo e começa uma reflexão macabra em relação às infinitas possibilidades de se viver da violência. Uma linda jovem que se envolve com um homem casado sendo levada ao limite da loucura quando é assediada por um cliente imbecil. E por fim, um jovem (quase adolescente) trabalhador fabril salta de trabalho em trabalho à procura de uma vida melhor. Os visões dessas histórias são extremamente pessimistas mas não deixa de ser uma crítica ao que ocorre longe dos holofotes da mídia quando o assunto é o desenvolvimento do Dragão.

 

A Alma da Gente

No longa-metragem, acompanhamos a história emocionante de 60 adolescentes do Corpo de Dança da Maré, grupo coordenado pelo coreógrafo e educador Ivaldo Bertazzo. Dez anos depois dos ensaios de um espetáculo de dança com o elenco formado por esses jovens moradores da favela da Maré, os diretores buscam esses participantes para descobrir os surpreendentes destinos de cada um dos personagens.

 

Kamchatka

Na trama, conhecemos um pai (Ricardo Darín) advogado e uma mãe trabalhadora (Cecilia Roth) que do dia par a anoite se veem em incertezas e decepções após os militares darem o golpe pelo poder na Argentina em meados da década de 70. Tendo que fugir do lar onde moram, por conta de estarem em uma lista que são contrários ao regime que agora domina o país, vão enfrentar muitas dificuldades para contar aos filhos pequenos sobre o porquê precisam ir morar em outro lugar e viverem longe dos amigos. Assim, tentam seguir em frente, com novas identidades, à bordo de um carro amarelo, olhando as estrelas cadentes e vivendo momentos que podem ser último como família unida.

 

Uma Família de Dois

Remake do longa metragem mexicano Não Aceitamos Devoluções (2013), Uma Família de Dois conta a história de um inconsequente homem chamado Samuel (Omar Sy), que leva a vida entre um romance e outro trabalhando em um resort em um lugar paradisíaco da França. Certo dia, após passar a noite com duas mulheres dentro de um barco, uma antiga conhecida chamada Kristin (Clémence Poésy) aparece em sua vida trazendo com ela uma criança e dizendo que Samuel é o pai. Após ser surpreendido pela notícia e com o abandono de Kristin da história, Samuel, ao longo dos anos, cresce e amadurece dando o que tem de melhor nessa vida para sua filha. Assim, se muda para Londres e consegue um emprego de dublê, carreira que segue com sucesso até o inesperado retorno da mãe de sua filha a história.

 

Eden

Na trama, conhecemos um grupo de jovens que gostam de se reunir para festas que varam à noite em uma França exposta no início dos anos 90. Ao longo da trama, um dos personagens se torna o protagonista, Paul Vallée (Félix de Givry), um estudante de literatura que abandona tudo para se dedicar integralmente ao universo das festas. Assim, vamos acompanhando todos os bastidores do cenário jovem parisiense.

 

Dentro de Casa

Na trama conhecemos Claude (papel de Ernst Umhauer), um menino incomum de 16 anos que durante um exercício em sala de aula resolve começar a contar uma história de suas idas e vindas da casa de um amigo de classe e o seu contido desejo que sente pela mãe desse menino. O único que lê a história é o seu professor (que de quebra mostra tudo para mulher, uma elegante gerente de galeria de arte) que faz de tudo para que ele não pare de contar essa história. O professor de literatura fica fascinado pelo esforço e escrita do brilhante aluno e resolve ajudá-lo a não parar de escrever aquela história. É um ato obsessivo desse acadêmico que tem sua vida bastante modificada ao longo da trama. Esse personagem se desconstrói brilhantemente pelas lentes do sempre excelente diretor.

 

A Grande Beleza

Um dos diretores mais fantásticos do cinema atual Paolo Sorrentino chegou novamente aos cinemas brasileiros anos atrás apresentando um personagem e seu conflito. Dessa vez, criticando assiduamente a alta sociedade europeia, seus altos e baixos, coloca um recheio de exuberância, luxo, dança e glamour através do olhar do amadurecimento de um homem e seus passeios nas memórias.

 

O Último Poema

Um documentário que busca em sua narrativa criativa nos contar um pouco da influência do grande escritor Carlos Drummond de Andrade na vida de fiéis leitores. Por meio de paralelos que nos trazem uma curiosa história de uma troca de cartas com uma assídua leitora, Helena Maria Balbinot Viccari, vamos sendo transportados para o delicioso mundo da poesia.

 

Nocturama

Na trama, conhecemos jovens de diversas etnias que se espalham por uma grande cidade francesa tramando alguma coisa que é revelada aos poucos. Um pouco do cotidiano desses jovens, já no dia da ação, mostram que são pessoas comuns que não geram nem tipo de alerta da polícia. Com a chegada da noite, se reúnem em uma loja de roupas de vários andares, onde é exposto um plano aterrorizante de diversos atentados em lugares previamente estudados. Ao longo dessa noite, muitas questões serão abordadas e o roteiro volta em algo parecido com flashbacks para explicar um pouco de como eles chegaram até esse dia.

 

A Fada

Na trama, um atrapalhado e azarado funcionário de um pequeno hotel, após inúmeras tentativas de mudar sua rotina (a impressão é essa) acaba encontrando em seu caminho uma fada que promete realizar três desejos sejam eles quais forem. Após completar 2/3 do prometido, desaparece fazendo com que o ex-azarado ronde a região do hotel em busca de sua fada.

 

Somos o que Somos (2)

Somos o que Comemos

Baseada na obra mexicana Somos lo que hay (2010), exibida no Festival de Cannes, Somos o que Somos é um thriller minimalista em sua essência. Essa versão americana, que chega três anos depois do original, modifica alguns elementos cruciais em relação ao filme mexicano, elevando assim o material. O primeiro deles é a troca do ambiente urbano – uma cidade grande na produção mexicana, pelo cenário rural de uma pequena cidadezinha, no americano.

A estrutura familiar também é modificada. No mexicano tínhamos a mãe como figura dominante da família, e filhos homens e adultos como seus feitore. Na nova versão temos a figura paterna, muito mais autoritária sobre duas jovens mulheres. A trama apresenta a família Parker, aparentemente normal, muito religiosa e devota a Deus, e reclusa. Mas essa família campestre esconde um terrível segredo.

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Somos o que Somos, a nova versão, foi igualmente exibido no Festival de Cannes, desse ano, e também no de Sundance. A direção do remake é de Jim Mickle, que também assina o roteiro, e chamou a atenção dos fãs de terror com seu trabalho anterior, o filme de vampiro hardcore Stake Land – Anoitecer Violento (2011), ótimo. Mickle vem se mostrando um especialista no gênero, e já filma um próximo trabalho, Cold in July, para ser lançado em 2014.

O cineasta mostra como deve ser feita uma refilmagem, melhorando uma história ao centrar no relacionamento dos personagens, seu desenvolvimento, e apostando muito mais em atuações e interações, do que em efeitos, sonos ou gratuidade. O suspense aqui é tão grande que até quase a metade do filme não sabemos verdadeiramente do que trata. Tudo é minuciosamente preparado pelo diretor, que consegue criar um grande clima, e eleva a tensão.

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O elenco é incrivelmente satisfatório. Recheado em sua maioria de desconhecidos, todos dão conta do recado. Em especial as duas meninas protagonistas, as loirinhas angelicais e trágicas, Iris e Rose, vividas respectivamente por Ambyr Childers (Dose Dupla) e Julia Garner (As Vantagens de Ser Invisível). As duas exploram de maneira sensível a prisão física e mental em que vivem. Na parte dos rostos mais conhecidos temos a veterana dos anos 1980, Kelly McGillis (Top Gun – Ases Indomáveis), que já havia trabalhado com o diretor em seu filme anterior, e Michael Parks (Django Livre).

Bill Sage (Preciosa) se sai bem como o barbudo patriarca Frank Parker, imprimindo ao personagem autoridade e uma qualidade extremamente assustadora. Um sujeito fanático que vive por sua própria lei. Das duas filhas, Garner, que interpreta a mais jovem, é a presença mais interessante nas telas. A menina de 19 anos esteve no Cult A Fita Azul (Electrick Children), que será lançado em breve no Brasil, e ano que vem será uma das adições do elenco de Sin City: A Dama Fatal.

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Uma refilmagem precisa ser feita assim. Pegando o conceito do original para criar uma coisa totalmente nova. Não foi por falta de tentativa que tivemos Planeta dos Macacos (2001), de Tim Burton, e O Vingador do Futuro (2012), de Len Wiseman, dois filmes que ao menos tentaram ser originais, e não cópias carbono de seus predecessores. Veja o nível da coisa quando ela funciona, como em O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou A Mosca (1986), de David Cronenberg.

Junto com a estreia de Somos o que Somos teremos a de outro remake, o de Carrie – A Estranha. E se olharmos bem de perto para o que foi tentado nesses dois filmes, veremos que o esforço menor em Carrie, que apenas tenta reciclar uma velha história para um novo público. É claro que com mais barulho e efeitos especiais. Já Somos o que Somos capricha no clima, e no desenvolvimento de seus personagens. Não se enganem, essa continua sendo uma história pesada, gráfica (somente quando precisa), e não recomendada para os de estômagos mais fracos. Alguém aí está com fome?

Keanu Reeves, Denzel Washington e Natalie Portman em ‘Velozes e Furiosos’? Conheça os Atores que Quase Estiveram na Franquia

Velozes e Furiosos 10’ segue a pleno vapor acelerando para se tornar uma das maiores bilheterias de 2023. Atualmente, o longa é o terceiro mais lucrativo do ano em um pouco mais de dez dias de sua estreia, com algo em torno dos US$520 milhões em caixa para a Universal Pictures. A ideia original era que o desfecho da saga fosse dividido em duas partes, com a conclusão programada para 2025. A previsão foi tão boa para o décimo episódio que o estúdio achou por bem encomendar para o astro Vin Diesel mais dois filmes, ao invés de apenas um, transformando o desfecho em uma trilogia.

Sendo assim, decidimos acelerar lado a lado do novo ‘Velozes e Furiosos’, trazendo mais uma matéria usando a franquia como tema para você. Aqui, iremos olhar os grandes nomes que por muito pouco não fizeram parte do elenco de algum exemplar da franquia, e que muitos podem não ter conhecimento. Confira abaixo.

Keanu Reeves

O astro da franquia de ação ‘John Wick’ por pouco não marcou seu nome em outra franquia bilionária da atualidade. Acontece que Keanu Reeves esteve em negociações por duas vezes para adentrar a “família” de ‘Velozes e Furiosos’. A primeira vez foi no derivado ‘Hobbs & Shaw’, no qual viveria o vilão misterioso por trás da organização Eteon. E depois de novo em ‘Velozes e Furiosos 10’, onde era planejado para viver Aimes, personagem que terminou nas mãos de Alan Ritchson. Será que algum dia veremos Reeves enfrentando Toretto e sua quadrilha?

Denzel Washington

Diversos atores da franquia, como Tyrese Gibson, por exemplo, já expressaram em entrevistas o sonho de ter o consagrado Denzel Washington adentrando a família motorizada. Será que estão pedindo demais? O astro duas vezes vencedor do Oscar também já foi alvo da Marvel para ser o novo Magneto, segundo boatos, e em breve irá estrelar em ‘O Protetor 3’, demonstrando que também é adepto de franquias. A verdade é que Washington era a primeira escolha dos produtores para o papel do Mr. Nobody (Sr. Ninguém), que entrou na franquia no sétimo e já participou do oitavo e nono – nas formas de Kurt Russell. O ator de ‘Dia de Treinamento’ teria recusado o papel. Será que a franquia termina sem Washington em algum papel?

Halle Berry

A primeira atriz negra a vencer o Oscar de intérprete principal é conhecida por seus papeis em filmes de ação, e inclusive participou do terceiro ‘John Wick’ ao lado de Keanu Reeves. Em breve Berry poderá ser vista ao lado de outra icônica estrela de Hollywood, Angelina Jolie, para o thriller de ação ‘Maude vs. Maude’. Porém, o que muitos podem não saber é que Halle Berry quase fez parte da família ‘Velozes e Furiosos’. Acontece que a estrela também foi cogitada para o papel de Mr. Nobody após Denzel Washington recusar. Já pensou como seria ter Berry como a Ms. Nobody?

Mark Wahlberg

O astro indicado ao Oscar e empreendedor Mark Wahlberg é outro que por pouco não foi escalado para a franquia sobre rachas de carro e família. Isso aconteceu lá atrás, na época em que o primeiro filme ainda estava sendo produzido. Wahlberg era uma das escolhas para viver Brian, papel que eventualmente ficaria com o saudoso Paul Walker. Já imaginou como seria ver Wahlberg ao lado do careca Vin Diesel? O ator seguiria para estrelar ‘Planeta dos Macacos’, de Tim Burton, no mesmo ano.

Eliza Dushku

Nem sempre os atores planejados para um determinado papel terminam ficando com ele. E às vezes, o “substituto” acaba se encaixando melhor em um personagem, sem que consigamos imaginar nenhum outro em seu lugar. Por exemplo, será que você já pensou como seria se Eliza Dushku aceitasse o papel de Mia, que foi escrito para ela? Pois bem, na época conhecida pela série ‘Buffy – a Caça-Vampiro’, no papel de Faith, Eliza Dushku recusou a participação no filme, sendo substituída pela filha de brasileira Jordana Brewster – que segue até hoje na franquia. Será que ela se arrepende?

Natalie Portman

O mundo dá voltas. E em 2000, a petit Natalie Portman não possuía o star power que tem hoje em dia. Afinal, estamos falando de uma atriz vencedora do Oscar e que já foi considerada uma das melhores intérpretes de sua geração. Ninguém imaginaria que Portman pudesse perder um papel para a, digamos, menos expressiva Jordana Brewster. Mas foi exatamente isto o que ocorreu com o papel de Mia Toretto, no primeiro ‘Velozes e Furiosos’. Natalie Portman fez teste para a personagem, mas não passou, perdendo a vaga para Brewster depois da desistência de Eliza Dushku. A verdade é que para certos papeis não basta ser uma atriz melhor, é preciso se encaixar. Portman na época terminou ficando com o papel da Amidala na trilogia prequel de ‘Star Wars’.

Tommy Lee Jones

Quem poderia pensar no quase octogenário Tommy Lee Jones perseguindo uma quadrilha de ladrões motorizados sem ter um infarto ou quebrar um quadril. Brincadeiras com o veterano durão à parte, a verdade é que Tommy Lee Jones era a primeira escolha dos produtores para o papel de Luke Hobbs, segundo revela o próprio astro Vin Diesel. Talvez todos ainda estivessem com o personagem vivido pelo ator em ‘O Fugitivo’ e ‘US Marshals’ em mente – pelo qual ganhou seu Oscar. A interpretação de Jones do agente da lei incansável foi tão marcante que os produtores o queriam caçando a gangue de Dom também. Mas o papel, como sabemos, terminou nas mãos de Dwayne Johnson. Melhor assim. Aliás, foi uma fã da franquia que indicou The Rock para o papel, também segundo Diesel.

Timothy Olyphant

Será que o universo estaria da mesma forma se Dominic Toretto tivesse cabelo? É o que todos gostariam de saber, tenho certeza. Pois bem, por muito pouco isso não aconteceu. Isso porque Timothy Olyphant foi uma das primeiras escolhas para viver o anti-herói que adora viver a “um quarto de milha” por vez e valoriza acima de tudo a família. Olyphant terminou recusando o papel por acreditar que o filme seria muito parecido com um projeto que acabara de fazer, ’60 Segundos’, com Nicolas Cage.

Colin Farrell

O hoje indicado ao Oscar Colin Farrell por pouco não teve uma carreira bem diferente da atual. Tudo o que basta para modificar nosso destino são as escolhas que fazemos ao longo do caminho, o que nos leva a estradas diferentes. Só nos resta imaginar como seria essa jornada alternativa do multiverso caso tivéssemos escolhido diferente em algum momento. É o que deve pensar Colin Farrell caso tivesse dito sim para o papel de Dominic Toretto em 2001, no primeiro ‘Velozes e Furiosos’. Os executivos da Universal estavam correndo atrás desesperadamente do ator para o papel, mas por alguma razão o contrato não foi assinado. Farrell seguiu para trabalhos em filmes como ‘Minority Report’, ‘Demolidor’ e ‘SWAT’.

Sarah Michelle Gellar

Não foi só a colega de ‘Buffy’, Eliza Dushku que teve seu nome envolvido com a franquia ‘Velozes e Furiosos’ em algum momento, a estrela do programa também cruzou caminho com a família de Dominic Toretto. Estrela de filmes slasher no fim dos anos 90, Sarah Michelle Gellar foi mais uma atriz que fez teste para o papel de Mia Toretto, a irmã do protagonista, que tem forte importância na trama. Gellar também foi desbancada por Jordana Brewster, que era um nome promissor em Hollywood na época.

O elenco de ‘Galera do Barulho’ (1989-1992)

Talvez os mais novos não conheçam a série adolescente ‘Galera do Barulho’ (Saved by the Bell), mas o programa foi sensação no fim dos anos 80 e início dos anos 90 – e foi de onde saiu, por exemplo, a “estrela” de ‘Showgirls’ (1995), Elizabeth Berkley. A série ganhou reboot em 2020. O que a maioria pode não saber é que ‘Saved by the Bell’ possui uma forte ligação com a franquia ‘Velozes e Furiosos’ e por muito pouco as duas coisas não viraram uma só. O que acontece é que a primeira opção do diretor Rob Cohen, que comandou o filme original sobre rachas de carros, para viver os personagens Toretto, Brian e Jesse, eram os atores Mario Lopez, Mark-Paul Gosselaar e Dustin Diamond – todos veteranos do seriado. Seria uma trolagem do diretor? De qualquer forma, os produtores acharam que isso poderia confundir os fãs e recusaram as escalações. Só faltou mesmo Berkley como Mia ou Letty.

Bônus: Jason Momoa

Bem, como sabemos, Jason Momoa finalmente entrou para a família neste décimo exemplar da franquia, no papel do vilão andrógeno e meio “Coringa”, Dante. Quem viu garante que o ator rouba os holofotes. No entanto, Momoa era visado para a franquia em um episódio anterior ao décimo, no derivado ‘Hobbs & Shaw’. Era o desejo do astro Dwayne Johnson que Jason Momoa interpretasse o irmão de Hobbs. Por motivos de conflito de agenda, o intérprete de Aquaman não pode participar, mas Johnson queria manter a porta aberta, e chegou a revelar: “No próximo filme de Hobbs vai rolar”. Como o derivado surgiu após a treta entre Johnson e o outro astro careca da franquia, Vin Diesel, esse sendo o “dono” da P$%#A toda, o protagonista e produtor resolveu dar a última palavra (e a última trolada) ao escalar Momoa para o vilão Dante e não o irmão de Hobbs, impossibilitando o sonho de The Rock.

Crítica | Kylie Minogue entrega um dos melhores álbuns de sua carreira com o explosivo ‘Tension’

Kylie Minogue começou sua carreira musical em meados dos anos 1980 e, apesar de ter sido taxada como uma performer pré-fabricada, provou o contrário para aqueles que não acreditavam em seu potencial e, em pouco tempo, transformou-se em uma das maiores lendas da música. A cantora e compositora australiana sempre teve uma paixão inexplicável pelo hedonismo e pelo prazer musical, construindo hinos dançantes e envolventes que ficariam marcados na história – como “Can’t Get You Out of My Head”, “Come Into My World”, “All The Lovers” e tantas outras. Em 2020, Minogue passou por um merecido renascimento ao se apropriar das incursões artísticas dos anos 1970 e 1980 com o ótimo ‘Disco’.

Três anos mais tarde, a performer anunciou que estava pronta para abrir um novo capítulo de sua vida com o aguardado ‘Tension’. E, até o lançamento oficial do álbum, ela nos presenteou com o lead single “Padam Padam”, uma explosão de electro-pop e synth-pop que se tornou música obrigatória das playlists ao redor do mundo e se tornou um sucesso viral; e a experimental faixa titular, facilmente uma das melhores entradas de sua carreira, em que as distorções vocais e a produção propositalmente exagerada são um deleite sonoro e nos instigam desde os primeiros toques. Mas Kylie estava guardando o melhor para depois e, no final das contas, seu 16º compilado de originais é um dos principais destaques da carreira e, sem sombra de dúvida, um dos melhores lançamentos da década.

Em um dos vários comentários para promover o disco, Minogue afirmou que, diferente de suas duas últimas incursões, ‘Tension’ não veio acompanhado de um tema, e sim de uma liberdade criativa que se desenrolava pouco a pouco. “Queria celebrar a individualidade de cada música e mergulhar nessa liberdade. Eu diria que é uma mistura de reflexões pessoais, abandono de clubes e picos melancólicos”, ela disse. E tal ambição, muitas vezes problemática, se concretizou com um testamento da artista a si mesma, perpassando por todas as incríveis eras que já entregou a seus fãs em uma vibrante explosão de dance-pop, electro, pop-rock, disco e house – cuja prometida individualidade é, em contraposição, o fio condutor desse coeso anthem das pistas de dança.

O único “crime” cometido pelo álbum é sua curta duração; cada uma das tracks (e aqui incluo as faixas da versão deluxe) é pensada com maestria e, ainda que conte com uma gama considerável de produtores, todos trabalham em conjunto para nos convidar a um escape fonográfico muito bem-vindo e que nos ajuda a esquecer dos problemas e obstáculos cotidianos. Inclusive, um dos ápices do álbum emerge com a participação acertada de Biff Stannard, Duck Blackwell, Jon Green e outros nomes que já trabalharam com Kylie no passado e voltam sedentos por algo original e nostálgico, ao mesmo tempo. Não é surpresa que a multiplicidade de progressões e instrumentais arquitete um cosmos atemporal, sem cair nas fórmulas do anacronismo criativo, apostando na retumbância e numa certa emancipação que reitera o status inegável da cantora.

‘Tension’ é um convite ao túnel do tempo; após “Padam Padam”, Minogue volta para meados dos anos 1990 com o synth-electro-house de “Hold On To Now”, uma potente construção instrumental que, logo de cara, traz os elementos melancólicos dos quais falara. E, por mais que percebamos um crescendo familiar, nada tira a beleza da canção, ainda mais levando em consideração a presença vocal da artista e o quanto ela está confortável para fazer o que bem entender. Em “You Still Get Me High”, uma das primeiras grandes viradas rítmicas, Kylie mergulha na semi-balada electro-dance enquanto rumina sobre um caso romântica que continua lhe trazendo boas memórias e eternizando um sentimento que ela não quer perder – e isso não é tudo: a música vem entrelaçando similaridades com a impecável “Things We Do For Love” (e prestando homenagens a nomes como a-ha, cujas inspirações são bastante claras).

“One More Time” apoia-se no classicismo do house e do disco de modo a manter estruturas evocativas com ‘Disco’ e, até mesmo, com os anos iniciais de sua carreira. Aqui, o piano e os saxofones são as forças-motrizes de um hino dançante ready-made (no melhor sentido da expressão), instigante e que cria uma ponte entre as tendências oitentistas do começo dessa década e uma celebração de tudo o que a antecedeu. “Hands”, a música mais inesperada e única do álbum, traz uma mistura do R&B e do funk explorados tantos por Doja Cat quanto por En Vogue e TLC – além de dar espaço para brincadeiras vocais invejáveis e que beiram uma bem-vinda mística que nos desatrela do tempo e do espaço. “Vegas High”, a melhor entrada do álbum e uma das construções mais memoráveis do catálogo de Minogue, nos arremessa para os anos 1990 e nos reencontra com ATC e Cascada para uma erupção vulcânica do club techno, regado a sintetizadores e a um refrão antêmico, declamatório e que preza pelo carpe diem, pela vivência do momento e pela efemeridade do agora.

Se Kylie já havia nos encantado com ‘Disco’, ela consegue superar todas as expectativas com mais um álbum incrível do começo ao fim com ‘Tension’. Aqui, a performer indica que tem muito mais a nos contar e, através de uma plena consciência de sua capacidade artística, mantém-se num aplaudível frescor mesmo quatro décadas depois de seu début.

Nota por faixa:

1. Padam Padam – 4/5
2. Hold on to Now – 5/5
3. Things We Do for Love – 5/5
4. Tension – 5/5
5. One More Time – 4,5/5
6. You Still Get Me High – 4,5/5
7. Hands – 5/5
8. Green Light – 4,5/5
9. Vegas High – 5/5
10. 10 Out of 10 (com Oliver Heldens) – 3/5
11. Story – 4,5/5
12. Love Train – 3,5/5
13. Just Imagine – 4/5
14. Somebody To Love – 4/5

‘Manhunt’: Série sobre o ASSASSINATO de Abraham Lincoln já está disponível na Apple TV+!

‘Manhunt’, minissérie de suspense que narra os eventos posteriores ao assassinatos do ex-presidente Abraham Lincoln, já está disponível na Apple TV+.

Os dois primeiros episódios chegaram à plataforma de streaming no último dia 15 de março.

Após o assassinato de Abraham Lincoln, seu secretário da guerra e amigo, Edwin Stanton começa a caçada humana para rastrear John Wilkes Booth, cujo paradeiro o está deixando louco.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Monica Beletsky e baseada no romance de não-ficção ‘Manhunt: The 12-Day Chase for Lincoln’s Killer’, de James L. Swanson.

Tobias MenziesAnthony BoyleLovie SimoneMatt WalshBrandon FlynnBetty GabrielHamish Linklater e outros estrelam.

Halsey anuncia ‘The Great Impersonator’ como seu NOVO álbum de estúdio!

A cantora e compositora Halsey revelou hoje (27) que irá lançar seu aguardado quinto álbum de estúdio.

Intitulado ‘The Great Impersonator’, o compilado de originais é o primeiro da cantora desde 2021 e conta com os singles “The End”“Lucky”“Lonely is the Muse”.

O álbum ainda não tem data de estreia definida.

Veja o trailer:

Lembrando que o disco anterior da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com ‘Badlands’, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: ‘Hopeless Fountain Kingdom’ (2017) e o elogiado ‘Manic’ (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

Série dramática sobre mulher que FINGE ter câncer chega ESTA SEMANA à Netflix!

A nova série australiana ‘Vinagre de Maçã’ chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção acompanha uma mulher que finge ter câncer cerebral para aumentar sua popularidade nas redes sociais e tem lançamento agendado para o próximo dia 06 de fevereiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Kaitlyn Dever estrela.

A sinopse descreve: “No glamour do mundo do bem-estar, uma mulher carismática, que inventou mentiras sobre ter sobrevivido a um diagnóstico de câncer, luta para manter a fama que conquistou”.

‘Sandman’: 1ª parte da 2ª e ÚLTIMA temporada chega esta semana ao streaming!

A 1ª leva da 2ª e última temporada de ‘Sandman’, popular série baseada nos escritos de Neil Gaiman, chega esta semana à Netflix.

A parte inicial do ciclo de encerramento será lançada na plataforma de streaming neste próximo dia 3 de julho. A segunda parte tem estreia agendada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Relembre o trailer:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘One Piece’: Astros de ‘Sombra e Ossos’ entram para o elenco da 3ª temporada do live-action!

Segundo o DeadlineAwdo AwdoDaisy Head (‘Sombra e Ossos’, ‘Dungeons & Dragons’) foram escalados para o elenco da 3ª temporada do live-action de ‘One Piece’.

A dupla dará vida a Mr. 1 e a Mis Doublefinger, respectivamente, e já se encontra na Cidade do Cabo – onde as gravações do novo ciclo já começaram.

Os atores se juntam ao previamente confirmado Xolo Maridueña (‘Besouro Azul’), que será Portgas D. Ace.

Lembrando que a 2ª temporada chega à plataforma de streaming em 10 de março de 2026.

Live-action de ‘One Piece’ ganha novo vídeo com cenas INÉDITAS da 2ª temporada; Confira!

‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

Vale lembrar que o novo ano da série adaptará os arcos Loguetown, Laboon, Whisky Peak, Little Garden e Ilha Drum.

‘One Piece’: Eiichiro Oda comenta versão live-action de Tony Tony Chopper

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção que adapta o manga de mesmo nome.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

‘Kylie’: Documentário sobre a icônica popstar Kylie Minogue ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o trailer de ‘Kylie’, seu novo documentário original centrado no ícone do pop australiano Kylie Minogue.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 20 de maio.

Confira:

Ventureland, companhia responsável pelos docs ‘Beckham’‘Wham!’, fica responsável pelo projeto de três episódios, com John Battsek assumindo o cargo de produtor.

Michael Harte entra como diretor.

‘Kylie’ acompanha a vida de uma das artistas mais conhecidas do planeta, Kylie Minogue, que navega por seus arquivos e reflete sobre uma carreira que conta com duas estatuetas do Grammy Awards80 milhões de discos vendidos, além de constantes reinvenções artísticas. Filmes caseiros, fotografias pessoais e novas entrevistas compõe o projeto, à medida que reflete sobre o escrutínio público, perda e doenças.

Como revelado em uma declaração oficial, ‘Kylie’ conta como as coisas são, com reflexões de amigos, família e colaboradores – incluindo Dannii MinogueJason DonovanNick CavePete Waterman“.

Minogue permanece como uma das grandes estrelas pop do planeta, bem como a artista mais bem-sucedida da Austrália. Alcunhada como a “princesa do pop“, seus hits incluem “Can’t Get You Out of My Head”“Get Outta My Way”“Spinning Around” e “Padam Padam”. Vencedora de 18 prêmios ARIA, ela começou sua carreira como atriz na soap opera ‘Neighbours’, em 1980, antes de transicionar para o cenário musical.

‘Guardiões da Galáxia Vol 3’: Lady Gaga pode viver interesse amoroso de Rocket

Uma publicação no Twitter da Film Updates indicou que Lady Gaga pode fazer parte de ‘Guardiões da Galáxia Vol 3′ como Lylla, o interesse amoroso de Rocket.

Apesar de não haver confirmação até o momento, a Film Updates tem um longo histórico de acertos quando se trata de filmes da Marvel.

Lady Gaga está sendo cotada para o papel de Lylla, o interesse amoroso de Rocket, em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘. Isso marcaria um reencontro entre Gaga e Bradley Cooper, intérprete de Rocket, após sua atuação conjunta em ‘Nasce uma Estrela‘”

Para quem não conhece, Lylla foi criada em 1982 como uma lontra senciente e herdeira de uma fábrica de brinquedos. Ela conhece Rocket no meio da grande ‘Guerra dos Brinquedos‘, sim, é exatamente o que parece.

É claro que sua origem pode ser alterada no MCU, caso seja confirmada sua introdução, mas já sabemos que James Gunn não é do tipo que se esquiva de elementos fantásticos em suas adaptações.

Coronavírus: Tom Hanks e esposa recebem alta do hospital após período em quarentena

Apesar das preocupantes notícias de propagação do Coronavírus, como o contágio de diversos astros e atrizes, parece que há uma luz no fim do túnel.

De acordo com a revista People, Tom Hanks e sua esposa, Rita Wilson, foram liberados do hospital após passarem por um breve isolamento para combater os sintomas da doença e evitar a propagação.

Ambos estavam sob cuidados em um hospital de Queensland, na Austrália, onde descobriram a infecção depois de participarem da pré-produção da cinebiografia de Elvis Presley, dirigida por Baz Luhrmann.

Através de uma declaração, a Warner afirmou que alguém da produção foi diagnosticado com Coronavírus e o estúdio trabalhou com as agências de saúde australianas para garantir que a equipe estivesse segura.

No presente momento, eles estão em quarentena dentro da própria casa e continuam seguindo as recomendações médicas para retardarem os sintomas do COVID-19.

Através de seu perfil do Instagram, Hanks agradeceu o apoio dos fãs e ressaltou que é importante cuidarmos uns dos outros.

Confira:

“Obrigado pelo apoio. Vamos cuidar de nós mesmos e uns dos outros. Hanx.”

 

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Thanks to the Helpers. Let’s take care of ourselves and each other. Hanx

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