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‘Big Little Lies’: Reese Witherspoon e Kathryn Newton em nova imagem direto do set

As gravações do segundo ano deBig Little Lies estão a todo vapor e a atriz e produtora da série, Reese Witherspoon, publicou uma nova imagem em sua conta oficial do Instagram.

Nela, vemos a vencedora do Oscar ao lado de sua filha fictícia, vivida por Kathryn Newton, dentro do quarto de sua personagem.

Confira:

Back on set with my girl @kathrynnewton ! #BigLittleLies @hbo

Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em

Recentemente, a atriz Nicole Kidman publicou em seu Instagram a primeira foto oficial de Meryl Streep na 2ª temporada de Big Little Lies. Confira:

First day on the set with Meryl and “my” darling boys! #BigLittleLies

Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em

Streep irá interpretar Mary Louise Wright, mãe de Perry Wright (Alexander Skarsgard, o grande papa prêmios da temporada). Depois da morte de seu filho, ela chega à Monterey procurando respostas.

Segundo fontes da Variety, Streep vai embolsar US$800 mil por episódio. A atriz possui três estatuetas do Oscar.

Nicole Kidman e Reese Witherspoon serão novamente as produtoras da nova temporada, e também retornarão às suas respectivas personagens. Liane Moriarty, autora do livro no qual a primeira temporada é baseada, volta assinando parte da nova história para a segunda temporada. A diretora Andrea Arnold irá comandar os sete novos episódios, com Jean-Marc Vallée, diretor original, servindo como produtor.

A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida.

Oi? Petição quer que Homem-Formiga entre no ânus de Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’

Os fãs Hue Br não estão de brincadeira e iniciaram uma petição para trazer um fim bem doloroso e rápido para o vilão Thanos em ‘Vingadores: Ultimato‘.

A petição insiste que a Marvel deveria fazer o Homem-Formiga reduzir sua forma e entrar no anus do vilão. Lá dentro, ele aumentaria de tamanho, acarretando na instantânea morte do personagem. Obviamente a divisão da Disney jamais tomaria decisão, mas a brincadeira está conquistando vários adeptos e já ultrapassou a marcar de 5.600 assinaturas. A meta final é chegar a 7.500.

Se você quer conhecer a petição, clique aqui.

Segundo uma nova reportagem do site AMC Theaters, mais especificamente na seção ocupada pela Marvel, a duração de ‘Vingadores: Ultimato’ será de 181 minutos (3 horas e 2 minutos). A última reportagem indicava que o longa-metragem teria 182 minutos.

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer pede desculpas por abordagem machista da Arlequina

O diretor David Ayer, de ‘Esquadrão Suicida‘, pediu desculpas publicamente pela abordagem machista dada à personagem Arlequina em seu filme.

Por meio de uma publicação no Twitter, o cineasta compartilhou uma postagem feita por uma fã, que questionava a objetificação dela, apresentando-na como uma mulher que fora tratada de forma política, envolvida em um relacionamento amoroso abusivo.

Ao retuitar o comentário em questão, Ayer elogiou a observação feita, afirmando que ela fora escrita de forma cuidadosa. O diretor ainda agradeceu o fato de ter sido confrontado por essa abordagem, salientando que está aprendendo em um mundo em constante mudança.

Confira:

“Retuitando isso porque foi escrito de forma tão cuidadosa. Obrigado por isso. Estou crescendo e aprendendo em uma mundo em constante mudanças”.

Em seu argumento, a fã pontuou a objetificação de Arlequina em ‘Esquadrão Suicida‘:

“Uma personagem feminina em um relacionamento abusivo já é político cara. A forma como sua câmera olhava para ela era política. A forma como você a usou foi política. Você a tratou como um objeto e ainda assim ela ressurgiu acima disso. Isso também foi político”.

 

Recentemente, Ayer divulgou o visual alternativo de Arlequina para o filme, que remete à sua caracterização dos quadrinhos.

Confira:

OTHER: Harley Quinn alternative look by David Ayer from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Crítica Netflix | Esquadrão Trovão: Comédia com Melissa McCarthy e Octavia Spencer é fraca e esquecível

Em um contexto onde os super-heróis nunca estiveram tão em alta como atualmente, a indústria de Hollywood tenta sempre espremer uma nova história envolta no subgênero. E Esquadrão Trovão é a tentativa da Netflix de flertar com o universo dos quadrinhos de maneira mais popular e abrangente, trazendo a dupla Ben Falcone e Melissa McCarthy novamente à frente do projeto. Mas infelizmente, nem a presença da vencedora do Oscar Octavia Spencer é capaz de garantir um fôlego sustentável nesta, que entra para a lista de fracas produções originais da gigante do streaming.

Na trama, duas amigas de infância se reencontram mais de trinta anos depois, para combater uma ameaça mortal de um grupo de supervilões que segue aterrorizando sua cidade natal. Com estilos de vida bem distintos, elas serão submetidas a um experimento que lhes garantirá os super poderes necessários para conquistar a paz dos moradores locais. Formando um contraste peculiar, McCarthy e Spencer tentam dar corpo e gás a uma trama que se inspira nas dinâmicas dos longas buddy cop, mas infelizmente não conseguem garantir aquele delicioso sabor de uma comédia de ação inusitada, como vemos em filmes como Um Tira da Pesada, A Hora do Rush e Máquina Mortífera.

Mas as intenções são boas e Falcone – que assina o roteiro, a direção e ainda faz uma ponta no longa – tenta mesclar o humor pastelão com o screwball, a fim de promover o riso a partir de situações simples, banais e mais práticas. No entanto, os clichês de outros dos seus filmes anteriores não funcionam tão bem aqui, fazendo com que o longa caia em um limbo em sua primeira metade. Com um roteiro que se estende exageradamente na introdução de suas personagens, Esquadrão Trovão segue a maior parte do tempo sem conseguir aquelas risadas esperadas e a seriedade excessiva da protagonista de Spencer não causa o contraste inicialmente idealizado pelo diretor.

THUNDER FORCE (L-R): MELISSA MCCARTHY as LYDIA, POM KLEMENTIEFF as LASER. Cr. HOPPER STONE/NETFLIX © 2021.

Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.

Com uma ideia comum até demais, mas que poderia muito bem ter se desenvolvido com maior habilidade, a comédia inspirada no mundo dos quadrinhos é fraca em suas piadas e quase chega a ser repetitiva em alguns momentos. Deixando a audiência a ver navios, Esquadrão Trovão nos coloca à espera de uma comédia que, embora apareça em sua descrição oficial, esqueceu de comparecer ao longo de suas quase duras horas de produção.

Crítica | Saltburn: Barry Keoghan trilha seu caminho para o Oscar em estupendo suspense sobre luxúria e obsessão

Criando um caleidoscópio de cores neon, Emerald Fennel faz de Saltburn um sonho de uma noite de verão. Luxúria, obsessão amorosa e desejos não consumados se fundem em um anseio compulsivo por algo que ainda não sabemos. Arranhando apenas a superfície de sua história, percorremos 1h30 de filme observando o suntuoso palácio de Saltburn como o palco para o que aparenta ser um vindouro crime passional. Mas enquanto nos distraímos com a beleza fugaz de uma família rica e mesquinha, custamos a perceber uma outra narrativa que gradativamente se aflora ao nosso redor. E de maneira quase metalinguística, a vencedora do Oscar transforma seu filme em uma catarse sobre si mesmo. Enquanto achamos que a trama se retém unicamente a uma paixão jamais consumada, Fennel vai além dessa superficialidade, para narrar um conto sobre poder, ostentação e um outro tipo de obsessão.

Não seria incorreto afirmar que Saltburn flerta com os mesmos temas de O Talentoso Ripley. Mas muito mais suntuoso e verborrágico em seus diálogos, o longa da cineasta e atriz britânica é muito mais do que o suspense sobre golpes milimetricamente arquitetados. Vendendo um ideal simultaneamente idílico e sombrio, ela transforma a belíssima e aristocrática paisagem da Inglaterra dos anos 2000 em um cenário satisfatório de personagens peculiares e belamente configurados. Como se estivéssemos diante de uma pintura renascentista que ganha vida diante dos nossos olhos, o suspense ainda faz um amálgama entre o drama e a comédia, pautando sua trilha sonora por acordes tensos e instigantes, a fim de sempre nos deixar atentos e à espreita – à espera de uma iminente tragédia que só verdadeiramente chega em seus 20 minutos finais.

Nos convidando a desfrutar desse pequeno universo de possibilidades infinitas em meio a um verão quente que exala sensualidade, Saltburn é a história sobre um lugar maldito e como ele rege o comportamento daqueles que o frequentam. Nesse contexto, Barry Keoghan é um desajeitado estudante universitário que parece não se encaixar no rico cenário da Oxford University, mas se encontra em uma estranha amizade com o ótimo Jacob Elordi – o belo aristocrata com quem divide parte de seu cronograma escolar. Em uma relação pautada por uma constante tensão sexual, ambos são como diferentes partes de um único corpo. Suas personas se completam, ainda que se distanciem por seus contextos socioculturais. São de mundos dispersos, mas se encontram em um ponto em comum. Não se desejam, mas parece que sim – o que torna tudo ainda mais turvo. E assim seguimos até o grande plot twist.

E essa é a riqueza criativa por trás de Saltburn. Há sempre uma segunda agenda escondida nas entrelinhas, que nós nunca conseguimos tocar. É como se sempre chegássemos perto de algo absolutamente revelador e conclusivo, mas nunca o bastante para compreendermos a dimensão da história. Essa habilidade de storytelling desenvolvida por Fennel torna nossa experiência cinematográfica um espetáculo à parte. Sempre progressiva e evolutiva, ela nunca é plenamente satisfeita, mas é sempre satisfatória. Somos hipnotizados por seus personagens, seduzidos por suas falas mansas e diálogos regados de pedantismo, somos induzidos pela linguagem corporal dúbia de cada um deles. E todos esses elementos criam a tempestade perfeita de toxicidade que nos levará a ruína de (quase) cada um deles.

E dentro disso, a direção de fotografia se incorpora à belíssima performance de seu elenco, nos banhando com cores neon e sombras profundas que flertam com a estética gótica e que evidenciam ainda mais a opulência desse pequeno universo de excessos, prazeres subversivos e comportamentos destrutivos. Nessa efervescência artística tão conceitual, Barry Keoghan é um espetáculo à sua maneira, com uma atuação poderosa e inebriante, que transita entre uma estranha inocência e uma peculiaridade, que escondem em si um comportamento muito mais perturbador, que jamais poderíamos imaginar. Dominando a tela a todo momento, ele uma vez mais prova ser um dos melhores atores da atualidade e caminha em direção ao Oscar como quem sabe a dimensão de seu talento.

Rosamund Pike não fica atrás e transforma sua verborragia em uma espécie de artefato criativo para compor sua performance. De sua postura altiva aos diálogos lindamente pausados e repletos de adjetivos passivo-agressivos e pedantes, a indicada ao Oscar mostra sua versatilidade em tela como a personificação da soberba aristocrática. Trajando figurinos que deslizam pelo seu corpo e agregam movimento e leveza ao seu andar, ela brilha em tela com uma atuação onde a serenidade e a necessidade de sustentar uma fachada imperam. Seguindo essa mesma toada, Carey Mulligan faz uma ponta como a epítome de Camden Town dos anos 2000, exalando estilo e exageros fashionistas no pouco, mas excepcional tempo de tela que possui. E assim segue o restante do elenco, que ainda traz Jacob Elordi e Richard E. Grant em destaque.

Proporcionando uma experiência sinestésica que jamais sacia toda nossa curiosidade e anseios, Emerald Fennell faz de Saltburn uma suntuosa e imprevisível jornada. Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma aventura cinematográfica regada de elementos satisfatórios que vão desde sua soturna fotografia ao belíssimo e clássico design de produção, o novo longa da aclamada cineasta é o encontro perfeito entre arte e entretenimento. Pode até trazer elementos familiares do cinema de outrora, mas é impossível não ficar fascinado por esse distante e exibicionista palácio de desejos nefastos e perigosos.

Crítica | Megalopolis – Coppola cria fantasia ancorada em discurso político, porém com CAPENGA tom burlesco

Será que a ambição nos leva a cometer loucuras? Esta pergunta é pertinente tanto do ponto de vista da trama quanto dos bastidores da produção. É impossível falar de Megalopolis, de Francis Ford Coppola, sem contextualizar os anos de produção que o filme levou para ser feito e a rejeição de investidores ao projeto.

Desde da década de 1980, o renomado diretor — ganhador de cinco Oscar e duas Palmas de Ouro — sonha com este filme. Megalopolis é uma fantasia sobre política social, no entanto, ancorada em elementos do cinema de várias épocas e, principalmente, no caráter burlesco. 

Enquanto a encenação dos atores é propositalmente teatral, a estética do longa é futurista e espelha-se na ambientação de ficção-científica. Confuso? Pois é. Francis Ford Coppola apresenta uma montagem de elementos sobrepostos de maneira bastante desarmoniosa. 

Se nas cenas iniciais temos a sensação de pisar em um solo parecido com o de Christopher Nolan, onde temos que descobrir a lógica da obra para segui-la. Logo depois, compreendemos que esta é apenas uma ponta do espetáculo proposto pelo cineasta, o qual faz referências de dezenas de obras cinematográficas, assim como literárias, num roteiro em que a citação é rainha de todos os discursos. 

Em uma alusão direta a Metrópolis (1927), de Fritz Lang, Megalopolis propõe ser futurista, mas ancorado nas mazelas atuais, principalmente sobre a insustentabilidade do modelo capitalista, ao invés de ser na era industrial, é na digital. Para isso, no entanto, utiliza-se de linguagens antigas de forma cômica e satírica. 

Outra ponte traçada pelo cineasta é o Império Romano, sucumbido pela soberba de poder de poucos homens, uma referência, talvez, ao aumento de bilionários nesse planeta. A própria cidade fictícia chama-se New Rome, uma mistura de New York a ao império de Júlio César, e o narrador (Laurence Fishburne) nos lembra a cada momento desse espírito histórico em suas interferências.  

A interpretação mais memorável é a de Shia LaBeouf como Clodio Pulcher, por conta do seu caráter dúbio e andrógeno, tal como o bobo da côrte, já que todos os outros personagens  parecem terem saído de folhetins dos anos 1930. Além disso, os papéis femininos são unidimensionais. 

Uma é a mocinha Júlia Cicero (Nathalie Emmanuel), que vai apaixonar-se pelo arquiteto utopista Caesar Catalina (Adam Driver) a contragosto do seu pai, o prefeito Franklyn Cicero (Giancarlo Esposito) e inimigo n°1 dos projetos do amado da filha. A segunda personagem feninina é a femme fatalle Wow Platinum (Audrey Plaza), uma repórter interessei que utiliza dos seus atributos físicos para manipular, enganar e roubar os homens ricos. 

Dentro do arco principal da disputa de narrativas do que é melhor para as pessoas: uma cidade sustentável ou um mundo capitalista em ruínas, o enredo engendra ainda tons de filme noir e comédia pastelão. Em uma cena sobre a revelação do segredo de uma celebridade da música pop (Chloe Fineman), o desenrolar remete à cena do tribunal do filme O Mentiroso (1997), com Jim Carey. Sem contar as diversas citações de William Shakespeare e Marco Aurélio, como se o reinventar de frases fosse desnecessário diante de tantas palavras já ditas. 

Com tantos componentes a analisar em cena, a trama principal de Megalopolis sobre o arquiteto ganhador do prêmio Nobel, por conta da descoberta do Megalon, fica quase como um pano de fundo do que uma intriga latente. Ao invés de instigar a curiosidade, o longa nos aborrece com tanta espetacularização da riqueza, cenas exageradamente teatrais e de zombaria.

Megalopolis é um filme sobre um megalomaníaco utópico, dessa forma a cidade almejada não existe (e nunca existirá), mas o utopista luta pelo direito de imaginá-la. Algo que o protagonista diz em alto e bom tom na narrativa é que não importa se ele projetá-la um dia, só de as pessoas começarem a discutir sobre o processo é uma vitória. A reflexão soa piegas como boa parte da estética do filme e seus personagens. Olhando pelo prisma de deixar-se levar pela comicidade, é possível divertir-se aqui e ali durante a projeção. 

Ao tentar abraçar um mundo, isto é, todos às estéticas e referências, Megalopolis parece um filme mal acabado, com um pouco de beleza  — as cenas das estátuas desmoronando são ímpares  —, e sem lucidez. Aos 85 anos, Francis Ford Coppola permite-se confundir, enjoar e desagradar, já o público decide se vai aplaudir sua loucura ou escarnecer de sua ridicularização utópica.

Kevin Feige quer começar a trabalhar com os ‘X-Men’ após concluir os filmes planejados

Durante uma nova entrevista ao EW, o chefão da Marvel StudiosKevin Feige se mostrou empolgado com a possibilidade de trabalhar com os X-Men eQuarteto Fantástico dentro do universo que estão construindo nos cinemas, porém garantiu que só pensará nisso após concluir todos os filmes que estão em andamento.

“É  uma questão de terminar ‘Guerra Infinita’ e começar ‘Capitã Marvel’, ‘Homem-Formiga e Vespa’, ‘Vingadores 4’, o próximo ‘Homem-Aranha’ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’. Estamos ocupados com estes por agora. Só pensaremos nisto quando o acordo com a Fox estiver completo e eles nos disserem ‘Ei, agora você pode trabalhar nisto e pensar nisto’. Honestamente, será divertido ter acesso a todos os personagens”

A expectativa é de que o acordo com a Fox seja aprovado em 2019.

Recentemente, o diretor James Gunn também confirmou em uma live que os ‘X-Men‘ não vão aparecer em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Vingadores 4‘.

Segundo ele, a compra da Fox pela Disney ainda não foi finalizada e vai levar um tempo para acontecer.

“A fusão não existe ainda. Eles estão tentando fazer dar certo, mas ainda não aconteceu. Ou seja: Você não verá nenhum personagem de X-Men em ‘Vingadores 3 ou 4… mesmo porque esses filmes já foram filmados”, afirmou.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Heroína aparece deslumbrante em novas fotos

Está circulando pela internet novas fotos dos bastidores de Mulher-Maravilha 1984’, que mostra a versão civil da heroína, Diana Prince, com um clássico vestido deslumbrante dos anos 1980. Confira:

A diretora Patty Jenkins divulgou a primeira imagem do ator Pedro Pascal (‘Narcos’) em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, junto com um elogio.

“Não consigo para de assisti-lo”, ela escreveu.

Não foram revelados detalhes de seu personagem.

Confira:

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

20 anos de ‘Escola do Rock’, a melhor aventura musical de Jack Black nos cinemas

Celebrado mundialmente pela Trilogia do Antes e pelo ousado Boyhood: Da Infância à Juventude, Richard Linklater trabalhou em um projeto interessante, que apesar de abordar os desafios da juventude, desceu um pouco a faixa etária e abordou a fase escolar como tema de um musical pra lá de inesperado, cujo sucesso foi tão grande que acabou sendo adaptado para a Broadway e virou até mesmo série de TV. E agora, o clássico Escola de Rock, ícone da molecada que cresceu entre o fim dos anos 90 e início dos anos 2000, completa nada menos que 20 anos.

Para quem nunca viu ou não se lembra bem da história, o filme acompanha o acomodado Dewey (Jack Black), que criou uma banda de rock e achou que essa seria sua carreira até o fim da vida. Porém, os membros da banda decidem continuar sem ele, deixando o rapaz frustrado e encostado, vivendo às custas de um amigo da adolescência que trabalha como professor substituto, Ned. Quem não gosta nada disso é a namorada de Ned, que dá uma esculachada no músico, mandando ele arrumar um emprego e deixar de ser vagabundo.

Em situações normais, essa bronca deveria dar um choque de realidade no cara. No entanto, ele atende um telefonema para Ned com uma oportunidade para trabalhar como professor substituto em um colégio caríssimo. Ao ouvir sobre os valores envolvidos, ele decide se passar pelo amigo e acaba sendo contratado para dar aula para as crianças. Na escola, ele não tem a menor ideia do que fazer até descobrir que os alunos têm talento para música. Então, ele decide secretamente iniciar um banda de rock com a molecada para tentar ganhar a Batalha das Bandas.

Apesar de abordar um caso de falsidade ideológica, o filme é uma aventura musical divertidíssima, que se difere dos outros filmes da época por tratar as crianças como seres humanos comuns que traziam inseguranças típicas da idade. Numa época em que os filmes infantis mostravam a molecada como pequenos espiões ou potenciais psicopatas em miniatura, foi quase revolucionário mostrar que a galerinha na casa dos 10 anos de idade precisava ter voz e que seus problemas importavam.

Então, ao longo do filme, eles abordam a timidez, a pressão dos pais pelo futuro dos filhos, o “temperamento forte”, a insegurança com a própria imagem e por aí vai. Ao mesmo tempo, sai de cena aquela imagem clássica dos anos 80 e 90 dos professores e diretores como figuras sem profundidade, quase como criaturas sem personalidade própria, cuja única função era perseguir seus alunos. No fim das contas, esse filme é justamente sobre essa rebeldia infantil na busca por sua própria voz.

E o mais incrível disso tudo é que o protagonista consegue ser o herói e o vilão da história simultaneamente. Dewey é um adulto irresponsável que está cometendo um crime perigosíssimo em prol de benefício próprio. Ao mesmo tempo, é ele quem ajuda uma turma de crianças reprimidas a levantarem suas vozes contra a rígida figura opressora de um internato, ajudando elas a se resolverem com suas inseguranças. É um caso muito interessante de anti-herói, que certamente só funcionou em tela porque a figura caricata de Jack Black permite isso. Convenhamos que não seria nada surpreendente se surgisse uma notícia de que o ator fez algo parecido na vida real.

E o mais interessante da presença do ator nesse filme é que além dele ter sido muito participativo em praticamente todas as áreas possíveis, o projeto só existiu por conta dele agindo “naturalmente” em sua casa. Isso porque o roteirista do filme, Mike White, teve a ideia de escrever essa história depois de se mudar e virar vizinho de Jack Black. O ator era constantemente visto correndo pelado pelos corredores e enchia a paciência da galera ouvindo música nas alturas. E era um verdadeiro incômodo para Mike, que não gostava de rock clássico. Com isso, não tinha nem como pensarem em outro ator para o papel de Dewey.

Não por acaso, a trilha musical do longa veio quase toda do próprio gosto do ator. Sabe as músicas que ele ficava ouvindo feito doido em casa? Quase todas entraram no filme, incluindo Immigrant Song, do Led Zeppelin, que só teve seu uso autorizado depois do próprio Jack Black reunir mais de mil fãs da banda num auditório para gravarem um vídeo junto com ele implorando para que os membros vivos do Led Zeppelin deixassem a produção usar a música no filme. Além disso, ele teve participação direta na escolha dos nomes dos personagens infantis e seus apelidos. O que explica, por exemplo, o menino loiro metido a líder (Kevin Alexander Clark) se chamar Freddy Jones, o mesmo nome do líder da turma do Scooby-Doo.

Outro ponto legal é que uma das exigências de Linklater para assumir a direção era contar com atores capazes de tocar instrumentos e cantar de verdade, para passar veracidade aos personagens. Inclusive, isso refletiu diretamente na abordagem deles no filme. Por exemplo, o menino que toca os teclados (Robert Tsai) era muito inseguro na vida real e chegou a pedir ao diretor que ele o demitisse do papel porque não se achava bom o bastante para isso. Em um gesto simbólico, Linklater explicou a ele que o motivo dele ser perfeito para o papel era justamente essa insegurança. Essa conversa entre eles rendeu um diálogo exatamente sobre isso no filme. Da mesma forma, a estreante Miranda Cosgrove sabia cantar e tinha um pouco da confiança de sua personagem. No entanto, eles precisaram treiná-la para aprender a desafinar, já que a Summer não seria membro da banda, apesar de se achar bastante.

Em meio a essas questões, Escola de Rock bebeu do viés revolucionário do clipe de Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, mostrando que um colégio poderia e deveria ser muito mais do que um “moedor de crianças”, ensinando a elas coisas mais interessantes que apenas o material didático, como se expressar por meio da arte. Com o passar dos anos, o filme, que foi aclamado pela crítica, foi se tornando um clássico ainda maior por seguir dialogando com questões comuns às crianças de diferentes gerações de forma bem humorada e recheada de músicas incríveis, fazendo a molecada acreditar que até mesmo um grupo de pirralhos pressionados pelos pais são capazes de fazer coisas incríveis além de tirar notas boas.

Escola de Rock está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.

Crítica | Corpolítica – Premiado Documentário Retrata A Presença de Candidates nas Eleições Brasileiras

Nunca falamos tanto sobre a importância da representação e da representatividade quanto nesta última década. As atuais gerações estão completamente antenadas nestas pautas e reivindicando ver-se representados em todos os campos de atuação, inclusive na política. Porém, quando o recorte da pauta é o gênero, o número de representantes da comunidade LGBTQIAP+ cai drasticamente quando levamos em consideração o espaço da política brasileira. Numa tentativa de registrar o momento social com o maior número de candidates LGBTQIAP+, durante as eleições de 2020, surge o documentárioCorpolítica’, vencedor em sua categoria no Festival do Rio de 2022 e que estreia a partir deste feriado de Corpus Christi nas salas de cinema do país – às vésperas da Parada do Orgulho em São Paulo, a maior da América Latina.

Partindo da contradição entre duas constatações – o Brasil ser o país que mais mata LGBTs no mundo e o ano de 2020 ter registrado o maior número de candidates que se reconhecem  publicamente como pessoas pertencentes ao grupo de alguma letra dessa sigla – o documentário busca acompanhar a tensão dessas duas polaridades dentro de um cenário em que ainda vivíamos o contexto da pandemia do coronavírus e os primeiros estudos sobre uma vacina ainda estavam começando a ser divulgados.

É relevante considerar este ponto para entender as inúmeras superações que a produção teve que fazer para registrar o momento, apesar dos impedimentos. Talvez isso tenha prejudicado a captação de som devido ao uso de máscara, o distanciamento para as gravações e uma aparente economia de microfone, que, quando havia mais de uma pessoa em cena, captava melhor o som de um entrevistade em detrimento do outre.

Escrito e dirigido pelo ótimo Pedro Henrique França e com produção do ator Marco Pigossi (o protagonista de ‘Cidade Invisível’) a junção dessas duas forças de vontade encaminha o desenrolar das entrevistas alinhado bem o objetivo da produção: retratar candidates que estavam surgindo naquele momento, especialmente no eixo Rio-São Paulo, mas sem deixar de observar nomes que estavam e ainda estão fazendo suas vozes serem ouvidas nas outras regiões do país. Como personagens fixos, acompanhamos a campanha dele Mônica Benicio, Erika Hilton, De Lucca e Andréa Bak, os quatro com investimentos financeiros e estratégias diferentes para tentar alcançar o eleitor.

Ao longo de 1 hora e 40 o espectador acompanha os diferentes esforços desses personagens, intercalados por depoimentos de outros candidatos de outras instâncias do governo, já em seus mandatos, como Jean Wyllys e Thammy Miranda, mostrando discursos que se inclinam tanto para a esquerda quanto para a direita conservadora. Como contraste a produção sinaliza como há muito tempo políticos como Jair Bolsonaro e Marco Siciliano vêm cerceando o direito de fala e os direitos como um todo das populações LGBTQIA+ de serem representadas nos 3 poderes, ao mesmo tempo que toleraram com mais parcimônia a presença de políticos como Clodovil no mesmo ambiente que eles.

É importante que ‘Corpolítica’ seja lançado no circuito, especialmente neste mês de junho, o mês do orgulho, para que se estimulem debates sobre a importância de eleger políticos que representem que defendem as pautas particulares de cada um desses grupos, pois somente assim o coletivo conseguirá avançar na luta por direitos. ‘Corpolítica’ é, também um filme para rever em 2024.

‘Aladdin’: Fã reimagina Robin Williams como o Gênio do filme live-action

O papel de Robin Williams como o Gênio de Aladdin, a animação original de 1992, continua sendo uma das performances mais memoráveis de sua carreira.

E enquanto os fãs agora esperam a nova rendição de Will Smith como o icônico personagem, o Bosslogic criou uma nova peça de arte que imagina Williams vivendo o Gênio no remake em live-action da Disney – e o resultado é emocionante e nostálgico.

Confira:

 

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Still missing the OG #genie #Aladdin #robbinwilliams

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O filme chega aos cinemas em 24 de maio de 2019.

Marwan Kenzari vive o vilão Jafar, Naomi Scott é Jasmine, Menda Massound é Aladdin’ e Will Smith dubla o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

Guy Ritchie, da franquia ‘Sherlock Holmes‘, é quem dirige a adaptação.

‘The Ballad of Richard Jewell’: Paul Walter Hauser e Kathy Bates nas primeiras imagens oficiais; Confira!

‘The Ballad of Richard Jewell, novo filme de Clint Eastwood, ganhou suas primeiras imagens oficiais.

Confira:

Paul Walter Hauser será o protagonista-título da trama, enquanto Sam Rockwell e Kathy Bates serão o advogado e a mãe de Jewell, respectivamente. Olivia Wilde será a intérprete da repórter Kathy Scruggs e Jon Hamm dará vida a um agente do FBI.

O longa é supervisionado pela Warner. Bros e terá a presença de Jonah Hill e Leonardo DiCaprio como produtores, ambos anteriormente presentes no elenco.

O filme será uma adaptação do artigo “American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell”, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997, e acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.

O filme estreia no dia 13 de dezembro.

‘The Wretched’: Depois do trailer, confira o novo cartaz oficial do terror!

O terror ‘The Wretched‘ ganhou um novo cartaz oficial, logo depois da divulgação de mais um trailer.

Confira:

Dirigido pelos irmãos Brett Pierce e Drew Pierce, o filme é descrito como “um novo conceito em bruxaria, com novos elementos e imaginativos efeitos práticos”.

A trama segue um adolescente que percebe que sua vizinha é um pesadelo infernal que não envelhece e que ameaça a existência de todos com quem ele se importa.

O elenco conta com John-Paul HowardPiper CurdaAzie Tesfai e Kevin Bigley.

Quem é Akshay Kumar, astro de Bollywood e 6º ator mais bem pago do mundo?

Recentemente, a Forbes divulgou a lista dos atores mais bem pagos do mundo e, ao lado de celebridades mundialmente famosas, um nome um tanto quanto desconhecido deu as caras: Akshay Kumar.

Apesar de não soar familiar, Kumar é um dos galãs de Bollywood e participou de centenas de longas-metragens de uma das maiores indústria do entretenimento do planeta. Nascido na Índia e naturalizado canadense, o ator, produtor e praticante de artes marciais tem uma carreira de quase trinta anos que inclui mais de 100 projetos e inúmeros prêmios – incluindo duas estatuetas do National Film Awards por suas performances em ‘Rustom’‘Pad Man’.

Com uma fortuna que ultrapassa os US$48 milhões e o coloca à frente de personalidades como Lin-Manuel MirandaWill Smith e Adam Sandler, Kumar também trabalhou como dublê (o que lhe rendeu o apelido de Jackie Chan indiano). Seus projetos mais recentes incluem ‘Good Newwz’‘Housefull 4’.

Confira a lista da Forbes abaixo:

  1. Dwayne Johnson – US$87,5 milhões
  2. Ryan Reynolds – US$71,5 milhões
  3. Mark Wahlberg – US$58 milhões
  4. Ben Affleck – US$55 milhões
  5. Vin Diesel – US$54 milhões
  6. Akshay Kumar – US$48.5 million
  7. Lin-Manuel Miranda – US$45.5 million
  8. Will Smith – US$44.5 million
  9. Adam Sandler – US$41 million
  10. Jackie Chan – US$40 million

‘Soul’: Animação da Pixar ganha belíssimas artes de fã; Confira!

A artista Dorothea Taylor compartilhou em seu Twitter oficial duas novas artes de fã para celebrar ‘Soul’, a mais nova e aclamada animação da Pixar.

Confira o incrível resultado abaixo:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

A animação já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Din e o Dragão Genial’: Animação da Netflix com Jackie Chan ganha divertido trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o primeiro trailer completo de ‘Din e o Dragão Genial’, sua mais nova animação.

O longa será disponibilizado na plataforma no dia 11 de junho.

Confira, junto às imagens:

O filme é dirigido e escrito por Chris Appelhans, com produção supervisionada pela Sony Pictures Animation.

Din, um estudante de faculdade e trabalhador com grandes sonhos, e Long, um cínico e poderoso dragão capaz de conceder desejos, embarcam numa hilária aventura através de uma Xangai moderna em busca de uma antiga amiga de Din, Lina. A jornada os força a responder algumas das maiores questões da vida – porque, quando você pode desejar qualquer coisa, deve decidir o que realmente importa.

Jackie Chan, Constance WuJohn ChoWill Yun LeeJimmy WongBobby Lee e Natasha Liu Bordizzo estrelam.

‘Um Menino Chamado Natal’: Jovem parte em busca de seu pai no trailer do novo filme natalino da Netflix; Confira!

As festividades natalinas se aproximam dia após dia e, agora, a Netflix divulgou o trailer oficial de um de seus mais novos títulos de fim de ano: Um Menino Chamado Natal.

Confira:

O filme é dirigido por Gil Kenan e baseado no livro homônimo best-seller de Matt Haig.

Um garoto chamado Nikolas embarca em uma aventura extraordinária em busca de seu pai, que está à procura da lendária Vila dos Duendes. Acompanhado de uma rena teimosa e um rato de estimação, Nikolas acaba encontrando seu destino. Uma história emocionante, divertida e cheia de magia, onde descobrimos que nada é impossível.

Henry Lawfull, Toby Jones, Sally Hawkins, Kristen Wiig, Michiel Huisman, Zoe Colletti, Stephen Merchant, Joel Fry, Rune Temte, Jim Broadbent e Maggie Smith estrelam.

Um Menino Chamado Natal tem estreia marcada para o dia 24 de novembro.

SAG Awards 2022 | Jason Sudeikis conquista a estatueta de Melhor Ator em Série de Comédia por ‘Ted Lasso’

A aclamada comédia Ted Lasso, da Apple TV+, se tornou uma das melhores produções de 2021 e vem se provando como uma das favoritas da temporada de premiações.

No anúncio dos vencedores do SAG Awards 2022, Jason Sudeikis, que interpreta o personagem titular, levou para casa o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia (repetindo o feito do Globo de Ouro, ocorrido mais cedo este ano).

A produção foi criada por Bill Lawrence, SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

‘Grown-ish’: Zoey está de volta no novo clipe oficial do episódio de estreia da 5ª temporada; Confira!

O canal Freeform divulgou mais um clipe oficial do episódio de estreia da 5ª temporada da série ‘Grown-ish‘, intitulado “This Is What You Came For”.

Confira, junto ao trailer completo:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 20 de julho.

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

O elenco conta com Yara Shahidi, Trevor Jackson, Diggy Simmons, Marcus Scribner e Daniella Perkins.

Artigo | Os 20 anos de ‘Chicago’, aclamado musical estrelado por Renée Zellweger e Catherine Zeta-Jones

Quem ouve o nome de Rob Marshall não tem muitas memórias consideravelmente boas com as quais se deliciar: afinal, o controverso diretor é responsável por alguns dos filmes mais rechaçados tanto pela crítica quanto pelo público, como ‘Nine’, cuja adaptação da vida de Roberto Fellini tornou-se um fracasso total, e, mais recentemente, ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’, uma improvável e desnecessária “conclusão” para a saga de Jack Sparrow. Entretanto, não podemos nos esquecer de que Marshall também é responsável por levar às telonas algumas releituras interessantes de musicais atemporais, incluindo Caminhos da Floresta e, sem sombra de dúvida, o que podemos chamar de uma das singelas perfeições do cinema contemporâneo com sua obra-prima, Chicago.

Baseado na peça homônima de Maurine Dallas Watkins, a história definitivamente não se assemelha a quase nada que tenhamos visto até hoje, visto que gira em torno de um grupo de mulheres acusadas de homicídio e que agora contemplam as “maravilhas” do Pavilhão Cook County, numa época perscrutada pelos cabarés, pela dança e pelo maravilhoso swing melódico do jazz. E sim, tais informações são de extrema importância por mesclarem-se umas às outras de modo irreverente e dinâmico, mantendo o espectador numa completa imersão fílmica durante suas quase duas horas. E, como centro das atenções, temos a aspirante a vaudevillian Roxie Hart (Renée Zellweger), cujo talento bruto espera apenas pelo momento certo para ser lapidado. Em uma de suas escapadas da vida cotidiana, ela vai com seu amante Fred Casely (Dominic West) até um teatro-bar, pois aparentemente ele possui um amigo que pode colocá-la no centro dos holofotes – mas tudo não passa de uma mentira e, num ímpeto emocional, ela acaba matando-o com dois tiros.

E é exatamente aí onde a verdadeira história começa. Levando em conta que a atmosfera recria a crescente disparidade de gênero da década de 1920 nos Estados Unidos, Roxie tenta alegar legítima defesa. Porém, tentando contrapor-se às palavras da figura masculina da casa, seu marido Amos (John C. Reilly), ela acaba sendo presa e levada para a prisão, dentro da qual irá esperar por um julgamento, o qual nos é premeditado ser contra sua sobrevivência e a favor de uma dura pena de morte – o enforcamento ou a cadeira elétrica. Mas nada disso seria compreendido caso não fosse uma introdução de peso em um dos prólogos mais bem-montados de todos os tempos: a entrada de Velma Kelly.

Catherine Zeta-Jones, em todo seu carisma e talento que resgata de performances predecessoras, dá vida à companheira de cela de Roxie e principal ídolo ao qual a aspirante à dançarina se espelha. Velma é um nome conhecido e, juntamente à sua irmã Veronica, realiza um dos shows mais aguardados da cidade. Quer dizer, isso até ser pega pela polícia e ser acusada de homicídio duplo – mas não antes de nos dar uma pequena palhinha de sua capacidade artística com “All That Jazz”, um dos hinos do musical. O apreço por esse gênero musical alcança novos patamares aqui e, aliado a uma montagem anacrônica e paralela, serve como modo de aproximação de duas personalidades tão diferentes e que, no final das contas, se complementam.

Marshall marca uma de suas primeiras parcerias ao lado do diretor de fotografia Dion Beebe, com o qual trabalharia em produções posteriores, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’. A colaboração entre os dois permite que o filme transforme-se em uma homenagem mimética e de grande respaldo estilístico para a peça original, tornando-se uma construção teatral que não segue os passos do teatro filmado, mas mesmo assim resgata inúmeros elementos que aproximam e distanciam propositalmente o público em um jogo dicotômico necessário para a compreensão da obra como um todo. E não é surpresa que investida em enquadramentos e ângulos mais imóveis venha com o backstory e os desejos psico-inconscientes de cada um dos personagens, sequências durante as quais somos transportados para a ambiência de um cabaré.

A trama tem inúmeros ápices que não deixam a desejar e que permitem que elementos sub-narrativos sejam explorados em prol de um pano de fundo simples, por assim dizer. Afinal, estamos diante do julgamento de Velma Kelly, a queridinha da América, e de, posteriormente, Roxie Hart, tudo arquitetado por um dos advogados mais competentes e conhecidos de todos, o charmoso e egocêntrico Billy Flynn (interpretado pelo incrível Richard Gere). Ele emerge como a única esperança das pobres mulheres, mas não se comporta como o mítico herói que normalmente insurge em histórias do gênero. Billy é complexo, assim como as protagonistas, e tenta roubar a voz de suas clientes como forma de ajudá-las e de endossar sua reputação como o suprassumo do ramo jurídico. Tudo isso é levado na maior irreverência possível, e as coisas ficam mais interessantes quando percebemos que, na verdade, nenhuma das prisioneiras se arrepende do que fez, sentindo-se libertas por finalmente terem se postado frente a seus maridos e amantes abusivos.

O primeiro indício dessa autonomia libertária vem com “Cell Block Tango”, cujo momento é respaldado em uma routine de tirar o fôlego. Aqui, Roxie conhece as outras detentas de Cook County, que foram presas por assassinato injustamente; as histórias nos são contadas em uma mistura de música e diálogo, com o cenário convencional transmutado em um palco, as personagens trajadas em uma versão dominatrix-tango de seus egos, e as luzes vermelhas conversando com a aparência sombriamente neutra da coreografia on-point. Não podemos tirar o incrível poder e cuidado da direção de arte, cujos cuidados ficam às mãos de John Myhre e Colleen Atwood, optando por tonalidades mais sóbrias e lineares em contraposição à personalidade rebelde dos protagonistas e coadjuvantes.

E por falar nos personagens secundários, é aplaudível ver como cada uma das criações tem sua função – e mais aplaudível ainda saber que o responsável pelo roteiro adaptado é ninguém menos que Bill Condon (o mesmo que, mais tarde, dirigia um dos filmes da saga ‘Crepúsculo’). Condon faz um trabalho de exímia cautela para se afastar da unidimensionalidade e, de forma proposital, conferir alguns defeitos para as heroínas de modo a aproximá-las tanto do patamar endeusado quanto do humano. E essa separação logo é amalgamada na figura da matrona Mama Morton (Queen Latifah), a responsável por cuidar das garotas e garantir-lhes alguns mimos em troca de certos favores. Ela é recorrente até mesmo nas situações mais delicadas, quando, por exemplo, uma das prisioneiras estrangeiras é condenada à morte da forma mais cruel possível, conversando com os ideais de guardião.

As dosagens entre drama, humor e música são constantes, e mais uma vez ultrapassam as expectativas com a sequência “We Both Reached for the Gun”, performadas por Billy e Roxy. Ambos estão no centro de toda a atenção, seja na cronologia real, dentro da qual eles vão a público para falar sobre o infortuno incidente, quanto da linha psicológica, a partir da qual a vaudevillian se torna uma marionete, controlada inteiramente pelo titereiro – e que dialoga com a situação real dos dois personagens.

Chicago não deixa a desejar nem mesmo por seus defeitos – muitos podem dizer que a personagem de Zellweger é irritante, mas Roxy é propositalmente desse jeito; a obra de Marshall é uma das poucas que tangencia a perfeição musical e seus elementos são tão originais que fica difícil encontrar alguma saída formulaica ou clichê dentro de um cosmos inesperado e inteiramente envolvente e satisfatório.

Usuários ameaçam CANCELAR a Netflix pela cobrança de taxa por compartilhamento de senha; Confira!

Ontem, a Netflix bloqueou o compartilhamento de senhas entre os usuários que não estiverem na mesma residência. O streaming afirma que é possível adicionar outro usuário pelo valor adicional de R$ 12,90.

E não demorou muito até que os usuários compartilhassem suas reações à decisão da plataforma, condenando-a e até mesmo ameaçando cancelar a assinatura.

Veja:

Vários assinantes tiveram que colocar novamente a senha no aplicativo e não poderão usar a senha em outro IP.

Os usuários da plataforma terão que fazer login em seus perfis a cada 30 dias através do Wi-Fi de seus endereços principais para evitarem o bloqueio do catálogo em outros aparelhos da casa. Para impedir que pessoas de fora uma residência acessem a plataforma, a companhia vai rastrear endereços de IP dos dispositivos conectados ao Wi-Fi principal.

Dessa forma, um aparelho que não esteja configurado com o mesmo IP gerado pelo Wi-Fi principal de uma residência terá seu acesso bloqueado à plataforma de streaming.

Mas como fica o acesso a dispositivos móveis quando um usuário não estiver em sua residência?

Caso você esteja viajando ou fora de casa por algum motivo, basta solicitar um código temporário para acessar o catálogo por sete dias consecutivos.

Para isso, será necessário atualizar seu local principal se estiver em outro endereço.

Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.

Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueado nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.

As mudanças não param por aí…

A Netflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.

“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.” 

Dica do Fim de Semana | 5 filmes recém-chegados no Star+ para você conferir!

Star+ é um dos serviços de streaming mais populares da atualidade – principalmente por oferecer uma gama de produções ótimas e que conquistam tanto o público quanto a crítica.

É claro que a plataforma conta com alguns clássicos do cinema, mas os títulos mais novos possuem uma qualidade considerável que ainda revelam que a sétima arte tem muito a nos contar em relação a narrativas originais e atuações bastante sólidas.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco longas-metragens recentes no Star+ para você maratonar neste final de semana.

Confira nossas escolhas:

PERDIDA (2023)

Baseado no romance homônimo de Carina RissiPerdida acompanha a história de Sofia, uma garota moderna e independente – mas que, quando o assunto é o coração, tem como os únicos amores da sua vida os do universo literário de Jane Austen. Após utilizar um celular emprestado, algo misterioso acontece e ela é transportada para um mundo diferente, que se assemelha ao século XIX. Sofia é acolhida pela família do encantador Ian Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar uma forma de retornar a sua vida. O que ela não sabia é que seu coração tinha outros planos.

A NOITE DAS BRUXAS (2023)

Depois de uma sólida temporada nas telonas, A Noite das Bruxas, terceiro capítulo da saga em live-action baseada nos romances de Agatha Christie, chegou ao catálogo da plataforma. O filme é ambientado após o período da 2ª Guerra Mundial e acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.

NINGUÉM VAI TE SALVAR (2023)

A trama do ótimo Ninguém Vai Te Salvaracompanha a jovem Brynn Adams, que se sente alienada em relação à sua própria comunidade. Vivendo sozinha em sua casa de infância, uma noite ela é surpreendida por barulhos estranhos de intrusos inesperados. A partir desse momento, a narrativa se desenrola em um embate eletrizante entre Brynn e um ser extraterrestre que ameaça não apenas o futuro da jovem, mas também a leva a revisitar dolorosos eventos de seu passado.

UM ETERNO PRIMEIRO ENCONTRO (2023)

‘Um Eterno Primeiro Encontro’ com certeza deve ter passado longe de seu radar – mas não foi esquecido de nossa breve lista de dicas. Estrelado por Maisie Richardson-Sellers e Shannon Woodard, o thriller acompanha Billie, uma jovem que é atormentada por bloqueios mentais e visões estranhas e descobre que está presa em uma série de loops temporais – que podem estar ligados à sua nova misteriosa namorada.

QUIZ LADY (2023)

Estrelado por AwkwafinaSandra OhQuiz Lady foi um dos filmes mais recentes a ser lançado na plataforma de streaming. Na trama, Anne, uma mulher obcecada por game shows, deve se unir a sua caótica irmã Jenny para ajudar a pagar as dívidas de jogo de sua mãe. Quando o querido cachorro de Anne é sequestrado, elas terão que embarcar em uma viagem pelo país para conseguir o dinheiro que precisam. Para fazer isso, as duas terão que aproveitar o conjunto de habilidades de Anne, transformando-a na campeã de game show que ela estava destina a ser.

 

‘O Véu’: Série de SUSPENSE com Elisabeth Moss ganha TENSO clipe inédito; Confira!

O Véu‘ (The Veil), nova série de suspense estrelada por Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’), ganhou mais um clipe inédito.

A produção chega ao Star+ no próximo dia 30 de abril, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Descrita como um “thriller sufocante”, a trama vai girar em torno da perigosa relação entre duas mulheres que jogam um jogo mortal de verdade e mentiras no caminho de Istanbul para Paris e Londres. Uma das mulheres tem um segredo, e a missão da outra é revelá-lo antes que milhares de vidas sejam perdidas.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Steven Knight, da aclamada ‘Peaky Blinders‘, é responsável pelo projeto, além de servir como produtor executivo ao lado de Moss.

O elenco ainda conta com Josh Charles, Dali Benssalah, Yumna Marwan e Haluk Bilginer.

“Estou animado em poder contar essa história, que é internacional e muito contemporânea,” declarou Knight em comunicado oficial. “Nós reunimos alguns dos maiores talentos da indústria. Trabalhar com a Denise Di Novi é sempre um prazer e eu sempre quis trabalhar com a Elizabeth Moss. E, claro, eu e a FX somos velhos amigos. Acredito que esse será um evento histórico na televisão.”

‘Roofman’: Kirsten Dunst é escalada para o novo filme CRIMINAL estrelado por Channing Tatum

De acordo com o Deadline, a indicada ao Oscar Kirsten Dunst (‘Guerra Civil’, ‘Ataque dos Cães’) foi escalada para o elenco do drama inspirado em acontecimentos reais Roofman.

Dunst se junta ao previamente confirmado Channing Tatum, que será o protagonista.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) assume a cadeira de diretor.

A produção será baseada na história de Jeffrey Manchester, um ladrão charmoso e excêntrico que invadiu mais de 60 unidades do McDonalds através de seus telhados e, depois de colocar os funcionários no freezer, ele esvaziava os caixas.

O criminoso, descrito como gentil por raramente recorrer de violência, se tornou conhecido como o Ladrão do Telhado ou Homem do Telhado, apelido que serve de título para o projeto.

Após ser condenado e preso em 2000, ele escapou da prisão e evitou a recaptura por meses ao se esconder em uma loja de brinquedos no Norte da Califórnia.

Ele passou todo esse tempo sobrevivendo a base de comida de bebê, e usava regularmente as bicicletas da loja para se exercitar. Após alegadamente deixar suas impressões digitas em um DVD do filme ‘Prenda-me se for Capaz‘, a polícia conseguiu encontrá-lo e recapturá-lo.

O longa focará em suas aventuras enquanto estava foragido pela polícia.

Além de dirigir, Cianfrance também assina o roteiro ao lado de Kirt Gunn.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor de ‘Parasita’ e ‘Mickey 17’ gostaria de dirigir uma versão MUSICAL da franquia ‘Alien’

Bong Joon-ho é um dos diretores mais aclamados das últimas décadas, tendo comandado títulos como ‘Expresso do Amanhã’‘O Hospedeiro’Parasita – este último lhe rendendo nada menos que três estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme.

Agora, com Hollywood a seus pés, Joon-ho praticamente tem aval para dar vida a qualquer projeto. E, durante uma recente conversa com o Los Angeles Time, o realizador revelou que, apesar de não ter muito apreço por franquias cinematográficas, já teve vontade de embarcar na icônica saga sci-fi ‘Alien’.

Mas isso não é tudo: Joon-ho disse que, caso fosse chamado para encabeçar um projeto desse universo do terror, gostaria de fazê-lo como um musical.

“Não tenho muito interesse por filmes franqueados, mas, em dado momento, achei que gostaria de fazer um filme [da saga] ‘Alien’, ele conta. “Um ‘Alien’ musical”.

Vale lembrar que o próximo filme do diretor, ‘Mickey 17’, chega aos cinemas nacionais hoje, 06 de março, com Robert Pattinson no papel protagonista.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Mickey 17’ traz o melhor de Robert Pattinson e de Bong Joon-ho às telonas

Na trama, Mickey (Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

Dica | Disponível na Netflix, ‘Grace e Frankie’ é um JOIA da comédia contemporânea

Lançada em 2021, ‘Grace e Frankie’ trilhou um claro caminho para um sucesso inesperado e que se estendeu por nada menos que sete ótimas temporadas que trouxeram o melhor da comédia e do drama para o streaming. A trama nos apresentou a Grace Hanson (Jane Fonda) e Frankie Bergstein (Lily Tomlin), duas mulheres que, acreditando terem vivido tudo o que tinham para viver, poderiam desfrutar da terceira idade desgostando uma da outra e encontrando-se de vez em quando em virtude dos respectivos maridos, Robert (Martin Sheen) e Sol (Sam Waterston), que trabalham juntos como advogados.

Porém, a vida das duas vira de cabeça para baixo quando Robert e Sol convidam as duas para um almoço para fazer uma revelação inesperada e que as arremessa para um novo capítulo aos setenta anos de idade: ambos estão tendo um caso romântico há duas décadas e resolveram parar de mentir e pedir o divórcio. E isso não é tudo, visto que os dois também desejam se casar e passar o resto de suas vidas um ao lado do outro. É claro que Grace e Frankie entram em uma espiral de frustração e negação que, eventualmente, as coloca no mesmo caminho: a princípio recusando-se a passarem tempo uma com a outra, as duas percebem que o divórcio foi a melhor coisa que aconteceu a elas, transformando-se em melhores amigas e confidentes.

A beleza da série não está apenas em uma premissa inovadora e que logo de cara nos chama a atenção; cada engrenagem dessa divertida jornada coming-of-age é programada para apresentar personagens inéditos ou que, normalmente, não costumam ser retratados com a complexidade e o respeito que merecem. As protagonistas são catapultadas em uma nova jornada de amadurecimento que se inicia na terceira idade e que usa e abusa da experiência que coletaram ao longo de décadas: Grace, tendo se resignado a um casamento de fachada, não acha justo que Sol e Robert tenham encontrado o amor verdadeiro e resolve voltar à ativa dentro do que sabe fazer de melhor – negócios; Frankie, por sua vez, se encontra num vórtice de decepção que a faz buscar escape na arte, em suas “droguinhas” e em um amor inesperado que cruza sua porta.

Cada personagem é delineado de modo a garantir que, cedo ou tarde, o público se apaixone por todos. É claro que nossa relação com as protagonistas titulares é imediata, mas há espaço de sobra para que todos brilhem: Robert e Sol se uniram durante viagens de trabalho que escalaram até uma centelha de paixão e culminando em um amor verdadeiro que explode em cena. Robert, inclusive, descobre uma paixão pelo teatro musical que o afasta do ramo jurídico de divórcios, compelindo Sol a finalmente se aposentar e a se envolver com questões político-sociais como um ativo militante.

Conforme as tramas ganham momento e se tornam mais densas, percebemos que os criadores e showrunners Marta Kauffman e Howard J. Morris têm uma ideia bastante clara e muito solidificada em suas mentes, garantindo que tudo leve seu tempo para acontecer e apresente um equilíbrio entre o cômico e o trágico de forma apaixonante. Ora, Kauffman já havia nos presenteado algumas décadas atrás com seu irretocável trabalho na sitcom ‘Friends’ e, aqui, expande seus talentos para uma franca análise da senescência como ela é – mostrando que descobertas nunca são demais.

A dupla de criadores se alia com um time muito competente de roteiristas e diretores que captura a essência do que precisa ser passado aos espectadores e mergulhando em uma honesta e jocosa interpretação de uma realidade que chega para todos. Kauffman e Morris unem forças para quebrar tabus narrativos e fornecer uma representatividade necessária e que desperta discussões acaloradas sobre a demanda de temáticas centradas em núcleos mais velhos, desde a necessidade de deixar um legado no mundo, a constante nostalgia e a melancolia de possíveis arrependimentos, o amor, o sexo e o prazer na terceira idade, e debates sobre a importância dos idosos na comunidade LGBTQIA+.

A produção também se ramifica para outras temáticas abordadas de maneira respeitosa e que são materializadas pela presença de outras personas. Temos Brianna (June Diane Raphael) e Mallory (Brooklyn Decker), filhas de Robert e Grace que têm seus respectivos problemas para resolverem. Afinal, Brianna se vê constantemente na sombra de sua mãe conforme tenta se desvencilhar de acusações brandas de favorecimento, enquanto Mallory está presa em um casamento falido e num beco sem saída ao cuidar de dois filhos e mais um casal de gêmeos a caminho. Em outro espectro, Buddy (Baron Vaughn) e Coyote (Ethan Embry), filhos adotivos de Frankie e Sol, assumem as rédeas de seus respectivos arcos: Buddy tocará a firma do pai e de Robert e enxerga o mundo de uma maneira bem diferente e centrada em um racionalismo exacerbado; Coyote, recém-saído da reabilitação e mostrando que é um novo homem, tem um espírito livre como Frankie e o coração no lugar certo.

Se você nunca tinha ouvido falar de ‘Grace e Frankie’, não sabe o que está perdendo: uma das melhores séries de comédia das últimas décadas que conta com performances espetaculares de um elenco lendário – e que vale a pena pela simples reunião que Jane Fonda e Lily Tomlin promovem ao longo de sete temporadas.

Lembrando que a série está disponível na Netflix.

Nava Mau, de ‘Bebê Rena’, é escalada para a 2ª temporada do drama médico ‘Mentes Extraordinárias’

Segundo o DeadlineNava Mau (‘Bebê Rena’) e Malia Pyles (‘Pretty Little Liars: Pecado Original’) foram escaladas em papéis convidados para a 2ª temporada do drama médico Mentes Extraordinárias.

Mau aparecerá no décimo quinto episódio do novo ciclo, “The Missing Person”, com estreia agendada para 2 de março. Ela interpretará Denise, que é encontrada desmaiada após uma noite na boate. Seu ar de mistério é desfeito quando a equipe descobre exatamente do que essa jovem festeira está fugindo.

Pyles aparecerá no décimo terceiro capítulo, “The Rabbit Hole”, com exibição marcada para 26 de janeiro. Ela dará vida a Nora Sutton, uma estudante de engenharia mecânica durante o dia que passa a noite com suas irmãs da fraternidade Theta Epsilon Phi. Ela não é a típica garota de fraternidade em nenhum sentido. Embora Nora ame seu círculo unido de irmãs da fraternidade, sua verdadeira parceira de aventuras é sua irmã mais velha, uma nerd.

Lembrando que a nova temporada já está em exibição nos EUA.

A série foi criada por Michael Grassi e conquistou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A trama acompanha um neurologista excêntrico e sua equipe de estagiários enquanto exploram a mente humana e seus mistérios. Eles lidam com casos raros e intrigantes, desafiando métodos tradicionais de tratamento e diagnóstico. A série explora a complexidade da mente humana, a importância da empatia e a busca por compreensão, tanto na vida profissional quanto pessoal dos protagonistas.

Tamberla PerryAshleigh LaThropAlex MacNicollAury KrebsSpence Moore IITeddy Sears também fazem parte do elenco.

No Brasil, a primeira temporada está disponível no Prime Video.

‘Adultos’: 2ª temporada da série de COMÉDIA ganha data de estreia!

FX divulgou recentemente a data de estreia da 2ª temporada da comédia ‘Adultos’ (via Deadline).

O novo ciclo da atração será lançado no dia 27 de agosto no Hulu, com os oito episódios disponíveis de uma só vez aos assinantes. No Brasil, a série retornará no mesmo dia através do Disney+.

Os próximos episódios ainda contarão com participações especiais de Susie Essman, Raven-Symoné, Gaten Matarazzo, Jake Shane, Isaac Powell, Ben Marshall, Zosia Mamet e mais.

A comédia acompanha um grupo de amigos de vinte e poucos anos, interpretados por Malik Elassal, Lucy Freyer, Jack Innanen, Amita Rao e Owen Thiele.

A série foi criada e é produzida por Ben Kronengold e Rebecca Shaw.

A trama gira em torno de um grupo de jovens de vinte e poucos anos em Nova York que tentam ser boas pessoas, apesar de ainda não serem nem “bons” nem “pessoas”. Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele) compartilham suas refeições, ansiedades e, ocasionalmente, escovas de dente. Ao longo da temporada de oito episódios, os colegas de casa encaram a Responsabilidade com R maiúsculo com graus variados de sucesso.

A série foi criada por Ben KronengoldRebecca Shaw, que também entram como produtores executivos ao lado de Nick KrollStefani RobinsonSarah NaftalisJonathan KriselAlicia Van Couvering.

Charlie CoxJulia FoxD’Arcy CardenGrace Kuhlenschmidt, John Reynolds e Ray Nicholson também integram o elenco.

‘A Babá 2’: Elenco do original retorna, exceto a protagonista

De acordo com o The Hollywood Reporter, a sequência de ‘A Babá‘ trará de volta os astros do original: Bella Thorne, Judah Lewis, Robbie Amell, Hana Mae Lee, e Andrew Bachelor.

Por conta do trágico destino de alguns personagens, ainda não se sabe de que forma os astros irão retornar.

O elenco, porém, sofreu uma baixa: Samara Weaving, que interpretou a personagem título, não retorna.

Na sequência, a trama é ambientada dois anos depois de Cole (Lewis) derrotar o culto satânico liderado por sua babá. Na tentativa de esquecer seu passado e se concentrar em no ensino médio, ele começa a surtar quando ‘velhos inimigos’ retornam inesperadamente.

As filmagens estão previstas para meados de outubro, sob a direção de McG.

No primeiro filme, Cole acorda de madrugada para espiar sua bela babá Bee (Samara Weaving) e logo se vê em perigo ao descobrir que Bee e seus amigos fazem parte de um culto satânico que planeja matá-lo.

Assista ao trailer:

‘The Flash’: Michael Keaton surge como o velho Bruce Wayne em arte de fã; Confira!

No início da semana, o The Wrap divulgou que Michael Keaton está em negociações para reprisar seu papel como Bruce Wayne em ‘The Flash‘.

Pensando nisso, o Boss Logic divulgou uma arte imaginando como seria a participação de Keaton na adaptação dirigida por Andy Musvhietty (‘It – A Coisa‘).

Na imagem, Bruce Wayne lê um jornal com a manchete indicando que o Flash está desaparecido.

Confira:

Vale lembrar que as negociações entre Keaton e Warner Bros ainda estão em estágio bem inicial e não há garantia de que o acordo genuinamente venha a ser fechado.

Ainda não se tem detalhes de qual seria a dimensão da possível participação do ator na narrativa, mas segundo o jornalista Borys Kit do The Hollywood Reporter – outro veículo amplamente conhecido por seus furos de reportagem, caso as negociações sejam oficializadas em contrato, Keaton deve assumir uma função crucial no universo compartilhado da DC.

Por meio do Twitter, Borys pontuou que “caso essas conversas vinguem, fontes dizem que Keaton poderia acabar interpretando o Batman na capacidade de um mentor, um pouco como o Nick Fury do Sam Jackson, e aparecendo em vários filmes. Batgirl seria um desses possíveis projetos”.

Confira a publicação original feita pelo jornalista em questão:


Vale lembrar que o Ciborgue vivido por Ray Fisher, também vai aparecer no filme.

O longa teve sua estreia antecipada. Ao invés de chegar aos cinemas em 1º de julho de 2022, o filme agora será lançado no dia 3 de junho de 2022.

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus desfeitos.

‘Combat Control’: Jake Gyllenhaal será piloto da força áerea em cinebiografia do diretor de ‘Resgate’

De acordo com o Deadline, Jake Gyllenhaal vai estrelar uma cinebiografia de guerra comandada por Sam Hargrave, diretor de ‘Resgate’.

Intitulado ‘Combat Control‘, o longa será escrito Michael Russell Gunn e baseado no livro ‘Alone at Dawn‘, da dupla Dan Schilling e Lori Chapman Longfritz.

A trama conta a história do piloto da força área americana John Chapman, morto em ação em março de 2002 durante missão no Afeganistão.

No entanto, as circunstâncias de sua morte só foram explicadas mais de 10 após o ocorrido.

Somente em 2017 é que a Capitã da Força Aérea, Cora Alexander, iniciou uma força tarefa para investigar se Chapman merecia uma Medalha de Honra pelas suas ações para o governo durante todas as suas operações consideradas clandestinas.

Em agosto de 2018, o governo americano decidiu honrar a memória de Chapman com uma medalha póstuma, além de imortalizar sua história, até então classificada como confidencial.

Por enquanto, maiores detalhes não foram divulgados, então não há informações sobre outros nomes no elenco e nem previsão de estreia.

Zachary Levi quer que ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses’ seja lançado antes do previsto em 2023

O lançamento de ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘ está programado apenas para 2023, mas o protagonista Zachary Levi quer que o público veja o filme antes do previsto.

Durante uma entrevista para o Collider, o astro falou de seu entusiasmo sobre a sequência e parece tão ansioso quanto o público.

“Eu digo com maior entusiasmo – e isso não é da boca para fora, eu sinto apenas falado – que sinto muito orgulho do primeiro, acho que fizemos um filme muito, muito bom. Mas o segundo é melhor ainda. Tivemos mais tempo, mais orçamento e todo o elenco voltando, e todos conhecíamos nossos personagens um pouco mais; pudemos nos aprofundar neles, sabe? Henry Gayden, que escreveu o primeiro roteiro, também escreveu o segundo, e ele fez um trabalho fantástico.”

Ele continuou:

“Quero que seja lançado antes de junho de 2023. Há muitas mudanças positivas e quero saber logo a reação do público. Até as crianças estão mais maduras, elas cresceram, cara. Agora eles entendem um pouco mais o que os mais velhos pensam, então há uma conexão muito maior.”

Por fim, ele elogiou alguns elementos da trama e as adições ao elenco:

“Esse filme tem o dobro de ação e comédia, a química entre nós está em outro nível. E agora temos as vilãs de Helen Mirren e Lucy Liu, elas são fantásticos. Estou muito orgulhoso do trabalho que fizemos.”

E aí, será que o apelo de Levi vai convencer a Warner Bros a adiantar a estreia?

Além do retorno de Levi no papel principal e a introdução de Mirren e Liu, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘A Lenda do Tesouro Perdido 3’ deve sair do papel após aprovação de Nicolas Cage

Há alguns meses, Jerry Bruckheimer, produtor da franquia ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ confirmou que o aguardado 3º filme já está sendo desenvolvido.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, o cineasta revelou que só está faltando a aprovação do protagonista Nicolas Cage, que deve receber o roteiro em breve.

Questionado se o roteiro já foi escrito, Bruckheimer disse que:

“Sim, e estamos esperançosos. O trabalho no roteiro continua. Vamos torcer para que Nic Cage goste. É muito bom. Ele vai recebê-lo em breve, acredito eu.”

Lembrando que a franquia estará de volta aos holofotes em breve, quando estrear a série de TV da Disney+, estrelada por Lisette Alexis e Catherine Zeta-Jones.

Apesar da trama não contar com a presença de Benjamin Gates (Cage), é ambientada no mesmo universo e linha do tempo dos filmes, já que personagens como Riley Poole (Justin Bartha) e Sadusky (Harvey Keitel) irão retornar.

De qualquer forma, os roteiristas Cormac e Marianne Wibberley disseram ao Deadline que as portas estão abertas para um possível retorno de Cage ao papel.

“Nós vamos implorar, implorar e tudo mais”, disse Marianne durante a passagem da dupla na San Diego Comic-Con. “Nós o teremos em dois segundos. Ele é nosso ator favorito de todos. Nós o lançamos como Ben Gates antes dele ser Ben Gates. Ele foi nossa primeira escolha.”

Cormac acrescentou:

“Nessa história maluca, ele [o personagem] poderia estar por aí em lua de mel, até que decide voltar ao jogo. Ele tem a capacidade de fazer isso.”

Confira, junto com o teaser da série:

“Listando Nic Cage: Sua presença foi solicitada na série ‘National Treasure: Edge of History’.”

Jones será a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiguidades do mercado clandestino, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.

O restante do time conta com Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.

O episódio piloto será dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.