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‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ deve registrar a MAIOR estreia da franquia nas bilheterias dos EUA

De acordo com o BoxOffice Pro, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

Projeções iniciais indicam que o novo capítulo deve registrar uma estreia em torno de US$ 120-155 milhões, tendo grandes chances de superar o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, que arrecadou US$ 146.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale destacar que as projeções iniciais são geralmente “cautelosas” em suas estimativas. Para termos de comparação, as projeções iniciais de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M) e ‘John Wick 4‘ (US$73.8M) apontavam estreias em torno de US$ 24-33 milhões e US$ 44-53 milhões, respectivamente. Ambos filmes registraram números muito maiores, quebrando recordes em suas respectivas franquias.

A expectativa é que as projeções aumentem gradativamente com o passar das semanas, quando o marketing estiver mais forte na intenção de chamar a atenção dos espectadores.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ está programado para estrear no dia 4 de maio.

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Palette’: Hunter Schafer e Noomi Rapace irão estrelar novo TERROR psicológico

De acordo com o Deadline, Hunter Schafer (‘Euphoria’) e Noomi Rapace (‘Prometheus’) serão as protagonistas do terror psicológico ‘Palette‘.

Schafer interpretará Dolly, uma mulher que sofre de uma extrema sinestesia – uma condição rara que a permite ouvir as cores.

Ela é recrutada para a misteriosa indústria de design de cores, onde acaba descobrindo a sombria realidade do que é necessário para criar as melhores tonalidades do mundo.

Rapace dará vida à enigmática executiva da empresa, Latrice. Frankie Shaw também fará parte do elenco como Sidney, a rival de Hunter.

Zach Strauss será responsável pela direção e roteiro.

“Eu me sinto muito sortudo por ter a oportunidade de criar este filme sombrio e destorcido com um excelente elenco e incríveis parceiros. Eu sei que nós vamos criar algo realmente especial,” declarou o cineasta.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira o trailer de ‘Senna’, série da Netflix sobre um dos maiores pilotos da Fórmula 1

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Senna‘, minissérie de ficção sobre a história de um dos maiores ídolos do automobilismo mundial.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 29 de novembro.

Ao longo de seis episódios, Senna vai mostrar, pela primeira vez na ficção, a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas de Ayrton, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais.

A história começa com o início da carreira automobilística do tricampeão de Fórmula 1, do kart à sua mudança para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, e segue até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

Gabriel Leone estrela como o Ayrton Senna.

Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.

Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.

O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

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Live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ultrapassa US$ 600 milhões mundialmente

Sucesso! O live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu superar arrecadação total da animação ‘Como Treinar o seu Dragão 3‘ (US$539.9M), tornando-se a segunda maior bilheteria da franquia – atrás apenas do segundo filme (US$621.5M).

Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M).

Nos EUA, a produção já soma US$ 257 milhões. No mercado internacional, foram US$ 348.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 605.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o China (US$38.7M), México (US$36.3M), Reino Unido (US$27.8M), Brasil (US$20.5M) e França (US$18.5M).

Vale lembrar que o live-action registrou uma estreia global de US$ 197.8 milhões – o que representa o quarto maior lançamento do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Ne Zha 2‘.

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também parece ter agradado os espectadores após receber uma nota A no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mason ThamesNico Parker estrelam como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

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Elenco da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race All Stars’ é revelado; Confira as imagens promocionais!

A Paramount+ finalmente revelou as participantes da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

Confira as imagens promocionais e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

‘Castle Rock’: Sissy Spacek e Jane Levy entram para a série de J.J. Abrams e Stephen King

A veterana e vencedora do Oscar, Sissy Spacek é a mais nova protagonista a ser confirmada no elenco da nova produção para a TV de J.J. Abrams e Stephen King.

A atriz, que estrelou o clássico ‘Carrie, A Estranha’ na década de 70, volta a trabalhar com o autor, no papel de Ruth Deaver, a estranha mãe adotiva de Henry (Holland).

Além de Spacek, Jane Levy fará parte da produção como uma historiadora de Castle Rock, obcecada pela morte.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Vale lembrar que o teaser de apresentação da série também já foi revelado.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

‘Anything’: Matt Bomer vive uma prostitua trans em nova imagem

O drama ‘Anything‘, estrelado por Matt Bomer, ganhou uma nova imagem.

Confira:

Baseado na peça homônima de Timothy McNeil, a trama conta a história de um homem (John Carroll Lynch), que desenvolve um comportamento suicida após a morte de sua esposa e acaba se mudando de Mississipi para Los Angeles. Sob o olhar cuidadoso de sua irmã, ele desenvolve uma intensa amizade com uma prostituta trans (Matt Bomer). De origens distintas, o improvável novo casal deve conciliar suas diferenças, à medida que buscam preencher o vazio de suas vidas.

 

 

‘Aves de Rapina’: Alerquina e Caçadora em imagens dos bastidores

O longa de ‘Aves de Rapina’ já está em produção e as primeiras fotos dos bastidores das filmagens já estão circulando na internet.

Divulgadas pelo Hollywood Pipeline, as imagens trazem as personagens Alerquina e a pequena  Cassandra Cain, interpretadas por Margot Robbie e Ella Jay Basco, respectivamente. Além disso, é possível conferir o visual mais detalhado da Caçadora.

Confira:

 

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

‘Aves de Rapina (E a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Homem-Aranha de Volta ao Lar’: Novas artes conceituais detalham capa do livro visual do longa

O artista conceitual da Marvel, Ryan Meinerding, compartilhou várias artes conceituais de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, que destacam a capa do livro visual feito para o longa.

As artes trazem detalhes dos personagens principais do filme e foram compartilhadas por meio da conta oficial do artista no Instagram.

Confira:

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‘WandaVision’: Episódio final revelará quem é o VERDADEIRO Visão

Os fãs de ‘WandaVision‘ podem esperar fortes emocionais em seu episódio final, que vai ao ar na próxima sexta-feira (05).

E segundo o diretor da produção, Matt Shakman, um dos grandes questionamentos a ser respondido no capítulo de encerramento é a respeito de quem de fato é o verdadeiro Visão.

Durante uma entrevista ao portal Collider, ele ponderou sobre essa e outras questões relacionadas à série, que fora descrita por ele como uma jornada da Wanda pelos “estágios do luto”:

“Bem, o episódio 8 realmente abre a principal jornada temática da Wanda, que são os estágios do luto. É disso que se trata toda a série, como você lida com a perda. Esse tem sido o tema geral do programa, a sua espinha dorsal. E é isso que queremos garantir que seja resolvido no final. Mas também queremos que seja surpreendente. Queremos que seja muito divertido. Introduzimos um novo personagem no final do capítulo anterior, que é o Visão Branco – agora temos dois Visões no quadro. A questão de ‘Quem é o verdadeiro Visão?’ vai se desenvolver no final. Portanto, há muito por vir”.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Conheça a nova e MARAVILHOSA série da autora de ‘Para Todos os Garotos Que Já Amei’ que estreou no Amazon Prime Video

A inocência do primeiro amor e os desafios da fase de amadurecimento moldaram algumas das melhores séries lançadas entre os anos 90 e 2000. E em meio à produções como Felicity, Dawson’s Creek, The O.C. e Gilmore Girls, sempre esteve a inquietude feminina. Inseguranças, dilemas amorosos e conflitos internos pautaram episódios a fio, ajudando ainda uma nova leva de adolescentes a crescer e a se desenvolver em meio aos seus próprios conflitos.

E O Verão que Mudou Minha Vida é como uma brisa fresca vinda do sul de ambas as décadas. Delicada, sensível e apaixonante, a série é um doce e encantador presente, em um mar de séries juvenis forçadas, hipersexualizadas e repetitivas.

Assista ao trailer:

Seguindo um estilo de roteiro que nos remete muito à produção televisiva das décadas de 90 e 2000, O Verão que Mudou Minha Vida segue seu curso de forma natural e mais complexa, convidando a audiência para as mesmas reflexões vividas pelos seus personagens. Com protagonistas profundos e muito bem desenhados, a série de Jenny Han (também autora da trilogia literária) e Gabrielle G. Stanton é um drama atemporal sobre a descoberta do amor, em meio a um processo de busca por identidade. Com arcos narrativos que tornam todo o elenco principal igualmente importante, a série tem um desenvolvimento impecável em sete episódios e torna o seio familiar sempre um destaque em meio ao grupo mais juvenil.

Lola Tung, Christopher Briney, Gavin Casalegno e Sean Kaufman possuem uma dinâmica em tela cativante e funcionam lindamente em sincronia. E ainda que  alguns personagens cresçam mais em nosso conceito já pela metade da temporada, Tung é a personificação ideal de Belly e nos faz rapidamente apaixonar por sua jornada do mesmo jeito que Lana Condor fez na trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei. E sob uma fotografia solar e leve, acompanhamos uma trama que se desenvolve com celeridade, sabe expandir os arcos de suas protagonistas mais maduras – vividas aqui por Rachel Blanchard e Jackie Chung – , conforme também se conecta com o seu público a partir de um romance tão confuso como tantas garotas adorariam viver na vida real.

E com uma trilha sonora adaptada que emana algumas das vozes mais populares do momento – Olivia Rodrigo, Taylor Swift e Ariana Grande -, a original Prime Video consegue fugir dos atuais estereótipos de séries teen, que pregam uma adultização que beira o ofensivo. Mas profunda como Gilmore Girls, complicada como Dawson’s Creek e divertida como The O.C., O Verão que Mudou Minha Vida é uma adaptação impressionante, que nos leva para a mesma montanha-russa emocional de seus personagens e nos deixa ansiosos para uma nova temporada. Bem dirigida e com uma abordagem  simbólica sobre amizade na vida adulta e a construção de família, a série é uma surpresa necessária que merece ser guardada em um potinho, de tão preciosa que é.

Crítica | A Última Floresta – Denúncia de uma população ameaçada pelo Governo Brasileiro

Para compreender o drama compartilhado por Luiz Bolognesi (Ex-Pajé, 2018) e Davi Kopenawa, é preciso um pouco de contexto histórico, dado no início e no fim do documentário A Última Floresta, o único representante brasileiro no Festival de Berlim 2021. A tribo Yanomami vive na floresta amazônica, na divisa entre a Venezuela e o Brasil, há mais de 1000 anos. Ao longo de várias décadas, os habitantes sofreram com a invasão de garimpeiros e a disseminação de doenças na área. O ápice desta disputa foi o Massacre de Haximu (1992/93), o qual levou a óbito mais de 1.500 indígenas. 

De lá para cá, o líder Davi Kopenawa lutou por uma lei de proteção ao governo, que estabeleceu 25 anos de tranquilidade ao seu povo. No início de 2019, no entanto, com a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência da República, 20.000 mineiros adentraram o território e trouxeram o vírus da Covid-19 aos nativos. Estabelecida a dimensão da luta em questão, A Última Floresta não somente aumenta a consciência sobre as consequências devastadoras da industrialização e da urbanização dos habitantes da floresta, mas também estimula a reflexão sobre a nossa própria compreensão de bem-estar. 

A denúncia realizada por Bolognesi não é direta a um culpado e nem enfática em apresentar evidências de um crime. O documentário apoia-se de modo híbrido em acompanhar o cotidiano dos nativos e na simulação de lendas locais. A imaginação, portanto, ganha espaço para contar a origem desse povo e a sua luta incansável para manter a natureza longe da exploração industrial.

Assim como a maioria dos relatos etnográficos de linhagem indígena, a história dos Yanomami é repleta de mitos e folclores. Pela narração de Davi Kopenawa, o documentário representa a lenda dos irmãos Ohmama e Yoasi, os quais eram os únicos humanos na Terra e conviviam com seres sobrenaturais. Os outros humanos nasceram da união de Ohmama com Thuëyoma, uma mulher mítica que vivia sob as águas. 

Segundo a lenda, é a traição de Yoasi e a sua expulsão do território os fatos causadores da vinda de espíritos malignos à tribo. Assim, Ohmama teria escondido os minerais, ou seja a riqueza da região, embaixo da terra para ninguém tocar. Entre os contos lúdicos e os afazeres do dia a dia, como caçar, preparar beiju e trançar cestas, A Última Floresta nos transporta ao habitat desse povo e enriquece a compreensão do embate entre a tribo e os invasores. Afinal, como dito, a presença estrangeira contamina a água de consumo, faz os rios secarem e impede o sossego do sono alheio. 

Em um momento simbólico, o líder da tribo conversa com um dos mais jovens e apresenta sua experiência de ter ido trabalhar para os brancos, levado pela sedução de suas ofertas. Ele, entretanto, esclarece como os índios, que servem de operários da exploração industrial e destruição da floresta, são tratados como indigentes, sem raízes e estrangeiros na sua própria terra por não dominarem o português. Um relato tocante que enfatiza a máxima do xamã: “apesar de ter muitas mercadorias, o branco não divide”. 

Na reta final, A Última Floresta apresenta a passagem de Davi Kopenawa na Universidade de Harvard a compartilhar o extermínio da sua tribo, hoje com apenas 35.000 habitantes. Para encerrar esta denúncia lúdica, Luiz Bolognesi mostra o seu narrador a olhar por uma janela e a escutar o som ao redor bem diferente dos cantos de pássaros e da correnteza dos rios. Uma mensagem pessimista dentro de uma narrativa de luta pela sobrevivência. 

A Última Floresta será exibido pela primeira vez no Brasil no Festival É Tudo Verdade 2021, dia 18 de abril, às 19h. 

‘Mudo’: Original Netflix do diretor de ‘Warcraft’ é massacrado pela crítica

A nova ficção científica da Netflix, intitulada ‘Mudo’, considerada uma das grandes apostas do serviço de streaming para esse ano, está recebendo críticas extremamente negativas internacionalmente.

Com apenas 8% de aprovação no Rotten Tomatoes, por enquanto, a média de notas é de 2.8, uma das piores da história dos originais Netflix. Confira o que alguns críticos estão achando do filme do diretor Duncan Jones:

Variety:

“Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não estava falando”

Los Angeles Times:

“Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível”

The Wrap:

“Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicione mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha nada para assistir’”

Little White Lies:

“‘Mudo’ possui tão pouco senso de estilo e articulação de direção que acaba falhando muito antes dos seus 125 minutos de duração”

Ficou curioso? A produção já está disponível no catálogo da Netflix.

Confira um trailer:

A ficção científica conta com Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Alexander Skarsgard (‘A Lenda de Tarzan’) como os protagonistas.

A história é situada em Berlim em 2055.

A cidade tornou-se turbulenta de imigrantes e o lado Ocidental da cidade travou uma batalha contra o lado Oriental. Leo Beiler (Alexander Skarsgard), um barman mudo, não tem mais razões para viver nesse local, já que a sua única razão para viver na cidade desapareceu misteriosamente.

Quando Leo decide procurar a pessoa, o líder de um grupo de cirurgiões americanos (vivido por Paul Rudd) parece ter uma grande pista, e Leo ficará na dúvida se aceitará a ajuda do grupo ou se eles poderão causar sua morte.

Só o fato de já ter um personagem mudo,  significa que a direção técnica e os movimentos do ator terão que ser redobrados. Projeto intrigante e bem interessante.

 

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Vídeo do blu-ray explica o poder de cada Joia do Infinito; Assista!

Um vídeo promocional do blu-ray de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ está circulando na internet. Nele, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.

Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.

Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.

Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.

Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.

 

‘Capitã Marvel’ chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto ‘Vingadores 4’ fica para 02 de maio de 2019.

10 curiosidades de A.I. – Inteligência Artificial, o ‘Pinóquio’ dos tempos modernos

Lançado em 2001, A.I. – Inteligência Artificial foi vendido como uma ficção brilhante chancelada pelas mentes de Stanley Kubrick e Steven Spielberg. Porém, o resultado ficou no meio termo entre a ficção e a fantasia, o que acabou dividindo o público. Inspirada na jornada do Pinóquio, o filme conta a história de um robozinho avançado que vive uma história única no futuro. Além das histórias vistas em tela, o longa esconde alguns segredos. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 curiosidades para você conferir.

 

Problema com o nome

O título original do filme era A.I., e nada mais. Só que a equipe de marketing, após uma enquete com o logo, percebeu que as pessoas estava confundindo o título com A.1., que é uma famosa marca de molho de churrasco nos EUA. Então, para evitar confusões, o título oficial foi alterado para A.I. – Inteligência Artificial.

 

Gênios

A curiosidade mais conhecida sobre este filme é que o projeto esteve nas mãos de Stanley Kubrick por mais de 20 anos. No entanto, antes de morrer, o próprio Kubrick perguntou se Steven Spielberg não gostaria de assumir o longa, após entender que a visão do colega se adequava mais à história. E não deu outra: Spielberg aceitou.

 

Visão sombria

No entanto, ao contrário do que muitos acreditam, as partes mais sombrias da história foram sugeridas justamente por Steven Spielberg. Não apenas isso, mas também as partes mais “fofinhas” da história, como a adição do ursinho de pelúcia e o desfecho mais sonhador e positivo da trama, constantemente criticados pelos fãs e atribuídos a Steven, foram justamente sugestões de Stanley Kubrick.

 

Depilação

Um dos motivos do filme funcionar tão bem é a atuação “robótica” do jovem Haley Joel Osment, que despontava na época como um dos mais promissores atores mirins de sua geração. Para ajudar nesse aspecto mais ‘plástico’, a equipe de maquiagem depilava todas as partes visíveis da pele do menino, como bracinhos, testa e bochechas, para que a pele ficasse a mais “não humana” possível.

 

O segredos dos olhos

Além da questão da pele, outro ponto usado para diferenciar os robôs dos humanos foi sugerido pelo próprio Haley Osment. Ele disse a Spielberg que faria mais sentido se o seu personagem, David, não piscasse, já que era um robô. O diretor gostou tanto da ideia do garoto que pediu a todos os atores “robóticos” que não piscassem enquanto estivessem em cena. Nem todos conseguiram.

 

Inclusivo

Em vez de remover digitalmente ou procurar esconder os membros, a produção convocou atores deficientes físicos para interpretarem os robôs que haviam perdido membros, como braços e pernas.

 

Complexo

Dentre todos os robôs e animatrônicos feitos para o filme, o lendário Stan Winston disse que o mais complexo para ser desenvolvido foi justamente o ursinho Teddy. Afinal, enquanto os outros robôs ficavam parados ou se mexiam pouco, Teddy precisava andar, falar e até mesmo ter trejeitos próprios. Segundo Winston, o ursinho foi mais complexo e deu mais trabalho que qualquer dinossauro do primeiro Jurassic Park (1993).

Voz conhecida

O ursinho Teddy foi interpretado por Jack Angel, um lendário “voice actor” – o equivalente aos nossos dubladores aqui no Brasil -, que deu voz a diversos personagens de clássicos das animações, como Transformers, DuckTales, Super Amigos, Toy Story e Os Smurfs. Apesar de ter gravado as falas do ursinho previamente, o ator foi convidado pelo próprio Spielberg a fazer parte permanente da equipe dos sets. Afinal, se ele sentisse que deveria mudar uma fala ou Spielberg quisesse uma mudança repentina, o ator poderia fazer a voz na mesma hora.

Realidade alternativa

Diversos filmes foram afetados pelo atentado de Osama Bin Laden às Torres Gêmeas, e A.I. foi um deles. Apesar de ser ambientado muitos anos no futuro, as cenas em Nova York mostram o World Trade Center ao fundo, que foi destruído apenas três meses após o lançamento oficial do longa. Apesar das críticas, Spielberg decidiu manter as torres na versão para DVD do filme.

 

Robin Williams

Muita gente não sabe, mas antes de interpretar um robô em O Homem Bicentenário, o ator e comediante Robin Williams gravou uma pequena passagem robótica como o holograma Dr. Conhecimento neste filme. A gravação foi feita muito tempo antes de Spielberg assumir a direção. Ou seja, toda a passagem de Williams no longa foi dirigida exclusivamente por Kubrick.

Crítica | O Contador de Cartas – Oscar Isaac e Willem Dafoe Estrelam Thriller Cheio de Reviravoltas

Filme visto no Festival do Rio 2022.

O mundo do baralho é um universo fascinante para muitas pessoas, pois, ao vermos os especialistas jogando, percebemos que essas pessoas têm um talento único, extremamente necessário para jogar esse tipo de jogo. Não é para qualquer um. É necessário que se tenha algumas habilidades – concentração, destreza, atenção, perspicácia, foco – e é preciso que se tenha todas elas juntas, do contrário, não se é um bom jogador. É nessa vibe que o espectador entra no mundo de ‘O Contador de Cartas’ , thriller de ação que teve exibição única numa sessão Telecine durante o Festival do Rio 2022 e que acaba de chegar para os assinantes da plataforma.

William Tell (Oscar Isaac) é um exímio jogador de baralho. Pôquer, truco, buraco, não importa: ele é bom, muito bom no que faz. Mas gosta de manter tudo low profile, ganhando pouco e sem causar alarde, para não chamar a atenção, pois tem um passado sombrio sobre o qual não gostaria de jogar luz. Após mais uma partida em que ele ganha tudo, é abordado por La Linda (Tiffany Haddish), uma caça-talentos do ramo que busca empresariar bons jogadores em busca de padrinhos ricos, dispostos a investir na carreira deles e dividir os lucros. Tell declina o convite, mas muda de ideia após conhecer o jovem Cirk (Tye Sheridan), filho de um antigo conhecido de seu passado, que demonstra determinação em se vingar de Gordo (Willem Dafoe). Numa tentativa de dissuadir o garoto, Tell decide entrar para o ramo do jogo profissional, certo de que conseguirá dinheiro suficiente para fazer com que Cirk mude de ideia.

Cafona e arrastado, ‘O Contador de Cartas’ tenta construir um thriller com narração noir pela voz de Oscar Isaac, mas o resultado alcançado é uma hora e cinquenta minutos de soberba mal disfarçada. Escrito e dirigido por Paul Schrader (‘Temporada de Caça’) o filme tenta recuperar a simpatia ácida de ‘Taxi Driver’, escrito por Schrader, mas o que alcança é uma historinha fraca, forçada e cheia de uma testosterona que não se justifica.

No intuito de construir um protagonista agradável, o roteiro o apresenta quase como um cara submisso, desinteressado no mundo, para, depois de uma hora, tentar fazer com que o espectador o aceite como um cara fodão, pegador, cheio de auto-confiança da noite para o dia. Tell fala que não é um contador de cartas (apesar do título do filme), mas, na prática, ele conta sim as cartas, adivinha absolutamente todas as jogadas possíveis no mundo não só porque passou anos se dedicando à técnica, mas também porque consegue ler as pessoas. Ainda por cima o background do personagem desanda para um caminho nada a ver, desnecessariamente sombrio e tortuoso, para justificar sua ausência no mundo e glorificar seus feitos finais. Fala sério.

Apesar da história zero envolvente e da atuação engessada e pouco convincente de Oscar Isaac (as cenas dele no telefone parecem de ator em início de carreira), ‘O Contador de Cartas’ é bem realizado, especialmente nas tomadas nos cassinos, mostrando o jogo em si. Um filme para passar o tempo, com um elenco conhecido e produzido executivamente por Martin Scorsese, para atrair o público.

10 filmes de terror EXTREMAMENTE assustadores

A experiência de assistir a um filme de terror é algo bem especial para os fãs do gênero. Nada como aquele clima de tensão, medo e suspense, ou mesmo aquele susto que te pega de surpresa e te faz pular da cadeira. Mas tem hora que o cinema exagera. Volta e meia aparece um filme que arrepia os ossos e deixa o espectador completamente sem reação e, até, atormentado.

Sabemos que existem poucos programas mais legais do que ver aquele filminho no final de noite, de preferência com uma boa companhia, mas… Conferir um longa de terror e logo na sequência ir pra cama pode não ser uma boa ideia. Especialmente quando o filme é daqueles clássicos do terror psicológico.

Assim sendo, o CinePOP preparou uma lista de filmes de terror nesse Halloween que devem ser vistos à luz do dia. Pensa só. Você vê algo aterrorizante. Aí você saí na rua e ainda é dia! Você pode fazer outros programas. Você não fica perdido numa escuridão refletindo sobre tudo o que é de ruim ou tenebroso.

A BRUXA (2015)

Um dos filmes de terror mais assustadores dos últimos tempos. E que se enquadra precisamente no foco da matéria. Não é uma obra de muitos sustos, mas que oferece ao espectador um estado permanente de tensão e medo. É difícil dormir depois. É difícil pensar em dormir. A Bruxa, de Robert Eggers, cria medo a partir do isolamento e parece não ter pressa para criar situações assustadoras. No filme, uma família de moral rígida tem como ameaça principal o isolamento de viver ao lado de uma floresta fechada. A forma como aborda religiosidade e misticismo só torna tudo mais tenso e impactante. O terror nasce da relação dos personagens entre si, e com o cenário ao seu redor.

O ILUMINADO (1980)

Clássico do terror dirigido por Stanley Kubrick, O Iluminado é mais um longa a ter seu foco no horror psicológico. E até por isso é mais assustador. É claro que o isolado hotel é quase um protagonista do filme, mas o verdadeiro medo nasce da forma como este ambiente influencia na figura do pai vivido por Jack Nicholson. Embora o autor Stephen King já tenha declarado publicamente seus problemas com a obra, é inegável o talento de Kubrick na construção de um clima de medo. Não é fácil fazer coisas banais como uma criança andando de velotrol ficar eternamente marcado na cabeça das pessoas. Isso sem falar naquelas gêmeas, naquele quarto, naquela banheira. O Iluminado é um filme para ser visto. De preferência com luz do lado de fora.

JU-ON: O GRITO (2002)

Estrelado por Sarah Michelle Gellar, O Grito (2004) buscava repetir o sucesso e a estratégia por trás de O Chamado. Mesmo com alguns bons sustos, o filme ficou bem longe da qualidade de seu original, o terror japonês Ju-On: O Grito. Se você se assustou com a versão americana, não deixe de conferir a japonesa, dirigida por Takashi Shimizu. Ju-On é aterrorizante e tenso durante seus 92 minutos. É uma demonstração clara do motivo do terror japonês ter sido alvo de tantos remakes no início do século XXI. Não deixe de assistir. E se não estiver noite lá fora, ainda melhor.

O CHAMADO (2002)

Se O Grito americano é pior que o japonês, o mesmo não pode ser dito com relação a O Chamado, refilmagem de Ringu. Ainda que devemos reconhecer a importância e a qualidade do original, não podemos negar que o remake foi muitíssimo bem sucedido em transportar a história para o cinema ocidental. Dirigido por Gore Verbinski (Piratas do Caribe), o terror conta com Naomi Watts na pele de uma mulher que investiga a história de uma fita de vídeo que, ao ser assistida, geraria a morte da pessoa em sete dias. O longa possui muitos sustos, mas também uma sensação de terror permanente. Não só você vai preferir assistir durante o dia, como também vai desejar acionar o modo avião em seu telefone. Você não vai querer receber uma ligação tão cedo.

ESPÍRITOS – A MORTE ESTÁ AO SEU LADO (2004)

Espíritos – A Morte está ao Seu Lado é mais um exemplo do ótimo cinema de terror feito fora dos Estados Unidos. A produção tailandesa é de deixar o público arrepiado, tendo como foco principal essas criaturas sempre assustadoras: espíritos. Após um trágico acidente, um fotógrafo e sua namorada começam a lidar com situações sobrenaturais. Ele começa a perceber sombras em suas fotos e, aos poucos, descobre que não pode escapar de seu passado. Uma obra realmente assustadora e envolvente. Os recursos são limitados, mas a criatividade é enorme. A direção é da dupla Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom.

O EXORCISTA (1973)

Clássicos são clássicos por um motivo. E não há filme de terror mais assutador que O Exorcista. Embora conte com alguns momentos mais próximos do gore, a grande força do filme está no clima constante de horror e tensão. William Friedkin criou o confronto perfeito entre um padre (Max von Sydow) e uma garotinha (Linda Blair) possuída pelo demônio. O filme não poupa o espectador de cenas realmente assustadoras e impactantes. Se for pra ver, é melhor que não tenha que dormir logo na sequência. Afinal, você não vai conseguir mesmo. Uma obra-prima do terror.

O BABADOOK (2014)

O Babadook é mais uma prova de que um bom terror pode vir de qualquer lugar. Esta pequena produção australiana se tornou um fenômeno da cultura pop e sensação do gênero no século XXI. O longa dirigido por Jennifer Kent acompanha uma mãe (Essie Davis) e seu filho (Noah Wiseman) pouco tempo após a morte do pai da família. O garoto tem dificuldade para dormir, acreditando que há um monstro que deseja matá-lo. A mãe fica preocupada e desesperada com a situação do filho. E a coisa só piora quando ela percebe que há sim certa verdade no motivo do desespero do menino.

O SILÊNCIO DO LAGO (1988)

Representante da Holanda na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1989, O Silêncio do Lago é um caso bem especial de filme de terror que foca mais no drama do que no horror. Não temos monstros sobrenaturais ou grandes sustos. Aqui, o medo nasce da própria sociedade. Estamos diante de um filme com pé no chão, um verdadeiro horror da vida real, que oferece uma situação pra lá de possível. Após o desaparecimento de uma jovem mulher, acompanhamos seu namorado tentando descobrir o que de fato aconteceu. De forma corajosa e quase inédita, o longa revela o responsável pelo crime logo de cara. E o faz de forma natural, sem tentar criar um monstro. O que torna tudo mais tenso.

O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA (1974)

Como já devem ter percebido, a nossa lista privilegia aqueles filmes com terror psicológico, que geralmente produzem mais medo do que aqueles com muito sangue e cenas de susto, por mais divertido que possam ser. Mas há um slasher movie que merece o nosso reconhecimento. Trata-se do original O Massacre da Serra Elétrica. Com um orçamento de apenas US$ 140 mil, o diretor Tobe Hooper criou um dos maiores clássicos do gênero, que oferece algumas cenas grotescas, mas também momentos de tensão e medo. O filme mescla momentos de silêncio quase minimalistas com uma violência gore que beira o insuportável. Não julgue o filme por suas sequências ou refilmagens. Não deixe de conferir o original. Só não precisa ser à noite.

ATIVIDADE PARANORMAL (2007)

De 2007 para cá, foram lançados nada menos que seis filmes da franquia Atividade Paranormal, além de outros suspenses que buscavam replicar seu clima e até estrutura. Então, é inegável que hoje exista um desgaste com a saga. Isso não apaga, no entanto, o impacto que sentimos com o primeiro longa, que custou US$ 11 milhões e faturou nada menos que US$ 193 milhões mundialmente. Dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal conversa muito com os dias de hoje, principalmente no uso da tecnologia. O mais assustador aqui é a forma como parece algo verídico, quase documental. E isso se dá pelo uso elegante e inteligente de imagens que parecem mesmo gravadas por um sistema de segurança.

‘O Pintassilgo’: Drama pode dar prejuízo de 50 milhões de dólares para a Warner e a Amazon

‘O Pintassilgo’, novo drama estrelado por Nicole KidmanAnsel Elgort, não apenas recebeu pesadas críticas pouco antes de sua estreia nos cinemas internacionais, como também já se provou um fracasso de bilheteria.

Segundo dados do The Hollywood Reporter, o longa abriu com apenas 2,68 milhões de dólares nos Estados Unidos, tornando-se um dos piores lançamentos da história.

Entretanto, essa culpa não se restringe apenas aos estúdios Warner Bros.Amazon (que colaboraram na obra), mas também pelo fato do filme ter concorrido com o blockbuster ‘It: A Coisa – Capítulo 2’ (também sob supervisão da Warner), que dominou a bilheteria pela segunda semana seguida com 40,7 milhões.

O trágico resultado culminará no prejuízo de 40 a 50 milhões de dólares, visto que 60% desses gastos a mais cairão na conta da Warner, e os 40% restantes irão para a Amazon.

Confira algumas críticas do filme abaixo:

“Taxidermia cinematográfica.” – Little White Lies.

‘O Pintassilgo’ tenta muito ser uma obra-prima como a pintura que aparece em seu título, mas acaba sendo uma falsificação” – USA Today.

“Ao contrário da pequena pintura que deu nome ao livro, o filme merece uma tela maior” – The Hollywood Reporter.

“Um filme enfadonho e lento, muito perdido no labirinto de sua seriedade estética” – Variety.

“Não é um sucesso estonteante ou uma falha vergonhosa, estando no meio dos dois, perto de uma tentativa admirável” – Guardian.

Dirigido por John Crowley, o filme é baseado no livro homônimo escrito por Donna Tartt, que ganhou o prêmio Pulitzer em 2014.

Theodore “Theo” Decker tinha 13 anos quando sua mãe foi morta em um ataque a bomba no Metropolitan Museum of Art. A tragédia muda o curso de sua vida, enviando-lhe para uma emocionante odisseia de tristeza e culpa, reinvenção e redenção, e até mesmo amor. Apesar de tudo, ele segura um pedaço de esperança tangível desse dia terrível… uma pintura de um pequeno pássaro acorrentado a seu poleiro. O Pintassilgo.

O elenco inclui Ansel Elgort, Oakes Fegley, Aneurin Barnard, Finn Wolfhard, Sarah Paulson, Luke Wilson, Jeffrey Wright e Nicole Kidman.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’: Reese Witherspoon e Kerry Washington celebram as mulheres em novo vídeo promocional

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’, nova série do Hulu, ganhou um novo vídeo promocional no qual as protagonistas Reese WitherspoonKerry Washington celebram a participação feminina na indústria do entretenimento e falam sobre empoderamento.

Confira, junto ao trailer completo:

Washington estrela o show ao lado de Witherspoon. A série também conta com Leslie BibbAlyson HanniganAnika Noni Rose.

Pequenos Incêndios por Toda Parte‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.

Liz Tigelaar entra como showrunner.

A série estreia no dia 18 de março.

‘Rebecca’: Adaptação do clássico de Alfred Hitchcock ganha data de estreia e primeiras imagens

Daily Mail divulgou através do twitter do jornalista Baz Bamigboye as primeiras imagens oficiais de ‘Rebecca’, adaptação do clássico filme de Alfred Hitchcock que, por sua vez, é baseado no romance gótico homônimo de Daphne du Maurier.

Além disso, foi revelado que o longa estreia na Netflix no dia 21 de outubro.

Confira:

Ben Wheatley dirige a nova adaptação. Jane Goldman (‘A Mulher de Preto’) assina o roteiro.

A história gira em torno de uma jovem mulher que acabou de se casar e, ao chegar no estado impositivo de sua família na costa inglesa, ela se vê à sombra de sua falecida primeira mulher, a misteriosa Rebecca, cujo legado continua a assombrar a casa.

Armie HammerLily JamesKristin Scott Thomas estrelam.

O filme original, lançado em 1940, foi a primeira produção estadunidense de Hitchcock e levou para casa as estatuetas de Melhor FilmeMelhor Fotografia, além de ter sido nomeado para outras nove categorias naquele ano.

‘Anônimo’: Ação com Bob Odenkirk ganha pôster oficial; Confira!

O filme de ação ‘Anônimo‘ (Nobody), estrelado por Bob Odenkirk (das séries de sucesso ‘Breaking Bad‘ e ‘Better Call Saul‘), ganhou um belíssimo cartaz oficial.

Confira:

O ator interpreta Hutch, um marido e pai subestimado que após uma invasão em sua casa, vê seu passado sombrio voltar à tona.

Com distribuição da Universal Pictures, o longa acompanha as consequências de uma invasão de ladrões na casa de Hutch e sua família. Com a sua identidade do passado exposta e o retorno de antigos inimigos, ele terá de recuperar todas as suas habilidades letais para proteger sua família.

Dirigido por Ilya Naishuller, ‘Anônimo‘ conta com o roteiro de Derek Kolstad, da franquia ‘John Wick‘, e estrelas como Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’) e o premiado músico e ator RZA. A produção é assinada por Kelly McCormick e David Leitch, responsáveis por ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘, ‘Deadpool 2‘ e ‘Atômica‘.

A estreia no Brasil está prevista para 25 de fevereiro de 2021.

‘The Mysterious Benedict Society’: Série do Disney+ será exibida no Festival de Tribeca

‘The Mysterious Benedict Society’ é uma das dezenas de produções futuras do Disney+ e, antes de chegar ao catálogo da plataforma de streaming, fará sua estreia oficial durante o Festival de Tribeca 2021.

O anúncio foi feito pela própria Casa Mouse através do Twitter. O Festival ocorre entre os dias 09 e 20 de junho.

A Disney também aproveitou o momento para divulgar o primeiro logo oficial da produção.

Confira:

A série será lançada para o público oficialmente em 25 de junho.

Tony Hale estrela a produção. Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho completam o elenco.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Elenco reage ao trailer da nova série da Amazon Prime; Confira!

Depois do trailer, a Amazon Prime divulgou um novo vídeo promocional da série reboot de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, mostrando a reação do elenco ao material promocional.

Confira:

Os primeiros quatro episódios serão lançados em 15 de outubro, com novos capítulos exibidos semanalmente.

Escrito e produzido por Sara Goodman, ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ é baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que também foi a base do icônico filme de 1997.

Um ano após o acidente de carro fatal que assombrou a noite de formatura, um grupo de adolescentes se vêem unidos por um segredo obscuro e perseguidos por um assassino brutal. Enquanto tentam descobrir quem está atrás deles, eles revelam o lado obscuro de sua cidade aparentemente perfeita – e de si mesmos. Todo mundo está escondendo algo, e descobrir o segredo errado pode ser mortal.

James Wan entra como produtor executivo da série.

Vale lembrar que Madison Iseman (‘Jumanji: Próxima Fase’) viverá a protagonista. O elenco também conta com Brianne Tju (‘Light as a Feather’), Ezekiel Goodman, Ashley Moore (‘Popstar: Never Stop Never Stopping’), Sebastian Amoruso (‘Solve’), Fiona Rene (‘Stumptown’), Cassie Beck (‘Conectando’), Brooke Bloom (‘Homecoming’) e Bill Heck (‘I’m Your Woman’).

O filme original faturou US$ 125 milhões pelo mundo e ganhou uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em vídeo em 2006.

‘Steven Universo: O Filme’ já está disponível na HBO Max!

‘Steven Universo: O Filme’, baseado na popular e homônima série animada, foi lançado em 2019 – e agora pode ser conferido na HBO Max.

O título chegou à plataforma de streaming no último dia 12 de fevereiro.

Na trama, Steven acredita que sua missão de defender a Terra já acabou, mas quando uma nova ameaça chega a Beach City, ele irá enfrentar o maior desafio de todos.

Relembre o trailer:

O filme reúne os protagonistas Steven (Zach Callison), Garnet (Estelle), Pérola (Deedee Magno) e Ametista (Michaela Dietz).

A produção musical conta com canções originais de Rebecca Sugarshowrunner e criadora da aclamada série. As faixas foram compostas e cantadas por nomes como Chance the RapperEstelleAimee Mann e outros.

O show original estreou em 2013 no Cartoon Network e girou em torno do personagem-título e das Crystal Gems Garnet, Ametista e Pérola, todos se unindo para proteger os habitantes de uma cidade costeira. As tramas normalmente eram focadas em temas como aceitação, empatia e autodescoberta.

Artigo | ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’: a entrada mais caótica da franquia, para o bem ou para o mal

Pela primeira vez, nós temos um filme da franquia Harry Potter’ que não é uma obra de arte, por assim de dizer. Ao contrário de seus predecessores, A Ordem da Fênix’ foca, de fato, na essência de Harry. Durante a construção do filme, David Yates, substituindo Mike Newell, disse que seu objetivo era delinear um arco narrativo o estado de consciência e de loucura do protagonista. Uma ótima premissa, considerando o retorno de Lord Voldemort (Ralph Fiennes) e suas constantes tentativas de penetrar nos pensamentos mais profundos do bruxinho e deixá-lo confuso sobre o que é real ou não. Entretanto, o diretor segue esse escopo tão ao pé da letra que o acaba realizando em detrimento do próprio longa-metragem.

O filme existe, mais que qualquer outro, em algo que se assemelha a uma névoa turva, tentando chegar a uma clareza inalcançável e utópica. Harry, desde o início, parece se espreitar por esse borrão, transformado em um adolescente angustiado, amargurado e com os hormônios à tona, que parece desprezar qualquer um, tendo ou não motivo. E o misterioso Voldemort continua a tornar a vida do nosso protagonista a mais infernal possível, ainda que indiretamente – e dessa vez decidiu fazê-lo através dos meios de comunicação mágicos! Ao que tudo indica, a comunidade bruxa está abnegando seu recente encontro com o lorde das Trevas, preferindo fechar os olhos para as notícias de que ele tenha retornado. Uma sacada muito interessante tanto do plot do romance quanto da adaptação para as telonas, visto que a manipulação midiática controlada pelo próprio Ministério visa à pacificidade tanto dos bruxos quanto dos trouxas, varrendo os fatos e os relatos para debaixo dos tapetes. Harry é jogado na primeira página dos jornais e utilizado como arma política, que apenas serve para aprofundar sua irritação para com os outros.

Eventualmente, ele retorna para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde entra para seu quinto ano de tutelagem – e descobre que as ações do Ministério tornaram-se tão invasivas que o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas foi designado à Secretária-Sênior de Cornélio Fudge, Dolores Jane Umbridge (Imelda Staunton). E devo dizer aqui que a atriz nos fornece uma das melhores performances de toda a franquia, coroada com uma paleta rosácea extremamente enjoativa e irritante, a qual harmoniza com seus trejeitos escrachados e tão polidos que se tornam o ponto escandaloso do filme. Sua naturalidade em cena é tamanha que desde o primeiro momento nos sentimentos incomodados com sua presença – e não vou negar que nós, o público, simplesmente amamos odiá-la. O contraste do sadismo educacional de Umbridge com a crescente rebeldia do protagonista é um grande ponto positivo que adentra a trama principal mais de uma vez e traz certa profundidade a um roteiro caótico.

E falando sobre o próprio storytelling, o novato Michael Goldenberg, substituindo Steve Kloves na adaptação para as telonas, parece estar tão perdido quanto qualquer pessoa do elenco ou da produção. Apesar de conservar o essencial mágico dos arcos narrativos, o roteiro traz um salto tão complexo que o corte de cenas muito importantes do material original tornou-se automático e retirou aspectos dramáticos de alguns personagens. Além disso, os coadjuvantes e antagonistas parecem apagados: Harry Potter está nos holofotes e todos agem em sua função – mas ele mesmo não parece ter um arco central. Muitos e preciosos minutos são desperdiçados até que alguma coisa realmente aconteça; entretanto, nunca temos a sensação que isso tenha afetado o bruxinho. E pior, a obra é quase impossível de ser acompanhada por aqueles que não tenham lido, estudado e memorizado cada página dos livros. Personagens terciários são simplesmente jogados ao acaso, como se fôssemos esperados de conhecer a história daquela garota da cena 24 cujo nome foi mencionado uma vez há dois anos.

Apesar de todos esses deslizes, Yates encontra tempo para criar cenas relativamente belas e sensíveis, cujo contraste com o cenário tenso fornece um saldo positivo agradável, como o primeiro beijo de Harry. Outra passagem bem interessante e construída ocorre durante uma conversa entre o bruxinho e Sirius Black (Gary Oldman), seu padrinho, no qual o garoto desabafa sua insegurança de inclinar-se para o mal pelo fato de sempre estar com os nervos quase explodindo, e Sirius, de forma muito sábia, responde que o mundo não se divide entre pessoas boas e ruins; todos temos luz e trevas dentro de nós, e o que conta é o lado que decidimos acolher.

‘A Ordem da Fênix’ realmente se torna uma bagunça quando tenta transportar seus personagens para locações diferentes. Saltos no tempo, quebras na cronologias e erros de continuidade acontecem frequentemente ao longo de seus 142 minutos. Sabemos que os personagens são bruxos, mas o inexplicável e o sobrenatural atingem níveis inverossímeis. Em dado momento, um grupo denominado Armada de Dumbledore encontra-se numa taverna caindo aos pedaços; isso deveria nos parecer extremamente natural, considerando o tempo livre que os alunos têm em relação a Hogwarts, principalmente no período de festas, mas a montagem traz consigo cortes tão bruscos que somos levados a desviar o olhar e se acostumar com a mudança nada ascendente de cenário. Os personagens flutuam de um cenário para o outro como lhes convêm – ou como manda o roteiro.

Sem sombra de dúvida, um dos pontos em que a narrativa mais peca é a atenuação dos arquétipos docentes. Mais uma vez, temos um elenco de peso que conta com nomes como Alan Rickman, Maggie Smith, Robbie Coltrane, Brendan Gleeson, mas suas aparições mostram-se ínfimas. Todos cumprem o papel que lhes foram designados, mas é muito complicado não se sentir decepcionado pela redução de seus arcos. O único que se mostra realmente presente, inclusive pela indescritível e duvidosa relação paternalista que mantém com Harry, é Michael Gambon, cuja personalidade bondosa transformou-se em poucos segundos num peso rancoroso e solitário que deseja afastar quaisquer pessoas de sua convivência. A presença de rostos novos – como a alegre Luna Lovegood (Evanna Lynch) e a maníaca Bellatrix Lestrange (Helena Bonham Carter) – desviam a atenção desse descaso para com outras personalidades, mas não conseguem tomar a atenção em sua completude, deixando-nos meio vazios quando os créditos finalmente chegam.

Um ponto destacável reside na direção de fotografia de Slawomir Idziak, é aqui é possível até traçar uma comparação entre A Ordem da Fênix’ ‘A Câmara Secreta’: a diferença entre o mundano e o mágico mais uma vez posta-se clara aqui, mostrando um cenário tomado por tons relativamente quentes como o rosa e o laranja em contraste com o abuso de entonações azuladas e esverdeadas, contribuindo para a saída da zona de conforto do protagonista em um ambiente que considera seu lar. Cabe aqui citar que a horrenda e traumática residência da família Dursley mostra-se mais segura que as paredes de pedra de Hogwarts. A fragilidade parece estar tomando cada vez mais conta do complexo educacional, e esperamos que as tramas apenas se tornem mais delineadas daqui para a frente.

A trilha sonora é algo do qual senti falta aqui: se a composição de O Cálice de Fogo’, a qual marcou a saída de John Williams da franquia, já não conseguiu superar o tema original de Harry Potter’, o trabalho de Nicholas Hooper faz-se visível em pouquíssimas cenas, mostrando-se mais evidenciada em momentos de descontração e rebeldia. Entretanto, quando o peso da cena exigia melodias mais dramáticas, a música simplesmente sumia em meio aos efeitos especiais e às sequências verborrágicas.

Não ouso dizer que A Ordem da Fênix’ marca um retrocesso para esta série mágica, mas a entrada de Yates e de uma nova equipe definitivamente desequilibrou o andamento da própria narrativa em relação aos longas predecessores. O quinto ano de Harry em Hogwarts, em suma, se consagra como uma entrada bastante caótica foi caótico – seja para o bem, ou para o mal.

Criadores de ‘The Last of Us’, nova série da HBO, revelam os desafios de adaptar o jogo para as telinhas [COLETIVA]

‘The Last of Us’, aguardada adaptação da aclamada franquia de games, chega em breve à HBO e à HBO Max – e os fãs mal podem esperar para ver a produção ganhar vida.

O drama narra um futuro pandêmico que foi devastador para humanidade, deixando os seres humanos à beira da extinção. O vírus transforma pessoas em canibais e se espalha rapidamente com uma simples mordida. Algumas décadas depois, os poucos sobreviventes que restaram vivem viajando ou em quarentenas protegidas por oficiais do governo. Este é o cenário em que acompanhamos Joel (Pedro Pascal), um sobrevivente durão que é contratado para levar a jovem Ellie (Bella Ramsey) para fora da zona de quarentena opressiva onde vive. Os dois devem encontrar um grupo de rebeldes paramilitares que se rebelou contra as autoridades. Porém, eles descobrem no caminho que Ellie está possivelmente infectada com o vírus, apesar da jovem não apresentar os sintomas recorrentes da doença. Por conta disso, eles acreditam que a imunidade de Ellie pode ser a chave para encontrar a cura do vírus e potencialmente salvar a humanidade.

Recentemente, o CinePOP teve a honra de conversar com os criadores da série, Craig MazinNeil Druckmann (este, inclusive, responsável por gestar a saga de jogos).

Quando questionado sobre os desafios de readaptar o enredo para as telinhas, Mazin disse:

“Acho que o maior desafio foi considerar que boa parte do jogo é sobre imersão e sobre a experiência do jogador. Então, nos perguntarmos quais partes da história são facilmente traduzíveis para drama e quais partes da experiência do jogo não eram necessárias ou deveriam ser transformadas em algo mais sério, para se tornar algo melhor de se assistir. Adaptações anteriores de videogames tiveram problemas com isso, porque tentam recriar o jogo em si; nós não. Nós não replicamos o jogo. O que fizemos foi nos inspirarmos na história e nos personagens que Neil criou e explorá-los mais, mostrá-los mais. Nós damos às pessoas uma experiência mais completa para assistir”.

Druckmann complementa: “para mim, a parte mais difícil foi o clima. [risadas] Mas o mais importante foi o que Craig disse, as conversas iniciais sobre o que queríamos para essa adaptação. Quais são as coisas essenciais que queríamos manter. Nós conversamos bastante sobre os temas e as mensagens da narrativa. As partes mais importantes são os relacionamentos entre os personagens, então nos perguntamos: ‘como vamos além disso? Como vamos de uma mídia, que tem seus pontos fortes e fracos, para outra mídia, que também tem seus pontos fortes e fracos?'”.

Mazin também falou sobre o momento em que jogou ‘The Last of Us’ pela primeira vez e de que forma a adaptação se diferencia de tantas outras do gênero que existem no cenário mainstream – além de falar sobre como os fãs parecem proteger o game que aprenderam a amar.

“Quando eu joguei ‘The Last of Us’ pela primeira vez, eu não tinha quaisquer sentimentos por Joel ou Ellie, porque eu não os conhecia. Quando eu conheci Joel, ele é apenas um cara, sentado no sofá, e quando conhecemos Ellie, ela está em um quarto, é chata e eu não a conheço. O ponto é que, ao longo da jornada, nós nos apaixonamos [por eles]. Todos nós já tivemos essa jornada como gameplayers. Então, sim, [os fãs] são extremamente protetores, porque é uma conexão emocional. Por isso, pedimos gentilmente às pessoas: vocês querem começar de novo, nesta nova mídia? É normal pensar: ‘eu não conheço essas pessoas. Não tenho sentimentos por elas’. Mas eu acho que vocês terão ainda mais. É isso o que eu espero”.

A presença de Druckmann na produção da série foi recebida com bastante animação pelos fãs, visto que o criador esteve ativamente presente na readaptação dos próprios games. Durante a coletiva, ele exaltou toda a equipe criativa por trás da obra e disse que ficou muito animado quando percebeu sua criação ganhando vida de uma forma totalmente diferente.

“Nós somos apenas uma pequena fração das pessoas que trabalharam neste show e, andando pelo set de filmagens, era possível sentir o amor que as pessoas têm por esse material. Eu me lembro do primeiro dia em que estava no set, estava andando pela casa de Joel e precisava fazer uma reunião para a Naughty Dog. Então, procurei por um lugar escondido, entrei na chamada pelo Zoom e eu ficava: ‘olhem para os lençóis! Olhem para o pôster! Olhem para tudo! Eles acertaram!’. É um sentimento surreal e único. E todos conseguiram fazer, mal posso esperar para vocês verem o show”, ele disse.

Finalizando as conversas, Mazin comentou sobre o processo de gravação dos episódios, contando que conseguia sentir a emoção de cada cena à medida que juntava as filmagens.

“Nós [eu e Neil] conseguimos ver tudo, e eles [o elenco] não. E o que é muito interessante é que eles sentem as emoções no momento e, enquanto eles fazem isso, nós ficamos: ‘hmmm, os botões da camisa abriram, alguém se mexeu ali atrás’. É bom que tenhamos feito isso, porque, quando juntamos tudo, é aí que nós sentimos as emoções. E o que tem sido fascinante é que, ao longo desses meses de criação da série, às vezes estava assistindo a uma cena em que Joel e Ellie estão em um carro juntos e estão numa conversa que não é tocante. E eu começava a chorar, porque sabia aonde eles estavam indo e o que aconteceria com eles. O que é lindo. E é assim que eu sei que todos fizemos um ótimo trabalho”, ele conta.

Animados para a série?

Lembrando que ‘The Last of Us’ estreia no dia 15 de janeiro de 2023.

‘Flamin’ Hot’: Comédia sobre a criação dos Cheetos Picante ganha cartaz e data de estreia no Star+!

Star+ divulgou o cartaz oficial e nacional de ‘Flamin’ Hot’, filme que conta a inusitada história sobre a criação dos Cheetos Picante.

O longa será lançado no dia 9 de junho na plataforma de streaming, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.

Confira, junto ao trailer:

Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.

No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.

Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.

“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”

Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.

Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.

O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.

‘Wish: O Poder dos Desejos’: Ouça a versão COMPLETA de “This Wish”, música original da nova animação da Disney!

A Disney divulgou um novo vídeo promocional ‘Wish: O Poder dos Desejos‘, que comemora os 100 anos do estúdio.

O clipe apresenta a versão completa da canção “This Wish”, performada pela vencedora do Oscar Ariana DeBose.

Confira, junto ao trailer dublado:

O filme estreia por aqui apenas em 04 de janeiro de 2024 e acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis ​​do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.

Ariana DeBose, Alan Tudyk e Chris Pine são as vozes no idioma original.

Chris Buck (‘Frozen’) e Fawn Veerasunthorn (‘Moana’) entram como diretores.

#CinemaCon 2024: ‘Alien: Romulus’ ganha cenas INÉDITAS durante o evento; Confira a descrição!

Durante a CinemaCon 2024, foram reveladas as primeiras cenas da aguardada sequência ‘Alien: Romulus’, novo filme da icônica franquia.

Confira a descrição:

O material inédito começa com uma cena em que o personagem de Archie Renaux e um sintético estão presos em uma sala com uma série de xenomorfos facehuggers enquanto a personagem de Cailee Spaeny, Rain Carradine, assiste ao que acontece, impotente. Embora escapem, os facehuggers correm pelo corredor do navio. Outro clipe mostra um chestburster emergindo de Aileen Wu enquanto ela e Isabela Merced estão em uma pequena nave que bate em uma célula de combustível – até que Wu se debate e acidentalmente chuta os controles.

Em entrevista ao IGN, Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) comentou sobre a conexão entre o novo filme e a clássica franquia original.

Apesar da nova iteração ser uma história independente, o cineasta garantiu que não irá desconsiderar os filmes anteriores e prometeu que os fãs da saga ficarão satisfeitos com as referências na produção.

“Esse filme pode ser visto sem você ter assistido aos outros longas da franquia. Mas, se você é um fã da saga, não conseguirá ficar calado nos cinemas. Você será aquela pessoa dizendo: ‘Essa cena é uma homenagem daquele filme, e tal personagem disse isso por tal motivo’. Você poderá apontar diversas coisas que conectam o novo filme com os capítulos anteriores, seja a narrativa, tecnologia ou os próprios personagens.”

Ele completa, “Nós realmente nos esforçamos para manter tudo legítimo e não contradizer nada [em relação aos filmes anteriores]. Essa franquia é muito especial para mim, e eu sei o quanto é incrível ver essas referências de algo que eu amo. Esse filme foi criado para os fãs dessa saga. Meu objetivo foi entregar o que os fãs realmente queriam assistir [nas telonas].”

Confira a reação do Renato Marafon e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

Conheça a nova COMÉDIA com Margaret Qualley e Geraldine Viswanathan que está disponível no streaming!

‘Garotas em Fuga, nova comédia do diretor Ethan Coen (‘A Balada de Buster Scruggs’) já está disponível no Prime Video.

O longa foi lançado na plataforma de streaming hoje, 16 de setembro.

A trama acompanha Jamie, uma jovem de espírito livre que lida com mais um término com a namorada, e sua recatada amiga Marian, que precisa relaxar desesperadamente. Em busca de um recomeço, as duas embarcam em uma jornada a Tallahassee – mas as coisas começam a dar errado quando elas cruzam caminho com um grupo de criminosos ineptos.

Coen também assina ao roteiro ao lado da esposa, Tricia Cooke.

Margaret QualleyGeraldine Viswanathan estrelam.

Beanie FeldsteinColman DomingoPedro PascalBill CampMatt DamonJoey Slotnick completam o elenco.

Relembre o trailer:

A Estátua da Liberdade é ATACADA no novo cartaz da série ‘Alien: Earth’

Foi divulgado um novo cartaz oficial de ‘Alien: Earth’, série que integra o icônico universo do terror sci-fi ‘Alien’.

A produção será lançada no catálogo do Disney+ ainda em 2025, sem dia confirmado.

Confira, junto ao teaser:

alien earth

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.

Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco ainda contará com Babou CeesayJonathan AjayiErana James, Lily NewmarkDiêm CamilleAdrian EdmondsonTimothy OlyphantDavid RysdahlEssie Davis, Alex LawtherSamuel BlenkinAdarsh Gourav, Sandra Yi Sencindiver e Moe Bar-El.

‘Os Pioneiros’: Netflix escalada SETE novos membros ao elenco do reboot

Segundo o Deadline, a Netflix escalou sete novos membros ao ambicioso reboot da clássica série ‘Os Pioneiros’ (‘Little House On The Prairie’).

As informações indicam que Barrett Doss (‘Station 19’), Mary Holland (‘Canina’), Michael Hough (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Kowen Cadorath (‘SkyMed’), Thosh Collins (‘IT: Bem-Vindos a Derry’), Maclean Fish (‘Shoresy’) e Rebecca Amzallag (‘Titãs’) foram contratados para a produção.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’) e Ryan Robbins (‘Riverdale’).

O elenco ainda conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald (‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.

Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.

“A série ‘Os Pioneiros’ capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming. “A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”

A nova série parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, e servirá como “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira”.

A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.

‘Sequestro’: 2ª temporada da série de suspense com Idris Elba ganha trailer DUBLADO e sinopse; Confira!

A Apple TV Brasil divulgou o trailer dublado da 2ª temporada de ‘Sequestro‘ (Hijack), série de suspense estrelada por Idris Elba (‘Luther’).

Na trama…

Um trem subterrâneo de Berlim e seus passageiros são feitos reféns, enquanto as autoridades se esforçam para salvar centenas de vidas. Sam Nelson (Elba) está no centro da crise a bordo, onde uma decisão errada pode significar um desastre.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 14 de janeiro, com episódio duplo.

George KayJim Field Smith são responsáveis pelo seriado.

O elenco ainda conta com Neil Maskell, Eve Myles, Maxton Beesley, Archie Panjabi, Ben Miles, Zora Bishop, Jeremy Ang Jones, Aimee Kelly e Holly Aird.