No programa, 100 participantes com ótimo preparo físico encaram provas extremas para tentar ganhar um prêmio em dinheiro e conquistar o almejado primeiro lugar.
Dirigido por Ryan Kruger, o longa é uma reimaginação do clássico homônimo de 1987.
A trama segue um grupo de moradores de rua desajustados que lutam pela sobrevivência quando descobrem uma conspiração para exterminar todos os moradores de rua da cidade.
Através do seu Instagram, o showrunner Brad Caleb Kane confirmou que a série ‘Crystal Lake‘ está sendo filmada na mesma cidade em que o longa de 1980 foi gravado.
Dirigido por Sean Cunningham, o filme clássico foi filmado na cidade de Blairstown, New Jersey, e o seriado marcará o primeiro retorno às locações originais desde então – nenhuma das sequências compartilharam a mesma ambientação.
Callum Vinson (‘Chucky’) dará vida ao Jason Voorhees, enquanto Linda Cardellini (‘Scooby-Doo’) viverá sua mãe, Pamela Voorhees.
A narrativa acompanhará a juventude de Jason e, principalmente, a trajetória emocional de sua mãe. Na nova versão, Pamela é retratada como uma ex-cantora que abandonou a carreira para cuidar de seu filho com necessidades especiais. Sua vida toma um rumo sombrio após a aparente morte do garoto no lago.
O elenco ainda contará com Nick Cordileone como Ralph — possivelmente uma nova versão do “Louco Ralph”, conhecido por alertar sobre a maldição do acampamento nos dois primeiros filmes; Joy Suprano como Rita, Danielle Kotch como Claudette; e Phoenix Parnevik como Barry. Os dois últimos remetem diretamente aos primeiros conselheiros assassinados por Pamela na trama original.
William Catlett (‘A Thousand and One’), Cameron Scoggins (‘Nashville’), Devin Kessler (‘Godfather of Harlem’) e a novata Gwendolyn Sundstrom completam o elenco.
Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.
Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.
O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.
De acordo com o Variety, Jaime Lorente (‘La Casa de Papel’) será o protagonista do terror sobrenatural ‘A Casa dos Monstros‘.
Na trama…
“Goio retorna à casa da família para cuidar de seu pai doente por uma noite. O que começa como um simples reencontro logo se transforma em um pesadelo: segredos de família, ressentimentos antigos e traumas enterrados ressurgem, e a presença do irmão, que nunca conseguiu ir embora, transforma cada cômodo em um labirinto de terror e segredos.”
Uma peculiar cena de ‘Jurassic World’ não sobreviveu ao corte final.
Na tomada em questão, os protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas se cobriram de cocô de dinossauro para se protegerem durante a busca pelos sobrinhos da personagem Claire Dearing.
O astro Domhnall Gleeson, de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, está negociando estrelar a mais nova adaptação da DC/Vertigo, intitulada ‘The Kitchen‘. Segundo o portal The Hollywood Reporter, o acordo deve ser formalizado em muito breve.
Na trama, Gleeson viverá o veterano do Vietnã, Gabriel O’Malley, um homem que já trabalhou como assassino de aluguel, mas que conseguiu escapar do aprisionamento enfrentado pelos maridos. Buscando vingança, ele ficará frente a frente com o trio de mulheres guerreiras.
A direção e o roteiro ficam a cargos de Andrea Berloff, que marcará sua estreia atrás das câmeras.
Na trama, Moss interpretará a esposa de um homem abusivo, que é capaz de superar sua tímida natureza, à medida que descobre uma sede e afinidade pela violência.
Produzido pela New Line Cinema, ‘The Kitchen’ estreia nos cinemas no dia 20 de setembro 2019.
‘Barry’, série da HBO estrelada por Bill Hader, ganhou um novo teaser da 2ª temporada, que anuncia sua estreia.
A produção retorna à TV em 31 de março.
Confira:
Na produção, Hader vive um ex-combatente da Marinha norte-americana que passa a levar seus dias como um assassino de aluguel no meio oeste do país. Desesperado, ela aceita um emprego em Los Angeles, onde ele descobre um inesperado interesse pelas artes cênicas, que se torna sua grande aspiração profissional
Produzida pelo mesmo produtor de ‘Silicon Valley’, Alec Berg, ‘Barry’ é também roteirizada, co-produzida e dirigida por Hader.
A situação global atual continua impactando na realização de grandes eventos e após muitas especulações, fora confirmada o cancelamento do Festival de Cannes 2020, um dos mais importantes e prestigiados do mundo.
O evento, que tradicionalmente acontece no mês de maio, ainda não tem data para acontecer. A decisão foi tomada em virtude do crescente número de casos de Coronavírus na França, o que gerou uma grande preocupação por parte dos organizadores.
A informação foi revelada em um comunicado feito pela conta oficial do Twitter do Festival:
“Em virtude da crise na saúde e do desenvolvimento da situação francesa e internacional, O Festival de Cannes não mais acontecerá nas datas planejadas, de 12 a 23 de maio”.
O comunicado completo ainda pontua que a instituição responsável pelo evento está analisando a possibilidade de realizar o festival no final do mês de junho ou início de julho:
“Assim que o desenvolvimento da situação da saúde francesa e internacional nos permitir avaliar a real possibilidade, nós divulgaremos essa decisão, em concordância com a nossa constante orientação do Governo Francês e da Prefeitura de Cannes, bem como com os membros do conselho do Festival, com os profissionais da indústria cinematográfica e todos os parceiros do evento”.
Para quem não sabe, muitos dos filmes que são lançados no Festival de Cannes tendem a consolidar uma grandiosa trajetória de prestígio nas principais premiações, como o Oscar, Globo de Ouro, e SAG Awards.
A aclamada animação da Disney/Pixar, ‘Soul‘, já está disponível nas versões 4K, Digital HD, Blu-ray e DVD.
E para comemorar este lançamento – que aconteceu na última terça-feira (23), a produção ganhou um novo e apaixonante trailer, que celebra o valor da vida, a importância da música e a busca por um propósito.
Assista:
Confira a lista completa de atrações presentes nas versões em Blu-ray e DVD:
Cenas deletadas
Introdução – O roteirista Mike Jones e a supervisora de história Kristen Lester apresentam as cenas deletadas de “Soul”.
Orientação do Mentor – Joe entra furtivamente na orientação do Programa de Mentor do You Seminar, tentando descobrir como ele pode voltar à… Terra.
Clubhouse Falsificação – Joe segue 22 em seu “covil secreto” enquanto ela relutantemente concorda em ajudá-lo a encontrar o caminho de volta para a Terra.
Aulas em casa – Preso dentro do corpo de Joe, 22 tenta – desajeitadamente – ajudar o vizinho de baixo.
Living the Dream – Joe tem uma conversa franca com 22 sobre o medo dela de viver na Terra, então tenta voltar para casa através de um portal de sonho.
Press Shot – Joe, preso no corpo de um gato, e 22, presa no corpo de Joe, pegam o metrô para o clube de jazz para uma sessão de fotografia publicitária.
Comentários em áudio – Assista ao filme com comentários em áudio do diretor Pete Docter, do codiretor/roteirista Kemp Powers e da produtora Dana Murray.
Não é o seu Joe comum – Veja o pensamento e o cuidado envolvidos na elaboração de Joe e sua história no primeiro filme da Pixar a apresentar um personagem principal negro.
Astral Taffy – Dê uma olhada com profundidade na arte e na inovação técnica que envolveu a criação dos cenários e dos personagens no mundo de ‘Soul’.
Pretty Deep for a Cartoon – Os cineastas lidam com grandes questões, como de onde vem a personalidade de um recém-nascido, qual é o significado da vida e muito mais!
Into the Zone: The Music and Sound of Soul – Explore os diferentes mundos sonoros do filme e descubra como a música impulsiona e adiciona especificidade à jornada de Joe.
‘Soul’, improvisado – Veja como a equipe da Pixar Systems e a equipe de ‘Soul’ conseguiram terminar o filme dentro do prazo durante o auge da pandemia COVID-19.
Jazz Greats – Gigantes do mundo do jazz que deram consultoria em ‘Soul’ compartilham sua paixão e sabedoria duramente conquistada sobre o que a música e o que ela faz por todos nós.
Confira a nossa entrevista com o elenco de dubladores:
Assista ao trailer:
‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.
Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
Jamie Foxx e Tina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. Questlove, Daveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.
Sempre cercada pelos holofotes e constantemente monitorada pelas opiniões do mundo, a Princesa Diana viveu uma vida longe dos estereótipos fabulosos com os quais crescemos assistindo nos filmes da Disney. Na mira das lentes dos paparazzis e com seus movimentos analisados de perto por membros da corte e anônimos, a amada realeza desfrutou de uma dolorosa e curta vida, marcada pela dor e pelo escrutínio da Família Real e da imprensa sensacionalista. E The Princess chega aqui como um documentário intimista, que visa nos apresentar Diana exclusivamente pelas lentes do mundo.
Não trazendo nenhum fato novo, o longa de Ed Perkins merece um olhar especial por tentar nos mostrar Diana apenas pela perspectiva pública. Sem entrevistas padrões e sem fontes próximas relembrando a princesa com histórias do passado, o documentário é uma reconstrução da vida da realeza a partir de imagens de época, vídeos caseiros e coberturas jornalísticas. O que torna The Princess valioso é sua abordagem narrativa mais crua, que traz detalhes do fenômeno cultural que Diana se tornou e como tudo isso fora percebido e vivido pelo Reino Unido.
Unindo uma coleta de conteúdos já apresentados em algum determinado momento do passado, o filme é feito em terceira pessoa, com o diretor se distanciando do seu objeto documental, apresentando mais uma coletânea dos momentos mais marcantes da realeza. Entre flashes de paparazzi e reportagens jornalísticas, aqui nos lembramos de Diana em sua forma mais desconfortável: sempre inquieta pela perseguição midiática e obviamente frustrada pela realidade principesca que de glamourosa pouco (ou quase nada) verdadeiramente tinha. Mas um dos pontos mais marcantes da cobertura jornalística da família real foi deixada de fora, o que torna The Princess uma mistura entre encantamento e profunda indignação.
A entrevista mais polêmica de Diana, ao Martin Bashir para a emissora BBC, foi deixada de fora. Ainda que ela seja cercada por circunstâncias problemáticas, como as táticas abusivas e manipuladoras do entrevistador, ali também reside um dos instantes mais dolorosos da amada princesa. Com semblante caído e uma beleza singular que tenta abafar o seu sofrimento, ela relata brevemente o pesadelo da sua vida conjugal, destruída pelas traições de Charles com a nada carismática Camille. E com esse desfalque, The Princess fica no meio do caminho como uma produção que, embora seja simbólica, nos deixa à deriva em relação às injustiças vividas por Diana.
Dito isso, o documentário de Perkins mantém o seu valor por seu aparato histórico estampado em vídeos antigos que hoje possuem um valor imensurável não apenas para o Reino Unido, mas para a cultura mundial. Com uma montagem meticulosa e impecável, The Princessconsegue – em meio aos seus erros – ser uma experiência imersiva, que nos transporta para uma viagem no tempo memorável e até mesmo assustadora. Relembrando Diana a partir dos olhos do mundo, algo que nenhum documentário anterior havia se dedicado a fazer, a produção nos ajuda a pelo menos compreender uma pequena dimensão da sufocante e vigiada vida de uma das mulheres mais espetaculares e maltratadas que já viveu entre nós.
Lançado como o retorno da indústria cinematográfica em 2020 durante a pandemia da Covid-19, após cinco meses de um deserto de grandes produções, Tenet chega ao público internacional com uma missão mais ambiciosa do que a do próprio diretor Christopher Nolan. De qualquer maneira, esta é uma obra de execução espetacular e conceitos complexos, mas com a trajetória dos quadrinhos infanto-juvenis.
Para seguir esse raciocínio, é preciso juntar algumas informações sobre o mistério e os personagens dessa trama. Os primeiros minutos já despontam como todo bom filme de espionagem com cenas de invasão e resgate durante um concerto em Kiev, na capital da Ucrânia. O protagonista (John David Washington) se infiltra na missão e busca salvar inocentes de uma explosão. No local, ele percebe uma estranha movimentação de um projétil e, em seguida, é capturado.
Entre a vida e a morte, o agente anônimo toma uma importante decisão que o leva a torna-se parte de um grandioso e secreto projeto, chamado Tenet, ou seja, o sentido por trás do nome do filme. A partir do encontro do protagonista com a cientista Laura (Clémence Poésy), a história começa a ser desenvolvida e explicada da forma acessível. Por meio das palavras dela, Christopher Nolandiz diretamente ao espectador: “Don’t try to understand it. Feel it”, em português, “Não tente entendê-lo. Sinta-o.”
Com esta predisposição de sentir o filme, é possível ficar completamente fascinado pelas cenas de ação, seja a escalada vertiginosa a um arranha-céu, seja um avião de grande porte a derrubar um hangar, seja o emparelhamento de carros e caminhões em alta velocidade na autoestrada. Ou seja, deu para entender a presença de cenas de tirar o fôlego ao longo de duas horas e meia. O enrolado, entretanto, é acompanhar a lógica por trás da grande arma de destruição proposta pelo cineasta.
Ao lado de Neil (Robert Pattinson), a missão de John David Washington é prevenir uma terceira guerra mundial, mas a poderosa arma em questão são os chamados “objetos invertidos”, graças a uma técnica do futuro realizada por entropia. Algo, no mínimo, intrincado para ser explicado rapidamente durante o filme. Sem entender o processo, o agente secreto precisa descobrir quem está por trás dessa tecnologia de “projéteis invertidos” de acordo com a nossa perspectiva temporal.
Para quem está acostumado aos trabalhos de Christopher Nolan, já é esperado um jogo de suspense com as causalidades do espaço-tempo. Se em Interstellar (2014), o diretor nos provocava a lidar com o princípio do buracos negros, assim como compreender as ideias do inventor Nikola Tesla em O Grande Truque (2006), Tenet assume o seu caráter de complexo científico ao lidar com a termodinâmica, mas o coloca em um patamar mais simples.
Para que o público acompanhe a ação, o roteiro repete em dois momentos o “paradoxo do avô”, algo já apresentado em Looper: Assassinos do Futuro (2012), de Rian Johnson. Isto é, uma proposição mais simplória para as pessoas assimilarem as voltas no tempo exercidas pelos personagens e como as suas ações interferem no percurso da história. Longe de ser um experimento como em A Máquina do Tempo (2002), de Simon Wells, o paradoxo apresenta semelhanças com a descoberta do personagem de Guy Pearce no filme.
Como citado no início, o enredo se equipara ao mundo dos quadrinhos ao criar o super vilão russo Andrei Sator (Kenneth Branagh). Ele exerce o máximo da personificação do sujeito megalomaníaco, com desejo de dominar o mundo e todos ao seu redor. Principalmente, a sua esposa Kat (Elizabeth Debicki), a qual serve de ilustração extrema da vilania do personagem e o seu senso de sadismo.
Escolhida a dedo por Nolan após vê-la em As Viúvas (2018), Elizabeth Debickitem o seu momento de protagonismo, apesar de servir de isca, sofrer agressões e viver o dilema entre abandonar o filho ou conquistar a sua “liberdade”. Assim como ela, todo elenco foi pinçado minuciosamente pela diretor, que ainda conta com a participação de luxo de Aaron Taylor Johnson e a oitava parceria com Michael Caine. Após o excelente Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, o filho de Denzel Washington marca a sua entrada no primeiro escalão de Hollywood.
Com um grande vilão, a simpática parceria de Pattinson e Washington e cenas espetaculares, no sentido da palavra de seduzir os olhos pela grandiosidade, a confusão temporal do roteiro é deixada um pouco de lado. Em outras palavras, é possível apreciar a obra mesmo sem compreender como o perigo do futuro chegou à atualidade, talvez seja como em O Exterminador do Futuro (1984). Por outro lado, o tédio também pode ocorrer por conta das longas sequências de bombas e tiros com personagens mascarados em diferentes linhas temporais.
A chave de Tenet está disfarçada em seu próprio nome e, embora seu ponto de partida e chegada seja um paradoxo, o enredo é bem elementar da perspectiva da jornada do herói. O protagonista é chamado a salvar o mundo e derrotar o vilão junto com a sua arma de destruição, contudo, não nos aprofundamos nas inflexões de sua chamada para ação, algo que no meio de tanta estupefação de som e efeitos especiais é completamente ignorado.
** Assistido na sessão em Paris, dia 1º de setembro de 2020.
O projeto ainda não tem data para início das filmagens, pois Davis está atualmente trabalhando na próxima temporada de ‘How To Get Away With Murder’. A dupla Bert & Bertie, conhecida por curtas metragens, deve dirigir o roteiro de Lucy Alibar. Todd Black cuida da produção.
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Vidro‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
Antes de começar a ler esta crítica, conforme dito no título, gostaria de ressaltar que é uma crítica feita com Spoilers. Ou seja, ela contém revelações importantes da trama do especial de Halloween da Marvel: Lobisomem na Noite. Caso você não queira saber mais sobre algumas das surpresas do telefilme, recomendo que assista ele primeiro e depois volte aqui para ler o texto. Mas se você não liga para os Spoilers, pode seguir sem medo!
Provavelmente um dos projetos mais inesperados da Marvel nesses últimos tempos,Lobisomem na Noite é um especial de Halloween que parece ser um projeto meio isolado, mas que, na verdade, introduz um clã muito importante para essa nova empreitada de adaptar o núcleo sobrenatural no MCU.
A trama gira em torno de um antigo grupo de assassinos e mercenários espalhados pelo mundo, os Caçadores de Monstros. Como a própria introdução anuncia, distante das luzes e glórias dos super-heróis, essa horda de caçadores orgulhosamente dedica sua existência a extirpar todo tipo de criatura sobrenatural. Seu líder é ninguém menos que Ulysses Bloodstone, um lendário caçador que teve sua vida prolongada graças à Joia de Sangue que ele carrega ao redor de seu pescoço. Apesar de ser praticamente imortal, sua hora chega e seu legado de destruição e extinção de monstros precisa ser passado.
Para isso, a organização convoca os caçadores com maior número de mortes para se reunirem em uma cúpula, onde haverá um desafio tão difícil que nem mesmo o próprio Ulysses foi capaz de fazê-lo: caçar um monstro terrível que está trancado dentro de um tipo de labirinto. Aquele que conseguir matá-lo, poderá remover a pedra e herdar os poderes de Bloodstone. Dentre esses caçadores estão o sereno Jack Russell(Gael García Bernal) e a reticente, porém letal, Elsa Bloodstone (Laura Donnelly), filha de Ulysses. O que eles não sabem é que Jack esconde um segredo que pode desonrar a horda dos caçadores: ele é um lobisomem. Assim, os maiores assassinos de criaturas sobrenaturais do mundo partem labirinto adentro, dispostos a matar a tal criatura e até mesmo seus concorrentes, já que a disputa pode terminar a qualquer momento.
Por se tratar de um núcleo não tão conhecido do grande público, a Marvel teve uma liberdade um pouco maior para arriscar neste projeto. Afinal, se desse errado, o Homem-Coisa não colocaria muito a perder para a linha principal do MCU. Por isso, todo esse especial, que tem em torno de 50 minutos de duração, é inspirado nos monstros clássicos da Universal. Ou seja, ele tenta replicar a estética dos longas de terror da década de 1930 e 1940. E acontece um trabalho bastante minucioso da direção e da direção de arte para que essa atmosfera seja recriada com maestria. Além de ser todo em preto e branco, o telefilme traz os granulados na filmagem e os estouros na tela, que passam uma sensação fantástica para os fãs dos monstros e do terror antigo.
A própria ambientação da história é bastante diferente do padrão Marvel. Apesar de não saber dizer se os cenários foram construídos ou se são apenas um CGI muito bem trabalhado, os cenários passam uma impressão de serem autênticos, construídos apenas para a filmagem, tal qual no início do século XX.
Vale ressaltar também que a direção de Michael Giacchino é impecável. Conhecido por ser um dos melhores compositores de trilhas sonoras da atualidade, Giacchino conseguiu trazer seu talento sonoro para outro sentido: a visão. A forma como ele enxerga a música e usa ângulos de câmera que acompanham com sincronia as trilhas usadas é de encher olhos e ouvidos. E como fã dos Monstros clássicos, Michael não economiza na hora de inserir elementos carimbados nesse tipo de filme, como a narração de abertura ao melhor estilo Vincent Price, os corpos decompostos, os insetos saindo de lugares escuros, as rajadas de sangue jorrando de cortes e, claro, a construção da ameaça por meio de sombras.
A abertura tem forte influência do trabalho do lendário Vincent Price
O ápice deste telefilme é justamente a transformação de Jack Russell no Lobisomem. A cena dessa metamorfose de homem para lobo é praticamente toda construída por meio da sugestão. São as sombras na parede e o horror no rosto de Elsa e dos inimigos que nos preparam para sua forma final. E apesar da computação permitir construir visuais muito elaborados, a produção apostou num visual mais simples e bem fiel ao Lobisomem dos quadrinhos. Pode não dar medo para a molecada atual, que já está acostumada a espíritos, demônios e freiras possuídas, mas é um trabalho muito bom de figurino e maquiagem que agregam muito valor ao projeto.
Já os personagens, que ainda não sabemos qual futuro terão no MCU, já que o núcleo sobrenatural ainda engatinha neste universo, conseguem cativar o público em pouco tempo. A trinca principal é, sem dúvidas, Jack Russel, Elsa Bloodstone e o Homem-Coisa. Falando neste último, o visual dele está impecável. Todo a imponência do corpo de lodo e musgo com os marcantes olhos vermelhos roubam a cena quando ele aparece. E a relação dele com Jack, mesmo que mostrada brevemente, já deixa um gostinho de quero mais.
A interação entre Jack e Elsa também é muito interessante, principalmente se levarmos em conta que são dois personagens que chegaram com um passado misterioso, pouco se falou sobre suas origens ou objetivos, mas ainda assim conseguiram instigar a curiosidade e cativar o público com as poucas informações cedidas neste especial. O contraste entre a serenidade de Russell e a intensidade de Bloodstone criou uma química muito boa em tela. E com personagens como o Cavaleiro da Lua (Oscar Isaac), o Cavaleiro Negro (Kit Harrington) e o Blade (Mahershala Ali) perambulando por aí, tomara que a Marvel se permita explorar mais esse lado monstruoso de seu universo, até porque não se pode usar um talento como o de Gael García Bernal apenas uma vez. Que tragam seu Jack/ Lobisomem para mais aventuras no MCU.
Servindo como uma grande homenagem aos clássicos do terror do século passado, mas ainda assim não se limitando a isso, já que apresenta personagens interessantes e traça um caminho para novos rumos do Universo Cinematográfico Marvel, Lobisomem na Noite é um excelente início da Marvel nesse caminho de telefilmes. Vale lembrar que o próximo é o Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia, que já está deixando muitos fãs ansiosos para as festividades do fim de ano. O trabalho de Michael Giacchino na direção também está mais do que aprovado, mostrando que o estúdio tem em mãos um profissional muito talentoso e com potencial de crescer ainda mais no meio cinematográfico. Enfim, Lobisomem na Noite é uma aventura com jeitão de terror que tem tudo para fazer sucesso entre vários tipos de público, até mesmo entre os mais velhos e os (muito) mais jovens. É uma ótima pedida para o Halloween.
Quando o nomeGeorge Miller surge nas rodas de conversa geralmente está associado à sua franquia de maior sucesso, ‘Mad Max’, que, desde os anos 1980, se tornou um dos filmes queridinhos do público nerd e dos fãs de filmes de ação. Porém, George Miller também é responsável por outros sucessos no gênero da fantasia, muitos dos quais voltados ao público infantil, como o longa de animação ‘Happy Feet’, sobre o pinguinzinho que queria ser dançarino, e ‘Babe, O Porquinho Atrapalhado na Cidade’, a clássica história do porquinho amoroso que conquistou o coração de tantas crianças nos anos 1990. E agora ele traz para os cinemas seu mais novo projeto, ‘Era Uma Vez Um Gênio’, que ao mesmo tempo mistura e destoa de tudo que já fez.
Alithea (Tilda Swinton) é uma acadêmica solitária em viagem pela Europa. Sem filhos, sem marido, sem pais, ela vive apenas para suas pesquisas e suas histórias. Certo dia, em uma loja, ela encontra uma espécie de vasinho azul e fica encantada por ele, decidindo levá-lo. Já de volta ao quarto de hotel, Alithea limpa o vasinho, porém, ao esfregar o objeto, um enorme gênio da lâmpada (Idris Elba) sai de dentro do recipiente, e lhe pergunta quais são seus três desejos. Incrédula com o que está presenciando, e duvidando até mesmo de suas faculdades mentais, Alithea decide conversar com o Gênio, e, uma vez que ela mesmo não deseja nada para si, quer, ao menos, ouvir as histórias que ele tem para contar.
O longa é inspirado no conto de A. S. Byatt, e rapidamente o roteiro de George Miller com Augusta Gore demonstra que é uma adaptação enfeitada de um enredo menor do que as duas horas que o longa comporta. Na prática, isso significa que, embora a história seja instigante, seu ritmo repetitivo e circular acaba perdendo a atenção do espectador, que invariavelmente ficará na expectativa de algo mirabolante. Sendo um projeto de pandemia, é interessante observar os recursos do diretor para realizar seu longa, com diversas cenas gravadas em interior de hotel/apartamento com apenas os protagonistas e, em algumas externas, com elenco de apoio usando máscara, deixando-nos a provocação indireta: durante a quarentena, já pensou encontrar um gênio da lâmpada que concedesse três desejos?
A estética e a narrativa que se assemelha à estrutura de ‘As Mil e uma Noites’, em que o Gênio exerce um papel de Scheherazade, ‘Era Uma Vez Um Gênio’ remete o espectador ao imaginário lúdico e exótico da fantasia, das personagens milenares do Oriente Médio, das aventuras estilo ‘Aladdin’. Assim, enquanto o filme se desenrola nas memórias do Gênio, o espectador embarca na fábula, porém, quando a história volta ao tempo presente, a magia se quebra, talvez pela improbabilidade de aceitarmos a intimidade dos protagonistas, tamanha a distância entre eles.
Com um visual belíssimo e uma produção exuberante que se empenha em recriar o sonho através de efeitos especiais e cenografia dedicada, ‘Era Uma Vez Um Gênio’ é daqueles filmes cults de festival de cinema que se tornam o queridinho de um seleto grupo de cinéfilos que se deixam envolver pelo cinema arte, e certamente é um presente do diretor ao seu público, ofertando-nos com este que definitivamente é a realização de um dos maiores desejos de George Miller.
Ano novo, vida nova, séries novas! 2020 chegou e com ele várias novidades no mundo das séries de TV e do streaming. O ano nos reserva retornos de produções marcantes como Westworld, Stranger Things, Sex Education, Fargo e muitas outras, mas aqui preferimos focar nossa atenção no que teremos de novo no mundo das séries.
Para isso, o CinePOP separou dez das mais aguardadas novas séries do ano. E tem muita coisa legal a caminho!
Não deixe de participar através dos comentários e nos diga quais as produções que mais quer assistir no novo ano.
Primeira série de Shonda Rhimes para a Netflix. Só isso já é o bastante para colocar Bridgertondentre as produções mais aguardadas do ano. Mas tem mais! A série é inspirada em coleção de livros de Julie Quinn, conta com roteiro de Chris Van Dusen (Scandal) e traz narração de Julie Andrews. Sim, Julie Andrews! Para completar, Regé-Jean Page é o protagonista masculino, voltando a trabalhar com Shonda após For the People. A trama acompanha o dia a dia do sexy e competitivo mundo da alta sociedade britânica no período da Regência (início do século XIX).
Brilhante mente por trás de Ex_Machina: Instinto Artificial e Aniquilação, Alex Garlandé o criador desta minissérie em oito capítulo. Devsconta a história de uma engenheira de computação (Sonoya Mizuno) que investiga um misterioso departamento da empresa em que trabalha, que pode estar envolvido com a morte de seu namorado. A série tem lançamento previsto para março, nos Estados Unidos. O elenco traz ainda nomes como Nick Offerman, Jin Ha, Stephen McKinley Henderson, Zach Grenier, Alison Pill e Cailee Spaeny.
Falcon and Winter Soldier (Disney+)
Uma das principais apostas para alavancar o serviço de streaming da Disney, Falcon and Winter Soldier é um spin-off do Universo Cinematográfico da Marvel, que centra sua atenção na parceria entre o Falcão e o Soldado Invernal. Anthony Mackie e Sebastian Stan retornam aos papéis, e terão a companhia ainda de nomes como Emily Van Camp e Daniel Bruhl. Ao contrário das séries anteriores do universo Marvel, essa estará diretamente conectada com os filmes da companhia. Inclusive, deve aprofundar a dinâmica da dupla após os acontecimentos em Vingadores: Ultimato.
Primeira série deRyan Murphy produzida pela Netflix. The Politician já havia sido lançada pelo serviço de streaming, mas tinha produção da Fox. Hollywoodé descrita como uma declaração de amor de Murphy à era de ouro do cinema. Parceiro do produtor em Glee e O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story, Darren Criss é o protagonista da série, que conta ainda com as participações de Jim Parsons, Dylan McDermott, Patti LuPone, Holland Taylor, Jeremy Pope, Samara Weavinge Maude Apatow.
A série é estrelada por Al Pacino e produzida porJordan Peele (Nós e Corra). Só isso já é motivo mais que o suficiente para despertar a atenção do espectador. Huntersse passa no final dos anos 70 e acompanha um grupo de caçadores que descobre um grande números de oficiais nazistas morando nos Estados Unidos, com planos de estabelecer um Quarto Reich. Os caçadores, então, iniciam uma jornada de violência e justiça para tentar impedir o avanço dos inimigos. Logan Lerman, Jerrika Hinton, Josh Radnor, Dylan Baker e Lena Olin também integram o elenco da produção, que estreia na Amazon no dia 21 de fevereiro.
Little Fires Everywhere chega ao Hulu no dia 18 de março após grande disputa entre canais e serviços de streaming para ficar com a produção. Estrelada por Reese Witherspoon eKerry Washington, a série é uma adaptação do best-seller de Celeste Ng. A trama gira em torno de duas famílias que se encontram após a artista Mia (Washington) se mudar para a cidade de Shaker Heights com a filha. Ela acaba alugando uma casa de Elena Richardson (Witherspoon), passando a ter um contato muito próximo da família da mesma. O elenco traz ainda nomes como Joshua Jackson, Rosemarie DeWitt e Jade Pettyjohn.
Roteirista de Fleabag e Killing Eve, Vicky Jones é o criador desta nova comédia da HBO sobre dois ex-amantes que decidem colocar em prática o plano de fugirem juntos. Destaque da recente Inacreditável, Merritt Wever é a protagonista da série, que conta ainda com a presença de Domhnall Gleeson (Questão de Tempo). Grande nome da TV na atualidade, Phoebe Waller-Bridge é produtora executiva da produção e ainda deve ter um papel recorrente na série.
18 anos após o filme Jornada Nas Estrelas: Nêmesis, Patrick Stewart retorna ao papel Jean-Luc Picard na sérieStar Trek: Picard. A série é das principais apostas do ano para os apaixonados por ficção científica. A ideia é expandir o universo de Star Trek e ainda retomar uma de suas figuras mais famosas. Na empreitada, Stewart contará com a companhia de outros atores da série A Nova Geração: Brent Spiner, Jeri Ryan, Marina Sirtis e Jonathan Frakes. A série estreia no dia 23 de janeiro e já está renovada para a segunda temporada.
WandaVision (Disney+)
2020 será o ano de reencontrar não apenas o Soldado Invernal e o Falcão, mas também Feiticeira Escarlate e Visão. WandaVision é uma misteriosa série de spin-off do Universo Cinematográfico da Marvel. Até o momento, são muitas teorias e poucas informações concretas sobre a produção. A única imagem de divulgação liberada até o momento remete a ideia de que se trata de uma série de época, mas o fato de termos a personagem de Monica Rambeau adulta mostra que estamos anos à frente do que acompanhamos em Vingadores: Ultimato. Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Teyonah Parris, Kat Dennings, Randall Park e Kathryn Hahn formam o elenco principal da série.
Algumas semanas atrás, a Netflix anunciou uma gama de conteúdos originais que farão parte de seu catálogo infantil – incluindo a série derivada de ‘Como Treinar o Seu Dragão’.
O spin-off, intitulado ‘DreamWorks Dragons Rescue Riders’ e ainda sem título nacional, ganhou cartaz e trailer oficiais.
Confira:
Jack Thomas e Brian K. Roberts são os showrunners e os produtores executivos.
‘DreamWorks Dragons Rescue Riders’ (2019) é uma animação de aventura e comédia em CGI que abre um novo capítulo para a franquia indicada ao Oscar ‘Como Treinar o Seu Dragão’. A nova série gira em torno dos gêmeos Dak e Leyla, que, por terem sido criados por dragões, têm a habilidade única de se comunicar com eles. Os irmãos lideram um time de cinco dragões e passam o dia resgatando outras criaturas e ajudando as pessoas em sua cidade adotiva Huttsgalor.
Nicolas Cantu estrela como Dak, e Brennley Brown dará vida a Layla. Marsai Martin, Zach Callison, Skai Jackson, Noah Bentley e Andre Robinson completam o elenco.
A primeira temporada estreia no dia 27 de setembro.
Segundo a Variety, a conhecida diretora Hanelle Culpepper irá comandar o reboot de ‘Kung Fu’, clássica série de TV dos anos 1970.
Culpepper é uma veterana da indústria do entretenimento e já trabalhou em shows como ‘Star Trek: Picard’, ‘Star Trek: Discovery’, ‘Mayans M.C.’, ‘Lucifer’, ‘Criminal Minds’, ‘Gotham’, ‘Supergirl’ e muitas outras produções.
Olivia Liang será a protagonista. A atriz dará vida a uma estudante chamada Nicky Chen, que enfrenta uma crise pessoal e acaba abandonando a faculdade em busca de um estilo de vida completamente diferente em um monastério Shaolin na China.
Após a morte de seu mestre, ela volta para sua cidade natal e encontra as ruas dominadas pelo crime e corrupção, então decide usar suas habilidades em artes marciais para proteger sua comunidade e levar os bandidos à justiça.
Enquanto isso, ela se dedica a encontrar o homem que matou seu mentor, sem saber que ele a mantém constantemente em sua mira.
O elenco também vai contar com Tzi Ma e Kheng Hua Tan como os pais Nicky Chen, além de Jon Prasida, Shannon Dang e Eddie Liu.
Escrita por Christina M. Kim, a produção será exibida na CW, mas ainda não há previsão de estreia.
Para quem não conhece, ‘Kung Fu‘ permaneceu no ar entre 1972 e 1975 e conta a história de Kwai Chang Caine (Carradine), um monge Shaolin e mestre em artes marciais que foge da China para os EUA quando seu mestre é assassinado.
Vagando e combatendo o crime, Caine se isola no Velho Oeste americano, ao mesmo tempo em que tenta encontrar pistas sobre o verdadeiro assassino de seu mestre.
Mesmo que muitos não tenham visto a série, seu impacto cultural continua presente no cinema, tanto que Carradine foi escalado como vilão de ‘Kill Bill‘ em homenagem ao seu trabalho na série.
Em entrevista à Total Film, o diretor David Gordon Green comentou um pouco sobre o que podemos aguardar da vindoura sequência ‘Halloween Kills – O Terror Continua’, indicando que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.
“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.
Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada e chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.
Assista ao primeiro teaser:
Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.
“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.
O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.
Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).
A série será ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama irá se aprofundar na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.
O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.
“Depois de mais de 20 anos de silêncio, nós teremos o privilégio de dar voz a uma das heroínas mais icônicas da América – Clarice Starling,” disse Kurtzman em uma declaração. “A coragem e complexidade da personagem sempre foi seu ponto forte, e é justamente isso que precisamos contar atualmente: sua luta, resiliência e vitória. O tempo dela é agora e sempre para sempre.”
Miranda fica responsável pelas músicas originais do longa, com Alex Lacamoire cuidando da trilha sonora.
O musical animado gira em torno de Vivo, um kinkajou único (ou seja, um “urso do mel” tropical) que deve encontrar seu caminho de Havana para Miami para entregar uma música em nome de seu adorado dono e mentor, Andres. ‘VIVO’ é uma história apaixonante sobre coragem, família e a crença de que a música abre portas para novos mundos.
Com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção dividiu a imprensa estrangeira e recebeu diversas críticas por apresentar problemas na execução de seu roteiro e na direção.
Para alguns críticos, o longa possui distrações gigantescas, que revelam uma artificialidade em todo o desenrolar narrativo. Já outros profissionais fizeram pequenos elogios às boas intenções do filme, que visa tratar sobre temas delicados como depressão, suicídio, trauma e luto.
Confira avaliações:
“Querido Evan Hansen poderia ter sido divertido, mas existem muitos problemas evidentes que não podem ser ignorados por uma questão de entretenimento”. – Valerie Complex, Deadline Hollywood Daily
“As más escolhas de direção de Chbosky anulam o sucesso empolgante que Querido Evan Hansen teve no palco, com uma cascata de distrações gritantes que continuamente apontam a artificialidade do gênero”. – Tina Hassannia, indieWire
“Querido Evan Hansen me incomodou na Broadway, e não me cai bem agora, apesar de algumas melhorias inteligentes no material”. – Peter Debruge, Variety
“Mesmo se você entrar com reservas, mesmo se você não sucumbir aos seus momentos mais extravagantes, o filme se aproxima furtivamente de você. Vá em frente, sorria, deixe doer ou derrame uma lágrima – você não está sozinho”. – Steve Pond, TheWrap
“Apesar das distrações incômodas, Platt e companhia ainda conseguem entregar a mensagem certa na hora certa”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter
“Querido Evan Hansen, obviamente, tem seu coração no lugar certo. Apesar das nobres intenções, no entanto, este é um filme que está quase em guerra consigo mesmo”. – Joey Magidson, Awards Radar
“Querido Evan Hansen dá uma voz agradável e melodiosa para importantes preocupações dos dias modernos, mas não tem os recursos dramáticos e cinematográficos para realmente decolar”. – Ian Freer, Empire Magazine
A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.
Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, reprisa o personagem na versão cinematográfica. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.
Nik Dodani será Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Amandla Stenbergerá Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa. Julianne Moore interpretará a mãe do protagonista titular.
Kaitlyn Deverdará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa. Amy Adams será a mãe de Connor, enquanto Danny Pino será seu marido.
A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.
A peça conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.
Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel entram como produtores do filme.
A Netflixdivulgou recentemente o primeiro teaser oficial de ‘Hold Tight’, sua nova série polonesa baseada no romance homônimo do icônico autor Harlan Coben.
Além disso, foi revelado que a produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming em 2022, ainda sem dia confirmado.
Subúrbios afluentes de Varsóvia, residentes próximos vivendo uma vida idílica. O inferno vem à Terra quando o jovem Adam, de dezoito anos, simplesmente desaparece do nada. A violência cresce em níveis assustadoras à medida que os pais tentam proteger seus filhos adolescentes, que resolvem investigar o caso por conta própria.
A Universal Pictures Brasil divulgou um novo teaser oficial e legendado de ‘O Telefone Preto’, terror estrelado por Ethan Hawke e dirigido por Scott Derrickson.
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de julho.
— Universal Pictures Brasil (@UniversalPicsBr) July 1, 2022
Em entrevista ao ComicBook, Hawke falou sobre um possível retorno em uma sequência da produção:
“Se o Scott [Derrickson] estiver envolvido, eu adoraria retornar para uma sequência. Algumas sequências nascem a partir da necessidade de continuar contando uma história, mas outras nascem para fazer mais dinheiro a partir de uma mesma premissa. Se for o primeiro caso, eu adoraria retornar. Essa é a diferença.”
Aclamado pelos críticos, o longa conquistou impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as reações:
O grande acerto está no elenco. Os jovens James Ransone e Madeleine McGraw são um espetáculo em cena, e o Ethan Hawke está bem assustador como o vilão (a máscara dele é bizarra). Seu personagem poderia ser melhor desenvolvido, mas isso não afeta o resultado final.
“Acabei de sair da exibição antecipada de ‘O Telefone Preto‘ na CinemaCon. Este é definitivamente um dos melhores filmes da Blumhouse. Os atores mirins são ótimos, especialmente as estrelas Mason ThameseMadeleine McGraw. Ethan Hawke nunca foi tão assustador ou aterrorizante.”
A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefonepreto. Mesmo desconectado, otelefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.
A Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Pinóquio’, versão em stop-motion comandada pelo aclamado realizador Guillermo del Toro, apresentando os bastidores da música original “Ciao Papa”.
A produção tem estreia agendada para o dia 09 de dezembro na plataforma de streaming.
Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.
A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.
A série nacional ‘Bom Dia, Verônica’ tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou o primeiro teaser promocional da 3ª temporada.
O vídeo indica que o próximo ciclo estreia em breve, ainda sem dia confirmado, e revela que Rodrigo Santoro (‘Wolf Pack’) e Maitê Proença (‘Meu Amigo Hindu’) como os novos membros do elenco.
Lembrando que o mais recente ciclo chegou à Netflix em agosto do ano passado.
A segunda temporada volta com a intriga da corrupção construída na primeira temporada e se aprofunda na investigação de Verônica. Oficialmente morta, Verônica fará o que for preciso para descobrir a verdade e voltar para sua família. Durante sua investigação, ela descobre uma ligação sombria entre o orfanato onde Brandão cresceu e um missionário perigoso em busca de poder absoluto.
‘A Baleia‘, drama estrelado por Brendan Fraser (‘A Múmia’) e dirigido pelo aclamado Darren Aronofsky (‘Mãe!’), já está disponível na Paramount+.
A produção, que rendeu o Oscar de Melhor Ator a Fraser, foi lançado na plataforma de streaming no último dia 14 de outubro.
Charlie (Fraser) é um professor de inglês recluso, que vive com obesidade severa e luta contra um transtorno de compulsão alimentar. Sozinho, ele convive diariamente apenas com a culpa, por ter abandonado Ellie (Sadie Sink), sua filha hoje adolescente que ele deixou junto com a mãe Mary (Samantha Morton) ao se apaixonar por outra mulher. Agora, ele irá buscar se reconectar com a filha adolescente e reparar seus erros do passado.
Relembre o trailer:
Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer Lawrence e Javier Bardem.
Vale lembrar que três novos personagens serão introduzidos na próxima temporada: Capitão Rayner, interpretado por Callum Keith Rennie, e a dupla Moll e L’ak, interpretada por Eve Harlow e Elias Toufexis, respectivamente.
Vale lembrar que o filme arrecadou US$122,5 milhões ao redor do mundo, sendo US$68,6 milhões apenas nos EUA – tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 no país atrás apenas de do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$77.1M).
Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.
O documentário ‘Super/Man: A História de Christopher Reeve’ (Super/Man: The Christopher Reeve Story, em tradução livre) já está se tornando destaque no cenário das premiações.
Durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2025, o filme levou para casa o prêmio de Melhor Documentário.
Lembrando que a obra recebeu 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Sundance, o documentário foi amplamente elogiado pelos críticos e aclamado como uma obra-prima.
Confira os comentários:
“Embora seja um filme centrado na luta de um homem, também se configura como um drama familiar. A maneira como sua paralisia transforma a dinâmica familiar ao longo dos anos é cativante de se acompanhar”, disse Siddhant Adlakha do IndieWire
“Um documentário comovente, angustiante e impressionantemente bem produzido”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“Uma poderosa história de resistência humana”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“No excelente Super/Man, Peter Ettedgui e Ian Bonhôte destacam o impacto de Reeve na pesquisa que transformou vidas, a família que foi essencial para ele e que continua seu trabalho até hoje, além de explorar o verdadeiro significado de ser um herói”, disse Ross Bonaime do Collider.
“É um filme que explora a dor e a força extraordinária da adversidade, além de ser um drama comovente que revela quem foi Christopher Reeve e suas experiências ao se situar entre o polarizador e o inspirador”, disse Matthew Creith do TheWrap.
“Um relato comovente de uma vida trágica, mas excepcional”, disse Chris Bumbray da JoBlo’s Movie.
A história de Christopher Reeve é de uma ascensão surpreendente de ator desconhecido a estrela de cinema icônica, e sua interpretação clássica de Clark Kent/Superman estabeleceu a referência para os universos cinematográficos de super-heróis que dominam o cinema hoje. Reeve interpretou Superman em quatro filmes e atuou em dezenas de outros papéis que reiteraram seu talento e alcance como ator, antes de se ferir em um acidente de equitação quase fatal em 1995, que o deixou paralisado do pescoço para baixo.
O longa, dirigido por Ian Bonhote (‘The Contestant’) e Peter Ettedgui (‘A Verdade sobre Marlon Brando’), com roteiro de Bonhote, Ettedgui e Otto Burnham, apresenta filmagens e arquivos pessoais inéditos para proporcionar uma visão íntima do cotidiano de Christopher Reeve e contar a história do homem que foi de um ator desconhecido a uma estrela do cinema.
O estúdio teve que desembolsar US$ 15 milhões para garantir os direitos globais do documentário.
Infelizmente, Christopher Reeve ficou tetraplégico após um acidente de cavalo em 1995. O ator faleceu em 2004, aos 52 anos, devido a uma grave infecção relacionada ao seu estado de saúde.
Segundo o Deadline, Chris Pine (‘Star Trek’), Lily-Rose Depp (‘Nosferatu’), Kelvin Harrison (‘Mufasa’) e Doona Bae (‘Rebel Moon’) foram escalados para o elenco da nova comédia de invasão alienígena ‘Alpha Gang’.
Dirigido por David e Nathan Zellner, o longa gira em torno de alienígenas enviados em uma missão para conquistar a Terra e escravizar os humanos. No entanto, eles são contagiados pela ‘doença’ da emoção, e seu plano começa a falhar assim que eles sentem alegria, medo, empatia e amor pelos terráqueos.
O roteiro foi escrito pelo próprio David, e a produção fica a cargo de Adele Romanski e Sara Murphy.
Vale lembrar que Channing Tatum, Zoë Kravitz e Steven Yeun estavam atados ao projeto em outubro do ano passado, mas deixaram o elenco por razões desconhecidas.
Mesmo vinte anos depois de chegar aos cinemas, o primeiro capítulo da saga de aventura e fantasia ‘As Crônicas de Nárnia’ continua a encantar não apenas o público, mas o próprio elenco do filme.
A adaptação, baseada nos escritos do popular e prestigiado romancista C.S. Lewis, foi intitulada ‘O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa’ e não só conquistou vários elogios da crítica, como tornou-se um sucesso de público.
Agora, o elenco protagonista do longa-metragem se reuniu para celebrar esse adorado projeto e recriou uma divertida imagem de bastidores vinte anos depois da original.
Georgie Henley, que interpretou Lúcia Pevensie, postou a cândida homenagem em seu Instagram oficial ao lado de Skandar Keynes (Edmundo), Anna Popplewell (Suzana), William Moseley (Pedro) e o diretor Andrew Adamson.
“20 anos! Tivemos que recriar esta foto em agosto, quando Andrew estava em Londres. Não tenho palavras, só posso agradecer ao Andrew por criar magia na vida real e nos deixar fazer parte dela, e agradecer a todos que amam o filme tanto quanto nós amamos fazê-lo. Postarei mais fotos da nossa família de Nárnia em breve. Que sorte a nossa!”, ela escreveu.
A trama é centrada em torno dos irmãos Pevensie que, fugindo da iminente ameaça nazista contra a Inglaterra no ápice da II Guerra Mundial, acabam por encontrar o mágico mundo de Nárnia e percebem que encarnam papéis muito maiores do que imaginavam – enfrentando perigos inimagináveis para trazer a paz de volta a esse fantástico mundo.
Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.
A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.
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