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‘Resident Evil’: Personagens clássicos se reúnem no novo cartaz do longa animado; Confira!

O longa animado ‘Resident Evil: Death Island‘ ganhou um novo cartaz, que reúne alguns dos personagens mais clássicos da franquia.

A arte inclui Jill Valentine, Leon S. Kennedy, Claire Redfield, Chris Redfield e a Rebecca Chambers.

Confira:

A produção está prevista para meados de 2023, sem data revelada.

Eiichiro Hasumi é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Makoto Fukami.

O agente Leon S. Kennedy está em uma missão para resgatar o Dr. Antonio Taylor de sequestradores, mas uma mulher misteriosa acaba frustrando seus esforços. Enquanto isso, o agente Chris Redfield está investigando um surto de zumbis em San Francisco, onde a causa da infecção não pode ser identificada. A única coisa que as vítimas têm em comum é que todas visitaram a Ilha de Alcatraz recentemente. Seguindo essa pista, Chris e sua equipe seguem para a ilha, onde um novo horror os espera.

‘The Girls On The Bus’: Série da HBO Max ganha imagens oficiais e data de estreia

O site Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens da série ‘The Girls On The Bus‘, baseada no livro ‘Boys on the Bus‘, de Tim Crouse.

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 14 de março, na HBO Max.

Confira as imagens:

A trama segue Sadie McCarthy (Melissa Benoist), uma jornalista que deixou sua vida de lado para ter a chance de cobrir a campanha presidencial para um jornal. Eventualmente, ela faz amizade com outras três competidoras, Grace (Carla Gugino), Lola (Natasha Behnam) e Kimberlyn (Christina Elmore). Apesar de suas diferenças, as mulheres se tornam uma família com cadeiras na primeira fila do maior evento dramático da cidade: a batalha pela Casa Branca.

O elenco ainda contará com Brandon Scott, Griffin Dunne, Leslie Fray, PJ Sosko, Becky Ann Baker, Kyle Vincent Terry, Tala Ashe e Richard Bekins.

A série foi criada por Amy Chozick e Julie Plec (‘The Originals’).

Rina Mimoun (‘Superman & Lois’) servirá como showrunner.

Homem de fé desafia o NAZISMO no trailer de ‘A Redenção’; Confira dublado e legendado!

A Paris Filmes divulgou o trailer nacional de ‘A Redenção – A História Real de Bonhoeffer‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

Enquanto o mundo oscila à beira da aniquilação, Dietrich Bonhoeffer se junta a uma conspiração mortal para assassinar Hitler, arriscando sua fé e seu destino para salvar milhões de judeus do genocídio.

Além de dirigir, Todd Komarnicki também assina o roteiro do longa.

O elenco conta com Jonas Dassler, August Diehl, David Jonsson, Flula Borg, Moritz Bleibtreu, William Robinson e Clarke Peters.

Cartaz do filme A Redenção.

‘The Last of Us’: Bella Ramsey fala sobre retorno na 3ª temporada e a saída de Neil Druckmann

Em entrevista ao Variety, Bella Ramsey refletiu sobre o impacto na série ‘The Last of Us‘ após a saída do cocriador Neil Druckmann.

Além disso, Ramsey também comentou sobre seu futuro nesta adaptação e seu possível retorno na próxima temporada.

“O universo de ‘The Last of Us’ é uma criação [de Neil Druckmann], assim como sua voz e sua direção criativa. Nada disso vai desaparecer na terceira temporada por ele não estar mais envolvido ativamente com a série. Essa sempre será sua criação. E nós sempre tentamos honrar os jogos e este universo que ele criou. Ele definitivamente fará falta durante as gravações, mas seu espírito seguirá na narrativa.”

Sobre seu possível retorno na terceira temporada – que será focada na Abby (Kaitlyn Dever) –, a artista faz mistério: “Eu meio que sei [sobre meu retorno], mas não posso contar. Tenho medo.”

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2027.

Durante o anúncio dos indicados à 77ª edição do Emmy Awards, a 2ª temporada da produção conquistou nada menos que dezesseis nomeações, incluindo Melhor Série de DramaMelhor Ator em Série de Drama para Pedro PascalMelhor Atriz em Série de Drama para Bella RamseyMelhor Ator Convidado em Série de Drama para Jeffrey WrightMelhor Atriz Convidada em Série de Drama para Kaitlyn Dever.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

EXCLUSIVO! Assista ao trailer de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas’ em PRIMEIRA MÃO

A Sony Pictures compartilhou com exclusividade ao CinePOP o primeiro trailer de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn).

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

‘Liga da Justiça’ e ‘Aquaman’ vão ganhar jogos de realidade virtual

A Warner Bros. e a IMAX firmaram uma parceria para transformar duas das suas próximas produções em jogos de realidade virtual. ‘Liga da Justiça’ e ‘Aquaman’ vão migrar do cinema para um novo universo, que permitirá os fãs ingressarem na trama.

A experiência, que foi anunciada em uma coletiva de imprensa feita pela IMAX, será feita em um novo espaço criado pela empresa, conjuntamente com o estúdio AMC, no cinema Kips Bay, em Manhattan.

Adotando o espaço vazio e inutilizado do local, serão criados cápsulas de Realidade Virtual, onde os visitantes poderão pagar para jogar os jogos, que incluem também uma outra experiência envolvendo o reboot de ‘A Múmia’.

Além de ‘Aquaman’ e ‘Liga da Justiça’, um terceiro filme da Warner entrou nessa parceria, mas a escolha só será feita no futuro.

Durante a coletiva, o chefe do gabinete de Desenvolvimento de Negócios da IMAX, Robert Lister, comentou sobre o desejo de expandir os nichos atuantes da empresa:

“Queríamos entrar neste ramo e a parceira com a Warner Bros. foi sempre a nossa premissa para isso. As mesmas pessoas com as quais temos acordos para grandes filmes, agora também possui grandes negociações para o mercado da realidade virtual. Isso nos permite também aumentar o alcance das campanhas de marketing destas produções, que já são bem grandes”.

‘Creed II’: Stallone publica nova foto com figurino de Rocky; Confira!

As filmagens da sequência ‘Creed II’ já estão rolando e o veterano Sly Stallone publicou uma nova imagem, que o traz trajando seu figurino como mentor de Adonis Creed.

Confira:

Stallone assina o roteiro da sequência. Michael B. Jordan reprisa o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, volta apenas como produtor. Steven Caple Jr. (‘Class’) assume a direção.

Creed 2 tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

‘O Quinteto’: Aclamada série dos anos 90 vai ganhar reboot

A popular série dos anos 90 ‘O Quinteto‘ (‘Party of Five‘) vai ganhar um reboot pela emissora Freeform, da Disney. A informação foi revelada pela revista EW.

Segundo a publicação, a nova versão foi desenvolvida pela mesma dupla responsável pela produção original, Amy Lippman e Chris Keyser e terá episódios de uma hora de duração. O canal encomendou uma primeira temporada completa, com 10 capítulos.

Na nova trama, o público vai acompanhar os filhos Acosta, que tentam sobreviver a uma sucessão de dificuldades em união, após os seus pais terem sido deportados para o México. O elenco da produção vai contar com Brandon Larracuente como Emilio, Emily Tosta como Lucia, Niko Guardado como Beto e Elle Paris Legaspi como Valentina.

O episódio piloto foi co-escrito por Lippman, Keyser e Michal Zebede.

O Quinteto‘ contou com seis temporadas, exibidas originalmente entre os anos de 1994 e 2000. O elenco contava com nomes que eventualmente se tornaram sucesso, como Matthew Fox (‘Lost‘) e Neve Campbell (‘Pânico‘), acompanhados de Scott Wolf, Lacey Chabert e Andrew e Steven Cavarno.

‘Schitt’s Creek’: Popular série vai ganhar documentário após episódio final

A aclamada série ‘Schitt’s Creek‘ está caminhando para o seu fim e a exibição do episódio final da série virá acompanhado de um especial de encerramento..

Logo após a exibição do capítulo em questão, os fãs poderão conferir o documentário ‘Best Wishes, Warmest Regards: A Schitt’s Creek Farewell‘, um programa de uma hora de duração que vai refletir sobre o impacto sociocultural da série.

O documentário para TV vai ao ar no dia 07 de abril, em uma exibição simultânea nos canais Comedy Central, POP e Logo.

Confira o trailer oficial da 6ª e última temporada: 

 

Schitt’s Creek‘ acompanha as peripécias da família Rose, que após ter sido trapaceada pelo seu próprio advogado, vê toda sua fortuna se perder completamente. Mas, por sorte (ou não), eles conseguem resgatar um de seus bens: A pequena e apagada cidade Schitt’s Creek, comprada por eles mesmo no passado como parte de uma brincadeira.

A série recebeu várias indicações ao Emmy Awards 2019 e foi criada por Eugene Levy e seu filho, Daniel Levy, que protagonizam a produção lado de Catherine O’HaraAnnie Murphy, Emily HampshireNoah Reid.

‘A Dança da Morte’: Assista a uma cena do ÚLTIMO episódio da minissérie

A minissérie ‘A Dança da Morte (The Stand), baseada no livro homônimo de Stephen King, chega ao fim nesta quinta-feira (11).

E para aguçar o entusiasmo dos fãs, a CBS All Access divulgou um pequeno trecho do capítulo de encerramento, que trará uma conclusão diferenciada para a personagem Frannie.

Na cena divulgada, ela reflete sobre a sua jornada e sobre a forma como o mundo se encontra.

Assista:

A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).

A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.

O elenco grandioso conta com Alexander Skarsgård, Whoopi Goldberg, Jovan Adepo, Owen Teague, Greg Kinnear, Brad William Henke, Nat Wolff, Daniel Sunjata, James Marsden, Amber Heard, Odessa Young, Eion Bailey, Katherine McNamara, Heather Graham, Marilyn Manson, Hamish Linklater e Henry Zaga.

 

‘Através da Minha Janela’: Elenco recria cena em divertido vídeo legendado; Assista!

A nova comédia romântica teen intitulada ‘Através da Minha Janela‘, já se tornou um sucesso na Netflix, dominando a 3ª posição do TOP 10 títulos mais vistos da plataforma de streaming.

E para comemorar o lançamento do longa, os atores Clara Galle e Julio Peña se reencontraram para fazer uma breve leitura de um dos trechos da obra original, na qual a produção é baseada.

Ao longo do vídeo, a dupla recria a cena em que Raquel confronta Ares por ele ter hackeado sua senha da wifi e por ter invadindo o seu computador.

Confira:

Na trama, A paixão de Raquel pelo vizinho vira algo a mais depois que ele também começa a sentir algo por ela, apesar das objeções da família.

Confira o trailer:

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

Pilar Castro, Hugo Arbues e Eric Masip completam o elenco.

Do Pior ao Melhor: 10 Filmes que Recontam a Origem de Histórias Consagradas

Com a chegada de Robin Hood: A Origem aos cinemas, uma discussão foi levantada: Qual o motivo de Hollywood recontar a história de personagens ícones da cultura popular? A resposta pode estar na bilheteria e no receio de apostar em roteiros originais. De certo, apresentar um personagem já conhecido é um convite para o público revisitar suas memórias afetivas, vide as grandes expectativas de 2019: Dumbo e O Rei Leão.

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

Ator acredita que Sam Raimi ainda pode voltar para a franquia ‘Homem-Aranha’

Em uma nova entrevista ao site JoBlo, o ator Thomas Haden Church, que viveu o Homem-Areia emHomem-Aranha 3, ainda acredita que o diretor Sam Raimi pode retornar para dirigir um possível ‘Homem-Aranha 4’.

“Sam sempre terá uma casa na Sony, mas em relação à franquia, eles estão divididos. Acho que Sam poderia retornar caso estivesse muito interessado, o que ainda não aconteceu. Ele é muito enérgico e cheio de combustível criativo e se eles o convidassem para retornar, acho que ele iria considerar, com certeza”

Será que a Sony faria um novo filme da franquia com Tobey Maguire?

Na mesma entrevista, Church também acha que Topher Grace fez um bom trabalho no papel do vilão. O ator defendeu o personagem, confirmando que o simbionte só foi incluído na história depois que o roteiro já estava pronto.

“O estúdio precisava de mim e de continuar a história de Franco, e então eles queriam algo mais moderno. Foi assim que o Venom e Topher Grace surgiram. E, a propósito, achei que Topher foi ótimo e que o Venom dele era bem assustador. Foi como isso evoluiu, fiquei bem emocionado, sou um grande admirador de Sam Raimi, adoro Tobey Maguire como ator. Gostei de todos os envolvidos e gostei muito do roteiro”

Homem-Aranha 3 encerrou a trilogia do herói dirigida por Sam Raimi, em 2007, sendo uma das maiores bilheterias da Sony Pictures até hoje.

O filme solo deVenom chega aos cinemas em 5 de Outubro de 2018, com Tom Hardy como Eddie Brock.

Ponto Cego

(Blindspotting)

 

Elenco:

Daveed Diggs

Rafael Casal

Janina Gavankar

Direção: Carlos López Estrada

Gênero: Drama

Duração: 95 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 4 de Outubro de 2018

Sinopse:

Collin (Daveed Diggs) precisa passar pelos últimos três dias de liberdade condicional para ganhar a chance de ter um novo começo. Ele e seu amigo de infância problemático, Miles (Rafael Casal), trabalham como mensageiros e, quando Collin testemunha um tiroteio policial, a amizade dos dois homens é testada à medida que lidam com suas identidades e diferentes realidades no bairro em que cresceram.

Curiosidades:

» Amigos e colaboradores de longa data, Daveed Diggs e Rafael Casal co-escrevem e estrelam esta história oportuna e descontroladamente divertida sobre amizade e interseção de raça e classe social tendo como pano de fundo a cidade de Oakland.

»  Repleto de energia, estilo e humor, e inspirado pelo espírito do rap e hip hop, ‘Ponto Cego‘ é corajosamente dirigido por Carlos López Estrada que estreia no cinema com uma provocante carta de amor que brilha com a humanidade.

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Opinião | Netflix errou no formato de lançamento de ‘Stranger Things’?

Lançada em 2016, a série Stranger Things foi fundamental para popularizar a Netflix no Brasil e também esse formato de temporadas de séries serem lançadas de uma vez só na plataforma. Na época, isso foi algo revolucionário e acabou por popularizar um verbete muito usado hoje quando o assunto é séries: “maratonar”.

Com essa pequena revolução da Netflix, a empresa adotou esse formato como seu padrão para as séries. Com episódios variando entre 20 e 40 minutos, algumas de suas produções que vieram depois fizeram muito sucesso e consolidaram essa ideia de assistir a uma temporada inteira numa ‘batida’ só como um modelo de sucesso que chegou a ser adotado por outras empresas concorrentes.

Porém, com a pandemia e a falta de assunto com os amigos, que também estavam presos em casa, esse formato de “maratonas” perdeu um pouco do fôlego. Uma prova disso é outra série distribuída pela Netflix, Arremesso Final (The Last Dance), que teve episódios lançados semanalmente e acabou sendo um companheiro de pandemia para muita gente por aí.

A cada novo episódio, a série entrava nos assuntos mais comentados das redes sociais, o que deu a ela uma repercussão gigantesca. Coisa que a série dos Lakers, lançada neste ano no HBO Max, passou longe de ter, apesar de ser maravilhosa.

Pouco tempo depois, o Disney+ começou a ganhar força com séries como The Mandalorian e WandaVision, que foram lançadas com episódios semanais também na casa dos 20 a 40 minutos, também figurando semanalmente nos assuntos mais comentados das redes.

Isso já era um forte indicativo que o tal “formato Netflix”, de maratonas e explosão de comentários no primeiro fim de semana, talvez estivesse desgastado.

Nesse intervalo, o Amazon Prime Video, que conseguiu emplacar a série The Boys, em 2019, passou a adotar um formato híbrido entre o tradicional e o “modelo Netflix”. Eles lançaram a segunda temporada com três episódios de aproximadamente uma hora estreando de uma vez, para o público ‘maratonar’ esse início, e lançou o restante da temporada de com episódios semanais.

A decisão foi um sucesso, conseguindo resultados expressivos nas redes sociais no fim de semana de estreia, e ainda engajou os fãs nas redes sociais, que discutiam teorias e levavam a série e seus personagens aos Trending Topics toda semana. Isso trouxe uma grande relevância para a temporada e aumentou a expectativa para a terceira temporada, que chegou à plataforma nesta semana.

Agora, uma semana depois da estreia da terceira temporada de Stranger Things, já podemos assumir que a decisão do formato não foi das melhores. Diferentemente das temporadas anteriores, a Netflix decidiu dividir a temporada em duas partes, deixando os dois episódios finais para chegarem à plataforma daqui a um mês, em julho.

O problema é que a “divisão” da temporada deixou sete episódios de aproximadamente 1h de duração para o público maratonar. Esse aumento do tempo dos episódios já não é propício para ver tudo de uma vez. Porque além de cansar a audiência, é bem provável que ele canse o público e reduza a atenção prestada nos capítulos.

Fora isso, a repercussão nas redes sociais parece ter ficado abaixo do que poderia. A série figurou no Top-3 dos assuntos mais comentados por quatro dias consecutivos, incluindo o fim de semana de estreia – que é padrão de figurarem no topo dos assuntos mais falados  nesse formato.

No entanto, no resto da semana, Stranger Things ficou restrito a uma bolha de fãs que amam a série. A sensação que fica, até pelo conteúdo FANTÁSTICO que essa temporada trouxe, é que as teorias e o engajamento poderia ser muito maior caso o público tivesse mais tempo para ‘digerir’ melhor os capítulos.

“Ah, mas ninguém é obrigado a ver tudo de uma vez”, você pode dizer. É verdade, mas a tendência é que os fãs, que aguardaram três anos pela temporada, afoguem sua ansiedade vendo tudo de uma vez.

Além disso, por serem episódios maiores, aumentam as críticas negativas que apontam que os capítulos são cansativos ou coisas do tipo. Por mais que o formato da Netflix seja famoso, é nítido que essa temporada foi feita para ser consumida de forma semanal.

É interessante reparar também que até mesmo o formato da Amazon, de lançar três episódios iniciais de uma vez e trazer o resto por semana, já aumentaria a repercussão de cada episódio e sem dúvida alguma manteria a série em alta até o lançamento de sua ‘parte 2”. Isso chega a ser um erro por parte da empresa? Não. A gente não sabe quais as pretensões e os planejamentos da Netflix acerca de sua série mais popular, mas fica a sensação de que o formato de lançamento impediu uma repercussão histórica para a série. Imagina o quanto não teria de teorias e propaganda boca a boca se o público tivesse que esperar uma semana para ver o que acontece depois do episódio 4 ou do episódio 7? O pessoal catando e discutindo referências, conexões e detalhes por semanas?

Para complicar ainda mais a situação, as plataformas rivais estão com séries como Obi-Wan Kenobi e The Boys tendo episódios lançados toda semana, tendo mais uma série com potencial vindo aí: Ms. Marvel. Caso tivesse seus episódios lançados por semana, não tenho a menor dúvida que Stranger Things ofuscaria o reinado solitário dessas produções durante as semanas e promoveria um engajamento bem interessante para a série. Sem contar as matérias de jornais, portais e revistas sobre batalhas por audiência e coisas do tipo, que aumentariam ainda mais a exposição da marca.

Agora fica a dúvida: Será que a série vai ter gás até julho, quando chega sua parte 2? Vamos ter que aguardar.

A primeira parte da terceira temporada de Stranger Things está disponível na Netflix.

Crítica | A Médium – Novo Terror sobre Possessão é PERTURBADOR!

As histórias sobre possessões demoníacas ou de outros espíritos menos malignos têm povoado o imaginário da indústria cinematográfica há décadas. Desde a virada do milênio, porém, um novo estilo de narrativa foi agregado a esse subgênero, encabeçado pela produção ‘A Bruxa de Blair’ que o tornou bastante popular: o estilo “found footage”, ou, em outras palavras, uma história que surge a partir de gravações encontradas, antigas, abandonadas, desconhecidas, e que revelam determinada verdade sobre o mistério de quem a gravou e desapareceu. De lá para cá, são mais de vinte anos de sucesso desse subgênero, cujo mais novo representante é ‘A Médium’, longa de terror que chega com exclusividade nos cinemas brasileiros esta semana.

Nim (Sawanee Utoomma) é uma médium bastante respeitada em uma cidade pequena no interior da Tailândia. De acordo com suas palavras, ela costuma receber o espírito da divindade Bayan, que protege e cura as pessoas na região. Essa bendição é, também, uma maldição em sua família, uma vez que a divindade escolhe quem será sua receptora, mesmo que à revelia da vontade da pessoa. E sempre escolhe as mulheres da família de Nim, tendo passado de sua avó para sua tia no passado. Porém, quando chegou a vez de sua irmã mais velha, Noi (Sirani Yankittikan), ela recusou o chamado, obrigando, automaticamente, que Nim assumisse a função. Agora, sua filha, Mink (Narilya Gulmongkolpech), parece apresentar os mesmos sintomas de quando a divindade a escolheu, e tudo isso está sendo registrado por uma equipe de filmagem que queria documentar os médiuns da região. Porém, coisas estranhas começam a acontecer com a jovem Mink, e não tem nada a ver com o espírito de Bayan

Em pouco mais de duas horas de duração, a extensão da produção é seu ponto mais prejudicial, uma vez que cento e vinte minutos de câmera balançando e pessoas em seu cotidiano acaba dando uma cansada, especialmente nos primeiros quarenta minutos, em que a história ainda está sendo situada e a coisa toda parece ainda se tratar de um documentário sobre médiuns. Por outro lado, o novo filme de Banjong Pisanthanakun explora bem sua localização – a Tailândia – para usar como ferramenta de suporte a cultura e o misticismo local, contando com o alheiamento do espectador sobre o país de modo a transformar cerimônias ritualísticas comuns em algo fantasmagórico aos olhos de quem assiste.

Dirigido pelo mesmo diretor da franquia ‘Espíritos’ (duologia que fez sucesso no início do milênio), o roteiro de Chantavit Dhanasevi e Siwawut Sewatanon para a história de Na Hong-jin consegue fazer bem a transição do comum ao paranormal, criando uma ótima ambientação de terror sobrenatural até o fim (e principalmente no fim). O elenco é bastante competente e transparece o horror que deveria estar sentindo nas situações, convencendo-nos, especialmente a jovem Narilya Gulmongkolpech, dotada de um contorcionismo e uma expressão facial assustadoras, que consegue construir uma personagem que vai do comum ao bizarro em poucas cenas.

Numa pegada bem ‘Atividade Paranormal’ com ‘Espíritos: A Morte Está a Seu Lado’, o terrorA Médium’ traz frescor ao subgênero found footage, abraçado por uma cultura bastante desconhecida do grande público, que oferece certo fascínio em quem assiste. ‘A Médium’ é para ser assistido durante o dia, pois, à noite, pode ser perturbador.

Ranking das temporadas de ‘Game of Thrones’ – Da Pior à Melhor

A aguardadíssima oitava (e última) temporada de Game of Thrones chega às telinhas da HBO neste domingo, 14 de abril. Com apenas seis episódios – embora alguns com mais de uma hora de duração -, o ano promete dar um ponto final não só na disputa pelo Trono de Ferro, mas também no conflito com o exército do Rei da Noite.

Aproveitando o retorno da série, o CinePOP decidiu fazer um ranking de todas as temporadas até aqui, da pior à melhor. É uma boa forma de relembrar o que aconteceu até o momento, além de discutir o que deu certo e o que não funcionou tão bem.

Veja como ficou a nossa lista! E não deixe de dizer qual seria a sua ordem de preferência nos nossos comentários.

7. Sétima temporada (2017)

Um show de fan service. Assim pode ser descrita a penúltima temporada de Game of Thrones. Embora com grandes momentos, como a morte de Olenna Tyrell e o confronto entre o exército de Jaime Lannister contra um dragão de Daenerys Targaryen, o ano parecia mais interessado em fomentar o ship Jonerys (Jon Snow + Daenerys) do que em desenvolver a história. Isso fica evidente no momento da morte de Viserion, em que sua “mãe” parece nem ligar muito para o que estava acontecendo.

GOT, desde o início, foi uma série que ficou marcada por surpreender os fãs. E por despedaçar apegos ou sentimentos. A produção sempre foi brutal e não poupou os espectadores. Ao se render ao casalzinho e investir em reencontros (como a união dos Starks), Game of Thrones entregou uma temporada previsível ao máximo. E que poderia ter sido bem melhor.

 

6. Quinta temporada (2015)

Importante parte dos livros, Dorne sempre foi irrelevante na série. E justo quando decidiram abordar o reino, o fizeram da pior forma possível. Tudo envolvendo Dorne é péssimo na temporada, e mal desenvolvido. Desde a sede de vingança de Ellaria Sand pela morte de Oberyn Martell ao assassinato de Myrcella.

Outros pontos fracos do ano estão no núcleo do Porto Real, com o casamento de Margaery e Tommen, e em Meereen, com Dany sofrendo com os Filhos da Harpia. Pelo menos, valeu pela cena dela escapando voando em seu dragão.

Um momento importante, e bom, da temporada é Jon Snow assumindo como novo Lorde Comandante da Guarda da Noite, sendo responsável por negociar com os “selvagens” além da muralha.

 

5. Segunda temporada (2012)

Muita coisa importante e legal aconteceu na segunda temporada de GOT. Tivemos o encontro de Arya com Tywin Lannister, Brienne prometendo lealdade a Catelyn, Tyrion brilhando como Mão do Rei e, é claro, a incrível Batalha da Água Negra.

Mas também não podemos deixar de reconhecer alguns pontos negativos, como a traição de Theon e a tomada de Winterfell, quase tudo envolvendo a magia de Melisandre, e todo o péssimo núcleo de Dany em Qarth.

A trama andou muito pouco com relação ao primeiro ano e não tivemos nenhuma morte realmente relevante para a história.

 

4. Sexta temporada (2016)

Uma verdadeira confusão. Assim pode ser descrita a sexta temporada de Game of Thrones. São várias as histórias desconexas, além do início da oferta de fan service através do ressuscitamento de Jon Snow e do reencontro do personagem com a irmã Sansa. Ainda temos Arya cega, Sam visitando a família com Gilly, Cersei esperando o julgamento e, mais uma vez, Dorne.

É claro que também tivemos coisas boas, como a história de origem de Hodor (“Hold the Door!”) e, principalmente, a Batalha dos Bastardos. O confronto entre os exércitos de Jon Snow e Ramsay Bolton é brutal e empolgante, com direito ao clássico momento de vingança de Sansa.

Ah! De negativo na batalha só Rickon Stark, que estaria vivo até hoje se soubesse correr em zigue-zague.

 

3. Primeira temporada (2011)

Se nos cinemas, geralmente, as continuações são inferiores aos originais, nas séries é bem comum ter uma primeira temporada pior que as seguintes. Afinal, há a necessidade de introduzir de forma clara e didática boa parte dos cenários e personagens. No caso de Game of Thrones, ainda há todo um debate político e histórico por trás.

Ainda assim, é impossível não reconhecer a qualidade e o impacto do primeiro ano da série. A introdução de Ned Stark e sua família marcam o elemento mais bem sucedido da temporada. E o fato de Ned morrer só ajudou a transformar a série em um fenômeno. O protagonista morrendo na primeira temporada? Só em GOT.

O lado político é o elemento que melhor funciona, enquanto que o núcleo de Daenerys e seu casamento com Khal Drogo não é tão bem desenvolvido.

 

2. Quarta temporada (2014)

É impressionante o número de acontecimentos importantes (e bombásticos) vistos ao longo da quarta temporada de Game of Thrones. Só de mortes marcantes, tivemos Joeffrey, Oberyn Martell, Shae, Ygritte e Tywin Lannister. Por sinal, a de Oberyn vem num julgamento por combate brutal, que terminou com o Montanha esmagando os olhos do carismático personagem.

Outro ponto alto da temporada foi a “road trip” entre Arya e o Cão de Caça, que terminou com este último lutando contra Brienne. E, pra terminar, ainda tivemos a impactante batalha na Muralha, com Jon Snow tentando impedir o avanço dos Selvagens. O penúltimo episódio da temporada é todo dedicado ao confronto e mostra o lado estrategista de Jon, além de colocá-lo contra a amada Ygritte.

 

1. Terceira temporada (2013)

Não foi uma decisão fácil, mas uma olhada aprofundada no terceiro ano de GOT nos mostra o motivo de ter sido escolhido o melhor de toda a série. Pra começo de conversa, não podemos ignorar que é nesta temporada que temos o episódio mais brutal e chocante de todos vistos até aqui. Sim, estamos falando do Casamento Vermelho.

O capítulo foi o responsável por mostrar para o mundo – especialmente para as pessoas não familiarizadas com os livros – quem era George R. R. Martin. Tudo muda na série após o Casamento Vermelho, e as mortes de Catelyn Stark, Robb Stark, Talisa e Vento Cinzento. É um acontecimento que modifica não só a narrativa, mas o comportamento e a percepção do fã com relação à série. Ned Stark havia provado que ninguém estava seguro, mas é aqui que descobrimos que há formas piores de morrer do que ser guilhotinado em praça pública.

A terceira temporada marca ainda uma evolução na narrativa de Daenerys. Ela deixa para trás o núcleo chato de Qarth e vai libertar os escravos de Astapor, com direito ao primeiro grito de “Dracarys”. Impossível esquecer. 

Fugir é a melhor solução no novo teaser de ‘American Horror Story: 1984’; Assista!

American Horror Story: 1984‘ mais um teaser assustador que emula a icônica cena do espantalho em Annabelle 2: A Criação do Mal.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘King Richard’: Liev Schreiber entra para o elenco da cinebiografia

Segundo a VarietyLiev Schreiber (Ray Donovan) entrou para o elenco da nova cinebiografia da Warner Bros.King Richard.

O ator dará vida ao treinador de tênis Paul Cohen, em oposição a Will SmithReinaldo Marcus Green entra como diretor.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

A história, assinada por Zach Beylin, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Green fez seu début nos cinemas com o drama Monsters and Men, em 2018 no Festival de Sundance. O longa recebeu o prêmio especial do júri. O diretor também é conhecido por supervisionar os episódios da próxima série da NetflixTop Boy.

King Richard tem estreia marcada para 25 de novembro de 2020.

‘A Crônica Francesa’: Filme de Wes Anderson tem estreia ADIADA por tempo indeterminado

O calendário de estreias cinematográficas mudou de uma hora para outra no dia de hoje.

Além do adiamento da nova trilogia de Star Wars e das próximas sequências de Avatar, a Disney também anunciou a remoção do lançamento de Mulan de seu cronograma oficial. Agora, o aguardado filme de Wes Anderson, intitulado ‘A Crônica Francesa’ (‘The French Dispatch’) também sofreu um destino similar.

Segundo o IndieWire, o longa-metragem também foi retirado do calendário da Casa Mouse e não tem mais previsão de chegada aos cinemas. Vale lembrar que a obra tinha estreia marcada para outubro deste ano.

A Crônica Francesa‘ (The French Dispatch) é uma carta de amor aos jornalistas.

Ambientado na redação de uma revista americana em uma cidade fictícia francesa do século XX, o filme apresenta uma coleção de histórias publicadas na The French Chronicle, a revista em questão.

Escrito e dirigido por Wes Anderson, o filme é estrelado por Benicio del Toro, Frances McDormand, Jeffrey Wright, Adrien Brody, Timothée Chalamet, Léa Seydoux, Tilda Swinton, Mathieu Amalric, Lyna Khoudri, Stephen Park, Owen Wilson e Bill  

‘Ammonite’: Drama com Kate Winslet e Saoirse Ronan ganha novo trailer oficial; Confira!

A NEON divulgou o novo trailer oficial do drama lésbico-histórico estrelado por Kate WinsletSaoirse Ronan‘Ammonite’.

Francis Lee comanda o projeto.

Confira:

Winslet dá vida à famosa paleontóloga britânica Mary Anning, que se torna amiga de uma mulher londrina pela qual se apaixona (Ronan). A história é ambientada nos anos 1920, numa cidade costeira do Reino Unido.

O elenco também é formado por Fiona ShawJames McArdleGemma JonesAlec Sacareanu.

Antes mesmo de ser confirmado, o filme já passou por uma polêmica controvérsia envolvendo a família de Anning, que alegaram que a sexualidade da paleontóloga nunca havia sido confirmada. Seus parentes declararam que a vida sexual de Mary a traria humilhação, por ser exposta nas telonas.

Lee, por sua vez, respondeu às acusações dizendo que “depois de ver a história LGBT ser heteronormatizada na nossa cultura, e dado uma figura histórica cuja vida não traz evidências de relacionamentos heterossexuais, não é permitido que ela ganhe uma nova perspectiva, em outro contexto? Como um diretor gay, continuarei a explorar temas de classe, gênero e sexualidade em meu trabalho, tratando meus personagens com a verdade e o respeito que merecem”.

O cineasta ganhou aclame crítico por seu trabalho em ‘Reino de Deus’, que estreou no Festival de Sundance de 2017. O drama focado no romance entre um fazendeiro e um imigrante foi indicado ao prêmio BAFTA de Melhor Filme Britânico.

Winslet, por sua vez, é conhecida por ter protagonizado o drama histórico Titanic, além de ter levado para casa o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em ‘O Leitor’. Recentemente, participou do longa ‘Roda-Gigante’, de Woody Allen.

Ronan ganhou bastante aclame por diversas performances, tendo sido indicada duas vezes na categoria e Melhor Atriz por LadybirdBrooklyn. Seu último trabalho foi em Duas Rainhas, história baseada em fatos reais no qual contracenou com Margot Robbie.

‘Ammonite’ estreia em breve no Brasil.

‘Elite’: Cayetana e Phillippe são destaque no novo teaser da 4ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser da 4ª temporada de ‘Elite’, cujos episódios estreiam em 18 de junho.

O vídeo traz Cayetana (Georgina Amorós) e o recém-anunciado Phillippe (Pol Granch), que será um dos novos personagens do próximo ciclo.

Confira:

Vale lembrar que Danna Paola, Ester Expósito, Jorge López, Álvaro Rico e Mina El Hammani não retornam como Lu, Carla, Valerio, Polo e Nadia para a 4ª temporada.

Paola não gostou dos rumos de sua personagem na terceira temporada e pediu para deixar a série, assinando contrato para retornar para outra série que ela participava, ‘La Doña‘. Expósito também não volta, mas recentemente estrelou outra minissérie da Netflix, chamada ‘Alguém Tem que Morrer’.

Manu RiosCarla DíazMartina Cariddi e Granch são as novas adições no elenco.

Confira nossa crítica da temporada anterior:

Curiosidades | ‘A Mentira’, aclamada comédia teen com Emma Stone, completa 12 anos!

Antes de ganhar o Oscar por ‘La La Land: Cantando Estações’ e de ter participado de obras como ‘Birdman’‘A Favorita’Emma Stone ganhou reconhecimento internacional com a aclamada rom-com adolescente A Mentira.

Lançada em 2010, a produção, dirigida por Will Gluck, reviveu um gênero já cansado e imediatamente entrou para a lista de clássicos ao lado de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’‘Meninas Malvadas’. Aqui, Stone dá vida a Olive Penderghast, uma jovem de dezessete anos arrastada para um turbilhão de acontecimentos que vira sua vida de cabeça para baixo. Depois de ter mentido para sua melhor amiga (Aly Michalka) sobre ter perdido a virgindade, Olive se torna a “prostituta” da escola e começa a fingir transar com os alunos do colégio que frequenta – atraindo a ira dos professores e de um culto cristão que domina a escola.

Além de elogiosas críticas e um elenco de ponta que inclui Stanley TucciAmanda BynesPatricia ClarksonLisa KudrowThomas Haden Church, a produção arrecadou incríveis US$75 milhões (contra um orçamento de apenas US$8 milhões).

Para celebrar o 12º aniversário do longa-metragem, separamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • O filme parte da perspectiva de Olive, que reconta os eventos através de uma apresentação ao vivo em seu quarto. Stone, para conseguir o papel, reproduziu a mesma sequência através da webcam de seu próprio computador.
  • Antes de ser escalada para o filme, Stone foi considerada para viver uma das protagonistas da ação fantástica cyberpunk ‘Sucker Punch: Mundo Surreal’. Entretanto, quando conseguiu o papel, resolveu migrar de um projeto para o outro.
  • Todas as cenas narradas e em frente à webcam foram rodadas em um dia. Stone tinha teve uma diária de 14 horas de duração em que simplesmente olhava para a câmera e falava seu monólogo. De vez em quando, andava pelo set de filmagens para alongar os músculos de tanto ficar sentada.
Penn Badgley as “Todd” and Emma Stone as “Olive Penderghast” in Screen Gems’ EASY A.
  • O roteiro é parcialmente inspirado no clássico romance A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawthorne. Lançada em 1850, a história é centrada em Hester Prynne, que tem uma filha através de um caso romântico e luta para recomeçar uma vida de penitência e dignidade. Marginalizada pelo povoado em que morava, ela passou a usar uma letra A vermelha (aludindo ao adultério que cometera) para lembrar a todos do que ela havia feito – o que Olive espontaneamente passa a fazer depois de ter sua reputação “manchada”.
  • Olive diz que seu nome é um anagrama para “I love” (“eu amo”). Entretanto, seu sobrenome, Penderghast, também é um anagrama para a frase “pretend shag” (“fingir transar”), que é o mote principal do longa-metragem.

  • Bynes interpretou a antagonista Marianne Bryant, uma fanática religiosa que se torna a principal inimiga de Olive. Apesar de ser elogiada pela atuação, ela disse que decidiu se afastar da atuação depois de se ver no filme (segundo uma entrevista dada em 2018).
  • No roteiro original, Olive teria uma irmã mais nova chamada Ginger, e não um irmão adotado chamado Chip.
  • Dois estudantes que pagaram a Olive para dizer que transaram com ela são chamado Phil Lord e Christopher Miller. Soa familiar? É porque os nomes dos personagens foram baseados na icônica dupla de realizadores que ficaria responsável pela animação vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’.
Emma Stone as “Olive Penderghast” and Patricia Clarkson as Olive’s mother, “Rosemary” in Screen Gems’ EASY A.
  • Na Espanha, o partido socialista da cidade de Valladolid (PSOE) queria censurar e proibir a divulgação dos cartazes do longa-metragem, com a justificativa de que eram ofensivos para com as mulheres.
  • Nas primeiras versões do roteiro, Olive não cantaria a música “Knock on Wood” na sequência do pep rally na quadra do colégio. Na verdade, ela performaria uma versão de “Nobody Does It Better”, música-tema de ‘007: O Espião que me Amava’, de 1977.

Curiosidades | ‘Cabaret’, clássico musical estrelado por Liza Minnelli, completa 50 anos em 2022!

O cenário cinematográfico é apaixonado pelo gênero musical – e um dos que melhor representam esse estilo narrativo é, sem sombra de dúvida, o clássico Cabaret.

Lançado em 1972 e dirigido pelo lendário Bob Fosse, o longa trouxe nomes como Liza MinnelliMichael YorkJoel Grey às telonas e apresentou uma nova perspectiva da Alemanha nazista dos anos 1930. Na trama, a cantora de cabaré estadunidense Sally Bowles (Minnelli) conhece o acadêmico britânico Brian Roberts (York), que está terminando seus estudos na universidade. Apesar da confusão de Brian acerca de sua sexualidade, os dois se tornam amantes – mas a chegada de um abastado e decadente jovem, Maximilian von Heune (Helmut Griem) complica as coisas para eles. O triângulo amoroso, então, se desenrola em meio à ascensão do partido nazista e o colapso da República de Weimar.

Aclamado pela crítica especializada e condecorado com inúmeras honrarias, o filme conquistou oito prêmios do Oscar, incluindo Melhor Direção para Fosse, Melhor Atriz para Minnelli e Melhor Ator Coadjuvante para Grey, além de ser selecionado pela Biblioteca do Congresso para preservação nos Estados Unidos, por sua relevância cultura, estética e histórica.

No próximo dia 13 de fevereiro, a obra completa cinquenta anos de existência – e é claro que não poderíamos deixar suas bodas passarem em branco. Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores da produção.

Confira:

  • O autor inglês Christopher Isherwood, que criou a personagem Sally Bowles para um conto lançado em 1937, apreciou a atenção que o filme trouxe à sua carreira, mas acreditava que Minnelli era muito talentosa para o papel. Segundo ele, Sally foi baseada em Jean Ross, uma cantora amadora de dezenove anos que vivia sob a ilusão de que tinha qualidade de estrela musical – a antítese da “filha de Judy Garland“.
  • O filme levou oito estatuetas da Academia para casa, mas não a de Melhor Filme (além de ter perdido o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado para ‘O Poderoso Chefão’). Em 2020, o longa permanece com o recorde de maior número de vitórias no Oscar com exceção da de Melhor Filme.

  • Anos antes de estrelar o filme, Minnelli cantou “Maybe This Time” quando apareceu ao lado da mãe, Garland, no London Palladium.
  • Em 1972, durante uma entrevista com Dick Cavett, Minnelli comentou que descobriu que Sally Bowles era uma pessoa verdadeira, chegando a colocar anúncios no jornal numa tentativa fracassada de conhecê-la. Acredita-se, porém, que a atriz não sabia que Sally Bowles não era o nome real dela, e sim Jean Ross.
  • Minnelli fez o design de seu cabelo e de sua maquiagem com a ajuda do pai, o diretor Vincente Minnelli.

  • Em preparação para reprisar seu papel como o Mestre de Cerimônias, Grey fez uma extensa pesquisa para conquistar o sotaque alemão perfeito.
  • A música “Married”, que faz parte da versão original da Broadway, foi cortada da adaptação cinematográfica. A canção pode ser ouvida em um rádio, no fundo de uma cena, em que Brian e Sally falam sobre casamento.
  • Vários interiores do filme foram construídos em palcos de som, em Munique, que recentemente haviam ficado disponíveis depois de servirem de estúdio para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, de 1971.

  • O negativo original de Cabaret foi perdido há muito tempo e pode nunca ser encontrado. Boa parte da restauração do filme para VHS, DVD, digital e outros formatos modernos teve que ser refeito, quadro a quadro.
  • Billy Wilder (‘Se Meu Apartamento Falasse’), Joseph L. Mankiewicz (‘Cleópatra’) e Gene Kelly (‘Cantando na Chuva’) foram considerados pelos produtores para comandar a adaptação, antes de Fosse ser contratado. Pouco depois de ser escalado como diretor, Fosse insistiu em revisar o roteiro já escrito por Jay Presson Allen, instruindo, eventualmente, que o roteirista Hugh Wheeler revesse o conteúdo da história para torná-lo mais fiel à história original.

‘Riverdale’: Sabrina Spellman está de volta na promo oficial do episódio 06×19; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “The Witches of Riverdale, 19º episódio da 6ª temporada de Riverdale que traz Kiernan Shipka de volta como a icônica Sabrina Spellman.

Na trama, “quando vários caem na isca do mais recente plano de Percival, Cheryl pede ajuda à sua amiga bruxa Sabrina Spellman. Enquanto isso, Percival dá a Reggie um ultimato”.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de julho.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Artigo | ‘O Homem que Inventou o Natal’ é uma apaixonante obra que honra o legado de Charles Dickens

Charles Dickens é um dos nomes mais conhecidos da literatura mundial. O romancista inglês tornou-se responsável por arquitetar narrativas extremamente envolventes e que, além de se desenrolarem de modo fluido e muito conciso, representam uma enorme crítica à sociedade de meados do século XIX que estava pautada em um individualismo exacerbado pós-Revolução Industrial. De certo, analisar suas obras apenas com um olhar periférico é cair em um dos erros mais imperdoáveis da crítica – a perspectiva superficial -, visto que faz-se necessário inclusive conhecer o background do próprio autor para poder compreender cada um dos cosmos que cria com maestria – como Oliver Twist’, O Mistério de Edwin Drood’ e, obviamente, a soberba atmosfera natalina de Um Conto de Natal’.

Girando em torno do amargurado empresário Ebezener Scrooge, tal trama traz, como já é de se esperar do panteão dickensiano, inúmeras alfinetadas em uma parcela da população que é movida apenas pela ambição e pelo lucro. Tendo sido adaptada para inúmeras investidas cinematográficas e televisivas – incluindo uma assustadora e convincente releitura animada pelos estúdios Disney -, pouco se sabe, entretanto, acerca do que realmente moveu o novelista a criar uma de suas obras-primas e como ele chegou a tamanha perfeição literária. E levando em conta que a produção de inusitadas biopics parece ter ganhado o coração da indústria hollywoodiana, não foi uma grande surpresa que a vida de Dickens tenha sido levada para os cinemas na divertidíssima e comovente O Homem que Inventou o Natal.

Primeiramente, grande parte do público atual parece ter uma afeição além do normal por narrativas de época – e qualquer coisa que seja ambientada na Londres vitoriana é, de fato, chamativo, incluindo seus cenários clássicos e a inebriante ambiência de dúvida e caos que se mescla a uma perspectiva utópica e inalcançável de esperança. Aqui, temos o incrível carisma de Dan Stevens encarnando o protagonista, resgatando alguns trejeitos exagerados que podem ou não serem reais, mas que certamente adicionam algumas camadas de quebra de expectativa para algo que poderia se render ao drama excessivo. Dickens vive com sua esposa e com seus três filhos em um enorme casarão, e está lidando com o iminente sucesso de seu último livro, Oliver Twist’, a qual não foi recebida com entusiasmo o suficiente pela crítica especializada, mas foi abraçada pelas massas como um discurso acerca da camada menos favorecida. 

Já no começo do primeiro ato, percebemos o principal obstáculo a ser enfrentado pelo protagonista: ele próprio. Tudo bem, é claro que ele também tem que lidar com a pressão de seus editores por uma nova obra e com a crescente defasagem monetária pela qual passam, implicando em uma exponencial decadência de status que conversa tanto com sua conturbada infância quanto com a insurgência de Scrooge; entretanto, aqui estamos focados em como todo esse determinismo se traduz em um bloqueio criativo doloroso e que basicamente evoca inúmeros fantasmas de seu passado, incluindo o do pai John (Jonathan Pryce). 

O mote que move o escopo geral é o dinheiro e como suas múltiplas faces impactam, direta ou indiretamente, na vida de todos ao seu redor. Charles tornou-se órfão após presenciar a prisão de sua família por questões financeiras e orquestradas por um grupo de enfurecidos agiotas; isso o levou a trabalhar em uma fábrica de sapatos em ruínas, no qual tudo o que conhecia virou pó e passou a ser tratado como um forasteiro e um pária. Em outras palavras, ele foi obrigado a amadurecer contra sua vontade, e só depois de conseguir escapar desse sombrio cárcere, veio a se transformar no ilustre escritor; mesmo assim, ele também acabou cedendo aos luxos do dinheiro e gradativamente tornou-se uma pessoa também amargurada, cujos gatilhos são ativados diversas vezes ao longo da trama. 

Talvez essa seja o principal fator que permitiu ao protagonista desenvolver uma trama que se passasse em um dos feriados mais festivos do ano, o Natal, brincando com os paradoxais conceitos de “solidariedade” e “egoísmo” ao buscar inspiração em sua vivência – incluindo o macabro encontro com um misterioso homem em um cemitério londrino que eventualmente serviu como escopo para a existência de Ebezener. É claro que nada disso seria possível sem o consistente roteiro assinado por Susan Coyle: resgatando os principais temas explorados na biografia homônima de Lee Standiford, Coyle transforma uma análise verídica em uma explanação lúdica e fantasiosa sobre a criação do romance em questão, permitindo-se realizar até mesmo uma releitura do próprio conto ao colocar as várias facetas de Dickens em um mesmo cosmos. 

Christopher Plummer é o nome que rouba a cena, mais uma vez. Encarnando o anti-herói de Um Conto de Natal’, sua caracterização não se restringe apenas ao aplaudível trabalho da maquiagem e dos efeitos especiais, mas também alastra-se para seus trejeitos vocais e corporais. Diferentemente de outras investidas para adaptar a narrativa escrita, este talvez seja a mais coerente releitura de Scrooge, afastando-se de quaisquer estereótipos para uma subjetividade arquetípica e complexa que humaniza uma das figuras mais desprezíveis da literatura inglesa. Isso permanece desde sua primeira aparição até os momentos finais – que por um lado deixam a desejar pelo excesso de felicidade e pela premeditada conclusão fabulesca do “e todos viveram felizes para sempre”. 

De qualquer modo, o diretor Bharat Nalluri não deixa que essa divertida história discorra em vão, e utiliza-se de suas habilidades para dialogar com a fluidez narrativa: as construções imagéticas prezam por planos-sequência muito bem estruturados e o uso de contra-plongées que brinquem com a ideia de superioridade e inferioridade, seja socioeconômica, seja psicológica, ainda que, algumas vezes, permaneça na zona de conforto da comum montagem de ação-e-reação. Nalluri trabalha com maestria com a fotografia burlesca e expressionista de Ben Smithard, o qual usa e abusa de recursos estilísticos como o contraste entre branco e preto e o excesso de uma duvidosa névoa – mesmo que sofre algumas influências de um infeliz pedantismo identitário. 

O Homem que Inventou o Natal é uma caprichosa e tragicômica visão acerca da vida e obra de Charles Dickens. Mesmo com seus aparentes erros, é impossível não se encantar com as minúcias de seus incríveis visuais e não se envolver com atuações convincentes de um elenco on point. Podemos não ter exatamente uma rendição que honre por completo uma obra tão atemporal – mas definitivamente estamos no caminho certo. 

‘Rainha Charlotte’: Série derivada de ‘Bridgerton’ já está disponível na Netflix!

‘Rainha Charlotte’spin-off de Bridgerton focado na icônica monarca titular, já chegou à Netflix.

A produção foi lançada hoje, 04 de maio, na plataforma de streaming.

A trama acompanha a rainha Charlotte, interpretada novamente por Golda Rosheuvel na fase adulta e India Armateifio na juventude, enquanto ela ascende à monarquia britânica. A série também explora o começo de seu romance com o Rei George (Corey Mylchreest) e sua relação com Lady Danbury (Adjoa Andoh na fase adulta e Arsema Thomas quando mais jovem).

Relembre o trailer:

Michelle Fairley, Sam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril Nri e Hugh Sachs completam o elenco.

Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e fica responsável pelo roteiro.

Bryan Fuller, criador da série ‘Hannibal’, é acusado de ASSÉDIO e AGRESSÃO SEXUAL

Segundo o Deadline, um produtor da série de terror ‘Queer for Fear’, da Shudder, processou o serviço de streaming, a AMC Networks e o produtor executivo Bryan Fuller por assédio sexual, ambiente de trabalho hostil e retaliação.

Em resposta, um novo processo por difamação e processo malicioso poderá surgir em breve, disse um advogado de Fuller.

“O réu Bryan Fuller cultivou e manteve um ambiente de trabalho hostil como resultado de assédio, discriminação, assédio sexual, agressão sexual e retaliação dos anos de 2020 a 2022”, alega Sam Wineman em um processo gráfico e explícito que atingiu a súmula do Tribunal Superior de Los Angeles no último dia 04 de outubro.

A declaração continua: “o Sr. Fuller agrediu sexualmente o demandante várias vezes durante a produção d[o documentário] Queer for Fear’ para os réus da AMC e seu serviço de streaming Shudder”.

Com produção executiva de Fuller, que também é conhecido por HannibalPushing Daisies, a série de documentários de quatro episódios em questão examina a história e o papel dos artistas LGBTQ+ e da comunidade em geral nos gêneros de terror e suspense.

Programado para coincidir com o Halloween do ano passado e apresentando entrevistas com nomes como Justin Simien, o criador de Riverdale’ Roberto Aguirre-Sacasa e a autora Carmen Maria Machado, Queer for Fear’ foi exibido na plataforma de 30 de setembro a 21 de outubro de 2022.

Wineman, que entrou como diretor do projeto ao lado de Fuller, afirma que depois de denunciar o suposto “abuso… comportamento e comentários ilegais” e “preocupação com a masturbação” ao vice-presidente da Shudder, Nick Lazo, e a outras pessoas, ele foi demitido do projeto em agosto de 2021.

“Os réus da AMC e os réus produtores executivos ignoraram todos os sinais de alerta, facilitaram e permitiram a conduta ilegal do Sr. Fuller e, por fim, ratificaram o comportamento e os comentários”, aponta a declaração de vinte e uma páginas. “O ato final de retaliação dos réus foi reduzir os créditos ganhos pelo reclamante quando a produção foi ao ar por volta de 30 de setembro de 2022″.

A AMC está analisando a reclamação e não fez comentários imediatos, disse um porta-voz da empresa nesta última quinta-feira. No entanto, o advogado de Fuller, Bryan Freedman, fez uma breve declaração sobre o processo.

“Não se enganem, Sam Wineman será processado por difamação com base em declarações que são provavelmente 100% falsas”, ele disse.

‘Fallout’: Aguardada adaptação ganha cenas INÉDITAS; Confira!

A aguardada adaptação Fallout, baseada na aclamada franquia de games homônima, chega este mês ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou cenas inéditas da produção.

Lembrando que a série estreia no dia 12 de abril.

Confira, a partir de 00:11, e siga o CinePOP no YouTube:

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Todd Howard, o produtor da série disse que a trama será ambientada no cânone dos jogos, mas vai se concentrar em uma narrativa inédita porque:

“Eu não queria uma releitura de uma trama que já existe. Muito do que conversamo enquanto planewjávamos a série eram coisas do tipo: ‘Isso aqui é igual àquilo que fizemos em Fallout 3’… E eu dizia: ‘É, nós já contamos essa história, precisamos de algo novo’. Eu não tenho interesse em reciclar nada do que já fizemos. Eu estava interessado em contar uma história única na série. Trate-a como um jogo e dê aos criadores da série um campo para eles brincarem.”

Mesmo assim, a Bethesda [produtora responsável pelos games] considera a trama da série como parte fundamental da franquia como um todo.

“Consideramos os eventos da série como algo canônico. É incrível quando alguém olha para o seu trabalho e o traduz com estilo. Já pude ver [alguns trechos da série] e pensei: ‘Ah, por que não fizemos isso antes?’.”

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

As 10 Melhores Músicas NACIONAIS da Década (Até Agora)

Por mais que o brasileiro tenha um apreço significativo pela cultura estrangeira, principalmente a norte-americana, é inegável dizer que os artistas nacionais têm habilidades que se igualam e até mesmo superam a dos internacionais.

Apenas no cenário musical contemporâneo, podemos citar nomes como LinikerJãoANAVITÓRIA como representantes do MPB e do pop nacional, enquanto AnittaPabllo VittarLudmilla, por exemplo, voltam-se para o funk, o pagode e a eletrônica. Não obstante a forte presença da nova geração, artistas como Marisa MonteLulu Santos e Ivete Sangalo permanecem ativos em um encontro entre passado e presente – confluindo suas incríveis estéticas em atemporais espetáculos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores músicas nacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “KIDS ON WHIZZ”, Alok & Everyone You Know (2021)

Alok é um dos nomes mais importantes não só da música brasileira, mas também da eletrônica mundial – e, neste prolífico ano, lançou inúmeras canções, incluindo a instigante “Kids on Whizz” em fevereiro de 2021. O electro-dark, que conta com a colaboração do ato Everyone You Know, gira em torno de uma narrativa centrada nas pistas de dança e em um complicado relacionamento que traz elementos do electro-dance e do house.

9. “FUNK RAVE”, Anitta (2024)

O destaque principal de ‘Funk Generation’, o álbum mais recente de Anitta, é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio.

8. “CALMA”, Marisa Monte (2021)

Marisa Monte, uma das musas do MPB e um dos nomes mais conhecidos do cenário fonográfico nacional, fez um glorioso retorno em 2021 com o lançamento de “Com Calma”, música que se apoia na bossa-nova e flerta com as composições mais densas do samba para falar sobre a pressa da vida e ser guiada pelo som dos violinos, do piano e do saxofone.

7. “TERCEIRA”, Lívia Nolla (2020)

Em “Terceira”Lívia Nolla volta ao período transitório entre os anos 1990 e 2000 e absorve a estética única de Fiona Apple para uma tríptica narrativa; os solos da guitarra são inspirados pela rebeldia nostálgica de Cássia Eller e Rita Lee – mas o que mais nos rouba a atenção é a montanha-russa e as inversões ousadas a que a cantora e compositora se propõe a nos entregar.

6. “LOCADORA PT. II”, Jão (2024)

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas, “Locadora Pt. II”, funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. E a faixa, movida por vocais cristalinos e por uma exuberante produção musical que é marcada pelo baixo, pela bateria e por trompetes, é orquestral e deliciosamente anacrônica do começo ao fim, superando a versão original e merecendo o lugar na nossa lista.

5. “PENHASCO.”, Luísa Sonza (2021)

Em “penhasco.”, Luísa Sonza revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.

4. “CORRE O MUNDA”, Adriana Calcanhotto (2020)

“Corre o Munda” é o desfecho perfeito e necessário para uma obra do calibre de ‘Só’, mais recente lançamento de Adriana Calcanhotto. Perscrutada com um solilóquio romântico e que faz alusões a Fernando Pessoa sobre Coimbra, cidade portuguesa para a qual retornaria antes da pandemia, a cantora discorre sobre o caudaloso rio Mondego e sua vivência naquele país europeu.

3. “BEND THE KNEE, Bruno Martini feat. IZA & Timbaland” (2020)

Enquanto “Bend the Knee” passou longe de ganhar um marketing digno do que representa para o cenário musical brasileiro, a canção merece estar no nosso Top 10. O conhecido Timbaland se reuniu com dois nomes nacionais, Bruno Martini e a sempre incrível IZA, para uma incursão electro-disco regada a sintetizadores e um refrão viciante.

2. “4 DA MANHÃ EM SALVADOR”, Baco Exu do Blues (2022)

Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.

1. “BABY 95”, Liniker (2021)

Liniker, um dos mais importantes nomes do cenário fonográfico brasileiro, não deixaria seus fãs de mãos abanando e, algumas semanas atrás, lançou a delicada balada “Baby 95”. Estendendo suas ramificações para a simplicidade sonora dos anos 1980, marcada pelo piano e pela ecoante bateria, a artista fala sobre o enlace romântico entre duas pessoas e até mesmo se deixa levar pelas incursões da bossa-nova.

‘Reacher’ enfrenta vilão GIGANTE na nova imagem da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de ‘Reacher‘, série de ação estrelada por Alan Ritchson, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Agora, a revista Empire divulgou uma imagem exclusiva do novo ciclo, dando destaque ao antagonista Paulie, interpretado pelo gigantesco ator holandês Olivier Richters – que, com seus 2,18m de altura, faz com que Ritchson pareça bem diminuto.

Confira:

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A nova iteração será lançada no dia 20 de fevereiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

‘Alice in Borderland’: Depois do teaser, confira o cartaz INÉDITO da 3ª temporada!

Depois do primeiro teaser trailer oficial, a Netflix divulgou um cartaz inédito da 3ª temporada de ‘Alice in Borderland‘.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 25 de setembro.

Confira:

Na trama, acompanhamos Ryohei Arisu, um jovem desempregado e vidrado em videogames, que se vê transportado para uma versão alternativa de Tóquio, onde ele e seus amigos são forçados a participar de jogos mortais para sobreviver.

A série é baseada no mangá homônimo criado por Haro Aso.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

Vincent Lindon e Tahar Rahim na primeira imagem da nova adaptação do CLÁSSICO ‘Os Miseráveis’, de Victor Hugo

Studiocanal revelou a primeira imagem oficial de Os Miseráveis, nova versão do clássico romance romântico de Victor Hugo.

As filmagens tiveram início no último dia 17 de julho na cidade de Bordeaux, e se estenderam até novembro, terminando em Paris.

A adaptação é dirigida por Fred Cavayé (‘À Queima Roupa’) e conta com um elenco protagonista de grande calibre.

Vincent Lindon estrela como Jean Valjean, o herói do icônico emblema do Romantismo francês assinado por Victor Hugo em 1862. O elenco contará com Tahar Rahim (Inspetor Javert), Benjamin Lavernhe (Monsieur Thénardier), Camille Cottin (Madame Thénardier) e Noémie Merlant (Fantine).

Confira a foto:

Studiocanal ainda afirmou que a versão de Cavayé irá abraçar o “clássico atemporal” de Hugo enquanto “transportará o público em um evento cinemático moderno em 2026”.

Mais detalhes não foram revelados.

“O filme manterá o lado literário e dramático, a profundidade dos personagens e as questões sociais que estão no cerne da história, o que infelizmente continua cada vez mais relevante hoje em dia. Mas há um aspecto do romance que, em última análise, o torna uma história de aventura, ainda que com profundidade”, disse Cavayé em uma entrevista ao Deadline. “Quero intensificar isso de uma forma que nunca foi realmente destacada em outras adaptações. O filme permanecerá fiel ao romance de Victor Hugo, ao mesmo tempo em que introduz códigos e dinâmicas de suspense, como a cena de perseguição em que Valjean rouba o pão”.

Na trama…

Na França do século XIX, o ex-prisioneiro Jean Valjean, perseguido ao longo de décadas pelo impiedoso investigador Javert por ter violado sua liberdade condicional, busca redenção pelo seu passado e decide acolher a filha da prostituta Fantine.