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Confira o ESPETACULAR teaser de ‘Pantera Negra 2’

A Marvel divulgou o primeiro teaser da aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘.

Confira:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 10 de novembro.

O enredo de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘ ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

Angela Bassett, Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Winston Duke e Michaela Coel também estão no elenco. ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, que estreia no dia 10 de novembro, é dirigido por Ryan Coogler (‘Creed‘), o filme não utilizará CGI para representar o astro Chadwick Boseman.

Última temporada de ‘Recursos Humanos’ ganha data de estreia; Confira o teaser!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª (e última) temporada de ‘Recursos Humanos‘ (Human Resources), série derivada da animação ‘Big Mouth‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o ciclo final estreará oficialmente no dia 9 de junho.

Confira o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

A série apresenta dois novos monstros: Petra, o Gremlin da Ambição (Rosie Perez), e Keith, o Gremlin do Luto (Henry Winkler). Eles se juntam aos outros monstros que já conhecemos: Mona, a Monstro Hormonal (Thandiwe Newton), Simon Sex (Jemaine Clement), Tito, o Mosquito da Ansiedade (Maria Bamford), e Gavin, o Monstro Hormonal (Bobby Cannavale).

Além deles, outros rostos conhecidos da série original também aparecem, tais como Maury o Monstro Hormonal (Nick Kroll), Connie a Monstro Hormonal  (Maya Rudolph), Emmy o Inseto do Amor (Aidy Bryant), Pete the Logic Rock (Randall Park), Rochelle a Inseto do Amor (Keke Palmer), Walter o Inseto do Amor (Brandon Kyle Goodman), o Mago da Vergonha (David Thewlis) e Sonya a Inseto do Amor (Pamela Adlon).

A produção foi cocriada e produzida por Kelly Galuska, Nick Kroll, Andrew Goldberg, Jennifer Flackett e Mark Levin.

Dakota Fanning estrelará novo TERROR do diretor de ‘Os Estranhos’

De acordo com o Variety, Dakota Fanning (‘O Protetor: Capítulo Final’) será o protagonista do terror ‘Vicious‘, próximo filme dirigido por Bryan Bertino (‘Os Estranhos’).

Na trama…

Uma jovem deve passar a noite lutando pela sua existência após perder a noção da realidade ao receber um misterioso presente de um visitante noturno.”

O longa está programado para estrear no dia 8 de agosto de 2025.

Além de dirigir, Bertino também assina o roteiro da produção.

Vale lembrar que Fanning também irá estrelar o terror ‘Os Observadores‘ (The Watchers), dirigido por Ishana Night Shyamalan – filha do aclamado cineasta M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

Na trama, Mina, artista de 28 anos, se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites.

‘A Substância’: Terror com Demi Moore já arrecadou quase US$ 70 milhões mundialmente

Sucesso! De acordo com o Deadline, o aclamado terror ‘A Substância‘, estrelado por Demi MooreMargaret Qualley, já arrecadou quase US$ 70 milhões nas bilheterias mundiais.

Até o momento, o filme soma US$ 66.5 milhões, mas o site afirma que a produção deve encerrar sua passagem pelos cinemas com uma arrecadação global em torno de US$ 70-75 milhões.

Vale lembrar que o terror foi desenvolvido originalmente pela Universal Pictures, com um orçamento de US$ 18 milhões. A diretora, no entanto, não quis comprometer sua visão e ceder às edições sugeridas pelo estúdio – o que fez seus direitos serem vendidos para o MUBI.

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação de Rotten Tomatoes –, ‘A Substância‘ acabou se tornando o maior sucesso da Demi Moore como protagonista nos cinemas desde ‘Striptease‘ (US$113M), lançado em 1996.

Na América Latina, o longa superou a marca dos US$ 20 milhões em arrecadação, ultrapassando os números registrados por sucessos do gênero, como ‘Fale Comigo‘ (US$14.7M), ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ (US$8M) e ‘Imaculada‘ (US$6.7M), neste mesmo território.

Confira nossa crítica em vídeo:

Após ser demitida da TV por ser considerada “velha demais” para ser atriz, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) recorre a um sinistro programa de aprimoramento corporal. A substância milagrosa promete rejuvenescê-la, mas resulta em uma transformação ainda mais radical. Ela agora precisa dividir seu corpo com Sue (Margaret Qualley), sua versão jovem e melhorada, e, aos poucos, começa a perder completamente o controle da própria vida. Em um pesadelo surreal sobre a busca incessante pela juventude, A Substância revela o preço oculto da perfeição.

Coralie Fargeat é responsável pela direção e roteiro.

Dennis QuaidHugo Diego GarciaPhillip SchurerJoseph Balderrama também fazem parte do elenco.

Madelaine Petsch luta pela sobrevivência no trailer DUBLADO da sequência ‘Os Estranhos: Capítulo 2’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da sequência ‘Os Estranhos: Capítulo 2‘, terror estrelado por Madelaine Petsch (‘Riverdale’).

O próximo capítulo da franquia acompanha os acontecimentos logo após o final da primeira parte, com a sobrevivente Maya em perigo novamente.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

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Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.

Tubarões atacam no trailer LEGENDADO de ‘Águas Mortais’, novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror ‘Águas Mortais‘ (Deep Water), próximo filme de tubarão assassino do diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), ganhou trailer legendado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho, pela Diamond Films.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

Aaron Eckhart e Ben Kingsley estrelam. O elenco ainda conta com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

‘Animais Fantásticos 2’: Começam as filmagens e filme ganha sinopse oficial

A sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ já iniciou as filmagens de sua principal fotografia e trouxe novos membros ao elenco.

Claudia Kim (‘A Torre Negra’) viverá uma atração do circo de feitiçaria, William Nadylam será um novo feiticeiro chamado Yusuf Kama, Ingvar Sigurdsson dará vida a um caçador de recompensas, Olafur Darri Olafsson será o dono do circo, Skender, e Kevin Guthrie entra para a trama como o chefe do Congresso Mágico dos Estados Unidos.

Também foi divulgada a sinopse oficial:

“Como prometeu que faria, Grindelwald conseguiu fugir e vem reunindo mais seguidores para sua batalha – sempre deixando bruxos acima dos não-maj. O único capaz de detê-lo é o bruxo que já foi seu amigo mais querido, Alvo Dumbledore. Porém, Dumbledore precisará da ajuda do bruxo que já frustrou Grindelwald uma vez, seu ex-aluno Newt Scamander. A aventura reúne Newt com Tina, Queenie e Jacob, mas sua missão também testará a lealdade deles à medida que enfrentam novos perigos em um mundo mágico cada vez mais perigoso e dividido”.

Vale lembrar que recentemente Jude Law havia sido confirmado como o jovem Albus Dumbledore, ao lado de Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange). Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander.

J.K. Rowling, que estreou como roteirista no grande sucesso mundial ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, também escreveu o roteiro do segundo filme da franquia.

Crítica 1 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 8.5)

Confira nossa crítica em vídeo:

 

animais fantásticos e onde habitam

‘Os Simpsons’ se torna a série de TV mais longa da história

A animação original da Fox, ‘Os Simpsons’, quebrou um novo recorde, se tornando a série de TV mais longa da história.

A marca foi atingida no último domingo (29), com a exibição do episódio de número 336, intitulado ‘Forgive and Regret’, da 29ª temporada.

A série que manteve o emblemático feito até então foi ‘Gunsmoke‘, que se estendeu por 20 anos e contou com 335 episódios.

Para celebrar a quebra do recorde, a animação ainda brincou em sua abertura, fazendo uma paródia da clássica produção western.

Confira:

Confira a abertura de ‘Gunsmoke:

 

Ops! ‘WiFi Ralph’ é divulgado como vencedor do Oscar de Melhor Animação

A sequência ‘WiFi Ralph‘ foi indicada ao Oscar 2019, mas a estatueta acabou sendo levada por ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

No entanto, a animação da Disney está sendo comercializada como vencedora do prêmio. Em uma prateleira repleta de edições do filme no formato Blu-Ray, um anúncio em destaque apresenta a continuação com as devidas honras.

O erro foi registrado por um usuário do Reddit e não se sabe qual foi loja que cometeu a gafe em questão.

Confira:

A animação ultrapassou a marca de US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais. Com US$ 198 milhões arrecadados apenas nos EUA, o longa soma mais de US$ 306 milhões no mercado internacional.

Ao total, o filme já arrecadou mais de US$ 505.4 milhões mundialmente.

Para termos de comparação, essa sequência já superou a bilheteria do primeiro filme, que arrecadou US$ 471.2 milhões mundialmente.

WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

‘Frozen 2’: ‘Show Yourself’ ganha versão em Karaokê; Confira!

A Disney divulgou um novo vídeo da popular sequência em animação ‘Frozen II‘.

O material traz a canção ‘Show Yourself’ na versão karaokê, para os fãs poderem cantar direto em meio à reclusão social.

Assista:

Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Novo teaser prepara os fãs para a grande estreia da série

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia apenas na próxima sexta-feira (18) e para aguçar ainda mais o entusiasmo dos fãs, a Marvel Studios divulgou um novo teaser.

Além de anunciar a vindoura chegada da produção, o vídeo promocional reúne rápidas sequências de ação que são de tirar o fôlego.

Assista:

Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada pela crítica especializada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica. 

O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis. 

Confira as principais reações do momento:

“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”. 

“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”. 

“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”. 

“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”. 

“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”

“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”. 

“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:

  • 6 episódios
  • Episódio 1: 47 minutos e 17 segundos
  • Ação muito dinâmica
  • Narrativa profunda
  • Roteiro direcionado para os personagens
  • Diversidade de personagens
  • Meu Deus, que final” 

“Pude assistir Falcão e o Soldado Invernal. Episódio 1 – cerca de 40 minutos de duração.

Ótimo poder ver o foco em Sam e Bucky, ambos excelentes.

Muita ação, thriller político, mais político do que a Marvel já foi um dia. O embargo cai na quinta-feira, dia 17″.

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

Crítica | A Baleia: Brendan Fraser tem chances reais no Oscar 2023 com novo drama de Darren Aronofsky

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Entre um semblante cansado e um corpo fatigado pelas marcas do excesso de peso, Charlie é um homem solitário e recluso, que se esconde em uma pequena casa pouco arejada e fria, que ressoa a chuva torrencial que insiste em cair sobre o telhado. Nesse cenário, surge um Brendan Fraser diferente. Com uma maquiagem elaborada capaz de gerar bastante controvérsia entre militantes, ele estampa a delicadeza e a tristeza de alguém que abriu mão de si mesmo e passa os seus dias à deriva de sua própria existência, à espera do seu inevitável fim. Assombrado pelas consequências de suas escolhas duvidosas e por um passado doloroso, ele é um professor universitário que faz de suas aulas online o artifício que precisa para esconder suas feições do restante do mundo.

O título A Baleia pode gerar a impressão errada. Ao contrário do que muitos inevitavelmente poderiam sugerir, o título do novo drama de Darren Aronofsky de fato faz uma alusão direta ao clássico da literatura Moby Dick. Apaixonado pela arte da escrita, Charlie é apegado a um antigo papel que traz uma breve análise sobre o livro. Sempre que se sente diante de alguma crise em sua saúde, se volta para as curtas linhas escritas a fim de se acalmar. A simbologia desse profundo e misterioso instante são explicadas ao longo da narrativa, que ainda mostra a reconexão entre um pai distante e sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), que cresceu debaixo do fantasma do abandono. E aqui, essas duas pessoas tão distintas formam dois extremos de uma mesma moeda: Enquanto uma é vítima da alienação parental, o outro é reduzido ao abandono pessoal e social, por medo das opiniões alheias.

Ao longo dessa jornada, Fraser dá vida a um pai que tenta reconstruir sua história com sua filha, a partir de uma relação disfuncional regida pelo abuso verbal, desrespeito e falta de autoridade. E nesse contexto, ainda estamos diante de uma penosa história de redenção, acompanhando as agruras de um pai que vive sob o medo. E sua dor, seus anseios e suas mágoas nos acompanham, queimando nossa alma tamanho o brilhantismo da performance de Fraser. Se submetendo ao estado de mais pura fragilidade psicoemocional, o carismático ator ressurge como a fênix em um protagonismo há muito tempo esperado por nós. Após anos subjugado ao ostracismo – em virtude de uma denúncia de abuso sexual que envolvia um executivo de Hollywood -, ele faz de A Baleia sua própria história de redenção, mostrando seu poder de renascimento como um artista que jamais deveria ter sido ignorado por compartilhar um trauma sofrido nos bastidores.

Com uma performance apaixonante que parte nossos corações, o astro de A Múmia entrega em seu olhar muito mais do que qualquer diálogo poderia expressar e nos convida para a sua dor a partir de uma caracterização complexa, emocionalmente delicada e difícil de ser digerida. Trazendo um nível de sensibilidade extrema a um personagem que facilmente poderia cair no radar das agendas contemporâneas que negam a obesidade mórbida como uma doença, ele presenteia a audiência com um trabalho puro, cuidadoso e sensato – capaz de se identificar com todos os tipos de público. Provando ser um dos candidatos mais fortes ao Oscar 2023 – ao lado de Austin Butler e de sua versão de Elvis, Brendan Fraser tem chances reais de redefinir sua carreira com a tão sonhada estatueta. E com uma elaborada sinergia que exala em cada cena, Fraser, Sink e Hong Chau formam um trio poderoso que retrata três facetas tão diferentes de um mesmo tipo de sofrimento.

Concentrando sua trama em um único ambiente, a adaptação da peça homônima de Samuel D. Hunter (que também assina o roteiro) ainda destaca a habilidosa direção de Aronofsky, que sabe explorar os ângulos extremos para ampliar a sensação de espaço entre os personagens, à medida em que também é capaz de construir uma atmosfera claustrofóbica, que sufoca tanto eles, bem como o público. E abordando um tema menos abstrato, que deixa de lado aqueles entraves da psique que já vimos em seus longas anteriores, o aclamado cineasta entrega um excelente trabalho e faz da performance de Fraser o norte que guia toda a sensibilidade do longa. E ainda que haja um certo sentimentalismo às vezes forçado, A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um emocionante conto sobre perdão e reconciliação familiar.

Assista a crítica em vídeo:

Crítica | Triângulo da Tristeza – Ganhador da Palma de Ouro é uma sátira político-social engraçada e impactante

Ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes, Triângulo da Tristeza (Triangle of Sadness) coloca em um plano jocoso a luta de classe e o embate sobre os prazeres e as agruras do capitalismo. 

Assim como em Parasita (2019), de Bong Joon-ho, Triângulo da Tristeza utiliza o timing cômico para apresentar uma envolvente e ácida crítica social. Com um currículo de seis filmes impressionantes, o sueco Ruben Östlund, responsável pela direção e roteiro, expõe desta vez uma nova classe de privilegiados, os “influencers”, por meio de diálogos mordazes e situações bem-humoradas. 

Cena debochada de um casting de modelos.

Em seu filme anterior, The Square – A Arte da Discórdia (2017), igualmente premiado com a Palma de Ouro em Cannes, Östlund já tinha apresentado o seu modo intenso de trabalhar uma crítica a partir de particularidades individuais à esfera coletiva. A comparação com a obra coreana Parasita, não é por acaso. São ambos filmes com proposições políticas e de comando à reflexão, ao mesmo tempo em que se propõem encantar e divertir o público. 

Desde a cena inicial, numa sala repleta de modelos masculinos para um teste de casting, Triângulo da Tristeza já ostenta o seu tom de ironia, o qual é exacerbado ao longo das 2h20 de filme. O extenso tempo não é motivo de preocupação, cada minuto é um deleite da criatividade do autor. 

Do exemplo mais corriqueiro de glamour e frivolidade, a gente acompanha o casal Yaya (Charlbi Dean) e Carl (Harris Dickinson). Eles são o centro da primeira parte narrativa, dividida em três. O bate-boca entre eles prepara suavemente o terreno para as intempéries seguintes. Vale lembrar que a carreira promissora da sul-africana Charlbi Dean foi precocemente interrompida após uma parada respiratória, em agosto deste ano. 

Após um jantar, eles abrem uma longa discussão – sempre jocosa – sobre o pagamento da conta do restaurante. A começar deste gesto trivial, o diretor/roteirista desenrola o debate sobre dinheiro, poder e manipulação. 

Depois de um tenso começo, o longa nos leva para um cruzeiro com o jovem casal de modelos e outros passageiros ainda mais exóticos. A mudança de ambiente abre o segundo capítulo da história. 

Quem são as pessoas que viajam em um transatlântico? Segundo os critérios burlescos do filme, os “endinheirados” e os “influencers”. Na era do Instagram todo passeio, monumento ou momento extraordinário, no sentido, fora da rotina, torna-se uma pose a ser compartilhada na rede. Nesta disputa, quem mais compartilhar momentos de prazer com um belo filtro, ganha… seguidores. 

Entre os passageiros, estão homens que não dispensam a oportunidade de gabar-se de suas posses e mulheres que amam ostentar um controle sobre os outros. Neste cenário, os tripulantes e funcionários do cruzeiro têm apenas uma missão: satisfazer os clientes. Comandados pela chefe de operações, Paula (Vicki Berlin), eles devem sempre concordar com a vontade dos hóspedes e obedecer os seus pedidos mais estapafúrdios. 

Darius (Arvin Kananian) e O Capitão (Woody Harrelson)

Dentro deste animado navio, o capitão é um bêbado, esnobe e avesso ao capitalismo do modo mais sonso possível. Inspirado pela tônica burlesca, Woody Harrelson – muito próximo dos seus personagens em Zumbilândia (2009) e Jogos Vorazes (2012) -, intensifica o tom nonsense da vergonhosa mistura de humilhação e esnobismo do enredo. 

Por conta da falta de comunicação entre a coordenadora de tripulação e o comandante embriagado, o jantar do capitão ocorreu em um dia de tormenta marítima. Dali, é provocado as cenas mais hilariantes do filme, um show de vômitos e diarreia. Algo que todos os seres humanos, sejam eles faxineiros ou proprietários de terras, estão sujeitos a passar.

Neste pé de igualdade, a noite de tempestade é permeada por discussões ébrias – e sempre chistosas – entre um russo capitalista e um estadunidense marxista, e termina numa explosão. O acontecimento é tão engraçado quanto todas as situações anteriores e nos leva à terceira parte do filme: o embate final. 

Numa ilha deserta, quem sobrevive é quem sabe caçar a comida e acender o fogo. Desse modo, a faxineira do navio Abigail (vivida pela filipina Dolly De Leon) toma partido dos seus conhecimentos sobre outros sobreviventes. Assim, toda a dinâmica de poder, sedução, autoridade discutidas desde da cena de casting e do jantar entre os namorados é entrelaçada. 

Como o Triângulo da Tristeza conquistou o júri de Cannes? Assim como em Força Maior (2014) e The Square (2017), Ruben Östlund cria uma sátira político-social naturalmente engraçada e impactante. Em outras palavras, o diretor coloca o dedo nas nossas feridas sociais, mas como uma farsa, assim o processo catártico não é dolorido.  

Todas As Razões Para Esquecer

Elenco:

Johnny Massaro

Bianca Comparato

Regina Braga

Direção: Pedro Coutinho

Gênero: Comédia romântica

Duração: 91 min.

Distribuidora: Bretz Filmes / Pagu Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Na trama, um jovem termina um relacionamento e pensa que não terá dificuldades em superar sua ex-namorada. Porém, seus sentimentos não condizem com sua postura, já que a dor da perda se acentua.

Crítica | Todas as Razões para Esquecer – É preciso sofrer para chegar à felicidade (Nota: 7.0)

 

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

CCXP 2018: Tom Welling, de ‘Smallville’ e ‘Lucifer’, é confirmado no evento

O ator Tom Welling, que ficou conhecido como o Superman de Smallvillee está atualmente no elenco de Lucifer, foi confirmado como um dos artistas convidados para a Comic Con Experience 2018.

A presença do ator faz parte das comemorações dos 80 anos do personagem. Ele estará no evento nos dias 07, 08 e 09 de dezembro.

A edição comemorativa de cinco anos da CCXP acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro de 2018, em São Paulo. Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa e novas informações atualizadas.

Dica do fim de semana | Animações subestimadas no Disney+

Nos últimos anos, a Disney tem variado bastante no desempenho de suas novas animações. Enquanto algumas já nasceram clássicos, como Frozen, há outras que tem gente que sequer sabe que existem, como Mundo Estranho. E assim foi a trajetória da Disney ao longo das décadas, alternando grandes sucessos com outras histórias que não cativavam tanto. Mesmo assim, há alguns desses filmes que não “bombaram” com o público que são verdadeiras joias da animação. Então, selecionamos cinco desses longas menos populares que merecem sua atenção neste fim de semana.

Ah sim, vale ressaltar que todas as animações citadas neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Confira lá!

As Peripécias de um Ratinho Detetive

Lançado na década de 1980, em que a Disney penava para emplacar um sucesso absoluto, As Peripécias de um Ratinho Detetive apelou para uma aventura de suspense inspirada no maior detetive da literatura britânica: Sherlock Holmes. O longa acompanha o excêntrico Basil, um rato detetive que divide com Sherlock a paixão pelos mistérios. Então, quando seu caminho se cruza com o de uma pequena garotinha, cujo pai foi sequestrado pelo Professor Ratagão (Vincent Price), ele parte em uma investigação bastante sombria para os padrões da Disney, envolvendo cabarés, lutas físicas e uma trama que planeja acabar com a vida da rainha caso Basil não tenha êxito em seu trabalho. Tudo isso ambientado na cinzenta e escura Londres de 1800 e vovô garoto.

Oliver e sua Turma

Último filme da Disney lançado antes da revolução causada por A Pequena Sereia (1989), que ditaria os rumos das animações da década de 1990, Oliver e sua Turma não deve ser o filme favorito de ninguém, mas é uma aventura musical muito divertida que explora um cenário não tão comum para a Disney: as ruas de Nova York. Nesse cenário urbano, o filme acompanha o jovem gatinho órfão, Oliver, que é acolhido por uma matilha de cães de rua que rivalizam com uma gangue de dobermans da máfia. Em meio às confusões dos dois, uma menina rica acaba encontrando o Oliver e decide adotá-lo. Sem saber da sorte grande do felino, o cães tentam resgatá-lo, mas tudo vira uma grande confusão nessa história sobre amizade, malandragem e estilo de vida nova-iorquino do século passado. É uma produção tão anos 80 que conta com músicas de Billy Joel (que dá voz ao Esperto) e Huey Lewis.

Atlantis: O Reino Perdido

Se a Disney viveu um sonho nos anos 90, o mesmo não pode ser dito da primeira década dos anos 2000. Enquanto DreamWorks, Pixar e Blue Sky revolucionavam o mercado com suas formas diferentes de contar histórias, a Disney tentou se adaptar, mas arrastando a estrutura narrativa que a levou ao topo na década passada, gerando algumas produções sem identidade e sem tanto apelo com o público. Mesmo assim, houve projetos que se salvaram e fizeram obras realmente boas, como essa aventura de fantasia sobre o reino perdido de Atlântida, que traz a estética steampunk para o mundo Disney junto a uma série de personagens carismáticos. A trama acompanha Milo (Michael J. Fox), um linguista que encontra cifras que indicam como chegar à lendária Atlântida. Assim, ele se une a um grupo de mercenários para embarcar em uma aventura pelas profundezas do oceano, onde ele encontrará e se apaixonará por esse reino perdido.

Irmão Urso

Esse filme não ser considerado um clássico incontestável Disney é um dos maiores mistérios da humanidade, porque ele traz o auge da estética do estúdio – com umas das mais belas animações 2D já feitas -, tem uma trama criativa e fascinante envolvendo os povos originários da América do Norte, traz personagens ridiculamente carismáticos e ostenta uma trilha sonora original mais uma vez comandada por um inspiradíssimo Phil Collins. A história acompanha Kenai, um jovem nativo-americano que ganha de sua anciã o totem do Urso do Amor. Ridicularizado por seus amigos e parentes, ele sai atrás do urso que roubou os peixes do grupo para provar que ele é homem. Só que essa caçada termina com mortes e consequências terríveis. No entanto, os espíritos ancestrais decidem dar a Kenai uma nova chance, transformando-o em urso. Então, para retornar a sua forma humana, ele precisa se reencontrar com os espíritos. Mas, para isso, ele vai acabar se envolvendo em uma jornada com o tagarela e adorável ursinho Koda. Repete comigo: Ko-da. É um filme que tinha tudo para nascer clássico, mas que inexplicavelmente não caiu nas graças do povo na época. O mais interessante é que tanto em inglês quanto em português, Kenai é vivido por grandes atores: Joaquin Phoenix e Selton Mello.

A Família do Futuro

Fechando a lista de hoje, mas não menos importante, temos A Família do Futuro. Esse filme é a definição perfeita de subestimado, porque seu visual exótico afastou muita gente, ainda mais em uma época na qual o 3D ainda buscava seu espaço nos cinemas do mundo, mas traz uma história poderosíssima de drama e aventura. A trama gira em torno do pequeno Louis, um órfão que sonha mais que tudo em ter uma família, só que suas trapalhadas causadas pelo amor à ciência fazem com que ninguém queira adotá-lo. Então, ele cria uma máquina capaz de recuperar memórias para tentar descobrir quem é sua mãe. O problema é que um terrível vilão do futuro vai usar essa máquina para o mal. Assim, o jovem Wilbur usa uma máquina do tempo para impedir que Louis deixe esse aparelho cair nas mãos erradas. Para isso, ele leva o menino para o futuro, onde ele vai descobrir como é ter uma família e que cometer erros faz parte de todo processo genial. Sério, se for assistir, já separe uns lencinhos.

Lembrando novamente que todos os filmes da lista estão no catálogo do Disney+.

Crítica | O Troll da Montanha – Filme de Fantasia da Netflix é Surpreendentemente Lindo e Triste

Todos os países têm suas próprias histórias fundadoras. Alguns deles, devido às múltiplas guerras, disputas, imposições e colonizações, tiveram parte de suas histórias apagadas, reescritas ou esquecidas por suas populações; outros seguem resistindo, tentando não fazer com que elementos essenciais se percam com o passar do tempo, seja repassando e/ou registrando as histórias, seja adaptando-as em um contexto moderno e atraente para o mundo de hoje. É mais ou menos por aí a vibe de ‘O Troll da Montanha’, novo filme norueguês da Netflix que está conquistando os espectadores e figura no primeiríssimo lugar do Top 10 desde sua estreia.

Quando pequena, Nora Tidemann (Ine Marie Wilmann) costumava se aventurar e acreditar em tudo que seu pai, Tobias (Gard B. Eidsvold), dizia. Depois que cresceu, foi trabalhar com arqueologia, se afastando completamente do pai e de suas histórias fantasiosas que a constrangeram ao longo da juventude. Certo dia, durante uma obra de abertura de estrada pelas montanhas de Dovre, uma explosão incomum faz com que boa parte da montanha desmorone e, aparentemente, uma criatura não conhecida pelos seres humanos passa a circular pelos arredores, causando um rastro de destruição. Por isso Andreas (Kim Falck) recruta Nora a pedido da Primeira Ministra da Noruega (Anneke von der Lippe), e, junto com o capitão Kristoffer (Mas Sjogard Pettersen), os três irão atrás da criatura misteriosa, antes que ela avance na direção de Oslo, capital do país.

O Troll da Montanha’ é um filme que vai te surpreender. Partindo das lendas ancestrais locais – as histórias vikings, que contam as origens dos deuses, da cultura e da região da Noruega – o roteiro de Roar Uthaug e Espen Aukan bebe na fonte das tradições originárias para construir o argumento do filme. Assim, fantasia e realidade se misturam em uma aventura contemporânea sobre a existência de uma criatura mística – o troll – na Noruega de hoje, disfarçado de paisagem e oculto nas profundezas da terra, num conceito que demonstra que a ‘Viagem ao Centro da Terra’, de Julio Verne, é um pensamento tão ancestral quanto contemporâneo.

De um mote belíssimo, o filme de Roar Uthaug aborda o apagamento das histórias originárias devido à cristianização e a colonização forçada, tudo isso pelo viés homem versus criatura já tanto trabalhado no cinema em filmes como ‘King Kong’ e ‘Godzilla’. É claro, rola momentos de violência contra o desconhecido – atitude que está no cerne comportamental das sociedades ocidentais – , e elas representam as cenas mais tristes e doloridas de ‘O Troll da Montanha’, demonstradas pelo triângulo da ação do longa – a ciência, a política e o exército – então, não se engane: você vai se emocionar.

Ainda que com umas incongruências de roteiro (por exemplo, o fato de nenhum outro país, nem mesmo os Estados Unidos, se meter a impedir a criatura) , ‘O Troll da Montanha’ é um filme bonito e tocante, que emociona o espectador de surpresa. Através da fantasia e da ação, entrega um filme que fala tanto com os jovens quanto com os adultos. Uma pérola da Netflix.

‘Arrow’: Showrunner fala sobre o novo episódio da sétima temporada

Arrow, uma das séries de maior sucesso da CW baseada nos quadrinhos da DC Comics, está atualmente em sua sétima temporada. Beth Schwartz, showrunner e produtora executiva, divulgou ontem, 25, algumas informações sobre o mais novo episódio.

Através de sua conta oficial do Twitter, Schwarts postou uma imagem de um roteiro do show. Se olharmos com bastante atenção, é possível ver que o número do episódio é 716 e está intitulado Star City 2040James Bamford é o diretor do mais novo capítulo.

Confira:

Como certos fãs da emissora já sabem, o começo da sétima temporada trouxe a infeliz morte de um querido personagem, Felicity (Emily Bett Richards). Os espectadores descobriram que Felicity havia assumido o pseudônimo de seu pai, The Codebraker. Talvez este episódio pode trazer a resposta para algumas coisas não explicadas.

Arrow traz em seu elenco, além de Richards, Stephen Amell, David Ramsey, Katie Cassidy, Echo Kellym, Juliana Harkavy, Rick GonzalezColton Haynes.

‘The Umbrella Academy’: 2ª temporada ganha vídeo e fotos de bastidores; Confira!

A 2ª temporada da série The Umbrella Academy ganhou um novo vídeo e novas fotos de bastidores.

Confira:

Netflix confirmou recentemente que Yusuf GatewoodMarin IrelandRitu Arya farão parte do próximo ciclo e darão vida ao carismático Raymond, uma texana sem medo chamada Sissy e uma brilhante e insana mulher chamada Lila, respectivamente.

As filmagens do próximo ciclo começaram em junho deste ano, mas nenhuma informação acerca da história foi revelada ainda.

Não há data prevista para o lançamento.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

‘Homem-Aranha 3’: Zendaya retorna como MJ na sequência

Durante uma entrevista ao The Phillippine Daily Inquirer, o astro Tom Holland aproveitou o hype de Homem-Aranha 3 para confirmar o retorno de Zendaya como MJ. Mais detalhes não foram revelados.

Ele também disse que as gravações começam em breve:

“Começaremos a rodar [o filme] em julho, em Atlanta. Estou super feliz sobre isso!”, ele revelou.

Em outra entrevista, desta vez ao Hey U Guys, Holland foi questionado sobre o que o público pode esperar da sequência, ao que ele respondeu:

“Eu já sei tudo [sobre o filme] agora. Eu tive uma grande reunião com a Marvel e a Sony há cerca de duas semanas e me contaram todos os segredos. Mas também já fiz milhares de entrevistas e aprendi a manter a boca fechada. Prometo que não vou estragar mais um filme.”

Confira:

Dirigido por Jon Watts, o longa está previsto para para 2021.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Crítica | Beyoncé prova novamente que é uma artista imbatível com o majestoso ‘Black Is King’

“Preta é a cor da pele do meu verdadeiro amor”.

Essa poderosa frase proferida no início de Black Is King é a amálgama de tudo que Beyoncé Knowles-Carter ousa propor. Mais do que isso, o discurso do qual uma das maiores artistas da atualidade e uma das principais porta-vozes da comunidade afrodescendente se vale atravessa gerações em um pastiche irretocável que celebra a importância da ancestralidade e de como a cultura africana se faz mais presente do que nunca na indústria mainstream – não do jeito que pensamos, e sim de modo a se livrar das amarras eurocêntricas e a glorificar uma riqueza artística que passa longe de nossos olhos.

Desde que Beyoncé resolveu deixar para trás seu legado na música pop ainda em 2013, ela alcançou uma maturidade criativa que ninguém poderia imaginar. Seja com seu álbum homônimo, com ‘Lemonade’ ou com suas apresentações fundidas no icônico documentário ‘Homecoming’, a cantora e compositora abraçou suas raízes de forma absoluta e nunca mais as deixou ir embora. E, seguindo os passos de sua participação do live-action de O Rei Leão, que encantou públicos ao redor do mundo, estava na hora de ela fazer história mais uma vez com sua própria releitura do clássico filme. Mas não da forma que esperaríamos, e sim trazendo a trágica obra arquitetada pelos estúdios Walt Disney ao complexo conflito entre o passado, o presente e o futuro – principalmente no tocante aos obstáculos enfrentados pelos negros.

Em uma comovente jornada sinestésica e coming-of-age, a artista não se retém em nenhum momento: cada cena que constrói é uma joia audiovisual, seja para nos presentear com os diversificados panoramas do continente africano fora do espectro panfletário, seja para nos chocar com irreverências cênicas e reviravoltas que fogem do convencionalismo, arrancando metáforas de um âmago marcado pela amargura e pela necessidade de gritar. O traslado imagético que transpõe para breves 85 minutos retrai-se e expande-se com naturalidade aplaudível, dando um significado único ao que entendemos como “multiculturalismo”. Mas não se engane: apesar da bonança promovida pela atmosfera do longa-metragem, suas sequências são carregada com críticas veladas e ironias mascaradas que denunciam o que precisa ser denunciado – e o que já deveria ter entrado como pauta de discussão há muito tempo.

Quando pensamos em ancestralidade africana, somos logo arremessados para os enviesados livros de história embebidos em visões imperialistas e em uma perspectiva unidimensional, ou seja, que não engloba todos os lados de uma mesma narrativa. Aqui, deseja-se (e consegue-se, em grande parte do filme) mudar isso: suas escolhas são pungentes e delineadas com clareza interlocutória invejável, reflexo de uma mente que nunca se deixou levar pelos outros. Não é surpresa que a composição estética seja ministrada com cautela, dando vida a progressões narcóticas, tanto musicais quanto visuais, deixando-se oscilar pelo tempo que for pedido.

Black Is King tem como principal artifício a mistura cultural: Beyoncé, liderando um grupo diverso de pessoas que tiveram suas histórias apagadas, emerge como Cleópatra e Hathor, como Maria e Madona, como mãe e filha. Ela é dotada de um emblema que não se reduz apenas à sua presença, mas espalha-se como símbolo de renascimento e de permanência que ninguém pode apagar. E, enquanto receptáculo de um poder quase hegemônico, dança através do gbese e do hip-hop conforme reencontra sua identidade, convidando os outros a se juntarem a ela em um compasso descompassado que não tem quaisquer equívocos. Como bem pontuado no terceiro ato, “as pessoas não se lembram de quem eram, de quem são”; suas identidades foram apagadas por forças imprevisíveis e aterrorizantes e, mais do que nunca, está na hora dessa majestosa herança sair do esquecimento e ser enaltecida da melhor forma possível.

É claro que o álbum visual serve complemento para a interessante produção de The Lion King: The Gift, em que a artista é acompanhada de dezenas de artistas (inclusive sua filha, Blue Ivy) para homenagear uma história que não é apenas marcada por dores. Entretanto, o resultado final é muito maior do que todas as nossas expectativas e se transforma em uma monumental análise antropológica que se apodera da ficção fantástica, com a ficção científica, com o épico bíblico e com o documental. Há flertes com as clássicas histórias da mitologia católica, como Moisés, e uma designação de reconhecimento para os símbolos adinkra; acompanhada de nomes como Naomi Campbell, Lupita Nyong’o e sua velha amiga Kelly Rowland, Beyoncé não deixa nada de fora e imprime sua visão até mesmo nas vibrantes colorações dos mosaicos etíopes, nas coreografias egípcias e nas vestimentas sul-africanas.

A performer vai além do que já foi mencionado e, em uma incursão que tangencia o avant-garde, destrói os preceitos engessados das fábulas e dos contos atemporais para reerguê-los a seu bel-prazer. Ao mesmo tempo em que as inflexões são bem diferentes daquilo a que estamos acostumados, há um resiliente laço que une essas investidas, permitindo que acompanhemos uma trama de amor e ódio, de guerra e de paz. No final das contas, Beyoncé reitera o que todos nós sabíamos: que é uma artista imbatível e única dentro do que se propõe a fazer. Talvez como uma premeditação da importância de sua nova investida cinematográfica, o título é apenas a abertura sinfônica de uma obra-prima régia – e, como ela mesmo diz, “nenhum rei morre de verdade”.

‘Stranger Things’: Vídeo compila as melhores teorias dos fãs sobre a série; Confira!

A 4ª temporada de Stranger Things chega apenas no final do ano que vem e, para nos manter aquecidos para o próximo ciclo, a Netflix divulgou um novo vídeo compilando as melhores teorias de fãs sobre a série.

Confira:

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Mayans MC’ é renovada para a 4ª temporada!

FX Networks anunciou recentemente que ‘Mayans M.C.’, série derivada de Sons of Anarchy, foi oficialmente renovada para a 4ª temporada!

Ainda não se sabe quando os novos episódios irão estrear.

Criada por Elgin James e Kurt Sutter, a série é um derivado de ‘Sons of Anarchy‘.

A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

O elenco inclui JD Pardo, Clayton Cardenas, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Richard Cabral, Raoul Max Trujillo e Antonio Jaramillo.

‘Under Wraps: Uma Múmia no Halloween’: Remake do Disney Channel ganha data de estreia e cartaz oficial; Confira!

O Disney+ divulgou o belíssimo cartaz oficial da comédia ‘Under Wraps: Uma Múmia no Halloween‘, remake do longa Um Amor de Múmia, de 1997.

Além disso, foi revelado que o longa será lançado no dia 15 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Alex Zamm (‘Pica-Pau: O Filme’) é responsável pela direção.

Poucos dias antes do Halloween, Gilbert, Marshall e Amy acidentalmente revivem uma múmia que eles descobriram no porão de seu vizinho, que eles apelidam de Harold. No entanto, eles precisam devolvê-lo para seu lugar de descanso antes da meia-noite no Halloween. No decorrer dessa aventura, o grupo escapa um plano nefasto de um grupo de criminais com a intenção de vender a múmia pelo preço mais alto. Quando Harold é capturado, o trio de amigos terá que se juntar para derrotar os criminosos, enfrentar os seus medos e resgatar seu novo – mas bem “antigo” – amigo.

O elenco conta com Christian J. SimonMalachi Barton, Sophia Hammons e Phil Wright.

‘Peacemaker’: Vídeo nos convida para um passeio pelo set de gravações; Confira!

A nova série original da HBO Max, ‘Peacemaker‘, já é um sucesso na plataforma de streaming e expandiu o universo de ‘O Esquadrão Suicida ao focar no personagem titular vivido por John Cena.

Agora, foi divulgado um novo vídeo promocional que nos leva para um passeio pelo set de gravações.

Confira:

A série explora as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Filme baseado na animação ‘Bob’s Burgers’ ganha data de estreia no Star+!

O filme ‘Bob’s Burgers‘, baseado na famosa série homônima da Fox, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

A produção será lançada exclusivamente pelo Star+ no próximo dia 20 de julho.

Confira o novo trailer promocional:

Loren Bouchard, criadora da série original, fica responsável pela direção.

A história começa quando um cano rompido cria um gigantesco sumidouro na frente de Bob’s Burgers, impedindo a entrada e arruinando os planos dos Belchers para um verão de sucesso. Enquanto Bob e Linda lutam para manter o negócio vivo, as crianças tentam resolver um mistério que pode salvar a vida do restaurante da família. À medida que o perigo cresce, esses azarões ajudam um ao outro para encontrar esperança e lutar para voltar para trás dos balcões, onde pertencem.

A produção original é exibida pela FOX desde 2011 e se tornou uma das sensações da televisão animada, conquistando duas estatuetas do Emmy Awards e abarcando uma audiência de 8 milhões por semana.

‘Sombra e Ossos’: 2ª temporada ganha imagens oficiais e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia Sombra e Ossos.

Além disso, foi revelado que os próximos episódios serão lançados no dia 16 de março de 2023.

Confira:

Recentemente, foi divulgado um vídeo apresentando os novos personagens que aparecerão no show: Tolya Yul-Bataar (Lewis Tan), Tamar Kir-Bataar (Anna Leong Brophy), Nikolai Lantsov (Patrick Gibson) e Wylan Hendriks (Jack Wolfe).

Confira:

A plataforma também promoveu três atores do ciclo original para um status regular: Danielle Galligan (Nina Zenik), Daisy Head (Genya Safin) e Calahan Skogman (Matthias).

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Velozes e Furiosos 10’: Novo vídeo de bastidores dá destaque a Jordana Brewster como Mia Toretto; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores oficial de Velozes e Furiosos 10, penúltimo capítulo da saga de ação estrelada por Vin Diesel.

featurette dá destaque a Jordana Brewster como Mia Toretto, irmã de Dominic (Diesel).

Confira:

Lembrando que a aguardada sequência será lançada no dia 18 de maio.

Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.

No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.

No novo filme…

“Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Os 10 MELHORES Álbuns Pop Internacionais do Século XXI (Até Agora)

A música sempre está presente da nossa vida e, como já dito em diversas outras matérias, tem um poder transformador inegável – servindo como estandarte para movimentos políticos, artísticos e sociais que nos acompanhamos dia após dia.

Não é surpresa que diversas obras fonográficas tenham recebido aclame por parte da crítica, além de terem causado um impacto inegável na cultura que é visto até hoje – ora, é costumeiro pensarmos em produções como Lemonade, de Beyoncé, e Born This Way, de Lady Gaga, como ícones revolucionários e que estendem suas influências a inúmeros artistas da nova geração.

Pensando nisso, preparamos uma lista especial elencando os dez melhores álbuns pop internacionais do século XXI até agora – escolhendo não apenas aqueles que tiveram uma sólida recepção dos especialistas, mas promoveram mudanças dentro de uma indústria em constante movimento.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

9. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

8. THE FAME MONSTER, Lady Gaga

Ninguém acreditava que Lady Gaga repetiria o sucesso de ‘The Fame’, mas ‘The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

7. BEYONCÉ, Beyoncé

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, seu álbum homônimo se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes.

6. OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE

“Colocar tanto SOPHIE quanto sua magnum opus em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, como “It’s Okay to Cry”, enquanto a impactante des-organização proposital de “Whole New World/Pretend World” rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop“Immaterial”, uma alusão às incursões oitentistas e noventistas, já se rende às peculiaridades do avant-pop à medida que critica e a reutilizada, numa desconstrução experimental e envolvente; mesmo “Infatuation”, que flerta com baladas, é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias” – T.N.

5. MASSEDUCTION, St. Vincent

Masseduction’ recebeu aplausos diversos pelos especialistas internacionais e promoveu uma profunda mudança na identidade sonora de St. Vincent – que já havia entregado diversos álbuns incríveis. Focando em temas como sexo, drogas, tristeza e imperialismo predatório, o disco funde electro-popnew wave e glam rock e conta com quatro singles oficiais, incluindo a irretocável faixa “Los Ageless”.

4. BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

3. BORN THIS WAY, Lady Gaga

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

2. MELODRAMA, Lorde

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

1. LEMONADE, Beyoncé

Beyoncé tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: Lemonade, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos seguintes.

‘The Morning Show’: 4ª temporada irá explorar os deep-fakes e as IAs, revela showrunner

Em uma recente entrevista ao Deadline, a showrunner Charlotte Stoudt comentou sobre a já confirmada 4ª temporada da elogiada série The Morning Show, revelando o que os fãs podem esperar do novo ciclo.

Durante a conversa, Stoudt revelou que os próximos episódios serão focados na questão da confiança dos consórcios de imprensa como uma escarça commodity.

“Explodimos tudo no ano passado com a maior bomba que poderíamos construir. Então, temos que nos perguntar como o grupo vai se reunir novamente e como será isso? Entramos no mundo dos deep-fakes e das IAs ​​e na desinformação na névoa da guerra que estamos vendo agora no Oriente Médio e outras coisas. Estamos olhando em quem pode confiar. E você pode confiar no que está vendo? Você pode confiar em si mesmo? Você pode confiar no seu meio de comunicação?”.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na Apple TV+.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam.

O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Jon Hamn, Billy Crudup, Juliana Margulies, Mark Duplass, Greta Lee e Jon Hamn.

‘A Casa de Moda’: Série dramática francesa chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A Casa de Moda (‘La Maison’), novo drama francês que nos leva aos bastidores de um icônico ateliê parisiense de alta-costura, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção, que conta com dez episódios, foi lançada na plataforma de streaming hoje, dia 20 de setembro, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Relembre o trailer:

A série foi criada por José CaltagironeValentine Milville, baseada numa ideia original de Alex Berger.

Fabrice GobertDaniel Grou entram como diretores.

As apostas são altas nos bastidores da alta-costura, em que uma marca icônica de moda sofre uma acusação de escândalo após um vídeo viral do designer Vincent Ledu (Lambert Wilson) que coloca em perigo a marca de sua família, a LEDU. Perle Foster (Amira Casar), a ex-musa de Vincent que vive à sua sombra, une-se à visionária designer Paloma Castel (Zita Hanrot) para salvar e renovar a centenária Maison LEDU. Para se aproveitar da morte de Vincent, Diane Rovel (Carole Bouquet), a implacável CEO do poderoso grupo de luxo Rovel, lança uma ofensiva para adquirir o que considera ser seu prêmio mais importante: a Maison LEDU. Vale tudo para atingir seu objetivo, pois isso é mais do que adquirir uma marca: é uma questão de vingança.

Pierre DeladonchampsAntoine ReinartzAnne ConsignyFlorence Loiret CailleJi-Min ParkCorentin Fila também estrelam.

SAG Awards 2025 | ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ leva o prêmio de Melhor Equipe de Dublês em Série

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, se tornou uma das melhores produções dos últimos anos – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores da 31ª edição do SAG Awards.

A atração já conquistou o prêmio o de Melhor Elenco de Dublês em Série.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª e a 3ª temporadas.

‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .

A obra conquistou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 132 críticas.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência com Adam Sandler chega ESTA SEMANA ao streaming!

Adam Sandler está de volta como Happy Gilmore em ‘Um Maluco no Golfe 2‘, a aguardada sequência da clássica comédia dos anos 90 que chega esta semana à Netflix.

O longa-metragem será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 25 de julho.

Relembre o trailer:

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.