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‘007’: John Boyega toparia ser o próximo James Bond com uma condição; Confira!

Falta pouco para Daniel Craig se despedir de seu legado como o James Bond na franquia ‘007‘, e diversos artistas já estão sonhando em assumir o papel.

Conversando com Letitia Wright durante uma entrevista para o Movie Web, o mais novo interessado em virar um espião foi John Boyega, astro da recente trilogia de ‘Star Wars‘.

No entanto, ele disse que só estaria disposto a participar da franquia se o próximo filme fosse dirigido por Steve McQueen (’12 anos de Escravidão’).

“Olha só, se Steve McQueen estivesse dirigindo, eu poderia fazer isso. Poderíamos mostrar algo diferente para o público, mas sem esquecer da sofisticação. Você sabe, James Bond tem que ser James Bond. Mas, eu toparia a ideia.”

Lembrando que Wright e Boyega aturam juntos na série antológica de McQueen, intitulada ‘Small Axe‘, e embora o diretor ganhador do Oscar não pareça o candidato óbvio para dirigir o 26º filme da franquia ‘007‘, poderia ser uma aposta inovadora.

O que você acha da ideia?

Falando nisso, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ deve surpreender os fãs ao mostrar James Bond abrindo mão da sua identidade como o adorado espião e passando o manto para uma nova colega de trabalho, vivida pela atriz Lashana Lynch.

A informação foi confirmada por ela mesma durante uma entrevista à revista Haper’s Bazaar.

Com essa mudança, Lynch se tornará a primeira mulher e pessoa negra a receber o título de agente 007 na franquia de James Bond. A novidade, que havia sido alvo de especulações no passado, já fica como um marco histórico emblemático na indústria cinematográfica.

E durante a entrevista, Lynch comentou sobre a novidade e sobre o impacto que quer trazer como uma pioneira na aclamada saga do espião. Ela ainda refletiu sobre os ataques racistas que já recebeu durante as especulações da sua personagem e que ainda deve receber, em meio à divulgação oficial da novidade:

“Eu não queria perder uma oportunidade quando se tratava do que Nomi poderia representar. Eu procurei pelo menos um momento no roteiro em que os membros da audiência preta acenariam com a cabeça, reclamando da realidade, mas felizes em vê-la representada. Em cada projeto do qual faço parte, não importa o orçamento ou gênero, a experiência preta que estou apresentando precisa ser 100% autêntica. Eu sou uma mulher preta – se fosse outra mulher preta escalada para o papel, teria sido a mesma conversa, ela teria os mesmos ataques, o mesmo abuso. Só preciso me lembrar de que a conversa está acontecendo e que sou parte de algo que será muito, muito revolucionário”. 

Dirigido por Cary Fukunaga, o longa tem 163 minutos (2 horas e 43 minutos) e tem previsão de lançamento para  30 de setembro de 2021.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Alerta Vermelho’: Filme mais caro da Netflix com Gal Gadot, The Rock e Ryan Reynolds é MASSACRADO pelos críticos

O filme de ação ‘Alerta Vermelho‘ estreia na Netflix sexta-feira, dia 12, e foi massacrado pelos críticos.

Alerta Vermelho‘ é o filme MAIS CARO já feito pelo streaming, com orçamento na casa dos US$ 250 milhões. Mas gastar bastante não significa sucesso.

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 44% de aprovação, com nota 4,9/10 baseada em 66 reviews até o momento.

Crítica Netflix | Alerta Vermelho é uma cafona farofa cheia de exageros que até consegue divertir

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

Separamos as principais críticas:

“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com

“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer

“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily

Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds mal estão atuando neste filme de ação”, Richard Roeper – Chicago Sun-Times

“Desfrute do do filme como puro entretenimento para os olhos, mas não espere mais do que isso.”, Trevor Johnston – Radio Times.

“O filme é um pastiche sem vida de vários filmes de ação blockbuster das últimas quatro décadas” – Slant Magazine.

“O produto final não faz jus ao poderoso trio protagonista” – Digital Spy.

“O filme é bastante divertido graças à ação e à atmosfera de comédia” – Mama’s Geeky.

Alerta Vermelho é um aventura mundial que se assemelha a ‘Missão Impossível’, a James Bond e a Indiana Jones” – Solzy at the Movies

Além de Dwayne Johnson (‘Jumanji’), o filme é também estrelado por Ryan Reynolds (‘Free Guy’) e Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha’). Escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Trailer de ‘A Pequena Sereia’ chega a 2,7 MILHÕES de dislikes e Daryl Hannah defende Halle Bailey dos ‘racistas’

O hate em torno do aguardado live-action A Pequena Sereia continua após o filme ter seu primeiro teaser trailer divulgado e o vídeo agora soma inacreditáveis 2,7 milhões de DESCURTIDAS, enquanto teve apenas 1,1 milhão de curtidas.

As pessoas mais “conservadoras” estão revoltadas pelo filme trazer como Ariel a atriz negra Halle Bailey.

Daryl Hannah, que interpretou a sereia Madison na comédia romântica ‘Splash‘ (1981), saiu em defesa de Halle Bailey.

Nas redes sociais, alguns internautas até tentaram justificar comentários preconceituosos dizendo que a escalação de Bailey descaracteriza a personagem original, que é caucasiana.

Em seu perfil do Twitter, Hannah rebateu as críticas e escreveu:

A pequena sereia é negra. Eu a conheci… #Nãosejaumidiotaracista.

Confira:

Hannah não é a primeira celebridade a apoiar a escalação de Bailey, já que a própria Jodi Benson, dubladora de Ariel na animação, deu seu selo de aprovação à estrela.

Segundo o CBR, Benson publicou um story no Instagram com a seguinte mensagem:

“Halle, você foi absolutamente incrível. Estou tão orgulhosa de você e de sua bela atuação como Ariel!”

Em resposta, Bailey compartilhou a publicação e comemorou, escreveu:

“E você fez Ariel se tornar uma personagem mágica para nós.”

Bailey revelou ao Comic Book que não está nem um pouco preocupada com os haters e tudo o que quer fazer é entregar o melhor desempenho possível.

“Bem, este filme significa muito para mim, desde que eu era uma garotinha. Quando fui escolhida, eu disse a mim mesma: ‘Só posso me esforçar ao máximo e me orgulhar. Se eu fizer a garotinha dentro de mim feliz, então eu sei que fiz um bom trabalho e sei que estou fazendo o meu melhor’. Eu dei tudo de mim e espero que as pessoas possam tirar algo disso.”

Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 26 de maio de 2023.

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

‘Besouro Azul’ estreia com US$ 25,4 milhões nos EUA, a PIOR abertura da história da DC

‘Besouro Azul’, nova aventura da DC estrelada por Xolo MaridueñaBruna Marquezine, destronou ‘Barbie‘ nas bilheterias dos EUA… mas ficou abaixo das expectativas do estúdio.

O filme arrecadou apenas US$ 25,4 milhões, valor abaixo dos US$ 28 a 32 milhões que as previsões indicavam.

É o terceiro filme da DC em 2023 a fracassar nas bilheterias depois de ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ (que abriu com US$ 30,1 milhões em março) e ‘The Flash‘ (US$ 55 milhões em junho). Até mesmo ‘O Esquadrão Suicida‘ de 2021, que estreou simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, teve um começo maior com US$ 26,2 milhões.

Barbie‘ ficou em segundo lugar com US$ 21,5 milhões em 4.003 cinemas, um grande resultado neste ponto de sua trajetória. Após cinco semanas de lançamento, a comédia de fantasia de Greta Gerwig gerou US$ 567 milhões e logo superará o filme animado da Universal, ‘Super Mario Bros. Movie‘ (US$ 574 milhões), como o maior lançamento doméstico do ano.

‘Besouro Azul’ custou mais de US$ 100 milhões para ser produzido e muitos milhões a mais para ser promovido, então terá que desafiar as probabilidades de bilheteria para justificar seu preço. Críticas e boca a boca podem não fazer muito para preencher os assentos; o filme tem um CinemaScore “B+” e 77% no Rotten Tomatoes.

Assista a nossa entrevista com o diretor e crítica:

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo também fazem parte do elenco.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

2ª temporada de ‘Ruptura’ ganha suas primeiras cenas; Assista!

A Apple TV+ divulgou um vídeo com cenas das suas próximas séries, incluindo as primeiras cenas da 2ª temporada de ‘Ruptura‘.

A nova temporada estreia ainda em 2024.

Confira:

Lembrando que Gwendoline ChristieAlia ShawkatBob BalabanRobby BensonStefano CarannanteJohn NobleÓlafur Darri ÓlafssonMerritt Wever foram escalados para o elenco do próximo ciclo (via Collider).

Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

 

Relembre o trailer da primeira temporada:

Comédia romântica estreia em 1º LUGAR na Netflix e assinantes estão amando: “Gostosinho”

La Dolce Villa‘, comédia romântica estrelada por Scott Foley (‘Scandal’), estreou em primeiro lugar no ranking de filmes mais vistos da Netflix e os assinantes estão amando.

Um empresário bem-sucedido (Foley) vai à Itália para impedir sua filha sonhadora (Maia Reficco) de restaurar um casarão caindo aos pedaços. Só que a Itália tem outros planos para ele, oferecendo muita beleza, magia e romance.

Além de se passar na Itália, o filme conta com uma história fofinha.

Confira as reações e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Violante Placido, Giuseppe Futia, Simone Luglio, Tommaso Basili e Daniel Panzironi.

Mark Waters, de ‘Meninas Malvadas‘, é responsável pela direção.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ ganha comercial inédito que mostra o herói salvando uma criança

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ ganhou um novo comercial internacional que mostra o herói salvando uma criança.

O filme chega aos cinemas de todo mundo muito em breve – e as expectativas para a próxima aventura do Cabeça de Teia (Tom Holland) seguem altíssimas.

Assista:

O longa deve explorar os corolários dos derradeiros eventos de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, em que Peter Parker pediu ao Doutor Estranho para apagar a memória de todos que o conheciam, deixando-o completamente sozinho – ainda mais com a trágica morte de Tia May no meio do filme.

A expectativa é que algo aconteça para que seus outrora melhores amigos, MJ e Ned, se lembrem de Peter. No entanto, é igualmente provável que o filme dê ao herói um desfecho antes que sua história continue na próxima saga do Universo Cinemático Marvel.

Em uma nova entrevista, Holland revelou algo importante sobre o status quo do Homem-Aranha ao dizer: “ninguém se lembra que o Homem-Aranha é Peter Parker, exceto uma pessoa” (via CBM).

Obviamente, o astro não pôde entrar em maiores detalhes, mas acredita-se que o personagem em questão que se lembra do herói e de sua verdadeira identidade seja o Hulk (Mark Ruffalo), visto que há precedentes nos quadrinhos que apontam para isso.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho

O filme foi escrito pela dupla Chris McKenna e Erik Sommers, que também assinaram o roteiro de “De Volta ao Lar”, “Longe de Casa” e “Sem Volta para Casa”.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha e Bernthal, o elenco ainda conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Tom Holland NÃO virá pro Brasil divulgar ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, mas revela o que mais sente saudade do nosso país

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) dirige, entrando no lugar de Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Saiba Mais » Homem-Aranha: Um Novo Dia

Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ é a continuação direta de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘. No filme lançado em 2021, o Peter Parker de Tom Holland se uniu às duas outras versões do Homem-Aranha, interpretadas por Tobey Maguire e Andrew Garfield, para salvar o multiverso.

Contudo, após inúmeras tentativas, a única forma de o jovem herói aracnídeo atingir esse objetivo foi por meio de um feitiço lançado pelo Doutor Estranho, que fez com que todos esquecessem a existência de Peter Parker. 

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele — e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença — Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

 

Crítica | Game of Thrones 08×04 – The Last of the Starks

AFETOS E PODER

 

Já passando da metade da última temporada de Game of Thrones – GoT é preciso reconhecer que a série já não é mais a mesma. Estamos vendo, episódio depois de episódio, a qualidade do roteiro cair. Não falo dos teletransportes que já ocorriam na temporada passada. O que se nota é uma falta de esmero e paciência na construção dos acontecimentos, algo que já se evidenciou na sétima temporada. Os fatos se sucediam muito rapidamente, os personagens passavam por uma situação e logo tinham mudado, ou acabavam de se conhecer e já rolava um namoro. A resolução do Rei da Noite no episódio 3 foi um exemplo recente: a rapidez não condiz com o terror que se anunciava ao longo da série. Até se analisarmos os eventos da batalha vamos notar que há incoerência e facilitações de roteiro: qual a função do Bran (Isaac Hempstead Wright) usar os corvos na batalha, por exemplo?!

Neste 4º episódio o roteiro produziu alguns dos diálogos mais constrangedores de toda série. A ruindade era tão grande, que custei a acreditar que escutava aquelas frases saindo da boca dos personagens. O mais emblemático foi Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) usando a justificativa do “tá calor aqui” para tirar a roupa na frente da Brienne (Gwendoline Christie). Pô, 01, oito anos de curso, pra isso?! Sério?!

Os vários diálogos que buscavam comentar os eventos que acabavam de ocorrer sintetizam bem os problemas do roteiro de GoT. Há uma regra de ouro no cinema que as séries adotaram muito bem: mostre ao invés de falar. Por mais de uma vez, Tyrion (Peter Dinklage) deu uma de comentador de cena. Exemplo: após sagrar Gendry  (Joe Dempsie) como Lorde, Daenerys (Enukau Clarke) comenta com Tyrion que ela também sabe fazer uma jogada estratégica. Sério?! Nossa, eu nem percebi! Pensar que em temporadas passadas, GoT conseguia expor a queda de braço entre os irmãos Lannister apenas com troca de cadeiras ao redor da mesa do conselho.

Comentar e verbalizar ao invés de expor a ação pode ser muito bem usado – o filme Tropa de Elite é um caso – mas, em geral é uma forma de acelerar os acontecimentos ou não deixar o espectador com dúvidas. Por conta da redução dos episódios, o que diminuiu o tempo da série, os roteiristas usam os diálogos expositivos como muleta, implicando no sacrifício da qualidade estabelecida pela própria série.

Este episódio foi o que teve as maiores maquinações políticas desta temporada. Com a resolução relâmpago do Rei da Noite e sua curta madrugada, os bastidores da política (marca registrada de GoT) voltaram a se movimentar em torno do trono de ferro. A questão central do episódio foi saber quem deve subir ao trono no caso de uma eventual vitória contra Cersei (Lena Headey). Alguns dos melhores momentos do episódio envolveram Tyrion e Varys (Conleth Hill) discutindo quem teria mais condições de governar Westeros, Daenerys ou Jon Snow (Kit Harington). Mesmo longe do debate político que a série já entregou no passado, mesmo por vezes sendo muito direto, o episódio conseguiu transmitir o impasse em que os seguidores de Daenerys e Jon Snow se encontram.

O episódio focou, por um lado, em fechar alguns arcos, como o de Gendry, e direcionar personagens importantes rumo aos episódios finais, como Jaime e Arya. Também foi destaque a angústia psicológica de Daenerys. Todo o episódio é construído ao redor dessa questão: estaria ela sucumbindo à loucura Targaryen?

O melhor do episódio foi como ele expôs a degradação psicológica da Mãe dos Dragões. Na festa, ela estava deslocada, não se encaixando naquele mundo nortenho. O close com uma lente angular, com Varys ao fundo, foi a tradução visual do quanto a personagem não aguenta o fardo de ter outro legítimo ao trono. E, sinceramente, acho que o menos importante para ela é o romance entre os dois. Ela já mostrou ser capaz de renunciar ao coração em nome do poder, quanto mais renunciar a um lance… Na parte final, o episódio impôs duas perdas que deixaram Dany devastada: seu filho dragão e sua amiga Missandei (Nathalie Emmanuel).

A série vem desenhando uma derrocada psicológica da personagem desde a temporada passada, especialmente quando ela matou os Tarly. Se o roteiro decidir seguir por torná-la uma espécie de vilã, certamente vão fundamentar essa escolha na loucura Targaryen. Embora esse elemento esteja presente e possa justificar ações impulsivas dela, é preciso entender como essa loucura foi alimentada.

Entre os muitos assuntos de GoT, poder e relações familiares foram dois temas recorrentes. Daenerys não criou muitos laços. Seu irmão a vendeu para conseguir um exército, o homem que ela amou e seu filho morreram. O poder acabou sendo a forma dela conseguir reconstruir a glória da sua família. Porém, essa cegueira pelo poder (ou por reconstruir a sua família) nunca permitiu que ela formasse laços duradouros. E, os poucos que ela tinha, o Deus da Morte levou! A cena da comemoração em Winterfell é emblemática desse vazio da personagem: todos comemoram com alguém ou algum familiar, enquanto ela estava isolada, tendo como única companhia o seu copo da Starbucks.

Acho pouco provável que o roteiro transforme ela em uma vilã. Mas, tudo aponta para que Dany sucumba e faça gestos violentos, como tocar fogo na capital. E, se o fizer, gostaria que fosse trabalhado esse vazio afetivo da personagem.

E aí, o que achou deste episódio? Gostaram das intrigas de bastidores? Também acharam os diálogos fracos? Sentiu a dor de Brienne?

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre a série. O bate papo do quarto episódio vocês podem conferir aqui. E não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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10 Filmes que mostram que a mentira tem perna curta!

Geralmente a mentira não é uma coisa infinita, chega num ponto que descobertas são feitas! Em alguns filmes, a trajetória de personagens contornam essa questão nos levando para os conflitos que se seguem com a revelação da verdade. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com filmes onde uma mentira vira o centro dos holofotes:

 

Até Amanhã

Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.

 

Meio Grávida

A vida de Lainy (Amy Schumer), uma professora do ensino fundamental, parece estar em um total desequilíbrio. Seu sonho em ser mãe nunca se realizou e sua melhor amiga Kate (Jillian Bell) acaba de ficar grávida. Sem saber como lidar com a situação resolve fingir que está grávida e assim, se jogando na mentira descarada, acaba conhecendo novos amigos e acaba se apaixonando Josh (Will Forte). A questão é que uma hora a verdade sempre aparece.

 

O Jogo do Disfarce

Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.

 

Aparências

Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.

 

Fiéis

Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.

 

A Farsa

Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.

 

Sharper – Uma Vida de Trapaças

Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.

 

Jogada de Amor

Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.

 

O Segredo de Madeleine Collins

Na trama, acompanhamos a história de Judith Fauvet (Virginie Efira), uma tradutora, com a desculpa perfeita de ter um trabalho onde viaja muito, acaba criando na sua rotina duas vidas. Esposa de um maestro e mãe de dois filhos na França e também tendo um amante e uma filha pequena na Suíça, vamos entendendo aos poucos o que acontece nessa história com algumas reviravoltas que reflete sobre o lado psicológico de uma personagem perdida em realidades distintas fazendo força para acreditar que ambas são suas verdades. Quando as mentiras desabam, seu castelo criado vai ruindo aos poucos, ela se vê perdida sem saber como resetar tudo que criou.

 

O Palestrante

Na trama, conhecemos Guilherme (Fábio Porchat), um homem consumido por um trabalho maçante que no mesmo dia descobre que a esposa está saindo de casa e que será alvo de demissão do seu chefe. Só que algo inusitado acontece: em meio a uma viagem pela empresa, acaba vendo a chance de ter uma experiência nova quando (forçadamente) é confundido com um famoso palestrante que dará uma super palestra em um resort no Rio de Janeiro. A chefe da empresa contratante, Denise (Dani Calabresa) e o protagonista acabam gostando um do outro o que dará margens para mais problemas em meio a mentira contada.

 

 

Crítica | London Fields: Romance Fatal – Filme com Amber Heard e Johnny Depp chega ao Brasil

Campo dos Pesadelos

London Fields é baseado no romance do escritor britânico Martin Amis (que também assina o roteiro) e apresenta como protagonista a femme fatale Nicola Six (papel de Amber Heard), uma espécie de vidente – embora no filme nunca fique inteiramente claro. Coincidentemente, já que o filme estava pronto para ser lançado em 2015, a verdadeira premonição aqui seria do desastroso casamento da atriz com o astro Johnny Depp, um trem desgovernado que sai dos trilhos rapidamente, servindo como resumo certeiro desta obra.

Não são muitos os filmes que possuem a honraria de figurar um suculento 0% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes, mas London Fields é um destes casos. A verdade é que produções problemáticas como esta dificilmente conseguem se reerguer, tornando-se um sucesso. Como dito, o filme estava pronto para a estreia mundial, que ocorreria durante o Festival de Toronto 2015. Em cima da hora, o longa foi retirado do evento por motivo do processo judicial que o diretor Mathew Cullen realizou contra os produtores. Segundo Cullen, o corte final da obra havia lhe sido prometido pelos executivos, coisa que não ocorreu com o produto pronto.

Entrando no bonde, os produtores resolveram processar a atriz Amber Heard por US$10 milhões, devido a uma quebra contratual, na qual ela não teria cumprido com todas as suas obrigações em relação ao filme (como a divulgação, por exemplo) anteriormente concordadas. Para piorar a situação, em janeiro de 2017 estourou o escândalo da separação de Heard e Johnny Depp, debaixo de acusações de abuso doméstico e agressões de ambas as partes. Depp havia aceitado atuar no longa em um papel coadjuvante para ajudar a impulsionar a carreira de sua então noiva.

No segundo semestre de 2018, London Fields finalmente atingiria as salas de cinema dos EUA, antes tendo sido lançado na Rússia, para se tornar uma das piores aberturas de um filme em grande circuito no país, se mostrando também um fracasso financeiro além de tudo. Agora, a obra chega ao Brasil, sem passar por nossos cinemas (obviamente), direto no mercado de vídeo, onde pudemos conferi-lo na rede Telecine. Deixando de lado tudo o que foi comentado até aqui, para simplesmente nos concentrarmos no resultado final do que vemos em tela, podemos afirmar que London Fields – que no Brasil ganhou o subtítulo Romance Fatal – é uma grande bagunça. Um filme desorganizado (para dizer no mínimo) que faz da simples tarefa de seguir um raciocínio claro do início ao fim, uma missão impossível para o espectador.

Em tela um grande elenco renomado desfila – a maioria perdido, outros tentando dar algum sentido à narrativa. Na trama, o vencedor do Oscar Billy Bob Thornton interpreta um escritor americano que troca de apartamento com um famoso autor britânico (Jason Isaacs) a fim de que ambos tenham experiências reais para seus próximos livros. Assim, Thornton vai conhecendo “as figuras locais” e pegando inspiração para sua obra, ao mesmo tempo em que interage com os registros. Como pano de fundo, uma realidade pré-apocalíptica, com áreas urbanas de grandes metrópoles reduzidas a ruínas – e assim como a clarividência da personagem de Heard, tal elemento é apenas uma nota de rodapé, sem qualquer aprofundamento ou segunda olhada. Uma pena, pois são justamente os tópicos que gostaríamos que fossem desenvolvidos – ao contrário da enfadonha narrativa escolhida para os holofotes.

Em resumo, assim como em Tudo por Ela (2006), terror que lançou a carreira de Heard, aqui todos os homens que cruzam o caminho da femme fatale, se jogam aos seus pés cometendo os atos mais insanos em nome do afeto da mulher. O filme ainda se atreve a chamar de amor, mas está bem longe disso – e soa mais como uma paixão ou uma forte atração sexual. Nicola (Heard) tem um comportamento mais sexualmente agressivo do que qualquer predador, ou predadora, com todas as cenas em que a atriz aparece precisando espelhar momentos rejeitados de um pornô.

Aliás, uma forma de fazer London Fields melhorar é assisti-lo como uma paródia, tamanho o exagero das situações e em especial das atuações. Neste quesito, a própria Amber Heard e Jim Sturgees aumentam a caricatura no nível máximo, prejudicando suas performances. Sturgees cria um criminoso de quinta, tão canastrão que parece saído de um desenho animado. E Heard envergonha qualquer atriz erótica com suas caras e bocas sensuais – em especial as do final do filme, quando contracena com o ex-marido. Depp vive um poderoso chefão e parece estar incomodado em cena. Quem se sai melhor é justamente Thornton e, por incrível que pareça, Theo James – da saga Divergente.

Mas nem tudo deve ser jogado no lixo, afinal é difícil encontrar uma produção deste porte profissional onde nada se aproveite, e como disse um crítico americano, o figurinista e sua equipe devem ter se divertido mais que o elenco criando as vestimentas estilizadas e (claro) exageradas do longa. O visual também é bacana, e o filme conta com uma boa fotografia. Fora isso, o diretor não consegue fazer suas subtramas se conectarem e não tem sucesso em contar esta história. Cada personagem parece viver em seu próprio universo, repelindo a narrativa central. É difícil de ser encarado até mesmo pelos fãs do livro. London Fields serve para mostrar que adaptar uma obra literária de sucesso, quando temos todos os elementos no lugar já é uma tarefa ingrata. Quando não temos, então…

‘As Pontes de Madison’ – Um dos filmes mais românticos da história do cinema completa 30 anos

Clint Eastwood, Meryl Streep e um dos filmes mais românticos da história do cinema. Você já ouviu falar em ‘As Pontes de Madison’? Se não conhece, deveria. Ainda mais se gosta dos atores citados, da direção de Eastwood ou filmes românticos em geral, daqueles repletos de questões que nos faz pensar “o que faríamos em determinada situação”. Caso não tenha assistido ou queira rever este verdadeiro “novo clássico” – que está completando 30 anos em 2025 – corra, pois ele está atualmente em cartaz no acervo do streaming HBO Max.

As Pontes de Madison (1995) nasceu a partir do livro homônimo escrito por Robert James Waller, publicado em 1992. O romance foi um grande sucesso de vendas, rapidamente conquistando o público com sua história simples, porém, emocionalmente intensa, sobre um breve e marcante caso de amor entre uma dona de casa e um fotógrafo itinerante.

Agora, você sabia que o longa também teve envolvimento de Steven Spielberg? Pois bem, o cineasta ao perceber o potencial cinematográfico da obra, adquiriu os direitos logo após o lançamento do livro. A intenção inicial era que Spielberg dirigisse o projeto, mas devido a outros compromissos (o principal deles sendo o intenso trabalho de pós-produção e divulgação de ‘A Lista de Schindler), ele preferiu apenas atuar como produtor executivo. A direção então ficou a cargo de Clint Eastwood, que também assumiu o papel principal ao lado de Meryl Streep.

Eastwood ficou encantado com a delicadeza e o tom intimista da história, que contrastava com os filmes de ação pelos quais era mais conhecido. Ele optou por uma abordagem minimalista, fiel à essência do livro, focando nos diálogos e nas emoções contidas dos personagens. A escolha de Meryl Streep foi essencial para dar credibilidade e profundidade emocional à personagem Francesca.

Eastwood também fez questão de filmar em locações reais em Iowa, conferindo autenticidade ao cenário bucólico das pontes cobertas que simbolizam o romance. A combinação da direção sensível, trilha sonora sutil e atuações marcantes resultou em um filme que se tornou um clássico romântico, reverenciado até hoje.

As Pontes de Madison conta a história de Francesca Johnson, uma dona de casa italiana que vive uma vida simples e rotineira numa fazenda em Iowa com o marido e os filhos. Em 1965, durante um raro momento em que sua família viaja para uma feira fora da cidade, Francesca conhece Robert Kincaid, um fotógrafo da National Geographic que está na região para fotografar as famosas pontes cobertas de Madison County.

O encontro casual entre os dois desperta uma conexão imediata e profunda. Nos poucos dias em que passam juntos, eles desenvolvem um intenso romance que mexe com as emoções e certezas de Francesca. Ela se vê dividida entre a paixão avassaladora e o compromisso com sua família.

Robert, por sua vez, também se transforma com a experiência, enxergando em Francesca algo que nunca tinha sentido em sua vida de viajante solitário. Ambos vivem um curto, mas inesquecível relacionamento que marcará para sempre suas existências. No entanto, ao final, Francesca precisa escolher entre permanecer com sua família, consciente das consequências de suas decisões e do impacto que uma mudança radical traria para todos ao seu redor; ou se aventurar na loucura da paixão e do desejo, de uma vida que sempre sonhou e precisou sufocar, ao lado do verdadeiro amor de sua vida, Robert – numa cena verdadeiramente poderosa, em um dia chuvoso no carro.

A história é contada no presente através dos filhos de Francesca, que, ao descobrirem os diários da mãe após sua morte, conhecem esse capítulo desconhecido e comovente da vida dela. O filme termina com uma reflexão sobre escolhas, sacrifícios e o poder das memórias que permanecem para sempre no coração.

Antes de Clint Eastwood assumir a direção de ‘As Pontes de Madison, vários outros diretores foram considerados para o projeto. Entre os nomes cogitados estavam Sydney Pollack, Bruce Beresford e Robert Redford, todos conhecidos por seu trabalho em dramas com forte carga emocional.

Pollack, por exemplo, tinha o sucesso de ‘Entre Dois Amores (1985) e a experiência com romances delicados. Robert Redford também chegou a ser sondado, tanto para dirigir quanto para protagonizar, mas acabou recusando. No final, a escolha de Eastwood trouxe uma abordagem mais contida e direta, alinhada ao estilo minimalista que marcou o resultado final do filme.

Antes de Clint Eastwood decidir assumir também o papel de Robert Kincaid em ‘As Pontes de Madison, outros atores foram considerados para protagonizar o filme. Nomes como Robert Redford, Harrison Ford, Paul Newman e Sam Shepard chegaram a ser discutidos nos bastidores. Redford, inclusive, esteve fortemente associado ao projeto em suas fases iniciais, tanto como ator quanto como potencial diretor.

Harrison Ford também foi visto como uma escolha interessante, por sua popularidade e apelo romântico na época. No entanto, Eastwood, já confirmado como diretor, acabou optando por ele mesmo interpretar Kincaid, acreditando que poderia dar ao personagem a discrição e a melancolia necessárias para a história.

A escolha de Meryl Streep para o papel de Francesca foi decisiva para o sucesso emocional do filme. Inicialmente, outras grandes atrizes foram consideradas, como Jessica Lange, Susan Sarandon, Anjelica Huston e Isabella Rossellini, todas com forte presença dramática. No entanto, Clint Eastwood ficou impressionado com a capacidade de Streep em transmitir vulnerabilidade e intensidade com sutileza. Sua performance trouxe camadas de emoção e autenticidade à personagem, elevando o tom intimista da história. A atuação rendeu a Streep uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, consolidando sua escolha como uma das mais acertadas do projeto.

No lançamento em 1995, ‘As Pontes de Madison recebeu elogios da crítica, principalmente pela direção sensível de Clint Eastwood e pela atuação comovente de Meryl Streep. Muitos críticos destacaram a maneira contida e realista como o filme abordou o romance, evitando exageros melodramáticos. A química entre os protagonistas foi amplamente elogiada, com destaque para a vulnerabilidade e a entrega emocional de Streep. O filme também recebeu reconhecimento por sua fotografia e trilha sonora discretas, que complementaram o tom intimista da história. Apesar de algumas críticas pontuais ao ritmo lento, o longa se consolidou como um dos romances mais respeitados da década.

Na sua estreia nos cinemas americanos, no dia 2 de junho de 1995, ‘As Pontes de Madison abriu em segundo lugar nas bilheteiras, atrás apenas de ‘Gasparzinho‘, superprodução para toda a família da Universal Pictures, que estava em sua segunda semana em cartaz. Nas semanas que seguiram em junho precisou enfrentar pesos-pesados como ‘Congo‘, ‘Batman Eternamente‘ e ‘Pocahontas‘ da Disney. Mesmo competindo com blockbusters de verão, o filme conseguiu um desempenho sólido, atraindo principalmente o público adulto em busca de dramas mais intimistas.

Sua estreia arrecadou cerca de US$10.5 milhões no primeiro fim de semana, o que foi considerado positivo para um romance de perfil discreto. Ao longo das semanas, o filme teve boa sustentação nas bilheteiras, impulsionado pelo boca a boca e pela crítica favorável. No total, ‘As Pontes de Madison faturou aproximadamente  US$182 milhões  mundialmente, consolidando-se como um sucesso comercial.

As Pontes de Madison recebeu quatro indicações ao Oscar em 1996, mas não venceu em nenhuma categoria. As indicações foram para Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Ator (Clint Eastwood), Melhor Trilha Sonora Original (composta por Lennie Niehaus) e Melhor Roteiro Adaptado (Richard LaGravenese). Embora não tenha levado nenhuma estatueta, as indicações confirmaram o reconhecimento da Academia à qualidade das atuações e da produção do filme, especialmente destacando a força dramática da dupla principal.

Trinta anos após sua estreia, ‘As Pontes de Madison permanece como um dos romances mais icônicos e emocionais do cinema moderno. O filme é lembrado por sua abordagem sensível sobre escolhas, arrependimentos e amores impossíveis, conquistando novas gerações de espectadores.

A atuação de Meryl Streep continua sendo considerada uma das melhores de sua carreira, enquanto a direção minimalista de Clint Eastwood é frequentemente elogiada em análises retrospectivas. A obra também ajudou a consolidar o gênero de dramas românticos voltados ao público adulto, num período em que Hollywood começava a priorizar produções mais comerciais. Além disso, o filme mantém um lugar especial na cultura pop, com suas locações em Iowa se tornando pontos turísticos para fãs que desejam reviver a emoção da história.

‘A Mula’: Suspense dirigido e estrelado por Clint Eastwood ganha trailer; Confira!

A Warner Bros Brasil divulgou o trailer do suspense ‘A Mula‘, filme dirigido e estrelado por Clint Eastwood.

Confira:

Com roteiro de Nick Schenk, o filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

Na trama, “Um horticultor e veterano da Segunda Guerra Mundial de 90 anos é pego transportando uma quantidade de cocaína equivalente a $3 milhões de dólares para um quartel de drogas mexicano.”

O elenco ainda inclui Bradley Cooper, Taissa Farmiga, Michael Peña e Laurence Fishburne.

‘Veronica Mars’ investiga assassinato no trailer COMPLETO do revival; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo do revival de ‘Veronica Mars‘.

Confira:

Criada por Rob Thomas (‘iZombie‘), a série original durou por três temporadas, e anos mais tarde ganhou um longa-metragem continuando sua história.

As férias estão sendo de matar em Neptune, dizimando a indústria turística de toda a vida da cidade à beira-mar. Depois Mars é contratada pelos pais de uma das vítimas para encontrar o assassino de seu filho, Verônica é arrastada para um mistério épico de oito episódios que colocará as elites ricas do enclave, que preferem pôr fim ao bacanal de um mês, contra uma classe trabalhadora que depende do fluxo de caixa que vem com o período de curtição.

O revival terá o retorno de Kristen Bell, Jason Dohring, Enrico Colantoni, Francis CapraRyan Hansen e Percy Daggs III. Além disso, contará com os novatos J.K. Simmons, Clifton Collins Jr. e Izabela Vidovic.

O revival será lançado na plataforma no dia 26 de julho.

Diretor de ‘O Homem Invisível’ fala sobre sua visão para adaptação de ‘Drácula’

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Leigh Whannell (‘O Homem Invisível‘) compartilhou sua visão sobre uma possível adaptação de ‘Drácula‘.

“Eu acho que a melhor coisa que você pode fazer pelo Drácula é simplificar e deixar de lado toda a iconografia, pois muitas coisas foram adicionadas posteriormente. Muitas coisas não fazem parte do livro do Bram Stoker, como a capa. Você precisa fingir que esse personagem nunca foi visto antes.”

Ele continua, “Eu tentaria pensar na essência que torna o Drácula assustador, que, para mim, é a sua falta de misericórdia. Ele não é romântico. Ele é um psicopata que bebe sangue. Não há capas, raios, névoa ou lobos.”

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Diretor de ‘Abismo do Medo’ afirma que seu novo terror será ‘tenso e sangrento’

Em entrevista ao ScreenDaily, o diretor Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘ e ‘Cães de Caça‘) prometeu que o seu novo filme de terror, intitulado ‘The Lair‘, será “sangrento e tenso”.

“‘The Lair’ será o meu verdadeiro retorno ao gênero. Será sangrento, intenso e cheio de ação; no mesmo estilo que ‘Cães de Caça’, ‘Abismo do Medo’ e ‘Juízo Final’.

Ele completa, “Eu vou fazer algo super assustador, tenso e divertido. O público ficará satisfeito. Será uma jornada cheia de adrenalina; espetacular e barulhenta. O longa será inspirado por diversos filmes clássicos, como ‘Alien’, ‘O Predador’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, por causa dos seus usos extraordinários de efeitos práticos.”

O longa será escrito, dirigido e produzido por Marshall.

A história irá girar em torno de uma piloto da Força Aérea Real abatida que escapa de um bunker aterrorizante no Afeganistão contendo armas biológicas mutantes criadas em laboratório e, involuntariamente, leve as criaturas de volta a uma base do Exército dos EUA.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Luta pela sobrevivência no trailer TENSO do sci-fi ‘The Colony’; Assista!

A ficção científica ‘The Colony‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Tim Fehlbaum (‘Um Inferno’) é responsável pela direção.

As condições cataclísmicas na Terra forçaram um êxodo em massa para um planeta distante. Gerações depois, uma missão tripulada volta para avaliar as condições de vida no mundo desolado e quase totalmente submerso. A única sobrevivente da expedição é atacada por um violento bando de necrófagos, eles próprios envolvidos na batalha com um inimigo muito mais sinistro. Agora, a própria sobrevivência da humanidade depende da bravura e engenhosidade da astronauta solitária.

Nora Arnezeder (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Sarah-Sofie BoussninaIain GlenSebastian Roché e Joel Basman.

O longa será lançado pela Saban em VOD no dia 27 de agosto.

Betty Gilpin estrelará nova série do criador de ‘Lost’

De acordo com o Variety, Betty Gilpin (‘A Caçada’) estrelará a série de suspense ‘Mrs. Davis‘, que está sendo desenvolvida pelo Peacock.

A atriz irá interpretar uma enfermeira que precisa enfrentar uma poderosa inteligência artificial.

A produção foi criada por Damon Lindelof (‘Lost’) e Tara Hernandez (‘The Big Bang Theory’).

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a narrativa irá explorar fé versus tecnologia.

Owen Harris (‘Black Mirror: San Junipero’) servirá como produtor executivo, além de dirigir múltiplos episódios – incluindo o piloto.

The Warner Brothers Television está por trás da produção do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Anna Kendrick vive relacionamento ABUSIVO no trailer do suspense ‘Alice, Darling’; Confira!

O suspense psicológico ‘Alice, Darling‘, estrelado por Anna Kendrick (‘Passageiro Acidental’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Mary Nighy é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Alanna Francis.

A trama será focada em Alice (Kendrick), que começa a se comportar de forma estranha, mantendo segredos sobre seu namorado inconstante (Carrick) de suas duas melhores amigas (Mosaku e Horn). Quando as três fazem uma viagem ara fora da cidade, todos os segredos são revelados quando uma garota local desaparece e o namorado de Alice aparece sem avisar.

O elenco ainda contará com Wunmi Mosaku (‘Lovecraft Country’), Kaniehtiio Horn (‘Possessor’) e Charlie Carrick (‘O Sequestro de Daniel Rye’).

O suspense será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 20 de janeiro.

Afire

 

Elenco:

Thomas Schubert
Paula Beer
Langston Uibel

 

Direção: Christian Petzold

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Uma pequena casa de férias junto ao mar Báltico. Os dias estão quentes e não chove há semanas. Quatro jovens se reúnem, velhos e novos amigos. À medida que as florestas secas ao redor deles começam a pegar fogo, o mesmo acontece com suas emoções. Felicidade, luxúria e amor; mas também ciúmes, ressentimentos e tensões.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Christian Petzold também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o divertido trailer de ‘A Missão de Sandy Bochechas’, derivado de ‘Bob Esponja’

A Netflix divulgou o trailer dublado da animação ‘A Missão de Sandy Bochechas‘, derivado de ‘Bob Esponja‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 2 de agosto.

Quando a Fenda do Biquíni é repentinamente retirada do oceano, Sandy Cheeks e Bob Esponja viajam para o estado natal de Sandy, no Texas, onde conhecem a família de Sandy e devem salvar a Fenda do Biquíni das mãos de um CEO malvado.

A produção conta com as vozes de Carolyn Lawrence, Tom Kenny, Clancy Brown, Bill Fagerbakke, Rodger Bumpass, Mr. Lawrence, Johnny Knoxville, Craig Robinson e Grey DeLisle.

Vale lembrar que o quarto filme do ‘Bob Esponja‘ está programado para 19 de Dezembro de 2025 – mesmo dia do terceiro filme da franquia bilionária de James Cameron.

‘John Wick 5’ é CONFIRMADO com retorno de Keanu Reeves e do diretor Chad Stahelski

Durante sua apresentação na CinemaCon 2025, a Lionsgate confirmou o desenvolvimento da sequência ‘John Wick 5‘.

Keanu Reeves retornará como o herói titular.

Chad Stahelski também voltará à direção, além de servir como produtor.

“Keanu, Chad, Basil [Iwanyk] e Erica [Lee] não retornariam para um quinto filme a menos que tivessem uma história realmente fenomenal e inovadora para estes personagens e universo. Mal podemos esperar para que o público possa ver para onde essa jornada nos levará a seguir,” declarou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate Motion Picture Group.

Vale destacar que o estúdio tem grandes planos para o universo de John Wick. Além do quinto filme, também foi confirmado um spin-off focado no personagem de Donnie Yen e uma série animada que contará com a voz de Reeves, e servirá como pré-sequência da saga.

Lembrando que o quarto filme da franquia, ‘Baba Yaga‘, está disponível no Prime Video.

Em BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Penúltimo episódio de ‘Stranger Things’ registra a PIOR média de aprovação da série

Apesar da expectativa para o capítulo final de ‘Stranger Things‘, o público parece ter estranhado o segundo volume da última temporada.

O penúltimo episódio da série, intitulado A Ponte, foi especialmente alvo de críticas negativas – tornando-se o capítulo com a pior média de aprovação da história da série.

O episódio em questão registra uma nota 5.4 no IMDb, sendo o único capítulo da produção abaixo da média 7.8.

A média baixa, no entanto, pouco tem a ver com a qualidade do episódio em si. Em um capítulo que marcou a cena em que o Will Byers (Noah Schnapp) se assume gay para seus amigos e familiares, os fãs apontam “review bombing” (bombardeio de críticas) – um ataque coordenado para abaixar a média de aprovação de determinada produção.

Quando olhamos para o número de reviews, a situação fica mais clara: A Ponte recebeu quase 100 mil avaliações, enquanto os demais capítulos registram menos da metade de notas.

No Rotten Tomatoes, as avaliações negativas do público afundaram a média de aprovação da última temporada para 56%. Para termos de comparação, a média de aprovação dos espectadores para a quarta temporada foi 89%, da terceira temporada foi 86%, da segunda temporada foi 90% e da primeira temporada foi 90%.

Vale lembrar que o capítulo final de ‘Stranger Things’ tem estreia marcada para o dia 31 de dezembro, às 22h. 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Meryl Streep responde ao comentário de Trump sobre seu discurso no Globo de Ouro

Durante sua primeira aparição em público desde seu emblemático discurso no Globo de Ouro (que fazia duras críticas ao atual presidente norte-americano), Meryl Streep chamou a atenção de Donald Trump por seu “instinto catastrófico de retaliar” e zombou de seu infame tweet chamando-a de “superestimada”.

“‘O mal prospera quando os homens bons não fazem nada’ … não é essa a verdade?”, disse Streep na noite de sábado no jantar de gala da Human Rights Campaign’s 2017 Greater New York.

“Não devemos nos surpreender que os fundamentalistas, de todas as raias, em toda parte, sejam exercidos e fumegantes. Não devemos nos surpreender que essas profundas mudanças venham a um custo muito mais elevado do que parece ser verdade no século XX. Não devemos nos surpreender se nem todos estiverem totalmente satisfeitos com isso. Mas se vivermos esse momento precário … se seu instinto catastrófico de retaliação não nos levar ao inverno nuclear, teremos muito a agradecer a esse presidente, porque ele terá nos despertado a respeito de até que ponto a liberdade é realmente frágil … O chicote do Executivo pode, através de um feed Twitter, chicotear e intimidar, punir e humilhar, deslegitimar a imprensa e inimigos imaginados com regularidade espasmódica e previsibilidade facilmente provocada “.

Exatamente como Streep fez durante seu poderoso discurso no Globo de Ouro, ela não mencionou Trump pelo nome. Mas tomou um momento para reconhecer a resposta de Trump ao seu discurso na premiação.

“Sim, eu sou a atriz mais superestimada, mais decorada e, atualmente, mais repreendida … da minha geração”, ela brincou. “Mas é por isso que você me convidou para cá! Certo?”

Na sequência do seu discurso na premiação que aconteceu no mês passado, Streep foi criticada pelo próprio Trump, que se sentiu ofendido com a atriz que apontou o fatídico momento durante sua campanha em que o então candidato à presidência ridiculariza um repórter deficiente.

Na ocasião, o presidente falou:

Meryl Streep, uma das atrizes mais superestimadas em Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro“, escreveu Trump no Twitter. “Ela é uma Hillary fracassada, que perdeu feio. Pela centésima vez, eu nunca ‘zombei’ de um repórter incapacitado (nunca faria isso), mas simplesmente mostrei-lhe “me agitando”, quando ele mudou totalmente uma história de 16 anos atrás que ele tinha escrito, a fim de me fazer ficar mal. Só mais mídias desonestas! “

Trump não foi o único tema abordado por Meryl durante seu discurso na noite de sábado (11). Streep também defendeu um comentário que fez no Globo de Ouro que recebeu alguma reação, em que declarou que o futebol e as artes marciais não eram “as artes”.

“Eu gosto de futebol…Eu assisti mais futebol em 60 anos do que qualquer um aqui”, disse ela. “Mas se você ouvir uma mulher em um restaurante dizer: ‘Meu filho está muito interessado nas artes’, ela não está falando de futebol ou artes marciais, porque eles não são apenas a mesma coisa. Alguns de nós gostamos de futebol, alguns de nós gostamos das artes, muitos de nós queremos tanto em nossas vidas…Eu estava fazendo uma piada, e Mike Nichols me disse: ‘Se você tem que explicar a piada, Meryl, você está condenada’”.

Streep premiada com o Ally for Equality Award da organização, que reconhece os esforços de quem empresta sua voz para ajudar a comunidade LGBTQ.

 

Rashida Jones e Kerry Washington vão adaptar os quadrinhos ‘Goldie Vance’

A história em quadrinhos ‘Goldie Vance‘ será adaptada para os cinemas. O projeto será dirigido e escrito por Rashida Jones, sendo produzido pela Simpson Street, a produtora da atriz Kerry Washington. A informação foi revelada pelo site Deadline.

De acordo com a publicação, a 20th Century Fox deve se encarregar da distribuição da produção, na expectativa de desenvolvê-la em uma franquia de filmes voltados para a família.

Goldie Vance‘ conta a história de uma garota de 16 anos brilhante, que sonha em se tornar a detetive interna de um resort em Miami. Ao tentar desvendar um crime internacional, desafios cruzarão seu caminho, ao ponto de fazê-la enfrentar perigos que jamais imaginou.

A graphic novel é de autoria de duas mulheres, Hope Larson e Brittney Williams.

‘Supergirl’: ator de ‘The Walking Dead’ entra para a 4ª temporada

A 4ª temporada de ‘Supergirl‘ já está a caminho de sua estreia, que acontece em 14 de outubro, mas o seu elenco continua crescendo.

Segundo o portal TV Insider, Xander Berkely, da série ‘The Walking Dead‘, é a mais nova adição. O ator interpretará o pai do agente Liberty, Peter Lockwood.

De acordo com o anúncio oficial, Lockwood é “um homem de classe média, dono de uma fábrica, que luta para tentar se manter em um mundo que está rapidamente mudando em virtude do surgimento de aliens que já habitam a Terra. Pai de família, ele dedicou toda sua vida para prover para outras pessoas. As sementes de seu descontentamento também serão responsáveis por plantar o começo de uma onda anti-alien”.

Confira o trailer:

Os novatos Rhona MitraRobert BakerBruce Boxleitner e Nicole Maines entraram para o elenco do quarto ano.

O ator e diretor Kevin Smirth vai dirigir um dos episódios do próximo ano. Smith revelou que conduzirá um dos capítulos da produção, mas não especificou qual deles ainda, salientando que o anúncio oficial virá em breve.

Supergirl é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

‘Ad Astra – Rumo às estrelas’: Brad Pitt brilha nas primeiras avaliações do filme; Confira!

A ficção científica ‘Ad Astra: Rumo Às Estrelas‘, estrelada por Brad Pitt, estreou no Festival de Veneza e as primeiras avaliações do longa estão entre nós.

Com uma atuação brilhante de Pitt, a produção conquistou a crítica especializada, sendo considerado uma “odisseia otimista”, “uma jornada interior intelectualmente sofisticada” e “implacável e melancólico”.

E para te preparar para o que vem por aí, separamos as principais avaliações já disponíveis.

Confira:

“Essa é uma narrativa avulsa e mítica; quanto mais expansiva sua visão se torna, mais voltado para o interior seu foco se torna. Mesmo com uma narrativa linear que nunca diminui a velocidade, uma sequência de perseguições que parece a Estrada da Fúria na lua e uma visão suspensa da galáxia que abre espaço para inúmeras surpresas inesperadas (cuidado com as marcas de garras dentro de uma nave espacial aparentemente abandonada), Ad Astra ainda é uma das odisseias mais ruminativas, retraídas e curiosamente otimistas deste lado do Solaris. É também uma dos melhores”. – David Ehrlich (IndieWire)

“Por mais potente que seja essa premissa, com sua dinâmica de Marlow-Kurtz entre o filho narrador e o pai fora da grade que ele presumiu estar morto há muito tempo, ela se desenrola de uma maneira que facilita mais a admiração do que o arrebatamento total da audiência. Talvez porque os tropos de gênero de Ad Astra, por mais impressionantes que sejam, também são familiares – um pouco de Gravidade aqui, os inevitáveis ​​acenos de 2001: Uma Odisséia no Espaço por lá. Essa saga episódica parece arrancada por eles, em vez de habitar totalmente o terreno. Indo de uma provação homérica para outra, o filme pode ser teimosamente sem envolvimento”. – Sheri Linden (The Hollywood Reporter)

“Em Ad Astra, Apocalypse Now é o quadro em que Gray está pendurado … outro quadro. Ainda estamos falando sobre  Apocalypse Now, 40 anos depois, mas não tenho certeza de que falaremos sobre Ad Astra em quatro semanas… o que ajudaria mais seria se o filme tivesse um fator uau genuíno gravado em sua ficção científica retrô. Espero que James Gray, como diretor, continue a explorar mundos desconhecidos, mas mesmo o seu culto de fãs pode achar difícil ficar muito empolgado com um filme que, por trás de suas aparências espaciais, é convencional. ” – Owen Gleiberman (Variety)

“Assim como o último filme de Gray, A Cidade Perdida de Z, Ad Astra pode parecer um conto de aventura tradicional, mas, na realidade, é uma jornada interior intelectualmente sofisticada e meticulosamente trabalhada, na qual um homem solitário luta com seus demônios. Para ter certeza, há uma familiaridade com essa configuração do Heart Of Darkness – e a voz sussurrada de Roy geralmente acrescenta outro nível de convencionalidade. Mas, apesar dessas limitações – e do fato de [Liv] Tyler ser relegada a um papel esquelético de Amante desapontada -, este filme cativante se aprofunda nos temas de pai e filho”. -Tim Grierson (Screen Daily)

“Emocionalmente, o filme opera em uma área cinzenta clássica, com redemoinhos quase imperceptíveis que se transformam em uma poderosa chave existencial. Tudo isso, deve-se dizer, repousa sobre os ombros de Pitt – que parecem ombros muito diferentes, de alguma forma, daqueles que se arrastaram de maneira tão atraente em Era Uma Vez em Hollywood. Seu desempenho aqui é tão emocionante e intimidador quanto seu trabalho para Tarantino foi espirituoso e amplo – é o verdadeiro estrelato do cinema e preenche uma tela do tamanho de um sistema estelar”. – Robbie Collin (The Telegraph)

“O último longa-metragem de Gray, o deslumbrante e triste drama de exploração A Cidade Perdida de Z, exibia obras de arte igualmente impressionantes. Mas em Ad Astra, Gray é capaz de trabalhar em uma escala muito maior. Claro, muitas das estéticas do filme lembram outras aventuras sombrias no espaço – mas Gray afirma sua própria voz, sua própria perspectiva. Gray está cutucando algo como Roy McBride, arranhando o uivo do universo para ver o que está fazendo barulho”. – Richard Lawson (Vanity Fair)

“Existencial, mas também íntimo, Ad Astra é uma exploração impressionante e sensível do espaço deixado por um pai ausente – e o vazio infinito do espaço real”. – John Nugent (Empire)

“Este filme é brilhantemente escolhido por Douglas Aibel (‘Depois do Casamento’), com Jones apresentando uma de suas melhores performances em anos como um homem tão completamente desalojado da realidade que considera um abismo sobrenatural como seu verdadeiro lar. Ele é implacável, melancólico e aterrorizante ao mesmo tempo”. – Candice Frederick (The Wrap)

Dirigido por James Gray (‘Z: A Cidade Perdida‘), o título original do filme significa “para as estrelas” em latim.

Roy McBride (Pitt) viaja para os limites do sistema solar para encontrar seu pai desaparecido e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. Sua jornada revelará segredos que desafiam a natureza da existência humana e nosso lugar no cosmos.

O elenco ainda conta com Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler e Donald Sutherland.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de setembro.

‘Animaniacs’: Reboot da popular série animada ganha nova prévia; Assista!

O reboot da popular série em animação ‘Animaniacs‘ ganhou uma nova prévia, divulgada pela plataforma Hulu.

O vídeo promocional leva os fãs da produção a uma viagem nostálgica, mostrando ainda os bastidores da dublagem da série, que trará o time de dubladores originais de volta.

Assista:

“Feliz Aniversário Animaniacs!

Para celebrar o 27º aniversário da estreia da série original, nós estamos entregando uma prévia especial dos bastidores do seu elenco favorito de dubladores.

Confira os novos episódios de Animaniacs no dia 20 de novembro, só no Hulu”.

O reboot de ‘Animaniacs‘ será apresentado pelo cineasta Steven Spielberg e estreia na plataforma da Hulu no dia 20 de novembro.

Steven Spielberg’s Animaniacs foi uma série de desenhos animados distribuída pela Warner Bros., produzida pela Amblin Entertainment e inspirada no filme Uma Cilada para Roger Rabbit.

A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dos Looney Tunes.

 

 

‘Gavião Arqueiro’: Jeremy Renner e Hailee Steinfeld estão prontos para o combate na primeira imagem oficial

A série ‘Gavião Arqueiro‘ é uma das mais aguardadas do segundo semestre de 2021. E após ganhar o seu trailer, a plataforma Disney+ divulgou a primeira imagem oficial da produção, que traz a dupla de atores Jeremy Renner e Hailee Steinfeld prontos para o combate.

O material em questão foi divulgado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

HAWKEYE
(L-R): Kate Bishop (Hailee Steinfeld) and Hawkeye/Clint Barton (Jeremy Renner)

Confira a sinopse oficial:

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Lembrando que a série estreia em 24 de novembro, no Disney+.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

‘Ginny e Georgia’: 3ª temporada estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A aguardada 3ª temporada de ‘Ginny e Georgia‘ já está disponível no streaming. A nova leva de episódios teve sua estreia nesta quinta-feira (05), na grade de programação da Netflix.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Conheça Rose Tico em novo vídeo dos bastidores

Um novo vídeo dos bastidores de Star Wars: Os Últimos Jedi foi liberado e nele podemos conhecer mais sobre Rose Tico, a mecânica da Resistência vivida por Kelly Marie Tran. Confira:

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Nova imagem de Finn e Rose é revelada; Confira!

Outro novo vídeo de Star Wars: Os Últimos Jedi mostra os bastidores do treinamento de Daisy Ridley para viver Rey e também a preparação dos outros atores do filme. Assista:

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Veja também novas imagens da produção, muitas inéditas e em alta resolução. Confira a nossa galeria:

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A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 13 de Dezembro.

‘Inumanos’: Série da Marvel é oficialmente cancelada pela ABC

Após um lançamento mediano e muitas críticas negativos, a nova série da Marvel, ‘Inumanos’, acabou gerando prejuízo aos cinemas com as sessões em IMAX e baixa audiência. Agora, a ABC decidiu cancelar de uma vez o seriado.

De acordo com a Variety, que nota que a emissora também cancelou outros três títulos que estrearam no ano passado: ‘The Crossing’, Kevin (Probably) Saves the World’ e ‘Deception’.

No Brasil, a série estreou em 14 de novembro, no Canal Sony.

Recentemente, Rich Gelfond, representante da empresa, revelou em entrevista ao Deadline que foi “uma decepção e um erro” e que não deve trabalhar com a Marvel na TV novamente:

O público esperava uma produção parecida com filmes com grandes orçamentos e não pilotos para um programa de televisão fraco. Além disso, o fato de que esta é uma franquia da Marvel, estabeleceu um nível mais alto do que você veria em outros projetos ou franquias por causa da reputação e do alto valor de produção dos filmes da Marvel.

As exibições no IMAX renderam apenas US$ 3,5 milhões, não pagando todo o investido feito pela empresa. Na televisão, a série teve uma estreia abaixo do esperado, com cerca de apenas 3,8 milhões de espectadores nos EUA.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Novas fotos do set mostram cena intensa com a Mulher-Leopardo

As gravações de Mulher-Maravilha 1984’ estão a todo vapor em Londres e novas fotos do set mostram mais detalhes da personagem vivida pela atriz Kristen Wiig, que se tornará a vilã Mulher-Leopardo na sequência.

Confira:

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 1984’ chega aos cinemas em 13 de dezembro de 2019.

Crítica | Hellboy – Terror galhofa para quem curte o herói

Quinze anos se passaram desde o primeiro ‘Hellboy’, dirigido por Guillermo Del Toro, com Ron Perlman (o Clay Morrow, de ‘Sons of Anarchy’) no papel principal. Os fãs dos quadrinhos, à época, recepcionaram muito bem o super-herói com aparência do demonho, e, desde o lançamento da continuação, em 2008, os fãs ficaram cobrando novos filmes da franquia. Agora, onze anos desde o último longa, chega aos cinemas um novo ‘Hellboy’.

A nova versão do herói-demonho traz David Harbour (mais conhecido como o policial bonzinho de ‘Stranger Things’, em uma atuação convincente) no papel principal, numa versão mais impaciente de Hellboy. A história se aproxima mais da proposta das HQs criadas por Mike Mignola, porém, volta ao início de tudo, deixando de lado as duas produções de Del Toro e recomeçando uma nova linha narrativa, dando um porquê às origens do personagem e indo mais além.

Porém, a direção de Neil Marshall é ansiosa e o resultado é uma chuva de informação que o espectador não consegue absorver no todo. Vemos uma colcha recortada e recosturada de cenas que, de tão rápidas montadas no longa, ficamos sem entender o que aconteceu, ou por quê. A sensação é que Neil entrou com tanta vontade no projeto, que resolveu contar o compêndio de dez HQs em menos de 2 horas de projeção. Como se fosse o projeto piloto de uma série. Se esse fosse o caso, ficaríamos todos animadíssimos, ansiosos pelo melhor desenvolvimento do que vimos, porém, como é um filme, ficamos com a sensação de que nada é aprofundado na trama, e todos os elementos entram e saem de cena apenas para constar, em caso de necessidade no futuro.

Os fãs do vermelhão, entretanto, irão se divertir. Recheado de elementos e cenas do melhor terror galhofa, que pinga sangue para todos os lados, com direito a dividir pessoas pela metade em close na câmera e um certo beijo beeeeem nojento. Sem contar a participação de Milla Jovovich, ressuscitada da franquia ‘Resident Evil‘, interpretando sofrivelmente Nimue, a Rainha de Sangue, vilã da trama.

Com alguns diálogos bem clichês e opções de roteiro por não explicar coisas que ele mesmo lança na história, quem for assistir a este novo ‘Hellboy’ nos cinemas poderá rir e sentir nojinho, tomar algum susto e se divertir com as resmunguices do herói-demonho. Mas, definitivamente, vai sair da sala de cinema precisando de mais história do Hellboy.