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Oscar 2026 acontece HOJE; Relembre a lista de indicados!

Os vencedores da 98ª edição do Oscar acontece hoje, 15 de março – e o Brasil voltou a integrar a lista de indicados da maior premiação do cinema.

O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, concorre a nada menos que quatro categoriasMelhor FilmeMelhor Filme InternacionalMelhor Ator para Wagner Moura (o primeiro ator brasileiro a ser indicado ao prêmio) e Melhor Direção de Elenco. Além disso, o diretor de fotografia Adolpho Veloso é um dos favoritos para conquistar a estatueta de Melhor Fotografia por seu esplêndido trabalho em Sonhos de Trem.

Relembre os indicados abaixo:

MELHOR FILME
Bugonia
F1
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Sonhos de Trem

MELHOR DIREÇÃO
Chloé ZhaoHamnet
Josh SafdieMarty Supreme
Paul Thomas AndersonUma Batalha Após a Outra
Joachim TrierValor Sentimental
Ryan CooglerPecadores

MELHOR ATRIZ
Jessie BuckleyHamnet
Rose ByrneSe Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Kate HudsonSong Sung Blue
Renate ReinsveValor Sentimental
Emma StoneBugonia

MELHOR ATOR
Timothée Chalament, Marty Supreme
Leonardo DiCaprioUma Batalha Após a Outra
Ethan HawkeBlue Moon
Michael B. JordanPecadores
Wagner MouraO Agente Secreto

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Elle Fanning, Valor Sentimental
Inga Ibsdotter Lilleaas, Valor Sentimental
Amy Madigan, A Hora do Mal
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Delroy Lindo, Pecadores
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgard, Valor Sentimental

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Sonhos de Trem

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Blue Moon
Foi Apenas um Acidente
Marty Supreme
Valor Sentimental
Pecadores

MELHOR ANIMAÇÃO
Arco
Elio
Guerreiras do K-Pop
A Pequena Amélie
Zootopia 2

MELHOR DOCUMENTÁRIO
The Alabama Solution
Come See Me in the Good Light
Cutting Through Rocks
Mr. Nobody Against Putin
A Vizinha Perfeita

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM
All the Empty Rooms
Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
Children No More: “Were and Are Gone”
The Devil is Busy
Perfectly a Strangeness

MELHOR FILME INTERNACIONAL
O Agente Secreto
Foi Apenas um Acidente
Valor Sentimental
Sirat
A Voz de Hind Rajab

MELHOR FIGURINO
Avatar: Fogo e Cinzas
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

MELHOR MONTAGEM
F1
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Pecadores

MELHOR FOTOGRAFIA
Frankenstein
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sonhos de Trem

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: Fogo e Cinzas
F1
Jurassic World: Recomeço
O Ônibus Perdido
Pecadores

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Frankenstein
Kokuho
Pecadores
Coração de Lutador: The Smashing Machine
A Meia-Irmã Feia

MELHOR SOM
F1
Frankenstein
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sirat

MELHOR TRILHA SONORA
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“Dear Me”, Diane Warren: Relentless
“Golden”, Guerreiras do K-Pop
“I Lied to You”, Pecadores
“Sweet Dreams of Joy”, Viva Verdí!
“Train Dreams”, Sonhos de Trem

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO
Butterfly
Forevergreen
The Girl Who Cried Pearls
Retirement Plan
The Three Sisters

MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION
Butcher’s Stain
A Friend of Dorothy
Jane Austen’s Period Drama
The Singers
Two People Exchanging Saliva

MELHOR DIREÇÃO DE ELENCO
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
O Agente Secreto
Pecadores

EXCLUSIVO: Dove Cameron e Avan Jogia falam sobre as PICANTES cenas do thriller erótico ’56 Dias’

56 Dias‘, novo thriller erótico estrelado por Dove Cameron (‘Descendentes’) e Avan Jogia (‘Brilhante Vitória’), chegou nos últimos dias ao catálogo do Prime Video.

Após um encontro por acaso em um supermercado, Oliver e Ciara se apaixonam rapidamente e de forma perigosa. 56 dias depois, investigadores de homicídios chegam ao apartamento de Oliver e encontram um corpo não identificado — brutalmente assassinado e intencionalmente decomposto. Ele a matou? Ela o matou?

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Cameron e Jogia, que exploraram as dinâmicas entre seus personagens e as picantes cenas de sexo da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Todos os oito episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 18 de fevereiro.

Lisa Zwerling e Karyn Usher são responsáveis pelo roteiro.

O elenco ainda conta com Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’) e Dorian Missick (‘Livrai-nos do Mal’) como os detetives Lee Reardon e Karl Connolly, respectivamente.

James Wan servirá como produtor executivo ao lado de Michael Clear, Rob Hackett, Danielle Bozzone e Catherine Ryan Howard.

‘Mulheres Imperfeitas’: Série de suspense com Elisabeth Moss e Kerry Washington abre com 57% de aprovação no RT

‘Mulheres Imperfeitas’ (‘Imperfect Women’), thriller psicológico estrelado por Elisabeth Moss (‘O Conto da Aia’), Kerry Washington (‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’) e Kate Mara (‘House of Cards’), chega em breve ao catálogo do Apple TV – e parece ter dividido a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 57% de aprovação com base em reviews até o momento. Enquanto alguns especialistas elogiaram o caráter despretensioso e caótico da atração, outros disseram que a narrativa não traz nada de novo ao gênero.

Confira os comentários:

‘Mulher Imperfeitas’ não é a pior produção do gênero mais desgastado da televisão, mas chega tão tarde nesse ciclo que sua insipidez genérica parece mais ofensiva do que a incompetência gritante” – THR.

“Embora, à primeira vista, se apresente como um emocionante mistério de assassinato com Eleanor e Mary como detetives, [a série] na verdade é um drama envolvente que retrata perfeitamente os altos e baixos da amizade feminina” – CBR.

“A série entrega o que o público deseja: um drama interpessoal complexo que mantém todos em suspense, com um elenco de primeira linha que acerta em cheio em cada momento de tirar o fôlego” – TVBrittanyF.com.

“Apesar da falta de originalidade (ou de uma conclusão à altura da premissa), aqueles com um apetite insaciável por mistérios sensuais e picantes sobre melhores amigas e os segredos mais chocantes que escondem, sem dúvida, vão devorar a produção” – The Daily Beast.

‘Mulheres Imperfeitas’ é maravilhosamente caótico” – VisAbleBlackwoman.

“Embora não seja o próximo ‘Big Little Lies’, ‘Mulheres Imperfeitas’, do Apple TV, é um thriller viciante com muito a oferecer além do seu mistério, que, no fim das contas, é previsível” – Screen Rant.

“Dentro do panorama geral das ofertas de suspense do Apple TV, ‘Mulheres Imperfeitas’ se encaixa perfeitamente no meio” – Collider.

A série de oito episódios estreia mundialmente em 18 de março, com os dois primeiros capítulos.

A obra foi criada por Annie Weisman (‘Physical’).

Baseada no romance homônimo de Araminta Hall, a produção examina um crime que abala uma amizade de décadas entre três mulheres. O suspense psicológico não convencional explora a culpa e a retribuição, o amor, a traição e as concessões que fazemos e que alteram nossas vidas para sempre. À medida que a investigação acontece, também revela a verdade sobre como até mesmo os relacionamentos mais íntimos podem não ser o que parecem.

Além de Moss e Washington, o elenco conta com Kate Mara (‘House of Cards’), Joel Kinnaman, (‘O Esquadrão Suicida’), Corey Stoll (‘Amor, Sublime Amor’), Rome Flynn (‘Godfather of Harlem’), Ana Ortiz (‘Ugly Betty’), Sherri Saum (‘Good Trouble’), Wilson Bethel (‘Demolidor: Renascido’), Keith Carradine (‘Dexter’), Jackson Kelly (‘The Pitt’), Audry Zahn (‘Wildcat’), Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’).

Lesli Linka Glatter (‘Homeland‘, ‘Dia Zero‘) dirige o episódio piloto e entra como produtora executiva ao lado de Hall, Moss, Washington e Weisman.

‘Mulheres Imperfeitas’ é produzida pela 20th Television e pela Apple Studios.

Pedro Pascal bloqueia página de fãs brasileiros após críticas sobre suposto novo namoro

O astro Pedro Pascal, um dos maiores nomes de Hollywood na atualidade, tornou-se o centro de uma grande polêmica nas redes sociais. O motivo da repercussão é o suposto namoro do ator com o diretor argentino Rafael Olarra, cujas possíveis inclinações políticas geraram debates acalorados entre os fãs.

A polêmica ganhou força após internautas associarem o nome de Olarra a organizações pró-Israel. O movimento gerou um choque entre os seguidores de Pascal, já que o ator tem um histórico de posicionamentos públicos em defesa da causa palestina.

Segundo informações do portal Metrópoles, os ataques ao cineasta começaram após ele comentar com emojis de apoio em uma publicação de Pascal sobre manifestações pelos direitos das mulheres no Chile. A interação foi o suficiente para que parte do público passasse a rotulá-lo como “sionista”, termo que se refere ao movimento político que defende o Estado de Israel como nação judaica.

Vale ressaltar que, até o momento, não existem evidências públicas concretas que liguem Olarra a tais organizações.

Os boatos de um relacionamento entre os dois circulam desde fevereiro deste ano, quando foram flagrados juntos em Nova York durante o final de semana do Dia dos Namorados (Valentine’s Day). Desde então, a dupla foi vista em clima de proximidade assistindo ao filme O Morro dos Ventos Uivantes e passeando abraçados pela cidade.

Diante do conflito em curso entre Israel e Palestina, as redes sociais do ator foram inundadas por comentários críticos e pedidos de “Palestina Livre”.

A situação escalou quando fãs relataram que Pascal teria começado a bloquear perfis que o questionavam. Entre as contas bloqueadas está a “infopedropascal”, uma das principais páginas brasileiras dedicada à carreira do ator. Após o ocorrido, o perfil anunciou o encerramento de suas atividades em uma postagem no X (antigo Twitter).

Mesmo em meio ao turbilhão digital, o ator está confirmado como um dos apresentadores de categoria na cerimônia do Oscar, que acontece neste domingo (15/03).

 

Oi? Disney estava desenvolvendo adaptação de ‘Branca de Neve’ com ARTES MARCIAIS

Antes do polêmico live-action, a Branca de Neve quase retornou às telonas em um projeto ainda mais controverso. De acordo com o The Hollywood Reporter, a Disney estava desenvolvendo uma reimaginação da história clássica em um cenário asiático, descrita como “uma aventura com artes marciais”.

Intitulado ‘Order of the Seven‘ (A Ordem dos Sete, em tradução livre), o longa seria estrelado pela Saoirse Ronan (‘Um Olhar no Paraíso’).

Michael Gracey, de ‘O Rei do Show‘, estava cotado na direção.

O projeto foi desenvolvido por anos pelo produtor Andrew Gunn, que faleceu esta semana – dois anos após ter sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença neurodegenerativa progressiva e fatal que afeta neurônios motores.

O site afirma que a adaptação foi engavetada pelo presidente do estúdio, Sean Bailey, em 2012.

Vale lembrar que o live-action de ‘Branca Neve‘ decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 205.6 milhões mundialmente. O filme também falhou em conquistar os críticos, alcançando apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Universal Pictures amplia janela de exclusividade nos cinemas para 2027

A Universal Pictures anunciou uma mudança estratégica em seu modelo de distribuição para 2027. O estúdio confirmou que irá ampliar a janela de exibição exclusiva nos cinemas para 45 dias (equivalente a sete fins de semana) em seus grandes lançamentos. De acordo com o Deadline, a nova regra não se aplicará aos filmes da Focus Features, que manterão o período de exclusividade de 17 dias.

A decisão marca um amadurecimento das estratégias de distribuição adotadas durante a pandemia de COVID-19. Na época, a Universal Pictures implementou um modelo flexível de janela nos cinemas: 17 dias de exclusividade para filmes que estreassem com menos de US$ 50 milhões e 30 dias para produções cuja abertura superasse esse valor.

Agora, o foco retorna à valorização das salas de cinema. Em entrevista ao The New York Times, a presidente da NBCUniversal, Donna Langley, reforçou o compromisso da empresa com os exibidores:

“Nossa estratégia de janelas sempre foi pensada para evoluir com o mercado, mas acreditamos firmemente na primazia da exclusividade nos cinemas e em trabalhar de perto com nossos parceiros exibidores para apoiar um ecossistema teatral saudável e sustentável”, afirmou.

A medida foi celebrada por Adam Aron, CEO da rede AMC Theatres. Conhecido por ter tido embates públicos com Langley no passado devido à redução das janelas, Aron elogiou a liderança da executiva nas redes sociais, classificando a mudança como uma “grande notícia” para o setor.

“Grande notícia. Meus maiores elogios à presidente da NBCUniversal, Donna Langley, e à sua equipe. Não posso dizer coisas boas o suficiente sobre sua liderança na Universal”, acrescentou.

Langley também reforçou ao The New York Times que: “A Universal continua sendo um estúdio que coloca os cinemas em primeiro lugar”.

A estratégia da Universal visa utilizar o impacto cultural e o marketing gerado pela experiência cinematográfica para impulsionar o desempenho posterior dos filmes no Premium VOD e no streaming (Peacock e Amazon).

Com o novo prazo de 45 dias, a Universal se alinha a uma tendência de mercado, embora ainda seja superada pela Disney, que lidera o movimento pós-pandemia com janelas de 60 a 100 dias antes do streaming. Vale lembrar que a Disney enfrentou crises com o modelo híbrido, incluindo o processo judicial movido por Scarlett Johansson após o lançamento simultâneo de Viúva Negra’.

Filmes chiclete: por que alguns filmes nos abraçam e não largam mais?

Titanic
Titanic

A conexão entre o cinema e as nossas vidas é algo difícil de explicar. Há filmes que gostamos, outros nem tanto – e isso faz parte, além de ser algo bastante divertido de debater em uma roda de conversas com os amigos. A grande graça da sétima arte está justamente em apurar nosso senso crítico, nos levando para diversas percepções, até mesmo em filmes que, a princípio, achamos que não nos levarão a lugar nenhum.

Mas, cinéfilo ou não, você já parou para pensar em quantos filmes já assistiu ao longo da vida? Foram muitos, né? E tenho certeza de que alguns deles te marcaram tanto ao ponto de você ainda lembrar das cenas e diálogos até hoje. Existe uma afirmação que alguém um dia me falou e que acho intrigante: ‘Quando uma obra cinematográfica te abraça, não larga mais.’ E isso é a mais pura verdade.

Ao longo da nossa vida, desde pequenos até a fase em que nos encontramos, o cinema vem nos acompanhando. E, quanto maior a nossa maturidade em entender as sugestões de reflexões, mais forte se torna esse elo entre nós e os filmes que desfilam, semanas atrás de semana, por nossa trajetória. Seja em uma animação ou em um filme mais denso, sempre há um convite para um pensar.

Comédias românticas em foco: o sonho do amor perfeito ou fuga da realidade?

Na nossa infância, as animações costumam ganhar nosso primeiro olhar de fascínio, com histórias envolventes, cheias de elementos marcantes e personagens carismáticos. Se você pensar em qual foi o primeiro filme que assistiu no cinema, a resposta tende a ser algum filme como Rei Leão, Alladin, Toy Story – alguns dos títulos mais lembrados até hoje.

Se você é do tempo da saudosa ‘Sessão da Tarde’, certamente se lembra de Quero ser Grande, Os Goonies, Proposta Indecente, De Volta para o Futuro, Ghost –Do Outro lado da Vida, Curtindo a Vida Adoidado, Lagoa Azul e outros tantos sucessos que cansavam de ser repetir na tela da emissora mais famosa do Brasil. Não tenho dúvida de que esse programa, que marcou as tardes de muitos de nós, ajudou a formar cinéfilos.

E o que dizer dos blockbusters? Titanic, por exemplo, com todo ‘oba oba’ desde a época de seu lançamento até os dias atuais – e mesmo com sua narrativa convencional – é um filme que marcou muitos corações. Essa história de amor, em meio a uma tragédia, que todos já conhecíamos consegue chegar em cada um de nós de formas distintas. Rose e Jack são dois dos personagens mais conhecidos do mundo da sétima arte. Já Leonardo DiCaprio e Kate Winslet seguimos acompanhando até hoje suas carreiras, mas sempre lembramos deles nos inesquecíveis papéis do filme de James Cameron.

Não importa a idade: pode ter certeza, quando um filme tem grande apelo popular, uma narrativa fácil de acompanhar e envolve o público com muito entretenimento, ele gruda que nem chiclete. E olha, temos muitos filmes chiclete por aí! Você lembra de algum? Conta pra gente!

 

Confira as primeiras imagens de ‘Crystal Lake’, série baseada na franquia ‘Sexta-Feira’

O Peacock divulgou as primeiras imagens oficiais da série ‘Crystal Lake‘, que servirá de pré-sequência ao clássico ‘Sexta-Feira 13‘.

As fotos fazem homenagem ao clássico dos anos 80, capturando o espírito do longa original.

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Brad Caleb Kane servirá como showrunner.

Callum Vinson (‘Chucky’) dará vida ao Jason Voorhees, enquanto Linda Cardellini (‘Scooby-Doo’) viverá sua mãe, Pamela Voorhees.

A narrativa de ‘Crystal Lake‘ acompanhará a juventude de Jason e, principalmente, a trajetória emocional de sua mãe. Na nova versão, Pamela é retratada como uma ex-cantora que abandonou a carreira para cuidar de seu filho com necessidades especiais. Sua vida toma um rumo sombrio após a aparente morte do garoto no lago.

O elenco ainda contará com Nick Cordileone como Ralph — possivelmente uma nova versão do “Louco Ralph”, conhecido por alertar sobre a maldição do acampamento nos dois primeiros filmes; Joy Suprano como Rita, Danielle Kotch como Claudette; e Phoenix Parnevik como Barry. Os dois últimos remetem diretamente aos primeiros conselheiros assassinados por Pamela na trama original.

William Catlett (‘A Thousand and One’), Cameron Scoggins (‘Nashville’), Devin Kessler (‘Godfather of Harlem’) e a novata Gwendolyn Sundstrom completam o elenco.

Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.

Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Oscar 2026 | Relembre os últimos vencedores do Oscar de Melhor Filme de Animação

O Oscar 2026 acontece nesse domingo (15) a partir das 20h, e uma das categorias que costuma causar mais polêmica terá um debate acirrado entre dois fenômenos de 2025. Isso porque Guerreiras do K-Pop e Zootopia 2 são os franco favoritos a levarem o Oscar de Melhor Filme de Animação, com o longa da Netflix saindo em vantagem, já que dominou as premiações da temporada até aqui.

Porém, do outro lado, há um fenômeno da Disney, um estúdio que dominou a categoria desde que foi criada. E sempre há rumores fortíssimos de que os votantes da Academia esnobam a categoria de animação, com muitos sequer assistindo os indicados, dando seus votos com base em repercussão ou até mesmo opinião dos filhos, o que novamente daria vantagem para a Disney. Além disso, Zootopia 2 tomou os noticiários entre dezembro e fevereiro com a quebra do recorde de bilheteria, fazendo dela a maior arrecadação ocidental de 2025 e a maior bilheteria da história de uma animação de Hollywood. Ou seja, existe chance.

Diante dessa disputa, o CinePOP vai relembrar quais foram os últimos cinco vencedores da categoria de Melhor Filme de Animação, e indicar em quais streamings você pode encontrá-los. Confira!

Flow

flow

Abraçado pelos brasileiros, Flow concorreu ao último Oscar em Melhor Filme de Animação e Melhor Filme Internacional, sendo um dos adversários de Ainda Estou Aqui na categoria. Pela internet, a equipe desse longa animado da Letônia passou a receber o carinho dos fãs brasileiros, dizendo que torceriam pelo filme na categoria de animação e para o filme nacional em Melhor Filme Internacional. O time letão abraçou a ideia e, no fim, todo mundo saiu feliz. Flow é um filme muito diferente e chamou atenção do planeta por ter sido inteiramente feito com o software gratuito Blender. A trama é muda e conta a história de um gatinho preto que tenta escapar de uma enchente mortal, levando o felino em uma viagem emocionante junto a outros animais sobreviventes.

Onde assistir: Filmelier+

O Menino e a Garça

O Oscar 2024 foi muito simbólico. Após ter anunciado sua aposentadoria em 2013, o lendário animador japonês Hayao Miyazaki voltou aos holofotes com uma nova animação do Studio Ghibli que deveria ser boa o bastante para tirá-lo do conforto do lar e passar cerca de sete anos em desenvolvimento. E foi assim que surgiu o espetacular O Menino e a Garça, uma aventura com jeitão de Alice no País das Maravilhas pelo Japão no contexto da Segunda Guerra Mundial. A trama acompanha o pequeno Mahito Maki, um garotinho de 12 anos que teve de mudar de cidade após a perda da mãe. Em sua nova casa no campo, além de tentar lidar com o luto, o menino reluta em aceitar o novo casamento do pai, que juntou trapos com a tia. Porém, sua vida muda de uma vez por todas quando uma misteriosa garça aparece no jardim e passa persegui-lo, dizendo que sua mãe ainda está viva. O garoto acaba entrando em uma torre abandonada, que o levará a outra dimensão, cheia de perigos e aventuras.

Onde assistir: Netflix

Pinóquio

Outro estrondoso sucesso quando lançou, a visão sombria de Guillermo Del Toro de Pinóquio fez a limpa nas cerimônias de premiações antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme de Animação 2023. Contado por meio da belíssima técnica do stop-motion, esse musical dramático investe na história de Pinóquio, um bonequinho de madeira que ganha vida, mas pela ótica do luto. O conto é ambientado em um vilarejo em meio ao fascismo italiano da década de 1930, mostrando diretamente as consequências da guerra para o povo. Por lá, após perder o filho, o marceneiro Gepeto cai no alcoolismo. Certa noite, completamente embriagado e tomado pelo luto, ele pega a madeira que cresceu do túmulo do garoto e constrói um boneco, que acaba ganhando vida. Por ser diferente das outras crianças, o pequeno Pinóquio sai do vilarejo para explorar e tentar encontrar seu lugar no mundo, mas logo descobre que é um planeta cheio de perigos.

Onde assistir: Netflix

Encanto

Último Oscar da pandemia, a edição 2022 premiou Encanto, o musical latino-americano da Disney que não foi bem nas bilheterias, mas se tornou um sucesso absoluto no streaming, mostrando que o cinema ainda enfrentaria um longo caminho para retomar o público quando a pandemia acabasse. Escrito pelo queridinho dos musicais, Lin-Manuel Miranda, o filme se passa em um vilarejo da Amazônia colombiana em que a Família Madrigal foi abençoada com poderes especiais que passam de geração em geração. Porém, essa “magia familiar” começa a cessar, deixando toda a linhagem em desespero. Agora, cabe à Mirabel, a única pessoa da família que não desenvolveu poderes – e passou a ser tratada de forma grosseira pela matriarca da família – investigar e tentar solucionar o mistério que tomou conta da Casita. Uma curiosidade é que o filme também concorreu na categoria de Melhor Canção Original, mas perdeu porque, segundo críticos e fãs, a Disney indicou a música Dos Oruguitasem vez de “Não Falamos do Bruno”, música que viralizou nas plataformas de streaming de áudio e acabou virando sinônimo do filme.

Onde assistir: Disney+

Soul

Por fim, o Oscar 2021 foi o último a premiar um filme da Pixar na categoria de Melhor Filme de Animação. Primeiro longa do estúdio lançado diretamente no streaming, Soul é uma aventura dramática pelo pós e pré-vida. A trama acompanha Joe, um professor de música para crianças que chegou à vida adulta tomado pela frustração de nunca ter se tornado um famosa músico de Jazz. Porém, tudo fica prestes quando ele recebe o convite para fazer um teste com sua grande referência na música, o que Joe interpreta como o “passo além” de sua carreira. Só que, no caminho para o teste, ele sofre um acidente e acorda como uma alma no pós-vida. Por lá, ele se recusa a acreditar que tenha morrido tão perto de realizar seu sonho, até que conhece a 22, uma alma em treinamento que sonha mais do que tudo em conseguir ir para a Terra na forma de um bebê. Então, os dois vão trabalhar juntos para que Joe tente retornar ao seu corpo e 22 milagrosamente seja escolhida para encarnar na Terra.

Onde assistir: Disney+.

O Oscar 2026 acontece nesse domingo (15) a partir das 20h, com transmissão do canal por assinatura TNT, do streaming HBO Max e da Globo, na TV aberta, a partir das 21h.

Crítica | ‘Casamento Sangrento: A Viúva’ é tão divertido e feroz quanto o filme original

Em 2019, três anos antes de comandarem o quinto capítulo da saga ‘Pânico’, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett lançavam um dos melhores filmes de “terrir” da década passada: Casamento Sangrento. Trazendo uma perspectiva original para incontáveis produções similares e trazendo Samara Weaving de volta ao gênero após seu ótimo trabalho em ‘A Babá’, a trama acompanhou Grace MacCaullay, uma jovem que se casou com o herdeiro de um império de jogos de tabuleiro – apenas para se tornar alvo de uma perigosa caçada em que será oferecida como sacrifício em um ritual satânico que garantiu o sucesso e a infindável riqueza da família de seu esposo.

Fazendo um estrondo de bilheteria ao arrecadar quase dez vezes o valor de seu orçamento e conquistando ótimas críticas por parte dos especialistas, a dupla de cineastas nos deixou animados ao anunciar uma sequência para o slasher cômico – que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 19 de março. Intitulado Casamento Sangrento: A Viúva’, o segundo capítulo dessa inesperada franquia expande o universo criado pelos diretores e pelos roteiristas Guy Busick e R. Christopher Murphy de maneira firme, divertida e despretensiosa, apostando em uma espécie de “torneio de campeões” que parece servir de mote para diversas sagas do gênero – e que acerta em praticamente todas as notas.

A história se inicia logo depois dos eventos do primeiro filme, em que a família Le Domas falhou em matar Grace e, com isso, foi exterminada em meio a explosões de sangue e tripas. Sendo a única sobrevivente do brutal massacre, a jovem é levada para o hospital, onde é interrogada pela polícia local ao ser a principal suspeita dos assassinatos, e reconecta-se com Faith (Kathryn Newton), sua irmã distante. O que ela não imaginava é que a morte dos Le Domas daria início a uma artimanha ainda mais perigosa, em que as famílias mais poderosas do planeta se uniriam em um novo jogo para garantir a manutenção de seu status e de sua fortuna – colocando Grace e Faith em risco iminente e fazendo-as lidar com traumas passados para sobreviverem.

Assim como o primeiro filme, ‘A Viúva’ conta com um ensemble de extremo talento: de um lado, temos David Cronenberg como Chester Danforth, um magnata que fundou uma rede de resorts cinco estrelas de enorme prestígio e que deixa seu legado e a tarefa de reconquistar o trono da organização que serve à demoníaca entidade conhecida como Le Bail (um anagrama para Belial, um dos reis do inferno na literatura e na demonologia) aos filhos Ursula (Sarah Michelle Gellar) e Titus (Shawn Hatosy). Porém, na disputa pelo controle absoluto, temos também o patriarca Ignacio El Caido (Néstor Carbonell) e seus filhos Felipe (Juan Pablo Romero) e Francesca (Maia Jae); a imponente Wan Chen Xing (Olivia Cheng) e o jovem Wan Cheng Fu (Antony Hall); e os irmãos Madhu (Varun Saranga) e Viraj Rajan (Nadeem Umar-Khitab).

Cada um deles tem o mesmo propósito: matar Grace, assumir o posto de maior prestígio do Conselho e, com isso, ter uma jurisdição que ultrapassa os pensamentos mais sórdidos – e isso se torna um problema quando as complexas e rompantes personalidades dos algozes das irmãs entram em conflito constante e são subjugadas às regras de Le Bail, como a proibição de membros da competição em matar uns aos outros. A partir daí, Busick e Murphy vasculham outros elementos do universo que criaram para não apenas manter a essência do longa original viva, mas garantir que esse cosmos seja esquadrinhado ao máximo que pode – seja no grandioso escopo em que a caçada se dá, seja nas expectativas que caem sobre quem sairá vitorioso.

Weaving está de volta para mais uma ótima performance de sua carreira, reafirmando-se como uma das grandes scream queens da atualidade – cuja filmografia inclui uma memorável participação em ‘Pânico VI’. Aqui, vemos Grace imbuída com uma desilusão letárgica que é deixada de lado quando Faith está marcada para morrer; dessa forma, a nossa heroína se mostra maculada pelos traumas com a família Le Domas para se reerguer mais forte e com mais sede de vingança, meticulosamente arquitetando um plano para depor a insana seita satânica que quer vê-la morta. E, desfrutando de uma ótima química com Newton, Weaving encontra sucesso ao reprisar o papel principal.

Gellar, Cronenberg, Carbonell e todos do elenco secundário se divertem em seus respectivos personagens, com destaque ao insano trabalho de Hatosy, recém-saído de sua participação em ‘The Pitt’, como um odioso e psicótico antagonista que faz o sangue do público ferver, e à polida presença de Elijah Wood como o Advogado, intermediário dos mandamentos de Le Bail para que o jogo aconteça. Rodeados por uma sangrenta e explícita atmosfera que se mostra, por vezes, mais ácida que o longa de 2019, o projeto garante um instigante e dinâmico banho de sangue que, em segundo plano, constrói uma sutil crítica à fragilidade do status quo.

Casamento Sangrento: A Viúva’ é um dos melhores do gênero de 2026 e se esquiva dos costumeiros erros que sequências hollywoodianas tendem a cometer, deixando bem clara a ideia por trás da continuação e arquitetando um contraponto em relação ao capítulo predecessor que faz sentido dentro de um microcosmos (literalmente) explosivo, sarcástico e angustiante.

Filmagens do reboot de ‘O Exorcista’ já começaram; Confira a 1ª imagem!

Através do seu Instagram, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) anunciou que as filmagens do seu aguardado reboot de ‘O Exorcista‘ já foram iniciadas.

“Dia 1… Aqui vamos nós,” declarou o cineasta, compartilhando uma imagem dos bastidores da produção.

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de março de 2027.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

O reboot será estrelado por por Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’), Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’), Diane Lane (‘Infidelidade’), Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), John Leguizamo (‘O Menu’), Sasha Calle (‘The Flash’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’).

O elenco ainda contará Rahul Kohli, Hamish Linklater, Gil Bellows, Carl Lumbly, Robert Longstreet, Matt Biedel, Samantha Sloyan, Kate Siegel, John Gallagher Jr., Benjamin Pajak e Carla Gugino.

Escrito, dirigido e produzido por Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Do Pior ao Melhor: os 10 indicados ao principal prêmio do Oscar 2026

Antes de começar, um aviso importante: esta não é uma lista de previsões do Oscar. Não estou tentando adivinhar quem vai ganhar ou quem tem mais chances na indústria, já sabemos que esta posição pertence a Uma Batalha Após a Outra e, em segundo lugar, Pecadores.

Essa é simplesmente uma lista pessoal, baseada na minha experiência vendo esses filmes. A maioria deles eu assisti ainda no ano anterior, antes mesmo de alguns títulos mais recentes chegarem ao circuito. Então, aqui vai meu ranking do pior ao melhor entre os indicados a Melhor Filme na 98ª edição dos prêmios da Academia Cinematográfica de Hollywood, em 2026. Nesta domingo, 15 de março, acompanhe a live pré-premiação no canal do YouTube do CinePOP, a partir das 18h (horário de Brasília).

Aliás, você sabia que apenas três filmes da América Latina foram indicados a Melhor Filme em quase 100 anos de premiação — e todos apenas nos últimos oito anos? Dois deles são brasileiros: O Agente Secreto (2025) e Ainda Estou Aqui (2024), e o mexicano Roma (2018), de Alfonso Cuarón. Depois dessa curiosidade, vamos ao ranking: 

10º lugar — Bugônia

Em último lugar está Bugônia, novo filme de Yorgos Lanthimos. Lanthimos é um diretor que eu admiro muito. Há alguns anos ele apresentou ao mundo Pobres Criaturas (2023), um filme absolutamente fascinante, que encantou muita gente — inclusive eu.

Infelizmente, no entanto, seus dois projetos mais recentes não me convenceram: Tipos de Gentileza (2024) e agora Bugônia. Os dois filmes parecem muito construídos ao redor da presença de Emma Stone, que continua sendo magnética na tela. O problema é que as histórias perderam algo essencial do cinema de Lanthimos.

Antes, o fascínio vinha da loucura do comportamento humano dentro da sociedade. Agora, ele parece apostar mais em um aspecto sobrenatural ou absurdo que, para mim, cria um distanciamento emocional muito grande. Em vez de me envolver, o filme me afastou.

9º lugar — Uma Batalha Após a Outra

Eu sei que muitos críticos e espectadores consideram esse um dos melhores filmes do ano, mas sinceramente eu não consigo enxergar isso. O filme tem algumas cenas muito boas. Por exemplo, a sequência em que Leonardo DiCaprio, completamente drogado, tenta lembrar a senha é bom entretenimento. E também há a perseguição de carros nas estradas do vale montanhoso, que cria uma tensão muito eficaz.

Mas, fora isso, muitos personagens secundários são difíceis de engolir. Existe uma tentativa de fazer uma espécie de comentário irônico sobre política e ideologia — como se todos estivessem errados ao mesmo tempo — mas, para mim, isso acaba não apontando para lugar nenhum. 

Quando saí do cinema, pensei imediatamente em How to Blow Up a Pipeline (2022), que sim me parece um filme realmente radical e provocador. Comparado a ele, Uma Batalha Após da Outra parece muito mais indeciso. Aliás, colocar armas nas mãos de mulheres negras não traz empoderamento para elas em um enredo circense sobre dois caras brancos. Elas aparecem como elenco de apoio, sem passado ou futuro, diferente das mulheres de À Prova de Morte (2007), de Quentin Tarantino.

8º lugar — Frankenstein

Na oitava posição está Frankenstein, dirigido por Guillermo del Toro. Visualmente, o filme é admirável. A direção de arte é lindíssima, como já era de se esperar. Entretanto, a primeira parte do filme, centrada em Oscar Isaac como Victor Frankenstein, me parece muito arrastada. Ele divaga sobre a criação da criatura e sobre os traumas com o próprio pai, mas o filme demora demais para realmente entrar em movimento.

A narrativa só ganha força quando a perspectiva muda e a história passa a ser conduzida pela criatura, interpretada por Jacob Elordi. Quando isso acontece, finalmente surge curiosidade e humanidade na história. O mundo passa a ser observado por olhos novos, e o filme ganha uma fluidez que antes não existia. Não salva completamente a obra, mas permite bons vislumbres do que podia ser melhorado no roteiro.

7º lugar — F1

F1

É um filme divertido de assistir, principalmente graças ao carisma de Brad Pitt. Ele domina a tela com facilidade, trazendo charme para esse piloto veterano que volta às pistas para uma última chance. As piadas sobre envelhecimento e obsolescência funcionam bem.

O romance dele com a engenheira da equipe é um pouco morno, mas ainda assim crível. Já a dinâmica com o jovem companheiro de equipe Joshua (Damson Idris) tenta explorar um conflito geracional, alguém mais disperso, criado nas redes sociais, que ainda não se entrega completamente ao trabalho.

O problema é que esse personagem nunca parece realmente à altura do confronto dramático. Ainda assim, o filme tem uma sequência extraordinária: a cena em que o personagem de Pitt diz que “voa” na pista. A câmera mostra a corrida pela viseira do capacete e cria uma sensação sufocante dentro do carro. No cinema, essa cena é incrível.

6º lugar — Marty Supreme

Aqui já entramos na parte da lista em que eu realmente gosto dos filmes. O longa carrega muito da assinatura dos irmãos Benny Safdie e Josh Safdie, os mesmos de Bom Comportamento (2017) e Joias Brutas (2020), embora seja apenas do Josh. Existe aquela sensação constante de urgência: personagens fora de controle, diálogos caóticos, uma energia nervosa que parece prestes a explodir.

Eu adoro esse tipo de cinema, mas confesso que Timothée Chalamet me saturou um pouco nesta temporada. o roteiro é dinâmico e se move em várias direções. Em alguns momentos, o filme até me lembrou Rivais (2024), do Luca Guadagnino, especialmente na forma como usa o esporte como campo de batalha emocional.

Só que, enquanto Rivais tinha uma energia quase hipnótica, com trilha sonora pulsante e tensão erótica, Marty Supreme parece mais interessado em explorar o ego e a obsessão do que o talento em si. Ainda assim, é um filme bastante envolvente.

5º lugar — Sonhos de Trem

Esse é um filme belíssimo. Ele tem algo raro hoje em dia: a capacidade de contar uma história simples com extrema delicadeza. É como um trabalho de carpintaria perfeito, sem ornamentos desnecessários, mas feito com precisão e cuidado.

Cada cena parece talhada com calma. O filme nos faz observar a natureza, as árvores, o fogo, os sons da floresta. Existe ali uma sensação profunda de nostalgia e de luto do protagonista vivido por Joel Edgerton, como se estivéssemos olhando para um pedaço silencioso da história americana. É um cinema contemplativo, quase artesanal. E justamente por isso, melancólico e bonito de assistir.

4º lugar — O Agente Secreto

Kleber Mendonça Filho é um cineasta que eu acompanho desde muito cedo. Desde os tempos em que ele era crítico e jornalista de cinema já era possível perceber ali um olhar profundamente apaixonado pela sétima arte.

Meu filme favorito dele ainda é Aquarius (2016), mas O Agente Secreto parece reunir um pouco de tudo que ele vem construindo ao longo da carreira. O filme mistura cinefilia, memória histórica e identidade brasileira, trazendo a terra, as pessoas e as tensões do país para um cinema ambicioso e extremamente criativo.

O que mais me fascina é a maneira como ele incorpora elementos quase sobrenaturais e fantásticos para falar da realidade brasileira do passado. Esse tipo de abordagem não é tão comum no nosso cinema. Quando pensamos em histórias ambientadas no passado, geralmente encontramos adaptações literárias ou filmes centrados em personagens históricos, como Carlota Joaquina: Princesa do Brasil (1995), Joaquim (2017) e A Viagem de Pedro (2021). Histórias sobre pessoas comuns vivendo naquele período são muito mais raras. O Agente Secreto é um filme importante não apenas como obra artística, mas também como registro da nossa memória coletiva.

3º lugar — Valor Sentimental 

Eu sou assumidamente fã do trabalho do diretor Joachim Trier. Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos é A Pior Pessoa do Mundo (2021). Aqui ele reencontra Renate Reinsve, que para mim é uma das grandes atrizes da atualidade. Ela tem uma capacidade impressionante de dar intensidade e presença física aos personagens.

Ela fez isso de maneira extraordinária no filme anterior com Trier e, novamente, aqui. Valor Sentimental é um melodrama, mas não um melodrama convencional. É um melodrama sobre família, cinema e a própria indústria. 

Esse tipo de história tem uma força especial porque fala diretamente com quem vota na Academia. Não por acaso, ele aparece como um forte concorrente internacional de O Agente Secreto. O roteiro, escrito por Trier junto com Eskil Vogt, mantém a marca registrada da dupla: personagens emocionalmente complexos e histórias que observam com delicadeza as fragilidades humanas.

2º lugar — Pecadores

Esse foi um dos filmes que mais me surpreendeu no ano passado. Eu vi o filme sem saber quase nada sobre ele e fiquei completamente fascinada. Michael B. Jordan está imponente no filme, porém o que realmente me marcou foi a construção visual e simbólica da história.

Existe uma sequência específica — a cena do baile com os acordes crescendo e revelando as influências das raízes africanas na música — que para mim já entrou para a história do cinema. Eu disse isso quando o filme estreou e continuo acreditando nisso. Pecadores também é um filme muito poderoso por colocar mulheres negras em posições ativas, com personagens fortes, complexas, desejantes e audaciosas, algo ainda raro em muitas narrativas de Hollywood.

São mulheres com autonomia, com sexualidade, com presença, algo que ainda é raro em muitas narrativas de Hollywood. O filme fala sobre divisão, sobre identidade e sobre resistência. Sobre como o mundo tenta nos separar, e como existe sempre uma luta para que possamos existir juntos apesar dessas forças. Não me surpreende que o filme tenha recebido 16 indicações ao Oscar. Ele realmente marcou esta temporada.

1º lugar — Hamnet

Esse foi o filme que mais me emocionou no ano passado. Eu assisti duas vezes e nas duas vezes fui profundamente tocada. Muita gente critica o filme dizendo que ele manipula emocionalmente o espectador. Para mim, entretanto, existe uma diferença enorme entre manipulação barata e emoção construída com honestidade.

Eu sempre lembro de alguns melodramas que claramente tentam arrancar lágrimas do público, mas não conseguem porque falta verdade. Hamnet, por outro lado, tudo funcionando em perfeita harmonia: montagem, música, direção e atuação.

Chloé Zhao cria um fluxo emocional que parece inevitável. É um filme sobre perda, memória e amor. A narrativa me atingiu de uma maneira muito rara. Para mim, Hamnet é o melhor filme do ano.

‘Casamento Sangrento 2’ abre com 100% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 10 reviews publicadas até o momento, a aguardada sequência ‘Casamento Sangrento: A Viúva‘ abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, esta continuação é extremamente divertida, grandiosa, sangrenta e cheia de ação. Samara Weaving (‘Pânico VI’) se estabelece como uma grande revelação do gênero, e se beneficia de uma excelente química com a Kathryn Newton (‘Abigail’).

Separamos os trechos das principais críticas:

“Em ‘Casamento Sangrento 2’, mais é mais. Apostas maiores, um campo de batalha mais amplo, um número de mortes maior (e mais sangrento) e até o dobro de protagonistas. Tudo pensado para proporcionar a máxima diversão para o público.” (Bloody Disgusting)

“Quer um exemplo de elenco perfeito? São Samara Weaving e Kathryn Newton como irmãs. A química entre elas é impecável. Elas fazem tudo: arrancam boas risadas, mantêm uma tensão realista e infundem o filme com emoção.” (Perri Nemiroff)

“A abordagem de ‘tudo ou nada’ desta sequência significa que há menos surpresas desta vez. No entanto, à medida que a noiva de Samara Weaving, sempre cativante, fica ainda mais ensanguentada, é difícil não esboçar um sorriso diante da diversão implacável.” (Empire Magazine)

“‘Casamento Sangrento 2’ confirma Samara Weaving como uma das estrelas mais talentosas do gênero e lhe oferece a vitrine perfeita para brilhar intensamente.” (Dread Central)

“‘Casamento Sangrento 2’ se mostra tão explosivamente divertido quanto seu antecessor, mesmo sendo essencialmente ‘o mesmo filme, só que melhor’.” (Slashfilm)

“Nada no [filme original] necessariamente indicava a necessidade de uma continuação. Mas se eles querem nos dar uma? Ei, eu não vou reclamar. ‘Casamento Sangrento 2’ é exatamente a sequência sangrenta que queríamos.” (Nerdist)

“Esta sequência repleta de ação e sangue é exatamente o que os fãs esperavam nos últimos sete anos, abrindo caminho para uma trilogia neste mundo sinistro criado pelo Radio Silence.” (Deadline)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de março.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Momentos após sobreviver a um ataque sangrento da família Le Domas, Grace (Weaving) descobre que alcançou o próximo nível do jogo mortal — e, desta vez, com sua irmã distante, Faith (Newton), ao seu lado. Grace tem apenas uma chance de sobreviver, manter sua irmã viva e reivindicar o Alto Assento do Conselho que controla o mundo. Quatro famílias rivais estão à sua caça pelo trono, e quem vencer governará tudo.

O elenco ainda conta com Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, David Cronenberg, Elijah Wood, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, de ‘Pânico VI‘, retornam à direção.

O roteiro de ‘Casamento Sangrento 2‘ foi assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

‘Se Não Fosse Você’: Adaptação de livro de Colleen Hoover conquista 29% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Mason Thames as “Miller” and McKenna Grace as “Clara” in Regretting You from Paramount Pictures.

‘Se Não Fosse Você’, longa que adapta o livro de Colleen Hoover e é estrelado por Mckenna Grace (‘The Handmaid’s Tale’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’), conquistou 29% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, com base em 89 avaliações. Já entre o público, o filme registra 84% de aprovação.

De modo geral, os críticos detonaram o longa, destacando que o filme apresenta um roteiro fraco, raso e desajeitado. Ainda assim, alguns apontam que, apesar dos problemas, a produção pode acabar sendo divertida em certos momentos, mesmo sem atingir o impacto emocional esperado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“É formulaico e previsível, com um roteiro bobo e uma edição desajeitada. A salvação está nos atores, que conseguem interpretar até as falas mais ridículas com total seriedade”, disse Natalia Winkelman do New York Times.

“‘Se Não Fosse Você’ é uma prova do poder de transporte do cinema: por duas horas muito longas, você ficará se perguntando em que ano está, onde está e que diabos está fazendo ali”, disse Damon Wise do Deadline.

“A linha entre uma boa novela e uma má novela às vezes pode ser extremamente tênue. ‘Se Não Fosse Você’ caminha sobre essa linha por um tempo, mas acaba caindo do lado errado dela”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Com seus cenários ensolarados e excessivamente açucarados da Carolina do Norte, trilha sonora melodramática e uma inteligência emocional e social extremamente pouco desenvolvida, o filme frequentemente evoca uma entidade temida: a obra cinematográfica de Nicholas Sparks”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“No final, fiquei com uma profunda sensação de surpresa, não apenas porque o filme superou minhas expectativas, mas porque realmente parece ter conquistado um novo lugar no cânone moderno das comédias românticas”, disse Cole Groth do FandomWire.

“Embora o elenco faça o que pode com um roteiro que nunca vai além da superfície, suas atuações não são suficientes para dar a ‘Se Não Fosse Você’ a ressonância emocional esperada de uma história como essa”, disse Isabella Soares do Collider.

Crítica | ‘Se Não Fosse Você’, disponível para aluguel no Prime Video, é previsível – mas nos presenteia com um envolvente drama romântico

‘Se Não Fosse Você’ está disponível no Paramount+.

Além de Grace e Thames, o elenco também conta com Allison Williams e Dave Franco.

A direção é de Josh Boone.

“Um acidente devastador revela uma traição chocante. Morgan Grant e sua filha, Clara, exploram o que restou enquanto confrontam segredos de família, redefinem o amor e se redescobrem”, diz a sinopse.

‘Zico, o Samurai de Quintino’: Documentário sobre o ídolo do futebol ganha trailer e data de estreia; Confira!

Arthur Antunes Coimbra, o eterno Zico, terá sua trajetória lendária celebrada no documentário ‘Zico, o Samurai de Quintino’. A produção, que acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial, promete um mergulho profundo na história do maior ídolo do Flamengo e um dos maiores camisas 10 do futebol mundial.

O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril.

O documentário acompanha a jornada de Zico utilizando imagens raras, registros de arquivo e bastidores inéditos. Além de sua consagração no Brasil, o filme explora momentos menos conhecidos de sua carreira, como os desafios enfrentados ao decidir jogar no Japão, país onde se tornou um pioneiro e construiu um legado que atravessa gerações, desde sua atuação no Sumitomo até o comando da seleção japonesa como técnico.

A narrativa aposta em uma abordagem, combinando depoimentos exclusivos de grandes nomes como: Júnior Maestro e CarpegianiCarlos Alberto Parreira, Ronaldo Fenômeno e o radialista José Carlos Araújo.

Conforme à Rolling Stone, o diretor João Wainer destacou que o projeto ensinou lições que vão além do esporte: “Mais do que as conquistas e glórias, venho aprendendo com ele sobre humildade, respeito e gentileza”.

Já o produtor André Wainer ressalta a grandiosidade da obra: “Gostamos de dizer que este é um filme de não ficção, apesar de muitas jogadas do Zico parecerem fora da realidade”.

As filmagens começaram em 2023, ano em que Zico completou 70 anos, e percorreram locais emblemáticos como sua casa em Quintino, ruas do Rio de Janeiro e locações no Japão.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Meryl Streep e Anne Hathaway se reúnem em novo e belíssimo cartaz da sequência; Confira!

Vinte anos após o filme original se tornar um fenômeno cultural, a sequência deO Diabo Veste Prada chega aos cinemas em 2026 trazendo de volta as musas da moda. O longa acaba de ganhar um belíssimo cartaz oficial que reúne as estrelas Meryl Streep e Anne Hathaway ao lado de Emily Blunt e Stanley Tucci.

A continuação, que adapta elementos da obra “A Vingança Veste Prada”, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Com direção de David Frankel e um orçamento estimado em US$ 100 milhões, O Diabo Veste Prada 2’ tem estreia confirmada para o dia 1º de maio de 2026.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Diretor de ‘Pânico 7’ descarta dirigir possível ‘Pânico 8’: “Outras pessoas podem assumir”

O cineasta Kevin Williamson, que assumiu a direção de ‘Pânico 7’, falou recentemente sobre o futuro da franquia, revelando que não irá dirigir a possível sequência ‘Pânico 8’, mesmo com o sucesso do sétimo longa.

Em entrevista ao Hello Sidney, Williamson comentou sobre sua trajetória na franquia e explicou a decisão de retornar desta vez como diretor:

“Tudo começou com o retorno da Neve. Ela pediu, e eu corri para lá”, explicou o cineasta.

Quando questionado sobre se dirigiria novamente, ele foi direto: “Não, Pânico. Não. É bom fazer parte da família Pânico. Mas isso não significa que eu precise estar sempre à frente. Não preciso sempre escrever ou dirigir. Outras pessoas podem assumir as rédeas”.

Apesar dos rumores sobre ‘Pânico 8’ em meio ao sucesso do novo filme, até o momento sua produção não foi confirmada.

‘Pânico 8’: Anna Camp entrega que franquia pode ganhar nova sequência

‘Pânico 7’ está em cartaz nos cinemas.

Na trama, um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott reconstruiu sua vida, e seus medos mais sombrios voltam à tona quando sua filha, interpretada por Isabel May, se torna o novo alvo do assassino. Determinada a proteger a família, Sidney precisará enfrentar os horrores do passado para encerrar o massacre de uma vez por todas.

Crítica 4 | Pânico 7 – Sequência PREVISÍVEL segue as regras em vez de quebrá-las

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox retorna como a jornalista Gale Weathers.

O elenco também conta com Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, dirige e assina o roteiro do longa, escrito em parceria com Guy Busick, a partir de uma história desenvolvida junto de James Vanderbilt.

Vanderbilt também atua como produtor, ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Alice Carvalho vira Marta em primeira imagem da cinebiografia da rainha do futebol; Confira!

A atriz Alice Carvalho, que recentemente integrou o elenco deO Agente Secreto, aparece caracterizada como a lendária jogadora Marta na primeira imagem oficial da cinebiografia que contará a trajetória da Rainha do Futebol.  O longa, dirigido por Andrucha Waddington, está sendo filmado atualmente na Suécia e recria o início da jornada internacional da atleta.

Na imagem divulgada, Alice aparece em meio à neve, fazendo referência direta ao momento em que Marta chegou à Europa para atuar pelo Umeå IK, clube onde começou a consolidar seu domínio no esporte.

A produção segue em ritmo intenso de escalação, com nomes como Giullia Buscacio cotados para o elenco, possivelmente interpretando uma das namoradas da jogadora. Nascida em 1986, Marta Vieira da Silva é um ícone global e detém o recorde absoluto de seis prêmios de Melhor Jogadora do Mundo pela FIFA, superando marcas tanto no futebol feminino quanto no masculino.

Além de seu impacto cultural, sendo eleita uma das brasileiras mais influentes pela Revista Época, ela é a maior artilheira da história da Seleção Brasileira, com 116 gols marcados. Enquanto sua vida ganha as telas, Marta segue em atividade defendendo o Orlando Pride, nos Estados Unidos.

Crítica | Giovanna Antonelli e Alice Wegmann enfrentam garimpeiros impiedosos no sólido suspense de ação ‘Rio de Sangue’

Mesmo em meados dos anos 2020, o cinema nacional é alvo de inexplicáveis estigmas pelos próprios brasileiros, sendo taxado de unidimensional e apenas capaz de produzir comédias-pastelão e filmes criminais. Porém, esses comentários impregnados de um vira-latismo cultural são falaciosos em todos os âmbitos possíveis, considerando que o cenário da sétima arte no Brasil é considerado um dos melhores do planeta – e dotado não apenas de clássicos incomparáveis como ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’ e ‘O Pagador de Promessas’, como poderosos dramas contemporâneos como ‘Bacurau’, ‘Ainda Estou Aqui’ e ‘O Agente Secreto’ (estes últimos dois quebrando de vez a barreira internacional com um reconhecimento expressivo e merecido).

Perpassando pelos mais variados estilos artísticos, nossos realizadores são capazes de contar as mais diversas histórias sem dever absolutamente nada aos títulos do mainstream internacional. E, nesse tocante, somos convidados para uma instigante e emocionante narrativa regada a balas e a sangue com o suspense de ação Rio de Sangue. Estrelado por Giovanna Antonelli em uma distinção notável para sua carreira, o filme mergulha nos conhecidos tropos do gênero, abraçando as fórmulas para arquitetar uma funcional e frenética aventura pelo frondoso território amazônico que, apesar dos convencionalismos, não perde a mão em momento algum.

Na trama, Antonelli interpreta Patrícia, uma policial que perde o controle de uma intrincada operação e se vê jurada de morte pelo narcotráfico paulistano. Fugindo de um destino aparentemente inescapável, ela viaja para Santarém, no Pará, onde se reencontra com a filha, Luiza (Alice Wegmann), uma paramédica que faz de sua missão ajudar os povos carentes da etnia Munduruku, tentando se reaproximar dela. Porém, em meio a percalços e a intercorrências, a jovem parte em uma missão humanitária de duas semanas que arrasta Patrícia para uma luta contra o tempo para salvá-la quando Luiza é sequestrada por perigosos garimpeiros sedentos por poder e por controle.

Dirigido por Gustavo Bonafé, o longa se mostra apaixonado ao extremo por incontáveis incursões similares, como ‘Busca Implacável’ e ‘John Wick’, em que os protagonistas são motivados a mover céus e terra por aqueles que amam. E, seguindo os passos desses populares personagens, Patrícia é construída sobre uma estrutura quase monolítica, mas pincelada com falhas e desvios que a humanizam na medida certa para que se transforme em uma espécie de anti-heroína. Movida pelo trabalho e por um senso de justiça que muitas vezes a cega, Patrícia posa como uma mulher racional, mas rende-se ao emocional quando Luiza é raptada, driblando quaisquer obstáculos para entender como pode salvá-la.

Mais do que isso, a caracterização da protagonista apoia uma subtrama ambientalista que ganha força com o conflito entre os indígenas e os garimpeiros, colocando nos holofotes um problema sociopolítico que parece ter deixado de ter espaço na mídia. É a partir daí que Antonelli emerge como fio condutor, ao mesmo tempo consciente e inconsciente, que une as múltiplas engrenagens que se dispõe no projeto – entregando-se a uma poderosa atuação que traz homenagens a nomes como Alicia Vikander e Angelina Jolie, temperando sua atuação com sua própria identidade.

Wegmann, imbuída de uma ingenuidade que a torna oposto complementar de Antonelli, transforma Luiza em uma inevitável construção arquetípica, assim como Antonio Calloni e Felipe Simas como Polaco e Baleado, antagonistas que não pensam duas vezes antes de emular os tropos dos anos 1990 em atuações deliciosamente diabólicas, pautadas em extremos que oscilam da agressividade passiva a um animalesco ímpeto. Fidélis Baniwa, interpretando o moralmente ambíguo Mario, é escolhido como o improvável aliado que, funcionando como o narrador da história, tem assuntos inacabados com os garimpeiros e é arrastado para um vórtice de redenção. Cada um tem o seu momento de brilhar, sendo esquadrinhados o máximo que podem em um constrito espaço de pouco mais de uma hora e quarenta minutos.

Bonafé demonstra um cuidado considerável com a construção imagética, apostando em pontuais ousadias que incluem uma caprichosa paleta de cores que une a melancolia e a letargia do verde e do azul em contraste com a urgência dos tons vermelhos; e investidas que contam com plongées absolutos e planos-sequência que colocam um idílico cenário em rota de colisão com a interminável e cruel jornada em que Patrícia está. E, mesmo com a vastidão das florestas e dos rios que cerca os personagens, Bonafé também sabe como transformar esse panorama em uma labiríntica e opressora prisão.

Rio de Sangue pode carregar maneirismos de outros suspenses de ação, mas sabe como se portar em uma pragmática aventura que não dá um passo maior que a perna e que entrega o que promete, valendo-se do talento da equipe criativa e do elenco para nos entreter na medida certa.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

‘Virgin River’: Marco Grazzini fala sobre saída da série; “Foi uma oportunidade maravilhosa”

O ator Marco Grazzini, conhecido por interpretar Mike Valenzuela, está deixando o elenco deVirgin River. Em comunicado oficial ao Deadline, o ator comentou sobre sua saída, revelando o desejo de iniciar um “novo capítulo” em sua trajetória profissional.

“Saídas de personagens são muito comuns neste negócio, especialmente em uma série longa e querida como Virgin River, afirmou Grazzini. “Foi uma oportunidade maravilhosa interpretar o Mike por seis temporadas”.

O ator também fez questão de agradecer à equipe e ao público que o acompanhou durante esses anos: “Tenho apenas amor pelo elenco, pela equipe e, especialmente, pelos fãs fenomenais que tornam a série tão especial. Estou animado com o que vem por aí”.

‘Virgin River’: DOIS atores deixam o elenco do popular drama da Netflix

A sétima temporada da série termina com um desfecho positivo para o personagem: Mike se aproxima de uma investigadora médica visitante que confessa ter sentimentos por ele.

De acordo com o showrunner Patrick Sean Smith, o personagem deve ficar em “segundo plano” por um tempo, aguardando novas possibilidades narrativas.

“Já temos muitos relacionamentos na série, então aquilo funcionou como uma espécie de final feliz para este capítulo do Mike, ao reencontrar Victoria. Mas eu adoro o Marco e consigo ver o personagem voltando em um papel mais significativo no futuro, se a história pedir”, explicou Smith.

Virgin River’ está disponível no catálogo da Netflix.