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Amanda Seyfried brilha no trailer de ‘The Testament of Ann Lee’, drama histórico baseado em história REAL

A Searchlight Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘The Testament of Ann Lee‘, drama histórico baseado em uma história real.

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Mona Fastvold (‘O Sonâmbulo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela assinou ao lado de Brady Corbet.

Ann Lee, a líder fundadora do movimento Shaker, é proclamada como o Cristo feminino. A trama mostra como ela estabeleceu uma sociedade utópica onde os Shakers adoram por meio de música e dança.

O elenco ainda conta com Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Lewis Pullman (‘Thunderbolts*’), Tim Blake Nelson (‘O Incrível Hulk’), Christopher Abbott (‘Lobisomem’) e Stacy Martin (‘O Brutalista’).

Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram bastante o filme, destacando especialmente a atuação marcante de Amanda Seyfried no papel principal, Ann Lee.

Confira as reações:

“Embora ela seja claramente meio excêntrica, Ann tem otimismo, compaixão e vida, que Fastvold revela em uma série de números musicais hipnotizantes extraídos das verdadeiras escrituras dos Shakers. Também ajuda muito ter Amanda Seyfried no papel principal”, disse Damon Wise do Deadline

“Dramaticamente, o filme pode se tornar cansativo ao longo de seus longos 136 minutos de duração. Mas é como um verdadeiro espetáculo de música e dança, a forma mais inesperada e ousada que a história de Lee poderia assumir, que o filme se torna mais impressionantemente convincente”, disse Guy Lodge da Variety.

“Em última análise, Fastvold merece admiração por realizar um projeto claramente concebido com poucas preocupações comerciais”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Em certo sentido, The Testament Of Ann Lee é uma celebração, e, em sua segunda metade menos exaltada, um apelo, pelas condições necessárias para fazer um filme como The Testament Of Ann Lee, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Fastvold une forma e função para encontrar uma líder religiosa do século XVIII em seus próprios termos, oferecendo uma encantadora e moderna reinterpretação de uma melodia antiquada”, disse Ben Croll do TheWrap.

“Nos seduzindo com vários números musicais, permitindo que abracemos sua essência final como uma fábula de recuperação, Amanda Seyfried brilha com convicções compassivas pelo que parece revolucionário, o controle da mulher sobre seu próprio corpo”, disse Nicholas Bell do ION Cinema.

“As comparações com O Brutalista são inevitáveis… No entanto, a grandiosidade livre e os detalhes minuciosos, sujos e realistas do filme de Fastvold são totalmente únicos: assim como Ann, fiquei tonto e sem fôlego com sua grandeza e coragem”, disse Robbie Collin do Daily Telegraph.

“É um tecido desgastado de história que contém momentos de ousadia artística e beleza, mas que nem sempre se entrelaça em algo satisfatório e sólido”, disse Wendy Ide do Screen International.

‘O Segredo Final’: Ator de ‘The Strain’ se junta ao elenco da adaptação da obra de Dan Brown

De acordo com o Deadline, Corey Stoll (‘The Strain’) foi confirmado no elenco de ‘O Segredo Final‘ (The Secret of Secrets), adaptação da Netflix baseada no romance homônimo de Dan Brown.

Além dele, Cherry Jones (‘Succession’), Rob Delaney (‘Morrendo por Sexo’) e Abbey Lee (‘Demônio de Neon’) também foram confirmados na produção.

Morgan Spector (‘A Idade Dourada’) dará vida ao icônico professor de simbologia Robert Langdon, enquanto Rebecca Hall (‘A Casa Sombria’) será a coprotagonista, interpretando Katherine Solomon.

Na trama…

Robert Langdon (Spector) entra em uma corrida alucinante contra o tempo e contra forças ancestrais. Sua missão? Resgatar sua namorada, a cientista Katherine Solomon (Hall), e recuperar um manuscrito revolucionário que promete transformar para sempre a compreensão humana sobre a mente.”

A adaptação foi adquirida pela Netflix em maio de 2025 com encomenda direta para série, sem passar pela fase de episódios pilotos. As filmagens estão programadas para começar no outono europeu, em Praga, cidade onde a história se passa.

A criação e o roteiro ficam por conta do próprio Dan Brown em parceria com Carlton Cuse (‘Lost), que também assume o papel de showrunner. Emma Forman (‘Genre-Arts’) completa o time na produção executiva.

Lançado pela editora Doubleday, O Segredo Final é o sexto livro da bilionária franquia literária que já vendeu mais de 250 milhões de exemplares no mundo todo. Na linha do tempo, a história sucede os sucessos:

Vale lembrar que a trilogia adaptada para os cinemas com Tom Hanks no papel principal (O Código Da Vinci,Anjos e Demônios eInferno) arrecadou impressionantes US$ 2,24 bilhões em bilheteria global.

Ray Fisher revela como reagiu ao entrar para o elenco de ‘Liga da Justiça’; Assista!

O jovem ator Ray Fisher compartilhou sua reação ao saber que tinha sido o grande escolhido para dar vida ao herói Cyborg em ‘Liga da Justiça’.

Durante sua participação na AsiaPOP Comicon, nas Filipinas, Fisher falou sobre toda a experiência que começou com seu teste de elenco, que aconteceu simultaneamente às filmagens de ‘Batman V. Superman’, em Detroit.

Confira o divertido vídeo com sua reação:


Liga da Justiça’ tem estreia prevista para Novembro.

POLÊMICA! Scarlett Johansson rebate críticas por aceitar viver trans no cinema

A escolha de Scarlett Johansson para viver um homens trans em sua nova biografia gerou uma série de controvérsias, tanto dentro e fora de Hollywood.

E em resposta às acusações de que a atriz estaria “roubando a narrativa” de artistas do gênero, um de seus representantes respondeu, revidando o argumento:

“Diga a todos eles que podem se dirigir diretamente a Jeffrey Tambor, Jared Leto e Felicity Huffman“.

A declaração é uma alfinetada àqueles que acharam a atriz incapaz de desempenhar um papel complexo, salientando as aclamadas e premiada atuações de Tambor em ‘Transparent‘, de Leto em ‘Clube de Compra de Dallas‘ e de Huffman em ‘Transamerica‘ – indicada ao Oscar.

 

Na ocasião ao anúncio de ‘Rub & Tug‘, a atriz Jamie Clayton criticou a decisão do estúdio na escolha de Johansson, dizendo que “que atores trans nunca sequer conseguem testes de audição para nada, além de papéis de personagens trans. Este é o real problema. Nós sequer conseguimos entrar na sala. Escale atores que são trans para personagens não trans. Eu te desafio”.

 

 

Trace Lysette, de ‘Transparent‘, também se posicionou:

“Oh o que? Então vocês podes continuar nos interpretando, mas nós não podemos interpretar vocês? Hollywood é tão ferrado…eu não ficaria tão chateada se eu tivesse acesso às mesmas salas que Jennifer Lawrence e Scarlett e à papéis para não trans, mas nós sabemos que esse não é o caso. Que bagunça”.

“E não apenas vocês nos interpretam e roubam nossa narrativa e nossa oportunidade, mas ainda por cima se vangloriam com troféus e honra por ter imitado o que vivemos…que bagunça. Estou de saco cheio”.

 

Johansson dará vida a Dante “Tex” Gill, dono de uma clínica de massagens que serviu como um reduto de prostituição em Pittsburgh, nos anos 70. Gill era um homem transgênero e chegou a ter problemas com a máfia local e acabou ficando preso por sete anos por evasão fiscal.

Além de estrelar, Johansson também produzirá a cinebiografia.

Diretor de ‘Rocketman’ quer dirigir cinebiografia de Madonna

Rocketman‘ chega aos cinemas nesta quinta-feira (30) e a produção, que já conquistou a crítica especializada em sua primeira exibição no Festival de Cannes, tem grandes chances de ter uma caminhada promissora até as premiações do cinema, seguindo os passos de ‘Bohemian Rhapsody‘ em 2018.

E o diretor responsável pelo longa, Dexter Fletcher, já tem planos futuros em mente para um novo projeto dentro do gênero de cinebiografias. Em uma entrevista à revista EW, ele afirmou que gostaria de dirigir um filme baseado na história de Madonna.

Segundo o cineasta, a experiência “soa a um passeio de montanha russa”, afirmando que o conceito seria “extraordinário”.

Disse:

“Eu gostaria de fazer um filme sobre a Madonna! Isso soa como um passeio de montanha russa! Seria extraordinário… Eu não sei o quão feliz ela ficaria com essa ideia…Mas que vida extraordinária essa seria. Se eu fosse pegar outro ícone dessa proporção, seria ela. Ela é espetacular”.

 

 

‘Jurassic World: Dominação’: Protocolo de Segurança será rigoroso no retorno das filmagens

Com Hollywood gradativamente se preparando para retomar a produção de diversos projetos, muitos têm se questionado a respeito do nível de segurança a ser empregado nos sets de filmagens, a fim de conter o contágio de COVID-19.

E em se tratando de ‘Jurassic World‘, a equipe de produção está levando todo o processo de retorno com extrema segurança, segundo a atriz Bryce Dallas Howard.

Em uma entrevista à rádio SiriusXM, a protagonista elogiou as precauções do estúdio em relação ao Protocolo de Segurança determinado para o retorno das gravações, afirmando que a comunicação diária é o que tem deixado todos confiantes para voltarem à ativa:

“Tivemos muita comunicação. Eles estão indo mais alto e além quanto a isso…Nós nuca voltaríamos ao trabalho se não nos sentíssemos seguros e você sabe que estamos levando um dia de cada vez e sou muito grada por ter um emprego”.

Bryce Dallas continuou, revelando o que a faz ter confiança de retornar às gravações no mês de julho nos estúdios de Pinewood, no Reino Unido:

“O que faz isso parecer a coisa certa é o fato de termos uma comunicação diária com todos os atores e membros chave da equipe operacional. Estamos constantemente conversando sobre ‘como faremos isso? Como faremos isso de forma segura? E não estamos fazendo acordos que possam comprometer a saúde e o bem-estar de alguém”.

As filmagens irão retornar no próximo dia 06 de julho.

As informações indicam que medidas de seguranças serão implementadas para garantir a segurança da equipe: membros do elenco precisarão retornar ao Reino Unido e ficar em período de quarentena, além de serem testados antes de saírem dos Estados Unidos.

“Qualquer um com sintomas será isolado imediatamente antes de ser mandado para casa”, a Universal declarou para o site Deadline“Queremos garantir que estamos cumprindo todos os protocolos nacionais para criar um ambiente seguro”.

Segundo as notícias, o custo dessa implementação será de US$5 milhões.

Em seu Instagram oficial, o artista conceitual Ian Joyner postou algumas imagens bastante interessantes que criou para o novo filme, cujas gravações foram adiadas em virtude do novo coronavírus.

As artes revelam dinossauros híbridos que provavelmente serão inclusos na sequência.

Confira:

Segundo o ator Sam Neill, as filmagens serão retomadas em julho.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.” 

 

‘Capitão Phillips’: Cinebiografia com Tom Hanks já está disponível na Netflix

A aclamada cinebiografia indicada ao Oscar, ‘Capitão Phillips‘, já está disponível na Netflix. A produção, estrelada por Tom Hanks, teve a sua estreia nesta terça-feira (15) na grade de programação.

O filme conta a verdadeira história do capitão Richard Phillips e o sequestro do MV Maersk Alabama em 2009 por piratas somalis, o primeiro navio de carga norte-americano a ser sequestrado em duzentos anos.

Confira o trailer:

Barkhad Abdi, Catherine Keener, Chris Mulkey e Max Martini completam o elenco.

Paul Greengrass assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Billy Ray.

‘Ransom Canyon’: Josh Duhamel e Minka Kelly brilham no cartaz oficial de nova série da Netflix estilo ‘Virgin River’

A Netflix divulgou o belo cartaz de ‘Ransom Canyon‘, série dramática estrelada por Josh Duhamel (‘Transformers’) e Minka Kelly (‘Euphoria’).

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Baseada na saga homônima escrita por Jodi Thomas, a produção será lançada na plataforma no dia 17 de abril.

Na trama, Duhamel interpretará Staten Kirkland, o dono de uma loja local. Ele é o único morador do Rancho Double K. Firme e estoico, Staten resiste as forças externas que ameaçam seu modo de vida e a terra que ele ama.

Kelly viverá Quinn, uma mulher da cidade grande que se muda para a pequena comunidade. Após tentar ganhar a vida sendo uma pianista em Nova York, ela retorna à cidade de Ransom Canyon para encontrar um novo caminho em sua jornada.

A Netflix encomendou 10 episódios para a primeira temporada. Os dois primeiros capítulos serão dirigidos por Amanda Marsalis (‘Ozark’).

A saga original conta com 10 livros, e o primeiro ciclo adaptará apenas o primeiro volume.

“Essa é uma série familiar multigeracional. É como uma mistura entre ‘Virgin River’ e ‘Yellowstone’,” declarou Jinny Howe, chefe do departamento de drama do serviço de streaming.

BOMBA! Netflix cancela ‘House of Cards’ após acusações contra Kevin Spacey

A Netflix acaba de confirmar que a 6ª temporada de House of Cards será a última.

A série foi cancelada hoje, após a polêmica envolvendo o ator Kevin Spacey, acusado de assédio sexual pelo ator Anthony Rapp, na época, com 14 anos, durante uma festa após uma apresentação na Broadway.

“A Netflix está profundamente preocupada com as notícias sobre Kevin Spacey. Em resposta às revelações do ator, executivos da empresa chegaram em Baltimore esta tarde para se encontrar com nosso elenco e equipe para garantir que eles continuem a se sentir seguros e confortados. Conforme programado anteriormente, Kevin Spacey não está trabalhando no set neste momento”, afirmou a Netflix, anunciando o cancelamento da série.

Após a polêmica, Spacey se assumiu homossexual via carta no twitter e disse não lembrar do ocorrido, se desculpando, o que gerou uma série de protestos da comunidade LGBTQ, alegando que o ator usou sua homossexualidade para desviar o foco do assédio que cometeu.

Criado pelo showrunner indicado ao Golden Globe® e ao Emmy®, Beau Willimon, o drama aclamado pela crítica, apresenta os ganhadores do Golden Globe®, Kevin Spacey e Robin Wright, que estão de volta à Washington e com as apostas maiores do que nunca.  O Presidente Underwood luta para assegurar seu legado. Claire quer ser mais do que a Primeira-Dama.  A maior ameaça que estão enfrentando é concorrer um contra o outro.

Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles e Eric Roth.

 

 

 

 

 

 

 

John Krasinski quer interpretar Reed Richards em reboot de ‘Quarteto Fantástico’

O ator John Krasinski, que dirige e estrela ao lado de sua esposa na vida real, Emily Blunt, o terror Um Lugar Silencioso, revelou ao Screen Rant que adoraria viver o Senhor Fantástico em um reboot de ‘Quarteto Fantástico, ao lado de Blunt como a Mulher Invisível.

“Claro, o Quarteto Fantástico. Adoraria fazer isso. Quer dizer, ainda estou entrando nessa coisa de super-heróis. Eu não lia quadrinhos quando criança, não como muitos, li só alguns, mas sou um grande fã de super-heróis. Então, sim. Adoraria fazer algo assim em breve, se ainda houver algum”

‘Quarteto Fantástico’: Pôster criado por fã imagina Emily Blunt como a nova Mulher Invisível

O que vocês acham dessa dupla em um possível novo filme da família de heróis? Conte para nós nos comentários!

‘Castlevania’: 2ª temporada da série da Netflix ganha cartaz e data de estreia

A produtora Powerhouse Animation anunciou que a 2ª temporada de Castlevania, com oito episódios, estreia em 26 de outubro na Netflix. Além disso, o primeiro pôster foi liberado, junto com o trailer. Confira:

… And here’s the Season 2 poster.

Uma publicação compartilhada por Adi Shankar’s Bootleg Universe (@bootleguniverse) em

 

A Netflix já deu a aprovação para uma terceira temporada da série ‘Castlevania‘.

Recentemente, Richard Armitage confirmou que ele e todo o elenco de vozes já estão trabalhando na terceira temporada.

“A segunda temporada ainda não foi ao ar, mas estamos prestes a gravar a terceira”, disse Armitage.

A próxima temporada se concentrará na relação entre o caçador de demônios Trevor Belmont e Adrian Tepes, um homem mais conhecido como Alucard.

Você sabe: o filho de Drácula.

Primeiras Impressões | ‘Skeleton Crew’ resgata o ‘Star Wars raiz’ para a molecada

Lançada na última semana, Skeleton Crew é a nova série original Disney+ do universo Star Wars. Ao longo dos últimos anos, parece ter havido um excesso de lançamentos de produções relacionadas a saga, seja nos cinemas ou no streaming. O problema é que a falta de consenso sobre a qualidade dessas empreitadas acabou desgastando a franquia para alguns fãs. Porém, os que ‘largaram o barco’ estão perdendo algumas produções realmente interessantes desse universo. Séries como The Mandalorian e Andor elevaram o status da saga ao apostarem no lado mais western e político dessa galáxia.

Com tramas curiosas e bem trabalhadas, essas produções vieram para trazer sorrisos aos fãs do lado mais adulto da Guerra nas Estrelas. No entanto, Skeleton Crew aposta em outra faceta que fez de Star Wars o fenômeno que é até os dias de hoje: o deslumbramento infantil.

Com episódios lançados semanalmente (toda terça-feira a partir das 23h), a série conta a história de um grupo de crianças que encontra uma espaçonave carregada de ouro e acaba viajando sem rumo pela galáxia. Tentando voltar para casa, a molecada acaba parando em um porto de piratas, que vão tentar de tudo para levarem o dinheiro dos pequenos. O que os bandidos não esperavam era que Jod Na Nawood (Jude Law), um contrabandista sensível à Força, apareceria para ajudar os pimpolhos por aí.

Os dois primeiros episódios foram extremamente divertidos, embora tenham durações bastante diferentes. O primeiro tem quase 1h de duração, enquanto o segundo gira em torno de 30 minutos. Mas em momento algum os capítulos ficam cansativos. Na verdade, todos eles terminam com aquele gostinho de “quero mais”.

E por ser protagonizado por um elenco infantil bastante carismático, incluindo o sensacional Neel (Robert Timothy Smith), que é uma fofura, a série consegue divertir todos os públicos. Trabalhado na imagem do ‘tadinho’, o Neel é uma criança alienígena medrosa que só quer voltar para o conforto do lar, com seus pais e irmãozinhos. Toda aparição dele é incrível. E faz um contraste realmente divertido com o pequeno Wim (Ravi Cabot-Conyers), um ousado e sonhador jovem, cuja meta de vida é ser um Jedi. Ele é impulsivo, inconsequente e otimista. É uma duplinha que funciona muito em tela, porque Wim arruma as furadas e o pobre do Neel vai junto, naquele bom estilo Drake & Josh.

É muito nítida a influência dos clássicos dos anos 80 na série, principalmente de Os Goonies (1985). Por conta disso, é uma produção com ritmo e temáticas perfeitos para toda a família. É o Star Wars ‘raiz’, que conquistou a molecada dos anos 70, voltando para cativar uma nova geração que mal podia esperar para se encantar com esse universo.

Diferentemente das últimas produções da saga, Skeleton Crew tem uma trama mais isolada do resto do universo compartilhado. Ou seja, mesmo que sofra influência dos filmes clássicos, não parece haver pressão nenhuma em conectar sua história com a família Skywalker ou coisa do tipo. E cá entre nós, é bom curtir uma produção desse universo tão rico que enfim entendeu que não precisa apelar para os personagens já conhecidos. Ao que parece, essa série tem vontade e conteúdo para se sustentar sozinha. É muito promissora!

Os novos episódios de Skeleton Crew estreiam às 23h de toda terça-feira no Disney+.

Crítica | Detetive Alex Cross – Série da Prime Video Captura Tensão dos Livros de James Patterson

James Patterson é um escritor best-seller internacional que leva ao pé da letra esse título. Autor de dezenas de livros, uma das principais características de sua escrita é construir histórias fluidas, que o leitor simplesmente não consegue parar de ler até saber o fim. Transitando entre romance, romance policial e suspense, muitos dos seus livros já ganharam adaptação cinematográfica, como ‘Na Teia da Aranha’ (com Morgan Freeman) e ‘A Sombra do Inimigo’ (com Tyler Perry), dois filmes que adaptaram as aventuras do detetive Alex Cross para as telonas. Agora, numa maneira mais robusta, o famoso investigador da ficção ganha o formato de uma série, ‘Detetive Alex Cross’, que acaba de chegar essa semana aos assinantes da Prime Video.

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Tudo ia bem na vida de Alex Cross (Aldis Hodge, de ‘Adão Negro’), até que uma fatalidade tira a vida de sua esposa, Maria (Chauntée Schuler Irving). Um ano se passa, Cross não conseguiu achar o assassino e sente sua vida desgovernada, mesmo ele tentando segurar as pontas. Quando o corpo de um jovem negro, a comunidade toda se reúne para acusar a polícia de maus tratos, ao passo que a chefe Anderson (Jennifer Wigmore) quer que o caso seja tratado como suicídio por overdose. Porém, Cross e seu parceiro Sampson (Isaiah Mustafa), desconfiam e passam a investigar o caso como homicídio, e acabam cutucando gente muito poderosa. Ao mesmo tempo, Alex passa a ser ameaçado por alguém do seu passado, que passa a rondar sua casa e trazer elementos do assassinato de Maria de volta à tona, e agora Alex terá que encontrar muito equilíbrio para dar conta de sua vida pessoal e da sua vida profissional sem que uma influencie na outra.

Dividido em oito episódios de cerca de uma hora cada, a sérieDetetive Alex Cross’ adapta não um, mas vários livros da série literária, de modo que o leitor que acompanha o personagem poderá identificar mais de uma trama entrelaçada nesta primeira temporada.

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O roteiro, escrito a muitas mãos e encabeçado por Blaize Ali-Watkins, consegue entrelaçar bem as subtramas que direcionam esse suspense policial de investigação criminal. Misturando estilos já vistos em ‘Criminal Minds’ e ‘House’, Alex Cross é aquele cara que sozinho consegue adivinhar os próximos passos dos suspeitos. Balanceando bem o crime policial com a vida pessoal em risco, o roteiro introduz bem os personagens, mas os descarta sempre da mesma maneira, o que acaba cansando porque força uma barra tremenda – até literalmente o fim, na cena de pós-créditos.

Ainda assim, ‘Detetive Alex Cross’ é uma série muito bem dirigida, em especial no tocante ao elenco, que entregou as emoções exatas que os personagens pediam. Os quatro principais – Aldis Hodge, Isaiah Mustafa, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill – performam de tal modo convincente e com tanta elegância, que é-nos difícil, entre vilões e mocinhos, ser 100% a favor de qualquer um deles, diante das camadas e camadas de motivos e de humanidade que empregam em seus personagens.

Tal qual os livros de Patterson, a primeira temporada da sérieDetetive Alex Cross’ é totalmente maratonável, difícil mesmo de deixar de lado pois o clima envolvente de suspense policial, mistério e investigação constrói reviravoltas que estimulam você seguir para o próximo capítulo. É uma das melhores produções da Prime Video esse ano.

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‘Hellboy’: Produtores planejam sequências para o filme

O reboot de Hellboy pode demorar um pouco para chegar aos cinemas. Entretanto, os produtores do filme já estão planejando sequências caso o vindouro longa-metragem caso faça grande sucesso nas bilheterias mundiais.

Em entrevista ao site ColliderLloyd Levin, produtor responsável pelo projeto, declarou que o filme está pensando em continuações em um “âmbito bastante vago”. Ele também disse que “Hellboy 2’ não é uma simples decisão”, e sim que colocaram em cogitação a sequência caso resolvam seguir os quadrinhos.

“Visto que isso começa com [a HQ] ‘The Wild Hunt’, a ideia é seguir em um caminho progressivo”.

Confira o novo cartaz do longa:

Recentemente, em entrevista ao New York Times, McShane ovacionou seu colega Harbour antes de revelar a situação amargamente doce de tomar o papel de John Hurt, que deu vida a Bruttenholm nos filmes originais.

Hellboy, sim! Acho que vai surpreender muita gente”, McShane declarou. “David [Harbour] é um ótimo ator e encarna muito bem o personagem. Foi interessante e um pouco estranho encarnar o Professor Bruttenholm, que foi interpretado por um falecido e querido amigo, John Hurt”.

Confira o trailer legendado do filme:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Riverdale’: Personagens vão ao tribunal nas fotos do próximo episódio; Confira!

A The CW divulgou novas imagens promocionais do próximo episódio de Riverdale, intitulado “Chapter Sixty-Two: Witness for the Prosecution”.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Venom 2’ ganha título OFICIAL e nova data de estreia; Confira!

O Twitter Exhibitor Relations Co. 2 divulgou em sua página o título oficial da sequência de Venom, bem como a nova data de estreia.

Segundo as novas informações, o filme se chamará Venom: Let There Be Carnage’ e chegará aos cinemas em 25 de junho de 2021, oito meses depois da data original (02 de outubro de 2020).

A sequência trará de volta Tom HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

Andy Serkis dirige a sequência. 

‘Nemesis’: Diretores de ‘Power’ vão comandar novo thriller de ação

Segunndo o ColliderHenry JoostAriel Schulman, dupla conhecida pelo recém filme de super-heróis Power, da Netflix, ficarão a encargo do novo thriller de ação sci-fi intitulado ‘Nemesis’.

Supervisionado pela Warner Bros., a história gira em torno de um jovem gênio da engenharia que testemunha um crime hediondo cometido pelo presidente dos Estados Unidos – unindo-se com um vigilante para derrubá-lo junto ao seu governo corrupto.

Emerald Fennell (Promising Young Woman) assina a versão mais recente do roteiro, o qual foi originalmente escrito por Stephen Chin.

Sue KrillJules Daly entram como produtoras. Ainda não se sabe quando as filmagens irão começar

Joost e Schulman fizeram sua estreia diretorial com o documentário Catfish, que os colocou no centro dos holofotes. Logo depois, dirigiram Atividade Paranormal 3Atividade Paranormal 4 antes migrarem para o drama de ação ‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’.

Power, seu projeto mais recente, foi lançado na Netflix em 14 de agosto e trouxe no elenco Jamie FoxxJoseph Gordon-LevittDominique FishbackRodrigo Santoro.

‘Boss Level’: Thriller sci-fi com Frank Grillo ganha cartaz INCRÍVEL; Confira!

Boss Level, thriller sci-fi estrelado por Frank Grillo, ganhou um seu incrível cartaz oficial.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Joe Carnahan.

Preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato, o ex-agente das forças especiais Roy Pulver descobre pistas sobre um projeto secreto do governo que poderia desvendar o mistério sobre sua morte. Em uma corrida contra o relógio, Pulver deve caçar o Coronel Ventor, chefe do programa em questão, enquanto foge de assassinos treinados e impiedosos que querem mantê-lo longe da verdade.

Mel GibsonNaomi WattsMichelle YeohAnnabelle WallisKen JeongRob Gronskowski completam o elenco.

Boss Level estreia dia 05 de março no Hulu.

Crítica | Episódios finais de ‘Pose’ consagram a série como uma das melhores dos últimos tempos

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Tem sido uma longa jornada para Pose.

A ambiciosa série estreou ainda em 2018 e, apesar de não ter feito o barulho que merecia à época, ascendeu a uma popularidade invejável e varreu o mundo com suas mensagens de representatividade e um retrato fidedigno do complexo cotidiano da comunidade LGBTQIA+ nas ruas de Nova York nas décadas de 1980 e 1990. Misturando o glamour e a liberdade dos ballrooms à crescente pandemia de HIV/AIDS, Ryan Murphy, aliando-se a nomes como Janet Mock, Our Lady J e Brad Falchuk, construiu uma das produções mais incríveis e necessárias da história da televisão, além de abrir portas para inúmeras atrizes transsexuais ao cenário mainstream.

Três temporadas mais tarde, Murphy sentiu que estava na hora de finalizar essa tocante história, não concluindo o arco das nossas amadas protagonistas, mas fechando um dos capítulos de suas vidas. E é claro que o showrunner não deixaria quaisquer pontas soltas – pelo contrária, construiria uma espécie de alicerce para gerações futuras que possam encontrar essa pérola do escopo audiovisual. Em um movimento bastante metalinguístico, as mensagens de adeus são corroboradas por um otimismo que há muito não vinha acompanhando as personagens, visto que, assumindo-se queer em uma sociedade extremamente preconceituosa, estavam sujeitas a se render às formas mais condenáveis de trabalho para sobreviver, ao menos até se encontrarem nas Casas.

Analisando a profunda oposição entre o episódio piloto e o series finale, o aspecto de maior desenvolvimento é a personalidade das personas envolvidas e de que forma elas enfrentaram os mais diversos obstáculos para triunfar. Blanca (Mj Rodriguez) e Pray Tell (Billy Porter), duas forças inigualáveis e recheadas de sonhos, apesar da clara diferença de idade e de experiência, unem-se uma última vez para mostrarem ao mundo que a prosperidade e a vontade de viver é muito maior do que as adversidades – e, em um último ato de bondade, Pray Tell percebe que realizou tudo o que queria e transferiu o que conseguiu para manter a jovialidade de Ricky (Dyllón Burnside) intacta e permitir que ele tivesse um futuro próspero, ainda que convivendo com um vírus mortal.

Trazendo tudo o que há de melhor aos dois capítulos finais, o diretor Steven Canals alcançou o impossível e resumiu do modo mais coerente possível cada um dos laços criados ao longo desses anos. É por essa razão que, por se tratar de uma resolução, as investidas melodramáticas poderiam ter maior presença, mas não é esse o caso – e, mesmo se fosse, quaisquer erros são facilmente perdoáveis pelas performances estrondosas do elenco. A morte de Pray Tell, que se transmuta em uma poética carta de despedida e um último ato político frente à negligência do governo quanto à comunidade LGBTQIA+, é recheada de saudades e de celebrações para honrar o legado de um homem tão importante quanto ele. Não obstante, Canals não recorre aos costumeiros flashbacks para relembrá-lo, e sim à sua materialização no tempo presente e no último baile que amarra a iteração.

Ainda que o trágico evento seja a base para o enredo final, nada é deixado de lado ou esquecido. Enquanto os episódios anteriores seguiram um padrão antológico, as linhas convergem para um mesmo ponto em que Elektra (Dominique Jackson), Angel (Indya Moore), Papi (Angel Bismark Curiel), Lulu (Hailie Sahar) e tantos outros desfrutam de sentimentos semelhantes sem perder aquilo que os tornam tão diferentes. O interessante é o fato de que nenhum deles deixa se levar por um luto tóxico ou dominante, aproveitando tudo o que aconteceu para perceberem que batalharam por tudo o que têm e que, agora, está na hora de retribuir para aqueles que foram abandonados pela família e se viram perdidos nas frias ruas nova-iorquinas.

Se os esforços estéticos são perfeitos sem querer ousar mais do que conseguem, as refinadas técnicas que Canals e seu time empregam merecem reconhecimento. Em comparação ao início da saga, a deslumbrante e vibrante paleta de cores por vezes manchava as telas em uma profusão frenética de glitter, passos de dança e figurinos chamativos que causavam uma explosão sensorial intensa; agora, tudo continua, mas com uma sobriedade que acompanha o amadurecimento das personagens sem se esquecer do refúgio artístico que criaram para se salvarem e se encontrarem em meio a tanto ódio – com destaque ao trabalho de Simon Dennis e Nelson Cragg numa progressiva e estonteante fotografia.

Pose chega ao fim de um modo bastante esperado e, por essa razão, eximiamente bem-feito. É claro que as investidas se alastram para cada uma das figuras que alimentaram nossos sonhos e nos cativaram; porém, no final das contas, é Blanca quem precisava de um encerramento que a colocasse em frente a um espelho e a fizesse pensar: “nós conseguimos”.

Crítica | ‘Rainha Vermelha’ – Série do Prime Video traz dupla de heróis brilhantes investigando um caso MACABRO

O contraponto da genialidade e a maldição. Baseado na obra homônima do escritor e jornalista espanhol Juan Gómez-Jurado, o primeiro de uma trilogia, chegou recentemente no catálogo da Prime Video um seriado empolgante, que parte da jornada de heróis brilhantes e imperfeitos até o encontro com um caso macabro que vai se moldando através de pistas sobre um psicopata enigmático. Rainha Vermelha tem todos os seus conflitos chegando através dos laços entre pais e filhos, esse sentimento forte, vívido, conflitante, muitas vezes dependente, que se torna a base dos sete episódios, com duração perto de uma hora.

Na trama, conhecemos Antônia Scott (Vicky Luengo), uma jovem considerada uma das pessoas mais inteligentes do mundo (com um altíssimo QI) que faz parte de uma organização que só entra em operação em casos complexos onde a polícia não consegue resolver. No passado, um trauma abala todas suas estruturas emocionais ficando longe de qualquer agitação. Mas tudo isso muda com uma série de acontecimentos horripilantes que percorrem as ruas da cidade mais famosa da Espanha. Assim, seu destino se interliga com o de Jon (Hovik Keuchkeriano), um carismático policial que se junta ao time com a função de escudeiro da nomeada Rainha Vermelha. Juntos, precisarão resolver esse sinistro caso que envolve violência e o sequestro de uma milionária.

Antônia Scott é um personagem fascinante mas só vamos descobrir isso lá pelo meio da temporada. Então, paciência! A série esquenta mesmo a partir do terceiro episódio. É importante toda a costura do contexto que é feita nos primeiros episódios, de peças da organização fantasma que corre em paralelo às forças policiais até os arcos do antagonistas, passando pelo brilhante e carismático policial Jon, Rainha Vermelha posiciona elementos que serão importantes nesse desfecho e até mesmo nas sequências dos outros livros que muito provavelmente virarão novas temporadas (a segunda inclusive já está garantida).

O mundo é um enorme texto a ser decifrado. Superdotada e refém de um experimento, Scott é uma jovem com uma mente brilhante que sempre se viu distante de uma sociedade que prega valores por meio de muitas hipocrisias. Isso não a deixou longe de ter uma família, criar laços. Andando em uma corda bamba com sua observação apurada parece conseguir esconder em um lugar sombrio seus embates absurdos com o exigente e influente pai e todo um passado ainda ser contado. O seriado começa exatamente no seu despertar, através de um forte trauma.

De um outro extremo, conhecemos Jon, um policial gay, marcado por um passado repleto de situações que o deixaram de lado na força policial. Sua forte relação com a mãe é o caminho para entendermos sua capacidade impressionante de agregar valores positivos numa relação e seus princípios ligados à uma análise sentimental. Um homem de uma inteligência emocional apurada que muitas vezes estaciona nas dores de causas perdidas. Hovik Keuchkeriano, está fabuloso no papel. Você pode lembrar dele como ‘Bogotá’ do mega sucesso mundial La Casa de Papel.

A razão e a emoção moldam as personalidades distintas desses dois protagonistas formando um encaixe perfeito dentro de uma fórmula de ação e suspense onde a trama nunca é deixada de lado e sempre guiado por eles. A maneira como a história é contada (narrativa) deixa o ritmo dinâmico ampliando o campo de visão do espectador, muitas vezes através de um raio-x do subconsciente da protagonista e as reações espontâneas do outro.

Um ótimo vilão, e as surpresas quando nos deparamos com a sua história, se juntam a essa trama repleta de mistérios, reviravoltas, segredos inconfessáveis, relacionamentos abusivos, psicopatia e suas esferas. Rodado todo na cidade de Madri, Rainha Vermelha é o pontapé inicial de um arco maior. Há muito para se desenvolver. A segunda temporada já está garantida e será a adaptação de Loba Negra, segundo livro da brilhante trilogia de Juan Gómez-Jurado. Para quem se interessar, essa primeira temporada está disponível no catálogo da Prime Video.

 

Crítica | Manhunt – John Woo, o mestre da ação, está de volta e um pouco diferente

Direto do TIFF, Festival de Toronto

John Woo mais comportado

Mesmo antes de chegar a Hollywood no início da década de 1990, levado pelo astro da ação Jean Claude Van Damme (muitos não sabem, mas o ator ajudou a impulsionar a carreira de diversos diretores asiáticos nos EUA) em O Alvo (1993), o cineasta John Woo já era bem estabelecido em seu país de origem, a China, onde era considerado o mestre da ação.

Nos EUA, mostrou o que sabia e conquistou o mercado, em filmes como A Última Ameaça (1996), A Outra Face (1997) e Missão: Impossível 2 (2000). No entanto, a terra dos sonhos dá e tira, e Woo terminou afetado pelo mal que assola a maior meca do cinema mundial há décadas, a falta de criatividade. Seus últimos filmes por lá careceram de boas histórias e bons roteiros, mostrando que só a forma do diretor não fazia milagre.

Com exílio autoimposto desde o início da década passada, Woo só voltaria quase dez anos depois, de forma contida, apostando na reinvenção – no comando do épico dividido em duas partes A Batalha dos Três Reinos (2009) – e bem distante do local que o acolheu e depois o cuspiu. Desde então Woo fez pouquíssimos filmes e todos longe do estilo que o consagrou.

Desta forma, Manhunt é ainda mais importante, por justamente marcar o retorno do mestre da ação, num filme chinês (onde começou sua história) que faz uso de todos os elementos reconhecíveis para os fãs do cineasta. Estão aqui a ultraviolência (agora servida por CGI – ei, é o futuro), as estilosas cenas de ação, nas quais personagens desafiam a gravidade e reagem em câmera lenta (aqui temos um barco passando por cima de outro, que remete à Outra Face), coreografias de luta que mais parecem um balé, faíscas que insistem em banhar a tela durante tiroteios, mesmo quando atingem superfícies que não as causariam, como madeira, e, é claro, as pombas brancas, marca registrada – o que seria de um filme de John Woo sem elas?

Na trama, Hanyu Zhang (A Grande Muralha) é um advogado bem sucedido, incriminado por um assassinato que não cometeu, o de uma bela modelo, papel de Tao Okamoto (Wolverine Imortal e BVS). O crime é mais intrincado do que aparenta e pode envolver uma conspiração de antigos clientes do sujeito, uma grande empresa farmacêutica, que pretende lançar uma nova e perigosíssima droga no mercado, e tem na figura do veterano Jun Kunimura (Kill Bill), sua face. Somado a isso, um detetive, papel de Masaharu Fukuyama (Pais e Filhos), pega o caso e começa a caçar o azarado sujeito, no melhor estilo Tommy Lee Jones e Harrison Ford em O Fugitivo (1993).

Manhunt é na realidade baseado no livro de Jukô Nishimura, com roteiro adaptado pelo próprio Woo. E esse é o grande problema aqui. Woo desempenhando as duas funções deixa o filme descoordenado, com oscilações de ritmo e uma história difícil de ser acompanhada, dona de uma narrativa confusa e desfocada. Sim, John Woo é o responsável por diversos dos roteiros de seus filmes, mas aqui, em seu grande retorno ao gênero, talvez devesse apenas ter se concentrado na forma, que é o chamariz, e deixado o conteúdo para outro roteirista.

A história começa querendo plantar um romance, por exemplo, e em seguida descamba para uma boa reviravolta logo em seus primeiros minutos. Mostrando o quão desconectado é o esforço narrativo aqui, os personagens envolvidos na primeira reviravolta só irão retornar quase no desfecho. Uma das deficiências de Manhunt é justamente não saber muito bem por onde seguir, aonde ou em quem focar. Além disso, o desfecho promete tirar muitas pessoas da proposta, já que muda totalmente seu tom (sem que fosse adereçado antes), transformando-o em uma ficção científica com doses de surrealismo.

John Woo voltou diferente, como se ainda estivesse um pouco enferrujado. Mais contido, acanhado em novamente deixar sua total extravagância visual tomar conta. Não fique, John Woo, pois é justamente esse diretor “moleque” que queremos de volta.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens da 14ª temporada reagem às suas primeiras fotos em drag; Confira!

A VH1 divulgou mais um teaser promocional da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, mostrando as queens do novo ciclo reagindo às primeiras fotos em drag.

Confira:

A temporada irá estrear oficialmente no dia 7 de janeiro.

O novo ciclo contará com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jamine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão as popstars vencedoras do Grammy LizzoAlicia Keys, a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayAva MaxDove CameronTS Madison e várias outras.

‘Velozes e Furiosos 10’: Vin Diesel divulga novo vídeo de bastidores da sequência; Confira!

As filmagens de Velozes e Furiosos 10’, penúltimo capítulo da icônica saga cinematográfica, começaram no mês passado – mas as coisas passaram por algumas atribulações, principalmente quando Justin Lin abandonou o projeto e foi substituído por Louis Leterrier (‘O Incrível Hulk’).

Agora, nas redes sociais, o astro Vin Diesel divulgou um vídeo de bastidores ao lado de Nathalie Emmanuel, uma das recentes adições ao elenco, e aproveitou para revelar atualizações sobre o longa-metragem.

“Nós acabamos de completar nossa quarta semana de filmagens! Muito agradecido pelos brilhantes originais, pela família incrível que se uniu a nós na jornada… E muito animado para que vocês vejam os novos personagens se juntando a essa mitologia. Abençoado e agradecido”, ele escreveu.

Confira:

Além de Emmanuel, Brie Larson, Jason Momoa, Alan Ritchson e Daniela Melchior foram recém-contratados para o décimo filme. Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Sung Kang Charlize Theron reprisam seus papéis.

Além de escrever o roteiro com Dan Mazeau, Lin também continua como produtor junto a Diesel, Neal Moritz, Jeff Kirschenbaum e Samantha Vincent. Lembrando que o décimo filme da franquia está com um orçamento enorme, ultrapassando o patamar dos 300 milhões de dólares e prometendo cenas de arrepiar.

O filme tem estreia prevista para maio de 2023.

Vídeo nos leva aos bastidores do OITAVO episódio de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, finalmente chegou à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo levando o público aos bastidores do oitavo episódio.

Lembrando que o próximo capítulo será exibido no dia 16 de outubro.

Confira:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘A Sogra Que Te Pariu’: 2ª temporada da série de comédia ganha teaser OFICIAL; Confira!

A Sogra Que Te Pariu‘, série de comédia estrelada por Rodrigo Sant’Anna (‘Os Suburbanos’), se tornou um dos maiores sucessos nacionais da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou o teaser oficial da 2ª temporada.

Os novos episódios chegam a seu catálogo no dia 12 de abril.

Alex Cabral (‘Pai em Dobro’) fica responsável pela direção dos episódios.

Isadir (Sant’Anna) é o tipo de sogra que ninguém quer em casa. O que era pra ser uma estadia rápida na casa do filho no início da pandemia, virou um pandemônio na rotina da família. Agora o filho que lute pra decidir: a mãe ou a mozão?

Rafael Zulu, Lidi Lisboa, Pedro Ottoni, Bárbara Sut, Solange Teixeira, Ney Lima e Daniela Fontan completam o elenco.

The Fame | Ranqueamos TODAS as músicas do icônico álbum de estreia de Lady Gaga, que completa 15 anos

Há exatos quinze anos, uma das maiores estrelas da história da música fazia sua estreia oficial no cenário fonográfico: com o lançamento de The FameLady Gaga eternizava um novo padrão para os artistas da música pop ao trazer de volta o electro-pop e o synth-pop a uma era movida principalmente pelo R&B.

Responsável por influenciar uma gama de performers, veteranos ou estreantes, The Fame trouxe consigo hits memoráveis e atemporais que, até os dias de hoje, continuam quebrando recordes e servindo de inspiração para várias pessoas. Músicas como “Paparazzi” e a faixa titular discorreram acerca da problemática da fama e de se tornar uma pessoa pública, enquanto “Just Dance”“Beautiful, Dirty, Rich” apostaram fichas em um excêntrico hedonismo para celebrar a vida.

Para celebrar seu aniversário, comemorado hoje, 19 de agosto, preparamos uma lista ranqueando todas as músicas da versão padrão do álbum – então, não espere encontrar as canções “Again Again”“Retro Dance Freak”“Disco Heaven” aqui.

Veja abaixo e conte para nós se você concorda ou não:

14. STARSTRUCK, feat. Space Cowboy and Flo Rida

“Starstruck” é, sem sombra de dúvida, a faixa mais fraca de The Fame. Ainda que a produção seja sólida o suficiente para nos fazer dançar, ela parece uma cópia mais cansada de “Boys Boys Boys”, mergulhando de cabeça em incursões exploradas por Giorgio Moroder e pelo ítalo-disco que o musicista eternizou nos anos 1970 e 1980. E a dupla participação de Space CowboyFlo Rida são, por falta de outro adjetivo, desnecessárias e prolixas.

13. EH, EH (NOTHING ELSE I CAN SAY)

Há um certo teor agridoce sobre “Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)”, um dos singles promocionais de The Fame que não teve o mesmo sucesso que seus predecessores e que dividiu tanto a crítica quanto o público. O motivo? A produção respaldada no bubblegum pop e os versos totalmente opostos que falam sobre um término de relacionamento.

12. PAPER GANGSTA

Apesar do álbum ser movida pelo synth, isso não significa que Gaga não possa infundir algumas das composições com um de seus instrumentos favoritos – o piano. E é dessa forma que “Paper Gangsta” vem à vida, permitindo que as profundas notas do instrumento se aglutinem à bateria e aos sintetizadores à medida que discorrem sobre um relacionamento que definitivamente não dará certo.

11. MONEY HONEY

Desde os primeiros segundos em que o sintetizador explode nos nossos ouvidos, sabemos que “Money Honey” vai ser uma experiência única. Descartada como um potente single cujo apelo comercial ainda grita, mesmo na atualidade, a canção tem leves referências ao synth-techno, criando paralelos sobre amor e dinheiro de maneira ácida, divertida e muito dançante.

10. BOYS BOYS BOYS

“Boys Boys Boys” caiu no gosto dos fãs rapidamente e, até hoje, é considerada como uma das favoritas dos ouvintes. A faixa serve como uma divertida resposta a “Girls Girls Girls”, da banda Mötley Crüe, mas como a própria Gaga comentou, “com uma reviravolta”. Novamente, a artista mostra sua afeição pelas inflexões de Moroder, mas as transmuta com sintetizadores impactantes e um refrão que fica cravado na mente.

9. SUMMERBOY

Antes de Adam Lambert se tornar um dos ícones do glam rock contemporâneo, Gaga aproveitou sua paixão pelo gênero com a subestimada “Summerboy”. A divertida faixa tem como principais elementos a guitarra e o baixo, que servem de acompanhamento perfeito para a rendição quase teatral da performer – jogando-se de corpo e alma sobre um caso romântico de verão que nos enche de felicidade e de saudosismo.

8. BROWN EYES

A única balada de fato a integrar o début de Gaga é “Brown Eyes”. Pincelada com uma potente e dissonante guitarra e com a retumbância de uma bateria monumental, a narrativa é tragicamente melancólica e fala sobre um relacionamento que não deu certo – e que, talvez, precisava de mais tempo para amadurecer. Cada batida e cada camada vocal que emerge no explosivo refrão é pensada com cautela, consagrando a faixa como uma pérola que merecia mais reconhecimento.

7. THE FAME

Assim como “Beautiful, Dirty, Rich” (sobre a qual falaremos à frente), a música titular de The Fame passou longe do radar mainstream, mas continua como uma das melhores produções de Gaga. Aliando-se a Martin Kierszenbaum, a faixa é infundida com synth-pop e fala sobre todas as ambições que uma artista estreante poderia ter após encontrar sucesso absoluto.

6. BEAUTIFUL, DIRTY, RICH

Apesar de não ser considerado oficialmente um single do álbum de estreia de Gaga, “Beautiful, Dirty, Rich” resume com solidez bastante clara o que a artista queria nos entregar quando surgiu no cenário fonográfico há mais de uma década. A mistura de techno dance-pop é cativante o suficiente para nos levar às pistas de dança – em todo seu exagero e sua estética kitsch.

5. JUST DANCE

single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

4. LOVEGAME

Gaga sempre foi apaixonada pelo cenário underground de Nova York, principalmente por ter se apresentando em diversos bares da cidade antes de ascender à fama. “LoveGame”, uma de suas canções mais famosas, é uma genuína homenagem às raízes da popstar, falando sobre fama, amor e sexualidade da forma mais natural e sensual possível.

3. I LIKE IT ROUGH

Revivendo o electro-pop e o synth-pop com força descomunal, “I Like It Rough” pode ser uma escolha inusitada para ocupar o terceiro lugar da lista, mas certamente é uma das músicas que melhor representa o álbum. Falando sobre vícios e, em particular, sobre um relacionamento masoquista, a canção é uma das melhores entradas da discografia de Gaga por sua indesculpável explicitação.

2. PAPARAZZI

A história promovida por “Paparazzi” rendeu a Gaga um dos maiores hinos dance do século. Falando sobre a necessidade de atenção e criticando o posicionamento incisivo dos paparazzi, a semi-balada mistura elementos da eletrônica e do pop de modo perfeito, carregando um dos refrões mais conhecidos de todos os tempos.

1. POKER FACE

Quando Lady Gaga saiu de uma piscina ornamentada trajando nada além de um bodysuit de látex em “Poker Face”, o público ia à loucura com uma nova era da música mainstream. O synth-pop, recheado de mensagens subliminares e um dos principais indicadores da bissexualidade da performer, é icônica do começo ao fim, desde a robótica voz que precede o refrão até o irreverente bridge.

‘True Detective: Terra Noturna’: ÚLTIMO episódio da temporada ganha prévia angustiante; Confira!

Foi divulgado o trailer oficial do 6° e último episódio de True Detective: Terra Noturna’, quarta temporada da antologia de mistério estrelada por Jodie FosterKali Reis.

O próximo capítulo vai ao ar em 18 de fevereiro.

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O primeiro episódio da nova temporada alcançou 2 milhões de espectadores em sua estreia – que aconteceu cinco anos após o lançamento do ciclo anterior.

Para termos de comparação, a segunda temporada de ‘The White Lotus‘ registrou 1.5 milhões de espectadores através das plataformas, enquanto a 2ª temporada de ‘Euphoria‘ alcançou 2.4 milhões de viewers.

A temporada final de ‘Succession‘ estreou com 2.3 milhões em seu primeiro episódio.

De acordo com o Deadline, estes números devem aumentar ainda mais com o passar das semanas. A Warner Bros. Discovery confirmou que ‘The White Lotus‘ e ‘Euphoria‘ ganharam em torno de 15.5 milhões de 19.5 milhões de espectadores a cada episódio, respectivamente.

No streaming da HBO Max, ‘True Detective‘ subiu para o topo dos títulos mais populares da plataforma na semana de estreia de ‘Terra Noturna‘, uma vez que os espectadores voltaram a acompanhar os ciclos anteriores para se preparar para a nova temporada.

O elenco é formado também por John HawkesChristopher EcclestonFiona ShawFinn BennettAnna Lambe.

A trama é ambientada durante o longo inverno que se assenta em Ennis, Alasca, após seis homens que operam a Estação de Pesquisa Ártica Tsalal desaparecem sem deixar rastros. Para resolver o caso, as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) precisam confrontar a escuridão dentro delas e escavar as verdades amaldiçoadas que estão enterradas sob o gelo eterno.

Issa López, que se destacou com o terror ‘Os Tigres Não Têm Medo‘, entra como roteirista, produtora, diretora e showrunner.

Foster também assume a produção executiva ao lado do aclamado diretor Barry Jenkins.

‘Minha Lady Jane’: Vídeo compila os momentos mais ENGRAÇADOS da série de época; Confira!

‘Minha Lady Jane’ (‘My Lady Jane’), nova série romântica de época baseada na vida da monarca Jane Grey, que ascendeu ao trono britânico por apenas nove dias, já está disponível no catálogo do Prime Video – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os momentos mais engraçados da atração.

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A série foi criada por Gemma Burgess, com roteiro assinado por Brodi AshtonCynthia HandJodi Meadows.

No século XVI, Lady Jane Grey evita o machado do carrasco e leva uma vida divertida e plena, cheia de romance e aventura.

Emily BaderEdward BluemelJordan PetersAnna ChancellorRob BrydonDominic CoopeeJim BroadbentWill KeenKate O’FlynnMáiréas Tyers estrelam.

‘Better Man’: Vídeo explora os INCRÍVEIS efeitos visuais da cinebiografia de Robbie Williams!

Better Man: A História de Robbie Williams, a aguardada cinebiografia do astro pop britânico, ganhou um vídeo promocional inédito.

O material nos leva aos bastidores da produção, revelando como foram feitos os incríveis efeitos visuais.

Confira:

O filme estreou com uma recepção positiva no Rotten Tomatoes, conquistando uma excelente aprovação de 89% da crítica especializada, com base em 36 análises.

Os críticos, em geral, elogiaram o filme, destacando sua originalidade.

Confira os comentários:

“Isso é o equivalente a escalar a Lassie para interpretar Frank Sinatra. Ok, talvez não seja tão louco assim, mas chega bem perto. Então, adivinhe? Funciona de verdade”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Contra todas as expectativas, esse truque funciona, distinguindo o projeto de tantas outras cinebiografias de estrelas pop feitas no molde padrão”, disse Peter Debruge da Variety.

“É difícil exagerar o quanto a persona de “hooligan” de Williams – e a ilustração fantástica disso no filme – transformam um material que seria comum em algo novo e inovador”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Os números musicais de Michael Gracey no musical de Robbie Williams, Better Man, são magistralmente executados, mas a trama é menos impressionante”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.

“A biografia musical mais maluca desde que Todd Haynes fez a história de Karen Carpenter com bonecas Barbie, Michael Gracey realiza a maior surpresa cinematográfica do ano. Uma diversão absoluta”, disse Alex Godfrey do Empire Magazine.

“Better Man está em uma categoria própria de dramatizações biográficas bem-sucedidas. Robbie Williams aproveita um conceito que nenhum músico pode duplicar e escolhe o colaborador correto em Gracey”, disse Matt Donato do Collider.

“Better Man vai com tudo, para o bem ou para o mal, e embora suas intenções sejam nobres, sua execução é no máximo inconsistente”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“É um filme que está à beira de desmoronar, mas você ficará surpreso com o quão bem ele se mantém coeso”, disse Benjamin Lee do Guardian. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2025.

“A produção é uma narrativa baseada na verdadeira história da ascensão meteórica, da queda dramática e do impressionante ressurgimento do pop star britânico, considerado um dos maiores artistas de todos os tempos”.

Dirigido por Michael Gracey, conhecido por seu trabalho em ‘O Rei do Show‘, o filme é contado exclusivamente da perspectiva de Robbie, capturando sua sagacidade característica e espírito indomável.

American Music Awards 2025 | Billie Eilish leva o prêmio de Artista do Ano para casa

A icônica cantora e compositora Billie Eilish foi uma das principais relembradas da 51ª edição do American Music Awards.

Eilish foi condecorada com uma das principais estatuetas do evento, a de Artista do Ano.

Lembrando que o álbum mais recente da artista foi o aclamado HIT ME HARD AND SOFT, que já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Crítica | Billie Eilish acerta novamente com o espetacular e impecável álbum ‘Hit Me Hard and Soft’

Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.

Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

Romance infantil do autor de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ ganha adaptação animada pela Netflix; Saiba mais!

Os Pestes(‘The Twits’), inspirado no clássico romance homônimo assinado por Roald Dahl (‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’), já está disponível no catálogo da Netflix.

O longa-metragem, que chegou à grade de programação da plataforma no último dia 17 de outubro, é dirigido e coassinado por Phil Johnston, que ganhou fama por seu trabalho na duologia ‘Detona Ralph’‘WiFi Ralph: Quebrando a Internet’.

Na trama…

O Sr. e a Sra. Twit, as pessoas mais malvadas, fedorentas e desagradáveis ​​do mundo, são donos e administradores do parque de diversões mais nojento, perigoso e idiota do mundo: Twitlândia. Quando os Twits ascendem ao poder em sua cidade, duas crianças corajosas – Beesha e Bubsy – e uma família de macacos mágicos são forçados a se tornarem tão astutos quanto os Twits para salvar a cidade.

Funcionando como uma comédia musical que promete encantar os pequenos, o elenco conta com Margo MartindaleJohnny VegasNatalie PortmanEmilia ClarkeMaitreyi RamakrishnanRyan LopezJason MantzoukasTimothy SimonsAlan TudykNicole Byer.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Aos 40 anos, Lady Gaga continua alimentando um prestigiado e indiscutível legado

São poucos os artistas que carregam consigo legados atemporais no cenário musical: temos, por exemplo, o impacto inegável do rei e da rainha do pop, Michael Jackson e Madonna, a emblemática Britney Spears e a titânica Beyoncé, cada qual remodelando uma indústria efêmera e muitas vezes nociva a seu bel-prazer e tendo influenciado gerações e gerações de performers (principalmente quando nos referimos ao escopo mainstream). E, talvez, Lady Gaga tenha sido o último nome a ter alcançado esse patamar.

A Mother Monster, como foi alcunhada por sua crescente legião de fãs, é o que podemos encarar como zeitgeist cultural, navegando pelos altos e baixos do mundo do entretenimento e entendendo as dinâmicas e as engrenagens desse efervescente cosmos a fim de encontrar uma voz única e, ao mesmo tempo, uma ponte entre passado, presente e futuro que estremeceu as estruturas por vezes engessadas da música. Tendo feito sua magnífica estreia em 2008 com The Fame, o alter-ego de Stefani Joanne Angelina Germanotta trouxe o synth-pop e o dance-pop de volta aos holofotes com singles memoráveis e que, quase duas décadas desde seu lançamento nas rádios, continuam a integrar playlists e setlists ao redor do planeta. Afinal, como nos esquecermos das robóticas e explosivas incursões de “Poker Face”, uma das canções que definiram os anos 2000? Ou a instigante e ousada narrativa de “Paparazzi”, que se tornou uma de suas assinaturas? Ou a sexy e ambígua incursão de “LoveGame”?

Lady gaga poker face

Com apenas 22 de idade, Gaga causou fervor com The Fame, que, hoje, reside como um dos grandes álbuns de todos os tempos com mais de 40 milhões de cópias vendidas – e cujo sucesso absoluto deve-se também à versão deluxe, The Fame Monster’, que não apenas apresentou um sólido corpo de oito impecáveis faixas inéditas, como cimentou a cantora, compositora e produtora como uma das maiores de todos os tempos.

Não é surpresa que 2008 e 2009 foram dominados pela presença de Gaga em absolutamente qualquer tipo de mídia jornalística: através de “Bad Romance”, “Alejandro” e “Dance in the Dark”, a performer tomou as rédeas de uma estética mais dark e atrevido que foi incorporada por veteranas da indústria como Beyoncé, Katy Perry e Nicki Minaj; nos dias de hoje, Billie Eilish, Chappell Roan e Rina Sawayama trouxeram as raízes de Lady Gaga de volta a produções aclamadas pela crítica e premiadas pelo planeta inteiro. E, é claro, o sucesso desenfreado atraiu tabloides sensacionalistas com manchetes exageradas e sem sentido que começavam a compará-la com a lendária Madonna (alguém que, como dito pela própria Gaga, é uma de suas principais inspirações).

Os comentários ganhariam mais força em 2011, quando a cantora e compositora, sempre defensora da comunidade LGBTQIA+ e utilizando com frequência permanente sua plataforma para apoiar as causas das minorias sociais, lançou Born This Way. Considerado por inúmeros consórcios de imprensa como um dos maiores e mais importantes álbuns de todos os tempos, Gaga não pensou duas vezes antes de construir o hino queer mais marcante da indústria musical – o lead single homônimo, que estreou em primeiro lugar em dezenas de charts -, além de abordar vários temas de importante discussão. Com “Americano”, Gaga criticou as políticas norte-americanas que se opunham à presença de imigrantes em solo nacional; com “Hair”, esquadrinhou o empoderamento corporal como parte da identidade individual; com “Scheiße”, uniu sexo e feminismo em uma vibrante construção em electro-pop; e com “Judas”, borrou as linhas maniqueístas entre o bem e o mal com uma imponente releitura bíblica que culminou em seu banimento em vários países.

A artista sempre respirou arte, tendo integrado o corpo estudantil da Universidade de Nova York e, anos depois, incorporado os elementos da arte performance sob a tutela de Marina Abramović. E, sem sombra de dúvida, seu projeto mais conceitual viria em 2013 com o subestimado ARTPOP. Ao referenciar Abramović, Andy Warhol e Sun Ra, Gaga promoveu um encontro entre os diversos tipos de expressão artística em acepções contundentes que variam desde os rompantes sintetizadores até uma análise sobre fama, status quo e libertação. Não é surpresa que, apesar do fracasso crítico e comercial à época, ele tenha sido redescoberto pelo público e pela crítica, que agora o caracterizam como um projeto à frente de seu tempo e incompreendido.

Todavia, considerando as poucas e boas que enfrentou à época, uma repaginação era necessária – e, mesmo que alguns insistam em dizer diferente, suas incursões em outros gêneros ajudaram a reafirmar uma habilidade camaleônica invejável. Com Cheek to Cheek, Gaga se aliou a Tony Bennett para uma releitura de clássicos do jazz e do blues dos Estados Unidos (ambos conquistando uma estatueta do Grammy pelo projeto); Joanne, por sua vez, a colocou lado a lado com o country-pop e o glam-rock em uma pessoal e dolorida declaração que influenciaram nomes como Kylie Minogue, Harry Styles e Miley Cyrus. E essa versatilidade foi vista também em 2015, quando levou um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Antologia por American Horror Story; e em 2018, com sua estreia como protagonista no cenário cinematográfico: o remake de Nasce Uma Estrela não apenas lhe garantiu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, como lhe permitiu quebrar recordes e mais recordes com a música mais premiada da história, “Shallow” (dueto com Bradley Cooper).

Sua paixão pela reinvenção e por explorar elementos diferentes de uma carreira esplêndida continuaria sem previsão de acabar. Nas telonas, Gaga voltou a ser elogiada por seu trabalho na cinebiografia Casa Gucci (2021), encarnando a assassina Patrizia Regianni, além de ter eternizado uma nova versão da icônica Arlequina com Coringa: Delírio a Dois (2024). Já na música, ela conquistou mais uma indicação a Álbum do Ano com o álbum Love for Sale, retomando parceria com Bennett (em sua última incursão fonográfica antes de falecer); mergulhou no house e no dance com o frondoso e vibrante Chromatica; e, no ano passado, entregou uma obra-prima incomparável com uma mistura irruptiva de gêneros que recebeu o título de ‘MAYHEM’ (e que lhe rendeu mais duas estatuetas do Grammy).

Ainda que certos comentários de haters insistem em diminuir o crescente impacto de uma das maiores artistas de todos os tempos, Lady Gaga permanece no topo por uma razão: sua arte. Seja reunindo 2,5 milhões de pessoas na Praia de Copacabana, seja ao lançar a canção mais bem-sucedida da história com Bruno Mars, “Die With a Smile”, a titânica performer construiu e continua a construir um legado prestigiado e memorável em todos os aspectos.

Bill Murray gostaria de voltar para ‘Caça-Fantasmas 3’: ‘A franquia pagou a faculdade do meu filho’

Parecia que nunca mais veríamos Bill Murray em seu traje de caça-fantasma, e sua aparição surpresa (embora vestindo um terno) durante o remake de 2016, dirigido Paul Feig, foi um agrado para os fãs. Com o ‘Caça-Fantasmas 3’ a caminho, será possível ver seu icônico personagem retornar?

O diretor Jason Reitman batizou seu próximo filme como uma “carta de amor” aos originais, com o ator Ernie Hudson já confirmado para retornar. E numa recente entrevista com o IndieWire, parece que Murray também está aberto à ideia:

“Eu fiz [o remake] e eu faria este próximo.”, afirmou ele.

Lançado em 1984, o filme original dos Caça-Fantasmas foi um enorme salto na carreira do ator, que, na época, era conhecido principalmente por suas aparições no ‘Saturday Night Live’. Então, não é de se espantar que ele veja a franquia de forma sentimental.

“Esta franquia pagou pela faculdade do meu filho”, acrescentou Murray. “Nós fizemos essa coisa. Nós somos os responsáveis por ela. É uma ótima coisa e foi um filme muito divertido de se fazer. É um filme real com algumas coisas realmente engraçadas.”

Mesmo que a lenda volte à equipe, é provável que ele não esteja no centro do filme. Reitman está à procura de atores mais jovens para o longa, especificamente “um casal de irmãos entre 12 e 17 anos.” Mas, no entanto, qualquer retorno do elenco original seria muito bem-vindo e, felizmente, Reitman pensa da mesma forma.

Por enquanto, a sequência segue sem maiores informações, e o elenco conta também com Carrie Coon (‘The Leftovers’), Mckenna Grace (‘Capitã Marvel’) e Finn Wolfhard (‘Stranger Things, ‘IT’).

Caça-Fantasmas 3’ tem estreia prevista para julho de 2020. Confira o teaser: