O reboot estrelado por Henry Cavill teve suas primeiras imagens divulgadas.
Confira, com a sinopse:
Séculos após sua primeira morte em um campo de batalha escocês, o guerreiro imortal Connor MacLeod vive tranquilamente no mundo moderno, assombrado pela perda e pelo ciclo interminável de violência entre sua espécie. Quando o implacável imortal Kurgan ressurge, apoiado por uma organização secreta empenhada em desvendar o segredo da vida eterna, Connor é forçado a retornar ao Jogo — uma batalha ancestral onde ‘só pode restar um’.
Guiado por seu mentor Ramírez e uma aliada mortal, a arqueóloga Kate Bennett, Connor precisa confrontar seu passado e redescobrir seu propósito. À medida que imortais se chocam através do tempo e dos continentes, a luta pelo misterioso ‘Prêmio’ se torna uma batalha pela alma da humanidade.
Vale lembrar que, recentemente, o prestigiado ator Jeremy Irons (‘O Rei Leão’, ‘Watchmen’, ‘Casa Gucci’) foi contratado para o projeto e dará vida a um antagonista secundário, descrito como “o líder de um grupo secreto conhecido como Os Observadores, que acompanham os seres imortais e os enxergam como uma ameaça à humanidade”.
Drew McIntyreserá Angus MacLeod, irmão de Connor (Cavill).
As filmagens haviam sido adiadas para janeiro de 2026 em virtude de uma lesão sofrida pelo protagonista, que estava em processo de recuperação. Apesar de não ser considerada grave, ela limitou a mobilidade de Cavill, impedindo-o de realizar as sequências de ação de alta intensidade do filme.
A produção de ‘Highlander’ descreveu as cenas de combate como semelhantes às de ‘John Wick’. Segundo relatos, o ator sofreu o acidente durante um treinamento para o longa.
O elenco conta ainda com grandes estrelas, como Russell Crowe, que viverá o mentor Ramirez, Dave Bautista no papel do vilão Kurgan e Karen Gillan como Heather, a esposa mortal de Connor MacLeod. O filme, com roteiro de Michael Finch, também terá a participação de Marisa Abela, Djimon Hounsou e Max Zhang.
Dirigido por Chad Stahelski, o novo Highlander promete atualizar a mitologia dos guerreiros imortais para uma nova geração, com lutas de espadas épicas, cenários internacionais e um elenco de tirar o fôlego. A Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.
A nova versão ainda não tem data de estreia confirmada, mas a expectativa é que chegue aos cinemas em 2026.
É muito mais difícil um fantasma não existir do que matar uma realidade. Escrito e dirigido pelo cineasta norte americano David Lowery, A Ghost Story é uma fábula engenhosa sobre a solidão da perda. O forte tom de sua sinistra trilha sonora, junto a planos longos (alguns angustiantes) transformam a atmosfera do filme em algo realmente impactante. Protagonizado por Rooney Mara e Casey Affleck, o projeto é bem complicado de se entender, longe do trivial, um quebra cabeça melancólico, minimalista e porque não dizer um exercício interessante sobre o abandono.
Na trama, conhecemos o casal C (Casey Affleck) e M (Rooney Mara), jovens com o futuro todo pela frente que moram em uma casa um pouco isolada, provavelmente no interior dos Estados Unidos. Certo dia, C se envolve em um acidente automobilístico e acaba falecendo. Mas, o inusitado acontece, C vira um fantasma e acaba retornando para sua casa onde sua esposa passa por dificuldades emocionais tentando seguir em frente com sua vida. Assim, o filme embarca em uma série de situações, sem comunicação (ou quase isso) entre o casal onde as dores da tragédia são uma estrada ilimitada de emoções.
Esquecer de tudo? As dores do mundo? Não quero saber quem fui mas sim quem sou. Quando o tabuleiro começa a se juntar, as peças nos mostram as verdades e surpresas do roteiro. A questão do fantasma, ou algo do tipo, do inusitado, é um mero detalhe coadjuvante. A lógica desse roteiro complexo gira em torno da questão do tempo e suas passagens rápidas em algumas situações e demoradas em outras, mas com pouca alteração do ambiente. Os protagonistas vivem um primeiro ato de felicidade que logo acaba em tragédia, e, assim, começamos a enxergar dramas e sofrimentos através de uma figura incomum que parece não conseguir se libertar de sua situação.
Você se sente a todo instante assistindo a um filme do Terrence Malick, principalmente por conta dos contornos da trilha sonora e seu impacto no ritmo da trama. Essa mescla de drama e fantasia, ou algo que une isso como gênero, é um dos pontos peculiares e diferenciais desse projeto que tem tudo para dar o que falar. Aos que tem pouca paciência, um tédio terrível pode chegar. Aos que conseguem se conectar com a essência da trama, o lado emocional dos personagens, A Ghost Storypode ser um filme para se ver e rever, além de refletirmos muito sobre as dores do mundo.
Depois de uma semana cansativa, um dia estressante de trabalho ou aquele almoço de domingo com em família, ligar na Netflix e se distrair assistindo a um filme é revigorante! Para você que é assinante da plataforma e está sempre em busca de ótimos filmes, segue abaixo uma lista pra você:
Você já imaginou se pudesse vender ou receber tempo de vida? Navegando por uma engenhosa distopia – até mesmo um criativo contexto geopolítico -, a produção alemã da NetflixParaíso nos leva a uma realidade em que a variável tempo não está necessariamente ligada à idade, já que as pessoas que decidem até onde vão.
Pode ser que você – assim como eu – nunca tenha ouvido falar de uma banda formada no início da década de 1970 que, misturando música, teatro e principalmente, filosofia, conseguiu alçar voos dentro do movimento New Wave. Pioneiros no foguete de visibilidade que foi a MTV, o Devo, como eles próprios se definem, incompreendidos, merece ser redescoberto! E esse é justamente o trunfo de um documentário que acabou de chegar à Netflix.
Tamara (Maya de Vicq) é uma jovem alegre e repleta de amigos que vive seus últimos momentos numa cidade no litoral de Alagoas, onde nasceu e foi criada. Certo dia, ela escuta falar de uma outra jovem, conhecida como ‘sem coração’ (Eduarda Samara), uma menina solitária que ajuda o pai, pescador, nos trabalhos profissionais. Aos poucos, Tamara começa a desenvolver uma atração por essa jovem.
Com atuações maravilhosas e um ritmo equilibrado, percorremos a história de um grupo de pessoas na melhor idade que vivem em um enorme lar e se reúnem para refletir sobre crimes. Até que, um dia, um assassinato acontece bem próximo a eles, levando-os a embarcar pelas verdades sobre o ocorrido.
Estela (María Paz Grandjean) é uma jovem que deixa o interior do Chile para trabalhar como empregada doméstica na casa de um casal rico, na cidade de Santiago. Ela passa grande parte do tempo ao lado da filha deles, uma garotinha escanteada pelos pais que encontra em Estela uma grande amiga. Quando algumas situações acontecem, Estela começa a perceber que sua presença no lugar está chegando ao fim, culminando numa série de ações rumo às tragédias.
Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o novo documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.
Leandro (Daniel Hendler) é um perito designado por um tribunal para avaliar Martha (Marilú Marini), uma mulher octagenária, depois que suas filhas a internam, de forma involuntária, em uma clínica, com a justificativa que sofre com demência frontotemporal e vem tomando atitudes suspeitas. Conforme vai se aproximando da mulher, ele acaba entendendo melhor todo o contexto, passando também por uma enorme transformação em sua própria vida.
Escrito e dirigido pela cineasta – de apenas 28 anos – Joosje Duk, em seu primeiro longa-metragem na carreira, Um Clímax entre Nós é uma fita holandesa que de forma leve e divertida aborda um assunto que ainda é tabu para algumas pessoas: o sexo.
Na trama, voltamos ao início da década de 1970, onde, um grupo de pessoas – integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida – precisam sobreviver após o avião cair na temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.
Parthiban (Joseph Vijay) é um homem querido por todos, carinhoso, pai de família, dono de um café, que mora numa confortável casa desde que se mudou para uma cidade na Caxemira. Vivendo em paz seus dias, sempre está disposto a ajudar sua comunidade. Certo dia, após alguns criminosos entrarem em seu bar e tacarem o terror, o protagonista consegue combatê-los, virando logo uma celebridade local. Até que logo depois, a notícia chega até uma perigosa gangue que alega: Parthiban na verdade é um ex-membro deles. A partir daí, algumas verdades começam a aparecer.
Muitos lembram das produções cinematográficas ou televisivas hollywoodianas como “a” forma de nostalgia dos anos 80. Mas aqui no Brasil também temos nossos próprios produtos que marcaram a época. Um dos mais queridos e saudosos atendia pelo nome Armação Ilimitada. Estreando em 1985 às sextas-feiras à noite na Rede Globo, o programa durou até 1988. Na trama, dois grandes amigos, Juba e Lula (vividos por Kadu Moliterno e André de Biase), eram sócios profissionais e também no amor. No trabalho, eram donos de uma pequena empresa de prestação de serviços – que levava o nome do programa. Em casa, a dupla dividia a namorada Zelda Scott (papel de Andrea Beltrão) num triângulo amoroso que deu o que falar na época, demonstrando um estilo de vida bem moderninho. A série focada na ação e aventura (além de certo humor) era propriamente centrada na zona sul carioca, cenário elitista da cidade.
Também na década de 1980, mais especificamente um ano após a estreia de Armação Ilimitada, no outro lado do mundo o prestigiado cineasta Oliver Stone realizava Platoon (1986), drama sobre a Guerra do Vietnã que fez grande sucesso no Oscar, chegando inclusive a levar para casa os prêmios de melhor filme e diretor (além de outros dois, num total de 8 indicações). Ou seja, durante toda a década de 80 e também a de 90, Oliver Stone esteve ocupado com produções mais sérias, como Wall Street (1987), Nascido em 4 de Julho(1989) e JFK (1991), filmes que discutiam abertamente questões doloridas dos EUA.
Armação Ilimitada gringa. Ben, Chon e O vivem um triângulo amoroso nos moldes de Juba, Lula e Zelda.
Corta para 2012, vinte e quatro anos depois do término de Armação Ilimitada, quando o cultuado diretor dono de intensa veia política entregou sua própria versão do programa brazuca. Ou quase. Selvagens é o décimo oitavo longa de ficção da carreira de Oliver Stone, e é também, até o momento, seu penúltimo filme lançado – com quatro anos de hiato até Snowden: Herói ou Traidor (2016), e este com mais cinco até hoje. Baseado no livro de Don Winslow e com roteiro do próprio em parceria com Stone, a obra debutou no dia 25 de junho de 2012 nos EUA, chegando ao Brasil no dia 5 de outubro do mesmo ano.
Na trama saem Juba e Lula, e entram Ben e Chon, melhores amigos surfistas donos do próprio negócio em Laguna Beach, a “zona sul carioca” da “zona sul do mundo” Califórnia. Ah sim, a dupla norte-americana também divide a namorada – mas ao invés da jornalista espirituosa de Beltrão, no filme de Stone temos a loiríssima patricinha “rata de praia” Ophelia, apelidada ‘O’. Se tratando de um filme de Oliver Stone tudo ganha proporções, digamos, mais violentas e em certas partes realistas. A “armação ilimitada” aqui é um próspero negócio de venda de maconha, a melhor da região, o que atrai atenções de toda a parte – desde cartéis mexicanos até agentes do FBI. ‘Juba’ e ‘Lula’ também sofrem suas repaginadas para o mundo real, com Chon sendo um ex-militar que serviu na Guerra do Afeganistão e é o braço forte da equação. Ben é o cérebro, um universitário especializado em administração e botânica, o que faz dele o responsável pela criação de uma nova espécie de erva capaz de virar a cabeça da Califórnia inteira, e também o homem por trás dos números da empresa.
A Zelda Scott da vez não é uma jornalista, mas sim a rata de praia O (papel de Blake Lively.
De fato, Selvagens é teoricamente o que Oliver Stone entregaria se o pedissem para adaptar Armação Ilimitada no cinema – ou seja, um filme violento, explícito, sexual e drogado. Que nada foge à regra de seus trabalhos anteriores. Esse, no entanto, é seu filme mais “leve”, despretensioso, colorido (dá para ver pelo cartaz) e pop – focado em belas paisagens, praias e no estilo de vida de jovens ricos e famosos. Isto é, quando uma decapitação provida pela máfia mexicana não surge para chocar, como logo na abertura do filme. Muitos dos momentos mais tensos são trazidos pelo peso do vencedor do Oscar Benicio Del Toro na pele do matador Lado, uma das melhores coisas do longa.
Benicio Del Toro é o ameaçador Lado – sempre o melhor “lado” de qualquer filme.
Apesar de ser provavelmente o filme mais comercial da carreira de Oliver Stone, o cineasta não desvia de cenas quentes de sexo, sangue, sequestro, chicotadas que arrancam a pele da carne, estupro e tudo de mais sombrio que o ser humano pode produzir. No entanto, embalado numa bela roupagem de seriado adolescente com cenário de Los Angeles, do tipo Barrados no Baileou The OC. Bem, mais uma vez, nos moldes do que Stone entregaria.
Para o trio de protagonistas foram escalados Taylor Kitsch (Chon), Aaron Taylor-Johnson (Ben) e Blake Lively (O). Mas nem sempre seria assim. Kitsch foi o privilegiado do elenco, contratado por Stone após o diretor assisti-lo em cena em alguns trechos de Battleship – A Batalha dos Mares, então em fase de pós-produção, lançado no mesmo ano de Selvagens. Já Ben poderia ter tido as formas de Leonardo DiCaprio, James Franco ou Tom Hardy, todos considerados para o papel antes de Taylor-Johnson assumir. Por fim, para o papel de O, a estrela em ascensão Jennifer Lawrence havia sido contratada, mas terminou pulando fora em prol do papel protagonista em Jogos Vorazes, igualmente lançado em 2012. Decisão acertada, já que a franquia foi o que tornou J-Law uma estrela internacional. Já imaginaram Lawrence num papel tão cru e “sujo” quanto este?
No elenco, o veterano John Travolta (talvez o maior nome do filme) vive o agente federal corrupto Dennis Cain, num papel coadjuvante. Selvagens marcaria o terceiro encontro nas telas entre o astro e sua colega de Pulp Fiction (1994) Uma Thurman. A dupla voltou a dançar juntos em Be Cool – O Outro Nome do Jogo (2005), e a brincadeira poderia ter continuado aqui. Thurman havia sido escalada para interpretar Paqu, a mãe da personagem de Lively, porém, suas cenas foram cortadas e a personagem nunca chega a aparecer no filme.
Nos embalos da corrupção. John Travolta é Dennis, o agente do FBI comprometido em Selvagens.
Fechando o elenco, a mexicana Salma Hayek vive a Rainha do crime, a líder do cartel Elena Sanchéz. Sua personagem é levemente baseada em Mireya Moreno Carreon, a primeira mulher chefona de um cartel mexicano. Fora isso, um fato curioso sobre sua personagem é que o toque de seu celular pode ter passado em branco para audiências dos EUA, mas sem dúvida foi reconhecido pelos mexicanos e brasileiros. Trata-se da música tema de abertura do programa de TV mais famoso e popular do México: Chaves – que ficou no ar de 1972 a 1983, e no Brasil marcou com as reprises do SBT por décadas.
Poderosa! A mexicana Salma Hayek é a “rainha do sul” Elena.
Bancado pela Universal Pictures, Selvagens custou US$45 milhões. Sendo um filme restrito ao grande público por possuir censura alta, o longa apenas se pagou nos EUA, arrecadando em bilheteria algo em torno de US$47 milhões. Pelo mundo o resultado passou longe do sucesso esperado somando menos do dobro de seu orçamento, com US$82 milhões em caixa. Com os críticos o filme igualmente dividiu opiniões. Marcando a metade exata com 50% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas garantindo o “tomate podre”, a consideração final sobre Selvagens foi que era definitivamente uma bagunça, porém marcava o retorno de Oliver Stone à uma forma sombria, corajosa e sinistra. O que é muito mais do que podemos dizer sobre a maioria dos filmes atuais voltados ao entretenimento.
Afirmando ainda mais sua veia “alegre”, “ensolarada” e “amorosa” em Selvagens, Oliver Stone optou por mudar o desfecho do livro, que era um final pra lá de pessimista. Na verdade, o diretor ainda mantém tal final em seu filme. Mas o trata como o “fim fantasia”, o que poderia ter acontecido, somente para voltar a fita e entregar uma conclusão mais otimista, na qual os mocinhos se dão bem e os vilões terminam presos. Selvagens demonstra que o sol brilha não apenas nas praias da Califórnia ou do Rio de Janeiro, mas também na mente de cineastas cínicos e controversos.
Depois da confirmar que um filme solo focado no ‘Doutor Destino‘ estava em desenvolvimento, o showrunner da série ‘Legion‘, Noah Hawley, revelou em entrevista ao The Observer que o filme será inspirado em ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘.
“O que é interessante para mim sobre o personagem Destino, é que ele é o Rei da Europa Oriental, e tem uma versão disso que é mais um thriller policial com gêneros misturados. É algo que o ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’ fez muito bem, que foi fazer um filme de suspense sobre a Guerra Fria, e também um filme de super-herói. Isso é diferente, mas segue a mesma ideia. Eu não quero dizer muito, mas será uma mistura de gêneros.”
Hawley acrescenta:
“A ordem é não relançar ‘Quarteto Fantástico’, mas sim pegar esse personagem fascinante e mal usado, e construir um filme sobre ele onde nos perguntamos: Ele é um herói? É um vilão? O que ele realmente quer?”
‘Nasce Uma Estrela‘ foi um dos filmes mais aclamados e bem-sucedidos desse ano, e sua jornada nos cinemas ainda não chegou ao fim. A Warner Bros. irá relançar o longa nos cinemas em IMAX, com a adição um making of exclusivo.
Confira o cartaz do relançamento:
O relançamento acontecerá nessa sexta-feira (7) nos EUA.
Sucesso de público e crítica, o longa já arrecadou mais de US$ 362 milhões mundialmente, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, o cocriador da série, Eric Kripke, falou sobre a única cena na primeira temporada de ‘The Boys‘ que a Amazon vetou.
“Havia uma cena que a Amazon disse ‘DE JEITO NENHUM’, que tínhamos que cortar. Eu não entendi muito bem o motivo, considerando todo o resto que fizemos na série. Na cena, Capitão Pátria está no topo de um prédio. Ele abaixa as calças e começa a se masturbar, dizendo ‘eu posso fazer o que quiser’ várias vezes, até ele chegar ao clímax no topo da cidade de Nova York.”
Ele completa, “Nós chegamos a filmar [a cena]! Anthony [Starr] estava incrível! A Amazon achou que a cena era desnecessária. Eu acreditava que ela nos dizia algo sobre a psique do personagem. Para ser honesto, a Amazon foi ótima; essa é a ÚNICA batalha que eu perdi desenvolvendo a primeira temporada.”
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
O longa é dirigido por Alessandro Antonaci, Stefano Mandala e Daniel Lascar.
Asia, uma jovem estudante, encontra um aplicativo em seu telefone. Parece um jogo de realidade aumentada, mas logo ela percebe que é muito mais do que isso. É um aplicativo que se conecta ao mundo dos mortos, o que lhe permite ver fantasmas através da câmera do telefone. O cronômetro começa a contagem regressiva a partir de 24 horas e a experiência insanamente horrível da Ásia começa. As pessoas ao seu redor lutam para acreditar nela, enquanto ela enfrenta essa maldição do mal e luta por sua sobrevivência, sozinha.
O elenco conta com Erica Landolfi, Carola Cudemo, Simone Valentino, Simone Moretto, Micol Damilano, Rocco Marazzita, Alice Piano e Daniele Marmi.
O terror será lançado direto em VOD e DVD no dia 12 de maio.
O único sobrevivente de um incidente no espaço não retornou para casa sozinho – escondida dentro do seu corpo há uma criatura perigosa. Sua única esperança é uma médica determinada a fazer o que for preciso para salvar seu paciente.
Curiosidades:
» A palavra Sputnik é associada com exploração espacial, sendo o nome do primeiro satélite artificial a orbitar ao redor da Terra;
» Originalmente, o diretor queria que a criatura do longa fosse criada através de uma combinação de efeitos visuais e práticos. Porém, a equipe russa de efeitos não conseguiu entregar efeitos práticos completamente convincentes, então ele optou pelo alienígena ser 100% CGI;
A Warner Bros. divulgou o trailer final do terror ‘Maligno‘, filme dirigido pelo lendário James Wan (‘Invocação do Mal’).
Confira:
Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 9 de setembro.
Com roteiro de Wan,Ingrid Bisu eAkela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.
O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.
Sucesso! A sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ conquistou os espectadores e arrecadou impressionantes US$ 450 milhões em sua estreia global.
O resultado representa a segunda MAIOR estreia para um filme de Hollywood desde o início da pandemia. Além disso, também representa a quarta maior estreia da história para um filme da Marvel, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.
Em geral, ‘Doutor Estranho 2‘ registrou a sexta maior estreia mundial da história do cinema. A produção também quebrou o recorde de arrecadação em IMAX no mês de maio, com US$ 33 milhões.
Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 265 milhões através de 49 mercados. Nos EUA, a Disney reportou uma arrecadação de US$ 185 milhões – mas as estimativas indicam que os valores podem ser reajustados para cima, podendo alcançar em torno de US$ 194-197 milhões.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Sucesso! O terror independente ‘Skinamarink‘ continua fazendo um grande sucesso em sua passagem limitada pelos cinemas norte-americanos.
Com orçamento de apenas US$ 15 mil, o longa já arrecadou US$ 1.9 milhão no país – e deve ultrapassar a impressionante marca dos US$ 2 milhões nos próximos dias.
A produção experimental, que tem viralizado na internet por causa de sua trama simples e assustadora, também agradou os críticos, conquistando 76% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A trama segue duas crianças que acordam no meio da noite e descobrem que seu pai está desaparecido. Todas as janelas e portas da casa desapareceram. Para lidar com essa estranha situação, os dois trazem cobertas e travesseiros para a sala. Eles assistem vídeos antigos de cartoons para preencher o silêncio da casa e se distraírem das situações apavorantes e inexplicáveis que estão acontecendo ao seu redor. Logo, fica claro que algo sinistra está à espreita e observando…
De acordo com o Deadline, a nova leva de episódios chegará às telas durante o verão norte-americano de 2024, entre os meses de junho e agosto.
Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.
No entanto, a diretora Clare Kilner conversou com o The Hollywood Reporter e disse que os novos episódios serão ainda mais emocionantes.
Em sua declaração, ela disse que o fato da temporada ser mais curta incentivou a equipe a caprichar em cada abertura e finalização dos episódios.
“Há oito episódios maravilhosos com tanta coisa acontecendo em cada um deles. Às vezes, até tivemos problemas em reduzi-los para uma hora. A decisão de Ryan Condal [o showrunner] foi dar uma boa abertura e um bom final para os episódios, e eles são repletos de eventos emocionantes e visualmente impactantes”, explicou Kilner.
Anteriormente, o criador Ryan J. Condal declarou que o próximo ciclo não terá grandes saltos temporais como no primeiro ciclo.
Ele ainda revelou que os eventos do próximo ciclo começarão exatamente a partir de onde o primeiro ano terminou.
“Estou muito animado em continuar de onde paramos. Agora nós poderemos desenvolver a trama em um ritmo mais tradicional, como em ‘Game of Thrones‘. Nós sempre discutimos sobre essa história em particular, incluindo o George [R.R. Martin], como uma tragédia grega ou shakespeariana. Essa série é sobre uma casa despedaçando a si mesma.”
Ele completa, “Agora que já apresentamos todos esses personagens, estou muito animado em contar o próximo capítulo, para ver o que acontecerá agora que o Viserys está morto e não estará presente para controlar a situação.”
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussaintserá Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
O longa é baseado no livro homônimo de Charlie Huston, que também assinará o roteiro da adaptação.
Austin Butler (‘Duna: Parte 2’) estrelará a produção.
Na trama…
“Hank Thompson é um ex-jogador de beisebol esgotado, que involuntariamente se envolve em uma luta selvagem pela sobrevivência no submundo do crime no centro da cidade de Nova York dos anos 90.”
Sucesso! A sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ já arrecadou sólidos US$ 187.1 milhões nas bilheterias mundiais.
Em menos de duas semanas, o longa se tornou a maior arrecadação da história da franquia, superando a bilheteria total de ‘Premonição 4‘ (US$186.1M).
Nos EUA, o filme arrecadou US$ 94.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 92.5 milhões.
Vale lembrar que o terror abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 51 milhões, facilmente superando o lançamento de ‘Premonição 4‘ (US$27.4M).
A produção marca o terceiro sucesso consecutivo da Warner Bros. nos cinemas, após os fenômenos ‘Um Filme Minecraft‘ (US$928.6M) e ‘Pecadores‘ (US$314.5M).
Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.
‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
A trama segue Sloane e um pequeno grupo de colegas que se refugiam na escola para escapar de sua cidade natal que, de repente, se tornou um cenário apocalíptico. Conforme o perigo bate implacavelmente às portas, Sloane começa a enxergar o mundo pelos olhos de pessoas que realmente querem viver e decide tomar as rédeas da situação.
O canal norte-americano Showtime anunciou que o ator Benedict Cumberbatch vai estrelar uma minissérie de cinco capítulos intitulada ‘Melrose’.
Baseada nos romances semi autobiográficos de Edward St. Aubyn, a narrativa passeará por diversas décadas, abrangendo a Nova York dos anos 60 até a Inglaterra no início dos anos 2000.
Cada episódio adaptará um único livro, explorando momentos cruciais da vida do personagem Patrick Melrose, como o abuso que ele sofreu quando criança, o fato de seus pais terem permitido que esta agressão continuasse, sua ascensão como um playboy aristocrata, sua imersão e recuperação das drogas, entre outros temas.
A série foi totalmente escrita por David Nicholl e co-produzida pela Showtime e a Sky Atlantic. Em um comunicado, Cumberbatch e Adam Aucklan, da empresa SunnyMarch TV (também envolvida no projeto), comentaram sobre o entusiamo em trazer à vida a emocional história do personagem Patrick Melrose:
“Nós dois somos fãs destes livros há muitos anos e a adaptação de David Nicholls é extraordinária”.
Futuramente, o ator poderá ser visto na produção para a TV da BBC, intitulada ‘A Criança no Tempo’.
Uma incrível escultura feita do personagem Venom está gerando uma grande suspeita a respeito do design conceitual do vilão.
O excepcional trabalho, feito pelo artista Mikkel Frandsen, pode ter revelado a possível estética da figura que será interpretada por Tom Hardy nos cinemas.
O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘.
O longa tem roteiro e direção deEtan Cohen (‘Trovão Tropical’) e Ralph Fiennes (‘Harry Potter’) interpreta Moriarty; Hugh Laurie (‘Dr. House’) vive Mycroft; Kelly Macdonald (‘Valente’) é a Sra. Hudson. Rebecca Hall (‘Homem de Ferro 3’) também está no elenco como a Doutora Grace Hart.
‘Holmes & Watson’ estreia em 24 de janeiro de 2019 no Brasil.
A adaptação dos quadrinhos ‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina’) ganhou uma série de novas imagens, que trazem detalhes do primeiro trailer da produção, com qualidade em HD.
Confira:
O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).
Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.
O entusiasmo dos fãs em relação à versão deZack Snyder de ‘Liga da Justiça‘ tem deixado os fãs cada vez mais animados e o astro Henry Cavill refletiu sobre a importância da visão do cineasta, durante sua participação no podcast Happy Sad Confused.
Segundo ele, independente das pessoas concordarem ou não com o lançamento da nova versão, Snyder tem o direito de apresentar ao mundo a obra que desenvolveu:
“Eu estou muito empolgado para ver a visão dele se tornando realidade. Ele foi o trem e eu acho que só é justo que esse trem chegue à estação para qual ele havia sido direcionado e eu acho que é importante que essa visão seja realizada. Quer você concorde ou não, não importa. É o direito de um contador de histórias, de um cineasta, ter sua visão sendo realizada. Estou empolgado para assistí-la. Estou empolgado para ver o que era essa visão e como ela ficará. E Zack tem a vantagem de poder olhar em retrospecto. Será ainda melhor. Eu só quero ver um bom filme ou uma série de filmes”.
Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).
Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.
Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.
O clássico musical ‘Funny Girl‘ vai ganhar um revival na Broadway, estrelado por Beanie Feldstein (‘Fora de Série‘) no papel de Fanny Brice.
E a primeira imagem oficial de sua versão da protagonista já está entre nós. O material em questão foi divulgado com exclusividade pela revista EW.
Feldstein aparece com um visual um pouco mais clássico e vintage em meio ao teatro da Broadway.
Confira:
A estreia do musical está programada para o primeiro semestre de 2022, marcando o primeiro retorno do aclamado espetáculo aos palcos da Broadway após 58 anos.
A produção será dirigida pelo vencedor do Tony Award Michael Mayer (Hedwig and the Angry Inch, Spring Awakening), com coreografia de Ellenore Scott (Head Over Heels, So You Think You Can Dance), O livro será revisado pelo vencedor do Tony Award Harvey Fierstein (Kinky Boots, La Cage Aux Folles).
A vindoura versão será nova, e não será uma transferência do revival de Mayer em Londres, lançado em 2015.
Por meio de um comunicado oficial, Feldstein – que se popularizou com o filme ‘Fora de Série -, comemorou o novo projeto, ponderando sobre seu amor de infância pelo clássico musical.
“A primeira vez que interpretei Fanny Brice foi na minha festa de três anos, com uma roupa de leopardo da cabeça aos pés que minha mãe fez para mim. Portanto, é seguro dizer que assumir esse papel icônico, na Broadway e não no quintal da minha família, é realmente o meu sonho de toda a vida. Estou imensamente grata por poder fazer isso ao lado de uma equipe criativa tão notável e mal posso esperar para que o público volte ao teatro!”
‘Funny Girl‘ estreou originalmente na Broadway em 1964 com um livro de Isobel Lennart, música de Jule Styne e letras de Bob Merrill.
A trama acompanha a história de Fanny Brice, cujo talento cômico e voz única a fizeram passar de jovem intérprete de music hall do Brooklyn para uma estrela do entretenimento. Mas seu sucesso avassalador acaba afetando diretamente o seu relacionamento tempestuoso com Nicky Arnstein, um complexo homem.
O espetáculo foi indicado para oito Tony Awards, incluindo o de Melhor Musical, mas não conseguiu vencer nenhuma dessas categorias.
Barbra Streisand interpretou Fanny Brice tanto na Broadway, bem como na adaptação cinematográfica – ‘Funny Girl – Uma Garota Genial‘, lançada em 1968. Su performance ainda lhe rendeu um Oscar de Melhor Atriz.
Mais de 25 anos após conquistar o público com ‘Dawson’s Creek‘, o roteirista e produtor Kevin Williamson retorna ao universo das histórias à beira-mar — desta vez, em um dos projetos mais pessoais de sua carreira.
Em entrevista ao New York Post, Williamson revelou que sua nova série da Netflix, ‘O Píer‘, que estreia nesta quinta-feira (20), foi “livremente inspirada” no passado de seu pai.
“Meu pai era pescador e acabou se metendo em problemas ao contrabandear algumas drogas no barco de pesca”, contou. “Mas era coisa pequena. Ele foi pego, preso e pagou o preço.”
Williamson explicou que o pai, já falecido, sempre dizia: “Espere até eu morrer” para contar essa história.
“Mas sei que ele tinha um grande senso de humor e, onde quer que esteja, deve estar feliz por eu ter feito essa série.”
Na trama de ‘O Píer‘, os Buckleys, uma tradicional família de pescadores da Carolina do Norte, recorrem ao tráfico de drogas para tentar salvar seu império em decadência — mas rapidamente tudo sai do controle.
Apesar das semelhanças, Williamson deixou claro que o enredo é apenas inspirado, não biográfico.
“Meu pai foi o melhor homem que conheci. Sempre me perguntei como alguém tão bom pode ter tomado um rumo errado. Acho que estamos num mundo onde todo mundo tem um ‘bico’, todo mundo está tentando sobreviver, pagar as contas. Quis explorar essa luta.”
‘O Píer‘ marca uma guinada mais sombria na carreira do criador de sucessos como ‘Pânico‘ e ‘The Vampire Diaries‘, abordando temas como moralidade, sobrevivência e os limites do certo e errado dentro da própria família.
Williamson assina o roteiro da produção, além de servir como produtor executivo ao lado de Ben Fast.
Apesar de ser conhecido por criar a icônica franquia ‘Pânico‘ e estar fortemente associando ao gênero terror, Williamson também tem experiência em projetos dramáticos – tendo sido responsável pelo clássico teen ‘Dawson’s Creek‘.
Um perfil no twitter postou um vídeo amador de uma cena em que os personagens de Bruce Willis e James McAvoy se enfrentam. Confira (e cuidado com spoilers):
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Glass‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
A fusão da Fox com a Disney tem gerado algumas dúvidas em relação à produção de algumas sagas, como é o caso de ‘X-Men‘ e até mesmo ‘Deadpool‘. E embora as expectativas para uma grande bilheteria sejam altas, o astro Ryan Reynolds não sabe se o mercenário bocudo terá uma terceira chance nos cinemas.
Durante uma entrevista a Star News Korea, Reynolds falou sobre o futuro da franquia de Deadpool, comentando que apesar de não esperar um ‘Deadpool 3’, é possível que o personagem retorne aos cinemas como parte da ‘X-Force’:
“Pra mim, é uma coisa estranha de se dizer, mas não acho que haverá um Deadpool 3. Acho que o futuro está na X-Force, que seria algo como o time dele, vamos esperar para ver”
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
Poucos sabem, mas o dia 7 de março marca a comemoração do Dia do Paleontólogo. Uma profissão muito importante que estuda era geológicas antigas e criaturas que existiram há muito tempo. Quase toda criança já sonhou um dia em ser Paleontólogo, muito por conta dos personagens incríveis apresentados no cinema, como o Dr. Allan Grant, de Jurassic Park. Como forma de homenagem, o CinePOP decidiu ranquear os filmes da franquiaJurassic Park do “pior” para o melhor. Confiram!
O terceiro capítulo da saga original é o mais contestado. Apesar da nítida evolução tecnológica na reprodução dos dinossauros e com o visual repaginado dos Velociraptors, que foram adequados para as descobertas da época, o roteiro é bem raso e as adições ao elenco não foram tão cativantes. Ao final do filme, fica um questionamento. O que é pior: ser perseguido pelo terrível Espinossauro ou ficar preso numa ilha com um casal divorciado?
Toda a filosofia do Homem X Natureza foi posta de lado em prol do suspense comercial. Mas ainda assim é um passatempo divertido.
A sequência do filme original sofreu com as críticas, mas, para mim, segue como um dos filmes mais fascinantes com dinossauros.
Ian Malcolm (Jeff Goldblum) assume o papel de protagonista ao saber que sua namorada, Sarah Harding (Julianne Moore), foi enviada para fotografar uma segunda ilha, onde dinossauros vivem sem cercas.
Com cenas simulando um safári e vários dinossauros novos, Steven Spielberg dedica todo o terceiro ato à realização do sonho de qualquer criança: soltar um Tiranossauro na cidade e deixá-lo “interagir” com os objetos modernos. É uma aventura anacrônica de mão cheia e com vários momentos de suspense bem construído.
22 anos após a abertura do parque original (e do lançamento do primeiroJurassic Park), acompanhamos a reabertura dos portões do agora Jurassic World, um parque de última geração com atrações vivas.
É o sonho de John Hammond posto em prática e a primeira vez que vemos o complexo realmente funcionar. Mas como vimos ao longo da franquia, a vida encontra um meio e os animais pré-históricos se libertam e tocam o terror na Ilha Nublar.
Tudo é novo, menos a destruição. Chris Pratt e Bryce Dallas Howard assumem como os novos protagonistas e entramos na era dos dinossauros híbridos. Outro novo ponto são os raptores treinados, peças chave no futuro dos filmes.
A continuação do sucesso bilionário de 2015 abriu mão do encantamento para adentrar o terror e suspense. Com a trama chave dos cinco filmes, o diretor aposta novamente em dinossauros híbridos no papel de vilões (ou seriam anti-heróis?).
Com uma veia mais forte de ficção científica, “O Reino Ameaçado” volta a se questionar sobre a bioética. Eles também fazem uma releitura bem interessante sobre a extinção dos dinossauros e termina com um final beeeeem interessante, deixando o famoso gancho para o filme 3.
Um clássico imortal do cinema de entretenimento, Jurassic Park chocou o mundo ao trazer os dinossauros mais reais que o cinema já havia visto.
Presença certa na cabeça de qualquer um que já foi criança um dia, o filme é uma obra-prima da imaginação e conquista pelos personagens carismáticos e história bem contada. Apesar de se chamar Jurassic Park, o longa conta com apenas 15 minutos de dinossauros no filme.
Se você não viu, corre pra ver! Se você já viu, reveja! É um filmaço!
Parabéns aos Paleontólogos que acompanham o CinePOP! O trabalho de vocês inspira muita gente!
Criada em 1983, a tirinha ‘Piratas do Tietê’ fez sucesso imediato, alçando seu criador, Laerte Coutinho, a publicar em renomados jornais, ganhando uma versão reunida em livro em 1990. Três anos depois, surge a primeira ideia de adaptação cinematográfica pelo diretor OttoGuerra, que só veio ser concluída agora, em 2019, quando chega aos cinemas. Durante esse tempo, muita coisa mudou – no mundo, nos leitores e, principalmente, em Laerte, que abraçou sua identidade transgênero e hoje assina como A cartunistA Laerte Coutinho, e que durante exatamente este período repensou sua obra, releu-a e hoje apresenta questões e personagens nas quais ela (e o público) se identificam muito mais.
É preciso ter essa trajetória em mente porque é justamente este o mote de ‘A Cidade dos Piratas’, longa de animação baseado na obra e na biografia da Laerte nesses últimos trinta anos. O roteiro é construído perpassando personagens emblemáticos da obra da cartunista, entrelaçando temas que, com o passar do tempo, foram inquietando Laerte ao ponto de alguns de seus projetos terem sido encerrados. O roteiro a oito mãos brinca com essa inquietude, esses personagens que, em certa medida, são abandonados e remoldados pela sua criadora, e que também se sentem inseguros com relação ao seu futuro. Exemplo disso é o próprio Capitão dos Piratas, que diz “não ser um pirata, mas sim um deficiente físico”, apontando para sua perna de pau.
A trama é dividida em cinco núcleos, todos bastante marcados com cores bem específicas para facilitar o espectador entender qual história está sendo abordada naquele momento. A parte dos piratas, mais antiga, é em preto e branco; a parte de crítica política tem tons de magenta; a parte de Otto e sua metalinguagem comentando a própria elaboração do longa é mais colorida; a parte do Minotauro possui tons mais ciano, magenta, mais frios; e a parte do sujeito com dupla identidade mescla o ciano com magenta pontual. Por vezes há interseccionalidade nas tramas, também intercaladas por partes de entrevistas e depoimentos de Laerte, que ajudam a iluminar a percepção de um trabalho em eterna construção. Alguns núcleos ganham narração especial de Matheus Nachtergaele e Marco Ricca, que condizem com os personagens aos quais emprestam suas vozes, o que demonstra mais uma preocupação de Otto com a construção desses núcleos.
O diretor Otto Guerra foi bastante cuidadoso em retratar a transição de uma artista em ebulição, transpondo para o seu longa as inquietudes efervescentes de Laerte, mas também dando espaço para a crueza latente bastante presente no início de carreira da cartunista. Se por um lado os temas e os personagens foram repensados, por outro há espaço para a brutalidade cotidiana que as interações sociais fazem na gente – silenciando, chocando, maltratando, pisando. A recorrência de símbolos fálicos é um pouco cansativa, mas também demonstra o quanto a sociedade é obcecada pelo aspecto físico enquanto demarcador de gênero.
Com uma trilha sonora escolhida a dedo, ‘ACidade dos Piratas’ é uma animação bem-feita e que conta com sinceridade a trajetória de uma artista “sem a proteção de uma dor que possa ser curada”, mas em constante busca por si mesma. Mas é preciso conhecer os quadrinhos e a vida da Laerte, pois, do contrário, o roteiro experimental do longa não será compreendido.
Laerte é, hoje, uma das quadrinistas mais famosas e queridas do Brasil, que ultrapassou sua geração e hoje atende a demanda de jovens que buscam em seu trabalho a voz mais apurada de alguém em quem se espelham. E o fato de fazerem uma animação baseada na sua obra e que dá espaço para ela mesma falar de si é um presente para a cultura brasileira.
Falta pouco para ‘Vidro‘ estrear e conforme o termômetro para a estreia continua subindo, mais entrevistas com o diretor M. Night Shyamalansão divulgadas.
Em entrevista para a Empire, o diretor revelou mais do tom do filme em uma possibilidade inusitada:
“E se eu tivesse feito uma versão em quadrinhos de ‘Um Estranho no Ninho’? O quão legal e estranho seria?”
Nós com certeza acharíamos incrível!
Recentemente, em entrevista a Rolling Stone para divulgar ‘Vidro‘, Shyamalan revelou que a Disney nem sempre tinha bons olhos sobre filmes de super-heróis.
Ele relembrou que durante a divulgação de ‘Corpo Fechado’, havia ordens diretas para que ele não tratasse o filme como se fosse uma história de super-heróis, mas sim como um drama.
Disse:
“Muitas pessoas entraram na conversa. Você alienaria todo mundo na sala se usasse essas palavras: super-herói.”
Hoje, a Disney comanda a maior legião de super-heróis do mercado com a Marvel.
Assista a um novo trailer do filme.
Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, ‘Vidro‘ deve arrecadar entre US$ 55 e 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias.
Para comparação, ‘Fragmentado’ abriu com US$ 40 milhões.
A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.
Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Loki’, aguardada série original do Disney+, ganhou sua primeira imagem oficial, divulgada durante uma reunião entre o presidente da Marvel, Kevin Feige, e os investidores da Disney.
Confira:
Após a confirmação de que Tom Hiddleston retornaria como o personagem-título, Joe e Anthony Russo participaram de uma entrevista ao site Business Insider e disseram que “quando Loki se teleporta com a Joia do Tempo [trama da série em questão], ele cria sua própria linha do tempo. Tudo fica muito complicado, mas seria impossível para [Capitão América] retificar o que aconteceu sem segui-lo”.
Partindo dessa constatação e levando em conta que a ideia do Multiverso já nos foi introduzida, o site Entertainment Weekly fomentou que uma diferente versão do Capitão América poderia entrar na série, ainda mais se especularmos que, à medida que Loki pula de uma realidade a outra, ele pode encontrar similares heróis com a mesma missão do original – e ser seguido pelo Capitão que conhecemos.
De qualquer forma, nada foi confirmado pela Disney ainda.
Além de Loki, Feiticeira Escarlate, Soldado Invernal e Falcão também ganharão séries no serviço de streaming. Também foi-nos anunciado que a plataforma vai entregar ao público sua primeira série ‘Star Wars‘, que está sendo desenvolvida por Jon Favreau e tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.
O serviço será inaugurado no final de 2019.
Além disso, Bob Iger revelou que a assinatura do serviço será mais barata que a Netflix
Há alguns meses, Stephen Lang foi confirmado para reprisar seu papel como o Coronel Miles Quaritch na vindoura sequência do blockbuster ‘Avatar’. Entretanto, muitos fãs começaram a se perguntar como isso seria possível, visto que seu personagem morreu no primeiro longa-metragem.
Em uma recente entrevista ao Deadline, o ator comentou sobre seu retorno à franquia e como sempre soube que Quaritch também voltaria.
“[O diretor James Cameron] deu dicas para mim anos atrás, antes que as filmagens de ‘Avatar’ estivessem completas, que Quaritch teria um futuro. Eu posso ter aceitado isso com um pouco de receio, porque tínhamos bebido algumas cervejas. Pouco depois, o filme chegou aos cinemas e Jim mencionou mais uma vez que o Coronel iria voltar e, naquela época, sabia que Jim estava bem o bastante para saber do que estava falando”.
As filmagens de ‘Avatar 2’ terminaram há algumas semanas.
Confira a primeira imagem de bastidores:
That’s a wrap, Na’vi Nation! 💙
It’s our last day of live-action filming in 2019, and we’re celebrating with a sneak peek. 👀
Check out this photo of the aft well deck section of the Sea Dragon, a massive mothership that carries an array of other sea-going craft in the sequels. pic.twitter.com/AXgAve6aTG
Lembrando que ‘Avatar 2’ tem estreia marcada para 17 de dezembro de 2021, atrasando um ano em seu lançamento. As outras continuações também tiveram que ser postergadas.
‘Avatar 3‘ estreia em dezembro de 2023, ‘Avatar 4‘ em 2025, e ‘Avatar 5‘ chega em 2027.
O original foi lançado em 1996 e era estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.
LeBron Jamesestreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.
Confira as imagens dos uniformes
O uniforme dos mocinhos, o lendário Tune SquadO uniforme dos vilões vem com uma aparência mais urbana
Space Jam 2 tem estreia marcada para 14 de Julho de 2021.
Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.
A produção fica a encargo de Liz Flahive e Carly Mensch como parte de um acordo com o serviço de streaming. A dupla é conhecida pela aclamada comédia ‘GLOW’.
‘Roar’, que está em desenvolvimento desde 2018, é baseado no livro de contos assinado por Cecelia Ahern.
“Você já imaginou uma vida diferente? Já se viu diante de uma encruzilhada, indecisa? Já teve um momento em que queria rugir?
Uma história para cada mulher. Uma história para cada momento. Se você quer rir, se comover, amar, se sentir menos culpada, chorar, ser confortada ou RUGIR, há uma história para você.”
A série será composta por oito episódios de meia hora, cada qual contado a partir da perspectiva de uma mulher.
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