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Falta pouco para ‘Top Gun: Maverick’ SUPERAR a bilheteria de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ nos EUA

De acordo com o The Hollywood Reporter, o fenômeno ‘Top Gun: Maverick‘ deve superar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias dos EUA, ultrapassando a bilheteria doméstica de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Para termos de comparação, ‘Guerra Infinita‘ arrecadou US$ 678.8 milhões nos EUA. ‘Maverick‘ já arrecadou US$ 673.8 milhões no país – faltando apenas US$ 5 milhões para o longa do Tom Cruise ultrapassar o da Marvel.

Com isso, o filme da Paramount Pictures se tornará a sexta maior bilheteria da história dos EUA.

Ao total, ‘Top Gun: Maverick‘ já arrecadou impressionantes US$ 1,37 bilhão.

O filme já arrecadou US$ 673 milhões nos EUA e US$ 704 milhões internacionalmente após 12 fins de semana.

Mundialmente, o filme ultrapassou ‘Pantera Negra‘ (US$ 1,347 bilhão), ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (US$ 1,342 bilhão) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$ 1,332 bilhão) e se tornou a 13ª maior bilheteria de todos os tempos.

Agora, o filme está atrás de ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1,402 bilhão) e ‘Frozen II‘ (US$ 1,45 bilhão)

Vale lembrar que o longa também representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.

E aí, você já assistiu?

Confira a nossa crítica:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

Perdida

 

Elenco:

Giovanna Grigio
Bruno Montaleone
Nathália Falcão

 

Direção: Dean W Law, Katherine Chediak Putnam, Luiza Shelling Tubaldini

Gênero: Fantasia

Duração: 115 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 13 de Julho de 2023

Sinopse: 

Sofia é uma garota moderna e independente, mas quando o assunto é amor, os únicos romances da sua vida são aqueles do universo literário de Jane Austen. Após utilizar um celular emprestado, algo misterioso acontece e ela é transportada para um mundo diferente, que se assemelha ao século XIX. Sofia é acolhida pela família do encantador Ian Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar uma forma de retornar a sua vida. O que ela não sabia é que seu coração tinha outros planos.

Crítica: 

Crítica | Perdida – Filme com Giovanna Grigio Entrega TUDO Que os Fãs de Carina Rissi Esperavam

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Carina Rissi;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Anya Taylor-Joy busca VINGANÇA no novo trailer de ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’; Assista!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer de ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio e tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

 

‘Jogos Mortais 11’ pode ser CANCELADO após conflitos nos bastidores

Rumores recentes apontam que ‘Jogos Mortais 11‘ pode acabar sendo cancelado.

De acordo com o insider Critical Overlord, o desenvolvimento do novo filme está sendo prejudicado por causa do desentendimento entre os produtores – que têm ideias diferentes de como seguir em frente com a franquia.

Recentemente, o diretor e produtor compartilhou uma postagem enigmática com o desfecho do décimo filme – o que muitos fãs consideraram uma despedida da saga.

Vale lembrar que o longa seria lançado originalmente em 2024, mas acabou sendo adiado em um ano – para o dia 26 de setembro de 2025 –, por causa de problemas nos bastidores.

Agora, rumores apontam que a sequência pode não sair do papel.

Kevin Greutert, diretor de ‘Jogos Mortais 10‘, retorna ao comando do novo filme. Ele também dirigiu ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais – O Final‘.

Além disso, Greutert também serviu como editor da franquia entre o primeiro e o quinto filme, além de ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).

Anteriormente, em entrevista ao SFX Magazine, o produtor Oren Koules revelou detalhes sobre a trama do próximo filme, que servirá como sequência direta do décimo capítulo.

Ele indicou que o novo longa pode começar exatamente de onde ‘Jogos Mortais X‘ terminou, confirmando a sobrevivência da antagonista Cecilia Pederson (Synnøve Macody) e o seu possível retorno.

“A Cecilia ainda está viva, e os personagens do Tobin [Bell] e da Shawnee [Smith] ainda estão em um país estrangeiro. Para mim, este seria um cenário perfeito para começar a história do próximo filme.”

Infelizmente, o longa não vai contar com o retorno dos roteiristas do filme anterior, Josh Stolberg e Pete Goldfinger.

Uma perda e tanto, já que ‘Jogos Mortais X‘ conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente.

A informação foi revelada pelo próprio Stolberg em seu perfil do Twitter.

Na publicação, ele escreveu:

“Pete e eu estamos deixando este capítulo de lado. Estou muito animado para vê-lo como um fã da franquia. Acho que as pessoas ficarão satisfeitas com a equipe.”

Ele então brincou:

“OBRIGADO a todos que escreveram palavras gentis sobre ‘Jogos Mortais X’ e sua decepção por não escrevermos a sequência. Para fazer vocês se sentirem melhor, lembre-se do que vocês disseram quando ‘Jigsaw’ foi lançado! HAHAHAHA. Snceramente, estou muito animado para sentar e assistir a este novo como um fã!”

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

Astro de ’13 Reasons Why’ vive recruta no armário no teaser de ‘BOOTS’, nova série LGBTQ+ da Netflix

Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘BOOTS‘, comédia dramática estrelada por Miles Heizer (’13 Reasons Why’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção chega à plataforma de streaming no dia 9 de outubro.

A série foi criada por Andy Parker, que também assume a cadeira de showrunner ao lado de Jennifer Cecil.

BOOTS é uma dramédia que oferece uma abordagem irreverente e excêntrica das histórias coming-of-age. Ambientada no mundo difícil e imprevisível do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA na década de 1990 — quando ser gay nas forças armadas ainda era ilegal —, a série acompanha Cameron Cope (Heizer), um homem sem rumo e enrustido, e seu melhor amigo Ray McAffey (Liam Oh), filho de um fuzileiro naval condecorado, enquanto se juntam a um grupo diversificado de recrutas.

Juntos, esse time navega pelas minas terrestres literais e metafóricas do campo de treinamento, forjando laços improváveis ​​e descobrindo seu verdadeiro eu em um ambiente projetado para levá-los ao limite. Com humor afiado e muita emoção, BOOTS é uma série sobre amizade, resiliência e encontrar seu lugar no mundo — mesmo quando esse mundo parece determinado a mantê-lo na linha ou deixá-lo para trás.

O elenco ainda conta com Cedrick CooperAna AyoraAngus O’BrienDominic GoodmanKieron MooreNicholas LoganRico ParisBlake BurtLogan GouldZach Roerig e outros.

BOOTS conta com oito episódios e é baseada no livro de memórias The Pink Marine, assinado por Greg Cope White.

‘Devil May Cry’ é RENOVADA para a 3ª e ÚLTIMA temporada

A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Devil May Cry‘ para a 3ª temporada, que também será a última da produção.

Sucesso no serviço de streaming, o primeiro ciclo registrou mais de 20 milhões de visualizações no ano passado. Além disso, a segunda temporada já acumula mais de 6.4 milhões de visualizações em apenas duas semanas.

“Para aqueles que prestaram atenção nos títulos dos episódios, eu estive mostrando a estrutura [da narrativa] o tempo todo. Sempre foi a Divina Comédia de Dante com armas e um casaco vermelho. A primeira temporada foi o Inferno. A segunda, o Purgatório. A terceira será o Paraíso. Essas três temporadas compõem ‘A Saga Force Edge’. Desde sua concepção, ‘A Saga Force Edge’ foi idealizada como uma trilogia de filmes disfarçada de série de televisão,” declarou o showrunner Adi Shankar.

A produção é baseada no popular jogo homônimo da Capcom.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Devil May Cry‘ foi criada por Adi Shankar, que também entra como showrunner e produtor executivo.

“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.

‘Deadpool 2’| Criador do personagem Cable revela porque Josh Brolin é perfeito para papel

O criador do personagem Cable, Rob Liefeld, revelou a site de notícias ComicBook.com, porque o astro Josh Brolin foi a escolha perfeita para viver o vilão na sequência de ‘Deadpool’.

Segundo ele, o veterano faz parte do alto escalão de Hollywood e é capaz de entregar performances das mais variadas:

“Se você só assistir ‘Onde os Fracos Não Têm Vez’ e ‘Sicário: Terra de Ninguém’, você estará diante de duas versões incríveis e completamente diferentes de Josh Brolin. De um lado temos Llewelyn, um cara sombrio mas determinado. Mesmo sendo calado, nós o acompanhamos o tempo todo no filme dos Irmãos Coen. Do outro lado temos ‘Sicário’, em que ele é esse agente da C.I.A impulsivo e voraz. Ele é simplesmente um excelente ator”.

Liefeld falou também sobre a dedicação de Brolin, principalmente em relação à sua transformação física:

“Nós acompanhamos suas transformações e eu já estou acompanhando seu treinador. Quando eu tiver coragem, vou pedir para ele desenvolver o mesmo projeto de treinamento para mim”.

O criador falou sobre a dinâmica existente entre Ryan Reynolds e Josh Brolin, o que só solidifica o talento do veterano:

“Ele é um ator excepcional, já começa aí. E, afinal de contas, que lidaria melhor com Ryan? Quem daria conta? Ele é pura energia frenética e quando vejo os dois juntos, parece uma versão em quadrinhos de ‘Hora do Rush’. Eu realmente não sei se os fãs estão prontos para o que eles vão trazer”.

 

A sequência estrelada por Ryan Reynolds chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalharam em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

Josh Brolin vive o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

‘The ABC Murders’: John Malkovich vai estrelar nova minissérie da Amazon baseada em obra de Agatha Christie

O veterano John Malkovich dará vida ao detetive mais famoso da literatura estrangeira, Hercule Poirot, nas TVs. O veterano vai protagonizar a nova minissérie da Amazon, intitulada ‘The ABC Muders‘.

A produção será baseada no romance policial ‘Os Crimes do ABC‘, escrito por Agatha Christie.

Na trama, Poirot recebe uma carta desafiando-o a solucionar um crime iminente. No entanto, momentaneamente o detetive acredita que tudo não passa de uma brincadeira de mal gosto e acaba descobrindo que, de fato, o assassinato realmente ocorre no local e data indicados. Para solucionar esse novo mistério, o perspicaz Poirot vai recorrer ao capitão Hastings e ao inspetor-chefe Japp, para que juntos investiguem o caso.

The ABC Murders’ ainda conta com Rupert Grint, como oInspector Crome, além de Eamon Farren, Tara Fitzgerald, Andrew Buchan, Freya Mavor e Bronwyn James.

‘No Good Nick’: Nova série da Netflix com Melissa Joan Hart ganha trailer; Assista!

A nova série da Netflix,No Good Nick‘, estrelada por Melissa Joan Hart e Sean Astin, ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

A comédia dramática conta a história de Nicole, uma garota de 13 anos que tenta se infiltrar em uma família que ela julga ter arruinado sua vida. No entanto, conforme ela começa a conhecê-los, sua percepção começa a mudar, levando-na a um grande conflito. Será que vale a pena continuar com o plano de vingança?

A série foi criada por David H. Steinberg e Keetgi Kogan e estreia na Netflix em 15 de abril.

 

 

‘Happiness Continues’: Novo documentário da Amazon sobre os Jonas Brothers ganha belo trailer

Após o sucesso do documentário da Amazon StudiosChasing Happiness‘, a plataforma de streaming se uniu mais uma vez com ao trio de irmãos Jonas Brothers para produzir uma nova sequência documental.

Intitulado ‘Happiness Continues‘, o novo documentário segue os bastidores do retorno da banda, após seis anos sem lançar nenhum single, trazendo imagens de alguns de seus principais shows feitos na atual turnê do grupo.

Confira o trailer:

O documentário estreia na Prime Video nesta sexta-feira (24).

‘Meu Pai e Outros Vexames’: Série de comédia com Jamie Foxx já está disponível na Netflix

A nova série de comédia familiar com Jamie Foxx, intitulada ‘Meu Pai e Outros Vexames‘ (‘Dad Stop Embarrassing Me‘), já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade nesta quarta-feira (14) na grade de programação.

Um pai solteiro, dono de uma empresa de cosméticos, precisa aprender na marra a lidar com a filha adolescente, que foi morar com ele.

Confira, junto ao trailer:

A série é baseada no relacionamento de Foxx com sua filha Corinne, que produz a série ao lado de Alex Avant.

Crítica | Love Me: Kristen Stewart e Steven Yeun são duas IAs que se apaixonam em nova comédia sci-fi

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Observar a experiência humana contemporânea unicamente a partir do que vemos nas redes sociais poderia soar reducionista e simplista demais, não fosse essa a realidade em que vivemos. Em um tempo onde as impressões alheias do que postamos valem muito mais do que o caráter que possuímos, a vida parece se resumir a uma performance, à teatralidades que criamos para soarmos melhores, mais divertidos e mais bem resolvidos do que de fato somos. Toda essa complexa epifania tão frequentemente abordada na internet ganha uma reflexão mais inusitada em Love Me. Aqui, paira uma peculiar questão: E se após a dizimação da raça humana só sobrevivessem duas inteligências artificiais? Quais seriam suas percepções sobre o que é ter a “forma humana”?

Essa divagação tão aleatória se desabrocha como uma estranha história de amor entre duas tecnologias, um satélite e uma bóia à deriva. Sem qualquer compreensão do que de fato é ser humano, ambas recorrerão ao Instagram e ao YouTube para obter tais respostas. A ironia disso tudo está exatamente na plasticidade do que é o comportamento humano ali estampado. Enquanto as mídias sociais revelam personas – personagens que criamos para angariar likes e validação alheia, a vida real fora da internet nada se parece com a bela, eufórica e efusiva vida da influencer Deja (Kristen Stewart) e de seu noivo (Steven Yeun) – as únicas pessoas que as duas IAs possuem como referência do arquétipo de humanidade.

Com essa equivocada e distorcida visão do ser humano, somos tomados pelas mãos para uma inesperada catarse sobre identidade, realidade e virtualidade. Diante das incoerências e inconsistências que essa falsa apresentação se propõe a vender, conflitos existenciais passam a controlar os peculiares protagonistas desta comédia dramática, à medida em que eles buscam entender a essência da vida e de que forma se encaixam nela. E habitando formas diferentes ao longo da trama, Stewart e Yeun estranhamente navegam entre o romance, o companheirismo, a solidão e o existencialismo. E conforme tentam descobrir quem são diante da finitude da raça humana e da devastação da Terra, temáticas como o amor, a obsessão pela percepção alheia e as máscaras sociais que criamos para promover nossas vidas são trazidas para o centro do debate, convidando a audiência a ir além do entretenimento, em direção a uma experiência muito mais psicoemocional.

Mas talvez o maior problema do filme sejam suas extensas divagações. Entremeadas em seu ótimo humor, elas esticam a trama mais do que deveriam e tiram o tempo de tela de Stewart e Yeun, que brilham em performances intensas e marcantes. Dois atores tão expressivos acabam aparecendo menos do que suas versões avatares, em IA, o que tira uma parte da beleza e autenticidade da trama, deixando Love Me incompleto. E embora os diretores e roteiristas Sam Zuchero e Andy Zuchero tenham seu coração no lugar certo, a verdade é que Kristen e Steven são os verdadeiros faróis dessa jornada, guiando a audiência para o âmago de seus conflitos, medos e angústias. E é justamente por isso que eles mereciam muito mais tempo de tela do que de fato possuem.

Ainda assim, entre hiatos narrativos e uma certa lentidão que pode tornar a trama um pouco exaustiva para os mais impacientes, o longa da dupla Sam e Andy é de uma originalidade impressionante. Autêntico, com referências ao trabalho científico de Carl Sagan, Love Me é uma comédia existencialista ideal para os amantes de filmes reflexivos, que não se furtam da oportunidade de conferir algo mais experimental. Fugindo de uma estrutura de roteiro mais óbvia, a dramédia romântica é divertida, funciona em seu humor peculiar e estranho e de quebra nos tira da zona de conforto. De ritmo mais lento, mas astutamente executado a ponto de nos envolver por inteiro, o filme é uma vitrine apaixonante do leque artístico e performático de Stewart e Yeun, que se tornam vulneráveis uma vez mais pelo bem de uma excelente experiência cinematográfica.

EXCLUSIVO | Entrevista – Chris Sanders e equipe apresentam ROBÔ SELVAGEM em Annecy e prometem revolução na ANIMAÇÃO em 2024

Este é o filme das nossas carreiras”, declara Jeff Hermann, produtor de Robô Selvagem (The Wild Robot), ao lado do diretor Chris Sanders, no terraço do Hotel Imperial Palace, durante a 48ª edição do Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, na última quarta-feira, dia 12 de junho. Em entrevista para o CinePOP e outros poucos jornalistas durante um café da manhã, os criadores da animação abriram o coração sobre o inédito entusiasmo pelo projeto.

Um dia depois do lançamento do segundo trailer da nova animação (veja abaixo) da DreamWorks, no qual o visual estonteante e o plot narrativo são revelados, a equipe de animação, junto como o produtor e diretor, compartilhou com exclusividade todo o processo de Robô Selvagem. A estreia da obra está prevista para o dia 27 de setembro, nos Estados Unidos, e dia 10 de outubro no Brasil. 

 “Este é o filme que muitos de nós estávamos esperando. É o conjunto de sabedoria de todos os cabelos grisalhos aqui, nós temos feito animação por longo tempo… O que eu quero dizer é que todos nós, agora, temos experiência e habilidade para estabelecer restrições, ao invés de colocar tudo que sabemos na tela.”, conta Jakob Hjort Jensen, Chefe de Animação de Personagens, seguido pela confirmação de seus companheiros de equipe.

No primeiro trailer, lançado em março (veja aqui), sentimos um arrepio pelo visual deslumbrante e a chegada de um robô a um ambiente totalmente hostil, uma floresta cheia de animais selvagens, ao som da bela canção What a Wonderful World, na voz de Lupita Nyong’o. Nesta segunda incursão, somos convidados a explorar o mundo criado pelo autor norte-americano Peter Brown, no livro homônimo lançado em 2016, e conhecer os desafios da protagonista. 

Construção dos Personagens e Escolha do Elenco

Desviado do seu destino, o robô ROZZUM 7134, ou melhor, Roz (voz de Lupita Nyong’o) naufraga em uma ilha, onde pouco a pouco consegue construir relacionamentos com os animais locais. Ela até adota o filhotinho de ganso órfão Brightbill, na voz de Kit Connor, da série Heartstopper (2022 —). 

Chris Sanders revelou que todo o processo de animação dos desenhos foi realizado após o registro de vozes dos atores, pois muitas das expressões durante as falas dos intérpretes são incorporadas pelos designers de produção. Para ele, os personagens animados são como uma vestimenta, as quais serão costuradas e moldadas para o artista “tailor-it”, isto é, adaptá-las ao uso. 

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Chris Sanders apresenta os personagens de Robô Selvagem em no Festival de Annecy (Foto: Leticia Alassë)

“Lupita foi a escolha perfeita. Não somente pelo jeito que a voz dela soa, mas também por conta de como a sua mente trabalha. Ela realmente liderou a busca para encontrar quem era Roz. Em todas as sessões de gravações, a gente conversava de meia a uma hora sobre cada sequência que iríamos gravar. Este tipo de resistência e vontade de experimentar diferentes entregas e ângulos ajudou muito. Às vezes, eu ia para meu escritório e reescrevia a cena baseado no que tínhamos conversado.”, confessa Chris Sanders sobre o seu processo de trabalhar com ganhadora do Oscar por 12 Anos de Escravidão (2013).

Além de Lupita Nyong’o, Robô Selvagem conta com uma seleção única de vozes da sétima arte, como Pedro Pascal, Catherine O’Hara, Bill Nighy e Stephanie Hsu. Para versão brasileira dublada, o elenco ainda não foi divulgado. Seria a Taís Araújo uma boa opção para o papel? Afinal a atriz carioca acabou de dublar Kung Fu Panda 4 (2024), uma produção também da DreamWorks e originalmente com a voz de Viola Davis.

Forma e Conteúdo Alinhados com Qualidade

Como a obra ainda não está completamente acabada, o orçamento não foi divulgado — as últimas duas produções do estúdio fora de uma franquia (Ruby Marinho, Monstro Adolescente e Os Caras Malvados) custaram em estimativa US$ 70 milhões, de acordo com IMDb. Como 300 pessoas no total, entre elas 54 animadores, o produtor Jeff Hermann ao lado de Chris Sanders buscaram montar a equipe dos sonhos, integrada por profissionais os quais já trabalharam com o cineasta ou em outros projetos da DreamWorks Animation

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Equipe de Robô Selvagem no Festival de Annecy (Foto: Divulgação/Universal)

Assim que conheceu o livro, Chris confessa ter começado a planejar o filme e a desenhar os primeiros rascunhos. Com parte do time de animação formada, ele e o produtor apresentaram o conceito ao estúdio a partir da natureza em aquarela, de forma credível, porém longe do aspecto de realidade. Por outro lado, os animais deveriam ser animais com seus pelos e penas, diferente da humanização trazida para Os Caras Malvados (2022), produzido pelo estúdio da Universal. 

O que é mais importante numa animação? De acordo com Chris Sanders, quando alguém lhe diz que seu filme é bonito, ele sente que a pessoa não gostou da história. Em outras palavras, lindo na forma, mas vazio em seu conteúdo. Este é o receio de Sanders ao criar um roteiro e, apesar de toda a tecnologia avançada, ele afirma concentrar-se em apresentar uma forte narrativa. A ideia do filme é: “a bondade como arma de sobrevivência”. 

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Robô Selvagem chega aos cinemas brasileiros dia 10 de outubro de 2024

Já para Heidi Jo Gilbert, Chefe de história de Robô Selvagem, o longa tem uma potência muito maior em seu subtema, o qual está no livro, mas foi minuciosamente cunhado por ela, enquanto escrevia sobre a interação de Roz com outros animais da floresta. “Um robô é programado para cumprir tarefas e Roz desempenha o papel parental neste esquema em relação a Brightbill.No entanto, ela vai perceber que a tarefa “mãe” nunca está terminada”, revela Heidi. Este parece ser o maior gatilho de conexão entre Roz e o público. 

Embora tenha participado de dois painéis no Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, Robô Selvagem apenas divulgou duas cenas: seus primeiros 20 minutos e uma sequência da relação entre Roz e Brightbill. Apesar do pouco material, a ideia de misturar ilustrações em aquarela com a animação em CGI é estonteantemente presente e o almejado vínculo com os espectadores já toma forma no segmento de abertura. 

Como um robô cria conexão com o público?

Não é de hoje que os robôs roubam a cena no audiovisual, tanto no mundo da animação quanto do live-action, é fácil lembrar várias figuras icônicas do cinema, como os três próximos exemplos. O nomeado ao Oscar de Animação deste ano, Meu Amigo Robô (2023), de Pablo Berger; o ganhador do Oscar WALL.E (2008), de Andrew Stanton; e, o mais antigo, O Gigante de Ferro (1999), de Brad Bird. O que todos os três têm em comum? Conexão com as nossas emoções. 

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Roz e Brightbill em Robô Selvagem, da DreamWorks

O filme é futurista, mas ele precisa ser factível. Se ele é muito futurista e mágico, nós nos desconectamos. É necessário sentirmos que ela [a personagem Roz] pode ser machucada, danificada e correr riscos para nos conectarmos com ela. Potencialmente, isso é manufaturado com a sensação de que ela pode quebrar. O que nos leva a pensar no mundo como o antagonista. Ela simplesmente não pertence a esse lugar e se ela ficar muito mais tempo lá, ela vai se decompor”, explica Jakob Hjort Jensen, Chefe de Animação de Personagens. 

Segundo Chris Sanders, os personagens robôs, no geral, são automaticamente vulneráveis, porque tem milhares de coisas que eles não sabem. “Quando eu vejo robôs, eu os vejo perdidos; e é um pouco como Roz, que não tem ideia do que pode acontecer com ela. Eu adoro esse tipo de pensamento. Eles me mantêm acordado de noite e me fazem escrever sobre essas coisas. Então, é essa vulnerabilidade que faz com ela [Roz] se conecte imediatamente conosco e com os outros personagens dessa história”. 

Os olhos de Roz são como lentes de câmeras.

Como Roz não tem boca, um dos maiores desafios de Sanders junto com a equipe de animação foi criar uma conexão entre a sua figura e a sua voz. Jeff Budsberg, Supervisor de Efeitos Visuais, explicou que um dos caminhos foi por meio das cores. Quando Roz fala, as luzes em volta do seu rosto e corpo acendem e mudam de intensidade e tonalidade. Outro método utilizado pelos profissionais foi através dos olhos, esculpidos como lentes de câmeras e altamente associados aos “espelhos da alma”. 

Prêmios e Franquia pela Frente

Uma das razões para empolgação do grupo de criadores e do veterano diretor Chris Santens — três vezes indicado ao Oscar  — é o destaque para uma tecnologia inovadora no campo das imagens geradas por computadores. De acordo como Baptiste Van Opstal, Chefe de Aparência, os avançados programas de computadores permitem trabalhar a textura fio a fio das plumas e pelos dos animais, dando uma dimensão de movimento muito mais realística como almejada pelo diretor. Da mesma forma, há uma evolução na composição de iluminação e sombras no meio de uma floresta, onde o importante não era parecer real, mas cheia de vida. 

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Margie Cohn, presidente da DreamWorks, planeja franquia para Robô Selvagem (Foto: Leticia Alassë)

Para a equipe de Robô Selvagem, os computadores são apenas lápis com os quais eles podem criar mais e avançar no modo de contar uma boa história. O produtor Jeff Hermann define este momento como o alcance de uma oportunidade única depois de anos de trabalho e é esta mensagem que ele deseja deixar para os futuros cineastas de animação. A partir de todo este trabalho, o longa tem grande chances de chegar a temporada de prêmios em um ano como grandes promessas na seara de animação, como Divertida Mente 2, da Pixar, e o japonês O Imaginário, de Yoshiyuki Momose, vindo do Estúdio Ghibli. 

Com três livros da série publicados nos EUA, a DreamWorks Animation planeja construir uma franquia, assim como a trilogia de Como Treinar Seu Dragão (2010), dirigida a princípio por Chris Sanders e Dean DeBlois, porém apenas o segundo seguiu no comando das demais produções. Apesar da equipe não falar abertamente sobre o assunto, este não é um segredo, já que Margie Cohn, presidente da DreamWorks, presente na conversa, disse que adoraria dar sequência ao projeto. A afirmação oficial virá logo após a resposta do público nas bilheterias. 

Sucesso! ‘Pantera Negra’ ultrapassa US$ 1 bilhão mundialmente

Mais um feito para o Marvel StudiosPantera Negra finalmente ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação mundialmente após estrear na China.

Segundo a Variety, em apenas 26 dias o longa já é o 5º filme da produtora a conseguir esse feito, além de Os Vingadores, Homem de Ferro 3, Vingadores: A Era de Ultron e Capitão América: Guerra Civil. Mais da metade dessa arrecadação veio dos Estados Unidos.

Com o enorme sucesso, o Marvel Studios oficializou ‘Pantera Negra 2‘.

Em entrevista ao EW, Kevin Feige confirmou que o filme já está em desenvolvimento. É uma surpresa, vide que ‘Doutor Estranho‘ não teve uma sequência oficializada até hoje.

A questão fica em torno da data de lançamento. A Marvel atualmente tem filmes agendados até 2022, e a continuação deve ser encaixada nesse calendário. Especula-se que ‘Pantera Negra 2′ será lançado no primeiro trimestre de 2020.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (‘Creed: Nascido para Lutar’).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

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Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

‘500 Dias com Ela’: Quem estava errado? Tom ou Summer? Joseph Gordon-Levitt explica!

Adorada por muitos admiradores, a comédia romântica 500 Dias com Ela, do diretor Marc Webb, foi lançada em 2009, mas até hoje é motivo de debate entre os fãs. Afinal, quem estava certo no fim da história: Tom ou Summer?

O roteiro (também escrito por Webb) mostra o ponto de vista de Tom (Joseph Gordon-Levitt), que vê sua ex-namorada Summer (Zooey Deschanel) como uma “vadia sem coração”, porém, muitos defendem que, na verdade, Tom era o errado.

E agora, o intérprete de Tom veio a público em seu Instagram para declarar seu ponto de vista sobre o assunto:

“Assista de novo. É culpa do Tom na maior parte do tempo. Ele está projetando. Ele não está ouvindo. Ele é egoísta. Felizmente, ele amadurece no final”

I rest my case

Uma publicação compartilhada por Joseph Gordon-Levitt (@hitrecordjoe) em

 

 

Disney 100 anos | Lembra dele? Última grande produção da Disney voltada para o mercado brasileiro foi um CD espetacular

Este dia 16 de outubro de 2023 marca uma data especialíssima para os fãs de animações e da Disney como um todo. Isso porque Walt e Roy Disney fundavam, há exatos 100 anos, uma empresinha de garagem conhecida como Disney Brothers Studio. Dali vieram os primeiros passos de Walt Disney rumo ao estrelato, sendo o local de nascimento de Oswald, o Coelhinho Sortudo, que seria tomado de Walt numa caneta e eventualmente o inspiraria a criar o simpático Mickey Mouse, que dispensa apresentações. Fato é que a empresa e seu criador cresceram até virarem um dos nomes mais conhecidos do planeta, alçando a marca Disney a valores praticamente inestimáveis, virando esse império sem comparações no planeta e na história do entretenimento.

Para comemorar, a Disney lançou um curta chamado Era Uma Vez no Estúdio, que reúne mais de 500 personagens da casa se reunindo para tirar uma foto em celebração aos 100 anos da empresa. Ele é muito divertido e traz algumas figurinhas que muita gente certamente esqueceu nesse tempo.

Confira também: Zé Carioca 80 anos | Cinco curiosidades sobre o brasileiro mais amado da Disney

Mas o texto de hoje não é sobre esse curta nem sobre as origens da Disney antes de virar o império da animação. Ao longo dessa história centenária, um dos capítulos mais polêmicos e interessantes vem justamente da parceria entre Disney e o Brasil, que, como já contamos algumas vezes aqui no CinePOP, atendeu a interesses políticos dos EUA sobre as potências estratégicas latino-americanas por meio da Política da Boa Vizinhança.

O grande filho desse casamento é o papagaio Zé Carioca, que é amado por uns, considerado estereotipado por outros, mas definitivamente é um dos nomes mais marcantes desses 100 anos. São poucos os países que contam com um representante tão icônico num cenário amplamente dominado por norte-americanos e europeus, como nos filmes da Disney, que historicamente viraram sinônimo de animações de qualidade.

Mais do que o impacto cinematográfico, o Zé Carioca, acompanhado de seu entusiasmo e da forma apaixonada como descrevia e defendia seu tão amado Rio de Janeiro, impactou diretamente na consolidação da Cidade Maravilhosa como parada obrigatória nas rotas do turismo mundial.

Não é por acaso que o Rio, então capital do Brasil, segue como a principal imagem do país no exterior até os dias de hoje. Foi um processo massivo de propaganda trabalhada entre as nações, que resultaram na Cidade Maravilhosa como o principal cartão postal brasileiro. E o nascimento do Zé Carioca fez parte ativa disso.

Nos anos seguintes, algumas produções menores foram lançadas nos cinemas, e a Disney passou a concentrar seus esforços para o mercado brasileiro quase que exclusivamente para as histórias em quadrinhos, que passaram a contar com artistas nacionais. Porém, o tema do texto de hoje é talvez o lançamento mais aleatório da história da Disney visando o mercado nacional. É também o último grande produto da empresa com foco no público brasileiro e que, infelizmente, acabou não fazendo tanto sucesso assim: o CD Disney Adventures In Samba.

Lançado em 2010, ele integrou um projeto chamado Disney Adventures que compilava versões de músicas clássicas do estúdio cantadas por grandes artistas de diferentes gêneros musicais. No Brasil, o Adventures In Samba foi encabeçado por Rodrigo Caldas, que chamou o produtor musical e mestre do cavaquinho, Alceu Maia, para transformar essa ideia em realidade. E aí a coisa ficou séria. Foi convocado um verdadeiro Dream Team do Pagode e do Samba para interpretar clássicos Disney e clássicos da música nacional que marcaram época nas animações da casa.

“O interessante desse projeto é a reunião desses sambistas todos, desses cantores todos, em torno de um tema que são os clássicos da Disney. Todo mundo que está sendo convidado para cantar tem uma história para contar e recebeu a ideia de coração aberto. Porque o projeto apesar dessa pluralidade, ele tem uma identidade, uma assinatura no samba muito legal. Ele é cheio de Brasilidade, se é que existe isso, musical na história toda. Acho que todo mundo vai gostar disso aí”, comentou, na época, Alceu Maia.

E quando o assunto é qualidade, a Disney realmente não poupou despesas. A proposta era comemorar essa parceria de sucesso, então eles mesclaram artistas consagrados no samba, principalmente carioca e nordestino, com uma galerinha nova que estava surgindo para o cenário nacional da época.

O mais legal é parar para ver hoje quem era considerado aposta em 2010 e como já são artistas consagrados na história da música nacional. Dos experientes, podemos ressaltar Martinho da Vila, Leci Brandão, Daniela Mercury, Jorge Aragão, Alcione, Margareth Menezes, Alexandre Pires, Dudu Nobre e o grupo Molejo. Das “apostas”, Diogo Nogueira, Exaltasamba, Ana Costa e o grupo Casuarina.

É realmente um grupo que reunia o que o Brasil tinha de melhor na época, além de contar com uma canção inédita chamada “Pagode na Disney”, composta por Arlindo Cruz exclusivamente para o álbum.

A música propõe ao público imaginar como seria uma roda de samba com os personagens da Disney, com direito ao Mickey tocando guitarra e o Pato Donald arranhando no cavaquinho, sendo a farra comandada obviamente pelo Zé Carioca. A campanha publicitária do álbum foi maciça no Disney Channel, que exibiu clipes do CD e entrevistas com os músicos contando suas experiências pessoais com a Disney.

“É um prazer cantar sobre essa turma da Disney, porque eu, quando garoto, colecionava gibi do Tio Patinhas. Então ficou fácil cantar sobre esse universo que fez parte da minha infância. Esse samba tá arrumadinho, tá animado. Acho que vai dar pagode lá na Disney, brincou Arlindo Cruz no lançamento.

“Pra mim é uma alegria, um prazer imenso poder participar desse projeto tão bonito, com canções típicas da Disney. Eu sou fanático por todos os desenhos, dos parques da Disney que já tive a oportunidade de conhecer. E ao mesmo tempo, poder cantar um clássico como ‘Aquarela do Brasil’ é, pra mim, uma honra, um prazer. Essa música primeiro se tornou um clássico na voz da Carmen Miranda e eu tô muito feliz de poder participar desse projeto, que tenho certeza que será um grande sucesso”, disse Alexandre Pires.

E o que fascina no álbum é justamente esses encontros inesperados, como o pessoal do Molejo cantando a música dos Sete Anões da Branca de Neve, Alcione cantando A Bela e a Fera com sua sobrinha e um dueto de Péricles e Thiaguinho interpretando O Que Eu Quero Mais É Ser Rei, de O Rei Leão.

O álbum é composto pelas 14 faixas que você pode conferir na imagem ao lado e foi lançado em duas versões. Uma é o CD simples, que conta apenas com as músicas gravadas.

Porém, veio também uma edição especial, um pouco mais difícil de encontrar hoje em dia, que trouxe de brinde um DVD que traz as participações históricas do Zé Carioca nas animações da Disney por meio das músicas. São seis clipes com conteúdos tirados de Alô, Amigos!, Você Já Foi à Bahia? e Tempo de Melodia. E como essas três animações são praticamente curtas compilados em filmes de aproximadamente 1h, o DVD de bônus traz praticamente um resumão de todas as aparições do Zé Carioca na Disney até então.

Além dele, há os videoclipes oficiais da Aquarela do Brasil de Alexandre Pires e de Pagode na Disney, do Arlindo. Encerrando os bônus, um making of do álbum, chamado Um Toque de Magia no Samba, de onde foram tirados os comentários desta matéria. E para quem se interessou pelo álbum, ainda é possível encontrar a versão simples por valores acessíveis em lojas on-line. A versão com o DVD que é realmente mais difícil de achar em loja, até por ser uma edição com 13 anos de idade. Mas se CD não é a sua, a playlist reduzida, distribuída no mercado internacional, está disponível em plataformas on-line de áudio, como o Spotify. Basta clicar aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por mais estranho que possa parecer, o projeto foi um sopro de criatividade num mercado já cansado da mesmice que era o fonográfico. Além disso, foi uma forma lúdica de aproximar a molecada de músicas e artistas clássicos da música nacional. Foi um projeto realmente interessante que merecia mais atenção do que ganhou.

Nesses 100 anos de Disney, voltar ao tempo em que a empresa lançava essas produções mais voltadas para mercados específicos é uma viagem interessante, porque com essa história de internacionalização das marcas, parece que a empresa está cada vez mais distante desses núcleos.

Crítica | Nimona – Último Projeto da BlueSky estreia na Netflix e é uma Grande SURPRESA

Você lembra da Blue Sky? Era o braço que produzia filmes de animação na finada 20th Century Fox, empresa que foi aglutinada à corporação dos estúdios Disney e que foi responsável, dentre outros, pela realização de sucessos como ‘Rio’ e ‘O Touro Ferdinando’. Porém, desde que houve o anúncio da venda da Fox, muitos projetos acabaram sendo engavetados, cancelados ou simplesmente transferidos para outras soluções, uma vez que, com a compra, a Disney acabou optando por não levar para sua plataforma tudo o que estava em andamento. Foi o caso da animaçãoNimona’, o último projeto da Blue Sky que acabou sendo interrompido e, posteriormente, foi desmembrado e reposicionado por suas produtoras investidoras. Agora, depois de tanto tempo, finalmente o longa de animação ganhou seu espaço com o público, através da Netflix, que, silenciosamente, lançou o filme em sua plataforma.

Ballister Coração Bravo (na voz original de Riz Ahmed) está prestes a se tornar escudeiro do reino de fulano. Ele será o primeiro plebeu a ocupar o posto, pois as regras são de que apenas os herdeiros diretos de Gloreth, fundadora da cidade, tem o dever e a honra de proteger a população. No ato de sua nomeação como protetor, um acidente ocorre e Ballister acaba sendo visto como criminoso e desertor. Anos se passam com Ballister vivendo no exílio, até que, certo dia, ele recebe a misteriosa visita de Nimona (Chloë Grace Moretz), uma jovem espevitada e que vê nele a sua chance de provar para a sociedade que os vilões também têm sentimentos. Acontece que Ballister não se vê como vilão e quer provar sua inocência, especialmente diante de Ambrosius Ouropelvis (Eugene Lee Yang), seu amor. Dessa parceria inusitada, muitas verdades acabarão vindo à tona, o que impactará no reino como um todo.

Misturando diversas técnicas de desenho – dentre colagem, 2D, 3D, entre outros – ‘Nimona’ é surpreendente, mas, ao mesmo tempo, é um filme muito doido. Baseado na HQ homônima de Nate Stevenson, a história inicialmente parece sem pé nem cabeça, pois mistura cavaleiros medievais num tempo futurista inseridos numa trama que envolve contos de fada, metamorfos e, de quebra, ainda é inclusiva, uma vez que o protagonista é gay e amputado – sendo ambas as características tratadas com muito respeito pelo roteiro.

Ainda assim, 2/3 do filme passam uma sensação de que a coisa toda é uma grande despedida sem sentido da equipe da Blue Sky, que, sei lá, sabendo que iam ser demitidos, parecem ter chutado o balde. Não são poucas as cenas e as falas que surpreendem pela “sinceridade” dos personagens, mesmo para um projeto independente. A protagonista Nimona, por exemplo, não tem nenhum filtro nem empatia ao jogar verdades na cara dos personagens e em ter um particular gosto pelo caos, além de se transformar em vários animais com o intuito declarado de destruir tudo, deixando tanto o espectador quanto seu co-protagonista Ballister de sobrancelhas arqueadas.

Nimona’ tem um quê de ‘Shrek’ com ‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Wolfwalkers’. É fofo, levemente punk rock, sem noção e, quando você menos espera, te dá uma rasteira e arranca lágrimas dos seus olhos. Uma despedida melancólica que mostra todo o potencial de um estúdio e de seus profissionais que vão deixar saudades pelo dom de trazer algo de diferente no mundo um tanto homogeneizado das animações.

‘The Witcher’: Roteiro vaza online e fãs tentam decifrar o que está escrito

As notícias sobre The Witcher, nova série da Netflix baseada no jogo de mesmo nome, podem ter esfriado, mas os fãs vem buscando qualquer informação nova sobre as produções, nem que seja uma mísera pista sobre o que podem esperar.

Recentemente, um bom olheiro conseguiu a imagem do roteiro do episódio piloto que vazou online, e não demorou muito até que uma legião de fãs tentasse decodificá-lo.

Many words from the script has been figured out, please help us to find the rest! from r/netflixwitcher

As partes grifadas em vermelho foram as traduções feitas pelo público e, mesmo assim, algumas coisas ainda não fazem sentido. Segundo os usuários do Reddit, a imagem borrada e as escritas por cima não contribuem para clarear quase nada. 

A primeira temporada, com oito episódios confirmados, continua sem data de estreia confirmada, apesar de sabermos que a série será lançada mais tarde neste ano.

The Witcher traz em seu elenco Henry Cavill, Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra, Björn Hlynur Haraldsoon e outros. A história gira em torno de Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas provam ser mais perversas que as criaturas que enfrenta.

‘Human Resources’: Netflix está desenvolvendo série derivada de ‘Big Mouth’

Segundo a Variety, o time por trás da aclamada animação Big Mouth estão desenvolvendo uma série derivada para a Netflix.

Nick KrollAndrew GoldbergMark LevinJennifer FlackettKelly Galuska estão trabalhando em um spin-off chamado Human Resources, que é descrito como uma comédia trabalhista ambientada no mundo dos monstros do show original.

Enquanto mais detalhes não são revelados, a 3ª temporada de Big Mouth chega em breve ao serviço de streaming

Confira o trailer:

Vale lembrar que a série já está renovada até a 6ª temporada.

A série foi criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Mark Levin e Jennifer Flackett.

A animação conta a história de um grupo adolescentes enfrentando a puberdade após a chegada dos Monstros dos Hormônios.

A produção conta com as vozes de Nick Kroll, John Mulaney, Jessi Klein, Jenny Slate, Jason Mantzoukas, Fred Armisen, Maya Rudolph e Jordan Peele.

‘Mrs. America’: Série com Cate Blanchett ganha novo teaser oficial; Confira!

A nova minissérie estrelada por Cate Blanchett, ‘Mrs. America‘, ganhou um novo teaser oficial.

Confira:

A produção, que irá abordar a igualdade de gênero, será comandada por Anna BodenRyan Fleck (dupla responsável por ‘Capitã Marvel’) e terá nove episódios.

A minissérie é de autoria do vencedor do Emmy Award, Dahvi Waller (‘Mad Men‘ e ‘Desperate Housewives‘), que será o showrunner e produtor-executivo ao lado de Blanchett, Stacey Sher e Coco Francini.

Confira a sinopse oficial:

Mrs. America‘ conta a história verdadeira do movimento para a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais e a revolta sofrida por parte de uma mulher conservadora, chamada Phyllis Schlafly (Blanchett). Pelos olhos das mulheres daquela era – tanto Schlafly, bem como as feministas da segunda onda, Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus -, a série explora um dos mais duros campos de batalha na cultura de guerras dos anos 70, que ajudaram a originar a Majoritária Moral e que mudaram, para sempre, a paisagem da nossa política.

Além de Blanchett, Sarah PaulsonUzo AdubaRose Byrne, John SlatteryJames MarsdenElizabeth BanksMargot MartindaleTracy Ullmann completam o elenco.

Mrs. America estreia no dia 15 de abril de 2020.

‘The Winds of War’: Seth MacFarlane está desenvolvendo primeiro drama épico de sua carreira

Segundo o THRSeth MacFarlane está oficialmente saindo de sua zona de conforto e se jogando de cabeça no ambicioso projeto ‘The Winds of War’.

O drama de época épico será uma minissérie baseada no romance homônimo de Herman Wouk. MacFarlane entra como roteirista e produtor executivo ao lado de Seth Fisher (The Alienist).

A história gira em torno da viagem turbulenta de uma família estadunidense através dos continentes e através dos anos que integraram a II Guerra Mundial.

Esse será o primeiro projeto dramático de MacFarlane, conhecido por sua extensa carreira cômica – que inclui Family GuyTedUm Milhão de Maneiras de Pegar na PistolaFuturama.

Universal Content Productions ficará responsável pela produção do show. O diretor da companhia, Dawn Olmstead, disse que MacFarlane está pronto para embarcar na “próxima fase de sua filmografia”.

“Estamos animados por anunciar ‘The Winds of War’ como o primeiro de muitos projetos que estamos desenvolvendo. Essa é uma épica história de valor, perseverança, sobrevivência e família que será recontada através de uma perspectiva moderna”, Olmstead acrescentou.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Dickinson’: 2ª temporada é mais sofisticada e mais sexy, revela Hailee Steinfeld

Em uma recente entrevista para promover a 2ª temporada de DickinsonHailee Steinfeld, que vive a protagonista Emily Dickinson, revelou mais informações sobre os vindouros próximos episódios, anunciando que a nova iteração é “mais sofisticada e mais sexy”.

“É mais sofisticado, mais sexy e mais amadurecido. É sobre autodescobrimento e crescimento e fama – e os perigos da fama. Tudo no século XIX, tudo sob uma perspectiva moderna”.

Confira o vídeo, na íntegra:

O próximo ciclo irá estrear no dia 8 de janeiro.

A série foi criada por Alena Smith.

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

O elenco ainda conta com Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa.

‘Cruella’: Live-action com Emma Stone ganha novo clipe com cenas INÉDITAS; Confira!

Walt Disney Studios divulgou um novo clipe oficial do aguardado Cruella, longa que conta a origem da icônica vilã de 101 Dálmatas.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Duna’: Timothée Chalamet é destaque no novo teaser oficial do longa; Confira!

A aguardada adaptação de ‘Duna‘, comandada por Denis Villeneuve, ganhou um novo teaser oficial e legendado, repleto de cenas inéditas.

Confira:

O filme já conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 100 milhões no mercado internacional – onde a produção estreou antecipadamente.

O longa arrecadou US$ 100.3 milhões através de 15 mercados. A adaptação obteve bastante sucesso na Rússia (US$ 15m) e na França (US$ 13.2m), garantindo seus melhores resultados.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Vale lembrar que ‘Duna‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Sorte de Quem?’: Suspense estrelado por Lily Collins e Jesse Plemons ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Sorte de Quem?’ (‘Windfall’), novo suspense do roteirista de ‘Se7en: Os Sete Crimes Capitais’.

A produção tem estreia agendada para o dia 18 de março na plataforma de streaming

Confira:

O filme é dirigido por Charlie McDowell, que também assina o roteiro ao lado de Andrew Kevin WalkerJustin LaderJason Segel.

Na trama, “um homem invade a casa de férias vazia de um bilionário da tecnologia, mas as coisas não saem como o planejado quando esse arrogante magnata e sua esposa chegam lá de surpresa”.

thriller é estrelado por Lily Collins, Segel, Jesse PlemonsOmar Leyva.

Artigo | ‘The Good Place’: seis anos depois, série permanece como uma das melhores do século

É um fato dizer que a boa comédia é algo difícil de ser alcançado. Sua simplicidade e sua sutileza são, em grande parte, confundidas com a canastrice, a falta de bom gosto e um exagero que definitivamente não é aprazível nem mesmo pelo mais aberto espectador – não é à toa que vemos em uma constância maior que o desejado inúmeros longas-metragens que têm como pano de fundo uma premissa arbitrária e datada. Talvez nos últimos anos as mentes por trás das produções audiovisuais hollywoodianas perceberam que algo deveria ser feito e gradativamente passaram a se preocupar um pouco mais com um gênero tão importante quanto este.

Com o advento da plataforma Netflix e as subsequentes tentativas de ampliar o mercado consumidor, tivemos a insurgência de séries como ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’que definitivamente deixou a sua marca e que reafirmou um lugar há muito perdido para histórias desse tipo – talvez colocando em uma glória esquecida outras obras como ‘Veep’‘Modern Family’. E mesmo em uma originalidade prestes a acabar, nomes como Michael Schur conseguiram encontrar voz e nos levar para algo inesperado com a estreia de The Good Place.

A religião e os conceitos de Paraíso e Inferno sempre foram tratados com a máxima cautela possível, visto que o tema é enxergado como tabu até hoje e tangencia polêmicas um tanto quanto desnecessárias. E ainda que essa tenha sido a força-motriz para Schur arquitetar uma perspectiva irreverente, ele o fez com a maior dignidade que encontrou sem se esquecer de críticas sociais que vão de encontro ao fundamentalismo humano. Logo no primeiro episódio, não temos ideia do que está acontecendo; apenas seguimos os passos de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell no que podemos encarar como uma das melhores performances de sua carreira) e a revelação de que ela está morta.

Tudo bem, essa é uma notícia que normalmente costuma nos chocar, ainda mais quando a ideia de “vida após a morte” se assemelha a uma extensão do mundo terrestre. E é (mais ou menos). Eleanor descobre que ela foi uma das poucas escolhidas a fazer parte do Lugar Bom, um vilarejo literalmente construído pelas angelicais mãos do arquiteto Michael (Ted Danson), que até mesmo abdicou de seu lugar na gerência para conviver entre os humanos que encontraram a tão aguardada paz. Mas tem um problema: Eleanor na verdade não é uma pessoa essencialmente boa e foi confundida com alguma ativista humanitária que lutou contra a fome e a desigualdade nos países da África; esta Falsa Eleanor na verdade é a representação de uma personalidade corrompida pelo egoísmo e pelo individualismo – e não pense que essas percepções estão escondidas, muito pelo contrário: elas são tão claras que chega a ser absurdo.

Sem dúvida alguma, o maior mérito da série vai para o roteiro. Além da sábia escolha de padronizar os episódios com uma média de 23 minutos, o ritmo e a conexão entre cada uma das subtramas tem mais espaço para ser aprofundada e, em se tratando de algo sobrenatural e espiritual, pode beirar o impossível desde que explicações sejam fornecidas ao longo da temporada. Assim como outras comédias recentes, cada uma das escolhas dos protagonistas é relembrada e tem suas próprias consequências, aumentando a complexidade de suas personalidades e do “livre-arbítrio” que tanto é explorado pelo show.

Em outras palavras, a ideia principal é mostrar que nem mesmo no Paraíso estamos livres dos nossos erros. Por mais que personagens como o extremamente ético Chidi (William Jackson Harper) ou a altruísta-nem-um-pouco-modesta Tahani (Jameela Jamil) façam questão de mostrar que Eleanor não pertence àquele lugar de jeito algum, as questões de superioridade espiritual são postas em cheque no momento em que as tramas resolvem humanizá-los ao máximo. Mesmo em condições oníricas e angelicais, eles têm sim erros – ora, até mesmo Michael é perscrutado por escolhas mesquinhas e que entram em paradoxo com o que representa.

A comédia é propositalmente escrachada e autoexplicativa, o que aumenta o ridículo e até mesmo faz referências abertas à commedia dell’arte. Desse modo, não podemos encontrar um núcleo dramático e outro cômico em seus extremos, mas uma amálgama que, ao mesmo tempo, os aproxima e os distancia – e isso não se mantém apenas nos diálogos; toda a estética do Lugar Bom segue uma ideia kitsch, brusca, numa delineação de cores opostas que influencia na constante crise pela qual os protagonistas passam. Em várias cenas, por exemplo, temos a presença do amarelo e do azul na composição cênica, seja no figurino, seja nos cômodos, e a saturação aumenta à medida em que as emoções se tornam mais intensas.

Como se não bastasse, Schur também fez questão de adicionar alguns elementos de puro êxtase criminal, por assim dizer, deixando pistas imperceptíveis para o público finalmente conectar as peças faltantes juntamente à Eleanor. Fosse pela presença adorável do sistema universal conhecido como Janet (D’Arcy Carden) ou pelo apreço ao frozen yogurt, cada elemento trouxe uma metáfora iconoclasta para analisar o que é realmente ser bom e ser ruim e como esses maniqueísmos não são aplicados do mesmo modo na teoria e na prática. Em outras palavras, digamos que as máscaras caíram de uma forma tão surpreendente na season finale que é difícil não soltar um suspiro de indignação.

The Good Place é uma das poucas produções contemporâneas que realmente resgatam a essência da comédia, repaginando-a com olhares ao mesmo tempo nostálgicos e originais. E com um cliffhanger como este e uma equipe de ponta, é quase instantâneo apertar o botão para continuar se aventurando em um lugar que não é tão bom assim quanto parece.

‘Glass Onion’: Elenco joga Cara a Cara em novo vídeo divertido; Assista!

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso crítico e comercial, com várias pessoas colocando-o nas listas de melhores do ano.

Agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional em que Janelle MonáeJessica HenwickKate HudsonMadelyn Cline brincam do clássico jogo ‘Cara a Cara’.

Assista:

Confira nossa crítica: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

Anna e o Apocalipse | Relembre um dos musicais mais BIZARROS do século

Musicais costumam seguir algumas regras básicas para que ganhem forma, eventualmente buscando quebrar essas fórmulas tão endossadas para nos entregar algo novo e manter seu fiel público envolvido com histórias cativantes, peças sonoras interessante e dinâmicas e uma estrutura narrativa que, por mais que ouse sair da caixinha, permaneça dentro de uma coesão compreensiva. Desde a popularização e o crescimento da indústria cinematográfica, diversos longas-metragens do gênero se tornaram clássicos, fossem por ter eternizado fábulas ou por ter ido muito além que seus respectivos conterrâneos – temos, por exemplo, uma obrigação moral de citar A Noviça Rebelde’ Chicago’ como duas das produções que marcaram época e são relembrados até hoje por fornecerem uma nova perspectiva à própria arte que evocam.

Logo, é uma grande surpresa quando recebemos o anúncio de que um musical pós-apocalíptico tragicômico trilharia seu caminho em direção às telonas, prometendo se entregar a algumas das tramas mais adoras pelo público em geral – o suis-generis zumbi, que rendeu inúmeros filmes cult e outros bastante trash, e o da “jornada epopeica” em que protagonistas descobrem seu lugar no mundo através do enfrentamento de obstáculos muito maiores do que imaginariam encontrar. E, bom, é justamente a isso que se propõe Anna e o Apocalipse’, uma das iterações mais recentes do diretor John McPhail – uma entrada errônea, mas que deixa sua mensagem bastante clara.

A trama gira em torno da personagem-título, uma típica e angustiada adolescente que acaba entrando em uma briga com seu pai devido a uma viagem que deseja fazer para a Austrália – sofrendo uma represália quase instantânea que a deixa ainda mais irritada do que normalmente é. Anna (Ella Hunt) é a personificação exata da condição adolescente contemporânea, que se coloca em um círculo de monotonia em desinteresse, conseguindo prever basicamente todos os aspectos de sua vida – e, por essa mesma razão, querendo se afastar da bolha que conhece o mais rápido possível. Porém, seus planos mudam de modo drástico quando um vírus desconhecido começa a transformar todas as pessoas em mortos-vivos, propagando-se de forma incessante pelo pequeno vilarejo de Little Haven.

Apesar dos múltiplos deslizes, que poderiam ser previstos caso a construção da obra tivesse sido feita com um pouco mais de cautela, a história já começa de forma a predizer o que nos aguarda. Diferente de outras produções, esta aqui nos antecipa de modo bem claro que algo está para acontecer, quebrando a pseudo-surpresa propositalmente e criando um escopo que preza menos pelo suspense e mais pela irreverência. E é claro, à medida que a trama se desenrola, músicas despontam aqui e ali, refletindo de modo satírico as frustrações dos personagens principais – mesmo que isso não signifique nada em comparação ao que chegará em poucas horas.

O grande problema é que essa arquitetura não-ortodoxa não se mantém além do nível esperado. Os diálogos, por mais inesperados que sejam parecem vazios principalmente quando colocados lado a lado com os pífios e estranhos números musicais – que não merecem nem mesmo comparação com La La Land: Cantando Estações’É certo dizer que a grande ideia era realizar uma grande jornada sem escrúpulos por uma micro-sociedade tomada pelo inconveniente, afinal, os próprios protagonistas agem assim o tempo todo; porém, McPhail, em colaboração à dupla de roteiristas Alan McDonald e Ryan McHenry, força além do que as bases narrativas sustentam, quebrando a bizarra magia que pretende nos entregar o tempo todo.

É claro, alguns pontos são interessantes e merecem ser mencionados. Há uma sequência cantada por Hunt e por Malcolm Cumming, que dá vida ao melhor amigo de Anna, John, em que eles saúdam o novo dia e um novo começo, dançando alegremente pelas ruas enquanto, alheios ao cotidiano que lhes cercam, desviam da horda de zumbis que domina a vizinhança, despercebendo a iminente tragédia por completo. Isso é, até encontrarem um homem vestido de boneco de neve que foi contaminado e que é, eventualmente, dilacerado sem piedade por Anna.

Outro aspecto a ser levado em consideração é o fato do roteiro não se preocupar em poupar sacrifícios. Várias pessoas que não poderíamos imaginar acabam se tornando vítimas dos mortos-vivos ou então entregam sua vida para proteger aqueles que amam – o que de fato adiciona certa camada melodramática muito bem vida. Entretanto, esses poucos retornos à glória logo se perdem em meio a uma triste inconsistência que desiste de explorar um potencial considerável e transforma absolutamente tudo em uma monotonia sem fim. Nem mesmo a sequência em que o sádico diretor da escola, Sr. Savage (Paul Kaye), transforma-se em um psicótico ditador consegue salvar o filme.

McPhail também perde-se ao encabeçar o projeto e atirar para muito longe em relação às suas investidas anteriores. Tendo como seu principal longa Where Do We Go From Here?’, que inclusive recebeu aclame da crítica especializada e levou para casa alguns prêmios, era de se esperar que o diretor nos entregasse algo no mesmo nível. Entretanto, a ideia de se deixar levar por uma edição frenética e enquadramentos quase imóveis se assimila a decisões amadoras demais para a habilidade que ele já apresentou ao público.

Se você está procurando por uma história bizarra além da conta, Anna e o Apocalipse é a pedida perfeita, porque, ao menos, ela irá te entreter por pouco mais de noventa minutos. Entretanto, não espere encontrar fusões de gênero geniais e um musical às avessas, como as pessoas podem pensar ao assistir ao trailer; afinal, a expectativa é a mãe de todas as decepções – e aqui, é provável que o baque seja maior que o imaginado.

‘Homens da Lei: Bass Reeves’: Nova série do criador de ‘Yellowstone’ ganha cartazes promocionais INCRÍVEIS; Confira!

‘Homens da Lei: Bass Reeves, nova série do mesmo criador de YellowstoneTaylor Sheridan, já está disponível na Paramount+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou cartazes individuais incríveis da produção.

Confira:

A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.

Relembre o trailer:

O elenco é formado por David Oyelowo, Lauren E. Banks, Demi SingletonBarry PepperDennis QuaidForrest GoodluckGrantham Coleman, Shea WhighamDonald Sutherland.

Chad Feehan, David C. Glasser, Oyelowo, Jessica Oyelowo, David Permut, Ron Burkle, Bob Yari e David Hutkin entram como produtores executivos.

‘The Legend of Zelda’: Diretor revela que pretende fazer algo ESPECIAL com a adaptação em live-action

The Legend of Zelda vai ganhar uma adaptação em live-action e, agora, o diretor Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reinado’) comentou sobre a vindoura releitura para as telonas.

Em entrevista ao CBR, o cineasta não pôde revelar muitos detalhes sobre o projeto, mas disse que está planejando fazer algo “especial” com o filme.

“Eu realmente não posso dizer nada”, ele disse. “Aprendi no passado que tudo o que digo é tirado do contexto. Provavelmente é mais seguro não dizer nada até que tenhamos algo concreto, o que tenho certeza que acontecerá em algum momento. Estou muito emocionado e feliz por fazer parte disso. Tem sido um sonho [de toda a vida] para mim, basicamente… Fazer parte de um filme de The Legend of Zeldae fazer algo especial”.

Criada em 1986 por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, a série de jogos mistura, fantasia ação e aventura ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.

Durante a apresentação da Sony no Consumer Electronics Show de 2024, o CEO Kenichiro Yoshida elevou as expectativas para a produção, dizendo que “os fãs podem esperar uma incrível história de aventura e descoberta” (via ComicBook).

Por enquanto, detalhes sobre o enredo e o elenco ainda não foram divulgados, mas a direção deve ficar a cargo de Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reino’), enquanto a cadeira de produtor será ocupada por Avi Arad, responsável pelos filmes do ‘Homem-Aranha‘.

Por falar nisso, com o anúncio da adaptação, surgiu uma grande especulação se a atriz Patricia Summersett, que emprestou sua voz à Zelda em diversos jogos da franquia, se candidataria ao papel no filme.

Durante uma entrevista à Games Radar+, a atriz respondeu:

“Claro que sim”, afirmou Summersett. “Eu adoraria interpretar Zelda repetidamente.”

“Estou bastante conectada à base de fãs agora”, declarou. “Já se passaram sete anos, então esta é minha vida. Foram três jogos, e eu sempre poderia ter mais disso. Eu amo essa parte da minha vida e da comunidade. Não que isso vá embora tão cedo. É uma alegria absoluta.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Depois do trailer, confira o novo cartaz INCRÍVEL de ‘Like a Dragon: Yakuza’!

Depois do trailer, a aguardada adaptação live-action de ‘Like a Dragon: Yakuza’ acaba de ganhar um novo cartaz incrível.

A série estreia no Prime Video no dia 25 de outubro.

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Sob a direção de Take Masaharu e Takimoto Kengo, a série narra a história de Kiryu Kazuma, um poderoso e respeitado membro da Yakuza, que se destaca por seu forte senso de justiça e humanidade. A trama se desenvolve em dois períodos, 1995 e 2005, mostrando as consequências das escolhas de Kiryu e de seus amigos de infância.

Takeuchi Ryoma interpreta o protagonista Kazuma Kiryu, enquanto Kento Kaku vive o antagonista Akira Nishikiyama.

O roteiro e a história da série foram elaborados por Sean Crouch e Nakamura Yugo, com roteiro japonês de Yoshida Yasuhiro e Yamada Kana.

A série ‘Like a Dragon: Yakuza’ será lançada em dois lotes de três episódios cada, com estreia marcada para os dias 25 de outubro e 1º de novembro no Prime Video. Para garantir que a história alcance o público global, a série contará com legendas e dublagens em 30 idiomas.

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‘Government Cheese’: Comédia SURREALISTA ganha trailer insano; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer completo de Government Cheese, comédia surrealista estrelada por David Oyelowo.

A atração chega à plataforma de streaming no dia 16 de abril.

Confira, junto às imagens:

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A série foi criada por Paul HunterAeysha Carr.

Simone MissickJahi Di’Allo WinstonEvan Ellison co-estrelam ao lado de Oyelowo.

Ambientada em 1969 no Vale de San Fernando, Government Cheese conta a história dos Chambers, uma família peculiar que busca sonhos elevados e aparentemente impossíveis, lindamente livre das realidades do mundo. Quando Hampton Chambers (Oyelowo) é liberado da prisão, sua tão esperada reunião familiar não acontece como ele havia planejado. Durante sua ausência, a esposa de Hampton, Astoria (Missick) e os filhos Einstein (Ellison) e Harrison (Winston) formaram uma unidade familiar não convencional, e o retorno de Hampton transforma seu mundo no caos.

Bokeem WoodbineJeremy BobbLouis CancelmiJulien HeronDjilali Rez-KallahLouis FerreiraThomas BeaudoinKyle MacJohn OrtizAdam Beach completam o elenco.

Willa Fitzgerald, da série ‘Pânico’, se junta a astros de ‘Gen V’ e ‘Fallout’ em ‘Callback’

Segundo o Deadline, o diretor e roteirista Blaise Beyhan escalou um forte elenco para o longa-metragem Callback, baseado em seu curta homônimo.

Asa Germann (‘Gen V’), Aaron Moten (‘Fallout’) e Dennis Quaid (‘A Substância’) irão estrelar o projeto.

O elenco ainda conta com Giovanni Ribisi (‘Sneaky Pete’), Jai Courtney (‘Esquadrão Suicida’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’), Carla Gugino (‘Chefes de Estado’), Trew Mullen (‘Pisque Duas Vezes’) e Hamish Linklater (‘Missa da Meia-Noite’).

Paul Fitzgerald (‘The Residence’) irá o papel que viveu no curta.

As gravações já começaram na cidade de Nova York, mas detalhes sobre o enredo não foram revelados.

O projeto fica a encargo da Hellblazer, em colaboração com a w.e. Films, a Electric Lady e a Stellascope.