Em SONHOS, Jennifer é uma influente socialite de São Francisco. Sua vida cuidadosamente construída entra em risco quando ela se envolve com Fernando, um jovem bailarino mexicano que sonha em atuar numa grande escola de balé. Impulsionado pelo amor e pela esperança de um recomeço, ele atravessa a fronteira para estar ao lado dela, uma decisão que ameaça desestabilizar o mundo que Jennifer tanto lutou para preservar. Determinada a manter seu império intacto, ela será capaz de tudo, mesmo que isso revele o lado mais obscuro desse romance.
A Netflix confirmou que a série animada baseada na franquia ‘Ghostbusters‘, que está sendo desenvolvida em parceria com a Sony Pictures Animation, será lançada apenas em 2027.
Elliott Kalan atuará como roteirista, showrunner e produtor executivo.
Ele já é uma antigo colaborador do serviço de streaming, tendo trabalhado no reboot de ‘Mystery Science Theater 3000‘, além de ter trabalhado como roteirista no programa ‘The Daily Show with Jon Stewart‘.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto contará com animação em 3D e trará um tom parecido com os filmes recentes da franquia.
Jason Reitman, diretor de ‘Ghostbusters – Mais Além‘, servirá como produtor.
Vale lembrar que a franquia já se aventurou no mundo da animação, com as séries ‘Os Caça-Fantasmas‘, de 1986, e ‘Os Novos Caça-Fantasmas‘, de 1997.
A 8ª temporada de ‘Game of Thrones’ pode vir a encerrar o ciclo da série de forma bem épica, segundo o site Deadline. Segundo o portal, ela poderá ter os episódios mais longos, com aproximadamente 1h30 de duração!
A informação foi sugerida neste fim de semana, durante a primeira convenção de fãs de ‘GOT’, intitulada Con of Thrones.
Durante o evento, voltado para celebrar a trama e os personagens, a design de som da produção original da HBO, Paula Fairfield, comentou sobre o formato da última temporada. De acordo com ela, embora o sétimo ciclo tenha episódios com a duração média padrão, a oitava pode se estender um pouco mais.
Embora as filmagens ainda não tenham sido iniciadas, é possível que os últimos seis episódios tenham esta duração de quase 80 minutos. É claro que mudanças futuras podem ocorrer, mas vale a pena se agarrar a esta esperança, principalmente considerando que teremos quatro episódios a menos.
O drama ‘The Wife‘, estrelado por Glenn Close (a Cruella de ‘101 Dalmatas‘) e Jonathan Pryce (o Alto Pardal de ‘Game of Thrones‘), ganhou uma nova imagem.
Confira:
Em ‘The Wife‘, Glenn Close viverá Joan Castleman, que deixou a vida de escritora para ser uma boa e dedicada esposa para Joe Castleman (Jonathan Pryce), um literário renomado e mulherengo. Mas tudo está prestes a mudar no dia do Prêmio Nobel de Literatura, em que Joan decide se separar do marido.
Além de casal de protagonistas, ‘The Wife‘ ainda terá Logan Lerman (‘As Vantagens de Ser Invisível‘), Christian Slater (‘Mr. Robot‘), Max Irons (‘A Garota da Capa Vermelha‘), e Harry Lloyd (‘A Teoria de Tudo‘) e Annie Starke vivendo a versão jovem dos protagonistas.
Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.
“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”
O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.
‘X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.
Para distrair os fãs da Marvel durante o período de reclusão social, a Disney iniciou uma série de aulas on-line com seus artistas conceituais, que vão ensinar os internautas a desenharem alguns de seus personagens mais populares.
E dessa vez, a Casa do Mickey está ensinando como fazer o Capitão América. A aula é ministrada pelo artista Ryan Meinerding, responsável pelas artes conceituais de filmes como ‘Vingadores: Ultimato‘, ‘Guerra Infinita‘ e mais.
Uma publicação compartilhada por Marvel Studios (@marvelstudios) em
Assista à nossa crítica do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, capítulo que marca a despedida de Robert Downey Jr. da franquia:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.
A adaptação solo da heroína ‘Zatanna‘ parece estar ganhando forma e durante um evento interno realizado pela Warner Bros. a logo oficial da produção foi divulgada.
A marca aparece cercada pelas demais logos oficiais de outros projetos cinematográficos e televisivos que já estão em desenvolvimento ou até mesmo prontos, como ‘The Batman‘, ‘Supergirl‘ e ‘Aquaman 2‘.
Confira:
O anúncio da logo confirma os antigos rumores de que uma série ou filme baseado na heroína já está nos planos da DC. No entanto, ainda não há detalhes precisos a respeito do projeto, nem em que está de desenvolvimento ele se encontra.
Para quem não conhece, Zatanna é uma feiticeira que herdou seus poderes dos pais, John Zatara e Sindella, descendentes da raça homo magi.
Entre suas principais habilidades, ela é capaz de conjurar magia, materializar objetos com o pensamento, teletransportar, curar ferimentos e manipular o tempo e o espaço.
A personagem já fez parte da Liga Justiça Sombria ao Lado de John Constantine, até que é convidada como membro honorário da Liga da Justiça original.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022
Uma fotografia solar sob um filtro mais fosco torna os primeiros minutos de Baby Ruby em uma materialização impecável do que é a vida na era digital, onde cada instante de nossos dias é pautado a partir da possibilidade de se tornar um momento instagramável. E com uma decoração simplista e um olhar mais apurado para registrar tudo ao seu redor pelos ângulos mais favoráveis, Jo é uma blogueira famosa e mãe de primeira viagem que está preparando os detalhes finais de sua gestação, com uma chá de bebê digno de Pinterest e uma comemoração intimista que exala os ares de influencer gringa low profile – que deixou a França para viver a vida nos Estados Unidos com seu belo esposo.
Mas o que o glamour de uma gravidez perfeita não lhe revelou foi a espiral do famoso puerpério, termo que muita gente até hoje nunca ouviu falar. E sob uma alucinante psicose pós-parto, Jo começa a questionar sua sanidade e até mesmo a de sua nova e lindíssima bebê, que parece ser a extensão de um enorme pesadelo na vida de uma mulher já submetida ao mais profundo estresse. Baby Ruby marca a estreia na direção de Bess Wohl, que faz de seu primeiro longa um genuíno posicionamento cultural sobre como a arte pode ser usada de forma tão original para iniciar conversas tão fundamentais e ainda tão raras na sociedade contemporânea. Com um roteiro perspicaz e dinâmico, a nova cineasta brinca com sua protagonista em tela, aguçando tanto os seus sentidos como as nossas sensações, nos imergindo em uma jornada de efeitos colaterais inesgotáveis.
Usando os estereótipos do gênero de thriller psicológico de maneira precisa para nos absorver na jornada de Jo e de sua recém-descoberta maternidade, Wohl ainda abre espaço para a atriz Noémie Merlant brilhar em cena, mostrando o seu talento para além do que fora mostrado em Retrato de uma Jovem em Chamas. Entre a loucura absoluta e a neurose, a francesa traz um retrato audacioso da maternidade da vida real, quando o brilho da tela dos smartphones se apaga. E entregando uma experiência completa e ofegante para a audiência, a diretora ainda faz de seu thriller dramático uma aterrorizante análise social crítica, que nos mantém em estado de alerta e de questionamento por toda sua duração.
Surpreendente e bem dirigido, o thriller ainda faz uma metáfora impressionante da depressão pós-parto, se privando de explicações exaustivas e desnecessárias – que naturalmente atrapalhariam a experiência do público. Desafiando a nossa compreensão a respeito das reais origens e motivações que regem a caótica jornada da protagonista, o filme nos mantém em dúvida a todo momento, guardando seu plot twist para os instantes finais, sempre deixando um rastro de questionamentos que nos acompanham na saída da sessão. Com toques serenos de humor – que agregam um valor diferente à trama -, Baby Rubyé do tipo que não prometeu nada, mas entregou tudo.
Protagonizado pela genial Laure Calamy (Minhas Férias com Patrick), Contratempos é uma leitura contemporânea sobre a precarização do trabalho.
Amparado na realidade do caos urbano vivido pelos franceses entre dezembro/2019 e janeiro/2020, o diretor e roteirista Eric Gravel nos coloca no turbilhão de emoções de alguns dias na vida de Julie Roy (Laure Calamy). Durante a greve de transporte público na capital francesa, a governanta e mãe solo de dois filhos se vira do avesso para cumprir suas tarefas diárias.
Sem entrar nos detalhes da paralisação de transportes, Contratempos (no original, À plein temps) se concentra na luta de Julie por comparecer ao seu trabalho em um hotel de luxo e cuidar dos filhos. Se com o transporte do subúrbio para o centro de Paris já era difícil, com a eclosão da greve as coisas tornam-se quase insuportáveis.
Então o que Julie faz? Usa as pernas. Corre de um lado para outro. Seu trabalho é o sustento da família, mas não sua verdadeira área de atuação. Entre passar aspirador nos carpetes e limpar fezes das paredes, ela tenta encontrar uma vaga numa empresa de qualidade de alimentos. Sua real área de estudos.
Vale ressaltar que em 2020 houve uma outra greve na França: a das camareiras. Com horários inflexíveis, salários pouco compensatórios e exigência de rapidez máxima, a profissão tornou-se símbolo de uma luta de classe. A semana que acompanhamos Julie é o começo dos protestos contra a reforma da previdência e a precarização do trabalho proposta pelo então presidente francês.
Se por um lado, a greve perturba a vida dos trabalhadores, por outro, ela está sendo colocada em prática para ajudá-los no futuro. Somos, no entanto, seres imediatistas e queremos resolver nossos perrengues de hoje sem pensar no amanhã. A brilhante atriz Laure Calamy — conhecida pela divertida Noémie da série Dix Pour Cent (2015-2020) da Netflix — tem um domínio de tela e uma força de sobrevivência intensa ao representar todas as pessoas que vivem neste limiar.
Cada olhar da protagonista transmite dezenas de sentimentos. Como mãe, ela não tem tempo para estafa, sua rotina matinal é um misto de tentativa de diálogo e comando. Carinhosa e batalhadora, ela dosa a educação dos filhos com algumas restrições e realizações de suas vontades. Ela compra, por exemplo, uma cama elástica e leva os filhos ao parque de diversões, mesmo com o orçamento apertado.
E o pai das crianças? Apesar dos insistentes pedidos de Julie, ele nem liga no aniversário do filho. Com a greve, ela não chega a tempo em casa para buscar as crianças na vizinha e, assim, perde também uma de suas redes de auxílio. Em busca de um emprego com relação aos seus estudos, Julie se dobra em quatro para correr de salto alto nas ruas de paralelepípedo de Paris e chegar a tempo em uma das suas entrevistas.
Esta é a semana chave da vida de Julie, tudo que pode acontecer acontece e o mundo ao redor não para para ajudá-la. A gente percorre com ela cada escolha, carona e obstáculo durante essa semana de transtorno nos perguntando: se fosse comigo, eu faria a mesma coisa?
Contratempos é um filme catártico e libertador. Ele expõe os superpoderes de pessoas normais — como eu e você — em busca de seus objetivos. O roteiro é enxuto por apresentar um momento chave de tensão das grandes cidades e, assim, nos provoca uma explosão de emoções neste pequeno espaço de observação. O final é redentor, pois nos transmite a sensação de que lutar por nossos ideais vale a pena.
Contratempos foi lançado no Festival Varilux de Cinema Francês 2022. Distribuído pela Bonfilm, o longa chega aos cinemas nacionais dia 10 de novembro de 2022.
Com o sucesso de ‘Pantera Negra’, o mais recente filme da Marvel Studios, a “casa das ideias” ultrapassou a incrível marca de US$ 14,22 bilhões apenas em bilheteria com seus filmes, em 10 anos.
Vale lembrar que, em 2009, a Disney comprou a empresa por “apenas” US$ 4 bilhões. O sucesso absoluto de público e a boa aceitação da crítica, transformaram os filmes de super-heróis em um gênero cinematográfico e a Marvel Studios líder no mercado.
Esse valor só deve aumentar, afinal ainda esse ano tem dois grandes lançamentos: ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em maio, e ‘Homem-Formiga e Vespa’ em julho.
Após ter sido adiado pela Fox e os inúmeros boatos de que seria cancelado após o acordo com a Disney, ‘X-Men: Fênix Negra’ vem passando por uma série de refilmagens nos últimos meses, e parece que a equipe de produção está se preparando para retornar ao set mais uma vez. Pelo menos é o que garante o site Revenge of the Fans.
De acordo com a reportagem, o elenco completo vai se reunir em Montreal, no Canadá, agora em agosto, e o processo será finalizado nos últimos dias de setembro. Nesse momento, os cenários estão sendo reconstruídos para as novas cenas.
Enquanto isso, um novo vídeo divulgado no YouTube pode ter revelado os trajes de três heróis de ‘X-Men: Fênix Negra’. Nas imagens, vemos Fênix, Ciclope e Fera vestidos com o uniforme clássico: roupa preta com o “X” amarelo no peito e ombro. Confira:
Recentemente, a 20th Century Fox apresentou o primeiro trailer de ‘Fênix Negra’ no CineEurope 2018 e a primeira reação ressalta um tom mais leve em comparação com os filmes anteriores da franquia.
Artur Chachelov, escritor do Kinometro, contou que o trailer mostrou um tom menos sombrio do que o que tem sido visto em ‘Novos Mutantes’, por exemplo.
“O suspense de ação ‘Fênix Negra’ parece bem melhor que o esperado. Na apresentação, seu novo trailer foi exibido, livrando-se da escuridão excessiva do teaser e posicionando claramente o projeto como uma continuação direta dos X-Men”
O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
Para os fãs dos filmes sem-noção, essa semana que se inicia é uma das mais aguardadas do ano. Isso porque finalmente chega aos cinemas o insano O Urso do Pó Branco.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme, que é divertidíssimo.
Dirigido por Elizabeth Banks, o filme conta a história de uma ursa que vivia sua vida em um parque natural dos Estados Unidos, quando uma carga colossal de cocaína é arremessada de um avião e acaba caindo próximo ao animal, que vai até a carga e passa a consumir a droga, se transformando em uma verdadeira máquina de matar. Bizarro, né? Mas, como indicam os trailers e pôsteres, por mais absurdo que pareça, o roteiro foi inspirado em uma história real.
Essa história se passa no estado da Geórgia, em 1985. Para dar um contexto maior, os EUA sofreram uma crise gravíssima na década de 1980 com uma epidemia de usuários de drogas ilícitas, sendo as principais a cocaína e o crack. Nesse cenário, o tráfico internacional ganhou muita força no país, rendendo fortunas a quem conseguisse entrar e sair do país com as cargas dessas substâncias, como já foi retratado em diversos filmes e séries que conquistaram o público nos últimos anos.
Pois bem, um desses traficantes era Andrew Thornton, que por si só já tem uma história que renderia um filme. Natural do Kentucky, o rapaz frequentou boas escolas e ingressou na reserva das Forças Armadas para conseguir frequentar a faculdade. Só que ele largou os estudos para entrar efetivamente para o exército, onde se especializou em paraquedismo e chegou a atuar na invasão à República Dominicana, recebendo condecorações por seus serviços prestados. Depois das missões, ele voltou a estudar, mas não concluiu, largando a faculdade novamente para treinar cavalos de corrida com o pai.
Andrew Carter Thornton II
No fim dos anos 60, ele entrou para a polícia e começou a cursar aulas noturnas de Direito. Formado, ele foi transferido para o departamento de narcóticos na década de 1970, e aí que o bicho pegou de verdade. Tendo experiência com voo e saltos de paraquedas, além de ser um conhecedor das leis e estar em contato constante com traficantes, suspeitos e vítimas, ele passou a integrar o esquema de tráfico internacional, transportando armas e drogas. Ele deixou oficialmente a polícia em 1977 e começou a advogar na região de Lexington, no Kentucky. Quatro anos mais tarde, ele foi acusado de tráfico de armas e drogas, e foi preso após tentar fugir para a Carolina do Norte. No entanto, ele passou apenas seis meses na cadeia, pagou uma multa de 500 dólares e foi impedido de exercer o Direito, mas nada o impediu de seguir ganhando a vida com o tráfico com uma gangue local conhecida como “A Companhia”.
Então, em 1985, aconteceu a fatídica viagem que renderia o filme mais surtado de 2023. Thornton e seu copiloto foram buscar um carregamento de cocaína na Colômbia. Na época, a carga valia milhões de dólares, uma verdadeira fortuna. Porém, na viagem de volta, ele acreditou estar sendo seguida pela polícia e decidiu despachar a droga do alto do avião. Assim, uma carga milionária de cocaína em pacotes foi arremessada do bimotor, que acabou colidindo na Carolina do Norte.
Policiais analisando o corpo de Andrew Thornton.
As bolsas com os pacotes de cocaína caíram na floresta de Chattahoochee-Oconee, na Geórgia. E não foi só a droga que caiu, não. É que essa viagem selou o destino de Andrew, que tinha a experiência como paraquedista, mas acabou vítima da própria ganância. Antes de saltar do avião, ele pegou uma mala com cerca de 35 kg do pó branco e pulou rumo à morte. Isso porque o peso extra fez com que o paraquedas enrolasse e perdesse a utilidade. Assim, o traficante caiu com tudo na garagem de uma família em Knoxville, morrendo aos 40 anos de idade.
Parte da droga arremessada por ele foi encontrada no entorno. Só que as notícias de que um carregamento ainda maior que supostamente teria caído no parque nacional de Chattahoochee-Oconee levou policiais e curiosos (afinal, a carga valia muita grana) a se aventurarem pelas matas, como caçadores da droga perdida. E aí que entra o tal urso.
Divulgação/ Universal.
Durante essas buscas, um corpo em decomposição de um Urso Negro foi encontrado, cercado por mais de 40 pacotes de cocaína destroçados. É, o urso não chegou a matar ou atacar ninguém, ele só comeu e cheirou o entorpecente, ficou doidão e praticamente explodiu por dentro. O legista afirmou que o estômago do animal ficou lotado de cocaína, tornando sua sobrevivência impossível. Acontece que, por conta da decomposição, a necropsia encontrou apenas 4g da droga ainda presente na corrente sanguínea do pobre animal.
Segundo o médico o urso sofreu horrores com uma série de sintomas que o levaram à morte. “Hemorragia cerebral, insuficiência respiratória, hipertermia, insuficiência renal, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral. O que você pensar de problema de saúde, aquele urso tinha”, afirmou ao The Guardian na época.
Reprodução/ The New York Times.
A história que era trágica “viralizou” e acabou virando piada na imprensa local. Não demorou para associarem a morte do animal ao lançamento das cargas feito pelo traficante morto, e logo o coitado do urso passou a ser chamado “carinhosamente” de Pablo Eskobear, tirando sarro de seu destino ao associá-lo ao lendário traficante colombiano, Pablo Escobar.
O animal foi recolhido e após a necropsia, foi empalhado e está preservado até hoje. Quem quiser ver o verdadeiro Urso do Pó Branco pode ver seu corpinho exposto no Kentucky for Kentucky Fun Mall. Sim, o bicho está exposto em um shopping, que conta com uma loja dedicada a ele. E como essa história bizarra rendeu assunto no hemisfério norte inteiro, o urso virou um dos símbolos da região, e claro que esse caso atraiu um grande número de visitantes para o parque nacional em que a droga caiu e o urso morreu.
O “Urso do Pó Branco” está exposto em um shopping até hoje.
Claro que o filme teve muita liberdade criativa na hora de adaptar a trama, transformando o animal numa clássica ameaça dos filmes slasher. Em entrevista à Variety, a diretora do filme, Elizabeth Banks, disse que teve acesso aos laudos do legista e confirmou que realmente era uma história trágica, mas que resolveu imaginar um cenário de em que o pobre animal pudesse fazer justiça com as próprias mãos.
“Eu entendo como foi uma situação terrível esse urso ter se envolvido nessa trama e acabar morrendo no fim. Para mim, fazer esse filme foi encarado como uma chance de pensar em uma história de vingança para o urso”, disse.
O Urso do Pó Branco chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, 30 de março.
Pimenta nos olhos do outro é refresco, já diria o ditado. Isso é particularmente verdade quando entramos no universo das paranoias criadas pelo nosso cérebro. Enquanto muitos de nós consegue mais ou menos administrar os impulsos neuróticos que vez ou outra nossas inseguranças criam em nossas cabeças, algumas pessoas têm mais dificuldade nesse controle, e acabam se deixando levar pelos caminhos tortuosos que o cérebro é capaz de criar em nossa mente – o que, por sua vez, pode gerar situações potencialmente cômicas e/ou potencialmente dramáticas. No limite entre ambas, estreia a partir dessa semana nos cinemas brasileiros o filme nacional ‘Pronto, Falei’.
Renato (Nicolas Prattes) é editor de um jornal. Intimamente, ele pensa mil coisas sobre muitas pessoas, mas não tem nenhuma gota de coragem para dizer o que pensa em voz alta. Por isso, ele escreve. Em seu caderninho, inúmeros diálogos são redigidos, e, quando o impulso é muito forte, ele escreve e-mails para as pessoas, guardando-os sempre na pasta de rascunhos sem nunca enviá-los… até o dia em que, num ímpeto de angústia, seu subconsciente faz com que ele envie todos os 349 rascunhos a seus verdadeiros destinatários. Quando acorda e percebe o que aconteceu, Renato tem que lidar com as consequências de seu ímpeto sincerão. Felizmente ele poderá contar com a boa vontade de Edgar (Rômulo Arantes Neto), fotógrafo do jornal que foi contratado para escrever as colunas diárias do periódico, cujos textos Renato revisa. Com Edgar assumindo a autoria dos e-mails, a vida de Renato mudará para sempre.
Distribuído como sendo do gênero da comédia, ‘Pronto, Falei’ não o é. Ao contrário, se enquadra muito mais no gênero do drama, com momentos de bom humor que levam a algum riso, mas que não chega nem perto de ser cômico. Toda a angústia do protagonista em não conseguir se impor, falar o que pensa e defender suas próprias ideias é muito bem transmitida por Nicolas Prattes – que muitas vezes, apesar da narração em off, nem precisaria desse recursodo roteiro, tamanha a competência expressiva do ator em transmitir a angústia do personagem sem nem precisar dizê-lo.
A ideia original da psicóloga Camila Petean foi bem roteirizada por Fabio Danesi, Alexandre Soares Silva e Camila Raffantti, mas o tom utilizado pelo diretor Michel Tikhomiroff conduz as cenas muito mais inclinadas para o drama sentido pelo seu personagem do que a paranoia engraçada e leve tão bem feita por Woody Allen ao longo de sua carreira. Desse modo alguns diálogos – que em teoria deveriam provocar riso – ficam deslocados em cena, especialmente com a personagem de Kéfera Buchmann, deslocada na história; por outro lado, reforça o abismo psicológico em que esse protagonista se encontra, preso em sua própria jaula e que culmina em uma impactante cena na reta final do longa. Como vimos recentemente em filmes como ‘Depois a Louca Sou Eu’, com saúde mental não se brinca, e a gente precisa se acostumar a ouvir nossas próprias angústias.
Mesmo focando em um gênero e acertando em outro, ‘Pronto, Falei’ é um filme surpreendente e que faz refletir sobre o impacto paralisante do medo à rejeição em nossas vidas, e no quanto tanto sofrimento poderia ser evitado se não julgássemos tanto uns aos outros.
Segundo notícias do site Deadline, o diretor Gary Shore, conhecido por Drácula: A História Nunca Contada, já tem como seu próximo projeto um filme de terror centrado no navio Queen Mary, o qual será nomeado a partir do próprio gigante dos mares.
O filme é inspirado pelas inúmeras histórias de terror que agora fazemparte da lenda do navio. Segundo relatos, “pessoas afirmam que um dos quartos é alegadamente assombrado pelo espírito de uma pessoa que foi assassinada lá dentro. O Queen Mary agora funciona como uma atração assombrada, incluindo tours por seus extensos corredores”.
O projeto foi desenvolvido pelo produtor Brett Tomberlin, responsável por A Casa Winchester. Nigel Sinclair e Nicholas Ferrall também entram como produtores executivos.
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Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 7 de outubro.
Criada por Salim Akil, a série não faz parte oficialmente do Arrowverse, mas a possibilidade de um futuro crossover não foi descartada.
A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.
O elenco conta com Cress Williams, Nafessa Williams, China Anne McClain, Christine Adams, James Remar e Damon Gupton.
No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.
‘The True History of the Kelly Gang’, novo filme do cineasta Justin Kurzel (‘Assassin’s Creed’), ganhou seu primeiro trailer oficial.
Confira:
Russell Crowe, Nicholas Hoult e George MacKay são os protagonistas.
A cinebiografia conta a história do fora da lei australiano, Ned Kelly, e sua gangue, que se consagraram como heróis nacionais para a população – por sua subversão em desafiar a autoridade da Austrália colonial – à medida que eram caçados pela polícia por seus roubos e assassinatos.
Roteirizado por Shaun Grant a partir da biografia homônima de Peter Carey , ‘The True History of The Kelly Gang’ conta também com Travis Fimmel, Sean Keenan, Dacre Montgomery, Harry Greenwood, Thomasin McKenzie e Earl Cave.
O filme tem estreia prevista para o dia 24 de abril.
Em seu terceiro álbum de estúdio, Madonna resolve mergulhar com ainda mais força nos temas que já havia explorado em investidas anteriores e, eventualmente, culmina em uma de suas melhores obras, intitulada ‘True Blue’. Dedicado, à época, ao seu marido Sean Penn, o escopo musical traz uma premissa otimista e reconfortante que estende-se ao longo de nove belíssimas faixas, procurando, em cada uma delas, encontrar um pano de fundo diferenciado e aglutinando diversos estilos em um mesmo lugar. É claro que, considerando que a multiplicidade narrativa poderia culminar em um saturado disco, a artista também encontrou gigantesco sucesso pela fluidez tanto de sua voz quanto pelos hits dançantes e envolventes.
A mais nova aventura da cantora abre com “Papa Don’t Preach”, uma contraditória canção que se inicia com clássicos violoncelos e violinos e, em um inesperado ápice, encontram-se em meio aos sintetizadores e a um baixo eletrônico deliciosamente bem estruturado. A utilização de elementos do electro-pop, porém, não insurge com originalidade, ainda mais levando em conta que Madonna já os utilizou em produções antecedentes; o que nos chama a atenção é que, afastando-se de sua rebeldia soubrette (vide ‘Like a Virgin’) e procurando uma estabilização aplaudível que abre espaço para um mezzosoprano menos afetado e mais coeso. Não estou dizendo que, em um passado remoto, a voz da artista não tenha funcionado; digo que, dentro das premissas que nos apresenta, tais escolhas ficariam fragmentadas demais.
A música em questão funciona em um âmbito extracósmico, dialogando, em precedência e procedência, com “La Isla Bonita”. Enquanto “Papa” relata as angústias de uma jovem garota por ter engravidado fora de um casamento, a track em questão analisa de forma irônica e chocante os motivos de tal “irresponsabilidade”, por assim dizer. “Noite passada, sonhei com São Pedro” é a ambígua dúbia frase que, a priori, revela a paixão do eu lírico pela campesina atmosfera sul-americana, reafirmada pelos instrumentais latinos que expandem-se em harmônicas, maracas e notas de um acústico violão que aumentam sua complexidade mais do que poderíamos imaginar. O verso que une ambas as rendições, por mais separadas que estejam, resume-se em “onde uma garota ama um garoto, e um garoto, uma garota”.
O ritmo latino volta com a explícita declaração de amor “Love Makes the World Go Round”, na qual Madonna se afasta da atmosfera onírica supracitada e mergulha em uma dançante e memorável canção que funciona em uma totalidade incrível para encerrar o CD. Aqui, os tons próprios da cultura latino-americana se fundem com os sintetizadores e com o teclado eletrônico, iniciando de forma levemente convencional até explodirem num otimista chorus que diz “é fácil esquecer se você não ouve o som”, concluindo-se na repetição do verso-título.
É notável analisar de que forma a nova entrega de uma das maiores vozes da história da música alcança um patamar bastante considerável que supera seus trabalhos anteriores – e que, anacronicamente, voltaria a ser superado poucos anos depois. Porém, não podemos deixar de citar seus poucos defeitos, que, no caso, restringem-se a duas faixas em questão: a primeira, “Where’s the Party”, ganha um apreço por sua construção nostálgica e pelas habilidosas lyrics que fazem bom uso de uma repetição proposital; entretanto, “Jimmy Jimmy”, a track que antecede o final, nos passa uma sensação reciclada, principalmente por se iniciar com as mesmas batidas demarcadas e agudas do teclado eletrônico. Mesmo assim, é um fato dizer que nenhuma das músicas peca em muito em dialogar uma com a outra, mantendo-se em um nível bom o suficiente para nos envolver.
Felizmente, os profusos ápices do disco conseguem falar muito mais alto: temos, por exemplo, “White Heat”, que nos leva de volta ao final dos anos 1940 com o prelúdio retirado de ‘Fúria Sanguinária’ narrado por James Cagney. O próprio diálogo ecoante já prenuncia a entrada de uma expressiva guitarra que combina-se com os conhecidos elementos do electro-pop; “Live to Tell”, por sua vez, funciona como uma melódica e etérea balada que traz consigo uma trilha surpreendentemente visual. Apesar da manutenção de uma linearidade um tanto quanto incômoda, são os múltiplos instrumentos combinados em um único lugar que ganham nossa total atenção – aliados ao verso que divide o refrão, ganhando força antes do terceiro ato.
A faixa-título, todavia, é a que mais nos soa familiar – e talvez a que mais revele as influências que Madonna abraçou para tornar-se a artista que adoramos. Além da reconfortante letra, a voz da cantora abandona as afetações de outrora de vez, fazendo declamações que nos recordam do dance-pop dos anos 1960, mais precisamente do grupo conhecido por Motown Girls; aliás, ela não pensa duas vezes antes de nos lançar em uma viagem movida por batidas bem demarcadas e vocais precisos e sutis.
‘True Blue’ é um memorável álbum e uma incrível adição à ainda novata carreira de Madonna. Ganhando inúmeras revisitações nos anos que a seguiriam e inclusive servindo de inspiração para seu conterrâneo Michael Jackson, essa epopeia romântica é extremamente original e alcança sucesso em meio a uma possível ruína. Afinal, são poucos os artistas que conseguem unir com sabedoria e coesão inúmeros gêneros em um mesmo lugar – e Madonna fez isso com exímia cautela.
A EPIX divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Bridge and Tunnel’, sua nova série original estrelada por Edward Burns (‘O Resgate do Soldado Ryan’).
A série é também escrita, dirigida e produzida por Burns.
Essa dramédia é ambientada nos anos 1980 e gira em torno de um grupo de recém-graduandos da faculdade que vão para Manhattan para seguir seus sonhos – enquanto deixam para trás sua cidade natal em Long Island.
Sam Vartholomeos, Caitlin Stasey, Gig Zumbado, JanLuis Castellanos, Brian Muller, Isabella Farrell e Barrett Wilberd Weed completam o elenco.
‘Bridge and Tunnel’ estreia no dia 24 de janeiro de 2021.
A Netflix divulgou hoje (04) o teaser trailer legendado de ‘A Jornada de Vivo’ (‘VIVO’), animação original estrelada por ninguém menos que o múltiplo vencedor do Tony Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’, ‘O Retorno de Mary Poppins’).
Confira:
O filme é co-dirigido por Kirk DeMicco (‘Os Croods’) e Brandon Jeffords (‘Tá Chovendo Hambúrguer’). DeMicco também assina o roteiro ao lado de Quiara Alegría Hudes.
Miranda fica responsável pelas músicas originais do longa, com Alex Lacamoire cuidando da trilha sonora.
O musical animado gira em torno de Vivo, um kinkajou único (ou seja, um “urso do mel” tropical) que deve encontrar seu caminho de Havana para Miami para entregar uma música em nome de seu adorado dono e mentor, Andres. ‘VIVO’ é uma história apaixonante sobre coragem, família e a crença de que a música abre portas para novos mundos.
Gloria Estefan, Ynairaly Simo, Zoë Saldaña, Michael Rooker, Bryan Tyree Henry, Nicole Byer, Leslie David Baker, Katie Lowes, Olivia Trujillo e Lidya Jewett completam o elenco.
‘A Jornada de Vivo’ chega em breve ao catálogo da Netflix.
A Universal Pictures divulgou hoje (27) o trailer oficial de ‘Belfast’, novo filme do diretor Kenneth Branagh (‘Assassinato no Expresso do Oriente’).
Confira:
O filme é produzido por Laura Berwick, BeccaKovacik e Tamar Thomas.
‘Belfast’ é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.
Jamie Dornan, Caitriona Balfe, Judi Dench, Ciarán Hinds e Jude Hill estrelam.
O longa-metragem deve estrear ainda em 2021, sem dia de lançamento confirmado.
‘Yellowstone’ é um dos maiores sucessos da Paramount+ e inclusive já ganhou uma série pré-sequência intitulada ‘1883’, que alcançou patamar similar entre os assinantes da plataforma e a crítica.
Agora, o serviço de streaming trouxe boas novas aos fãs da produção e anunciou mais uma produção derivada, intitulada ‘1932’.
O novo spin-off irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).
Mais detalhes não foram revelados.
Vale lembrar que as quatro primeiras temporadas da série original já estão disponíveis na Paramount+ (e inclusive foi renovada para a 5ª temporada), bem como o ciclo de estreia de ‘1883’.
A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.
A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.
Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly Reilly, Wes Bentley e Cole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki Weaver, Piper Perabo, Kathryn Kelly e Finn Little.
A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando o icônico lip-sync do 9º episódio.
Jinkx Monsoon e Monét X Change foram as duas melhores competidoras do desafio da última semana e, pela primeira vez na história do programa, dublaram não uma música, mas sim uma das cenas mais conhecidas da clássica sitcom dos anos 1980, ‘Designing Women’.
Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 15 de julho.
O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.
A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.
Em entrevista ao programa Tooning Out the News, apresentado por Stephen Colbert, o aclamado romancista George R.R. Martin comentou um pouco sobre o adorado universo literário de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’ e aproveitou para falar sobre o próximo capítulo da saga, ‘The Winds of Winter’ (Os Ventos do Inverno, em tradução livre).
Na ocasião, Martin comentou que oficialmente terminou “entre 1100 e 1200 páginas” e que teria mais “400, 500 páginas” para finalizar antes de concluir o romance. Ele também citou “bloqueio criativo”para a longa espera por parte dos fãs.
Anteriormente, em entrevista ao The Wall Street Journal, Martin falou sobre a premiada série ‘Game of Thrones’ e revelou que gostaria que a adaptação tivesse durado, no mínimo, dez temporadas.
“Eu estava dizendo que precisava ter dez temporadas, no mínimo, e talvez doze, treze. Eu perdi. Não dei qualquer contribuição às temporadas finais, exceto por, você sabe, inventar o mundo, a história e todos os personagens”, ele contou. “Eu acredito ter mais influência agora do que no show original”.
Lembrando que a 1ª temporada da série derivada ‘A Casa do Dragão’, baseado em outro romance de Martin, já está disponível na HBO Max.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
A vencedora do Grammy e apresentadora Kelly Clarkson recentemente se manifestou depois que vários funcionários de seu talk show, ‘The Kelly Clarkson Show’, alegaram que os executivos do programa criaram um ambiente de trabalho tóxico (via EW).
Nada menos que onze funcionários – um atual e dez antigos – disseram que estavam sobrecarregados, mal pagos e sujeitos a bullying e abuso verbal enquanto trabalhavam no show, em um novo relatório da Rolling Stone publicado na última sexta-feira, 12. Naquela mesma noite, Clarkson foi às redes sociais para responder às acusações.
“Em meus 20 anos na indústria do entretenimento, sempre liderei com meu coração e com o que acreditava ser certo”, ela escreveu em sua conta oficial no Instagram. “Amo minha equipe no ‘The Kelly Clarkson Show’, e descobrir que qualquer pessoa está se sentindo calada ou desrespeitada é inaceitável”.
Clarkson continua: “sempre fui, e sempre continuarei sendo, comprometida a criar e a manter um ambiente [de trabalho] saudável e seguro”.
A apresentadora também comentou que, agora, está “mais comprometida que nunca” a garantir que sua equipe seja “composta pelos melhores e mais gentis do ramo”, visto que o programa planeja transferir a produção para Nova York.
O slasher ‘Totally Killer‘, novo terror cômico estrelado por Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), chegou no começo deste mês ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito compilando os momentos mais aterrorizantes da produção.
Confira:
A mãe de Jamie (Shipka), Pam (Julie Bowen), é aterrorizada pelo ressurgimento de um assassino mascarado que massacrou um grupo de adolescentes nos anos 80. Com a ajuda de sua amiga Amelia (Kelcey Mawema), ela viaja no tempo para 1987, lutando ao lado de uma versão adolescente sua mãe (Olivia Holt) para derrotar o serial killer de uma vez por todas.
Nahnatchka Khan (‘Meu Eterno Talvez’) é responsável pela direção.
O roteiro foi escrito por Jen D’Angelo, baseado em uma ideia original de David Matalon e Sasha Perl-Raver.
O elenco ainda conta com Randall Park, Lochlyn Munro, Charlie Gillespie, Stephi Chin-Salvo, Anna Diaz, Jeremy Monn-Djasgnar e Troy Leigh-Anne Johnson.
A 20th Century Studios divulgou um cartaz nacional e inedito de ‘Tipos De Gentileza‘ (Kinds Of Kindness), próximo filme do aclamado cineasta Yorgos Lanthimos (‘A Favorita’ e ‘Pobres Criaturas’).
Confira, junto ao trailer:
O longa estreará nos cinemas norte-americanos em 21 de junho. No Brasil, segue sem previsão, mas o anúncio deve ser feito em breve.
Além de dirigir, Lanthimos também assina o roteiro ao lado de Efthimis Filippou (‘O Sacrifício do Cervo Sagrado’).
“A trama gira em torno de três personagens: um homem sem escolha que tenta assumir o controle de sua própria vida; um policial que está alarmado porque sua esposa desapareceu no mar e ao voltar, parece uma pessoa diferente; e uma mulher determinada a encontrar alguém específico, com uma habilidade específica, que esteja destinado a se tornar um líder espiritual prodigioso.”
Emma Stone é uma das protagonistas do projeto, marcando sua quinta colaboração com o diretor. O elenco ainda conta com Jesse Plemons, Willem Dafoe, Margaret Qualley, Hong Chau, Joe Alwyn, Mamoudou Athie e Hunter Schafer.
‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘ estrelada por Colin Farrell, chega esta semana ao catálogo da Max – e, diferente do que imaginávamos, John Turturro não irá reprisar seu papel como Carmine Falcone na atração.
Na verdade, o icônico gângster será encarnado por Mark Strong (‘Kingsman’) – e o motivo da decisão de substituir o ator que o interpreta não havia sido revelado até agora.
Em entrevista à IGN, a showrunnerLauren LeFranc explicou que a troca aconteceu por um simples conflito de cronograma.
“Bom, praticamente, John estava indisponível para nós”, ela explica. “Ele estava com problemas de agenda e não conseguimos fazer funcionar. Mas, honestamente, estou muito animada que conseguimos trazer Mark Strong. Acho ele muito bom”.
LeFranc continua: “mesmo assim, talvez no começo, quando você o conhece, você pode pensar: ‘oh. Bem, para os fãs de ‘Batman’, estou muito acostumada com John Turturro’. E obviamente John é um ótimo ator, mas sinto que a seriedade que Mark traz é diferente. É muito específico e espero que, no final do episódio, você esteja apenas pensando: ‘esse é Carmine Falcone’ e esteja envolvido com o que Mark traz a ele”.
Lembrando que a série estreia hoje, 19 de setembro.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘ estrelada por Colin Farrell, se tornou uma das produções mais aclamadas do ano – e foi relembrada na lista de vencedores do SAG Awards 2025.
Farrell levou para casa o prêmio de Melhor Ator em Série Limitada por seu papel como o personagem titular.
O diretor Matt Reeves e a showrunnerLauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
Segundo o Deadline, Odeya Rush (‘Lady Bird’, ‘Goosebumps’) foi escalada para o elenco de ‘Memory of a Killer’, suspense criminal da FOX.
Richard Harmon (‘Premonição 6: Laços de Sangue’) foi escalado em caráter regular para o elenco de ‘Memory of a Killer’, suspense criminal da FOX.
Rush se junta aos previamente confirmados Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), Michael Imperioli (‘Os Sopranos’) e Richard Harmon (‘Premonição 6: Laços de Sangue’)
Ed Whitmore e Tracey Malone são responsáveis pelo roteiro.
O seriado é inspirado pelo filme bélgico De Zaak Alzheimer (La Memoire Du Tueur), de 2003. O longa ganhou um remake hollywoodiano, ‘Assassino Sem Rastro‘, quase duas décadas depois.
Na trama…
Angelo Ledda (Dempsey) vive duas vidas completamente separadas — um temível assassino de aluguel de Nova York e um sonolento vendedor de fotocopiadoras e pai de família de Cooperstown. Ambos se sentem ameaçados quando ele é diagnosticado com Alzheimer, doença para a qual já perdeu seu irmão mais velho.
Para complicar ainda mais as coisas, ele descobre que a morte recente de sua esposa pode não ter sido um acidente. Quando alguém vai atrás de sua filha — que está grávida — fica claro que o muro entre suas vidas foi rompido. Angelo precisa deter quem quer que esteja atrás de sua família, vasculhando seus antigos casos em busca de pistas, e a lista é muito longa…
“Na veia de ’24 Horas’ e ‘House’, estamos introduzindo uma nova série com um complicado anti-herói que precisa enfrentar uma ameaça inimaginável,” declarou Michael Thorn, presidente da Fox Television Network.
Imperioli interpretará Dutch, um talentoso chef italiano dono de um restaurante no Bronx, um estabelecimento respeitável que também serve de fachada para as atividades menos sociáveis , como administrar uma organização criminosa. Tão implacável e inconstante quanto afável, Dutch é o amigo mais antigo de Angelo, além de seu empregador — fornecendo a ele os alvos para seus ataques. Em um negócio tão perigoso quanto o deles, Angelo precisa confiar em Dutch. Mas ser confiável não é uma das qualidades mais confiáveis do chef.
Harmon dará vida a Joe, um assassino profissional em ascensão que trabalha para Angelo (Dempsey) e Dutch em seus negócios clandestinos. Joe fica preso ao trabalho pesado – reunindo informações e organizando planos de fuga –, mas isso o coloca em posição privilegiada para testemunhar o declínio do Alzheimer de Angelo. Joe sabe que pode fazer ou destruir Angelo, mas também sabe que essa escolha pode lhe custar tudo.
Rush interpretará Maria, filha de Angelo. Casada jovem e grávida, parece ter escolhido uma vida tranquila. Mas algo desperta nela – um anseio por aventura. Será que ela é uma cópia do antigo bloco de assassinos de aluguel? Angelo é tudo para Maria, então, quando sua mente começa a vacilar, ela está ao seu lado para cuidar dele. À medida que se aproxima cada vez mais do pai, ela descobrirá que estar perto de Angelo é uma situação perigosa.
‘Emily em Paris’, a popular série de comédia estrelada por Lily Collins (‘Espelho, Espelho Meu’), retorna esta semana com episódios inéditos – e, agora, foi divulgado um novo cartaz oficial da 5ª temporada.
Lembrando que o novo ciclo, que leva Emily Cooper de Paris para Roma, será lançada no catálogo da Netflix no próximo dia 18 de dezembro.
Nos novos episódios, Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.
Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.
Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.
Segundo o Deadline, Sebastian De Souza (‘The Great’) e Adam Godley (‘Mistério em Cemetery Road’) foram escalados em caráter regular ao elenco de ‘Conivction’, novo drama legal do Hulu.
Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.
A dupla se junta à vencedora do Globo de Ouro e do Emmy Elisabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’, ‘O Homem Invisível’), que será a protagonista.
A série foi escrita por David Shore, criador de ‘House’ e ‘The Good Doctor’, para a 20th Television.
Moss e Shore entram como produtores executivos ao lado de Warren Littlefield e Bert Salke.
‘Conviction’, inspirada no romance best-seller homônimo de Jack Jordan, acompanha a advogada criminalista Neve Harper (Moss), uma profissional confiante que finalmente tem a chance de assumir um caso decisivo em sua carreira: um assassinato de grande repercussão, no qual o marido é acusado de matar a esposa incendiando a casa. Mas quando um misterioso estranho começa a chantageá-la, Neve é forçada a comprometer todas as suas obrigações legais, morais e éticas para obter a absolvição — ou corre o risco de ter seus segredos obscuros expostos.
A sala de roteiristas da série deve abrir em dez dias, com o início da produção previsto para junho, em Nova York.
‘Conviction’ marca a terceira série de Moss e Littlefield para o Hulu, após a premiada ‘The Handmaid’s Tale’, e o spin-off‘The Testaments’, com estreia agendada para 8 de abril.
Em seu perfil no Twitter, o criador da série ‘O Exorcista’, Jeremy Slater, esclareceu que a Fox não renovou o programa para novas temporadas.
Rumores começaram a circular na internet após uma atualização da página da série no Facebook, sugerindo que a emissora estaria encomendando novos episódios.
Para a tristeza dos fãs, Slater disse:
“Odeio desapontar, mas não conversamos sobre resgatar a série. Acho que a equipe de mídia social estava apenas atualizando a página antiga, provavelmente. Me desculpe!”
Confira:
Hate to disappoint, but there have been no discussions about bringing the show back. I think the social media team was probably just tidying up the old page. Sorry! https://t.co/XkSBqflxLG
A Vertical Entertainment divulgou o primeiro trailer de ‘AVA‘, novo thriller de ação estrelado Jessica Chastain, Colin Farrell, e John Malkovich.
Assista:
Na trama, Chastain vive uma assassina que se torna alvo de sua própria organização depois de falhar em uma de suas missões. Com a ajuda de seu mentor (Malkovich), ela usará todo o seu treinamento para fugir da mira de um dos melhores atiradores da agência, que será vivido por Farrell.
Dirigido por Tate Taylor (‘A Garota no Trem‘), ‘AVA‘ chega aos cinemas norte-americanos em 25 de setembro, mas ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil.
O elenco também conta com Geena Davis, Diana Silvers, Ioan Gruffudd, Joan Chen, e Common.
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