Lançada em 1996, a franquia ‘Pânico‘ já conta com cinco filmes e está prestes a ganhar seu sexto exemplar, que estreia dia 9 de Março de 2023.
Em cada longa, uma nova pessoa veste a máscara do vilão Ghostface para aterrorizar a cidade de Woodsboro, mas seus motivos são semelhantes: ciúme, raiva e vingança.
Com tantos filmes, é claro que os fãs têm seus preferidos, mas o original permanece sendo considerado o melhor.
Quando um usuário do Twitter pediu aos fãs que classificassem todos os títulos da franquia, as respostas provaram que nenhum outro consegue superar o primeiro.
Confira as respostas:
“No ranking da franquia ‘Pânico’, qual é o seu preferido?”
” O 1º sempre será o melhor, depois vêm 5, 2, 4 e 3. Para ser justo, não assisti o 3 tanto quanto os outros. 2 e 4 podem mudar dependendo do dia que assisto.”
1 will always be the best imo, 5, 2,4, and 3. To be fair I haven’t watched 3 as much as the other ones. 2 and 4 can change depending on the day I watch. https://t.co/K1MAXy55Su
Depois de ‘Pânico’ (1996), a maioria dos fãs lista ‘Pânico 4‘ como um candidato digno do 2º lugar.
E para você? Qual é o seu preferido?
Confira o último trailer lançado:
O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
Angelina Jolie fez sua estreia no Universo Cinematográfico da Marvel em 2021, interpretando Thena em ‘Eternos‘, um dos membros mais poderosos da equipe de androides imortais. Apesar de ter se destacado em um filme que dividiu a opinião dos espectadores, a renomada atriz não apareceu nas telonas desde então.
Em uma entrevista à Vogue, Jolie explicou que sua decisão de dar um passo atrás na carreira de atriz não teve nada a ver com a recepção mista do filme. Ela compartilhou que nos últimos anos passou a aceitar apenas trabalhos que não exigem filmagens longas.
“Ainda estou me entendendo aos 48 anos”, disse Jolie à revista. “Acho que estou em transição como pessoa. Tenho me sentido um pouco para baixo ultimamente. Não sinto que tenha sido eu mesma por uma década, de certa forma, o que não quero discutir.”
Embora ela não tenha entrado em detalhes sobre as razões específicas para limitar seus papéis como atriz, parece que Jolie tem se concentrado mais em encontrar outras formas de expressão criativa, como sua marca de moda.
“Parte disso também tem sido terapêutico para mim: trabalhar em um espaço criativo com pessoas em quem confio e me redescobrir”, explicou ela. “Estou esperando mudar muitos aspectos da minha vida. E este é o primeiro passo.”
Essa pausa não parece indicar uma possível volta de Jolie como Thena em uma sequência de ‘Eternos‘, embora outro filme ainda não tenha sido oficialmente anunciado. No entanto, na época do lançamento do filme, ela demonstrou entusiasmo por um possível retorno.
“Adorei fazer parte dessa família, então não tenho o desejo de me separar dela. Mas ficaria feliz em interpretá-la novamente e explorar ainda mais profundamente seus conflitos”, disse Jolie. “Acho divertido pensar em onde eles estiveram ao longo dos anos. Temos milhares de anos de material. Podemos levá-la a qualquer lugar. Acho isso divertido e gosto da ideia de podermos aparecer em outros filmes da Marvel.”
Recentemente, a diretora ChloéZhao foi questionada pelo The Hollywood Reporter se estava interessada em dirigir uma sequência de ‘Eternos‘.
Em resposta, ela lançou dúvidas ao dizer:
“Sem comentários.”
Em seguida, foi perguntado como ela reagiu aos comentários negativos sobre a adaptação, ao que ela respondeu:
“Quando você está na Marvel e lida com um público tão grande, eu realmente valorizo e respeito o fato de cada um de nós ser tão único em nossas opiniões. É emocionante que sejamos todos tão diferentes e estejamos todos mudando e crescendo. Todos os dias. É quase impossível deixar todos perfeitamente felizes, e fazer isso é dizer que todos são iguais. Então, acho que inevitavelmente haverá essa [diferença de opiniões], e você só precisa se manter fiel ao tipo de filme que deseja fazer, a quem você é e às pessoas com quem está colaborando. Isso é tudo o que você pode fazer, sem deixar de se divertir. Todo o resto está fora de seu controle.”
Apesar da rejeição, não podemos negar que a trama introduz elementos que deixam o público curioso para saber onde tudo isso vai dar.
O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
O Prime Video anuncia os lançamentos e destaques no Brasil para o mês de setembro. Os membros Prime podem conferir esses e outros conteúdos exclusivos nas versões on-line, via streaming, ou off-line, por meio de download, e também podem perguntar para a Alexa quais são os principais lançamentos do mês.
Confira a lista:
Magic Mike: A Última Dança (2023) – 2 de setembro
Lisa Frankenstein (2024) – 2 de setembro
A Garota de Miller (2024) – 4 de setembro
Terremoto Magnitude 9.5 (2022) – 4 de setembro
Enclausurados (2018) – 4 de setembro
O Cara da Piscina (2023) – 6 de setembro
65: Ameaça Pré-Histórica (2023) – 7 de setembro
Thiago Ventura (2024) – 11 de setembro
Assassino Por Acaso (2023) – 12 de setembro
Imaculada (2023) – 13 de setembro
Flutuar (2023) – 13 de setembro
Garotas em Fuga (2024) – 16 de setembro
Detetive Knight: Redenção (2023) – 18 de setembro
He Went That Way (2023) – 18 de setembro
Imaginário – Brinquedo Diabólico (2024) – 19 de setembro
Ilha da Tentação: Brasil – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
Courtois – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
Armageddon Time (2022) – 23 de setembro
A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) – 23 de setembro
Há alguns anos, o jornalista Marc Bernardin divulgou que o diretor Joel Schumacher gravou diversas cenas que não foram adicionadas à versão oficial de ‘Batman: Eternamente’.
Na época, Bernardin afirmou que o corte planejado por Schumacher tem 170 minutos, aproximadamente 40 a mais do que a versão lançada em 1995.
A versão foi restaurada pelo Cinefile Video e teria uma exibição agendada para 29 de maio em Hollywood, mas ela foi proibida pela Warner Bros., que emitiu uma nota de “cancelar e desistir” devido aos direitos autorais.
Durante o episódio mais recente do podcast Fat Man Beyond, o cineasta Kevin Smithrevelou que já o assistiu.
“Você sabe do que eu tenho uma cópia? Do Schumacher Cut de ‘Batman Eternamente‘. Isso mesmo, então adivinhe o que vou fazer? Eu provavelmente não deveria estar falando sobre isso, a Warner Bros… Bom, eles estão indo levar meu ingresso [para a estreia de ‘The Flash’]. Primeiro vamos debater sobre ‘The Flash‘, então vamos fazer um review do Schumacher Cut de ‘Batman Eternamente‘… Cara, é um filme longo, eu já assisti.”
Ele acrescentou:
“Você sabe como o filme começa, com o Duas-Caras invadindo o banco e coisas assim. Isso não acontece no corte original até uns 15 minutos de filme, é uma loucura. Vocês vão ficar sabendo de tudo no episódio [do podcast] de 19 de junho.”
Entre os elementos cortados dessa versão do filme estava uma cena em que Bruce Wayne de Val Kilmer ficou cara a cara com um morcego humanoide gigante (criado pelo lendário artista de efeitos Rick Baker).
Como Smith destacou, há também uma cena de abertura mais longa e melancólica. Talvez daqui a nove dias, Smith revele mais detalhes sobre esta versão
Anteriormente, Akiva Goldsman, que escreveu o filme, também comentou sobre o corte mais longo, afirmando que:
“É bem mais sombrio que o oficial! É, basicamente, uma exploração bastante psicológica de culpa e vergonha de Bruce Wayne.”
E aí, você está curioso?
Orçado em US$ 100 milhões, ‘Batman: Eternamente‘ arrecadou apenas US$ 336 milhões pelo mundo, e é considerada uma das piores adaptações do Homem-Morcego.
No Rotten Tomatoes, o longa acumulou apenas 39% de aprovação.
Histórias de superação fazem parte de muitas trajetórias. Geralmente, a partir de algum conflito, novas maneiras de enxergar o mundo se colocam à disposição levando a novas jornadas e modos de encarar a vida. Pensando nesse recorte sobre a existência humana, segue abaixo uma lista bem legal com 10 ótimos filmes sobre superação:
Na trama, conhecemos Linsey (Jennifer Lawrence) uma militar do corpo de engenharia do exército, especialista em sistemas de águas, que sofre uma complicada lesão cerebral no Afeganistão quando o veículo onde estava é atacado. Ela perde alguns movimentos do corpo e na volta para os Estados Unidos acaba indo num primeiro instante para a reabilitação na casa de uma cuidadora depois ruma para casa, onde tem a chance de resolver (ou pelo menos tentar) problemas adormecidos na relação com a mãe Gloria (Linda Emond) e nesse meio tempo, consegue emprego como piscineira e acaba conhecendo o mecânico James (Brian Tyree Henry) um homem muito bondoso que perdeu a perna em um grave acidente que mudou para sempre o destino de sua família. Assim, essas duas almas iniciam uma amizade com ganhos mútuos numa estrada dolorosa para saírem da solidão.
Na trama, conhecemos melhor um país que sabemos muito pouco infelizmente, o Quênia. Lá, após um incentivo na educação, surge um senhor carismático de 84 anos chamado Maruge (Oliver Litondo) que possui uma vontade inspiradora de aprender a ler e escrever. Lutando contra todo tipo de preconceito que vocês possam imaginar, Maruge contará com a ajuda da corajosa professora Jane (Naomie Harris) para realizar o seu grande sonho.
Na trama, após uma tragédia inestimável, uma escola enfrenta um grande problema com seus alunos. Abalados, pais e orientadores buscam uma saída para a superação de toda uma classe até a chegada do novo professor de origem argelina, interpretado pelo ótimo ator Mohamed Fellag.
Na trama, conhecemos o pugilista Vinny Pazienza (Miles Teller), um esportista adorado pelos fãs que vem em constante ascensão na carreira. Dias depois de mais uma grande vitória na carreira, pega uma carona em um carro luxuoso que acaba sofrendo um grave acidente numa estrada norte americana. Ficando entre a vida e a morte durante grande tempo, quando acorda do coma induzido descobre que será muito difícil conseguir andar e praticamente nulas as chances de voltar a praticar o esporte que tanto ama. Contando com a ajuda de seu treinador Kevin Rooney (Aaron Eckhart), que treinara anos mais cedo o inesquecível Mike Tyson, Vinny resolve arriscar sua própria saúde e aos poucos volta a treinar em grande nível tendo a incrível chance de conquistar mais um título mundial.
Na trama, conhecemos Diana Nyad (Annette Bening) uma esportista conhecida por toda a américa que algumas décadas atrás tentou uma façanha até então que outros também não conseguiram. O tempo passou, afastada das piscinas por muito tempo, virou comentarista de uma emissora de televisão. Certo dia, volta a buscar realizar o objetivo mencionado de décadas atrás, percorrer nadando mais de 160 quilômetros, entre Cuba e a Flórida, uma travessia repleta de perigos bem mais impossível do que possível. Ao lado da inseparável amiga e técnica Bonnie (Jodie Foster) e de uma equipe super gabaritada, Diana precisará treinar o corpo e combater os conflitos emocionais provocados por traumas do passado em busca desse incrível objetivo.
Na trama, conhecemos Pam (Naomi Watts) uma enfermeira na casa dos 50 anos com um enorme trauma no passado que vive seus dias sozinha em uma região fria e montanhosa. Ela faz parte da Equipe de Busca e Resgate do Vale de Pemigewasset, que cobre também o Monte Washington, em New Hampshire. Certo dia, mesmo sabendo das condições do tempo, com uma tempestade chegando, resolve ir até as montanhas. Durante o percurso, encontra um jovem perdido, e que parece desnorteado, fora de si. Lutando contra o tempo, Pam precisará usar todas suas habilidades para descer rapidamente a montanha e ajudar o jovem que encontrou.
Na trama, conhecemos Roman (Arnold Schwarzenegger), um esforçado senhor que trabalha arduamente em uma construção aguardando ansiosamente sua esposa e sua filha chegarem em território norte americano. Chegando ao aeroporto para buscar as duas, é surpreendido pela notícia que o voo que elas estavam sofre uma terrível fatalidade e que possivelmente ninguém sobreviveu ao ocorrido. Assim, o mundo de Roman desaba e ele precisará colocar a cabeça no lugar e tentar a sua maneira superar essa tragédia. Ao mesmo tempo, Jake (Scoot McNairy), o controlador de voo responsável pelo espaço aéreo naquele momento, se torna o grande vilão da história sendo massacrado pela imprensa, pela população. Jake também precisará reunir forças para fugir dessa situação que destruiu a relação que tinha com sua família. O destino dos dois irá se cruzar e trarão consequências para ambos.
Antonia, uma Sinfonia
Na trama, conhecemos Antonia (Christanne de Bruijn), uma jovem com um talento evidente para a música clássica que possui um único grande sonho: ser uma regente de uma importante orquestra. Mas sua vida não é fácil, vinda com a família da Holanda para os Estados Unidos, onde mais tardar descobre ter sido adotada, sofre todo tipo de preconceito em terras americanas em busca do sonho de estudar e alcançar respeito no mundo do música.
Tom of Finland
Na trama, conhecemos o até então tenente do exército finlandês Touko Laaksonen que mais tarde se tornara um dos mais icônicos artistas homossexuais do século XX. O filme conta a trajetória de Tom desde os tempos em que foi Tenente finlandês na Segunda Guerra Mundial, seu relacionamento cheio de tensão com sua irmã, seus intensos (alguns escondidos) relacionamentos sexuais amorosos e o gosto pela arte com parte de sua obra voltada ao público gay que conquistou uma legião de fãs, principalmente nos Estados Unidos. Muito bem roteirizado, os arcos são detalhistas e nos apresentam um grande raio-x desse finlandês que virou sensação nos Estados Unidos.
Na trama, conhecemos o jovem Mohammed Assaf que curte os dias na cidade de Gaza, na Palestina, onde vive com sua família. Alegre e repleto de amigos que sempre se envolveram com músicas, passa por um grande abismo quando perde precocemente sua única irmã para uma doença terrível. Assim, ele cresce e seus sonhos ficam mais distantes e a realidade que vive o vai sugando. Até que um dia resolve voltar a buscar a música como inspiração e se candidata ao Arab Idol (o American Idol Árabe) no ano de 2013 buscando seu tão sonhado sucesso e reconhecimento.
O Festival de Toronto é um dos mais importantes eventos de cinema do mundo. Mas isso não significa que astros da música não possam ser hospedados por aqui também. Uma das maiores da atualidade é Lady Gaga, a exótica cantora que veio até comportada e simples, para divulgar o documentário Five Foot Two, da Netflix. A exibição do documentário da cantora parou a maior rua da cidade, que já estava em festa devido ao evento de cinema. O documentário estreia no dia 22 de setembro na plataforma de streaming.
Na conversa com os jornalistas, no salão de conferências do TIFF Bell Lightbox, a central do Festival de Toronto, a cantora abordou diversos temas levantados pelo mediador e depois pelos membros da imprensa. A sala aconchegante e íntima, que deve fazer uso de seus 50 lugares, se isso, aproxima os repórteres dos entrevistados, criando uma atmosfera bem agradável. Neste contexto, um dos temas foi sobre as críticas abordadas pela cantora aos detratores do seu último álbum, já que considera tudo o que faz pessoal.
“É claro que é pessoal. Você está colocando algo no mundo. E faço para vocês, porque quero agradar vocês. Amo vocês. Quero entreter vocês, este é sempre meu objetivo quando estou criando algo. Então sim, você espera sempre que mais pessoas amem o que você faz também. Mas não diria que isso ocorre só pelo que significa pra mim. Minha verdadeira paixão é entreter. É isso que eu amo.”, disse Gaga.
A cantora e atriz (que estará na nova versão de Nasce uma Estrela) ainda falou que sempre se dedica a mensagens positivas, seja em seus discos ou no caso deste documentário. Quando um jornalista perguntou sobre mensagens políticas no filme, a cantora prontamente se esquivou de todas as formas possíveis. Em muitos momentos, ou na maioria, a cantora deu a vez para que seu colega de palco, o diretor da produção, Chris Moukarbel, respondesse algumas das perguntas direcionadas a ela sobre o filme. “Foi ele que fez o filme, eu apenas apareço, você precisa perguntar a ele”, proferiu a cantora diversas vezes na coletiva, inclusive sobre perguntas mais polêmicas, como as que envolvia possíveis questões políticas.
O diretor falou um pouco da noção que Gaga tem sobre sua influência nos jovens, especificamente em garotas adolescentes, e a forma com que trabalha isso. Seguindo, a cantora comentou sobre personalidades como Madonna, assunto de um trecho em seu documentário, e sobre a musa Grace Jones, tema de outro documentário presente este ano no TIFF, se declarando fã e amiga da veterana. Gaga também falou sobre suas responsabilidades além da música e do status de celebridades.
“A música pode te curar. Faz mais por você do que qualquer mensagem de redes sociais”, disse a cantora, que é figura ativa em tal universo também.
Logo em seguida, de forma propícia, a cantora foi perguntada sobre a carta de uma fã chamada Dani, que leu durante seu show aqui na cidade, na véspera da coletiva. A cantora se disse sempre disposta a ajudar todos os fãs necessitados, fazendo gestos como esse, respondendo mensagens e lendo suas cartas durante shows. Gaga terminou dizendo que cartas como esta da fã são exatamente o motivo de fazer o que faz.
Em um momento mais descontraído, a cantora se mostrou antenada com a plataforma que a acolheu e brincou dizendo que por não ser uma série as pessoas não irão poder maratonar o documentário. Será que Gaga faz maratona de alguma série? Uma boa pergunta para a próxima vez que nossos caminhos se cruzarem.
Aparecendo em cena como algumas das vozes mais relevantes da última década, o diretor Jason Reitman e a roteiristaDiablo Cody andaram cambaleando em seus projetos mais recentes. Bastou uma pausa nas carreiras para respirar e se reestruturar, e a dupla recupera a boa forma com este Tully– vendido como libelo do sofrimento materno.
A primeira colaboração da dupla Reitman/Cody foi em Juno (2007), filme indicado ao Oscar em quatro categorias, incluindo na principal e na de melhor diretor, e vitorioso em roteiro – prêmio para Cody em seu primeiro trabalho no cinema. Isso que é estreia. A história sobre gravidez indesejada na juventude rendeu uma obra muito irreverente, recheada de sacadas espertinhas, liberando todo o potencial do cinema indie tragicômico.
Existe muito em comum entre Juno e Tully, além do tema da gravidez e maternidade, e do nome próprio no título. Fatores como a dinâmica familiar disfuncional, liberdade, direito de escolha, o peso carregado pelas protagonistas, e muito humor e drama implícitos em situações rotineiras se fazem presentes, permeando toda a obra. No entanto, Tully também possui ligações não declaradas com Jovens Adultos (2011), filme que juntou na mistura Cody/Reitman a sul-africana Charlize Theron. Os três longas formam uma espécie de trilogia não oficial, anamórfica e atemporal.
De fato, Marlo, a personagem de Theron aqui, é quase o próximo passo Mavis, a protagonista de Theron em Jovens Adultos. Marlo está sufocada e deprimida em sua própria realidade, mãe de duas crianças pequenas, esperando o terceiro filho, sem qualquer perspectiva de vida além desta. Seu dia a dia é perturbador, e só piora após o terceiro rebento nascer. Todas as alegrias providas da maternidade não estão contidas em Marlo – a cena pós-parto no hospital reflete bem isso, quando a mãe demonstrando conhecer de cor o processo, trata como corriqueira a chegada da nova cria.
Se Tully tratasse apenas das mazelas psicológicas acarretadas na mulher devido a maternidade, já renderia um grande insight em tal universo, apresentando o assunto com muito respeito e honestidade. Aqui temos um desempenho estupendo de Theron, pairando como um dos melhores em sua carreira, o que para uma artista de seu porte quer dizer muito. A atriz inclusive muda sua forma física, assim como em Monster – Desejo Assassino, ganhando sobrepeso para compor a personagem. O roteiro de Diablo Cody é afiado, como há muito não víamos. Através de pequenas nuances, ela diz mais do que aparenta e entrega um texto recheado de camadas, ao qual voltarei mais à frente na crítica.
E Jason Reitman igualmente faz na direção um trabalho maduro, mas moderno, acoplado a uma edição primorosa, que brinca em variados trechos, criando montagens eficientes – como a da rotina da mamãe e de seu pequeno, ou quando a personagem decide sair para uma noite na cidade (no carro ouvimos trechos de canções de independência feminina, picotadas e interligadas, todas de autoria de Cyndi Lauper), sem soar pretensioso. Reitman é apenas um jovem cineasta mostrando se divertir muito com sua profissão. E essa paixão sem dúvida faz falta.
Mas Tully consegue ir além, transcendendo um filme sobre maternidade e acrescentando elementos psicológicos fortíssimos, que só fazem crescer sua protagonista. A guinada na trama ocorre com a chegada de Tully, a personagem, uma babá contratada pelo irmão endinheirado de Marlo (papel de Mark Duplass), como forma de ajuda-la com o bebê, evitando assim seu enlouquecimento. A babá se mostra a salvação para a vida de Marlo, não apenas a familiar, como também a pessoal. Equilibrando a soberania na atuação de Theron, surge em cena a jovem estrela em potencial Mackenzie Davis – uma atriz que embora você ainda não conheça de nome, com certeza já viu em cena. Ela esteve em Perdido em Marte (2015) e Blade Runner 2049 (2017), por exemplo, além do melhor episódio de Black Mirror, San Junipero (2016).
Como Tully, Davis encontra o contrabalanço perfeito da serenidade para a insanidade de Theron. Aos poucos, a babá Tully vai contagiando com suas good vibes e positive vibrations a protagonista e aliviando seu estresse cotidiano. Ao mesmo tempo, o elo entre as duas, que possuem muitas semelhanças, mas também muitas diferenças, vai aumentando e criando um dos relacionamentos mais sinceros entre personagens neste ano. Tully é a Mary Poppins atual e realista, que assim como a personagem imortalizada por Julie Andrews, chega para fazer muito mais do que tomar conta de crianças. Chega para colocar vidas nos eixos.
Não vale a pena revelar muito mais de alguns conceitos de Tully, o filme, sem entregar parte da trama em spoilers. E acredite, este é um filme que guarda surpresas e reviravoltas bem impactantes – daquelas que nos fazem querer revisitar a obra o mais rápido possível para perceber tudo com um novo olhar. Tully é acima de tudo um filme existencial, que nos forçará a uma retrospectiva de nossas próprias vidas.
Os anos 80 foram uma época inesquecível para todos que puderam aproveitá-la. Tanto que até hoje o período é lembrado e revisitado na cultura pop nas mais variadas mídias, ao ponto de fazer mesmo os que não eram vivos na época acharem que conhecem a década como se nela estivessem estado.
Em 2020, os anos 80 começaram a fazer 40 anos. E essa é uma comemoração especial demais para passar em branco. A década parece nunca ter estado tão viva quanto agora. Este ano, chegou a vez dos filmes de 1983 fazerem aniversário de quatro décadas. Para celebrá-los resolvemos trazer nesta matéria os dez mais populares. Como medimos essa popularidade, você pergunta? Bem, é simples. Analisamos a quantidade de votos que obtiveram no maior banco de dados de cinema na rede: o IMDB. Confira abaixo, diga quais são seus preferidos e monte seu próprio ranking.
10) Negócio Arriscado – 97 mil votos
Sim, o astro Tom Cruise foi um ator adolescente e fez comédias adolescentes no cinema – para nossa alegria. A mais famosa delas definitivamente é ‘Negócio Arriscado’, na qual vive um rapaz colegial tímido, filho de pais severos, que vê a grande chance de liberdade quando eles viajam e deixam a casa sob sua responsabilidade. Já imaginou? Sim, eram os anos 80.
09) Videodrome: A Síndrome do Vídeo – 100 mil votos
O diretor David Cronenberg está meio sumido dos holofotes na atualidade. O cineasta é uma das grandes vozes do cinema de gênero saído dos anos 70/80, assim como John Carpenter. Uma de suas obras mais cult na época, e que precisa ser redescoberta pela geração mais nova de aficionados por terror (não sendo tão comentada hoje quanto deveria) é ‘Videodrome’, uma olhada vanguardista nas transmissões por satélite, do que viria a se tornar a dark web. James Woods e a cantora Debbie Harry, da banda Blondie, protagonizam.
Matthew Broderick estará para sempre guardado em nossos corações como Ferris Bueller, do clássico absoluto dos anos 80, ‘Curtindo a Vida Adoidado’. Porém, três anos antes de cabular aula da maneira mais épica possível, Broderick já se metia em grandes problemas no papel de David, um adolescente especialista em jogos eletrônicos que, inadvertidamente acessa os computadores do governo americano e quase inicia a Terceira Guerra Mundial com a então União Soviética, em plena Guerra Fria.
Por falar em tensão entre países e espionagem, é claro que um verdadeiro ícone do gênero não poderia ficar de fora. Esse foi o décimo terceiro filme da cronologia oficial de 007, e o sexto protagonizado por Sir Roger Moore (num total de sete filmes). Esse ficaria também conhecido como o ano do duelo entre dois James Bond. Acontece que Moore estava preparado para se aposentar quando foi trazido às pressas porque os produtores ficaram sabendo da volta de Sean Connery, fora da franquia oficial, em ‘Nunca Mais Outra Vez’. E para a surpresa de muitos, Roger Moore foi quem se deu melhor nessa disputa. Na trama, ele enfrenta e romanceia a vilã Octopussy (Maud Adams), uma poderosa contrabandista da Índia.
Uma comédia verdadeiramente inesquecível, no Brasil a geração dos anos 80 e 90 jamais esquecerá este filme graças às inúmeras reprises do SBT. Esse foi o papel mais famoso de Chevy Chase, um ator que é a cara dos anos 80. Aqui ele estrela como o atrapalhado Clark Griswold, o patriarca de uma família, e com os seus deseja realizar uma viagem de carro, cruzando os EUA, até o parque de diversões Wally World (uma sátira da Disney). A comédia funciona como escracho do “sonho americano que deu ruim”.
O grupo de humoristas britânicos doMonty Python se tornaram icônicos para toda uma geração. Seu humor ácido, mas sofisticado e dono de grande crítica social e política é emblemático e precisa ser descoberto pelas novas gerações. Por mais que tenham se enveredado por outros projetos mais ambiciosos (como ‘Brazil – O Filme’), a trupe só estrelou mesmo como Monty Python três longas-metragens para o cinema: ‘Em Busca do Cálice Sagrado’ (1975), ‘A Vida de Brian’ (1979) e este ‘O Sentido da Vida’ – que funciona como uma série de esquetes sobre… bem, o mencionado no título.
Propício para a época de Natal, aqui temos um filme estrelado por uma trinca de respeito: Eddie Muprhy, Dan Aykroyd e Jamie Lee Curtis. Um ano antes de ‘Um Tira da Pesada’ e ‘Os Caça-Fantasmas’, Murphy e Aykroyd estrelam como um sem-teto golpista e um playboy pomposo, respectivamente, que viram joguete nas mãos de dois idosos milionários e inescrupulosos, e trocam de lugar, para provar a máxima de que “o meio faz o homem”. Também um clássico absoluto das reprises do SBT.
Se ‘Trocando as Bolas’ é um filme Natalino um pouco mais ácido e “para maiores”, agora temos na lista um verdadeiro filme de Natal família. ‘Uma História de Natal’, da MGM, permanece como um grande favorito para a exibição na época de fim de ano, e um dos maiores clássicos sobre o tema. Afinal, quem nunca viu o rosto do menino loirinho de óculos Ralphie, cujo maior sonho no Natal de 1983 era ganhar uma espingarda de chumbinho (eram os anos 80!)? Ou a imagem do menino vestido de coelhinho rosa? Seu pai (Darren McGavin) faz de tudo para que a ocasião seja perfeita. A popularidade cult do filme fez surgir uma continuação 39 anos depois, com Ralphie agora adulto (vivido pelo mesmo Peter Billingsley).
Agora damos um pulo grande em popularidade (é só conferir a diferença de votos entre este e o item anterior). ‘Scarface’ é simplesmente um dos filmes criminais mais adorados da história do cinema. Quanto citamos filmes de máfia, os primeiros que vêm à mente podem ser a trilogia ‘O Poderoso Chefão’ e ‘Os Bons Companheiros’; mas logo a seguir estará ‘Scarface’. Remake de uma produção da década de 1930, Brian De Palma resolve modificar o enredo, contando sobre um imigrante cubano chegando a Miami, iniciando um verdadeiro império de drogas. O grande Al Pacino vive o icônico Tony Montana, e Michelle Pfeiffer, em um de seus primeiros papeis de destaque, é a durona Elvira.
Não tem jeito! Chega a ser irônica a diferença do número de votos (traduzindo a popularidade) deste filme em relação a alguns dos demais na lista. Mas isso só demonstra a ressonância que Star Wars ainda possui com os fãs. Talvez hoje em dia essa fama tenha aumentado ainda mais. Star Wars é uma franquia que nunca saiu da boca do povo – no início dos anos 90 sendo o período de maior seca para a franquia. Depois disso, ela decolaria novamente e nunca mais frearia. ‘O Retorno de Jedi’ foi o favorito de toda uma geração, que vibrou com a cena de abertura no palácio de Jabba e o confronto final entre Luke Skywalker, Darth Vader e o Imperador.
Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.
De acordo com o Bloody Disgusting, Jessica Lange irá retornar para a 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Segundo o site, ela irá reprisar o seu papel de Constance Langdon, da primeira temporada da série.
A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.
Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.
“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”
De acordo com o Deadline, a MGM deu carta branca para os diretores Joe & Anthony Russo(‘Vingadores: Guerra Infinita‘) comandarem qualquer filme em seu catálogo, e a dupla teria escolhido realizar um novo remake de ‘Poltergeist‘.
Novas informações devem sair em breve.
Vale lembrar que ‘Poltergeist‘ já ganhou um remake em 2015. Apesar de ser sido um sucesso moderado – arrecadou US$ 95.4 milhões mundialmente –, o longa foi massacrado pelos críticos e teve uma recepção morna do público, o que inviabilizou a continuidade de uma possível franquia.
O primeiro longa, lançado em 1982, rendeu duas sequências, que tiveram um desempenho decepcionante entre os espectadores e os críticos em comparação ao original.
Além disso, foi confirmado que a próxima temporada irá estrear no dia 6 de fevereiro.
Confira o trailer:
Bill Pullman retornará como o detetive Harry Ambrose. Matt Bomer estrelará o novo ciclo.
Na nova trama, Ambrose investiga um acidente de carro fatal em Nova York, o que o leva a um crime secreto que o coloca no caso mais perigoso e perturbador de sua carreira.
No Brasil, a série foi lançada pela Netflix e os dois primeiros anos estão disponíveis em seu catálogo.
A AMC cancelou oficialmente a série ‘NOS4A2‘ depois de apenas duas temporadas.
“Amigos, eu tive notícias da AMC na semana passada. Nós não teremos uma terceira temporada de ‘NOS4A2’. É triste, mas estou grato por ter completado a adaptação da narrativa do livro do Joe Hill,” declarou o showrunner Jami O’Brien no Twitter.
Well friends, I heard from AMC last week. We won’t be making a 3rd season of #NOS4A2 . It’s a bummer, but I’m grateful we were at least able to finish adapting the storyline from Joe Hill’s terrific novel… 1/4
“Vic McQueen continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx. Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão, forçando-os a confrontar erros do passado para garantir o futuro da criança.”
A cinebiografia de DavidBowie, intitulada ‘Stardust‘, ganhou trailer legendado.
Confira:
Gabriel Range é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Christopher Bell.
Em 1971, David Bowie é um jovem de 24 anos que viaja até os Estados Unidos para promover seu mais novo disco, The Man who Sold the World. Deixando para trás Angie, sua esposa, grávida, ele e sua banda embarcam em uma turnê improvisada de costa a costa do país. Pelo caminho, o artista se depara com um público que ainda não está pronto para o que ele representa. Durante essa atribulada viagem, Bowie aos poucos começa a perceber a necessidade de se reinventar, para se aproximar verdadeiramente de si mesmo. É a partir dessa percepção que surge seu icônico alter ego celestial Ziggy Stardust.
Johnny Flynn vive o icônico astro da música, que era conhecido pelo alter-ego Ziggy Stardust. O elenco ainda conta com Jena Malone como a esposa de Bowie, além de Marc Maron como Ron Oberman.
No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela California Filmes.
Apesar dos desafios da pandemia de COVID, a sequência ‘O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família‘ já arrecadou quase US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 57.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 88.4 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 146.7 milhões mundialmente.
Antes mesmo do lançamento da nova adaptação de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire) – que irá estrear no dia 2 de outubro –, a AMC já renovou oficialmente a produção para a 2ª temporada.
Ambientado na Europa, o segundo ciclo contará com oito episódios. Rolin Jones servirá como showrunner e produtor executivo.
“A grandiosidade dessa série, produzida por Rolin [Jones] e Mark [Johnson], é impressionante,” declarou Dan McDermott, presidente de programação original do canal. “Eles recriaram o universo rico e vibrante de Anne Rice de uma forma espetacular, e nós estamos muito orgulhosos.”
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.
Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.
O romance de época ‘Amor de Redenção‘ (Redeeming Love) já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.
Baseado no romance de Francine Rivers e ambientado em 1850, a trama segue a jovem Angel (Abigail Cowen), que foi vendida à prostituição quando criança. Só conhecendo a violência e a traição, ela encontra um homem disposto a mostrar-lhe o poder do amor incondicional.
A história se passa em 1850 e gira em torno de Sarah, uma jovem garota que conhece seu pai, Alex Stafford, pela primeira vez. A jovem, então, descobre que é fruto dos casos adúlteros de Stafford com a mãe, Mae, a qual recusou abortar, mesmo sendo requisitada pelo amante. A decisão de ficar com a filha separou os dois e deixou Mae depressiva. Sarah começa a acreditar que ela é a culpa de tudo, mas espera que Alex nunca mais retorne.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.
Confirmado! De acordo com o Deadline, o Hulu deu sinal verde para o reboot da série clássica ‘Prison Break‘.
Na nova série, uma ex-soldado aceita um emprego como uma agente penitenciária em uma das prisões mais mortais dos Estados Unidos para provar o quão longe ela irá por alguém que ama.
O elenco contará com Emily Browning (‘American Gods’) como Cassidy Collins, Lukas Gage (‘The White Lotus’) como Jackson, Drake Rodger (‘The Winchesters’) como Tommy, Clayton Cardenas (‘Mayans M.C.’) como Ghost, JR Bourne (‘Teen Wolf’) como Junior, Myles Bullock como Darius ‘Red’ Lewis e Georgie Flores como Andrea.
Criado por Elgin James (‘Mayans M.C.‘, ‘The Outlaws‘), o novo projeto será ambientado no mesmo universo da aclamada série original da FOX, mas seguirá uma narrativa independente.
Astros do clássico da FOX não devem retornar para a nova série.
Sucesso! De acordo com o Deadline, o aguardado épico ‘A Odisseia‘ arrecadou US$ 124.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Além de se tornar a maior abertura doméstica do ano para um live-action, o longa também entrou para o TOP 3 das maiores estreias de 2026, atrás apenas de ‘Toy Story 5‘ (US$159M) e ‘Super Mario Galaxy‘ (US$131M).
A produção também se tornou a quarta maior abertura da história para um filme com alta classificação etária no território norte-americano, apenas de ‘Deadpool e Wolverine‘ (US$211.4M), ‘Deadpool‘ (US$132.4M) e ‘Deadpool 2‘ (US$125M).
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 139.6 milhões através de 73 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 264.1 milhões.
Para termos de comparação, esta é a maior abertura mundial da carreira do diretor Christopher Nolan, superando ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘ (US$249M), ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (US$198M) e ‘Oppenheimer‘ (US$180M).
Vale lembrar que ‘A Odisseia’ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Confira nossa crítica em vídeo:
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.
Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott.
A segunda e aguarda temporada de ‘Stranger Things’ vai trazer novos personagens e uma narrativa com um viés mais psicológico.
A informação partiu do atorDavid Harbour, durante o painel da produção na San Diego Comic-Con. De acordo com ele, alguns pontos complexos entrarão em cena:
“O segundo ciclo se passa um ano após o fim da primeira temporada. Então é claro que estaremos alguns passos adiante, não podemos começar de onde paramos. E aqui há uma complexidade em se tratando do heroísmo. O meu personagem teve um ato heróico e deve lidar com com a seguinte questão: será que ele consegue se manter assim na sua rotina, vivendo acima das expectativas criadas para ele após sua postura? Ou será que existem alguns perigos oriundos do seu próprio complexo de salvador? E há também a intrigante reflexão sobre o que te faz humano e as armadilhas que cercam isso. O seu arco é muito diferente daquele que temos na primeira temporada e é tão prazerosa quanto aquele final que tivemos. Tudo começa com ele dando panquecas para essa figura que ele espera que esteja por aí, em algum lugar do bosque. E isso também envolve os problemas que ele sofreu com sua própria filha”.
O episódio sete da 2ª temporada de ‘Westworld’ ganhou um novo trailer, cheio de mistérios e com a participação do personagem Ford (Anthony Hopkins).
Confira:
Depois de apenas dois episódios de seu segundo ano exibidos, a HBO já confirmou oficialmente a renovação de sua série ‘Westworld‘.
Ainda não se sabe quando a 3ª temporada estreará, considerando o hiatus de mais de um ano entre as duas primeiras temporadas.
A 2ª temporada tem registrado uma média, até o momento, de 0.81 na demo, e um total de 1.9 milhões de espectadores.
O que muita gente não sabe é que as temporadas de ‘Westworld’ possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolanrevelou à EW o nome da segunda:
“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’“
Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.
O popular artista BossLogic, conhecido por desenvolver uma série de fan arts das produções mais aguardadas do cinema, fechou uma parceria com a Marvel Studios e, pela primeira vez, desenvolveu um cartaz oficial de ‘Vingadores:Ultimato’, sob o selo do estúdio.
O material foi divulgado nesta terça-feira (02) e traz os heróis sobreviventes em destaque, com Thanos no centro, em posição bem menor.
A adaptação dos quadrinhos de ‘Bloodshot’ ganhou data de lançamento no formato Blu-ray e DVD. A produção poderá ser adquirida a partir do dia 05 de maio e estará à venda no site da Amazon.
Entre as atrações presentes no formato estão várias cenas deletadas e estendidas, além de um final alternativo para a produção.
Os fãs que adquirirem o Blu-ray ou o DVD ainda poderão conferir os erros de gravação do longa e mais dois conteúdos especiais. Confira as descrições:
Sequência de Iniciação: Dirigindo BLOODSHOT: O artista de Efeitos Visuais e de Videogame, Dave Wilson, toma as rédeas de seu primeiro longa-metragem e revela toda a paixão, criatividade e trabalho duro que ele e sua equipe de artistas empregaram para dar vida ao BLOODSHOT.
Soldados Esquecidos: O elenco de BLOODSHOT:Vin Diesel toma o centro do palco para desvendar os aspectos convincentes de sua abordagem do super-herói dos quadrinhos, BLOODSHOT, e Guy Pearce, Eiza Gonzalez, Sam Heughan e Lamorne Morris detalham todos os aspectos do incrível grupo de personagens do filme.
O filme estará disponível para a locação digital a partir do dia 10 de Junho.
A adaptação de ‘Bloodshot’ arrecadou apenas US$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, pois causa da epidemia de Coronavírus, que foi responsável pelo fechamento da maioria dos cinemas do país. No mercado internacional, a produção se saiu um pouco melhor, com US$ 15.1 milhões através de 50 mercados (conquistando o topo em metade deles), totalizando uma estreia global de US$ 25.6 milhões.
O público deu ao longa uma nota B.
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
O aclamado terror punk‘Upgrade – Atualização’, lançado em 2018, finalmente está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na última quarta-feira (14), na grade de programação.
Confira a sinopse oficial:
“No futuro próximo, a tecnologia controla quase todos os aspectos da vida. Mas quando Gray, um tecnofóbico, tem seu mundo virado de cabeça para baixo, sua única esperança de vingança é um implante experimental de chips de computador chamado Stem”.
‘Upgrade – Atualização’ tornou-se um sucesso de crítica e fez um barulho modesto na bilheteria – arrecadando US$17 milhões em cima de um orçamento de US$3 milhões.
Seus olhos percorrem os ambientes como se vivesse em um constante estado de alerta, procurando algo em alguém, observando aqueles que atenta e indiscretamente o observam. Seu reflexo no espelho não nega suas características faciais, tão pouco as ameniza. Elas fazem parte dele, assim como pertencem à sua história. E por isso o desconforto paira no ar a todo momento. Edward tenta se desvencilhar da rara doença que lhe garantiu uma deformação facial, mas como ator ainda na peleja, é difícil ser aceito numa área onde a beleza sempre entra adiante do talento. E tudo que ele quer é ser diferente. Mais jovem, com traços mais suaves e, porque não…mais belo. E quando um procedimento experimental lhe oferece a oportunidade de “curar” sua aparência, ele verá ali a chance de sair das sombras de sua dita “feiura”, em direção a uma vida de oportunidades jamais apresentadas.
Ao adentrar em temas contraditórios para a própria indústria cinematográfica, como o abuso de pautas sociais a toque de caixa para uma mera sinalização de virtude, Aaron Schimberg convida a audiência para uma experiência metamórfica e metalinguística com Um Homem Diferente, através de personagens que orbitam em torno dessa tão “desconfortável” desfiguração facial. Na trama, à medida em que Edward aceita sua nova e bela face como Guy – a ponto de forjar sua morte -, mais ele internalizará seus traumas com suas antigas feições. Diante de uma nova realidade, ele será confrontado por seus próprios complexos, pelas pressões sociais e pela difícil arte da plenitude. E aqui, nem o mais agradável dos rostos lhe tira o peso da sua eterna insatisfação pessoal.
Em uma poderosa jornada catártica sobre identidade, amor próprio e apropriação de pautas na indústria do entretenimento, o cineasta entra em um profundo loop, onde se debruça sobre representatividade, autorização, estereótipos e tropos hollywoodianos. Abordando estética, preconceitos e capacitismo por uma ótica surrealista, ele faz de seu terceiro filme uma triunfante epopeia sobre caráter, personalidade e supressão de sentimentos, trazendo Adam Pearson em uma rodada dupla de papéis que se digladiam entre si, reiterando ainda mais a versatilidade do poderoso ator.
No mais novo suspense dramático da A24, somos constantemente colocados em uma intensa posição de desconforto, vendo Pearson passear pela tela como esse recluso homem que esconde seu rosto. E sua transformação facial, que acontece com o descolar de toda sua face ao melhor estilo de A Mosca – de David Cronenberg, é uma catarse por si só perante o público, que é diretamente confrontado a respeito da efemeridade e futilidade da beleza física. E ao longo de quase duas horas de filme, tais enfrentamentos continuam a se transformam, desafiando nossa compreensão sobre amor próprio, auto aceitação e insatisfação.
À medida em que Edward, que agora atende como Guy, vê que os seus sonhos mais profundos se tornaram realidade na vida de outro homem com a mesma doença, ele passa a viver em um constante desconforto com sua própria beleza. Jamais reconhecendo genuinamente que tomara a decisão errada, ele caminha com o fardo do arrependimento. Sempre tenso e inconformado, ele se agarra às migalhas da vida que poderia ter tido – se tivesse se aceitado. Essa jornada catártica e tão desconfortável ainda nos presenteia com a belíssima performance de Sebastian Stan, que interpreta a versão “bela” do protagonista.
Reproduzindo os trejeitos tão habilmente criados por Pearson, Stan se apresenta em tela como o inadvertido reflexo de um homem que, por desejar tanto ser outra pessoa, esqueceu-se da riqueza e singularidade de toda sua história. E livre de falsas sinalizações de virtude, “meas culpas” ou justificações para se esquivar de qualquer cancelamento, Schimberg se atém à incrível e impactante história da eterna insensatez humana diante de tudo. Sempre insatisfeitos e inquietos, enxergamos as circunstâncias pelo filtro de perfeição que vemos no outro. Em Um Homem Diferente, tais películas se desmembram diante dos nossos olhos, através de um breve e caricato toque cômico que reflete sobre as sequelas de uma existência regada por negação e falta de aceitação.
Nos incomodando a todo momento com personagens excelentes e profundamente envolventes, o mais novo longa da A24 é um convite metalinguístico para refletirmos sobre a condição humana na era das comparações e das doenças psicoemocionais. Um brilhante experimento surrealista que nos hipnotiza para dentro da peculiar trajetória de seu protagonista, Um Homem Diferente é um sombrio conto visceral sobre identidade, que não tem medo de trazer à tela conversas desconfortáveis sobre a nossa pequenez em fazer do belo a força motriz que rege a sociedade.
Após conquistar o prestigiado prêmio Camera d’Or em Cannes, Armand e os Limites das Famílias, dirigido por Halfdan Ullmann Tøndel e estrelado por Renate Reinsve, vencedora da Palma de Ouro em 2021, se posiciona como um forte candidato ao Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional. Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Tøndel e Reinsve discutem os bastidores do filme, suas inspirações e as expectativas em torno da obra.
Anunciado na shortlist do Oscar no último dia 17 de dezembro, Armandtambém carrega a rica herança cinematográfica de Tøndel, neto de dois ícones do cinema,Ingmar Bergmane Liv Ullmann. A atuação de Reinsve, já aclamada em A Pior Pessoa do Mundo, é outro destaque, consolidando-a como uma das grandes estrelas internacionais do momento, com quatro filmes e uma série lançados em 2024.
A parceria criativa entre Tøndel e Reinsve começou em 2016, durante a produção de um curta experimental. Embora o projeto nunca tenha sido lançado, a experiência foi transformadora para ambos. “Depois de filmar, ficamos tão emocionados que começamos a chorar. Decidimos naquele momento que faríamos algo juntos”, relembra Renate. Essa sintonia resultou em Armand e na complexa construção de Elizabeth, personagem interpretada por Renate.
Combinando narrativa provocativa e performances intensas, Armandé uma reflexão sobre moralidade, julgamento e os limites do comportamento humano. Para o roteiro do seu primeiro longa, Tøndel se inspirou em um evento real e suas indagações sobre a responsabilidade parental. De acordo com o diretor: “Uma criança fez um comentário inapropriado, e as reações foram extremamente polarizadas. Isso me fez pensar em como projetamos nossas próprias inseguranças nos outros.”
Elizabeth: Uma Protagonista Fascinante
Elizabeth é o núcleo emocional de Armand. Sob intensa pressão, a personagem projeta suas ansiedades nos outros, levando a comportamentos extremos. Para Reinsve, interpretá-la foi um desafio enriquecedor: “Todos nós temos momentos em que as piores partes de nós emergem. Elizabeth é a personificação disso.”
Renate Reinsve como Elizabeth no filme Armand (Foto: reprodução)
Entre os momentos mais marcantes está uma cena de riso descontrolado, que demandou uma preparação emocional única. “Eu disse ao Halfdan: ‘Não vou conseguir fazer isso.’ Mas ele me apoiou, e precisei me colocar em um estado quase de perda de controle”, contou a atriz.
Outra cena emblemática envolve uma dança visceral, onde Elizabeth tenta escapar das pressões sociais e internas. Renate Reinsvedescreveu a sequência como “uma colisão entre vulnerabilidade e violência emocional”. Para a atriz, esse tipo de exploração artística é o que torna Armand único e desafiador.
Escolhas Narrativas e Referências Cinematográficas
Tøndel desenhou Elizabeth com base na habilidade de Reinsve de transmitir emoções profundas. “Quanto mais escrevia, mais complexa ela se tornava. Sabia que Renate era a única que poderia dar vida a essa personagem”, afirmou o diretor.
Uma das escolhas mais ousadas foi omitir crianças da tela, embora sejam centrais à trama. “Queria que elas existissem na imaginação do público, moldadas pelas ações dos adultos. Isso reforça os temas de projeção e julgamento”, explicou Tøndel, admitindo também que “trabalhar com crianças é bastante chato.”
Cena de ‘Festa de Família’, de Thomas Vinterberg, uma das inspirações de ‘Armand’ (Foto: Reprodução)
O tom sombrio do filme é inspirado por obras como Festa de Família(1998), de Thomas Vinterberg, e O Anjo Exterminador(1963), de Luis Buñuel. “Buñuel é uma referência constante para mim. Ele cria sátiras sérias, onde ninguém está atuando como se fosse uma sátira, e isso é brilhante”, conta Tøndel em entrevista ao CinePOP.
Outras influências incluem A Caça, também de Vinterberg, embora com uma abordagem diferente. “Em A Caça, sabemos que o protagonista é inocente. Em Armand, a culpa nunca é clara. Essa ambiguidade é central para a narrativa.”, diferencia o cineasta de 34 anos.
As Raízes Criativas dos Artistas
As experiências pessoais de Tøndel e Reinsve desempenharam um papel importante na criação de Armand. Crescendo sob a influência do avô materno Ingmar Bergman, Tøndel absorveu lições sobre narrativa e expressividade. “Os filmes mudos, como Tempos Modernos(1936)de Chaplin, tiveram um grande impacto em mim. A cena da chuva em Armand é uma homenagem a essa era do cinema”, revelou.
Por outro lado, Renate Reinsve teve uma infância mais modesta em termos de acesso à arte. Crescendo em Solbergelva, no interior da Noruega, ela assistia repetidamente as mesmas fitas VHS e aos videoclipes da MTV. “Quando descobri o cinema, foi um choque transformador. Era como descobrir um novo mundo”, declarou a atriz.
As indagações de Armand
No núcleo de Armandestá uma reflexão sobre as falhas humanas e os julgamentos precipitados. “É um filme sobre como projetamos nossas próprias inseguranças e ansiedades nos outros”, explicou Tøndel. Reinsve, por sua vez, vê Armandcomo uma oportunidade de explorar os limites da humanidade. “O cinema tem o poder de revelar as partes mais sombrias de nós mesmos, e isso é ao mesmo tempo assustador e libertador.”, afirmou.
Presente em duas obras norte-americanas no Festival de Berlim 2024, Another End e Um Homem Diferente, além do filme norueguês Descanse em Paz, lançado no Festival de Sundance este ano, Renate Reinsve se consolida como uma das grandes atrizes de sua geração. Ela também participou da série da AppleTV+, Acima de Qualquer Suspeita, com Jake Gyllenhaal, e possui outros três títulos em pós-produção previstos para 2025.
Renate Reinsve estrelou 4 filmes e uma série em 2024 (Foto: reprodução)
Depois de vencer a Caméra d’Or em Cannes 2024, Armand enfrenta grandes nomes na disputa por uma vaga no Oscar. Entre os concorrentes estão Emilia Perez, da França, dirigido por Jacque Audiard; Ainda Estou Aqui, do brasileiro Walter Salles; e A Semente do Fruto Sagrado, representante da Alemanha, do diretor iraniano Mohammad Rasoulof.
Embora tenha sido apresentado no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, Armand e os Limites das Famíliasainda não tem previsão de estreia no Brasil. O filme norueguês estreia dia 14 de fevereiro de 2025, nos Estados Unidos, e 5 de março na França.
Durante uma entrevista ao site Screen Junkie News, o criador dos quadrinhos Robert Kirkman confirmou que já tem um final satisfatório para a série, mas que esse fim ainda está “muito distante”.
“Definitivamente tenho um ponto final em mente para ‘The Walking Dead’. Acho que é a minha responsabilidade, e a responsabilidade de todos os roteiristas, com o público, porque eles estiveram nesta jornada com a gente por muito tempo
Obviamente os fãs merecem um final satisfatório. Existe um plano já, tenho um ponto final em mente, claro. Mas está longe, então não se preocupe, mas estamos construindo algo nesse sentido. Porém estou totalmente preparado se as pessoas ficarem decepcionadas”
À partir do próximo domingo (11), ‘The Walking Dead’ será exibido na Fox do Brasil em um novo horário, devido ao início do horário de verão nos Estados Unidos.
A série agora será transmitida às 22h30, uma hora mais cedo em comparação ao anterior. Essa mudança se manterá até o final da temporada, que acontece em abril.
Enquanto isso, A AMC divulgou os primeiros 4 minutos do 11º episódio da 8ª temporada de ‘The Walking Dead’, que irá ao ar no próximo domingo (11). Assista:
‘The Walking Dead’ é transmitida aos domingos pelo canal pago Fox, às 22h30.
A Disney anunciou que Gal Gadot está em ‘Wifi Ralph: Quebrando a Internet’, continuação de ‘Detona Ralph’. A Mulher-Maravilha dará voz a uma nova personagem. Confira a primeira foto:
Além disso, a animação ganhou novas imagens com as princesas da Disney reunidas. Confira:
A animação estreia no Brasil em 3 de janeiro de 2019.
‘WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.
A nova era da Marvel nos cinemas passa diretamente pelo chamado Multiverso. Adaptado dos quadrinhos, esse conceito existe na vida real em uma teoria da física, que parte da premissa que existem inúmeras realidades paralelas acontecendo ao mesmo tempo.
Como as “Joias do Infinito” da vez são o Multiverso, o CinePOP selecionou algumas produções do MCU que abordam o tema para você conferir.
A aventura final dos Vingadores originais reúne os heróis que sobraram na Terra para tentar reverter os atos de Thanos. Então, eles criam uma máquina capaz de viajar por diferentes linhas do tempo para buscar as Joias do Infinito.
Apesar do segundo filme do Cabeça de Teia trazer um Multiverso “fake”, o conceito debatido pelo herói é o mesmo usado oficialmente no MCU. Na trama, o Homem-Aranha viaja com o colégio para uma excursão pela Europa. No caminho, uma suposta ameaça vinda de outra realidade começa a assolar o continente.
Ambientada em diferentes realidades, essa série animada é Multiverso purinho. Ao longo dos episódios, o Vigia guia o público pelas histórias de versões alternativas dos heróis famosos até que uma ameaça poderosíssima faz com que eles precisem se unir para salvar a existência em si.
Depois de sua experiência fake com Multiverso, Peter Parker tem sua identidade secreta exposta ao mundo e pede a ajuda do Doutor Estranho para fazer com que todos esqueçam que ele é o Homem-Aranha. Só que as coisas dão errado e heróis e vilões de outros universos começam a aparecer na cidade.
Na segunda aventura do Mago Supremo, o Doutor Estranho encontra America Chavez, uma adolescente de outra realidade cujo poder é saltar de um universo para outro. Ela está sendo perseguida pela Feiticeira Escarlate, o que vai levar essa turma em uma viagem pelos diferentes mundos paralelos do MCU.
A segunda temporada de Loki terminou nessa semana, então é bastante válido fazer uma maratona. Na trama, o Loki de Ultimato escapa e acaba sendo interceptado pela Agência de Variância Temporal, que cuida de quem bagunça o Multiverso. Por lá, ele começa a ajudar a equipe em uma missão para encontrar sua variante caótica em troca de uma redução de pena. Apesar da primeira temporada ser pura enrolação, a segunda temporada é um delicioso suco de Multiverso, fazendo dela uma das mais importantes produções do estúdio.
Toda quinta-feira é dia de #TBT lá nas redes vizinhas, então, a partir de hoje toda quinta-feira também será dia de vocês, queridos leitores, encontrarem aqui no Cinepop uma dica #TBT: bons filmes e séries lançados antes do ano anterior (no caso, de 2022 para trás) para você conferir nos streamings, afinal, é tanta coisa boa sendo lançada que a gente até acaba deixando passar umas preciosidades por aí né. E como estamos no mês do recesso escolar, vamos começar com o longa de aventura ‘Esquadrão Secreto’, atualmente disponível para assistir no Telecine, na AppleTV+ e na Paramount+.
Jack (Owen Wilson) estava acampando tranquilamente com sua família quando uma colisão no céu faz com que um piloto caia no meio da floresta. Como um bom cidadão, Jack se aproxima do piloto na tentativa de ajudá-lo, sem saber que com isso seria contaminado com um objeto alienígena que lhe daria superpoderes. O tempo passa e Jack acaba se tornando um grande super-herói que auxilia nos conflitos mundiais constantemente – e, consequentemente, acabou se afastando de sua própria família. Em um determinado final de semana em que deveria passar algum tempo com seu filho Charlie (Walker Scobell), Jack recebe um chamado e precisa sair. Revoltado, Charlie decide chamar seus amigos para a casa do pai, sem imaginar que pessoas malvadas estariam rastreando o sinal para descobrir a verdadeira identidade do herói.
‘Esquadrão Secreto’ é um filme com um roteiro simples e um plot bem mastigado voltado para a garotada aí na faixa dos 10, 12 anos. E para atrair esse público não faltam referências ao universo cinematográfico dos super-heróis que vem conquistando os cinemas nas duas últimas décadas: temos desde o traje que lembra o Homem de Ferro a até mesmo a presença do ator Michael Peña, rostinho conhecido dos filmes da Marvel e também produtor de filmes como ‘Dora e a Cidade Perdida’, como o grande vilão que age de maneira infantil ao ponto de os jovens protagonistas se sentirem confortáveis em brigar com ele. O longa também traz Jesse Williams, o bonitão de ‘Grey’s Anatomy’, como um dos soldados malvados.
‘Esquadrão Secreto’ era uma das grandes apostas da Paramount+ para os cinemas em 2023, mas que acabou indo direto para o streaming brasileiro esse ano, mesmo tendo sido lançado lá fora no ano passado. Mas não se engane: o filme possui efeitos especiais bem-feitos que não deixa nada a desejar a outras produções do gênero. Mesmo tendo Owen Wilson e Michael Peña no elenco, o protagonismo recai mesmo sobre os quatro jovens atores que conduzem o enredo – Walker Scobell,Keith L. Williams, Momona Tamadae Abby James Whiterspoon –, lembrando produções como ‘Pequenos Espiões’ e ‘D.P.A.’.
O roteiro de Ariel Schulman, Henry Joost, Josh Koenigsberg e Christopher L. Yost parte do gênero da aventura e o mescla com boas pitadas de humor do universo juvenil, por vezes inserindo até piadas escatológicas para agradar ao público mais jovenzinho. Com esse pano de fundo o roteiro também aborda questões de amadurecimento juvenil pertinentes à idade, como lidar com pais separados, amores platônicos e a aceitabilidade social no meio escolar.
‘Esquadrão Secreto’ é bem desses filmes de férias mesmo. Através da aventura com ficção científica e toques de humor o longa agrada e se torna uma boa opção de sessão da tarde durante o recesso escolar.
As notícias sobre ‘The Witcher’, nova série da Netflixbaseada no jogo de mesmo nome, podem ter esfriado, mas os fãs vem buscando qualquer informação nova sobre as produções, nem que seja uma mísera pista sobre o que podem esperar.
Recentemente, um bom olheiro conseguiu a imagem do roteiro do episódio piloto que vazou online, e não demorou muito até que uma legião de fãs tentasse decodificá-lo.
As partes grifadas em vermelho foram as traduções feitas pelo público e, mesmo assim, algumas coisas ainda não fazem sentido. Segundo os usuários do Reddit, a imagem borrada e as escritas por cima não contribuem para clarear quase nada.
A primeira temporada, com oito episódios confirmados, continua sem data de estreia confirmada, apesar de sabermos que a série será lançada mais tarde neste ano.
‘The Witcher’ traz em seu elenco Henry Cavill, Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra, Björn Hlynur Haraldsoon e outros. A história gira em torno de Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas provam ser mais perversas que as criaturas que enfrenta.
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