Site Página 226

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ tem a 2ª MAIOR pré-vendas de ingressos da história; Saiba qual é a 1ª!

Apesar dos diversos problemas nos sites de venda, que ficaram fora do ar ontem quase o dia todo, a pré-venda de ingressos para o aguardado ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ quebrou recordes.

Segundo o Fandango, a terceira parte da adorada trilogia estrelada por Tom Holland se tornou a SEGUNDA maior pré-venda de ingressos da história do site, perdendo apenas para ‘Vingadores: Ultimato‘, em 2019.

Em apenas duas horas, a pré-venda de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ ultrapassou toda a pré-venda de ‘Viúva Negra‘.

O filme também quebrou os recordes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, ‘Star Wars: O Despertar da Força’ e dos filmes anteriores do aracnídeo.

O editor-chefe do Fandango, Erik Davis, está muito entusiasmado por ter o multiverso aberto para os negócios.

“O filme mais esperado da temporada promete oferecer surpresas em todos os níveis em 17 de dezembro. Você entra no YouTube, Twitter, Facebook ou TikTok e só vê postagens sobre a próxima aventura de Tom Holland. Vai ser um recorde de bilheterias”, afirmou.

Ontem, fãs tentaram furar a fila para conseguirem ingressos na cidade de Cuernavaca, no México. O resultado dessa confusão rendeu troca de socos à frente de uma das filiais da rede Cinépolis e viralizou nas redes sociais.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

 

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Crítica | O Menu serve torta de climão com rocambole de desespero… e é ASSUSTADOR!

Anya Taylor-Joy é uma das minhas atrizes preferidas da atualidade. Todos os seus projetos tem um selo de garantia que poucos talentos de Hollywood conseguem entregar. Desde que surgiu em ‘A Bruxa‘, passando por ‘Fragmentado‘ até chegar em ‘O Gambito da Rainha’, Anya conquistou um currículo brilhante repleto de sucessos.

E no suspense ‘O Menu‘ não é diferente. Mesmo rodeada de outros grandes astros talentosos de Hollywood, como Ralph Fiennes e Nicholas Hoult, a atriz se destaca e entrega uma atuação extremamente tensa e inquietante. Afinal, a protagonista passa por maus bocados aqui.

O roteiro escrito por Seth Reiss e Will Tracy usa poucos elementos para fazer um caldo bem denso. Sim, vou usar várias metáforas infames envolvendo gastronomia ao longo dessa crítica. E espero que você saboreie-as.

A história acompanha um jovem casal, Margot (Anya Taylor-Joy) e Tyler (Nicholas Hoult). Ela é uma garota simples, e ele um milionário que a leva para uma ilha deserta na expectativa de comer no restaurante de um chef reconhecido (Fiennes). Tudo parece muito sofisticado e glamuroso no começo, mas logo Margot começa a reparar que por trás da cozinha se esconde um segredo obscuro que vai se revelando em cada um dos pratos mirabolantes servidos. Mas será que eles irão sobreviver até a sobremesa?

O Menu‘ é um daqueles filmes de difícil digestão, que te leva por uma jornada tortuosa sem precisar de muitos ingredientes. E com diálogos afiados e situações desesperadoras, o suspense cria uma montanha-russa de sensações ao longo de pouco mais de 1 hora e quarenta minutos de produção.

Imagina o prazer em assistir a construção de pratos esteticamente belíssimos no melhor estilo Masterchef misturado com um roteiro afiadíssimo que tece críticas sociais e traz reviravoltas surpreendentes? Esse é ‘O Menu‘.

O filme subverte todas as expectativas e trilha um bem sucedido caminho enquanto trabalha cada um de seus protagonistas e os desenvolve genialmente, graças ao talento do elenco. Além de Anya, Ralph Fiennes está tão assustador quanto seu Voldemort, de ‘Harry Potter‘. Quiçá um pouquinho mais insano.

Grande parte do sucesso do filme está na sagacidade do diretor Mark Mylod, que comandou a comédia ‘Qual Seu Número?‘ e episódios de ‘Succession‘. Ele cria um visual sofisticado para o suspense, que aterroriza mesmo em um ambiente extremamente glamuroso. É um deleite visual, ao mesmo tempo que dá uma certa indigestão. Afinal, é tanta tensão que você praticamente consegue cortá-la com uma faca.

Por fim, ‘O Menu‘ é uma das mais gratas surpresas de um ano que tem sido ótimo para os fãs de filmes de suspense e terror. Ele serve uma torta de climão com um rocambole de diversão e desespero. E é DELICIOSO. Todos os sabores e sensações são explorados aqui, e o espectador pode degustá-los com todo o prazer. No final, fica aquele gostinho de quero mais.

Eu assisti ao filme no Festival do Rio, e ele chega oficialmente nos cinemas nacionais no dia 1º de Dezembro.

ANGUSTIANTE! Suspense da Netflix está fazendo as pessoas PASSAREM MAL com situações pesadas….

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do novo suspense de sobrevivência espanhol da Netflix que está fazendo as pessoas passarem mal.

Na trama, uma jovem grávida chamada Nada escapa de um país em guerra, escondendo-se em um contêiner marítimo a bordo de um navio de carga que acaba caindo no oceano. Após uma violenta tempestade, Nada dá à luz a criança e, perdida no mar, deve lutar para sobreviver.

Assista a crítica:

Nas redes sociais, as pessoas revelaram terem passado mal com algumas cenas de ‘Destinos à Deriva‘.

Confira as reações e o trailer:

Confira o trailer:

Albert Pintó comanda a produção. Ernest RieraMiguel RuzIndiana ListaSeanne WinslowTeresa de Rosendo assinam o roteiro.

Anna CastilloTamar Novas estrelam.

‘Meu Malvado Favorito 4’ estreia em 2º LUGAR no Brasil; ‘Divertida Mente 2’ segue liderando as bilheterias

‘Meu Malvado Favorito 4’ estreou na quinta-feira nos cinemas nacionais, mas não conseguiu tirar o fenômeno ‘Divertida Mente 2‘ da liderança das bilheterias brasileiras. E olha que essa é a terceira semana que a animação da Pixar está em cartaz.

‘Meu Malvado Favorito 4’ ficou em segundo lugar com R$ 28.2 milhões, enquanto a animação da Pixar liderou com R$ 48.9 milhões.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Divertida Mente 248.906.000
2Meu malvado favorito 428.291.000
3Um lugar silencioso – Dia um5.538.000
4Entrevista com o demônio829.000
5Bad Boys – Até o fim507.000
6Tô de Graça441.000
7MaXXXine248.000
8Ainda temos o amanhã83.000
9A grande fuga75.000
10Testamento44.000

 

Nos EUA, ‘Meu Malvado Favorito 4‘ arrecadou US$ 122.6 milhões durante o final de semana estendido – superando as projeções iniciais, que indicavam uma abertura entre US$ 100-120 milhões.

Para termos de comparação, o longa fechou o final de semana regular com US$ 75 milhões, o que representa a segunda melhor estreia da franquia – ultrapassando ‘Meu Malvado Favorito‘ (US$56.3M) e ‘Meu Malvado Favorito 3‘ (US$72.4M).

Com US$ 83.5 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana, ‘Meu Malvado Favorito 2‘ segue como a maior abertura da franquia – se não levarmos em consideração os derivados ‘Minions‘ (US$115.7M) e ‘Minions: A Origem de Gru‘ (US$107M).

Internacionalmente, a animação soma US$ 107 milhões através de 73 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 229.5 milhões.

Relembre o trailer:

“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.

O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey KingStephen ColbertChloe Fineman.

Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

‘Star Wars’ de Shawn Levy com Ryan Gosling vai se passar depois de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’

O diretor Shawn Levy, conhecido por seu trabalho em ‘Deadpool & Wolverine‘, está avançando com seu projeto de Star Wars.

O filme, que terá Ryan Gosling indo para a grande galáxia muito, se passará depois de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

A novidade foi revelada por Kathleen Kennedy, a chefe da Lucasfilm, ao Deadline:

“Esse filme também está no futuro. É tudo depois [dos primeiros] nove. Shawn traz uma história independente de Star Wars que se passará depois do 9, talvez cinco ou seis anos depois. E Mandalorian realmente se destaca porque lá, estamos lidando com uma era totalmente diferente na Nova República. Temos outros desenvolvimentos acontecendo nesse espaço também. Então esse é o espaço em que estamos bastante focados no momento, porque obviamente com Mandalorian temos uma boa noção de para onde isso está indo. E com isso, são todos personagens praticamente novos. Podemos trazer alguns dos personagens de volta da saga da sequência, mas personagens praticamente novos.”

A Lucasfilm estaria demonstrando confiança a ponto de considerar iniciar a produção do filme no final deste ano.

Outros rumores indicam que Jonathan Tropper, roteirista de ‘O Projeto Adam‘ (2022), estaria colaborando com Shawn Levy para finalizar o roteiro deste novo longa.

Em entrevista recente ao site IndieWire, Levy compartilhou detalhes sobre o projeto, confirmando que o desenvolvimento está em pleno andamento.

“Como ‘Deadpool & Wolverine‘ foi tão gratificante, estou muito aberto ao que vier a seguir. E sim, estou desenvolvendo um filme de Star Wars, na verdade com o roteirista de ‘Projeto Adam‘, Jonathan Tropper. Você nunca sabe o que se tornará incontestável e será produzido a seguir”, declarou Levy.

Vale lembrar que o filme do diretor não se trata do longa focado em Rey, que será comandado por Sharmeen Obaid-Chinoy.

Riocorrente

Você já viu um filme feito para não ser entendido? Chegou aos cinemas brasileiros nesta última semana o esquisito longa-metragem de Paulo Sacramento, RioCorrente. Mostrando o cotidiano de três personagens peculiares cada qual no seu qual, o filme persegue a curiosidade do espectador a todo instante criando arcos dramáticos sem desenvolvimento no seu ponto de intercessão. O público se pergunta a toda hora o porquê de não entender absolutamente nada do que o filme quer dizer.

RIOCORRENTE-Offical-Poster-Banner-PROMO-PHOTOS-12DEZEMBRO2013-17

Na trama, uma das mais loucas dos últimos anos quando falamos de cinema nacional, conta a história de um homem desiludido e ex-ladrão de carros chamado Carlos (Lee Taylor), um jornalista de prestígio chamado Marcelo (Roberto Audio) e uma mulher chamada Renata (Simone Iliescu) que se relaciona ao mesmo tempo com esses dois personagens citados. Ao longo dos dias, o descontrole dos três vai chegando ao limite e o destino deles acaba se aproximando mais ainda.

O projeto tem a ambição de ser incompreendido. Possui traços de críticas sociais profundas mas muito mal elaboradas. A montagem e a edição deste filme parecem ter sido feita às pressas, deixando a desejar no desenvolvimento de suas personagens. Renata, por exemplo, o elo de intercessão entre todos na história, não tem sua verdade descascada para o espectador tornando o longa-metragem uma experiência chata e maçante.

Riocorrente

Cinema experimental? Uma viagem absurda ao incompreensível? RioCorrente, por sua sinopse, possuía elementos que poderiam gerar um filme bom mas tudo isso vira de ponta cabeça bem antes do meio da história. É o tipo de filme que assusta o público. Com tantos títulos brasileiros ótimos recentemente lançados no cinema (como: Gata Velha Ainda Mia e O Lobo Atrás da Porta), esse trabalho de Paulo Sacramento chega como uma ducha fria. Tentar ser David Lynch (o rei do incompreensível genial) não é o caminho.

10 FILMES DILACERANTES que nos fazem pensar sobre a vida!

Com tantas histórias repletas de obstáculos que acompanhamos na nossa realidade, quando assistimos a um filme profundo que nos mostra algumas dessas verdades o impacto é grande! Para você que curte boas reflexões sobre a existência, separamos abaixo 10 filmaços pra você conferir:

 

Manchester à Beira-Mar

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

 

Manas

Na trama conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas em respostas no sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

Memórias de um Esclerosado

Na trama, conhecemos o cartunista Rafael Côrreas, que 14 anos atrás, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Com o avanço da doença, resolve ir atrás de um registro sobre momentos importantes de sua vida, até mesmo personificações importantes do abstrato mundo das emoções, que traçam paralelos com o mix de sentimentos que entra em ebulição de forma dilacerante em uma enorme inquietante e produtiva conversa com o espectador.

 

Aftersun

Na trama, conhecemos Sophie (Frankie Corio), uma jovem bastante esperta, curiosa, de recém completos 11 anos, que vai passar férias com o pai Calum (Paul Mescal), que é separado da mãe, na Turquia. Desde a chegada ao local, Sophie registra tudo com uma câmera, as alegrias, as discussões, as dúvidas, as descobertas, os marcantes momentos daquele curto período. Percebemos logo que são lembranças, memórias, com uma carga alta de sentimentos vindos de vários lados.

 

Carvão

Na trama, exibida nos importantes Festivais de Toronto e San Sebastian, conhecemos Irene (Maeve Jinkings), uma mulher que vive com o marido (Rômulo Braga), o filho Jean (Jean de Almeida Costa) e o pai (esse já em estado bastante debilitado) em uma cidade isolada dos grandes centros, no interior do Brasil. A família vive uma vida simples onde a falta de dinheiro é algo frequente. Certo dia, uma mulher aparece com uma proposta inusitada, que consiste na família hospedar um misterioso visitante internacional chamado Miguel (César Bordón), em troca de uma boa quantia de dinheiro. Eles topam. Assim, se seguem dias de muitos conflitos, onde vamos entendendo melhor cada um desses personagens.

 

O Reformatório Nickel

Ambientado em partes na década de 1960, acompanhamos Elwood (Ethan Herisse) um jovem, cheio de sonhos, que um dia após pegar uma carona acaba sendo enviado injustamente para um reformatório conhecido pelo tratamento abusivo. Nesse lugar, vive experiências marcantes numa época de separação racial e enorme preconceito, encontrando na amizade do colega Turner (Brandon Wilson) uma força para passar pelos obstáculos que o destino colocou em sua frente.

 

Living

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que trabalha quase toda vida no funcionalismo público, mais precisamente no departamento de obras públicas. Esse homem de fala mansa, pacato, parece ter um cotidiano robótico, monótono, com as responsabilidades bem demarcadas e um relacionamento distante com os filhos. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal e tem poucos meses de vida, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias e nos dias seguintes vai buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Você não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai Ricky (Kris Hitchen), um torcedor entusiasmado do Manchester United, resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade apertada financeira de sua família. A questão é que a partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta, sua esposa Abbie (Debbie Honeywood em uma atuação primorosa) é uma cuidadora que após vender seu carro para o investimento na van de Ricky vê sua agenda e rotina mudarem ocasionando em uma escassez maior ainda de uma coisa valorosa: o tempo. Assim, os dois filhos do casal também passam por transformações e a todo instante perguntamos, será que Ricky fez o certo em tentar dar um passo além do que já tinha? As certezas dessa resposta nos chegam forte quando entendemos melhor a empresa que fornece os conteúdos de entrega ao protagonista.

 

Canastra Suja

Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.

 

O Caderno de Tomy

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

 

 

 

 

 

10 Remakes Melhores que os Filmes Originais

Talvez o termo que mais faça os cinéfilos rangerem os dentes seja remake. As infames refilmagens chegaram para ficar e, em sua grande maioria com toda certeza são, digamos, no mínimo desnecessárias. Mas é claro que para toda regra existe a exceção. E assim, para cada 10 obras refilmadas, ganhamos ao menos uma para salvar o dia.

Esses bons exemplares servem, acima de tudo, para mostrar que se desenvolvidos da maneira certa, os remakes pode acrescentar muito ao material original, expandindo sua mitologia e modernizando o conceito para os novos tempos e novos públicos – sem que precisemos esquecer do clássico. Um bom exemplo disso é o que a série Westworld criou, em especial em sua primeira temporada, em relação ao que havia sido trabalhado no filme homônimo de 1973.

Pensando nisso, o CinePOP cria uma nova matéria colocando nos holofotes algumas ótimas refilmagens que, além de funcionarem muito bem por conta própria, ainda conseguem ser tão boas (ou quem sabe até melhores) que os filmes originais. Vem conhecer.

A Mosca (1986)

Baseado no conto homônimo de George Langelaan, A Mosca da Cabeça Branca (1958) é uma produção B da FOX que ganhou status de cult – e foi lançada numa época áurea para este tipo de filme, ficções científicas e histórias fantásticas. Quase trinta anos depois do original, a mesma FOX lançava o remake, e não poderia ter escalado diretor melhor, já que David Cronenberg fez carreira em cima do horror corpóreo e do grotesco – encaixes perfeitos para a natureza desta trama.

Nas duas versões, o protagonista brinca de Deus ao criar uma nova tecnologia que transporta matéria de um receptáculo ao outro. Ambos são obcecados com seu trabalho e têm seus laboratórios em sua própria casa. A diferença é que no original, Andre (David Hedison) é um pai de família e sua mulher (Patricia Owens) é a verdadeira protagonista. A história também começa pelo fim, e o que vemos é inteiramente um flashback contado pela esposa. A experiência, por sua vez, termina por dividir Andre em dois seres. O remake ganha ares de superprodução, com um orçamento de US$15 milhões – o que eleva os efeitos práticos criados aqui a outro patamar, ainda hoje alguns dos mais memoráveis da década e vencedor do Oscar de melhor maquiagem.

Bravura Indômita (2010)

Essa é páreo duro. O filme original conta com uma grande atuação do eterno cowboy John Wayne, que inclusive conquistou o único Oscar de sua carreira pelo trabalho, e está no panteão de seus melhores filmes do gênero. Lançado em 1969, o longa é baseado no livro de Charles Portis e também recebeu indicação no Oscar por sua canção original. Quarenta e um anos depois foi a vez dos irmãos Coen, celebrados cineastas, adaptarem o clássico faroeste para a Paramount.

Se formos comparar unicamente os prestígios das produções, a versão dos Coen sai na frente, com 10 indicações ao Oscar – entre elas melhor filme, diretor, roteiro, fotografia, ator principal e atriz coadjuvante -, mesmo que não tenha levado nenhuma. O veterano Jeff Bridges faz um trabalho tão bom quanto Wayne na pele do caolho Rooster Cogburn, e Matt Damon e Josh Brolin são adições de luxo a qualquer elenco. Se tem outro ponto no qual o remake sai vitorioso novamente é na escalação da menina Hailee Steinfeld no papel de Mattie Ross. A começar que Steinfeld tinha mesmo 16 anos na época, ao contrário dos vinte e poucos de Kim Darby no filme original. Uma das principais diferenças é a inclusão de um epílogo com Mattie já adulta e sem braço, ausente no clássico.

Sob o Domínio do Mal (2004)

Outra disputa duríssima. Paranoia é a palavra central desta trama escrita pelo autor Richard Condon, que teve o seu livro adaptado ao cinema pelo diretor John Frankenheimer em 1962. Aqui, a Guerra-Fria e o pânico norte-americano do comunismo servem como tema na história sobre um grupo de militares dos EUA sequestrado por forças soviéticas durante uma operação em terras estrangeiras, sofrendo lavagem cerebral a fim de cometerem atos terríveis. Tudo canalizado por uma família política ambiciosa e sem escrúpulos.

No remake de Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes), lançado 42 anos depois do original, sai a paranoia da Guerra Fria, dos coreanos, soviéticos e comunistas, e entra a da Guerra do Golfo, a dos atentados terroristas, e de grandes empresas farmacêuticas e militares. Sai também Frank Sinatra como o protagonista Marco e entra Denzel Washington, servindo a narrativa de maior representatividade. Outros membros do batalhão ganham mais destaque no remake também, além de qualquer filme lucrar com a presença de Meryl Streep. Aliás, o remake ganha muitos pontos somente pela dobradinha Washington/Streep.

Um Crime Perfeito (1998)

Esta remake orquestrado por Andrew Davis (O Fugitivo) consegue um feito impensável: melhorar Alfred Hitchcock. Baseado na peça de Frederick Knott, Hitchcock cria Disque M para Matar (1954) bem no estilo de uma montagem teatral – com poucos cenários (basicamente o apartamento do casal protagonista) e a ação toda baseada em diálogos. O fato faz deste longa uma bela companhia para Festim Diabólico (1948), outra obra do icônico diretor confeccionada em tais moldes.

O remake, mais arrojado e chamativo, acerta ao mesclar os personagens do assassino e do amante num só, eliminando assim a existência de um “mocinho”. Na nova versão, não existem santos, e sim pecadores – o que torna tudo mais crível. Outro ponto a favor é a concentração de uma linha investigativa, ao contrário da “volta ao mundo” que a polícia precisa realizar para conseguir concluir o caso no original. E o que dizer do “passeio” que uma condenada à morte é permitida fazer bem na véspera de sua execução – bem, hoje em dia tais momentos podem não descer tão redondos assim, e o remake fez bem em elimina-los. Fora isso, na refilmagem não existe espaço para a comicidade, incluída no original através do Inspetor Hubbard (John Williams), quase um Poirot. Talvez por isso, no remake tenha sido escalado para o mesmo personagem o ator David Suchet, que viveu o detetive criado por Agatha Christie na série homônima, de 1989 a 2013.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Dirigido pelo rei do cinema B Roger Corman, esta produção de baixo orçamento lançada em 1960 pode se gabar de sua ideia original e alucinada, e de ser um dos primeiros projetos a contar com a participação do astro Jack Nicholson num papel coadjuvante. A trama mostra um tímido funcionário de uma floricultura descobrindo uma planta carnívora como nenhuma outra. O filme, que mistura comédia e terror, se tornou cult e virou um musical nos palcos no início da década de 1980.

Em 1986, tal peça era adaptada ao cinema na forma de uma grande produção dirigida por Frank Oz. Igualmente um musical, o filme manteve alguns atores dos palcos e adicionou grandes nomes da comédia de Hollywood dos anos 1980 ao elenco – gente como Rick Moranis, Steve Martin, Bill Murray e John Candy desfilam em tela. O remake ganhou ainda mais tintas de item cult, se tornando unanimemente preferida em relação ao original. A surpresa é que uma nova versão da história está sendo desenvolvida pelo diretor de Com Amor, Simon (2018), e com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco.

Scarface (1983)

Por falar em remakes da década de 1980 que ganharão novos remakes, aqui temos o inesquecível neoclássico de Brian De Palma, com uma das mais chamativas atuações do mestre Al Pacino. Scarface: A Vergonha de uma Nação (1932) é um dos filmes responsáveis por cimentar o cinema de máfia e suas alegorias como conhecemos hoje. A influência do longa sobre um bandido chamado Tony que escala até o topo do submundo do crime ecoa até hoje.

Cinquenta e um (uma boa ideia) anos depois, o diretor De Palma reimaginaria o clássico, com roteiro assinado por Oliver Stone. A ideia é tirar a história de Chicago e a levar até Miami, onde um imigrante ilegal foragido de Cuba faz a trama ganhar novos contextos políticos. Pacino vive o Tony da vez, e assim como no original sobe na cadeia alimentar da contravenção, assassinatos e todo tipo de crime até o topo. Mesmo tido como exagerado hoje, o remake de Scarface é um dos filmes mais adorados do gênero, e conta com coadjuvantes de luxo como Michelle Pfeiffer e Mary Elizabeth Mastrantonio. Outra semelhança entre os longas é a frase “The World is Yours”, mostrada em momentos específicos de ambos.

O Professor Aloprado (1996)

O saudoso Jerry Lewis ficou imortalizado como um dos maiores nomes do humor no cinema mundial. E foi justamente de sua cabeça que saiu a ideia para O Professor Aloprado – a história sobre um gênio da ciência muito tímido e atrapalhado (o típico nerd), cuja maior vontade é ser popular com as mulheres. Bem, não se pode ter tudo. Ou será que sim? Escrito e dirigido pelo próprio ator, esta espécie de O Médico e o Monstro cômico foi lançado em 1963, e mostra um sujeito retraído criando uma fórmula que o torna um “ás” com as mulheres – hoje, leia-se um “macho tóxico”.

O Professor Aloprado, de Jerry Lewis, foi um sucesso e se tornou seu filme mais famoso. Trinta e três anos depois, outro humorista sensação se apropriou do material, elevando ainda mais o jogo. Eddie Murphy foi sucesso no humorístico Saturday Night Live, e em seu início de carreira no cinema marcou um golaço com Um Tira da Pesada (1984). Depois disso, ficou entre altos e baixos, e foi com sua versão de O Professor Aloprado que o ator recuperaria seu status de outrora. Então, mais do que um filme, para Murphy a obra significou o resgate de sua carreira. A boa sacada do roteiro é fazer do protagonista um homem com baixa autoestima devido ao sobrepeso. A lição final, no entanto, é o oposto da gordofobia, é a de aceitarmos quem somos de verdade. Outro ponto positivo é a atuação de Murphy como vários membros da família Klump, referência a Um Príncipe em Nova York (1988), outro grande acerto de sua filmografia.

Onze Homens e um Segredo (2001)

Já tivemos um filme protagonizado por Frank Sinatra na lista, e agora chega o segundo. Tanto Sob o Domínio do Mal (1962) quanto Onze Homens e um Segredo (1960) são ótimos filmes, mas produtos de seu tempo. Aqui mais ainda, o longa parece ter sido feito na famosa circunstância da camaradagem – pense em Adam Sandler e seus amigos saindo de férias para gravar Gente Grande, por exemplo. Na década de 1960, tínhamos o chamado Rat Pack (o “grupo de ratos”), comandado por Sinatra e seus comparsas (Sammy Davis Jr., Dean Martin, entre outros) – um grupo de malandros sedutores, que adoravam beber e fumar, e eram os caras mais descolados da época.

Justamente por isso, quando foi a hora do alternativo Steven Soderbergh regravar o longa 41 anos depois, sua principal motivação foi reunir um elenco tão “legal” quanto e estipular o clima de brincadeira e camaradagem nos bastidores – que se reflete na tela. Assim, George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, entre outros, desfilam num dos maiores e melhores elencos de todos os tempos. É claro que para esta modernização a trama fica um pouco mais complexa e repleta de reviravoltas – assim como melhor aprofundamento de personagens. A principal diferença é, claro, o avanço na tecnologia, e o fato de que no original todos eram colegas das forças armadas planejando um grande golpe em Las Vegas.

Guerra dos Mundos (2005)

Tudo começou com a obra literária do autor H.G. Wells, que conta em detalhes como ocorreria uma invasão alienígena na Terra saída de Marte – lançada ainda em 1897. Antes desta primeira adaptação do livro clássico ao cinema, de 1953, no entanto, tivemos a infame transmissão de rádio, na qual Orson Welles relata a chegada de marcianos ao nosso planeta de forma tão precisa que criou uma histeria em massa, em 1938. Produzido por dois anos até seu lançamento, a Paramount criou esta superprodução – que pegava carona no filão da década da ficção científica, com diversos paralelos traçados, o maior deles sendo o medo e a paranoia do “estrangeiro” em meio à Guerra Fria.

E quando pensamos em alienígenas e superproduções, qual cineasta vêm à mente de forma quase instantânea. Acertou quem disse Steven Spielberg. Após os sucessos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T. – O Extraterrestre (1982), o diretor trata pela primeira vez os visitantes interplanetários como vilões – afinal, esta é toda a essência do material original. Mesmo após Independence Day (1996) – o Guerra dos Mundos dos novos temposSpielberg consegue entregar uma obra relevante, em especial por centrar sua trama numa família: um pai fazendo de tudo para proteger seus dois filhos. Pode parecer destoante, mas o que o cineasta faz é algo mais intimista, pessoal e dramático dentro da megalomania que uma situação destas apresenta.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Como dito, os anos 1950 foram o berço da ficção científica no cinema – com diversas produções clássicas desta época ainda lembradas como alguns dos maiores exemplares do gênero na sétima arte. É exatamente onde O Monstro do Ártico (1951) se encaixa. Baseado no conto ‘Who Goes There’, de John W. Campbell Jr., o filme apresenta um grupo de cientistas e militares em uma base americana no Alaska, descobrindo uma criatura alienígena congelada na neve. A criatura, é claro, foge e se torna uma ameaça para a equipe, matando seus membros.

Trinta e um anos depois, o cultuado John Carpenter, então no auge de sua carreira, refilma a obra, dando sua própria abordagem diferenciada. A trama é movida para a Antártida, onde temos desta vez uma equipe inteiramente constituída de homens, ao contrário do original. Além disso, o terror começa em uma base norueguesa vizinha, e o primeiro contato com o monstro é através de um cachorro contaminado. A grande diferença, entretanto, é a maior graça do remake. Enquanto no original, a produção não contava com um orçamento folgado, a criatura era apenas um monstro de macacão no estilo Frankenstein, descrito como um vegetal humanoide. Já na refilmagem, Carpenter pôde brincar bastante com o conceito, fazendo da criatura um ser transmorfo, que podia se parecer com qualquer um, inclusive animais, como cachorros. Ao mesmo tempo em que as mutações grotescas se tornaram o chamariz do longa, com efeitos práticos reverenciados até hoje.

Você lembra deles? Os Filmes dos anos 80 que mereciam REMAKES

Você sabia que o indicado ao Oscar ‘Bugonia’, de Yorgos Lanthimos, é um remake? Sim, o filme é a reimaginação americana da produção sul-coreana ‘Save the Green Planet!’, de 2003. A grande maioria não sabe disso. Muitos torcem o nariz para refilmagens, mas a intenção pode ser nobre. A principal função de um remake é criar interesse por uma história, a tornando famosa e fazendo o espectador buscar suas referências, ou no caso de remakes o seu original, ampliando assim seu conhecimento cinematográfico e aumentando sua experiência com a sétima arte. Os melhores remakes são aqueles que pegam uma produção obscura ou muito antiga e a colocam na luz. Outro exemplo recente é ‘O Beco do Pesadelo’, produção de alto nível comandada por Guillermo del Toro, que se trata da refilmagem de uma produção de 1947, intitulada ‘O Beco das Almas Perdidas’.

Entrando no clima dos remakes, vamos falar agora de uma de nossas décadas preferidas: os anos 80. O período guarda muitos filmes queridos e ainda bastante populares. Mas também esconde produções B ou cults não muito conhecidos pelo grande público de hoje. Abaixo daremos exemplos de alguns filmes dos anos 80 que variam em fama, e que achamos que dariam boas refilmagens modernas nos dias de hoje. Confira.

A Lagoa Azul

Claro que todos conhecem este recordista de exibições na Sessão da Tarde. A história de duas crianças abandonadas em uma ilha paradisíaca, que crescem para descobrir os desejos da carne, nas formas da bela Brooke Shields e de Christopher Atkins. Existe um quê bíblico nesta narrativa, que remete a Adão e Eva no paraíso. Agora imagine uma cineasta do nível de Emerald Fennell à frente de um remake desses, que possa adicionar muitos elementos eróticos à narrativa, como a diretora fez em todos os seus filmes, em especial no recente ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, atualmente nos cinemas.

Mas não apenas isso, porque poderíamos ter algo de ‘Socorro!’, também lançado este ano nos cinemas, adicionado à narrativa – afinal ambos tratam de pessoas isoladas em uma ilha, precisando usar todo o seu conhecimento para sobreviver. E quem sabe ter elementos mais intensos, afinal um bom remake é aquele que não apenas homenageia o original, mas cria algo totalmente novo. Ah sim, não podemos esquecer dos momentos contemplativos, belos e mais dramáticos, e para isso a referência aqui poderia ser ‘Sonhos de Trem’, que fala entre outras coisas sobre a relação simbiótica entre o homem e a natureza.

A Marca da Pantera

Esse é um pouco menos conhecido do grande público da atualidade. Curiosamente, ele mesmo é um remake, bastante estilizado de um clássico da década de 1940, sobre uma maldição que acomete uma raça de pessoas que se parecem muito com humanos normais, porém, ao ficarem excitados se transformam em enormes felinos, espalhando o terror. O remake é de 1982, estrelado pela alemã Nastassja Kinski, e dirigido por Paul Schrader, o famoso roteirista de ‘Taxi Driver’. Para um segundo remake desta história, a aposta, é claro, seria em um visual mais arrojado e em efeitos práticos de primeira. Para isso, o longa adentraria ao popular subgênero do body horror, na crista da onda novamente devido ao sucesso de ‘A Substância’. Justamente por isso, a sensibilidade da cineasta francesa Coralie Fargeat seria o ideal, já que a realizadora soube como poucos equilibrar humor, crítica social e elementos bizarros de terror.

O Último Guerreiro das Estrelas

Lançado em 1984, ‘O Último Guerreiro das Estrelas’ fez parte do grupo de centenas de filmes que não foram sucesso nos cinemas, mas foram redescobertos nas locadoras de vídeo, se tornando uma produção cult. Aliás, há anos fala-se em um remake para esta clássica aventura espacial – que pegou clara carona no sucesso de ‘Star Wars’, mas mirou no público mais jovem, da era dos games e arcades. Na trama, um rapaz pobre, morando em um acampamento de trailers, é uma verdadeira fera em um fliperama de naves espaciais. O jogo na verdade é um recrutamento bastante real para pilotos em uma guerra interplanetária. Para o subgênero conhecido como “ópera espacial”, uma ótima pedida seria um realizador do tipo de Dan Trachtenberg, responsável pelo ótimo e subestimado ‘Predador: Terras Selvagens’, que misturou com perfeição um visual incrível, escopo de blockbuster, muita ação, ficção científica afiada, certo humor, criaturas e um drama familiar que foi a pitada final. Todos estes elementos casam com perfeição na narrativa do clássico dos anos 80.

Deu a Louca nos Monstros

Existem certos filmes que parecem ter nascido para se tornar uma franquia. Porém, isso nem sempre se concretiza. O item acima é um claro exemplo disso. Outro exemplo é este ‘Monster Squad’ (no original), que é uma mistura de Goonies com os clássicos monstros da Universal (Drácula, Frankenstein, Lobisomem, Múmia e o Monstro da Lagoa Negra). O longa marcou todos que cresceram na época, e esta geração jamais esquecerá o longa de 1987. Muitos anos se passaram e nada de concreto sobre uma continuação ou remake, apesar de ser um dos mais celebrados cults dos anos 80, com exibições comemorativas de tempos em tempos nos cinemas.

Para um eventual remake, a pegada poderia ser a mesma de ‘Abigail’, um dos filmes de vampiros mais divertidos dos últimos tempos. E para o comando seria legal alguém com a sensibilidade da dupla conhecida como Radio Silence (Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett), que mistura humor e terror como poucos, donos de filmes como ‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico 5’ e ‘Pânico 6’. Os diretores já comandaram inclusive um elenco juvenil nos citados filmes do assassino Ghostface. Resta saber se o estúdio iria optar por uma censura mais baixa, já que o longa apesar de possuir elementos de terror, possui também um clima relativamente família.

O Feitiço de Áquila

Os anos 80 também ficariam conhecidos como a casa do gênero de aventura e fantasia, gênero que viria a morrer na década seguinte, e ser revivido nos anos 2000 com ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Harry Potter’. Na década de 80 tivemos diversos exemplares dos mais variados níveis de sucesso, vide ‘A Lenda’, ‘Willow’, ‘Labirinto’, ‘A Princesa Prometida’, entre outros. Um dos mais “realistas” foi ‘O Feitiço de Áquila’, que é levado de uma forma sóbria, como um épico medieval, não fosse pelo fato de uma maldição que separa o casal vivido por Rutger Hauer e Michelle Pfeiffer. De dia, ela se transforma em um gavião (daí o título original Ladyhawke) e de noite, ele é transformado em um lobo. As transformações nunca são mostradas e o longa mantém a seriedade ao não apelar para efeitos visuais. O remake do filme poderia continuar com essa sobriedade, apesar dos elementos fantásticos, algo que Ryan Coogler realizou muito bem em ‘Pecadores’. Mas poderia também seguir um caminho mais absurdo, surreal e bizarro, como as obras recentes do grego Yorgos Lanthimos, vide ‘Pobres Criaturas’ e ‘Bugonia’.

A Aparição

Outra obra cult, desconhecida por grande parte do público, ‘A Aparição’ (ou The Wraith no original) é uma espécie de ‘O Corvo’ (1994) misturado com ‘Velozes e Furiosos’ – já comece a pensar na insanidade disso. Produção B do cinema, que mesmo para os fãs da década de 80 se trata de um filme obscuro, o longa é estrelado por Charlie Sheen, que diz não lembrar de ter trabalhado no projeto – para sentir o drama. Acontece que com o passar do tempo, esse longa que completa 40 anos em 2026 foi ganhando enorme fama de cult, com cada vez mais adeptos de sua trama nonsense. Como dito, assim como a história de ‘O Corvo’, também um cult com mais estilo do que substância, aqui também temos uma trama essencialmente sobre vingança do além-túmulo, envolvendo elementos sobrenaturais. A diferença é que aqui tudo é feito no melhor estilo de ‘A Supermáquina’. Uma gangue toca o terror nas ruas de uma cidade americana, cometendo os piores crimes, até finalmente matarem um rapaz.

Um tempo depois, um novato chega ao local, papel de Charlie Sheen, coincidindo com a aparição de uma entidade motorizada, que começa a fazer justiça eliminando um por um os membros da gangue. O principal mote aqui é o estilo e a qualidade cult, elementos que poucos cineastas possuem hoje em dia mais do que Zach Cregger. O diretor parece ter nascido para “causar” em obras cult, mas que se tornam extremamente populares, apesar de toda a sua insanidade. Os exemplos são ‘Noites Brutais’ e especialmente ‘A Hora do Mal’ – indicado ao Oscar. Cregger seria o diretor perfeito para um remake de ‘A Aparição’, que certamente tomaria outros rumos, manteria somente o tema central e eliminaria o aspecto ‘Velozes e Furiosos’. Ou será que não?

‘Super Drags’: Novo vídeo hilário faz homenagem aos clássicos de terror; Confira!

A Netflix divulgou um vídeo hilário de ‘Super Drags‘, fazendo homenagem aos clássicos do terror.

Confira:

A gigante do streaming confirmou a estreia para o dia 9 de novembro.

Recentemente, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu uma nota de repúdio à produção, solicitando o seu cancelamento, por considerar o seriado prejudicial para o público infantil.

No comunicado oficial, a instituição reitera seu respeito à diversidade sexual, mas aponta os perigos de utilizar uma linguagem naturalmente considerada infantil para dialogar temáticas destinadas para o público adulto.

Confira:

“A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores.”

Ainda assim, a Netflix defendeu seu posicionamento com um vídeo, que traz a drag queen brasileira Silvetty Montilla dublando a personagem Vedete Champanhe, deixando claro que a classificação indicativa é 16 anos e é responsabilidade dos adultos em filtrar o conteúdo para as crianças.

Assista:

A gigante do streaming conta com o controle parental, que limita o acesso a certos títulos, quando ativado.

A série contará com cinco episódios que irão mostrar as aventuras de três jovens, Patrick, Donny e Ramon, que de dia trabalham em uma loja de departamento com clientes irritantes e um chefe escroto. À noite, eles liberam suas divas internas para se tornar Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim, três fabulosas Super Drags que foram recrutadas para reunir a comunidade LGBT e espalhar amor pelo mundo.

‘Super Drags’ é criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut é produzida pela Combo Estúdio.

Nem com relançamento ‘Vingadores: Ultimato’ deve superar ‘Avatar’ nas bilheterias

Vingadores: Ultimato‘ foi relançado nos cinemas mundiais, com a promessa de seis minutos de cenas inéditas, para tentar ultrapassar a bilheteria de ‘Avatar‘, tornando-se o maior bilheteria da história do cinema.

O relançamento do longa teve uma estreia global de US$ 12 milhões (US$5.5 milhões nos EUA e US$7.5 milhões no mercado internacional), faltando apenas US$26 milhões para a produção da Marvel alcançar a de James Cameron.

Infelizmente, não parece que ‘Ultimato‘ conseguirá realmente atingir tais números – a menos que a Marvel planeje um outro relançamento (o que seria improvável, mas não impossível). A maior chance do longa em impulsionar sua bilheteria está com o lançamento de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que pode beneficiar o a produção por causa de sua conexão com o filme do amigão da vizinhança.

A Disney confirmou que ‘Vingadores: Ultimato‘ também será relançado no Brasil, mas a data ainda não foi definida.

A nova versão terá 188 minutos de duração, seis minutos a mais que o original, mas não trará um corte drasticamente diferente do filme, já que os minutos extras virão em forma de uma cena pós-créditos.

“Não é uma versão estendida, mas haverá uma versão entrando nos cinemas com um empurrão de marketing que trará algumas novidades no final do filme. Se você ficar e assistir ao filme, após os créditos, haverá uma cena deletada, um pequeno tributo e algumas surpresas. O lançamento acontece no próximo fim de semana.”, afirmou Kevin Feige.

Assista nossa crítica:

Coronavírus: Bilheterias dos EUA têm o PIOR desempenho em 20 anos

A epidemia de coronavirus tem afetado gravemente a indústria cinematográfica. Além das diversas produções que tiveram suas estreias canceladas, os filmes que estrearam estão sofrendo com a falta do público.

Neste final de semana, as bilheterias dos EUA registraram o PIOR desempenho em duas décadas, gerando apenas US$ 55.3 milhões entre sexta e domingo. De acordo com o Box office, a arrecadação não tem sido tão baixa desde os anos 2000, entre 15 e 17 de setembro, cuja quantia levantada foi de US$ 54.5 milhões.

Para termos uma ideia da gravidade da situação, apenas um filme arrecadou mais de US$ 10 milhões esse final de semana, a animação ‘Dois Irmãos‘. E, mesmo assim, a produção registrou uma queda histórica para uma produção da Pixar, 73% abaixo da arrecadação da semana anterior.

A indústria do entretenimento vem sofrendo com o surto de Coronavírus que, outrora restringido apenas à China, agora se espalhou para o restante do mundo em velocidade recorde.

Emergindo ao patamar de pandemia global (com mais de 130 mil infectados e quase 5 mil mortes), várias distribuidoras e produtoras resolveram adiar o lançamento de alguns dos longas-metragens mais esperados do ano – como foi o caso de ‘Mulan’‘007 – Sem Tempo para Morrer’ e ‘Velozes e Furiosos 9’.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com todos os filmes que foram adiado devido ao Coronavírus – e que será atualizada em tempo real.

Confira:

VELOZES E FURIOSOS 9

Lançamento original: 20 de maio de 2020.

Nova data: 02 de abril de 2021.

‘Velozes e Furiosos 9’ pode não ter sido o primeiro filme a ser adiado, mas certamente é um dos maiores. O anúncio foi feito por Vin Diesel através de suas redes sociais e é bem provável que a espera de um ano também implique o futuro da franquia.

007 – SEM TEMPO PARA MORRER

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: 25 de novembro de 2020.

O 25º filme de James Bond (e o último a ser estrelado por Daniel Craig) já havia passado por alguns problemas de produção – mas nada poderia ter previsto seu adiamento em mais de seis meses. Agora, a nova entrada da franquia seguirá os passos dos lançamentos predecessores ao chegar aos cinemas no final do ano.

UM LUGAR SILENCIOSO 2

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ chegaria semana que vem aos cinemas de todo o mundo, mas o Coronavírus acabou atingindo a grande aposta da Paramount para este ano. Ainda não se sabe qual será o novo dia de estreia do longa, mas acredita-se que o diretor John Krasinski deva fazer um anúncio oficial nos próximos dias.

PEDRO COELHO 2: O FUGITIVO

Lançamento original: 30 de abril de 2020.

Nova data: 07 de agosto de 2020.

De todos os filmes adiados até agora, ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’ foi o que menos sofreu com as mudanças nas datas: em vez de ser lançado em abril, a sequência chega aos cinemas em agosto deste ano.

THE LOVEBIRDS

Lançamento original: 03 de abril.

Nova data: ainda não confirmada.

Paramount parece estar cautelosa acerca de seus lançamentos e, assim como ‘Um Lugar Silencioso 2’, a comédia ‘The Lovebirds’ também foi adiada por tempo indefinido.

MULAN

Lançamento original: 26 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Já era de se esperar que o remake em live-action de ‘Mulan’ eventualmente fosse adiado. Apesar da impactante estreia mundial há alguns dias, os estúdios Walt Disney perceberam que a caótica situação que o Coronavírus vem deixado impactaria no mercado cinematográfico – decidindo tirar o filme de seu cronograma oficial até segunda ordem.

OS NOVOS MUTANTES

Lançamento original: 02 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A estreia de ‘Os Novos Mutantes’ parece uma utopia do entretenimento: afinal, para aqueles que não se recordam, o filme deveria ter chegado aos cinemas em abril de 2018, sendo movido para fevereiro de 2019, agosto de 2019 e, enfim, abril deste ano. Porém, a Disney anunciou recentemente que o longa foi adiado mais uma vez, ainda sem uma nova data definida.

ESPÍRITOS OBSCUROS

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

O novo terror produzido Guillermo Del Toro deveria chegar aos cinemas em abril de 2020, ao lado de diversas outras produções aguardadas da Casa Mouse. Entretanto, o filme também foi adiado em meio à crise do Coronavírus e agora não tem data para chegar aos cinemas.

TROLLS 2

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência da animação ‘Trolls’ também não ficou fora da lista de adiamentos. Programada para abril, a Universal Pictures emitiu uma declaração oficial dizendo que, “em função do cenário de acontecimentos globais”, o lançamento foi cancelado. Ainda não foi confirmada uma nova data.

A MENINA QUE MATOU OS PAIS / O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A inédita produção brasileira sobre o caso Richthofen – que se dividiria em duas sessões complementares – também foi vítima da pandemia viral. Antes programada para chegar aos cinemas nacionais na próxima semana, o longa foi adiado por tempo indefinido.

NO GOGÓ DO PAULINHO

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A comédia de Roberto Santucci com Maurício Manfrini teria lançamento marcado para abril de 2020 e competiria com inúmeras produções de grande calibre. Entretanto, a Downtown Filmes cancelou a estreia e ainda não decidiu um novo dia para o longa.

Atriz de ‘Problemas Monstruosos’ estrelará novo terror dos roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso’

De acordo com o Deadline, Ariana Greenblatt (‘Problemas Monstruosos‘) entrou para o elenco do novo terror de ficção científica ‘65‘, que será escrito pela dupla Scott BeckBryan Woods, roteiristas do elogiado ‘Um Lugar Silencioso‘.

O elenco ainda contará com Adam Driver.

Sam Raimi será um dos produtores do projeto.

Além do roteiro, Beck e Woods também serão responsáveis pela direção do longa.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

O projeto está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Descendentes’: Casamento da Mal e Ben é ameaçado no trailer do especial animado; Confira!

A Disney divulgou o primeiro trailer de ‘Descendants: The Royal Wedding‘, especial animado que dará continuidade à franquia ‘Descendentes‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 13 de agosto, na Disney Channel.

“Você está convidado para o evento mais antecipado de Auradon. Felizes para sempre continua enquanto o casal favorito de todos se preparam para sua união em uma épica celebração com seus amigos e família, mas Hades ameaça arruinar tudo.”

O especial contará com as vozes de Dove Cameron (Mal), Mitchell Hope (Ben), Sofia Carson (Evie), Booboo Stewart (Jay), Cheyenne Jackson (Hades), Sarah Jeffery (Audrey), Melanie Paxson (Fada Madrinha), China Anne McClain (Uma), Jedidiah Goodacre (Chad), Anna Cathcart (Dizzy), Dan Payne (Besta) e Bobby Moynihan (Dude the Dog).

Jeffrey Dean Morgan estrelará terror sobre boneco assassino

De acordo com o Screen Daily, Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’) irá estrelar o terror ‘Felix‘, que focará em um sinistro boneco assassino.

O longa está sendo descrito como uma mistura entre ‘Super 8‘ e ‘Brinquedo Assassino‘.

Benjamin Evan Ainsworth (‘A Maldição da Mansão Bly’) também estrelará a produção.

Na trama…

Charlie e o seu melhor amigo Jimmy estão fazendo um filme e sonham em se tornarem diretores de Hollywood. Quando o pai do Charlie encontra um antigo boneco de ventríloquo chamado Felix, a dupla o transforma no antagonista para seu longa. Após uma série de eventos perturbadores, eles descobrem que Felix está vivo e precisam livrar suas famílias dessa força maligna.

John Kissack (‘Everfall’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Casey Giltner.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Avatar: O Caminho da Água’ ultrapassa US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

De acordo com o Deadline, o longa de James Cameron deve superar a marca global de US$ 1 bilhão ainda hoje (27).

Em apenas duas semanas, a produção já se tornou a terceira maior bilheteria do ano, e a quarta maior desde o início da pandemia.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 293.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 661.9 milhões. Os maiores mercados incluem a China (US$104.5M), França (US$60.5M), Coreia (US$55.4M), Alemanha (US$41.5M) e Índia (US$39.2M).

No Brasil, ‘Avatar 2′ já vendeu mais de 4.3 milhões de ingressos, arrecadando um total de R$ 92.4 milhões nas bilheterias nacionais.

Ao total, a produção já soma impressionantes US$ 995.1 milhões.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Produtor queria Edgar Wright como DIRETOR dos filmes dos ‘X-Men’

Em entrevista ao /Film, o produtor Simon Kinberg revelou que queria ver Edgar Wright (‘Todo Mundo Quase Morto’) como diretor dos filmes da franquia ‘X-Men‘ – na época que os direitos dos personagens pertenciam à FOX.

“Edgar Wright é um dos meus diretores favoritos de todos os tempos, além de ser uma pessoa incrível. Ele é um cara ótimo. Sendo um cinéfilo, eu queria que o Edgar dirigisse os filmes dos X-Men. Eu corri atrás dele em cada oportunidade. Discutimos a respeito disso sobre cada filme [que foi lançado].”

Vale lembrar que o cineasta quase trabalhou com a Marvel em ‘Homem-Formiga‘. Ele originalmente serviria como diretor, mas acabou abandonando o projeto por conta de “diferenças criativas” com o estúdio.

Sobre o envolvimento do cineasta no projeto, o corroteirista declarou: “Nós trabalhamos na adaptação de ‘Homem-Formiga’ por uns oito anos. Naquela época, tudo havia mudado. A tecnologia havia mudado completamente. O público geral passou a amar filmes de super-heróis. De repente, todos aqueles quadrinhos que as pessoas amavam no passado passaram a ser adaptados para as telonas de uma forma muito direta – algo que nunca havia acontecido antes.”

“Isso meio que deixou nossa visão ultrapassada, porque a Marvel não queria apenas um filme independente. Eles tinham uma franquia nas mãos. Eles tinham todo um universo que precisava ser integrado à narrativa. No entanto, Edgar Wright gosta de fazer seus próprios filmes. É por isso que sua visão não foi para frente. Dito isso, muitos elementos que criamos permaneceram na história, e eu realmente amo aquele filme. Nós sentimos conectados com o elenco, porque ele foi escalado pelo Edgar,” completa o roteirista.

Após cancelamento de ‘Walker’, Jared Padalecki DETONA a CW por foco em “conteúdo barato”

Em entrevista ao Variety, Jared Padalecki (‘Supernatural’) quebrou o silêncio sobre o cancelamento da série ‘Walker‘, que chegou ao fim depois de apenas quatro temporadas.

O ator detonou a emissora CW por investir em “programação barata” que “ninguém vai assistir”.

“[Após a Nexstar ter adquirido a CW], a emissora está mudando. Não será mais um canal de televisão. Eles [estão focando] em conteúdo barato. Eu odeio dizer isso, mas preciso ser honesto. F*da-se, eles podem me demitir de novo. Só estou sendo brutalmente honesto. Sinto que eles estavam buscando pela opção mais barata para preencher a programação deles.”

Ele completa, “Sinto que a CW que eu fazia parte no ano passado não é a mesma CW de quando o canal estava sob o comando, por quase vinte anos, do CEO Mark Pedowitz.”

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

walker poster

‘Dexter: Ressurreição’ confirma novo RETORNO inesperado

De acordo com o Deadline, David Magidoff (‘The Morning Show’) teve seu retorno confirmado na série ‘Dexter: Ressurreição‘.

Em caráter recorrente, o ator reprisará seu papel como Teddy Reed, de ‘Dexter: New Blood‘. Ele atuava como um policial do departamento de Iron Lake.

Além de Michael C. Hall no papel titular, a nova série ainda contará com o retorno de David Zayas (Detetive Angel Batista), Jack Alcott (Harrison Morgan) e James Remar (Harry Morgan).

Os novatos Krysten Ritter, Neil Patrick Harris, Ntare Guma Mbaho MwineKadia SarafDominic Fumusa, David Dastmalchian, Steve Schirripa, Eric StonestreetEmilia Suárez completam o elenco.

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Amor é um jogo PERIGOSO no trailer da 2ª temporada de ‘Cirurgias e Artimanhas’; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Cirurgias e Artimanhas‘ (The Artful Dodger), série estrelada por Thomas Brodie-Sangster (‘O Gambito da Rainha’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 10 de fevereiro. No Brasil, a produção está disponível através do Disney+.

A trama, ambientada na Austrália da década de 1850, acompanha Jack Dawkins, que trabalha como um cirurgião aparentemente respeitável. No entanto, quando um velho conhecido ressurge, sua preponderância para uma vida de crime desde sua época como batedor de carteiras, onde ficou conhecido como Artful Dodger, também retorna.

Criada por James McNamara, David Maher e David Taylor, a série é baseada no livro ‘Oliver Twist‘, escrito por Charles Dickens. A adaptação, no entanto, acompanha uma versão adulta do personagem titular.

O elenco ainda conta com David Thewlis, Maia Mitchell, Damon Herriman, Miranda Tapsell, Huw Higginson, Susie Porter, Damien Garvey e Andrea Demetriade.

Conheça a comédia para maiores ‘The House’, estrelada por Amy Poehler e Will Ferrell

Amy Poehler e Will Ferrell vão estrelar uma comédia para maiores de 18 anos, intitulada ‘The House’.

A produção foi roteirizada pelos mesmos responsáveis por ‘Vizinhos’ e traz a dupla como um casal que abre um cassino subterrâneo em sua sala de estar, com o objetivo de juntar dinheiro suficiente para mandar sua filha adolescente para a faculdade.

Os astros falaram, com bom humor, à revista EW sobre a produção:

“Não fizemos um trabalho suficientemente bom”, diz Poehler. “Nós não temos o dinheiro que achamos que tínhamos.”

O filme acompanha a transformação do casal, que vai de pais tradicionais e comuns para patrões mafiosos.

Segundo Will Ferrell:

“Nós basicamente nos tornamos Sharon Stone e Robert De Niro no clássico ‘Casino’, de Scorsese“, ironiza Ferrell.

Ferrell continuou, explanando um pouco mais o teor da trama de ‘The House’,que também é produzido pelo comediante, ao lado de Adam McKay (‘A Grande Aposta’):

“É uma família unida que sempre se diz a verdade e eles estão tentando lidar com a ideia de ‘perder’ a filha e também buscam o que fazer com suas vidas, agora que serão apenas os dois”.

Para Poehler, o projeto se consolidou quando a decisão para retratar o casal como uma equipe e não como adversários foi tomada.

“Não é aquela coisa típica com a esposa rolando os olhos comentando como seu marido é burro, enquanto ele se queixa, dizendo que sua esposa o impede de se divertir. Uma vez que decidimos essa premissa, a dinâmica mudou totalmente. Nós nos tornamos criminosos na mesma época. Isso simplesmente torna as coisas mais fáceis – e muito mais engraçadas”.

The House’ chega aos cinemas em 30 de junho nos Estados Unidos.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Diretor explica como surgiu a ideia dos Porgs

Star Wars: Os Últimos Jedi’ ainda nem estreou, mas todos já conheceram os Porgs, as criaturinhas fofinhas e tumultuadas da sequência. Mas de onde surgiu a ideia de acrescentá-los na trama?

Em uma entrevista recente, o diretor Rian Johnson explicou o assunto, revelando que os Porgs são fruto de uma expedição em uma ilha na Irlanda.

Disse ele:

“Os Porgs surgiram quando exploramos a ilha Skelling Michael, que é um santuário de pássaros, além de ser um Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO. Nós visitamos o local em uma espécie de expedição e ele estava cheio de papagaios-do-mar. É uma parte natural da ilha, coberta por esses animais que ficam vagueando pela área e quando tentam voar peles arecem bem bobinhos. Eu achava hilário assistir aquilo e acabei pensando que ‘Star Wars’ tinha que ter uma versão disso. E foi daí que surgiu a ideia desses bichinhos”.

 

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ deve fazer US$ 200 milhões na estreia nos EUA

‘Star Wars’: Além de nova trilogia, saga ganhará série de TV; saiba mais!

Lucasfilm anuncia nova trilogia ‘Star Wars’ sem relação à saga Skywalker; SAIBA MAIS!

Rian Johnson fala sobre a nova trilogia da franquia ‘Star Wars’

A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

‘Arrow’: 1ª temporada foi inspirada em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’

A 1ª temporada da série ‘Arrow’ usou uma referência realmente poderosa para a sua criação. Segundo o astro Stephen Amell, o ciclo de abertura da produção teve ‘Batman: Cavaleiro das Trevas‘, dirigido por Christopher Nolan, como sua grande inspiração.

Durante sua participação no evento Heroes and Villains Fan Fest London, ele confirmou a informação, pontuando que na época a série até chegou a ser apelidada de ‘Batman Verde’, por conta da paleta de tons sombrios usada na temporada.

Disse:

“Quando a série começou, a inspiração para a primeira temporada foi absoluta e completamente ‘O Cavaleiro das Trevas‘. Me lembro que quando eu sentei com David Nutter (diretor de ‘Arrow‘) em seu escritório, só haviam fotos do filme de Nolan. Essa foi a inspiração para o ciclo inicial”.

 

A CW divulgou um novo cartaz da 7ª temporada de ‘Arrow’, mostrando o herói como prisioneiro. Confira:

O astro Stephen Amell, de ‘Arrow’, não foi poupado na 7ª temporada. Segundo o intérprete do Arqueiro Verde, seu personagem apanhou mais no novo ciclo do que em qualquer uma das temporadas anteriores.

A informação foi compartilhada por ele em um rápido vídeo feito para o Twitter. No material, ele ainda aparece cheio de marcas de socos no rosto.

Confira:

A 7ª temporada de ‘Arrow’ estreia em 15 de outubro na rede americana da CW. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel.

‘Will & Grace’: Demi Lovato entra para a temporada final em papel misterioso

A terceira e última temporada de ‘Will & Grace’ vai contar com a participação especial da atriz e cantora Demi Lovato. A informação foi compartilhada pelo site da EW.

Segundo a publicação, ela interpretará Jenny, uma garota que aparece de maneira inesperada na vida de Will (Eric McCormack).

Lovato aparecerá em três episódios, ainda não revelados, do próximo ciclo. A sitcom retorna para as telinhas em 2020, em data a ainda ser confirmada.

 

Os produtores executivos de ‘Will & Grace‘, Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, falaram sobre o fim do revival, após sua terceira temporada:

“Em 2016, Bob Greenblatt nos abordou com uma ideia de fazer um reboot de ‘Will & Grace’ com 10 episódios. Costumam dizer que não podemos retornar para casa, mas nós voltamos. E agora, três temporadas e 52 episódios depois, estamos ainda mais orgulhosos de algo que nunca pensamos que seria possível termos a chance de fazermos novamente. Tivemos uma oportunidade única na vida… duas vezes. E, por isso, agradecemos duplamente a gratidão da NBC, que nos deu apoio e um lar desde o primeiro dia.”

Criada por David Kohan e Max Mutchnick, a série original durou por 8 temporadas (1999-2006).

Não existe algo que separe Will Truman e Grace Adler. Ele é gay e ela é hétero. Will é um prestigiado advogado, que tem uma divertida amizade com Jack, que também é gay e está procurando emprego. Grace é uma decoradora de primeira, mas tem problemas em estabelecer uma boa relação de trabalho com sua assistente, Karen, uma cativante milionária de língua afiada.

O elenco conta com Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes.

‘The Goldbergs’: 8ª temporada ganha data de estreia

A 8ª temporada da aclamada série de comédia da emissora ABC, ‘The Goldbergs’, ganhou data de estreia. Os novos episódios começam a ser exibidos a partir do dia 21 de outubro.

O vindouro ciclo, que havia sido confirmado em maio deste ano, foi filmado durante a pandemia do Coronavírus, a partir de um rigoroso protocolo de segurança determinado para garantir a tranquilidade de todos.

A série foi criada por Adam F. Goldberg, e baseia-se a partir de memórias de sua própria infância.

A trama mostra a realidade dos anos 80 através dos olhos de um pré-adolescente. O patriarca da família é o rabugento Murray, casado com a super protetora Beverly. Seus dois filhos mais velhos são Erica e Barry. O filho mais novo, Adam, documenta sua vida familiar com sua câmera de vídeo. O pai de Beverly, Albert “Pops” Solomon, está sempre por perto para dar conselhos ou ajudar seus netos (geralmente sem sua filha saber).

O elenco inclui Wendi McLendon-CoveyJeff GarlinSean GiambroneTroy GentileHayley OrrantiaGeorge SegalPatton Oswalt.

Crítica Love Life | Série de comédia romântica com Anna Kendrick é uma das melhores coisas do HBO Max

Os dissabores da vida amorosa e a jornada de autodescoberta de uma jovem mulher ao longo dos anos ganha um ar todo autêntico pela perspectiva presente na série original da HBO Max, Love Life. Aqui, ao invés de um diverso leque de histórias independentes – como já vimos tão bem nos formatos de American Crime Story, American Horror Story e Black Mirror -, temos uma mesma narrativa se desabrochando diante da audiência. Só que aqui, a linha temporal dita o ritmo dos fatos em episódios que exploram os hiatos cruciais da vida de Darby (Anna Kendrick). E sob uma atmosfera apaixonante e cativante à la Modern Love (da Prime Video), a nova série produzida por Paul Feig (Missão Madrinha de Casamento) é um deleite e faz uma agridoce e encantadora mistura entre humor e drama.

Criada por Sam Boyd e Bill Gallagher, Love Life foi naturalmente feita para os amantes de comédia romântica. Com sua perspectiva narrativa sempre caminhando mais para um viés dramático, a série acerta em seu delicioso ritmo, que equilibra bem a sua densidade com toques de riso que permeiam a trama do começo ao fim. Com doces reflexões sobre a vida amorosa para além do relacionamento a dois, a série é cativante justamente por abordar o amor em todas as suas vertentes, seja entre amigos ou entre familiares.

A cada episódio convidando a audiência a fazer um balanço da sua própria vida, a dramédia é dinâmica e sabe aproveitar o seu tempo de tela com ritmo, entregando capítulos de cerca de meia hora de duração que são capazes de aprofundar nas mazelas, traumas e percepções de Darby. E aqui, Anna Kendrick traz todo o seu carisma presente em filmes como A Escolha Perfeita e Um Pequeno Favor para uma personagem completamente identificável, que direciona toda a frustração do seu seio familiar para relacionamentos um tanto nocivos e degradantes.

Fazendo análises honestas, mas sempre com um toque de romantismo no ar, a série explora como contextos sociais e pessoas são capazes de transformar a nossa visão sobre a vida e sobre o mundo – nos instigando a recordar momentos cruciais que ajudaram a nos definir. Passeando pelos olhos da audiência em um piscar de olhos, Love Life tem sempre uma boa história a cada episódio e sabe conectar os pontos com leveza e naturalidade.

Sempre otimista e encorajadora, a série antológica reúne um elenco coadjuvante que ajuda a sustentar a protagonista Darby, com suas pequenas histórias sempre orbitando ao seu redor. Love Life ainda consegue se renovar com uma narrativa não linear que não tem medo de começar por seu fim, certa de que muito mais valioso que o destino, é todo o processo de transformação que nos leva até ele.

‘Starf*ckers’: Netflix vai desenvolver nova comédia produzida por Jonah Hill

Em meio a uma acirrada disputa entre estúdios e plataformas, a Netflix garantiu os direitos da comédia ‘Starf*ckers‘, novo projeto da roteirista Heather Regnier. A produção será assinada por Jonah Hill, ao lado de Matt e Alison Goodwin, pelo selo Strong Baby.

Embora os detalhes da trama estejam sendo mantidos em sigilo, a proposta atraiu interesse imediato de vários players, culminando em um leilão competitivo nos últimos dias. A Netflix saiu vitoriosa, consolidando mais uma parceria com nomes de peso da comédia contemporânea.

Regnier vive um momento de ascensão em Hollywood. Seu próximo longa, ‘Creature‘, está previsto para entrar em produção ainda este ano com a A24, e contará com Paul Rudd no papel principal. Ela também desenvolveu, ao lado de Diablo Cody, a versão live-action de ‘As Meninas Superpoderosas‘ para a Warner Bros. TV, onde teve um acordo geral recente.

Com passagens por projetos como ‘Veronica Mars‘ (Hulu), ‘Smilf‘ (Showtime) e o piloto animado ‘Ghosting‘ (HBO), Regnier se destacou pela versatilidade entre drama, comédia e animação. Mais recentemente, atuou como produtora consultora na série ‘Ride or Die‘, da Amazon.

Starf*ckers‘ marca a mais nova colaboração de Jonah Hill com a Netflix. O ator, roteirista e diretor já esteve à frente de projetos como ‘Stutz’, documentário sobre saúde mental lançado pela plataforma em 2022.

Ainda sem cronograma de filmagem divulgado, ‘Starf*ckers‘ promete fortalecer o investimento da Netflix em comédias autorais com apelo para o público adulto e nomes influentes da indústria à frente e por trás das câmeras.

Críticos de Los Angeles elegem ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ como o Melhor Filme do ano

O premiado drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ ganhou o prêmio de Melhor Filme do ano na Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles.

O drama tem deixado sua marca em diversos festivais esse ano, passando pelo Festival do Rio, Toronto, Sundance e Berlim. Também ganhou o prêmio principal no Gotham Independent Film Awards 2017 e é um dos mais cotados para o Oscar 2018.

‘Corra!’ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ vencem o Gotham Independent Film Awards 2017

Outro destaque da noite foi ‘A Forma da Água’, de Guillermo del Toro, que dividiu o prêmio de melhor diretor com Luca Guadagnino, e também ganhou o prêmio de melhor atriz para Sally Hawkins.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ teve dois clipes divulgados.

Assista:

Em entrevista recente, o diretor Luca Guadagnino defendeu a ausência de nudez frontal masculina no filme estrelado por Armie Hammer e Timothée Chalamet:

“Eu sou o diretor menos puritano que você pode conhecer. Sou bem preciso em usar os corpos femininos e masculinos nas telas para transmitir todo o tipo de emoções. Acho que a exibição da nudez nesse filme especificamente era bastante irrelevante e entendo que para James [o roteirista] era algo relevante, mas essa é a visão dele. O que está claro é que não tivemos limitações no que queríamos fazer”.

O roteirista James Ivory afirmou que tinha cenas de nu frontal, mas o contrato dos atores não permitiu:

“Certamente meu roteiro tem todos os tipos de nudez. Mas, segundo Luca, os dois atores tinham no contrato que não poderia ter nudez frontal e não teve, o que é uma pena. Novamente, é apenas essa atitude americana. Ninguém parece se importar tanto ou ficar chocado sobre o nu total feminino. É com os homens. Isso é algo que deve ser tão profundamente cultura que alguém deveria perguntar: ‘Por quê?’”.

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana. O longa foi exibido no Festival do Rio desse ano e tem lançamento previsto para 18 de Janeiro no Brasil.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ estreia no Brasil em 18 de janeiro.

‘Sharknado 6’: Último filme da franquia ganha data de estreia

Para a tristeza dos fãs, o site TVLine revelou que o 6º filme da franquia ‘Sharknado’ será também o último. Além disso, o filme ganhou sua sinopse oficial que revela que a trama contará com viagem no tempo, nazistas e até mesmo dinossauros, é sério! Confira, junta com a data de estreia:

“Tudo está perdido, será? Fin desbloqueou o poder de viajar no tempo dos Sharknados para poder salvar o mundo e ressuscitar sua família. Em sua jornada, lutará com nazistas, dinossauros, cavaleiros e até vai pegar carona com a Arca de Noé. Dessa vez, a pergunta final não é como parar os Sharknados, mas sim quando.”

Tara Reid, Ian Ziering e Cassie Scerbo retornam.

‘Sharknado 6’ estreia no dia 19 de agosto no canal SyFy. Veja o pôster:

‘Aladdin’: Live-action ganha seu primeiro e belo cartaz

O astro Will Smith divulgou o primeiro pôster da versão live action de ‘Aladdin’. Confira:

O filme chega aos cinemas em 24 de maio de 2019.

As filmagens já foram encerradas. O anúncio foi feito pelos atores Mena Massoud e Naomi Scott, através de suas respectivas contas do Twitter.

Scott compartilhou a sensação de ter finalizado o trabalho:

“Dia de encerramento hoje. Que seis meses incríveis. Eu posso dizer honestamente que curti cada segundo. Amor para o meu elenco e equipe, foi um prazer”.

Para marcar o momento, Massoud publicou uma foto direto do set de filmagens.

Confira:

Marwan Kenzari será o vilão Jafar, Naomi Scott será Jasmine, Menda Massound será ‘Aladdin’ e Will Smith vai ser o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

Guy Ritchie, da franquia ‘Sherlock Holmes‘, é quem vai dirigir a adaptação.

Além de ter faturado mais de US$ 500 milhões no mundo, sendo a maior bilheteria daquele ano, a animação conquistou dois Oscars.

 

Crítica | ‘Carcereiros’ – Season 01: A Inacreditável Vida De Quem Trabalha na Prisão

Desde que o filme ‘Carandiru’ – baseado no livro ‘Estação Carandiru’, de Drauzio Varella – teve um inesperado sucesso nos cinemas, em 2003, sob a direção de Hector Babenco, a rede Globo entendeu que o assunto do cárcere tinha pano pra manga, e, melhor ainda: tinha público. Quinze anos depois, ela volta a apostar no mesmo universo, porém, dessa vez com uma série focada no outro lado das barras de ferro.

Em ‘Carcereiros’ acompanhamos a vida de Adriano (Rodrigo Lombardi, bastante competente em seu papel), responsável por trancafiar os detentos e controlar o acesso às celas. Em paralelo, aos poucos vamos conhecendo outros personagens fundamentais para a construção da trama, como os outros funcionários do presídio: o chefe de segurança Jucelino (Aílton Graça), o agente penitenciário Valdir (Tony Tornado) e a diretora Vilma (Nani de Oliveira); além daqueles que compõem o núcleo da vida particular de Adriano: sua filha Lívia (Giovanna Rispoli), sua esposa Janaína (Mariana Nunes) e seu pai, Tibério (Othon Bastos).

Toda a construção do roteiro escrito pelos romancistas Marçal Aquino e Fernando Bonassi, com colaboração de Dennison Ramalho, vai desenvolvendo a profundidade dos personagens aos poucos, em contraste com as situações de tensão vividas por eles. Os embates sutileza Vs. opressão e realidade Vs. ficção são reforçados por uma alternância, dentro dos episódios, de depoimentos de carcereiros de verdade, contando suas experiências em situações similares. Os depoimentos entram logo em seguida de algum ponto crítico do episódio, e são inseridos de maneira tal que fica parecendo que estes civis comuns são atores de fato, narrando episódios, porém, não são, e este é o grande mérito não só do roteiro, mas da série como um todo: aproximar, através de ferramentas narrativas, a realidade e a ficção, afinal, aquilo que vemos na televisão não se distancia em nada daquilo que vemos ao vivo nas ruas.

Até literalmente metade da temporada a série caminha bem, trazendo um drama novo por episódio, jogando luz sobre o passado dos presidiários e fazendo o espectador refletir sobre a culpabilidade de cada crime, humanizando os detentos. No entanto, a partir do episódio 9, a trama muda, e centra-se mais na vida pessoal de Adriano, dando voz aos personagens do seu núcleo familiar. Com essa virada, a série perde ritmo e fica arrastada, prendendo-se muito mais na vida fora da prisão do que dentro dela. E, bom, a ver pelo nome do programa, presume-se que o espectador estaria mais interessado no que ocorre dentro do ambiente confinador.

Essa escolha não tira o mérito da série, tampouco tira o brilho da atuação de Aílton Graça, cujo personagem vai de 8 a 80 em poucos episódios. A participação de Matheus Nachtergaele como o detento Monstro nos remete ao primeiro filme que citamos aqui, o que é uma grande homenagem e até mesmo uma autorreferência, afinal, já falei para vocês que a série ‘Carcereiros’ também é baseada num livro do Drauzio Varella? 😉

A segunda temporada está confirmada e estreia em abril na rede Globo.

 

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Ator de Miles Morales também quer interpretar o personagem em versão live-action

A animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘, que apresenta Miles Morales como o novo aracnídeo, além de outros personagens do mesmo universo, está próxima de estrear nos cinemas!

Com os trabalho de divulgação se tornando ainda mais intensos, o ator que interpreta Miles Morales na obra, Shameik Moore, revelou em entrevista à MTV que quer viver o personagem também em sua versão live action: 

“Com certeza. Eu definitivamente quero ser o Miles Morales live-action. Eu entendo que ele é um menino jovem, mas eu espero, sabe, que eles possam brincar com o tempo e me colocar lá. Eu adoraria lutar contra Venom como Miles, com o Tom Hardy. Sabe o que eu quero dizer? Isso seria ótimo. Eu adoraria contracenar com meu ator preferido da atualidade. Eles colocaram um clipe do Aranhaverso no final de ‘Venom‘. Isso é uma pista, só pode ser.”

Será que o ator conseguirá realizar seu sonho? Teremos que esperar até a Sony decidir apresentar o personagem em seus filmes live action do Aracnídeo.

Confira um novo cartaz:

Na trama, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales, menino negro do Brooklyn que tenta salvar o mundo.

O elenco inclui Shameik Moore, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Liev Schreiber, Mahershala Ali, Jake Johnson e John Mulaney.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ estreia nos cinemas nacionais no dia 10 de janeiro de 2019.

 

Irmãs Soska querem dirigir filme do ‘Deadpool’ ou da ‘Tropa Alfa’

JenSylvia Soska, as cineastas canadenses conhecidas como as Irmãs Soska, revelaram em seu Twitter oficial que desejam fazer um filme sobre o personagem Deadpool ou sobre e a equipe de heróis conhecida como Tropa Alfa.

Confira:

Segundo o tweet, as diretoras querem “um elenco canadense” e abrem espaço para pedir que o Canadá faça parte do Universo Cinemático Marvel.

É interessante ver de que forma a dupla trabalharia com um filme cujo orçamento é gigantesco comparado aos que costumam ter. As Irmãs Soska são conhecidas por suas produções de terror independentes como ‘Dead Hooker in a Trunk’‘American Mary’, e ganharam palanque quando anunciaram o remake do clássico ‘Enraivecida na Fúria do Sexo’, de David Cronenberg.

Para aqueles que não conhecem, a Tropa Alfa é um time de super-heróis canadenses que se relaciona com o universo ‘X-Men’. Eles apareceram pela primeira vez nas páginas de ‘Uncanny X-Men’, em 1979, sendo criados por John Byrne. Dentre os mutantes conhecidos que participam desse universo, estão Wolverine e o Projeto Arma X.