Site Página 2291

‘Castle Rock’: 2ª temporada ganha novas imagens promocionais; Confira!

A 2ª temporada de ‘Castle Rock‘ ganhou novas imagens promocionais.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 23 de outubro.

Criada por Sam ShawDustin Thomason, a série se passa no universo fictício criado por Stephen King, com cada temporada narrando uma trama original como “um livro nunca publicado” do autor.

Na trama do segundo ano, um desafeto entre clãs chega ao seu ápice quando a psicopata Annie Wilkes, uma enfermeira infernal, começa a atuar em Castle Rock.

O elenco do próximo ciclo traz novos nomes, incluindo Robin Weigert, Alison Wright, Greg Grunberg e Sarah Gadon. Lizzy Caplan (interpretando o icônico papel de Annie Wilkes em ‘Louca Obsessão‘), Tim RobbinsElsie FisherYusra WarsamaBarkhad AbdiMatthew AlanJohn Hoogenakker e Paul Sparks retornam.

J.J. Abrams é responsável pela produção da série.

‘Coisa Mais Linda’: Malu janta os machistas em novo vídeo INCRÍVEL da série

Para promover o lançamento da 2ª temporada da série nacional ‘Coisa Mais Linda‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com a personagem Malu jantando os machistas.

Confira:

Na nova leva de episódios, enquanto seguem em frente após uma recente tragédia, Malu e as amigas abraçam novos desafios profissionais e novas possibilidades de amor, além de confrontar injustiças corajosamente.

A série foi criada por Giuliano CedroniHeather Roth.

Na São Paulo do final da década de 50 está Maria Luiza, uma moça conservadora e completamente dependente de dois homens: seu pai, Ademar, e o marido dela, Pedro. No entanto, sua vida toma um rumo completamente diferente quando Pedro desaparece ao viajar para o Rio de Janeiro a fim de montar um restaurante. Maria Luiza, é claro, segue os rastros do marido, mas acaba transformando o sofisticado restaurante em uma casa noturna. Em terras cariocas, essa jovem passa então a descobrir um novo mundo na companhia de mulheres feministas e liberais e ao som da Bossa Nova.

Maria CasadevallPathy DejesusFernanda VasconcellosMel LisboaLeandro Lima, Ícaro Silva, Alexandre Cioletti e Gustavo Vaz estrelam.

‘Deixe-me Entrar’: Demián Bichir estrelará série de vampiro baseada no filme

De acordo com o TVLine, Demián Bichir (‘A Freira‘) entrou para o elenco da série ‘Let the Right One In‘, que está sendo desenvolvida pelo canal Showtime.

A produção é baseada no romance escrito por John Ajvide Lindqvist, que rendeu duas adaptações para as telonas, a sueca ‘Deixa Ela Entrar‘ (2008) e a americana ‘Deixe-me Entrar‘ (2010).

A trama segue um pai (Bichir) e sua filha de 12 anos cuja vida mudou para sempre há 10 anos, quando ela foi transformada em uma vampira. Presa na mesma idade para sempre, Eleanor vive uma vida fechada, podendo sair apenas à noite, enquanto seu pai faz o possível para fornecer a ela a quantidade mínima de sangue humano que ela precisa para se manter viva.

Andrew Hinderaker (‘Penny Dreadful’) será o showrunner da série.

“Essa série será uma carta de amor ao filme original e também seguirá o seu próprio caminho,” afirmou Hinderaker em uma declaração. “E contratar um ator extraordinário como o Demián potencializa a nossa ousada missão em criar umas das séries mais assustadoras da televisão, além de ser uma das mais emocionantes.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Young Rock’: 2ª temporada da série baseada na vida do Dwayne Johnson ganha data de estreia

A NBC finalmente anunciou quando a 2ª temporada da comédia biográfica ‘Young Rock‘, baseada na vida do astro Dwayne Johnson, será lançada.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 15 de março de 2022.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na HBO Max!

 

A série foi criada por Jeff ChiangNahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat’).

A trama gira em torno de diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.

Dwayne Johnson estrela a produção. O elenco também conta com Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Ana Tuisila, Adrian Groulx, Bradley Constant e Uli Latukefu.

Sarah Michelle Gellar entra para o elenco do spin-off de ‘Teen Wolf’

No painel da Paramount+ na San Diego Comic-Con, foi anunciado que a lendária Sarah Michelle Gellar (‘O Grito’) fará parte do elenco de ‘Wolf Pack‘, série derivada de ‘Teen Wolf‘.

De acordo com o Deadline, a atriz vai interpretar Kristin Ramsey, uma investigadora de incêndio criminoso que é uma “especialista em sua área”. Na série, sua personagem será “trazida pelas autoridades para capturar o adolescente que iniciou um grande incêndio florestal, que também pode ter levado ao despertar de um predador sobrenatural aterrorizando Los Angeles”.

O projeto derivado será estrelado por Armani Jackson, Bella Shepard, Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray.

Baseada no livro de Edo Van Belkom, a trama seguirá dois adolescentes, Everett (Jackson) e Blake (Shepard), cujas vidas mudam para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma assustadora criatura sobrenatural. Feridos durante o caos do ataque, os adolescentes são inexplicavelmente atraídos um ao outro e a dois outros, Luna (Rose) e Harlan (Gray), que foram adotados há dezesseis anos por um policial florestal após outro incêndio misterioso. Quando a lua cheia se levanta, os quatro jovens se unem para descobrir o segredo que os une: a mordida e o sangue de um lobisomem.

Vale lembrar que ‘Teen Wolf‘ também ganhará um filme baseado na série, com o retorno do elenco original, que servirá de ponte para a nova produção.

Confira o trailer:

O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

Confira o trailer LEGENDADO do terror ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’

A Universal Pictures divulgou o trailer legendado do terror ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter‘ (The Last Voyage of the Demeter).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de agosto, pela Universal Pictures.

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, fica responsável pela direção.

Baseado em um capítulo arrepiante do clássico romance ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme conta a história de um navio mercador chamado Demeter, que foi designado para levar uma carga privada (cinquenta estacas de madeira não marcadas) dos Cárpatos para Londres. Eventos estranhos caem sobre a tripulação conforme tentam sobreviver à viagem, perseguidos todas as noites por uma presença impetuosa a bordo. Quando o Demeter finalmente atraca na Inglaterra, não há qualquer sinal da tripulação.

Corey HawkinsAisling FranciosiLiam CunninghamDavid DastmalchianJon Jon BrionesStefan KapicicNikolai NikolaeffJavier Botet estrelam.

Após ‘MaXXXine’, diretor já tem ideia para 4º filme da franquia ‘X – A Marca da Morte’

Em entrevista com o What’s Under the Bed, Ti West (‘A Casa do Demônio’) revelou que já tem uma “ideia estranha” para um possível quarto filme da franquia iniciada por ‘X – A Marca da Morte‘.

O diretor, no entanto, afirmou que irá se concentrar primeiro em ‘MaXXXine‘, sequência direta do primeiro filme que dará continuidade à jornada da personagem titular vivida por Mia Goth.

“Eu tenho uma ideia estranha para um quarto filme que faria sentido se eu explicasse. Veremos o que vai acontecer. Vamos lançar ‘MaXXXine’ primeiro. Se os espectadores gostarem, veremos o que faremos a partir daí.”

Ele completa, “‘MaXXXine’ está quase pronto. Já estamos quase finalizando o processo de edição. Por enquanto, está tudo ótimo.”

A trama do terceiro filme permanece em mistério, deixando todos curiosos sobre qual caminho a história seguirá. Mas agora, uma revelação recente promete adicionar uma perspectiva inusitada ao filme.

De acordo com a revista de terror de Scream, uma fonte confiável divulgou que MaxXxine será um whodunnit slasher, ou seja, um filme onde um assassino desconhecido vai matando os personagens ao decorrer da trama, até ser revelado a sua identidade.

Filmes como ‘Pânico‘, ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘A Morte te dá Parabéns‘ são os mais conhecidos dentro deste subgênero do terror.

Isso marca uma mudança significativa em relação aos capítulos anteriores, ‘X – A Marca da Morte‘ e Pearl’, que não seguiram o gênero slasher tradicional.

Vale lembrar que uma imagem inédita do filme foi divulgado há algum tempo, que trás a personagem de Mia Goth reprisando o papel de Maxine, ao lado de Halsey, que também estrela.

Confira:

A trama irá retomar a jornada de Maxine após os violentos eventos de ‘X: A Marca da Morte‘, enquanto a única sobrevivente continua sua busca pela fama, tentando se tornar atriz na década de 80, em Los Angeles.

Além de Mia Goth, que reprisará seu papel como a sobrevivente do primeiro filme, o elenco ainda contará com grandes nomes como Kevin Bacon, Lily Collins, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Halsey, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Em entrevista à Variety, Goth revelou que o terceiro capítulo da saga slasher será o melhor de todos.

“É o melhor roteiro dos três [filmes], de longe”, ela conta. “Vai ser o melhor filme. Estamos correndo, agora. Este será nosso terceiro filme juntos e todos estão retornando. Nós sabemos como todos trabalham e estamos muito animados. É a maior história dos três, com as maiores expectativas – e Maxine passou por muita coisa até então. Então, quando a vemos nesse novo mundo, ela é uma força a ser temida e passará por aventuras bem loucas”.

Ti West retorna como diretor e produtor. Goth e Harrison Kreiss também ficam a encargo da produção.

Assassinato do presidente ameaça expor segredos perigosos no trailer de ‘Paradise’, nova série do Disney+

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense ‘Paradise‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançado no serviço de streaming no dia 28 de janeiro.

Na trama, o assassinato do presidente dos Estados Unidos acaba envolvendo seu chefe de segurança em um perigoso segredo de estado.

A série foi criada por Dan Fogelman (‘This Is Us’).

O elenco conta com Sterling K. Brown, James Marsden, Julianne Nicholson e Sarah Shahi.

Sequência de ‘Sisu: Uma História de Determinação’ ganha título, sinopse e data de estreia

A sequência do thriller de ação ‘Sisu: Uma História de Determinação‘ finalmente ganhou novidades.

Intitulado ‘Sisu: Road to Revenge‘ (Sisu: Estrada para Vingança, em tradução livre), o novo filme estreará no dia 21 de novembro.

Na trama…

“Ao retornar à casa onde sua família foi brutalmente assassinada durante a guerra, o ‘homem que se recusa a morrer’ a desmonta e está determinado a reconstruí-la em algum lugar seguro em sua homenagem. Quando o comandante do Exército Vermelho que matou sua família retorna determinado a terminar o trabalho, uma perseguição implacável e de tirar o fôlego pelo país se inicia – uma luta até a morte, repleta de cenas de ação inteligentes e inacreditáveis.”

Jalmari Helander retornará à direção.

Jorma Tommila reprisará seu papel. O elenco ainda contará com Richard Brake e Stephen Lang.

Crítica | ‘Sisu: Uma História de Determinação’ – O John Wick Highlander finlandês com toque ‘tarantinês’

Na trama original, durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial, um garimpeiro solitário cruza o caminho de nazistas em um retiro de terra arrasada no norte da Finlândia. Quando os nazistas roubam seu ouro, eles rapidamente descobrem mexeram com a pessoa errada. Sendo uma máquina de matar, ele fará de tudo para recuperar o seu tesouro – mesmo que isso signifique matar todos os nazistas que aparecerem em seu caminho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘Camp Rock 3’ ganha previsão de lançamento no Disney+; Confira o cartaz!

A aguardada sequência ‘Camp Rock 3‘ finalmente ganhou previsão de lançamento.

O longa está programado para estrear na Disney+ em agosto.

Joe Jonas, Nick Jonas e Kevin Jonas retornarão como protagonistas e produtores executivos. Demi Lovato, que estrelou os dois primeiros filmes, retornará apenas como produtora executiva.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

María Canals-Barrera (Os Feiticeiros de Waverly Place) também retorna como Connie. Sherry Cola (Loucas em Apuros) se junta à franquia no papel de Lark.

‘Camp Rock 3’ é CONFIRMADO, mas fãs estão arrasados que Demi Lovato não vai atuar no filme

A história começa quando a Connect 3 perde seu ato de abertura para uma grande turnê de reencontro, e retorna ao querido Camp Rock para descobrir o próximo grande talento. Enquanto os campistas disputam pela chance de abrir os shows de sua banda favorita, as tensões aumentam e as amizades são colocadas à prova, dando espaço para alianças inesperadas, revelações e romances. Entre os novos campistas do Camp Rock estão a ousada e decidida Sage (Segura) e seu tranquilo irmão Desi (Stone), a prodígio do violoncelo Rosie (Pollack), o baterista Cliff (Trotter), a rainha da coreografia Callie (Pitts), a intimidadora influencer Madison (Jean) e o bad boy do acampamento Fletch (Barton).

‘The Batman’: Nick Jonas se candidata para substituir Ben Affleck

A trama será centrada em uma nova geração de campistas que competem por uma cobiçada vaga como ato de abertura da turnê de reunião da banda Connect 3. Entre os novos personagens, estão:

Sucesso! ‘Lilo e Stitch’ conquista o primeiro lugar entre os mais assistidos no Disney+

O longa será dirigido por Veronica Rodriguez, com roteiro de Eydie Faye. A coreografia será assinada por Jamal Sims, conhecido por trabalhos em ‘Hannah Montana: O Filme’ e no live-action de ‘Aladdin’.

Camp Rock’ está disponível no Disney+.

‘Flaked’: 2ª temporada da comédia dramática da Netflix ganha trailer; Confira!

A 2ª temporada da comédia dramática da Netflix, ‘Flaked‘, ganhou seu primeiro trailer.

Confira:

A renovação de ‘Flaked’ para um novo ciclo foi uma surpresa, considerando que sua aceitação por parte do público foi discreta e as críticas foram levemente positivas. Sem o buzz que outras produções originais para a TV da Netflix possuem, a produção não conseguiu cativar da mesma forma, o que colocou em cheque seu retorno.

A segunda temporada chega à plataforma em junho, ainda sem data definida.

Estrelada por Will Arnett, a série conta a história de Chip, um cara que dá conselhos a todo mundo, mas é incapaz de lidar com os seus traumas e tomar decisões corretas.

‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ ganha jogo em LEGO; Confira!

A sequência de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwaldganhou um novo jogo em LEGO, que conta com uma carruagem negra com o teto removível.

O brinquedo foi divulgado pelo site Nerdist e o conjunto, intitulado ‘Grindelwald’s Escape’, acompanha mais de 130 peças.

Confira:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Uma nova sinopse de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

‘Capitã Marvel’ ganha cartaz animado; Confira!

Capitã Marvel‘ ganhou um novo cartaz animado, que destaca a heroína trajando o capacete moicano.

Confira:

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Mulan’ ganha três belos novos cartazes; Confira!

A estreia do remake em live-action de Mulanestá próxima e a produção ganhou três novos cartazes, compartilhados pela conta oficial da Disney Studios no Instagram.

Confira:

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘Batwoman’: Nova sinopse oficial 2ª temporada sugere um novo uniforme para a heroína

Os fãs da DC serão surpreendidos com a chegada de uma nova heroína em Gotham City, quando a 2ª temporada de ‘Batwoman‘ começar a sua jornada.

E a contar pela sinopse do 3º episódio – intitulado “Black Girl Magic“, a heroína também virá acompanhada de um uniforme repaginado, marcando o início de um novo tempo para a série da emissora The CW.

Confira:

“Nova heroína, novo uniforme – Enquanto Ryan Wilder (Javicia Leslie) continua a se provar como a Batwoman, ela enfrenta o desafio de todo super-herói – viver uma vida dupla. Mary (Nicole Kang) ainda é Team Ryan, enquanto Luke (Camrus Johnson) continua a ter reservas – especialmente quando Ryan faz algumas alterações e revela um novo Batsuit! Enquanto isso, Victor Szasz (ator convidado Alex Morf) está abrindo caminho pelas ruas da cidade e o comandante Kane (Dougray Scott) mostra os Crows tentando impedir o Fluxo de Snakebite por Gotham. Safiyah (atriz convidada Shivaani Ghai) percebe as travessuras de Alice (Rachel Skarsten) e Sophie (Meagan Tandy) se vê em circunstâncias inesperadas”.

Holly Dale assume a direção do episódio, a partir de um roteiro assinado por Nancy Kiu.

Os novos capítulos serão lançados no dia 17 de janeiro.

Confira o mais novo teaser:

Confira também a sinopse do episódio de estreia:

Depois de sua rápida volta no Batgear, Ryan Wilder (Javicia Leslie) está de volta aos desafios diários da vida sendo ela mesma. Enquanto isso, Alice (Rachel Skarsten) tem um plano novo e tortuoso para chamar a atenção de Gotham e Safiyah (atriz convidada Shivaani Ghai). Com Kate ainda desaparecida e a cidade em revolta, Luke (Camrus Johnson) e Mary (Nicole Kang) estão desesperados para encontrar uma substituta. Em um aperto, Ryan veste o terno novamente e fica cara a cara com Alice pela primeira vez. De volta à sede da Crows, Sophie e o Comandante Kane tentam descobrir quem pode ter se vingado de Kate.

Carl Seaton dirigiu o episódio, a partir de um roteiro escrito por James Stoteraux e Chad Fiveash.

Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Gal Gadot dá resposta afiada a Joss Whedon após diretor tentar desmentir suas acusações

A polêmica entrevista do cineasta Joss Whedon à New York Magazine – confrontando as acusações feitas por Ray Fisher e outros atores – continua repercutindo em Hollywood.

E a atriz Gal Gadot deu uma resposta curta e bem afiada ao diretor, em virtude de sua controversa fala sobre as supostas ameaças que ele teria feito contra a carreira da intérprete de Mulher-Maravilha.

Na ocasião da entrevista, ele afirmou que não teria ameaçado a atriz e que ela não teria compreendido sua fala, pelo fato do inglês não ser sua língua materna.

“Eu não ameaço as pessoas. Quem faz isso? Inglês não é a primeira língua dela, e eu costumo ser irritantemente floreado em meu discurso. Então me disseram que eu havia dito algo sobre ela, e é mentira”, afirmou.

Em resposta, Gadot foi cirúrgica e afirmou ao New York:

“Eu entendi perfeitamente”.

Gadot revelou que Whedon tentou obrigá-la a gravar uma cena em que o personagem Flash caía sobre o seu corpo de forma um tanto intimista e invasiva. Ela se recusou a fazer a tomada em questão, o que fez com o que o diretor ameaçasse sua carreira, afirmando que a tornaria “miserável”. O cineasta ainda teria ameaçado a atriz, caso ela reclamasse sobre o seu incidente com o estúdio. 

Sobre as declarações de Ray Fisher, Whedon insiste que ele não estava sozinho em pensar que a atuação do ator como o Ciborgue era fraca, por isso ele cortou grande parte das cenas do personagem.

“Estamos falando de um ator ruim em ambos os sentidos”, continua. 

Ele também culpou os fãs de Zack Snyder por toda a reação que recebeu.

“Não sei quem começou [a campanha de ódio online]. Só sei em nome de quem [Zack Snyder] foi feita.”.

Whedon credita o momento em que o diretor e sua ex-esposa publicaram uma carta mordaz sobre ele como a criação da tempestade perfeita de vingança na Internet:

“O início da internet me levantou, e a internet moderna me derrubou”, diz Whedon. “A simetria perfeita não está perdida em mim.”

fontes ligadas à Warner Bros disseram que Joss Whedon ameaçou a carreira de Gal Gadot quando ele substituiu Zack Snyder como diretor de ‘Liga da Justiça’.

E, durante uma entrevista para o site israelense Mako, a intérprete de Diana Prince/Mulher-Maravilha confirmou a polêmica.

Tudo aconteceu quando Gadot se irritou com as alterações que Whedon fez no papel da Mulher-Maravilha na adaptação, diminuindo seu heroísmo e promovendo uma exagerada sexualização sobre ela.

A declaração foi divulgada por um usuário do Reddit, na qual Gadot diz:

Joss Whedon me disse que faria de tudo para acabar com a minha carreira se eu fizesse algo [para mudar seus planos], ele me disse diretamente que iria garantir que minha imagem seria ridicularizada.”

Confira:

Após o lançamento do Snyder Cut, ficou claro que Diana Prince tem um papel fundamental na nova versão do filme, unindo e os heróis e inspirando-os com sua força e determinação.

No entanto, a versão de 2017 a reduz a um mero símbolo sexual e ofusca toda a construção que a personagem ganhou em seu filme solo, dirigido por Patty Jenkins.

Gadot fez sérias críticas ao papel da Amazona, que chega a ser ridicularizada em uma cena em que o Flash (Ezra Miller) cai em cima de seus seios e ela também é destacada em várias cenas que se aproveitam de seu corpo.

Canal Ventilador: entrevista com Isabella Nicolas, Fernando Daghlian e Igor Cotrim

Existe uma migração acontecendo no meio audiovisual que é a de produtores, diretores, cineastas no geral começando a produzir conteúdo para o meio da internet. Alguns em formatos de webséries, outros como curta-metragens direto para os serviços como youtube e/ou vimeo, e alguns partem para realizar canais de humor. O Canal Ventilador, criado por Isabella Nicolas e João Raggio, da produtora Book Filmes, se encaixa nesta última categoria e traz uma primeira temporada que se encontra com vídeos sendo lançados no momento, num total de 20 episódios.

O novo meio de humor brasileiro se diferencia por suas minisséries apresentadas, em que personagens fixos estampam os vídeos mostrados. Conversamos com Isabella Nicolas, Fernando Daghlian e Igor Cotrim (ambos atores do canal), para saber um pouco mais sobre o projeto. Confira:

Karolen Passos: Como surgiu a ideia do canal? E por que o nome ventilador?
Isabella Nicolas: A ideia do canal surgiu da pessoa aqui que não aguentava mais fazer cinema no Brasil, que é muito cansativo, muito demorado e muito pouco remunerado. Muitas horas de trabalho para pouca recompensa. Mas não queria parar de trabalhar com a galera. Eu e meu sócio, João Raggio, que já éramos sócios na editora, editávamos os nossos próprios livros, já tínhamos feito um piloto de uma série que virou um curta chamado Balcão de Negócios’, que o personagem é o Igor (Cotrim) quem faz, decidimos então abrir um canal de humor, porque o João também adora escrever e escreve literatura de humor, era só uma questão de adaptar os textos dele para roteiro e começamos a escrever juntos. E não tinha o nome do canal. Ficamos procurando nome, surgia um e a gente não gostava muito, estava nesse impasse e o canal já para começar. Estava deitada na minha cama, e olhando o ventilador de teto, e pensei “cara, ventilador”, liguei para ele e ele disse “é isso aí, Bella, joga no ventilador”. E ficou o ventilador.

KP: Como cineasta e mulher, você vê dificuldade no mercado para mulheres por trás das câmeras no audiovisual, tanto por parte dos produtores quanto por parte do público?
IN: Não vejo algum. Tenho um problema com sexismo total. Perguntou para a pessoa errada. Nunca vi na minha vida a mulher ter menos lugar no seu espaço, não ganhei menos do que quem faz a mesma coisa que eu, nunca. Já tive momentos de fazer o mesmo trabalho que homens e ganhar mais do que eles. Esse papo, para mim, não funciona. Isso, para mim, quem fabrica somos nós. E eu vejo, por exemplo, produzi um curta que ganhou melhor curta em Nova York, a diretora que ganhou o longa foi uma mulher, as diretoras do Festival Brasileiro em Nova York eram mulheres. Muitos filmes eram de mulheres, se não eram diretoras, eram produtoras, ou diretoras de arte. Eu vejo a mulher bombando. Então, não vejo problema. Acho que o problema é causado, realmente, por uma mulher dentro de uma sociedade que ela aceita, se não aceita, não tem essa. Você ganha o salário que você aceita, se você impõe um outro salário, você vai receber um outro salário. A minha equipe tem muita mulher, não é uma questão de escolher, é que vem mulher talentosa trabalhar com a gente.

KP: Igor, você já assistiu Narcos?
Igor Cotrim: Não. Fiz questão de não assistir (risos). Já que iria fazer a sátira, eu prefiro não ver.

KP: Existe algo no personagem Marcos que seja diferente de todos os outros que você interpretou?
IC: Acho que é completamente diferente de qualquer coisa que já fiz. Realmente diferente de qualquer coisa mesmo. Porque tem essa brincadeira dele já não falar (uma língua coerente), porque até o portunhol que ele fala é ruim propositalmente. E ele é completamente para fora. Só que como ele tem essa coisa de explodir, de ser altamente caricato, só que às vezes tem o momento de calma, que aí eu posso brincar com a interpretação até dar uns rompantes. É uma oportunidade divertida! É a primeira vez que estou fazendo um personagem que participo da escritura, estou fazendo também o roteiro, para poder colocar essas ideias malucas. “É muita risa, es muy bueno de fazer”, (disse brincando na voz do personagem).

KP: Como é fazer as cenas com a Thais Belchior? E como foi gravar a esquete do “sadomasô”? Veremos erros de gravação?
Fernando Daghlian: Tem pra caramba (erros). Não sou muito adepto a “sadomasô”, não gosto de apanhar. Eu me sinto meio oprimido (risos). Mas o caso ali, o que acho engraçado, porque aparece um traço do homem que é a fragilidade, se colocar nessa situação nova. Mas é uma característica deste homem que não sabe onde se colocar, porque ele não pode ser mais aquele afirmativo, impor, ele não é o macho alfa, mas ele também não se anula. E essa mulher nova também, que não sabe se colocar perante essa nova situação. Tem um outro quadro que é o date, que é incrível, sabe, é a mulher morrendo de tesão e o cara “pô, tô perdido, não sei o que faço”, e a mulher quer comer o cara, come e o cara não sabe o que está acontecendo. Acho que uma coisa que a gente tem de qualidade é isso, tem total relação com o momento atual. Não é pejorativo, é uma brincadeira com isso de você ver o homem oprimido, ver a mulher oprimida.
IN: O Making Of vai se chamar ‘Exaustô’, vai ser aos sábados depois dos quatro episódios do Zé Junior.
FD: E contracenar com a Thais foi incrível, a parceria foi show. Não conhecia, conheci na hora, fizemos uma leitura. E todos os encontros aqui (de elenco e equipe) foram incríveis, é para vida.

KP: E Fernando, você acha que o Pepequinho precisa pedir alguma dica para a Dona Eulália?
FD: Ele precisa da Dona Eulália e do Marcos também (risos).

Para conferir os vídeos do Canal Ventilador basta clicar aqui e conferir os episódios do Marcos, do casal Pepequinho, da Dona Eulália e muito mais.

‘Novos Titãs’: Vilão Ra’s Al Ghul pode estar na série de TV; Saiba mais!

Uma chamada de elenco para a série de TV em live-action de Novos Titãspode ter revelado a presença do vilão do Batman, Ra’s Al Ghul:

“Homem, entre 40 e 50 anos, do Oriente Médio, Latino ou Indiano. Procurando um jovem do tipo Richard Attenborough. Destemido, manipulador, com alta inteligência. Possível convidado recorrente, procurando faces reconhecíveis”

Pela descrição, trata-se de Ra’s Al Ghul, famoso vilão do Batman, que nos cinemas foi interpretado por Liam Neeson, emBatman Begins.

Outras chamadas de elenco confirmam a heroína Solstício, que possui a habilidade de gerar e criar construções de luz:

“Monica Saini: Mulher, entre 20 e 30 anos. Indiana. Tem a mentalidade de uma sobrevivente e as cicatrizes para acompanhar. Abalada e um pouco incomum. Orfã. Pouco dialogo em sua primeira aparição. Deve ser familiar com Hindi. Possível atriz recorrente”

E também, o vilão Trigon pode fazer uma aparição na série:

“Homem, de 30 a 40 anos, caucasiano. Carismático. Um líder de culto determinado a reunir sua família. Papel central no fim da temporada. Convidado especial recorrente”

Confira o visual de Alan Ritchson e Minka Kelly como Rapina e Columba na série de TV de os Novos Titãs’. Confira:

O ator Brenton Thwaites também postou novas fotos em seu instagram caracterizado como o Robin para a série de TV ‘Novos Titãs’. Nas imagens, podemos ver detalhes do uniforme do herói.

Além disso, o ator também revelou que filmou uma sequência de luta que se passa em um beco em Gotham City.

Confira as imagens:

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

Nos Vemos no Paraíso

(Au revoir là-haut)

 

Elenco:

Nahuel Pérez Biscayart

Albert Dupontel

Laurent Lafitte

Direção: Albert Dupontel

Gênero: Drama

Duração: 117 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Julho de 2018

Sinopse:

Na trama, dois soldados de personalidades diferentes possuem um ponto em comum: a guerra. Eles, um artista e um ex-contador, criam um plano para desmascarar um tenente que tenta lucrar com os corpos das vítimas da guerra, mas suas aventuras logo tornam-se perigosas.

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Crítica ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ | O filme de origem mais empolgante da Marvel em muito tempo

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis já está disponível no Disney+. Lançado nos cinemas em setembro de 2021, muita gente não pôde conferir o filme antes por conta da demora na vacinação ou por não se sentir seguro o bastante para voltar a uma sala de cinema durante a pandemia. Então, com essa chegada ao streaming, o longa está sendo assistido pela primeira vez por muitos fãs da Marvel.

Baseado nos quadrinhos do Mestre do Kung Fu, o filme adapta a história de Shang-Chi, um mestre de artes marciais que é filho de um déspota asiático, mas decide usar seus poderes para o bem em vez de colaborar com os esquemas malignos do pai. A diferença principal é que enquanto o pai, nas HQs, era o lendário e estereotipado Fu Manchu, a versão do filme corrigiu certos preconceitos, fazendo dele o igualmente lendário líder dos Dez Anéis, o verdadeiro Mandarim.

A forma de agir do protagonista também foi adaptada para que ele ganhasse esse aspecto mais jovial e com menos jeito de caricatura. Afinal, sua versão dos quadrinhos era inspirada no Bruce Lee e em seus filmes dos anos 1970, o que por si só já carregava muitas características muito próprias e trejeitos da época, por assim dizer.

Nessa nova abordagem, o Shang-Chi, interpretado com muito carisma por Simu Liu, se tornou um jovem comum em São Francisco, que mantém a tradição do kung fu, mas passas seus dias se divertindo como manobrista com sua amiga Katy (Awkwafina). Juntos, eles fazem uma dupla divertidíssima e que demonstra uma química fora do comum em tela.

A trama então faz com que o passado do rapaz volte para assombrá-lo, levando a dupla em uma viagem cheia de cores e magia para o lar do kung fu divino, Ta Lo. Essa jornada expõe os amigos a diversas provações, permitindo que cada um trabalhe suas próprias questões, como a dificuldade de Shang-Chi em lidar com sua vida na China e a perda da mãe, e a falta de foco de Katy, que não consegue desenvolver suas habilidades, apesar de ser multitalentosa.

E tão importante quanto essa busca por uma identidade da dupla de protagonistas é o uso das artes marciais. Enquanto a maioria dos filmes da Marvel fazem uso de lutas pouco inspiradas, Shang-Chi traz as melhores coreografias de todo o MCU. A maneira como o diretor Destin Daniel Cretton usa o kung fu para contar a história, abordando a luta como um estilo de defesa ou até mesmo uma dança, tem seus momentos poéticos.

Quanto ao próprio Shang-Chi, suas cenas iniciais de luta fogem do padrão Bruce Lee, mas lembram muito outro ícone chinês das artes marciais: Jackie Chan. A sequência do ônibus traz um kung fu alegre, um kung fu moleque, que parece ter saído diretamente de um longa do Jackie Chan, com direito a sorrisinho depois dos golpes e pedidos de desculpas.

No contexto de universo compartilhado, o longa faz várias correções que valorizam personagens e organizações desperdiçados ou mal utilizados em filmes passados, como o Abominável e o próprio Mandarim, que virou uma piada de mau gosto em Homem de Ferro 3 (2013). Com isso, a Marvel trouxe de volta essa galera para que possa utilizá-los em outras produções que estão vindo por aí.

É muito legal como toda essa galera está bem dosada, aparecendo no tempo certo, seja para acrescentarem à história, para servirem de easter egg ou apenas para alívio cômico. É um mérito do roteiro que sabe para onde quer ir e como fazer o público embarcar nessa trama. O ato final, com um pegada mais grandiosa e mística, poderia destoar do resto do filme, mas tudo que é mostrado ali já havia sido comentado antes, então surge com muita naturalidade, por mais fantasioso e mágico que seja.

Se a trama e a direção merecem elogios, o elenco também é de se aplaudir. Com destaque para o Wenwu de Tony Leung. Leung é um ator chinês consagrado por seu talento absurdo. E no papel do antagonista, ele consegue passar todas as nuances que seu personagem pede, entregando um homem apaixonado, um pai assustado e um déspota milenar que impõe medo apenas com sua presença. Ele tem um porte muito respeitável e fica a torcida para que Hollywood perceba, mesmo que tardiamente, seu talento e o convide para estrelar mais produções.

Quem também rouba a cena é a Katy de Awkwafina. Ela é o grande alívio cômico do filme, mas é uma personagem que realmente acrescenta à trama. Desempenhando o papel de melhor amiga, ela não luta, só que tem suas próprias questões que acabam sendo trabalhadas conforme vai se envolvendo na história familiar do melhor amigo. É uma personagem carismática que faz o público sorrir em cada participação sem soar forçada, é naturalmente engraçada.

E não tinha como falar do elenco desse filme sem citar o próprio Shang-Chi, vivido por Simu Liu. O ator que até pouco tempo fazia fotos para imagens promocionais trouxe uma jovialidade e uma sensação constante de dúvida para seu personagem, que casaram perfeitamente com o que o filme pedia. Ele esbanja carisma e sua química com a Katy, como dito anteriormente, é coisa de outro mundo. É impossível terminar a história sem acreditar que eles não sejam melhores amigos na vida real. E sua figura como super-herói também impõe respeito, sendo uma adição valiosa para o futuro interdimensional do MCU.

Enfim, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é uma grande homenagem aos filmes de artes marciais que consegue manter as características Marvel para criar uma aventura cheia de fantasia, diversão e elementos mágicos que vão encantar a criança interior de qualquer um. É um longa perfeito naquilo que se propõe e que consegue guardar surpresas muito interessantes para quem gosta de grandes aventuras.

Nota: 10

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis está disponível no Disney+.

Crítica | Maya e os 3 Guerreiros – Minissérie infantil da Netflix exalta as culturas maia e asteca

A história das culturas maia e asteca, embora sejam culturas originárias da América Central, é pouco conhecida pelos brasileiros – a bem da verdade, é pouco conhecida por muitos viventes da América do Sul e mesmo da América do Norte. Ainda que Hollywood tenha voltado seus olhos com mais dedicação na última década para a cultura mexicana (muito, inclusive, para alimentar o orgulho e a autoestima dos mexicanos que vivem nos EUA, que querem consumir esse tipo de entretenimento que os lembre de casa), com filmes como ‘Viva – A Vida é uma Festa’, por exemplo, a verdade é que ainda estamos muito distantes do que de fato é a história e a cultura dos países da Mesoamérica, especialmente quando falamos da história pré-colombiano. Numa tentativa de sanar um pouco essa lacuna, chegou à Netflix a minissérie animada ‘Maya e os 3 Guerreiros’.

Maya (na voz original de Zoe Saldana, dublada por Jacque Souza) acaba de completar quinze anos e será coroada rainha do povo Teca, embora, na verdade, ela queira mesmo é lutar, tal como seus três irmãos e seu pai fazem toda vez que saem para uma batalha. No dia de sua coroação ela recebe a visita do Príncipe dos Morcegos (Diego Luna, dublado por Marcelo Campos), dizendo-lhe que em breve Lorde Miclan (Alfred Molina, dublado por Luiz Carlos Persy) irá sacrificá-la. Para tentar salvar a própria pele e também a seu povo, Maya se apega a uma antiga profecia, que falava como a grande águia, a caveira guerreira (Grey Griffin, dublada por Rebeca Jóia), o galo feiticeiro (Allen Maldonado, dublado por Renan Freitas) e o puma guerreiro (dublado por Ramon Campos) iriam salvar os povos. Por isso, Maya sairá numa perigosa missão atrás de aliados.

Ao longo dos nove episódios com média de trinta minutos de duração o espectador atravessa a intensa jornada de Maya tentando acompanhar a uma grande quantidade de informações. A criação de Jorge R. Gutierrez (responsável pelo longa animado ‘Festa no Céu’) mistura, positiva e confusamente, as culturas maia e asteca para a elaboração de uma história fantasiosa que visa atingir o público infantil, mas, devido à sua complexidade, aos inúmeros personagens e temas delicados (como a morte e o sacrifício humano, comuns à essas culturas), talvez a molecada não se sinta tão hipnotizada pela trama, ainda que a série esteja figurando no Top 10 da Netflix.

Dividido em capítulos cujos títulos anunciam o cerne de cada episódio, a trama enrola um pouco para ser concluída: os dois primeiros apresentam a protagonista e seu destino; os três seguintes introduzem seus companheiros; entre o quinto e o sétimo há uma reviravolta nada a ver, para enrolar mesmo a trama; e os dois últimos concluem a história. Ou seja, a minissérie poderia ter tido apenas sete episódios. Já na reta final, o roteiro dá uma bela forçada de barra para inventar histórias amorosas que não foram construídas ao longo da aventura.

Por outro lado, ‘Maya e os 3 Guerreiros’ é uma animação bem-feita, criativa, que mistura técnicas de animação e massinha e às vezes até quebra as margens do frame, aproximando-se do espectador. Com dublagem e tradução que remetem ao universo de ‘Chaves’ e vários termos em espanhol (ainda que os maias e os astecas não falassem castelhano), ‘Maya e os 3 Guerreiros’ é uma minissérie bonita, instrutiva, que louva abertamente as origens do povo mexicano e traz um pouco de acesso à essa cultura que por tanto tempo foi distanciada do resto do mundo.

‘Shadowhunters’: Magnus recupera magia em nova cena da série; Confira

Shadowhunters‘ caminha para seu fim. Aproveitando o embalo final da série, diversas pequenas cenas são divulgadas todas as semanas. Nessa em particular, vemos Magnus recuperando sua magia.

Confira:

Os episódios finais de Shadowhunters’ estão em exibição nos EUA.

TV Line divulgou algumas fotografias dos últimos dias de filmagens de ‘Shadowhunters. Confira a galeria:

Dois episódios extras foram encomendados para os roteiristas conseguirem encerrar a trama de forma digna.

‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’: Zoey Deutch e Emma Stone estampam nova imagem oficial; Confira!

A Sony Pictures divulgou uma nova imagem do aguardado Zumbilândia: Atire Duas Vezes’.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos  DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Westworld’: 3ª temporada ganha INCRÍVEL cartaz oficial; Confira!

A HBO divulgou o novo pôster oficial da 3ª temporada de Westworld,.

Confira, junto ao teaser:

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The Old Guard’: Artistas reagem ao novo filme da Netflix com Charlize Theron; Confira!

‘The Old Guard’ estreou há alguns dias na Netflix e rapidamente se tornou um dos filmes favoritos não apenas dos usuários da plataforma, mas também da comunidade artística.

No Twitter, diversos nomes conhecidos da indústria do entretenimento, como Patty JenkinsMindy Kaling, disseram que a produção é incrível e que a protagonista Charlize Theron fez um trabalho impecável ao lado da diretora Gina Prince-Bythewood.

Confira as reações:

“Olá, amigo. Já ouviu falar de ‘The Old Guard’. Assisti ontem à noite e estamos prontos para a sequência” – Lin-Manuel Miranda.

“Meu deus, ‘The Old Guard’ é muito bom! Gina Prince-Bythewood, parabéns, eu gritei várias vezes no filme. Assistam! Charlize Theron, você é minha heroína” – Mindy Kaling.

“Bom trabalho Gina Prince-Bythewood. Bom trabalho com ‘The Old Guard’. Uma aventura emocionante que deixa você querendo mais. E ótimo trabalho para minha querida amiga, Charlize Theron, por arrasar com tudo como sempre. Me diverti muito assistindo. Assistam, todos!” – Patty Jenkins.

‘The Old Guard’ vai te f***r do melhor jeito possível. Parabéns Gina Prince-Bythewood por esse épico filme, obrigado por ser a primeira. Amo você!” – Lena Waithe.

Vale lembrar que Prince-Bythewood foi a primeira mulher negra a dirigir uma adaptação de quadrinhos da história.

A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).

O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), e Marwan Kenzari (Aladdin)

‘Star Trek: Discovery’: Michael busca pela verdade na promo do episódio 03×07; Confira!

CBS All Access divulgou a promo oficial de “Unification III”, sétimo episódio da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’.

O capítulo vai ao ar no dia 26 de novembro.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

Crítica | ‘Them’ é uma necessária e angustiante antologia que merece ser apreciada em todos os seus aspectos

O final dos anos 2010 foi marcado pela insurgência de um novo tipo de narrativa, que vinha sido tratada como subgênero no passado e conquistou um terreno bastante fértil pelas mãos, principalmente, do aclamado realizador Jordan Peele. Suas duas principais obras, ‘Nós’ e ‘Corra!’, transformaram o terror em crítica racial e abriram portas para inúmeras investidas no cenário mainstream, além de terem conquistado aclamação pela crítica internacional e pelo público – o filme estrelado por Daniel Kaluuya inclusive conquistando o Oscar de Melhor Roteiro Original pela competente e arrepiante história. Agora, chegou a vez da Amazon Studios apostar suas fichas em uma série nos mesmos moldes, nos levando de volta para as décadas de 1950 e 1960 com a antologia Them.

Respaldando-se na Segunda Grande Migração estadunidense, em que milhões de afrodescendentes saíram dos estados sulistas e espalharam-se para o Meio-Oeste, o Nordeste e o Leste do país em busca de melhores oportunidades – ainda mais considerando a precarização da vida dos negros na Era Jim Crow e na crescente segregação racial promovida pela condenável ideologia do supremacismo branco. Dessa forma, a história é centrada em uma família que saiu de sua casa na Carolina do Norte e viajaram para Los Angeles, comprando uma belíssima casa em um subúrbio a princípio recheado de conforto – apenas para se mostrar um inferno na terra. Ao longo de dez episódios, os Emory enfrentam demônios interiores e um assédio moral constante de seus psicóticos vizinhos, que não aceitam uma família negra dividindo o mesmo ambiente que eles.

No centro desse agonizante turbilhão seriado, estão Henry (Ashley Thomas) e Livia “Lucky” (Deborah Ayorinde), casal que tentou deixar para trás os traumas do passado, mas foram alcançados por fantasmas que insistiam em fazê-los relembrar de todas as tragédias de sua vida no sul. Logo no primeiro episódio (um dos melhores pilotos dos últimos anos, diga-se de passagem), os dois presenciam momentos de puro terror e descobrem que, além de pessoas que os querem longe de lá, uma força sinistra se esconde nas paredes do lar e ameaça deixá-los loucos e fazê-los cometer os atos mais sinistros imagináveis. Entre vários pontos altos e alguns deslizes, que se concentram, na verdade, no roteiro, a produção merece ser conferida pela potência inenarrável do elenco protagonista, com menção honrosa aos atores supracitados e à encarnação quase diabólica de Alison Pill como Betty Wendell (o melhor papel de sua carreira até então).

É sempre complicado criar um enredo restrito; nesse caso, os capítulos dispõe-se em dez dias corridos que, diferente do que poderíamos imaginar, toma o tempo necessário para construir os arcos de cada persona e infundi-los com reviravoltas chocantes e um grafismo cru que, diferente da expressão própria de outras obras do gênero, é importante para a compreensão dos eventos que se desenrolam. Little Marvin, que faz sua estreia como showrunner no âmbito ficcional, já havia fornecido uma análise gritante sobre os Estados Unidos em 2006 com o documentário ‘The Time Is Now’ – e retorna pronto para a ação com uma dramatização de narrativas verdadeiras. Obviamente o espectro sobrenatural finca-se no imaginário popular e faz menção a diversas lendas urbanas, mas nunca deixando a realidade de lado: é dessa forma que os protagonistas são acompanhados por espíritos que tentam trazer o caos à tona.

Henry luta para mostrar que mereceu seu espaço como engenheiro de uma multinacional, à medida que é açoitado pelas memórias da II Guerra Mundial e pelo preconceito que sofreu no exército – materializado pelo cínico e assustador Homem do Sapateado; Lucky, por sua vez, ainda carrega as mágoas de ver o filho caçula ser morto impiedosamente por caipiras brancos, como se fosse um animal, culpando-se pela presença iminente do poderoso Homem do Chapéu Preto (um reverendo do século XVI que fez pacto com o Diabo e ficou preso entre os humanos); como se não bastasse, temos também as jovens Ruby Lee (Shahadi Wright Joseph), que secretamente sente vergonha de quem é, e a inocente Gracie Jean (Melody Hurd), assombrada pela arbitrária e inconsequente Srta. Vera. As tramas em questão se fundem em uma metafórica e consistente representação do que significava, para a comunidade afro-americana, viver entre os brancos.

Servindo como panorama para o velado racismo perpetuado até os dias de hoje, a série é uma homenagem ao melhor do terror psicológico e nutre de semelhanças aplaudíveis com títulos conterrâneos, desde a estética da direção, que ousa sair das fórmulas televisivas e arquiteta um claustrofóbico ciclo de horrores, até a pungente trilha sonora, cujo minimalismo é guiado pela contraditória força das cordas dissonantes, cada aspecto dos episódios é milimetricamente pensado para causar desconforto no público, para mostrar o lado mais execrável das pessoas que não aceitam as diferenças. Pill, ao interpretar Betty, faz um trabalho aplaudível que desencadeia inúmeros ataques histéricos e que prenuncia uma ruína de tirar o fôlego.

Them já estreou como uma obra subestimada e que provavelmente deve ter ferido o fraco ego de alguns espectadores. Importante e derradeira, é notável como a produção não tem papas na língua quando o assunto é o sofrimento secular causado pelo racismo – e os corolários atuais de sua incabível prática.

‘Creepshow’: 3ª temporada da antologia ganha arrepiante trailer oficial; Confira!

O Shudder divulgou o trailer oficial da 3ª temporada da antologia Creepshow, que tem estreia agendada para o dia 23 de setembro.

Confira, junto às recentes imagens promocionais:

O próximo ciclo trará nomes como Michael RookerJames RemarJohnathon SchaechReid ScottHannah Fierman.

Mais detalhes não foram divulgados.

Criada por Greg Nicotero, a série é baseada no terror antológico de 1982.

Quadrinhos ganham vida em uma série de segmentos sinistros, explorando terrores que vão desde assassinatos, criaturas e monstros até contos sobrenaturais e inexplicáveis.

‘Madame Teia’: Filmagens do derivado de ‘Homem-Aranha’ começam em breve, aponta insider

‘Madame Teia’ é mais um dos inúmeros longas-metragens derivados do universo de ‘Homem-Aranha’ – e parece que o projeto começará a ser rodado em breve.

Segundo o insider Charles Murphy, a Sony Pictures, companhia responsável pelo filme, planeja dar início às gravações ainda este ano.

Em uma recente postagem no Twitter, Murphy comentou que “a Sony está planejando começar com ‘Madame Teia’ este ano” e que ela “tem locações, mas nenhuma data ainda”.

Confira:

S.J. Clarkson foi contratada para comandar o projeto. Matt SazamaBurk Sharpless, de Morbius, vão escrever o roteiro.

Clarkson é uma conhecida diretora de televisão que já trabalhou em séries como ‘Succession’HouseDexterBates Motel. Essa é sua segunda incursão nos cinemas depois de sua estreia com a comédia biográfica Toast (2010). Ela também ficará responsável pela prequela de Game of Thrones focada na Casa Targaryen.

Nos quadrinhos, a personagem é alter-ego de Cassandra Webb, uma mutante diagnosticada com uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas seus ​​poderes psíquicos lhe dão clarividência e precognição, permitindo que ela desafie as capacidades de seu corpo físico.

Seu nome faz referência ao suporte mecânico que a mantém viva e que se parece com uma teia de aranha gigante.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, e ainda não se sabe se o filme fará parte da animação ‘Aranhaverso’ ou se será uma adaptação em live-action.

Crítica | Pixar nos leva ao infinito e além com a incrível animação ‘Lightyear’

A Pixar é conhecida por uma gama de animações marcaram e continuam marcando época, transformando narrativas destinadas ao público infanto-juvenil em reflexões sobre a vida e sobre como superamos os múltiplos obstáculos colocados em nosso caminho. E, dentro do explosivo panteão da companhia, uma das sagas mais icônicas de todos os tempos é Toy Story: as belíssimas tramas exploradas pela franquia variam de amizade a sacrifício, e mostraram ao mundo personagens como o Xerife Woody, Jesse, Bala no Alvo, Sr. Cabeça-de-Batata, Slinky e tantos outros. E, sem sombra de dúvida, um dos mais memoráveis é o adorável e corajoso patrulheiro espacial Buzz Lightyear.

Não é surpresa que, três anos depois da Pixar ter finalizado o arco de Toy Story com uma surpreendente e emocionante conclusão, a equipe técnica e artística tenha se voltado para uma espécie de história de origem focando em Buzz. O longa-metragem, intitulado Lightyear, cumpre com as expectativas e, mesmo deslizando aqui e ali, posta-se como um espetáculo visual e uma pulsão de diversos elementos que ressoam com as mais diversas idades – seja pelo teor aventuresco sci-fi próprio da backstory do personagem titular, seja pelas nuances que se desenrolam em breves 105 minutos de tela. Mais do que isso, o projeto emerge como uma incursão metalinguística e metadiegética que cria um cosmos dentro de outro cosmos – literal e figurativamente -, mostrando que o estúdio ainda tem muito a contar para uma legião crescente de fãs.

Quando anunciado, o filme veio acompanhado de diversas polêmicas por parte da recepção dos espectadores, fosse pela presença de um casal lésbico, fosse pela troca de atores no elenco de dublagem (brasileira e internacional). Entretanto, as críticas feitas serviram apenas como máscara para esconder intenções idióticas de boicotar a obra – sendo que, no final das contas, ela é construída com tamanha sutileza e honestidade que queremos logo assistir de novo. E, para aqueles que estavam preocupados, Marcos Mion, que comanda a voz do patrulheiro em território nacional, faz um trabalho competente e que dialoga com a personalidade do herói, um homem destemido que se recusa a falha e que considera os próprios erros como atitudes indesculpáveis.

Lightyear já começa com um enlace com Toy Story, revelando-se como a atração favorita de Andy, o jovem garoto que ganha Buzz de presente de aniversário. Em poucos minutos, somos arrastados para uma enérgica aventura em um planeta hostil e desconhecido em que o protagonista e o restante da tripulação ficam presos, lidando da maneira que podem para sair de lá e voltar a cruzar os confins do espaço. Como a cereja do bolo, temos a profunda amizade entre Buzz (interpretado originalmente por Chris Evans) e Alisha Hawthorne (Uzo Aduba), que serve como força-motriz para que ambos engendrem um plano de fuga e de garantir a segurança de todos. O protagonista, logo, se voluntaria para testar o mecanismo de hipervelocidade que os levará embora – e é aqui que enfrentamos a primeira grande reviravolta.

O longa fica a encargo de Angus MacLane em sua estreia oficial nos cinemas – e seu magnífico trabalho já o torna um dos favoritos para abrir uma nova era para a Pixar e, inclusive, conquistar algumas estatuetas na próxima temporada de premiações. MacLane já havia emprestado suas habilidades para curtas-metragens animados, inclusive da franquia predecessora, e demonstra ter uma bagagem cultural gigantesca, refletida nas múltiplas referências cenográficas: a dinâmica dos personagens é reminiscência de clássicos como ‘Star Trek’ e ‘Star Wars’, enquanto a delineação dos antagonistas é uma aglutinação de ‘Alien – O 8º Passageiro’ e ‘O Exterminador do Futuro’. Além disso, as peças dramáticas se encaixam em uma compreensão angustiante sobre a efemeridade do tempo e sobre as relações humanas – ora, Buzz perde quatro anos ao lado dos companheiros toda vez que participa de um teste de hipervelocidade, observando sua vida mudar por completo toda vez que pousa no planeta.

MacLane também fica responsável pelo roteiro ao lado de Jason Headley, ambos trabalham em uma continuidade que não tangencia o pedantismo artístico ou uma tecnicidade exacerbada (em outras palavras, os jargões científicos são mostrados de forma didática e acompanhados de explanações visuais que auxiliam na condução da obra). Os diálogos se valem de algumas fórmulas do gênero, a fim de talhar conexões duradouras com os pequenos, mas são pincelados com uma ácida e divertida comédia, cortesia da química do elenco e das boas-vindas a Sox (Peter Sohn), um gato robô que acompanha Buzz e que tem uma personalidade apaixonante e sem filtros. Keke Palmer também se rende a uma performance aplaudível como Izzy, neta de Alisha, cujos sonhos entram em conflito com a frieza calculista de um Buzz que deseja, mais que tudo, abandonar o equívoco que os mantém reféns.

É inegável perceber as inspirações adotadas pela produção à medida que compramos essa jornada, mas a maior surpresa vem com a competência do time de animadores. O hiper-realismo empregado no filme é de tirar o fôlego, apostando fichas em uma space-opera colorida e vibrante, cuja paleta de cores avermelhada da estação espacial contrasta com o inebriante esverdeado do planeta e das criaturas que lá vivem – e com a iminência mortal de uma nave alienígena que começa a atacar a colônia humana. E, no topo disso, a atmosférica e orquestral trilha sonora de Michael Giacchino nos transporta a uma belíssima sinestesia instrumental.

Lightyear representa um sólido acerto da Pixar (o que não é nenhuma surpresa, lembrando do histórico quase impecável da companhia); meticulosamente montado, a animação nos mostra que o infinito e o além, na verdade, podem estar mais perto do imaginamos – e no último lugar onde pensaríamos em procurar.

‘Zathura’, clássica aventura com Josh Hutcherson e Kristen Stewart, completa 17 anos; Veja curiosidades!

17 anos atrás, Jon Favreau nos entregava uma das aventuras mais divertidas das últimas décadas: Zathura: Uma Aventura Espacial’.

Estrelada por Josh HutchersonJonah BoboDax ShepardKristen Stewart, a trama acompanha dois garotos, Walter e Danny, que são deixados aos cuidados de sua irmã adolescente e instruídos a ficarem dentro de casa. A dupla, que antecipam um dia chato, ficam chocados quando começam a jogar Zathura, um jogo de tabuleiro com tema espacial, que eles percebem ter poderes místicos quando sua casa é atirada no espaço. Com a ajuda de um astronauta, os meninos tentam voltar para casa.

Apesar do fracasso comercial, a produção conquistou diversos elogios por parte da crítica especializada, além de ter ganhado uma legião de fãs com o passar dos anos e ser redescoberto constantemente.

Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria especial trazendo algumas curiosidades de bastidores para você conferir, logo abaixo:

  • O início e o fim do filme foram filmados no mesmo set. Ao longo do filme o set foi danificado e destruído, forçando o filme a ser rodado em sequência.
  • Bobo perdeu quatro dentes durante das filmagens; logo, os realizadores tiveram que fazer dentes falsos para ele usar.

  • Stewart admitiu que ficou perturbada ao ver a réplica em tamanho real feita dela para as cenas em que Lisa está congelada. Pouco tempo depois, vários homens se ofereceram para comprar a réplica, o que a assustou ainda mais quando ela descobriu.
  • O longa foi originalmente construído como uma sequência direta de ‘Jumanji’. O supervisor de efeitos visuais Ken Ralston estava cotado para comandar o projeto antes da Sony Pictures descartar a ideia e adaptar Zathura.
  • O filme é baseado no romance homônimo de Chris Van Allsburg. Em todos os seus livros, há um bull terrier chamado Fritz. Favreau colocou Fritz no filme – procure um Beanie Baby bull terrier atrás de Walter perto do final do filme.

  • Quando Danny mostra o jogo a Walter pela primeira vez, Walter diz com desdém: “fascinante”. Lisa, também desinteressada, diz a mesma coisa mais tarde, quando os meninos lhe mostram o jogo, mostrando que Walter deve ter aprendido esse desdém com a irmã mais velha.
  • Quando as crianças veem o astronauta pela janela pela primeira vez, você pode ver o rosto de Walter no reflexo do capacete, dando uma dica de sua verdadeira identidade.

  • Os alienígenas, chamados Zorgons, são, na verdade, um híbrido de efeitos ao vivo e digitais, uma abordagem que o estúdio estava apenas começando a explorar de maneira séria naquela época.
  • O longa foi rodado na mesma casa que seria utilizada mais tarde no terror ‘Paranoia’, também de 2007.

Dica de Filme | ‘EMMA.’ apresenta um outro lado da incrível versatilidade de Anya Taylor-Joy

Se pararmos para pensar, Jane Austen é, de longe, uma das seletas romancistas a fazer parte do grupo de louvor de realizadores cinematográficos e televisivos. Ao lado de nomes como Stephen King, Austen tem um número gigantesco de obras que já foram adaptadas para as telonas e as telinhas – sendo o mais conhecido a versão de 2005 de Orgulho e Preconceito, dirigido por Joe Wright. O mais interessante é que a maioria dessas adaptações audiovisuais conseguem capturar a essência crítica dos escritos originais, canalizando as mensagens e os ácidos subtextos para criações exuberantes e vibrantes – e é claro que a investida acerca do famoso Emma (aqui adornado com um metódico e atraente ponto final) não ficaria de fora de uma lista de clássicos automáticos do século XXI, mesmo que nunca atinja o mesmo patamar glorioso que outras releituras.

A história gira em torno da heroína titular, uma verborrágica e rica jovem pertencente à família Woodhouse que não filtra o que lhe passa à mente e não pensa duas vezes antes de exprimir o que acha sobre determinado assunto – substancialmente quando esses assuntos envolvem seu pai, suas irmãs, sua amiga mais próxima e um charmoso e cínico galã que a tira do sério. Emma é revestida pela presença instantânea de Anya Taylor-Joy, que volta a provar sua versatilidade com um papel bem distinto dos outros filmes que estrelou; na verdade, a atriz emerge no longa-metragem em uma rendição inesquecível, encarnando o cantado sotaque britânico da era regencial e afastando-se por completo dos estigmas de A Bruxa e Fragmentado.

A obra é uma análise dinâmica e hilária acerca da construção narrativa de personagens, funcionando como um manual envolvente que atenua a extensa duração em um condensado e explícito coming-of-age. Desde o princípio, Emma se mostra como uma egoísta dama que sempre carrega a última fala e nunca está errada – isto é, até os momentos em que é confrontada por George Knightley (Johnny Flynn). Por mais que tente mostrar suas boas intenções, ela se envolve sem ser convidada nos affairs românticos de seus conhecidos e, por vezes, os magoa por não perceber as minúcias nas entrelinhas – ainda mais quando analisamos o relacionamento quase masoquista entre ela e a companheira Harriet Smith (Mia Goth em um papel revolto com camadas de densidade e profusão). E é nesse escopo que ela se vê num beco sem saída e reencontra-se num bondade que vai de encontro aos arcos românticos do século XIX.

Apesar da ambientação antropológica, a diretora Autumn de Wilde escolhe com cuidado o tom certo para se afastar das concepções panfletárias e políticas e nos convidar para uma jornada tragicômica que beira a perfeição – não fosse por alguns vícios técnicos que se tornam repetitivos. Entretanto, não podemos tirar mérito da beleza e da cautela com qual a cineasta conduz sua carta de amor à Austen, inclusive quando consideramos que esta é sua estreia diretorial, saindo de um prolífico mundo da fotografia para uma carreira que tem muito a oferecer para a esfera do entretenimento. E, de fato, sua estética transcendente é pecaminosa (no sentido mais digno da palavra) ao ponto de transbordar com homenagens e repaginações de escolas artísticas que variam do renascimento ao barroco – transformando cada frame em uma obra de arte museológica.

O pano de fundo trilha um caminho conhecido demais para ousar em originalidades, mas sólido o suficiente para servir como complemento para a protagonista e para o restante dos personagens. Seguindo o curso de um ano, o qual é demarcado pelas estações do ano, o foco é direcionado à Emma: não é ao acaso que ela sempre destoa da massa homogênea de seus acompanhantes, seja com chapéus vultuosos, vestidos marcantes ou um rosto esculpido em desdém (que logo transforma-se numa paixão fraternal para com Harriet e romântica para com George). Eventualmente, sua personalidade altiva recua para uma preocupação com o debilitado pai (Bill Nighy) e para uma gratidão silenciosa quando percebe que as adversidades podem melhorar. Entretanto, o roteiro destoa das resoluções fabulescas para uma desistência altruísta em prol daquilo que lhe importa – por mais que a química entre Taylor-Joy e Flynn seja inegável e nos prometa o exato oposto.

Vale ressaltar que um inesperado aspecto artístico é um dos motivos essenciais que garante a interação cômica entre o público e o longa. Isobel Waller-Bridge, saindo de seu trabalho na premiada série Fleabag, é a responsável pela dicotômica trilha sonora, que é caprichosa o bastante para cultivar uma atmosfera saudosista, mas única (dentro de seus próprios limites) para oscilar entre um minimalismo cênico e um engrandecimento majestoso – que, ainda que redundante em certos momentos, cumpre o que promete com maestria excepcional.

Mesmo não chegando ao nível narrativo de outras adaptações de Jane Austen, o filme é aprazível e deve funcionar para os fãs inveterados da romancista. No geral, sua imagética irretocável compensa deslizes pontuais – principalmente quando auxiliada por performances incríveis e quebras de expectativa surpreendentes.

‘Midsommar’: Versão do diretor será lançada nos cinemas dos EUA em OUTUBRO!

Segundo o Collider, o aclamado terror psicológico Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’ será relançado nos cinemas estadunidenses em 25 de outubro, como parte do evento ‘Thrills and Chills’ da A24.

As informações também indicam que o relançamento contará com a versão do diretor Ari Aster, que comprimi nada menos que 171 minutos (isto é, 23 minutos a mais que a versão exibida nos cinemas em 2019).

A trama acompanha Dani (Florence Pugh), uma jovem que acompanha o namorado em um retiro espiritual para tentar superar o suicídio de seus pais. No entanto, ela acaba ficando cada vez mais desconfortável ao presenciar os diferentes costumes de uma cultura que nunca havia conhecido antes.

Midsommar‘ foi um sucesso de crítica e acumulou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Orçado em US$ 8,5 milhões, o longa dirigido por Ari Aster (‘Hereditário‘) arrecadou US$ 42,3 milhões pelo mundo.

Confira nossa crítica: