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‘Heated Rivalry’: Criador garante que 2ª temporada manterá “fidelidade ao romance”

Jacob Tierney, o criador da aclamada sérieHeated Rivalry – Rivalidade Ardente’, compartilhou novidades empolgantes sobre o desenvolvimento do segundo ano da produção. Conforme à Variety, o roteirista confirmou que o processo criativo está em ritmo acelerado e que o cronograma segue conforme o planejado.

Tierney revelou que passa o dia inteiro na sala de roteiro e que as filmagens devem começar no verão (hemisfério norte). Para lidar com a pressão do sucesso da primeira temporada, ele busca resgatar a conexão original com a obra de Rachel Reid:

“Percebi que o que preciso fazer é voltar ao lugar mental em que estava quando escrevi pela primeira vez: amar esses livros e tentar fazer a coisa mais inteligente possível a partir deles. Não vou abandonar a fidelidade ao romance agora”, afirmou o criador.

Uma das grandes expectativas para a nova temporada gira em torno da trilha sonora. As cantoras Miley Cyrus e Carly Rae Jepsen já demonstraram interesse em colaborar com o projeto. Questionado sobre confirmações, Tierney manteve o mistério: “Sem comentários. O que posso dizer é que há muita música na série, então há espaço para todo mundo”.

‘Heated Rivalry’: Segunda temporada ganha previsão de estreia para 2027

Heated Rivalry – Rivalidade Ardente’ está disponível no catálogo do HBO Max.

“Shane Hollander e Ilya Rozanov são estrelas rivais do hóquei no gelo que mantêm um romance secreto há anos. Entre a competição feroz no gelo e a busca pela glória, os dois lutam para equilibrar a carreira profissional com os sentimentos profundos que os conectam”, diz a sinopse.

O elenco principal, liderado por Hudson Williams e Connor Storrie, conta também com François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Nadine Bhabha, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova.

‘MAYHEM’, de Lady Gaga, faz 1 ano: selecionamos 5 faixas do álbum que deveriam ter sido singles

mayhem lady gaga

Há um ano, a titânica Lady Gaga fazia um glorioso retorno ao cenário musical com o lançamento de seu sétimo álbum de estúdio – o antecipado ‘MAYHEM’. O disco marcou tanto o retorno da artista às suas raízes de 2008 e 2009, além de apresentar uma forte influência dos anos 1970 e 1980 para uma jornada que já está caindo no gosto da crítica e dos fãs.

Contando com catorze faixas, incluindo os singles “Die With a Smile”“Disease”“Abracadabra”, a produção é uma jornada pelo caos que rege a mente da cantora e compositora e traz homenagens a nomes como Michael JacksonPrinceDavid Bowie, apoiando-se em narrativas que seguem uma clara progressão do começo ao fim. Não é surpresa que a obra tenha recebido aclame inquestionável pelos especialistas e pelo público, rendendo à artista três estatuetas do Grammy e incontáveis recordes quebrados.

Para celebrar o primeiro aniversário do disco, preparamos uma breve lista selecionando cinco canções que poderiam ter sido singles nesta imaculada e ovacionada era.

Confira abaixo as nossas escolhas:

“BLADE OF GRASS”

Já sabemos muito bem que Gaga tem um apreço significativo por baladas – e nunca erra a mão ao trazer sentimentalidade e emoção a faixas desse tipo. Seja com “Speechless”“Shallow” ou “Always Remember Us This Way”, a performer sabe como cativar seus ouvintes – e isso não seria diferente com a irretocável e cândida “Blade of Grass”. Compondo a impecável trindade que encerra ‘MAYHEM’, a track traz alguns dos melhores vocais da artista à tona e conta com a sólida produção de Andrew WattCirkut, convidando-nos a uma sinestésica jornada.

“PERFECT CELEBRITY”

Em seu último disco, Lady Gaga singra por inúmeros gêneros e, diferente do que imaginávamos, controla o caos emprestado ao título do compilado como se essa entidade intangível pudesse ser materializada, construindo uma clara narrativa que culmina em uma espécie de libertação criativa e estética. Isso é traduzido na impecável “Perfect Celebrity”, que traz Andrew Watt e Cirkut como produtores e mergulha em um delicioso pop-rock que nos arremessa de volta aos anos 2000 e pega uma veia mais dark que a própria Madonna explorara no final dos anos 1990 e no começo deste século

“SHADOW OF A MAN”

Em “Shadow of a Man”, Gaga ressuscitou Michael Jackson e encarnou os trejeitos e os maneirismos do saudoso rei do pop para uma explosiva faixa que incorpora elementos do dance e do disco – culminando em uma espetacular iteração que já tinha dado seus primeiros ares no fim do especial ‘Gaga Chromatica Ball’. Aqui, temos inclusive um throwback para o electro-pop que a cantora e compositora explorou em 2008 e em 2009, mas de uma maneira amadurecida e recheada de personalidade e teatralidade de uma maneira que apenas ela conseguiria alcançar.

“GARDEN OF EDEN”

“Garden of Eden”, que sucede o ótimo single “Abracadabra” no alinhamento de faixas do álbum, traz uma teatralidade conhecida aos nossos ouvidos, pegando elementos do pop-rock de The Veronicas e da famosa sonoridade de Prince, em especial do álbum ‘Purple Rain’, para contar uma sensual história de paixão que usa e abusa dos sintetizadores e de um electro-rock delicioso, cortesia das habilidosas mãos do produtor francês Gesaffelstein.

“VANISH INTO YOU”

O conceito de caos (mayhem, como apontado pelo título do disco) promovido por Gaga é diferente do que imaginávamos por colocá-la em controle de uma entidade intangível. Dessa maneira, a diferença estrutural das faixas faz todo o sentido – e “Vanish Into You”, dentro desse espectro, dá ares de uma balada melódica antes de se render às incursões dos anos 1970 e 1980, apostando em um envolvente baixo que traz funk e disco pincelando versos impecáveis como “uma vez em uma lua azul, eu me esqueço de você; e, uma vez na sua vida, você será meu”.

Denzel Washington viverá Aníbal em novo épico da Netflix dirigido por Antoine Fuqua

HOLLYWOOD, CALIFORNIA - JUNE 06: Honoree Denzel Washington speaks onstage during the 47th AFI Life Achievement Award honoring Denzel Washington at Dolby Theatre on June 06, 2019 in Hollywood, California. (Photo by Michael Kovac/Getty Images for AFI)

O aguardado épico histórico sobre Aníbal Barca, o lendário general cartaginês, deu um passo importante em sua produção. Dirigido por Antoine Fuqua e financiado pela Netflix, o longa estrelado por Denzel Washington deve começar a ser rodado em junho deste ano, conforme reportado pelo World of Reel.

Além da parceria de sucesso entre Fuqua e Washington, o projeto conta com nomes de elite nos bastidores:

O comando visual ficará a cargo de Robert Richardson, vencedor de três Oscars e colaborador frequente de cineastas como Quentin Tarantino (‘Era Uma Vez em… Hollywood’), Martin Scorsese (‘O Aviador’) e Oliver Stone (‘JFK – A Pergunta Que Não Quer Calar’).

O roteiro é assinado por John Logan, indicado ao Oscar por sucessos como Gladiador,O Aviador e ‘007: Operação Skyfall’.

Embora o talento de Denzel Washington seja indiscutível, a escalação do ator para o papel do general tunisiano gerou debates intensos. Historicamente, os cartagineses da época teriam traços fenícios, mais próximos das populações atuais do Líbano ou da própria Tunísia, o que levou a críticas sobre a precisão histórica da produção.

A controvérsia em torno da etnia de Aníbal chegou a repercutir no parlamento tunisiano, onde o projeto foi discutido como uma “reinterpretação histórica” por parte da Netflix. Apesar do barulho internacional, a produção segue como uma das maiores promessas do streaming para os próximos anos, focando no gênio militar que quase derrotou o Império Romano.

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‘Garfield’: Paramount+ anuncia nova série animada do gato mais preguiçoso do mundo

Garfield, o gato mais preguiçoso e sarcástico do mundo, está prestes a ganhar uma nova animação. O Paramount+ encomendou uma nova série original de animação em 2D estrelada pelo icônico felino laranja.

Segundo informações do Deadline, o projeto contará com o talento de Lamorne Morris (‘Fargo’), vencedor do Emmy, para dar voz ao protagonista.

Intitulada provisoriamente como Garfield, a produção é assinada pelo Nickelodeon Animation Studios e busca inspiração direta nas tiras originais criadas por Jim Davis. A série promete mostrar o felino em sua melhor forma: cínico, amante de lasanha e avesso a exercícios.

A equipe de produção executiva conta com nomes experientes da animação, como Dave H. Johnson (‘Middlemost Aventura Postal’) e John Trabbic III (‘Bob Esponja Calça Quadrada’).

O anúncio encerra um longo hiato para o personagem, cujo desenvolvimento começou em 2019 após a Viacom (atual Paramount) adquirir os direitos da franquia junto à Paws, Inc. Com o acordo, o conglomerado assumiu também a gestão global de licenciamento e produtos da marca, integrando Garfield a diversas categorias, desde brinquedos e itens para pets até participações em jogos como Nickelodeon All-Star Brawl.

Esta nova fase marca a primeira série animada do personagem desde ‘O Show do Garfield, que foi exibida entre 2009 e 2016. Criado em 1978, o universo de Jim Davis, que narra o cotidiano de Garfield, seu dono Jon Arbuckle e o cão Odie, mantém-se um fenômeno global, alcançando mais de 200 milhões de leitores diários e uma legião de milhões de seguidores nas redes sociais.

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‘Alexander’: Criador de ‘Heated Rivalry’ fará série sobre a juventude de Alexandre, o Grande, para a Netflix

Após consolidar seu nome na cultura pop com o sucesso global do romance contemporâneoHeated Rivalry-Rivalidade Ardente, o showrunner Jacob Tierney já definiu seu próximo grande projeto. Em parceria com a Netflix, o cineasta canadense comandará ‘Alexander’, uma série dramática que mergulha na juventude de Alexandre, o Grande.

Segundo informações do Deadline, a produção adapta o aclamado romance “The Golden Mean” (2009), da autora Annabel Lyon. Tierney será o responsável pelo roteiro e pela direção, trabalhando ao lado de seu colaborador habitual Brendan Brady (‘Heated Rivalry’) e dos produtores Jason Bateman e Michael Costigan, da Aggregate Films.

Em Alexandre, enquanto o império ateniense desmorona, a mente mais brilhante do mundo, Aristóteles, chega à Macedônia para ensinar um jovem príncipe volátil, Alexandre. Em meio a intrigas palacianas, amores proibidos, guerras brutais e ambições implacáveis, a improvável amizade deles molda um império e altera o curso da história.

O projeto chegou ao streaming com força total, impulsionado pelo status de Tierney como uma das vozes mais requisitadas da TV atual. A produção será realizada sob o acordo de exclusividade que a produtora de Jason Bateman mantém com a Netflix.

Jinny Howe, chefe de séries roteirizadas da Netflix para EUA e Canadá, celebrou a nova contratação:

Jacob Tierney é uma das vozes criativas mais empolgantes e requisitadas que trabalham atualmente, e estamos muito felizes em trabalhar com ele em Alexander. Ficamos imediatamente cativados pela visão dele de adaptar o aclamado romance de Annabel Lyon. Esta série reinventa a clássica luta pelo poder entre mentor e protegido com uma energia crua e moderna que soa ao mesmo tempo épica e incrivelmente íntima. Este drama de alto risco está pronto para ressoar profundamente com nosso público global, e estamos ansiosos para trazê-lo à vida com o talentoso e habilidoso Jason Bateman e a equipe da Aggregate Films”, afirmou.

Para Tierney, este é um projeto de paixão que ele planeja há anos.

“Me apaixonei pelo livro The Golden Mean de Annabel Lyon há muito tempo e desde então sonho em contar essa história. Brendan e eu não poderíamos estar mais animados em fazer parceria com a Aggregate e a Netflix para dar vida a esse mundo incrivelmente fascinante”, concluiu.

‘Homem de Ferro’: Terrence Howard revela teoria inesperada sobre sua saída da Marvel como Máquina de Combate

O astro Terrence Howard, o James “Rhodey” Rhodes original deHomem de Ferro (2008), voltou a comentar sobre sua polêmica substituição na Marvel. Conforme o ComicBookMovie, o ator compartilhou uma teoria que liga sua demissão a um confronto direto com um dos produtores mais influentes de Hollywood.

Howard relembrou um incidente ocorrido durante o Festival de Veneza de 2007, nos bastidores do filme Valente (The Brave One). Na ocasião, o produtor Joel Silver o confrontou sobre o fato de seu nome não ter o mesmo destaque que o de Jodie Foster nos créditos.

Joel Silver me disse: ‘Você não é a estrela deste filme, é a Jodie. Se for indicado ao Oscar, será como Coadjuvante’. Eu respondi: ‘Entendi. Mas lembre-se que sou um homem como você, e se falar comigo desse jeito novamente, vou arrancar seus dentes'”, relatou Howard.

O detalhe crucial é que a parceira de produção de Silver naquele filme era Susan Downey, esposa de Robert Downey Jr., com quem Howard estrelaria ‘Homem de Ferro meses depois.

“Oito meses depois, eu perdi o papel. Tenho certeza de que essas coisas pesaram na decisão”, afirmou o ator.

Howard reconheceu que sua postura agressiva na época prejudicou sua carreira. Ele revelou uma conversa determinante que teve com a lenda Denzel Washington: “Denzel me disse: ‘Olhe para suas mãos, seus punhos estão fechados. Os produtores tentam colocar dinheiro nelas, mas você não deixa. Você está estragando tudo'”.

Anteriormente, Howard havia culpado Robert Downey Jr. publicamente, alegando que o colega teria ficado com o dinheiro que seria dele e o “empurrado para fora” da franquia.

Terrence Howard culpa Robert Downey Jr. por sua DEMISSÃO de ‘Homem de Ferro’

Embora Howard tenha interpretado Rhodey, ele nunca chegou a vestir a armadura do Máquina de Combate. Na época, relatórios indicaram que o CEO da Marvel, Ike Perlmutter, se recusou a dar um aumento ao ator, supostamente acreditando que o público “não notaria” a troca.

Don Cheadle assumiu o papel em Homem de Ferro 2’ e tornou-se um pilar do MCU, aparecendo em diversos filmes dos Vingadores e séries como ‘Invasão Secreta’.

Quanto a Howard, apesar do sucesso na sérieEmpire, ele afirma estar na “lista negra” de Hollywood após processar a Disney em 2020 por direitos de imagem e valores devidos pela série.

Homem de Ferro’ está disponível no catálogo do Disney+.

Nostalgia! Filmes Clássicos dos anos 90 para Curtir na Netflix!

Se você é um cinéfilo um pouco mais antigo, é inegável que deve ser apaixonado pelos anos 80 e os anos 90! Todos nós somos. Sabe aquele meme do “saudade do que não viveu”, pois é, Hollywood faz até mesmo os que não estavam vivos na época sentirem esta nostalgia imensa. Cada época tem o seu valor e a sua importância, mas as décadas de 80 e 90, apesar de terem sido as épocas mais incorretas da história, trazem também bastante inocência de um mundo mais simples e sem internet, redes sociais e aplicativos. A época das locadoras de vídeo, na qual se você quisesse assistir a um filme tinha três opções: precisava ir até a locadora e torcer para ele não estar alugado, esperar ele passar na TV ou, é claro, assistir no cinema.

Os anos 90 foram para muitos a descoberta dos filmes. Uma era de amadurecimento cinematográfico. Toda uma geração de cinéfilos começou a conhecer mais de perto a arte de se fazer cinema através de publicações impressas de revistas especializadas. E se os anos 80 foram o berço do puro suco do cinema entretenimento, a década seguinte trouxe mais conteúdo aos seus blockbusters – que deixaram de ser apenas escapismo. Pensando nessa década repleta de verdadeiras obras-primas da sétima arte e, claro, no fator nostalgia, trazemos para você 10 dicas de clássicos dos anos 90 presentes no acervo atual da Netflix. Confira.

O Último dos Moicanos

Épico de ação de tirar o fôlego, este filme do veterano Michael Mann (o mesmo de ‘Fogo Contra Fogo’ – também disponível na Netflix) traz ninguém menos que o GOAT Daniel Day-Lewis em um dos poucos (senão o único) filmes de ação de sua carreira. E antes que falem em apropriação cultural, o ator não vive um indígena no filme, mas sim um homem branco europeu, que foi adotado e criado pela tribo Moicana. O longa faz parte do acervo impressionante de filmes do ano de 1992 – que ainda inclui ‘Questão de Honra’, ‘Os Imperdoáveis’, ‘Perfume de Mulher’ e ‘Cães de Aluguel’, só para citar alguns. Época boa demais.

Mensagem para Você

Tom Hanks e Meg Ryan foram “a dupla” romântica da década de 90! Apenas outra se aproxima de tal química: Julia Roberts e Richard Gere. Tudo começou é claro com o sucesso ‘Sintonia de Amor’ (1993), romance que virou febre na época. Poucos podem saber, mas antes disso, eles já haviam trabalhado no obscuro ‘Joe Contra o Vulcão’ (1990). O ápice culminou neste ‘Mensagem para Você’, um filme afetuoso que tem a cara do feriado de fim de ano. A produção é de 1998, mesmo ano de grandes romances da década, vide ‘Cidade dos Anjos’, ‘Encontro Marcado’, ‘Afinado no Amor’ e o vencedor do Oscar, ‘Shakespeare Apaixonado’.

Thomas Crown – A Arte do Crime

A Netflix disponibiliza em seu catálogo atual simplesmente todo o acervo dos filmes do maior espião do cinema, 007. O que inclui, é claro, os quatro longas estrelados por Pierce Brosnan (três deles nos anos 90). Além disso, Brosnan marcou em outro filme de espionagem, desta vez interpretando um ladrão sofisticado, no remake de ‘Crown – O Magnífico’ (1968). Você sabia que a história está ganhando uma nova roupagem? Desta vez o filme será estrelado e dirigido por Michael B. Jordan, a ser lançado em 2027. A versão de Brosnan foi lançada em 1999, considerado por muitos o melhor ano da década de 90 para o cinema e um dos melhores da história, já que contém longas como ‘Clube da Luta’, ‘Matrix’, ‘O Sexto Sentido’ e ‘À Espera de um Milagre’.

Minha Mãe é uma Sereia

Agora voltamos para o início da década, para o ano de 1990 precisamente. Quem aparece aqui é a menina de ouro da época, Winona Ryder, que vinha do sucesso de ‘Beetlejuice’ (1988) e no mesmo ano lançava um certo ‘Edward – Mãos de Tesoura’. Ryder deu a volta por cima em sua carreira com a série sensação ‘Stranger Things’, que chegou ao fim ano passado, e voltou para a sequência de ‘Beetlejuice’. Agora ela estará na terceira temporada de ‘Wandinha’. No clássico, Ryder atua ao lado de uma pequenina Christina Ricci (a Wandinha do cinema), mas a grande atração aqui é a estrela Cher, que havia ganhado um Oscar, e interpreta a mãe das duas. O ano de 1990 é a casa de obras inesquecíveis como ‘Esqueceram de Mim’, ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’, ‘Uma Linda Mulher’ e ‘Os Bons Companheiros’, é claro.

Batman Eternamente

Enquanto o mundo aguarda ansiosamente pelo novo ‘Batman’ de Robert Pattinson, continuação do sucesso de 2022 que parece embargado (mas é prometido para 2027); a Netflix disponibiliza o clássico que marcou o fim da era Tim Burton e o início da era Joel Schumacher. O filme estava mais alinhado com o que a Warner queria para o personagem na época: ou seja, algo mais próxima às aventuras dos quadrinhos, com ação e personagens coloridos. E nessa primeira investida deu certo, já que o filme se mostrou um sucesso. No elenco, o saudoso Val Kilmer substituía o primeiro Batman, Michael Keaton; enquanto Jim Carrey e Tommy Lee Jones viviam os vilões da vez (Charada e Duas Caras), e o Robin dava as caras pela primeira vez (nas formas de Chris O’Donnell).  O filme foi lançado em 1995, mesmo ano de obras icônicas como ‘Seven’, ‘Os Suspeitos’, ‘Toy Story’ e ‘As Patricinhas de Beverly Hills’.

O Colecionador de Ossos

Que tal um suspense de gelar a espinha, nos mesmos moldes de clássicos absolutos como ‘O Silêncio dos Inocentes’ (1991) e o citado ‘Seven’ (1995)? Fica melhor ainda se for baseado em um livro extremamente popular na época, e trouxer astros do calibre dos vencedores do Oscar Denzel Washington e Angelina Jolie. Esse filme existe e se chama ‘O Colecionador de Ossos’, um dos melhores e mais subestimados thrillers da década de 90. Denzel interpreta um detetive tetraplégico investigando uma série de assassinatos ligados a um serial killer, com a ajuda da novata Jolie. Só é uma pena que não tenham sido feitos outros filmes da mesma série. É claro que se trata de uma produção de 1999, mesmo ano de grandes suspenses como ‘De Olhos Bem Fechados’, ‘O Talentoso Ripley’, ‘O Informante’ e ‘O Suspeito da Rua Arlington’.

Ace Ventura – Um Detetive Diferente

Jim Carrey virou assunto na internet recentemente ao ser homenageado nos prêmios César, o Oscar do cinema francês. Tudo isso porque o ator apareceu, digamos, fisicamente diferente. O que reflete em duas possibilidades. A primeira é que o ator envelheceu. A segunda é que o ator fez uso de procedimentos estéticos, como preenchimentos faciais. Mas é claro que a internet preferiu optar pela terceira: que ele foi substituído por um clone. Seja como for, aproveitando o hype em torno de Carrey, está disponível na Netflix o primeiro grande sucesso de sua carreira, que verdadeiramente colocou seu nome no mapa. E não falo de ‘O Máskara’ ou sequer de ‘Debi e Loide’. O primeiro sucesso de Carrey foi ‘Ace Ventura’, um detetive muito mais afetuoso em relação aos animais do que aos seres humanos. O filme foi lançado em 1994, que rivaliza com 1999 pelo título de melhor ano da década de 90, e trouxe títulos como ‘Forrest Gump’, ‘Pulp Fiction’, ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘O Rei Leão’.

O Homem da Máscara de Ferro

Outro ator que segue firme e forte desde a década de 90 é Leonardo DiCaprio. Na verdade, o ator possui mais popularidade e prestígio hoje do que jamais possuiu. A prova disso é que ele está indicado ao Oscar este ano por ‘Uma Batalha Após a Outra’, e pode vir a sair vitorioso da grande noite do cinema. Esta marca a sua sétima indicação ao Oscar como ator, e ele já possui a sua estatueta, é claro. Aqui, no auge da febre que foi ‘Titanic’ (1997), DiCaprio lançava seu filme seguinte, com uma aventura dramática de capa e espada, baseado no clássico da literatura de Alexandre Dumas. O ano era 1998, o mesmo de aventuras épicas vide ‘O Príncipe do Egito’, ‘A Máscara do Zorro’, ‘Para Sempre Cinderela’ e ‘Os Miseráveis’.

Somente Elas

Agora chegamos à parte do romance e drama de nossa lista de dicas. Aqui temos uma road trip totalmente girl power, com três mulheres empoderadas. E isso ainda na década de 90, mais precisamente em 1995. Seguindo os passos de ‘Thelma e Louise’ (1991), mas sem um desfecho incrivelmente trágico, aqui temos uma viagem de carro com três mulheres bem diferentes. Quem protagoniza é a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg, que vive a mais equilibrada das três: uma mulher negra e lésbica. Mary-Louise Parker (de ‘Tomates Verdes Fritos’) vive uma patricinha reprimida e, fechando o trio, Drew Barrymore vive… bem, uma jovem “porra-louca”, ou seja, Drew Barrymore na época. A direção é de Herbert Ross, de ‘Footloose’ (1984) e ‘Flores de Aço’ (1989). O filme foi lançado em 1995, mesmo ano de comédias dramáticas clássicas como ‘Enquanto Você Dormia’, ‘Agora e Sempre’, ‘Meu Querido Presidente’ e ‘Razão e Sensibilidade’.

Falando de Amor

Finalizando a lista, temos mais um filme de 1995 (o grande campeão de clássicos na Netflix na década de 90). Mais uma vez, temos um filme totalmente feminino, um romance que aborda as questões da mulher dentro de relacionamentos com muita sinceridade. Mas não apenas isso, pois o filme também aborda outra camada, já que são quatro mulheres negras protagonistas. Do timaço, duas se destacam, a saudosa atriz e cantora Whitney Houston, em seu primeiro filme após o sucesso avassalador de ‘O Guarda-Costas’ (1992); e a duas vezes indicada ao Oscar Angela Bassett. As menos conhecidas Loretta Devine e Lela Rochon completam o quarteto. O longa foi lançado no mesmo ano de romances impactantes como ‘Antes do Amanhecer’, ‘As Pontes de Madison’, ‘Despedida em Las Vegas’ e ‘Caminhando nas Nuvens’.

Netflix inicia filmagens de ‘Peaky 1954’, série derivada de ‘Peaky Blinders’; Confira todos os detalhes!

O universo de Peaky Blindersde Steven Knight acaba de entrar em uma nova era. A Netflix confirmou o início das gravações de Peaky 1954 (título provisório), a aguardada série derivada que dará continuidade à saga da família Shelby após os eventos do filme Peaky Blinders: O Homem Imortal’.

Nesta semana, entre os dias 4 e 5 de março de 2026, as câmeras começaram a rodar em Stoke-on-Trent, transformando a região no cenário da Grã-Bretanha pós-guerra.

Segundo o What’s on Netflix, a produtora Kudos (responsável por SAS Rogue Heroes) utilizou o histórico Queen’s Theatre como base principal. Enquanto o primeiro dia de filmagens focou no interior grandioso do teatro, o segundo dia levou a ação para as ruas de Burslem, onde carros da década de 1950 e cenários de época foram vistos por moradores.

Embora estas cenas iniciais tenham ocorrido em Stoke-on-Trent, o centro de operações da série continuará sendo os Digbeth Loc. Studios, em Birmingham.

A nova série, composta por duas temporadas de seis episódios cada, avança a linha do tempo para o ano de 1953. A história foca na reconstrução da cidade após o Blitz de Birmingham durante a Segunda Guerra Mundial.

“Em uma cidade que se reconstrói das cinzas com concreto e aço, a corrida pelo controle dos projetos de urbanização torna-se um embate brutal de dimensões míticas. No centro deste cenário de perigos e oportunidades sem precedentes, está a próxima geração da família Shelby, ensanguentada, mas ainda poderosa”, diz a sinopse.

Diferente do filme estrelado por Cillian Murphy, esta série coloca o foco firmemente nos novos membros do clã Shelby. Fotos dos bastidores já confirmaram a presença de: Cal O’DriscollFintan ShevlinJacob Wright

Com o cronograma de filmagens iniciado em março de 2026, a expectativa é que a primeira temporada de Peaky 1954 chegue ao catálogo da Netflix entre meados e o final de 2027.

Netflix escala protagonistas de ‘I Suck At Girls’, nova série de comédia de Bill Lawrence

A Netflix anunciou os jovens talentos que darão vida aos protagonistas deI Suck At Girls, série que adapta o livro autobiográfico de Justin Halpern. O elenco principal será formado por Kayo Martin (‘The Plague’), Jeremy Ray Taylor (‘It: A Coisa’) e Laila Pruitt (‘Will Trent’), que liderarão a nova aposta de comédia da plataforma.

Segundo informações do Deadline, a gigante do streaming deu sinal verde oficial para a produção, que nasce de uma parceria entre a Warner Bros. Television e a Doozer Productions. O projeto reúne um time de peso nos bastidores: o roteiro fica a cargo de Justin Halpern e Patrick Schumacker (showrunners de Abbott Elementary), com produção executiva de Bill Lawrence, o criador deTed Lasso.

Baseada nas memórias reais de Halpern, a trama acompanha três estudantes no segundo ano do ensino médio enfrentando os dilemas da adolescência, a construção da identidade e, principalmente, as desventuras românticas do autor. Tracey Pakosta, vice-presidente de séries de comédia da Netflix, celebrou a colaboração:

“Estamos entusiasmados em trabalhar com Justin, Patrick e Bill para levar às telas essa história hilariante e identificável. Eles têm a rara habilidade de transformar experiências pessoais em séries culturalmente marcantes, afiadas, engraçadas e profundamente humanas”, afirmou.

As filmagens deI Suck At Girls estão previstas para começar durante o verão norte-americano, com locações prováveis em Los Angeles.

‘Monstros S.A. 3’: Pixar anuncia terceiro filme da épica saga de Sulley e Mike

A Pixar surpreendeu os fãs recentemente ao anunciar que a aclamada franquia ‘Monstros S.A.’ ganhará um terceiro filme. De acordo com informações da Variety, os detalhes sobre o longa ainda são escassos, e a produção está sendo mantida sob sigilo absoluto.

Ainda não foi revelado quem assumirá a direção do projeto, nem se a trama funcionará como uma continuação direta ou se explorará outro ponto da linha do tempo deste universo.

O filme original, lançado em 2001, apresentou ao mundo a premissa de que os monstros dependiam dos sustos aplicados em crianças para gerar energia para sua cidade. Dirigido por Pete Docter (atual diretor criativo da Pixar) e estrelado pelas vozes de John Goodman (Sully) e Billy Crystal (Mike), o longa foi um marco cultural e arrecadou US$ 528,7 milhões mundialmente.

Curiosidades | ‘Monstros S.A.’, icônica animação da Pixar, completa 20 anos!

Desde o sucesso do primeiro filme, a Pixar e a Disney exploraram diferentes caminhos para a marca:

Universidade Monstros (2013): Em vez de seguir adiante, o estúdio optou por um prelúdio, mostrando como Mike e Sully se conheceram na faculdade e iniciaram sua carreira na Monstros S.A.

Monstros no Trabalho (Disney+): A série animada do streaming deu sequência aos eventos do filme original, focando nos primeiros dias de transição da empresa, que deixou de coletar gritos para focar na energia gerada pelas risadas.

‘Street Fighter’: Adaptação live-action ganha trailer empolgante; Confira!

A aguardada adaptação cinematográfica de Street Fighter acaba de dar seu primeiro grande passo. O icônico jogo de luta da Capcom recebeu seu primeiro trailer oficial, destacando o visual moderno e fiel de personagens lendários como Ryu, Ken e o temível Akuma.

O vídeo oferece um vislumbre empolgante das cenas de ação coreografadas, além de trazer momentos dos bastidores que revelam o cuidado da produção com os detalhes. O foco principal do material promocional recai sobre a dinâmica entre Ryu e Ken, prometendo uma fidelidade inédita à jornada dos lutadores.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção reuniu uma mistura eclética de atores de Hollywood, astros do esporte e da música para dar vida aos guerreiros mundiais:

O elenco conta com Noah Centineo (Ken Masters), Andrew Koji (Ryu), Callina Liang (Chun-Li), Cody Rhodes (Guile), Orville Peck (Vega), Curtis “50 Cent” Jackson (Balrog), Jason Momoa (Blanka), Vidyut Jammwal (Dhalsim), Olivier Richters (Zangief), Hirooki Goto (E. Honda), David Dastmalchian (M. Bison), Joe “Roman Reigns” Anoa’i (Akuma), Andrew Schulz (Dan Hibiki), Eric André (Don Sauvage), Mel Jarnson (Cammy), Rayna Vallandingham (Juli) e Alexander Volkanovski (Joe).

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas globalmente, Street Fighter é uma das franquias mais lucrativas e amadas da história dos videogames.

Street Fighter’ tem estreia marcada para o dia 15 de outubro de 2026.

‘Voltron’: Filme live-action com Henry Cavill deve chegar aos cinemas em 2027

Robô gigante próximo a homem de óculos.
voltron 02

A aguardada adaptação cinematográfica deVoltron ganhou novidades promissoras. Segundo o ScreenRant, o longa estrelado por Henry Cavill deve ser lançado em algum momento de 2027. Embora uma data específica ainda não tenha sido confirmada, a produção, filmada na Austrália, ocorreu entre o final de 2024 e meados de 2025.

O projeto está em desenvolvimento há anos e ganhou fôlego em 2022, quando a Amazon MGM Studios garantiu o acordo de distribuição global.

O filme conta com nomes renomados de Hollywood e revelações da indústria:

O elenco ainda inclui Alba Baptista, John Harlan Kim, Tharanya Tharan, Samson Kayo, Tim Griffin, entre outros.

A cadeira de diretor é ocupada por Rawson Marshall Thurber, que também coescreveu o roteiro ao lado de Ellen Shanman. A produção fica a cargo de nomes experientes como Todd Lieberman, Bob Koplar e David Hoberman.

A franquia começou como uma série animada em 1984, acompanhando um grupo de pilotos que comandam cinco robôs leões que se combinam para formar o lendário Voltron. Juntos, eles defendem o universo contra as forças do Rei Zarkon e da feiticeira Haggar.

Homem em terno com robôs gigantes ao fundo.

‘Cara de Um, Focinho de Outro’: Nova animação da Pixar arrecada US$ 13 milhões em estreia nos EUA

cara de um, focinho de outro

‘Cara de Um, Focinho de Outro’, a mais nova aposta original da Pixar, teve uma estreia sólida nos cinemas norte-americanos, conquistando o topo das bilheterias na sexta-feira.

Segundo dados da Variety, o longa arrecadou US$ 13,2 milhões em 4.000 salas na América do Norte apenas em seu primeiro dia. A Disney e a Pixar projetam que o filme alcance a marca de US$ 40 milhões até o final do domingo, sinalizando um potencial sucesso para o estúdio.

Este desempenho é crucial para a Pixar, cujo último grande sucesso original foi ‘Viva: A Vida é uma Festa’ (2017), que abriu com US$ 50 milhões. Desde então, o estúdio enfrentou dificuldades com títulos comoDois Irmãos: Uma Jornada Fantástica e ‘Elio’, que tiveram estreias mornas e não conseguiram sustentar seus orçamentos superiores a US$ 150 milhões.

A expectativa agora é que ‘Cara de Um, Focinho de Outro’ siga a trajetória de “sobrevida” de filmes comoRobô Selvagem ou Um Cabra Bom de Bola, que, apesar de estreias discretas, mantiveram um excelente desempenho nas semanas seguintes.

Ranking de Sexta-Feira na América do Norte
O cenário das bilheterias mostra uma liderança isolada da animação, enquanto outros títulos enfrentam dificuldades:

‘Cara de Um, Focinho de Outro’ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

“Cientistas descobrem uma maneira de transferir a consciência humana para animais robóticos. A jovem Mabel utiliza essa tecnologia para desvendar mistérios do mundo animal, vivendo experiências que superam qualquer imaginação humana”, diz a sinopse.

‘Lua Nova’: Após anúncio do retorno de ‘Crepúsculo’, sequência também voltará aos cinemas

Para a alegria dos fãs, a SagaCrepúsculo está prestes a retornar às telonas. Após o anúncio do relançamento do primeiro filme, foi confirmado que a sequência, Lua Nova, também voltará aos cinemas brasileiros a partir de 16 de abril de 2026, conforme a Rolling Stone Brasil.

A reestreia de Lua Nova ocorrerá quase um mês após o relançamento do filme original, que está programado para o dia 19 de março.

Adaptação do segundo livro da aclamada série de Stephenie Meyer, o longa é protagonizado pelo trio Kristen Stewart (‘Spencer’), Robert Pattinson (‘The Batman’) e Taylor Lautner (‘Sem Saída’).

Na trama, a vida de Bella Swan vira de cabeça para baixo quando, após um incidente que quase lhe custa a vida, Edward e a família Cullen decidem deixar a cidade de Forks para protegê-la. Mergulhada em uma profunda depressão, Bella encontra conforto em sua amizade com Jacob Black. No entanto, conforme se aproximam, ela descobre que Jacob também guarda um segredo perigoso que mudará sua percepção sobre o mundo sobrenatural.

Lançada originalmente em 2009, a saga tornou-se um fenômeno cultural, levando mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil ao longo de seus cinco filmes. Dirigido por Chris Weitz e com roteiro de Melissa Rosenberg (‘Jessica Jones’), Lua Nova foi um estrondo comercial, arrecadando mais de US$ 700 milhões mundialmente.

Timothée Chalamet causa polêmica ao dizer que ninguém mais se importa com ópera e balé

Às vésperas do Oscar 2026, o ator Timothée Chalamet tornou-se o centro de uma controvérsia após comentários sobre a indústria da ópera e do balé. Durante um evento no formato town hall ao lado de Matthew McConaughey, o artista sugeriu que essas formas de arte estariam perdendo o apelo popular e lutando para permanecerem relevantes.

Segundo o TMZ, Chalamet comparou a preservação das salas de cinema com a do setor erudito, gerando mal-estar ao declarar: “Eu não quero trabalhar em balé ou ópera, ou em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”.

Ao perceber o peso da fala, o ator tentou minimizar o impacto imediatamente: “Todo respeito às pessoas do balé e da ópera”. Ele ainda brincou com a possível perda de público após a declaração: “Acabei de perder 14 centavos de audiência. Dei um tiro no próprio pé sem motivo”.

As principais companhias de arte do mundo não deixaram o comentário passar em branco, utilizando as redes sociais para responder ao ator de Duna com doses de ironia e fatos:

Metropolitan Opera (NY) publicou um vídeo exaltando seus profissionais de bastidores com a legenda direta: “Esse é para você, Timothée Chalamet… 👀”.

O LA Opera Aproveitou o hype para destacar o sucesso de público: “Gostaríamos de lhe oferecer ingressos de cortesia para Akhnaten, mas eles estão se esgotando. Ainda há alguns lugares disponíveis para compra, se você se apressar”.

 

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Um post compartilhado por LA Opera (@laopera)

O Royal Opera House, em Londres, também aproveitou o hype para destacar o sucesso de público: “Todas as noites na Royal Opera House, milhares de pessoas se reúnem para balé e ópera. Pela música. Para contar histórias. Pela pura magia da performance ao vivo. Se quiser reconsiderar, nossas portas estão abertas”.

Em nota ao The Hollywood Reporter, o Royal Ballet and Opera (Londres) defendeu que o balé e a ópera são pilares que influenciam o cinema, a moda e a música contemporânea, nunca existindo de forma isolada.

A bailarina Megan Fairchild, integrante do New York City Ballet, também criticou a fala do ator Timothée Chalamet, destacando um ponto específico que a incomodou.

“Nem é tanto a ideia de que ele tenha menosprezado o balé e a ópera que me incomoda; é a sugestão de que ele teria talento e aptidão para seguir essas áreas artísticas de nível olímpico”, disse a bailarina. “Timmy, eu não sabia que você era um dançarino ou cantor de ópera de nível internacional que simplesmente decidiu não seguir essa carreira porque atuar é mais popular!”.

Na legenda do vídeo publicado nas redes sociais, Fairchild adotou um tom mais conciliador: “Te perdoamos. Sabemos que você ama, já vimos o chapéu. E sua adorável irmã assiste aos nossos ensaios. Boa sorte na corrida ao Oscar. Artistas apoiando artistas importa. Nenhum desses caminhos é fácil, e não há necessidade de diminuir o balé ou a ópera no processo”.

Já a cantora e bailarina Adéla, atualmente em turnê com Demi Lovato, declarou ao TMZ que a repercussão está sendo exagerada e que não se sentiu ofendida.

Jake Gyllenhaal vai estrelar ‘Play by Play’, novo filme esportivo da Amazon MGM

O novo projeto cinematográfico estrelado por Jake Gyllenhaal e escrito por Chris McCoy, intitulado ‘Play by Play’, já tem uma casa oficial. O drama esportivo foi adquirido pelo Amazon MGM Studios, consolidando ainda mais a parceria entre o ator e o estúdio após o sucesso de Matador de Aluguel.

Conforme apurado pelo Deadline, McCoy assume o roteiro da produção, cuja trama ainda é mantida sob sigilo. Além de protagonizar, Gyllenhaal atuará como produtor por meio de sua empresa, a Nine Stories, ao lado de Josh McLaughlin e da Religion of Sports, produtora de elite fundada pela lenda do futebol americano Tom Brady e por Gotham Chopra.

O anúncio reforça o excelente momento na carreira de Jake Gyllenhaal, que coleciona sucessos de crítica e público como O Abutre, Os Suspeitos, Nocaute e o recente fenômeno de streamingMatador de Aluguel.

Já o roteirista Chris McCoy traz um currículo robusto, tendo desenvolvido projetos para gigantes como Marvel, Disney e DreamWorks. Recentemente, McCoy vendeu o roteiro original ‘Hit the Gas’ para a Paramount e é um nome recorrente na The Black List (lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood), onde já apareceu três vezes.

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‘Robô Selvagem 2’: DreamWorks anuncia sequência com diretor de ‘Nimona’

Após o fenômeno crítico e comercial de 2024, a DreamWorks Animation anunciou oficialmente a produção de Robô Selvagem 2’. O longa dará continuidade à história que conquistou milhões de espectadores e recebeu três indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Animação.

De acordo com o The Wrap, a sequência adaptará o livro “The Wild Robot Escapes” (Robô Selvagem Foge), segundo volume da popular série literária de Peter BrownA sequência trará novidades no comando criativo. Troy Quane, codiretor do também indicado ao Oscar Nimona, assume a direção no lugar de Chris Sanders. Ele trabalhará ao lado de Heidi Jo Gilbert, que foi chefe de história no primeiro filme e agora atua como codiretora.

Além disso, Chris Sanders (diretor do original) ficará responsável pelo roteiro do novo capítulo e Jeff Hermann retorna como produtor.

No livro que serve de base para a sequência, Roz e seu filho adotivo, o ganso Bico-Vivo (Brightbill), enfrentam novos desafios. A trama acompanha a tentativa de Roz de escapar de uma fazenda de laticínios para conseguir retornar à sua ilha e reencontrar seus amigos animais.

‘Robô Selvagem’ é o filme mais bem avaliado pelos críticos da HISTÓRIA da DreamWorkds

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Lançado em 2024, Robô Selvagem tornou-se um marco para a DreamWorks, arrecadando US$ 320 milhões mundialmente. Além do sucesso financeiro, o filme foi amplamente aclamado, garantindo indicações ao Oscar e ao BAFTA.

“A incrível jornada do robô ROZZUM 7134, apelidada de “Roz”, que, após naufragar em uma ilha deserta, precisa aprender a se adaptar a um ambiente hostil, estabelecendo laços inesperados com a vida selvagem local”, diz a sinopse.

Robô Selvagem’ está disponível no Prime Video.

Zack Snyder revela resistência do estúdio à escalação de Jesse Eisenberg como Lex Luthor em ‘Batman v Superman: A Origem da Justiça’

O cineasta Zack Snyder relembrou recentemente seu trabalho no antigo DCU, revelando que Jesse Eisenberg quase não interpretou o vilão Lex Luthor devido a hesitações do estúdio. Em entrevista ao ComicBookMovie, Snyder detalhou o processo de escolha que trouxe uma nova roupagem ao nêmesis do Superman.

“Queríamos alguém que pudesse trazer uma energia diferente. Lex sempre foi tradicionalmente aquele cara mais velho, corporativo e careca. E nós queríamos fazer algo mais contemporâneo, mais ‘tech-bro’, mais imprevisível”, explicou o diretor.

Snyder destacou que a performance de Eisenberg foi o que selou o destino do personagem em Batman v Superman: A Origem da Justiça.

“Jesse tinha essa energia meio maníaca que parecia perfeita para a versão que estávamos fazendo. Ele veio, fez o teste, e foi elétrico. Ele simplesmente entendeu. Entendeu a estranheza, o perigo, a inteligência. Não se tratava necessariamente de torná-lo simpático, mas de torná-lo assustador de uma forma diferente”, afirmou.

Na época, o público sugeria nomes como Bryan Cranston e Daniel Day-Lewis para o papel, o que tornou a confirmação de Eisenberg uma surpresa controversa. Segundo o diretor, a própria Warner Bros. demonstrou ceticismo inicial:

“Sim, houve alguma resistência. Mas acho que, quando viram o teste de tela, ficou bem claro. Ele tinha uma intensidade enorme. E veja, Lex é um gênio, certo? Mas também é desequilibrado. Jesse conseguia interpretar os dois lados”, revelou.

Zack Snyder revela por que o Batman de Christian Bale nunca enfrentou o Superman de Henry Cavill

O diretor também comentou sobre as reações mistas ao tom e à paleta de cores do filme, comparando o impacto à rejeição inicial de Ben Affleck como Batman.

“Nós estávamos arriscando alto. Não estávamos tentando fazer algo seguro. Queríamos fazer algo que parecesse mítico, quase operístico. Mas, sim, a internet tinha muita coisa a dizer. [Risos] Parte era justa, parte… nem tanto”, brincou.

‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ está disponível no catálogo do HBO Max.

‘Uma Batalha Após a Outra 2’: Teyana Taylor revela que “implorou” por sequência ao diretor

Uma Batalha Após a Outra se tornou um verdadeiro sucesso nos cinemas e entre a crítica, conquistando 13 indicações ao Oscar. Em meio à repercussão positiva, a atriz Teyana Taylor, indicada ao prêmio por sua atuação como Perfidia no filme de Paul Thomas Anderson, revelou recentemente seu desejo de ver uma sequência ou até mesmo um spin-off da produção.

Conforme o World of Reel, Taylor contou que chegou a implorar ao diretor para desenvolver um projeto focado em sua personagem.

“Eu disse ao Paul: ‘precisamos ver o que a Perfidia fez nesses 16 anos.’ Mas Perfidia e Willa precisam ter algumas cenas juntas. Quando Willa saiu pela porta naquela última cena, eu pensei: ‘Para onde ela realmente está indo? Ela vai libertar Deandra? Vai encontrar a mãe dela?’ Eu adoro que ainda exista esperança, e há espaço para uma pequena parte dois em algum lugar”, afirmou.

Embora nada tenha sido confirmado até o momento, a atriz garantiu que as conversas sobre a possibilidade realmente aconteceram.

“As conversas são muito, muito reais. Quero confirmar para todo mundo que atualmente estou implorando para o Paul Thomas Anderson nos dar isso. Estou implorando para ele fazer isso”, acrescentou.

O longa concorre em 13 categorias no Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Paul Thomas Anderson e Melhor Ator para Leonardo DiCaprio.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Uma Batalha Após a Outra’ está disponível na HBO Max.

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson, o filme é baseado no livro Vineland, de Thomas Pynchon.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

‘Robin Hood’: Disney cancela adaptação live-action, revela diretor

O cineasta Carlos López Estrada falou recentemente sobre o remake em live-action de Robin Hood, da Disney, e surpreendeu ao revelar que o projeto foi cancelado e não seguirá mais adiante. Segundo o Deadline, López comentou sobre o filme híbrido, que misturaria live-action e animação, que estava em desenvolvimento.

“Está morto, infelizmente”, afirmou o diretor. Ele acrescentou: “Digo infelizmente porque eu realmente achava que havia algo muito especial (e original!) ali. Também tínhamos desenvolvido uma música realmente extraordinária para o projeto”.

O cineasta também comentou que já chegou a imaginar a possibilidade de desenvolver a história e trazê-la à vida de forma independente: “Eu continuo sonhando acordado em fazer isso de forma independente, com personagens diferentes”.

Vale lembrar que, em 2020, foi noticiado que a Disney estava trabalhando em um remake do clássico animado Robin Hood para o Disney+.

O estúdio havia escolhido Kari Granlund, responsável pelo roteiro do remake de A Dama e o Vagabundo, para escrever o novo longa. Já Justin Springer, produtor da versão live-action deDumbo, também estava ligado à produção.

Robin Hood’ está disponível no Disney+.

“Há muito tempo, em uma terra distante, nasce uma extraordinária história de coragem e amizade. Robin Hood, uma raposa heroica, ao lado de seu fiel companheiro urso, Little John, e de sua banda de alegres companheiros, realiza uma série de atos ousados e divertidos para roubar o ganancioso Prince John e devolver a felicidade aos moradores da floresta”, diz a sinopse.