A trama se passará antes dos eventos do longa original, de 1981. E, apesar da ação em ‘Uma Noite Alucinante 3‘ se passar na Idade Média, o novo filme será ambientado antes do Ash Williams voltar no tempo.
“‘Evil Dead Wrath’ será mais um capítulo inventivo da franquia. A trama se passará antes de todas as outras. O filme será ambientado em 1972.”
Ele completa, “O longa terá a atmosfera de uma produção lançada nos anos 70 porque o diretor e seu diretor de fotografia querem resgatar essa aparência e sensação usando um filme chamado Ektachrome 100. Muitos filmes foram rodados com ele naquela época.”
Com direção de Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’), o próximo capítulo chegará às telonas no dia 7 de abril de 2028.
Vale lembrar que o novo filme da saga, ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘, chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho.
Dirigido por Sébastien Vaniček (‘Infestação’), o novo filme promete trazer um tom mais sério – como o remake de 2013 –, cenas assustadoras que farão o público se contorcer nos cinemas.
O elenco contará com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).
Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.
O intérprete do personagem Falcão, Anthony Mackie, tem uma opinião bem formada sobre seu colega da Marvel, o jovem astro Tom Holland.
Desde a primeira aparição do ator em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, Mackie não perde a oportunidade de tirar onda com Holland, o alfinetando constantemente em suas aparições públicas e entrevistas.
E recentemente, ele revelou porque insiste em pegar no pé do parceiro de elenco de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
Segundo ele:
“Ele é um moleque muito chato, do tipo infantil que quando você mande se calar, só obedece até você deixar o ambiente. E quando você sai, ele volta a incomodar”.
E após a divulgação da entrevista, TomHolland não perdeu tempo e alfinetou Mackie em sua conta do Twitter:
A adaptação dos quadrinhos, ‘Homem-Formiga e a Vespa’, é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire, estampando uma bela capa.
Confira:
O filme também ganhou novos pôsteres dos personagens individuais, destaque para Michelle Pfeiffer, que aparece pela primeira vez com traje da Vespa Original. Confira:
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
A Walt Disney Co. fez uma dívida de US$ 11 bilhões, na tentativa de ajudar a posição financeira da empresa e garantir suporte a todas as suas áreas de atuação, em virtude das consequências avassaladoras do coronavírus e da reclusão social.
De acordo com a Deadline, os detalhes fora divulgados em um arquivo da SEC – Securities and Exchange Commission (Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos), na última terça-feira (13).
Os empréstimos vencerão entre os anos de 2026 e 2060 e o dinheiro catado será usado para pagar as dívidas da empresa, em virtude do fechamento de seus parques, bem como da interrupção de vários de seus serviços, além de claro, do pagamento de seus funcionários durante a quarentena.
De acordo com o analista Neil Begley, da Moody’s Investor Service, o valor do empréstimo deve ser o suficiente para restabelecer a empresa em meio à crise mundial:
“Acreditamos que o caixa disponível e as facilidades bancárias serão mais do que suficientes para atender a todas as necessidades da empresa no momento e essa transação apenas reforçará ainda mais sua sólida posição de liquidez, que é um importante seguro financeiro, considerando que a duração dessa crise e o seu impacto econômico inda são desconhecidos”.
Vale lembrar que a Disneyland de Xangai já reabriu suas portas, após quase quatro meses fechada. O parque está funcionando com apenas 30% de sua capacidade normal e os funcionários e visitantes devem usar máscaras enquanto estiverem dentro do local.
Superando as expectativas, todos os ingressos para a Disney Xangai ficaram esgotados em questão de horas. Os demais parques asiáticos da empresa, como a Disney Hong Kong, Disney Tóquio e o Disney Sea ainda permanecem fechados sem data de reabertura.
Os parques temáticos da Califórnia e da Flórida também permanecem fechados, sem data de reabertura.
A nova série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, intitulada ‘How I Met Your Father’, terá conexões com a produção original, conforme revelado pela atriz Hillary Duff, durante uma recente entrevista ao programa The Jess Cagle Show, da rádio SiriusXM.
Evitando entregar muitos detalhes, a protagonista da vindoura produção revelou que algumas alterações estão sendo feitas no roteiro e ainda salientou que existe a possibilidade de alguns dos personagens da série original retornarem em pequenas aparições.
“Não quero entregar muito, mas o roteiro está definitivamente passando por algumas pequenas alterações. Mas ele se conecta sim à série e sabe, tomara que tenhamos algumas participações divertidas do elenco original”.
‘How I Met Your Father’ foi anunciada oficialmente apenas no mês passado, então boa parte dos detalhes seguem sob sigilo. Ainda assim, Duff comentou um pouco sobre a premissa da série, bem como sobre a sua personagem, Sophie.
“Há ótimos personagens e eu terei a chance de ter uma nova família no set, uma outra família da TV. E existem tantas oportunidades para histórias de amor com essa série, porque se trata da Sophie e mais três caras. Então a trama vai descer por aquela toca do coelho, do tipo: ‘Qual deles é o pai?’. E as pessoas poderão percorrer por todas as experiências da jovem Sophie tentando encontrar o amor, namorando e como isso funciona no mundo contemporâneo”.
Na trama, Sophie está contando para seu filho a história de como conheceu o pai dele, da mesma forma que Ted Mosby (Josh Radnor) fez na obra original. A narrativa começa em 2021, quando Sophie e seu grupo de amigos estão no meio de uma jornada para descobrirem quem realmente são, o que querem fazer com as próprias vidas e como se apaixonar na era de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
O universo de ‘Criminal Minds: Evolution‘ segue firme e forte e a série acaba de ser renovada para a sua 19ª temporada, antes mesmo da estreia dos vindouros episódios do ciclo 18. A informação foi confirmada pela revista Variety.
A 18ª temporada estreia nos Estados Unidos no dia 08 de maio no streaming Paramount+, com novos capitúlos sendo lançados semanalmente. ‘Evolution‘ dá sequência na trama de ‘Criminal Minds‘, que contou com 15 temporadas.
Reunindo boa parte do elenco original, a produção é considerada um revival e recebeu a nomenclatura ‘Evolution‘ em seu 16º ano – por isso sua contagem de temporadas segue de forma sequencial (totalizando 18 ciclos).
Comandada por Erica Messer, a trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
Um close no rosto de Amy Adams encarando o vazio. A câmera se abre e revela que ela está em um círculo de percussão, batendo um tambor com outras pessoas, mas sua expressão permanece congelada, deslocada daquele ambiente. Assim começa At The Sea, do húngaro Kornél Mundruczó, exibido na competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. A promessa é clara: estamos diante de uma mulher dissociada, à deriva. O mar que dá título ao filme surge como metáfora evidente dessa condição.
O longa acompanha a ex-bailarina Laura (Amy Adams), que retorna para casa após seis meses em reabilitação, depois de um acidente de carro com o filho provocado pelo abuso do álcool. Diretora de uma companhia de dança, mãe de dois filhos, esposa distante, herdeira de uma vida confortável — as camadas dramáticas são abundantes. Nenhuma, porém, se articula de maneira orgânica. Tudo soa como esboço.
O roteiro de Kata Wéber insiste em flashbacks de um pai exigente e na sugestão de um trauma infantil que teria levado ao álcool como válvula de escape. Essas memórias, no entanto, carecem de densidade emocional e não reverberam no presente. Funcionam como explicação, mas não como drama.
As cenas de dança no presente são especialmente frágeis. A coreografia e a preparação corporal não convencem como trajetória profissional de alto nível. A encenação é rígida, por vezes constrangedora. A repetição de enquadramentos — Laura caminhando pela costa, quase sempre com saída de praia sobre o maiô ou de camisola — reforça uma monotonia visual que contamina o filme. Figurino e direção parecem ter desistido da personagem, assim como ela parece ter desistido de si mesma.
A letargia que domina Laura poderia ser lida como depressão ou como efeito da abstinência alcoólica. O roteiro, entretanto, não escolhe um eixo dramático claro. Ela busca redenção? Reconstrução familiar? Libertação artística? Nada se consolida como trajetória. O que se vê é uma mulher paralisada diante da própria vida, sem que o filme construa forças dramáticas capazes de tensionar essa inércia.
A relação com o marido Martin (Murray Bartlett), permanece vaga. A tensão com a filha adolescente (Chloe East), que assumiu responsabilidades durante sua ausência, é tratada de forma colateral. O filho mais novo (Redding Munsell) demonstra ressentimento, mas qualquer possibilidade de lidar com as consequências do acidente provocado por ela se dissolve rapidamente após um incidente com uma queimadura de água-viva, mais um episódio que não produz consequências significativas.
Surge então um possível ponto de inflexão: um vendedor de pipas interpretado por Brett Goldstein, conhecido pela série Ted Lasso. Ele representa a promessa de uma conexão e de um recomeço. Contudo, a relação se limita a diálogos expositivos sobre vício e sobrevivência “um dia de cada vez”. Não há tensão, nem química, nem transformação.
Nem mesmo a longa discussão entre mãe e filha na praia, que deveria constituir o clímax emocional, encontra força dramática. O conflito não se sustenta, e a reconciliação soa forçada, culminando em uma dança conjunta sem coordenação ou significado claro. O gesto, que poderia simbolizar reconstrução, apenas reforça a artificialidade da encenação.
Seis vezes indicada ao Oscar, Amy Adams parece novamente presa a projetos que prometem complexidade psicológica, mas resultam em superficialidade. Desde Era uma Vez um Sonho(2020), passando por A Mulher na Janela(2021) e Canina(2024), sua filmografia recente revela escolhas que não encontram a densidade dramática à altura de seu talento, como os trabalho com Denis Villeneuve e David O. Russell.
At The Sea propõe um estudo sobre vazio existencial, mas entrega vazio narrativo. O filme aspira a um retrato de trauma, culpa, abstinência e identidade artística — temas já explorados pela mesma dupla de diretor e roteirista em Pedaços de Uma Mulher(2020). Aqui, porém, eles optam por não se aprofundar plenamente em nenhuma dessas frentes. Ao final, impõe-se a pergunta: por que contar a história de uma mulher à deriva se o próprio filme não sabe para onde navegar? O vazio da personagem poderia ser devastador; o que permanece, entretanto, é apenas um vácuo.
A nova série da Marvel pelo canal Freeform, ‘Manto e Adaga’ ganhou um novo pôster, anunciando um novo trailer para amanhã (20). Confira:
A nova série da Marvel teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:
#CloakAndDagger is a really smart, mature, visually accomplished Marvel show, and I can’t wait to watch more. Super fun having Jeph Loeb on another YA superhero show #sxsw
“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”
I’ll have more thoughts on the premiere episode of Marvel’s #CloakAndDagger up on the site soon, but let me just say this: the two young leads are immensely good. They’ll be the reason the watch.
“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”
The #CloakAndDagger first episode was a solid, promising start. That said, there’s nothing very new or different on display. If you like the current Marvel tv offerings, you’ll likely enjoy this. pic.twitter.com/e728sN2RA1
“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”
A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.
O terror também ganhou seu primeiro vídeo dos bastidores recentemente.
Nele, Jessica Rothe, Israel Broussard e Rachel Matthews anunciam seus retornos como Tree Gelbman, Carter Davis e Danielle Bouseman, respectivamente. Ansioso?
Uma publicação compartilhada por Jessica Rothe (@jessica_rothe) em
Rostos conhecidos continuam sendo adicionados ao elenco da sequência de ‘A Morte te Dá Parabéns‘, o que não é uma surpresa considerando o tema do filme. Segundo o Variety, Ruby Modine assinou contrato para reprisar seu papel de Lori Spengler.
Suraj Sharma e Sarah Yarkin entraram para o elenco. Sharma interpretará Samar Ghosh, uma cientista entusiasta que gosta de programar em seu tempo livre. Yarkin será Dre Morgan, um nerd que é seu parceiro no crime.
Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação:
“A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”
Nos últimos anos, Zack Snyder andou se queimando em Hollywood muito por conta das controvérsias envolvendo a bagunça do extintoUniverso Estendido DC, do qual ele foi contratado para ser o grande mentor. Porém, quando surgiu para o cinema, Zack era considerado um nome promissor para o futuro, não à toa recebeu o ‘título’ de “Visionário”. Sempre prezando por trabalhar os filmes com sua estética própria, Snyder teve seu primeiro “deslize” justamente em uma adaptação de quadrinhos.
Ame ou odeie, o Zack Snyder pode ser chamado de muitas coisas, menos de covarde. Isso porque ele brigou e assumiu Watchmen, uma adaptação que era considerada impossível de ser feita em Hollywood, não só pela complexidade da trama, mas principalmente porque seu autor, Alan Moore, é reconhecidamente uma das figuras mais fortes do meio das graphic novels. E agora, essa obra cinematográfica que dividiu opiniões completa 15 anos de existência. E você? Gostou ou não de Watchmen?
Antes de falar sobre o filme, vale a pena contextualizar o material original. A década de 1980 representa uma grande virada nas histórias em quadrinhos norte-americanas. Após duas décadas de maravilhas coloridas pulando das páginas dos gibis, os anos 80 decidiram mudar a abordagem, trazendo tons mais sombrios, investindo mais em dramas adultos, violência e questões políticas que trouxessem diferentes públicos para as revistas. Nesse contexto, nomes como Frank Miller, Art Spiegelman, Peter David, Neil Gaiman e Alan Moore fizeram carreira, revolucionando o que era fazer HQs.
Em 1983, a DC Comics havia acabado de comprar a Charlton Comics, trazendo alguns heróis do passado para dentro de seu panteão. Sabendo disso, cerca de dois anos depois, Alan Moore escreveu uma história que focaria na realidade podre desses personagens recém-chegados, permitindo que o autor desse uma nova visão deles nessa entrada no Universo DC. A trama acompanharia a investigação do assassinato do Pacificador (esse mesmo que se popularizou ao ser vivido por John Cena) por seu grupo de heróis, composto por nomes como Besouro Azul, Questão e o Capitão Átomo. Entretanto, apesar do projeto ter sido bem recebido, a ideia de usar os heróis da Charlton em uma empreitada tão controversa não caiu bem ante a direção. Afinal, esses personagens haviam acabado de chegar e essa visão mais crua e brutal poderia mudar para sempre a forma como o público veria eles dali para frente.
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O editor da DC, Dick Giordano, enviou suas considerações para que Alan Moore reescrevesse “Quem Matou o Pacificador?” como uma graphic novel composta por personagens inéditos. O quadrinista detestou a ideia, porque acreditou que não funcionaria sem o apego dos fãs aos personagens que seriam distorcidos nas páginas. Só que ele mudou de ideia ao perceber que criar essas paródias poderia potencializar ainda mais as críticas que pretendia fazer, então aceitou as alterações do editor e começou a escrever. Sabendo que Moore estava fazendo um novo projeto, o desenhista Dave Gibbons embarcou no trabalho sem pensar duas vezes e o resto é história.
Trazendo fortes críticas à sociedade norte-americana e à sujeira social da época da Guerra Fria, além de desmistificar o ícone do super-herói e satirizar a cultura de massa, Watchmen se tornou um fenômeno. O universo criado por Moore e Gibbons foi tão rico e denso que causou uma mudança total no storytelling das HQs da época. Diante desse sucesso todo, começou um burburinho que se estenderia por décadas sobre uma adaptação para os cinemas. Só que a densidade da história fazia com que os produtores dessem a trama como “inadaptável para os cinemas”, principalmente porque os filmes de super-heróis ainda eram voltado para o público infantojuvenil.
Nos anos 2000, após o sucesso estrondoso de 300, a Warner viu em Zack Snyder a imagem certa do diretor para adaptar essa graphic novel icônica. Então, o cineasta decidiu se ater o máximo possível à obra original. Para isso, ele comprou uma edição própria de Watchmen e carregava para todos os lados. Por mais incomum que isso seja, o storyboard do filme foi a própria história em quadrinhos.
Dessa forma, Zack tentou ser o mais fiel possível ao material original, rendendo uma dos filmes mais visualmente idênticos a um quadrinho já feito em Hollywood. Mas aí entraram alguns problemas. O corte inicial do diretor tinha mais de três horas de duração, o que era considerado um suicídio comercial na época. Filmes grandes demais tinham menos sessões. Se a quantidade de sessões era menor, a bilheteria também seria mais baixa. Ou seja, não havia a menor condição dos produtores aprovarem. Para reduzir o corte, Snyder arrancou completamente o segmento conhecido como Contos do Cargueiro Negro, que foi inserido no longa no formato de animação e contava uma história paralela sobre um pirata que dialogava diretamente com os dilemas dos heróis.
Mais do que os contos, o filme perdeu sequências importantes, como a morte do Coruja original. Porém, o problema da adaptação passou longe de ser apenas os cortes. A maior crítica que o longa recebeu, do próprio Alan Moore, inclusive, foi a perda da essência da trama em prol da valorização estética. Como costumam brincar nas redes sociais, parece que o Zack Snyder “leu as figuras” e esqueceu de “interpretar a história”.
E o resultado disso se deu justamente no corte final do filme, que é odiado por Alan Moore. Além da alteração do final da graphic novel, que era o ponto de conexão a literalmente todas as ações de Ozymandias, mudando a lula espacial gigante para o próprio Dr. Manhattan, o filme acabou dando uma glamourização exacerbada ao Rorschach, que foi criado pelo quadrinista como um execrável e hipócrita psicopata, mas que acabou virando um símbolo de certos grupos não muito bem-quistos pela sociedade justamente por essa abordagem de exaltação promovida pelo filme de Snyder. Mal comparando, é similar ao Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, que foi criado para mostrar os horrores de poder praticamente fascista dado a policiais cariocas que se transformaram naquilo que deveriam combater. Mas, diante de uma interpretação incorreta, acabou virando símbolo da galera que defende o massacre feito pela polícia contra populações carentes que em vez de serem salvas do tráfico pelo BOPE terminam reféns dessas duas ‘entidades’ da corrupção estatal.
Vendo por esse ponto, fica muito nítido do motivo de Alan Moore odiar tanto o filme. O quadrinista é autodeclarado anarquista e teve de ver sua obra – que foi concebida para criticar a Guerra Fria e a febre da cultura de massa pelos heróis que saíam por aí chacinando a torto e a direito – sendo deturpada para um longa-metragem que mesmo sendo esteticamente marcante e fiel, ocasionou uma glamourização exacerbada de personagens que foram criados para representarem o que há de pior na sociedade.
Algo parecido aconteceu na época com Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010). Nos quadrinhos, só falta o Mark Millar sair das páginas, apontar para o leitor e dizer: “Meu irmão, tu é um otário!”. Já o filme… Bem, ele ainda parodia os fãs de quadrinhos, mas sua roupagem de luxo e o carisma dos atores acaba o transformando em uma aventura divertida que perde a essência da crítica a uma sociedade problemática e viciada a ponto de adultos levarem super-heróis a sério.
E o ponto do Rorschach em específico é realmente sensível ao criador, porque ele declarou diversas vezes ter feito esse personagem reunindo tudo que havia de pior em um ser humano que ele poderia pensar. Por isso, o “detetive” é preconceituoso, sujo e hipócrita. Não por acaso ele caça e tortura bandidos, mas ignora o estupro cometido pelo Comediante, que é seu amigo e mentor.
Para piorar, o Rorschach virou símbolo de grupos de extrema-direita nos EUA. Essa situação, inclusive, foi retratada na série Watchmen, lançada em 2019. Mas antes que venham chamar o Alan Moore de clubista ou ‘Mimizento’, já que a série foi elogiada por ser considerada progressista, vale ressaltar que o autor também não gostou da produção de 2019. Por ele, Watchmen jamais seria adaptada para cinema ou TV, porque acaba alimentando um sistema que legitima tudo que ele mais abomina. É bastante comum ver o artista tocando nesse tema quase com um arrependimento de ter feito parte tão importante da trajetória dos quadrinhos na Cultura Pop.
Fato é que o filme tem seus prós e contras e cabe ao público decidir e interpretar. No fim das contas, Watchmen teve um orçamento altíssimo para a época (US$ 130 milhões) e o valor arrecadado (US$ 185 milhões) foi muito abaixo do esperado. Ainda assim, Snyder conseguiu lançar seu Snydercut que foi mais elogiado pelos fãs. Desde então, o universo Watchmen seguiu intocado nas telas, porque os produtores entenderam que mexer ali era tocar num vespeiro de polêmicas desnecessárias para seus interesses. O universo só voltaria a ser visitado uma década depois, com o elogiadíssimo seriado da HBO, que passou a brincar mais com as controvérsias da vida real, enquanto trabalhava uma trama que indicava dar continuação aos eventos da HQ, não do filme.
São cerca de 33 anos desde a estreia mundial do suspense ‘O Silêncio dos Inocentes’, estrelado por Anthony Hopkins, que interpretou o icônico papel de Hannibal Lecter, e Jodie Foster, que deu vida à investigadora Clarice. Na trama, a investigadora pedia ajuda a Hannibal, um detento com gostos peculiares, para capturar umserial killer conhecido como Buffalo Bill. O sucesso foi tão grande que o longa levou cinco Oscars à época e, dez anos depois, ganhou uma continuação e uma série homônima posteriormente. Não há dúvidas de que o longa fez um enorme sucesso, e agora, mais de três décadas depois, é possível ver as influências que essa história mantém até hoje – por exemplo, no suspense psicológico ‘Gaiola Mental’, recém-estreado na Netflix e que tem se mantido noTop 10 da plataforma desde então.
Mary (Melissa Roxburgh) e Jake (Martin Lawrence) são investigadores numa pequena cidade e, certa noite, são chamados para uma cena de crime chocante: o corpo de uma mulher é encontrado numa igreja, todo decorado como se fosse uma estátua celestial. A novata Mary começa a fazer perguntas, até que o experiente Jake, seu parceiro de ronda, lhe explica que anos atrás ele e seu então parceiro se depararam com uma série de crimes semelhantes, porém, o verdadeiro culpado já estava preso. Diante do mistério dos eventos, a polícia só pôde chegar à única conclusão óbvia: alguém estava tentando copiar o estilo do serial killer O Artista (John Malkovich, mais uma vez um tanto quanto teatral). Para conseguir encontrar o atual criminoso, Mary irá pedir a ajuda do verdadeiro Artista, certa de que ele deve ter informações sobre a identidade do assassino.
Em pouco mais de uma hora e meia de duração, ‘Gaiola Mental’ não traz quase nada de novidade para o público com mais de trinta anos e que nunca esqueceu a impactante trama de ‘O Silêncio dos Inocentes’. Em boa parte de sua extensão o longa de Mauro Borrelli segue nos mesmos passos da história originalmente escrita pelo romancista Thomas Hill: uma dupla de investigadores em que só um deles (uma jovem e bonita mulher) ganha a confiança do detento, um serial killer cuja identidade só o perigoso detento possivelmente conhece, um jogo psicológico entre investigadora e investigado estilo “só te dou a informação que você quer se você me der algo pessoal seu em troca”. Para ser cópia, só faltaram mesmo as mariposas.
Escrito pelo próprio Mauro Borrelli e por Reggie Keyohara III, o roteiro não traz nada exatamente impactante nem exige muito do espectador. Mais ainda: o único ponto realmente diferente do thriller no qual supostamente se inspirou é um elemento tão absurdo, que fica difícil de acreditar – e, em muitos casos, pode acabar gerando o riso. Talvez, no final das contas, ‘Gaiola Mental’ valha para aqueles que desconhecem as origens de Hannibal Lecter ou pela oportunidade de verMartin Lawrence fazendo um papel que não seja de comédia, pois, assim como o argumento do assassino que imita os crimes de seu ídolo para chamar atenção para si, ‘Gaiola Mental’ faz o mesmo sobre ‘O Silêncio dos Inocentes’, mas não assume isso.
A Variety confirmou que a estrela da série ‘Homecoming’ está em negociações para protagonizar e produzir uma minissérie baseada no romance ‘Charlotte Walsh Likes to Win’, de Jo Piazza.
A história gira em torno de Walsh, uma candidata à senadora nas eleições de meio-turno mais concorridas dos Estados Unidos. Ex-executiva do Vale do Silício, Walsh e sua família retornam para a cidade natal para conseguir vencer a votação, mas não havia previsto o quão sujo seu oponente e a mídia iriam jogar.
Jon Robin Baitz entra como roteirista da adaptação e segundo produtor.
‘Homecoming’, um dos sucessos da plataforma de streaming, já caminha para a segunda temporada e marcou a primeira colaboração entre Roberts e Amazon. Este é o primeiro papel regular da atriz dentro de uma produção televisiva.
Segundo a Variety, Samara Weaving (‘A Babá’, ‘Ready or Not’) entrou para o elenco do filme ‘Snake Eyes’, spin-off de ‘G.I. Joe’.
Haruka Abe, Úrsula Corberó, Iko Uwais e Andrew Koji também foram adicionados ao elenco, juntando-se ao previamente anunciado Henry Golding.
Previsto para 2020, ‘Snake Eyes‘ será dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.
Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na hq intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.
Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia.
Anteriormente, Jeff Sneider havia sido confirmado como diretor do spin-off e até agora não foi revelado o motivo de sua saída do projeto.
A Sony Pictures divulgou um novo pôster de ‘Pedro Coelho 2’, sequência da animação lançada em 2018.
Confira:
Anteriormente marcada para o dia 30 de abril nos cinemas nacionais, o longa-metragem agora tem lançamento previsto para 07 de agosto. Não se sabe se este continuará sendo o dia oficial da estreia no Brasil.
Assista ao trailer:
Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.
Depois que Bea e Thomas se casam, e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.
A Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores da 2ª temporada de ‘The Umbrella Academy’, explorando a icônica e emocionante jornada de Vanya (Ellen Page) no novo ano.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
Rebekah Graf, conhecida por seu trabalho como Heather Locklear na dramédia biográfica ‘The Dirt – Confissões do Mötley Crüe’, entrou para a 1ª temporada e dará vida a Crystal, uma “vibrante e charmosa mulher que é impetuosa, inconsequente e extremamente humana”.
Graf se junta aos recentemente anunciados Gabriela Flores e Alex Landi. Flores será Isabel, melhor amiga da filha de Walker, Stella (VioletBrinson), enquanto Landi será Brett, noivo do irmão do protagonista, Liam (Keegan Allen).
Confira o trailer da 1ª temporada:
A produção irá estrear no dia 21 de janeiro.
Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).
A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.
Durante uma live oficial em seu canal no Twitch, o astro Robbie Amell, que dá vida a Chris Redfield no aguardado ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’, confirmou que retorno para o estúdio de filmagens em Toronto, Canadá, para algumas refilmagens.
No vídeo, que você confere aqui, o astro comenta que “estou, na verdade, de volta a Toronto 4, para refilmagens de ‘Resident Evil’, então… Estou de volta no modo Chris Redfield”.
O elenco conta com Kaya Scodelario (Claire Redfield), Amell (Chris Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Avan Jogia (Leon S. Kennedy), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough(William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).
A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.
Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) entra como diretor e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.
O reboot da franquia estreia nos cinemas dia 03 de setembro de 2021.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
O Shudder divulgou um novo trailer promocional de ‘Horror Noire’, antologia de terror que sucede o aclamado documentário ‘Horror Noire: A History of Black Horror’.
O filme já está disponível na plataforma de streaming, mas segue sem previsão de lançamento no Brasil.
Confira:
Baseado no romance de não-ficção homônimo de Robin R. Means Coleman, o filme examina o relacionamento entre o gênero de terror e a história negra, trazendo entrevistas com diversas mentes do cenário do entretenimento, como Jordan Peele (‘Corra!’, ‘Nós’).
A trama segue dois irmãos e rivais — um vilão, ou “heel”, no ringue; o outro, um herói, ou “rosto”, uma guerra pela promoção de seu pai na luta livre, disputando a atenção nacional na pequena cidade da Geórgia.
A Focus Features, a Endeavor Content e a Makeready anunciaram recentemente o início das filmagens de ‘Do Jeito Que Elas Querem 2 – O Próximo Capítulo’ e, agora, o longa-metragem já tem data confirmada para chegar aos cinemas.
Segundo o Collider, a sequência será lançada no dia 12 de maio de 2023. Ainda não se sabe se no Brasil a data será a mesma.
Holderman também assina o roteiro ao lado de Erin Simms. Ambos entram como produtores.
O filme, que será distribuído pela Universal Pictures, acompanha “nossas quatro melhores amigas conforme elas levam seu clube do livro para a Itália para uma viagem de garotas que nunca tiveram. Quando as coisas saem do controle e segredos são revelados, as relaxantes férias se transformam em uma aventura única através do país europeu”.
‘Do Jeito Que Elas Querem 2’ deve chegar aos cinemas ainda este ano, sem data de estreia confirmada.
Confira a primeira imagem oficial abaixo:
O filme original foi lançado em 2018 e, apesar das críticas mistas, se tornou um sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$104 milhões mundialmente. Além disso, a performance do elenco recebeu vários elogios dos especialistas e do público.
Em 2016, Jon Favreau alcançou um incrível patamar dentro do panteão Disney com uma das melhores adaptações do clássico ‘Mogli – O Livro da Selva’. Em sua obra, o diretor aproveitou do fotorrealismo para transformar o icônico conto de superação e identidade em um tour-de-force magnífico que peca em pouquíssimas partes, mantendo-se verdadeiro à sua natureza e trazendo uma perspectiva interessante. Talvez um dos únicos problemas tenha sido a má colocação dos números musicais e a presença mínima da gigante cobra Kah, um dos melhores arquétipos do longa-metragem. Com a aclamação, a necessidade de mais uma releitura era inexplicável – então, não há uma razão lógica, por assim dizer, para Andy Serkis mergulhar mais uma vez no universo criado por Rudyard Kipling.
Entretanto, diferente do que imaginávamos, a empreitada de Serkis ousou algo além: transformar o conto-de-fadas em uma obscura narrativa de superação, pautada em investidas sombrias e cruéis, talvez até mesmo retomando a crueza selvagem trazida pelo autor em seu romance. O problema é que o diretor, tendo sua estreia na cadeira de direção em 2017 com ‘Uma Razão para Viver’ (cuja aceitação não foi a das melhores), não consegue transpassar exatamente o que deseja e se vale muito dos constantes efeitos especiais e de um roteiro mal estruturado para entregar qualquer coisa. As falhas parecem rugir a cada ato que se completa, diminuindo as expectativas e, no final das contas, concluindo-se em algo esperável e decepcionante.
Ao contrário da história que conhecemos, ‘Mogli: Entre Dois Mundos’, lançado em 2018 na Netflix, retoma a origem do personagem-título de modo a priori interessante. O menino, separado da mãe após o feroz ataque de Shere Khan (Benedict Cumberbatch), é resgatado pela formosa pantera conhecida como Bagheera (Christian Bale) e passa a ser cuidado pela alcateia de lobos que domina certa região das florestas indianas. Entretanto, o imenso tigre-de-bengala ameaça os animais, dizendo que quando seu líder cair, ele voltará para terminar o trabalho e se “banhar no sangue do filhote humano”. Com essa breve introdução, fica bem claro que Serkis abandona as partes fabulescas e se torna aprazível à mordaz explicitação e ferocidade dos personagens animalescos. Basicamente, os simbólicos personagens de Kipling, representando as várias instâncias humanas, retornam ao estado de barbaridade como se nunca o tivessem deixado, clamando por uma tensão constante.
Ou ao menos a uma tentativa de tensão; afinal, não apenas a condução fílmica, mas o roteiro abraçado por Callie Kloves passa muito longe da envolvência necessária. Cada frame parece ter sido arrancado de uma inacabada pós-produção, deixando bem clara a distinção entre o que é real e o que foi travestido pelas incompatibilidades do CGI. Como se não bastasse, o fotorrealismo é jogado no lixo em detrimento da criação de figuras animalescas decrépitas, cansadas, quase cadavéricas e saídas de um cenário pós-apocalíptico. Baloo (Serkis) parece ter saído de uma cena de guerra, delineado com uma bocarra escancarada, olhos perdidos e cortes diversos pelo corpo.
O visual do filme em si chega a dar medo – não que isso seja uma coisa boa, pois a ambiência contrasta negativamente com os horríveis diálogos e uma atuação tão canastrona que chega a ser incômoda. Dentro de uma arquitetura quase diabólica, em que a casa de Mogli (Rohan Chand) torna-se seu próprio inferno e motivo para lutar constantemente em busca de respeito e pela sua sobrevivência, poderíamos esperar ao menos uma convicção certeira do aplaudível elenco. Entretanto, Bale é o único que se salva em meio a performances forçadas, vícios gestuais e de fala e um constante apreço pela ruína cíclica. Nem mesmo Cate Blanchett, interpretando a nova versão de Kah, consegue se salvar – transformando a serpente em uma falsa representação do que realmente é, com indícios teatrais melodramáticos intangíveis para o arco que possui.
Nem mesmo as cenas de perseguição ou de confronto físico consegue salvar o longa da bomba que realmente é. A configuração desnecessariamente pretensiosa também encontra barreiras nas técnicas artísticas, incluindo fotografia e direção de arte. A falsa impressão de realidade paisagística na verdade não passa de um pífio esforço cuja desilusão é maior que qualquer outra coisa. A quebra do misticismo cinematográfico é instantânea desde os primeiros minutos e em momento algum se recupera, deixando um vazio para o espectador e para os próprios personagens. Mas talvez o que mais nos desaponte seja a completa falta de nexo das relações entre os personagens e seus respectivos objetivos; o único momento em que as coisas se mostram mais compreensíveis é quando Akela (Peter Mullan), o alfa da alcateia, bane o garoto de sua matilha após ter utilizado o fogo para defendê-los – o que, se fomos pensar um pouco, também deixa a desejar como virada construtiva para a obra.
‘Mogli: Entre Dois Mundos’ é uma obra autodestrutiva, devorando a si própria num inquebrável círculo de pedantismo e presunção desmedidos. Pessoalmente, achei que não conseguiria encontrar um filme tão ruim quanto o remake de ‘Robin Hood’, mas pelo visto estava enganado: não há nada que se salve inteiramente dessa bomba de proporções catastróficas.
Taylor Swift é um dos maiores nomes da história da música e, dia após dia, reitera seu lendário status no cenário fonográfico.
Ao longo de sua carreira, Swift nos presenteou com ótimos singles que dominaram as paradas ao redor do mundo e conquistaram dezenas de prêmios – como “We Are Never Ever Getting Back Together”, “Blank Space”, “Style”, “Anti-Hero” e vários outros. Porém, diversas canções de seus álbuns perderam a oportunidade de terem sido transformadas em músicas promocionais que teriam chance considerável de fazer um grande sucesso.
Pensando nisso, preparamos uma breve matéria elencando dez músicas de Taylor Swift que deveriam ter virado singles.
Veja nossas escolhas abaixo e conte para nós qual mais você gostaria de ter visto na lista:
“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.
“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de ‘1989’, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.
Assim como tantos outros hinos esquecidos em ‘1989’, “New Romantics” se tornou uma das favoritas dos fãs por sua lírica antêmica e otimista que fala sobre amor em suas mais variadas formas. Aqui, além dos ótimos versos assinados por Swift, somos presenteados com uma ótima produção synth-pop que resume o que há de melhor no álbum.
Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de ‘Reputation’. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.
Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de ‘Lover’. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.
Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de ‘Lover’.
“Exile” é uma das melhores músicas do século e uniu Swift à conhecida e grave voz de Bon Iver em uma tocante história de dois amantes separados por circunstâncias inexplicáveis. Emergindo como a melhor colaboração da artista de “Safe & Sound”, a canção é uma balada indie folk com elementos do gospel e com uma química apaixonante entre os dois vocalistas.
A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.
Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.
“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original de ‘Midnights’ (décimo álbum de Taylor Swift), puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.
A icônica cantora, compositora e atriz Jennifer Lopez divulgou recentemente um remix inédito da aclamada e clássica canção “Waiting For Tonight” – música que a lançou no cenário fonográfico e que ficou responsável por trazer o latin-house ao mainstream.
A nova versão é produzida por Fisher.
Ouça:
Lembrando que o último lançamento da cantora foi o álbum ‘This Is Me… Now’.
O compilado de originais, que veio acompanhado do filme homônimo disponível no Prime Video, conta com o single“Can’t Get Enough”.
O projeto celebra o terceiro álbum de estúdio da performer, ‘This Is Me… Then’, lançado há 22 anos.
A faixa-título e o single“Rebound” também fazem parte do compilado.
Lopez fez sua estreia oficial no mundo da música em 1999 com o lançamento de ‘On the 6’, que contou com singles como “If You Had My Love” e “Let’s Get Loud”. Desde então, já lançou outros sete álbuns de estúdio e, além disso, tem uma carreira proeminente no cinema – incluindo filmes como ‘Selena’, ‘A Sogra’, ‘As Golpistas’, ‘A Mãe’ e vários outros.
A 1ª parte da 4ª temporada de ‘Outer Banks‘ já está disponível na Netflix.
A primeira leva de episódios do novo ciclo foi lançada no último dia 10 de outubro na plataforma de streaming. A segunda chegará somente no dia 7 de novembro.
Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.
Segundo o Deadline, Erika Alexander (‘Ficção Americana’) foi escalada para o elenco da nova série de comédia da NBC, ainda sem título definido e criada por Tina Fey e Robert Carlock (’30 Rock’, ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’).
A série terá TracyMorgan no papel de Reggie, um ex-jogador de futebol desonrado em busca de reabilitar sua imagem.
Alexander dará vida a Monica, namorada de infância de Reggie (Morgan) do Brooklyn. Ela tem uma relação de co-parentalidade com ele e ainda é sua agente e empresária, embora tenham se divorciado anos atrás.
As gravações de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, próximo capítulo da franquia estrelada por Tom Holland como o Cabeça de Teia, seguem a todo vapor na Escócia – e mais rumores sobre o projeto vêm ganhando momento dia após dia.
Agora, segundo o Glasgow World, um popular personagem dos quadrinhos da Marvel deve aparecer no longa-metragem. De acordo com uma nova reportagem, durante as gravações, “havia uma parte em que um tanque de guerra estava sendo perseguido por outro veículo feito sob medida. Ele tinha o mesmo formato de hélice na frente. Tinha o formato da cabeça de um rinoceronte”.
A matéria teoriza que Rino, alter-ego de Aleksei Sytsevich, pode estar envolvido na sequência em questão – mas nada foi oficialmente confirmado pela companhia.
Para aqueles que não o conhecem, o antagonista era apenas mais um bandido da máfia russa, ávido por dinheiro fácil e a caminho de uma vida cruel, brutal e curta. Seduzido por promessas de riqueza e poder, Aleksei passou por uma série de tratamentos químicos e de radiação, com risco de morte, ao longo de vários meses, para se transformar em um agente com força sobre-humana para um coletivo de espiões profissionais. Em parte, isso visava sustentar sua família.
O poderoso traje de Aleksei foi modelado a partir da pele de um rinoceronte. Dois cientistas escolheram essa forma, tanto por seu impacto visual quanto em reconhecimento ao fato de que o rinoceronte era o resultado de incontáveis gerações de evolução em direção à forma definitiva para ataque blindado. Eles selecionaram Aleksei por seu físico musculoso e baixa inteligência, o que eles acreditavam que garantiria sua lealdade – e que culminou na “criação” de Rino.
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.
Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney, sucedendo o sucesso ‘Sem Volta para Casa’, de 2021.
O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.
A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.
‘Vingadores: Doutor Destino’ (‘Avengers: Doomsday’) é um dos projetos mais ambiciosos da Marvel Studios e irá introduzir ninguém menos que Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o principal vilão da Saga do Multiverso.
Enquanto os fãs se preparam para o longa-metragem, os Irmãos Russo, que retornam à cadeira de direção após ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato’, pediram aos espectadores que “prestassem atenção” aos quatro primeiros teasers promocionais – afirmando que cada um deles contém “pistas” sobre o que esperar da história.
No final de cada vídeo, inclusive, há um relógio com contagem regressiva que culmina no lançamento do longa nos cinemas, mas só depois de mostrar alguns números aleatórios. Agora, um usuário do fórum Reddit acredita ter solucionado esses relógios, argumentando que as marcas de tempo se relacionam com momentos específicos de ‘Ultimato’.
Por exemplo, no teaser de Steve Rogers (Chris Evans), na marca 1:24:20, somos levados à cena em que a Anciã (Tilda Swinton) alerta Hulk (Mark Ruffalo) sobre os perigos de remover as Joias do Infinito de seu devido lugar no tempo (e como isso criará linhas temporais ramificadas).
“Isso confirma que a missão de Steve de devolver as joias (e sua subsequente decisão de permanecer no passado) é central para o conflito”, escreve o usuário u/Fear_Itself. “Sugere que suas ações podem ter desencadeado inadvertidamente uma incursão”.
No teaser de Thor (Chris Hemsworth), em 1:17:20, coincide com o momento em que Loki (Tom Hiddleston) rouba o Tesseract e escapa – outro momento que criou uma linha temporal ramificada e eventualmente levou o Deus da Trapaça a ocupar o centro do Multiverso na série de TV do Loki.
O teaser dos X-Men apresenta os números 1:11:20 e é um pouco mais difícil de decifrar. Corresponde ao momento em que Rocket (Bradley Cooper) pergunta a Thor: “você está chorando?”. Embora não esteja diretamente ligado à equipe mutante, o internauta argumenta que pode ser uma referência a Thor chorando sobre Wade Wilson (Ryan Reynolds), que tem uma leve ligação com os X-Men, em ‘Deadpool & Wolverine’.
Por fim, temos 1:04:20 no teaser ambientado em Wakanda; em ‘Ultimato’, a marca temporal nos leva à cena em que os Heróis Mais Poderosos da Terra planejam e testam o Roubo do Tempo, outra forte indicação de que sua missão de restaurar metade do universo terá grandes ramificações para ‘Doutor Destino’.
Como acrescenta o usuário, “os irmãos Russo disseram aos fãs para ‘prestarem atenção’, porque estes não são apenas trailers; são ‘histórias’. O código nos diz que o apocalipse é a consequência direta do Roubo do Tempo. Cada marcação temporal aponta para um momento em que os Vingadores interferiram no tempo, criando o multiverso fragmentado que o Doutor Destino provavelmente tentará reparar ou governar”.
E você? O que achou da teoria?
O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
O Adult Swim divulgou um novo teaser oficial de ‘Presidente Curtis’ (‘President Curtis’, no original em inglês), série derivada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’.
O spin-off tem estreia prevista para julho deste ano, ainda sem dia confirmado.
Confira:
Além de Keith David retornando ao papel titular, a produção ainda contará com as vozes de Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Jim Rash (‘Community’).
“Sempre foi muito divertido interpretar o Presidente Curtis”. declarou David. “Poder explorar melhor este universo neste derivado é como um sonho. Mal posso esperar para que os fãs possam conferir o caos que o presidente causa quando o Rick não está por perto para roubar os holofotes.”
A trama seguirá o presidente e sua equipe excêntrica enquanto tentam lidar com o tipo de crise que o Rick Sanchez nunca se importou – desde diplomacia interdimensional até investigação paranormal e fenômenos inexplicáveis.
Vale lembrar que a série original está disponível na HBO Max.
De acordo com a Variety, o remake de ‘Adoráveis Mulheres‘, dirigido por Greta Gerwig, já é um grande favorito à temporada de premiações em 2020.
Exibido na quarta-feira (23) numa sessão de imprensa em Hollywood, o filme pode ser indicado ao Oscar de Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado, e Melhor Filme.
Segundo a Variety, a imprensa se apaixonou pelo filme e o colocou como um forte concorrente à maior premiação do cinema.
O grande burburinho da exibição foi a atuação de Florence Pugh como Amy March. Pode-se argumentar que Pugh também merece ser protagonista, mas a Sony provavelmente lançará uma campanha para que Pugh seja indicada a Melhor Atriz Coadjuvante.
Já Saoirse Ronan poderia pegar sua quarta indicação ao Oscar de atriz principal por seu trabalho como Jo March.
A visão de Gerwig sobre o romance clássico de Louisa May Alcott é a 6ª adaptação para o cinema, e traz sensibilidade ao empoderamento e à independência das mulheres.
“Contar a histórias dessas mulheres ambiciosas foi tão incrível, urgente, moderno e importante… Elas buscam muito mais do que o mundo é capaz de oferecer neste momento.”, disse a diretora uma sessão de perguntas e respostas.
Lembrando que Gerwig fez sua estreia na direção com ‘Lady Bird: Hora de Voar‘, indicado a cinco estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Direção e Melhor Roteiro original.
Falando nisso, Saoirse Ronan volta a colaborar com Gerwig em ‘Adoráveis Mulheres‘, contracenando com Timothée Chalamet, fortes candidatos ao prêmio de Melhor Atriz e Melhor Ator, respectivamente.
Ainda sem previsão de estreia no Brasil, o elenco do remake também conta com Chris Cooper, Laura Dern, Louis Garrel, Tracy Letts, James Norton, Bob Odenkirk, Florence Pugh, Eliza Scanlen, Meryl Streep, e Emma Watson.
A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.
Assista ao trailer:
Para quem não sabe, a última adaptação do romance, lançada em 1994, ganhou três indicações ao Oscar, entre Melhor Atriz (Winona Ryder), Melhor Figurino (Colleen Atwood), e Melhor Trilha Sonora Original (Thomas Newman).
Durante uma live no Instagram do Canal Brasil, Antônio Fagundes confirmou que ‘Deus É Brasileiro’ vai ganhar uma sequência com o retorno de Cacá Diegues na direção.
Intitulado ‘Deus Ainda É Brasileiro’, ainda não há detalhes sobre a trama do longa, mas o roteiro já foi finalizado e a produção está nos estágios iniciais.
No entanto, não há previsão para o início das gravações por conta da pandemia do Coronavírus.
Empolgado, Fagundes disse que se surpreendeu quando recebeu a ligação do diretor.
“O Cacá me ligou um dia desses dizendo que vai fazer ‘Deus Ainda É Brasileiro‘. Eu perguntei a ele: ‘E Você quer que eu faça?’. Ele me respondeu: ‘É claro, você é Deus!’.”
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Lançado em 2003, ‘Deus É Brasileiro’ se tornou um clássico do cinema nacional.
Na trama, Deus está decidido a tirar férias para descansar e viaja ao ao Nordeste do Brasil para encontrar alguém para ocupar seu lugar enquanto aproveita a folga. Durante a jornada, ele acaba fazendo amizade com o borracheiro Taoca (Wagner Moura), que se torna seu guia pelas terras brasileiras em busca do novo Deus.
O penúltimo episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ introduziu a vencedora do EmmyJulia Louis-Dreyfus (‘Veep’) como a Condessa Valentina Allegra de Fontaine.
Para quem não conhece, Fontaine apareceu pela primeira vez na HQ antológica da Marvel intitulada ‘Strange Tales’, e desempenhou um papel importante como uma agente russa adormecida que ajuda Nick Fury a derrotar a HYDRA.
Na série, ele oferece ajuda a John Walker (Wyatt Russell) depois que ele destituído de seu dever como o novo Capitão América, sugerindo que ele ainda pode usar suas habilidades militares no futuro.
Neste momento, ela lhe entrega um misterioso cartão com nada escrito além de seu nome, deixando o público confuso.
E, para comemorar sua introdução no universo daMarvel, Dreyfus publicou uma divertida imagem dos bastidores segurando o referido cartão.
Ainda não está claro qual será seu papel nos novos projetos do MCU, mas vale lembrar que nos quadrinhos ela também é conhecida como Madame Hydra depois de trair a SHIELD e se revelar como uma agente tripla.
Mais tarde, é revelado que sua lealdade pertence à organização como Leviathan, uma agência de espionagem russa rival tanto da SHIELD quanto da HYDRA.
considerando que a HYDRA já caiu, ela poderia ter alguma ligação com a ESPADA, a organização secreta introduzida em ‘WandaVision’.
De qualquer forma, sua chocante aparição terá algum impacto no MCU, caso contrário, a Marvel provavelmente não contrataria uma atriz do alto escalão de Hollywood no MCU sem um plano geral, mas precisamos esperar e ver o que tudo isso significa.
O que você achou da surpresa?
Lembrando que o último episódio será lançado em 23 de abril, na Disney+.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
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