A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos levará de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie (Duff) e seu grupo de amigos — Jesse (Lowell), Valentina (Raisa), Charlie (Ainsley), Ellen (Tran) e Sid (Sharma) —, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Servant‘, drama de terror de M. Night Shyamalan.
Confira:
O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro de 2023.
Assista a nossa entrevista com o designer de produção de ‘Servant‘:
Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.
A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.
O terror lovecraftiano ‘Minore‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Konstantinos Koutsoliotas é responsável pela direção.
Um porto marítimo grego é invadido por misteriosas criaturas com tentáculos vindas do fundo do oceano. Agora, cabe a uma pequena gangue de desajustados composta por músicos, um marinheiro, um fisiculturista e uma vovó salvar a cidade desse terror Lovecraftiano das profundezas.
O elenco conta com Davide Tucci, Daphne Alexander, Nicolas Bravos, Constantin Symsiris, Christos Callow, Efi Papatheodorou e Igor Górewicza.
Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 20 de março.
A poderosa advogada Marley (Graham) enfrenta seu caso mais pessoal até agora quando é incumbida de descobrir a verdade por trás do tiroteio do marido de sua melhor amiga Fela (Meagan Tandy). Com a ajuda de seu namorado (Tyler Lepley) — um ex-policial que virou investigador particular —, a busca de Marley pelo que realmente aconteceu a leva por um labirinto traiçoeiro de engano e traição.
Tyler Perry (‘Batalhão 6888’) é responsável pela direção e roteiro.
O aclamado ‘Uma Batalha Após a Outra‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o filme soma US$ 70.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 130.1 milhões através de 76 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 200.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$13M), França (US$9.2M), Alemanha (US$6.1M), Itália (US$5.1M) e Austrália (US$4.5M).
Vale lembrar que o filme abriu com US$ 22.4 milhões nos EUA, tornando-se não apenas o maior lançamento da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson, como também é o 11º título estrelado pelo Leonardo DiCaprio a superar a marca dos US$ 20 milhões no país.
De acordo com o Deadline, apesar do longa ter contado com um orçamento entre US$ 130-140 milhões, o estúdio está apostando em sua estabilidade nas telonas a longo prazo. Com uma excelente recepção do público e dos críticos, a expectativa é que o filme seja mantido em cartaz o máximo possível para fortalecer sua campanha na temporada de premiações.
Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore.
A Paris Filmes acaba de divulgar um novo vídeo legendado de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar‘, Sinfonia de Sangue.
Assista, com outros vídeos e imagens do filme:
No Brasil, a produção tem estreia marcada para 9 de Fevereiro de 2017.
Na sequência, Wick é forçado novamente a sair da aposentadoria após descobrir que um de seus maiores inimigos está tentando assumir o controle da organização internacional de assassinos.
O roteirista Derek Kolstad e o astro Keanu Reeves retornam. A sequência marca o reencontro de Keanu Reeves e Laurence Fishburne, que estiveram juntos no filme ‘Matrix‘, em 1999.
David Leitch não retorna para a direção da sequência, e servirá apenas como produtor. Segundo assim, o co-diretor Chad Stahelski assumirá o projeto sozinho.
‘De Volta ao Jogo‘ faturou quase US$ 80 milhões para seu orçamento de US$ 20 milhões.
A primeira adaptação solo do herói ‘Gambit’ pode ter uma mutante como uma das principais vilãs. Segundo o portal OmegaUnderground, Candra pode ser a antagonista da trama.
A publicação foi ainda mais além, afirmando que a narrativa se centrará na origem de Gambit e no seu relacionamento com as gangues Guilda dos Ladrões e Gulda dos Assassinos, ambas de Nova Orleans. Na hQ, ambas já estiveram sob o comando de Candra.
Algumas de suas características mais fortes são a telecinese e a habilidade de aflorar o gene mutante nos outros, mostrando o potencial de mutação que cada um possui, podendo também absorver esses poderes para si.
Candra também possui papel fundamental na relação amorosa de Gambit e Bella Donna, que já está confirmada na trama.
Daniel Craig está em negociações com a Fox para interpretar o Senhor Sinistro em ‘Gambit’. O Sinistro é um dos vilões mais icônicos do universo ‘X-Men‘ e já esteve sob rumores de aparecer até mesmo em ‘Logan’, o que não se confirmou.
Gambit foi vivido originalmente por Taylor Kitsch em ‘X-Men Origens: Wolverine‘, mas não agradou a crítica.
O herói possui habilidade de manipular a energia cinética, e também é habilidoso em arremesso de cartas, luta corporal, e no uso de um cajado. Ele era um ladrão profissional, o que fez os X-Men confiarem pouco nele quando se juntou ao grupo.
Powell, que chegou a disputar o papel do filho de Goose com Miles Teller e Nicholas Holt, conseguiu ingressar à trama ao surpreender o produtor Jerry Bruckheimer e a Paramount Pictures com sua atuação.
O personagem do ator ainda permanece em segredo.
Val Kilmer retorna como Iceman. Na trama, veremos Maverick como instrutor de uma nova geração de pilotos, incluindo possivelmente o filho do seu velho amigo, Goose.
O astro Tom Cruise também divulgou a primeira imagem de seu retorno como Maverick. Confira:
O diretor Joseph Kosinski(‘Tron: O Legado’) revelou que a sequência seguirá seu próprio caminho, sendo também um segundo rito de passagem para o personagem Maverick.
Disse ele:
“É preciso que você faça seu próprio filme. Se você apenas copiar o anterior, o que vai acrescentar no final? Então é claro que este é uma continuação da trama e você verá alguns personagens anterior. Mas nostalgia é algo meio arriscado, pois ela pode acaba se tornando uma muleta e não deveria ser assim. Mas posso dizer que o primeiro foi um rito de passagem para Maverick e este também será”.
‘Stranger Things‘ é um sucesso estrondoso ao redor do mundo e a 3ª temporada da produção nos apresentou à personagem Robin, vivida por Maya Hawke.
A jovem, de apenas 21 anos, é filha dos astros Ethan Hawke e Uma Thurman e conquistou a audiência por dar vida à primeira personagem LGBTQ+ da série.
E como um bom pai babão, o astro Ethan Hawke tirou um momento para elogiar o trabalho de sua filha, convidando seus seguidores do Instagram a acompanharem o seu talento e o que ela tem feito.
Uma publicação compartilhada por Ethan Hawke (@ethanhawke) em
“Alguns de vocês podem ter perdido ela na produção Little Women, da BBC. Alguns de vocês podem ter perdido seu trabalho na Julliard. Eu sei que muitos perderam suas inúmeras produções escolars – nossa, até eu mesmo perdi algumas e sou seu pai. Alguns de vocês talvez a conheçam por sua música, alguns não. Mas, senhoras e senhores. conheçam Maya Hawke. Ela é pra valer”.
A terceira temporada já está disponível naNetflix!
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
O quando pandêmico mundial continua grave em boa parte do mundo, mas gradativamente Hollywood se prepara para retomar suas produções, seguindo todas as medidas de segurança necessárias.
E segundo o portal Deadline, a popular série teen ‘Riverdale’ vai iniciar suas filmagens para a 4ª temporada em muito breve. A publicação afirma que os atores que compõem o elenco foram notificados pela emissora The CW de que os trabalhos serão reiniciados, com a gravação de novos episódios na cidade de Vancouver, no Canadá.
O retorno ao trabalho será conduzido de uma nova forma, seguindo uma série de restrições e medidas de segurança, que visam proteger a vida da equipe de produção, bem como de todo o elenco. Isso significa que antes das atividades serem recomeçadas, os atores terão que ficar duas semanas em quarentena no Canada.
A expectativa é de que as filmagens sejam retomadas entre os dias 20 e 27 de agosto.
No Brasil, a série é transmitida pela Warner.
Assista ao trailer:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A 2ª temporada da série distópica ‘See‘, estrelada por Jason Momoa (‘Aquaman’) e Dave Bautista, estreia em agosto e a Apple TV+ divulgou uma nova imagem oficial da produção, que traz o astro de ‘Guardiões da Galáxia’ em destaque.
Além disso, o vindouro ciclo ganhou um novo cartaz oficial.
Confira:
Episode 7. David Bautista in “See” season 2, premiering August 27, 2021 on Apple TV+. CR: Steve Wilkie/Apple TV+
Vale lembrar que a segunda temporada será lançada no dia 27 de agosto
Confira o trailer:
A série foi criada por Steven Knight (‘Peaky Blinders’) e já está com sua 3ª temporada confirmada.
Em um futuro distópico, a raça humana perdeu o sentido da visão e a sociedade teve que encontrar novas maneiras de interagir, construir, caçar e sobreviver. Tudo isso é desafiado quando um par de gêmeos nasce com visão.
A nova série de comédia dramática co-criada e estrelada por Tina Fey, intitulada ‘As Quatro Estações do Ano‘ (The Four Seasons), já está disponível no streaming. A produção teve sua estreia na Netflix nesta quinta-feira, 1º de maio.
A série é uma adaptação do clássico filme homônimo de 1981, da Universal Pictures, que posteriormente ainda rendeu uma série em 1984.
Um perfil no twitter postou um vídeo amador de uma cena em que os personagens de Bruce Willis e James McAvoy se enfrentam. Confira (e cuidado com spoilers):
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Glass‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
A Netflix espanhola publicou um pequeno vídeo promocional da 2ª temporada de ’13 Reasons Why’, que inclui a mensagem “Ainda temos muito a aprender”. Confira:
Enquanto isso, os fãs de ‘13 Reasons Why’ podem esperar novos flashbacks da Hannah na segunda temporada. A informação foi confirmada pelo astro Dylan Minnette, o intérprete de Clay.
Durante uma entrevista à revista Seventeen, ele pontuou a importância de trazer novos detalhes sobre a personagem, considerando que apenas uma parte de sua história foi divulgada na primeira temporada.
Segundo ele:
“Seria estranho encerrar a história da Hannah na primeira temporada. Afinal de contas, nós só conhecemos algumas partes de sua vida. Ela teve muitas experiências e ainda há muito que podemos aprender sobre sua trajetória. Além disso, saber mais sobre ela é de extrema importância para toda a narrativa”.
Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?
Em uma fábrica, um grupo de funcionários começa a notar que, a cada dia, máquinas e matérias-primas somem do complexo industrial. Quando eles descobrem que seus próprios patrões são os responsáveis pelos roubos, decidem permanecer na fábrica até os roubos cessarem.
Falar sobre arte é sempre muito complexo, porque mexe com o inefável. Remontando às origens da interação social humana, a teatralidade, por exemplo, foi usada nas primeiras formas de diálogo e avançou para a poesia conforme as linguagens escritas e orais se desenvolveram. Nesse ponto, a arte deixou de ser algo “apenas” funcional, necessário para a sobrevivência, e se consolidou como algo fundamental para a existência. Ninguém existe verdadeiramente sem arte, ninguém se cura por completo sem a arte.
A arte, em suas diversas formas de manifestação, conecta o ser humano com o outro. Desenvolve empatia, conecta com o Sagrado, permite viver sob a pele de outras pessoas e compreender a vida por outros olhos. Ela nos conecta com os antepassados, exprime emoções que muitas vezes sequer sabíamos ser capazes de sentir. E tudo isso por meio da criatividade e da honestidade que apenas um criador é capaz de ter junto ao seu público.
Sob essa perspectiva do amor máximo à arte, a diretora Chloé Zhao constrói em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet seu filme mais apaixonado e trágico. E não poderia ser diferente, já que assume um papel biográfico do Bardo de Avon, William Shakespeare. Reconhecido mundialmente por suas tragédias, o dramaturgo viveu uma tragédia pessoal traumatizante: a morte de seu filho Hamnet aos 11 anos de idade. Por conta desse trauma, o poeta se perdeu no luto, enquanto procurava preencher sua vida com o trabalho. Só que sua família também sofria e precisava ainda mais dele naquele momento. Nessa derrocada pelo sofrimento, ele tenta encontrar uma forma de acolher sua amada e mostrar a ela que ele também estava perdido na angústia de não conseguir expressar tamanha dor, e ficava frustrado de não conseguir deixar claro que ele compreendia exatamente o que ela sentia, por mais que não conseguisse “pôr para fora” por meio de ações ou palavras.
O filme é uma experiência sensorial que começa, como em toda boa tragédia, com a história de um amor proibido entre dois apaixonados improváveis. No caso, o próprio Shakespeare e Agnes, uma filha da floresta que foi acolhida por um lar bastante conservador. Essa parte do filme é fundamental, já que desenvolve um amor platônico que enche os olhos com muita paixão e sinceridade, dando início a nova vida do casal, que não conta com muitas posses e se sustenta majoritariamente pelo amor que um sente pelo outro, enquanto William tenta emplacar sua carreira como escritor e dramaturgo. Isso implica em diversas viagens a Londres, o que afasta a dupla por meses e meses. Por isso que o drama vai impactando tanto, porque aquela chama ardente vai se apagando com o desenrolar da tragédia, restando apenas essa união de almas.
E como a vida de Shakespeare é cercada de lacunas vazias, o filme faz a adaptação do livro homônimo de Maggie O’Farrell, que imagina como foi a vida do casal com a chegada das filhas, a mudança da rotina de uma mulher que teve de se transformar em mãe, e como o luto tomou conta da família com a partida repentina do jovem Hamnet. Nesse ponto, a atuação visceral de Jessie Buckley como Agnes é assustadora. O filme permeia sempre uma presença sobrenatural acerca da personagem, mas nada tão sobrenatural quanto o trabalho de Jessie. Ela se entrega de corpo e alma para a personagem, que supostamente seria a coadjuvante, mas assume um protagonismo na marra, encantando e sendo a principal manifestação da dor nessa tragédia.
Sério, seu trabalho é de deixar qualquer um boquiaberto, tamanha a verdade dela em cena. É curioso como sua Agnes foi reduzida ao papel de coadjuvante por toda sua vida, estando sempre à sombra de alguém, fosse na casa da família ou na casa dos Shakespeare. Sendo que aqui, por meio da dor, ela se torna protagonista por ser sua única alternativa em meio ao caos que a vida virou com a partida do menino. E não importa a época retratada, essa força feminina de assumir as rédeas em situações adversas, por mais dolorosas e sofridas que sejam, é sempre fascinante. Com o trabalho de Buckley, fica ainda mais surpreendente. É a grande atuação feminina do ano, e será muito injusto se isso não for devidamente reconhecido na temporada de premiações.
Por outro lado, Paul Mescal enfim consegue trabalhar uma atuação digna da expectativa que sua própria carreira criou ao seu redor nos últimos anos. Ele encanta com a inocência de um apaixonado, numa época em que os homens precisavam ser brutos para terem serventia. Sua relação com as famílias é complexa e isso só funciona porque ele consegue passar com maestria essa sensação de estar perdido na vida. Sem rumo, ele se apega aos próprios sentimentos para encontrar a subsistência, mas até mesmo isso passa a atormentá-lo. Em meio aos bloqueios criativos oriundos das dificuldades que enfrenta, ele questiona sua própria existência e serventia, mesmo já sendo um pai de família. E por conta dessa amargura, ele digere seu papel e encontra na dramaturgia uma forma de fazer as pazes com a esposa, com a família, com o filho morto e, por fim, com seu âmago.
A direção de Chloé Zhaoé extremamente corajosa, principalmente para o ritmo frenético do cinema e do consumo do audiovisual que tomou os últimos anos deste século. Indo na contramão da agilidade sufocante que se apossou do cinema, ela conduz a trama com um ritmo bem lento, mastigando cada drama, desenvolvendo cada perspectiva dos envolvidos nesta tragédia até chegar ao clímax mais apaixonado pela arte visto em muitos anos no cinema. Ela adapta a peça praticamente inteira apenas no clímax, permitindo que o público do cinema assuma o papel de aldeão presenciando o teatro pela primeira vez. É surpreende, é angustiante, é lindo, é trágico… É libertador. E assim, quando esta tragédia chega ao fim, você se entende como parte da obra e não vê alternativas senão chorar para aliviar a dor e fazer as pazes com traumas que você talvez nem soubesse que tinha guardado aí dentro.
Não havia alternativa melhor para encerrar o Festival do Rio 2025. Foi uma escolha muito acertada, tanto da produção do festival quanto da Universal Pictures, que realizou a primeira sessão desta obra-prima moderna no Brasil em um dos palcos mais imponentes da arte brasileira: o Odeon. Com uma sensibilidade sobrenatural e um amor escaldante pela arte e suas diferentes manifestações, Chloé Zhaose consagra novamente como uma das realizadoras mais brilhantes do cinema atual, criando uma obra única, marcante e espetacular.
Mais do que isso, é um filme urgente. Em tempos de tempo escasso, em que o cinema é tratado estritamente como consumo, Hamnet te obriga a prestigiá-lo. É um longaa feito para ser visto, sentido… Vivido no cinema. E ele constrói o clima perfeito para que o público se desligue do mundo exterior e viva aquela tragédia por pouco mais de duas horas. Mas tenha certeza que não será uma experiência que terminará ao fim da sessão. Hamnet seguirá com o público por muito tempo.
Essa época do ano é sempre complicada para os EUA. Os incêndios de outono na Califórnia chamam a atenção do mundo inteiro. Já tendo destruído diversas casas, incluindo a de Scott Derrickson, diretor de ‘Doutor Estranho‘, as chamas acabaram atingindo o estúdio de Velho Oeste da Paramount.
Justamente nessa parte atingida pelo incêndio, estavam alguns dos cenários de ‘Westworld‘ no lote conhecido como ‘Western Town‘.
Como não há filmagens previstas neste ano para a 3ª temporada da série, o incêndio não deve afetar o cronograma, já que o cenário pode ser reconstruído o quanto antes.
Apesar das críticas, a segunda temporada da série recebeu 21 nomeações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama.
‘Shaft’ é o próximo capítulo na franquia de filme trazendo o detetive particular mais legal de qualquer bloco de Nova York. JJ, aka John Shaft Jr. (Usher), pode ser um segurança cibernético formado em T.I., mas para revelar a verdade por trás da morte de seu melhor amigo, ele precisa de uma educação que apenas seu pai pode oferecer. Ausente da infância do filho, o lendário John Shaft (Jackson) concorda em ajudá-lo numa jornada pela conturbada vizinhança do Harlem.
‘American Crime Story’ retornará em breve para sua terceira temporada – e, dessa vez, a antologia criada por Ryan Murphy terá como foco o impeachment do ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.
Em uma recente sessão Actors on Actors, promovida pela Variety, a atriz Beanie Feldstein revelou alguns detalhes interessantes sobre a trama. No novo ciclo, Feldstein dará vida a Monica Lewinsky e, ao que tudo indica, ela está extremamente animada para trabalhar ao lado da lendária Sarah Paulson.
“Sarah Paulson será Linda Tripp. Eu a amo mais que tudo e sempre fui sua fã número 1. Acho que modelei minha vida acerca dela do jeito que consegui. Sempre nos mandávamos e-mails – nunca tínhamos nos conhecido, mas conversávamos pela internet. Se você conhece a história, [Lewinsky e Tripp] são melhores amigas e, então, uma trai a outra profundamente. [A personagem de Paulson] me trai e eu não poderia estar mais animada em trabalhar com a pessoa que considero como uma das maiores artistas de todos os tempos.”
Com apenas 35 anos de idade, Damien Chazelle tornou-se um gigante do entretenimento e entregou algumas peças fílmicas de grande prestígio pelos adoradores da indústria e pelos cinéfilos de plantão. Apesar de ter feito sua estreia ainda em 2009, seu primeiro grande sucesso veio com ‘Whiplash’, drama que traz a música como um de seus principais personagens. Chazelle voltaria a prestar homenagens para seu background na Princeton High com ‘La La Land: Cantando Estações’, tragicomédia musical que o colocaria no topo do mundo e o transformaria na pessoa mais jovem a levar um Globo de Ouro e um Oscar de Melhor Direção para casa. Apesar dos deslizes de ‘O Primeiro Homem’, o cineasta continuaria trilhando um caminho de sucesso inigualável – até chegar em sua primeira colaboração com a Netflix com a minissérie ‘The Eddy’.
Composta por oito episódios de uma hora cada, Chazelle, que assina a direção e a produção da obra, abre espaço mais uma vez para o jazz seja louvado como merece – algo que pode parecer repetitivo, considerando que os longas anteriores já traziam na trilha sonora esse gênero tão clássico e tão envolvente. Seguindo os passos das investidas anteriores, a trilha sonora sai de seu recuo extradiegético e transforma-se num personagem que rege os relacionamentos tóxicos e conturbados dos protagonistas, principalmente de Elliot Udo (André Holland), dono do clube epônimo e pianista clássico que vê seu mundo desmoronar depois de eventos chocantes. O problema, entretanto, parece estar incrustado na confusa e monótona narrativa que parece andar a passos curtíssimos de um episódio para o outro – transformando uma ode parisiense em um melodrama arrastado e previsível.
Elliot, logo de cara, mostra que é o centro do universo e é reafirmado como tal pela condução dos capítulos. Em outras palavras, por mais que cada personagem tenha suas glórias, as consequências dos acontecimentos voltam a se curvar para sua personalidade facilmente irascível e controladora. Essa autoproteção estende-se para a filha, Julie (Amandla Stenberg), que sai de Nova York e se muda para a Cidade-Luz para tentar se reconectar com o pai afastado e tomado por um projeto dos sonhos. Mais do que isso, a presença de Elliot torna-se mais insuportável (propositalmente, diga-se de passagem), quando seu sócio e melhor amigo é assassinado e as investigações começam a indicá-lo como suspeito. Mais uma vez, percebe-se que o roteiro, buscando transformar a minissérie em uma espécie de análise antropológica e antológica das relações humanas, não sabe em que direção seguir e nem mesmo como oscilar o tom atmosférico.
A verdade é que a ambiência mais intimista e mórbida, arquitetada desde a primeira cena, é mais unilateral do que o necessário, recusando-se a abrir portas para uma multiplicidade reverberante; pelo contrário, essa pessoalidade, dialógica à experiência de seu criador, adquire uma camada cada vez mais mórbida, refletida de forma redundante na teor imagético. É quase óbvio esperar que as sequências mais dramáticas sejam envolvidas em um filtro azulado (clássico das produções da plataforma de streaming) – e Chazelle não foge à fórmula: cada frame parece mergulhado inúmeras vezes num tonel monocromático que contribui para que essa progressão fique mais lenta e menos envolvente (por vezes, me peguei desviando o olhar pela falta de algum elemento atraente o bastante).
De qualquer modo, não podemos tirar crédito da ousadia do time de diretores, principalmente em resgatar um espectro cinematográfico que há muito rendia-se ao convencionalismo ação-reação de qualquer drama de baixo orçamento. A técnica aqui utilizada permanece atual, abusando de planos-sequência que já foram explorados nos longas supracitados, mas não perde a chance de convidar a estética dinamarquesa do Dogma-95 em praticamente toda a criação – ganhando vida nos cortes bruscos e na câmera na mão. Em dado momento, o peso dramático é substituído pelo panfletarismo documental que encaixa forçosamente críticas sociais e uma representatividade minoritária crua demais para ser levada a sério – resultado, como já foi mencionado, de uma trama frágil demais.
É necessário conceder mérito do roteirista Jack Thorne em se afastar dos estereótipos europeus e promover uma espécie de “reparação histórica” para aqueles que primeiro se envolveram com o jazz. Porém, dentro desse universo politizado demais, a essência musical deixa de existir (com exceção de algumas leituras incríveis e emocionantes), ofuscada por eventos chocantes que, aqui e ali, almejam a um dinamismo que já não pode mais existir. As cenas do assassinato de Farid (Tahar Rahim) e do embate entre Elliot e Maja (Joanna Kulig) conseguem, por breves segundos, livrar o público de tantos deslizes; porém, não são o suficiente para mascarar o fato de que nenhum dos personagens é relacionável. Sim, seus demônios interiores ganham palanque premeditado desde o começo – mas valer-se apenas disso é como dar um tiro no próprio pé.
No geral, ‘The Eddy’ é tecnicamente bem feito e, mais uma vez, mostra a paixão de Chazelle pelo que o jazz representa. Entretanto, nem mesmo as atribuições mais artísticas e irreverentes possíveis anulam narrativas circunstancias demais e figuras esquecíveis que tentam ser salvas por performances incríveis.
A 1091 Pictures divulgou recentemente o trailer de ‘The Phenomenon’, aclamado documentário que gira em torno de pessoas que testemunharam aparições extraterrestres e que cujas experiências foram acobertadas por autoridades governamentais.
Confira:
Dirigido por Jamie Fox, a obra procura desvendar a verdade por trás do que é contado pelo governo e alimentar as discussões sobre entusiastas de OVNIs e da vida fora do nosso planeta.
A obra de Fox é descrita como a mais crível examinação dos mistérios e dos acobertamentos que envolvem fenômenos aéreos não-identificados. Incluindo testemunhos chocantes de oficiais militares e governamentias, astronautas da NASA e outras fontes – bem como filmagens nunca antes vistas, o filme também revela os eventos monumentais por trás do vazamento do programa secreto do Pentágono sobre OVNIs, além de prover evidências de que a humanidade não está sozinha no universo.
Narrado por Peter Coyote, o documentário conta com entrevistas com o senador Harry Reid, o presidente Bill Clinton, John Podesta, chefe de equipe de Clinton e braço-direito de Barack Obama, Bill Richardson, ex-oficial de inteligência do departamento de defesa dos Estados Unidos, e muitos outros.
‘The Phenomenon’ tem estreia marcada em VOD no dia 06 de outubro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Ejiofor dará vida ao papel titular, um alienígena humanoide que cai no nosso planeta em busca de água para levar à terra natal. A nova história irá expandir a mitologia apresentada no longa de 1976.
Alex Kurtzman, showrunner de ‘Star Trek: Discovery’, e Jenny Lumet ficam responsáveis pelo roteiro e pela produção executiva. Kurtzman também entra como diretor de diversos episódios.
O filme original foi protagonizado pelo ícone da música David Bowie e basedo no romance homônimo de Walter Tevis. Nicolas Roeg encabeçou o projeto, que ganhou uma versão televisiva em 1987.
A Paramount+ divulgou mais um vídeo promocional da da 6ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’, em que as queens refletem sobre a parada do orgulho LGBTQIA+ e celebram um movimento tão importante quanto esse.
Lembrando que o novo ciclo estreou hoje,dia 24 de junho, na plataforma de streaming.
Confira:
O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Kylie Sonique Love (Season 2), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).
Quais são as suas favoritas para vencer a temporada?
A clássica série animada ‘X-Men: The Animated Series‘ ganhará um revival no serviço de streaming do Disney+, que será intitulado ‘X-Men ’97‘.
Agora, a plataforma anunciou que Beau DeMayo, conhecido por seu trabalho no adorado show ‘The Witcher’, ficará responsável como roteirista e produtor executivo da produção animada.
A nova série começará exatamente de onde a produção original parou.
A série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei’, de Michael Connelly.
Campbell dará vida à Maggie McPherson, descrita como “a primeira ex-esposa de Mickey, uma procuradora-adjunta apaixonadamente comprometida, conhecida pelos colegas como ‘Maggie McFierce’ por sua dedicação inabalável ao trabalho. Embora frequentes tensões (tanto profissionais quanto pessoais) estourem entre Mickey e Maggie, por trás de tudo eles ainda se preocupam profundamente um com o outro. Eles também são pais intensamente leais e amorosos, que tentam cuidar de sua filha pré-adolescente, Hayley, em meio a um turbilhão de circunstâncias”.
A Roku divulgou hoje, 29 de agosto, o trailer oficial de ‘WEIRD: The Al Yankovic Story’, cinebiografia satírica focada no icônico cantor e compositor “Weird Al” Yankovic.
O filme tem estreia marcada para o dia 04 de novembro.
Confira:
Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) interpreta o personagem titular.
Rebelde e nada convencional, o cantor “Weird Al” Yankovic se torna famoso por mudar as palavras de músicas muito conhecidas mundo afora. Entretanto, seu estilo de vida excessivo e seu infame romance quase o destroem.
O longa é fruto de uma parceria entre o canal Rokue as produtoras Funny Or Die e Tango.
Escrita por Yankovic e Eric Appel (‘Brooklyn Nine-Nine’), a trama promete não esconder nada quando se trata de explorar todas as facetas da vida de Yankovic, desde sua ascensão meteórica à fama com sucessos iniciais como “Eat It” e “Like a Surgeon” até seus ardentes casos amorosos com celebridades e seu estilo de vida notoriamente depravado.
Os responsáveis também garantem que o longa levará o público em uma jornada descrita como ‘inacreditável’, enquanto revisita os momentos de destaque na vida e carreira do artista, desde que era uma criança prodígio talentosa à maior lenda musical de todos os tempos.
Além de escrever, Appel também assume a direção e a produção executiva do longa, que ainda não tem previsão de estreia.
Evan Rachel Wood, de ‘Westworld’, interpreta a rainha do popMadonna na cinebiografia. Quinta Brunston, por sua vez, dá vida a Oprah Winfrey.
A cantora e compositora multi-vencedora do Grammy Lizzo fez bonito na cerimônia do Grammy Awards 2023 e conquistou um dos prêmios mais cobiçados da noite.
A performer levou para casa a estatueta de Gravação do Ano por “About Damn Time”, lead single do aclamado álbum ‘Special’.
Lembrando que o disco também concorre na categoria de Álbum do Ano.
Lizzo, nome artístico de Melissa Viviane Jefferson, fez sua estreia oficial no mundo da música em 2013, com o lançamento do aclamado álbum ‘Lizzobangers’. Entretanto, não seria até ‘Cuz I Love You’, que teve recepção bastante similar por parte dos críticos e do público, que ela ganharia reconhecimento mundial.
Influenciada por nomes como Missy Elliott, Beyoncé e Diana Ross, a performer já levou para casa três estatuetas do Grammy Awards e, como se não bastasse, também fez uma breve aparição na ovacionada dramédia criminal ‘As Golpistas’, ao lado de Jennifer Lopez e Constance Wu.
Em 2019, Lizzo foi condecorada como Entertainer of the Year pela revista TIME por sua contribuição à música e por sua ascensão meteórica ao estrelado. Desde o seu debute, ela se tornou porta-voz da imagem corporal positiva e quebrou tabus de imagem com performances avassaladoras e críticas explícitas em suas canções.
1. Padam Padam 2. Hold on to Now 3. Things We Do for Love 4. Tension 5. One More Time 6. You Still Get Me High 7. Hands 8. Green Light 9. Vegas High 10. 10 Out of 10 (com Oliver Heldens) 11. Story
A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.
Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”, “In Your Arms” e “Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado ‘Fever’ (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.
Tina Fey e Tim Meadows, que interpretaram respectivamente, a professora de matemática Sra. Norbury e o diretor da escola Sr. Duvall, retornam.
Jon Hamm voltará a trabalhar comTina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de ‘Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.
A estreia foi agendada para o dia 10 de Janeiro de 2024 nos cinemas brasileiros.
A Netflixé lar de algumas das produções mais conhecidas do circuito audiovisual contemporâneo – e um dos gêneros que mais ressoa com o público é o dos k-dramas.
Dentro esse escopo, ‘Nosso Destino’, estrelado por Jo Bo-ah (‘Tale of the Nine Tailed’) e Rowoon (‘O Rei de Porcelana’), é a pedida perfeita para os fãs.
A trama acompanha um advogado preso numa maldição secular se envolve com uma funcionária pública que detém a chave para a sua liberdade – e, a partir daí, surge um romance inesperado. Trazendo como foco os personagens Lee Hong-ho e Jang Shin-yu, a narrativa também traz aos holofotes um livro proibido que estava lacrado há mais de três séculos e que pode ser o único objeto com poder suficiente para acabar com essa maldição.
O k-drama foi criado por Noh Ji-sul e conta com a direção de Nam Ki-hoon.
Ha Jun, Yura, Song Young-kyu, Jung Hye-young, Lee Pil-mo, Lee Bong-ryun e outros também fizeram parte do elenco.
A sequência icônica de ‘Sonic 3’, que contará com Keanu Reeves dublando Shadow, ganhou um novo cartaz de divulgação.
O filme tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2024.
Confira:
Nos EUA, o filme abre dia 20 de Dezembro e vai bater de frente com ‘Mufasa – O Rei Leão‘.
Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta.
Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.
Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 01 de maio.
Confira:
Em entrevista prévia ao ComicBook.com, o diretor Paul Feig revelou quais foram as inspirações para a continuação.
Feig contou que foi o casamento entre seu amor pelas personagens e uma ideia para outro filme que deu origem à continuação.
“Eu os evitei como uma praga, mas neste, eu simplesmente amo esses personagens e lembro-me de ter pensado: ‘acho que há algo mais a ver com eles’. E tive uma ideia para um filme diferente que aconteceu na Itália, e eu pensei: ‘espere, e se eu casar essas duas ideias?’. E foi isso que fizemos. E é muito divertido. Acabamos de fazer nossa primeira exibição-teste de um corte inicial que fiz esta semana e teve um resultado muito positivo”.
Lively e Kendrick reprisarão seus papéis como Emily Nelson e Stephanie Smothers, respectivamente.
O novo filme também contará com o retorno de Henry Golding(Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).
Allison Janney, Elena Sofia Ricci, Michele Morrone, Elizabeth Perkins, Alex Newell, Taylor Ortega e Lorenzo de Moor completam o elenco.
Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.
O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer(‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.
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