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Crítica | ‘Bola pra Cima’ – Terrível, do início ao fim

Por onde começar a refletir sobre um filme que não diz nada com coisa nenhuma? Lançado neste mês de abril, o longa-metragem Bola pra Cima consegue algumas façanhas – entre elas, a de testar nossa paciência. Em um verdadeiro show de bizarrices que não alcança ironias nem sarcasmos com eficiência, e distante de qualquer reflexão sólida, ficamos reféns de um olhar pejorativo sobre um país que conhecemos bem: o Brasil.

Dirigido por Peter Farrelly – que marcou seu nome na indústria com filmes como Green Book, Débi e Lóide e Quem Vai Ficar com Mary? -, a obra embarca em uma narrativa completamente perdida do início ao fim, sem um pingo de propósito. Usando o humor como um escudo para justificar entrelinhas problemáticas e um retrato estereotipado de um país através do olhar distante, Bola pra Cima vai caminhando a passos largos para se candidatar a um dos piores filmes já lançados diretamente nos streamings.

Brad (Mark Wahlberg) e Elijah (Paul Walter Hauser) são dois funcionários de uma empresa de preservativos que estão de frente com uma grande oportunidade: desenvolver um produto capaz de firmar uma parceria com a Copa do Mundo de Futebol Masculino, que será realizada em 2025, no Brasil. Perto de conquistarem o sucesso na ação, acabam se envolvendo em uma mirabolante situação e acabam demitidos. Como suas passagens para a Copa já haviam sido emitidas, eles embarcam para o Brasil – onde proporcionam uma série de situações absurdas e completamente distantes da realidade.

Associar o mundo do futebol à nossa paixão por esse esporte é algo que várias outras obras já fizeram – não há nada de inovador nessa questão. E pegando a oportunidade de uma data de estreia às vésperas da realização de mais uma Copa do Mundo de Futebol Masculino, que em 2026 vai de 11 de junho a 19 de julho, e terá os Estados Unidos como uma de suas sedes, parecia o cenário perfeito para projetos explorassem esse tema.

A questão é o conteúdo – no que se faz com esse cenário. A proposta de Bola pra Cima é indecifrável, um discurso sem direção. Você termina de assistir e logo pensa: sobre o que é esse filme? A ideia era utilizar a generalização excessiva e trazer humor escrachado abordando temas sociais? Ou ignorar nossa rica diversidade e jogar na tela um espetáculo depreciativo, repleto de situações grotescas? Em cada um desses pontos, gera a mesma pergunta: Isso realmente provoca risos?

Se a vida está uma piada, pelo menos ria dela: 10 comédias imperdíveis

A narrativa é construída naquela receita de bolo que vários enlatados norte-americanos cansam de utilizar. No entanto, é o lado moral de uma obra que mais salta aos olhos quando o discurso se mostra indigesto – como é o caso aqui. Retratar o comportamento de determinada sociedade de forma direta, por meio de um olhar distante que não conhece de perto nossas realidades, só escancara o preconceito: um olhar desdenhoso que atinge a todos nós que conhecemos de perto nossas verdades.

 

‘Chucky, o Brinquedo Assassino’ – Conheça as DUAS Franquias e Entenda a Rivalidade Entre Elas

Chucky, série que é o mais novo produto da franquia Brinquedo Assassino, já está com sua primeira temporada completa no Star+, streaming que faz parte da Disney. A proposta do programa é voltar às raízes de terror da franquia, mergulhar no psicológico do homem por trás do boneco, sem esquecer o lado do humor sombrio e resgatar os personagens que aprendemos a adorar ao longo destes quase 35 anos desde a estreia do vilão em 1988.

O espectador desavisado pode não fazer a mínima ideia do que rola nos bastidores de um filme e uma franquia, porém isso pode explicar muito sobre o motivo de seu vilão favorito andar tão sumido das telas. Fazer filmes é complicado e além de envolver questões artísticas, envolve também questões financeiras e jurídicas, como por exemplo, quem retém os direitos sobre uma marca. Outra franquia que passa por essa epopeia burocrática atualmente é Sexta-Feira 13, a casa do vilão Jason. Desde que deixou a Paramount Pictures, a franquia migrou para a Warner (New Line Cinema) e perdeu o direito de usar o título sempre associado ao azar. Podemos notar com títulos seguintes como Jason Vai para o Inferno (1993), Jason X (2001) e Freddy vs Jason (2003).

Voltando para Brinquedo Assassino, como dito, o primeiro filme estreava em 1988, com história criada por Don Mancini, então um jovem de vinte e poucos anos, e roteiro de John Lafia e Tom Holland (não o ator de Homem-Aranha e sim o roteirista de Psicose 2 e diretor de A Hora do Espanto). Holland também dirigiu o primeiro filme. Esse longa original, que foi onde tudo começou, é claro, teve produção e distribuição da MGM / United Artists, como o estúdio por trás do projeto. Até aí tudo bem, isto é, até a entrada de um sujeito chamado Christopher Skase na história. Acontece que Skase, que era um magnata australiano, bilionário de plantão, começou um movimento de negociata para comprar tais estúdios (a MGM e United Artists) em 1989 – época na qual, após o sucesso estrondoso do primeiro Brinquedo Assassino (arrecadando US$44 milhões mundiais num orçamento de US$9 milhões), já estava em andamento a pré-produção de uma sequência que teria desta vez Lafia como diretor, Don Mancini como roteirista solo e David Kirschner novamente como produtor.

Tudo parecia no lugar, até que a notícia ruim veio a cavalo. Dick Berger, o chefão da United Artists então foi quem trouxe a novidade para Kirschner, revelando a compra dos estúdios pelo empresário e acrescentando que Skase não desejaria produzir filmes de terror – mesmo que fossem extremamente lucrativos, como era o caso de Brinquedo Assassino. Kirschner ficou devastado, mas ganharia um presente de Berger. O chefão do estúdio reconhecia o valor do filme e seu potencial, e o entregou totalmente para o produtor para que buscasse um novo lar em outro estúdio. Berger ainda completou dizendo que todo grande estúdio disputaria a tapa essa franquia tão promissora. Dito e feito, segundo uma matéria de 1989 do Los Angeles Times, titãs da indústria como a Warner, a Disney, a Paramount, a 20th Century Fox, a Columbia (Sony), a New Line, a Carolco e a Universal demonstraram seu interesse na produção.

Como sabemos, a franquia finalmente terminou nas mãos da Universal Pictures, que produziu e lançou em 1990, Brinquedo Assassino 2. O que muitos talvez não saibam é que Steven Spielberg foi o responsável por isto acontecer. Na época, Spielberg era muito próximo do chefão da Universal, Sid Sheinberg, que havia lhe pedido para que tentasse o favoritismo da franquia para o estúdio. E o mundo não é assim mesmo? É sempre quem você conhece. Spielberg, bem conectado do jeito que é, igualmente havia colaborado com Kirschner no passado, na animação Fievel – Um Conto Americano (1986). Assim, através da ponte feita pelo diretor de Tubarão e E.T., o boneco homicida favorito do cinema foi parar nas mãos da Universal.

E na nova casa Chucky permaneceria por Brinquedo Assassino 3 (1991), lançado logo no ano seguinte. Com o fim desta “trilogia” original, a franquia passaria por uma reformulação, sendo transformada no estilo de filme slasher adolescente do fim dos anos 90, ou seja, o estilo Pânico (1996). Assim como em Halloween H20 (1998), A Noiva de Chucky, lançado no mesmo ano, embora não tenha tido o dedo de Kevin Williamson no roteiro, cria um texto totalmente formado nestes moldes, ou seja: muito humor autoconsciente, inúmeras referências e muita metalinguagem. Além, é claro, da adição da noiva do psicopata, Tiffany (Jennifer Tilly). Ainda nas mãos da Universal e com texto de Mancini (como todos os anteriores), não é muito divulgado se a mudança de título foi meramente uma questão estratégica de mercado para renovar a franquia, ou se já era um problema de direitos autorais sobre a marca – como veremos mais adiante. O fato é, depois do terceiro filme, nenhum outro filme da franquia nas mãos de Mancini/Universal receberia o título Brinquedo Assassino.

Seguindo de perto o clima “espertinho” e de muito humor sombrio, O Filho de Chucky (2004) era a continuação direta de A Noiva de Chucky e marcava o primeiro passo do roteirista de todos os filmes, Don Mancini, na direção. O filme, infelizmente, também marcaria o último exemplar de um longa da franquia da Universal a receber lançamento nos cinemas. O motivo? Uma bilheteria abaixo do esperado, críticas pouco amistosas e principalmente o ódio por parte dos fãs, que o consideram o pior exemplar de sua adorada série de terror. Isso fez Mancini repensar para onde desejava levar “seu filho” e reestruturar as bases. O filme seguinte, A Maldição de Chucky, levaria dez anos para sair do papel e veria um lançamento direto no mercado de vídeo (ou VOD) através do selo 1440 Entertainment, da Universal. Que foi por onde a sequência direta deste, O Culto de Chucky, lançado quatro anos depois, também seguiria.

Ambos A Maldição e Culto receberam certa atenção dos fãs, tendo como chamariz o retorno de atores e personagens queridos lá do início dos filmes, como o menino Andy, agora um adulto nas formas do mesmo Alex Vincent. Mas convenhamos, quando uma franquia deixa as salas de cinema para ir para o mercado de vídeo, não podemos chamar de um avanço ou uma evolução, por mais que Don Mancini (que dirigiu todos desde O Filho de Chucky) queira considerar assim. E aqui começava a citada rivalidade entre as “duas franquias”.

Acontece que aquele magnata citado mais acima do texto não chegou de fato a comprar os estúdios como planejava. Assim, o primeiro Brinquedo Assassino permaneceu no acervo da United Artists todo esse tempo, enquanto a Universal capitalizava em cima das sequências. Foi quando o estúdio decidiu dar uma nova chance ao boneco Chucky nas telonas, chance que não estava tendo na Universal junto a Mancini. Foi quando entraram em cena os produtores Seth Grahame-Smith e David Katzenberg, responsáveis pelo muito bem sucedido remake de It – A Coisa (2017), que optaram por fazer o mesmo para outra propriedade clássica: Brinquedo Assassino. Através da subsidiária Orion Pictures (recém renovada pela United Artists), a dupla até abordou Mancini e Kirschner para participarem envolvidos de alguma forma no remake, porém, os dois não tiveram reservas em recusar.

Mancini foi mais longe e disse ter se sentido insultado pela oferta, já que segundo ele, haviam terminado de lançar dois filmes bem sucedidos. Bem, no mercado de vídeo ao menos. Sendo assim, o remake de Brinquedo Assassino seguiu em frente com sua produção, vindo a estrear em 2019. E para a surpresa geral rendeu um filme onde a maioria dos críticos e fãs compraram a ideia. O remake funcionou e agradou. Fora isso, rendeu mais de três vezes o seu orçamento de US$10 milhões, o que faz dele um sucesso moderado. O tempo todo os realizadores do remake enalteciam o talento de Mancini e o quanto sua criação significava para eles. Por outro lado, Mancini não estava nada satisfeito, se pronunciando publicamente contra o remake. É compreensível, afinal é como se alguém com mais dinheiro tirasse de você à força algo que você criou, e pior, enquanto você ainda está trabalhando naquilo.

Os envolvidos com as produções da Universal logo se prontificaram a ficar no time Mancini desta disputa, como a atriz Jennifer Tilly que, assim como o citado criador, usou as redes sociais para manifestar sua “indignação” com o remake, dizendo que aquele não era o Chucky dela. Mancini também teve o apoio de Alex Vincent e Brad Dourif (a voz de Chucky em todos os filmes, menos no remake), que demonstraram desdém e zero interesse no remake. Mark Hamill dublou o boneco na refilmagem. Aliás, isso quase foi um problema para o remake: o nome do boneco. Numa disputa legal, por pouco a refilmagem teria que usar o nome Buddi ao invés de Chucky. Mas no fim das contas o nome clássico foi mantido na nova versão.

Agora, Mancini, a Universal e o elenco original dão a nova cartada com a série Chucky, que foi tão bem sucedida que teve sua segunda temporada confirmada e manterá o personagem na mídia por mais um tempo. A série é a continuação direta de todos os filmes da cronologia de Mancini. Por outro lado, está nas mãos da United Artists realizar uma continuação de seu remake. O fato colocaria duas franquias gerando sequências ao mesmo tempo, o que poderá confundir ainda mais os fãs do personagem e ser fatal para o boneco devido a uma eventual superexposição.

Noite casual se transforma em banho de sangue no trailer de ‘Pimped’; Assista!

Estrelado por Benedict Samuel (‘Gotham‘), confira o sangrento trailer de ‘Pimped‘.

O filme segue uma mulher em conflito que é enganada por dois homens em um doentio jogo sexual.

David Barker dirige.

Ella Scott Lynch, Heather Mitchell Lewis Fitzgerald completam o elenco.

‘Jumanji 3’: Danny DeVito entra para o elenco da sequência

De acordo com o VarietyDanny DeVito entrou para o elenco da nova sequência de ‘Jumanji‘. No entanto, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Dwayne Johnson, que também será o produtor executivo do próximo filme da franquia, falou sobre a escalação do ator: “A magia de Jumanji é quem se torna quem. E a ideia de ter Danny DeVito se juntando ao nosso elenco foi irresistível e era algo que nós sabíamos que queríamos entregar para nossa audiência no próximo natal. Papai Dwoel ama todos vocês.”

Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan retornam para a sequência.

Além disso, o novo filme deve trazer muitas referências ao original:

“Nossa expectativa é manter essa continuidade durante toda produção, até mesmo da história que contamos no segundo filme. O filme que estamos trabalhando agora é muito mais conectado com o original do que o que fiz há um ano. Nós amamos a ideia de manter isso conectado.”

A estreia foi agendada para 20 de dezembro de 2019, mesmo fim de semana que ‘Star Wars: Episódio 9’ chega aos cinemas.

Jumanji 3está sendo tratado como prioridade dentro da produtora e os roteiristas Scott Rosenberg e Jeff Pinkner vão retornar, assim como o astro Dwayne Johnson.

‘Jumanji’ arrecadou US$ 957 milhões mundialmente e registrou um lucro de aproximadamente US$ 305,7 milhões, ultrapassando (e muito!) Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, que colocou US$ 200 milhões nos cofres da Sony.

Durante sua passagem no Brasil, o astro Nick Jonas falou sobre o filme com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP.

Assista a entrevista e nossa crítica:

EXCLUSIVO: Nick Jones quer interpretar o ‘Asa Noturna’ nos filmes da DC 

Confira nossa crítica em TEXTO:

 Crítica | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – Uma grata surpresa e uma aventura deliciosa 

Quatro adolescentes, forçados a limpar um porão, descobrem uma versão eletrônica de Jumanji, um videogame de aventura inspirado no antigo jogo de tabuleiro. Após escolherem avatares (interpretados por Dwayne JohnsonKaren GillanJack Black e Kevin Hart), o grupo é inesperadamente transportado para dentro do universo do jogo.

‘NCIS’: Ziva retorna no trailer TENSO da 17ª temporada; Assista!

A CBS divulgou o trailer da 17ª temporada do drama investigativo ‘NCIS‘, que foca no épico retorno da Ziva (Cote de Pablo).

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 24 de setembro.

Criada por Donald P. BellisarioDon McGill, a série ainda possui dois derivados, ‘NCIS: Los Angeles‘ e ‘NCIS: New Orleans‘.

A trama segue uma equipe de agentes especiais cuja missão é investigar qualquer crime que tem provas ligadas a pessoas da Marinha, sem levar em consideração cargos e posições. Comandando esta equipe, que opera fora do círculo militar, está o Agente Especial Leroy Jethro Gibbs (Harmon), um investigador altamente habilidoso, esperto, violento e seguidor de regras para fazer seu trabalho.

O elenco conta com Mark Harmon, Sean Murray, Emily Wickersham, Wilmer Valderrama, Maria Bello, Brian Dietzen, Diona Reasonover, Rocky Carroll e David McCallum.

Diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam’ lança NOVO curta ASSUSTADOR; Assista!

David F. Sandberg, diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, lançou um novo curta-metragem assustador, intitulado ‘Not Alone in Here‘.

Confira na íntegra:

O vídeo brinca com o medo universal de estar sozinho em casa à noite.

Confira também o curta ‘Shadowed‘, lançado recentemente pelo cineasta:

Os dois curtas são estrelados pela esposa do diretor, Lotta Losten.

‘Fear the Walking Dead’: Filmagens indicam que [SPOILER] pode ainda estar viva

De acordo com o Comic Book, as próximas filmagens da série ‘Fear the Walking Dead‘ estão programadas para acontecerem em Round Rock, no Texas, apenas a alguns minutos do local em que a Madison Clark (Kim Dickens) aparentemente morreu na 4ª temporada da produção.

No episódio mais recente da série, intitulado Damage From the Inside, Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey) mencionou o local quando ela considerou retornar para o estádio para escapar da nova vilã da trama.

Na sexta temporada, pequenas dicas da possível sobrevivência da Madison sugeriram que a personagem não só sobreviveu ao incêndio, como também foi a pessoa misteriosa que salvou o Morgan Jones (Lennie James) no final da quinta temporada.

Anteriormente, Dickens havia falado sobre o possível retorno da personagem: “Eu acho que os fãs ainda estão chateados [com a morte da Madison], mas essa é a natureza do gênero. Você pode acabar morrendo do nada. E também pode acabar retornando a qualquer momento. Ela teria escalado as paredes. Ela tinha filhos do outro lado dos muros, então é claro que ela daria um jeito de chegar a eles.”

Vale lembrar que ‘Fear the Walking Dead‘ retornará com episódios inéditos no dia 11 de abril.

Três novos atores se juntarão ao elenco nos próximos episódios: John Glover (‘The Good Wife’), Nick Stahl (‘Sin City’) e Keith Carradine (‘Fargo’).

Fear the Walking Dead‘ já está renovada para a 7ª temporada.

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

Keira Knightley estrelará thriller de crime real produzido por Ridley Scott

De acordo com o The Wrap, Keira Knightley (‘Piratas do Caribe’) estrelará o thriller de crime real ‘Boston Strangler‘, que será produzido por Ridley Scott (‘Casa Gucci’).

Knightley interpretará Loretta McLaughlin, que foi a primeira repórter a conectar os assassinatos e revelar a história do Estrangulador. Ela e sua colega repórter Jean Cole desafiaram o sexismo do início dos anos 60 para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, e trabalharam incansavelmente para manter as mulheres informadas. McLaughlin investigou a história com grande risco pessoal e descobriu a corrupção que lançou dúvidas sobre a verdadeira identidade do Estrangulador de Boston.

Matt Ruskin (‘Crown Heights’) será responsável pela direção e roteiro.

As filmagens estão programadas para começarem ainda este ano, em Boston.

O projeto está sendo desenvolvido para a 20th Century Studios.

‘Elvis’ constrói seu legado no trailer DUBLADO da cinebiografia; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado da aguardada cinebiografia ‘Elvis‘, que gira em torno do lendário Elvis Presley.

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O longa é estrelado por Austin ButlerTom HanksOlivia DeJonge e chega aos cinemas no dia 14 de julho.

Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’) entra como diretor.

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

‘Deadpool 3’: Hugh Jackman compartilha treinamento INTENSO pra voltar a interpretar o Wolverine

Através do seu Instagram, o astro Hugh Jackman (‘O Rei do Show’) compartilhou um novo vídeo mostrando o seu treinamento intenso para voltar a interpretar o Wolverine na sequência ‘Deadpool 3‘.

“Se você está procurando por mim, estou ocupado me tornando o Wolverine novamente,” declarou o ator.

Confira:

Vale lembrar que, recentemente, Jackman indicou que deve interpretar múltiplas variantes do mutante. Quando foi perguntado se ele poderia dar algumas dicas sobre a trama, o ator se referiu ao seu trabalho como um papel duplicado.

Anteriormente, ele havia revelado o que o motivou a reprisar o papel: “É tudo por causa desse dispositivo que eles têm no mundo Marvel de mover as linhas do tempo, agora podemos voltar porque, você sabe, é ciência, então não tenho que mexer com a linha do tempo de ‘Logan‘, que era importante para mim. E Acho que provavelmente para os fãs também.”

Considerando a declaração de Jackman, é possível que ‘Deadpool 3′ realmente seja uma aventura através do Multiverso da Fox.

Jackman interpretou Wolverine pela primeira vez em ‘X-Men‘, retornando para ‘X-Men 2‘ (2003), ‘X-Men: O Confronto Final‘ (2006), ‘X-Men: Primeira Classe‘ (2011), ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014) e ‘X-Men: Apocalipse‘ (2016).

Além de ‘Logan‘, ele também interpretou o personagem em mais dois filmes solo: ‘X-Men Origens: Wolverine‘ (2009), ‘Wolverine – Imortal‘.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.A

‘The White Lotus’: Cinco novos atores se juntam ao elenco da 3ª temporada

De acordo com o Deadline, cinco novos atores foram confirmados no elenco da 3ª temporada de ‘The White Lotus‘.

Milos BikovicChristian FriedelMorgana O’ReillyLek PatravadiShalini Peiris farão parte do elenco do próximo ciclo.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O elenco ainda contará com Leslie Bibb, Carrie Coon, Dom Hetrakul, Jason Isaacs, Michelle Monaghan, Parker Posey e Tayme Thapthimthong.

Natasha Rothwell reprisará seu papel como Belinda Lindsey, personagem que foi introduzida na primeira temporada da série.

Vale destacar que a terceira temporada será ambientada na Tailândia.

“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora GeorginaPope. “O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”

‘Sugar’: Série de mistério com Colin Farrell é RENOVADA para a 2ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série de mistério noirSugar‘, estrelada por Colin Farrell (‘Pinguim’), para a 2ª temporada.

No novo ciclo, o detetive John Sugar retornará à Los Angeles, onde assumirá o caso de uma nova pessoa desaparecida ao mesmo tempo em que continua buscando respostas pelo sumiço de sua irmã.

“Tem sido incrível ver a reação positiva do público em relação ao universo de Sugar, e estamos muito animados em retornarmos para uma segunda temporada,” declararam os produtores executivos Audrey Chon e Simon Kinberg. “Somos gratos aos nossos parceiros na Apple pelo apoio, ao showrunner Sam Catlin, o brilhante Colin Farrell e, obviamente, aos nossos espectadores. Mal podemos esperar para trazermos John Sugar de volta ao caso.”

Sem previsão de estreia, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2025.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Mark Protosevich e conta com oito episódiosFernando Meirelles fica a encargo da direção.

Sugar é uma abordagem contemporânea e única de um dos gêneros mais populares e significativos da história da literatura, do cinema e da televisão: a história de detetives. Farrell estrela como John Sugar, um investigador particular que acompanha o misterioso desaparecimento de Olivia Siegel, a querida neta do lendário produtor de Hollywood Jonathan Siegel. Enquanto Sugar tenta determinar o que aconteceu com Olivia, ele também descobrirá segredos da família: alguns muito recentes, outros há muito enterrados.

Kirby Howell-BaptisteAmy RyanDennis BoutsikarisAlex HernandezLindsay Pulsipher e outros também estrelam.

‘Street Fighter’: David Dastmalchian interpretará o vilão M. Bison no live-action

De acordo com o Deadline, David Dastmalchian (‘Entrevista com o Demônio’) foi confirmado no elenco do live-action de ‘Street Fighter‘, que está sendo desenvolvido pela Legendary Entertainment.

O ator interpretará o vilão principal da adaptação, M. Bison.

O personagem é um antagonista notório dos jogos, sendo líder de uma organização conhecida como Shadaloo – que está envolvida em diversas atividades ilegais, desde tráfico de armas até experimentos de controle mental.

Ele se junta ao atores Andrew Koji (Ryu), Noah Centineo (Ken), Jason Momoa (Blanka), Roman Reigns (Akuma), Callina Liang (Chun-Li), Orville Peck, Curtis Jackson e Andrew Schulz, previamente anunciados.

A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.

Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Confira o cartaz de ‘Ataque Brutal’, novo terror de TUBARÃO assassino da Netflix

Para promover o lançamento de ‘Ataque Brutal‘ (Thrash) – que ocorrerá no dia 10 de abril –, a Netflix divulgou um novo cartaz do seu próximo terror de tubarão assassino.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Tommy Wirkola (‘Zumbis na Neve’) é responsável pela direção do filme.

Em meio a um furacão catastrófico, uma cidade litorânea luta contra a fúria da natureza e um ataque de tubarões. Desafiando chuvas torrenciais, destroços e escuridão, seus moradores se unem para sobreviver aos predadores mortais e resistir à tempestade.

O elenco conta com Phoebe Dynevor (‘Jogo Justo’), Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’), Whitney Peak (‘Gossip Girl’), Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’), Alyla Browne (‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’), Stacy Clausen (‘Leviticus’), Costa D’Angelo (‘Me Conte Mentiras’), Amy Mathews (‘Gabriel, a Vingança de um Anjo’) e Elijah Ungvary (‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’).

‘Deadpool 2’: Diretor afirma que continuação terá mais cenas de ação que o primeiro

David Leitch pretende repetir seu excelente trabalho feito com as cenas de ação de ‘John Wick – Um Novo Dia Para Matar’, desta vez na sequência de ‘Deadpool’.

Em entrevista ao site da revista Empire, ele afirmou que os fãs podem esperar um número de cenas de ação ainda maior:

“Há mais cenas de ação neste filme. E eu espero que possamos expandi-lo e torná-lo interessante de um jeito meio 87Eleven [escola de coreografia de lutas criada por Leitch e Chad Stahelski, co-diretor de ‘John Wick’]”.

Além da intensidade nas lutas, o diretor também reiterou o compromisso em manter a fórmula de sucesso de ‘Deadpool’, como as frequentes quebras da quarta parede e linguagem irreverente:

“O tom completamente irreverente foi o que me conquistou no primeiro filme de ‘Deadpool’. Eu quero entregar aquilo que eles fizeram e ao mesmo tempo, esperançosamente, expandir este universo”.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

‘RuPaul’s Drag Race All Stars’ encaram ‘The Handmaid’s Tale’ em novo trailer; Assista!

A terceira temporada de ‘RuPaul’s Drag Race All Stars‘ estreia em 25 de janeiro na VH1 e ganhou um novo e divertido trailer, que traz Chad Michaels e Alaska encarando as protagonistas da aclamada série dramática, ‘The Handmaid’s Tale’.

Confira, com uma nova imagem:

‘All Stars’ é derivado do programa principal de Drag Race e dá uma segunda chance à participantes de temporadas passadas em uma nova competição, também apresentadas por RuPaul.

Já a 10ª temporada de RuPaul’s Drag Race’ chega no segundo semestre de 2018, sem data definida até o momento. RuPaul também está trabalhando em uma versão brasileira do reality show.

 

‘Heartstrings’: Julianne Hough vai estrelar série antológica baseada em canções de Dolly Parton

A série antológica de Dolly Parton para a Netflix, intitulada ‘Heartstring‘, está ganhando forma e um dos episódios já tem sua atriz principal.

Segundo o TVLine, Julianne Hough (‘Grease: Live‘) viverá Jolene, personagem da canção homônima escrita por Parton.

A produção, baseada nas canções mais famosas deste ícone da música country, trará uma história e um hit diferente a cada episódio.

De acordo com a descrição oficial, a antologia “é uma vitrine de histórias, memórias e inspirações por trás das mais amadas canções de Dolly Parton“.

Em se tratando do episódio “Jolene”, estrelado por Hough, a descrição apresenta a personagem como “uma jovem que flerta, tem espírito livre e sonha em escapar de sua pequena cidade natal e se tornar uma cantora famosa”.

Parton aparecerá no capítulo em questão como babe, dona do bar onde Jolene trabalha como garçonete. O elenco deste episódio ainda conta com Kimberly Williams-Paisley (‘Nashville‘) e Dallas Roberts (‘Insatiable‘).

 

‘Silicon Valley’: Richard e Dinesh se desentendem em cena da 6ª e última temporada; Assista!

A sexta e última temporada da aclamada série Silicon Valleyjá está em exibição e a HBO divulgou uma divertida e peculiar cena do quarto episódio, exibido no domingo (17).

Confira:

Em um comunicado oficial, os showrunners Mike Judge e Alec Berg refletiram sobre o ciclo final da produção:

“‘Sillicon Valley‘ é um ponto alto nas nossas vidas e carreiras. Sentiremos muita falta desesperadamente, mas sempre deixamos a jornada de Pied Piper guiar o caminho e a sexta temporada parece ser a conclusão ideal. Temos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, equipe de apoio e parceiros da HBO. Em um determinado momento, só há um certo limite do que você pode fazer para tornar o mundo melhor”.

O elenco de ‘Silicon Valley‘ é composto por  Josh BrennerThomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew no elenco.

 

‘O Justiceiro’: 3ª temporada ainda pode ACONTENCER, afirma Jon Bernthal

Os fãs da série ‘O Justiceiro‘, da Netflix, podem se entusiasmar, pois ainda existe uma remota possibilidade da 3ª temporada da produção realmente acontecer.

O astro Jon Bernthal compartilhou o seu entusiasmo e se disse esperançoso durante uma entrevista ao podcast Geek House Show.

Na ocasião, ele comemorou o apoio que a sua versão de Frank Castle recebeu dos fãs dos quadrinhos e ponderou que tal decisão depende genuinamente dos executivos da Disney, que agora detêm novamente o personagem sob a sua tutela e poderiam retomar a série pelo selo Disney+.

“É incrivelmente honrosa a quantidade de pessoas que responderam a essa versão de Frank e não sei dizer o quanto isso significa para mim, porque ele significa muito para mim. Ele está em meu sangue, está em meus ossos. […] Mas então, não se trata de fazermos isso, mas sim de acertar e fazer a versão que os fãs realmente merecem. Veremos. Quer dizer, todas essas decisões são tomadas em salas para as quais não sou convidado…Mas Frank está sempre lá, ele sempre faz parte de mim. E quando recebermos a ligação, estarei pronto e farei tudo o que puder para garantir que façamos tudo certo, ou não faremos isso de jeito nenhum”. 

Lembrando que os próximos lançamentos da Marvel nas telinhas são ‘WandaVision‘, ‘Gavião Arqueiro‘, ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ e ‘Ms Marvel‘.

 

 

 

‘Yellowjackets’: Série de sobrevivência com Christina Ricci ganha novas imagens oficiais

A vindoura série dramática de sobrevivência, intitulada Yellowjacketse estrelada por Christina Ricci, ganhou duas novas imagens oficiais.

Em uma delas, um grupo de adolescentes aparece aprisionada em uma ilha deserta, após a queda do avião onde estavam.

Confira, junto ao trailer completo:

Juliette Lewis as Natalie in YELLOWJACKETS, “Heart-Shaped Black Box”. Photo credit: Kailey Schwerman/SHOWTIME.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

A produção irá estrear oficialmente no dia 14 de novembro.

Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) dirigiu o episódio piloto.

O elenco também conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

Joaquin Phoenix pede desculpas por entrevista bizarra com Letterman em 2009: “Foi uma das piores noites da minha vida”

Joaquin Phoenix voltou aos talk shows nesta semana e não fugiu do assunto que o persegue há mais de uma década: sua infame entrevista com David Letterman em 2009.

Convidado do The Late Show With Stephen Colbert na última terça-feira (15), o ator — que promove seu novo filme ‘Eddington‘, de Ari Aster — revisitou o episódio que até hoje gera dúvidas, memes e constrangimento.

“Foi horrível. Muito desconfortável. Me arrependo. Nunca mais faria. Me desculpem,” disse Phoenix, ao ser questionado sobre a entrevista, que fazia parte de uma performance para o mockumentary ‘I’m Still Here‘.

Na época, Phoenix apareceu no Late Show com cabelos desgrenhados, barba espessa e comportamento errático, fingindo ter abandonado a atuação para seguir carreira como rapper. A performance fazia parte do filme falso-documental dirigido por Casey Affleck, mas o público — e o próprio Letterman — não tinham ideia do que estava acontecendo.

Agora, Phoenix revelou que avisou parcialmente a produção do programa, mas quis manter o segredo o máximo possível:

“Liguei de volta e disse: ‘Olha, esse é o plano. Vou fazer tudo em personagem. E quero que o Dave me destrua ao vivo, que seja perigoso.’ Eu queria provocar uma reação real.”

O plano deu certo — talvez até demais. A entrevista foi desconfortável, com Phoenix aparentemente “fora de si”, e gerou especulações sobre seu estado mental. Apesar de fazer parte de um filme, a recepção foi mista e deixou o ator em posição delicada.

“Foi estranho, porque de certa forma foi um sucesso… e ao mesmo tempo, uma das piores noites da minha vida,” confessou ele a Colbert.

Essa não foi a primeira vez que Phoenix se desculpou. Em 2010, um ano após o episódio, ele retornou ao programa de Letterman e se explicou:

“Espero não ter te ofendido. Achei que você, com tanta experiência, fosse perceber a diferença entre um personagem e uma pessoa real. Mas peço desculpas mesmo assim.”

Com Colbert, ele reforçou o pedido:

“Não sei se o Dave está assistindo, mas… se estiver: me desculpe.”

Confira a entrevista recente no programa de Stephen Colbert:

Desde então, Joaquin Phoenix reconstruiu sua imagem e carreira, sendo reconhecido como um dos atores mais intensos e respeitados de sua geração. Em 2020, ganhou o Oscar de Melhor Ator por ‘Coringa‘ e continua a se desafiar com papéis inusitados — como agora, em ‘Eddington‘.

Confira o trailer de ‘Eddington‘ e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de julho.

Ari Aster, de ‘Hereditário‘, ‘Midsommar‘ e ‘Beau Tem Medo‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Emma Stone (‘Pobres Criaturas’), Pedro Pascal (‘The Last of Us’), Austin Butler (‘Elvis’), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade’), Micheal Ward (‘Top Boy’) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’).

‘American Gods’: Gillian Anderson deixa o elenco da série

Mais uma parte importante deixa a produção da 2º temporada de American Gods. Após a saída dos showrunners Bryan Fuller e Michael Green, agora quem deixa o elenco é a atriz Gillian Anderson, que interpretou a Mídia.

Segundo o Los Angeles Times, a atriz resolveu deixar a série após a saída dos criadores originais. Uma substituta ainda não foi anunciada.

Especula-se também que o próprio Neil Gaiman, autor da obra que inspirou o seriado, assuma como co-showrunner.

Foram necessários a exibição apenas de dois episódios para que o tímido canal Starz renovasse ‘American Gods para uma nova temporada.

Mais informações devem sair em breve.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

A 2ª temporada deve estrear em meados de 2018.

‘Desobediência’: Premiado filme de Sebastián Lelio terá primeira exibição no Brasil; Saiba mais!

A primeira exibição do premiado Desobediência, do diretor Sebastián Lelio (Uma Mulher Fantástica) no Brasil vai acontecer no dia 13 de junho no Estação NET de Botafogo, no Rio de Janeiro.

O longa conta com Rachel Weisz, Rachel McAdams e Alessandro Nivola no elenco e narra a história de Ronit (Weisz), que precisa voltar para sua cidade natal após a morte de seu pai distante – um rabino. Mas ela causa um rebuliço no pacato local ao recordar uma paixão proibida pela melhor amiga de infância, que atualmente é casada com seu primo.

A sessão única acontece na quarta-feira, 13 de junho (21h10), no Estação NET Botafogo. Para mais informações, acesse o link.

 

Chadwick Boseman: A volta para casa de um herói do mundo

* Por Marcelo David Macedo

“Crime, futebol ou música. (…) Eu não consigo fugir disso aí”, lamentava um jovem Mano Brown em “Negro Drama”, clássico dos Racionais MC’s gravado em 2002. Na canção, dele e de Edi Rock, os pretos mais perigosos do Brasil denunciavam um país racista que nega chances e sonhos a pessoas pretas. Um lugar que insistia em ser um não-lugar, onde crianças brancas que querem ser astronautas encontram guarida, e crianças pretas que sonham ter uma profissão são ridicularizadas. A negritude brasileira começa a morrer quando seus sonhos, por mais utópicos que sejam, são pisados ao nascer. Como sonhar em sermos heróis se não tínhamos heróis como nós, com nossa cor, com nosso cabelo?

Chadwick Aaron Boseman (1976-2020) nos libertou desse destino. Ao nascer na Carolina do Sul, um dos territórios mais racistas dos Estados Unidos, foi herói desde cedo. No início da carreira, foi morar no Brooklyn e trabalhou no Harlem, bairros com forte presença negra em suas ruas e culturas. Bebeu de fontes racializadas para se definir como o herói negro que o mundo conheceu. Foi ator, diretor e roteirista.

E nada disso consegue dimensionar o que de fato Boseman foi para crianças e adultos pretos em todo o mundo. Com seu T’Challa, o eterno rei de Wakanda que em segredo virava o Pantera Negra, ensinou a adultos que heróis podem chegar tarde, mas chegam; e para crianças, uma lição ainda maior, a de que pretinhos e pretinhas podem ser o que quiserem, desde que queiram – e que violências diversas, praticadas por policiais ou não, não nos matem na travessia.

Ver Boseman atuar sempre foi a certeza de que podemos e ponto, seja o que for, porque a classe e a elegância com a qual dava vida a heróis reais eram únicas no mundo. Em 2013, no filme “42”, o ator deu vida a Jackie Robinson, o primeiro jogador de beisebol negro da principal liga estadunidense, morto em 1972; no ano seguinte,  em “Get On Up”, fez James Brown, o artista mítico que balançou o mundo com sua música preta; em 2017, estrelou “Marshall” com o papel de Thurgood Marshall, que em 1967 se tornou o primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos. Poderia ser ainda mais: “Yasuke”, filme anunciado em 2019 que contaria a história do personagem-título, que viveu no século XVI e é o único samurai conhecido de origem africana, o teria como protagonista. Todos heróis reais, que sob o talento de Boseman se tornaram ainda maiores.

Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos, em casa e junto à sua família, sempre entendeu a grandeza daquilo que passou a vida representando: grandes ícones raciais daqui, de lá e do mundo inteiro. Boseman, ele mesmo, se tornou mais um. Se foi jovem, vítima de um câncer no cólon descoberto em 2016 e que fez parte de sua trajetória durante todo o auge de uma carreira tão brilhante quanto eterna. Que a volta para casa de um herói como ele tenha o conforto e o amor que foi semeado com a sua arte. Wakanda forever, Chadwick também.

Crítica | Sob Pressão: Plantão Covid – Especial prova que é a Melhor Série Brasileira da Atualidade

Não é exagero dizer que ‘Sob Pressão’ é a melhor série brasileira da atualidade, considerando não só a tv aberta, mas também as plataformas de streaming. Baseada no livro homônimo de Márcio Maranhão, as três temporadas anteriores já vinham construindo uma atmosfera de desespero e resignação dentro do universo da saúde pública carioca, sendo que na última temporada o nível alcançado pela abordagem dos temas, das atuações e do engajamento do espectador foram tão altos, que elevou o índice da audiência do horário na tv Globo. Entretanto, a previsão esse ano era que a série desse uma pausa e saísse do Rio de Janeiro, mas aí veio a pandemia e, em uma acertada decisão, roteiristas, produção e elenco se uniram para um lindo especial de dois episódios em que, mais que nunca, a realidade foi retratada na telona e os profissionais da saúde mais uma vez foram enaltecidos com o respeito que merecem.

O roteiro de ‘Plantão Covid’ não perde tempo em explicar nem contextualizar o espectador – não é necessário, todos nós estamos vivendo essa inacreditável distopia nesse exato momento. E, assim como nós fomos jogados no meio dessa pandemia de repente, também na ficção o primeiro episódio começa já com a pandemia acontecendo, com os médicos já cansados, confusos, recebendo reforços de novos especialistas (David Júnior), aguardando a chegada dos respiradores e tentando entender como tratar o corona vírus.

Desse choque inicial, Dr. Evandro (Júlio Andrade) e Dra. Carolina (Marjorie Estiano) começam a missão tentando resgatar um paciente de um asilo, Sr. Augusto (Marcos Caruso, que deu um show de atuação!), que se recusa a ser internado; também uma jovem paciente se recusa a se tratar enquanto não conseguir falar com a mãe por telefone; somado a isso, os dramas pessoais dos médicos e enfermeiros acrescentam ainda mais tensão no cenário caótico e pandêmico, onde a máxima do Dr. Evandro, de que “ninguém morre no meu plantão”, desaparece.

O mais impressionante em ‘Sob Pressão’ é o alto grau de sincronia que a produção consegue com todos os aspectos que envolvem a realização desse programa. O elenco, como um todo, entregou atuações impecáveis, extremamente vivas e palpáveis, que imediatamente nos leva a ter a certeza de que dessa vez o Emmy Internacional vai vir! A condução de Marjorie Estiano na trama, com seu jeitinho meigo e cheio de fé, conseguindo sorrir e dar esperança mesmo nos momentos de maior desespero… nossa! Marjorie reina absoluta, culminando em uma última cena que arranca lágrimas e arrasa o coração de qualquer um.

Com direção artística de Andrucha Waddington, a equipe realizou um verdadeiro milagre para construir um hospital de campanha de verdade, tão realístico que, caramba, nem parece ficção! E é preciso dar os parabéns a Pedro Waddington também, diretor da série, cuja percepção de drama, suspense e empatia aproximaram o espectador ao caos ficcional. A colocação de câmera – ora junto ao paciente, ora junto ao médico – transportou nosso olhar para a angústia da cena que se desenrolava, deixando pouco espaço até mesmo para o próprio espectador conseguir respirar. O incrível plano-sequência de Marjorie Estiano saindo da tenda em busca dos aparelhos e, em seguida, voltando para dentro sem nenhum corte de cena foi desesperador – tanto quanto a entrada do paciente Augusto no hospital, com uma câmera de cima acompanhando toda a movimentação da equipe e, ao mesmo tempo, revelando o ambiente já lotado e desesperançoso do hospital de campanha.

Os fãs que já acompanham ‘Sob Pressão’ há três anos, já sabiam que o que estava por vir seria extremamente emocionante, mas, ainda assim, ninguém estava preparado para essa aula de humanidade e profissionalismo do que foi apresentado no especial ‘Plantão Covid’ – e os elogios vão para o engajamento da equipe tanto na ficção quanto na vida real. Mais que nunca, a série mostra o importante papel da arte em retratar a realidade e de trazer esperança às pessoas no momento em que elas mais precisam. Obra de arte!

‘Velozes e Furiosos 9’: Vin Diesel anuncia data de início das filmagens e de estreia

Finalmente a produção de ‘Velozes e Furiosos 9‘ vai deslanchar.

Em vídeo no Instagram, o astro Vin Diesel, acompanhado de Michelle Rodriguez, anunciou a data das filmagens do nono filme da franquia: Fevereiro de 2019.

A Universal Pictures adiou a estreia de abril de 2019 para abril de 2020, um ano de atraso. Com isso, ‘Velozes e Furiosos 10‘ pode ser adiado para 2022. Justin Lin dirige os dois últimos filmes da saga.

O primeiro país que receberá a produção para as cenas em locação será Londres, expandindo o rol de países já visitados pelas produções ao longo dos filmes.

Confira o vídeo:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Crew heads out to London next month for the next chapter… #FAST9

Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em

‘Velozes e Furiosos 9 e 10’ ganham data de estreia 

Assista nossa crítica com e sem spoiler:

‘Mulan’: Primeiro trailer deve ser lançado amanhã, diz site

Segundo o site British Board of Film Classification, o primeiro trailer do live-action Mulan pode chegar ainda neste final de semana.

As novas informações indicam que o vídeo terá 1 minuto e 32 segundos e deve ser transmitida durante a Copa do Mundo de Futebol Feminina amanhã, 07 de julho.

A direção fica a encargo de Niki Caro.

A chinesa Liu Yifei vive a protagonista. A atriz é conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país, tendo participado do longa O Reino Proibido, com Jackie Chan. 

O live-action deMulan’ deve se tornar um dos filmes mais caros da história. De acordo com informações do Pursue News, a Disney está disposta a investir mais de US$ 290 milhões na produção, algo equivalente ao que vimos em Vingadores: Guerra Infinita, que custou em torno de US$ 321,2 milhões.

Jet Li será o Imperador da China no filme. Gong Li foi escalada no papel da vilã da trama, que contará com uma grande mudança em relação à animação original. Gong Li interpretará uma poderosa bruxa, enquanto que no original o vilão era o líder dos Hunos, Shan Yu. Donnie Yen, de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, viverá um mentor/professor, chamado Comandante Tung. O personagem foi especificamente criado para essa nova versão e não existe na animação original. O ator Yoson An interpretará Chen Honghui, um confiante e ambicioso recruta que, nessa nova versão, será um importante aliado da protagonista e eventualmente se tornará seu interesse amoroso.

A confirmação do personagem marca mais uma mudança do live-action em relação à animação original, na qual o capitão do exército chinês, Li Shang, é o par romântico da heroína.

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas.

O longa fará uma releitura da lenda chinesa de Hua Mulan, guerreira que se disfarça de homem para substituir o debilitado pai nas forças armadas. A personagem já foi retratada numa animação de 1998.

A estreia está prevista para 26 de março de 2020.

 

Uma era chega ao fim no trailer da última temporada de ‘Homeland’

O canal Showtime divulgou o segundo trailer completo da 8ª (e última) temporada de ‘Homeland‘.

Confira:

A última temporada irá estrear no dia 9 de fevereiro de 2020.

A série foi criada por Alex GansaHoward Gordon.

Uma agente bipolar da CIA fica convencida de que um prisioneiro de guerra foicomprometido pela Al-Qaeda e planeja realizar um ataque terrorista em solo americano.

O elenco inclui Claire Danes, Maury Sterling, Linus Roache, Costa Ronin, Numan Acar, Nimrat Kaur e Mandy Patinkin.

‘Expresso do Amanhã’: Confira uma cena inédita do próximo episódio!

A série ‘Expresso do Amanhã’, que está sendo transmitida pela Netflix em território nacional, ganhou uma nova cena oficial de “Trouble Comes Sideways”, sexto episódio da 1ª temporada.

Confira, junto à promo:

O capítulo vai ao ar no dia 22 de junho.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Momento chave de ‘Vingadores: Ultimato’ foi TOTALMENTE improvisado

‘Vingadores: Ultimato’ estreou há mais de um ano e se tornou uma das maiores produções do cinema da década passada – mas não impede que detalhes sobre o filme venham sido revelados até os dias de hoje.

Um dos principais momentos do longa-metragem (talvez um dos pontos-chave da narrativa de conclusão da Saga do Infinito) se deu entre Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) durante a batalha final contra Thanos (Josh Brolin).

A sequência em questão ocorre quando Stephen Strange tenta impedir um enxame de guerreiros inimigos enquanto Tony Stark se dá como vencido, crente que irão perder a guerra mais uma vez. Entretanto, o feiticeiro olha para Stark e levanta o dedo indicador, relembrando-o de que os heróis saem vitoriosos em apenas um dos 14.000.605 futuros que Strange viu em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (o que eventualmente leva Homem de Ferro a se sacrificar para salvar os outros).

Segundo o diretor Scott Derrickson (‘Doutor Estranho’), Cumberbatch lhe revelou que esse ponto da cena foi completamente improvisado.

Confira:

Assista à nossa crítica do filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Sasquatch’: Documentário do Hulu sobre o Pé Grande ganha cartaz oficial; Confira!

Depois do trailer, o Hulu divulgou o cartaz oficial do documentário ‘Sasquatch‘, que apresenta uma investigação sobre assassinatos que podem ter sido cometidos pelo Pé Grande.

Confira:

A produção irá lançada no dia 20 de abril.

O documentário é dirigido por Joshua Rofé.

Ao decorrer de três episódios, a produção irá investigar o caso de um bizarro triplo homicídio que rumores indicam ter sido cometido por uma criatura mística.

Mark Duplass e Jay Duplass, criadores da antologia ‘Room 104‘, são os produtores executivos do projeto.

‘Rick e Morty’: Roteiros da 7ª temporada já estão finalizados!

Segundo o roteirista Cody Ziglar, os roteiros da 7ª temporada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’ já estão finalizados.

As boas-novas foram reveladas no último dia 06 de agosto, através do Twitter. Não se sabe quando as gravações do ciclo irão começar.

Confira:

Lembrando que o próximo capítulo, “Rickternal Friendshine of the Spotless Mort” (oitavo episódio da 5ª temporada) será exibido hoje, 08 de agosto.

Confira a cena de abertura:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

De St. Vincent a Adele e Luísa Sonza | Os 21 MELHORES Álbuns de 2021

2021 está chegando ao fim – o que significa que está na hora de fazermos as tão aguardadas retrospectivas.

Para começar, montamos uma breve lista com os 21 melhores álbuns do ano – e garantimos que não foi uma tarefa nem um pouco fácil. Entre incríveis obras brasileiras que nos tiraram o fôlego e produções internacionais que mereciam maior reconhecimento, nossas escolhas variam desde o suprassumo do MPB até o pop-noir e a eletrônica.

Confira abaixo nossa lista e conte para nós qual foi seu álbum favorito de 2021:

21. DOCE 22, Luísa Sonza

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

20. STAR-CROSSED, Kacey Musgraves

Depois de ter conquistado o tão cobiçado prêmio de Álbum do Ano pelo irretocável ‘Golden Hour’Kacey Musgraves retornou para o mundo da música sedenta por encantar os fãs com seus vocais angelicais e por narrativas relacionáveis e muito bem construídas. E foi então que nasceu Star-Crossed, sua quinta obra musical. Ainda mais pessoal que os discos anteriores, Musgraves misturou elementos como folkrockdance e música psicodélica para tratar de um tema muito delicado, o divórcio, criando um enredo inspirado na clássica tragédia shakespeariana ‘Romeu e Julieta’. Apresentando um novo lado de sua personalidade apaixonante, a cantora e compositora cumpriu com o prometido e conquistou seu lugar não apenas na nossa lista, mas em várias outras.

19. SOUR, Olivia Rodrigo

“Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.” – T.N.

18. BACK OF MY MIND, H.E.R.

É muito estranho pensar que H.E.R., depois de conquistar o mundo com suas músicas incríveis, nunca tenha lançado um álbum completo. Isso é, até agora: depois de nos encantar com sua belíssima voz e com necessários versos que conversam com os temas explorados na atualidade. Guiado por canções como “Slide”“Damage”“Come Through” e vários outros, Back of My Mind reflete o lado de uma artista que ainda tem muito a dizer. Como se não bastasse, o lirismo pungente da cantora e compositora é acompanhado por uma produção on point que conta com Tiara Thomas e Carl McCormick.

17. COR, ANAVITÓRIA

“Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – T.N.

16. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB, Lana Del Rey

“Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves“Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).” – T.N.

15. A TOUCH OF THE BEAT, Aly & AJ

“Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.” – T.N.

14. LOVE FOR SALE, Lady Gaga & Tony Bennett

“Sete anos mais tarde, os icônicos performers resolveram se juntar mais uma vez com um segundo álbum colaborativo, intitulado Love for Sale. Após as belíssimas homenagens feitas a nomes como George GershwinCole PorterJerome Kern e Irving Berlin, Gaga e Bennett resolveram continuar o projeto de apresentar a universalidade do jazz ao público mais jovem com um tributo especial a Porter, separando doze faixas (na versão deluxe, vale lembrar) pinceladas com uma química apaixonantes e com um sabor agridoce que acompanha a despedida de Tony do cenário fonográfico após ser diagnosticado em 2016 com Alzheimer. Por essa razão e por tudo o que o cantor e compositor representa para a história, não podemos deixar de nos emocionar track a track, ainda que a construção e a progressão sejam divertidas e dançantes.” – T.N.

13. HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

“O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R..” – T.N.

12. JUBILEE, Japanese Breakfast

“Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra – motivo pelo qual ocupa o quarto lugar da nossa lista.” – T.N.

11. ANCIENT DREAMS IN A MODERN LAND, MARINA

“De fato, quando pensamos que a performer sempre fez o que bem entendeu com a carreira, o compilado de originais se transforma em uma declamação antêmica de liberdade, em que ela se sente na obrigação de apoiar os marginalizados (“me queimou na fogueira, achou que eu era uma bruxa” talvez seja uma das constatações mais bem-vindas da iteração). Mas, quando o frenesi cansativo dessa austeridade é posto de lado, somos arrastados para pequenas joias musicais que tomam forma na balada “Highly Emotional People”, talvez uma ode à melancolia da amiga Lana Del Rey, talvez apenas um jeito elegante de dizer o que precisa.” – T.N.

10. HAPPIER THAN EVER, Billie Eilish

“Se há algo que fica claro com a chegada da nova obra é a homenagem que a performer faz a cada um dos artistas que a influenciaram desde as primeiras incursões artísticas com EPs que merecem mais reconhecimento do que tem. Inclinando-se inclusive para referências brasileiras, é notável como Billie não tem remorsos em fazer o que bem entender: em “Therefore I Am”, outro dos singles promocionais lançados em 2020, ela retoma o pop noir de “bad guy”, que a colocou no topo das paradas mundiais e lhe rendeu duas estatuetas do Grammy (Música do Ano e Canção do Ano), em uma narrativa que beira o metafísico sem perder a veia ácida (“não sou sua amiga ou qualquer coisa, droga; você acha que é o cara”). O mesmo teor trip-hop se estende para a deliciosa percussão de “Lost Cause”, outro dos vários ápices, que flerta com uma complexa sensualidade.” – T.N.

9. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, Te Amo Lá Fora merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

8. BLUE WEEKEND, Wolf Alice

“Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.” – T.N.

7. 30, Adele

“Já tendo passado dos trinta anos, a única direção em que a performer poderia seguir era o do amadurecimento – da mesma maneira que vimos acontecer com nomes como Lady GagaGwen Stefani e Taylor Swift. É claro que 30, desde seu inesperado lançamento, já fomentava inúmeras expectativas e um dos comebacks mais aguardados da década, algo que Adele definitivamente cumpriu com enorme êxito. Seu quarto álbum de estúdio, estendendo-se por doze faixas de puro êxtase criativo, é uma carta de amor para si mesma e a representação do profundo processo de cura em que se lançou após o divórcio (uma drástica mudança para qualquer um que enfrente algo similar). Novamente se apoiando no soul, no pop e no jazz, a cantora explorou territórios ainda inóspitos dentro de sua carreira, mas sem deixar sua identidade de lado – o que significa vocais esplêndidos, versos de tirar o fôlego e uma produção aplaudível do começo ao fim.” – T.N.

6. MONTERO, Lil Nas X

Depois de ter parado o mundo com a colaboração “Old Town Road”, que quebrou inúmeros recordes de vendas e passou 18 semanas no topo da Hot 100 da Billboard, o rapper Lil Nas X se lançou de cabeça em seu debut oficial na indústria fonográfica e entregou o impecável MONTERO. Indescupavelmente abraçando tudo o que representa para as minorias sociais, o musicista se aliou a nomes como Doja CatElton John Megan Thee Stallion para uma jornada de tirar o fôlego, assinada pelo pop rap e por um sarcasmo ácido aplaudível.

5. DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

“Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.” – T.N.

4. CALL ME IF YOU GET LOST, Tyler the Creator

Tyler the Creator é um dos artistas mais originais e aclamados da contemporaneidade – e seu retorno à música com CALL ME IF YOU GET LOST veio seguido de perto por uma expectativa gigantesca. Mas Tyler não nos decepcionou e entregou o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua exuberante discografia. O álbum, movido ao classicismo inigualável do hip hop, traz colaborações com Ty Dolla $ignLil WaynePharrell Williams, trazendo referências inesperadas da poética de Charles Baudelaire e fundindo gêneros como popjazzsoulreggae.

3. IF I CAN’T HAVE LOVE, I WANT POWER, Halsey

“Apesar do pouco material promocional divulgado – e isso não inclui qualquer single divulgado -, a artista chamou nossa atenção com a exibição da belíssima capa do CD, em que posava ao lado do filho recém-nascido em um cenário ressoante a ‘Game of Thrones’ e às pinturas renascentistas. Pouco depois, confirmou a produção de um filme que estrearia nos cinemas em IMAX, com a prévia de uma faixa que, até então, não havia visto a luz do dia. E nesta última sexta-feira, os fãs foram agraciados com o début do álbum, que conta com 13 faixas originais e que adota um tom assumidamente político e crítico em seu cerne, tratando de temas como feminismo, misoginia, disparidade de gênero e as mazelas do patriarcado tradicionalismo. Aliadas a um amadurecimento ideológico, as faixas são envolventes pela estrutura dissonante e pela ousadia fonográfica que se afasta dos preceitos mercadológicos e nos infunde com reflexões sobre a própria sociedade.” – T.N.

2. ÍNDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – T.N.

1. DADDY’S HOME, St. Vincent

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. “Down And Out Downtown” é uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”. Em “Laughing Man”, ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes (que é inclusive reconhecido em um dos versos). “Somebody Like Me”, como a própria performer já explicou, é um cândido e íntimo retrato sobre a mútua ilusão do amor, perpassando pelos vários estágios de um relacionamento e pela construção de uma compreensão recíproca e profunda.” – T.N.