Site Página 2405

Diretor afirma que novo ‘A Morte do Demônio’ será 100% TERROR: “Quero que machuque”

Em entrevista ao Konbini, o diretor Sébastien Vaniček (do vindouro ‘Vermines’) revelou seus planos para o novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, que está sendo desenvolvido pela Ghost House Pictures.

O cineasta afirmou que quer criar uma experiência real de terror, e parece que não poupará esforços para entregar um dos capítulos mais grotescos da saga.

“Eu falei para o estúdio que eu quero fazer um filme grotesco, que realmente machuque e marque os espectadores. Eu vou colocar todo o terror que eu tenho dentro de mim, e isso será catártico. Se eu não arruinar minha carreira e poder continuar comandando filmes de terror, eu vou seguir em frente e dirigir outros gêneros.”

Ele completa, “Se tudo der certo, nós vamos começar a filmar no final de 2024 e início de 2025, com a expectativa de uma estreia em torno do Halloween de 2025.”

O cineasta ainda mencionou que o produtor Sam Raimi e o estúdio lhe deram “100% de liberdade criativa”, e que ele tem a intenção de trazer uma “perspectiva francesa” à saga.

Além de dirigir, Vaniček também assinará o roteiro do longa.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo tratado como um spin-off da saga – e provavelmente deve apresentar uma história independente, como as duas últimas iterações.

Vale lembrar que ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘ arrecadou sólidos US$ 147 milhões mundialmente – o que representa a maior bilheteria da história da franquia. Além disso, o terror também conquistou os críticos, alcançando 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Anteriormente, Bruce Campbell, a estrela da franquia original e atual produtor da saga, havia compartilhado detalhes sobre os próximos filmes da saga: “Vamos lançá-los provavelmente a cada dois ou três anos agora, em vez de a cada 10 anos. Mas, ei, vimos com Star Wars – você não quer cansar as pessoas. Mantenha-as adivinhando! Nunca desgastamos nossa recepção com Evil Dead porque nunca as sufocamos.”

Crítica | A Morte do Demônio: A Ascensão – Com cenas de revirar o estômago, TERROR é uma viagem ao inferno

‘Acima de Qualquer Suspeita’ terá formato antológico; Saiba como será a 2ª temporada!

De acordo com o Deadline, a Apple TV+ confirmou que a série ‘Acima de Qualquer Suspeita‘ (Presumed Innocent) ganhará continuidade em formato antológico.

A segunda temporada será baseada em um livro completamente diferente: ‘Dissection of a Murder‘, escrito por Jo Murray.

O site afirma que o serviço de streaming está considerando fazer algo parecido com a aclamada ‘The White Lotus‘, com a possibilidade de trazer o retorno de determinados personagens da temporada anterior.

Na trama do próximo ciclo…

“Ambientada em 2026, a história segue a advogada Leila Reynolds, que acaba de receber seu primeiro caso de assassinato. Ela está muito fora de sua área de conforto, mas o réu só quer a ela – e para piorar as coisas, seu marido é o promotor. Logo, Leila estará lutando para manter seus próprios segredos enterrados também.”

O elenco ainda conta com Ruth Negga, Bill Camp, O-T Fagbenle, Chase Infiniti, Nana Mensah, Renate Reinsve, Peter Sarsgaard, Kingston Rumi Southwick e Elizabeth Marvel.

J.J. Abrams, de ‘Lost‘, e David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, estão adaptando o romance e vão atuar como produtores executivos, ao lado de Gyllenhaal.

‘A Hora do Mal’: Terror do diretor de ‘Noites Brutais’ abre com 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as reações!

Com 10 críticas publicadas até o momento, o terror ‘A Hora do Mal‘ (Weapons), próximo filme do aclamado cineasta Zach Cregger (‘Noites Brutais’), abriu com 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia as reviravoltas da narrativa e a evolução na direção de Cregger, considerando-o um dos melhores filmes do gênero neste ano.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘A Hora do Mal’ é chocante, satisfatório e certamente surpreenderá até os fãs de terror mais experientes.” (Dread Central)

“A ousadia de Zach Cregger faz este filme valer a pena. Ele é um cineasta em ascensão e extremamente promissor, mas pode deixar muitos espectadores tão frustrados e divididos quanto os personagens do seu filme.” (Next Best Picture)

“Um mistério constantemente surpreendente e assustador que mistura drama e sustos de uma forma que cria algo verdadeiramente especial.” (io9.com)

“‘A Hora do Mal’ é um avanço notável para Zach Cregger como cineasta. Parece que ele pegou o que funcionou em ‘Noites Brutais’ e aprimorou o que não deu certo.” (CG Magazine)

“Uma mistura maravilhosa de clima atmosférico e diversão macabra, ‘A Hora do Mal’ é um dos melhores filmes de terror do ano.” (Slashfilm)

“Apesar de ainda ser tão assustador e cativante quanto ‘Noites Brutais’, este filme consegue ser completamente diferente.” (The Mary Sue)

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 07 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrela a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Diretor explica por que ator do longa original ficou de FORA da sequência

Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor David Frankel explicou por que o ator Adrian Grenier, que interpretou o namorado da Andy (Anne Hathaway) no longa original, ficou de fora da sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘.

O cineasta revelou que até havia planejado uma participação especial do personagem, mas atrasos na produção inviabilizaram seu retorno. Segundo o diretor, a continuação foi finalizada em menos de um mês antes de sua estreia oficial.

“Eu tive uma ideia para que [o ator Adrian Grenier] fizesse uma participação especial na sequência, mas, no final das contas, nosso cronograma de filmagens já estava muito avançado para tornar este retorno possível. Eu provavelmente não deveria revelar [o que tinha em mente para ele], mas fiquei encantado por ele ter feito aquele comercial do Starbucks. Achei engraçado e modesto.”

Anteriormente, o ator havia expressado sua decepção em não ter sido chamado para a continuação: “Eu fiquei desapontado, mas, aparentemente, meu personagem era controverso, então talvez ele precise de seu próprio spin-off. Eu consigo entender o sentimento [dos espectadores], mas preciso defender meu personagem.”

Apesar de ter ficado de fora do novo filme, ele participou de um comercial do Starbucks brincando sobre sua ausência na continuação: “Vocês devem ter visto a notícia que eu não fui convidado para fazer parte de uma certa sequência, mas estou bem. É sério. Só energia positiva. Um brinde ao Nate! Ele fazia um sanduíche incrível e amava sua namorada… até certo ponto.”

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril.

 

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

’24-7′: Eva Longoria e Kerry Washington vão estrelar comédia

Eva Longoria e Kerry Washington contracenarão juntas na nova comédia que se passa no ambiente de trabalho, intitulada ‘24-7’.

O projeto é fruto de uma longa gestação, que começou com uma ideia concebida por Sara Rothschild. No entanto, com os detalhes da trama ainda em sigilo, pouco se sabe sobre o roteiro ou se o material de origem será aproveitado em sua totalidade ou parcialmente.

Ainda sem diretor, ‘24-7’ será produzido por ambas as atrizes.

‘Missão Impossível: Efeito Fallout’: Tom Cruise celebra o fim das filmagens; Confira as fotos!

As filmagens de ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘ se encerrarem recentemente e para celebrar o marco, o astro Tom Cruise publicou duas novas fotos em sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Thank you to the amazing cast, crew and people of Abu Dhabi. That’s a wrap. #MissionImpossibleFallout

Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em


 

Em ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.

O filme tem estreia agendada para 26 de julho de 2018.

‘Deixe A Neve Cair’: Kiernan Shipka, Isabela Moner e mais vão estrelar filme da Netflix

Mais um livro do autor John Green será adaptado para filme. Desta vez, a comédia romântica natalina ‘Deixe a Neve Cair‘ ganhará uma versão cinematográfica, sob a produção da Netflix. 

O projeto também está ganhando forma e parte de seu elenco de protagonistas já foi anunciado. A produção será estrelada por Kiernan Shipka, Shameik Moore, Isabela Moner, Jacob Batalon, Odeya RushMiles Robbins, Mitchell Hope, Liv Hewson, Anna Akana e Joan Cusack.

Luke Snellin (‘Wanderlust‘) é quem vai assumir a direção do projeto. Ele já estava acordado para conduzir o filme desde 2016, quando a adaptação ainda estava sob o domínio da Universal.

A primeira versão do roteiro foi assinada por Kay Cannon (trilogia ‘A Escolha Perfeita‘), mas foi revisado por Scott Neustadter e Michael Weber, a mesma dupla responsável pelas outras adaptações de John Green, ‘A Culpa é das Estrelas‘ e ‘Cidades de Papel.

Além de John Green, a obra ‘Deixe a Neve Cair‘ foi escrita por Lauren Myracle e Maureen Johnson.

Entrevista | ‘Dois Irmãos’ é uma épica aventura da Pixar sobre amor, família e luto; Assista!

A nova animação da Pixar, ‘Dois Irmãos‘, já está em exibição nos cinemas e a nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o diretor Dan Scanlon, responsável pela produção.

Durante o bate papo, ele conta tudo sobre o filme e sobre como a animação trata temas tão sérios, como luto, amor e família.

Confira:

A produção recebeu uma nota A- da audiência e conquistou os críticos, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso deve ajudar a animação a manter uma boa estabilidade nas próximas semanas.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ já está em exibição nos cinemas.

‘Wynonna Earp’: Série será cancelada após a 4ª temporada

Após ter estado à beira de um cancelamento ainda em 2019, a série ‘Wynonna Earp‘ conseguiu retomar o seu fôlego e foi renovada para a sua 4ª temporada.

No entanto, a emissora Syfy anunciou na última sexta-feira (05) que o atual ciclo também será o último da jornada da matadora de demônios de e outras criaturas noturnas.

Os seis episódios finais da série já possuem data de estreia e começam a ser exibidos a partir do dia 05 de março, com o capítulo de encerramento indo ao ar em 09 de abril.

Em um comunicado oficial, a showrunner/produtora executiva, Emily Andras, refletiu sobre o fim da série:

“Eu gostaria de agradecer ao nosso elenco e equipe maravilhosos, que foram fundamentais para trazer Wynonna Earp para nosso público fiel e apaixonado. Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no SYFY e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre. Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família, e junto com Seven24, a Cineflix e a CTV Sci-Fi, esperamos poder continuar a compartilhar seus contos inspiradores no futuro”.

Confira o trailer da 4ª temporada, que ainda reúne depoimentos dos fãs:

Banida, a descendente do xerife Wyatt Earp se junta ao imortal Doc Holliday para livrar o mundo dos espíritos demoníacos do Velho Oeste.

‘Monster – Desejo Assassino’: Vencedor do Oscar com Charlize Theron estreia na HBO Max

O aclamado vencedor do Oscar, ‘Monster – Desejo Assassino‘, estrelado por Charlize Theron, já está disponível na HBO Max. A produção teve sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, a infância de Aileen Wuornos foi marcada por abuso sexual e uso de drogas. Na adolescência, ela passou a se prostituir para sobreviver. Quando se mudou para a Flórida, ela conheceu Selby Wall, com que viveu um romance intenso. Certa noite, Aileen foi agredida por um cliente e acabou matando o indivíduo. Este crime deu início a uma série de mortes, fazendo com que ela ficasse conhecida como a primeira assassina em série dos Estados Unidos.

Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha 1984) assina a direção e o roteiro do longa.

Christina Ricci, Bruce Dern, Lee Tergesen e Annie Corley completam o elenco.

Lançado em 2003, ‘Monster: Desejo Assassino‘ foi aclamado pelos críticos (81% de aprovação no Rotten Tomatoes), rendendo um Oscar de Melhor Atriz para a Charlize Theron.

Relembre o trailer:

Lembrando que a história de Aileen Wuornos ganhará um novo filme, que funcionará como uma pré-sequência do aclamado ‘Monster: Desejo Assassino‘.

Intitulado ‘American Boogeywoman‘, o longa contará com Peyton List (‘Cobra Kai‘) no papel da assassina.

A trama será ambientada em 1976, e seguirá a vida de Wuornos enquanto era jovem. O filme focará na serial killer mais notória dos EUA no período em que ela se casou com Lewis Fell, um homem mais velho que era presidente de um clube de iate, causando caos com sua nova família e a alta sociedade da Flórida.

Lydia Hearst interpretará Jennifer Fell, filha do Lewis. A personagem é parte da alta sociedade e é a herdeira da fortuna do seu pai, até que ela se torna amiga da Aileen.

O longa foi escrito e dirigido por Daniel Farrands (‘Halloween 6: A Última Vingança’).

O elenco ainda conta com Tobin Bell (‘Jogos Mortais’), Nick Vallelonga (‘Green Book: O Guia’), Swen Temmel (‘Fração de Segundos’), Meadow Williams (‘Covil de Ladrões’) e Andrew Biernat (‘Shadow’s Edge’).

Atualmente, o filme se encontra no processo de pós-produção.

Netflix | A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata – Romance histórico com Lily James

À primeira vista o nome A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata (The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society) causa estranheza. O mistério do título, no entanto, é solucionado nos primeiros três minutos de filme, quando um grupo de amigos durante a Segunda Guerra Mundial é abordado por soldados alemães e ameaçados de prisão por desrespeitarem o toque de recolher.

Em um misto de imprevisto e desespero, o grupo inventa como álibi um clube de leitura e o nomeia com as primeiras palavras que lhes saltam à boca. Assim, dá-se um dos enredos mais aconchegantes dos últimos tempos em relação ao holocausto, apresentando a delicadeza e a sobrevivência das pequenas alegrias em meio ao sofrimento imposto pela invasão alemã à ilha de Guernsey, uma pequena nação entre Inglaterra e França, no Canal da Mancha.

Após nos localizar no tempo e espaço, o filme salta para o período do pós-guerra em 1946, na capital Londres, onde a jovem autora Juliet Ashton (Lily James) recebe os louros de seu mais recente sucesso literário junto com seu amigo e editor Sidney Stark (Matthew Goode). Incumbida de escrever um artigo sobre o prazer de ler para uma revista, Juliet começa a duvidar do seu talento como escritora.

Coincidentemente, ela recebe uma carta de Dawsey Adams (Michiel Huisman), um criador de porcos da pequena Guernsey, que solicita a cópia de um livro para o seu clube de leitura, após achar o endereço de Juliet em um livro comprado de segunda mão. Intrigada pelo pedido, ela envia o livro requerido, mas pede em troca que Dawsey lhe responda três perguntas.

A troca de correspondência entre ambos é a parte mais cativante do filme, pois a descrição de Dawsey sobre seus amigos e sua vida na ilha é simplesmente encantadora, contudo é um segmento muito curto. As palavras de Dawsey, por outro lado, nos acolhem e inspiram, assim como Juliet, que sente-se compelida a deixar seus compromissos e o namorado na capital para visitar o amistoso grupo de leitura na ilhazinha distante.

Além das reprovações de seu editor, a jovem escritora lida com o pedido de casamento do namorado norte-americano Mark Reynolds (Glen Powell), minutos antes do embarque. Como em todos os romances, este já é um aviso prévio que o relacionamento irá se desfazer ao longo da história.

Em Guernsey, Juliet é recebida pelos personagens descritos nas epístolas com entusiasmo para uma noite no clube do livro e experimentar a famosa (e horrível) torta de casca de batata. Além de Dawsey, entre eles estão o carteiro Eben (Tom Courtenay), a excêntrica fabricante de gin Isola (Katherine Parkinson) e a viúva discreta Amelia Maugery (Penelope Wilton). Entretanto, a precursora dessa união, a jovem idealista Elizabeth (Jessica Findlay Brown) não se encontra na ilha.

Faz-se, então, um mistério sobre o paradeiro da inspiradora do clube do livro. O possível romance nascido da troca de cartas entre Dawsey e Juliet, é deixado de lado e o roteiro se debruça a desvelar – pouco a pouco – os mistérios ao redor dos moradores da ilha e o desaparecimento de Elizabeth. Após ser proibida de contar a história do grupo, Juliet embarca na descoberta da localização da mãe da pequena Kit (Florence Keen).

Comandado por Mike Newell, responsável pelos romances Quatro Casamentos e um Funeral (1994) e Amores nos Tempo do Cólera (2007), o longa é uma viagem ao fim da década de 1940 por meio de uma direção de arte quase impecável. Ao nos contar cada detalhe dos famigerados acontecimentos da forma mais lírica possível, o roteiro nos poupa a angústia e preenche nossas sensações com a esperança de dias melhores.

Com essa temperança, personagens vívidos e paisagens de tirar o fôlego, A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é uma obra poética. Tanto para os espectadores quanto para a protagonista, que após descobrir o destino de Elizabeth e os segredos da ilha, sente-se agregada àquela família e distante de se tornar a esposa de um militar.

O pecado de A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é, infelizmente, o seu desenlace final. Com os belíssimos Lily James, recentemente encantadora em Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo (2018) e o indicado ao Oscar O Destino de Uma Nação (2017), e Michiel Huisman (da série Game of Thrones), os protagonistas não têm química em cena e não justificam a paixão criada no roteiro. Todos os encontros entre os dois são frios, longe de qualquer sentimento arrebatador.

Apesar de ser um romance, A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é melhor aproveitado como uma história de perseverança. Sobretudo, no que diz respeito às vidas solitárias em Guemsey e o descortinar de um mistério que mantém o público entretido durante as duas horas de espetáculo.

Vencedor do Oscar por ‘Up: Altas Aventuras’ retorna para compor a trilha de ‘Os Incríveis 2’

O vencedor do Oscar por ‘Up: Altas Aventuras’Michael Giacchino, retorna para compor a trilha sonora de ‘Os Incríveis 2‘. O compositor já havia trabalhado no primeiro filme. Em seu twitter, anunciou que está empolgado para começar os trabalhos na continuação.

Enquanto o primeiro trailer não sai, ‘Os Incríveis 2‘ ganhou sinopse e dois novos cartazes:

Em ‘Os Incríveis 2‘, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Roberto Pêra (Craig T. Nelson) já foi o maior herói do planeta, salvando vidas e combatendo o mal todos os dias sob o codinome Sr. Incrível. Porém, ele é aprisionado e a Mulher Elástico precisa salvar o mundo sem a sua ajuda.

Os Incríveis 2 tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

‘Uma Nova Chance’: Jennifer Lopez estampa cartaz nacional da comédia

A Diamond Films liberou o pôster nacional do filme Second Act que será estrelado pela atriz e cantora Jennifer Lopez, além disso, o filme irá se chamar Uma Nova Chance por aqui. Confira:

A comédia acompanha a história de Maya, uma empenhada funcionária de uma loja de departamentos que quer se reinventar e tenta uma chance no competitivo mundo corporativo de Madison Avenue.

Com direção de Peter Segal, o elenco é composto por Dan Bucatinsky, Freddie Stroma, Milo Ventimiglia e Vanessa Hudgens.

Uma Nova Chance chega nos cinemas nacionais com previsão de estreia para 29 de Novembro.

Crítica 2 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – Sam Raimi eleva o Estranho a outro nível em aventura fora da caixinha

Lançado em 2016, o filme de introdução do Doutor Estranho no MCU chegou aos cinemas cercado de expectativas. Não só pelo astro Benedict Cumberbatch, o favorito dos fãs para o papel do Mago Supremo, ter sido escalado para dar vida ao protagonista, mas também porque o projeto estava sendo vendido como o primeiro filme de terror da Marvel. E até que fazia sentido, já que contrataram Scott Derrickson para comandar toda a parte criativa do longa, e ele acumulava bastante experiência no ramo do horror.

Pois bem, o filme estreou, fez seu sucesso, o Doutor Estranho virou um dos personagens mais populares do MCU, mas… Cadê o tal filme de terror? Talvez por isso muitos fãs tenham ficado desapontados com a primeira aventura do Mago Supremo, por fazer o básico e não explorar tanto as estranhezas desse núcleo mágico e perigoso da Marvel nas telonas. Então, quando confirmaram Derrickson de novo para escrever e dirigir a sequência, um leve desânimo acometeu parte dos fãs por já esperar outra aventura dita de “terror” que jamais cruza a barreira do gênero.

Porém, quando o diretor abandonou o projeto alegando divergências criativas, a Marvel correu atrás de um nome que efetivamente mudaria de vez o nível de Doutor Estranho: o consagrado Sam Raimi.

Famoso por Evil Dead e pela trilogia Homem-Aranha (2002 – 2007), Raimi sabia transitar entre o terror e a aventura, além de ser um baita diretor. Com isso, a produção assumiu de vez que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura seria um filme de terror.

Com estreia marcada para esta quinta, mas com sessões disponíveis a partir de hoje (4), a continuação mostra a diferença que uma excelente direção traz a um projeto. Não que Scott Derrickson não seja bom diretor, mas é que ele não tem “peso” o bastante para bancar certas decisões ante os executivos da Disney. Já Sam Raimi… Bom, ele fala e os outros obedecem. E isso fez toda a diferença para que esse longa saísse de uma aventura genérica para um filme que se não é de terror, está bem próximo de ser.

Sim, o roteiro é bem simples e até um pouco confuso em certos pontos, mas a direção de Raimi traz uma roupagem maravilhosa para a história, que vai arrancar pelo menos um susto da plateia. Ao abraçar a estética do horror, o filme traz momentos nojentos, feios, assustadores e esquisitos. E sabe de uma coisa? Funciona perfeitamente.

Outro ponto fantástico é o desenvolvimento da dupla de protagonistas. Sim, o filme é do Doutor Estranho, mas a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) tem a mesma, quiçá até mais, relevância que o Strange. Dando prosseguimento ao que foi visto em WandaVision, ela assume um papel mais vilanesco em razão do Darkhold e acaba sendo o ponto central do longa, que não poupa a personagem de ações desprezíveis dignas de vilãs de terrores clássicos.

E é interessante reparar como a trama, mesmo que sendo o ponto mais fraco do filme, faça um contraponto excelente a toda a atmosfera suja e de urgência. Enquanto o Multiverso visualmente está acabando, a trama fala essencialmente sobre felicidade. Sim, a busca pela felicidade e suas consequências permeiam os Doutores Estranhos que aparecem, a Feiticeira Escarlate e até mesma a nova adição ao panteão de heróis Marvel, a jovem America Chavez (Xochitl Gomez) que funciona como um motorzinho do roteiro, apesar de não ter tanto destaque quanto Strange e Wanda.

Chavez, inclusive, é mais uma adição aos heróis molecotes que provavelmente vão se juntar num Jovens Vingadores daqui a uns anos. Seu poder de atravessar o Multiverso é visualmente muito interessante e eleva o nível de ameaças do MCU gritantemente.

Falando no Multiverso, as viagens pelas diferentes realidades são bem legais, mas fica aquele gostinho de quero mais. As passagens por essas realidades são muito breves e deixa aquela sensação de que poderiam ter explorado mais.

No entanto, ele revela as tão aguardadas participações especiais, que não interferem em praticamente nada na trama, mas garantem o sorriso dos fãs. Ah, se você for esperando maiores participações além das que a própria Marvel entregou no último TV Spot, vai se decepcionar bastante. Mas convenhamos, se você vai até o filme mais ansioso para participações especiais do que para o filme em si, tem alguma coisa de errada contigo. O longa se sustenta bem sem os cameos.

Por fim, vamos ao grande problema do filme: ele não termina. Mesmo falando de longas como Guerra Infinita (2018) e Ultimato (2019) que foram divididos em duas partes, suas histórias têm começo, meio e fim. Já Doutor Estranho no Multiverso da Loucura parece terminar no momento em que teria início a conclusão do arco do herói. Pois é, o final é literalmente um gancho para uma próxima aventura, o que pode frustrar alguns, principalmente porque a reta final do filme é um absurdo de empolgante e termina de forma muito abrupta.

Em outras palavras, é um ótimo filme, mas que poderia ser melhor, e que acabou ganhando muito com a adição de um diretor que não tem medo de ousar mais. Talvez o longa não agrade tanto aos fãs que nutriam expectativas de ver até o Chapolin Colorado aparecendo, mas é uma aventura assustadora com atributos o bastante para conquistar o público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreia em 5 de maio de 2022.

Crítica | Meu Porto Seguro – Drama avassalador da Netflix no estilo ‘A Culpa é das Estrelas’

Não é de hoje que os dramas e romances turcos andam tomando conta dos streamings brasileiros. Anteriormente com acesso limitado a apenas Youtube e sites alternativos, aos poucos as produções da Turquia vêm conquistando espaço nas principais plataformas de exibição sob demanda, como a Netflix – que anda apostando bastante no audiovisual turco e tem trazido importantes histórias aos assinantes brasileiros, como ‘Milagre na Cela 7’ e ‘O Violino do meu Pai’. Seguindo essa pegada dramática bastante emocionante, o mais novo representante dessa turma atende pelo nome ‘Meu Porto Seguro’, que vem fazendo bastante sucesso dentre os assinantes da Netflix desde sua estreia.

Melisa (Asli Enver) é mãe solo de Can (Mert Ege Ak) e os dois se dão muito bem, suficientes um para o outro. Ela trabalha em uma cafeteria, onde comumente leva o filho para ficar junto de si, uma vez que o menino não curte ir para a escola. Porém, sua melhor amiga Fatos (Ezgi Senler) a perturba, dizendo-lhe que deve se envolver amorosamente com algum homem para poder ser feliz e construir uma família para Can. Reticente, Melisa tenta dar uma chance à sua felicidade, e é justamente quando, sem querer, esbarra em Firat (Kaan Urgancioglu) em uma lanchonete, um rico CEO de aplicativo de bicicleta, e o rapaz implica com a demora de Can em contar moedas. Inimizade à primeira vista, rapidamente os dois vão perceber que seus destinos estão datados para se cruzarem, à revelia de suas vontades.

Escrito por Hakan Bonomo, a história de ‘Meu Porto Seguro’ é bastante agradável, na medida certa entre a ficção e a dose de fantasia que um conto-de-fadas pede para se resolver. Com um casal protagonista com aquela química meio ímãs que se atraem mas que ao mesmo tempo se odeiam, talvez a única coisa que destoe nesse núcleo seja a criança Can, construída para ser um menino super mimado e ciumento da própria mãe, um verdadeiro projeto de machistinha cujas ações são minimizadas pelo núcleo feminino. A frequência com que a criança birrenta literalmente dá um show de infantilidade para mostrar a todos os homens que a mãe é dele e não há lugar para outro homem em suas vidas dá uma cansada, afinal, como é possível permitirem que um menino se comporte assim constantemente em público? Há de se perguntar para o diretor Ketche, que permitiu essa extrapolação. Apesar dessa chatice, o rapazote tem lá seus momentos cômicos, com caras e bocas contrariadas.

Meu Porto Seguro’ tem todo o formatinho de drama romântico de Sessão da Tarde, sem tirar nem por: possui uma hora e meia de duração, uma historinha facilmente aceita pelo público de qualquer parte do mundo, um desenvolvimento bastante humano para os desafios e uma pitadinha de sonho, que faz o espectador sorrir pelo fato de a ficção ser melhor do que a realidade. Além disso, possui romance romântico intercalado por um drama avassalador estilo ‘A Culpa é das Estrelas’, o que conquista o público sensível. Essa é a fórmula do sucesso de ‘Meu Porto Seguro’ desde sua estreia: conquistar o espectador pela simplicidade, não pelo exagero.

‘Manto e Adaga’: Segunda temporada ganha novo teaser

A segunda temporada de ‘Manto e Adaga‘ ganhou mais um teaser promocional.

Confira:

O segundo ano da série estreará no dia 4 de abril, com um episódio duplo.

Criada por Joe Pokaski, a produção é baseada nos quadrinhos da Marvel.

A série apresenta os personagens Tyrone Johnson e Tandy Bowen, a dupla Manto e Adaga, enquanto eles descobrem seus poderes recém adquiridos, ao mesmo tempo em que se apaixonam um pelo outro. Manto é capaz de se teletransportar através da “dimensão da escuridão”, mas também pode deixar os inimigos presos em outro mundo. Adaga tem a capacidade de criar punhais de luz com sua mente. Seus punhais podem tanto drenar a vida de seus alvos quanto curá-los.

Olivia Holt e Aubrey Joseph estrelam.

 

‘American Horror Story: 1984’ ganha mais um pôster oficial; Confira!

American Horror Story: 1984‘ ganhou mais um cartaz oficial.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘007: Sem Tempo para Morrer’: Revelada duração oficial da sequência

Universal Pictures divulgou a duração oficial de 007: Sem Tempo para Morrer’, última aventura de Daniel Craig como James Bond nas telonas.

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia. O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

De acordo com o Box Office Pro, ‘007: Sem Tempo para Morrer’ deve arrecadar entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA.

Lembrando que os últimos filmes, ‘007: Operação Skyfall(2012) e007: Contra Spectre‘ (2015), foram dois dos mais aclamados da franquia e, juntos, arrecadaram quase US$ 2 bilhões pelo mundo.

Como ‘Skyfall abriu com US$ 88,3 milhões nos EUA, e ‘Spectre‘ com US$ 70 milhões, é de se esperar que ‘Sem Tempo para Morrer‘ fature um valor aproximado.

Outro fator que contribui para o sucesso financeiro, é que a sequência não terá grandes rivais, já que estreia três semanas depois de ‘Um Lugar Silencioso 2‘ e três semanas antes de ‘Viúva Negra‘.

Ao longo das próximas semanas, as previsões de abertura nas bilheterias mundiais também devem ser divulgadas.

Até o momento, o que pode prejudicar a arrecadação final é o cancelamento da estreia na China por conta do Coronavírus.

007 – Sem Tempo para Morrer’ estreia nos cinemas nacionais em 09 de abril.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Taylor Swift anuncia ‘Folklore’; 8º álbum de estúdio será lançado HOJE!

A popstar Taylor Swift fez um anúncio surpresa em suas redes sociais e confirmou que hoje, à meia-noite, lançará seu 8º álbum de estúdio, Folklore.

Com produção de Jack Antonoff, as dezesseis novas faixas foram co-escritas por Swift, Bon IverWilliam BoweryAaron Dessner.

Confira:

Swift também divulgou a tracklist oficial do CD.

Confira:

Vale lembrar que a artista se apresentaria no Brasil nos últimos dias 18 e 19 de julho, mas os shows foram cancelados em virtude do novo coronavírus.

Swift lançou seu sétimo álbum de estúdio no ano passado. ‘Lover’ tornou-se um sucesso de vendas e de crítica, e você confere a crítica aqui.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Patty Jenkins revela duração OFICIAL da sequência

Em entrevista ao Collider, a diretora Patty Jenkins revelou o duração oficial do vindouro Mulher-Maravilha 1984’: a sequência terá 2 horas e 31 minutos (151 minutos) de tempo de tela – o que é um pouco menor que o previamente confirmado (165 minutos).

A Warner Bros. anunciou que fará pré-estreias pagas no filme a partir de 16 de dezembro em várias redes de cinemas do Brasil. O longa terá circuito expandido no dia seguinte, dia 17 de dezembro.

Assista ao trailer:

Em um post em sua conta do Twitter, a diretora Patty Jenkins comentou a decisão da Warner Bros. em lançar a obra nas plataformas virtuais:

“A hora chegou. Em algum momento, você precisa escolher entre compartilhar todo o amor e alegria que você tem para dar acima de todas as outras coisas. Nós amamos nosso filme tanto quanto amamos vocês, então esperamos nosso filme traga um pouco de alegria e escape a todos neste período de Natal. Assista o filme NOS CINEMAS se for seguro (confira o excelente trabalho dos cinemas para sua segurança), ou ele estará disponível na segurança da sua casa na HBO Max [nas regiões em que cinema não for seguro]. Boas festas a vocês. Espero que vocês gostem do nosso filme tanto quanto gostamos de fazê-lo.”, afirmou a diretora.  

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

Elenco de ‘Passageiro Acidental’ tenta explicar a história do filme em apenas 30 segundos; Assista!

‘Passageiro Acidental’, novo sci-fi estrelado por Anna Kendrick (‘Um Pequeno Favor’) e Shamier Anderson (‘Winonna Earp’), estreia amanhã, 22 de abril, na Netflix e, antes do público conferir a produção, a plataforma de streaming divulgou um breve vídeo em que o elenco tenta explicar o filme em apenas 30 segundos.

Confira:

Assista ao trailer:

Joe Penna (‘Arctic’) é responsável pela direção.

Em uma missão com destino à Marte, um clandestino (Anderson) inesperado acidentalmente causa graves danos aos sistemas de suporte de vida da nave. Enfrentando recursos cada vez menores e um resultado potencialmente sombrio, uma pesquisadora médica (Kendrick) emerge como a única voz dissidente contra a lógica clínica de sua comandante (Collette) e do biólogo da nave (Kim).

O elenco também conta com Toni Collette (‘Hereditário’) e Daniel Dae Kim (‘Hellboy’).

 

‘Young Sheldon’: 5ª temporada ganha primeiro teaser oficial; Confira!

A 5ª temporada de Young Sheldon, série spin-off de The Big Bang Theory, ganhou seu primeiro teaser oficial.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 07 de outubro.

Confira:

A produção foi criada por Chuck LorreSteven Molaro.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Jim Parsons e Annie Potts.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

‘Heart Of Stone’: Jamie Dornan é escalado para o novo thriller de espionagem da Netflix

Segundo o DeadlineJamie Dornan (‘Once Upon a Time’, ‘Belfast’) foi escalado para ser um dos protagonistas do novo thriller de espionagem da NetflixHeart of Stone.

Dornan se junta à previamente confirmada Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha 1984’, ‘Morte no Nilo’).

A produção terá orçamento milionário e também traz Gadot como uma das produtoras, ao lado de Jaron Varsano, Bonnie Curtis e Julie Lynn, através da Pilot Wave Productions.

O longa está sendo desenvolvido aos moldes das franquias ‘007′ e ‘Missão Impossível‘.

Por enquanto, os detalhes da trama permanecem em segredo, mas o roteiro está sendo escrito por Greg Rucka, criador dos quadrinhos da saga ‘The Old Guard‘, que ganhou uma adaptação pela gigante do streaming.

Rucka vai contar com a parceria de Allison Schroeder, indicada ao Oscar por seu trabalho em ‘Estrelas Além do Tempo‘.

Tom Harper entra como diretor.

Para quem não o conhece, Harper já dirigiu alguns episódios de ‘Peaky Blinders’, ‘Misfits’, ‘Philip K Dick’s Electric Dreams‘, e os filmes ‘Os Aeronautas’ e ‘A Mulher de Preto: Anjo da Morte’.

Heart of Stone ainda não tem data de estreia confirmada.

‘La Casa de Papel: Coreia’: Série derivada já está disponível na Netflix!

La Casa de Papel: Coreia’, série derivada da famosa La Casa de Papel, já chegou à Netflix.

A produção foi lançada no último dia 24 de junho na plataforma de streaming.

A narrativa é ambientada em uma situação de crise de reféns na Península Coreana, envolvendo um gênio estrategista e pessoas com diferentes personalidades e habilidades.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

La Casa de Papel: Coreia’ foi dirigida por Kim Hong-sun e escrita por Ryu Yong-jae.

Yoo Ji-taePark Hae-sooJeon Jong-seoLee Won-jongPark Myung-hoon estrelam.

‘Entre Mulheres’: Drama com Claire Foy e Rooney Mara ganha cartaz NACIONAL; Confira!

A Universal Pictures divulgou o cartaz nacional do drama ‘Entre Mulheres‘ (Women Talking).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de março de 2023.

Confira, junto ao trailer:

Sarah Polley (‘Longe Dela’) é responsável pela direção.

Um grupo de mulheres em uma colônia religiosa isolada luta para conciliar sua fé com uma série de agressões sexuais cometidas pelos homens da colônia.

O elenco conta com Rooney Mara, Claire Foy, Jessie Buckley, Judith Ivey, Ben Whishaw e Frances McDormand.

Crítica em Vídeo | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e emotivo encerramento da trilogia de James Gunn

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ traz um clima de despedida, já que é o encerramento da trilogia iniciada por James Gunn em 2014.

Felizmente, já tivemos a oportunidade de conferir o longa-metragem e, agora, o nosso redator Thiago Nolla traz para vocês a crítica em vídeo da produção.

Assista:

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas no dia 04 de maio.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Loki’: 2ª temporada estreia no Disney+!

A segunda temporada de ‘Loki‘, estrelada por Tom Hiddleston, finalmente estreou no catálogo do Disney+!

O novo ciclo foi lançado hoje, 05 de outubro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, a temporada abriu com uma aprovação de 82% e uma nota média de 7.2/10.

Confira algumas avaliações:

“Há tanto para gostar aqui que você quase esquece que é uma série da Marvel.” – RogerEbert.com

“Por mais monótono que o resto da temporada possa ser, o grande problema é Jonathan Majors, que retorna como mais uma variante de Kang.” – Rolling Stone

“Às vezes você sente que precisa de um diploma de física teórica para entender tudo. O trabalho de caráter forte compensa parte disso, assim como um senso de humor consciente.” – USA Today

“É o melhor série do Disney+ da Marvel Studios desde… ‘Loki’.” – Washington Post

“É tudo um pouco cansativo.” – London Evening Standard

“Personagens com questões convincentes, alto drama existencial, comédia peculiar e ação arrebatadora são combinados melhor do que em qualquer outro programa do Disney+ até hoje.” – TheWrap

A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.

Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

 

Crítica | Beyoncé celebra as raízes do country e do gospel com o espetacular ‘Act II: Cowboy Carter’

“Toda música é negra”, disse Lady Gaga em entrevista à Billboard em setembro de 2020, poucos meses depois de ter lançado seu elogiado sexto álbum de estúdio, ‘Chromatica’. É notável como a indústria do entretenimento, seja ela no âmbito cinematográfico ou fonográfico, é pautado em uma supremacia branca que renega as origens de cada forma artística – cujos traços, eventualmente, nos levam de volta às primeiras pulsões de criatividade dos povos africanos e, por consequência, ao legado que as comunidades negras deixaram e continuam a deixar. E, dentre esses nomes, Beyoncé é uma das performers que utiliza sua merecida plataforma no escopo mainstream como baluarte para resgatar o que outrora foi perdido e o que precisa ser reclamado por aqueles que vieram antes.

Em 2022, nossa adorada Queen B causou um estrondo gigantesco ao lançar o melhor álbum do ano (e um dos maiores do século, diga-se de passagem), intitulado ‘Act I: Renaissance – primeira parte de uma ambiciosa trilogia que revolucionaria sua própria imagem dentro da indústria. Não demorou muito até que lhe fosse atribuído o resgate da música house e do disco como forma de empoderamento do povo afro-americano, considerando as origens de ambos os estilos, imbuindo a construção do compilado com frenéticas misturas de R&B, pop, electro-house, hi-NRG, afro-house, tropical-house, reggae e diversos outros estilos que transformaram a obra em uma experiência sinestésica e incomparável. Dois anos e uma ovacionada turnê depois, Beyoncé estava pronta para virar a página no segundo capítulo dessa saga multimidiática – e assim nasce Act II: Cowboy Carter.

Esse grandioso épico, que conta com nada menos que 27 faixas, já vinha sendo trabalhado há muitos anos, desde quando a cantora e compositora sofria uma retaliação inexplicável ao se apresentar no Country Music Awards com a faixa “Daddy Lessons”, ao lado da banda The Chicks. À época, inúmeros artistas gritavam que ela não pertencia à premiação e nem mesmo ao gênero – uma constatação que, como bem sabemos, veio acompanhada de um teor racista e injustificável, considerando as raízes do country. E é claro que Beyoncé faria o que sabe fazer de melhor – provar a todos que estavam enganados. Pouco depois, ela fez história (mais uma vez) com o lançamento dos dois primeiros singles promocionais do álbum, “Texas Hold ‘Em” e “16 Carriages”, facilmente duas das melhores canções de 2024, dando apenas um gostinho do que vinha nos preparando.

Buscando inspirações nas raízes da família, a artista mergulhou de cabeça em um esquadrinhamento irretocável do country, do R&B, do gospel e até mesmo do trap em Cowboy Carter. O compilado abre com a espetacular faixa “Ameriican Requiem”, cujo título faz alusão à litúrgica declaração de re-empoderamento que deseja promover; através de um coro arrepiante e saudosista, ela navega por uma conceitualização do problema identitário ao nos presentear com versos como “eles costumavam dizer que eu falava muito country; então a rejeição veio, disseram que eu não era country o bastante”. Cada trecho dos quase cinco minutos e meio da faixa é pensado sob uma ótima específica, trazendo a dissonância da guitarra elétrica ao impacto da bateria e à sutileza do piano em uma vibrante e urgente jornada.

Durante essa aventura sonora, são vários os ápices que encontramos: obviamente, um dos aspectos que mais nos chama a atenção é o cover à la bluegrass de “Jolene”, clássica canção de Dolly Parton (que participa do álbum e que havia comentado que adoraria que Bey regravasse seu atemporal hit), colocando uma personalidade irrefreável e deixando-se levar por uma naturalidade vocal de tirar o fôlego e de arrepiar até mesmo os mais céticos. “Bodyguard” é uma perfeita rendição country-pop com infusões de um soft-rock que nos transporta a um western contemporâneo e recheado de teatralidades que ninguém além de Beyoncé poderia nos entregar com tamanha perfeição e comprometimento com o que a letra pede – uma mistura de sensualidade e camp arrepiantes. “Ya Ya”, seguindo uma menção à Linda Martell, é uma amálgama dançante de country-pop, country-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra.

Como é de praxe àqueles familiarizados com a discografia da performer, o álbum dá espaço para ótimas e emocionantes baladas que ajudam a diminuir o ritmo à medida que cultivam terreno para entregas confessionais e declamatórias. Temos, por exemplo, o aguardado dueto entre Bey e Miley Cyrus na espetacular “II Most Wanted”, uma memorialística e narcótica track pincelada com as melódicas notas do violão e do banjo – em uma acústica desenhada com majestade por duas das maiores vozes da atualidade; “Protector” emerge como uma espécie de cantiga folk cuja multiplicidade de vozes é certeira e que premedita o ciclo da vida em que a cantora sabe que seus filhos estão crescendo (“eu sei que, algum dia, você vai brilhar por conta própria”); e, finalizando com chave de ouro, a performer ata os laços abertos da faixa de abertura com a evocativa e epifânica “Amen”, denotando sua fé inabalável em um cântico gospel aplaudível e inebriante.

Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro.

Nota por faixa:

1. Ameriican Requiem – 5/5
2. Blackbiird – 5/5
3. 16 Carriages -5/5
4. Protector – 4,5/5
5. My Rose – 5/5
6. Smoke Hour ★ Willie Nelson – 5/5
7. Texas Hold ‘Em – 5/5
8. Bodyguard – 5/5
9. Dolly P – 5/5
10. Jolene – 5/5
11. Daughter – 5/5
12. Spaghettii – 4,5/5
13. Alliigator Tears – 4/5
14. Smoke Hour II – 5/5
15. Just For Fun – 5/5
16. II Most Wanted – 5/5
17. Levii’s Jeans – 5/5
18. Flamenco – 5/5
19. The Linda Martell Show – 5/5
20. Ya Ya – 5/5
21. Oh Louisiana – 4,5/5
22. Desert Eagle – 5/5
23. Riiverdance – 5/5
24. II Hands II Heaven – 5/5
25. Tyrant – 5/5
26. Sweet ★ Honey ★ Buckiin’ – 5/5
27. Amen – 5/5

‘The Old Guard 2’ passará por REFILMAGENS em breve, aponta site

Após o estrondoso sucesso de ‘The Old Guard’ em 2020 na Netflix, os fãs aguardam ansiosamente pela sequência.

Agora, segundo uma nova atualização do grupo UBCP/ACTRA (via What’s on Netflix), o novo filme passará por refilmagens em outubro, durante um período de duas semanas. Mais detalhes não foram revelados.

Há alguns meses, Charlize Theron, que lidera o elenco como Andy, a imortal guerreira, confirmou que o novo filme chegará em breve às plataformas, apesar de um atraso na produção.

Segundo a Variety, Theron revelou que a mudança na liderança da Netflix impactou o cronograma original: “a Netflix passou por uma grande mudança de gestão e ficamos meio que presos nessa situação. Nossa pós-produção foi interrompida cerca de cinco semanas após o início”.

Greves de atores e roteiristas também contribuíram para o atraso. No entanto, a atriz garante que o filme não correu risco de ser cancelado: “o projeto é realmente muito bom. É um filme muito importante para nós. Eu só queria fazer se pudéssemos torná-lo incrível. Eu realmente amo esse filme”.

Para quem não está familiarizado, a trama, baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández, segue um grupo de seres imortais cuja existência é revelada quando um dos membros é misteriosamente capturado.

É importante ressaltar que o elenco original retorna, incluindo Matthias Schoenaerts (Booker), Charlize Theron (Andy), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Além disso, a sequência apresenta novos talentos, como Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).

Victoria Mahoney (‘Yelling to the Sky’) assume a direção da sequência.

Enquanto aguardamos por mais novidades, confira a nossa crítica do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Os 10 Melhores Videoclipes da Carreira de Lady Gaga

Lady Gaga é um dos titãs do pop contemporâneo e revolucionou o cenário musical quando surgiu em 2008 – chegando a influenciar até mesmo veteranas da indústria. Um Oscar, 14 Grammys e centenas de prêmios mais tarde, Gaga firmou-se na esfera fonográfica com força descomunal e permanece mais ativa do que nunca, dominando o entretenimento com uma perspectiva artística impecável.

Ao longo de seus dezessete anos de carreira, a performer também entregou videoclipes sensacionais, dirigidos por realizadores com tendências cinemáticas de tirar o fôlego – como não lembrar, por exemplo, da irreverência estética de “Applause” e de sua encarnação de Maria Madalena no blasfemo “Judas”?

Pensando nisso – e celebrando o sucesso de seu mais recente single“Abracadabra”, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores videoclipes da carreira de Gaga.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. “TELEPHONE”

Direção: Jonas Åkerlund

Talvez a maior parceria feminina dos anos 2000, Gaga uniu forças com Beyoncé em uma escapada criminal que ganhou o título de “Telephone”. A sequência de “Paparazzi” é recheada de referências cinematográficas, incluindo ‘Kill Bill’ e ‘Thelma & Louise’, e traz as duas lendárias artistas em uma batalha pela liberdade.

9. “JUDAS”

Direção: Lady Gaga e Laurieann Gibson

Gaga fez sua estreia diretorial com “Judas”, uma de suas músicas e construções visuais mais polêmicas. Rechaçada pela Igreja Católica, toda a arquitetura funciona como uma releitura contemporânea da Bíblia e da história de Jesus, Judas Iscariotes e Maria Madalena, trazendo os personagens para uma missionária aventura com apóstolos motoqueiros e inclinações para diversas mitologias – incluindo a greco-romana e a egípcia.

8. “PAPARAZZI”

Direção: Jonas Åkerlund

Åkerlund trabalhou pela primeira vez com Gaga na monstruosa produção de “Paparazzi”. Na narrativa, que também traz a presença de ninguém menos que Alexander Skarsgård como o vilão da história, a artista dá vida a uma estrela decadente que é seguida por fotógrafos em qualquer lugar e, além disso, é quase assassinada por seu namorado. Jurando vingança, ela se lança numa jornada de sobrevivência inspirada por clássicos filmes e ensaios artísticos – e ressignificações da própria indústria midiática.

7. “APPLAUSE”

Direção: Inez and Vinoodh

“Applause” faz parte da subestimada e irreverente obra ‘ARTPOP’, que foi duramente criticada à época de seu lançamento e redescoberta como uma incrível e ousada mudança para o cenário mainstream. O cinemático clipe é uma homenagem a Andy Warhol e ao movimento pop-art, misturando as tendências dos anos 1950 aos clássicos expressionistas ‘O Gabinete do Dr. Caligari’ e ‘Nosferatu’.

6. “YOÜ AND I”

Direção: Laurieann Gibson

Rodado em Springfield, Nebraska, “Yoü and I” é uma belíssima incursão country-pop que traz os vários alter-egos de Gaga, incluindo Jo Calderone e Yüyi. O principal conceito dessa produção de alto calibre é a jornada da artista em busca de seu amado – um cientista maluco que é interpretado por Taylor Kinney.

5. “ABRACADABRA”

Direção: Lady Gaga, Parris Goebel & Bethany Vargas

Para a mais recente canção de Gaga, a titânica musicista se aliou a Parris Goebel e a Bethany Vargas para uma impecável gema audiovisual intitulada “Abracadabra”. Além de levar a artista de volta para suas conhecidas eras dark – em especial ‘The Fame Monster’‘Born This Way’ -, o videoclipe oficial do single funciona como uma clássica batalha entre o bem o mal em que cada frame é arquitetado com uma poderosa coreografia e uma fotografia artística de tirar o fôlego, apostando fichas em remodelações que até mesmo nos lembram de pinturas.

4. “911”

Direção: Tarsem Singh

Nada poderia nos preparar para o que Lady Gaga havia em estoque no mundo de ‘Chromatica’. Para a terceira música promocional do álbum, “911”, Gaga abraça a arte surrealista ao lado de Tarsem Singh, valendo-se de elementos clássicos do cinema, incluindo os longas-metragens ‘A Cor da Romã’ e ‘8 1/2’. A artista acorda em um deserto, rodeada de romãs, e então segue um cavaleiro misterioso até um vilarejo onde as coisas mais estranhas acontecem. A onírica narrativa termina em uma reviravolta gigantesca, que se tornou um dos assuntos mais comentados do ano e que chocou fãs ao redor do mundo.

3. “ALEJANDRO”

Direção: Steven Klein

O aclamado fotógrafo Steven Klein ficou responsável pelo clipe de “Alejandro”, que representa o amor de Gaga pela comunidade LGBTQ+ e a traz numa inflexão à la Bob Fosse com diversos soldados dançarinos em um cabaret. Assim que o vídeo foi lançado, a performer foi alvo de polêmicas por seu retrato blasfemo da mitologia católica e por suas inclinações para o BDSM.

2. “MARRY THE NIGHT”

Direção: Lady Gaga

Gaga ficou responsável por uma das maiores obras-primas visuais do século, o nostálgico e perturbador “Marry the Night”. O electro-rock-pop conta a história da própria cantora em busca de sua fama e de sua glória, filmado em Nova York e criando um universo psicodélico que é ambientado em uma clínica mental, um estúdio de dança, seu próprio apartamento em Nova York e um estacionamento abandonado.

1. “BAD ROMANCE”

Direção: Francis Lawrence

Surreal, alegórico e bastante teatral, o videoclipe de “Bad Romance” é considerado por vários especialistas e críticos musicais como o melhor do século XXI. Aqui, temos a mitologia do nascimento dos little monsters (alcunha dada à fanbase da cantora) e da própria mother monster; ela é capturada por um grupo de supermodelos que a drogam e a vendem para a máfia russa – e, eventualmente, Gaga ateia fogo em um deles.

‘Ballard’, série derivada de ‘Bosch’, chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Ballard‘, série derivada de ‘Bosch‘, já está disponível no catálogo do Prime Video.

Os dez episódios que compõe a primeira temporada foram lançados na íntegra hoje, 9 de julho, na plataforma de streaming.

A trama acompanha a Detetive Renée Ballard (Maggie Q), que tem a missão de comandar a divisão de casos arquivados do Departamento de Polícia de Los Angeles – uma unidade com pouco investimento, formada apenas por voluntários e com o maior número de casos da cidade. Ballard aborda os arquivos com empatia e determinação. Quando ela descobre uma conspiração maior durante as investigações, ela contará com a ajuda de seu aliado aposentado, Harry Bosch, para navegar pelos perigos que ameaçam sua unidade e sua vida.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Carroll LynchCourtney Taylor também fazem parte do elenco.

Lynch dá vida a Thomas Laffont, um policial aposentado que volta à ativa para ajudar Ballard a supervisionar o departamento. Taylor, por sua vez, interpreta Samira Parker (um dos membros da equipe de Ballard).

Jet Wilkinson entra como produtor executivo da série derivada, ao lado de Connelly, Trish HofmannMichael AlaimoKendall Sherwood.

Anne Hathaway vive uma popstar mergulhada no CAOS no trailer do drama musical ‘Mother Mary’; Confira!

Mother Mary, o novo musical da A24 estrelado por Anne Hathaway e Michael Coel, acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial.

O projeto é uma parceria entre a A24 e as produtoras Homebird Productions e Gugenschein Filmproduktion.

Descrito como um melodrama pop épico, o longa acompanha a história de uma estrela da música (Hathaway) e seu relacionamento complexo com uma icônica estilista (Coel).

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por A24 (@a24)

Ainda sem previsão de estreia, ‘Mother Mary‘ terá canções originais escritas por Jack Antonoff e Charli XCX.

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs integram o elenco.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) assume a direção e o roteiro do projeto.

‘Ally’: Ayo Edebiri, Bradley Cooper e MAIS irão estrelar a primeira animação do diretor de ‘Parasita’

NEON revelou o elenco de voz completo de Ally, primeiro longa-metragem animado do cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, mundialmente aclamado porParasita (via Deadline).

O projeto marca o reencontro estratégico entre o diretor e a empresa que impulsionou a trajetória histórica do longa até o Oscar.

Os atores que integram o projeto são Alex Jayne Go (‘Buscando…’), Ayo Edebiri (‘O Urso’), Bradley Cooper (‘Maestro’), Dave Bautista (‘Duna: Parte II’), Finn Wolfhard (‘Stranger Things’), Rachel House (‘Um Filme Minecraft’) e Werner Herzog (‘Nosferatu’).

O projeto está em desenvolvimento desde 2019 e tem lançamento global previsto para 2027. Além de assumir a direção, Joon-ho coescreveu o roteiro ao lado de Jason Yu.

Descrito como uma “aventura familiar que mistura humor e emoção”, o filme transporta o espectador para as regiões inexploradas do Oceano Pacífico Sul.

A trama acompanha uma curiosa e encantadora filhote de peixe-lula que nutre o sonho improvável de ver o sol e se tornar a estrela de um documentário sobre a vida selvagem. No entanto, o equilíbrio de seu habitat é ameaçado quando uma aeronave misteriosa afunda nas profundezas.

Segundo a sinopse oficial da produção, o longa é: “Inspirado em criaturas marinhas reais extraordinárias [e] explora temas de amizade e coragem, à medida que encontros entre humanos e criaturas das profundezas transformam ambos os mundos”.

A distribuição de Ally representa a sexta colaboração entre Bong Joon-ho e o CEO da Neon, Tom Quinn. Este é o primeiro projeto conjunto da dupla em sete anos, desde que o cineasta fez história ao conquistar o Oscar de Melhor Filme com uma produção de língua não-inglesa.