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Netflix divulga novo clipe promocional do documentário ‘Harry & Meghan’; Confira!

Para promover o lançamento da série documental ‘Harry & Meghan‘, a Netflix divulgou um novo clipe da produção, levando o público ao casamento da dupla.

Lembrando que o primeiro volume já está disponível na plataforma de streaming.

Confira, com o trailer:

Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.

Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.

Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.

Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.

Úrsula oferece um acordo perigoso a Ariel no novo teaser oficial de ‘A Pequena Sereia’; Confira!

O remake em live-action de A Pequena Sereia se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, um novo teaser oficial foi divulgado.

No vídeo, Úrsula (Melissa McCarthy) oferece um acordo perigoso a Ariel (Halle Bailey): transformá-la em humana por três dias – o tempo que ela tem para dar o beijo de amor verdadeiro no príncipe por quem se apaixonou. Caso ela não consiga, Ariel voltará a ser sereia e pertencerá à Bruxa do Mar para toda a eternidade.

Confira:

Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).

“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.

Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

A Pequena Sereia foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

A Pequena Sereia é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

A Pequena Sereia é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

A Pequena Sereia chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

A Pequena Sereia apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’, sequência de ‘A Menina Que Matou os Paise ‘O Menino Que Matou Meus Pais, que retrataram o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.

O aguardado longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta sexta-feira, 27 de outubro.

Relembre o trailer:

Nas redes sociais, os fãs de Carla Diaz, que reprisa seu papel como Suzane von Richthofen, já estão ansiosos para revê-la no papel e estão rendendo elogios à sua performance.

Confira as reações:

Confira e compare uma nova imagem oficial, que traz a protagonista no enterro dos pais:

“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”,  postou o ator Leo Bittencourt.

Confira mais fotos:

Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto Cristian Cravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.

Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.

Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.

Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.

E aí, você já assistiu aos filmes?

‘Trolls 3 – Juntos Novamente’ já está disponível no Prime Video!

A animação ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘, que se tornou um sucesso de bilheteria ao redor do mundo, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming nesta próxima hoje, 19 de abril.

Vale lembrar que a Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como o filme foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.

Assista à matéria e à nossa entrevista:

Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.

Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.

Crítica | Cansativo e sem identidade, ‘143’ é um dos álbuns mais decepcionantes de Katy Perry

Houve um tempo em que Katy Perry era sinônimo do mais puro sucesso. Se pensarmos em eras como ‘One of the Boys’, ‘Teenage Dream’ e ‘Prism’, Perry possuía um tato inigualável para construir músicas pop que viralizaram mundo afora e a reiteravam como uma das grandes estrelas da música contemporânea – ora, não é surpresa que ela tenha sido a única artista além de Michael Jackson a ter conquistado o Spotlight Award. Em ‘Witness’, Katy resolveu se arriscar e começou a desfrutar de um inexplicável boicote – ainda mais considerando que o álbum é sólido o suficiente para encantar os ouvintes -, mantendo-se em um limbo criativo que estendeu-se para o bizarro Smile.

Agora, Perry retorna ao cenário fonográfico quatro anos depois de sua última investida com o antecipado 143. O título, fazendo referência à frase “I love you” e ao “número angelical” da artista, foi promovido com um total de três singles, a infusão EDM de “Woman’s World”, a pulsão house noventista de “Lifetimes” e o inexplicável trap-R&B de “I’m His, He’s Mine”, colaborando com a rapper Doechii. E, com o lançamento do compilado de originais, é notável que Perry permanece desesperada para se manter relevante no escopo show business através de breves 33 minutos que explodem em um vórtice de construções genéricas e imediatamente esquecíveis.

Com as duas primeiras faixas promocionais, Katy revelou estar par a par com sua conhecida estética despojada e, apesar das críticas negativas, entregou exatamente o que esperávamos de uma performer como ela: incursões pautadas em uma arquitetura mainstream, movidas por batidas bem demarcadas e comprometidas com uma identidade indesculpável e escapista – tal qual ela já nos mostrara com álbuns mais antigos. E, com infortúnio frustrante, a cantora e compositora já havia nos apresentado o melhor antes mesmo do lançamento do álbum, resolvendo se unir com um time grandioso de produtores para uma jornada formulaica e sem qualquer originalidade, atirando para todos os lados a fim de recuperar as glórias de um tempo que não mais voltará.

Para além dos singles supracitados, Katy colaborou com nomes com 21 Savage, Kim Petras e JID em prol de manter-se atenta aos nomes que dominam o cenário atual da música. De um lado, “Gimme Gimme” nos apresenta a um trap-pop deslocado da ideia do álbum, emergindo como uma track solta e pensada de última hora; “Gorgeous” busca elementos do PC Music e do pop industrial que eternizaram a carreira de Petras, puxando elementos de ‘Slut Pop’ em uma ininteligível mixórdia de pouco mais de três minutos cujo ápice é destinado à artista convidada do que à principal; e “Artificial”, apesar do promissor início, é infundido com uma atmosfera electro-deep que, de maneira estranha, tenta emular as progressões de ‘Teenage Dream’ e culmina em um fracasso retumbante que, de novo, deixa o melhor para JID.

Apesar dos múltiplos e constantes deslizes, é notável como o disco possui pontuais ápices que nos chamam a atenção: “Crush”, a quinta faixa do álbum, é uma imersiva construção de electro-pop e dance-pop que traz o melhor da carreira de Perry aos holofotes, apostando fichas em uma dançante e sensual construção sonora (cortesia do trabalho em conjunto de Dr. Luke, Ryan Ogren e Kalani Thompson) que entrega exatamente o que queremos em um atemporal refrão e versos prontos para as pistas de dança; “Nirvana”, por sua vez, deixa espaço para que a artista se divirta com entregas vocais sólidas, pegando páginas emprestadas do trabalho de Arnthor Birgisson e Rami Yacoub (nomes por trás da ótima “Double Trouble”) e rendendo-se a uma conjunção enervante e sinestésica do electro-deep e do techno para discorrer sobre um amor tão forte que é capaz de levá-la a um estado espiritual de plenitude completa.

É notável como os melhores momentos do disco ganham os ouvintes quando não se levam a sério: apesar da fraca recepção dos singles, como mencionado nos parágrafos acima, não há qualquer elemento dentro dessas canções que mostre que Perry deseje “reinventar a roda” ou apresentar um elemento novo à música pop – e sim trazer passado e presente em um mesmo lugar. Algo similar acontece nos supracitados ápices do álbum – mas, quando Katy resolve dar um passo maior do que a perna, tudo desanda e culmina em uma desastrosa tentativa conceitual que não combina com sua estética performática e nem mesmo com os nomes envolvidos na construção do disco (ainda mais levando em consideração que Dr. Luke e Max Martin, por exemplo, sempre estiveram atados a produções puramente mercadológicas).

143 carregava consigo todos os ingredientes certos para se sagrar um dos melhores álbuns de Katy Perry – mas, desde as polêmicas envolvendo a gestação da obra, passando por duvidosas escolhas artísticas e estacionando em um compilado nada coeso de impulsividades cruas, o resultado é, sem mais delongas, frustrante e decepcionante.

Nota por faixa:

1. Woman’s World – 3,5/5
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage) – 1/5
3. Gorgeous (feat. Kim Petras) – 0,5/5
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii) – 1/5
5. Crush – 5/5
6. Lifetimes – 4/5
7. All the Love – 3,5/5
8. Nirvana – 4/5
9. Artificial (feat. JID) – 1/5
10. Truth – 1,5/5
11. Wonder – 0,5/5

10 ÓTIMAS comédias românticas pouco conhecidas que estão nos Streamings

Quem não gosta de uma boa comédia romântica? Aqueles filmes que fazem um bem ao coração e se tornam um passatempo gostoso. Pensando nisso, resolvemos deixar abaixo uma lista com ótimas dicas de 10 ótimas comédias românticas não badaladas que estão nos Streamings:

 

Pagando Bem, Que Mal Tem? (Prime Video)

Chegou no ano de 2008 nos cinemas essa hilária comédia, dirigida por Kevin Smith, que nos mostra os conflitos de dois amigos de longa data, Zack e Miri, quando, a partir do desespero de dívidas e mais dívidas, resolvem produzir um filme para adultos.

 

Celeste e Jesse para sempre (MAX)

Na trama, conhecemos a relação de divórcio esquisita entre ex-pombinhos Celeste e Jesse que estão se separando mas vão juntos a todos os lugares, fora as brincadeirinhas infantis típico de muitos relacionamentos. Celeste é uma mulher bonita, inteligente que é analista de tendência e possui uma empresa de marketing. Já Jessie é um designer que não gosta muito de trabalhar  e adora ficar em casa, abrindo salgadinhos embalados e chorando vendo os ‘Vt’s’ das olimpíadas de Pequim. Com o passar do tempo e com novas pessoas circulando na vida social da dupla, perguntas e muitos conflitos vão começando a se formar. Ao subestimar a relação de anos em que vivia Celeste aos poucos percebe que cometeu um erro e tenta consertá-lo a todo instante. Entre um encontro e outro o espectador fica com um leque aberto de opções para chegar até o desfecho.

 

Divórcio

Na trama, acompanhamos Noeli e Júlio, um casal que viveu muito tempo na dificuldade mas sempre com muito amor, que acaba ficando rico quando o molho de tomate criado por ela se torna um sucesso nacional. Os anos se passam e a vida já não é a mesma e assim resolvem se divorciar, só que vários conflitos vão acontecer.

 

Juliet, Nua e Crua (MAX)

Na trama, conhecemos a pacata Annie (Rose Byrne), que trabalha com exposições em uma pequena cidadezinha inglesa. Annie está presa em uma relacionamento morno com o complicado Duncan (Chris O’Dowd). A vida dos dois é envolvida por conta do verdadeiro vício de Duncan, a idolatria a um cantor chamado Tucker Crowe (Ethan Hawke) que fez muito sucesso anos atrás mas que do nada sumiu do mapa. Certo dia, após querer implicar com Duncan por conta de um fórum ministrado por Duncan na web, o verdadeiro Tucker Crowe entra em contato com Annie e assim começa-se uma jornada surpreendente rumo ao desconhecido, para todos os envolvidos.

 

Sentimental (Star Plus)

Na trama, conhecemos o casal Ana (Griselda Siciliani) e Julio (Javier Cámara) que moram faz anos no mesmo apartamento. A primeira é uma mulher cheia de desilusões no casamento que vive em uma rotina maçante sem grandes prazeres. O segundo é um introspectivo professor de música, frustrado por não conseguir seguir na carreira de músico. Certo dia, Ana resolve chamar os novos vizinhos para uma noite de confraternização, mesmo sabendo que Julio não queria vê-los muito por conta de problemas em outras noites onde os novos vizinhos faziam muitos barulhos. Assim, chega ao apartamento a psicóloga Laura (Belén Cuesta) e o bombeiro Salva (Alberto San Juan), e nessa reunião muitas coisas serão ditas e refletidas.

 

Quem vai ficar com Mário? (Prime Video)

Na trama, conhecemos Mário (Daniel Rocha) um jovem que mora no Rio de Janeiro e tem o sonho de ser autor, largou a faculdade de administração, mentindo durante muito tempo para sua família. Certo dia, perto de uma data festiva da famosa empresa cervejeira da família, ele resolve viajar até a cidadezinha onde nasceu, no interior do sul do país, na serra gaúcha, e contar para seu pai, seu irmão Vicente (Rômulo Arantes Neto) e toda sua família que mora faz quatro anos com um diretor de teatro chamado Fernando (Felipe Abib). Só que seu irmão com uma notícia surpreendente acaba fazendo com que Mário tenha que recalcular seu objetivo.

 

As primeiras férias não se esquece jamais! (Prime Video)

Na trama, conhecemos Ben (Jonathan Cohen) um empresário, hipocondríaco muito ligado à família que possui inúmeras manias. Também conhecemos a desbravadora de novas aventuras Marion (Camille Chamoux), uma desenhista de história em quadrinho que mora com dois amigos em um apartamento em Paris. Esses dois até então estranhos acabam se conhecendo no aplicativo Tinder e logo marcam de se encontrar. Após uma noite muito divertida e especial, logo a primeira deles, combinam de viajarem para um lugar inusitado: a Bulgária! Assim, partem rumo a esse país que pouco conhecem e muitas situações tragicômicas irão passar juntos.

 

Sem Filhos (Netflix)

Na trama, conhecemos Fidel (Alfonso Dosal), um homem na casa dos trinta e poucos anos, divorciado que tem uma chamativa loja de instrumentos musicais no centro de uma cidade mexicana. Ele tem uma filha, Ari (Francesca Mercadante), por quem tem um imenso carinho. Certo dia, reaparece na sua vida uma conhecida de outros tempos, a fotógrafa Marina (Regina Blandón) por quem logo se apaixona. A questão é que Marina não gosta de crianças, assim Fidel precisará inventar uma história mirabolante para não perdê-la.

 

Palm Springs (Star Plus)

Na trama, conhecemos Nyles (Andy Samberg) um convidado distante de uma festa de casamento em um lugar isolado que após entrar em uma caverna misteriosa, durante o casamento, acaba acordando no mesmo dia do casamento infinitamente. O filme começa já com ele desiludido e meio que desistindo de tentar algo pra mudar isso, mas tudo muda quando num desses cenários repetitivos ele acaba puxando Sarah (Cristin Milioti), a irmã da noiva, para o mesmo loop.

 

Acertando o Passo (Telecine)

Na trama, acompanhamos Sandra (Imelda Staunton), uma respeitada mulher da alta sociedade britânica que parece ter a vida perfeita. Só que uma questão logo a abala: três décadas e meia casada descobre a traição do marido, um ex-chefe de polícia, com uma amiga próxima. Sem saber direito o que fazer da vida, resolve ir morar com a animada irmã Bif (Celia Imrie), com quem não falava fazia tempos, em uma outra parte da cidade.

 

 

Crítica | Polícia Federal: A Lei é para Todos – Cinema político, fervoroso e imparcial

Tropa de Elite dos novos Tempos

Não bastasse a verdadeira panela de pressão que se encontra o cenário político brasileiro, o que reflete no cenário social, onde amigos de longa data desfazem relacionamentos devido a ideologias políticas (espelho de uma sociedade mal preparada psicologicamente para lidar com as diferenças), este ano tivemos filmes que prometeram enfatizar esta discordância. Primeiro, Real: O Plano por Trás da História, lançado em maio, e agora este Polícia Federal: A Lei é para Todos.

Tais obras, para muitos já nascem mortas, simplesmente pelo fato de teoricamente apresentar discussões ou salientar (dependendo do seu ponto de vista) certos pensamentos ideológicos, instantaneamente combatidos por todos que pensam diferente. É óbvio, desde que o mundo é mundo, que a aceitação só vem através de seus pares. A luta é pela homogeneização, desde que prevaleça o “meu” pensamento, ou o que pode servir a mim e aos meus. Isso é ser humano. Por mais altruístas que pensemos estar sendo, existirá sempre um interesse próprio escondido em algum canto da equação, não importa seu partido político, opção sexual ou vertente religiosa.

Por isso, duvide e muito de toda crítica especializada quando o assunto for uma obra deste nível, por si só incendiária em seu cerne, assim como ocorreu com Real, Aquarius (2016) e qualquer outro filme que sofreu algum tipo de boicote devido a sua temática pseudopartidária. A avaliação cinematográfica precisa vir de um lugar neutro, onde apenas os itens que constituem uma produção entrem em jogo.

As semelhanças entre este Polícia Federal e Real terminam nas acusações e boicotes, já que pouco do contido em seus roteiros e sua forma se assemelha. Enquanto Real apresentava os bastidores do plano econômico que salvou o Brasil da falência – muito mais na verve de algo criado por Aaron Sorkin, devido ao falatório afiado por trás dos panos – Polícia Federal é um relato didático e semi documental que por vezes esquece de ser um filme.

O roteiro escrito por Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros transcreve os escândalos recentes envolvendo figurões do alto escalão brasileiro, sejam políticos ou empresários, na maior operação policial contra a corrupção que o país já viu. De fato, o texto não esquece de brincar (seria engraçado se não fosse deprimente) sobre o quão entranhada está a veia corrupta em nosso DNA – desde a colonização.  Como dito, a história acompanha um grupo de policiais federais, encabeçados por Ivan (Antonio Calloni), que seguindo uma pista sobre tráfico de drogas, chegam até crimes políticos muito mais escabrosos, levando até o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vivido no longa de forma imponente pelo grande Ary Fontoura – que só dá as caras no terceiro ato do longa, porém, dono de uma presença marcante.

Quem acompanha as investigações da Lava Jato, nome dado à operação policial, perceberá encenadas algumas das situações que conhece bem, repercutidas incansavelmente através dos noticiários. Essa verossimilhança televisiva é justamente o calcanhar de Aquiles de Polícia Federal, que poderia utilizar de certa romantização (ou utilizar mais) na hora de confeccionar situações ou personagens, dando a eles ares mais cinematográficos. É o que ocorre com Real, e esta é mais uma diferença entre os longas. O Gustavo Franco de Emílio Orciollo Netto transcende sua contraparte real, se tornando um personagem memorável, permitindo que o público embarque em sua psique, mesmo não concordando com o falho protagonista. Em Polícia Federal, a opção é por um ensemble, onde não há protagonistas definidos e a trama em si, e os fatos são o mais importante.

Apesar dos diálogos em sua maioria apenas cumprirem tabela, movendo a trama adiante sem prejudicar, mas igualmente não imprimindo-os em nossa mente, existem alguns momentos memoráveis no longa, que talvez sirvam para justificar sua imparcialidade. Durante um almoço de família, o policial Julio Cesar (Bruce Gomlevsky) precisa explicar para o pai que não existe perseguição partidária. No entanto, o melhor momento do longa, que joga uma luz sobre uma situação que talvez nunca mude, é a cena o bar com Antonio Calloni, quando o líder da operação se questiona sobre seu resultado.

Apesar da montagem eficiente e todos os elementos que compõem uma boa produção cinematográfica estarem no lugar, existe sim uma sensação de que algo está faltando para diferenciar o filme de um telefilme, ou um episódio de estreia de uma série de TV (tirando uma boa cena de ação) – que inclusive já consigo ver adaptado para as telinhas. A direção é de Marcelo Antunez, mais acostumado com comédias, vide Qualquer Gato Vira-Lata 2 (2015), Até que a Sorte nos Separe 3 (2015) e o bem duvidoso Um Suburbano Sortudo (2016). Este é o pulo do gato em sua carreira, seu trabalho mais arriscado e satisfatório.

Em tempo, na ausência da terceira parte de Tropa de Elite, que provavelmente jamais virá, Polícia Federal: A Lei é para Todos e Real: O Plano por Trás da História combinados podem suprir um pouco esta necessidade, de um cinema impactante, fervoroso e vendável.

Festival ECRÃ | 2ª Edição ocorre em julho no RJ e traz filmes premiados

Segunda edição do Festival Ecrã traz ao Rio filmes premiados e destaques de mostras internacionais com entrada gratuita.

Quando se pensa em cinema experimental, logo vem à mente filmes desconexos, contemplativos e não narrativos. O Festival Ecrã foi criado em 2017 com a proposta de questionar essa natureza e escolher filmes, narrativos ou não, que experimentam em forma e linguagem sem que necessariamente estejam sobre os rótulos de cinema “experimental” e “vídeo arte”.

Para sua segunda edição, o Ecrã escolheu filmes premiados e selecionados em grandes festivais nacionais e internacionais, além de filmes inéditos e de diretores consagrados, como os casos de Equinócio de Primavera e Equinócio de Outono, do cineasta James Benning, ainda inéditos no Brasil, e Landscape, mais novo curta-metragem do expoente do cinema de invenção Luiz Rosemberg Filho, que apresentará o filme durante o festival. Inédito no Brasil, Mundo Sem Fim (Sem Incidentes Reportados), do realizador Jem Cohen, fará parte do Festival Ecrã. Assim como o curta-metragem O Espírito da Noite, de  Manfredo Manfredini, que, volta ao cinema após vinte anos.

Da última edição do Festival de Berlim, o Ecrã exibirá O Raro Evento, da aclamada dupla de cineastas experimentais Ben Rivers e Ben Russel. Também fazem parte da programação a polêmica experiência de O Cavaleiro das Ruínas, de Pierre-Luc Vaillancourt; o vencedor das últimas edições do Indie Lisboa e do Olhar de Cinema, El Mar La Mar, de J.P Sniadecki e Joshua Bonnetta; e os curtas-metragens: Catálogo e Catálogo Volume 6, da consagrada videoartista Dana Berman Duff. O destaque do BAFICI deste ano, 1048 Luas, dirigido pela francesa Charlotte Serrand também faz parte da seleção.

Do animador e designer de filmes de animação da Pixar e Dreamworks, Luis Grane exibirá seu curta Pachinko, selecionado para diversos festivais pelo mundo. Outro curta premiado é Um Quarto, filme de Hong Kong dirigido por Chong Ming, que passou por mais de cinquenta festivais pelo mundo. O diretor Peter Azen virá ao Rio para apresentar seu longa-metragem Cacaya, exibido recentemente no Festival de Montreal. O longa dividirá a sessão com o curta-metragem Solon, da diretora mineira Clarissa Campolina.

A Irlanda é um dos grandes destaques do evento, com três filmes: da Experimental Film Society, o Ecrã exibirá os filmes Ilhas Fantasmas de Rouzbeh Rashidi e Por Dentro da dupla Vicky Lagan e Maximilian Le Cain, além do neo-noir Reino Animal de Dean Kanavagh.

O Festival Ecrã também traz para o Rio destaques de festivais nacionais: Imo de Bruna Schelb Corrêa, exibido na última Mostra de Tiradentes; Sleep Has Her House, do inglês Scott Barley, premiado como melhor filme no Festival Fronteira em 2017; Buraco Negro, de Helena Lessa e Petrus de Bairros, e Não Me Fale Sobre Recomeços, de Arthur Tuoto, destaques da Mostra do Filme Livre.

Montadora de relevantes longas brasileiros,, Karen Akerman exibirá Confidente, curta-metragem co-dirigido com Miguel Seabra. O mestre argentino Raul Perrone também estará no Festival Ecrã com Cump4rsit4, um filme de guerra e também sobre o cinema dos anos 20 e 30. O documentarista Eduardo Makoszay exibirá Rochas em Formas de Vento, indicado ao grande prêmio do Jihlava International Documentary Festival.

O evento ainda promoverá o debate da Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine sobre as bordas que separam o realismo e o formalismo do cinema dito “experimental” e o “convencional”, com os críticos Camila Vieira e Filipe Furtado, mediado pelo curador Pedro Tavares. O saguão da Cinemateca também receberá filmes exibidos de forma inusitada, completando a programação.

O Festival Ecrã acontece entre os dias 17 e 22 de julho na Cinemateca do MAM no Rio de Janeiro, com entrada gratuita, e tem apoio da Universidade Estácio de Sá, Defei.to, Ribas – Foto e Vídeo e Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine. A realização é da 5D Magic e da Cinemateca do MAM.

Confira a lista completa de filmes do 2º Festival Ecrã:

  • LONGAS-METRAGENS SELECIONADOS

1048 LUAS (1048 Lunes, França, 2017) Direção: Charlotte Serrand. 60 min.

BURACO NEGRO (idem, Brasil, 2018) Direção: Helena Lessa e Petrus de Bairros. 70 min.

CACAYA (idem, EUA, 2017) Direção: Peter Azen. 79 min.

CUMP4RSIT4 (idem, Argentina, 2017) Direção: Raul Perrone. 77 min.

EL MAR LA MAR (idem, EUA, 2017) Direção: J.P Sniadecki e Joshua Bonnetta. 94 min.

EQUINÓCIO DE OUTONO (Fall Equinox, EUA, 2016) Direção: James Benning. 63 min.

EQUINÓCIO DE PRIMAVERA (Spring Equinox, EUA, 2016) Direção: James Benning. 64 min.

ILHAS FANTASMAS (Phantom Islands, Irlanda, 2018) Direção: Rouzbeh Rashidi. 86 min.

IMO (idem, Brasil, 2018) Direção: Bruna Schelb Corrêa. 67 min..

MUNDO SEM FIM (SEM INCIDENTES REPORTADOS) (World Without End (No Incidents Reported, EUA, 2016) Direção: Jem Cohen. 60 min.

NÃO ME FALE SOBRE RECOMEÇOS (idem, Brasil, 2016) Direção: Arthur Tuoto. 70 min.

POR DENTRO (Inside, Irlanda, 2017) Direção: Vicky Lagan e Maximilian Le Cain. 70 min.

REINO ANIMAL (Animal Kingdom, Irlanda, 2017) Direção: Dean Kavanagh. 120 min.

SLEEP HAS HER HOUSE (idem, Reino Unido, 2017) Direção: Scott Barley. 90 min.

  • MÉDIAS-METRAGENS SELECIONADOS

O CAVALEIRO DAS RUÍNAS (Ruins Rider, Canadá/Montenegro, 2017) Direção: Pierre-Luc Vaillaincourt. 49 min.

O RARO EVENTO (The Rare Event, Suíça/França/Reino Unido, 2018) Direção: Ben Rivers e Ben Russel. 48 min.

ROCHAS EM FORMA DE VENTO (Rocas en forma de viento, México/Argentina/Islândia, 2017) Direção: Eduardo Makoszay. 44 min.

  • CURTAS-METRAGENS SELECIONADOS

Catálogo (Catalogue, EUA, 2014). Direção: Dana Berman Duff. 7 min.

Catálogo Vol. 6 (Catalogue Vol. 6, EUA, 2016) Direção Dana Berman Duff. 11min.

Confidente (idem, Brasil, 2016) Direção: Karen Akerman e Miguel Seabra. 12 min.

O Dilema do Porco Espinho (Il Dilemma dell’istrice, Itália, 2016) Direção: Emanuele Dainot e Alessandro G. Capuzzi 8 min.

Ecstasy (idem, China, 2015) Direção: Di Hu. 12 min.

O Espírito da Noite (Lo Spiritto de la Notte, Itália, 2018) Direção: Manfredo Manfredi 12 min.

Esses Dias de Claridade (idem, Brasil, 2018) Direção: Gabriel Papaléo. 9 min.

Fluxorama (idem, Brasil, 2018) Direção: Wilson Oliveira Jr. e José Guindane. 9 min.

Hic (idem, Brasil, 2017) Direção: Alexander dos Santos Buck. 15 min.

Landscape (idem,Brasil,2017) Direção: Luiz Rosemberg Filho. 16min.

Mvi (idem, Brasil, 2018) Direção: Coletivo Olhares. 20 min.

Pachinko (idem, Estados Unidos/Japão, 2017) Direção: Luis Grane 4 min.

Pensamento Intenso (Wishful Thinking, Canadá, 2017) Direção: Allan Brown. 13 min

Um Quarto (A Room, Hong Kong, 2016) Direção: Chong Ming 22 min.

Rock das Galinhas (idem, Brasil, 2017) Direção: Marco Antônio Pereira. 2min.

Seaworld (idem, Reino Unido, 2015) Direção: Hing Tsang. 19 min.

Solo (Soil, Turquia, 2017) Direção: Alican Durbas 18 min.

Solon (idem, Brasil, 2016) Direção: Clarissa Campolina. 16 min.

A Sombra do seu Sorriso (The Shadow of Your Smile, Rússia, 2014) Direção: Alexei Dmitriev 3 min.

Vortex  (idem, Portugal, 2017) Direção: Alexandre Alagôa 9 min.

XCTRY (idem, EUA, 2018) Direção: Bill Brown 6min.

 

Serviço:

2º Festival Ecrã

De 17 a 22 de julho de 2018

Cinemateca do MAM – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Praia do Flamengo, Rio de Janeiro – RJ

www.festivalecra.com.br

www.facebook.com/festivalecra

www.instagram.com/festivalecra

Entrada gratuita.

Programação em breve.

Contato: [email protected]

 

Conheça as Cenas que Arruinaram a Saga Star Wars para os Fãs! Você Concorda?

Definitivamente a maior franquia da história do cinema e uma das mais queridas dos fãs no mundo todo, a saga ‘Star Wars’ tem no currículo onze superproduções lançadas nos cinemas, cinco seriados com atores reais lançadas diretamente na plataforma de streaming da Disney+ (que se interconectam com o mundo do cinema) e muitas animações, que igualmente servem como base canônica para os aficionados.

Uma franquia tão lucrativa assim, é claro que continuará por muitos anos presenteando os fãs com novos exemplares seja nas telonas ou nas telinhas, com novas aventuras, novos personagens e muitas surpresas. Para os próximos anos temos inclusive alguns projetos já anunciados, como ‘Star Wars: Dawn of the Jedi’, a ser dirigido por James Mangold (‘Logan’ e ‘Indiana Jones 5’), que contará o surgimento da Força, se passando 25 mil anos antes do Episódio IV.

Teremos também ‘Star Wars: New Jedi Order’, que continuará a controversa e mais recente trilogia, e trará a carismática Daisy Ridley novamente como a intrépida Rey, anunciado para 2027. Um ano antes, o galhofeiro Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’ e ‘Thor: Amor e Trovão’) é quem irá dirigir um projeto de Star Wars ainda sem título ou sinopse. E Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’) também é anunciada como diretora de ‘Star Wars: Rogue Squadron’, sobre pilotos do esquadrão de caças da Aliança Rebelde.

Star Wars’ é maravilhoso e todos nós amamos a franquia. Mas todos nós sabemos também que alguns episódios estão bem longe de serem perfeitos. E mesmo os melhores episódios podem possuir aquele momento “cringe”, que não nos desce redondo. Pensando nessa brincadeira com uma de nossas franquias preferidas de todos os tempos, resolvemos com a ajuda de nossos colegas do canal Watchmojo, trazer para você dez cenas que arruinaram Star Wars para os fãs. É claro que não arruinaram de verdade, é só modo de dizer. Confira e deixe as suas nos comentários.

10) Padmé perde a vontade de viver

Por muito tempo a trilogia prequel foi considerada a pior coisa envolvendo ‘Star Wars’ a ser lançada nos cinemas. Isso até a estreia da igualmente divisora nova trilogia. Seja como for, falando da prequel, ‘A Vingança dos Sith’, o terceiro filme de 2005, é considerado unanimemente o melhor dela – e um dos melhores de toda a franquia (bem, ao menos é o que muitos fãs daquela geração tentam empurrar). Mas um momento específico é muito cringe no filme (talvez mais de um, aguarde). Aqui estamos falando da morte de Padmé, a personagem de Natalie Portman. Depois de dar à luz aos gêmeos (Luke e Leia), ela morre. De que, você pergunta? O robô médico diz que ela estava perfeita fisicamente… mas apenas perdeu a vontade de viver!?

09) Rose salva Finn

A mais recente trilogia começou muito bem, com personagens novos interessantes, e uma trama intrigante que nos levava diretamente ao universo de Star Wars que tanto amamos. Mas bastou o segundo episódio desta trilogia estrear, com ‘Os Últimos Jedi’, para vermos uma comoção como nunca antes, até mesmo quando falamos da trilogia prequel. Foi o poder da internet.

E um dos momentos mais insatisfatórios do filme citado, é quando Rose (Kelly Marie Tran) impede o sacrifício de seu amado Finn (John Boyega). Ok, isso em qualquer outra circunstância seria considerado um ato romântico admirável, e inclusive termina com um beijo entre os dois. Porém, Finn iria se sacrificar para salvar centenas de vidas dos rebeldes, e ao impedir o ato, Rose praticamente condenou todos eles. Sorte que Luke Skywalker estava na área.

08) Jar Jar concede autoridade a Palpatine

George Lucas com certeza não aceitou na boa a negatividade em torno de sua querida trilogia prequel. No quesito, uma das coisas mais odiadas foi a criação de Jar Jar Binks, certamente o personagem mais detestado da franquia. Em ‘A Ameaça Fantasma’ (1999) seu propósito era unicamente o alívio cômico (que não deu muito certo). Mas no episódio seguinte, ‘O Ataque dos Clones’ (2002), Lucas, como uma criança birrenta, irritou mais ainda os fãs ao colocá-lo como membro do senado, que fornece autoridade emergencial para que Palpatine possa criar o exército de clones. Isso que é tiro pela culatra. Ou seja, Jar Jar foi o responsável pela criação do Imperador e do Império. É mole?

07) Rey… Skywalker

E se ‘Os Últimos Jedi’ foi considerado muito divisor, mas ainda possuindo fãs que o defendam, ‘A Ascensão Skywalker’ jogou tudo a perder com sua conclusão nada corajosa, e que resolveu apostar no seguro, tentando agradar todos ao mesmo tempo, sem conseguir agradar ninguém. A Rey, de Daisy Ridley, foi uma ótima personagem, mas não ficou sem suas polêmicas. Uma das maiores foi ao final do Episódio IX, quando enterra os sabres de luz de Luke e Leia, e vê uma senhora perguntar seu nome. Ao ver os espíritos dos irmãos citados, Rey não pensa duas vezes e responde que seu nome é Rey Skywalker, resolvendo assumir o legado não apenas da família, como da franquia, o que deixou os fãs desgostosos, pois a personagem não precisava disso e nem a saga.

06) Leia voa no espaço

Você sabe do que estamos falando. A saudosa Carrie Fisher faleceu antes de completar suas gravações em ‘Os Últimos Jedi’, o Episódio VIII. Um dos momentos que mais deixou os fãs se entender nada deveria ser uma homenagem para a atriz e sua personagem Leia. Em uma cena, sua nave é explodida, e ela voa para fora, sugada pelo vácuo do espaço. Na hora, todo fã pensou que a personagem, assim como a intérprete, morreria, e que essa seria a solução encontrada pelos roteiristas. Mas eis que surge a “Super Leia”. A personagem usando a Força de maneira nunca antes apresentada, consegue se manter viva no espaço, e voar para a segurança de outra nave. É sério!

05) O retorno de Palpatine… como?

Um dos absurdos mais forçados da franquia toda foi a volta do Imperador Palpatine no Episódio IX. O que deveria ser uma grande surpresa, que deixaria os fãs entusiasmados, se tornou um dos momentos mais “méh” da saga. Isso porque esse retorno de deveria ser triunfal veio servido de uma explicação do nível de “ele apenas voltou, de alguma forma”. Essa falta de coerência no terceiro filme de uma trilogia, soa muito como desespero, como um truque de um coelho saindo da cartola nos 45 do segundo tempo, apenas para ser algo reconhecível aos fãs. Essa costura mambembe com o maior vilão da franquia foi mais um gosto amargo deixado pelo último filme de Star Wars até então.

04) Han está só

Han Solo: Uma História Star Wars’ não foi apenas o filme mais desnecessário da franquia, como também conseguiu cometer uma das maiores gafes narrativas do cinema: explicar o que não precisa de explicação, da maneira mais óbvia e “sorvete na testa” possível. Han Solo, interpretado por Harrison Ford, é um dos melhores personagens da sétima arte e nada jamais vai mudar isso, não importa o quanto a Disney tente – seja com a morte do personagem no episódio VII ou com uma prequel sobre sua vida que um total de zero pessoas havia pedido.

O passado do pirata espacial ficava na imaginação, mas a geração atual de executivos e produtores acham que precisam dar tudo mastigado ao público. O momento mais “cringe” do filme foi quando ao ser perguntado sobre seu sobrenome, Han (nas formas de Alden Ehrenreich) diz que não tem um e que está sozinho, sem grupo, ao que o oficial do Império prontamente o nomeia Han “Solo”. Sacou a referência? Irrgh.

03) Areia entra em todos os lugares

Bom eram os tempos em que apenas George Lucas fazia “cagada” com a franquia que criou na trilogia prequel. Agora isso não é privilégio só dele, já que os executivos da Disney tentam de todas as formas manchar o legado da franquia. Seja como for, voltando para a era nada memorável de Lucas à frente da franquia, temos o que pode ser considerado o diálogo mais “vergonha alheia” de Star Wars. Um romance com zero química se formou entre Anakin e Padmé (Hayden Christensen e Natalie Portman), para explicar ao público finalmente quem era a mãe nunca antes citada de Luke e Leia.

O que deveria ser o auge do romance entre os dois, com o primeiro beijo apaixonado, de uma relação proibida, terminou com um gosto azedo devido aos diálogos assustadoramente ruins escritos por Lucas. No momento em questão, Anakin diz que não gosta de praia por causa da areia, que é áspera e entra em todos os lugares. Bem, essa poderia ter sido sua explicação aos cinco anos de idade, infelizmente quando profere essa frase “tão cerebral” ele já é adulto. Já imaginou Darth Vader se incomodando tanto com areia? Ninguém havia, e queríamos ter continuado assim.

02) Luke joga o sabre de luz fora

Luke Skywalker Throw GIF - Luke Skywalker Throw Lightsaber - Discover & Share GIFs

O Despertar da Força’ não é um filme perfeito, mas é uma sequência-legado admirável, e que se posiciona no topo da lista de todos os filmes de Star Wars. Em 2015, o filme terminava com um gancho perfeito, quando Rey (Daisy Ridley) encontra Luke (Mark Hamill) e lhe entrega seu sabre de luz, disposta a começar o treinamento com ele. Foi então que o diretor Rian Johnson resolveu dar uma de engraçadinho com uma propriedade deste tamanho e viria a conhecer a fúria dos fãs. Não me leve a mal, adoro o diretor, mas creio que seu estilo irônico e jocoso não case bem com o que sabemos sobre Star Wars.

Foi assim que, ao invés de seguir o caminho que todos esperavam, Luke se comportou de uma forma, digamos, inesperada e bem contraditória. E o que foi o desfecho perfeito do episódio anterior, com uma imagem que estática daria um belo quadro, virou logo no filme seguinte basicamente um meme, com Luke jogando seu sabre de luz por cima do ombro, para a surpresa de Rey. Mesmo que o objetivo fosse abordar a recusa de Luke, poderia ter sido feito de uma forma menos tosquinha.

01) Nãaaaaaaaaaao!

Em primeira posição dos momentos que mais deixaram os fãs irritados com a franquia Star Wars está o meme ambulante de Darth Vader. Um dos mais icônicos vilões da sétima arte, quiçá o mais icônico, sabíamos que Darth Vader daria as caras novamente após a trilogia original da década de 1980. E seu tão aguardado retorno ocorreu em 2005, ao fim de ‘A Vingança dos Sith’. A trilogia prequel foi considerada um fiasco, muito mais um demonstrativo tecnológico do que uma contribuição narrativa em qualquer sentido para a saga. Assim, era questão de tempo ver Anakin finalmente se tornando o ser metalizado conhecido como Vader.

Na cena em questão, após uma transição chocante, que nos leva a pensar no sofrimento físico e psicológico do homem transformado em máquina, ele levanta finalmente de sua “mesa cirúrgica” no melhor estilo do monstro de Frankenstein, com direito ao Imperador Palpatine fazendo as vias de cientista louco. O momento dramático é interrompido por um urro gutural do robô já com o vozeirão de James Earl Jones gritando: “Nãaaaao!”, ao saber que o amor de sua vida morreu, e que ele foi o causador dessa perda. Em 2005, eu era apenas um jovem mancebo e confesso ter achado estranha a cena já naquela época. Algo soa cômico, mas de uma forma não proposital. Tanto que a cena virou meme e foi replicada em tantos outros lugares.

Reboot de ‘O Mestre dos Brinquedos’ ganha novo clipe; Assista!

O reboot da franquia ‘O Mestre dos Brinquedos‘ (Puppet Master) ganhou um novo clipe.

Assista:



Dirigido por Thomas Lennon (‘Hellbaby‘), o terror teve sua estreia mundial no Festival Overlook Film.

O reboot se chama ‘Puppet Master: The Littlest Reich‘, e acompanha um jovem divorciado que encontra um boneco entre os pertences de seu irmão morto, e acredita que ele possa ser valioso. Ao tentar vender o boneco em uma convenção, ele desperta uma misteriosa bruxaria que dá vida a todos os bonecos da convenção.

Os mega-produtores Lorenzo di Bonaventura e Mark Vahradian (‘Transformers‘) são responsáveis pelo projeto.

O último filme da franquia foi lançado em 2017, intitulado ‘Puppet Master Axis Termination‘.

O filme de terror trash de 1989 foi dirigido por David Schmoeller e ganhou dez sequências, todas lançadas direto em VHS no Brasil.

‘O Rei Leão’ ganha novo trailer SENSACIONAL; Assista!

A Disney divulgou um novo trailer do live-action ‘O Rei Leão‘.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

‘Levius’: Luta futurista no trailer do novo anime da Netflix; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo do anime ‘Levius‘.

Confira:

Na trama, assombrado pelo trauma da guerra, o jovem Levius usa seu braço protético para entrar no mundo brutal da luta mecanizada.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 28 de novembro. 

‘The Honeymoon Phase’: Suspense estilo ‘Black Mirror’ ganha trailer; Assista!

O suspense ‘The Honeymoon Phase‘, que parece ter saído direto da série ‘Black Mirror‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Phillip G. Carroll Jr.

“Em um momento difícil e precisando de dinheiro, um jovem casal mente sobre o seu relacionamento para participar de O PROJETO MILLENNIUM, um experimento para casados comandado por um diretor misterioso. Com a promessa de US$ 50 mil, Tom e Eve devem sobreviver 30 dias isolados em uma casa futurística, enquanto os pesquisadores tentam determinar o motivo do casal ter se apaixonado. No decorrer de sua estadia, Eve começa a perder a cabeça enquanto questiona se o homem que ama realmente é quem diz ser.”

O elenco conta com Jim Schubin, Chloe Carroll, Tara Westwood e Francois Chau.

O suspense será lançado direto em VOD no dia 21 de agosto.

‘Atividade Paranormal’: Elenco COMPLETO do reboot é anunciado; Confira!

O site The Wrap anunciou o elenco completo do novo filme da franquia ‘Atividade Paranormal‘, cujas filmagens estão acontecendo atualmente.

Emily Bader, Roland Buck III, Dan Lippert e Henry Ayres-Brown estrelarão o reboot.

Vale lembrar que, recentemente, a Paramount Pictures removeu o novo filme da franquia de seu calendário de lançamentos nos cinemas.

O longa vai estrear diretamente na Paramount+ dia 4 de março de 2022.

William Eubank, de ‘Ameaça Profunda‘, será responsável pela direção.

O novo filme está sendo descrito como uma “reformulação inesperada” da premissa.

O roteiro ficará por conta de Christopher Landon:

“Estou escrevendo o novo Atividade Paranormal. Estamos reiniciando a franquia. Estou super empolgado com o diretor que escolhemos. Ele é um cara. Ele é incrível!”, disse Landon ao Dread Central. 

Landon dirigiu ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e foi responsável pelos roteiros do 2º ao 5º filme da franquia.

Exorcismo Sagrado

(The Exorcism of God)

 

Elenco:

Joseph Marcell

María Gabriela de Faría

Will Beinbrink

 

Direção: Alejandro Hidalgo

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 1.3 milhão

Estreia: 10 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Peter Williams, um padre americano que trabalhava no México, está possuído pelo demônio que estava tentando expulsar e acaba cometendo o mais terrível sacrilégio. Dezoito anos depois, as consequências de seu pecado voltam para assombrá-lo, desencadeando uma épica batalha pela sua alma.

Crítica | Exorcismo Sagrado – Ator de ‘Um Maluco no Pedaço’ Surge Irreconhecível em TERROR sobre o Bem x Mal (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Alejandro Hidalgo também é responsável pelo roteiro ao lado de Santiago Fernández;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novos conflitos no trailer da ÚLTIMA temporada de ‘The Good Fight’; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer completo da última temporada do drama legal ‘The Good Fight‘.

Confira:

O ciclo final da série derivada irá estrear no dia 8 de setembro.

Vale lembrar que Carrie Preston e Alan Cumming retornarão na última temporada como Elsbeth Tascioni e Eli Gold, respectivamente.

Criada por Michelle KingRobert KingPhil Alden Robinson, a série é um spin-off de ‘The Good Wife‘.

A trama se passa um ano depois da série original e traz um escritório de advocacia na tentativa de livrar um jovem advogado de um escândalo que está abalando sua estrutura pessoal e profissional.

O elenco inclui Christine Baranski, Cush Jumbo, Delroy Lindo, Sarah Steele, Paul Guilfoyle, Bernadette PetersMichael Sheen e Erica Tazel.

Pictured: Season 5 Key Art of the Paramount+ series THE GOOD FIGHT. Photo Cr: CBS ©2021 Paramount+, Inc. All Rights Reserved.

Carrie Preston investiga assassinatos no trailer do novo spin-off de ‘The Good Wife’; Confira!

A CBS divulgou o primeiro trailer de ‘Elsbeth‘, spin-off de ‘The Good Wife‘ e ‘The Good Fight‘.

Confira:

A série servirá como uma extensão do seriado original, e focará na personagem de Carrie Preston, a talentosa advogada Elsbeth Tascioni.

Na trama…

Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.

Wendell Pierce (‘Jack Ryan’) e Carra Patterson (‘Turner & Hooch’) completam o elenco.

Jonathan Tolins servirá como showrunner e produtor executivo. O roteiro será assinado pela dupla Robert King e Michelle King, criadores da série original.

Vale lembrar que Carrie Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.

‘Ursinho Pooh’ usa SERRA ELÉTRICA em chamas no novo cartaz de ‘Sangue e Mel 2’; Confira!

A sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘ ganhou um novo cartaz.

A arte destaca os personagens principais do novo filme, destacando os vilões, as vítimas, armadilha de urso e uma serra elétrica em chamas.

Confira:

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

“Os dias de aventuras e diversão chegaram ao fim, pois Christopher Robin, agora um jovem, deixou o Ursinho Pooh e Leitão para se defenderem sozinhos. Com o passar do tempo, sentindo raiva e abandonados, os dois se tornam selvagens. Depois de sentir o gosto por sangue, Ursinho Pooh e Leitão partem para encontrar uma nova fonte de comida. Não demora muito para que sua fúria sangrenta comece.”

Rhys Frake-Waterfield retorna à direção.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘:

‘Watson’, parceiro de Sherlock Holmes, investiga mistérios no trailer da nova série da CBS

A CBS divulgou o trailer completo da série ‘Watson‘, estrelada por Morris Chestnut (‘The Resident’).

A produção focará no parceiro do Sherlock Holmes, com a trama se passando um ano após a morte do icônico investigador.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 26 de janeiro de 2025.

“Um ano após a morte do seu amigo e parceiro, Sherlock Holmes, nas mãos do Moriarty, Dr. John Watson retoma sua carreira médica como o chefe de uma clínica dedicada ao tratamento de doenças raras. Apesar disso, sua vida antiga ainda o assombra – Moriarty e Watson irão se enfrentar em um capítulo inédito de uma história que fascinou o público por mais de um século.”

Craig Sweeney (‘Elementary’) é responsável pela série.

O elenco ainda conta com Eve Harlow, Peter Mark Kendall, Inga Schlingmann, Ritchie Coster e Rochelle Aytes.

Remake de ‘A Noiva de Frankenstein’ será para MAIORES por “nudez e violência sangrenta”

O remake do clássico A Noiva de Frankenstein‘ (The Bride!) recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência forte e sangrenta, conteúdo sexual, nudez e linguagem”.

A nova versão chegará aos cinemas no dia 6 de março de 2026.

Christian Bale interpretará o Frankenstein, enquanto Jessie Buckley viverá sua noiva titular. O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Obsessão’: Lançamento em VOD pode ser ADIADO após sucesso nos cinemas

Apesar de rumores recentes apontarem que o terror ‘Obsessão‘ (Obsession) será lançado em VOD na próxima semana, o produtor Jason Blum declarou que a data ainda está sendo discutida – indicando um possível adiamento por conta do enorme sucesso do longa nos cinemas.

O filme surpreendeu ao registrar um aumento de quase 30% em seu segundo final de semana nos EUA. Com esta excelente estabilidade, um lançamento precoce em VOD poderia prejudicar o forte desempenho e demanda do longa nas telonas.

“O lançamento em VOD está sendo um grande tópico de discussão neste momento. Eu acredito em um período grande e consistente nos cinemas. É incrível ver o interesse do público. Você poderia pensar que eles querem ver o filme em casa, mas eles estão torcendo para que permaneça por mais tempo nos cinemas. As pessoas amam a experiência de ver um filme nas telonas, e estão dispostas a abrir mão da conveniência para manter o cinema vivo,” declarou o produtor ao site Variety.

Ao total, o filme já soma US$ 55.1 milhões no EUA, e deve fazer história ao se tornar um dos poucos filmes com orçamento abaixo US$ 1 milhão a superar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias globais – repetindo o sucesso de ‘A Bruxa de Blair‘ e ‘Atividade Paranormal‘.

Anteriormente, o diretor Curry Barker já havia compartilhado seus planos para uma possível sequência: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Além de ter alcançado 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.

Obsessão‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Tom Holland vira Batman em teste de elenco falso para ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

O jovem ator Tom Holland virou o ‘Batman’ em um teste de elenco falso para ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, com direito a sotaque e máscara.

Em uma série de testes “de mentirinha”, o ator britânico também encarou o sotaque inglês para interpretar Peter Parker, fez acrobacias e até relembrou os tempos de bailarino em que interpretou Billy Elliot nos teatros.

Tudo isso aconteceu durante uma entrevista à MTV.

Confira:

Leia nossa crítica de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’!

 

‘Spamalot’: Musical da Broadway de Monty Python vai virar filme

O musical ‘Spamalot’ do grupo de comédia Monty Phyton vai ser adaptado para os cinemas. O anúncio foi feito pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, a 20th Century Fox vai dar andamento ao projeto, que vai contar com Eric Idle, membro original do grupo, como o roteirista da produção. O comediante é o mesmo responsável pelas letras das canções do musical.

O filme será dirigido por Casey Nicholaw, mais conhecido por ser um diretor de teatro e coreógrafo, sendo um dos mais respeitados da Broadway.

 

EXCLUSIVO ‘Capitã Marvel’: Entenda o processo de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson

Um dos aspectos mais fascinantes de ‘Capitã Marvel‘ é o rejuvenescimento facial feito no ator Samuel L. Jackson. O processo só foi possível com o trabalho da equipe de Efeitos Visuais do longa, sob a supervisão de Chris Townsend.

E durante uma conversa EXCLUSIVA com o CinePOP, o criativo contou para a jornalista Rafa Gomes os desafios de criar um visual natural no veterano, tornando os efeitos práticos e bem realistas.

Disse:

“Acho que todo o processo criativo de tentar desenvolver os efeitos visuais de maneira bem natural é desafiador. Os profissionais vêm de um background do cinema independente e então eles estão acostumados a trabalhar de maneira bem orgânica e analógica. Eles não estão habituados a lidar com efeitos visuais, então tentar criar um filme com efeitos de forma bem natural foi bem desafiante, assim como tentar fazer com que tudo parecesse perfeito e nada artificial.

Agora, o maior desafio especificamente foi Samuel L. Jackson. Tivemos que reduzir 30 anos nele e tentar criar aquele visual realmente belo, natural, respeitando sua expressividade, foi um grande desafio. E trabalhamos para fazer tudo isso de maneira que a audiência não duvidasse de sua autenticidade. O resultado tinha que ser algo que o público não questionasse de forma alguma e esperamos que eles se apaixonem pelo trabalho que fizemos e que tenhamos um feedback positivo da audiência nos cinemas”.

 

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

 

‘Sonic – O Filme’ já está disponível no formato digital

O live-action de ‘Sonic – O Filme‘ já está disponível para a aquisição no formato digital. A produção foi disponibilizada nesta terça-feira (31).

No Brasil, a produção ainda aparece em pré-venda na loja online da Apple TV. Na plataforma, o filme pode ser adquirido por R$ 44,90.

A antecipação do lançamento do filme m VOD se deu em virtude do fechamento das redes de cinema ao redor do mundo, devido à pandemia do coronavírus.

Vale lembrar que a produção se tornou um sucesso nos cinemas e já arrecadou mais de US$ 300 milhões mundialmente.

Além disso, o longa se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).

O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).

Confira nossa entrevista:

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

 

‘American Horror Story’: Título da 10ª temporada será anunciado AMANHÃ; Assista ao teaser!

A 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ terá seu título oficial anunciado nesta sexta-feira (19).

A informação foi revelada pelo próprio Ryan Murphy, ao compartilhar o primeiro teaser oficial da série, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Confira:


Através do seu Instagram, Murphy divulgou uma nova imagem sinistra da temporada em questão, revelando a aparência do possível antagonista do novo ciclo.

Confira:

O tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ continua sendo um mistério, mas Sarah Paulson, que retorna para o próximo ciclo depois de não ter participado de ‘1984‘, revelou alguns detalhes do que o público pode esperar de sua personagem.

Em entrevista a Entertainment Weekly, Paulson disse que a misteriosa persona terá “alguns problemas”, aparentemente um cabelo interessante e um ótimo nome.

“A personagem que vou interpretar este ano em ‘Horror Story’ tem alguns problemas, vamos dizer assim. Tenho um cabelo colorido, que nunca usei na vida ou no show. É o que posso contar. E tenho um nome ótimo. Isso também posso falar”.

Paulson também falou sobre os desafios de interpretar dois personagens bem diferentes em duas séries ao mesmo tempo, visto que dará vida a Linda Tripp na vindoura 3ª temporada de ‘American Crime Story’, cuja história é centrada no escândalo entre o ex-presidente Bill Clinton e na assessora Monica Lewinsky.

“Gosto de uma delas mais do que a outra, porque uma é mais legal e a outra me faz parecer com Linda Tripp. É isso. Apenas uma experiência diferente”.

É possível que o próximo ciclo de ‘AHS’ gire em torno de sereias ou criaturas marinhas.

O elenco do novo ano conta também com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Frances Conroy, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

Crítica | O Gato de Botas 2: O Último Desejo: Aguardada sequência emociona adultos e crianças

Fruto do universo de Shrek, o Gato de Botas se tornou uma sensação instantânea nos cinemas, graças à sua excepcional caracterização cômica, marcada pela poderosa dublagem do aclamado ator Antonio Banderas – que trouxe vida a um dos mais antigos personagens das histórias infantis. E mais de 20 anos depois e até mesmo uma série animada, o carismático e presunçoso herói retorna com O Último Desejo, que à medida em que redefine os rumos de sua história, anuncia a volta de uma das franquias mais amadas do gênero de animação.

Dirigido por Joel Crawford e Januel Mercado, a partir de um roteiro assinado por Paul Fisher, O Gato de Botas 2: O Último Desejo, carrega em sua essência algo que parece estar à beira da extinção no cinema infantil: pureza e simplicidade. Com uma trama que aborda valores familiares e a redescoberta de um herói até então imortal, a sequência da Dreamworks convida os pequenos e os mais velhos para uma doce e divertida reflexão sobre a importância de valorizar aqueles que nos cercam. Sem nenhum compromisso com qualquer tipo de agenda político social que tem dominado a indústria hollywoodiana, a animação é de uma leveza extrema, sem perder a profundidade de sua doce mensagem otimista, esperançosa e acalentadora.

Com o Gato de Botas sendo forçado a confrontar sua mortalidade e o desejo de sustentar sua tão suntuosa lenda heróica, o personagem se vê diante de um dilema entre a solidão ou a ternura de uma vida marcada pela família. Em contrapartida, os novos antagonistas também carregam suas próprias ambições, com a novata Cachinhos Dourados(dublada no Brasil por Giovanna Ewbank – que não se esforça em modular sua voz a ponto de esconder seu próprio timbre natural) ansiando por pergaminho que promete lhe garantir o sonho de finalmente ter uma família de verdade e não sua disfuncional trupe de ursos.

Com todos os personagens em busca desse tal último desejo – um mágico mapa regado por uma lenda mítica -, a audiência é presenteada com uma aventura eletrizante, que caminha entre a calmaria reflexiva das atitudes de cada um e as intensas cenas de ação tradicionais da narrativa do protagonista principal. Exibindo uma mescla de estilos de desenhos que garantem maior dinamismo à trama, O Gato de Botas 2 inova dentro de seu formato e se inspira na arte oriental dos animes com liberdade, criando um filme que sempre nos surpreende artística e tecnicamente.

E talvez o único defeito da sequência seja seu tempo de duração. Longo demais para um filme infantil, a trama se perde um pouco em si mesma em seu segundo ato, fazendo com que a produção beire o cansativo. Mas entregando um enérgico ato de encerrar, O Gato de Botas 2: O Último Desejo é um banquete de cores quentes, quadros rápidos e muita ação, recuperando seu fôlego em tempo para preparar o público para um final delicado e inspirador. E já despertando a nossa ansiedade para o retorno de Shrek às telonas, a animação é uma combinação deliciosa de nostalgia, humor e muita sensibilidade.

 

Festival de Berlim 2023 | Quem leva o Urso de Ouro?

Após nove dias intensos no Festival de Berlim 2023, o evento chega na reta final e nós começamos nossas apostas para o ganhador do Urso de Ouro. Durante esta semana, o CinePOP acompanhou alguns títulos na competição e outros na mostras paralelas, além das produções nacionais em estreia mundial. 

Agora, a gente faz um balanço sobre os três últimos filmes assistidos na competição e as expectativas sobre o ganhador. No ano passado, o longa espanhol Alcarràs, de Carla Simón, levou a estatueta dourada. Vale lembrar que a produção estreia nesta sexta-feira, dia 24 de fevereiro, na plataforma de streaming MUBI, no Brasil.  

Confira no vídeo abaixo uma análise de três títulos em competição e nosso palpite para o grande ganhador deste ano. Os filmes comentados no vídeo são:

  1. AFIRE, de Christian Petzold (Alemanha)
  2. LIMBO, de Ivan Sen (Austrália)
  3. 20.000 ESPECIES DE ABEJAS, de Estibaliz Urresola Solaguren (Espanha)

Dê o play:

‘The Walking Dead’: Vídeo emocionante sobre Carl vai fazer você chorar novamente

A AMC divulgou um vídeo prestando tributo ao Carl (Chandler Riggs), personagem que esteve na série desde a 1ª temporada e foi crescendo junto da trama, mas acabou encontrando seu triste fim na noite de domingo passado (25). Assista e tente não chorar:

Assista também os primeiros 4 minutos do décimo episódio da 8ª temporada de ‘The Walking Dead, que irá ao ar no próximo domingo (04). Assista:

O episódio 9 da 8ª temporada intitulado “Honor”, que marcou o retorno de The Walking Dead após mais de dois meses de hiato, registrou 8.3 milhões de espectadores para a AMC no domingo (25).

Este foi o melhor número desde o episódio 4 da temporada, exibido em 12 de novembro de 2017.

“Honor” marcou a despedida do personagem Carl (Chandler Riggs), que estava na série desde a 1ª temporada.

The Walking Dead retorna no próximo domingo (04), no canal Fox. Confira o teaser:

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre AQUELA cena do último episódio

Ana e Vitória

Elenco:

Ana Caetano

Vitória Falcão

Thati Lopes

Direção: Matheus Souza

Gênero: Comédia romântica

Duração: 115 min.

Distribuidora: Galeria Distribuidora

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 02 de Agosto de 2018

Sinopse:

Na trama, Ana e Vitória se encontram em uma festa, marcando o início da dupla. As duas precisam aprender a lidar com a fama, ao mesmo tempo que ainda estão tentando encontrar quem elas realmente são.

Crítica | Ana e Vitória – ‘Confissões de Adolescente’ dos dias de hoje… (Nota: 7.0)

 

Entrevista:

Trailer:

 Cartazes:

Fotos:

‘Vingadores: Guerra Infinita’, filme que marcou o início do fim da ‘Saga do Infinito’, completa 5 anos

Essa semana entre o fim de abril e o comecinho de maio costuma ser bastante especial para os fãs dos filmes da Marvel, porque geralmente é reservada pelo estúdio para o lançamento de algum grande projeto. Em 2023, esse posto fica com Guardiões da Galáxia Vol.3 (que estreia no próximo dia 4), mas há cinco anos, no já longínquo 2018, o dia 26 de abril ficou lembrado como o dia em que nenhum cinema do país, quiçá do mundo, pôde reclamar da falta de público, já que estreava oficialmente Vingadores: Guerra Infinita, a primeira parte do capítulo final da maioria dos heróis que marcaram as telonas na última década.

Embalado por uma campanha publicitária que remetia aos primórdios dos Vingadores nos cinemas, como no trailer, que bateu recordes e mais recordes, em que os Heróis Mais Poderosos da Terra repetiam o discurso que Nick Fury (Samuel L. Jackson) usou para justificar a formação do grupo no filme de 2012, houve uma certa expectativa – talvez até mesmo um receio – do público de que a nostalgia seria usada como muleta para a trama desta aventura. No entanto, o resultado foi surpreendentemente positivo, investindo mais nas interações dos personagens do que nas referências e fan services, que foram deixados para a continuação lançada no ano seguinte.

Outro desafio que assombrava os fãs era como os Irmãos Russo iriam gerenciar tantos personagens convergindo em um único filme. Que eles conseguiam trabalhar com grupos já tinha ficado provado em Capitão América: Guerra Civil (2016). Só que agora era a vez de usar todos os “bonecos” disponíveis na casa, um desafio completamente diferente. Na época, o sucesso dessa aventura era quase certo, mas pairava aquele fantasminha do “e se?”. Alguns se perguntavam: “E se for ruim?”, mesmo que fossem tirados para pessimistas. Era simplesmente impossível para certos fãs que esse longa desse errado. No entanto, Vingadores: Era de Ultron (2015) seguia lá para segurar as emoções de alguns emocionados. No fim das contas, felizmente deu tudo certo. Pelo menos pros fãs, né?

Isso porque, pela primeira vez na história do MCU, os heróis terminaram o filme derrotados, em todos os sentidos. O que fica emblemático pelo clima depressivo da batalha final, sediada em Wakanda, em que os Vingadores tentam impedir o vilão e falham, tendo como sonorização praticamente os ventos do país, dando uma sensação de vazio que precede a morte. E no caso, foi pesadíssimo ver alguns do supers mais queridos, como o Homem-Aranha (Tom Holland), o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Groot (Vin Diesel) virando pó. Por outro lado, por serem medalhões que claramente precisariam retornar para suas franquias, alguns poucos não se sentiram tão impactados, porque já sabiam que eles voltariam no próximo filme.

A ideia da equipe criativa de transformar o vilão, Thanos (Josh Brolin), no grande protagonista da vez foi uma alternativa inteligente do roteiro, porque ele era claramente o único elo capaz de unir todos numa trama coerente. Ele é “pai” de dois membros dos Guardiões da Galáxia, destruiu metade do que restou de Asgard ao fim de Thor: Ragnarok (2017) e precisava de duas joias que estavam na Terra, com o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e Visão (Paul Bettany). É como já dizia a introdução clássica escrita por Stan Lee nos anos 1960: “E houve um dia como nenhum outro, em que os maiores heróis do mundo se viram unidos contra uma ameaça comum. Naquele dia, os Vingadores nasceram… Para combater os inimigos que nenhum super-herói poderia enfrentar sozinho!”.

Ou seja, ter um bom vilão era fundamental não só para unir os heróis, mas para segurar a trama em si. Então, exploraram ao máximo a relação dele com Gamora (Zoe Saldana) para mostrar mais do lado “paterno”, por assim dizer, de Thanos e legitimar todo o ódio que ela sentia por ele nos filmes anteriores de sua franquia. E o mais interessante é que construíram um relacionamento tão complexo entre os dois, que mesmo na iminência dele trocar a vida da “filha” por uma joia, é possível ver sinais de afeto por parte dele, como na cena em que ele traz um prato de sopa e se senta com ela na escada, após ouvi-la dizer que sempre odiou aquela cadeira. E uma tristeza por parte dela quando pensou ter matado o Titã Louco em Luganenhum. Isso são traços claros de um relacionamento abusivo, que o filme também faz questão de mostrar ao trazer a cena em que ele massacra metade do planeta de Gamora, enquanto a sequestra, e pela forma como ele trata a Nebulosa (Karen Gillan) e os outros “filhos”.

Foi um desenvolvimento incrível do personagem – cuja presença já era sugerida há seis anos, mas nunca havia sido revelada sua motivação -, que teve sua chacina “justificada” por um ultrapassado pensamento neomalthusiano de que o crescimento da população do universo era a causa da pobreza generalizada que assolava a galáxia. Por mais que seja uma teoria furada, dar esse embasamento ao vilão deu uma motivação crível a ele – bem mais que nos quadrinhos, por exemplo, em que ele queria matar geral para conquistar a morte – e fez com que o público comprasse sua ideia. Na cabeça de Thanos, ele é um herói, então vai sacrificar o que for necessário para concluir seu plano de “salvação” universal. Fora isso, ele tem um dos melhores trabalhos recentes de CGI, com a equipe se dando ao trabalho de renderizar poros da pele e detalhes como fios de cabelo raspados e sulcos das unhas com uma perfeição ímpar.

Voltando aos heróis, a forma como eles foram utilizados também foi fundamental para o funcionamento da trama. A divisão em núcleos na Terra e no Espaço permitiram que cada um tivesse seu tempo de tela, proporcionando momentos épicos e feitos exclusivamente para engrandecer seus personagens, como a entrada triunfal do Capitão América (Chris Evans) saindo das sombras na estação de trem para quebrar dois alienígenas superpoderosos na porrada, e a impactante chegada de Thor (Chris Hemsworth), Rocket Raccoon (Bradley Cooper) e Groot em Wakanda, varrendo uma legião de vilões, conseguindo criar no público, completamente capturado em uma catarse insana, a sensação de esperança.

E até chegar à Wakanda/ Titã, quando há o ápice das interações absurdas nesse filme, há uma série divertidíssima de encontros que conseguem exprimir o melhor que cada personagem tem, como nos diálogos hilários do trio Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Doutor Estranho e Homem-Aranha com Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff) no espaço, ou do reencontro de Bruce Banner (Mark Ruffalo) com seus antigos amigos, após passar três anos preso no espaço sob a forma do Hulk, tentando entender o que aconteceu no período que ele esteve fora.

É um filme que consegue te fazer torcer por seus heróis, mesmo sabendo que talvez não dê para terminar tudo certo. E já dá para ver que eles embarcaram nessa missão para deter Thanos a qualquer custo. Thor praticamente se suicida ao se colocar como peneira para a energia do núcleo de uma estrela, Groot arranca o próprio braço para formar o cabo do machado do Deus do Trovão, o Homem de Ferro larga a esposa sozinha para ir ao espaço e o Capitão América, inimigo número um do Estado neste filme, revela sua localização para o Governo, colocando sua liberdade em risco pela proteção da Terra.

Por fim, tudo culmina em uma batalha épica sem precedentes em um cenário recém-apresentado para o público, a nação de Wakanda, e com um senso de urgência como pouquíssimos filmes do Universo Cinematográfico Marvel conseguiram criar. Tudo isso graças a uma direção segura e um roteiro sólido, que fizeram de Vingadores: Guerra Infinita o filme favorito do MCU de muitos fãs.

Até hoje os fãs esperam por essa cena com o Hulk, que acabou não entrando no corte final do filme.

Vingadores: Guerra Infinita está disponível no catálogo do Disney+.

Conheça o Suspense Psicológico da Netflix Cheio de Reviravoltas Vai dar NÓ no seu Cérebro!

Como é bom poder assistir a um filme que desafia sua inteligência e te leva por caminhos não imaginados! É o desafio mais buscado pelos fãs de terror e suspense, afinal, é a imprevisibilidade da trama que injeta adrenalina nas veias dos fãs e fazem com que o espectador engaje de vez no filme. Não é todo filme que faz isso com a gente, mas, quando acontece… ah, que delícia! Para quem está buscando um bom exemplo disso que estou falando, é só clicar para assistir a ‘As Linhas Tortas de Deus’, novo suspense psicológico da Netflix que tem se mantido inabalável no Top 10 da plataforma desde sua estreia.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Alice (Bárbara Lennie) é uma detetive particular contratada por um homem poderoso para investigar o caso de um suposto suicídio de um rapaz internado em uma clínica psiquiátrica. Uma vez na clínica, Alice decide assumir uma nova identidade, chamando-se Alicia, e fingir transtornos mentais, dizendo-se paranoica, internada voluntariamente porque seu marido quer ficar com sua fortuna. Tudo vai bem no seu plano até a investigação começar propriamente, e realidade e ficção começarem a se misturar fortemente em sua cabeça, com médicos e pacientes colocando em dúvida suas maiores certezas. Sem conseguir definir qual é a verdade, Alice procurará convencer a todos que o que fala é a realidade, e que seu marido está de fato construindo um complô para interditá-la para ficar com sua fortuna.

Com duas horas e meia de duração (sim, dava para fazer um pouquinho menor), desde suas primeiras cenas ‘As Linhas Tortas de Deus’ mostra que será desses filmes com muitos plot twists e não decepciona: até literalmente a última cena o espectador é presenteado por grandes reviravoltas, que fazem com que a história se faça e se desfaça constantemente, relegando a nós a definição do que seria exatamente o fim do filme.

Diante de uma assinatura tão boa na construção do enredo, fica fácil identificar a razão: o realizador Oriol Paulo também é responsável por outros dois grandes thrillers de sucessos na Netflix – ‘Durante a Tormenta’ (2018 ) e ‘Um Contratempo’ (2016), cujas críticas podem ser lidas ao clicar nos títulos.

Oriol Paulo imprime um tom beeem hitchcockiano em seu ‘As Linhas Tortas de Deus’, especialmente observados na trilha sonora, que recupera os mesmos instrumentos e notas de ‘Psicose’, e na fotografia, apoiadora do suspense e da paranoia da protagonista. Esses dois elementos envolvem a personagem Alice/Alicia, uma musa em desconstrução apresentando-se inicialmente como uma femme fatale que, no desenrolar da trama, vai perdendo todas as suas características até virar a vítima da história. E nada disso o espectador percebe acontecer.

Oriol Paulo conseguiu de novo. Em seu ‘As Linhas Tortas de Deus’ o espectador se depara com um complexo e imprevisível suspense psicológico de roer as unhas e dar nó no cérebro. Uma ótima pedida nesse fim de ano.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Fãs acreditam que Coulson pode ser um Skrull

O primeiro teaser trailer da sexta temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. saiu hoje pela madrugada e, no vídeo, vários membros da organizaçao secreta prestaram respeito ao ex-diretor que recentemente deu adeus ao grupo.

E logo depis, Phillip J. Coulson (Clark Gregg) dá as caras, o novo líder pelo qual todos estavam de luto. A aparição instantânea de Coulson já levou diversos fãs a recorrerem às redes sociais, questionando sobre como o personagem ressuscitou tão rápido.

Alguns dos usuários do Twitter brincaram com a ideia de viagens no tempo e inter-dimensionais através do Reino Quântico, graças a Vingadores: Guerra Infinita.

Alguns até mesmo disseram que o personagem, desde as últimas temporadas, é na verdade um membro da raça Skrull.

Veja:

https://twitter.com/J34NIST/status/1089936869930876928?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1089936869930876928&ref_url=https%3A%2F%2Fcomicbook.com%2Fmarvel%2F2019%2F01%2F29%2Fagents-shield-season-six-phil-coulson-skrull-captain-marvel%2F

https://twitter.com/HeyItsAnshhere/status/1089942588918906880?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1089942588918906880&ref_url=https%3A%2F%2Fcomicbook.com%2Fmarvel%2F2019%2F01%2F29%2Fagents-shield-season-six-phil-coulson-skrull-captain-marvel%2F

https://twitter.com/teamcoulson_325/status/1090075602487599110?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1090075602487599110&ref_url=https%3A%2F%2Fcomicbook.com%2Fmarvel%2F2019%2F01%2F29%2Fagents-shield-season-six-phil-coulson-skrull-captain-marvel%2F

A sexta temporada não tem data de estreia confirmada, mas deve estrear ainda em julho.