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Após anunciar que ia comprar a Warner Bros., Netflix desiste e Paramount deve fechar acordo

A Netflix enviou um comunicado aos assinantes confirmando que estava comprando a Warner Bros. Discovery em dezembro, incluindo seus estúdios de cinema e televisão, HBO Max e HBO.

Porém, as negociações não vingaram. A Paramount Skydance está prestes a adquirir a Warner Bros. Discovery por completo, após uma tarde agitada em que a Netflix desistiu da disputa, apesar de ter chegado a um acordo em dezembro para adquirir a maior parte da WBD.

Na tarde de quinta-feira, a Netflix recusou formalmente aumentar sua oferta pela Warner Bros. Discovery depois que a WBD declarou que a última proposta da Paramount Skydance era “superior ” ao acordo que já tinha em mãos com a Netflix.

Segundo a Variety, os executivos da Warner Bros. Discovery falaram sobre a revitalização “impressionante” do estúdio de cinema, um “ano de reinício” para jogos e planos de cisão da Discovery Global Cable.

A decisão repentina da Netflix de desistir certamente chocará a indústria, pois a plataforma de streaming tinha quatro dias úteis, ou seja, até quarta-feira, 4 de março, às 23h59 (horário do leste dos EUA), para apresentar uma nova proposta e salvar o acordo com a WBD.

Para aumentar a surpresa, o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, esteve em Washington, D.C., na quinta-feira, tentando influenciar autoridades do governo Trump sobre o acordo, para o qual a Netflix já tinha um contrato de fusão em vigor, em meio à nova oferta da Paramount de US$ 31 por ação.

“A transação que negociamos teria criado valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória”, disseram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em um comunicado conjunto divulgado na quinta-feira, menos de duas horas após a Warner Bros. Discovery revelar a nova decisão de seu conselho. “No entanto, sempre fomos disciplinados e, pelo preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o negócio não é mais financeiramente atraente, então estamos recusando a oferta da Paramount Skydance. A Warner Bros. é uma organização de classe mundial e queremos agradecer a David Zaslav, Gunnar Wiedenfels, Bruce Campbell, Brad Singer e ao Conselho da WBD por conduzirem um processo justo e rigoroso. Acreditamos que teríamos sido bons administradores das marcas icônicas da Warner Bros. e que nosso acordo teria fortalecido a indústria do entretenimento, preservando e criando mais empregos de produção nos EUA. Mas essa transação sempre foi um ‘desejável’ pelo preço certo, não uma ‘obrigatória’ a qualquer preço.”

O comunicado prosseguiu:

“Os negócios da Netflix são saudáveis, fortes e estão crescendo organicamente, impulsionados por nosso catálogo e pelo serviço de streaming de primeira linha. Este ano, investiremos aproximadamente US$ 20 bilhões em filmes e séries de qualidade e expandiremos nossa oferta de entretenimento. Em consonância com nossa política de alocação de capital, também retomaremos nosso programa de recompra de ações. Continuaremos fazendo o que fazemos há mais de 20 anos como empresa de capital aberto: encantar nossos assinantes, expandir nossos negócios de forma lucrativa e gerar valor para os acionistas a longo prazo.”

O acordo com a Netflix, agora cancelado, que incluía a compra da Warner Bros. e da HBO Max, foi avaliado em quase US$ 83 bilhões. A última oferta da Paramount, apresentada em 24 de fevereiro, foi de aproximadamente US$ 111 bilhões pela totalidade da Warner Bros., incluindo seus canais de TV a cabo.

Em dezembro, a Netflix emitiu o comunicado:

Recentemente anunciamos que a Netflix está prestes a adquirir a Warner Bros., incluindo seus estúdios de filme e televisão, a HBO Max e a HBO. Isso representa a união do nosso serviço de entretenimento líder de mercado com as histórias icônicas da Warner Bros. Algumas das franquias mais amadas do mundo, como Harry Potter, Friends, The Big Bang Theory, Casablanca, Game of Thrones e o Universo DC, vão se juntar a Stranger Things, Wandinha, Round 6, Bridgerton e Guerreiras do K-Pop.

Crítica | All We Are Strangers: melodrama social à moda telenovela em meio à prosperidade de Singapura (Berlinale 2026)

Apresentado na mostra competitiva do Festival de Berlim, All We Are Strangers (Wo Men Bu Shi Mo Sheng Ren), de Anthony Chen, é um filme que abraça sem pudor o melodrama e constrói sua identidade nesse excesso, que é ao mesmo tempo sua maior força e sua principal limitação. Sua narrativa se organiza como uma novela, acompanhando personagens comuns presos a um ciclo de adversidades, onde cada pequeno avanço é rapidamente absorvido por um novo revés.

O filme se abre dentro de uma cozinha dessas que servem noodles em pequenos restaurantes populares. A câmera acompanha o corte dos alimentos, os vapores, os gestos repetidos de preparar comida para alimentar desconhecidos. Há algo de íntimo e ritualístico nesse início: nutrir o outro como ato de sobrevivência. Em paralelo, do outro lado da cidade, conhecemos um jovem casal. Ela, aplicada, sonha com o conservatório de música e a universidade; ele abandonou os estudos após o serviço militar e parece existir em suspenso, sem horizonte definido. Apesar das diferenças, estão unidos por uma paixão intensa, ainda imune à realidade material que os cerca.

No mesmo restaurante, há também uma mulher já madura que atende os clientes com exuberância: salto alto, minishort, energia expansiva. Mas, ao chegar em casa, a performance se dissolve. Morando de favor com o irmão mais novo e a cunhada, ela escuta, através das paredes, a impaciência de quem a tolera mais do que a acolhe. Sua presença é provisória, sua estabilidade, ilusória.

Assim somos apresentados aos quatro pilares da narrativa: o cozinheiro e pai solitário Boon Kiat (Andi Lim), homem de poucas palavras e rotina exaustiva; a mulher deslocada Bee Hwa (Yann Yann Yeo), cuja vitalidade pública contrasta com a precariedade íntima; o filho imaturo Junyang (Jia Ler Koh), ainda preso a uma adolescência prolongada; e a namorada Lydia (Regene Lim), cuja promessa de futuro será abruptamente interrompida. Após noites de intimidade, a gravidez surge não como escolha, mas como imposição. A mãe da jovem, profundamente religiosa, exige o casamento. A cerimônia, no entanto, cobra um preço alto de um pai que já vive no limite de sua subsistência.

O apartamento de dois quartos, antes ocupado por pai e filho, torna-se progressivamente superlotado. Anthony Chen concentra seu olhar nesses interiores comprimidos, onde a intimidade deixa de ser escolha e passa a ser consequência das circunstâncias. É nesses espaços que se revelam as fragilidades dos personagens, seus afetos hesitantes e a dificuldade de construir qualquer forma duradoura de estabilidade.

Entre Boon Kiat e Bee Hwa, constrói-se um vínculo silencioso, feito de gestos mínimos e reconhecimento mútuo. Não há romance explícito, mas uma forma de companhia que emerge da experiência compartilhada da solidão. Já Junyang, agora pai aos 19 anos, transita entre empregos precários até conseguir trabalho no mercado imobiliário, vendendo uma ideia de prosperidade que ele próprio jamais poderá acessar. Há uma ironia cruel nessa trajetória: tornar-se intermediário de um sonho que permanece fora de alcance.

O pano de fundo é uma Singapura próspera, verticalizada, organizada em torno de sua própria imagem de sucesso. Arranha-céus, transporte eficiente, bairros planejados — tudo parece projetar estabilidade. Mas o filme revela o custo humano invisível dessa prosperidade. Ao concentrar seu olhar em personagens periféricos, Anthony Chen expõe a fratura entre o mito do país-modelo e a realidade daqueles que vivem em constante estado de vulnerabilidade econômica. Ainda que o filme não transforme essa tensão em confronto direto, ela permanece como uma presença constante, moldando silenciosamente o destino de seus personagens.

Junyang encarna essa contradição de forma particular. Criado por um pai emocionalmente ausente pela necessidade de trabalhar, ele age por impulso, incapaz de antecipar as consequências de suas próprias escolhas. O filme demonstra certa indulgência em relação à sua imaturidade, enquanto são as mulheres ao seu redor que absorvem o impacto de suas falhas. Lydia aceita uma vida que não planejou, encontrando na maternidade uma forma ambígua de permanência. Bee Hwa, por sua vez, aceita vínculos incompletos em troca de alguma estabilidade emocional. 

A passagem do tempo é marcada menos por transformação do que por desgaste. O nascimento da criança, as mudanças de trabalho, o envelhecimento físico e emocional, tudo contribui para a sensação de que esses personagens estão presos a uma lógica de sobrevivência, não de progresso. Ainda assim, o filme preserva uma profunda empatia por suas limitações, recusando-se a julgá-los.

Em seu desfecho, ao som de Father and Son, de Cat Stevens, o filme encontra sua síntese emocional mais precisa. Sentado ao lado do próprio filho em um ônibus, Junyang ocupa agora o lugar que antes pertenceu ao progenitor. A música ecoa a herança invisível entre gerações, não apenas o afeto, mas também as limitações, os medos e as ausências. 

All We Are Strangers aspira a uma reflexão sobre legado, masculinidade e mobilidade social, mas sua verdadeira força reside na escala íntima. Ao abraçar o melodrama sem ironia, Anthony Chen se aproxima do excesso; e é justamente nele que o filme encontra sua verdade emocional. A vida, aqui, não é definida por grandes viradas, mas por uma sucessão contínua de pequenas resistências.

É cinema para quem é noveleiro, não no sentido pejorativo, mas na compreensão profunda de que a existência é feita de ciclos, de recaídas, de esperanças adiadas. No fim, permanece as perguntas que o filme busca responder: o que exatamente se transmite de pai para filho? E até que ponto o amor é suficiente quando o mundo ao redor exige muito mais do que afeto pode oferecer?

Assassino mascarado retorna no TEASER da sequência ‘Natureza Violenta 2’; Confira!

In a Violent Nature

A sequência ‘Natureza Violenta 2‘ (In a Violent Nature 2), terror slasher focado na perspectiva do assassino mascarado, ganhou o primeiro teaser.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ry Barrett reprisa seu papel como Johnny, o vingativo morto-vivo que desperta após ter seu medalhão de ouro roubado.

Desta vez, o cenário de horror se desloca para um acampamento de verão. A trama acompanha um jovem campista excluído que é forçado a passar a noite com sua irmã, uma das conselheiras do local, e os amigos dela durante a festa de encerramento da temporada.

O elenco conta com nomes como Lucas Nguyen, Olivia Scriven, Laurie Babin, Fionn Laird, Donald MacLean Jr. e Evan Marsh.

A equipe criativa permanece liderada pelo roteirista Chris Nash, com produção de Peter Kuplowsky e Shannon Hanmer. Os fundadores da Charades prometem uma experiência ainda mais visceral que a original:

“É um filme movido por uma nova visão, com mais mortes, mais sangue e, esperamos, ainda mais icônico”, afirmaram Carole Baraton, Pierre Mazars e Yohann Comte.

O produtor Peter Kuplowsky destacou a parceria de longa data com a Charades e antecipou o tom da sequência:

“Estamos entusiasmados que eles continuem apreciando nossas delícias sangrentas do gênero. Além disso, com esta sequência, os fãs podem esperar um aumento exponencial da velha ultraviolência, com um gancho distinto, mas ainda em colisão com as tradições clássicas dos slashers”, concluiu.

Chris Nash retornará à direção.

Em ‘Natureza Violenta‘, quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Park Chan-wook presidirá o júri de Cannes 2026 e faz história como primeiro sul-coreano na função

O aclamado cineasta sul-coreano Park Chan-wook foi anunciado nesta quinta-feira (26) como presidente do júri da competição oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado entre os dias 12 e 23 de maio de 2026, na França. Ele se torna o primeiro diretor sul-coreano a liderar o júri principal do evento, um marco histórico para o cinema do país.

Park mantém uma relação histórica com o festival, onde venceu o Grand Prix com Oldboy – Dias de Vingança (2003) e o prêmio de Melhor Diretor por Decisão de Partir (2022), consolidando-se como um dos autores mais prestigiados da Croisette. O diretor sul-coreano e os jurados escolherão o sucessor de Foi Um Simples Acidente, vencedor de 2025 da Palma de Ouro entregue pela atriz Juliette Binoche ao cineasta iraniano Jafar Panahi

É importante destacar que o também consagrado diretor Bong Joon-ho já havia atuado como presidente do júri da Caméra d’Or em 2011 — prêmio dedicado ao melhor primeiro filme do festival —, mas nunca comandou o júri da competição principal, embora seja, até hoje, o único sul-coreano vencedor da Palma de Ouro, por Parasita (2019).

Diretor vive grande fase com ‘A Única Saída

Em paralelo à nomeação histórica, Park Chan-wook lançou em janeiro nos cinemas brasileiros A Única Saída, seu mais novo thriller satírico. O longa explora a obsessão pelo sucesso, o ego masculino e os efeitos corrosivos da sociedade capitalista e ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza 2025

Lee Byung-hun em A Única Saída

Sua filmografia é marcada por clássicos modernos como Lady Vingança (2005), além de obras como Eu Sou um Cyborg, e Daí? (2006) e A Criada (2016). Sua obra é frequentemente comparada à de mestres como Alfred Hitchcock, cuja influência é visível em sua abordagem visual e temática, marcada por obsessões psicológicas, tensão erótica e dilemas morais complexos.

Brasil pode marcar presença no júri

Com a escolha de Park Chan-wook, cresce também a expectativa sobre a composição do júri, e existe a possibilidade de uma presença brasileira entre os jurados, com o ator e diretor Wagner Moura surgindo como um nome forte nos bastidores.

Nos últimos anos, o Brasil tem ampliado sua presença em grandes júris internacionais. O cineasta Kleber Mendonça Filho integrou o júri da competição oficial de Cannes em 2021, após conquistar o Prêmio do Júri em Cannes com Bacurau (2019).

Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026
Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026

Já a atriz Fernanda Torres participou do júri do Festival de Veneza no ano passado, após o reconhecimento internacional de sua atuação em Ainda Estou Aqui (2024), premiado na edição anterior do evento. Ainda no final do ano passado, Karim Aïnouz foi integrante do júri da 22ª edição do Festival de Marrakech, presidido exatamente por Bong Joon-ho.

Um dos grandes autores do cinema contemporâneo

A inventividade de Park Chan-wook, seu domínio visual e sua capacidade de capturar as múltiplas pulsões de mulheres e homens com destinos singulares proporcionaram ao cinema contemporâneo momentos verdadeiramente antológicos”, declararam Iris Knobloch, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, delegado-geral do evento em release enviado à imprensa. 

 “Estamos entusiasmados em celebrar seu imenso talento e, de forma mais ampla, esse cinema poderoso de um país profundamente conectado aos questionamentos do nosso tempo.”, encerram os elogios ao cineasta de 62 anos. 

Este é o primeiro grande anúncio da 79ª edição do Festival de Cannes, que deve revelar alguns dos principais filmes do próximo circuito de premiações, a exemplo de O Agente Secreto, Valor Sentimental e Anora. A seleção oficial, composta normalmente por cerca de 22 filmes, será anunciada em meados de abril.

 

‘Pânico 7’: Atriz lamenta ausência de Melissa Barrera e Jenna Ortega no novo longa

Jasmin Savoy Brown, estrela de Pânico 7’, comentou recentemente sobre o novo capítulo da franquia e não escondeu a saudade de suas ex-colegas de elenco, Melissa Barrera e Jenna Ortega.

As atrizes, que interpretaram as irmãs Sam e Tara Carpenter, deixaram a produção após polêmicas de bastidores.

Conforme o GamesRadar, Jasmin reforçou o vínculo que une o elenco principal, carinhosamente apelidado pelos fãs de “Core Four”:

“Melissa, Jenna, Mason Gooding e eu continuamos próximos; somos realmente bons amigos. Nós nos amamos, apoiamos o trabalho uns dos outros”, revelou a atriz.

Apesar das ausências, Jasmin celebrou o seu retorno como Mindy Meeks-Martin, destacando a importância social da personagem:

“Claro que sentimos falta delas, porque crescemos juntas dentro dessa franquia, e sou muito grata por estar de volta, porque Mindy significa muito para mim.  Interpretar uma personagem negra e queer em uma franquia como essa… representatividade importa, e tenho orgulho de poder interpretar Mindy”, concluiu.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’, segundo o Rotten Tomatoes

A saída das protagonistas abalou a produção de Pânico 7’ em 2023. Melissa Barrera foi demitida pela produtora Spyglass Media Group após publicações em apoio à Palestina (as quais a empresa classificou como antissemitismo).

Pouco depois, Jenna Ortega também deixou o projeto, citando conflitos de agenda.

Sobre a possibilidade de um reencontro, Jasmin mantém a esperança:
“Espero que um dia, mesmo que seja daqui a 20 anos, o Core Four se reúna novamente nas telas”, afirmou, referindo-se ao grupo formado por Mindy, seu irmão gêmeo Chad, Sam e Tara.

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes Criativas com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Pânico 7’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

John Lithgow admite temor ao assumir o papel de Dumbledore em nova série de ‘Harry Potter’

John Lithgow, o veterano ator escolhido para dar vida ao icônico Albus Dumbledore na nova adaptação de Harry Potter para a HBO, revelou que encara o desafio com uma mistura de entusiasmo e apreensão.

Em entrevista à VogueLithgow detalhou as exigências técnicas que tornam o trabalho exaustivo, brincando sobre a complexidade da produção:

“Tem a maquiagem, o cabelo, figurinos de 10 quilos, sapatos de salto alto e jornadas de trabalho muito, muito longas”, explicou. Entre risos, ele completou: “Espero conseguir chegar à festa de encerramento”.

Apesar do cansaço, o ator elogiou o ambiente criado pela showrunner Francesca Gardiner. Segundo ele, os bastidores contam com cerca de 200 jovens talentos que estão vivenciando “o melhor colégio preparatório possível” enquanto filmam a saga.

Lithgow também comentou o clima de tensão que cerca a série, devido às declarações de J.K. Rowling acusadas de transfobia. O ator confessou ter sido pego de surpresa pela intensidade das reações negativas:

“Passo grande parte da minha vida alheio às coisas”, disse ele, sugerindo que sua neutralidade inicial pode ter decepcionado quem o via como um aliado direto em questões de gênero. No entanto, ele reforçou seu compromisso com a obra: “No fim das contas, estou trabalhando em um projeto baseado em um cânone literário notável, que significou muito para milhões de pessoas.”

‘Harry Potter’: Ator não binário DETONA John Lithgow por aceitar interpretar Dumbledore

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

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‘Melania’: Produtor se manifesta sobre pedido de Paul Thomas Anderson e Jonny Greenwood para remoção de música

Marc Beckman, produtor do documentárioMelania, manifestou-se recentemente após o cineasta Paul Thomas Anderson e o músico Jonny Greenwood (guitarrista do Radiohead) solicitarem formalmente a remoção de uma faixa da trilha sonora do longa.

A música em questão faz parte da trilha do filme ‘Trama Fantasma’ (2017), composta por Greenwood e dirigida por Anderson.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Beckman lamentou o distanciamento da dupla e reforçou que a decisão parece ter motivações ideológicas.

Fã confesso do trabalho dos artistas, Beckman expressou sua decepção com o veto, especialmente por considerar que a música se encaixava perfeitamente na narrativa:

“É engraçado, o Radiohead é uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Eles terem se manifestado publicamente para se distanciar de nós é apenas um reflexo deste momento infeliz em que vivemos”, afirmou o produtor.

“Fizemos um filme bonito que não entra em questões políticas. A música naquele momento era tão perfeita que, sinceramente, fiquei emocionado por poder usá-la”, acrescentou.

Beckman ainda reiterou que, apesar da frustração, não guardará rancores profissionais: “Se eles estão tentando se distanciar por razões políticas, é lamentável. Mas, honestamente, continuarei sendo fã e ouvindo suas músicas todos os dias”.

O pedido de remoção foi feito diretamente à Amazon MGM Studios, responsável pela produção do documentário sobre a esposa de Donald Trump.

‘Melania’: Paul Thomas Anderson e Jonny Greenwood pedem remoção de música do documentário sobre a esposa de Donald Trump

‘Melania’: Rotten Tomatoes nega manipulação em aprovação de 99% do documentário sobre esposa de Donald Trump

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

‘Madame Teia 2’ não vai acontecer; Sony anuncia reboot do universo ‘Homem-Aranha’ com outros atores

Madame Teia 2‘ não vai acontecer. O primeiro filme foi um fracasso, e arrecadou US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais. Resultado? O Aranhaverso da Sony vai ganhar um reboot, e novos atores vão viver os conhecidos personagens.

O presidente e CEO da Sony Pictures, Tom Rothman, confirmou que o estúdio está planejando uma “reinicialização completa” do universo expandido do Homem-Aranha.

Rothman foi questionado por Matt Belloni no podcast The Town e afirmou que o Aranhaverso vai ser reiniciado com novos atores.

Outros filmes do universo expandido do Homem-Aranha tiveram desempenhos variados: Morbius’ (US$ 167,4 milhões), ‘Venom’ (US$ 856 milhões), ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (US$ 506 milhões) e ‘Venom 3: A Última Rodada’ (US$ 456,9 milhões).  

Em entrevista ao Los Angeles Times, atriz Dakota Johnson foi direta ao abordar o fracasso do filme: “Não foi minha culpa”.

“Hoje em dia, muitas decisões criativas são tomadas por comitê, ou por pessoas que não têm uma gota de criatividade no corpo. É muito difícil fazer arte assim, ou até mesmo algo divertido. Infelizmente, Madame Teia começou sendo uma coisa e acabou virando outra. Eu só fui levada pela maré. Mas isso acontece. Filmes de grande orçamento fracassam o tempo todo”, acrescentou.

Ela ainda reforçou que não guarda ressentimentos: “Não estou traumatizada com isso. Não existe nenhuma parte de mim que diga: ‘Nunca mais vou fazer esse tipo de filme’. Já fiz até produções pequenas que não deram certo. E daí?”.

Madame Teia’ está disponível para streaming no Prime Video.

Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Lisa Kudrow está de VOLTA no trailer da 3ª e última temporada de ‘The Comeback’

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HBO Max divulgou o trailer oficial da 3ª e última temporada da aclamada comédia The Comeback, estrelada por Lisa Kudrow (‘Friends’).

O ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 22 de março na plataforma de streaming.

Confira:

Os novos episódios contam com Dan Bucatinsky, Laura Silverman, Damian Young, Tim Bagley, Matt Cook, Jack O’Brien, Ella Stiller, John Early, Barry Shabaka Henley, Abbi Jacobson, Tony Macht, Brittany O’Grady, Zane PhillipsJulian Stern e Andrew Scott para março de 2026.

A série foi criada por KudrowMichael Patrick King.

A trama acompanha Valerie Cherish, uma atriz de sitcom em declínio dos anos 90 que tenta reviver sua carreira concordando em estrelar um reality show sobre sua vida, que está sendo filmado enquanto ela também assume um papel coadjuvante em uma nova sitcom.

CBS escala TRÊS novos nomes ao drama jurídico ‘Cupertino’

Segundo o Deadline, a CBS escalou três novos atores ao elenco do drama jurídico Cupertino.

As informações indicam que Rob McClure (musical ‘Uma Babá Quase Perfeita’), Joe Morton (‘Going Dutch’) e Steven Pasquale (‘As Quatro Estações’) farão parte do projeto.

A trama é centrada em Michael (Mike Colter), um advogado que foi demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.

Rachel Keller coestrela como Olivia uma recém-formada em direito do Meio-Oeste dos EUA que é demitida de uma startup do Vale do Silício e se une a Michael para formar um escritório de advocacia independente e enfrentar as gigantes da tecnologia.

McClure interpretará Bo, um potencial cliente que procura o escritório de advocacia dos protagonistas, Michael e Olivia, para representá-los. Morton será Bayard, o pai de Michael, um advogado famoso que exerce grande influência e valoriza o sucesso acima de tudo. Pasquale dará vida a Ry, um advogado de sucesso do Vale do Silício que sabe como dominar uma sala.

O trio se junta ao previamente confirmados Ella Stiller (‘The Comeback’), Renée Elise Goldsberry (‘Hamilton’), Nik Dodani (‘Atypical’) e Busy Phillips (‘Girls5Eva’).

Mais detalhes não foram divulgados.

A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.

A dupla de criadores também está escrevendo o episódio piloto, além de entrar na função da produção executiva.

A expectativa é que a produção seja lançada na temporada 2026-27.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Disney vai censurar uniforme do Justiceiro, diz rumores

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega às telonas este ano, dando sequência à épica jornada do “amigo da vizinhança”. Além de Peter Parker, o longa marcará o aguardado retorno do Justiceiro ao cinema, mas com uma aparência que deve divergir do visual clássico dos quadrinhos.

De acordo com o site The Direct, novos rumores indicam que o icônico logo de caveira de Frank Castle passará por mudanças significativas.

A reportagem destaca que o lendário símbolo “parece um pouco menos com uma caveira desta vez”, sendo aplicado em um colete com estética muito mais militarista do que as versões anteriores vistas no MCU.

O informante descreveu o novo traje como uma “versão simplificada” do uniforme que aparecerá em ‘Demolidor: Renascido’ e das participações do personagem nas séries da Netflix.

As principal mudança seria; a parte inferior do logo da caveira, que seria parcialmente escondida por um cinto de munição branco, posicionado estrategicamente para simular os “dentes” da caveira.

A mudança não teria o proposito meramente estética, mas sim comercial.

Segundo os vazamentos, essa alteração no design visa adequar o filme às rígidas leis de censura da China. O país é conhecido por restringir ou proibir o uso de caveiras e esqueletos em produtos de entretenimento.

Como a Marvel busca garantir uma estreia lucrativa no mercado chinês, adaptar o símbolo do Justiceiro seria uma forma de evitar o banimento do longa.

Vale lembrar que, até o momento, essas informações são tratadas apenas como rumores e não foram confirmadas oficialmente pela Marvel Studios ou pela Sony Pictures.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

Além do retorno de Holland como o Cabeça de Teia, o longa contará com participações especiais de peso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), com destaque para o implacável Justiceiro, interpretado por Jon Bernthal, e para o icônico Hulk, vivido por Mark Ruffalo.

Em entrevista ao ComicBook.com, Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, trouxe alguns detalhes sobre o mais novo capítulo da franquia, afirmando que “dirigir Homem-Aranha foi um dos [maiores] trabalhos da minha vida”, explicando que, embora normalmente não goste de rotular projetos como o “ápice” de sua carreira, Um Novo Dia’ com certeza faz parte desse grupo.

“Analiso cada projeto em que trabalho e penso: ‘nunca fiz isso antes, será que vai me empolgar pelos próximos dois anos?'”, acrescentou o cineasta. “E Homem-Aranha definitivamente é isso.”

“Todos os nomes envolvidos quando entrei para o projeto queriam fazer algo diferente”, observou Cretton. “Claro, ainda é o Homem-Aranha que todos amam, mas este é um novo capítulo em sua vida, e essa mudança de tom foi algo realmente empolgante para mim. Foi uma experiência extremamente gratificante e diferente”.

Prepare o café: 10 séries chocantes que vão te prender até o amanhecer

Para prender nossa atenção, basta apenas uma trama envolvente – mas, isso é algo bem complexo de se executar. Utilizando o chocar de muitas formas como ferramenta narrativa que se entrelaça no desenvolvimento de personagens, alguns projetos seriados conseguem nos manter presos no sofá até seus últimos momentos. Se você está procurando uma série com essas características, não perde essa lista abaixo:

 

O Testamento: O Segredo de Anita Harley (Globoplay)

Uma herança bilionária, uma disputa pelo poder, narrativas antagônicas e possíveis relacionamentos amorosos são alguns dos elementos que moldam um dos casos jurídicos mais complexos em andamento em nosso país. Muitas vezes, a vida real consegue ser mais impactante do que qualquer obra de ficção: O Testamento: O Segredo de Anita Harley é a prova disso.

 

Ara San Juan: O Submarino que Desapareceu (Netflix)

Uma tragédia e muitas descobertas. Chegou recentemente no catálogo da Netflix, um seriado documental argentino que traça um pente fino no catastrófico sumiço de um submarino com 44 tripulantes à bordo ocorrido em outubro de 2017. Um desastre que abre um mar de absurdos que vão desde um governo insensível, completamente perdido ao lidar com uma situação, até inúmeras teorias mirabolantes do que de fato possa ter acontecido.

 

Band of Brothers (HBO MAX)

Lançado em 2001, até hoje essa aclamada minissérie ganha novos olhares. O projeto nos mostra recortes nas ações da Easy Company, um regimento de Infantaria Paraquedista durante a Segunda Guerra Mundial. A obra é baseada em um livro homônimo do escritor Stephen E. Ambrose.

 

Ashley Madison: Sexo, Mentiras e Escândalo (Netflix)

Um pioneirismo na internet – no início dos anos 2000 -, no boom dos namoros Online, um site para casos extraconjugais é lançado gerando enormes polêmicas. A pessoa se cadastrava e era prometido sigilo e descrição. Certo dia, um ataque hacker aos servidores do site leva até o maior caso de divulgação de dados da história, modificando vidas para sempre.

 

Paradise (Disney Plus)

Tudo ia bem numa comunidade perfeita de algumas milhares de pessoas, até que um dia o presidente Cal (James Marsden) é brutalmente assinado no seu quarto. Logo, Xavier (Sterling K. Brown), o responsável chefe por sua segurança, começa a juntar as peças desse quebra-cabeça que nos leva até a exposição de fatos surpreendentes que vão de encontro aos interesses de Sinatra (Julianne Nicholson), uma influente nas relações políticas. Se você acha que a trama se prende a isso, não ande por esse caminho. Ao final do primeiro episódio, entendemos um pouco do que é aquele lugar.

 

Silo (Apple Tv Plus)

Ficção científica, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix no início de 2025, uma minissérie que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial. Tendo como foco as quase inacreditáveis pautas de The Jerry Springer Show – programa camuflado de um talk show – vamos percorrendo as ações de produtores, suas relações de trabalho e com os convidados. Antes de mais nada, esse é um projeto assustador quando pensamos em nós como sociedade.

 

Homicídio nos EUA: Gabby Petito (Netflix)

Uma viagem pelos Estados Unidos de dois jovens recém noivos termina com apenas um deles voltando pra casa. Partindo desse ponto para montar peças de um quebra-cabeça macabro que envolve a violência doméstica e a dependência emocional, chegou ao catálogo da Netflix uma série documental de três episódios que apresenta os fatos de um crime que chocou um país.

 

Fringe (Prime Video)

Nessa sensacional série que durou cinco temporadas, acompanhamos a agente do FBI Olivia Dunham, ao lado do cientista Walter Bishop e seu filho, Peter, investigando casos que se tornam interligados – com direito a universo paralelo.

 

Plantão Policial (Prime Video)

Introspectiva e com um passado recente cheio de amarguras e conflitos com outros policiais, a experiente oficial do corpo de polícia de Long Beach, Harmon (Troian Bellisario), recebe a missão de treinar mais um recruta, Diaz (Brendan Larracuente), um rapaz destemido que sofre com o irmão preso e precisa aprender muito mais do que imagina. Ao longo do tempo que formam dupla, esses dois policiais enfrentarão casos violentos pelas ruas da cidade.

 

‘Melania’: Guns N’ Roses e outros artistas impediram uso de músicas em documentário sobre esposa de Donald Trump

O documentário Melania, que mergulha na vida de Melania Trump, esposa de Donald Trump, voltou ao centro das atenções após revelações polêmicas de seus bastidores.

Segundo o produtor Marc Beckman, em entrevista à Entertainment Weekly, a equipe criativa enfrentou grandes dificuldades para licenciar a trilha sonora desejada devido a barreiras políticas.

“Havia músicas que tentamos conseguir, mas infelizmente houve questões políticas envolvidas”, afirmou o produtor.

Um dos casos mais emblemáticos envolveu a lendária banda Guns N’ Roses. Beckman revelou que o grupo ficou dividido sobre a liberação de uma faixa específica:

“Por exemplo, os integrantes do Guns N’ Roses estão politicamente divididos. Havia uma música linda que queríamos usar, e um dos membros, não quero dizer quem é, não seria justo, disse: ‘Pode usar’. E o outro basicamente disse: ‘De jeito nenhum'”, revelou.

“Então o Guns N’ Roses foi definitivamente uma decepção para nós; temos muito respeito pela banda”, acrescentou Beckman.

A icônica Grace Jones também foi citada como uma das artistas que recusaram a participação no projeto.

“Havia uma música que queríamos usar de Grace Jones; obviamente, temos enorme respeito por ela. Aparentemente, ela não conseguiu superar a barreira política, apesar de o filme não ser político. Isso também foi decepcionante. É frustrante quando as pessoas colocam a política em primeiro lugar, e isso aconteceu um pouco com o filme, com certeza”, declarou.

Por fim, Beckman também revelou que o o espólio do cantor Prince também recusaram a participação no longa.

“Estava tudo pronto, e o advogado que administra o espólio disse: ‘Prince nunca gostaria que sua música fosse associada a Donald Trump’. E nós respondemos: ‘Mas este não é um filme sobre Donald Trump! Ele aparece ocasionalmente, mas o foco é a Melania. Não é político’. E mesmo assim foi bloqueado. É ridículo”, concluiu.

‘Melania’: Rotten Tomatoes nega manipulação em aprovação de 99% do documentário sobre esposa de Donald Trump

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

‘Terrifier 4’: Damien Leone indica que novo filme será o encerramento da franquia

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O cineasta Damien Leone, criador da franquia Terrifier, compartilhou recentemente atualizações promissoras sobre Terrifier 4’, indicando que o novo filme pode marcar o desfecho da épica saga do palhaço Art.

Nas redes sociais, Leone se pronunciou sobre o projeto, que segue cercado por especulações, e revelou detalhes sobre o estágio atual da produção.

“Como há muita especulação e informações falsas circulando sobre Terrifier 4, quis aparecer aqui para dar uma atualização oficial. O roteiro está muito próximo de ser concluído, e espero iniciar a pré-produção nesta primavera. Este é o roteiro mais precioso que já escrevi por muitos motivos, mas também é o mais desafiador. Há muito material para trabalhar e muita coisa em jogo, não apenas no aspecto criativo, mas também no emocional”, escreveu o diretor.

O cineasta também indicou que o filme deve servir como o encerramento da saga, destacando o quanto a franquia se tornou especial e agradecendo a todos os envolvidos ao longo dos anos.

“Construímos algo especial juntos ao longo dos anos. O elenco e a equipe que estão aqui desde o início merecem um final que honre sua dedicação, e os fãs que apoiaram essa franquia merecem algo inesquecível”, afirmou.

Por fim, Leone afirmou estar confiante no resultado do novo longa e prometeu que a espera valerá a pena.

“Sinceramente, estou muito empolgado com o resultado e confiante de que vai corresponder às expectativas. Anunciarei oficialmente quando o roteiro estiver concluído em minhas redes sociais, o que também marcará o início da pré-produção. Se não vier de mim ou não for confirmado por mim, então não é oficial. Obrigado pela paciência. Prometo que vai valer a pena!”, destacou.

“Permaneçam apavorados!!”, concluiu.

Ator promete que o final de ‘Terrifier 4’ será INSANO

Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Pedro Almodóvar ganha mostra especial GRATUITA na Cinemateca Brasileira com mais de 20 filmes; Confira a programação!

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O cineasta Pedro Almodóvar, mundialmente aclamado por seu estilo provocativo, cores vibrantes e narrativas ousadas, será o grande homenageado em uma mostra especial.

Segundo informações da Rolling Stone, a Cinemateca Brasileira exibirá cerca de 20 títulos que revisitam 40 anos da carreira do diretor.

Todas as sessões são gratuitas, com retirada de ingressos uma hora antes do início de cada exibição.

Confira a programação e siga o CinePOP no Youtube:

04/03 (Quarta-feira)

  • 19h30: ‘O Quarto ao Lado’ (Área Externa)

05/03 (Quinta-feira)

06/03 (Sexta-feira)

07/03 (Sábado)

08/03 (Domingo)

11/03 (Quarta-feira)

  • 20h00: ‘Volver’ (Área Externa)

12/03 (Quinta-feira)

  • 20h00: ‘Maus Hábitos’ (Área Externa)

13/03 (Sexta-feira)

  • 17h30: ‘Ata-me!’ (Sala Grande Otelo)
  • 20h00:Carne Trêmula (Sala Grande Otelo)

14/03 (Sábado)

  • 17h30: ‘Kika’ (Sala Grande Otelo)
  • 20h00: ‘A Flor do Meu Segredo’ (Sala Grande Otelo)

15/03 (Domingo)

  • 15h00: ‘O Que Eu Fiz Para Merecer Isto?’ (Sala Grande Otelo)
  • 17h30: ‘Labirinto de Paixões’ (Sala Grande Otelo)
  • 20h00: ‘Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão’ (Sala Grande Otelo)

Pânico 7

(Scream 7)

 

Elenco:

Neve Campbell
Matthew Lillard
Isabel May
Mckenna Grace
Anna Camp
Courteney Cox
Gale Weathers
Chad Meeks-Martin
Celeste O’Connor
Sam Rechner
Asa Germann

 

Direção: Kevin Williamson

Gênero: Terror

Duração: 114 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Classificação Indicativa: 18 Anos

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em PÂNICO 7, quando um novo Ghostface aparece na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do serial killer mascarado. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar todos os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Críticas:

Crítica 1 | Pânico 7 – Novo Filme Tem Mortes CRIATIVAS com Elenco Irregular

Crítica 2 | Neve Campbell volta a enfrentar Ghostface no desconjuntado e sangrento ‘Pânico 7’

Curiosidades: 

‘Pânico 7’ recebe classificação 18 anos no Brasil; Menores de 16 não podem assistir!

‘Pânico 7’ mostraria Sam Carpenter se tornando o Ghostface, revela Skeet Ulrich

Opinião | ‘Pânico 7’ poderia INOVAR ao manter um Ghostface em segredo, como Kevin Williamson planejava em ‘Pânico 4’

Melissa Barrera manda indireta para ‘Pânico 7’: “Não se esqueçam”

“Hello, Sidney” | Ranking dos primeiros trailers da franquia ‘PÂNICO’ – Do PIOR ao MELHOR

» Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

» Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao ladotrœ de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Laurie Metcalf quer RETORNAR em ‘Pânico 7’

‘Pânico 3’ denunciou os abusos em Hollywood antes do Me Too… e quase NINGUÉM percebeu!

Dublê de Ghostface relembra momento marcante com Henry Winkler em ‘Pânico’

Hayden Panettiere NÃO está confirmada em ‘Pânico 7’

Mais uma atriz dos filmes originais vai RETORNAR em ‘Pânico 7’

» Originalmente, ‘Pânico 7‘ serviria como a conclusão da narrativa da Sam Carpenter. O projeto, no entanto, teve que ser reformulado após a demissão da Melissa Barrera – que foi dispensada por apoiar a Palestina e pedir um cessar fogo na guerra contra a Israel;

» Com a saída de Barrera, Jenna Ortega confirmou que também não retorna para o próximo filme;

» O sétimo capítulo da saga voltará a focar na Sidney Prescott, interpretada pela já confirmada Neve Campbell, protagonista dos filmes originais;

» Kevin Williamson, criador da franquia e roteirista do primeiro, segundo e quarto filme, assumirá a direção pela primeira vez. Seu único crédito outro como diretor foi em 1999, no suspense ‘Tentação Fatal‘;

Crítica em Vídeo:

Entrevistas:

Trailer:

Legendado

Dublado

Trailer Comentado:

Cartazes: 

Fotos: 

 

A Incrível Eleanor

(Eleanor the Great)

 

Elenco:

June Squibb
Erin Kellyman
Chiwetel Ejiofor

 

Direção: Scarlett Johansson

Gênero: Drama

Duração: 98 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em A INCRÍVEL ELEANOR, uma mulher de 90 anos está tentando reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Como parte desse processo, ela decide se mudar para Nova York, depois de morar na Flórida por anos.

Crítica | A Incrível Eleanor – Em estreia na direção, Scarlett Johansson aposta no afeto e esquece o conflito [Cannes 2025]

 

Curiosidades: 

» O longa marca a estreia diretorial de Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’, ‘Vingadores’);

» Tory Kamen assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | A Incrível Eleanor – Em estreia na direção, Scarlett Johansson aposta no afeto e esquece o conflito [Cannes 2025]

Após anos como uma das atrizes mais reconhecidas de Hollywood, Scarlett Johansson estreia no comando de um longa com ‘A Incrível Eleanor‘ (Eleanor The Great). Exibido na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes 2025, o filme é um drama agridoce que pretende homenagear as amizades, o luto e o pertencimento na terceira idade, porém escorrega em decisões narrativas comedidas, evitando conflitos reais e, por isso, não alcança a potência emocional ou ética exigida.

Aos 95 anos, June Squibb reafirma seu talento em interpretar mulheres idosas com força, humor e um certo olhar sapeca. Indicado ao Oscar por Nebraska (2013), a atriz nonagenária dá vida a Eleanor Morgenstein, uma viúva judia que, ao perder sua melhor amiga Bessie (Rita Zohar), decide voltar a viver com a filha e o neto em Nova York. Isolada e em luto, ela busca conexão ao se infiltrar, por engano e depois por escolha, em um grupo de apoio para sobreviventes do Holocausto. O detalhe desconcertante: Eleanor não é uma.

A mentira nasce como uma tentativa de honrar Bessie — esta sim, uma sobrevivente marcada pelo trauma —, mas cresce em proporções desconfortáveis à medida que Eleanor começa a repetir memórias e relatos da amiga como se fossem suas. A partir desse deslize, o filme flerta com questões éticas importantes, mas hesita em aprofundá-las. Em vez de confrontar o peso real da impostura — especialmente em um contexto tão delicado quanto o do Holocausto — o roteiro opta por suavizar o impacto com sentimentalismo, diluindo o drama em lugar de encará-lo.

O tom geral de ‘A Incrível Eleanor, portanto, remete a produções televisivas de apelo fácil e melodramático como as obras Hallmark. Com sua música suave, diálogos reconfortantes e momentos previsivelmente ‘fofos’, o filme busca emocionar sem provocar. Embora tenha um coração sincero, carece de profundidade para construir laços reais com o espectador. Com o roteiro inconsistente, a direção e a montagem não conseguem desenvolver um trabalho instigante. 

A condução de Johansson é correta, porém cautelosa. Há escolhas visuais simpáticas e um cuidado na composição das cenas, mas falta ousadia. Em momentos em que o desconforto seria inevitável — como nas reuniões do grupo ou nos embates familiares —, Scarlett Johansson opta por encobrir tensões com estética suave e trilhas melancólicas. Sua breve incursão pela direção no curta These Vagabond Shoes (disponível no YouTube) apresenta soluções mais criativas.

Outro ponto de desequilíbrio é o desfecho quase acidental em relação ao lar de idosos. A aceitação repentina de Eleanor em ir para um lar de idosos, após tanta resistência, é uma resolução abrupta que enfraquece a trajetória da personagem e reforça o receio do filme de encarar os dilemas do envelhecimento com realismo. 

Há também o arco de Nina (Erin Kellyman), jovem estudante de jornalismo que se torna confidente de Eleanor e pretende transformar sua história em um artigo. Com o envolvimento do pai jornalista (Chiwetel Ejiofor), o filme até sugere que algo sério se aproxima — mas, quando a verdade vem à tona, tudo se resolve de maneira tão rápida e inofensiva que nos afasta completamente da narrativa superficial. A amizade entre Nina e Eleanor, que poderia ser tocante, transforma-se em um laço desigual, regido mais por condescendência do que por admiração — desperdiçando uma chance de aprofundar o afeto entre gerações, tal como Mary & Max – Uma Amizade Diferente (2009), de Adam Elliot. Uma grande decepção para a capacidade de June Squibb.

Scarlett Johansson possui uma herança judaica familiar e, portanto, uma conexão pessoal com o tema, mas não é suficiente para evitar a abordagem superficial. Com roteiro assinado pela também estreante Tory Kamen, o filme dedica um olhar piedoso à sua protagonista e esquece o principal ingrediente de uma boa tragicomédia: tempo de riso e de lamento, sem preocupação em pautar resoluções fáceis. ‘A Incrível Eleanor tenta homenagear a memória dos sobreviventes do Holocausto e o envelhecimento com dignidade, mas acaba como uma obra hesitante — e incapaz de justificar a ‘grande’ Eleanor prometido no título.

A História do Som

(The History of Sound)

 

Elenco:

Paul Mescal
Josh O’Connor
Chris Cooper

 

Direção: Oliver Hermanus

Gênero: Drama

Duração: 127 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

A trama de A HISTÓRIA DO SOM acompanha dois jovens, Lionel e David, nos bastidores da Primeira Guerra Mundial, que se dedicam a gravar a vida, as vozes e a música de seus compatriotas americanos. Ao longo dessa jornada, os dois se apaixonam.

Curiosidades: 

Paul Mescal e Josh O’Connor vivem romance ÉPICO no trailer de ‘A História do Som’; Confira!

» O longa é baseado no conto homônimo de Ben Shattuck;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

The Moment

(The Moment)

 

Elenco:

Charli XCX
Rosanna Arquette
Kate Berlant

 

Direção: Aidan Zamiri

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 4 milhões

Estreia: 26 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

THE MOMENT acompanha a jornada de uma jovem estrela pop, que enfrenta as complexidades da fama e as pressões da indústria da música enquanto se prepara para sua primeira turnê.

Curiosidades: 

‘The Moment’: Filme de Charli XCX DIVIDE a crítica internacional e abre com 57% de aprovação no RT

‘The Moment’: A.G. Cook lança música inédita para o filme estrelado por Charli XCX

» Além de estrelar, a cantora Charli XCX também serve como produtora – sendo este o primeiro projeto de sua nova companhia, a Studio365;

» Aidan Zamiri faz sua estreia diretorial. Ela também assina o roteiro ao lado de A. G. Cook, que já havia colaborado com a cantora no álbum Brat;

» Um dos principais nomes por trás do grupo que fundou a PC Music, Charli XCX encontrou sucesso crescente lançamento após lançamento, alcançando ainda mais estrelato e aclamação com seu último álbum de estúdio, o aclamado ‘BRAT’ – que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: