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‘Subservience’: Terror que traz Megan Fox como androide assassina ganha data de estreia no Prime Video

O terror de ficção científica ‘Subservience’, com Megan Fox no papel de uma androide assassina, ganhou data de estreia no Prime Video.

O filme chega no catalogo do streaming no dia 27 de Novembro.

‘Subservience’ conquistou uma aprovação moderada no Rotten Tomatoes, com 60% de aprovação baseado em 10 críticas.

A trama segue um pai que compra uma androide para ajudar a cuidar da casa e sua família… até ela ganhar consciência e se tornar mortal.

subservience

Os críticos, em geral, elogiaram o desempenho de Megan Fox e acharam o filme divertido, embora tenham destacado alguns problemas no roteiro.

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“Megan Fox impressiona como uma fembot de IA sexy e sinistra, oferecendo uma performance de tirar o fôlego que é impossível desviar os olhos em Subservience, uma nova e empolgante história de ficção científica que faz você refletir”, disse Josh Wilding do ComicBookMovie.

“No fundo, a produção econômica, porém bem-executada, de Subservience (com algumas sequências de efeitos visuais espetaculares) e sua ousada abordagem eclética… evocam agradavelmente a diversão e a adrenalina dos filmes B de DTV dos anos 80 e 90”, disse Ayeen Forootan do In Review Online.

“Subservience começa com promessas, e embora o final seja decepcionante, a produção ainda acerta em alguns momentos sedutores e ameaçadores que sustentam a experiência de assistir”, disse Brian Orndorf do Blu-ray.

“Um filme que pode fazer o público ponderar sobre o que faria em uma situação tão estranha”, disse Jason Delgado do Film Threat.

“Megan Fox arrasa no papel de robô de IA neste thriller de ficção científica, que de resto é bastante familiar”, disse Casey Chong do Casey’s Movie Mania.

“Apesar das limitações orçamentárias, Megan Fox oferece uma performance hipnotizante neste thriller de IA, semelhante a A Mão que Balança o Berço”, disse Lee McCoy do DrumDums.

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S.K. Dale (‘Até a Morte’) é responsável pela direção.

Michele Morrone, da franquia ‘365 Dias‘, também estrela a produção.

O roteiro foi assinado por Will Honley (‘Escape Room 2: Tensão Máxima’) e April Maguire (‘Lost Girls’).

Crítica | ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ devolve a mágica que a franquia pede em uma aventura deliciosa

Quando eu era criança, abriu uma lojinha de mágica na minha cidade. Eu ia todo dia para conhecer cada um dos ítens e ficava encantado, mas perplexo por não conseguir descobrir como aquela mágica era feita. Investigativo desde pequeno, eu tive que desembolsar uma grana para comprar o truque dos três copinhos, aquele que eles fazem um objeto sumir depois de embaralhar os copos. Eles só ensinavam se você comprasse. E claro, eu comprei. Depois que você aprende o truque, ele não tem mais o mesmo impacto, mas você descobriu como funciona a engenhagem.

Com a franquia ‘Truque de Mestre’ é a mesma coisa. O primeiro filme foi muito inteligente e inventivo, mas o segundo transformou as mágicas em um festival de CGI inexplicável. A mágica perdeu a graça por ser muito surreal, afinal, crescemos com o Mister M explicando os truques e tudo tem que parecer real para encantar.

Eis que esse terceiro filme consegue ser mais pé no chão e trazer mágicas que não pareçam apenas truque de edição, e foi aí que o filme me conquistou. Aí, e com a adição da sempre maravilhosa Rosamund Pike no elenco, nossa ‘Garota Exemplar‘ preferida.

A continuação da franquia desafia os ilusionistas em um truque que vai envolver a joia mais valiosa do mundo. Os Quatro Cavaleiros, interpretados por Eisenberg, Harrelson, Franco e Fisher, estão de volta com uma nova geração de ilusionistas e uma história cheia de reviravoltas, mágicas e surpresas.

Desta vez, eles precisam desmontar um esquema criminoso e antigo de uma família que vende diamantes e tem segundas intenções.

A trama é deliciosa e consegue inserir o telespectador na aventura, coisa que o segundo filme falhou em fazer, na minha opinião.

A direção é de Ruben Fleischer (‘Venom’), um diretor de altos e baixos, mas que entrega filmes incríveis quando está inspirado, como ‘Zumbilândia‘. E ele estava inspirado aqui. Contando com um elenco espetacular, que traz o retorno de Isla Fisher, esquecida no segundo filme, a aventura decola.

Temos ainda os sempre ótimos Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Morgan Freeman, e a pertinente adição de Ariana Greenblatt, Dominic Sessa e Justice Smith como um novo grupo de jovens mágicos.

Mas como eu disse, é Rosamund Pike que dá o charme para o filme, com uma vilã interessante e cheia de camadas.

O resultado é mágico. Um filme que sabe brincar muito bem com seus truques e criar uma aventura digna de ser assisida nos cinemas. Um diamante raro.

10 filmaços que MERECEM um dia chegarem nos streamings no Brasil

O dinâmico universo dos streamings a cada nova semana nos trazem filmes e séries de todos os lugares do mundo. Mas como a indústria audiovisual é enorme acaba ficando de fora dos catálogos filmes interessantes que os espectadores poderiam gostar. Pensando nisso, resolvi fazer um enorme exercício cinéfilo com uma lista de filmes muito legais, segue abaixo 10 filmaços que merecem algum dia chegarem nos streamings disponíveis no Brasil:

 

Minha Incrível Wanda

Na trama, conhecemos a jovem trabalhadora polonesa e mãe de dois filhos Wanda (Agnieszka Grochowska) que a cada nova temporada trabalha durante alguns meses para uma família rica na Suíça. Sua prioridade nos afazeres é cuidar do já debilitado Josef (André Jung) como uma espécie de enfermeira. A família adora Wanda, principalmente Josef. Só que as vezes, principalmente quando chega de madrugada, Wanda e Josef, escondido dos demais, entram em um acordo que causará graves confusões e situações para toda a família.

 

Elsker dig for evigt (Corações Livres)

Na trama, conhecemos um casal de namorados apaixonados, Cæcilie e Joachim, que vivem tranquilamente em uma grande cidade na Dinamarca. Certo dia, após um grave acidente, Joachim perde os movimentos da cintura para baixo e isso causa uma série de transtornos para Cæcilie que não consegue se adaptar a essa nova situação. Joachim, fora atropelado por Marie (Paprika Steen) que é casada com o médico Niels (Mads Mikkelsen) e trabalha no mesmo hospital onde Joachim é internado. O que acontece? Cæcilie começa a se aproximar de Niels e um intenso relacionamento amoroso acontece, deixando o destino de cada personagem incerto.

 

Bad Genius

Um dos filmes mais eletrizantes do cinema asiático dos últimos anos e representante da Tailândia ao Oscar 2018 na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Bad Genius, dirigido pelo ótimo cineasta Nattawut Poonpiriya, contorna as emoções de maneira sublime para explicar uma história que envolve estudantes, as pressões pelas provas que podem mudar uma vida e um outro lado que se descobre quando determinadas portas de oportunidade se abrem. Tudo é muito bem encaixado no excelente roteiro de assinado pelo diretor, Tanida Hantaweewatana e Vasudhorn Piyaromna.

 

New World

Na trama, acompanhamos a história de Ja-sung (Jung-jae Lee), um agente infiltrado da polícia que está sob disfarce faz quase uma década e enfim consegue o objetivo que queria juntamente com a única pessoa que sabe que ele está disfarçado, o chefe de polícia Kang (Min-sik Choi). Dentro de uma operação chamada Novo Mundo que mexe com os poderosos submundos dos sindicatos na Coreia do Sul, Ja-sung precisará agora escolher se segue em frente e completa o objetivo, pesando o fato de ele estar com um filho a caminho e o fato de o medo sempre o pairar em ser descoberto. Assim, se envolvendo em uma série de situações explosivas sucessivas, a escolha será feita.

 

Someone You love (En du elsker)

Tenha piedade da minha alma, estou aqui para corresponder ao seu amor. A cineasta dinamarquesa Pernille Fischer Christensen volta ao mundo mágico do cinema para falar sobre a angústia de um homem em busca de uma redenção após uma vida inteira de amargura. Someone You love (En du elsker), é aquele tipo de filme que deixa o espectador com o coração apertado, esperando atentamente a próxima cena. A trilha sonora é algo mágico, entra em nossos ouvidos com uma leveza que chega a arrepiar. O cinema dinamarquês é assim mesmo, possui em sua essência, uma eterna arte de decifrar a profundidade dos relacionamentos mais complexos.

 

O Acompanhante

A história é focada em Carter Page III que é uma espécie de playboy que tem como passatempo preferido acompanhar mulheres (com esposos importantes) na compra de um tapete ou simplesmente em partidas de baralho. Ele vive em clima de romance com um paparazzi da cidade. Quando é envolvido em um caso de assassinato, exatamente por confiar demais em uma dessas mulheres que sempre está junto, tem que provar sua inocência custe o que custar.

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

 

Dirch

A história fala sobre o dom da comédia. A busca de um ator por atuações em outros tipos de trabalho. A trama, que é passada nos anos 60, na Dinamarca, é baseada em fatos reais nos narrando a história do comediante Dirch Passer, que por mais que fosse um gênio no que fazia no campo profissional, tinha sérios problemas pessoais e desejos não apoiados.

 

Stockholm Stories

Baseado na obra homônima de Jonas Karlsson e marcando a estreia na direção de uma longa metragem da cineasta sueca Karin Fahlén, essa pérola sueca chamada Stockholm Stories é uma história suave sobre pessoas, suas emoções e suas escolhas em uma Estocolmo repleta de amargura mas com a necessidade do sonhar. Abordando, assuntos que vão desde a adoção até as inúmeras formas de amar, o filme navega em sua poesia ao mesmo tempo que o espectador é fisgado a todo instante com as ótimas viradas que a trama ruma.

 

O Jovem Caçador de Baleias

A realidade de alguns, longe de muitos. Exibido na Mostra de SP 2021, a Co-produção Rússia, Polônia, Bélgica, O Jovem Caçador de Baleias (Kitoboy) busca seus objetivos na sensibilidade dos porquês, nas inconsequências, que podem ser interpretadas como ato de coragem por alguns. As relações de um vilarejo no estreito de Bering (que liga os oceanos Pacífico e Ártico, entre a Rússia e os Estados Unidos.) com a tão sonhada vida na América é marcada aqui pelo conflito emocional de uma paixão imaginária. Dirigido pelo cineasta russo Philipp Yuryev, O Jovem Caçador de Baleias é uma saga reflexiva sobre o universo globalizado.

 

 

Crítica | ‘Presépio’ – Chocante e profunda parábola existencial repleta de simbolismos [Festival Cinemato 2026]

Quando chegamos ao final de um curta-metragem e ele deixa aquele gostinho de quero mais, é porque um bom trabalho foi feito. Exatamente isso que acontece em um projeto carioca que chamou a atenção nos primeiros dias da 12a Mostra de Cinema de Gostoso e que, logo depois, chegou também à programação do Festival Cinemato 2026. Um projeto simples em sua forma que encontra camadas, uma espécie de parábola repleta de simbolismos – do moral ao existencial – que se encaixa como uma luva em muitas histórias familiares por aí.

 

Imagina a situação: uma família se reúne para o amigo oculto natalino, e os conflitos logo afloram quando um pai presenteia o filho com uma arma de brinquedo. Dentro desse cenário, se desenvolve uma história que expõe embates e questões guardadas – mas nunca esquecidas – até a necessidade de reencontrar o amor em meio à decepção.

Indo direto ao ponto, com uma contextualização importante construída pelas entrelinhas e buscando, através das dinâmicas familiares, um olhar bastante profundo sobre nossa sociedade, Presépio, dirigido por Felipe Bibian, utiliza a relação conturbada de pai e filho para gerar reflexões importantes – inclusive sobre o choque entre gerações.

Impressionante a qualidade desse roteiro, que se une a uma narrativa ágil e cheia de tensão que não perde nossos olhos em nenhum instante. Nos detalhes, também encontramos complementos às ações dos personagens – aspecto que enriquece a obra, que, mesmo com seu contexto de relações desgastadas pelo tempo e os diferentes caminhos no modo de pensar, consegue acender uma luz de esperança.

Os Filmes de Terror que Completam 20 Anos em 2021

Apesar de também muito “farofeira”, a década de 1980 foi uma das mais frutíferas e criativas para o gênero terror. Ela foi, por exemplo, a casa dos filmes slasher. O número de produções foi tão grande que quando chegou a década seguinte, os filmes do gênero sofreram uma grande escassez. Os anos 1990, em especial em seu início, ficaram marcados pelos pouquíssimos filmes de terror de qualidade. Com a chegada dos anos 2000, aos poucos esse quadro começou a mudar. A forte tendência dos remakes no período, por exemplo, se não trouxeram muita originalidade em suas produções, ao menos abriam as portas para que mais obras fossem criadas.

Há 20 anos, o cinema via o lançamento de algumas obras de terror bem celebradas, algumas muito elogiadas pela crítica, que se destacaram como os melhores da década, e não apenas no gênero – como veremos abaixo (filmes como Os Outros e A Espinha do Diabo). Outros longas, ganharam uma verdadeira legião de seguidores, se tornando cult. É justamente tal época que revisitaremos nesta matéria, com os filmes de terror que completam 20 anos em 2021. Confira abaixo e não esqueça de comentar quais os seus favoritos daquele ano.

Os Outros

O filme de terror mais prestigiado de 20 anos atrás no cinema é sem dúvidas Os Outros. Na época, não se falava em outra coisa quando o assunto era terror. Porém, a produção também era acusada de pegar carona no sucesso de O Sexto Sentido, lançado dois anos antes. De fato, as obras guardam suas semelhanças no que diz respeito ao clima, ao tema de fantasmas e inclusive em suas reviravoltas chocantes. Na época, a atriz Nicole Kidman era alçada a um novo patamar em sua carreira, a definindo como uma das grandes estrelas de Hollywood.

Olhos Famintos

Produzido por Francis Ford Coppola, este longa possui muitos fãs no Brasil e no mundo, em especial os que cresceram com ele. Embora esteja longe, bem longe mesmo, de ser uma obra-prima do gênero, a produção diverte em um nível despretensioso. Na trama, dois irmãos em uma viagem de carro pelas estradas se deparam com um antagonista misterioso. Esse filme, assim como Um Drink no Inferno (1996), de Tarantino e Rodriguez, pode ser dividido em dois. Na primeira metade soa muito como Encurralado (1971), de Steven Spielberg, com um caminhão pra lá de sinistro atormentando a dupla nas estradas. Depois, assim como o longa citado, esse também assume formas do cinema fantástico, quando temos revelado que dirigindo o veículo está uma criatura não humana. Mesmo assim, sem dúvidas esse é bem melhor que suas continuações.

A Espinha do Diabo

Pau a pau com Os Outros na disputa de melhor filme de terror de 2001, este longa é dirigido por ninguém menos que o adorado Guillermo del Toro. Após se decepcionar com Hollywood em Mutação (1997), o cineasta retornou ao seu país de origem, o México, para filmar esta que é uma de suas obras-primas da carreira. Passado num internato para rapazes no fim da década de 30, três anos depois da Guerra Civil Espanhola, aonde chega o protagonista Carlos (Fernando Tielve), o mais novo residente do local. Produzido por Pedro Almodóvar, o filme é uma aterrorizante história de fantasmas repleta de reviravoltas de gelar a espinha.

13 Fantasmas

A década de 2000 ficou marcada, entre outras coisas, pela forte tendência de refilmagens de produções de terror. No período, quase tudo foi refeito nas telonas, desde filmes slasher dos anos 70 e 80, até clássicos sobrenaturais dos anos 50 e 60. Um deles foi este 13 Fantasmas, remake de um longa não muito conhecido de 1960 sobre uma família que herda uma casa mal assombrada. A sacada no lançamento do filme foram óculos que permitiam o público vislumbrar os tais 13 Fantasmas do título. No remake, o fato é incluído como artifício na trama. O remake traz no elenco estrelando dois jovens atores populares no período: Matthew Lillard (de Pânico) e Shannon Elizabeth (de American Pie).

Kairo (Pulse)

No fim dos anos 90 e início de 2000, uma verdadeira onda de filmes japoneses de terror dominaram o país e o mundo. Praticamente todos fazendo uso de uma similaridade específica como tema: fantasmas e assombrações. Deste movimento saíram algumas obras bem famosas, vide Ringu (1998) e Ju-On (2002), prontamente refilmadas em Hollywood como O Chamado (2002) e O Grito (2004). Por lá, entre os dois citados existiu este Kairo, considerado um techno-horror contando a história de espíritos tentando entrar no nosso mundo através da internet. E sim, ele ganhou um remake americano, intitulado Pulse, de 2006.

A Mão do Diabo

Outro filmaço de terror e suspense que se junta ao topo da lista como um dos melhores de 20 anos atrás. Primeiro de dois filmes dirigidos pelo saudoso ator Bill Paxton, aqui ele também protagoniza na pele de Meiks, devoto pai de família numa pequena cidade, precisando criar os dois filhos pequenos após a morte da esposa. A família vive feliz até a primeira guinada na trama. O pai diz aos filhos que recebeu uma visita de um anjo para que cumpra a missão de eliminar demônios da Terra. O problema é que estes demônios são apenas seres humanos. Muito intrigante, o filme é narrado em duas linhas temporais, com a segunda no presente tendo Matthew McConaughey como um sujeito contando tal história macabra a um policial.

Jason X

Quando a Paramount Pictures tirou até a última gota de leite da franquia Sexta-Feira 13 durante a década de 1980, enchendo seus cofres de dinheiro durante àquela época, os direitos foram vendidos para a New Line, subsidiária da Warner. Logo de pronto, o estúdio comprador confeccionou Jason Vai para o Inferno (1993), para colocar sua recém-adquirida propriedade para fazer girar o dinheiro. Porém, o resultado não foi dos melhores e colocou a franquia na gaveta por quase dez anos. Quando foi retirada do gelo, a ideia foi mandar Jason pro espaço, neste Jason X. Bem, o resultado só não foi mais desastroso porque um grupo de malucos de fato gosta do filme, transformando a produção em cult, daquelas que de tão ruim, chega a ser boa. Será?

Fantasmas de Marte

O diretor John Carpenter hoje é enaltecido como um verdadeiro mestre do cinema de gênero. Também pudera, o cineasta coleciona um verdadeiro legado de filmes cult, vide Halloween, Fuga de Nova York, O Enigma de Outro Mundo, Fog – A Bruma Assassina e Os Aventureiros do Bairro Proibido. Porém, em sua época de lançamento, muitos destes filmes não foram sucesso de público, sendo redescobertos em vídeo. Quando falamos da década de 90 então, o diretor não teve sequer um sucesso para chamar de seu. Assim, na década de 2000 lançaria apenas este Fantasmas de Marte, um de seus filmes menos prestigiados. Mistura de ficção científica e terror, o elenco traz Jason Statham, Natasha Henstridge, Ice Cube e Pam Grier como parte de um time de militares no futuro, resgatando um prisioneiro perigoso e se deparando com uma nova raça de residentes de Marte.

O Dia do Terror

Chegando atrasado na “fila do pão” dos filmes slasher, esta é praticamente uma refilmagem de Dia dos Namorados Macabro (1981), antes de seu verdadeiro remake ser lançado em 2009. Passada no dia dos namorados, a trama foca num grupo de amigas ainda na infância desprezando e humilhando um menino tímido, que tinha como característica o nariz escorrer sangue. Muitos anos depois, com todas adultas às voltas com suas vidas, um assassino usando máscara de querubim começa a eliminar uma a uma. A suspeita, é claro, recai sobre o jovem de seu passado. No elenco, Denise Richards e Katherine Heigl.

Alucinação

Em meados da década de 90, o nome da atriz Eliza Dushku era muito popular, graças à sua participação como a bad girl caçadora de vampiros Faith, da série de sucesso Buffy. A personagem de Dushku deu as caras logo no ano seguinte da estreia do programa e roubava os holofotes sempre que fazia aparições. Assim, impulsionada por esta exposição, a atriz fez parte do elenco deste Alucinação (Soul Survivors), que mistura Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado com filmes de espíritos. Não por menos, é uma produção dos mesmos envolvidos com o longa citado e também Lenda Urbana (1998).

Insônia

Conhecido como um dos mestres do terror, o italiano Dario Argento é um dos pais do subgênero conhecido como Giallo, que de certa forma deu origem aos filmes slasher nos EUA. Aqui, o veterano escala o saudoso Max von Sydow para viver um detetive aposentando, caçando um serial killer pelas ruas de Turim, na Itália.

Vampiros do Deserto

Outro filme que aproveitou a popularidade de seu jovem astro em alta na época. Trata-se de Kerr Smith, você lembra dele? Bem, quem cresceu nos anos 90 deve lembrar do ator no papel de Jack McPhee, um dos primeiros personagens abertamente gays numa produção televisiva mirada aos jovens. O programa em questão era Dawson’s Creek. E não apenas isso, Smith foi o primeiro homem a dar um beijo gay na história da TV americana. Digam se isso não é um marco? Assim, surfando neste hype, Smith protagonizou esta história de vampiros moderna, que soa quase como um remake de Quando Chega a Escuridão (Near Dark, 1987).

O Elevador da Morte

Na lista, já tivemos muitos jovens atores populares há 20 anos que basicamente desapareceram de nossas vistas no decorrer do tempo. Porém, alguns fizeram o caminho inverso. É o caso com Naomi Watts, então uma ilustre desconhecida protagonizando este terror. Watts no mesmo ano estrelaria Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch, e escreveria seu nome no panteão de Hollywood. A trama dona de elementos trash mostra um elevador consciente num enorme prédio de mais de 100 andares em Nova York, precisando ser combatido como um monstro. Apesar da história duvidosa, o elenco é repleto de nomes muito conhecidos dos cinéfilos.

Bones – O Anjo das Trevas

Tenho certeza que a ideia aqui por trás deste Bones foi criar um novo antagonista para os filmes de terror no estilo de Candyman, usando como pano de fundo a cultura negra norte-americana e elementos do movimento blaxploitation dos anos 70. Assim, o rapper Snoop Dogg virava o bicho papão da vez na pele de Jimmy Bones, gangster assassinado a tiros, que volta ao gueto na forma de uma entidade maligna. A veterana Pam Grier, é claro, não poderia faltar no elenco.

‘The Originals’: 5ª temporada teve estreia antecipada pela CW

O canal CW fez algumas mudanças em seu calendário. A estreia da 5ª temporada de ‘The Originals‘, que estava programada para chegar 20 de abril, agora irá ao ar dois dias antes, na quarta-feira.

Ocupando o seu timeslot original, ficará o resto da temporada de ‘Life Sentence‘, que já se mostrou um fracasso de audiência, chegando a registrar baixa histórica de 0.1 na demo. A série se junta a outra novata, ‘Dynasty‘, que também tem encontrado problemas com o público.

A próxima temporada de ‘The Originals‘ será a última, mas essa confiança na série deixa maiores esperanças que um possível spin-off possa realmente sair do papel.

Cinebiografia do criador do ‘Ursinho Pooh’ ganha cartaz

A cinebiografia do criador do icônico personagem ursinho Pooh, ‘Goodbye Christopher Robin’, ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

A produção, que não possui vínculo nenhum com a versão live action que será estrelada por Ewan McGregor, conta a história de A.A. Milne e sua conturbada vida familiar, principalmente pelo relacionamento difícil com seu filho, Christopher Robin.

Dirigido por Simon Curtis, o filme foi escrito por Frank Cottrell Boyce. Os protagonistas são Domhnall Gleeson, que será o artista A.A. Milne, Margot Robbie, que interpreta a esposa, Daphne Milne, e Will Tilston, que viverá o personagem homônimo, Christopher Robin.

O elenco também conta com Kelly Macdonald (Olive) e Phoebe Waller-Bridge (Mary Brown).

Ainda sem data definida, ‘Goodbye Christopher Robin’ chega aos cinemas no segundo semestre de 2017.

 

 

‘O Ódio Que Você Semeia’: Astro de ‘Riverdale’ entra para o elenco

A adaptação do best seller ‘O Ódio Que Você Semeia’ está ganhando forma e o astro de ‘Riverdale’, K.J. Apa, foi escalado para assumir o papel do personagem Chris, namorado da protagonista.

O ator substituirá Kian Lawley, que foi demitido da produção.

Inspirado pelo movimento Black Lives Matter, a obra de Angie Thomas teve um sucesso grandioso de crítica, vendas e chegou a estrear no topo da lista de best sellers do jornal The New York Times, em fevereiro de 2017.

A trama conta a história de uma adolescente que testemunha um tiroteio envolvendo a polícia e deve testemunhar em um julgamento de grande porte.

Estrelado por Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’), ‘O Ódio Que Você Semeia’ também conta com Regina Hall, Common, Russell Hornsby, Lamar Johnson, TJ Wright, Issa Rae, Anthony Mackie e Algee Smith.

Roteirizado por Audrey Wells, a produção é dirigida por George Tillman Jr.

As filmagens devem começar na próxima semana em Atlanta, Geórgia. O filme ainda não tem data de lançamento.

‘Uma Aventura LEGO 2’: Ouça a música tema da sequência na íntegra

Uma Aventura LEGO 2‘ também ganhou sua própria canção tema. Seguindo os moldes da divertida “Everything is Awesome” – do primeiro longa, ela traz uma atmosfera divertida e promete ficar, literalmente, presa na sua mente!

Ouça:

Mike Mitchell (‘Trolls‘) assume a direção da sequência, que traz o retorno dos roteiristas Phil Lord e Chris Miller. O diretor do primeiro filme, Rob Schrab (‘A Casa Monstro‘), se desligou do projeto por causa de “diferenças criativas”.

Na trama, “Já faz cinco anos que tudo estava incrível e os cidadãos de Bricksburg agora enfrentam uma nova ameaça: invasores LEGO DUPLO vindos do espaço, destruindo tudo em seu caminho a uma velocidade mais rápida do que eles são capazes de reconstruir. A batalha para derrotá-los e restaurar a paz no universo LEGO levará Emmet, Lucy, Batman e seus amigos a mundos distantes e inexplorados, incluindo uma galáxia estranha onde tudo é um musical. Sua coragem, criatividade e habilidades de construção serão testadas, mostrando o quão especiais eles realmente são.”

Chris Pratt, Elizabeth Banks, Tiffany Haddish, Will Arnett, Stephanie Beatriz e Alison Brie estrelam.

A sequência estreia nos cinemas nacionais em 7 de fevereiro de 2019.

‘VelociPastor’: Filme trash com pastor virando dinossauro vai ganhar sequência

O filme de terror trash ‘VelociPastor’ ganhar uma sequência. A informação foi compartilhada pelo diretor Brendan Steere e confirmada pela conta oficial do longa no Twitter.

O primeiro filme contou com um orçamento de US$ 35 mil e foi lançado nos formatos de DVD, Blu-ray, bem como em VHS em 2019. A produção também conseguiu alcançar uma audiência generosa ao se tornar disponível em plataformas de streaming.

O anúncio da sequência veio acompanhado de um rápido vídeo que mostra o roteiro da produção sendo impresso.

Confira:

Confira, junto ao trailer completo:

O longa foi escrito e dirigido por Brendan Steere.

Depois de uma devastadora tragédia familiar, um pastor viaja para a China para se encontrar espiritualmente, mas ao em vez disso é dotado de uma habilidade antiga que permite que ele se transforme em um dinossauro. A princípio, ele fica horrorizado com seu poder recém-descoberto, mas uma prostituta local o convence a usar seu novo dom para combater o mal – e os ninjas.

O elenco conta com Claire Hsu, Nicholas M. Garofolo e Alyssa Kempinski.

‘Os Pequenos Vestígios’: Jared Leto é destaque em nova imagem do thriller

O aguardado thriller policial, intitulado ‘Os Pequenos Vestígios‘, ganhou uma nova imagem, que traz o astro vencedor do Oscar Jared Leto em destaque.

Na imagem em questão, Leto aparece dentro de um carro sob uma luz baixa, com um olhar bem suspeito.

Confira:

Lembrando que a Warner Bros. lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 11 de março.

Confira o trailer legendado:

John Lee Hancock, do aclamado ‘Um Sonho Possível‘, é responsável pela direção.

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

John Harlan Kim, Sofia Vassilieva, Natalie MoralesTerry KinneyMichael Hyatt, Jason James Richter, Chris Bauer e Kerry O’Malley completam o elenco.

‘O Lobo Atrás da Porta’: Premiado drama brasileiro estreia na HBO Max

O aclamado e premiado drama ‘O Lobo Atrás da Porta‘, estrelado por Leandra Leal e Milhem Cortaz, já está disponível na HBO Max.

Na trama, o desaparecimento de uma criança faz com que seus pais, Bernardo e Sylvia, vão até uma delegacia. O caso fica a cargo do delegado, que resolve interrogá-los separadamente. Logo descobre que Bernardo mantinha uma amante, Rosa, que é levada à delegacia para averiguações. A partir de depoimentos do trio, o delegado descobre uma rede de mentiras, amor, vingança e ciúmes envolvendo o trio.

Fabiula Nascimento, Juliano Cazarré, Thalita Carauta e Karine Teles completam o elenco.

Fernando Coimbra assina a direção e o roteiro do longa.

Relembre o trailer:

Nasce uma Estrela – Conheça TODAS as versões no cinema desta emocionante história de amor

Neste fim de semana, estreou no Brasil (dia 5 nos EUA e parte do mundo) a quarta versão do filme Nasce Uma Estrela (A Star is Born), comandada, adaptada e estrelada por Bradley Cooper, ao lado da cantora Lady Gaga. Esta dupla de protagonistas, no entanto, já foi vivida por outros três icônicos casais Janet Gaynor e Fredric March (1937), seguidos por Judy Garland e James Mason (1954) e, por fim, a diva Barbra Streisand e o cantor Kris Kristofferson (1976).

Para saber de onde veio a inspiração do estreante diretor Bradley Cooper, vamos fazer uma viagem no tempo e nos detalhes de cada obra. A começar pelo enredo que segue idêntico em todos os quatro filmes, ainda que com algumas discrepâncias por conta das mudanças sociais de cada época.

Claro, este artigo está recheado de spoilers, leia por sua conta e risco.

O enredo: o começo de tudo

Criado por William A. Wellman e Robert Carson, em 1937, o roteiro original de Nasce Uma Estrela foi premiado com o Oscar daquele ano. O único prêmio apesar de outras seis indicações.

Na história, Esther é uma aspirante ao showbusiness, que luta à sua maneira para realizar seu desejo. A jovem conhece o famoso e bem sucedido artista Norman Maine, que a ajuda a perseguir sua carreira artística. Ele, no entanto, sofre de dependência alcoólica, a qual está arruinando seu trabalho.

Apesar disso, eles se apaixonam, se casam e a carreira de Esther decola. Ela se torna a estrela Vicki Lester e sua fama supera a do seu marido. Ao ganhar um grande prêmio, Norman arruína o seu discurso de agradecimento de forma completamente embaraçosa.

O artista vai para a reabilitação, mas ele não consegue se ajustar à nova realidade. Esther considera largar sua carreira para cuidar dele e ajudá-lo a se recuperar, mas Norman não suporta lidar com angústia de sua ruína e comete suicídio. Esther retorna ao palco para honrar a memória do marido e continua sua carreira.

1937: Nasce uma estrela após a Grande Depressão

Para entender as diferenças de cada adaptação é necessário olhar a sociedade de cada época. Em 1937, por exemplo, era o fim da Grande Depressão, ou Crise de 1929, em que ocorreu o mais longo período de recessão econômica do século XX. Assim, o cinema de Hollywood volta a aquecer suas engrenagens e milhares de jovens sonham em ser como Shirley Temple (A Pequena Órfã).

Neste contexto, Esther (Janet Gaynor) parte da Dakota da Norte com o apoio financeiro e emocional de sua avó para tentar ser um estrela na Califórnia. Lá, ela é desmotivada de várias formas, contudo, com a sua própria perspicácia tenta ser notada ao trabalhar como garçonete em uma festa, onde conhece Norman Maine (Fredric March).

Além da mudança da cidade, a aspirante passa pela mudança de aparência, nome e até de sua origem, controlada absolutamente pelos jornais e os estúdios de produção. Logo após a estreia do seu primeiro filme, Vicki torna-se uma estrela do cinema, enquanto Norman é esquecido pelos produtores.

Com um apelo dramático, a diretor William A. Wellman apresenta o filme com uma atmosfera nublada, em que há mais discussões sobre a indústria cinematográfica e um protagonista mais sisudo e irritado. Em contraponto, a adaptação, 16 anos depois, de George Cukor, passa do melodrama para o musical, com muito mais cores, intenção mais cômica e uma duração de 2h55min.

1954: A Era dos Musicais depois da Segunda Guerra Mundial

Os números musicais tomam conta da tela nesta adaptação, a origem da mocinha protagonista desaparece do enredo e Esther (Judy Garland) se torna muito menos vulnerável que a da primeira versão. A contar que ela já cantava em eventos e tinha um banda, quando Norman Maine (James Mason) cruza seu caminho ao atrapalhar sua apresentação por estar bêbado.

Cheia de atitude, Esther o confronta e o impressiona a ponto dele oferecer uma chance em Hollywood, caso ela fique na cidade ao invés de seguir em turnê com os outros músicos. Vale lembrar que esta era a época dos grandes musicais de Hollywood, tais como Cantando na Chuva (1952) e A Roda da Fortuna (1953), e a jovem depois de exaustivas noites cantando em cabarés e eventos poderia ter uma chance nos estúdios.

Desta vez, os atores trazem mais vida aos personagens e Judy Garland, já queridinha do público por conta de Dorothy em O Mágico de Oz (1939), brilha e engrandece a nova Vicki Lester. Apesar de ter perdido o Oscar para Grace Kelly (Amar é Sofrer), Judy levou o Globo de Ouro de Comédia e Musical. Já a postura de Norman é mais debochada do que raivosa nesta adaptação, além de mais galanteador, no entanto, seu orgulho é mais ferido.

Os roteiristas foram bastante fiéis ao original, reproduzindo em vários momentos as mesmas falas do script anterior, como o aviso do casamento para o CEO do estúdio, ou quando Esther tira Norman da prisão, até o último diálogo entre o casal, assim como o seu suplício e decisão de acabar com a própria vida.

Ou seja, o segundo filme garante a mesma linha narrativa, porém, insere a música em suas sequências aumentando a sua duração.

1976: Feminismo e Rock ‘n’ Roll são os Grandes Diferenciais

Sob o comando de Frank Pierson, Nasce Uma Estrela (1976) ganha uma nova roupagem saindo do universo cinematográfico para o mundo das estrelas do rock, adaptando-se ao maior apelo dos anos 70. Neste momento, a sociedade passa pelo desenvolvimento econômico pós-guerra do Vietnã e a busca da igualdade salarial entre homens e mulheres, tanto que algumas características se refletem nesta adaptação.

Independente desde o início, Esther (Barbra Streisand) é quem pede John em casamento, enquanto ele tenta demovê-la da ideia, mas eles se casam. Outro ponto é que ao anunciar o seu nome na apresentação final de homenagem, a frase usada era: meu nome é Mrs. Norman Maine. Já Barbra apenas acrescenta o último nome do marido ao seu.

O grande acerto do filme é a direção, colocando o espectador dentro de um verdadeiro concerto, no entanto, o charme da história dá lugar a um casal em busca de uma aprovação mútua. Desta vez, Esther não muda o seu nome, nem seu cabelo e segue como uma sombra da própria Barbra Streisand, assim como Kristofferson entrega um personagem pouco complexo, apenas na superfície do abuso de entorpecentes.

Para época, o ator encarou o estereótipo dos artistas conturbados, como Jim Morrison e Jimi Hendrix. Ambos os atores, entretanto, levaram os Globos de Ouro de Comédia e Musical, em suas respectivas categorias, mas apenas um Oscar pela canção Evergreen, cantada na cena final do filme.

Ademais da mudança dos estúdios para os palcos, a morte de John é um acidente em vez de um ato desesperado de culpa, até porque Esther não chega a renunciar sua carreira para ficar ao lado dele. O casal não consegue ter a química dos primeiros filmes e o conflito sobre declínio da carreira é confuso. O roteiro ainda coloca uma traição em cena, tirando o peso da doença do cantor, e colocando mais um atrito entre os dois.

A mudança de panorama funciona, no entanto, os outros elementos naufragam, tanto que é a única versão com uma baixíssima nota no Rotten Tomatoes, apenas 35%. Enquanto a original possui 100% de aceitação da crítica e o seu sucessor, 97%.

2018: Renasce uma Magnífica História

Pelas mãos de Bradley Cooper, Nasce Uma Estrela torna-se uma obra de arte lapidada em puro diamante. Sem exageros, Cooper resgata as melhores ideias de todas as versões e preenche com um olhar artístico e apaixonado. Nesta edição, os palcos da estrela do rock continuam, mas o contexto é o ponto chave da história.

Se antes os roteiristas não dedicam sequer uma linha sobre o passado do protagonista, Jack (Bradley Cooper) tem todo o seu background descortinado desta vez, desde o seu nascimento, dificuldades da infância até a superação de uma doença auditiva. É o primeiro filme mais focado na decadência de uma estrela do que o nascimento de uma. Além do maior tempo de tela, Jack possui muito mais complexidade em sua jornada.

Com a mudança do nome para Ally (Lady Gaga), afinal ninguém mais chama-se Esther atualmente, a protagonista se assemelha mais à do primeiro filme. Alguém ainda no início da sua descoberta artística, sem independência financeira e que tem um emprego regular. O que mais chama atenção é a transformação do ícone pop Lady Gaga em uma cantora completamente diferente de si mesma, algo que Barbra não conseguiu realizar.

Por outro lado, as preocupações com aparência desde 1937, passando por todos os outros filmes, ainda perdura nesta versão. O nariz sempre é pauta para o rosto das estrelas femininas. O que muda completamente são as motivações do declínio de Jack que já não cabem no século XXI.

Antes os personagens Norman Maine se entregavam completamente ao vício por conta do seu ego afetado pela fragilidade masculina ao perderem sua identidade e serem chamados de “Mr. Lester”, no entanto, isso não funcionaria em 2018. Jack é um ser humano de carne e osso, que desce do estrelato para lidar com seus vícios e doenças, ao mesmo tempo que se angustia ao ver Ally perdendo sua identidade para o showbusiness.

Por ser um filme do nosso tempo, a identificação é imediata, mas para além disso, Lady Gaga e Bradley Cooper funcionam perfeitamente como um casal se apaixonando um pelo outro, enquanto compartilham o amor pela música. A entrega é tão grande que é possível sentir os olhares de admiração entre os dois. Sem falar em todas as arrebatadores canções, como Shallow e I’ll Never Love Again.

Será que daqui a 20 anos alguém vai ousar readaptar a obra novamente? Existem ainda muitos detalhes a serem discutidos, como as prováveis indicações ao Oscar 2019, mas vamos deixar você dar as suas impressões também. Compartilhe nos comentários o que achou.

Como seria se Tommy Wiseau fosse o Coringa? Assista!

Um fã talentoso recriou o trailer de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ com Tommy Wiseau como Coringa usando cenas do clássico ‘The Room’, que inspirou ‘Artista do Desastre’, de James Franco. Assista:

‘Duna’: Timothée Chalamet deve estrelar adaptação de Denis Villeneuve

Segundo o The Hollywood Reporter, o astro de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, Timothée Chalamet está em negociações para estrelar a nova adaptação de ‘Duna’, comandada por Denis Villeneuve.

O ator deve fazer o papel de Paul Atreides, interpretado anteriormente por Kyle MacLachlan.

Após alguns boatos de que a próxima produção do aclamado cineasta Denis Villeneuve poderia render pelo menos dois filmes, o próprio diretor confirmou a informação ao La Presse.

De acordo com Villeneuve, adaptação de ‘Duna’ será mesmo dividida em dois filmes. Ele ainda explicou que gostaria de gravar os dois longas ao mesmo tempo mas que, por conta do orçamento, fará duas produções separadas.

“É provável que demore cerca de dois anos para terminar ‘Duna’. A verdade é que serão dois filmes”

Recentemente, em uma entrevista ao site Fandom, ele pontuou que ‘Duna’ será uma versão da saga de ‘Star Wars’, só que para adultos.

Sem especificar demais, o diretor salientou que este filme será aquele ‘Star Wars’ que nunca viu nos cinemas:

“A maioria das ideias de ‘Star Wars’ são oriundas de ‘Duna’, então creio que será um desafio construir essa trama. Minha expectativa é fazer um filme desta saga que eu jamais vi nos cinemas. Será um ‘Star Wars’ para adultos. Veremos”.

O trabalho mais recente de Villeneuve foi o sucesso de críticas ‘Blade Runner 2049‘.

‘Duna’ já teve uma adaptação para os cinemas, em 1984, pelo diretor David Lynch. Ainda não há previsão de estreia para a nova versão.

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife

‘Jurassic World: Domínio’ | Saiba onde assistir as franquias ‘Jurassic Park’ e ‘Jurassic World’

Com estreia marcada para o dia 2 de junho de 2022, Jurassic World: Domínio promete encerrar a saga dos dinossauros iniciada lá em 1993, com Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros.

Mostrando o mundo com os dinossauros fugitivos se adaptando ao meio ambiente, o novo filme vai trazer de volta o elenco original para se juntar ao trio da nova franquia. Então, nada mais justo do que fazer uma maratona para relembrar todos os filmes desde o original, certo? O problema, porém, é que há poucos meses, a saga podia ser encontrada em vários streamings diferentes. Só que, no momento, a franquia parece ter deixado os catálogos simultaneamente. Então, para ver os cinco filmes anteriores, o público que não tiver os DVDs ou Blu-Ray’s em casa, pode ter que apelar para o aluguel on-line. Pensando nisso, o CinePOP listou onde você pode encontrar os filmes para vê-los ou alugá-los. Confira!

Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros

Clássico imortal de Steven Spielberg, Jurassic Park leva o público em uma viagem a um parque escondido em uma ilha da Costa Rica, onde um ricaço arrogante construiu um zoológico cuja principal atração são dinossauros clonados. Ele convida uma equipe de cientistas, um advogado e seus netos para passarem um fim de semana no parque, só que as coisas dão errado, os dinossauros se libertam e começam a comer qualquer coisa que atravesse seu caminho. Será que eles vão conseguir escapar?

Onde assistir: Telecine.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

O Mundo Perdido: Jurassic Park

Depois dos eventos do primeiro filme, o Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) descobre que mandaram sua namorada para documentar sozinha a vida dos dinossauros na ainda mais misteriosa Ilha Sorna, onde os animais eram criados e depois eram mandados para o parque. Num ambiente cercado por dinossauros vivendo em liberdade, Malcolm vai com uma equipe para salvar seu amor, mas o time acaba se deparando com um grupo de mercenários que quer tirar os animais da ilha para levá-los a um parque em San Diego. Tem como dar certo um negócio desses?

Onde assistir: Telecine.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic Park III

De volta à Ilha Sorna, um garoto desaparece no entorno da ilha quando fazia parapente com um amigo da mãe. Desesperados com a inércia do governo, os pais do menino contratam o Dr. Alan Grant (Sam Neill) para guiá-los em um suposto passeio sobre a ilha. O que Grant não sabia é que o casal pretendia não apenas sobrevoar o local, mas fazer uma expedição em terra firme atrás do garoto. Obviamente, as coisas não dão certo, os dinossauros soltos começam a atacar o grupo e a viagem logo se torna uma grande luta pela sobrevivência.

Onde assistir: não está disponível.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

20 anos após o escândalo de 1993, o parque foi reaberto e se tornou um sucesso absurdo de público. Com milhares de visitantes por dia, o agora Jurassic World é um dos maiores pontos turísticos da Costa Rica. Porém, tudo muda quando uma nova atração, um dinossauro híbrido psicótico, escapa do confinamento e sai pela zona restrita do parque atacando funcionários e outros dinossauros para saciar sua sede por sangue. O problema acontece quando o dinossauro rima em direção ao parque lotado de turistas.

Onde assistir: Telecine.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic World: Reino Ameaçado

Depois da tragédia do parque, o Jurassic World foi fechado para sempre e o vulcão da Ilha Nublar acabou se tornando ativo. Com a ameaça da erupção, o destino dos dinossauros da ilha foi para julgamento. A opinião pública se divide quanto a deixá-los morrer ou salvá-los da lava. Uma equipe de empresários, porém, vende a ideia de que eles precisam ser salvos para viverem em paz num santuário criado para comportá-los. Claro que é tudo uma grande balela para tirar os bichos de lá e vendê-los como armas. Para piorar, um novo híbrido é feito, tocando o terror nos Estados Unidos.

Onde assistir: não está disponível.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic World: Domínio estreia em 2 de junho de 2022.

Crítica | Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino, da Netflix, revela assassino Homofóbico dos anos 70

De uns tempos pra cá, a Netflix tem investido um bocado em produzir conteúdo baseado em ocorrências reais nos países em que tem alcance. É claro que a maior parte desse conteúdo é relativo a ocorrências nos Estados Unidos, mas vez ou outra a gigante do streaming consegue acertar o foco de suas lentes e trazer à tona histórias bizarras, que parecem ficção, mas que, infelizmente, ocorreram de verdade. Nessa pegada, assim como muitas outras séries já disponibilizadas na plataforma, chegou para os assinantes a minissérie ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’.

Estamos nos anos 1970. O mundo ainda vê com olhos estreitados a libertação sexual pregada pela juventude. É nesse ínterim que predadores como John Wayne Gacy se aproveitaram da situação para fazer suas vítimas. Por ser um grande empreiteiro do interior de Illinois, indo frequentemente para Chicago, John Wayne usava de sua posição para atrair jovens rapazes e homens para suas armadilhas – quase sempre levando-os para sua casa para longas conversas que adentravam a madrugada, regadas a muita bebida e que quase sempre enveredavam em violências sexuais. Invariavelmente subjugando os rapazes, Gacy abusava sexualmente deles e, em seguida, os matava. Tudo isso ocorreu ao longo de anos, e só foi ser descoberto muito tempo depois, quando mais de trinta corpos foram finalmente desenterrados de sua residência.

Condenado à morte nos anos 1990 e tendo tido a sentença cumprida, o grande diferencial em ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’ é que a produção traz à público, pela primeira vez, as fitas com as gravações da confissão de John Wayne Gacy. Através dos relatos soberbos do frio assassino, o público vai construindo sua própria opinião sobre o caráter desse indivíduo. Entretanto, a ausência de imagens de Wayne em movimento, falando, pesam contra a produção, que se resume em filmar um antigo toca-fitas reproduzindo as falas do assassino, intercalada com depoimentos e imagens de acervo.

Dirigido por Joe Berlinger e dividido em três episódios com quase cinquenta minutos cada, ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’ podia facilmente ser enxugado para apenas dois episódios, ou simplesmente se transformar em um documentário em longa-metragem. A obrigatoriedade de seguir o formato das outras produções do mesmo núcleo ‘Conversando com um Serial Killer’ faz com que esta, em específico, se alongue por demais, causando, inclusive, a sensação de falta de material.

Assim, o primeiro episódio foca toda sua atenção em contar a história do sumiço de Rob Piest, um jovem atendente de 15 anos, e apresenta Gacy já condenado (algo que faz sentido para o público estadunidense maior de 50 anos, que vivenciou a tragédia in loco; para assinantes da Netflix de outros países ou outras idades, a coisa fica meio solta); o drama só começa a se desenrolar a partir do meio do segundo episódio, quando as características do assassino são de fato apresentadas. Até lá, pode ser que muita gente desista de continuar acompanhando.

Partindo de uma história muito particular dos EUA, ocorrida cinquenta anos atrás, ‘Conversando com um Serial Killer: O Palhaço Assassino’ joga luz sobre um perverso caso de como a homofobia causou a morte de mais de trinta rapazes naquele território, numa época em que não se falava sobre esse tema. Infelizmente, ainda é uma das maiores causas de homicídio no mundo, especialmente aqui no Brasil, e assassinos como John Wayne seguem soltos mundo afora.

10 Novas Séries para Ficar de Olho em 2019

2019 nos reserva o fim de grandes produções (Game of Thrones e Veep), continuações para produções cultuadas (True Detective, Big Little Lies e The Crown) e o retorno de verdadeiros hits das telinhas (Stranger Things e O Mundo Misterioso de Sabrina). E muito mais.

Mas uma das coisas mais legais no mundo das séries é descobrir novidades. E são muitas a caminho. O CinePOP tratou de preparar uma lista das 10 Novas Séries para Ficar de Olho em 2019. Confira!

Deadly Class (Syfy)

Conhecida pelo papel de Lara Jean Covey em Para Todos os Garotos que Já Amei, Lana Condor chega em breve na série Deadly Class, adaptação de cultuada HQ escrita por Rick Remender. A série conta com produção dos irmãos Joe e Anthony Russo (Vingadores: Guerra Infinita) e acompanha um grupo de adolescentes que estuda em um colégio para assassinos. O elenco conta ainda com a jovem Siobhan Williams, de UnREAL e do ainda inédito Bem-vindos a Marwen.

Good Omens (Amazon)

Uma série criada por Neil Gaiman e estrelada por David Tennant, Jon Hamm, Nick Offerman, Michael Sheen e Frances McDormand. Só isso já devia ser o suficiente para te fazer assistir à série, que é uma adaptação do livro “Belas Maldições: As Belas e Precisas Profecias de Agnes Nutter, Bruxa”, parceria de Gaiman com Terry Pratchett. A trama envolve a união do demônio Crowley e o anjo Aziraphale para salvarem o mundo do Armageddon.

His Dark Materials (BBC/HBO)

Anos após o fracasso de A Bússola de Ouro nos cinemas, a franquia literária Fronteiras do Universo vai ganhar uma nova oportunidade. Agora nas telinhas! A BBC está produzindo His Dark Materials, que traz a jovem Dafne Keen (Logan) no papel principal. O elenco conta ainda com nomes como Ruth Wilson e James McAvoy, além da direção de Tom Hooper (O Discurso do Rei). A primeira temporada da série contará com oito episódios. Mas não se preocupem, o segundo ano já foi confirmado.

Looking for Alaska (Hulu)

Após os sucessos de A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel, muitos esperavam por uma onda de adaptações para os cinemas das obras de John Green. E um dos livros do autor sempre foi uma das obras mais comentadas para chegar às telonas: Quem é Você, Alasca?. O projeto cinematográfico acabou não indo para frente, mas finalmente ganharemos uma adaptação. Produzida pelo Hulu, Looking for Alaska acompanha a história de Alasca (Kristine Froseth), uma jovem bela e imprevisível que tenta fugir de seu passado. Charlie Plummer, Maria Dragus e Shunsuke Okubo completam o elenco da aguardada série.

The Mandalorian (Disney+)

Primeira série live-action ambientada no universo de Star Wars, The Mandalorian se passa entre a queda do Império e a ascensão da Primeira Ordem. O elenco conta com nomes como Pedro Pascal, Nick Nolte, Giancarlo Esposito, Gina Carano e Werner Herzog. A criação é de Jon Favreau (Homem de Ferro). E não para por aí, nomes como Bryce Dallas Howard, Taika Waititi e Rick Famuyiwa surgem como diretores para os episódios. Ao todo, serão oito capítulos na primeira temporada. Uma aposta e tanto para o lançamento do serviço de streaming da Disney.

Shippados (Globoplay)

Escritora de duas das melhores séries de comédia brasileiras da história (Os Normais e Os Aspones), Fernanda Young volta ao gênero na nova produção da Globoplay. A premissa acompanha Enzo (Eduardo Sterblitch) e Rita (Tatá Werneck). Os dois abandonam encontros desastrosos em uma noite e acabam se conhecendo. Logo, percebem que possuem muito em comum, principalmente a falta de sorte no amor. O elenco traz ainda nomes como Clarice Falcão, Luis Lobianco, Júlia Rabello e Rafael Queiroga.

Top of the Morning (Apple)

A Apple é mais uma empresa a lançar um serviço de streaming em 2019. E a companhia está disposta a chegar fazendo barulho. Já com duas temporadas confirmadas, Top of the Morning conta com ninguém menos que Reese Witherspoon, Jennifer Aniston e Steve Carrell no elenco. Só isso. A direção é de Mimi Leder, conhecida por comandar alguns dos episódios mais marcantes de The Leftovers. A trama acompanha os bastidores de um programa matinal de TV.

The Umbrella Academy (Netflix)

Cultuada série de quadrinhos da Dark Horse criada por Gerard Way, The Umbrella Academy é uma das apostas da Netflix no ano. A produção tem Ellen Page como nome mais forte no elenco. Ela é uma integrante de uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério envolvendo a morte do pai adotivo. Robert Sheehan, Tom Hopper, Emmy Raver-Lampman, Aidan Gallagher, Cameron Britton e Mary J. Blige completam o elenco da série.

Watchmen (HBO)

Dez anos após o lançamento nos cinemas de Watchmen: O Filme, de Zack Snyder, a clássica HQ de Alan Moore voltará a ter seu universo explorado em uma adaptação, agora para a TV. Mas não vá achando que por ter visto o filme ou lido os quadrinhos você já sabe tudo o que vai acontecer na série. O criador e produtor Damon Lindelof (Lost e The Leftovers) avisou que a trama não será uma adaptação direta da HQ, nem uma sequência. Ele seguiu a obra de Moore como uma espécie de base para criar uma nova história. E contou com todo o apoio da HBO para isso. O elenco também é grandioso, com direito a nomes como Jeremy Irons, Regina King, Jean Smart e Tim Blake Nelson.

The Witcher (Netflix)

Após tantos filmes baseados em games fracassarem, a Netflix decidiu transformar um hit do mundo dos jogos em uma série. E não poupou despesas para isso. A companhia comprou os direitos de adaptação de The Witcher para as telinhas e chamou ninguém menos que Henry Cavill para assumir o papel do protagonista Geralt of Rivia. Roteirista de West Wing e Demolidor, Lauren Schmidt é a criadora da série, que conta ainda com as participações de Lars Mikkelsen, Joey Batey, Jodhi May e Bjorn Hlynur Haraldsson no elenco. Rumores apontam que a Netflix teria ficado tão feliz com os primeiros materiais que estaria disposta a renovar a série para mais várias temporadas. É esperar para ver.

‘9-1-1’: Ronda Rousey aparece em nova imagem da 3ª temporada; Veja!

A lutadora Ronda Rousey foi confirmada no elenco da 3ª temporada de ‘9-1-1’ e, agora, a TVLine divulgou a primeira imagem oficial de sua personagem, Lena.

Confira, junto com o trailer:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 23 de setembro.

‘9-1-1’: FOX barrou a participação da atriz Charisma Carpenter, de ‘Buffy’ 

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Velozes e Furiosos 9’ ganha novo teaser recheado de cenas inéditas

Universal Pictures divulgou um novo teaser do aguardado ‘Velozes e Furiosos 9’.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 20 de maio de 2020.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Universal Pictures está em negociações para produzir filme de Tom Cruise no espaço

Segundo a Variety, a Universal Pictures está em negociações para adquirir e produzir o ousado longa-metragem no espaço estrelado por Tom Cruise e dirigido por Doug Liman.

Cruise e Lima trabalharam juntos na cinebiografia ‘Feito na América’ e no aclamado sci-fi futurista ‘No Limite do Amanhã’. Liman também assinou o primeiro rascunho do roteiro e tanto ele quanto o ator serão produtores.

De acordo com o Deadline, Cruise entrou em contato com o bilionário Elon Musk, dono da Space X (empresa de transportes espaciais), para gravar um filme no espaço.

Foi dito que até mesmo a NASA está colaborando com o projeto, que ainda está nos estágios iniciais e é descrito como ‘a mais nova revolução cinematográfica’.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe qual será o enredo do filme, mas tudo indica que deve ser uma trama de ficção científica.

Para quem não sabe, Cruise é um grande fã do gênero e já se aventurou em projetos com temática semelhante, incluindo ‘Oblivion’, e ‘Minority Report’.

Mariah Carey lança nova versão da música “Oh Santa!” ao lado de Ariana Grande e Jennifer Hudson

A rainha do Natal está de volta – e dessa vez trouxe companhia!

A icônica Mariah Carey lançou nas últimas horas uma nova versão do clássico single “Oh Santa!”, colaborando ao ninguém de ninguém menos que as vencedoras do Grammy Ariana GrandeJennifer Hudson.

Confira:

Apple TV+ também lançou hoje (04) o especial ‘Mariah Carey’s Magical Christmas Special’.

Assista ao trailer:

Assim como diversas produções especiais apresentadas por celebridades, incluindo as sessões musicais com Kacey Musgraves, o evento trará diversos nomes de grande calibre para as telinhas, incluindo Billy Eichner, Tiffany Haddish, Jennifer Hudson, Ariana Grande, Misty Copeland e Snoop Dogg.

Carey convidou um grupo mais que especial de superestrelas para acompanharem-na nesse evento único. Moroccan e Monroe, gêmeos da cantora e compositora, também aparecerão no especial. Lidando com uma crise de fim de ano, o Polo Norte sabe que há apenas uma pessoa que pode salvar o dia: a melhor amiga do Papai Noel, Mariah Carey. Combinando performances musicais, danças dinâmicas e animações de tirar o fôlego, a Rainha do Natal está pronta para criar um feriado espetacular e deixar o mundo mais feliz.

Crítica | ‘Minari’ explora de forma tocante o recomeço de uma família sul-coreana nos Estados Unidos

É fato dizer que a atual temporada do Oscar foi um tanto quanto agridoce, não apenas pelo agravamento assustador da pandemia, mas pela pressa de várias distribuidoras em levar seus filmes aos serviços de streaming e comprometer a experiência cinematográfica. De qualquer forma, é possível tirar grande proveito dos títulos escolhidos para concorrem à estatueta dourado, como é o caso do poético ‘Nomadland’, do emocionante ‘Meu Pai’ e do espetacular ‘A Voz Suprema do Blues’, por exemplo. Agora, chegou a vez da produção coreano-americana ‘Minari: Em Busca da Felicidade’ brilhar não com uma narrativa inteiramente original, mas com a apresentação de uma potente perspectiva de imigrantes sul-coreanos que cruzaram o mundo em busca de melhores oportunidades de vida.

Comandado por Lee Isaac Chung, que já havia nos entregado um retrato impiedoso do genocídio de Ruanda com ‘Munyurangabo’, volta a investir esforços em um estudo de caso bastante autobiográfico e íntimo. O escopo principal é centrado nos Yi, que se muda da Califórnia para o estado de Arkansas como forma de recomeçar. Ambientado em meados da década de 1980, o longa-metragem volta a trazer à tona as explorações controversas do predatório “sonho americano”, assim como a supracitada construção obliterante de Chloé Zhao, em que, teoricamente, se apresentaria da mesma maneira para quaisquer pessoas que abraçassem a ideologia estadunidense. Entretanto, as coisas não são preto-no-branco, e sim se engendram de modo a exigir muito da comunidade que não pertence à elite econômica do país em troca de uma sobrevivência cruel.

Steven Yeun, emergindo ao papel de sua carreira, interpreta o patriarca Jacob Yi, que mantém-se firme às raízes de sua terra natal ao lado de Monica (encarnada pela fantástica Han Ye-ri) enquanto tenta mostrar o que a nova realidade pode trazer à família. A princípio, o prospecto não é favorável, visto que Monica se choca com o fato da nova morada ser, literalmente, uma casa sobre rodas no meio de um amplo campo e longe da civilização – algo complicado, considerando as necessidades básicas que eles podem ter ao longo do caminho. Entretanto, em uma declaração consideravelmente egoísta, Jacob anuncia que vai cuidar de todos os seus entes queridos e que o futuro será bem diferente do passado: ele tem planos para cultivar os mais diversos produtos agrícolas, firmas acordos com supermercados e distribuidoras locais e ascender ao que bem entender.

É claro que as coisas não saem como o planejado – afinal, a realidade não é um conto de fadas, como Chung deixa bem claro. Também a encargo de um roteiro bem amarrado e sólido o suficiente para cumprir o que se propõe a fazer, o realizador trata cada uma das sequências com o máximo de cautela possível, esbarrando em uma literariedade realista que examina uma classe trabalhadora que acredita nas mentiras do capitalismo. A Jacob, foi vendida a ideia de que a meritocracia é algo palpável, quando na verdade não é; é, isso sim, uma estrutura falida recheada de mentiras e que retorna ao mesmo ponto do qual saiu.

Steven Yeun appears in Minari by Lee Isaac Chung, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2020 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.
All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Infundida nesse panorama, temos o confronto de gerações que, no final das contas, se transforma em um personagem com pensamento próprio e protagonista de sua própria subtrama. De um lado, Jacob e Monica lidam com problemas matrimoniais e visões de mundo bastante conflitantes; de outro, David (Alan Kim) e Anne (Noel Kate Cho) lidam com personalidade duplas que devem encontrar um equilíbrio entre a descendência asiática e a sociedade ocidental na qual estão inseridos; e, por fim, temos a presença soberba de Youn Yuh-jung como Soon-ja, cuja atuação prova que é, merecidamente, digna de todos os prêmios que recebeu até agora. Soon-ja sai de sua casa para morar com os Yi e, a princípio, tem problemas em se conectar com os netos (que não a veem há vários anos por problemas de logística óbvia) enquanto luta para manter certas tradições vivas.

É esse movimento cíclico que dá todas as bases para a narrativa principal. Diferente do que poderíamos imaginar, o enredo foge das dramatizações novelescas e deixem que as expressões comedidas dos atores e atrizes comandem cada uma das reviravoltas, desde a estagnação socioeconômica da família, passando pelas crises internas de cada persona e culminando numa limpeza espiritual que transcende os conceitos mundanos do que entendemos como “fé”. Guiado pela cândida trilha sonora de Emile Mosseri, que arquiteta as faixas mais honestas dos últimos anos, e acompanhado da fotografia quase documentária de Lachlan Milne, o filme carrega uma profundidade alegórica muito maior do que imaginamos.

‘Minari’, assim como as recentes produções do gênero que dominaram o cenário de premiações, é um título muito bem-vindo ao catálogo daqueles que desejam estudar a arte de fazer cinema e, assim como o conterrâneo ‘Parasita’, merece ser conferido em uma totalidade que foge do senso comum e que nos convida a uma emotiva jornada sobre o valor da felicidade.

‘La Brea’: Série de ficção científica ganha novo trailer oficial incrível; Confira!

A nova série de ficção científica da emissora NBC, intitulada ‘La Brea‘, ganhou seu novo trailer oficial.

Confira:

Na trama, uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.

O elenco é composto por Natalie Zea, Zyra Gorecki, Chiké Okonkwo, Eoin Macken, Jack Martin e Jon Seda.

La Brea‘ estreia dia 28 de setembro nos Estados Unidos.

‘Murderville’: Série de comédia com Will Arnett já está disponível na Netflix!

A série de comédia ‘Murderville’, estrelado por Will Arnett, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 03 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Na trama, Arnett dá vida a Terry Seattle, um detetive muito peculiar que conta com a ajuda de diversas celebridades para resolver uma série de assassinatos em uma jornada hilária.

Relembre o trailer abaixo:

O excêntrico detetive Terry Seattle e convidados famosos investigam vários assassinatos nesta comédia de improviso sobre crimes. Eles não têm noção do que vai acontecer!

A série conta com participações especiais de Annie Murphy, Conan O’Brien, Ken Jeong, Kumail Nanjiani, Marshawn Lynch e Sharon Stone.

’30 Monedas’: Paul Giamatti será líder de irmandade secreta na 2ª temporada

Alguns meses depois de renovar a série ’30 Monedas’ para a 2ª temporada, a HBO Max trouxe novas informações sobre o próximo ciclo.

Através das redes sociais, a plataforma de streaming revelou que Paul Giamatti (‘Billions’) foi escalado para o elenco da nova iteração. Ele irá interpretar Christian Barbrow, um guru bilionário e presidente de uma misteriosa irmandade.

Mais detalhes não foram revelados.

O novo ciclo irá estrear apenas em 2023.

A série foi criada pelo aclamado realizador Álex de la Iglesia (‘O Dia da Besta’).

Na trama, Padre Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista, boxeador e ex-presidiário que é enviado como sacerdote para o interior da Espanha. Entretanto, enquanto busca esquecer o passado, coisas estranhas começam a acontecer na cidade onde foi realocado e uma improvável força-tarefa formada pelo Prefeito Paco (Ángel Silvestre) e a veterinária Elena (Megan Montaner) parte em busca da verdade, enquanto a realidade é distorcida por uma moeda amaldiçoada que está no centro de uma conspiração mundial.

Iglesia também assina o roteiro ao lado de Jorge Guerricaechevarría.

Praga mortal é transmitida pela fala no novo trailer do terror distópico ‘Hot Skull’; Confira!

Netflix divulgou o novo trailer oficial de ‘Hot Skull’, seu próximo terror distópico.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 02 de dezembro.

Confira:

A série foi criada por Mert Baykal, baseada no romance homônimo de Afşin Kum.

Em um mundo distópico, à medida que uma epidemia se espalha através da comunicação verbal, uma instituição tirânica persegue um linguista que é imune à doença.

Osman Sonant, Hazal Subaşı, Şevket Çoruh, Tilbe Saran, Kubilay Tunçer, Özgür Emre Yıldırım, Gonca Vuslateri, Zerrin Sümer, Yetkin Dikinciler, Hakan Gerçek, Erdem Akakçe, Barış Yıldız, Arda Anarat, Furkan Kalabalık e mais fazem parte do elenco.

Uma das comédias mais ACLAMADAS das últimas décadas faz 12 anos em 2023; Veja curiosidades!

Em 2011, a comédia ‘Missão Madrinha de Casamento’ chegou aos cinemas de todo o mundo e tornou-se um dos filmes mais recebidos do ano e da década.

A história, escrita por Kristen WiigAnnie Mumolo (que inclusive receberam uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original), girou em torno de Annie (Wiig), madrinha de sua melhor amiga, Lilith (Maya Rudolph), que passa pelas mais divertidas e bizarras e situações ao perceber que precisaria disputar a atenção e a proximidade da noiva com uma bela e rica mulher (vivida por ninguém menos que Rose Byrne).

Trazendo no elenco, também, nomes icônicos da comédia – incluindo Melissa McCarthy Ellie Kemper -, o longa recentemente completou doze anos e, para celebrá-lo, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores da produção.

Confira abaixo:

ACLAMAÇÃO TOTAL

Por sua interpretação como Megan Price, McCarthy conquistou sua primeira indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, além de ter recebido nomeações ao BAFTA e ao SAG Awards. Ela seria indicada novamente por sua incrível performance no drama biográfico ‘Poderia Me Perdoar?’.

SEQUÊNCIA CANCELADA

Devido ao sucesso comercial e crítico do filme, a Universal Pictures ficou interessada em produzir uma sequência. Entretanto, em 2014, Wiig fez uma aparição no programa The Ellen DeGeneres Show e negou os rumores, dizendo que a história havia terminado de um jeito ótimo e que não haveria necessidade para uma continuação.

VERSATILIDADE

Byrne era conhecida por ser uma atriz dramática, com trabalhos que incluíam ‘Sunshine – Alerta Solar’‘Damages’. Quando escalada para viver Helen, antagonista principal do filme, o elenco ficou surpreso com sua habilidade de improvisação durante as gravações – exemplicada principalmente pela cena do noivado em que tenta usurpar o discurso de Annie.

INSISTÊNCIA CÔMICA

O produtor Judd Apatow queria que o filme fosse selvagem e bastante físico, enquanto Mumolo e Wiig optaram por uma veia mais sutil. A cena mais notória do filme – a escatológica sequência da diarreia – foi colocada no corte final por insistência tanto de Apatow quanto do diretor Paul Feig.

TRABALHO CONSTANTE

O projeto foi escrito em questão de semana. Wiig participava do programa de esquetes ‘Saturday Night Live’, em Nova York, enquanto Mumolo trabalhava no roteiro em Los Angeles. As duas se encontravam aos finais de semana e comparavam notas e conduziam leituras de mesa, normalmente com a presença de Apatow.

ESCOLHA DIFÍCIL

Vários diretores foram considerados para comandar o filme, incluindo Greg MottolaTodd PhillipsDavid Gordon GreenDavid WainJake Kasdan. Entretanto, todos estavam indisponíveis. Anne Fletcher foi a única cineasta mulher a ser considerada, mas o estúdio decidiu não contratá-la.

SUCESSO COMERCIAL

Faturando um estrondoso valor de quase US$289 milhões (a partir de um orçamento de US$32,5 milhões), ‘Missão Madrinha de Casamento’ superou ‘Sex and the City’ como a comédia feminina para maiores mais bem sucedida de todos os tempos nos Estados Unidos. Além disso, esse é o título mais bem sucedido já produzido por Apatow.

O MÉTODO DO IMPROVISO

Antes das filmagens começarem, o elenco protagonista se reuniu durante duas semanas para improvisarem umas com as outras. Grande parte dessas sessões foram incorporadas ao corte final.

ESCOLHAS CRIATIVAS

Nos comentários do DVD, Feig e Wiig tomaram a deliberada decisão de Annie manter seu sutiã durante as cenas de sexo com Ted (Jon Hamm), mas tirá-lo nas mesmas sequências com Nathan (Chris O’Dowd). A ideia era simbolizar o fato de Annie se sentir segura o bastante para se abrir emocional e fisicamente para Nathan de um jeito que não conseguia com Ted.

ESTREIA NO PROTAGONISMO

Wiig deu vida a Annie Walker, a problemática e hilária madrinha de casamento de Lillian. Além de ter escrito o roteiro, esse foi o primeiro papel principal da atriz nos cinemas.

Mês das Bruxas | 10 ÓTIMOS filmes de terror para ver no Prime Video

E chegamos no mês mais místico do ano – o mês em que celebramos o Dia das Bruxas e nos preparamos para uma série de produções de terror e suspense que nos ajudam a entrar no clima.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez produções do gênero para você conferir no Prime Video, desde o clássico ‘Halloween’ até o thriller psicológico ‘A Bruxa’.

Confira abaixo as nossas escolhas:

O EXORCISTA (1973)

‘O Exorcista’ é considerado o filme mais aterrorizante de todos os tempos – e não é por qualquer razão. Responsável por ter influenciado inúmeras gerações de cineastas, escritores e roteiristas, a produção se tornou a primeira do gênero a ser indicada ao Oscar de Melhor Filme. Dirigido por William Friedkin e estrelado por Linda Blair, o longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

TUBARÃO (1975)

Dirigido por Steven Spielberg‘Tubarão’ é relembrado como o primeiro blockbuster da história do cinema – e é conhecido por basicamente qualquer um que já tenha ouvido falar o nome do diretor. Na trama, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

HALLOWEEN – A NOITE DO TERROR (1978)

É claro que o maior clássico de Dia das Bruxas não poderia ficar de fora da nossa lista: ‘Halloween – A Noite do Terror’ estabeleceu as fundações estéticas e narrativas do subgênero slasher e, até hoje, é considerado uma das produções mais influentes de todos os tempos, além de ter eternizado Jamie Lee Curtis como uma das grandes scream queens do cinema. Na trama, o perigoso assassino Michael Myers escapa de seu confinamento e retorna para sua pacata cidade natal para continuar a coletar vítimas e se consagrar como um verdadeiro bicho-papão impetuoso e muito mortal.

ABISMO DO MEDO (2006)

Desde seu lançamento até os dias de hoje, ‘Abismo do Medo’ ainda reclama seu posto como uma das melhores produções do gênero dos anos 2000, girando em torno de seis mulheres que, após entrarem em um complexo de cavernas, lutam para sobreviver contra criaturas humanoides que querem matá-las. Elogiado pelas performances, pela direção e por sua natureza claustrofóbica, a inesperada recepção crítica e comercial rendeu uma sequência e um status cult de favoritismo entre a comunidade cinéfila.

SWEENEY TODD: O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)

Lançada em 2007, a narrativa é adaptada da peça homônima assinada por Stephen Sondheim e Hugh Wheeler, que inclusive conquistou inúmeros Tony Awards após sua estreia, e reconta a história melodramática do personagem titular, um barbeiro inglês e serial killer que assassina seus clientes com uma lâmina afiada, com a ajuda de uma padeira que transforma os corpos das vítimas em tortas de carne. Estrelado por nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterAlan RickmanTimothy SpallSacha Baron Cohen e muitos outros, o longa foi ovacionado pela crítica especializada por seus elementos fantásticos, as performances do elenco, os números musicais e a fidelidade à obra original,

A ENTIDADE (2012)

Em ‘A Entidade‘, Ethan Hawke interpreta um escritor de livros de crime, que luta para conseguir escrever sua próxima história. Ele resolve se mudar com sua família para uma casa onde ocorreu o assassinato de uma família inteira. Lá, descobre uma caixa com vídeos, que mostram assassinatos de outras famílias, revelando a existência de algo sobrenatural e perigoso naquele lugar. O filme aterrorizou o público ao redor do mundo e seu sucesso rendeu uma sequência que, infelizmente, não teve a mesma recepção que o original.

INVOCAÇÃO DO MAL (2013)

Quase dez anos depois de ter feito sua estreia oficial nos cinemas com ‘Jogos Mortais’James Wan continuou a se aventurar pelo terror ao encabeçar um dos títulos de maior aclame de sua carreira e também do gênero: ‘Invocação do Mal’. A primeira parte da franquia, que trouxe Patrick WilsonVera Farmiga como os demonologistas Ed e Lorraine Warren, a trama narra a investigação empreendida pelo casal para ajudar a família Perron, que estava sendo assombrada por fenômenos sobrenaturais em sua casa em Harrisville. O sucesso do filme rendeu duas sequências e uma quarta iteração que já foi confirmada – mas cujos detalhes ainda não foram revelados.

A BRUXA (2015)

‘A Bruxa’ foi extremamente aclamado pela crítica quando saiu e não apenas catapultou a reputação de Robert Eggers, como também lançou Anya Taylor-Joy (que viria a estrelar produções como ‘O Gambito da Rainha’‘O Homem do Norte’) ao estrelato. A trama acompanha o casal William e Katherine, que leva uma vida cristã com suas cinco crianças em uma comunidade extremamente religiosa, até serem expulsos do local por sua fé diferente daquela permitida pelas autoridades. A família passa a morar num local isolado, à beira do bosque, sofrendo com a escassez de comida. Um dia, o bebê recém-nascido desaparece. Enquanto buscam respostas, cada membro da família descobre seus piores medos.

O HOMEM NAS TREVAS (2016)

Tudo bem, ‘O Homem nas Trevas’ pode não ser o primeiro filme que nos vem à mente quando pensamos em terror – mas a ótima construção narrativa e atmosférica o coloca dentro de um ótimo suspense psicológico regado a atuações aplaudíveis. A história acompanha Rocky, Alex e Money, um trio de ladrões que ganha dinheiro invadindo casas de pessoas ricas em Detroit. Money fica sabendo sobre um veterano de guerra cego que ganhou muito dinheiro pela morte de sua única filha. Pensando ser um alvo fácil, o trio invade a casa isolada do homem em uma vizinhança abandonada. Após se verem presos lá dentro, os jovens invasores têm que lutar por suas vidas ao descobrirem que a vítima não é nada inofensiva.

CORRA! (2017)

Em pouco tempo, Jordan Peele se tornou um dos diretores mais conhecidos do cenário do entretenimento contemporâneo – e tudo graças à sua aclamada estreia cinematográfica ‘Corra!’. O filme tornou-se um dos maiores sucessos críticos e comerciais da década e acompanhou Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada branca Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador – e o jeito é tentar escapar.

Act II: Cowboy Carter | As 5 melhores músicas do NOVO álbum de Beyoncé

Beyoncé é, inegavelmente, um dos maiores nomes da história da indústria fonográfica.

Detentora de nada menos que 32 estatuetas do Grammy, a cantora e compositora tem uma habilidade invejável de se reinventar álbum após álbum – tendo feito sua estreia com o icônico grupo Destiny’s Child e migrando para a carreira solo em 2003, com o lançamento do lendário ‘Dangerously in Love’. Já tendo navegado pelo R&B, pelo country, pelo house, pelo pop, pelo disco e por inúmeros outros gêneros, Beyoncé estende seu legado há quase três décadas e continua a nos impressionar com produções cada vez mais importantes e aclamadas.

No último dia 29 de marçoQueen B nos presenteou com o lançamento do já aclamado ‘Act II: Cowboy Carter’, segunda parte de uma ambiciosa trilogia que teve início em 2022 com ‘Act I: Renaissance’. Investindo nas clássicas incursões do country, do go-go e do gospel, o compilado de originais é uma épica jornada de 27 faixas que nos envolve desde as primeiras batidas e que emerge como uma autodeclaração de liberdade e empoderamento.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando as cinco melhores canções do álbum.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “II MOST WANTED”, feat. Miley Cyrus

Como é de praxe àqueles familiarizados com a discografia da performer, o álbum dá espaço para ótimas e emocionantes baladas que ajudam a diminuir o ritmo à medida que cultivam terreno para entregas confessionais e declamatórias – como é o caso do aguardado dueto entre Bey e Miley Cyrus na espetacular “II Most Wanted”, uma memorialística e narcótica track pincelada com as melódicas notas do violão e do banjo – em uma acústica desenhada com majestade por duas das maiores vozes da atualidade

4. “TEXAS HOLD ‘EM”

Além do impecável arranjo instrumental, “Texas Hold ‘Em” é adornado com versos eximiamente assinados em uma colaboração com Elizabeth Lowell BolandMegan Bülow e Raphael Saadiq que nos transportam para uma pequena cidade idílica do meio-oeste estadunidense em um rodeio musical e vibrante (“um passo para o lado, estamos indo ao bar que sempre achamos legal” volta a mergulhar nos prazeres da vida explorados em ‘Act I’, mas revestidos com uma roupagem diferente e muito bem-vinda).

3. “AMERIICAN REQUIEM”

O compilado abre com a espetacular faixa “Ameriican Requiem”, cujo título faz alusão à litúrgica declaração de re-empoderamento que deseja promover; através de um coro arrepiante e saudosista, ela navega por uma conceitualização do problema identitário ao nos presentear com versos como “eles costumavam dizer que eu falava muito country; então a rejeição veio, disseram que eu não era country o bastante”. Cada trecho dos quase cinco minutos e meio da faixa é pensado sob uma ótima específica, trazendo a dissonância da guitarra elétrica ao impacto da bateria e à sutileza do piano em uma vibrante e urgente jornada.

2. “YA YA”

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

1. “16 CARRIAGES”

“16 Carriages” emerge como uma culminação testamentária do que Bey já nos ofereceu até hoje. Diferente de “Texas Hold ‘Em”, que aposta fichas no bluegrass e na comunhão de instrumentos como o banjo, a viola e o cajón, aqui ela volta-se para a potência retumbante da guitarra elétrica, em uma atmosfera soul-country pincelada com uma percussão apaixonante – e que reitera sua predileção por investidas, ao mesmo tempo, conceituais e mercadológicas. Há aspectos do rock que dão as caras nos quase quatro minutos da track, possivelmente premeditando o capítulo de encerramento de ‘Renaissance’; há uma junção do country com o gospel à medida que caminhamos para o terceiro ato da canção; e, mais do que tudo, temos rendições vocais que nos recordam do egrégio status da cantora no cenário musical.

‘Landman’: Nova série do criador de ‘Yellowstone’ ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

Paramount+ divulgou com exclusividade o trailer oficial de ‘Landman’, nova série de Taylor Sheridan (criador de ‘Yellowstone’).

A série estreia no dia 17 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens:

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O elenco conta com Billy Bob ThorntonJon HammMichael PeñaJames JordanKayla WallaceMark ColliePaulina ChavezDemi Moore, Ali LarterMichelle RandolphJacob Lofland.

Curiosamente, Jordan participou de outras duas produções de Sheridan, interpretando Steve Hendon em ‘Yellowstone’ e Cookie na pré-sequência ‘1883’. Em ‘Landman’, ele dará vida a Dale Bradley, “um engenheiro de petróleo e um trabalhador que administra e trabalha com valentões nos campos de petróleo. Ele também é colega de quarto de Tommy Norris (Thornton)”.

Wallace, por sua vez, será Rebecca Savage, “uma advogada extremamente capaz e intimidadora enviada ao oeste do Texas para limpar a bagunça”. Collie será o Xerife Joeberg, enquanto Chavez será Ariana, “uma jovem mãe cuja família passou por uma grande tragédia”. Moore interpreta Cami, esposa de Monty e também amiga de Tommy.

‘Landman’, baseada no podcast ‘Boomtown’, é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.

Annie Awards 2025 | ‘Robô Selvagem’ é o grande VENCEDOR da premiação!

‘Robô Selvagem’ segue fazendo história: após se tornar a animação com mais indicações ao Globo de Ouro, fez bonito na cerimônia de vencedores do Annie Awards 2025.

A animação foi a mais vitoriosa da noite, levando para casa nada menos que nove estatuetas – incluindo Melhor Longa-Metragem AnimadoMelhor Direção.

Além de ter conquistado impressionantes 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

robô selvagem

O diretor Chris Sanders, três vezes indicado ao Oscar, descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.

Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.

A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.

A produção conta com as vozes de Lupita Nyong’o, Pedro Pascal, Catherine O’Hara, Bill Nighy, Kit Connor, Stephanie Hsu, Mark Hamill, Matt Berry e Ving Rhames.

‘A Odisseia’: Cosmo Jarvis DEIXA o elenco da adaptação e será substituído por Logan Marshall-Green

Segundo o DeadlineCosmo Jarvis (‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’) deixou o elenco de ‘A Odisseia’, adaptação do épico poema grego de Homero que será dirigida por Christopher Nolan (‘Oppenheimer’).

Jarvis abandonou o projeto em virtude de conflitos de agenda e pouco antes das gravações começarem oficialmente. Logan Marshall-Green (‘Prometheus’) irá substitui-lo, mas detalhes sobre o papel ainda não foram revelados.

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“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.