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Saiba QUANDO ‘The Flash’ será lançado na HBO Max

The Flash‘ finalmente chegou aos cinemas e o fim da trama indica um reboot no universo DC, o que significa que novos atores darão vida aos heróis do estúdio, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, etc.

Mas com o longa indo mal nas bilheterias globais, o longa pode chegar ao streaming mais cedo do que esperado.

Anteriormente, o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, havia confirmado que o longa chegaria ao streaming da HBO Max (ou apenas MAX nos EUA) durante o outono americano, ou seja, entre setembro e novembro. (via Coming Soon)

No entanto, desde 2022, todos os filmes da DC chegaram ao streaming aproximadamente de 45 a 60 dias depois de sua estreia nos cinemas, o que para ‘The Flash‘ indicaria um lançamento na HBO Max para, no máximo, o final de agosto.

Mas se a palavra de Zaslav se manter, o filme chegará à plataforma apenas a partir de setembro.

Assista nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash‘ teve uma estreia decepcionante nas bilheterias, arrecadando menos do que o esperado.

No Brasil, o filme atraiu 770 mil espectadores e arrecadou R$ 16 milhões em seu primeiro final de semana, enquanto ‘Adão Negro‘ teve um desempenho superior, com mais de 1 milhão de espectadores e uma arrecadação de mais de R$ 23 milhões.

Nos Estados Unidos, ‘The Flash‘ arrecadou apenas US$ 55 milhões e espera-se que alcance cerca de US$ 64 milhões no final de semana prolongado, abaixo das expectativas do estúdio, que esperava uma arrecadação de US$ 70-75 milhões.

Internacionalmente, o filme obteve US$ 75 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 139 milhões. Esses números ficam abaixo de ‘Adão Negro‘ (US$ 142 milhões) e ‘Eternos‘ (US$ 162 milhões).

Além dos resultados financeiros, ‘The Flash‘ também recebeu uma avaliação baixa dos espectadores, com uma nota B no CinemaScore. O filme, que teve um custo de produção de mais de US$ 200 milhões, precisa arrecadar US$ 600 milhões para se pagar.

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

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Conheça o TERROR que estreou na HBO Max e é um Morno Encontro entre Jordan Peele e M. Night Shyamalan

A HBO Max adicionou em seu catálogo o terror Antebellum (A Escolhida), que atiçou a curiosidade do público já que possui os mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019). Os diretores e roteiristas Gerard Bush e Christopher Renz, no entanto,  miram na crítica social de Jordan Peele, mas acertam nas escavações mentais de M. Night Shyamalan.

Com o enredo montado em três partes, os debutantes cineastas apresentam como ponto de partida a citação de William Faulkner: “The past is never dead. It’s not even past” (em português, “O passado nunca está morto. Nem sequer passou”). Frase esta que levou Woody Allen a um processo judicial por usá-la em Meia-Noite em Paris (2011) sem mencionar a fonte. Da obra de Allen, neste suspense de horror, sobrou apenas a questão nostálgica e o desejo de preservar aspectos do passado, precisamente a Guerra de Secessão (1861-1865), nos Estados Unidos. 

Assista ao trailer:

Assim como o movimento antirracista tornou-se a pauta política em 2020 (antes tarde do que nunca), os filmes sobre a questão racial têm buscado fazer esta mudança na percepção imagética, isto é, deixar apenas de falar da escravidão para colocar os negros no protagonismo do mundo, ainda que eles tenham que enfrentar essa opressão histórica. Filmes como Histórias Cruzadas (2011), 12 Anos de Escravidão (2013) e Estrelas Além do Tempo (2016), além do vergonhoso Green Book – O Guia (2018), ainda apresentam a perspectiva da raça negra à mercê do homem/mulher branco(a) e suas qualidades de benfeitores, generosidade e/ou piedade.  

Não é preciso ressaltar que essas são representações históricas, porém sempre chegam aos olhos do público da mesma forma. Portanto, quando Jordan Peele consegue trazer com humor uma discussão social atual, as pessoas aplaudem de pé, tal como Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, para citar obras recentes. Nesta conjuntura, Antebellum chega para incrementar esta vertente, entretanto, não tão aguçado quanto os supracitados.

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Após brilhar em Estrelas Além do Tempo e Moonlight (2016), a talentosa cantora Janelle Monáe encara a protagonista em duas narrativas, como a escrava Eden e a palestrante Veronica Henley. Com um pôr-do-sol escarlate, a dupla de cineastas introduz o filme a partir de uma selvagem cena de caça, tortura e extermínio de escravos em fuga de uma plantação de algodão. Espancada pelo seu capataz, Eden é obrigada a dizer como se chama e sofre pesadas torturas nas mãos do Senador Denton (Eric Lang), um líder dos Estados Confederados. 

A partir deste doloroso começo, o filme intensifica a exploração sexual das mulheres negras, o estupro, a violência e o escárnio. Apesar do cenário e indumentária, algo logo destoa da ambientação campesina e da dúbia submissão servil dos catadores de algodão. A chegada de novos escravos, principalmente a grávida Julia (Kiersey Clemons), à plantação é o ponto de virada do jogo em que o roteiro começa a colocar o público dentro da encenação pretendida pelos diretores.

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Se o espectador já esteve em contato com o trailer de Antebellum, a linha narrativa do enredo se projeta em decrescente expectativa. Depois de 40 minutos, Veronica Henley acorda ao lado do formoso marido Nick (Marque Richardson) e sua adorável filha Kennedi (London Boyce). Seu dia começa como um comercial de margarina, ela assiste à sua participação em um debate televisivo, toma café com a família e realiza uma entrevista por Skype, a qual mostra a primeira conexão entre as narrativas. Na pele da entrevistadora Elizabeth, Jena Malone (Jogos Vorazes: Em Chamas, 2015) incorpora uma vilã debochada com comentários racistas.

Este segundo ato é tomado pela presença da relações públicas Dawn, amiga de Veronica, vivida por Gabourey Sidibe (Preciosa: Uma História de Esperança, 2009). Com puro charme e graça, a personagem funciona como alívio cômico da tensão em torno das pistas sobre o destino de Veronica. Se a sensação era de uma fantasia, um escapismo da realidade ou mesmo uma falha temporal, Antebellum não é nada disso. A obra poderia discutir como seria o roubo de uma vida bem sucedida para a condição de escravizada, considerando apenas a questão do tom de pele no espaço-tempo.

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Essas elucubrações, entretanto, ficam por conta do espectador, uma vez que Antebellum não as provoca diretamente e, indiretamente, traça um paralelo pacóvio. No terceiro ato, Veronica/ Eden vai engendrar sua vingança e libertação, no entanto, as descobertas e resoluções parecem com as epopeias de M. Night Shyamalan a brincar com a percepção do espectador, mas não de forma impactante como em O Sexto Sentido (1999) e A Vila (2004), na verdade, mais próximo de Fim dos Tempos (2008) e Vidro (2019). 

Com uma premissa envolvente, Antebellum promete uma discussão sobre o papel social das pessoas negras, contudo se envereda pela apresentação do mal interior dos seres humanos, no qual o sucesso alheio é um expurgo aos seus privilégios. Com um jogo de narrativas entre grupos, como o sangrento A Caçada (2020), de Craig Zobel, Bush e Renz traz uma estética de câmera lenta e profundidade de batalha, ambas vistas nos filmes de Zack Snyder (Batman vs Superman: A Origem da Justiça), mas a qualidade cênica não apaga um certo desencanto.

Antebellum mostra um sadismo que ainda dificulta as lutas antirracistas, ou seja, os seres humanos que ainda necessitam pegar em armas de extermínio para provar serem mais forte que outros. Por outro lado, este quadro de vingança alude ao final de Django Livre (2012), de Quentin Tarantino, mas sem o seu traço de violência exacerbada. Com um valoroso começo em longas-metragens, a dupla Bush e Renz, infelizmente, deixa a desejar no terror e na discussão social.

Um dos PIORES filmes do ano estreia na HBO Max…

65 – Ameaça Pré-Histórica‘, sci-fi estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’), estreou na HBO Max após uma rápida e desastrosa passagem pelos cinemas.

O longa foi massacrado pelos críticos – com apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nos cinemas – com uma arrecadação global de US$ 65 milhões, a partir de um orçamento de US$ 60 milhões.

O consenso geral afirma que o longa é clichê, tedioso e se leva a sério demais para servir até como diversão passageira.

Confira os principais comentários:

“Não é bobo o suficiente para ser divertido, nem é bom o suficiente para poder competir com a franquia ‘Jurassic Park’.” – San Francisco Chronicle.

“A premissa é um pouco menos ultrajante que ‘O Urso do Pó Branco’, apesar de não ser baseada em uma história real.” – United Press International.

“Não é tão ruim quanto as pessoas estão dizendo, mas ’65’ está longe de ser um bom filme – perdendo o controle e implodindo no decorrer de sua narrativa.” – Guardian.

“Um pseudo-blockbuster que às vezes parece barato, não gera muita tensão, se parece demais com outros filmes e, em geral, desperdiça uma premissa com potencial olímpico” – Me gusta el cine.

“O desempenho comprometido de Adam Driver não é suficiente para superar a execução sem brilho do filme” – Fiction Horizon.

65′ são 93 minutos tensos de tensão suada, ação apropriadamente dimensionada e ternura surpreendente” – Screen-Space.

“Outros rascunhos do roteiro possivelmente teriam salvado o filme, junto a um final mais criativo” – The National (UAE).

“Não é um filme ruim. Aqueles que estão esperando um monte de dinossauros lutando contra Adam Driver vão conseguir exatamente isso – e talvez um pouco mais” – The Weekend Warrior.

Confira o trailer legendado:

Na trama, um astronauta aterrissa acidentalmente no que parece ser um planeta misterioso e descobre que não está sozinho.

O longa foi escrito e dirigido pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘.

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

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‘Que Horas Eu te Pego?’: Comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence abre com 57% de APROVAÇÃO no RT; Confira avaliações!

Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), novo filme de comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence e que será lançado dia 22 de junho, já pôde ser assistido pela imprensa e crítica especializada.

Com as avaliações sendo publicadas na internet, o site agregador de críticas Rotten Tomatoes deu uma aprovação inicial de 57% para o filme.

Confira:

“Muito melhor apreciado como uma história de amizade improvável do que a comédia atrevida que é anunciada, ‘Que Horas Eu te Pego?’ é estereotipado, mas divertido, alimentado pela química envolvente do par principal.” – Empire

“O roteiro cria sua própria zona de conforto, projetada para fazer pouco mais do que deixar Maddie e Percy formar uma amizade na qual eles se ajudam a crescer.” – Variety.

“Esta comédia arejada e revigorante de baixo risco fará você rir constantemente, se não necessariamente rolar no chão de tanto rir. Mas também tem uma quantidade surpreendente de coração.” – The Hollywood Reporter

“Mostra como Jennifer Lawrence ainda pode fazer comédia.” – The Guardian

“Os cenários ridículos obviamente pretendem ser engraçados, mas na maioria das vezes eles parecem planejados e chegam do nada, com pouco desenvolvimento para súbitos ultrajantes forçados.” – indieWare

Relembre o trailer:

A personagem de Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que  está se preparando para a faculdade.

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa será para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

‘Invasão Secreta’ mostra um OUTRO lado de Nick Fury, revela equipe criativa da série

‘Invasão Secreta’, nova série do MCU estrelada por Samuel L. Jackson como Nick Fury, já está disponível no Disney+ e, segundo os próprios membros do projeto, a narrativa apresenta um novo lado do icônico personagem.

Durante a première, Jackson conversou com o THR e disse o que podemos esperar em relação à caracterização do personagem que interpreta.

“[Ele] está mais velho, um pouco cansado, não tão confiante quanto costumava ser”, o ator conta. “Você descobre onde ele mora! Ele mora em um condomínio? É uma casa?”.

Na mesma conversa, o produtor executivo Jonathan Schwartz acrescentou: “acho que estamos muito acostumados em ver um Nick Fury que pode lidar com qualquer coisa e sempre está seis passos à frente. Ele sempre sabe o que você está pensando antes mesmo de você saber. E não é esse Nick que veremos em ‘Invasão Secreta’“.

O diretor Ali Selim concorda: “diferente de qualquer outra série da Marvel que vimos até agora, [‘Invasão Secreta’] é sobre um ser humano cujos pés estão fincados no chão. Conforme o primeiro episódio começa, ele está mais velho e perdeu um pouco da manha. E acho que, saindo da pandemia e sendo um cara mais velho, eu entendo isso e penso que fui arrastado para o que essa história tem a dizer sobre descobertas e confiança e fé nos códigos morais”.

Lembrando que o episódio de estreia já está disponível na plataforma de streaming.

A produção está atualmente com uma porcentagem de aprovação de 73% baseada em 74 críticas no Rotten Tomatoes.

Confira algumas avaliações abaixo:

“‘Invasão Secreta’ mostra-se tão morna quanto parada.” – IndieWare

Samuel L. Jackson parece tão farto da fórmula da Marvel assim como uma parte crescente do público.” – Daily Telegraph (UK).

“É divertido o suficiente. Afinal, esta é uma série da Marvel, o que significa que é um caso liso e polido que traz diversos Easter Eggs para os fãs saborearem.” – London Evening Standard

“Como um dos projetos mais maduros do MCU até hoje, ‘Invasão Secreta’ é um drama tenso e fascinante que presenteia seus atores com material de peso e encoraja seu público a olhar além do brilho do super-heroísmo.” – Empire

“No geral, ‘Invasão Secreta’ tem ideias que se contentam em provocar um ritmo que um filme da Marvel pode não permitir.” – Variety.

“Na maior parte, ‘Invasão Secreta’ é mais sombrio e até monótono do que se poderia esperar.” – The Hollywood Reporter

Além de Jackson e Ben Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens de Carmen Ejogo e Killian Scott.

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Mogli: Entre Dois Mundos | Relembre a PÉSSIMA adaptação em live-action que faz 5 anos em 2023…

Em 2016, Jon Favreau alcançou um incrível patamar dentro do panteão Disney com uma das melhores adaptações do clássico MogliO Livro da Selva. Em sua obra, o diretor aproveitou do fotorrealismo para transformar o icônico conto de superação e identidade em um tour-de-force magnífico que peca em pouquíssimas partes, mantendo-se verdadeiro à sua natureza e trazendo uma perspectiva interessante. Talvez um dos únicos problemas tenha sido a má colocação dos números musicais e a presença mínima da gigante cobra Kah, um dos melhores arquétipos do longa-metragem. Com a aclamação, a necessidade de mais uma releitura era inexplicável – então, não há uma razão lógica, por assim dizer, para Andy Serkis mergulhar mais uma vez no universo criado por Rudyard Kipling.

Entretanto, diferente do que imaginávamos, a empreitada de Serkis ousou algo além: transformar o conto-de-fadas em uma obscura narrativa de superação, pautada em investidas sombrias e cruéis, talvez até mesmo retomando a crueza selvagem trazida pelo autor em seu romance. O problema é que o diretor, tendo sua estreia na cadeira de direção em 2017 com ‘Uma Razão para Viver’ (cuja aceitação não foi a das melhores), não consegue transpassar exatamente o que deseja e se vale muito dos constantes efeitos especiais e de um roteiro mal estruturado para entregar qualquer coisa. As falhas parecem rugir a cada ato que se completa, diminuindo as expectativas e, no final das contas, concluindo-se em algo esperável e decepcionante.

Ao contrário da história que conhecemos, Mogli: Entre Dois Mundos’, lançado em 2018 na Netflix, retoma a origem do personagem-título de modo a priori interessante. O menino, separado da mãe após o feroz ataque de Shere Khan (Benedict Cumberbatch), é resgatado pela formosa pantera conhecida como Bagheera (Christian Bale) e passa a ser cuidado pela alcateia de lobos que domina certa região das florestas indianas. Entretanto, o imenso tigre-de-bengala ameaça os animais, dizendo que quando seu líder cair, ele voltará para terminar o trabalho e se “banhar no sangue do filhote humano”. Com essa breve introdução, fica bem claro que Serkis abandona as partes fabulescas e se torna aprazível à mordaz explicitação e ferocidade dos personagens animalescos. Basicamente, os simbólicos personagens de Kipling, representando as várias instâncias humanas, retornam ao estado de barbaridade como se nunca o tivessem deixado, clamando por uma tensão constante.

Ou ao menos a uma tentativa de tensão; afinal, não apenas a condução fílmica, mas o roteiro abraçado por Callie Kloves passa muito longe da envolvência necessária. Cada frame parece ter sido arrancado de uma inacabada pós-produção, deixando bem clara a distinção entre o que é real e o que foi travestido pelas incompatibilidades do CGI. Como se não bastasse, o fotorrealismo é jogado no lixo em detrimento da criação de figuras animalescas decrépitas, cansadas, quase cadavéricas e saídas de um cenário pós-apocalíptico. Baloo (Serkis) parece ter saído de uma cena de guerra, delineado com uma bocarra escancarada, olhos perdidos e cortes diversos pelo corpo.

O visual do filme em si chega a dar medo – não que isso seja uma coisa boa, pois a ambiência contrasta negativamente com os horríveis diálogos e uma atuação tão canastrona que chega a ser incômoda. Dentro de uma arquitetura quase diabólica, em que a casa de Mogli (Rohan Chand) torna-se seu próprio inferno e motivo para lutar constantemente em busca de respeito e pela sua sobrevivência, poderíamos esperar ao menos uma convicção certeira do aplaudível elenco. Entretanto, Bale é o único que se salva em meio a performances forçadas, vícios gestuais e de fala e um constante apreço pela ruína cíclica. Nem mesmo Cate Blanchett, interpretando a nova versão de Kah, consegue se salvar – transformando a serpente em uma falsa representação do que realmente é, com indícios teatrais melodramáticos intangíveis para o arco que possui.

Nem mesmo as cenas de perseguição ou de confronto físico consegue salvar o longa da bomba que realmente é. A configuração desnecessariamente pretensiosa também encontra barreiras nas técnicas artísticas, incluindo fotografia e direção de arte. A falsa impressão de realidade paisagística na verdade não passa de um pífio esforço cuja desilusão é maior que qualquer outra coisa. A quebra do misticismo cinematográfico é instantânea desde os primeiros minutos e em momento algum se recupera, deixando um vazio para o espectador e para os próprios personagens. Mas talvez o que mais nos desaponte seja a completa falta de nexo das relações entre os personagens e seus respectivos objetivos; o único momento em que as coisas se mostram mais compreensíveis é quando Akela (Peter Mullan), o alfa da alcateia, bane o garoto de sua matilha após ter utilizado o fogo para defendê-los – o que, se fomos pensar um pouco, também deixa a desejar como virada construtiva para a obra.

Mogli: Entre Dois Mundos’ é uma obra autodestrutiva, devorando a si própria num inquebrável círculo de pedantismo e presunção desmedidos. Pessoalmente, achei que não conseguiria encontrar um filme tão ruim quanto o remake de ‘Robin Hood’, mas pelo visto estava enganado: não há nada que se salve inteiramente dessa bomba de proporções catastróficas.

Artigo | ‘Zootopia’ e as TEORIZAÇÕES sociológicas da Walt Disney…

O império Walt Disney não promoveu uma revolução no cenário cinematográfico por qualquer motivo; afinal, cada um dos membros dessa indústria investiu esforços significativos para construir narrativas atemporais, capazes de atravessar gerações de forma inenarrável. E, ano após anos, é notável como a Casa Mouse continua a entregar narrativas competentes e muito bem construídas, ainda que, de vez em quando, falhem em cumprir com o que prometem. Felizmente, isso não é o caso de Zootopia – Essa Cidade É o Bicho’.

A ideia começou quando Byron Howard, que viria se tornar um dos diretores da animação, apresentou nada menos que seis ideias aos executivos da Disney – uma delas funcionando como adaptação do clássico ‘Os Três Mosqueteiros’, outra girando em torno de um gato médico que transforma crianças em animais; essas ideias mirabolantes nutriam de um ponto em comum: resgatar o classicismo de animações como ‘Robin Hood’ e colocar personagens animais antropomorfizados como protagonistas. E, após conversas e mais conversas, o enredo de Zootopia nasceu.

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O complexo cosmos comandado por Howard e por Rich Moore acompanha uma jovem coelha chamada Judy Hopps (Ginnifer Goodwin), cujo maior sonho é sair da pequena cidade de Bunnybarrow e se tornar uma grande policial combatendo o crime e prezando pela justiça em Zootopia, uma megalópole em que presas e predadores vivem em comunhão. Após se formar como a primeira cadete coelha em sua turma, deixar sua enorme família para trás e dar início a um novo capítulo de sua jornada – isso é, até ser atribuída com a tarefa de aplicar multas de trânsito em infratores. E, ainda que seu futuro não esteja sendo tão radiante quanto imaginava, ela sente que algo se esconde na vibrante e colorida Zootopia. Dito e feito, Judy resolve ajudar uma pobre lontra a encontrar o marido desaparecido, aliando-se com o golpista Nick Wilde (Jason Bateman) para descobrir seu paradeiro – desenterrando um obscuro segredo que explica eventos estranhos acontecendo na cidade.

Diferente do que imaginava, Judy não enfrenta apenas um desaparecimento, mas um complô que está encarcerando predadores que, de alguma maneira, voltaram à selvageria – mesmo séculos depois de um processo evolutivo que os inibiu de seus “instintos primitivos”. E é justamente nesse ponto que a história ganha camadas muito mais profundas do que esperávamos.

O panorama de Zootopia é infundido com diversas linhas de pensamento antropológico e sociológico do funcionamento da sociedade – dialogando com linhas que perpassam o existencialismo e a dicotomia humana entre civilidade e poder. Judy é a representação maniqueísta da “bondade”, do indivíduo com intenções nobres cuja benevolência será testada constantemente por aqueles a seu redor; mais do que isso, ela é pautada em um onirismo inquebrável que demonstra sua ingenuidade perante os verdadeiros problemas e que a impede de entender que todos temos um lado bom e um lado ruim. É por esse motivo que seu arco de amadurecimento é tão bem fixado nas estruturas macrocósmicas do longa-metragem – em que ela precisa cair para poder ressurgir das cinzas e completar sua travessia.

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Nick, pelo contrário, tem essa plena consciência da ambiguidade que acomete todos – ora, quando mais jovem, forçaram-no a usar uma focinheira por seu status como raposa e, por conseguinte, como predador. É por isso que ele não confia em ninguém e, se alguém quer ver-lhe como uma raposa trapaceira, é exatamente isso que ele será. Afinal, não há motivo para querer ser diferente.

Apesar de distintos em tantas maneiras, Judy e Nick se assemelham pela necessidade de serem mais do que são – uma necessidade que enfrenta complicações quando posta frente a frente com um perigo que instaura caos e medo nos moradores de Zootopia. É notável como Howard e Moore, aliados ao certeiro roteiro assinado por Jared Bush e Phil Johnston, explicitam referências filosóficas a Foucault e Heidegger, digladiando a intrínseca relação que existe entre o medo e o poder: à medida que a trama vai tomando forma, descobrimos que o prefeito Lionheart (J.K. Simmons), envolvido com o aprisionamento dos predadores, na verdade estava tentando entender o que acontecia – e o motivo dos animais estarem retornando às raízes “involuídas” de milhares de anos atrás. A verdadeira vilã é a vice-prefeita Bellwether (Jenny Slate), uma ovelha que sempre esteve à sombra de Lionheart e, ao atingir o limite, se rebela contra aqueles que sempre a deixaram desconfortável.

Em um paralelo um pouco longínquo, podemos nos recordar da icônica frase do pensador Paulo Freire, que diz que o “sonho do oprimido é ser o opressor”; apesar de Freire estar associando a máxima à liberdade promovida pela educação, podemos traçar similaridades entre a frase e a construção de Bellwether: ela se sentiu por muito tempo diminuída e invisível, mesmo pertencendo a mais de noventa por cento da população de Zootopia. E, pelo fato de não ter as características físicas de uma predadora, ela se inclinou para os efeitos do medo para expor um “inimigo em comum” e garantir uma legião de seguidores. Heidegger, inclusive, discorre sobre o medo como uma força instaurada pelo coletivo, e não pelo individual – algo que explica as motivações da antagonista.

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Até Judy é arrastada para esse errôneo pensamento, emergindo como a heroína de um grupo de animais que precisava de um símbolo. A policial, movida pelo senso cego de proteger, acaba cometendo um erro gravíssimo ao promover, indiretamente, um segregacionismo ferrenho que escala a tensões sociais e que pode ser traduzida pelo abismo que permanece vivo nas nossas comunidades – como o racismo, a xenofobia e a LGBTQIAfobia. São várias as temáticas impulsionadas pelo longa-metragem e, mesmo sete anos depois de sua estreia, permanecem de importância considerável para discussão.

Zootopia configura-se como uma das melhores e mais impecáveis animações da Disney, seja por sua originalidade, seja pelo teor bastante relacionável que cria com os espectadores. Como é de costume com grandes obras-primas da sétima arte, o filme é destinado não só às crianças, mas a qualquer um que navegue por essas majestosas águas.

Artigo | Como ‘A Bruxa de Blair’ revolucionou os filmes de terror…

Em 1999, os diretores e roteiristas Daniel Myrick e Eduardo Sánchez estavam prestes a fazer história ao reunirem forças para comandarem um filme independente que mudaria o curso da sétima arte norte-americana: A Bruxa de Blair.

Apenas o título é forte o suficiente para despertar memórias ou até mesmo a curiosidade do público – afinal, é muito difícil encontrarmos alguém que nunca tenha ao menos ouvido falar do longa-metragem. Para aqueles que não conhecem, a narrativa é centrada em um grupo de cineastas amadores que viaja para uma pequena cidade no estado de Maryland, nos Estados Unidos, para rodarem um documentário sobre a mítica Bruxa de Blair – uma lendária personagem que, alegadamente, foi responsável pela morte de diversas pessoas e ainda assombra aquela região. E, movidos por essa instigante trama, o trio formado por Heather, Mike e Josh (que são os nomes dos atores que os interpretam) se embrenham nas medonhas florestas para encontrarem respostas ou ao menos material com que possam produzir o filme. Todavia, o que deveria ser uma pesquisa de campo se transforma em um pesadelo sem fim quando eventos misteriosos os levam a crer que a bruxa, de fato, existe.

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A produção pertence ao conhecido gênero do found footage e, apesar de não ter sido a primeira a utilizar o recurso, foi responsável por popularizá-lo ao redor do mundo e a causar grande comoção por sua estética realista e por técnicas que não eram vistas. É claro, se voltarmos um pouco mais no tempo, podemos citar o clássico italiano Holocausto Canibal como precursor oficial desse estilo – mas foi apenas com A Bruxa de Blair que o suis-generis se tornaria um dos avais do terror nas décadas subsequentes.

Cada engrenagem do longa, da pré-produção às repercussões consecutivas, foi de importância significativa para a imortalização de seu legado. Por se tratar de um título de baixíssimo orçamento (por volta de US$60 mil) e por se configurarem como realizadores estreantes, Myrick e Sánchez investiram pesado em um marketing genial: a princípio, houve a contratação de atores não conhecidos para interpretarem os protagonistas; logo depois, a Haxan Films, que supervisionou o projeto, divulgou cartazes que anunciavam o desaparecimento de três jovens cineastas, começando a atrair atenção. E, quando o trailer foi lançado, ninguém conseguiria acreditar que aquela história era fictícia. Boa parte dos espectadores comprou a ideia de que o filme exibido era factual e que todas as pessoas que apareceram estavam envolvidas em uma controversa tragédia sem solução. Ora, os atores foram até aconselhados a não aparecem em público para aumentar o suspense.

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Quando assistimos a A Bruxa de Blair, é automático pensarmos que, no geral, a composição foi fácil de ser feita. Todavia, Myrick e Sánchez estavam comprometidos a criar algo nunca visto e delinearam uma mitologia aprofundada (e fictícia, logicamente); entretanto, as falas e as reações de Heather, Mike e Josh são improvisadas e legítimas, feitas, grosso modo, sem a ciência deles para garantir uma naturalidade quase cruel. Logo, era apenas de se esperar que a repercussão não fosse apenas positiva, mas atraísse a atenção de autoridades para garantir que ninguém estava machucado e que todos da equipe estavam vivos. E, a encargo de comparação, os espectadores se sentiram compelidos a conferi-lo, visto que a arrecadação ultrapassou o orçamento em mais de 2000 vezes, fechando em US$248,6 milhões (algo equivalente a mais de US$450 milhões em 2023, ajustando-se à inflação).

Mesmo assim, é preciso comentar sobre a disparidade gritante entre a recepção da audiência e da crítica internacional: podemos perceber um embate entre os 86% de aprovação dos especialistas e uma melancólica nota C+ dos circunstantes – e essa é uma percepção que se estende até os dias de hoje, mas agora mergulhando em uma compreensão de que, de certa forma, o filme não envelheceu tão bem quanto deveria. Não obstante a discrepância mencionada, seu legado permanece vivo e influenciou uma quantidade inenarrável de projetos subsequentes – que não se limitaram apenas ao terror, mas se estenderam ao drama e ao suspense com facilidade invejável.

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É possível ver o influxo do projeto em grandes produções mainstream que seriam lançadas com o passar dos anos. A primeira que nos vem à mente é Atividade Paranormal, que incorporou todos os elementos explorados pelo título de 1999 e os transformou em algo ainda mais aterrorizante; mas, para além do óbvio, temos incursões como ‘Assim na Terra como no Inferno’, que se tornou um queridinho dos aficionados por terror; o aclamado ‘REC’ e a “versão” norte-americana intitulada ‘Quarentena’; e, trazendo ainda mais para o presente, vemos as ramificações ocasionadas, direta ou indiretamente, com Amizade Desfeita, Buscando…’ (e a sequência espiritual ‘Desaparecida’) e ‘Host’ – os três oferecendo perspectiva originais para revitalizar o gênero.

Quase duas décadas e meia mais tarde, A Bruxa de Blair permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, os projetos citados no parágrafo acima não existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.

‘Besouro Azul’ ganha classificação indicativa OFICIAL; Saiba mais!

‘Besouro Azul’ é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, foi revelada sua classificação indicativa oficial.

Segundo uma nova listagem do FilmRatings.com, o longa-metragem estrelado por Xolo Maridueña Bruna Marquezine tem recomendação PG-13, isto é, com acompanhamento parental e para maiores de treze anos em virtude de “sequência de ação e violência, linguagem e referências sugestivas”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 17 de agosto.

“O recém-formado Jaime Reyes (Xolo Maridueña) volta para casa cheio de aspirações para o futuro, apenas para descobrir que o lar não está exatamente como ele o deixou. Enquanto procura encontrar seu propósito no mundo, o destino intervém quando Jaime inesperadamente se encontra em posse de uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena: o Escaravelho. Quando o artefato escolhe Jaime como hospedeiro simbiótico, o jovem recebe uma incrível armadura que contém poderes extraordinários e imprevisíveis, mudando para sempre seu destino e fazendo dele o super-herói conhecido como Besouro Azul.”

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

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ENGAVETADO! Sony tira do calendário ‘El Muerto’, filme com Bad Bunny focado em rival do Homem-Aranha

Durante o CinemaCon do ano passado, a Sony Pictures anunciou que o cantor Bad Bunny (‘Trem-Bala’) iria interpretar ‘El Muerto‘, conhecido rival do Homem-Aranha nos quadrinhos.

Porém, o projeto foi ENGAVETADO e não deve acontecer tão cedo.

A Sony removeu o filme, que estava programado para 12 de janeiro de 2024, de seu calendário.

O motivo não foi revelado, mas até o momento o filme sequer tinha um roteiro finalizado.

O personagem El Muerto, Juan Carlo, é um lutador superpoderoso que originalmente enfrentou o Homem-Aranha em uma luta para a caridade, na qual ele quase desmascarou o amigão da vizinhança antes de ser picado por um veneno paralisante. Após seu opressor El Dorado vir reivindicar sua vida, El Muero é salvo pelo Homem-Aranha, e os dois se unem para derrotá-lo.

Bad Bunny se interessou em se juntar ao universo da Sony, pessoalmente escolhendo o personagem latino que ele gostaria de interpretar nas telonas. O cantor é conhecidamente interessado em luta profissional, então a escolha do personagem fez completo sentido.

El Muerto seria o primeiro personagem latino do Universo da Marvel a ter o seu próprio filme solo.

Ryan Murphy DEIXA a Netflix e assina novo acordo com a Disney

De acordo com o Variety, o realizador Ryan Murhpy assinou um novo acordo de exclusividade com a Disney, retomando a parceria com a sua colaboradora Dana Walden – copresidente atual da Disney Entertainment.

O novo acordo foi fechado cinco após Murphy assinar com a Netflix – que alegadamente girou em torno de US$ 250-300 milhões. Apesar de não ter sido revelado quando o acordo começará, vale destacar que a parceria dele com a gigante do streaming irá expirar em junho.

Nos últimos anos, Murphy lançou 10 projetos na Netflix, incluindo sucessos como ‘Ratched‘, ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ e ‘Bem-Vindos à Vizinhança‘.

O acordo do produtor com a Disney pode ser determinante para um possível revival de ‘Scream Queens‘ e um reboot de ‘Glee‘ – dois projetos que Murphy já declarou publicamente que adoraria revisitar.

Em entrevista para o podcast And That’s What You Really Missed, ele disse que está tentado a revisitar a amada série musical: “Agora estou numa fase tipo: ‘já faz bastante tempo [que a série chegou ao fim]. Talvez esteja na hora de revisitá-la como uma marca. Você sabe, devemos fazer um reboot? Um musical na Broadway? Tipo, é como um legado interessante que estou interessado em fazer de uma maneira positiva depois de uma pausa por um tempo. Mas eu não sei. Eu simplesmente amo o que a série transmite e o que ela foi capaz de fazer. E nunca haverá na minha vida outro ‘Glee’, algo próximo a isso, em termos de me sentir tão conectado.”

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Jennifer Lawrence é “namorada de aluguel” no novo teaser HILÁRIO de ‘Que Horas Eu te Pego?’

A Sony Pictures divulgou mais um teaser oficial de ‘Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence que será lançada em 16 de junho de 2023.

A personagem de Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que  está se preparando para a faculdade.

Assista, junto ao mais recente trailer:

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa será para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

Vin Diesel promete que ‘Velozes e Furiosos 11’ será mais SOMBRIO

Através do seu Instagram, o astro Vin Diesel (‘Guardiões da Galáxia’) revelou o que os espectadores podem esperar do próximo filme da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

O ator indicou que o próximo capítulo da saga será mais sombrio.

“Nós temos pensado muito na reação dos fãs [em relação ao ‘Velozes e Furiosos 10’], e estamos amando visitar este lugar paradisíaco [nas Ilhas Cayman]. Esse lugar está nos inspirando e nos dando tempo para refletir e discutir sobre o próximo filme; revisando todos os seus aspectos.”

Ele completa, “Nós estamos seguindo por um caminho sombrio em ‘Velozes e Furiosos 10: Parte 2’. Finalizamos nossa coletiva de imprensa [para o décimo filme], e agora temos tempo para pensar no próximo. Nós levamos isso muito a sério, pois sabemos o quanto é importante para vocês. Somos muito gratos.”

 

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Vale lembrar que, apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 56% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Velozes e Furiosos 10‘ já arrecadou US$ 678.6 milhões nas bilheterias mundiais.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

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‘Nightbitch’: Terror cômico estrelado por Amy Adams ganha classificação para MAIORES de idade

De acordo com o site Bloody Disgusting, a Searchlight Pictures revelou a classificação indicativa oficial de ‘Nightbitch’, terror cômico estrelado pela indicada ao Oscar Amy Adams.

As informações indicam que o longa-metragem terá restrição etária para maiores de idade (R-rated), em virtude de “linguagem e teor sexual”.

Lembrando que as gravações já começaram, em Los Angeles.

Recentemente, Mary Holland (‘De Volta ao Baile’, ‘Alguém Avisa?’) entrou para o elenco da produção. Entretanto, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Scoot McNairy (‘Era uma Vez em… Hollywood’) também faz parte do projeto.

Marielle Heller (‘Um Lindo Dia na Vizinhança’) fica responsável pela direção.

A trama segue uma mulher que é forçada a uma rotina caseira criando seu filho recém-nascido nos subúrbios, que lentamente abraça o lado selvagem da maternidade enquanto se torna cada vez mais consciente dos sinais bizarros e inegáveis de que ela possa estar se transformando em um cachorro.

O longa é baseado no livro homônimo de Rachel Yoder, que também assina o roteiro da adaptação.

Adams também entra como produtora ao lado de Megan EllisonStacy O’Neil. Yoder é uma das produtoras executivas.

Nightbitch‘ deve ser lançado direto no serviço de streaming do Hulu.

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‘Batgirl’: Novas imagens de bastidores dão destaque ao Batman de Michael Keaton; Confira!

Através das redes sociais, foram divulgadas novas imagens de bastidores oficiais de Batgirl, o filme cancelado da DC que seria estrelado por Leslie Grace.

As fotos dão destaque a Michael Keaton, que reprisaria seu papel como Batman.

Confira:

Apesar do cancelamento do filme, Grace expressou otimismo sobre a possibilidade de o projeto ser eventualmente lançado para o público.

Em uma entrevista à Entertainment Weekly, Leslie compartilhou sua perspectiva sobre a situação e a importância de valorizar a própria voz.

“Talvez um dia esse filme seja visto (pelo público). Essa experiência me mostrou que, às vezes, certas coisas acontecem para que você sinta a importância e o valor da sua própria voz. Então, definitivamente estou mantendo isso em mente”, declarou Leslie.

“Algo que é importante dentro dessa conversa de representatividade – a representação latina no cinema e na TV – é mais do que ser visto sob uma luz específica sempre que desempenhamos um papel. É muito importante que, quando estamos interpretando papéis que são especificamente latinos, que tenham nuances e detalhes quando é merecido… Nesse caso, tive a oportunidade de fazer isso como super-heroína e existir neste espaço. Há mais papéis pela frente. Ainda assim, sou grata por ter tido essa experiência e ainda poder falar sobre isso.”

Além de Leslie Grace e Michael Keaton, o elenco ainda contaria com Brendan Fraser (Vagalume) J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficou responsável pelo roteiro.

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‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ não tentará replicar os últimos dois filmes

Em uma recente entrevista ao Deadline (via ComicBook.com), a produtora Nina Jacobson revelou que Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, vindoura adaptação da Lionsgate com Tom Blyth e Rachel Zegler, “não tentará replicar os últimos dois filmes” da franquia original. 

Durante a conversa, Jacobson revelou que “essa é a uma nova história, com novo escopo e novos personagens. Conseguimos criar uma linguagem visual completamente diferente… Uma que ainda é, de fato, Panem, mas diferente e original”. 

O diretor Francis Lawrence, que comandou os três capítulos finais da saga, acrescentou: “esse é o tipo de playground que não aparece muitas vezes. Então, quando temos a chance de retornar, é enormemente gratificante”.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de novembro.

Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.

A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passa 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.

Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos de ‘Jogos Vorazes‘, comanda o novo filme. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas‘.

O elenco também é formado por Irene BoehmCooper DillonLuna KuseKjell BrutscheidtDimitri AboldAthena StratesDakota ShapiroGeorge Somner, Vaughan ReillyPeter DinklageViola Davis, Jerome LanceAshley LiaoKnox GibsonMackenzie Lansing, Aamer HusainJason Schwartzman, Max RaphaelZoe ReneeAyomide AdegunKaitlyn AkinpelumiSofia Sanchez e Amélie Hoeferle.

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‘O Urso’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da 2ª temporada; Confira!

A FX divulgou um novo vídeo promocional da 2ª temporada de O Urso, que estreia no dia 22 de junho. 

O featurette nos leva aos bastidores do próximo ciclo. 

Lembrando que, no Brasil, a série é exibida pelo Star+. 

Confira: 

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen White, Ebon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

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‘Transformers: O Último Cavaleiro’ já está disponível na Paramount+!

Transformers: O Último Cavaleiro’, quinto capítulo da franquia de ação comandada por Michael Bay, já está disponível na Paramount+ Brasil 

A produção foi lançada no último dia 19 de junho na plataforma de streaming. 

Na trama, o gigante Optimus Prime embarca em uma das missões mais difíceis de sua vida: encontrar, no espaço sideral, os Quintessons, seres que possivelmente são os responsáveis pela criação da raça Transformers. O problema é que, enquanto isso, seus amigos estão precisando de muita ajuda na Terra, já que uma nova ameaça alienígena resolveu destruir toda a humanidade. 

Relembre o trailer: 

O roteiro foi assinado por Art MarcumMatt HollowayKen Nolan.

Mark WahlbergJosh DuhamelJohn TurturroGlenn MorshowerLaura HaddockIsabela MercedJerrod CarmichaelSantiago CabreraAnthony Hopkins estrelaram.

O filme se tornou um fracasso de crítica e de bilheteria, amargando 16% de aprovação no Rotten Tomatoes e dando um prejuízo de mais ou menos US$100 milhões para a Paramount Pictures.

‘Oppenheimer’: Novo filme de Christopher Nolan ganha INCRÍVEL cartaz em IMAX; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo cartaz incrível em IMAX de Oppenheimer, ambicioso próximo projeto de Christopher Nolan sobre o criador da bomba atômica, J. Robert Oppenheimer.

O filme estreia nos cinemas no dia 20 de julho.

Confira:

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Em uma recente aparição no Leon Levy Center for Biography em Nova York, o autor Kai Bird, que assinou a biografia de Oppenheimer, comentou sobre a adaptação encabeçada por Nolan e rasgou elogios para o longa-metragem (via Variety).

“Eu estou, no momento, maravilhado e me recuperando emocionalmente de ter visto [o filme]”, ele disse. “Acho que será um feito artístico esplêndido – e tenho grandes expectativas que irá estimular uma conversa nacional e até mesmo global sobre as questões que Oppenheimer queria falar – sobre vivermos na era atômica, como viver com a bomba e sobre o Macarthismo. O que significa ser um patriota e qual é o papel de um cientista em uma sociedade mergulhada na tecnologia e na ciência”. 

Anteriormente, Nolan explicou motivo pelo qual optou por não utilizar CGI em excesso em seu próximo filme. Em uma conversa com a Empire Magazine, Nolan compartilhou sua experiência de produção e ressaltou seu desejo de utilizar o máximo possível de efeitos práticos no filme.

A produção de ‘Oppenheimer‘ chamou a atenção quando Nolan conseguiu retratar uma explosão nuclear de forma realista, usando efeitos práticos. Para alcançar esse feito impressionante, foram realizadas explosões de grande escala.

“Quero dizer, eu fiz muitas explosões em muitos filmes. Mas há algo muito único e especial em estar no meio do deserto à noite com um grande elenco, fazendo explosões enormes e capturando tudo isso”, explicou Nolan.

O diretor destacou a sensação de autenticidade e tensão que a escolha pelos efeitos práticos proporcionou à equipe de produção: “Você não pode deixar de voltar a esse momento em que eles estavam fazendo isso em escala máxima, sabendo no fundo de suas mentes que havia a possibilidade de incendiar a atmosfera. Foi incrível se envolver nesse tipo de tensão”.

Lembrando que o longa terá 3 horas (180 minutos) de duração, tornando-se a produção mais longa da carreira de Nolan.

Além disso, a MPA (Motion Picture Association) classificou o filme como Rated-R (para maiores de 17 anos) por “cenas com sexualidade, nudez e linguagem chula.”

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

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Rosario Dawson busca por respostas na imagem INÉDITA de ‘Mansão Mal-Assombrada’; Confira!

Total Film divulgou uma imagem inédita do do vindouro reboot de Mansão Mal-Assombrada, baseada na icônica atração dos parques da Disney.

O longa-metragem será lançado nos cinemas em 28 de julho.

Confira, junto ao trailer:

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Sob a direção de Justin Simien, o longa busca afastar os fantasmas do fracasso de 2003, ao mesmo tempo em que utiliza o aprendizado adquirido com o filme estrelado por Eddie Murphy.

Durante uma entrevista exclusiva à Entertainment Weekly, Simien compartilhou um dos aspectos cruciais do filme que precisava ser perfeito para capturar a essência da atração.

“[Olhamos para o filme de Eddie Murphy para ver como poderíamos] fazer errado. Chegamos ao ponto de ficar obcecados com o ângulo em que se vê a mansão quando se entra na atração na Disneyland, quando a vemos através dos portões e vemos as colunas. Esse ângulo precisa ser impactante. É assim que fomos específicos. Quando você desliza pela sala de jantar pela primeira vez e vê os dançarinos valsando, aquele ângulo tinha que estar certo, porque é o momento em que você fica sem fôlego na atração”, disse o diretor.

A nova versão acompanha uma mãe solteira, que se muda para uma nova casa em Nova Orleans com seu filho de nove anos. Quando ela descobre que a mansão é assombrada, Gabbie recorre à contratação de um guia turístico paranormal, uma vidente, um padre e um historiador para ajudar a exorcizar a propriedade.

O filme é estrelado por Rosario Dawson, Chase W. Dillon, Lakeith Stanfield, Tiffany Haddish, Owen Wilson, Danny DeVito, Winona Ryder, Jared Leto e Jamie Lee Curtis.

O roteiro é escrito por Katie Dippold (‘Caça-Fantasmas’).

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