Site Página 2561

Jennifer Love Hewitt em nova foto como Julie James no set do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’

Julie James voltou! A atriz Jennifer Love Hewitt estampa uma foto nos bastidores do reboot de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

Vale lembrar que o astro Freddie Prinze Jr. (‘Ela é Demais’) revelou ao podcast Scale Talk que Ray e Julie não serão os protagonistas da nova iteração.

“[A diretora Jennifer Kaytin Robinson] fez um bom trabalho com a personagem da Jennifer Love Hewitt, Julie James, e meu personagem, Ray Bronson. Mas eles definitivamente não serão os protagonistas do novo filme.”

Ele completa, “Eles servem como um força motivadora para impulsionar o novo elenco. Não é tipo: ‘Eis o novo filme focado no Ray e Julie que nós merecemos’. Isso nem faz sentido. Aquele cara [Ben Willis] está morto, então o filme precisa focar em uma nova geração. A forma como [Robinson] integrou nossos personagens com os novos protagonistas foi muito bem feito. O roteiro é incrível.”

O elenco ainda contará com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers e Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

O novo filme, dirigido por Jennifer Kaytin Robinson e escrito por Sam Lansky e Robinson, está programado para ser lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025.

No filme original, escrito por Kevin Williamson (franquia ‘Pânico’) e dirigido por Jim Gillespie, quatro adolescentes – vividos por Jennifer Love HewittSarah Michelle GellarRyan Phillippe e Freddie Prinze Jr., até então atores desconhecidos – e um assassinato que muda a vida de todos.

Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.

Relembre o trailer:

‘Obsessão’: Inde Navarrette revela que Nikki foi uma personagem incrivelmente bem escrita [EXCLUSIVO]

O aguardado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) já está em exibição nos cinemas e o CinePOP conversou com o diretor Curry Barker e os astros Inde Navarrette (Nikki) e Michael Johnston (Bear).

Grande destaque no filme por conta da sua atuação, Inde Navarrette falou:

‘Eu adorei interpretar a Nikki porque, antes de tudo, senti que ela já era incrivelmente bem escrita. Então, o que eu podia acrescentar à personagem era tipo a cereja no topo do sundae, sabe o que quero dizer? Ela já tinha tudo o que precisava. Eu só pude brincar com aquilo e exemplificar, amplificar o que já estava no roteiro. Então, acho que ter uma personagem tão bem escrita realmente me permitiu mergulhar de cabeça nela, figurativa e literalmente. Então, foi realmente, realmente incrível.’, ela disse.

Barker, que vai comandar o novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’, revelou quais foram as suas inspirações para o terror.

“‘O Homem Invisível’, ‘Hereditário’ e ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite’ são inspirações para mim. Se eu for cavar mais fundo, acho que quando eu era criança, ‘Invocação do Mal 2’ foi bem assustador. Agora estou só tentando lembrar de filmes mais recentes. Bem, Pearl também teve certa influência porque fala sobre obsessão em se tornar uma estrela. Então aquilo meio que virou a minha referência. E a Mia Goth… ela é fantástica. Eu adoro ela.”, afirmou Curry.

Confira a entrevista, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Obsessão’ é um dos MELHORES filmes de terror da temporada

Saiba Mais » Obsessão

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

‘O Diabo Veste Prada 2’ LIDERA as bilheterias brasileira em sua 3ª semana; ‘Obsessão’ abre em 4º lugar!

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

25 Anos de Pânico | Como a Metalinguagem do TERROR ajudou na Renovação do gênero Slasher

Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico moderno Pânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil. Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica. É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.

Antes de começar a análise, assista ao trailer do novo filme que foi divulgado hoje:

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

Vamos nessa?

A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados. Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.

Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem de Drew Barrymore. Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.

Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar. Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.

O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.

A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante. Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.

Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum. Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.

Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.

Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe. Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.

Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger. Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.

O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.

Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.

Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.

No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento. Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o segundo capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

Siga o Leonardo Campos no Instagram!

Crítica | ‘Apocalipse Z: O Princípio do Fim’ – Jornada apocalíptica que gera um bom entretenimento!

Darwin já falava: para sobreviver é preciso se adaptar. Seguindo uma cronologia de fatos que se aproximam dessa verdade, o longa-metragem espanhol Apocalipse Z: O Princípio do Fim, baseado no livro de sucesso homônimo escrito por Manel Loureiro, segue a cartilha dos bons filmes de luta pelo sobreviver. Superando desafios para se tornar o clássico herói em sua jornada apocalíptica, o protagonista é o nosso guia em uma narrativa – com seus clichês batidos – que busca sugar até a última gota de angústia em meio ao caos dos dilemas e desespero onde o espírito de sobrevivência é ativado.

Na trama conhecemos Manel (Francisco Ortiz), um advogado e empreendedor no ramo de energia sustentável em luto desde a morte da namorada em um trágico acidente de carro. Vivendo seus dias solitários ao lado do seu gatinho Lúculo, certo dia se vê numa situação inusitada: uma epidemia desconhecida se espalha pelo mundo e ele resolve se isolar. Mas com a falta de comida, não lhe resta outra escolha a não ser tomar um rumo que o leva para uma viagem repleta de perigos em busca de algum abrigo.

Um pouco mais de uma década atrás, o escritor espanhol Manel Loureiro por meio de um blog começou a escrever a história, dividida em três fases, que hoje se tornou esse projeto cinematográfico e antes uma publicação com milhares de cópias vendidas em todo o mundo – inclusive no Brasil. Isso provavelmente acendeu a chama da oportunidade para que logo virasse uma produção cinematográfica se mostrando um acerto ao já sentirmos o sucesso com a chegada rápida do filme ao Top 1 da Prime Video.

Caminhando pelo já batido cenário apocalíptico pandêmico, pessoas se transformando em alguma espécie de Zumbis, com suas derrapadas nos pontos vagos dos contextos amplos que propõe, tem como maior mérito a colocação de uma questão existencial que é bem explorada também nas linhas do roteiro do filme: nunca sabemos como lidaremos em situações extremas até que essas cheguem.

Primeira parte dessa trilogia – que deve ganhar seus complementos em versões audiovisuais num futuro próximo –  Apocalipse Z: O Princípio do Fim pode ser visto por alguns ângulos mas com um ponto incomum: a construção de um herói incomum precisando se adaptar a uma nova rotina não se desgrudando da mira afiada de seu arpão. Em meio ao caos da natureza incontrolável a razão humana se torna um divisor de águas, um trampolim para a transformação do personagem.

A narrativa segue com seu clima de tensão bem instaurado, com bons personagens carentes de melhor desenvolvimento – talvez nos próximos capítulos – que rumam para um desfecho em aberto, com uma série de lacunas não preenchidas. Mas uma constatação se torna crucial: prende a atenção! Apocalipse Z: O Princípio do Fim mesmo com suas imprecisões não deixa de ser um bom entretenimento.

Crítica | Kardec – Biografia é uma superprodução do cinema nacional

Contra Tudo e Contra Todos

Fugindo do radar das comédias populares, uma seara de novas produções nacionais tem apostado nas biografias, sejam elas de figuras da música ou não, como material fonte de suas obras. E o melhor é que o público tem respondido, deixando o saldo muito positivo.

O mais recente tópico usado como mote é a vida do lendário Allan Kardec, fundador da doutrina espírita, que chega aos cinemas do país nesta quinta-feira na forma de uma superprodução brasileira. E sim, Kardec, o filme, tem todos os atributos de um longa fictício imponente: fotografia, direção de arte, figurinos e locações, todos cuidadíssimos (filmado parcialmente em Paris), além do uso de efeitos visuais eficientes.

O que chama atenção logo de cara no drama é a recriação de época. Somos transportados para a França de 1800, de forma indefectível. Kardec relata um período histórico, refletindo costumes sociais de uma época, que se tornam por si só uma experiência atrativa para os estudiosos e entusiastas do tema, independente de crenças e religiões.

Obviamente, Kardec é impulsionando como ‘filme religioso’, um filão cada vez mais pulsante ao redor do mundo. E aqui temos como figura central a imagem de um homem responsável pela fé e espiritualidade de milhões de pessoas pelo planeta. E quem sabe através de outros planetas e planos. Allan Kardec, independente de qualquer outro fator, é uma personalidade icônica, e retratá-lo da forma correta era imprescindível.

Baseado no livro de Marcel Souto Maior, quem comanda o espetáculo é o cineasta Wagner de Assis, acostumado a lidar com personalidades maiores que a vida, sejam elas rainhas do entretenimento como Xuxa Meneghel (a quem dirigiu em alguns filmes) ou espíritos em uma jornada transcendental para o outro lado. Mas sim, como afirmou o próprio diretor, o segredo está em humanizar tais figuras, as descendo do pedestal e apresentando todas as suas falhas, inseguranças e frustrações.

Vivido por Leonardo Medeiros, León Rivail é um professor colegial, que pede demissão ao não concordar com a obrigação do catolicismo como matéria curricular e a interferência de padres como autoridades num tradicional colégio francês. E daí são traçados fortes paralelos atuais com pautas ainda muito discutidas por aqui, como a escola laica, por exemplo. Cético, o protagonista desdenha da ‘febre’ do momento: invocações espíritas por toda a cidade, resultando nas infames mesas giratórias voadoras.

Até que o fenômeno literalmente o atinge na cabeça e o contato com pessoas próximas faz o homem erudito aos poucos, através de suas intensas pesquisas, se tornar uma sumidade no campo espiritual. Mas a trajetória será turbulenta e a provação ocorre já de início. O roteiro do multifuncional L.G. Bayão (um dos grandes nomes na indústria nacional, tendo escrito textos tão distintos quanto os de Ponte Aérea, Shaolin do Sertão, Motorrad e O Doutrinador) é a liga certa, ao construir a jornada do questionador que se vê dono das respostas; o homem comum que encara a fúria do povo de peito aberto, rebatendo ‘fake news’ do século retrasado.

Além de Medeiros, o elenco principal conta com a presença de peso de Sandra Corveloni, atriz honrada com o prêmio em Cannes (por Linha de Passe, 2008), trazendo relevância para o papel da ‘mulher’, a esposa do protagonista. Muitos momentos chave no longa surgem da interação da dupla. No entanto, causa certo estranhamento a opção por performances quase teatrais, com diálogos coreografados e fisicalidade demasiadamente ensaiadas. Detalhes que não diminuem o resultado, planejado de forma minuciosa pela equipe.

Kardec tem o coração e a alma no lugar certo, e garante com honestidade um discurso altruísta e amoroso, muito necessário – cada vez mais – atualmente. A venda fácil é logo deixada para trás em nome de seus muitos predicados, certos de assimilar o grande público de forma geral, para além de seu alvo (os já ‘convertidos’). A energia é tão positiva que nem mesmo a falta de inovação ou frescor ao tratar o material (bem conservador e antiquado em sua narrativa) se mostram empecilho para o misto de entretenimento e mensagem edificante.

Curtiu ‘A Hora do Vampiro’? Conheça ‘Missa da Meia-Noite’, a melhor obra sobre vampiros da última década!

A Hora do Vampiro’ é o mais recente lançamento de terror da plataforma Max, da Warner Bros. Os mais escolados sabem muito bem se tratar da mais recente adaptação do livro ‘Salem’s Lot’, do mestre do gênero, Stephen King. E bem, apesar de o remake não ser o completo desastre de trem que vinha sendo anunciado, também não é um filme que guardaremos como memorável. Isso em parte se deve pelo sucesso da minissérie ‘Missa da Meia-Noite’ (2021), uma adaptação muito mais eficiente da obra de King. Mas vamos com calma.

Como dito, ‘A Hora do Vampiro’ é a nova versão de um conto clássico do mestre Stephen King. De fato, ‘Salem’s Lot’ foi o segundo livro da carreira de King, lançado em 1975. O primeiro foi ‘Carrie – A Estranha’, em 1974. Seguindo esta ordem, ‘Carrie’ também foi o primeiro a ganhar uma versão para os cinemas. E ‘Salem’s Lot’ foi o segundo. Antes mesmo da obra-prima ‘O Iluminado’, a história de vampiros de King ganhou uma versão em audiovisual, meio desconhecida do grande público ainda hoje. E o motivo para isso é que a história se tornou não um filme nos cinemas, mas sim uma minissérie em dois episódios que passou na TV norte-americana, na rede CBS em horário nobre.

‘Os Vampiros de Salem’ foi a segunda adaptação de uma obra de Stephen King para o audiovisual.

Apesar de ser concebida e realizada bem no estilo do que era a TV antigamente, a obra foi dirigida por Tobe Hooper, então saído do fenômeno cultural ‘O Massacre da Serra Elétrica’ (1974). Com o título ‘Os Vampiros de Salem’ (no Brasil), a minissérie foi ao ar em 1979. É claro que depois, na era das videolocadoras, a produção foi comercializada como uma fita dupla, assim como muitas das obras de King, como ‘It – Uma Obra-Prima do Medo’ e ‘Tommyknockers’.

Na década de 1980, ‘Salem’s Lot’ finalmente chegaria aos cinemas, embora muitos sequer lembrem. Acontece que foi na forma de uma produção sem-vergonha do saudoso picareta Larry Cohen. A obra nada tinha a ver com o texto de Stephen King, e se tratava de uma continuação da minissérie da década anterior. Apesar da baixíssima qualidade, o longa foi um lançamento da Warner, e também seria a única vez que a criação de King (de uma forma ou de outra) foi lançada nos cinemas.

Poucos devem saber ou lembrar, mas ‘Os Vampiros de Salem’ teve uma continuação para os cinemas em 1987.

Em 2004, mais uma minissérie usando o texto de King como base chegava às telinhas. Desta vez no canal a cabo TNT. Novamente em dois episódios, quem protagonizada a história aqui era Rob Lowe, mas a produção ainda contou com nomes de peso como Donald Sutherland, Rutger Hauer, James Cromwell e Andre Braugher.

Na trama de ‘Salem’s Lot’, o escritor Ben Mears retorna à sua cidadezinha no coração dos EUA, no Maine (onde se passam a maioria das histórias de Stephen King). O local em questão é a fictícia Jerusalem’s Lot, e o título é a sua abreviação. Aliás, esse é mais um protagonista de Stephen King que é um escritor. Uma vez no local, Mears começa a notar que a cidade não está exatamente como era antes, e situações misteriosas começam a ocorrer, coincidindo com a sua chegada.

Rob Lowe foi o protagonista da versão da TNT para a obra de King há 20 anos, em 2004.

O novo morador do local é o suspeito Straker, dono de uma loja de antiguidades, que fez moradia na antiga mansão Marsten. Esse é o título, aliás, da segunda minissérie (da TNT) aqui no Brasil (‘A Mansão Marsten’). O local por si só tinha fama de amaldiçoado, e agora a sua fama irá corresponder. Ao mesmo tempo em que investiga os acontecimentos suspeitos, Mears se envolve com Susan e conhece o menino Mark, que terminará a história como seu “sidekick”. E sim, essa é uma história de vampiros, que até tem inspiração no clássico Drácula, de Bram Stoker. Straker, por exemplo, é o equivalente de Renfield, preparando a chegada de seu mestre. Aqui o vampirão é Kurt Barlow, um ser monstruoso, cujo visual tem clara inspiração em ‘Nosferatu’.

A nova versão do conto, intitulado por aqui ‘A Hora do Vampiro’, é mais uma que infelizmente não conseguiu ver seu lançamento nas salas de cinema. Ou seja, de quatro obras com o título, apenas uma, a mais picareta e que não era oficialmente uma adaptação do conto de King, foi a que estreou nas telonas. ‘A Hora do Vampiro’ tem produção de outro mestre, James Wan, e direção de seu apadrinhado Gary Dauberman, responsável pelo comando de ‘Annabelle 3’.

O onipresente James Wan é o produtor da nova versão, agora chamada ‘A Hora do Vampiro’.

Anunciado desde 2019, ‘A Hora do Vampiro’ gerava grande expectativa por parte dos fãs, em especial pois seria a primeira vez que o conto de King iria para as telonas em grande estilo. Seria a primeira oportunidade dos fãs assistirem à sua querida história na tela grande, feita da maneira certa. Enquanto ainda estava sendo filmado, eis que surge na surdina uma grande pedra no sapato de ‘A Hora do Vampiro’, trazida pela rival Netflix.

Corta para 2018, um ano antes da produção de ‘A Hora do Vampiro’ começar. Esse foi o ano do lançamento de ‘A Maldição da Residência Hill’, grande sucesso da Netflix na forma de uma minissérie em 10 episódios, que parou e surpreendeu positivamente os fãs de terror e a cultura pop de forma geral. Escrito, dirigido e produzido por Mike Flanagan, a obra é uma adaptação moderna do clássico livro de Shirley JacksonThe Haunting of Hill House’. A qualidade da minissérie foi assombrosa, e muito comentada na época.

Não me leve a mal, mas ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é a melhor adaptação de ‘Salem’s Lot’.

Dois anos depois, Mike Flanagan se uniu de novo à Netflix, desta vez para adaptar ‘A Volta do Parafuso’, de Henry James, na forma de outra minissérie, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’, em 2020. Mas o autor não parou por aí, e logo no ano seguinte buscava um novo projeto para a parceria. ‘Missa da Meia-Noite’ recuperou o prestígio absoluto de sua primeira minissérie, e se tornou a primeira obra original do realizador. Bem, original em partes, porque o que Flanagan fez foi pegar bastante inspiração justamente em ‘Salem’s Lot’.

Missa da Meia-Noite’ é uma reimaginação não declarada (ou talvez sim) da obra de vampiros de Stephen King. Vejam esta história: Riley Finn retorna à sua velha cidadezinha, localizada em uma ilha, em uma região pesqueira e humilde dos EUA. No local, ele encontra uma antiga paixão, nas formas de Erin. O sujeito começa a perceber situações bem estranhas, em especial no diz respeito ao novo padre do local, o Padre Paul (o rouba-cenas Hamish Linklater). Sem querer estragar para os que não assistiram, essa também é uma história de vampiros, e pela sinopse podemos perceber que guarda inúmeras similaridades com o conto de King.

Missa da Meia-Noite’ é a mais potente minissérie do mestre Mike Flanagan.

De fato, o próprio Stephen King não poupou elogios ao resultado da minissérie após seu lançamento. E foi uma via de mão dupla, pois Mike Flanagan tampouco escondeu sua inspiração no famoso conto do escritor. ‘Missa da Meia-Noite’ é a melhor adaptação do livro de King porque, primeiro, não se declara como tal. Segundo, traz um tema batido e o moderniza para os dias de hoje, inserindo muitas das questões sociais pertinentes, como fanatismo e cegueira religiosa, má interpretação da bíblia, preconceito racial contra imigrantes, e por aí vai. Fora isso, toma muitas liberdades criativas com o material, já que não é declaradamente uma refilmagem, e cria inúmeras reviravoltas inesperadas, incluindo o destino de alguns dos personagens principais.

Missa da Meia-Noite’ se tornou sensação e todo mundo estava falando sobre ela. Seu lançamento foi em 2021, mas ela ecoou por 2022 também. Sendo assim, essa era justamente a época que ‘A Hora do Vampiro’ estava para sair. O longa foi adiado para o ano de 2023 e novamente para 2024. Por um longo tempo o projeto ficou escondido, e chegou a ser arquivado. Na época especulava-se que seu destino seria igual ao de produções como ‘Batgirl’ e ‘Coyote vs. Acme’, dois filmes prontos que a Warner simplesmente colocou em seu cofre e coletou o dinheiro do seguro. ‘A Hora do Vampiro’ parecia se encaminhar para o mesmo.

A Hora do Vampiro’ era planejado para o cinema, mas ficou no streaming. Antes o filme havia sido engavetado.

Eis que nos 45 do segundo tempo, a Warner anuncia o filme para o halloween de 2024, mas não nas salas de cinema como havia sido planejado, e sim para uma estreia direto na Max. Embora jamais tenha sido divulgado, e provavelmente nunca será, ‘Missa da Meia-Noite’ pode ter tido efeito na estreia de ‘A Hora do Vampiro’, já que ambas as obras trazem tramas muito similares. Entre mortos e feridos, ambos se deram bem. ‘Missa da Meia-Noite’ se tornou fenômeno em sua época de lançamento, mesmo que hoje, três anos depois não seja mais tão falada quanto deveria. E ‘A Hora do Vampiro’ também não fez feio, já que conquistou o primeiro lugar do top 10 da Max. O longa ainda se mantém no ranking hoje, em terceira posição.

Garota troca de lugar com seu reflexo sinistro no trailer do terror ‘Look Away’

O terror ‘Look Away‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Assaf Bernstein, o filme será lançado em VOD no dia 12 de outubro.

A trama gira em torno de Maria, uma estudante alienada cuja vida vira de cabeça para baixo quando ela troca de lugar com seu reflexo sinistro no espelho.

India Eisley, Mira Sorvino e Jason Isaacs estrelam.

‘O Cristal Encantado’: Série da Netflix baseada no filme clássico ganha novas imagens

A Netflix divulgou novas imagens da série ‘The Dark Crystal: Age of Resistance‘, que será uma prequel do filme clássico ‘O Cristal Encantado‘.

Confira:

A primeira temporada irá estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

Em um Bairro de Nova York

(In the heights)

 

Elenco:

Corey Hawkins

Lin-Manuel Miranda

Anthony Ramos

 

Direção: Jon M. Chu

Gênero: Drama

Duração: 143 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 17 de Junho de 2021

Sinopse: 

Em um Bairro de Nova York é a adaptação da peça homônima. O longa acompanha alguns dias de uma comunidade latina na periferia de Nova York. A partir do protagonista Usnavi (Anthony Ramos), dono de uma mercearia, a história retrata um grupo em busca de seus sonhos.

Crítica | ‘Em um Bairro de Nova York’ é uma adaptação mediana de um musical glorioso (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda;

» Do mesmo diretor da comédia ‘Podres de Ricos‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’ já está disponível na Globoplay!

A 1ª temporada da comédia musical ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist‘ (Zoey’s Extraordinary Playlist) estreou na Globoplay! Todos os episódios do primeiro ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na série, Zoey sofre um acidente e acaba sendo capaz de ouvir os pensamentos das pessoas através de números musicais.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

A série foi criada por Austin Winsberg.

A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.

O elenco conta com Jane Levy, Skylar Astin, Peter Gallagher, Alex Newell, John Clarence Stewart e Mary Steenburgen.

‘Uma Noite de Crime 5’: Caos domina as ruas em novas imagens da sequência; Confira!

A sequência ‘Uma Noite de Crime 5 – A Fronteira‘ (The Forever Purge) ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Leven Rambin as Harper Tucker in The Forever Purge, directed by Everardo Valerio Gout.

O novo filme se passará APÓS a abolição do expurgo e seguirá um grupo de purgadores mascarados do Texas que se recusa a desistir da luta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Vale lembrar que o filme recebeu classificação Rated-R (para maiores de 18 anos) por “violência extrema, cenas sangrentas e linguagem chula”.

James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.

A trama se passará após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e será focada em Adela (Reguera) e Juan (Huerta), que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.

O elenco é formado por Will Patton, Cassidy FreemanAna de la Reguera, Tenoch Huerta Leven Rambin.

 

‘Os Fantasmas se Divertem 2’: Brad Pitt irá produzir a sequência [RUMOR]

De acordo com o The Ankler, a sequência do clássico ‘Os Fantasmas se Divertem‘, que deve contar com o retorno de Michael Keaton e Winona Ryder, está em desenvolvimento.

A continuação será produzida por Brad Pitt através da Plan B Entertainment.

Alegadamente, as filmagens estão programadas para o verão norte-americano. Infelizmente, a Warner Bros. ainda não confirmou o projeto.

Anteriormente, o roteirista Seth Grahame-Smith (‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros’) havia comentado sobre o projeto.

“É engraçado, quando eu me encontrei com Tim [Burton] para conversar sobre a sequência há uns cinco anos, concordamos que há milhões de formas de dar errado, e apenas uma quatro ou cinco de dar certo. É algo tão complexo, que até me sinto aliviado de não ter concluído nada.”

Ele continuou:

“Se acontecer algum dia, ótimo. Se não, tudo bem… Michael Keaton e Tim Burton continuam tão relevantes como há 30 anos, mas você precisa que ambos estejam animados com a sequência para fazer funcionar. Eu não posso fazer isso sozinho. Quem sabe outra pessoa possa.”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).

‘1923’: Paramount+ divulga o primeiro teaser da série derivada de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser de ‘1923‘, nova série derivada da aclamada ‘Yellowstone‘.

Confira:

O spin-off estreará oficialmente no dia dia 18 de dezembro.

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas da produção.

O elenco ainda contará com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

A nova série irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

O Malvado – Horror no Natal

(The Mean One)

 

Elenco:

David Howard Thornton
Krystle Martin
Chase Mullins

 

Direção: Steven LaMorte

Gênero: Terror

Duração: 93 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 14 de Dezembro de 2023

Sinopse: 

Em uma pacata cidade montanhosa, Cindy tem seus pais assassinados e seu Natal roubado por uma figura verde sedenta de sangue em um traje vermelho de Papai Noel – uma espécie de Grinch, da lenda natalina da literatura. Mas quando a voraz criatura que odeia o Natal começa a aterrorizar a cidade e ameaça arruinar o feriado, ela encontra um novo propósito – prender e matar o monstro.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Steven LaMorte também assina o roteiro ao lado da Flip Kobler e Finn Kobler;

» David Howard Thornton, que interpretará a versão assassina do Grinch neste filme, também deu vida a outro antagonista icônico do gênero: o Palhaço Art, da franquia ‘Terrifier‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Minhas Aventuras com o Superman’ é RENOVADA para a 3ª temporada

O canal Adult Swim renovou oficialmente a série animada ‘Minhas Aventuras com o Superman‘ para a 3ª temporada.

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2025.

Vale lembrar que a 2ª temporada da produção está sendo exibida atualmente. O próximo episódio, intitulado Most Eligible Superman, irá ao ar no dia 15 de junho.

No novo capítulo, Kara Zor-El tenta “enfrentar” um ônibus quando chega à Terra, mas é salva por um pedestre antes da colisão, deixando claro que ela ainda precisa se habituar ao novo planeta.

Confira a prévia:

Vale lembrar que os novos episódios darão mais destaque ao Lex Luthor, um dos vilões mais icônicos do Homem de Aço, e irão introduzir a Supergirl.

Segundo o ComicBook, “Na nova temporada, os três melhores amigos enfrentam uma série de novas ameaças. Inimigos poderosos surgirão do passado alienígena de Clark, Amanda Waller mirará no Superman, Lois lidará com o futuro e Jimmy Olsen gastará uma quantia inacreditável de dinheiro. Krypton está chegando para nossos jovens heróis, e sua chegada testará sua força, lealdade e amor como nunca antes”

Além de Jack Quaidno papel do herói, o elenco de dublagem conta com Alice Lee (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) como Lois Lane.

A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam.

Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’ ultrapassa US$ 370 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de um mês, a sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 370 milhões nas bilheterias mundiais.

Após permanecer no topo das bilheterias norte-americanas por três finais de semanas consecutivos, o longa da Marvel foi desbancado pela estreia de ‘Mickey 17‘ (US$19.1M) – caindo para a segunda colocação.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 176.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 194.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 370.7 milhões.

O TOPO 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$21.2M), México (US$14.5M), China (US$14.3M), França (US$12.8M) e Coreia (US$11.2M).

De acordo com o Deadline, o filme teve uma excelente retenção no Brasil e na Espanha, caindo apenas -25% e -28% em comparação ao final de semana anterior, respectivamente.

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e vai precisar arrecadar em torno de US$ 425 milhões para se pagar.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

capitaoamerica4 2

‘Chad Powers’: Comédia com Glen Powell é RENOVADA para a 2ª temporada

O Hulu renovou oficialmente a série de comédia ‘Chad Powers: O Quarterback‘ para a 2ª temporada.

Anteriormente, o astro Glen Powell (‘Todos Menos Você’) havia comentado sobre o que podemos esperar do segundo ciclo: “Se formos renovados para uma nova temporada, eu certamente estarei no Texas Longhorns. Meu personagem estará jogando lá na segunda temporada.”

Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.

Apesar de ter conquistado a maior parte do público, a produção dividiu a opinião dos críticos – conquistando apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

Homem loiro olha pensativo ao ar livre
chad power

HILÁRIO! Tom Cruise invade ‘Harry Potter’, ‘Os Vingadores’ e ‘Velozes e Furiosos’ em vídeo

Tom Cruise é o homem dos filmes de ação em Hollywood, e se ele não aparece correndo, ou, com um casaco de couro em seus filmes, com certeza não é um filme com Tom Cruise.

Mas, você já imaginou se o ator desse as caras em franquias famosas, como ‘Harry Potter‘, ‘Velozes e Furiosos‘, ‘Os Vingadores‘… e muitas outras?

O YouTuber DrMachakil uniu cenas de várias franquias famosas com a queda de Tom Cruise em ‘Vanilla Sky‘, e o resultado você confere logo abaixo:

Tom Hardy comemora duas semanas de filmagens de ‘Venom’; Confira imagem!

As filmagens de ‘Venom‘ já estão a todo vapor e o astro Tom Hardy compartilhou uma foto direto de dentro do trailer da produção para comemorar as duas primeiras semanas de trabalho. Confira:


Além de Tom Hardy, Michelle Williams e  Jenny Slate estrelam a adaptação.

O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘. 

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Sexy Beast’: Clássico estrelado por Ben Kingsley vai ganhar série de TV

O aclamado drama policial ‘Sexy Beast‘, dirigido por Jonathan Glazer e estrelado por Ben Kingsley, vai ser adaptado para o formato de série de TV, como uma prequel.

Segundo o portal Deadline, a produção se passará antes dos eventos do filme original, focando a narrativa na versão mais jovem dos personagens Don, Gal e Teddy, no submundo de Londres – antes da mudança de Gal para a Espanha.

Michael Caleo, roteirista de ‘Família Soprano‘ e da série do canal FX, ‘Rescue Me’, assumira o roteiro da produção.

Lançado em 2000, ‘Sexy Beast‘ traz Gal Dove, arrombador de cofres afastado do mundo do crime, que está de férias na Espanha com a esposa e um grupo de amigos. No entanto, ele acaba cruzando com o violento mafioso Don Logan, que quer recrutá-lo para participar de um último grande assalto em Londres.

 

‘It: A Coisa’ voltará aos cinemas com oito minutos de cenas da sequência

A sequência ‘It: Capítulo Dois‘ é uma das produções mais aguardadas da segunda metade de 2019 e para preparar os fãs para a chegada do final da franquia, a Warner Bros. vai realizar uma série de exibições especiais do primeiro filme nos cinemas, trazendo ainda oito minutos do próximo longa.

A informação foi veiculada pelo portal Bloody Disgusting, que ainda revelou que as sessões especiais acontecerão em agosto, em datas a serem definidas. Infelizmente, a programação especial acontecerá apenas nos Estados Unidos, deixando os fãs brasileiros à deriva.

No entanto, para compensar, o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao país para divulgar a continuação, mais precisamente em agosto.

O anúncio da novidade ainda veio acompanhado de um cartaz diferenciado.

Confira:

 

A sequência terá 2 horas e 45 minutos.

O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.

Empolgados?

Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.

Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.

Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:

Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.

Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.

Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.

A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez.

IT: A Coisa – Capítulo 2’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

O elenco conta com o retorno de Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

 

‘Harley Quinn’: HBO Max ainda não deu sinal verde para a 3ª temporada

Aclamada por sua abordagem adulta, a série em animação ‘Harley Quinn‘ ainda segue com um grande ponto de interrogação quanto ao seu futuro.

Segundo o roterista e produtor Dean Lorey, a HBO Max ainda não deu sinal verde para a 3ª temporada e sua equipe técnica ainda está aguardando um posicionamento do serviço de streaming.

Por meio do Twitter, ele compartilhou o seu interesse em retornar aos trabalhos, afirmando que ainda possui muitas histórias para contar por meio da Arlequina:

“Nós adoraríamos fazer a 3ª temporada! Ainda estamos esperando alguma novidade da HBO Max. Foi tão divertido trabalhar com o Bane e ainda temos muitas histórias para contar. Produzir Arlequina foi uma das melhores experiências que eu já tive e eu aposto que Justin Halpern e Pat Schumacker diriam o mesmo”.

Recentemente, a segunda temporada da aclamada animação ‘Harley Quinn’ ganhou um novo vídeo focado no vilão Darkseid.

Confira:

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘The Protégé’: Thriller de espionagem com Maggie Q e Michael Keaton conquista 65% de aprovação no RT

‘The Protégé’thriller de espionagem estrelado por Maggie Q (‘Ilha da Fantasia’) e Michael Keaton teve a sua estreia nesta sexta-feira (20) nos Estados Unidos e as primeiras avaliações já estão entre nós.

E abrindo com 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção dividiu parte da crítica, mas recebeu elogios pela impressionante performance da atriz Maggie Q e pelo protagonismo de Keaton.

Mas a produção também recebeu algumas críticas pelo excesso de violência gráfica e por seu roteiro, que foi considerado “uma oportunidade perdida” por alguns veículos de imprensa.

Confira as principais avaliações:

“A intensidade da violência gráfica se torna uma distração da razão de estarmos todos lá, que é maravilhar-se com as cenas de luta e acrobacias impressionantes”. – Nell Minow, Movie Mom

“É o show de Keaton e ele dá um salto em ‘The Protégé’ e mostra por que, em um mundo de estudantes, ele é o professor”. – Adam Graham, Detroit News

“Campbell é como um chef tentando transformar um punhado de ingredientes aleatórios em um banquete de cinco pratos, porque ele sabe que esta é uma das últimas refeições que ele será pago para cozinhar, e tudo o que ele tem para mostrar por seu tempo na cozinha está uma bagunça”. – David Ehrlich, indieWire

“The Protégé é uma homenagem à ação dos anos 90 e o veículo perfeito para as habilidades e carisma de Maggie Q. Esperançosamente, este é o começo de mais por vir”. – Leo Brady, AMovieGuy.com

“The Protégé suga a diversão e a emoção de sua premissa de suspense de ação e transforma seus lindos e incríveis atores em buracos negros de carisma. Todos os envolvidos não apenas mereciam algo melhor, mas já fizeram versões melhores do que fazem aqui”. – Siddhant Adlakha, IGN Movies

Samul L. Jackson também estrela.

Na trama, resgatada quando criança pelo lendário assassino Moody (Samuel L. Jackson) e treinada nos negócios da família, Anna (Maggie Q) é a assassina de aluguel mais habilidosa do mundo. Mas quando Moody – o homem que era como um pai para ela e lhe ensinou tudo o que ela precisa saber sobre confiança e sobrevivência – é brutalmente morto, Anna jura vingança. Quando ela se envolve com um assassino enigmático (Michael Keaton), cuja atração por ela vai muito além de gato e rato, seu confronto se torna mortal e as pontas soltas de uma vida inteira matando irão se enrolar ainda mais.

The Protégé‘ é dirigido por Martin Campbell, mesmo diretor do famigerado ‘Lanterna Verde’. Richard Wenk assina o roteiro.

O longa ainda não há data de lançamento para o Brasil.

‘The Life And Deaths Of Wilson Shedd’: Amanda Seyfried e Scoot McNairy vão estrelar thriller dirigido por Tim Blake Nelson

A indicada ao Oscar Amanda Seyfried (‘Mank‘) e Scoot McNairy (‘Um Completo Desconhecido‘) vão protagonizar o novo suspense ‘The Life and Deaths of Wilson Shedd‘, escrito e dirigido por Tim Blake Nelson.

O longa, que já está sendo filmado na Geórgia (EUA), promete ser um mergulho intenso em temas como punição, desejo e os limites da humanidade.

A trama gira em torno de uma professora presa a um casamento abusivo que aceita um emprego em uma prisão de segurança máxima. Lá, ela se envolve com um preso carismático, iniciando uma cadeia de eventos que desafia noções de moralidade, justiça e sobrevivência emocional.

O projeto é produzido por Julie Buck, Nelson, Ryan Bartecki, Miles David Romney e Billy Hines, com produção executiva de Christopher Hines e Gary Levinsohn. A produção é das empresas Co Created Media, V42 e Red Barn Films, de Tim Blake Nelson. A WME está à frente das vendas domésticas.

Nelson, conhecido tanto por seu trabalho como ator quanto como diretor, celebrou o elenco reunido.

“Sinto-me profundamente sortudo por contar essa história com um elenco tão extraordinário. Sempre admirei Amanda e trabalhar com ela no filme ‘Ann Lee‘ confirmou o quanto ela é uma pessoa excepcional, além de talentosa. Quanto ao Scoot, é maravilhoso poder oferecer a ele um papel tão exigente. Ninguém viu ainda o que ele está prestes a fazer neste filme”. 

O diretor também destacou a ligação pessoal com a região onde o filme se passa:

“Este é meu terceiro longa ambientado em Oklahoma, um lugar que amo. É uma história difícil, mas feita para agarrar o público e não soltar. Reunimos um time dedicado a criar algo não apenas envolvente, mas inesquecível”. 

The Life and Deaths of Wilson Shedd‘ ainda não tem previsão de estreia.

‘Asa Noturna’: Diretor diz que o filme trará uma visão bem diferente do herói

Os comentários ao redor do filme doAsa Noturna só aumentou após o anúncio de que ele seria dirigido pelo diretor Chris McKay, o mesmo diretor de ‘LEGO Batman.

O estilo do filme começou a ser discutido entre os fãs, se ele seria similar à animação e se o longa não acabaria “divertido” demais na tentativa de adaptar Asa Noturna. Após um fã ficar revoltado no Twitter com a retratação do herói em ‘Lego Batman, McKay garantiu que as coisas serão diferentes no filme do personagem.

“Esse vai ser um filme bem diferente de LEGO Batman, diferente de qualquer filme ou séries de TV baseados em Gotham e será uma visão bem original de Robin. Não perca a esperança nele.”

Ator de ‘Stranger Things’ sugere que fará parte de ‘Asa Noturna’; Confira!

Saiba mais sobre o longa à seguir:

Com poucas informações reveladas a respeito da adaptação dos quadrinhos ‘Asa Noturna‘, pouco se sabe sobre os detalhes da produção, inclusive sobre quem assumirá o manto do herói.

Mas para tranquilizar os fãs do personagem, o cineasta Chris McKay respondeu uma usuária do Twitter, afirmando que ainda não há um protagonista definido e que não está com pressa para escalar o ator que dará vida a Dick Grayson.

Segundo McKay, a decisão final será tomada com muita cautela e cuidado, a fim de garantir que o filme supere as expectativas da audiência.

Em resposta a uma fã, ele pontuou:

“Ok, já que estou preocupado com você ter um ataque cardíaco…Ninguém foi escalado ainda. Estamos indo com calma. Nós vamos escalar uma rede ampla porque precisamos achar a pessoa perfeita. Precisamos acertar o roteiro. Precisamos que esse filme surpreenda você”.

O filme ainda não possui cronograma de filmagens e nem data de estreia.

Mesmo com ‘Guerra Infinita, ‘Um Lugar Silencioso’ ultrapassa US$ 235 milhões nas bilheterias mundiais

O terror da Paramount, ‘Um Lugar Silencioso‘, continua fazendo barulho nas bilheterias. Em sua terceira semana em cartaz, o filme voltou ao topo das bilheterias nos EUA, arrecadando ótimos US$ 22 milhões.

Somente nos EUA, o terror já soma mais de US$ 132 milhões. Ao redor do mundo, ultrapassou a marca de US$ 235 milhões, mesmo com a concorrência de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Considerando o seu orçamento de apenas US$ 17 milhões, ‘Um Lugar Silencioso‘ já é um dos filmes mais rentáveis deste ano.

Recentemente, os roteiristas Bryan Woods e Scott Beck revelaram suas ideias para ‘Um Lugar Silencioso 2‘.

“É um mundo tão divertido. Há tantas coisas que nós poderíamos fazer”, afirmou Woods.

Scott Beck continuou, revelando que várias ideias foram deixadas de fora.

“Deixamos várias ideias guardadas, apenas se escondendo em documentos do Word em nosso computador. Então, sim, certamente há tantas histórias que nós ainda podemos contar. Afinal, quem são esses personagens e o que essa situação significa neste novo mundo”, concluiu.

Novo ‘Hellboy’, com David Harbour, é adiado em três meses

O novo filme deHellboy, estrelado por David Harbour, foi adiado em três meses. Antes previsto para 11 de janeiro de 2019, o longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

Com isso, o filme chegará aos cinemas apenas uma semana depois de ‘Shazam!’.

Confira um cartaz do filme:

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David Harbour (‘Stranger Things‘). Milla Jovovich será a Rainha de Sangue NimueSasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim, de ‘LOST‘, entrou para o reboot como Major Ben Daimio, um dos integrantes da B.P.R.D. Kim substitui Ed Shrein, que pediu para sair da produção em meio as críticas sobre a nacionalidade do personagem, que nas HQs é de origem japonesa.

Brian Gleeson (‘Mãe!’), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra’) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars’) completam o elenco.

Representatividade importa: Séries com protagonistas negros para maratonar já!

Era uma vez uma criança negra que, toda vez que ligava a televisão ou ia ao cinema, não se reconhecia nas histórias. Eram tantos personagens brancos, de cabelo liso e olho claro, que ela cresceu acreditando que tinha algo errado com os seus fios crespos, pele de tom mais escuro e o nariz largo. Para ser sincera, de vez em quando, até aparecia alguém com essas características em alguma produção, mas os papeis eram sempre tão inferiores que nem dava para sentir orgulho de ser parecida com aquela pessoa – e, assim, renegar os traços e procurar ficar o mais próximo possível do padrão europeu era a consequência. Fim.

Esse breve resumo te parece familiar? É que, por muito tempo, ele poderia ser usado para definir a infância/adolescência de muita gente – inclusive a minha.  Mas, felizmente, o cenário tem mudado! E por mais que a velocidade não seja das melhores e as transformações cheguem em passos lentos,  finalmente, a representatividade tem sido uma das principais discussões no cinema e no audiovisual em geral. Pense em Pantera Negra, por exemplo: pela primeira vez, uma superprodução da Marvel traz uma história que conta com um elenco majoritariamente negro, com todos eles ocupando, realmente, um protagonismo em vez de dependerem da força e bondade do homem branco para conseguirem algo – que é o que acontece em alguns dramas elogiados pela crítica, como Histórias Cruzadas (2011) e Estrelas Além do Tempo (2016).

Por mais que os dois tenham seu devido valor por falarem de racismo e mostrarem o privilégio de quem tem pele clara, nas principais viradas da narrativa, ambos cometem um erro clássico: colocam um personagem branco para que a “revolução” aconteça. Tudo bem, a intenção pode até ser boa, e você pode questionar que tem a ver com o contexto da época em que a história se passa… mas, depois de anos de invisibilidade, o que a gente quer mesmo é o protagonismo completo e o direito à própria voz, sem mediadores para que ela possa ser ouvida.

Pensando em tudo isso, dá para entender muito bem o porquê de Pantera Negra já ser um sucesso entre cinéfilos e crítica: os negros, finalmente, estão comandando suas próprias histórias em um filme feito para o grande público. E se, para nós, adultos, já é algo lindo de se ver, imagina para a criança que ainda se identifica com o trecho do comecinho do texto por não se achar parecida com o Homem-Aranha, Batman ou a Viúva Negra, por exemplo? É, os tempos estão mesmo mudando. E ainda bem por isso.

#OscarsSoWhite: um começo da revolução no Cinema?

O Oscar de 2016 – que foi o ano em que Spotlight: Segredos Revelados venceu como “Melhor Filme” – ficou marcado pela campanha #OscarsSoWhite, que questionava a predominância de  brancos nas categorias principais da premiação. Era o segundo ano consecutivo em que artistas negros não eram devidamente reconhecidos… então, já estava claro que o protesto era mais do que necessário; era urgente.

Com o movimento ganhando cada vez mais força, na edição seguinte,  não teve jeito: a Academia precisou reavaliar a situação e dar o destaque merecido aos negros  – assim como as próprias produções cinematográficas também precisaram abrir mais espaço para eles, já que a falta de papeis importantes contribuía para a esnobada nas indicações. E, a partir daí, você deve lembrar:  as indicações aumentaram consideravelmente; Viola-maravilhosa-Davis levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em Um Limite Entre Nós (e fez um daqueles discursos que dá vontade de rever mil vezes de tão bonito); e Moonlight: Sob a Luz do Luar tirou o troféu de La La Land: Cantando Estações e terminou a noite como o longa vencedor. Foi bonito, e mostrou que não se calar é mesmo a melhor arma para lutar contra a desigualdade.

Desde então, ainda que seja apenas por pressão política, o cinema tem procurado dar mais espaço às minorias. Além do protagonismo negro, filmes com temática feminista e LGBT também têm aparecido com mais destaque nas premiações e, inclusive, em grandes produções. Como já disse, ainda estamos caminhando em passos de tartaruga porque há muito – mesmo! – a ser feito sobre todas essas pautas. No entanto, só o fato de homens e mulheres negras (assim como lésbicas, gays, trans e mulheres em geral) poderem se reconhecer na tela e sentirem orgulho de quem são é, sim, uma importante vitória. Agora, é só torcer para que ela não pare por aí.

Prepare a maratona (e a pipoca):

Enquanto o cinema ainda evolui em relação à representatividade, para mim, as séries de TV estão um passo a frente. Não estou dizendo que elas já alcançaram a perfeição e que não existe mais nenhuma desigualdade entre brancos e negros nesse meio (seria meu sonho), mas percebo que há, sim, mais espaço para o protagonismo.

Na época em que as grandes produções cinematográficas ainda ficavam  presas a estereótipos e às narrativas de sempre – como a que aborda o racismo na história ou a clássica do “pobre menino negro que sofreu demais antes de vencer na vida” -, os seriados já traziam enredos mais reais. Apenas pessoas negras levando sua vida normalmente, sabe? Com trabalho, relacionamento e amizades, sem ser preciso deixar claro que “olha, estamos criticando o racismo aqui”.  Não é que seja errado tocar nessa questão – muito pelo contrário -, mas não é necessário falar SÓ disso para mostrar diversidade.

Então, aproveitando que está todo mundo animado com Pantera Negra e na esperança de que a representatividade seja, de fato, uma realidade no audiovisual e nas artes como um todo, separei 5 séries (ou 6) protagonizadas por negros para você maratonar no final de semana. Das politizadas às que têm um toque mais cômico, todas trazem ótimos exemplos de empoderamento e representação de personagens – além de mostrarem o racismo por uma ótica mais verdadeira (aprendam aí, certos roteiristas e diretores). Confira:

Cara Gente Branca

Para abrir a lista, nada melhor que já começar com uma série que explica diversas pautas do movimento negro. Cara Gente Branca – ou Dear White People, no título original – gerou polêmica antes mesmo de ser lançada: assim que a Netflix divulgou o teaser da primeira temporada, com uma das protagonistas criticando o blackface em festas à fantasia, choveram avaliações negativas e críticas ao vídeo. O porquê da revolta? Segundo as pessoas que se ofenderam com a chamada, o problema era o discurso com racismo reverso (e deixo esse espaço aqui para um minuto de silêncio. Ok). No entanto, quando foi lançada na plataforma de streaming em abril de 2017,  fez sucesso – apesar do papo do preconceito contra brancos ainda ter continuado em alguns grupos. Foi a maratona do final de semana de muita gente, e eu me incluo nisso.

Baseada no filme homônimo dirigido por Justin Simien (que, particularmente, achei bem inferior ao seriado), Cara Gente Branca acompanha a trajetória de alunos negros em uma universidade de elite. Com um episódio focado em cada personagem, ela toca em pautas importantes: relacionamento inter-racial, violência policial, solidão da mulher negra, militância, apropriação cultural e colorismo – o conceito de que, quanto mais pigmentada for a cor da pele, maior será o preconceito. Veja para ontem! Essa é obrigatória para quem gosta do assunto.

Temporadas: 1 – com 10 episódios de 20 a 30 minutos. A season 2 vai ao ar em 2018!

Onde assistir: Netflix

Insecure

Como não é só de problematização e pautas do movimento negro que a gente precisa para falar em representatividade, também vale dar uma conferida nessa comédia cotidiana da vida adulta. Nela, o racismo e a maneira como enxergam a mulher negra até entram em pauta em vários episódios (e é maravilhoso quando isso acontece), mas o foco principal é o dia a dia da protagonista Issa – interpretada pela ótima Issa Rae, que também é uma das criadoras da série.

Na primeira temporada, que acabei de maratonar há poucos dias, o dilema central da personagem é a crise no relacionamento com Lawrence (Jay Ellis), seu namorado de anos. Embora ainda o ame, Issa desanima com a maneira descompromissada com que ele parece levar a vida e fica balançada quando reencontra um amor mal resolvido do passado. No meio disso tudo, também acompanhamos sua melhor amiga, Molly (Yvonne Orji), uma advogada bem-sucedida que vive em busca de um grande romance em aplicativos, bares e festas, mas não tem lá muita sorte no assunto.

Divertida e reflexiva ao mesmo tempo, Insecure é aquele tipo de série que a gente assiste e se identifica com, pelo menos, algum plot (e, para mim, eterna órfã de Girls, é tudo o que precisava no momento). Só não emendei a segunda temporada em seguida por falta de tempo, mas a maratona já está programada para o próximo final de semana – e ouvi boatos de que ela é ainda melhor que a primeira.

Temporadas: 2 – com 8 episódios de 20 e poucos minutos. A terceira temporada também já foi confirmada para 2018.

Onde assistir: HBO Go

Atlanta

Indo pelo mesmo estilo de Insecure, mas com homens como protagonistas e um humor um pouco mais ácido, outra boa opção é Atlanta. Premiada no Globo de Ouro nas categorias “Melhor Série de Comédia” e “Melhor ator em série de comédia”, ela conta a história de Earn (Donald Glover, que também é o criador da série) – um jovem que, após largar a faculdade de Princeton, começa a produzir o primo Paper Boy (Brian Tyree Henry) para tentar ganhar a vida no mundo do rap. A partir daí, enquanto acompanhamos sua busca pela fama, também vemos como ele lida com suas responsabilidades de pai e o relacionamento complicado com Vanessa (vivida pela maravilhosa Zazie Beetz, que também interpretará a personagem Dominó em Deadpool 2).

E com esse cenário como pano de fundo, acompanhado por uma ótima fotografia e trilha sonora, a série também levanta discussões pertinentes – como estereótipos,  lugar de fala e a cobrança implícita de que todo negro seja engajado no movimento e responda à determinadas expectativas que nem fazia ideia que existiam. Porém, seguindo a proposta do programa, tudo isso é mostrado de uma forma leve e cômica.

Temporadas: 1 – com 10 episódios de 20 e poucos minutos. A segunda temporada vai estrear em março nos Estados Unidos.

Onde assistir: A season 1 está disponível na Netflix. A 2 ainda não tem data de estreia no Brasil; mas, antes de ir para a plataforma de streaming, deve continuar sendo transmitida pelo canal pago Fox Premium.

The Get Down

Uma das séries mais subestimadas da Netflix, The Get Down foi cancelada no final da primeira temporada. Porém, antes de achar que nem vale a pena começar algo que não teve fim, já adianto que o último episódio foi todo amarradinho, e as poucas pontas soltas que restaram não fizeram muita diferença. Até lembro de ter assistido ao que, teoricamente, seria apenas a season finale e comentado que estava com muita cara de encerramento; mas, iludida, nem imaginava que era, realmente, um sinal de que o seriado não teria continuidade. Uma pena, porque a história ainda rendia mais um pouco.

Além da teoria de que a Netflix gastou demais com a produção e não teve retorno (e da justa reclamação dos fãs sobre a falta de divulgação da segunda parte da primeira temporada), o diretor e roteirista da série – Baz Luhrmann, que dirigiu O Grande Gatsby (2013) – publicou uma carta aberta explicando que, após dois anos se dedicando ao programa, queria voltar a fazer seus filmes. Tudo bem, após xingar muito no Twitter, a maioria entendeu, só que ainda bate uma revolta ao pensar na trajetória interrompida de Ezekiel, Mylene, Dizzee e Shaolin (e de todo esse elenco maravilhoso desperdiçado).

Ambientado nos anos 70, o drama conta a história do surgimento do hip hop tendo como foco adolescentes negros do Bronx. O protagonista é Ezekiel (Justice Smith), um garoto que passa a viver com a tia após perder os pais e que se expressa através de suas poesias – que, posteriormente, se transformam em raps no grupo musical que forma com o problemático Shaolin (Shameik Moore) e outros três amigos. Ele é apaixonado por Mylene Cruz (Herizen Guardiola), filha de um rígido pastor, que tenta lutar contra as amarras do pai para realizar o sonho de ser cantora (e, também, a personagem que protagoniza as cenas mais fortes do programa).

Pode ser que, assim como aconteceu com muita gente, você não se anime tanto com o piloto, mas continue sem medo porque a série é linda – tanto visualmente quanto na história. Aborda racismo, juventude, quebra de barreiras, relações familiares e, principalmente, sonhos. Acho que nunca vou superar esse cancelamento… Devolvam minha The Get Down, Netflix e Baz Luhrmann!

Temporadas: 1 – dividida em duas partes (a primeira com 6 episódios e a segunda com 5, todos entre 1h e 1h20min. É tipo filme mesmo).

Onde assistir: Netflix

Scandal

Poderia fazer um texto só focado nas séries de Shonda Rhimes – porque, se tem uma roteirista e showrunner que manda bem em representatividade, é essa mulher! Em seu livro autobiográfico, “O Ano Em Que Eu Disse Sim“,  esse assunto é até um dos pontos abordados: Rhimes diz que não gosta quando falam que seus programas estão diversificando a televisão, porque ver negros, asiáticos, gays e transsexuais nas tramas deveria ser algo natural e não um evento à parte. Em vez disso, ela prefere que digam que seus seriados estão apenas normalizando a TV, que é justamente o que falta em muitas produções.

Em sua série de maior sucesso, Grey’s Anatomy, já dá para perceber isso: embora o programa seja protagonizado por uma branca – Meredith Grey (Ellen Pompeo) – , não faltam personagens negros no elenco principal. E todos ocupando papeis importantes, viu. Com boa situação financeira, empoderados e em cargos de chefia (como é o caso de Richard Webber, interpretado por James Pickens Jr., um dos médicos mais influentes do hospital). Questões raciais até entram em pauta em alguns episódios, mas não são o foco; a intenção de Shonda é apenas mostrar que, assim como na vida real, negros (asiáticos, latinos…) também podem ocupar esses espaços de protagonismo sem estarem ali para darem voz a um movimento. E essa mesma fórmula é repetida na série Scandal, só que com uma negra como protagonista: a poderosa Olivia Pope, vivida por Kerry Washington.

Na história, Olivia é uma ex-consultora de mídia do Presidente dos Estados Unidos, que abre uma empresa – a Price & Associates ou “gladiadores de terno” – para proteger a elite americana de escândalos. Porém, enquanto esconde segredos dos outros por debaixo dos panos, Liv tem seu próprio calcanhar de aquiles: durante sua temporada na Casa Branca, ela teve um caso com o presidente Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn), casado com Mellie Grant (Bellamy Young). Quer mais? Tem! Além dessa relação complicada, a série ainda aborda várias conspirações políticas que só poderiam ter saído da cabeça de alguém com a criatividade de Shonda Rhimes mesmo… e, sim, em algumas temporadas, a viagem vai ser tanta que vai dar uma desanimada; mas, no fim das contas, sempre rola algo que faz a gente não desistir. Continuo firme e forte nessa reta final.

Temporadas: Atualmente, a série está na sua sétima e última temporada. Cada uma tem de 16 a 20 e poucos episódios de 40 minutos (tirando a primeira, que tem apenas sete).

Onde assistir: No Brasil, a transmissão é feita pelo canal Sony. Mas a Netflix também já liberou as seis temporadas em sua plataforma.

BÔNUS:

How to Get Away With Murder

Quando comecei a fazer essa lista, confesso que pensei em não colocar How to Get Away With Murder, porque minha relação com a série tem andado bem estremecida. Depois de uma primeira temporada excelente, uma segunda boa e uma terceira bem fraca, já estou meio sem paciência para todos os plots que estão surgindo na quarta e sem muita vontade de acompanhar o desenrolar das tretas que os Keating 5 sempre se envolvem. No entanto, mesmo não sendo mais fã do seriado, não dá para ignorá-lo por três motivos: o primeiro é que, no começo, ele era bom em um nível que não dava vontade de parar de assistir aos episódios; o segundo é o fato de ser uma série protagonizada por ninguém mais, ninguém menos que Viola Davis; e o último é porque, graças à ela, a atriz ganhou um merecido Emmy em 2015 – se tornando, assim, a primeira mulher negra a ter Oscar, Emmy e Tony de atuação.

A produção também faz parte do universo de Shondaland; mas, diferentemente de Grey’s Anatomy e Scandal, não é uma criação de Shonda Rhimes: aqui, ela é apenas a produtora executiva, enquanto o roteiro é assinado por Peter Nowalk. Em sua primeira temporada, que foi ao ar em 2014, o foco era um grupo de estudantes que começa a estagiar com uma professora badass de defesa criminal – a personagem de Viola, Annalise Keating – e acaba envolvido em uma trama de assassinato que muda a trajetória de todos. Nos anos seguintes, vemos o desdobramento desse suspense inicial e muitos outros problemas que os jovens e a professora se envolvem a partir do que vivem no começo da narrativa, além dos casos isolados de clientes em busca de defesa criminal – já que, entre uma confusão aqui e outra ali, Annalise continua sendo advogada e os estudantes continuam cursando Direito.

Para mim, o problema da série é o fato de ter se alongado bem mais do que deveria. Até vejo algumas pessoas que ainda estão empolgadas com a trama, mas outras tantas – assim como eu – estão respirando por aparelhos para não abandonarem tudo antes do fim. Porém, se você ainda não viu nada de How to Get Away With Murder até hoje, vale ignorar a minha desanimada e dar uma conferida para acompanhar a personagem forte e cheia de camadas que é Annalise Keating (além de também ver Alfred Enoch, que vive dando um rolê pelo Brasil, no papel do personagem Wes). No final das contas, pode até ser que a temporada atual te empolgue bem mais do que tem feito comigo…

Temporadas: A série está no ar com sua quarta temporada. Cada season tem 15 episódios de 40 minutos.

Onde assistir: Assim como Scandal (e Grey’s Anatomy), a transmissão no Brasil é feita pelo canal Sony. Mas as três temporadas já finalizadas também estão disponíveis no catálogo da Netflix.

‘Jessica Jones’: Veja as primeiras imagens da 3ª temporada

A 3ª temporada de ‘Jessica Jones’ já está em desenvolvimento e finalmente as primeiras imagens de bastidores foram reveladas.

Confira:

Recentemente, o That Hashtag Show revelou a lista inicial de personagens da nova temporada, com quatro novas adições à série, incluindo o possível vilão. Confira:

ELLIOT: Entre 30 e poucos e 40 anos, sexo masculino, qualquer etnia. Carismático apostador e alcoólatra. Atraente e perspicaz. Seu charme funciona até mesmo nas mais terríveis circunstâncias.
 
COLLINS: Entre 30 e 50 anos, sexo masculino, qualquer etnia. Fisicamente ativo, extremamente inteligente e meticuloso. Impulsionado por uma necessidade patológica de se sentir superior.
 
KEIRA: Entre 48 e 52 anos, sexo feminino, afro-americana, latina, asiática ou nativo-americana. Uma violoncelista boêmia e professora de música. Inteligente, irônica e sexy. Auto-confiante e capaz de resistir a qualquer tempestade.
 
ZELDA: Entre 27 e 31 anos, sexo feminino, afro-americana, forte, inteligente e motivada. Uma estrela em ascenção em sua profissão, com ambição e talento para impulsioná-la ao topo um dia. 

Segundo o site, a descrição de “Collins”, na verdade pode se tratar do vilão Curtiss Jackson, fundador de uma empresa chamada Power Broker, que aumenta as habilidades dos seus sócios.

Ainda não há previsão de retorno ou quantidade de episódios divulgados até então.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Na série, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

As duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix.

‘Away’: Hilary Swank comanda viagem espacial em nova série da Netflix

Hilary Swank, que já venceu o Oscar duas vezes em sua carreira, foi elencada como protagonista da nova série da NetflixAway. As informações são da Variety.

O show, que conterá dez episódios em sua primeia temporada, trará Swank como produtora executiva. Jason KatimsMatt Reeves são os criadores. Jessica Goldberg, por sua vez, entra como showrunner e principal roteirista.

Swank será a astronauta Emma Green, que é chamada para comandar uma investigação espacial em Marte, deixando para trás seu marido e sua filha adolescente. A narrativa é inspirada no artigo homônimo assinado por Chris Jones.

A atriz ganhou bastante aclame internacional por sua interpretação no drama Meninos Não Choram, filme de 1999 pelo qual recebeu sua primeira estatueta de Melhor Atriz. A segunda viria cinco anos depois com Menina de Ouro, dirigido por Clint Eastwood.

Recentemene, Swank participou de ‘Logan Lucky – Roubo em Família’ e do documentário Lauda.

Ainda não há data prevista para estreia da série.

Crítica | Feliz Natal e Tal: 1ª Temporada – Uma série que peca em sua originalidade

Em fevereiro deste ano, a Netflix anunciou que trabalharia em uma nova série original possivelmente antológica a ser lançada nas semanas antecedentes ao Natal e ao Ano-Novo. Pouco depois, o  showrunner Tucker Cawley, conhecido por seu incrível trabalho em produções como Everybody Loves Raymond e Parks and Recreation, foi contratado para dar vida a uma nova história que ficaria conhecida como Feliz Natal e Tal – e o resultado, apesar de funcionar mais como uma cópia de qualquer outra investida de final de ano, funciona dentro de suas limitadas propostas e basicamente conta com a habilidade de envolvimento de seu elenco.

O enredo segue à risca as estruturas de uma sitcom e gira em torno de Emmy (Bridgit Mendler, voltando para as telinhas anos depois de ter estrelado ‘Boa Sorte, Charlie!’), uma jovem executiva que está retornando para a Filadélfia a fim de passar os feriados com sua gigantesca – e um tanto quanto desconexa – família. Mais do que isso, ela deseja introduzir aos parentes o namorado Matt (Brent Morin), que luta praticamente a temporada inteira para causar uma boa impressão e ser aceito como novo membro do núcleo protagonista. E é óbvio que, em se tratando de um show de comédia romântica, o casal irá passar por poucas e boas até que suas resoluções se completem e caminhem para um final feliz (e hilário, é claro).

A princípio, Matt é confrontado pela dura personalidade de Don (Dennis Quaid), pai de Emmy e a materialização do estereótipo superprotetor da figura patriarcal que deve “reclamar” seu posto principalmente depois da morte da esposa. Como se não bastasse, ele é conhecido por toda a cidade, ainda mais por trabalhar como chefe da delegacia local – então as coisas caminham muito bem. Além disso, o personagem de Morin também conhece outras figuras um tanto quanto contraditórias quanto ao jeito de se portar e explosivas (muito explosivas). Temos, de um lado, a otimista e vibrante Patsy (Siobhan Murphy), que é tão receptiva que chega a assustar os mais desavisados; do outro lado, o fanfarrão Sean (Hayes MacArthur) e sua esposa Joy (Elizabeth Ho), que nutrem de uma apaixonante química explorada ao longo dos oito episódios.

Mas, de fato, é Ashley Tisdale quem nos rouba a atenção como a rebelde e confusa Kayla, que termina com seu marido dias antes das celebrações natalinas apenas para entrar numa crise existencial que culmina num emotivo coming-of-age. A atriz, conhecida por seu papel como Sharpay Evans em High School Musical, voltou para a vida performática depois de ter lançado seu terceiro álbum de estúdio e mostrou que ainda trabalha para trazer temas importantes para as produções contemporâneas – não é surpresa que ela seja uma personagem presa nos convencionalismos sociais que se assume lésbica depois de conversar com Matt.

Diferente de obras como One Day at a Time, que conseguem usufruir das restrições cênicas das sitcoms para algo novo e que oscila entre a tragédia, o drama e a comédia, ao mesmo tempo que contempla temas necessários para contemplação social, Feliz Natal e Tal é mais comedida quanto a esses assuntos. É certo dizer que a série, comportada dentro de uma caixinha confortável, almeja apenas a construir uma trama bem fechada que, mesmo não isenta de furos de roteiro, cumpre com o que promete e nos deixa uma sensação de completude.

Apesar disso, não podemos fazer vista grossa para a multiplicidade de fórmulas que exala do narrativa: os primeiros capítulos, a despeito de funcionarem como introdução ao enredo, são movidos por diálogos frenéticos e artificiais, beirando um preciosismo desnecessário. Essa “falsidade”, por assim dizer, estende-se até o terceiro episódio e depois dá um salto significativo em direção à fluidez, construindo alguns arcos coadjuvantes intrincados e que conseguem se sustentar até o season finale.

Cawley e sua equipe também não se preocupam em sair do jogo campo e contracampo no tocante à estética imagética. Como mencionado alguns parágrafos acima, o show é fiel ao extremo às convenções do gênero que traz para as telas e, por isso mesmo, permite se levar pela praticidade técnica. Entretanto, esse aspecto é colocado em xeque quando até mesmo as quebras de expectativa violam máximas de credibilidade e transformam a coesão em uma série de ocasionalidades condescendentes e impossíveis.

Feliz Natal e Tal merece crédito pela performance de seu elenco, mas perde muitos pontos no quesito de originalidade. Ao passo que tenta fornecer uma nova perspectiva às clássicas rom-coms seriadas dos anos 1990 e 2000, ela se apega muito à nostalgia e deixa de lado elementos cruciais para criar comoção – com exceção de uma ou duas investidas pontuais.

Diretor de WALL-E vai comandar novo filme de ficção científica

Segundo o The Hollywood ReporterAndrew Stanton está em negociações para dirigir o filme de ficção científica ‘Chairman Spaceman’, a ser produzido pela Searchlight Pictures e por Simon Kinberg.

Baseado no conto homônimo de Thomas Pierce, a história gira em torno de uma espécia de corsário que renuncia sua fortuna mundana para se transformar num missionário interplanetário. Pierce ficará a encargo do roteiro.

Stanton é um dos nomes mais conhecidos da Pixar/Disney e já trabalhou na empresa por muitos anos. Seus créditos como diretor incluem ‘Vida de Inseto’Procurando NemoProcurando DoryWALL-E. Como roteirista, ficou responsável pelos clássicos e aclamados Toy StoryToy Story 2’Toy Story 4’‘Monstros S.A.’. Além disso, dublou a tartaruga marinha Crush e o Imperador Zurg.

Já na esfera do live-action, comandou o fracasso de crítica e de bilheteria ‘John Carter – Entre Dois Mundos’ – que, com o passar dos anos, ganhou uma modesta quantidade de fãs. Na televisão, dirigiu episódios de séries como LegionTales from the LoopBetter Call SaulStranger Things.

Stanton também levou duas estatuetas do Oscar para casa por seus trabalhos em Procurando NemoWALL-E.

Nenhuma outra informação sobre o longa foi divulgada.

‘O Gambito da Rainha’: Anya Taylor-Joy é uma mestra do xadrez no trailer da nova minissérie da Netflix

Netflix divulgou o primeiro trailer de sua nova minissérie original O Gambito da Rainha(‘The Queen’s Gambit’).

Confira:

A série é baseada no romance homônimo de Walter Trevis, lançado em 1983.

O que fazer quando tudo o que resta é a vitória? ‘O Gambito da Rainha‘ retrata a ascensão de uma jovem prodígio do xadrez, do orfanato à fama. Mas a genialidade tem seu preço.

Anya Taylor-Joy (Os Novos MutantesFragmentado) estrela a produção. Bill CampMarielle HellerThomas Brodie-SangsterMoses IngramHarry Melling e outros completam o elenco.

A produção tem estreia marcada para o dia 23 de outubro.